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quinta-feira, 9 de outubro de 2025

Adriana Magalhães revela o “Novo Portugal” a empresários do mercado imobiliário nacional

Foto: Divulgação
Realizada em conjunto com a Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil, a missão empresarial em Portugal , entre os dias 10 e 18 de outubro, vai gerar oportunidades de negócios, benchmarking e conexões que transformarão a forma de olhar o mercado imobiliário

A empresária Adriana Magalhães está  à frente da missão empresarial que levará um grupo de associados da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário (ABMI) a Portugal, entre os dias 10 e 18 de outubro.

Diretora de Missões Empresariais da  ABMI e da CéuLar Netimóveis, com sede em Belo Horizonte (MG), Adriana Magalhães, revelará o Novo Portugal Imobiliário à comitiva que vai conhecer a Região das Beiras, considerada a nova fronteira de investimentos no país:  “O  convite para a experiência é para os associados da ABMI e também aos profissionais do mercado que desejam viver uma experiência única conosco. Um momento de imersão no mercado imobiliário português, com benchmarking, networking internacional e oportunidades que vão abrir novos horizontes para nossas empresas, nossos clientes, investidores, parceiros e incorporadores”, assegura.

Segundo Adriana, a missão, considerada um marco nas relações bilaterais Brasil-Portugal, tem como foco o proeminente mercado imobiliário português. “Teremos oportunidade de mergulhar no ‘Novo Portugal’, além de Lisboa, Algarve e Porto. Estudaremos também a evolução da Região das Beiras, compreendida entre os distritos de Coimbra, Guarda, Viseu, Castelo Branco, Aveiro e Leiria - registro de forte expansão imobiliária”, reitera a diretora da ABMI.

A programação prevê, entre outras atividades, conferência internacional, rodada de negócios e visitas técnicas a imobiliárias, associações empresariais e empreendimentos no Porto, Oeiras, Porto e Cascais, com foco em inovação, luxo, fundos imobiliários, tokenização de ativos e especialmente tendências e geração de negócios.    Além de tudo isso, teremos oportunidades de aproveitar o que só Portugal pode nos permitir: lazer, gastronomia e turismo. 

domingo, 23 de fevereiro de 2025

Juca Serrado participa de roda de conversa sobre o livro 'Sob o Olhar do Guardião', em Portugal

Foto: Divulgação 
Juca Serrado é o autor do mês do Clube de Leitura Afeto Literário, de Portugal, que escolheu seu livro 'Sob o Olhar do Guardião' para os encontros semanais mediados que  ocorre desde 7 de fevereiro, com lotação esgotada. 

No  dia 5 de março, a partir das 9:30h, participa da roda de conversa com os participantes, onde falará sobre o thriller que envolve os mistérios por trás da construção do monumento do Cristo Redentor, no Café Lab, em Oeiras/Portugal. 

Como o bate-papo já está lotado,  às 20h30 (hora de Lisboa) faz uma live pelo Instagram do Afeto Literário, afeto_literario_.

Recentemente esteve em Portugal para o lançamento do seu mais novo livro "Um  Adeus no Cais do Sodré", com grande sucesso.  Além disso, publicou O Turco (2017),  e Sob o olhar do guardião (2019), que irão virar roteiros este ano . Um Adeus no Cais do Sodré é o seu terceiro romance, uma saga familiar que une Portugal e Brasil. Atualmente, já se dedica ao quarto livro.

Juca Serrado nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 1957. É casado, pai de dois filhos e tem duas enteadas.  Adora cozinhar, escrever, e tomar conta da minha família - não necessariamente nessa ordem. Estudou Arquitetura e Economia, e trabalhou no mercado financeiro por mais de uma década. Escreveu para uma revista especializada sobre o mercado financeiro, tendo inúmeras cartas publicadas em jornais. 

Instagram: jucaserrado.escritor

Sobre o livro

Um segredo que a Igreja Católica quer proteger a qualquer custo, a verdadeira história de Maria Madalena, seus seguidores e seu amado mestre Jesus, fúria, assassinatos, perigo, paixão e uma viagem no tempo. Um mistério protegido pelos Cavaleiros do Templo de Salomão de Jerusalém, mais conhecidos como Cavaleiros Templários, que envolve a história da construção da estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. Uma longa jornada que começa com investigações no Brasil e atravessa Paris e Israel, numa narrativa cheia de adrenalina, cenas inimagináveis em “um verdadeiro coquetel de emoções”. O escritor brasileiro Juca Serrado nos conduz de maneira sedutora pelo tempo do início dos Templários e nos abraça num romance contemporâneo apaixonante, uma obra de ficção meticulosa e fascinante.

Editora ‏ : ‎ Jaguatirica; 1ª edição (1° janeiro 2019)

Idioma ‏ : ‎ Português

Capa comum ‏ : ‎ 380 páginas

ISBN-10 ‏ : ‎ 8556622496

ISBN-13  : ‎ 978-8556622495

Idade de leitura ‏: ‎ 12 anos e acima

Dimensões ‏ : ‎ 21 x 13.6 x 2.2 cm

Assessoria de imprensa: Paula Ramagem

sábado, 16 de novembro de 2024

Juca Serrado lança "Um Adeus no Cais do Sodré", na Livraria da Travessa Lisboa, Portugal

Foto: Divulgação 

O autor Juca Serrado lança o romance 'Um Adeus no Cais do Sodré', pela editora Gato Bravo, na quinta-feira (21), na Livraria da Travessa Lisboa, Portugal, onde conversa sobre o livro, com apresentação da editora Paula Cajaty e da organizadora do Clube de Leitura Afeto Literário, Patrícia Cerutti, trazendo uma rica narrativa histórica que aborda temas como escravização, ganância e violência, bem como lições sobre generosidade, empatia, esperança e superação.

