Choose your language
domingo, 3 de abril de 2022
Reflexāo do dia
segunda-feira, 14 de março de 2022
Juliana Gabriel promove a I Semana da Mulher - Entendendo a TPM pela TRIBU Saúde
| Foto: Divulgação |
No mês da mulher, a TRIBU Saúde, multiplataforma de saúde e educação criada pela endocrinologista Juliana Gabriel, promove 3 aulas gratuitas - "I Semana da Mulher - Entendendo a TPM", de 15 a 18 de março, com profissionais especialistas, para que as mulheres entendam melhor sobre o tema, os influenciadores externos e as ferramentas para passar pela fase de forma mais leve.
Programação:
15/03 - " O impacto dos seus hormônios na TPM" (aula gravada) - Dra. Juliana Gabriel (endocrinologista)
16/03 - "O impacto da TPM no seu emocional" (aula gravada) - Luiza Machado (psicóloga)
17/03 - "O impacto da alimentação na sua TPM (aula gravada) - Milena Hernandes (nutricionista)
18/03 - Aula tira-dúvidas ao vivo - às 19h
"Esse é um mês muito especial - da Mulher - e representa muito para nós: representa luta, representa resistência.Representa honrar o que já foi conquistado e representa também nos mantermos firmes para continuar tentando transformar a realidade. E não tem luta sem a nossa maior ferramenta: o nosso corpo. A nossa saúde. Física, mental, emocional, espiritual.
Por isso, nós da @tribu.saude decidimos começar uma tradição: celebrar este dia com um evento especial. E para este primeiro evento, vamos fazer uma semana de conteúdos voltados para a saúde da mulher. Um minicurso gratuito, pensado em você mulher. Feito por mulheres. De nós para nós", explica Juliana Gabriel.
O tema da I Semana da Mulher da Tribu Saúde é a TPM, que traz consigo uma série de questões, desde as fisiológicas, que definitivamente a mulher sente, e que são muitas vezes diminuídas como se fossem “frescura”, até passando por uma ferramenta de opressão, silenciamento e invisibilidade das mulheres. Qual mulher nunca ouviu: “Não dá atenção não, ela tá na TPM”?
Por isso, a TRIBU Saúde decidiu falar abertamente sobre isso.
Para participar, é só se inscrever nesse link aqui (que também está na bio):
http://www-tribu-family.rds.land/entendendo-tpm
A TRIBU vem confirmar a médica como mulher empreendedora na área de saúde e educação, já que o projeto divide-se em dois braços:
. Tribu Saúde - formada por um coletivo de profissionais de saúde que, além de já fazerem parte da equipe de Juliana, têm em comum os valores e a forma diferenciada de atendimento - individualizada e humanizada.
. Tribu Educação - escola de cursos livres para profissionais de saúde, onde serão tratados temas atuais da prática de saúde, bem como questões polêmicas e relevantes, por profissionais capacitados, com embasamento científico, metodologia moderna e dinâmica. O objetivo é ensinar, desmistificar mitos e capacitar os alunos a exercerem suas profissões de forma ética, artesanal e humana, com base científica comprovada.
Atualmente, a Tribu Education é online, mas futuramente, haverá eventos presenciais.
Sobre a Dra. Juliana GabrielCRM-SP 127584 / RQE 20007
Médica Endocrinologista
Formação:- Graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com Especialização pela PUC-RJ/IEDE, Título de Especialista em Endocrinologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (TEEM-SBEM) e Certificado de Área de Atuação em Endocrinologia Pediátrica (CAAEP).- Mestre em Saúde da Criança e do Adolescente e Doutora em Ciências pela UNICAMP
Atuação:- Professora Colaboradora e membro do grupo de pesquisa GIEDDS da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)- Professora na Faculdade de Medicina da São Leopoldo Mandic.- Médica Endocrinologista do Centro Infantil Boldrini - Fundadora da Empresa Ribeiro de Andrade Consultoria em Saúde, que é dividida em duas frentes: assistência à saúde e ensino.- Presta serviços de Consulta Médica Individual pessoalmente e por sua equipe. - Ministra Palestras e Treinamentos sobre Saúde, tanto para profissionais quanto para o público leigo e empresas.- Produção de conteúdo: textos em Blog e vídeos no Youtube, além de ser colaboradora em diversas mídias e canais de comunicação.- Criadora do projeto "Endocrinologia para todos", um canal de Educação em Saúde, online e gratuito.- Fundadora da Tribu Saúde - clínica multiprofissional humanizada- Fundadora da Tribu Educação - escola de cursos livres para a área da saúde
Instagram: @dra.julianagabriel @tribu.saude @tribu.education @endocrinologiaparatodosoficial @congressosaudetransWhatsapp Tribu (19) 99655-4787Assessoria de Imprensa:Paula Ramagem(21) 99506-7999
#diadamulher #saudedamulher #endocrinologiafeminina #saudehormonalfeminina #psicologiafeminina #nutricao #tribudasmulheres #tribudasaude #tribudamente #tribudasnutris
segunda-feira, 7 de março de 2022
Peça “Love, Love, Love”, com Débora Falabella e Yara de Novaes em BH
| Premiado espetáculo fica em curta temporada - Foto: João Caldas |
Esta edição do Teatro em Movimento é apresentada pelo Instituto Unimed BH e pelo Instituto Cultural Vale, tem o patrocínio do Itaú e da Cemig e conta com o apoio da CBMM, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério do Turismo.
“Love, Love, Love” recebeu 15 indicações a prêmios na temporada carioca e Yara de Novaes foi agraciada com prêmio Shell e Questão de Crítica por sua atuação na peça. Este é o segundo texto de Mike Bartlett que o Grupo 3 de Teatro leva para o teatro, sendo que o primeiro “Contrações” também acumula importantes premiações como APCA, APTR, Questão de Crítica e Aplauso Brasil.
“O primeiro texto que lemos de Mike Bartlett foi “Love, Love, Love”. Depois de uma imersão de dois anos de leitura de autores contemporâneos, nos conectamos especialmente com esse autor. Ele é contundente com o momento em que vivemos, é profundo e provocador ao mesmo tempo que tem uma escrita clara e objetiva. Para o Grupo 3, o teatro é lugar de revisitar a história e pensar a questão do tempo político e social. E mesmo Mike escrevendo em Londres, cabe muito bem na pesquisa do grupo”, relata Gabriel Fontes Paiva.
Os três (Gabriel, Yara e Débora) ficaram bem impressionados com o tema político revelador de como uma geração é definidora da próxima. Mas, na época, a companhia acabou por decidir montar “Contrações”. “Era perfeito para o momento do grupo, tratamos o tema de dominação em todas as montagens anteriores. Além disso, “Contrações” foi a peça de maior interlocução direta com o público e decidimos repetir Bartlett porque percebemos como era importante avançar nesse movimento”, conta Débora Falabella.
A escolha foi certa. A peça rendeu sete prêmios ao grupo que, três anos depois, pode montar “Love, Love, Love”. “O texto conta a história de uma família bem peculiar, mas está tratando do conflito geracional mais atual que poderia ser. É um texto político e também psicológico. É tudo junto como costumam ser as grandes obras”, reflete Yara de Novaes.
“Love, Love, Love”
Trata-se de uma obra que, além de descrever uma família com todas as suas idiossincrasias e personalidades, também demonstra como somos modificados pelo tempo em que vivemos. A ação começa em 1967, na noite da primeira transmissão ao vivo de TV via satélite, em que os Beatles cantaram All You Need Is Love. Sandra, bonita e sedutora, recém-ingressada na universidade, marcou um encontro com Henry. Mas ela se interessa por seu irmão mais novo, Kenneth, também de 19 anos e calouro universitário. Em 1990, eles estão confortavelmente em outra realidade – são da classe média, curiosamente negligentes com os dois filhos, em um casamento prestes a ruir. Mas o grande momento é o último ato, em 2011, em uma reunião de família, quando a filha do casal, Rose, que foi uma violinista promissora, agora com 37 anos e muito decepcionada, arremessa sobre eles e sua geração de paz e amor a responsabilidade pelo fracasso da geração dela afirmando: “Você não alterou o mundo, você o comprou”.
O grupo que estreou em 2005 na Casa de Cultura Laura Alvim e já teve seus espetáculos dirigidos por Yara de Novaes, Aderbal Freire Filho e Grace Passô, desta vez convidou Eric Lenate.
