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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022
Reflexāo do dia
domingo, 13 de fevereiro de 2022
Duda Oliveira abre a exposiçāo individual 'Universo Construtivo'
A artista plástica Duda Oliveira desembarca no Museu Correios de Brasília, com a exposição "Universo Construtivo", onde apresenta a escultura 'Dores do Parto', para homenagear o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922 e mostrar o poder transformador da arte e da mulher, independente de tempo narrativo ou sócio-político.
Construir é libertar as emoções do artista e transmiti-las através da obra para o observador, imortal qual uma fênix e que toma forma pelas mãos de Duda Oliveira, que, com 'Dores do Parto', expõe seu universo particular.
A escultura foi desenvolvida em um momento de despedida entre a artista e sua mãe, que sentia muitas dores em um corpo completamente transformado pelo sofrimento da doença. Tal fato fez Duda imaginar sua mãe aprisionada neste corpo, criando, então, duas camadas representativas do corpo dentro de uma outra camada. Na ideia desenvolvida pela artista, era preciso tirar a mãe daquela camada de sofrimento e libertá-la para a vida eterna. Tal qual o modernismo e a vanguarda libertaram a arte de seu conservadorismo e a tornaram livre, imortal.
As marcas do tempo são imprescindíveis em seus trabalhos. Suas obras sempre possuem estrias, priorizando o desgaste, numa busca intensa em explorar todas as fases de recrudescimento do material que está sendo trabalhado. A exposição quer mostrar que a imagem da mulher também se transformou, sob a inspiração de novos modelos estéticos. A arte sempre em seu papel altruísta, apenas sinalizou o que já estava pungente e silenciado por antigos valores.
“ Assim como o metal, o tempo transforma o que sou, indexando a duração e a forma que me comporto com o meu invólucro. É a partir dessa compreensão que eu consigo entender o simples, o que não depende de mim, a inexorável transformação das coisas”, explica Duda.
Com curadoria de Edson Cardoso, Duda Oliveira quer chamar a atenção para o papel da mulher no centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, visto que uma crítica de Monteiro Lobato, então colunista do jornal O Estado de São Paulo, à arte de Anita Malfatti, tornou-a um expoente da maior revolução da arte nacional. Com suas obras desprendidas de conceitos acadêmicos clássicos das Belas Artes, chocou a elite cultural brasileira, desafiou os novos tempos, flertou com a ruptura de valores culturais e morais e deu à mulher o poder de transformação no cenário social e cultural urbano, juntamente com todos demais participantes da Semana de Arte Moderna de 22.
Duda Oliveira quer mostrar que a imagem da mulher também se transformou, sob a inspiração de novos modelos estéticos. A arte sempre em seu papel altruísta, apenas sinalizou o que já estava pungente e silenciado por antigos valores.
“Somente a arte tem o poder de propagar o acesso ao real e grande poder de transformação. A arte nos torna iguais, permitindo a verdadeira ordem democrática das coisas, a compreensão verdadeira e espontânea do belo", diz a artista plástica.
'Universo Construtivo' de Duda Oliveira abre no dia 17 de fevereiro (quinta), às 17h, no Museu Correios de Brasília. A obra 'Dores do Parto' estará exposta de 18 de fevereiro a 03 de abril, de segunda a sexta, das 11h às 17h, com entrada gratuita e censura livre. A exposição é uma individual dentro da mostra Ecos do Moderno ao Contemporâneo - Centenário da Semana de Arte Moderna de 22, com curadoria de Edson Cardoso (Ava Galleria) e Cotta Azevedo.
Método artístico e a arte ambiental
A organização de ideias da artista, inspirada nos Parangolés de Hélio Oiticica, que fundou a “antiarte ambiental” juntamente com a formulação das “ordens de manifestações”, transformou os materiais contidos no seu espaço de vivência e de experiência diários, em outra ordem de coisas, com experimentações de mutação do corpo vivo e transmutação da arte em vida autônoma.
Nas esculturas, a artista reinventa o metal naval, cimento, vergalhões e a madeira inutilizada, em boa parte das obras. Partindo destes experimentos, Duda convida o público a refletir sobre a potência existencial de vida, transformação e esperança no caos.
Sobre Duda Oliveira
Artista plástica contemporânea, niteroiense, Duda Oliveira estudou arte experimental na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, e História da Arte e da Arquitetura do Brasil, na PUC RJ. Desde 2018, vem participando de diversas exposições, com destaque para as Feiras Internacionais da Alemanha, Luxemburgo, em Salas Culturais em Portugal, nos Museus MASP, MAC Niterói e outros importantes espaços culturais do Brasil e do exterior. Em 2021 apresentou a exposição 'Enredados' no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro.
Há 20 anos ingressou na militância do Direito Ambiental, especializando-se em Sociologia Política, para empreender de forma participativa. Com a luta e o árduo trabalho na carreira de advogada, veio a necessidade de uma terapia alternativa. Foi assim que a arte entrou em sua vida.
A partir de 24 de fevereiro, a artista plástica Duda Oliveira desembarca no Rio para abrir a exposição " Universo Construtivo", com 6 esculturas de grande porte (3m), produzidas para a Mostra Semana de Arte de 22, no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro, onde apresenta os padrões de escolhas que representam as fases de composição e de decomposição do orgânico. Consciente de sua responsabilidade ambiental, utiliza sempre materiais reciclados ou recicláveis, o que aponta como valor agregado a sua arte.
Exposição: Universo Construtivo
Artista: Duda Oliveira
Instagram: @dudaoliveiraartista
Obra: Dores do Parto
Mostra: Ecos do Moderno ao Contemporâneo - 100 anos da Semana de Arte Moderna de 22
Curadoria: Edson Cardoso e Cotta Azevedo
Assessoria de Imprensa Duda Oliveira: Paula Ramagem @_paula_r_soares
Abertura: 17 de fevereiro de 2022, às 17h
Visitação: 18/02 a 03/04/2022
Dias e horários: segunda a sexta, das 11h às 17h
Local: Museu Correios de Brasília
End.: Setor Comercial Sul, Quadra 4, Bloco A, n. 256, Ed. Apolo - Asa Sul
Censura Livre
Entrada gratuita
Acessibilidade. Uso de máscaras obrigatório.
sábado, 12 de fevereiro de 2022
Cariocas ganham a Granulada - orgulhosamente caseira
| Loja resgata a memória afetiva Foto: Divulgação |
"Eu tenho várias memórias afetivas, por causa de minha avó materna, que preparava doces e bolos para festas de casamento e aniversário. E naquelas mais doces memórias de infância eu me lembro de me encantar com a montagem e o cuidado que ela dedicava a cada coisa", relembra.
A memória afetiva tem muita ligação com a comida. Quantas vezes sentimos o cheiro ou o gosto de algo que traz boas lembranças? Esse é o efeito que os brownies, cookies e a torta de brownie da Granulada Atelier tem provocado nas pessoas. No próximo mês, a confeiteira Inês Maria foi convidada para um mês de curso em Portugal que promete novidades.
A Granulada - orgulhosamente caseira - já faz a cabeça da Barra e arredores.
Instagram: @granulada_atelier
Bruno & Lucas disponibilizam "Chave Dividida" no Youtube
| Público já pode ver o clipe Foto: Jean Assis |
Levando cada vez mais alegria e animação para o público, a dupla Bruno & Lucas acaba de lançar no Youtube mais uma novidade para os fãs. Desta vez eles apostaram na canção Chave Dividida, que faz parte do DVD Na Pegada D’us Brutos. Mas, além desta nova faixa, que traz todo o romantismo dos artistas, eles também disponibilizaram alguns pout-porri com canções clássicas do sertanejo, como, Viola, Estrela Guia / A Gente se Entrega, Peão Apaixonado / Rosto Molhado e Seu Astral / Romance.
Bruno destaca que a canção chega com todo o entusiasmo da dupla e claro, a mescla de animação e romantismo que os fãs já conhecem. “O nosso DVD Na Pegada D’us Brutos, tem em suas canções momentos mais sertanejo raiz e as baladas que o público gosta demais. Chave Dividida é um bom exemplo disso, já que a canção 'xonada' traz uma letra que com certeza muitas pessoas vão se identificar”, comenta.
Já Lucas deixa claro que este é um dos momentos mais importantes na carreira da dupla e que Chave Dividida deve ajudar ainda mais a impulsionar o trabalho dos artistas pelo Brasil. “Desde que gravamos o DVD já começamos a colher excelentes frutos. É um trabalho feito com a nossa cara, em que mostramos o que gostamos de tocar e a essência da dupla. E estamos vivendo um momento especial, pois estamos recebendo tanto carinho e reconhecimento do público nestes lançamentos faixa a faixa que dá vontade até de gravar mais. Agora seguimos com os nossos shows e queremos que todos ouçam a nova música para chegar cantando com a gente”, finaliza o sertanejo.