"Um Adeus no Cais do Sodré'' conta  a história do português Pedro do Ferreira e a vida dos seus familiares, que migraram para Santa Rita, cidade de Minas Gerais. Ambientada no Brasil do fim do século XIX e início do século XX, a obra chama a atenção pelos detalhes, trazendo uma pesquisa cênica muito atenta e minuciosa. O leitor é  transportado para as ruas onde João do Rio viveu, com livrarias e prostíbulos que conviviam na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, por exemplo, bem como por províncias e vilas, como se olhasse um álbum de fotografias conhecidas, cheias de lugares revisitados por memória e afeto.

A narrativa elegante de Juca Serrado remete às fragrâncias e imagens de ambientes frequentados por escritores como Olavo Bilac, Ruy Barbosa e, ao mesmo tempo, às sensações de paz e harmonia da Fazenda Bom Retiro, num tempo em que laços familiares modelam escolhas e atingem destinos. Apesar dos obstáculos e desafios enfrentados pelos personagens, o amor à terra e o respeito à ancestralidade revelam que, na união e na família, a prosperidade faz o seu reinado mais sagrado.

Juca Serrado nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 1957. É casado, pai de dois filhos e tem duas enteadas.

Estudou Arquitetura e Economia, e trabalhou no mercado financeiro por mais de uma década. Escreveu para uma revista especializada sobre o mercado financeiro, tendo inúmeras cartas publicadas em jornais. Publicou O Turco (2017), uma visão pragmática sobre a ética e a moral e Sob o olhar do guardião (2019), uma ficção que envolve os segredos da estátua do Cristo Redento do Rio de Janeiro. Um Adeus no Cais do Sodré é o seu terceiro romance, uma saga familiar que une Portugal e Brasil.

PREFÁCIO

Hoje em dia, rotular um livro de “saga” diz muito mais sobre a extensão da obra – os vários volumes que a compõem – do que propriamente sobre o respectivo conteúdo. A sensação é a de que se baniram do mercado editorial as sagas curtas, assim como na área cinematográfica atualmente predomina a produção de séries que se desdobram em vários episódios e intermináveis temporadas. Dispense-se, aqui, o emprego do termo “franquia” que se relaciona a “produtos”. Nada contra, mas qual foi o último “longa-metragem” ou o último “curta” que você assistiu?

Pois Um Adeus no Cais do Sodré é uma saga enxuta. Tendo por autor um bisneto – como é também o suspeito subscritor deste prefácio – do protagonista, uma acurada pesquisa genealógica permeia o drama familiar que tem como ponto de partida uma noite de 1875, em uma Quinta na região do Vizeu, quando o moribundo patriarca Dom Manoel Ferreira pronuncia suas disposições de última vontade quanto à herança que deixaria a seus dois jovens filhos, impondo-lhes a missão de partirem ao Brasil para cuidarem de terras do pai situadas nas Minas Gerais.

Como narra Juca, “a partir dali uma nova etapa começaria na vida dos Ferreira”. A tranquila travessia do Atlântico a bordo do luxuoso Trafalgar, acompanhados de suas esposas, não prenunciava a que ponto chegaria à disputa sucessória que atravessaria gerações. Na ex-colônia escaramuças com a cooptação de capatazes, tabeliães, advogados e autoridades.

O nascimento do protagonista Pedro do Ferreira, as perdas familiares, a convivência do menino branco com os descendentes de escravizados, os primeiros passos profissionais, o ingresso na faculdade de Direito. Para além dos aspectos pessoais e do enredo que ganha ares de um thriller desenvolvido em rico contexto com referências a episódios históricos como a proclamação da República, descrevendo a pujança cultural de um Rio de Janeiro, em cujos cafés se esbarravam com Ruy Barbosa, Olavo Bilac, João do Rio, e moradores faziam piquenique na Ilha de Paquetá aos fins de semana.

No desfecho, a lição de vida, um legado moral, deixado a nosso avô, “Pedrinho”, e uma tocante referência ao anjo da guarda da família Ferreira, o Belarmino Couto: “ou apenas Couto, para os íntimos”. A ele, eu e Juca Serrado demos muito trabalho.

Rio de Janeiro, Julho de 2024.

Helinho Saboya

Ficha Técnica

Título: Um adeus no Cais do Sodré : a saga de Pedro do FerreiraAutor: Juca SerradoEditora Jaguatirica, 2024

Editora: Paula Cajaty

Revisão:  Hanny Saraiva

Projeto gráfico:  Bookexpress

1ª ed. - Rio de Janeiro: Jaguatirica, 2024.

328 p. ; 21 cm.

ISBN 978-85-5662-336-2

1. Romance brasileiro.

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

sexta-feira, 10 de novembro de 2023

De Lisboa para BH: Exposição inédita faz tributo a Santo Antônio

Foto: Divulgação


Capital mineira recebe arte típica lisboeta

A devoção dos mineiros por Santo Antônio já é conhecida há tempos. Não por acaso, Belo Horizonte foi escolhida para receber a “Exposição Tronos de Santo Antônio”, entre os  dias 16 e 19 de novembro, no Grande Hotel Ronaldo Fraga. Inédita no Brasil, a mostra poderá ser conferida gratuitamente no casarão tombado pelo patrimônio histórico.  

Promovida pela Associação Turismo de Lisboa (ATL), a mostra contará toda a história sobre essa tradição centenária envolvendo o religioso e seus altares, incluindo o Museu de Lisboa – Santo António a esse contexto. Com visitas guiadas em tempo integral, será possível conhecer e contemplar de perto uma seleção de peças legítimas que evocam símbolos populares típicos e costumes regionais, tais como: os bairros, as ruas, as calçadas, os azulejos, os manjericos, as sardinhas e os pães, bem como as louças de barro, o tostãozinho, as festas e, claro, os tradicionais casamentos. A combinação de uma Lisboa bairrista e pura com uma versão mais contemporânea, metropolitana e cosmopolita, refletindo preocupações ambientais e sustentáveis, também será retratada na ocasião.