Indicações a prêmios
“Love, Love, Love” recebeu as seguintes indicações a prêmios: Botequim Cultural - Atriz - Débora Falabella / Atriz - Yara de Novaes; Cesgranrio - Ator - Rafael Primot (fez a primeira temporada, agora substituído por Alexandre Ciolleti)/ Atriz - Débora Falabella/ Atriz - Yara de Novaes; Shell - Atriz - Yara de Novaes/ Direção - Eric Lenate; Prêmio APTR - Direção – Eric Lenate/ Espetáculo - Love, Love, Love/ Atriz em papel protagonista – Débora Falabella / Atriz em papel protagonista – Yara de Novaes.
Ficha Técnica
Autor: Mike Bartlett/ Tradução: Maria Angela Fontes Frederico/ Diretor Artístico: Eric Lenate/ Elenco: Débora Falabella, Mateus Monteiro, Alexandre Cioletti, Ary França e Yara de Novaes/ Iluminação: André Prado e Gabriel Fontes Paiva / Trilha Sonora: L.P. Daniel/ Cenário: André Cortez/ Figurinos: Fabio Namatame/ Direção Técnica: André Prado/ Camareiro: Jô Nascimento e Henrique Arcanjo/ Operação de Som: Rogério Ferraz/ Fotos: João Caldas/ Produção: Grupo 3 de Teatro e Contorno Produções/ Gestão de Projeto: Luana Gorayeb/ Direção de Produção: Gabriel Fontes Paiva / Produção Executiva: Jessica Rodrigues e Victória Martinez
“Love, Love, Love”
Duração: 140 minutos / Classificação: 16 anos / Gênero: Humor Ácido
DAta/Hrário: de 18 a 20 de março, sexta e sábado, às 20h e domingo, às 18h
Local: Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas - Rua da Bahia, 2244 - Lourdes, Belo Horizonte
Ingressos: Plateia 1 - R$80,00 (inteira) e Plateia 2 R$50,00 inteira.
Meia entrada válida conforme a Lei.
Vendas: https://www.eventim.com.br/artist/love-love-love/ ou bilheteria do teatro
Informações: (31) 3516-1360
Redes sociais Teatro Em Movimento:
Instagram: https://www.instagram.com/teatroemmovimento
Facebook: https://www.facebook.com/teatroemmovimento
Youtube: www.youtube.com/teatroemmovimento
Twitter: www.twitter.com/teatroemmov
Grupo 3 de Teatro
Fundado em 2005, o grupo é composto por Débora Falabella, Gabriel Paiva e Yara de Novaes. Realizador das bem-sucedidas montagens teatrais “A Serpente”, de Nelson Rodrigues, dirigida por Yara de Novaes e “O Continente Negro”, de Marco Antônio de La Parra, dirigido por Aderbal Freire Filho. Espetáculos que mantêm em repertório. Além de “Contrações e “O Amor e Outros Estranhos Rumores”.
O Grupo 3 de Teatro atua como produtor em outros segmentos da cultura, como as mostras “Murilo Rubião - o Reescritor Fantástico” (SESC Paladium e UFMG) e “Mostra Contemporânea de Arte Mineira” (SESC Pompeia e Vila Mariana) e da publicação do livro “O Continente Negro”, tradução para o português do texto dramatúrgico do chileno Marco Antonio De La Parra. Frequentemente, a companhia estende seu treinamento com oficinas abertas, promovendo o encontro e o diálogo com outras companhias, como quando produziu a oficina "Dramaturgia e Espaço", ministrada pelo chileno Marco Antonio De La Parra e "View Point", por Myriam Rinaldi. Ainda no campo pedagógico, o grupo compartilha com estudantes de teatro seu processo de criação com oficinas ministradas por integrantes do grupo: A Cena Teatral e Murilo Rubião, Teatro TUCA, ministrados por Yara de Noves, André Cortez e Silvia Gomez, e Espaço Dramaturgia e Atuação – por André Cortez e Yara de Novaes.
O Grupo 3 de Teatro tem sistematicamente criado ações de acessibilidade a novas plateias. Nesse intuito, realizou temporadas e circulação a preços populares ou simbólicos em São Paulo (2008, 2010 e 2011), Rio de Janeiro (2009), Belo Horizonte (2011), Fortaleza, Recife, Maceió, Aracaju e Salvador (2010), Santos, Piracicaba e Araras (2010). E apresentações gratuitas com palestras e debates em 10 periferias de São Paulo e nas periferias das cidades de Campinas, São José dos Campos e Guarulhos, de modo a proporcionar à população de diferentes regiões do país acesso aos seus espetáculos. O grupo desenvolve um trabalho contínuo de formação de novas plateias, por meio de apresentações em periferias, unidades dos CEUs e SESIs, acompanhados de palestras e oficinas.
REDES: @grupo3deteatro / www.grupo3.art.br
Eric Lenate | Diretor
Ator, diretor e cenógrafo. Em 2005 ingressou no CPT - Centro de Pesquisa Teatral do SESC. Estreou como diretor em 2008 com “O céu 5 minutos antes da tempestade”, de Silvia Gomez, nomeado para o prêmio Qualidade Brasil de melhor espetáculo. Por “Sit Down Drama”, em 2014, foi indicado ao prêmio Shell de melhor direção. Dirigiu também “Mantenha fora do alcance do bebê”, de Silvia Gomez; “Fim de Partida”, de Samuel Beckett, pelo qual foi indicado ao prêmio APCA de melhor ator em 2016, e “Refluxo”, de Angela Ribeiro, pelo qual Lenate recebeu o prêmio Shell 2017 de melhor cenário e foi indicado ao mesmo prêmio na categoria melhor direção. Dirigiu “Love, Love, Love”, de Mike Bartlett, em parceria com o Grupo 3 de Teatro. Por este trabalho, Lenate foi indicado aos prêmios APTR e Shell de 2017 de melhor direção, ambos no RJ. Este trabalho foi indicado em 2018 ao prêmio APCA de melhor espetáculo. Em 2019, por sua atuação no solo “Testemunho Líquido”, de sua autoria e dirigido por Erica Montanheiro, do projeto “Balada dos Enclausurados”, foi indicado ao prêmio APCA de melhor ator.
Débora Falabella | Atriz | Grupo 3 de Teatro
Filha do ator e diretor de teatro Rogério Falabella, Débora descobriu cedo a sua vocação; aos 12 anos já atuava em peças de teatro amador em BH. No Rio de Janeiro ficou conhecida por atuações arrebatadoras em novelas como O Clone e Avenida Brasil. No cinema fez o curta metragem Françoise, de Rafael Conde, que lhe rendeu prêmio de melhor atriz no Festival de Gramado e no Festival de Brasília, e nos longas Dois perdidos numa noite suja (prêmio melhor atriz no Festival de Brasília), de José Joffily, Lisbela e O Prisioneiro, de Guel Arraes e Cazuza - O tempo não para, de Sandra Werneck e Walter Carvalho. Além da vitoriosa trajetória em TV e cinema esteve no palco nos últimos quinze anos participando de espetáculos teatrais onde recebeu prêmios de melhor atriz: Troféu USIMINAS/SINPARC e Prêmio SATED-MG. Atualmente excursiona com o espetáculo Contrações que lhe rendeu 3 prêmios como melhor atriz (APCA; APTR e Aplauso Brasil).
Yara De Novaes | Atriz | Grupo 3 de Teatro
Atriz, diretora e professora de teatro fundou em 2005 o Grupo 3 de Teatro, onde alterna seus trabalhos de atriz e diretora, além da direção artística da companhia. Dirigiu como convidada 17 espetáculos nos últimos 12 anos entre eles Tio Vania do Grupo Galpão, Caminho para Meca, com Cleyde Yaconis e Maria Miss, com adaptação da obra de Guimarães Rosa.
Como marca de suas direções, além de um forte trabalho corporal, tem a narrativa como ponto de partida para a criação teatral. Já levou aos palcos autores como Fiodor Dostoievski, Fernando Bonassi, Móricz Zsigmond, Lygia Fagundes Telles, Murilo Rubião e Guimarães Rosa, entre outros.
Trabalhou nas universidades PUC-Minas, UNI-BH e UFPE, ministrando disciplinas na área de interpretação teatral.