Além da canção Chave Dividida, a dupla decidiu disponibilizar mais alguns pout-porri de sucesso da música sertaneja, que inclusive, são sucessos que os influenciaram bastante no estilo musical. “O DVD Na Pegada D’us Brutos vem sendo bem aceito pelo público, principalmente pela sua diversidade de músicas. Prova disso é que além de Beija ou Passa, Stalkeando, e Volta Aê, que já são grandes hits da dupla, trazemos músicas bastante conhecidas de nomes que admiramos, como, Viola, Estrela Guia / A Gente se Entrega, Peão Apaixonado / Rosto Molhado e Seu Astral / Romance, que são composições seladas no cenário sertanejo”, conclui Bruno.
Assista:
Chave Dividida:
https://www.youtube.com/watch?v=venY9Nf9P0o
Viola
https://www.youtube.com/watch?v=5r_4N1QGBkc
Estrela Guia / A Gente se Entrega
https://www.youtube.com/watch?v=11lrh98_EC4
Peão Apaixonado / Rosto Molhado
https://www.youtube.com/watch?v=25gq1O8_6ps
Chave Dividida
Aô moda xonada
Aqui é Bruno e Lucas
Na pegada d'us brutos
Tô te amando já faz um tempão
Hoje é nosso dia, vamos sair pra relaxar
Te pego na rua, sei que vai estar linda
Te levar no melhor restaurante desse lugar
Pede o vinho preferido
Hoje o clima vai esquentar
Pode guardar o seu cartão
Hoje a conta eu vou pagar
Não preocupa em dividir
Que eu tô querendo somar
Eu tô querendo dividir
A mesma cama que a sua
A mesma vaga de garagem
A mesma chave do portão da rua
Tô querendo dividir
E a gente somar
E amar, amar, amar
E assim o nosso sonho continua
Ficha técnica da gravação do DVD
Arranjos: Fábio Fu e Marlon Dy Faria
Violões: Fábio Fu e Bruno Bahia
Bateria: Herick Magalhães
Baixo: Davi Seixas
Teclados: Marlon Dy Faria
Percussão: Nilson Santos
Sanfonas: Dudu Aguiar e Lucas
Vocais: Bruno e Lucas
Equipe técnica
Direção de filmagem: Gustavo Kangussu / Zero3um Filmes
Co-produção: Amós Rodrigues
Gravado e mixado no Hotel Fazenda Pouso Real
Engenheiro de gravação e mixagem: Neno Caldas
Iluminação: Daniel Dothling / DMC Leds e Iluminação
Direção geral: Lauro Marques e Tuti
Realização: Bruno e Lucas Produções Artísticas
Sobre Bruno & Lucas
Belorizontino, com 33 anos, Bruno teve seu primeiro contato com a viola caipira aos 17 e bastou um simples ponteado para se apaixonar profundamente pela música.De Lajinha,Lucas, com 32 anos, sempre teve uma grande referência musical em casa, já que seu pai era sanfoneiro e ele sempre o acompanhava nos forrós da sua cidade. E foi bem nessa época, com apenas 8 anos de idade, que começou sua jornada no mundo musical.
Os amigos se conheceram através de amigos em comum do mundo musical e bastou tocarem juntos uma vez para nascer essa bela parceria. Em 2017, os artistas lançaram suas primeiras músicas autorais: Dia da Maldade e Volta Aê, que tocaram em várias rádios de Minas Gerais e Goiás. O primeiro nome da dupla foi Bruno Bahia e Rock Sanfoneiro, que posteriormente se tornou Bruno &Lucas. Desde então, ficaram muito conhecidos no interior de Minas Gerais, passando por várias cidades e deixando fãs por onde passam.
Acompanhe Bruno & Lucas nas redes sociais:
YouTube: https://www.youtube.com/c/BrunoeLucas
Instagram: https://www.instagram.com/brunoelucasofc/
Facebook: https://www.facebook.com/brunoelucasofc/
terça-feira, 1 de fevereiro de 2022
Blitz no Palácio das Artes em Belo Horizonte
| Evandro Mesquita canta os hits da banda Foto: Divulgação |
Com show inédito, a Blitz comemora 40 anos de sucesso no palco do Grande Teatro do Palácio das Artes, em única apresentação, no dia 11 de março, sexta-feira, às 21 horas.
A banda foi fundada no início da década de 80, no Rio de Janeiro, por sete jovens e se tornou uma das principais bandas do rock brasileiro.
Sucessos como “Você Não Soube Me Amar”, “Weekend”, “A Dois Passos do Paraíso”, “Betty Frígida”, “Rádio Atividade”, entre outros, marcam a trajetória da Blitz.
Antenados com a modernidade o caldeirão Blitz continua fervendo com o rock, o pop, o reggae, o blues, o eletrônico, as baladas de gaita e violão, as letras bem-sacadas, as guitarras swingadas, o canto falado, as respostas das meninas, enfim, o típico bom-humor que sempre foi a marca de Mesquita & Cia.
A formação atual da Blitz é composta por Evandro Mesquita (vocal, guitarra e violão), Billy Forghieri (teclados), Juba (bateria), Rogério Meanda (guitarra), Cláudia Niemeyer (baixo), Andréa Coutinho (backing vocal) e Nicole Cyrne (backing vocal).
Sobre a Blitz
Em 1982 nasce a BLITZ. Em julho daquele ano a banda gravou o compacto ‘Você não soube me amar’. Em três meses o compacto vende 100 mil cópias e atinge a marca de um milhão de cópias vendidas em plena crise da indústria fonográfica. Na sequência, lança o primeiro LP ‘As Aventuras da Blitz’, com venda mais Impressionante que a do compacto.
A BLITZ era inclassificável. Com sua origem no grupo teatral Asdrúbal Trouxe o
Trombone, o grupo ganha capas de revistas importantes como Veja, Manchete e Isto É. Evandro & Cia arrombaram as portas do Rock Brasil, a MPB nunca mais seria a mesma. O sucesso da banda mudou o panorama das rádios e das gravadoras do Brasil. A banda fez grandes shows em ginásios e estádios, e invade espaços como o extinto Canecão, onde batia recordes com a juventude do Rio se vendo no palco, representada pela Blitz. Duas apresentações merecem destaque: no primeiro Rock In Rio, em 1985 e na Praça da Apoteose, em 1984, quando foi o primeiro grupo a se apresentar naquele palco para mais de 50 mil pessoas.
Show Blitz
Dia: 11 de março (sexta-feira)
Local: Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537 - Belo Horizonte -- MG)
Horário: 21h
Valores: a partir de R$ 60,00.
Promoção Exclusiva para:
- Família e/ou Amigos, na compra de 1 ingresso inteiro com desconto especial.
*Promoções validas para os valores do ingresso de valor inteiro. Promoções e descontos não são acumulativos com outros valores e outras promoções.
Ingressos: Bilheteria do teatro Palácio das Artes e pelo site eventim
Classificação Livre.
Mais informações: (31) 3347-7895 ou no site do Palácio das Artes.
* Use máscara cobrindo a boca e o nariz
Realização: Impar Shows
quinta-feira, 18 de novembro de 2021
Autora Carina Rissi trará seus sucessos para a HBO Max
Em um passo significativo para trazer ainda mais histórias locais para suas plataformas, a WarnerMedia Latin America inicia uma aproximação com o mercado literário e anuncia a parceria com a brasileira Carina Rissi. A autora é um dos principais nomes da nova onda da chick lit no País e se unirá à plataforma de streaming HBO Max, sob a marca Max Original.
A iniciativa já tem projetos em desenvolvimento e o primeiro deles é a adaptação para longa-metragem do sucesso Procura-se um Marido, que será lançado com exclusividade na HBO Max, ainda sem previsão de estreia.
Pelo acordo, além de ter suas obras adaptadas para formatos audiovisuais, Carina Rissi ainda apresentará roteiros inéditos para a empresa nos próximos anos. "Eu acompanho o trabalho das produções WarnerMedia, que nos entrega conteúdos nacionais espetaculares, com a nossa cara, o nosso perfume. Poder também conectar minhas obras aos títulos Max Original, para o streaming da HBO Max e a essa nova audiência, faz ainda mais sentido. Ter a oportunidade de participar desse projeto e me desafiar a navegar por novos caminhos é realmente especial", diz Carina Rissi.