“Queremos levar ao Brasil, uma arte que só existe em Lisboa e que, até então, só podia ser vista lá”, afirma Vitor Costa, Diretor Geral da ATL. Segundo ele, todos os anos, os cidadãos, as paróquias e diversos grupos e comunidades confeccionam seus Tronos e os expõem em suas casas, portas ou nos arraiais das ruas. “Trata-se de uma tradição centenária, que valoriza a história dos bairros lisboetas, recuperando suas memórias antigas e valorizando a sua herança cultural”, complementa.

Sobre os Tronos de Santo Antônio

Sua tradição remete à resposta da população ao grande terremoto, em 1755, que abalou Lisboa e danificou sua igreja, provocando uma grande mobilização em torno de sua reconstrução. Enquanto os decretos reais ampliavam o recolhimento de esmolas em todo o reino, as crianças locais erguiam pequenos altares nas soleiras das casas durante o período das festas dos santos populares, pedindo “uma moeda para o Santo Antônio”. Assim, a tradição enraizou-se, tornando-se parte das atrações das famosas “Festas de Junho”.

No século XIX, os pequenos passaram a pedir “cinco milreizinhos para a cera do Santo Antônio” para gastar em guloseimas e fogos de artifício, juntando-se à folia das festas, que incluía os arraiais, os balões de cores e as guitarradas. Assim, toda a cidade enfeitava-se para receber seu Santo mais querido, seguido agora pelo peditório do “tostão para o Sant’Antônio”, estendido por todo o mês de junho.

Feitos com caixas de cartão ou bancos baixos, os Tronos eram decorados com velas, vasos, cruzes e sacrários, entre outros objetos, de chumbo ou madeira. Já as imagens do religioso eram feitas em barro e, nas mais pobres, eram substituídas por estampas de papel.

O século XX veio consolidar a presença dessas peças na cidade e, ainda hoje, todos os anos no mês de junho, os bairros da capital portuguesa são decorados com Tronos em homenagem a Santo Antônio, o padroeiro preferido dos lisboetas.

Sobre a Associação Turismo de Lisboa (ATL)

Fundada em 1998, a ATL é uma organização sem fins lucrativos constituída através de uma aliança entre entidades públicas e privadas que operam no setor do turismo. Atualmente conta com cerca de 900 associados, tendo como principal objetivo melhorar e incrementar a promoção de Lisboa como destino turístico e, consequentemente, aprimorar a qualidade e competitividade. Informações:

www.visitlisboa.com

https://www.instagram.com/visit_lisboa/

https://www.facebook.com/visitlisboa

https://twitter.com/TurismodeLisboa

“Exposição Tronos de Santo Antônio”

Abertura (somente para convidados): dia 16 de novembro, às 19 horas

Exposição: de 17 a 19 de novembro

Horários:

dia 17 (sexta) — das 11 às 19 horas

Dia 18 (sábado) — das 10 às 16 horas

Dia 19 (domingo) — das 10 às 14 horas

Local: Grande Hotel Ronaldo Fraga (Rua Ceará, 1.205 - Funcionários - Belo Horizonte/MG)

Entrada gratuita

 Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

sábado, 28 de outubro de 2023

Ava Galleria apresenta "All You Need is Art", com artistas brasileiros em Portugal

Foto: Divulgação
Mostra fala sobre a diversidade da arte e a criatividade brasileira, com curadoria do conceituado Edson Cardoso, na Cordoaria Nacional, em Torreão Poente

A Ava Galleria apresenta a coletiva "All You Need Is Art", com artistas brasileiros e finlandeses,  presente mais uma vez no Festival de Arte Contemporânea, de Lisboa, Portugal , até 29 de outubro, com curadoria do visionário Edson Cardoso, trazendo a criatividade da arte brasileira e mostrando que a arte é uma atividade fundamental ao ser humano, pois quando o homem produz, ele interage com o mundo em que vive e consigo mesmo. Ela é necessária para que o ser humano se torne capaz de conhecer e assim poder mudar algo, expressando sentimentos.  

Confirmando a importância de um evento internacional desse porte, a Ava Galleria apresenta obras dos artistas Hanne Gracie Hansel , Amanda Padovani. Georgiana Vidal, Jeime Andréia Davalo, Júlia Dalcastagné, Marcelo Cortes, Mariah Campolina, Paula Loraine, Paula Queiroz, Paulo Pino, Renata Hoffmann, Rodrigo Rocha, Roger Monteiro, Samantha Quintans, Tavinho Paes e Thomas Silva.

Os trabalhos apresentam estilos  diferentes, contemporâneos, que promovem um diálogo cultural entre a arte européia, presente na feira, e a arte latino-americana, mostrando que a distância continental convive em um mesmo espaço, especialmente quando se fala de manifestações humanas em forma de arte.

Cardoso é um dos curadores mais considerados no Brasil e no exterior, tendo saído de uma comunidade do Rio para carreira na Finlândia, e é o responsável pela famosa Bela Biennal, entre outras exposições.

No fim do ano, o Rio de Janeiro recebe o evento em diversos espaços, entre eles o Centro Cultural Correios RJ, Espaço Cultural Correios Niterói,  e a Ava Galleria Rio, na Fábrica Bhering, aproveitando a arte e a beleza natural da cidade.

SOBRE A AVA GALLERIA

Fundada em 2005, é uma das mais conceituadas galerias de arte contemporânea de Helsinki. Localizada no corredor cultural da cidade, próxima ao Helsinki Art Museum, Taidehalli e Kiasma Museum of Contemporary Art. Organiza exposições locais e em colaboração com espaços culturais de outras cidades pelo mundo, como na ONU, em Osaka, Tóquio, Berlim, Londres, Porto e Rio de Janeiro. A Ava Galleria também participa, todo ano, da International Contemporary Art Fair, no Carrossel do Louvre, em Paris.