Atualmente excursiona com o espetáculo Contrações pelo qual recebeu o prêmio APCA de melhor atriz em 2013 e leciona a disciplina Teatro na Fundação Armando Alvares Penteado.
Alexandre Cioletti | Ator
Ator desde 15 anos, iniciou sua carreira em Belo Horizonte. Dentre seus principais trabalhos em teatro destacam-se: Amigas , Amigas, Homens à Parte – Rogério Falabella/ Dir: Rogério Falabella/ 2004, A Falecida – Nelson Rodrigues/ Dir: Carlos Gradim/ 2004, A Serpente – Nelson Rodrigues/ Dir. Yara de Novaes/2005, Servidão – Somerset Maugham/ Dir. Carlos Gradim/2007, Olá Pessoa – Edmundo de Novaes/ Dir.Carlos Gradim/2009, # 140 – Felipe Rocha/ Dir. Nando Motta, Do Lado Direito do Hemisferio - Dir. Nando Motta, O Rei e a Coroa Enfeitiçada – Rogério Falabella/Dir. Cynthia Falabella e Débora Falabella. No cinema seus principais trabalhos foram: Depois Daquele Baile – Longa de Roberto Bontempo – 2004, Batismo de Sangue – Longa de Helvécio Ratton –2005, A Chuva nos Telhados Antigos – Curta de Rafael Conde –2005, Fronteira – Longa de Rafael Conde – 2006, 1132 Km – Curta de Haendel Mello, Teobaldo Morto Romeu Exilado – longa de Rodrigo de Oliveira – 2013, Guigo Off Line – Longa de René Guerra e Atrás Dos Olhos das Meninas Sérias – Longa de Carlos Canela. Na televisão, destacam-se os seguintes trabalhos: Tempos Modernos – TV Globo – 2010, Força tarefa– TV Globo – 2011 e Sete Vidas – TV Globo – 2015
PSI - HBO – 2014, 13 Dias Longe do Sol – TV Globo – 2017 e Toda Forma de Amor – Canal Brasil – 2017
Mateus Monteiro | Ator
Ator formado pela Escola de Atores Wolf Maya em 2010 e dramaturgo formado em 2011, pela SP Escola de Teatro. Tem atuado como ator e músico em diversos espetáculos, como: Playground, de Rajiv Joseph, direção de Marco Antonio Pamio (indicado ao Prêmio Shell 2016 de melhor ator); Amarelo Distante, baseado em contos de Caio Fernando Abreu, direção de Kiko Rieser; Memórias (Não) Inventadas, inspirado na obra de Tennessee Williams, dirigido por André Garolli; A Ópera do Malandro, de Chico Buarque, dirigido por Kleber Montanheiro; L'Illustre Molière, direção de Sandra Corveloni entre outros. Em 2016, estreou como diretor com o espetáculo Mente Mentira, de Sam Shepard, sendo indicado ao prêmio Arte Qualidade Brasil 2016 de melhor direção de drama. Atua também como assistente de direção em diversas peças, como: Tudo no seu Tempo, direção de Eduardo Muniz; In Exremis, direção de Bruno Guida; Bull, direção de Flávio Tolezani e Eduardo Muniz. Atualmente é aluno do curso de mestrado na Universidade Presbiteriana Mackenzie em Educação, Arte e História da Cultura.
Ary França I Ator
Nasceu na cidade de São Paulo, no Brasil. Iniciou sua carreira no teatro de São Paulo, tendo participado das companhias CPT: Centro de Pesquisa Teatral, Pod Minoga e Teatro do Ornitorrinco. Estreou como ator de cinema em História Familiar (1988), curta-metragem de Tata Amaral.
Seu primeiro trabalho em longas se deu no drama Beijo 2348/72 (1990), de Walter Rogério, ao lado de Maitê Proença e Fernanda Torres. Se destacou por sua atuação em Capitalismo Selvagem (1993), obra exibida nos festivais de Bogotá, Gramado e Brasília. Ficou conhecido pelo público após o longa Durval Discos (2002), as novelas Chocolate com Pimenta (2003-2004) e Morde & Assopra (2011), além da série Samantha! (2018).
Teatro Em Movimento
O projeto Teatro em Movimento, coordenado pela Rubim Produções, de Tatyana Rubim, completa 21 anos, em 2022, com o objetivo de descentralizar o acesso às grandes montagens do eixo Rio-São Paulo, promovendo a circulação dos mesmos para Belo Horizonte que tornou-se, ao longo do tempo, praça relevante para a apresentação de importantes repertórios. Além disso o projeto também atua em outros Estados e o outras cidades. Desde então, contabiliza 265 repertórios, que somam mais de 757 apresentações, envolvendo cerca de 830 artistas, em 15 cidades, 30 teatros e público superior a 391.428 mil pessoas. Desde 2020, fundou o TeatroEmMov Digital, que realizou o primeiro curso de teatro digital do Brasil, sendo uma plataforma web que pesquisa, produz e une narrativas do teatro, da dança, do audiovisual e dos games; ambos idealizado por sua diretora Tatyana Rubim.
Sobre o Instituto Unimed-BH
Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, desde 2003, desenvolve projetos socioculturais e ambientais visando a formação da cidadania, estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, ampliar o acesso à cultura, valorizar espaços públicos e o meio ambiente. Ao longo de sua história, o Instituto destinou cerca de R$140 milhões por meio das Leis municipal e federal de Incentivo à Cultura, viabilizado pelo patrocínio de mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores. No último ano, mais de 7 mil postos de trabalho foram gerados e 3,9 milhões pessoas foram alcançadas por meio de projetos em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. Clique aqui (https://resultadosinstituto.unimedbh.com.br/2020/) e conheça mais sobre os resultados do Instituto Unimed-BH.
Sobre o Itaú Unibanco
É um banco digital com a conveniência do atendimento físico. Estamos presentes em 18 países e temos mais de 60 milhões de clientes, entre pessoas físicas e empresas de todos os segmentos, a quem oferecemos as melhores experiências em produtos e serviços financeiros. Temos uma agenda estratégica com foco na centralidade do cliente, que passa por duas transformações: cultural e digital, ambas sustentadas na diversidade do nosso povo. Fomos selecionados pela 22ª vez consecutiva para fazer parte do Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones (DJSI World), sendo a única instituição financeira latino-americana a integrar o índice desde sua criação, em 1999.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022
quarta-feira, 12 de janeiro de 2022
Reflexāo do dia
quarta-feira, 3 de novembro de 2021
Doenças respiratórias: Como a baixa umidade e as mudanças de temperatura aumentam casos
![]() |
| Médico alerta os riscos à saúde - Foto: Divulgação |
Tosse, garganta inflamada, nariz ressecado, mal-estar. É só a umidade relativa do ar cair, como acontece em algumas regiões do nosso país em alguns meses do ano, que os brasileiros começam a sentir os efeitos.
Em outras palavras, a umidade relativa do ar é a relação entre a quantidade de água existente no ar (umidade absoluta) e a quantidade máxima que poderia haver na mesma temperatura (ponto de saturação).
Ela é um dos indicadores usados na meteorologia para se saber como o tempo se comportará (fazer previsões). E com uma umidade muito baixa é muito comum o aparecimento das doenças respiratórias.
De acordo com o otorrinolaringologista, Dr. Hugo Rodrigues, a baixa umidade faz com que toda nossa via área sofra mais. Dessa forma, aumenta a frequência das inflamações na garganta, da tosse, ressecamento do nariz e todas as infecções e inflamações de via aérea superior (sinusites, laringites, rinite, faringite e etc). Ele explica que há diferenças entre uma garganta inflamada, uma gripe ou uma crise alérgica.
"Geralmente a inflamação na garganta o paciente sente dor na região, principalmente ao engolir. Muitas vezes a gripe vem associada com uma faringite (que é um tipo de inflamação de garganta). Dificilmente a alergia causa dor na garganta. Quando o paciente está com rinite alérgica, os sintomas concentram-se no nariz, tais como: Prurido nasal (coceira), obstrução nasal, espirros e coriza", esclarece o médico.
O clima seco aumenta a frequência em que essas doenças se manifestam. "As faringites geralmente são causadas por vírus, baixa ingesta de líquidos e pelo clima seco. Já as amigdalites (infecções das amígdalas) podem ser virais ou bacterianas, porém, as que chamam mais atenção e que causam mais dor e incomodo são as bacterianas (Quase sempre associada a febre alta)", afirma.