"Nosso objetivo é valorizar os produtos locais, dar luz às obras e autores que já têm sucesso e público cativo no mercado literário e levar seus títulos a um número maior de pessoas não apenas em seu país de origem, mas também para outros mercados. Poder fazer isso para a HBO Max é, sem dúvida, muito poderoso", comenta Marcelo Tamburri, Vice-Presidente para Conteúdos de Ficção, na WarnerMedia Latin America.
Em breve, a HBO Max anunciará novos projetos desenvolvidos dentro dessa iniciativa. A parceria começa pelo Brasil, mas a companhia tem planos de expandi-la para outros países da América Latina.
Junte-se à conversa e siga @HBOMaxBR nas redes sociais
Sobre a HBO Max
É a plataforma de streaming direta para o consumidor da WarnerMedia, que oferece a melhor qualidade em entretenimento. A HBO Max apresenta a mais ampla variedade de histórias para todas as audiências de marcas icônicas como HBO, Warner Bros., DC, Cartoon Network e muito mais. A plataforma foi lançada nos Estados Unidos em maio de 2020 e introduziu um nível de preço mais baixo, apoiado pela publicidade, em junho de 2021. A HBO Max começou seu lançamento global nos mercados da América Latina e do Caribe em junho, seguido por seus primeiros lançamentos europeus nos países Nórdicos e na Espanha, em outubro. Foi anunciado que a HBO Max continuará sua expansão europeia para um alcance global de 67 países em 2022.
Sobre a WarnerMedia
É uma empresa líder em mídia e entretenimento que cria e distribui conteúdo premium e popular de uma variedade diversificada de talentosos storytellers e jornalistas para o público global por meio de suas marcas, que incluem: HBO, HBO Max, Warner Bros., TNT, TBS, truTV, CNN, DC Entertainment, New Line, Cartoon Network, Adult Swim, Turner Classic Movies e outros, assim como as avançadas soluções de publicidade da Xandr, projetadas para ajudar a melhorar a publicidade de marcas, publishers e consumidores. A WarnerMedia faz parte da AT&T Inc. (NYSE:T).
Sobre Carina Rissi
É uma leitora voraz, sempre lê a última página de um livro antes de comprá-lo e tem um fascínio inexplicável pelo tema "amores impossíveis". Vê nas obras de Jane Austen uma fonte de inspiração.
Quando se desgruda dos livros - tanto dos que lê quanto dos que escreve -, Carina se diverte assistindo a comédias românticas ao lado da família e fazendo planos para conhecer o mundo todo, agora que começou a superar o pavor de voar.
Os livros de Carina - a série best-seller Perdida, além de Procura-se um marido, Mentira Perfeita, No mundo da Luna, Quando a noite cai, Amor sob encomenda e recentemente Indomada - foram lançados com grande sucesso pela Verus e a tornaram conhecida em todo o país. Tem seus livros publicados em Portugal, Itália, Rússia e Ucrânia, e no Brasil já ultrapassa setecentos mil exemplares vendidos.
sexta-feira, 29 de outubro de 2021
Os 4 Distintos: Gustavo Bartolozzi lança livro sobre amizade e pessoas com deficiência
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| Autor assina obra e conversa com os leitores no evento - Foto: Divulgação |
O escritor e dramaturgo Gustavo Bartolozzi lançará o seu primeiro livro, "Os 4 distintos", no sábado (6), entre 13h e 19h. A obra, adaptada de uma peça teatral escrita pelo autor para a Companhia Teatral Crepúsculo, tem como objetivo promover a discussão e reflexão do público acerca da quebra de limites e paradigmas na vivência de pessoas com deficiência. O lançamento será realizado no restaurante Empório Paraíso Café e Salumeria, localizado na Rua Ministro Orozimbo Nonato, 215, no bairro Vila da Serra, em Nova Lima/MG.
No local, além da venda do livro, haverá momentos para autógrafos e bate-papo com o autor. Parte da renda arrecada com a obra, que será vendida pelo valor de R$ 50, será revertida para o Crepúsculo BH, instalado desde 2002 no bairro Prado, na capital. Também, haverá cobertura completa do lançamento no Instagram do autor (@gustavobartolozzi), com transmissões ao vivo e interações. E não para por aí... as origens serão retomadas, e o evento contará com uma leitura dramática do texto feita pela Companhia Teatral Crepúsculo, com o elenco também à disposição para fotos, bate-papo e autógrafos após o espetáculo.
"Trabalhamos há 25 anos com pessoas com deficiência e de todo esse processo de inclusão. Nesse período, já avançamos muito, mas ainda temos muito caminhar e quando a gente executa a peça ‘Os 4 Distintos’ é uma alegria enorme discutir e refletir sobre o tema, a partir de uma vivência lúdica que o teatro e a dança permitem. E é exatamente isso a nossa busca, que as pessoas com deficiência tenham lugar, vez, fala e os seus lugares no mundo garantidos como deve ser. E o fato de o Gustavo transformar essa história em livro vai ampliar muito o alcance de forma rica, poética, imagética e muito bonita, porque também fala de amizade, sonhos, encontros, solidariedade, amor e carinho. Então, são muitas reflexões e agora, através do livro, chegando ainda mais. Estamos muito felizes de ter participado do início dessa construção. É uma alegria profunda para todos nós", afirma Luciane Kattaoui, coordenadora geral do Crepúsculo BH, diretora da Crepúsculo Companhia de Dança e Teatro e atriz da peça.
Ainda, o Empório Paraíso fará um prato especial para ser consumido na data, chamado "Os 4 Distintos", em homenagem à obra. Assim como a venda dos livros, parte da venda da iguaria será destinada ao Crepúsculo BH.
"Pensamos, para essa homenagem, em um prato que agradaria muitas pessoas e que combinasse quatro elementos distintos. Daí, fizemos alguns experimentos e chegamos ao prato que temos hoje e que tem bastante aceitação. É um Soaguette Nero de Sépia ao molho pomodoro com lula, polvo e camarão. E ele é finalizado com Burrata cremosa. Ele é bem saboroso e muito suculento. Este prato está em nosso cardápio pelo valor de R$ 89. No dia do evento, no entanto, ele será vendido por R$ 79 para incentivar o consumo. E, com muito prazer, parte da renda arrecada será destinada ao Crepúsculo BH", conta Eloisa Rabelo, uma das sócias do Empório Paraíso.
O LIVRO
A obra, que tem a temática de pessoas com deficiência como narrativa central e foi adaptada de uma peça teatral, ainda traz à tona a importância de manter os laços afetivos e as amizades por perto. A inspiração para a história, no entanto, foi bem pessoal, conforme Gustavo Bartolozzi.
"O livro é uma adaptação literária de uma história escrita por mim em 2014 para a Companhia de Teatro do Crepúsculo, no Brasil, uma das poucas que falam sobre o tema. Já as inspirações foram várias. Uma: o próprio Crepúsculo, que surge de um sonho de consolidar um grupo de dança com pessoas com deficiência. O outro vem de uma história pessoal, porque quando eu era jovem, eu tinha um grupo de amigos, e ao conversarmos sobre o que cada um queria fazer da vida, concluímos que em breve estaríamos longe um do outro. E decidimos montar uma banda de rock para ficarmos mais tempo juntos. Nem sabíamos tocar nada e muito menos que o violão tem seis cordas. Então, essa experiência me deu bastante subsídio para escrever o texto", conta.
Não à toa, a sinopse de "Os 4 Distintos" quase que remonta essa experiência de Gustavo Bartolozzi, uma vez que nas páginas da obra é contada a história de quatro amigos pré-adolescentes, Belinha, Tininha, Carina e Julinho, que se gostam muito. Carina então... ela gosta tanto de seus amigos que nunca nem se deu conta que eles são pessoas com deficiência. Até que um dia Belinha, que tem a Síndrome de Down, sofre bullying por falar a um colega da escola o que mais desejava ser na vida.
Julinho, que usa cadeiras de rodas e Tininha, que não enxerga, começam a dividir seus sonhos e contam o que gostariam de ser quando crescer. É aí que surge a ideia: percebendo que as amizades poderiam se distanciar, Carina propõe montar um grupo de dança para ficarem juntos pelo maior tempo possível. Mas, isso só vai acontecer se vencerem os traumas, medos e preconceitos vividos pelas pessoas com deficiência. Assim, por meio do lúdico e do faz-de-conta, "Os 4 Distintos" desvenda o mundo dos sonhos e aspirações e promove uma reflexão sobre desejos e possibilidades que pessoas com limitações aparentes e não aparentes vivenciam .