Instagram: https://www.instagram.com/ava_galleria/

Facebook: https://www.facebook.com/avagalleria/

Exposição: All You Need Is Art

Artistas: coletiva - Hanne Gracie Hansel , Amanda Padovani. Georgiana Vidal, Jeime Andréia Davalo, Júlia Dalcastagné, Marcelo Cortes, Mariah Campolina, Paula Loraine, Paula Queiroz, Paulo Pino, Renata Hoffmann, Rodrigo Rocha, Roger Monteiro, Samantha Quintans, Tavinho Paes e Thomas Silva.

Local: Festival de Arte Contemporânea

Cordoaria Nacional - Torreão Poente

Lisboa - Portugal

Visitação até 29 de outubro 

Horário: 11h às 19h

Curadoria: Edson Cardoso.

Assessoria de imprensa:  Paula Ramagem

Realização: Ava Galleria @ava_galleria @avagalleriario @cardosoedson_ava

Acessibilidade e Inclusão -  presença de intérprete de libras, audiodescrição em eventos presenciais e online, bem como de LSE – Legendagem para surdos e ensurdecidos quando houver exibição de vídeos.

Livre.

Instagram: https://www.instagram.com/belabiennial/

Facebook: https://www.facebook.com/BelaBiennial

Site: www.belabiennial.org

Ava Galleria @ava_galleria @avagalleriario @cardosoedson_ava

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

terça-feira, 3 de outubro de 2023

Roberta Miranda ganha festa de aniversário em Portugal

Foto: Divulgação
A cantora Roberta Miranda completou mais um ano de vida na última quinta-feira (28) e comemorou em grande estilo ao lado de amigos na cidade de Lisboa, capital de Portugal. A Rainha da Música Sertaneja está em viagem ao país e tem compartilhado momentos especiais de suas férias nas redes sociais.  

Com um look branco, a artista cantou o tradicional ‘Parabéns’, sendo agraciada pelos amigos Rui Dias Ferreira, Enzo Aguiar do Amaral, Tatiane Aguiar, Bia Caboz (cantora portuguesa) e Graça Caboz. “Foi uma felicidade imensa comemorar meu aniversário ao lado dos meus amigos aqui em Portugal. Sem contar que recebi inúmeras mensagens e votos de carinho da minha família, dos meus amigos e dos fãs do Brasil. Meu coração se encheu de saudades e logo estarei com vocês. Obrigada a todos”, disse Roberta.

Além de curtir as lindas paisagens, gastronomia e o turismo, a veterana também está participando de programas da TV local, divulgando seus grandes clássicos, que desde a década de 90 fazem sucesso no Velho Continente, além da nova música de trabalho, “Perigosa e Linda”. Um fato curioso é que mais de 20% dos portugueses já compraram os álbuns de Roberta Miranda ao longo da carreira da artista, que em sua discografia gravou o CD TUDO ISSO É FADO, com clássicos como “Ai Mouraria”, “Nem às Paredes Confesso” e “Só Nós Dois”. 

Para saber mais e acompanhar todas as novidades, acesse: www.robertamiranda.com.br

Facebook: RobertaMirandaOficial 

Instagram: robertamiranda 

YouTube: RobertaMirandaRM 

Twitter: @RobertaMiranda1

sexta-feira, 22 de setembro de 2023

Roberta Miranda desembarca no velho Continente

Foto: Arquivo pessoal
Cantora viajou para Portugal a trabalho e também curte uns dias de férias

A eterna Rainha da Música Sertaneja, Roberta Miranda, está há alguns dias em Portugal, onde participa de programas de tv e aproveita também os dias de descanso para passear pelas lindas e charmosas ruas das cidades de Cascais e Lisboa. Ela curte as paisagens, gastronomia e o turismo português.

Pelas redes sociais, a cantora  compartilha momentos especiais de sua viagem com seus seguidores. “Estou amando estar de volta a essa terra que tenho tanto carinho! Portugal é muito especial para mim! Meus fãs portugueses sempre me receberam e me trataram de uma forma incrível. Só tenho a agradecer”, comenta a artista. 

Vale ressaltar que recentemente Roberta lançou a canção “Perigosa e Linda” nas rádios e em todas as plataformas digitais. O clipe em seu canal oficial no YouTube já conta com mais de meio milhão de views.

Para saber mais e acompanhar todas as novidades, acesse: www.robertamiranda.com.br

Facebook: RobertaMirandaOficial 

Instagram: robertamiranda 

YouTube: RobertaMirandaRM 

Twitter: @RobertaMiranda1

sábado, 9 de setembro de 2023

Pato Fu celebra 30 anos com show no Palácio das Artes

Foto: Click Estúdio


Desde 1992 na estrada, o Pato Fu está sempre em transformação. A banda mineira já se destacou nas principais premiações nacionais, conquistou um Grammy Latino, vendeu discos de ouro e emplacou canções em trilhas de novela, e é também conhecida por se manter incansavelmente original.

Com 13 discos e 5 DVDs lançados, atualmente o grupo mineiro é composto por Fernanda Takai (voz), John Ulhoa (guitarra), Ricardo Koctus (baixo), Richard Neves (teclados) e Xande Tamietti (bateria). Xande, que integrou a banda de 1995 até 2014, retorna agora em 2023 para celebrar os 30 anos de estrada.

Neste show, que será apresentado em Outubro, no Grande Teatro Cemig Palácio das Arte, em Belo Horizonte,  no sábado (7), o grupo mostra o seu lado mais pesado apresentando canções de todos os álbuns de sua discografia. Estão presentes os hits autorais – entre eles Canção Pra Você Viver Mais, Sobre o Tempo, Perdendo Dentes, Antes Que Seja Tarde, Simplicidade, Depois e Made in Japan – além das regravações criativas e originais, a exemplo de Ando Meio Desligado (Os Mutantes), Eu Sei (Legião Urbana) e Eu (Graforréia Xilarmônica). Somam-se ao repertório canções lançadas recentemente no álbum “30”, projeto que celebra os trinta anos da banda.