Mesmo com o tempo seco, segundo o médico, é possível evitar os transtornos da baixa umidade.
"Ter um estilo de vida saudável - beber muita água e líquidos durante o dia, ter uma dieta rica em frutas e verduras (que são fontes de água) e usar umidificadores de ar. Caso o paciente não tenha umidificador, pode utilizar bacias com água e toalhas úmidas nos cômodos em que a pessoa dorme para ajudar com a baixa umidade", conta o médico.
O doutor explica que ao sentir os sintomas, a orientação é procurar um especialista, de preferência um otorrinolaringologista, que é o indicado para acompanhar e cuidar destes problemas.
quinta-feira, 28 de outubro de 2021
Após assinar com a gravadora Espacial, Vitor Lima lança “Maluquinha”
![]() |
| Novo clipe foi gravado em Portugal - Foto: Divulgação |
O cantor Vitor Lima não cansa de surpreender! Nesta sexta-feira (29), ele lança o single inédito “Maluquinha” em todas as plataformas digitais.
Faça agora o pré-save: https://orcd.co/vlmaluquinha.
O single vem acompanhado de um clipe que será lançado no mesmo dia no canal oficial do Vitor no YouTube. O vídeo foi gravado distrito do Porto, em Portugal. Na primeira cena, o artista aparece na Praça dos Leões. A história também se passa no Rio Douro e na praia do paredão
“Gravar esse clipe foi muito especial. Além de cantar, também atuei. Eu já faço stand up alguns e no clipe incluímos também algumas cenas desse esporte que eu amo praticar e foi incrível. Uma outra cena que gostei muito de fazer foi com o quadriciclo, foi muito legal e emocionante, inclusive recomendo a todos essa experiência”, conta Lima.
O jovem cantor assinou com a gravadora Espacial e esse é o primeiro lançamento dessa parceria. “Estou extremamente feliz. A Espacial é uma renomada gravadora portuguesa e estamos com alguns projetos. O lançamento de “Maluquinha” é só o nosso primeiro passo, ainda teremos muitas novidades”, adianta Vitor.
Vitor Lima sempre foi um menino musical. É apaixonado por música sertaneja e aos 4 anos já cantava em todas as festas de família. Nascido em Salvador, na Bahia, se mudou ainda muito novo com a família para Portugal, onde divide o tempo entre os estudos e a carreira. Ele gosta muito de compor, ler, tocar violão e piano.
terça-feira, 26 de outubro de 2021
Marília Mendonça comanda Sunset em Piracicaba
![]() |
| Show está repleto de sucessos Foto: Divulgação |
Estão disponíveis para o público três tipos de ingressos: Pista Serenata, Área Vip Supera e Open Bar Bebi Liguei. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site da Tycket https://tycket.com.br/evento/181/SUNSET_com_Marlia_Mendona_em_Piracicaba, ou na bilheteria do local. Os valores variam entre R$ 59,00 e R$ 179,00. O evento irá ocorrer respeitando todos os protocolos de higiene e segurança determinados pelos órgãos de saúde local.
Considerada uma das maiores cantoras da história da música sertaneja, Marília Mendonça trabalha atualmente a divulgação do EP "Nosso Amor Envelheceu", lançado no mês de julho deste ano.
Nosso amor envelheceu:
https://www.youtube.com/watch?v=zxWQ66ap1_k
MARÍLIA MENDONÇA
Começou a escrever aos 12 anos e logo se tornou uma renomada compositora. Com apenas 20 anos, a cantora natural de Cristianópolis/GO, lançou pela Som Livre seu primeiro projeto autoral "Ao Vivo" (2016) em formato de CD e DVD. Percussora do crescimento feminino no sertanejo, hoje é a principal referência do segmento e detentora de diversos recordes, como a da live musical mais vista do mundo no YouTube (2020) e a atual cantora brasileira mais seguida no Spotify. A cantora também é dona do maior canal do segmento de música sertaneja do YouTube, com mais de 21 milhões de inscritos, e se tornou a primeira artista brasileira a atingir a marca de mais de 11 bilhões de visualizações.
Em 2019, o álbum “Todos Os Cantos”, que rodou as capitais do país em turnê e ganhou o Grammy Latino, apresentou sucessos consagrados como "Todo mundo vai sofrer”, "Supera", "Graveto" e virou documentário no Globoplay. Em 2020, Marília Mendonça lançou o álbum “Patroas” com a dupla Maiara & Maraisa. Em 2021, a cantora apresenta seu novo projeto de faixas autorais, o EP "Nosso Amor Envelheceu", que além da faixa homônima traz os singles "Deprê", "Foi por conveniência”, " Troca de calçada" e "Rosa embriagada”.
DOUGLAS & VINÍCIUS
Começaram a carreira muito cedo, por influência familiar; cursaram faculdade de engenharia na mesma cidade – Poços de Caldas/MG; tocavam em barzinhos e festas universitárias; seus nomes artísticos são os mesmos de batismo, dentre tantos outros acasos da vida. Os mineiros oficializaram a formação da dupla em 2013. A dupla ficou conhecida nacionalmente com o sucesso ”Figurinha”, que tem participação de Mc Bruninho. A canção figurou, no ano passado, por semanas entre as músicas mais ouvidas nas rádios do Brasil. No Youtube, ela já ultrapassou a marca de 211 milhões de visualizações.
Em agosto de 2021, gravaram na capital paulista o novo projeto audiovisual “Douglas e Vinícius Ao Vivo em São Paulo”, com participações especiais de Maiara & Maraisa, Tierry e Zé Neto & Cristiano, com quem gravaram a faixa “Estelionato afetivo”. A canção foi eleita para ser o primeiro lançamento do projeto, que aconteceu no final de setembro, e alcançou um milhão de visualizações, no Youtube, em dois dias de lançada – hoje já passa de quatro milhões.
Sunset com Marília Mendonça
Data: 05 de dezembro
Horário: 12h
Local: Parque Unileste – Avenida Professor Benedito de Andrade, 363 - Piracicaba/SP.
Valores: Entre R$ 59,00 e R$ 179,00
Mais informações: https://tycket.com.br/evento/181/SUNSET_com_Marlia_Mendona_em_Piracicaba
domingo, 24 de outubro de 2021
Para refletir: pedir tudo a Jesus, pois Ele tudo pode
A exemplo de Bartimeu, ter uma fé concreta, insistente e corajosa - exortou o Papa - expondo com confiança o coração diante do Senhor e levando a Ele nossa história e os rostos que fazem parte de nossa vida.
Jackson Erpen – Cidade do Vaticano
Vatican News
“Quando a fé é viva, a oração é sincera: não mendiga trocados, não se reduz às necessidades do momento. A Jesus, que tudo pode, deve ser pedido tudo. Ele não vê a hora para derramar sua graça e sua alegria em nossos corações”.
A fé concreta, insistente e corajosa de Bartimeu nos foi apresentada como exemplo pelo Papa Francisco, ao refletir no Angelus deste 30º Domingo do Tempo Comum sobre a narrativa apresentada no Evangelho de Marcos (Mc 10, 46-52).
Dirigindo-se aos milhares de fiéis e turistas reunidos na Praça São Pedro, em um belo domingo de outono, o Papa começa destacando a importância deste encontro entre Bartimeu - “um cego que mendiga ao longo do caminho” – e Jesus, que se preparava para entrar em Jerusalém para a Páscoa.
A fé, raiz do milagre
Se os gritos de Bartimeu "Filho de Davi, Jesus, tem piedade de mim" incomodaram a multidão e os apóstolos, não passaram desapercebidos de Jesus, que percebe que sua voz “é cheia de fé, uma fé que não tem medo de insistir, de bater no coração de Deus, apesar da incompreensão e repreensões. E aqui – ressaltou o Papa - está a raiz do milagre. Na verdade, Jesus lhe disse: ‘A tua fé te curou’”.
Ou seja, “a fé de Bartimeu, transparece pela sua oração. Não é uma oração tímida, uma oração convencional. Antes de tudo, ele chama o Senhor de "Filho de Davi", isto é, o reconhece como Messias, o Rei que vem ao mundo. Depois o chama pelo nome, com confiança: "Jesus". Não tem medo dele, não se distancia. E assim, de coração, grita ao Deus amigo todo o seu drama: 'Tem piedade de mim!'".