Escrito por Gustavo Bartolozzi, "Os 4 Distintos" tem ilustrações de Rômulo Garcias e prefácio de Marcelo Xavier. Além disso, conta com o apoio da lei Aldir Blanc de Minas Gerais e parceria do Empório Paraíso, da Gráfica Central, da Cia Candongas, do Crepúsculo BH, da Asa de Papel e da Pessoa. Agência de Relações Públicas.
quarta-feira, 13 de outubro de 2021
Pânico ganha pôster e trailer oficial
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| Aguardado filme estreia em 2022 - Foto: Divulgação |
SINOPSE OFICIAL
Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade.
Neve Campbell (“Sidney Prescott”), Courteney Cox (“Gale Weathers”) e David Arquette (“Dewey Riley”) retornam aos seus papéis icônicos em Pânico, junto a Melissa Barrera, Kyle Gallner, Mason Gooding, Mikey Madison, Dylan Minnette, Jenna Ortega, Jack Quaid, Marley Shelton, Jasmin Savoy Brown e Sonia Ammar.
DIREÇÃO
Matt Bettinelli-Olpin & Tyler Gillett
PRODUÇÃO EXECUTIVA
Kevin Williamson, Chad Villella, Gary Barber, Peter Oillataguerre, Ron Lynch, Cathy Konrad, Marianne Maddalena
PRODUZIDO POR
William Sherak, p.g.a. James Vanderbilt, p.g.a. Paul Neinstein, p.g.a.
BASEADO NOS PERSONAGENS CRIADOS POR
Kevin Williamson
ROTEIRO
James Vanderbilt & Guy Busick
ESTRELANDO
Melissa Barrera, Kyle Gallner, Mason Gooding, Mikey Madison, Dylan Minnette, Jenna Ortega, Jack Quaid, Marley Shelton, Jasmin Savoy Brown, Sonia Ammar, with Courteney Cox, David Arquette e Neve Campbell
Assista o trailer oficial: https://m.youtube.com/watch?v=swzTZ2mQypM&feature=youtu.be
#PanicoOFilme
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quarta-feira, 6 de outubro de 2021
Geraldo Carneiro participa de Live do ‘Ateliê de Criação Literária’
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| Evento acontece no sábado e pode ser visto em todo o mundo. Foto: Divulgação |
Temporada de Ópera 2021 | Série de lives da Academia de Ópera
MESA-REDONDA ON-LINE
"Conversa com Geraldo Carneiro”
Data: 9 de outubro (sábado)
Horário: 15h
EVENTO GRATUITO
TRANSMISSÃO AO VIVO PELO SITE DA FUNDAÇÃO CLÓVIS SALGADO
Informações para o público: (31) 3236-7400
“O Brasil possui um antecedente extraordinário que é o Carlos Gomes, compositor de ópera. Mas o nosso país - relativamente colonizado - não se tornou produtor de dramaturgia de ópera. O Brasil sempre foi receptor e não criador. Hoje, há uma grande afluência de compositores desejando escrever ópera, além de uma democratização dos espaços operísticos, que durante muito tempo era reservada à elite dos países europeus e também, em certo momento, aos americanos. Desta forma, o que estamos propondo com o Ateliê de Criação, da Academia de Ópera, é uma iniciativa inaugural e sem precedentes no Brasil. É o novo mundo das Américas sonhando com a construção de uma nova tradição operística livre das amarras do passado e desejando algo para o futuro”.
É com essa análise contundente que Geraldo Carneiro - libretista, letrista, poeta, roteirista, tradutor e membro da Academia Brasileira de Letras - dimensiona o Ateliê de Criação: Dramaturgia e Processos Criativos”, atividade da Academia de Ópera, ação que integra a Temporada de Ópera On-line 2021, realizada pela Fundação Clóvis Salgado e apresentada pelo Instituto Unimed BH.
Com idealização e curadoria do maestro Gabriel Rhein-Schirato e da encenadora de ópera Livia Sabag, o “Ateliê de Criação: Dramaturgia e Processos Criativos” consiste em uma formação gratuita e inédita no Brasil sobre dramaturgia voltada para ópera, composta por aulas, debates, entrevistas e a montagem de um espetáculo inédito. O "Ateliê de Criação: Dramaturgia e Processos Criativos" teve início em agosto, é realizado no formato on-line e, além de ter o Geraldo Carneiro como orientador, conta com as participações de renomados artistas, pesquisadores e jornalistas brasileiros e estrangeiros, como André Mehmari, Antonio Ribeiro, Denise Garcia, Mauricio De Bonis, Thais Montanari, João Luiz Sampaio, entre outros.
Entre as atividades da Academia de Ópera complementar ao “Ateliê de Criação: Dramaturgia e Processos Criativos", será transmitida, no sábado (9), às 15h, pelo site da Fundação Clóvis Salgado, a Live "Conversa com Geraldo Carneiro", que integra a série de encontros virtuais gratuitos acerca do campo da dramaturgia e suas interseções com outras áreas, como composição, encenação, programação artística e crítica musical.
O jornalista musical João Luiz Sampaio (editor executivo da Revista Concerto, colaborador do jornal O Estado de S. Paulo e organizador da coletânea “Ópera à Brasileira”) será o condutor da conversa com Geraldo Carneiro sobre dramaturgia musical, através de um percurso por sua carreira, sua experiência como libretista, suas parcerias antológicas com músicos populares de diversas gerações e seu trabalho como orientador no Ateliê de Criação.
Para Livia Sabag, Carneiro é um dos maiores guardiões do conhecimento sobre dramaturgia musical no nosso país. “Ele é um dos raros artistas que tem uma grande e profunda experiência em tudo o que a área envolve. Além de ser poeta, músico e escrever para teatro, cinema e televisão, é libretista e um dos grandes letristas da nossa música popular. Esse trânsito entre gêneros e linguagens faz dele um artista muito completo”, revela a curadora Livia Sabag.
Além da Live “Conversa com Geraldo Carneiro", este ciclo de eventos contará com a participação de artistas e pesquisadores renomados, brasileiros e estrangeiros, como o maestro e diretor artístico belga, Bernard Foccroulle; o dramaturgista alemão Johannes Blum; o compositor, administrador de empresas e diretor artístico Paulo Zuben; o musicólogo, filósofo e coordenador do Grupo de Teoria e Crítica Musical do CESEM, João Pedro Cachopo; entre outros. Essa programação será realizada durante 3 meses, sempre aos sábados, entre 15h e 17h, e serão transmitidas ao vivo pelo site da Fundação Clóvis Salgado.
A criação de Libretos – Para participar do "Ateliê de Criação: Dramaturgia e Processos Criativos" foram selecionados profissionais interessados no Teatro de Ópera e em seus processos criativos, como escritores, cantores, regentes, diretores de cena, compositores, musicólogos, gestores, produtores, jornalistas, educadores, pianistas e intérpretes em geral. Eles se reúnem desde o mês de agosto passado e foram selecionados cinco deles para escreverem os libretos que serão encenados no final do ano, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes.
Os cinco libretos serão baseados numa mesma obra de um importante escritor mineiro. De acordo com Geraldo Carneiro, todos os libretistas terão a liberdade de escrever o que desejarem. “Cada libreto terá uma forma de composição e uma visão de mundo, obviamente. Respeitando a diversidade, não haverá um esforço de unificar os trabalhos”, explica Geraldo.
O membro da Academia Brasileira de Letras ressalta ainda que a qualidade artística dos participantes é surpreendente. “Já ministrei muitos cursos de criações literárias, quando essa ideia ainda era novidade no Brasil, na década de 1980. Nunca encontrei um grupo com um nível tão alto e excelente. Fora que a condução dos dois curadores, Livia e Gabriel, são de extrema delicadeza e competência, criando uma atmosfera de bem-estar e compreensão. São parceiros admiráveis”, observa Geraldo.
A Live “Conversa com Geraldo Carneiro”, da Academia de Ópera 2021, integra a Temporada de Ópera on-line 2021 da Fundação Clóvis Salgado e é realizada pelo Governo de Minas Gerais / Secretaria de Estado de Cultura e Turismo, pela Fundação Clóvis Salgado, e correalizada pela Appa – Artes e Cultura. Tem como apresentadora do Programa a Unimed-BH / Instituto Unimed-BH¹, e como patrocinadores a Cemig e a AngloGold Ashanti, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
¹ O patrocínio da Unimed-BH / Instituto Unimed-BH é viabilizado pelo incentivo de mais de cinco mil médicos cooperados e colaboradores
A Fundação Clóvis Salgado é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e de cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.