Além de shows por todo Brasil, a banda já se apresentou no Japão, Portugal, Inglaterra e Estados Unidos, e tem sido reconhecida como um dos grupos mais criativos do cenário Pop atual. John, guitarrista e principal compositor do grupo, define: “Somos a mesma banda. Não somos mais a mesma banda”.

Ingressos à venda na bilheteria do Palácio das Artes ou no site eventim.com.br. Garanta seus lugares porque certamente vai lotar. 

O evento é uma super produção da Malab produções, liderada pelo empresário Aluizer Malab, que sempre faz grandes espetáculos na capital mineira e em outros Estados. Elton John, Joe Satriani e muitos outros shows de sucesso, que vieram a BH, foram produzidos por eles. Vale muito a pena prestigiar!

Data : 07/10/2023

Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes

Endereço: Av. Afonso Pena, 1537 - Centro - Belo Horizonte/MG

Horário da Apresentação: 21h

Classificação etária : Livre. 

Menores de 14 anos devem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

BILHETERIA OFICIAL - SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA

Bilheteria Palácio das Artes

Av. Afonso Pena, 1537

Horário de funcionamento: Segunda a Sábado: 12h às 21h

Domingo: 17h às 20h

PONTO DE VENDA – SUJEITO À COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO

BILHETERIAS EVENTIM

Rua Alagoas, 1314 (Funcionários), Belo Horizonte, MG

(*) Funcionamento: segunda à sexta, das 10h00 às 19h00, e aos sábados, das 10h00 às 15h00.

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

sexta-feira, 8 de setembro de 2023

Rui Couceiro lança o livro “Baiôa Sem Data Para Morrer” no Sempre Um Papo

Foto: Divulgação


O Sempre Um Papo recebe o escritor e editor português Rui Couceiro, best seller em Portugal, para uma conversa com  Afonso Borges sobre o livro “Baiôa sem Data Para Morrer” (Editora Biblioteca Azul). O evento acontece na  segunda-feira (11), às 19h30, no Teatro José Aparecido de Oliveira, localizado na Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. A entrada é gratuita.

“Baiôa sem Data Para Morrer” narra a história de Joaquim Baiôa,  um idoso que se dedica a restaurar casas abandonadas de Gorda-e-feia com a esperança de atrair novas pessoas e fazer renascer a vida do local. Só que Baiôa esconde um segredo: ele sabe a data da morte de todos os moradores da aldeia, menos a dele. Localizada no Alentejo, zona rural de Portugal, Gorda-e-feia é uma pequena e monótona aldeia com velhos moradores à espera do dia do juízo final. A rotina é regada a vinho, fofocas, maldições, tradições e uma sensação constante de abandono. Neste romance português, o jovem e o velho, o urbano e o rural convivem, ao mesmo tempo, próximos e distantes. Uma obra reflexiva sobre a vida no interior e o destino de pessoas que veem a si mesmas, ainda que vivas, como fantasmas.

Couceiro nasceu no Porto, em 1984. É licenciado em Comunicação Social, pós-graduado em Estudos Culturais e mestre em Ciências da Comunicação. Foi campeão nacional de voleibol em todos os escalões de formação e considera que o desporto foi a sua principal escola. Durante a adolescência, decidiu que queria ser jornalista e, aos quinze, começou a carreira em uma rádio local, tendo passado também pela TV e pela imprensa. Atualmente, é colunista da revista Visão. É editor na Bertrand, em Portugal, à frente do selo Contraponto. É também, desde 2021, membro do Conselho Cultural da Fundação Eça de Queiroz. Abandonou uma tese de doutorado em Estudos Culturais para escrever este romance. 

Sempre Um Papo

Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o projeto cultural realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

O Sempre Um Papo é viabilizado através do patrocínio da Cemig, com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, via Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais – Secult – MG.

Sempre Um Papo recebe Rui Couceiro

Dia 11 de setembro, segunda-feira, 19h30

Local: Teatro José Aparecido de Oliveira (Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais – Praça da Liberdade, Belo Horizonte/ MG)

Informações: www.sempreumpapo.com.br

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

sábado, 2 de setembro de 2023

Carminho faz participação em filme com Emma Stone, Mark Ruffalo e Wilian Dafoe

Foto: Fernando Tomaz

A cantora e compositora portuguesa interpreta uma versão inédita da música “O Quarto” no longa-metragem intitulado “Poor Things”, que estreou na 80ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza. Na participação, Carminho se apresenta acompanhada de guitarra portuguesa, ao vivo no set, num momento muito especial onde contracena com Emma Stone.

“Esta participação nasce de um convite que o cineasta Yorgos Lanthimos me fez para uma aparição onde canto um Fado. Juntos escolhemos esse tema que tem letra de minha autoria, ‘O Quarto’, para uma composição tradicional. Quando nos reunimos por vídeo, Yorgos me desafiou a tocar guitarra portuguesa. Algo que me surpreendeu, mas depois de muito trabalho, fiquei imensamente feliz. A gravação feita ao vivo no set foi de uma emoção ímpar. Na cena, canto e toco numa intensa troca de olhar com Emma Stone”, revela a artista.

A assinatura do filme, a cargo do multi-nomeado realizador grego, conta com a participação dos atores Emma Stone, Mark Ruffalo, Willem Dafoe, Rammy Youssef e Jerrod Carmichael. Uma película surrealista baseada na obra de 1992, com o mesmo nome, assinada por Alasdair Gray.

A estreia do filme será nos Estados Unidos no dia 8 de dezembro deste ano e no Reino Unido em 12 de janeiro de 2024. Em Portugal e outros países a data ainda será anunciada.