Não pede algum trocado como faz com os transeuntes. Não, não. Aquele que tudo pode, pede tudo. Às pessoas pede trocados, a Jesus, que pode fazer tudo, pede tudo: “Tem piedade de mim, tem piedade de tudo o que sou”. Não pede uma graça, mas apresenta a si mesmo: pede misericórdia para a sua pessoa, para a sua vida. Não é um pedido pequeno, mas é belíssimo, porque invoca a piedade, isto é, a compaixão, a misericórdia de Deus, a sua ternura.
Apresentar-se inteiramente ao Senhor, como somos
“Bartimeu não usa muitas palavras - recorda Francisco - diz o essencial e confia-se no amor de Deus, que pode fazer a sua vida voltar a florescer realizando o que é impossível aos homens”:
Por isso, não pede esmola ao Senhor, mas manifesta tudo, a sua cegueira e o seu sofrimento, que iam além do não poder ver. A cegueira era a ponta do iceberg, mas em seu coração haveria feridas, humilhações, sonhos desfeitos, erros, remorsos. E ele rezava com o coração.
"E nós - pergunta o Papa - quando pedimos uma graça a Deus, colocamos também na oração a nossa própria história: as feridas, as humilhações, os sonhos desfeitos, os erros, os remorsos?"
E ao sugerir para fazermos nossa a oração “Filho de David, Jesus, tem piedade de mim!”, o Papa exorta a nos perguntarmos: "Como vai a minha oração?":
É oração corajosa, tem a boa insistência daquela de Bartimeu, sabe "agarrar" o Senhor que passa, ou contenta-se em dar-lhe uma saudação formal de vez em quando, quando me lembro? Estas orações mornas não ajudam nada.
Fé viva, oração sincera
Depois – acrescentou Francisco - também podemos nos perguntar se “nossa oração é “substanciosa”, expõe o coração diante do Senhor: levo a ele a história e os rostos da minha vida? Ou é anêmica, superficial, feito de rituais sem afeto e sem coração?“:
Quando a fé é viva, a oração é sincera: não mendiga trocados, não se reduz às necessidades do momento. A Jesus, que tudo pode, tudo deve ser pedido. Não se esqueçam disso. A Jesus que tudo pode, deve ser pedido tudo, com a minha insistência diante d'Ele. Ele não vê a hora para derramar sua graça e sua alegria em nossos corações, mas infelizmente somos nós que mantemos distância, talvez por timidez, ou preguiça ou descrença. Tantos de nós, quando rezamos, não acreditamos que o Senhor possa realizar o milagre.
Oração insistente e corajosa
Para ilustrar o resultado de uma oração insistente e expectante, o Papa voltou a contar uma história ocorrida quando era arcebispo na Argentina: com a filha pequena desenganada pelos médicos, um pai viajou 70 km de ônibus até um Santuário mariano. Mesmo estando fechado, ele passou a noite agarrado às grades do portão rezando e clamando: "Senhor, salva-a. Senhor, dá a ela a vida". Ao voltar ao hospital na manhã seguinte, encontrou a esposa que chorava, mas não de tristeza: "Não se entende, não se entende. Os médicos dizem algo estranho: parece curada".
"Aquele grito daquele homem que pedia tudo, foi ouvido pelo Senhor que lhe havia dado tudo", disse o Papa, acrescentando: "Esta não é uma história, eu vi isso"!:
“Mas temos coragem na oração? Peçamos tudo àquele que pode dar tudo, como Bartimeu, que é um grande mestre, um grande mestre na oração nisto.”
Que Bartimeu – disse ao concluir - seja um exemplo para nós com a sua fé concreta, insistente e corajosa. E que Nossa Senhora, a Virgem orante, nos ensine a dirigir-nos a Deus de todo o coração, confiando que Ele escuta atentamente cada oração.
sexta-feira, 22 de outubro de 2021
Warner Bros. Pictures realiza ação com parceiros que leva verme da areia de Duna até o Minhocão de São Paulo
![]() |
| Público já pode conferir o remake nos cinemas Foto: Rodrigo Bastos Didier |
Duna já está nos cinemas brasileiros, e, para celebrar a chegada dessa aventura épica, a Warner Bros. Pictures apresenta um vídeo especial sobre o verme da areia, Shai-Hulud, que se move em direção aos sons no deserto, em Duna.
Além do vídeo, foi feita uma pré-estreia exclusiva em parceria com o Parque Minhocão para os 150 primeiros seguidores que acertassem o nome do verme da areia em Duna. A ação ainda conta com uma arte exclusiva do artista Rodrigo Bastos Didier (via Huuro Entretenimento), que coloca o assustador verme gigante diretamente no Minhocão, em São Paulo.
É possível conferir toda a ação no Instagram da Warner Bros. Pictures Brasil e embarcar no universo espetacular baseado na obra de Frank Herbert. O filme já está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil. Para mais informações sobre a programação ou a venda de ingressos, consulte os cinemas de sua cidade.
Link do vídeo no Instagram:
https://www.instagram.com/p/CVS2QDONovM/
Trailer do filme:
https://youtu.be/dnBpZuSUISQ
Sobre o filme:
O cineasta indicado ao Oscar, Denis Villeneuve (“A Chegada”, “Blade Runner 2049”), dirige Duna, adaptação para o cinema do best-seller seminal de Frank Herbert, uma produção da Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures.
Uma jornada do herói mítica e emocional, Duna conta a história de Paul Atreides, jovem talentoso e brilhante que nasceu com um destino grandioso, para além até da sua própria compreensão, e precisa viajar ao planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua família e de seu povo. Enquanto forças malévolas levam à acirrada disputa pelo controle exclusivo do fornecimento do recurso mais precioso existente no planeta - capaz de liberar o maior potencial da humanidade, apenas aqueles que conseguem vencer seu medo vão sobreviver.
Duna é estrelado pelo ator indicado ao Oscar Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”, “Adoráveis Mulheres”), por Rebecca Ferguson (“Doutor Sono”, “Missão: Impossível - Efeito Fallout”), Oscar Isaac (franquia “Star Wars”), pelo ator indicado ao Oscar Josh Brolin (“Milk: A Voz da Igualdade”, “Vingadores: Guerra Infinita”), por Stellan Skarsgård (série da HBO “Chernobyl”, “Vingadores: Era de Ultron”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”, “Vingadores: Ultimato”), Stephen McKinley Henderson (“Um Limite Entre Nós”, “Lady Bird: A Hora de Voar”), Zendaya (“Homem-Aranha: Longe de Casa”, série da HBO “Euphoria”), Chen Chang (“O Tigre e o Dragão”), David Dastmalchian (“Blade Runner 2049”, “Batman: O Cavaleiro das Trevas”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”, série da Netflix “Sex Education”), pela atriz indicada ao Oscar Charlotte Rampling (“45 Anos, “Assassin's Creed”), por Jason Momoa (“Aquaman”, série da HBO “Game of Thrones”) e pelo vencedor do Oscar Javier Bardem (“Onde os Fracos Não Têm Vez”, “007 - Operação Skyfall”).
Dennis Villeneuve dirigiu Duna a partir do roteiro coescrito com Jon Spaihts e Eric Roth, baseado no romance homônimo escrito por Frank Herbert. O filme é produzido por Mary Parent, Cale Boyter, Joe Caracciolo Jr. e Villeneuve. Os produtores executivos são Tanya Lapointe, Joshua Grode, Herbert W. Gains, Jon Spaihts, Thomas Tull, Brian Herbert, Byron Merritt e Kim Herbert.
Na equipe de produção, o diretor voltou a trabalhar com o desenhista de produção Patrice Vermette (“A Chegada”, “Sicario: Terra de Ninguém”, “A Jovem Rainha Vitória”) e o editor Joe Walker (“Blade Runner 2049”, “A Chegada”, “12 Anos de Escravidão”), ambos com duas indicações ao Oscar; o supervisor de efeitos especiais Paul Lambert (“O Primeiro Homem”, “Blade Runner 2049”), vencedor de dois prêmios Oscar; e o supervisor de efeitos especiais vencedor do Oscar, Gerd Nefzer (“Blade Runner 2049”). Em Duna, Dennis Villeneuve colabora pela primeira vez com o diretor de fotografia indicado ao Oscar Greig Fraser (“Lion: Uma Jornada para Casa”, “A Hora Mais Escura”, “Rogue One: Uma História Star Wars”); a figurinista Jacqueline West (“O Regresso”, “O Curioso Caso de Benjamin Button”, “Contos Proibidos do Marquês de Sade”), indicada três vezes ao Oscar; o cofigurinista Bob Morgan; e o coordenador de dublês Tom Struthers (trilogia “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, “A Origem”). O compositor Hans Zimmer (“Blade Runner 2049”, “A Origem”, “Gladiador”, “O Rei Leão”), vencedor do Oscar e com diversas indicações ao prêmio, é o responsável pela trilha sonora.