Geraldo Carneiro - Nascido em Belo Horizonte, publicou dezessete livros de poesia e prosa, entre os quais o título “Poema Reunido”, publicado em 2010, em coedição da Nova Fronteira com a Biblioteca Nacional. Escreveu mais de duzentas letras para músicas de compositores, como Egberto Gismonti, Astor Piazzolla, John Neschling, Francis Hime, Nando Carneiro, Wagner Tiso, Martinho da Vila, entre outros parceiros. Teve músicas gravadas por Vinicius de Moraes, Antônio Carlos Jobim e Ney Matogrosso, entre outros.
Como tradutor, teve diversos textos teatrais encenados: “A Tempestade”, “As You Like It”, “Antonio & Cleópatra”, “Romeu & Julieta”, “Rei Lear e Otelo”, de William Shakespeare, “Fausto”, de Goethe, além de textos originais, como “A Bandeira dos Cinco Mil Réis”. Escreveu roteiros para cinema e TV, recebendo prêmios como o Emmy International, em 2012, por sua adaptação da novela “O Astro”, em parceria com Alcides Nogueira.
Escreveu libreto para a ópera performática “Manu Çaruê” (1988), com música de Wagner Tiso. Compôs também libretos para as seguintes óperas de câmara: “Na Boca do Cão” (2017), com música de Sérgio Roberto de Oliveira, e “Migrações” (2019), com música de Beto Villares e Armando Lobo. Escreveu poema-libreto para a cantata Carnavais (1988), com música de Francis Hime, e letras para Sinfonia do Rio de Janeiro de São Sebastião (2000), do mesmo compositor. Recebeu o Prêmio José Sarney e o troféu Ana Cristina César pelo melhor livro de poesia de 1988. Em 2020, recebeu o Grande Prêmio Cidade do Rio de Janeiro, pelo conjunto de sua obra. Em 2016, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras.
Academia de Ópera 2021 – Este ano, a Academia de Ópera conta com a participação de investigadores e artistas da Linha de Estudos em Ópera do prestigiado Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical – CESEM, unidade de investigação de carácter interdisciplinar, sediado em Lisboa, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa, parceira desta edição da academia.
Todas essas atividades celebram os 50 anos do Palácio das Artes e um dos objetivos da Academia de Ópera é promover especialização dramatúrgica sobre a ópera a partir de uma série de atividades práticas e teóricas que abordam as relações entre texto e música, a escrita de libretos, os processos criativos de espetáculos músico-teatrais, a dramaturgia musical em língua portuguesa, as releituras cênicas de títulos do repertório tradicional, o dramaturgismo e a crítica musical.
“A Academia de Ópera 2021 conecta o cenário da ópera, sobretudo em Minas Gerais, com os profissionais de teatro e literatura, unindo forças com escritores, jornalistas, poetas, diretores de teatro, músicos e cantores. O intuito é criar novos títulos, estimular o diálogo da ópera com outras manifestações artísticas e com o nosso tempo, além de fomentar o mercado da ópera a partir da criação de obras inéditas”, revela o curador Gabriel Rhein-Schirato.
Consta também na programação da Temporada de Ópera 2021 a série de cinco episódios de Ópera! O podcast da música lírica, que tem concepção e direção de João Luiz Sampaio (Jornalista e crítico musical) e Nelson Rubens Kunze (fundador, diretor e editor da Revista Concerto). O primeiro episódio intitulado “Voz: a alma da ópera” já está disponível canal do YouTube da Fundação Clóvis Salgado e das seguintes plataformas digitais: Spotify, Apple, Google, Deezer, Amazon, Castbox e Overcast. Todos serão lançados quinzenalmente, até o dia 25 de novembro.
A sétima arte também marca presença na Temporada de Ópera on-line 2021. No dia 5 outubro tem início a Mostra de Cinema e Ópera. A curadoria é assinada por Julianna Santos, diretora cênica.
Para Eliane Parreiras, presidente da Fundação Clóvis Salgado a Temporada de Ópera 2021 tem impactos e diálogos com todo o Brasil e tem como objetivo difundir a ópera como linguagem acessível a todos. “A edição desse ano é resultado da edição passada em que fizemos reflexões profundas sobre o fazer operístico. Estamos colhendo os impactos causados pelas discussões transversais entre as linguagens, a presença das mulheres em espaços de decisão, bem como o encontro de linguagens em uma mesma obra. Vivemos um momento muito rico, em uma ação inédita no Brasil, que é provocar novos saberes e fazeres no campo operístico. O resultado final do Ateliê de Criação, será o coroamento de todo esse esforço que vai unir artistas de campos distintos em uma unidade narrativa que resultará na encenação de um espetáculo. Da mesma forma, provocaremos discussões também em plataformas digitais, por meio de 5 episódios de podcasts e também na Mostra de Cinema e Ópera”, revela.
INSTITUTO UNIMED-BH – Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, desde 2003, desenvolve projetos socioculturais e ambientais visando a formação da cidadania, estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, ampliar o acesso à cultura, valorizar espaços públicos e o meio ambiente. Ao longo de sua história, o Instituto destinou cerca de R$140 milhões por meio das Leis municipal e federal de Incentivo à Cultura, viabilizado pelo patrocínio de mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores. No último ano, mais de 7 mil postos de trabalho foram gerados e 3,9 milhões de pessoas foram alcançadas por meio de projetos em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. Neste ano, todas as iniciativas do Instituto celebram os 50 anos da Unimed-BH. Clique aqui e conheça mais sobre os resultados do Instituto Unimed-BH. Parceiro da Fundação Clóvis Salgado desde 2000, contribui para a manutenção dos corpos artísticos (Cia. de Dança do Palácio das Artes, Coral Lírico e Orquestra Sinfônica de Minas Gerais) por meio do patrocínio à Temporada de Óperas.
FUNDAÇÃO CLÓVIS SALGADO – Com a missão de fomentar a criação, formação, produção e difusão da arte e da cultura no Estado, a Fundação Clóvis Salgado (FCS) é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult). Artes visuais, cinema, dança, música erudita e popular, ópera e teatro, constituem o campo onde se desenvolvem as inúmeras atividades oferecidas aos visitantes do Palácio das Artes, CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais – e Serraria Souza Pinto, espaços geridos pela FCS. A Instituição é responsável também pela gestão dos corpos artísticos – Cia. de Dança Palácio das Artes, Coral Lírico de Minas Gerais e Orquestra Sinfônica de Minas Gerais –, do Cine Humberto Mauro, das Galerias de Artes e do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart). Em 2020, quando celebrou 50 anos, a FCS ampliou sua atuação em plataformas virtuais, disponibilizando sua programação para público amplo e variado. O conjunto dessas atividades fortalece seu caráter público, sendo um espaço de todos e para todos.
sábado, 2 de outubro de 2021
César Menotti & Fabiano lançam primeira parte de projeto que apresenta mashups de pop e sertanejo
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| Público já pode ouvir e assistir novidades Foto: Divulgação |
Autênticos e inconfundíveis são adjetivos que podem descrever a dupla sertaneja que conquista o Brasil há quase 20 anos. César Menotti & Fabiano, que deram início ao sertanejo universitário, inovam mais uma vez ao lançar pela Som Livre o projeto "Menotti’s Pop". Com releituras de clássicos do pop/rock misturados com o tom country dos irmãos, o álbum "Menotti’s Pop - Vol. 1" já está disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube .
Diferente de tudo o que já produziram, o projeto - dividido em dois volumes - carrega entre suas 16 faixas canções como "Um beijo Pra Me Enlouquecer", de Rick & Renner, "Exagerado", de Cazuza, e "Proibida pra Mim", do eterno Chorão. Gravado em julho deste ano no Espaço Niágara, em Nova Lima - MG, o cenário acompanha a produção inédita e mostra a versatilidade e capacidade da dupla se reinventar em tudo que se dispõe a fazer.