Vale lembrar que a cantora está em turnê pelo Brasil. Na última sexta-feira (1˚ ) se apresentou no Grande Teatro do Sesc Palladium, em Belo Horizonte, com uma plateia calorosa e a presença de personalidades mineiras, como o apresentador Tutti Maravilha, o maestro Leonardo Cunha e outros.

terça-feira, 29 de agosto de 2023

Sesc em Minas presenteia BH com a primeira arte em uma empena feita por um coletivo de mulheres

Um dia histórico para a arte mineira. Na segunda-feira (28), em Belo Horizonte, o coletivo Minas de Minas concluiu a pintura da lateral do Edifício-Sede do Sesc em Minas, voltada para a Rua Tupinambás. A assinatura das artistas Carol Jaued, Musa, Nica e Lídia Viber marcou o fechamento da primeira fase do projeto Sesc Arte Urbana.

O presidente do Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac, Nadim Donato, expressou sua satisfação. “Estamos contentes em agregar mais uma obra de arte ao cenário urbano de Belo Horizonte. É uma honra ter no Edifício-Sede, de um lado, o primeiro mural de Eduardo Kobra em Minas Gerais e, do outro, a primeira empena do país pintada por um coletivo de mulheres. Continuamos empenhados em enriquecer e incentivar as manifestações artísticas em nosso estado”, disse Donato.

O muro recém-inaugurado, com cerca de 800 m², agora ostenta uma arte que exalta a figura feminina e a cultura de Minas Gerais. A inspiração para obra é explicada pelo grupo: “Nos pés encontramos a base que nos sustenta e conecta com a terra, incorporando nosso entendimento dela. As mãos carregam a crença na cura por meio das ervas, fundamentais em nossa cultura ancestral de autocuidado. A diversidade de tons nos vitrais retrata a alegria, refletindo as cores do povo que mantém suas tradições e conhecimentos, vivenciando a arte da fé”. Ao longo de sua trajetória, as Minas de Minas já concretizaram murais de grande relevância, retratando personalidades icônicas como Carolina de Jesus, Elza Soares e Teuda Bara. No entanto, essa foi a primeira empena da capital mineira feita coletivamente por todas elas.

“O Sesc em Minas tem um compromisso histórico com a cultura, a arte e também com o espaço urbano de Belo Horizonte, onde temos várias unidades e o nosso Edifício-Sede, que é muito simbólico para o Centro da cidade. A pintura dessas empenas, feita por artistas tão importantes, é uma forma de valorizar essa nossa trajetória”, afirma o diretor Regional Interino do Sesc em Minas, Alberto Moreira Vieira.

“A entrega dessas obras tão grandiosas é um marco histórico para o Sesc em Minas. Graças ao trabalho brilhante do coletivo Minas de Minas e do Kobra, ampliamos nossa conexão com a população de Belo Horizonte por meio da arte e reforçamos o papel do Sesc como promotor da cultura e da qualidade de vida na cidade”, avalia o diretor de Educação, Cultura e Ação Social do Sesc em Minas, Joaquim Antônio Gonçalves.

“‘É com muita alegria que celebramos o fechamento da primeira fase do projeto Sesc Arte Urbana com a conclusão da empena criada pelo coletivo Minas de Minas. Além de trazer mais arte e inspiração para o centro da cidade, essa obra é muito significativa para a valorização da cultura e da força feminina”, destaca a gerente de Cultura do Sesc em Minas, Manuella Abdanur.

O Revista de Cultura conversou com exclusividade com Nica, uma das integrantes do Minas de Minas, que fala um pouco sobre a emoção de entregar o trabalho. Assista:
Imagens: Robhson Abreu

Sesc Arte Urbana

O projeto é uma iniciativa do Sesc em Minas que nasceu com a proposta de inserir mais arte no cotidiano das pessoas que transitam pelo centro de BH, além de incentivar a cena artística local. A primeira etapa foi marcada pela pintura de duas empenas cegas do Edifício-Sede da instituição, localizado na Rua Tupinambás, 956.

No caso da lateral voltada para a Av. Olegário Maciel, o Sesc em Minas selecionou Eduardo Kobra, que assinou sua gigantesca tela artística no dia 11 de Agosto.

Além de trazer o primeiro mural do Kobra para o estado, com a conclusão do mural das Minas de Minas, o Sesc Arte Urbana entrega à Belo Horizonte mais um presente: a primeira empena pintada por um coletivo de mulheres no Brasil.

A conclusão da obra foi emocionante e bastante aplaudida pelo público. Parabenizamos o Sesc em Minas e o coletivo Minas de Minas Crew pelo trabalho, que pode ser visto diariamente pela população no centro da capital mineira. A arte salva e inspira a vida...

domingo, 6 de agosto de 2023

"Não tenham medo", é a exortação do Papa aos jovens em Lisboa

Foto: Vatican media


Na Missa de Envio celebrada em Lisboa na Festa da. Transfiguração, o Papa disse aos jovens: Jesus "lê os vossos corações e hoje diz-vos, aqui em Lisboa, nesta Jornada Mundial da Juventude: "Não tenham medo." "Não tenha medo". Coragem, não tenham medo."."

Vatican News

Na manhã deste domingo (6), o Papa Francisco presidiu a celebração da Santa Missa para a Jornada Mundial da Juventude no Parque Tejo, em Lisboa. Eis sua homilia (tradução não oficial):

"As palavras do Apóstolo Pedro no Monte da Transfiguração são as mesmas que, depois destes dias intensos, queremos fazer nossas: «Senhor, é bom estarmos aqui!» (Mt 17, 4). Foi bom o que experimentamos com Jesus, o que vivemos juntos e como rezamos. Mas, depois destes dias de graça, perguntamo-nos: Que levamos connosco quando regressarmos ao vale da vida quotidiana?

«Senhor, é bom estarmos aqui!» (Mt 17, 4). Estas palavras, que o Apóstolo Pedro disse a Jesus no Monte da Transfiguração, nós também queremos fazê-las nossas depois destes dias intensos. É lindo o que vivemos com Jesus, o que vivemos juntos e é lindo como rezamos, e com tanta alegria no coração. E então podemos nos perguntar: Que levamos conosco quando regressarmos ao vale da vida quotidiana?