A Warner Bros. Pictures e a Legendary Pictures apresentam Duna, uma produção da Legendary dirigida por Denis Villeneuve. O filme já está em cartaz nos cinemas brasileiros.
https://www.facebook.com/WarnerBrosPicturesBrasil
https://twitter.com/wbpictures_br
http://www.youtube.com/warnerbrospicturesbr
http://instagram.com/wbpictures_br
quinta-feira, 21 de outubro de 2021
Japinha Conde comemora a parceria com Eduardo Costa
![]() |
| Cantora prepara novidades para o público Foto: Divulgação |
Com apenas 10 dias de lançado, o clipe de “Desperdicio”, de Japinha Conde, já alcançou 5 milhões de visualizações no Youtube e se mantém em alta na plataforma. A canção que já foi lançada em algumas rádios do Brasil, teve bom desempenho e se fixou entre as 50 mais e tem estreia oficial prevista, com blitz nacional, em 8 de novembro, próxima a mesma data em que a Japinha dá início a uma extensa agenda de apresentações programada para os próximos meses, com a retomada de seus shows.
A música que traz a participação de Eduardo Costa faz parte de uma série de faixas a serem trabalhadas em conjunto com o DVD “Evidências em Fortaleza”, gravado em janeiro deste ano, na capital cearense, com a presença de Tierry, Xand Avião, Lauana Prado, Mc Rogerinho, Luiza e Maurilio e Léo Magalhães.
Com composição de Vinni Miranda, Waleria Leão e Rafael Quadros, a letra revela um relacionamento baseado em tesão: “Ce ganha o que com isso?/ Jogar fora isso tudo de amor é um desperdício/
É falta de educação, com o meu coração/ Suas chamadas são movidas por tesao /Dói demais se eu te falo sim/ Mas vai doer bem mais se eu te falar não.
Para o sucesso de “Desperdicio”, Japinha destaca: “Ver a grandiosidade que a música está tendo na minha carreira é um grande presente. Além, claro, de dividir a canção com Eduardo Costa, um dos maiores artistas do país que eu e a minha mãe ouvíamos muito, desde quando eu era criança e ainda ouço sempre, claro. Sou fã!”
JAPINHA TRADUZIDA EM NÚMEROS:
2,2M de Seguidores no Instagram
2M de Seguidores no Tiktok (Entrou na rede em Janeiro de 2021)
Maior Cantora de Forró (Feminina) no Aplicativo Tiktok
Segunda maior cantora de Forró no Aplicativo Tiktok (Atrás de Wesley Safadão)
Aproximadamente 15 milhões de Seguidores nas Redes Sociais (Japinha e Conde)
+ de 100 milhões de visualizações com o termo #JapinhaConde no Tiktok
3 Milhões de Inscritos no Youtube
680 milhões de visualizações no Youtube
270 milhões de visualizações somente no videoclipe Romance Desapegado
Romance Desapegado foi Top 100 Global no Spotify
Virais do Mundo no Spotify
Artista de Forró Mais Executado nas rádios no primeiro semestre de 2021
Parcerias musicais com Eduardo Costa Felipe Araujo, Tierry, Maiara e Maraisa, Xand Avião, Avine Vinny, Di Propósito, Yasmin Santos, Guilherme e Benuto e outros.
Próximos lançamentos: Dennis DJ, Raça Negra, Luiza e Maurilio, Léo Magalhães e Lauana Prado
3,5 Milhões de ouvintes mensais (Perfis Japinha e Conde Do Forró)
Mais de 50 milhões de plays somente na música Romance Desapegado
No geral, é a cantora de forró mais seguida nas redes sociais
sexta-feira, 8 de outubro de 2021
Roberta Miranda lança a música “Eu Tive uma Infância Linda”
![]() |
| Nova canção já pode ser ouvida online Foto: Divulgação |
Sabe aquelas lembranças da infância que permanecem na memória e no coração da maioria das pessoas? É falando sobre essas recordações que a cantora e compositora Roberta Miranda apresenta nesta sexta-feira (8) a nova canção “Eu Tive uma infância Linda”. O lançamento que acontece no tradicional ‘mês das crianças’ estará disponível nas principais plataformas digitais e também no canal oficial da artista no YouTube.
Com mais de 700 composições ao longo da carreira, Roberta Miranda assina a letra de “Eu Tive uma infância Linda” com três fãs: Dilma Leandro, Narrimann Gaigher e Michele Ferreira. A curiosidade é que a criação da música aconteceu de uma forma inédita: através de uma live pela rede social (Facebook) eles colaboraram com ideias que foram transformadas em trechos e incorporadas à canção.
“Peguei meu violão e convidei os fãs a comporem comigo, ali mesmo, de forma virtual. Cada um foi trazendo uma ideia, uma lembrança e fomos acrescentando essas recordações à música com muita alegria e sensibilidade. O resultado ficou maravilhoso e estou feliz demais por apresentar meus fãs como coautores dando a eles uma oportunidade de obterem uma renda extra nesse momento em que todos ainda vivemos os reflexos da pandemia”, destaca a eterna “Rainha da Música Sertaneja”.
EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA
(Roberta Miranda/ Dilma Leandro/ Narrimann Gaigher / Michele Ferreira)
EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA
EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA
SABE AQUELE CHINELO DE PALHA, QUE EU USAVA
TODO LASCADO, O GATO COMEU
E O SAPATO QUE O MEU PAI COMPROU
PRA EU IR PRA ESCOLA, TODO FURADO
DE BORRACHA, TAMBÉM SE PERDEU
E O LANCHINHO QUE MINHA MÃE FAZIA, SEM CONDIÇÃO
PÃO COM PÃO, PÃO COM AÇUCAR
AGRADEÇO A DEUS
AGRADEÇO A DEUS
O MEU TESOURO QUE OS MEUS PAIS ME DERAM
FOI A MINHA INFÂNCIA, TRAGO NA LEMBRANÇA
BRINQUEI DE BONECA, ESCONDE- ESCONDE, AMARELINHA
EU TIVE UMA INFANCIA LINDA ÔÔ
EU TIVE UMA INFANCIA LINDA ÔÔ
EU TIVE UMA INFANCIA LINDA
PULAVA CORDA, JOGAVA PIÃO
QUEIMADA, PETECA, BOLA DE GUDE, TAMBÉM BICICLETA
EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA
EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA
O MEU TESOURO QUE OS MEUS PAIS ME DERAM
FOI A MINHA INFÂNCIA, TRAGO NA LEMBRANÇA
BRINQUEI DE BONECA, ESCONDE- ESCONDE, AMARELINHA
EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA ÔÔ
EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA ÔÔ
EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA
PULAVA CORDA, JOGAVA PIÃO
QUEIMADA, PETECA, BOLA DE GUDE, TAMBÉM BICICLETA , ESTÁTUA!
EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA
EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA
EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA
EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA
Para saber mais e acompanhar todas as novidades, acesse: www.robertamiranda.com.br.
Facebook: RobertaMirandaOficial
Instagram: robertamiranda
YouTube: RobertaMirandaRM
Twitter: @RobertaMiranda1
Telefone para shows: (11) 9-6862-4792- Ricardo Miranda #blueworkeventos
quinta-feira, 30 de setembro de 2021
Com Tierry, Zé Ottavio lança o feat “Chifre ou a Parcela”
![]() |
| Novo trabalho chega às plataformas nesta sexta-feira - Foto: Flaney Gonzallez |
Considerado uma das mais novas revelações da música no Brasil, o cantor e compositor Zé Ottavio apresenta a nova canção “Chifre ou a Parcela”. Com participação especial de Tierry, a música chega às principais plataformas digitais e ao YouTube nesta sexta-feira (1˚) e abre a divulgação do primeiro DVD do artista, que foi gravado em Goiânia (GO) trazendo um repertório totalmente inédito.