Álbum "Menottis Pop - Vol. 1" - César Menotti & Fabiano
Lançamento Som Livre
Produção de Fonttes Promoções e Eventos (Pedro Mota e Fabio Lacerda)
Gravadora: Som Livre
Tracklist "Menottis Pop - Vol. 1":
1 - Um Beijo Pra Me Enlouquecer (Rick) Rick e Renner, Exagerado (Cazuza / Ezequiel Neves/ Leoni)
2 - Fica Comigo - (Adriano/Eduardo/ Piska), Diz pra mim (Bruno Boncini)
3 - O Sol (Antônio Julio Nastacia) /Caso Por Acaso (César Menotti / Fabiano Menotti/ Nilsinho Franco/ Fabio Lacerda)
4 - Por Enquanto(Renato Russo) / Alô (Feio- Fátima Leão )
5 - Menina (Paulinho Nogueira)/Azul (Flávio Santander-Gustavo Santander)
6 - Página de Amigos (Alexandre/Rick)/Palpite (Vanessa Rangel)
7 - Infinita Highway (Humberto Gessinger)/ Ciumenta (Tchê do Swing)
8 - Sem Medo de Ser Feliz (Zezé di Camargo)/ Esperando na Janela (Blanc)
Sobre a Som Livre
A gravadora brasileira Som Livre foi fundada pela Globo em 1969 para o lançamento e divulgação de trilhas sonoras de programas de TV. Com todas as transformações no mercado musical, a Som Livre se tornou uma gravadora de vanguarda, refletindo o gosto musical do brasileiro. Com sua capacidade única de entender e antecipar preferências, aspirações e comportamentos dos brasileiros, a Som Livre é uma gravadora de música digital totalmente integrada com um modelo comprovado para identificar, desenvolver e promover a música e os artistas que os fãs continuarão a abraçar nas próximas décadas. A Som Livre tem forte atuação em eventos ao vivo, sendo produtora de festivais no país por meio de diversas marcas, como Festeja e Samba D+. Ela também tem sua plataforma de distribuição de música, a Fluve, e operações adicionais em sua editora musical.
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segunda-feira, 27 de setembro de 2021
Gerdau apresenta temporada inédita de concertos da Orquestra Ouro Preto e João Bosco
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| Público pode assistir presencialmente nas cidades - Foto: Divulgação |
Pela primeira vez juntos, a Orquestra Ouro Preto e o cantor e compositor João Bosco mostram o jeito mineiro de fazer música na estreia da nova temporada de concertos presenciais por cidades de Minas Gerais. Com um repertório que celebra a obra do artista e sua grande contribuição para a música brasileira, os concertos acontecem de 27 de setembro a 3 de outubro e passam por seis cidades mineiras: Divinópolis (27), Belo Horizonte (28), Três Marias (29), Ouro Branco (1º), Barão de Cocais (2) e Ouro Preto (3).
Sob a regência Maestro Rodrigo Toffolo e arranjos assinados por Nelson Ayres, a parceria inédita une a excelência e a versatilidade no mesmo concerto e traz releituras orquestradas de pérolas como "O bêbado e o equilibrista", "Mestre-sala dos mares", "Corsário" e muito mais. Como resultado desse encontro, será gravado o CD e DVD em Belo Horizonte, para registrar essa parceria.
Um dos maiores nomes da MPB, Bosco carrega uma linguagem musical única em sua vasta produção artística. "Será um grande desafio para a Orquestra, pois além de um exímio compositor e mestre na arte de musicar palavras, João Bosco é a orquestra de um homem só. Como violonista, faz flutuar melodias com espantosa destreza, produzindo agudos e graves em notas que se multiplicam, numa rítmica muito particular. Em outras palavras, a arte de João Bosco é perfeita. E isso exige que qualquer interferência na música dele seja extremamente cuidadosa, sem nada a mais ou a menos. Foi por essa razão que convidamos Nelson Ayres para criar os arranjos desse repertório. Tinha de ser alguém que entendesse perfeitamente com quem nós vamos tocar", completa o maestro.
A arte mineira estará presente também no cenário. O renomado artista ouro-pretano Jorge dos Anjos assina a cenografia do concerto. As figuras geométricas, que remetem à ancestralidade africana e fizeram com que a arte de Jorge percorresse o mundo, estarão no palco emoldurando a música sem fronteiras e de beleza singular da obra de João Bosco.
Patrocinada pela Gerdau, a turnê percorre as cidades onde a empresa atua e comemora os 120 anos de fundação da maior empresa brasileira produtora de aço "Neste ano especial para a nossa empresa, estamos muito entusiasmados por proporcionar à sociedade mineira a oportunidade de apreciar música de altíssima qualidade por meio dessa parceria inédita repleta de mineiridade, da Orquestra Ouro Preto e o cantor e compositor mineiro João Bosco, que, juntos, com certeza irão emocionar muito as pessoas", celebra Wendel Gomes, diretor executivo da Gerdau. "Há mais de três décadas no estado, podemos afirmar que a Gerdau é mineira de coração", completa Gomes.
Os concertos nas cidades de Divinópolis, Ouro Branco, Belo Horizonte e Ouro Preto estão com ingressos esgotados. Para as cidades de Barão de Cocais Três Marias ainda há ingressos, que são gratuitos, e devem ser retirados no site/aplicativo do Sympla. O público presencial máximo em cada exibição é de 600 pessoas. Os concertos seguem rígidos protocolos de saúde e segurança contra a Covid para o público, músicos e equipe de produção, com obrigatoriedade do uso de máscaras, distanciamento e aferição de temperatura.
MAIS SOBRE JOÃO BOSCO
Mineiro de Ponte Nova-MG, João Bosco é cantor, compositor e violonista e sempre teve sua história de vida ligada à música. Formou-se em Engenharia na Universidade Federal de Ouro Preto no início da década de 1970 e naquele tempo já tinha o violão como companheiro. Foi nessa época também, que ele conheceu dois grandes parceiros de composição, o "poetinha" Vinícius de Morais e Aldir Blanc. Ao lado de Blanc, ele compôs grande parte das músicas mais famosas da MPB e muitas delas foram imortalizadas nas vozes de outras intérpretes de primeira grandeza como Elis Regina, Ângela Maria, Cauby Peixoto, dentre outros.
SOBRE A ORQUESTRA OURO PRETO
Uma das mais prestigiadas formações orquestrais do país, a Orquestra Ouro Preto completa 21 anos de atividades e se reafirma como uma orquestra de vanguarda. Sob a regência e direção artística do Maestro Rodrigo Toffolo, o grupo se dedica à formação de diferentes públicos, com extensa programação nas principais salas de concerto no Brasil e no mundo, além de se destacar no número de visualizações e ouvintes das plataformas de streaming e redes sociais. Sob os signos da excelência e versatilidade atua também em projetos sociais e educacionais que vão muito além da música, como o Núcleo de Apoio a Bandas e a Academia Orquestra Ouro Preto. Premiado nacionalmente, o grupo tem 12 trabalhos registrados em CD, 7 DVDs. Foi vencedora do Prêmio da Música Brasileira em 2015, na categoria "Melhor Álbum de MPB", e indicada ao Grammy Latino 2007, como "Melhor Disco Instrumental", por Latinidade. Os discos "Latinidade - Música para as Américas", "Antônio Vivaldi - Concerto para Cordas", "The Little Prince" e "Orquestra Ouro Preto e Desvio - Ritmos Brasileiros" têm distribuição mundial pela gravadora Naxos, a mais importante do mundo dedicada à música de concerto.
SOBRE A GERDAU, UMA EMPRESA DE 120 ANOS
A Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. Em janeiro deste ano, completou 120 anos de uma história de solidez, contribuição para o desenvolvimento e legado para uma sociedade em evolução constante. Com o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro, a companhia está presente em 10 países e conta com mais de 30 mil colaboradores diretos e indiretos em todas as suas operações. Maior recicladora da América Latina, a Gerdau tem na sucata uma importante matéria-prima: 73% do aço que produz é feito a partir desse material. Todo ano, são 11 milhões de toneladas de sucata que são transformadas em diversos produtos de aço. As ações da Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo (B3), Nova York (NYSE) e Madri (Latibex).
Orquestra Ouro Preto e João Bosco
Retirada de ingressos: www.sympla.com.br
Divinópolis
Dia 27 de setembro, segunda-feira, às 20h
Parque de Exposições - (Av. Paraná, 3531, São José) - INGRESSOS ESGOTADOS
Belo Horizonte
Dia 28 de setembro, terça-feira, às 20h
Grande Teatro do Sesc Palladium - INGRESSOS ESGOTADOS
Três Marias
Dia 29 de setembro, quarta-feira, às 20h
Três Marias Tênis Clube (Rua Carlos Chagas, 4)
Ouro Branco
Dia 1º de outubro, sexta-feira, às 20h
Praça de Eventos (Av. Firmina Silva, s/n) - INGRESSOS ESGOTADOS
Barão de Cocais
Dia 2 de outubro, sábado, às 20h
Espaço de Eventos José Furtado, Centro, Barão de Cocais.