Gostaria de responder a esta pergunta com três verbos, seguindo o Evangelho que ouvimos: o que levamos conosco? BResplandecer, ouvir e não ter medo. O que levamos conosco? Eu respondo com estas três palavras:

Resplandecer, escutar e não ter medo. Primeiro resplandecer. Jesus transfigura-se, o Evangelho que o seu rosto resplandecia como o sol» (Mt 17,2). Ele havia anunciado há pouco sua paixão e morte na cruz, e com isso quebrou a imagem de um Messias poderoso e mundano, e frustra as expectativas dos discípulos. Agora, para ajudá-los a aceitar o desígnio de amor de Deus para cada um de nós, Jesus toma três deles —Pedro, Tiago e João—, os conduz ao alto de uma montanha e se transfigura. E este "banho de luz" os prepara para a noite da paixão.

Amigos, queridos jovens, também hoje nós precisamos de alguma luz, um raio de luz que seja esperança para enfrentar tantas trevas que nos assaltam na vida, tantas derrotas cotidianas para enfrentá-las com a luz da ressurreição de Jesus, porque Ele é a luz que não se apaga, é a luz que brilha também à noite.

“O nosso Deus iluminou os nossos olhos”, diz o sacerdote Esdras (Ed 9,8). Nosso Deus ilumina. Ilumina nossos olhos, ilumina nosso coração, ilumine nossa mente, ilumine nosso desejo de fazer algo na vida, sempre com a luz do Senhor.

Mas gostaria de lhes dizer que não ficamos luminosos quando nos colocamos sob os refletores, isso não nos deslumbra. Não ficamos luminosos quando mostramos uma imagem perfeita, bem cuidada, bem acabada, não, não, mesmo que nos sintamos fortes e bem-sucedidos. Fortes, bem-sucedidos, mas não luminosos. Tornamo-nos luminosos, brilhamos, quando, acolhendo Jesus, aprendemos a amar como Ele. Amar como Jesus, isso nos torna luminosos. Isso nos leva a fazer obras de amor. Não te enganes amiga, amigo, serás luz no dia em que fizer obras de amor. Porém, quando em vez de fazer obras de amor para fora, olhas para ti mesmo, como um egoísta, ali a luz se apaga.

O segundo verbo é escutar. No monte, uma nuvem luminosa cobriu os discípulos e o que, desta nuvem fala o Pai, o que ele diz? Escutai-o (Mt 17,5). Este é o meu Filho amado, escutem-o. Está tudo aqui, e tudo o que há para fazer na vida está nesta palavra: escutem-o.

Escutar Jesus, todo segredo está aí. Escute o que Jesus te diz. "Eu não sei o que ele me diz." Pegue o Evangelho e leia o que Jesus diz e o que diz em teu coração. Porque Ele tem palavras de vida eterna para nós; Ele revela que Deus é Pai, é amor. Ele nos ensina o caminho do amor, escutar Jesus. Porque lá fora nós de boa vontade trilhamos caminhos que parecem ser de amor, mas no fundo são egoísmos disfarçados de amor. Ter cuidado com os egoísmos disfarçados de amor. Escutá-lo, porque Ele vai te dizer qual é o caminho do amor. Escutá-lo!

Resplandecer é a primeira palavra, sejam luminosos, ouvir, para não errar no caminho, e, no final, a terceira palavra, não ter medo. Não tenham medo. Uma palavra que tanto se repete na Bíblia. Nos Evangelhos, "não tenham medo". Estas foram as últimas palavras que neste momento da transfiguração Jesus disse aos discípulos. Não tenham medo.

A vós, jovens, que viveram esta alegria, estava para dizer "esta glória" - bem, algo de glória é, este encontro convosco. Vós que cultivais sonhos grandes mas às vezes ofuscados pelo medo de não os ver realizados; a vós, que às vezes pensais que não ides conseguir, um pouco de pessimismo nos invade às vezes; a vós, jovens, tentados neste tempo a desanimar, a julgar-vos quem sabe inadequados ou a esconder a vossa dor disfarçando-a com um sorriso; a vós, jovens, que quereis mudar o mundo, e está bem que queirais mudar o mundo e que queirais lutais pela justiça e a paz; a vós, jovens, que investis o melhor da vosso esforço e imaginação ficando porém com a sensação de que não bastam; a vós, jovens, de quem a Igreja e o mundo têm necessidade como a terra da chuva; a vós, jovens, que sois o presente e o futuro… precisamente a vós, jovens, hoje é que Jesus diz: «Não tenhais medo».

Em um pequeno silêncio, cada um repita para si mesmo, em seu coração, estas palavras: "Não tenhais medo".

Queridos jovens, gostaria de olhar cada um de vocês nos olhos e dizer: não tenham medo. Não tenham medo. E mais, digo-lhes uma coisa muito bonita, já não sou eu, é o próprio Jesus que vos olha, neste momento. Ele está nos observando. Ele vos conhece, conhece o coração de cada um de vocês, conhece a vida de cada um de vocês, conhece as alegrias, conhece as tristezas, os sucessos e os fracassos, conhece o seu coração. Ele lê os vossos corações e hoje diz-vos, aqui em Lisboa, nesta Jornada Mundial da Juventude: "Não tenham medo." "Não tenha medo". Coragem, não tenham medo".

terça-feira, 1 de agosto de 2023

Celi Luz lança segunda edição do premiado 'Na Morada do Tempo'

Foto: Divulgação

Obra recebeu o Prêmio Vicente de Carvalho Internacional de Literatura por Livro Inédito, UBE/RJ, 2013, confirmando sua importância na poesia brasileira

Celi Luz lança, na segunda-feira (28),  a 2ª edição do livro 'Na Morada do Tempo', organizado em cinco núcleos, cada um deles com uma epígrafe que dá uma pista do que se trata. No quinto núcleo, intitulado 'Nada é o começo', foram acrescentados 33 poemas.  A obra, que trata das inquietações do espaço-tempo, foi contemplada com o Prêmio Vicente de Carvalho Internacional de Literatura por Livro Inédito - UBE/RJ - União Brasileira de Escritores, em 2013. 