Com letra de Virgilio Franco, Gabriel Pedrico, Tulio Pedrico e Rene Rocha, “Chifre ou a Parcela” tem lançamento pela Universal e faz um questionamento sobre o que dói mais: um chifre ou uma parcela. “Vamos abrir a divulgação com o pé direito! Fiquem preparados, pois estamos vindo com tudo com Chifre ou a Parcela e tem mais lançamentos chegando para vocês! Conto com todo mundo curtindo bastante!”, comenta Zé Ottavio que é empresariado pela ZPR2.
Com apenas 19 anos de idade e três anos de estrada, o tocantinense Zé vem ganhando destaque nas plataformas digitais. No Spotify, por exemplo, o jovem já acumula mais de 800 mil ouvintes mensais. Neste primeiro DVD da carreira, além de Tierry, ele traz também feats com Tarcísio do Acordeon e Vitor & Luan. O álbum tem direção geral de Vantuil Júnior e Diduh com direção de vídeo assinada por Caverna.
Chifre ou a Parcela
Artista: Zé Ottavio
Compositores: Virgilio Franco/ Gabriel Pedrico/ Tulio Pedrico e Rene Rocha
Qual é a tua cara?
Para de ligar restrito
Ce quer falar com ela
Mas você vai falar comigo
Você chifrou, ela devolveu
Você chorou, e o culpado sou eu
E o que deixou pra trás agora é meu
E esse iPhone aqui
Que eu to falando
Tem foto minha e dela
E é voce que ta pagando
Esse iPhone aqui
Já era
Me diz o que dói mais
Se é o chifre ou a parcela
Para saber mais, acompanhe Zé Ottavio:
Instagram: @zeottavio
YouTube: www.youtube.com/ZéOttávio
Sobre Zé Ottavio
Nascido em Araguaína, norte do estado do Tocantins, em 2002, Zé Ottavio tem um carreira ainda recente. Iniciou seus trabalhos na música profissionalmente em 2018, porém, desde pequeno, participava das rodas de violas organizadas na residência da família. Cresceu assim e foi incentivado pelo pai, o advogado Paulo Roberto, a seguir na área musical.
“A primeira vez que subi num palco foi a convite de um dos sanfoneiros mais requisitado do Tocantins, Joan Alessandro, a quem tenho enorme admiração e gratidão. Foi uma sensação tão incrível e inexplicável que a partir dali decidi que aquele seria o meu lugar de ser feliz e fazer as pessoas felizes” relembra Zé.
Com talento, carisma e uma voz inconfundível, o jovem tem como inspirações em sua carreira artistas dos mais variados estilos. “Na minha playlist tem muito modão, música caipira, forró, sertanejo, ouço de tudo na verdade” conta.
Zé Ottavio já dividiu palco com nomes de peso do sertanejo como as duplas Cleiton & Camargo, Max & Luan, além de Cleber & Cauan. Em julho de 2021, gravou seu primeiro DVD em Goiânia (GO). O álbum traz as participações especiais de Tierry, Tarcísio do Acordeon e da dupla Vitor & Luan.
Empresariado pela ZPR2, Zé Ottavio tem conquistado fãs por onde passa e já aponta para um futuro promissor com números expressivos nas principais plataformas de streamings, a exemplo do Spotify, onde atualmente ultrapassa a marca de 800 mil ouvintes mensais.
quarta-feira, 29 de setembro de 2021
Marcela Jardim lança novo trabalho
![]() |
| Música já pode ser ouvida nas plataformas Foto: Francisco Dumont |
A cantora e compositora Marcela Jardim de 9 anos, já é sucesso na internet, lançou seu novo single autoral e videoclipe Recreio, em todas as plataformas digitais, na quarta-feira (29). A música tem a participação do cantor Mc Bruninho, diversos bailarinos e figurantes, gravada em uma escola de Belo Horizonte, MG, mais um sucesso pop, com a cara de Marcela Jardim.
Confira em seu canal oficial: youtube.com/MarcelaJardimOficial
Sobre Marcela Jardim
Marcela começou sua carreira com apenas 4 aninhos, e aos 6, já se apresentava em grandes shows. Hoje, a mineira de Belo Horizonte produz clipes e músicas autorais e já possui mais de 12 músicas de sucesso entre o público infantil, teen e adulto de todo o Brasil, como o hit "Maquiadinha", com a cantora Lexa e "Filme de Amor", com MC Bruninho (lançada em março de 2021).
Marcela Jardim, sucesso meteórico das redes sociais, coma mais de 400 mil seguidores no Youtube, mais de 70 milhões de views em seus vídeos de música do canal, com seus 300 mil seguidores no Instagram, não cansa de bater novos recordes.
Em 2021 depois de gravar clipe de música autoral em seu canal do Youtube, com participação da cantora e apresentadora LEXA, gravou também mais 2 (dois) clipes com o cantor Mc Bruninho, dono dos HITS: "Figurinha", "Favela" e "Jogo do Amor", sucesso no funk romântico, todos com mais de 200 milhões de views no Youtube.
Nas plataformas digitais, Marcela Jardim passa de 100k streams.
Confira o novo clip Recreio, em seu canal oficial: youtube.com/MarcelaJardimOficial
sábado, 18 de setembro de 2021
MAM São Paulo apresenta visões da arte indígena contemporânea em mostra inédita
![]() |
| Público pode visitar até novembro deste ano - Foto: Sueli Maxacali |
Até 28 de novembro de 2021, o Museu de Arte Moderna de São Paulo exibe a mostra Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea, coletiva que tem curadoria de Jaider Esbell - artista macuxi convidado da 34ª Bienal. Correalizada entre MAM e Fundação Bienal de São Paulo, a exposição integra a rede de parcerias da 34ª Bienal e conta com assistência curatorial da antropóloga e programadora cultural Paula Berbert e consultoria do professor do departamento de antropologia da FFLCH/USP Pedro Cesarino, e realização pelo Edital ProAC Expresso 09/2020.
Moquém designa a tecnologia milenar utilizada pelos povos indígenas para conservar os alimentos após a caça coletiva e facilitar seu transporte até as aldeias. O título da mostra - Moquém_Surarî - também refere-se à narrativa makuxi sobre a transformação do Moquém em uma mulher que, nos tempos antigos, subiu aos céus à procura de seu dono que a havia abandonado. Uma vez no céu, Surarî se transforma na constelação responsável por trazer a chuva, marcando o fim do mundo e o começo de um novo. A tecnologia de moquear é usada então para refletir sobre a troca e transformação de saberes que atravessam diferentes tempos e espaços- trânsitos que constituem os movimentos da arte indígena contemporânea.
Um dos principais objetivos da curadoria é mostrar ao público que existem outras histórias da arte e não tentar encaixar a arte indígena em uma narrativa canônica. "Queremos reproduzir um estilhaçamento da história da arte e mostrar como esse tipo de relação temporal é cronicamente negado no Brasil, intelectuais indígenas foram rechaçados, seja na arte ou pensamento no Brasil", afirma Jaider Esbell .
Moquém_Surarî apresenta trabalhos de 34 artistas indígenas dos povos Baniwa, Guarani Mbya, Huni Kuin, Krenak, Karipuna, Lakota, Makuxi, Marubo, Pataxó, Patamona, Taurepang, Tapirapé, Tikmũ'ũn_Maxakali, Tukano, Wapichana, Xakriabá, Xirixana e Yanomami. Segundo Esbell, são obras que corporificam transformações, traduções visuais das cosmovisões e narrativas do corpo de artistas, presentificando a profundidade temporal que fundamenta suas práticas. "As obras atestam que o tempo da arte indígena contemporânea não é refém do passado. A ancestralidade é mobilizada no agora, reconfigurando posições enunciativas e relações de poder para produzir outras formas de encontro entre mundos não fundamentados nos extrativismos coloniais", reflete Cesarino.
O público vai se deparar com obras em suportes diversos, há desde desenhos criados por artistas como Ailton Krenak - emblemático líder indígena, escritor e filósofo -, Joseca Yanomami, Rivaldo Tapirapé e Yaka Huni Kuin; tecelagens de Bernaldina José Pedro; esculturas de Dalzira Xakriabá e Nei Xakriabá; fotografias de Sueli Maxakali e Arissana Pataxó; vídeo de Denilson Baniwa; gravura de Gustavo Caboco; pinturas de Carmésia Emiliano, Diogo Lima e Jaider Esbell; dentre outros.