Ouro Preto - LIVE
Dia 3 de outubro, domingo, às 20h
Campo da Barra (Rua Washington Dias, 100, Barra) - INGRESSOS ESGOTADOS
Transmissão ao vivo pelo YouTube: https://www.youtube.com.br/orquestraouropreto
Classificação: Livre para todas as idades.
Informações: https://www.orquestraouropreto.com.br
terça-feira, 21 de setembro de 2021
George Arrunáteghi lança o single How You Gonna See me Now
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| Novo trabalho promete surpreender Foto: Vitor Maciel |
A arte crossover de George Arrunáteghi
Uma voz privilegiada, intimidade com as palavras em cinco idiomas e versatilidade no trato e na confluência dos diversos estilos musicais, clássicos e populares são alguns dos atributos do cantor e compositor George Arrunáteghi. Alie-se a isso uma sólida formação musical, iniciada na infância com lições de piano e continuada na adolescência com a descoberta do canto. Qualidades que estão em evidência em seus dois discos, “Let’s Fall in Love”, lançado em 2015, e “Tropical Romance” (2020), trabalho no qual expande e refina a confluência de gêneros em seu repertório.
Por conta de sua extensão vocal, de sua afinidade com os idiomas italiano, francês e espanhol, além do português e do inglês que estuda desde a infância, e do trânsito entre os gêneros brasileiros, europeus e norte-americanos, George Arrunáteghi é qualificado como artista “cross cultural”, além se ser também um notável cantor de pop jazz.
O interesse pelo canto surgido ainda na infância aflorou na adolescência, incitando George a considerar uma carreira profissional. Sua estreia como intérprete aconteceu em 1989, em Istambul, Turquia. Regressando dessa temporada na Europa, buscou aprimorar-se neste ofício, atuando nos corais Julia Pardini e Madrigale, em Belo Horizonte, a cidade onde foi criado (o artista nasceu em Trujillo, Peru). Simultaneamente, seguiu com seus estudos de piano, sob a atenção do professor João Paulo Suzano.
Em 2002, George mudou-se para Los Angeles, EUA, onde aprofundou informalmente seus conhecimentos sobre jazz, interpretação dramática, espetáculos musicais e cinema, tendo, inclusive, atuado em alguns filmes. De volta ao Brasil, em 2009, passou a estudar canto profissionalmente na Babaya Casa de Canto, dando continuidade ao aprimoramento de sua técnica vocal, época em que retomou também os estudos de piano, desta vez com ênfase no repertório popular, sendo aluno do professor Felipe Moreira.
Durante esta temporada de estudos, George ampliou sua carreira profissional, apresentando-se regularmente ao lado de expoentes da música mineira, como Caxi Rajão e Ozéas Hipólito (que participam do CD “Let’s Fall in Love”), Marcelo Drumond, Cecília Barreto e Nova Dixie Band, entre outros.
A necessidade de experimentar novas trilhas levou George Arrunáteghi de volta à Los Angeles, onde, em 2014, atuou junto ao Metropolitan Master Chorale, sob a regência do maestro Glenn Carlos. Ainda na cidade californiana, conheceu Pat Whiteman, respeitada professora de técnica vocal e dramática, com quem segue trabalhando até hoje.
Seu primeiro álbum, “Let’s Fall in Love”, gravado com prestigiados músicos de Belo Horizonte, apresenta a versatilidade de Arrunáteghi como intérprete nos mais variados estilos. Entre suas 13 faixas, estão “The Autumn Leaves/Les Feuilles Mortes”, “Ne me Quitte Pas”, “Choro Bandido”, “Súplica”, “Ev’ry Time We Say Goodbye” e “Un Vestido y un Amor”, além da canção que dá nome ao disco.
“Tropical Romance”, por sua vez, apresenta maior afinidade com a produção musical contemporânea, embora inclua em seu repertório dois hits atemporais, “Moonglow” e “Till There Was You”. Seguindo a receita do título, o repertório do CD privilegia músicas de grande densidade emocional, tal qual “Je Suis Malade”, de Serge Lama, e “SelfPity”, da holandesa Margriet Eshuijs, e de balanço sofisticado, como “Being Cool (Avião)”, de Djavan.
Entre as novidades deste disco, estão a participação da Saint Petersburg Studio Orchestra em seis faixas, do trio vocal formado pelas cantoras de Belo Horizonte Mari Morais, Renata Cabral e Núbia Mansur, em quatro faixas, e o dueto com a norte-americana Pat Whiteman, em “SelfPity”. “Love Souvenirs” e “Tropical Romance” são composições do próprio George Arrunáteghi e ambas contam com a participação do trio vocal formado por Mari Morais, Renata Cabral e Núbia Mansur. A MPB é representada por “Being Cool”, que vem a ser a versão em inglês de “Avião”, de Djavan. “Cavaleiro Andante”, do lusitano Rui Veloso, é a única canção com letra em português em “Tropical Romance”.
Um lançamento da Naza Music, disponível nas plataformas digitais no dia 28 de setembro.
Link: https://bfan.link/George-Arrunateghi-how-you-gonna-see-me-now
sábado, 18 de setembro de 2021
Semana de moda de Londres: Entenda as principais expressões
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| Evento vai até o dia 22 de Setembro Foto: Reprodução London Fashion Week |
Na última sexta-feira (17) , começou a London Fashion Week- a Semana de Moda de Londres - e se estende até terça-feira (21). O evento é organizado pelo Conselho Britânico de Moda (CFB) e acontece duas vezes por ano, em fevereiro e setembro. A edição atual, referente às coleções Primavera/Verão, é a primeira do circuito londrino em formato híbrido, contando com apresentações virtuais e desfiles presenciais com público restrito.
A etapa de Londres do circuito de moda é conhecida por ter características vanguardistas, voltadas para a sustentabilidade, streetwear e conceitos ligados a temas contraculturais, marcantes na cena fashion londrina. Participam desde grandes grifes como Vivienne Westwood, precursora do movimento punk na moda, até marcas emergentes. Um exemplo dessa nova onda de designers é a S.S Daley, que explodiu na internet por conta da participação no figurino do clipe "Golden" do cantor britânico Harry Styles e, agora, irá desfilar no Tik Tok Space da LFW 22.
Apesar da constante expansão do evento por conta da difusão na esfera digital, a informação de moda ainda não é totalmente democratizada ao redor do mundo. O fato da maioria dos conteúdos serem em inglês acaba dificultando a compreensão e o acesso ao conhecimento mais aprofundado da área por todos.
Leiza Oliveira, especialista em educação da Minds Idiomas, explica como a globalização contribui com essa predominância da língua inglesa na cultura que consumimos:
"Tanto na moda, quanto em outras áreas, como o cinema e a música, nós acabamos sofrendo muita influência da cultura anglo-saxônica. O mundo digital é altamente globalizado, e isso pede, até no mercado de trabalho, que estejamos atualizados com esse tipo de demanda. Hoje em dia, consumir cultura está fortemente ligado ao consumo do inglês", explica Leiza Oliveira, que é CEO da rede de escolas de inglês Minds Idiomas .
Leiza Oliveira, da Minds Idiomas, ainda traz 4 expressões características do jargão da moda em inglês e explica seus significados:
• Ready-to-wear
Traduzida, literalmente, para "pronto para vestir", a expressão refere-se às coleções que são apresentadas já para serem vendidas nas lojas e boutiques em tamanhos comerciais pré-definidos, não necessitando de produção sob demanda, como é o caso da Alta Costura. Também usado com frequência em francês: prêt-à-porter.
• Coolhunting
Um coolhunter é o profissional responsável por identificar, prever e analisar as tendências culturais que permeiam a sociedade no momento. Muitas marcas contratam esses profissionais para trabalharem em conjunto com a equipe criativa no processo de desenvolvimento das próximas coleções.
• Statement piece
Uma statement piece é usada na composição de um visual para gerar impacto. Desde peças de roupa até acessórios, elas são caracterizadas, normalmente, por cores, formatos e materiais diferenciados e marcantes.
• Stylist
Stylist é uma palavra que pode ser facilmente confundida com a palavra "estilista" no português. Chamamos essas expressões que, apesar de similares na grafia, possuem significados diferentes, de falsos amigos ou falsos cognatos. Diferente do estilista, que é responsável pela criação de peças e coleções, o stylist tem como objetivo criar imagens e momentos de moda, com itens pré existentes, para seus clientes (celebridades, revistas, etc.)