Sobre Na Morada do Tempo

"Na morada do tempo: cercado de memórias afetivas, de pulsão no presente e de esperança no futuro, é, dentro de suas questões e angústias, extremamente envolvente. Seus versos tentam tocar o Mistério, o inalcançável. E faz dessa busca uma poesia de alto teor literário. A poeta Celi Luz consegue que o leitor entre no seu mundo, perfeito e caótico, estimula seus sentidos, utilizando-se tão somente da força sonora das palavras, de seus fonemas e da construção, quase arquitetônica, do seu campo imagético e plástico. E dá um sentido forte (e poético) a coisas transitórias e comuns". (Tanussi Cardoso).

Sobre Celi Luz

Nasceu no Rio de Janeiro, é poeta, professora e ficcionista. Formada em Letras pela UFRJ, com pós-graduação em Língua Portuguesa.

Entre os livros publicados, 'O Sol da Palavra', 2009, Ibis Libris; 'Senhorita Eme', (infantil) 2013, Oficina; seu livro 'Na Morada do Tempo',  Oficina, obteve o Prêmio Vicente de Carvalho, no Concurso Internacional de Literatura pela UBE, na categoria livro inédito, 2013, 2o lugar. Recebeu diversos prêmios em prosa e verso, e está presente em antologias nacionais e estrangeiras. Convidada da Feria del Libro San Lorenzo, 2013, Argentina. Membro da APPERJ, da UBE e da Academia Brasileira de Literatura, ABDL, titular da Cadeira n° 21, patronímica de Guilherme de Almeida.  Professora Premiada em prosa e verso. Troféu Destaque Poesia-2005 pela Secretaria Municipal de Educação/RJ. Prêmio Lions Cultura/2009. Prêmio Latino-Americano de Cultura/Argentina, 2013. Membro da Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro e da União Brasileira de Escritores/RJ. 

Ficha técnica

Título: Na Morada do Tempo

Autora: Celi Luz

Editora Oficina

Edição: 2ª (revisada e ampliada)

188 páginas

Poesia brasileira

Revisão: Ricardo Alfaya

Capa: Flávia Pozzobon

Foto autora (4ª capa): Domiciano

Arte final: Sérgio Gerônimo

ISBN 978-65-89864-01-1

Lançamento:UBE-RJ

Data: 28 de agosto das 15h às 18h.

Endereço: Avenida General Justo, 171 -  Centro, Rio de Janeiro/ RJ

quarta-feira, 12 de julho de 2023

"Portuguesa" é o show que a cantora Carminho traz ao Sesc Palladium

Foto: Fernando Tomaz
Ingressos já estão à venda por meio da plataforma Sympla

Em setembro, na sexta-feira(1˚  ), às 20h, acontece no Grande Teatro Sesc Palladium, um dos shows mais bonitos e sofisticados da brilhante cantora portuguesa Carminho. Depois de apresentações em São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro o espetáculo “Portuguesa” chega a Belo Horizonte para única apresentação.

Considerada a grande voz do fado contemporâneo e uma das artistas portuguesas com maior projeção internacional, Carminho, lança o seu novo álbum “Portuguesa” e dá continuidade a um trabalho profundo como autora e intérprete.

Este é o sexto disco da carreira de Carminho e conta com 14 composições, algumas de sua autoria e de outros autores. A compositora e intérprete é responsável pela produção e autoria dos fados que compõe o álbum. Numa busca pelo aprofundamento do seu pensamento e vivência sobre o fado, Carminho explora várias combinações dentro dos cânones e repensa a forma e a estrutura do seu cantar. O belo trabalho gráfico do CD é assinado por Giovanni Bianco. 

A música que abre o álbum é “O Quarto”, composição de Alfredo Marceneiro e letra de Carminho, que mostra a busca por suas raízes e pelas origens do fado. Outro destaque é a parceria dela com Marcelo Camelo, na música “Levo o Meu Barco no Mar”. “Foi ele quem me enviou esta canção, porque sentiu que seria para mim”.

 Filha da conceituada fadista Teresa Siqueira, Carminho nasceu no meio das guitarras e das vozes do fado. Com apenas 12 anos, cantou pela primeira vez no palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e, ali, não teve mais dúvidas: pertencias ao fado. “Os meus amigos não entendiam muito bem por qual motivo eu cantava fado. Mas foi graças a ele que pude criar uma identidade. E, assim, fui ganhando confiança e assumindo quem eu sou”, diz a cantora.

Paralelo à sua carreira de fadista, ao longo de sua vida, a cantora portuguesa, criou uma profunda relação com a música brasileira, que já lhe rendeu grandes amizades e parcerias com nomes como Chico Buarque, Caetano Veloso, Marisa Monte e Milton Nascimento. Ela já gravou um álbum com diversas participações de músicos brasileiros, e o seu projeto anterior foi um álbum inteiro cantando Tom Jobim.

“Algumas das minhas maiores referências são sem dúvida a minha mãe, as também fadistas Beatriz da Conceição e Amália Rodrigues, mas também outros artistas fora do fado. Nomes como Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Caetano Veloso, Chico Buarque, Lou Reed, Leonard Cohen, os Beatles e Queen, comenta.

Show: Carminho apresenta “Portuguesa”

Data: 1˚ de setembro (sexta-feira)

Horário: 21h

Local: Grande Teatro Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046 - Centro, Belo Horizonte/ MG)

Ingressos à venda: https://bileto.sympla.com.br/event/84200?utm_source=site-symplabileto-production&utm_medium=webapp_share&utm_campaign=webapp_share_event_84200

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!