Trata-se de um corpo artístico diverso, que une artistas de Roraima que refletem sobre os efeitos políticos e territoriais das invasões pecuárias da região, passando por outros artistas indígenas contemporâneos conhecidos no circuito das artes visuais ocidentais, até artistas que não têm relação com o mercado de arte contemporânea, mestres das práticas xamânicas, como pajés. "São obras que mostram o que são os regimes visuais indígenas, de existências milenares e dos quais a arte indígena contemporânea é tributária", explica Berbert.
Segundo Cauê Alves, curador-chefe do MAM, "a presença dessa exposição na programação do Museu de Arte Moderna de São Paulo indica uma postura institucional que desconstrói pressupostos coloniais. Moquém_Surarî inaugura um diálogo direto com artistas indígenas que permitirá que o MAM repense e amplie sua política de aquisição de acervo, incluindo grupos étnicos sub-representados ou negligenciados ao longo da história." E completa, "as narrativas dos descendentes de Makunaimî contadas por eles mesmos, certamente abrem outras perspectivas para além daquelas imaginadas pelos artistas e intelectuais modernistas centrais para fundação do MAM".
"A mostra Moquém_Surarî não apenas amplia a visibilidade da arte indígena contemporânea, como também sinaliza o interesse do MAM em valorizar a cultura de povos ancestrais que nos últimos 500 anos tem tido sua existência ameaçada", comenta Elizabeth Machado, presidente do museu.
Sobre o curador
Nascido na região hoje demarcada como a Terra Indígena Raposa Serra do Sol, Jaider Esbell está entre as figuras centrais do movimento de consolidação da arte indígena contemporânea no Brasil e atua de forma múltipla e interdisciplinar, desempenhando funções de artista, curador, escritor, educador, ativista, promotor e catalisador cultural.
Programação
Além da exposição na sede do MAM, a mostra contará com uma série de depoimentos inéditos em vídeo de sete artistas de Roraima, que serão divulgados ao longo do período expositivo nos canais digitais do museu, como também ampla programação educativa, que contará com oficinas e lives com os artistas sobre assuntos como arte e xamanismo, povos indígenas e a história da arte no Brasil e a força das mulheres indígenas nas artes.
Catálogo
Próximo do encerramento da exposição, será lançado um catálogo que reúne textos críticos e ensaios de artistas.
LISTA COMPLETA DE ARTISTAS
Ailton Krenak | Amazoner Arawak | Antonio Brasil Marubo | Arissana Pataxó | Armando Mariano Marubo | Bartô | Bernaldina José Pedro | Bu’ú Kennedy | Carlos Papá | Carmézia Emiliano | Charles Gabriel | Daiara Tukano | Dalzira Xakriabá | Davi Kopenawa | Denilson Baniwa | Diogo Lima | Elisclésio Makuxi | Fanor Xirixana | Gustavo Caboco | Isael Maxakali Isaiais Miliano | Jaider Esbell | Joseca Yanomami | Luiz Matheus | MAHKU | Mario Flores Taurepang | Nei Leite Xakriabá | Paulino Joaquim Marubo | Rita Sales Huni Kuin | Rivaldo Tapyrapé | Sueli Maxakali | Vernon Foster | Yaka Huni Kuin | Yermollay Caripoune
Sobre o MAM São Paulo
Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.
O Museu mantém uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.
Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.
Sobre a 34ª Bienal de São Paulo
Com curadoria geral de Jacopo Crivelli Visconti, a 34ª Bienal - Faz escuro mas eu canto, iniciada em fevereiro de 2020, vem se desdobrando no espaço e no tempo com programação tanto física quanto on-line, e culminará na mostra coletiva que vai ocupar todo o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera, a partir de setembro de 2021, simultaneamente à realização de dezenas de exposições individuais em instituições parceiras na cidade de São Paulo.
Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea
Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo
Curadoria: Jaider Esbell
Assistência de curadoria: Paula Berbert
Consultoria: Pedro Cesarino
Período expositivo: até 28 de novembro de 2021
Endereço: Parque Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portões 1 e 3)
Horários: terça a domingo, das 10h às 18h (com a última entrada às 17h30)
Telefone: (11) 5085-1300
Ingresso: Entrada gratuita, com contribuição sugerida. Agendamento prévio necessário.
Ingressos disponibilizados online https://www.mam.org.br/ingresso
Acesso para pessoas com deficiência
Restaurante/café
Ar-condicionado
www.mam.org.br/MAMoficial
www.instagram.com/MAMoficial
www.twitter.com/MAMoficial
www.facebook.com/MAMoficial
www.youtube.com/MAMo
34ª Bienal de São Paulo
Período: de 4 de setembro a 5 de dezembro de 2021
Local: Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera
Entrada gratuita
Equipe curatorial
Curador geral: Jacopo Crivelli Visconti
Curador adjunto: Paulo Miyada
Curadores convidados: Carla Zaccagnini, Francesco Stocchi e Ruth Estévez
Editora convidada: Elvira Dyangani Ose, em colaboração com The Showroom, London
www.34.bienal.org.br
Wayd lança terceiro single
![]() |
| Jovem artista conquista público com seu som original - Foto: Bernardo Meireles |
Ouça ‘ This Game ’ nas plataformas digitais
A semente foi plantada por Bob Dylan, nos anos 60, um dos grandes precursores da cena folk norte-americana, que influenciou uma série de artistas que vieram na sequência. Ou melhor, continua influenciando. Wayd é um deles. O músico independente de 29 anos nasceu no Rio de Janeiro, mas seu coração e suas canções são do mundo. Unido as suas principais influências, que passam também pelo country, folk, rock e blues, Wayd lança sua carreira solo em 2021, com o terceiro single chegando às plataformas digitais pela distribuidora Tratore.
Wayd explica que o interesse pelo estilo veio desde novo: "Ao longo da minha vida tive algumas influências importantes no meu gosto musical, e a música internacional sempre foi muito forte. O estilo de música country sempre me atraiu, a intensidade das letras e das interpretações me encantaram e encantam até hoje. Muitos dos trabalhos que admiro são de músicos que conseguem tirar um som completo somente com a voz e o som de seus instrumentos pessoais, principalmente violões e guitarras e alcançar esse nível de expressão artística é o meu sonho".
O novo single do artista, composto todo em inglês, assim como todas as músicas do álbum que está por vir, traz Wayd nos vocais, acompanhado de Miguel Bestard nos violões e baixo, e Fabiano Matos na guitarra. "This Game" fala de um relacionamento abusivo, onde o protagonista se vê em um jogo cruel de emoções onde ele sempre sai perdendo.
I don’t wanna play this game no more/ I’m gonna get this over, baby/ I don’t wanna play no more, no more, no more… (trecho da música This Game)
Sobre compor em inglês, o cantor acredita que desta forma consegue se expressar de maneira mais concisa. "Optei por um caminho onde pudesse me expressar de uma forma que achasse coerente, pensando nos temas e metáforas do que eu queria dizer de forma mais direta", comenta.
Wayd começou sua trajetória musical profissional antes da pandemia, quando criou uma banda da qual ele era o vocalista, compositor e produtor. Com a pandemia e a paralisação do mercado de shows e eventos, tomou a decisão de seguir carreira solo, com o estilo que sempre se identificou: o folk.
O primeiro single foi lançado em julho, "Hometown", um som country que conta a história de uma cidade que tem por nome o título da música. Logo em seguida, em julho, lançou "Construction Site", que passa a mensagem da importância da educação e do conhecimento na formação do ser humano e do cidadão. Os três singles fazem parte do álbum de estreia, que será lançado em outubro.
Além de cantar, compor e tocar violão, guitarra e piano, Wayd também é artista gráfico e responsável pela identidade visual do seu trabalho. Através da sua arte, ele espera levar o público para duas jornadas. A primeira sonora, a segunda visual, tudo em seu tempo.
Ficha técnica - This Game
Composição: Wayd
Arranjo: Miguel Bestard
Voz: Wayd
Backing vocal, violões e baixo: Miguel Bestard
Bateria: Fabiano Matos
Produtor musical, mixagem e masterização: Rodrigo Otávio Mauricio Gama
Produtor fonográfico: Wayd
Redes Sociais - Wayd
Spotify
YouTube