Sobre a Minds Idiomas
Com 14 anos de existência, o segredo da rede de idiomas Minds é a tecnologia. Com 72 escolas em todo país, a Minds foi a primeira rede a implantar o ensino do inglês em tablets mantendo os livros físicos. Com especialistas em captação de conteúdo, a CEO Leiza Oliveira, tem consciência que a forma de aprendizado de cada criança e adulto é individual. Personalização e inovação são as palavras que movem franqueados e alunos da rede. O tempo de duração do curso da Minds é de 18 meses e há outras modalidades de ensino personalizadas. Acesse o nosso site e conheça mais sobre o mundo Minds.
MAM São Paulo apresenta visões da arte indígena contemporânea em mostra inédita
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| Público pode visitar até novembro deste ano - Foto: Sueli Maxacali |
Até 28 de novembro de 2021, o Museu de Arte Moderna de São Paulo exibe a mostra Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea, coletiva que tem curadoria de Jaider Esbell - artista macuxi convidado da 34ª Bienal. Correalizada entre MAM e Fundação Bienal de São Paulo, a exposição integra a rede de parcerias da 34ª Bienal e conta com assistência curatorial da antropóloga e programadora cultural Paula Berbert e consultoria do professor do departamento de antropologia da FFLCH/USP Pedro Cesarino, e realização pelo Edital ProAC Expresso 09/2020.
Moquém designa a tecnologia milenar utilizada pelos povos indígenas para conservar os alimentos após a caça coletiva e facilitar seu transporte até as aldeias. O título da mostra - Moquém_Surarî - também refere-se à narrativa makuxi sobre a transformação do Moquém em uma mulher que, nos tempos antigos, subiu aos céus à procura de seu dono que a havia abandonado. Uma vez no céu, Surarî se transforma na constelação responsável por trazer a chuva, marcando o fim do mundo e o começo de um novo. A tecnologia de moquear é usada então para refletir sobre a troca e transformação de saberes que atravessam diferentes tempos e espaços- trânsitos que constituem os movimentos da arte indígena contemporânea.
Um dos principais objetivos da curadoria é mostrar ao público que existem outras histórias da arte e não tentar encaixar a arte indígena em uma narrativa canônica. "Queremos reproduzir um estilhaçamento da história da arte e mostrar como esse tipo de relação temporal é cronicamente negado no Brasil, intelectuais indígenas foram rechaçados, seja na arte ou pensamento no Brasil", afirma Jaider Esbell .
Moquém_Surarî apresenta trabalhos de 34 artistas indígenas dos povos Baniwa, Guarani Mbya, Huni Kuin, Krenak, Karipuna, Lakota, Makuxi, Marubo, Pataxó, Patamona, Taurepang, Tapirapé, Tikmũ'ũn_Maxakali, Tukano, Wapichana, Xakriabá, Xirixana e Yanomami. Segundo Esbell, são obras que corporificam transformações, traduções visuais das cosmovisões e narrativas do corpo de artistas, presentificando a profundidade temporal que fundamenta suas práticas. "As obras atestam que o tempo da arte indígena contemporânea não é refém do passado. A ancestralidade é mobilizada no agora, reconfigurando posições enunciativas e relações de poder para produzir outras formas de encontro entre mundos não fundamentados nos extrativismos coloniais", reflete Cesarino.
O público vai se deparar com obras em suportes diversos, há desde desenhos criados por artistas como Ailton Krenak - emblemático líder indígena, escritor e filósofo -, Joseca Yanomami, Rivaldo Tapirapé e Yaka Huni Kuin; tecelagens de Bernaldina José Pedro; esculturas de Dalzira Xakriabá e Nei Xakriabá; fotografias de Sueli Maxakali e Arissana Pataxó; vídeo de Denilson Baniwa; gravura de Gustavo Caboco; pinturas de Carmésia Emiliano, Diogo Lima e Jaider Esbell; dentre outros.
Trata-se de um corpo artístico diverso, que une artistas de Roraima que refletem sobre os efeitos políticos e territoriais das invasões pecuárias da região, passando por outros artistas indígenas contemporâneos conhecidos no circuito das artes visuais ocidentais, até artistas que não têm relação com o mercado de arte contemporânea, mestres das práticas xamânicas, como pajés. "São obras que mostram o que são os regimes visuais indígenas, de existências milenares e dos quais a arte indígena contemporânea é tributária", explica Berbert.
Segundo Cauê Alves, curador-chefe do MAM, "a presença dessa exposição na programação do Museu de Arte Moderna de São Paulo indica uma postura institucional que desconstrói pressupostos coloniais. Moquém_Surarî inaugura um diálogo direto com artistas indígenas que permitirá que o MAM repense e amplie sua política de aquisição de acervo, incluindo grupos étnicos sub-representados ou negligenciados ao longo da história." E completa, "as narrativas dos descendentes de Makunaimî contadas por eles mesmos, certamente abrem outras perspectivas para além daquelas imaginadas pelos artistas e intelectuais modernistas centrais para fundação do MAM".
"A mostra Moquém_Surarî não apenas amplia a visibilidade da arte indígena contemporânea, como também sinaliza o interesse do MAM em valorizar a cultura de povos ancestrais que nos últimos 500 anos tem tido sua existência ameaçada", comenta Elizabeth Machado, presidente do museu.
Sobre o curador
Nascido na região hoje demarcada como a Terra Indígena Raposa Serra do Sol, Jaider Esbell está entre as figuras centrais do movimento de consolidação da arte indígena contemporânea no Brasil e atua de forma múltipla e interdisciplinar, desempenhando funções de artista, curador, escritor, educador, ativista, promotor e catalisador cultural.
Programação
Além da exposição na sede do MAM, a mostra contará com uma série de depoimentos inéditos em vídeo de sete artistas de Roraima, que serão divulgados ao longo do período expositivo nos canais digitais do museu, como também ampla programação educativa, que contará com oficinas e lives com os artistas sobre assuntos como arte e xamanismo, povos indígenas e a história da arte no Brasil e a força das mulheres indígenas nas artes.
Catálogo
Próximo do encerramento da exposição, será lançado um catálogo que reúne textos críticos e ensaios de artistas.
LISTA COMPLETA DE ARTISTAS
Ailton Krenak | Amazoner Arawak | Antonio Brasil Marubo | Arissana Pataxó | Armando Mariano Marubo | Bartô | Bernaldina José Pedro | Bu’ú Kennedy | Carlos Papá | Carmézia Emiliano | Charles Gabriel | Daiara Tukano | Dalzira Xakriabá | Davi Kopenawa | Denilson Baniwa | Diogo Lima | Elisclésio Makuxi | Fanor Xirixana | Gustavo Caboco | Isael Maxakali Isaiais Miliano | Jaider Esbell | Joseca Yanomami | Luiz Matheus | MAHKU | Mario Flores Taurepang | Nei Leite Xakriabá | Paulino Joaquim Marubo | Rita Sales Huni Kuin | Rivaldo Tapyrapé | Sueli Maxakali | Vernon Foster | Yaka Huni Kuin | Yermollay Caripoune
Sobre o MAM São Paulo
Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.
O Museu mantém uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.
Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.
Sobre a 34ª Bienal de São Paulo
Com curadoria geral de Jacopo Crivelli Visconti, a 34ª Bienal - Faz escuro mas eu canto, iniciada em fevereiro de 2020, vem se desdobrando no espaço e no tempo com programação tanto física quanto on-line, e culminará na mostra coletiva que vai ocupar todo o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera, a partir de setembro de 2021, simultaneamente à realização de dezenas de exposições individuais em instituições parceiras na cidade de São Paulo.
Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea
Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo
Curadoria: Jaider Esbell
Assistência de curadoria: Paula Berbert
Consultoria: Pedro Cesarino
Período expositivo: até 28 de novembro de 2021
Endereço: Parque Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portões 1 e 3)
Horários: terça a domingo, das 10h às 18h (com a última entrada às 17h30)
Telefone: (11) 5085-1300
Ingresso: Entrada gratuita, com contribuição sugerida. Agendamento prévio necessário.
Ingressos disponibilizados online https://www.mam.org.br/ingresso
Acesso para pessoas com deficiência
Restaurante/café
Ar-condicionado
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34ª Bienal de São Paulo
Período: de 4 de setembro a 5 de dezembro de 2021
Local: Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera
Entrada gratuita
Equipe curatorial
Curador geral: Jacopo Crivelli Visconti
Curador adjunto: Paulo Miyada
Curadores convidados: Carla Zaccagnini, Francesco Stocchi e Ruth Estévez
Editora convidada: Elvira Dyangani Ose, em colaboração com The Showroom, London
www.34.bienal.org.br








