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quarta-feira, 15 de abril de 2026

Fred Izak apresenta o show ‘Lírico’ no Rio de Janeiro

Fred Izak apresenta o show ‘Lírico’ no Teatro Brigitte Blair, no Rio de Janeiro,  nesta quinta-feira(16). As participações especiais serão de Nico Rezende, Zé Henrique (Yahoo), George Israel, Aldrin e Arnaldo Brandão.

Fred é compositor, letrista e cantor, reunindo uma base consolidada de mais de 100 mil seguidores nas redes sociais, resultado de uma trajetória artística consistente e de uma forte conexão com o público. Em suas canções, imprime acidez, deboche e profunda reflexão sobre comportamento e sentimento. Seu trabalho propõe misturas explosivas que conduzem o ouvinte a uma experiência extramusical, ancorada no rock e na música pop.

Suas letras dialogam com um amplo repertório literário, filosófico e simbólico: de Rimbaud a Fernando Pessoa, de Kerouac a Leminski, de Clarice Lispector a Adélia Prado; da contracultura beatnik dos anos 1950 à literatura contemporânea; de Gênesis ao Apocalipse, de Dante Alighieri a Santo Agostinho. Essa diversidade de referências sustenta uma obra autoral densa, crítica e sensível.

Em 2021, o artista lançou seu segundo álbum solo, (EU), parte de uma tríade inédita composta por Filme, DVD e CD. O projeto amplia a experiência do público ao propor um mergulho em questões existenciais e comportamentais, articulando música, narrativa audiovisual e forte presença cênica.

Seu terceiro álbum, Lírico, dá origem ao espetáculo homônimo, no qual Fred Izak apresenta um repertório que combina composições autorais — como “Sobre Você”, “Antítese”, “Vaidoso”, “Likes” e “Avareza” — com interpretações intensas de clássicos da música brasileira. O show revisita canções emblemáticas como “Pro Dia Nascer Feliz” e “Exagerado” (Cazuza), “Metamorfose Ambulante” (Raul Seixas), “Vaca Profana” (Caetano Veloso), “Maresia” (Adriana Calcanhotto) e “Masculino e Feminino” (Pepeu Gomes), além de releituras de artistas internacionais de língua portuguesa, como António Variações.

Lírico é um espetáculo que une música, palavra e performance em uma experiência imersiva, um show para você divertir, refletir e amar.

A banda de ‘Lírico’ no Teatro Brigitte Blair será composta por Matheus Martins, violões/Jarley Brandão e Daniel Oliveira teclados e programações Santiago Tostes/Ley Santos, bateria e percussões 

Fred Izak  - show ‘Lírico’

Teatro Brigitte Blair

Dia 16 abril

20:00 h

R$60 e R$30

No site Sympla e na bilheteria do teatro 

Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!

Reflexão do dia


 

terça-feira, 14 de abril de 2026

Otto traz show acústico ao projeto "Uma voz, um instrumento"

Foto: Rafael Rocha Noize


O cantor Otto celebra dez anos do projeto "Uma Voz, Um Instrumento" em noite de intimismo no Centro Cultural Unimed-BH Minas, em Belo Horizonte e faz reverência a Luiz Melodia. Acompanhado pelo virtuoso Yuri Queiroga, o artista pernambucano revisita clássicos de sua carreira em formato acústico e presta homenagem ao "Poeta do Estácio" em edição histórica. Os ingressos, R$ 40,00 (meia-entrada), estão à venda nas bilheterias do teatro e Sympla.

Otto e a Desconstrução do Caos

Para esta edição comemorativa dos dez anos do projeto “Uma voz, um instrumento”, o segundo nome escolhido para ocupar o palco do Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas é o pernambucano Otto. Figura central na renovação da música brasileira pós-Manguebeat, Otto é conhecido por sua forte presença de palco, sua fusão de ritmos eletrônicos com o maracatu e uma lírica que transita entre a dor visceral e o existencialismo urbano. No entanto, o convite do projeto "Uma Voz, Um Instrumento" propõe uma inversão de sua própria natureza pública: do caos à ordem, do ruído ao sussurro.

Otto chega a esta apresentação acompanhado pelo multi-instrumentista e produtor Yuri Queiroga. A escolha de Queiroga é estratégica e artística. Um dos músicos mais respeitados de sua geração, Yuri possui o domínio técnico necessário para traduzir a complexidade dos arranjos de Otto para as cordas de um violão, sem perder a pulsação que caracteriza a obra do cantor.

Neste encontro, o público será convidado a revisitar o "lado B" e os grandes sucessos de Otto sob uma nova lente. Canções como “Crua” e “Dias de janeiro” – originalmente carregadas de texturas – surgem em sua forma embrionária, revelando a força da melodia e a crueza da letra. O repertório autoral avança por temas como “Porquê”, “Saudade”, Bob”, “Tv a Cabo” e “Lavanda”, em versões que privilegiam a interpretação de Otto. É, em última análise, um Otto revelado, despido de artifícios, entregue à precisão das mãos de Yuri Queiroga.

O Sagrado e o Profano: A Homenagem a Luiz Melodia

A edição comemorativa dos dez anos do projeto “Uma voz, um instrumento” tem cinco shows, três criados exclusivamente para o projeto. Onze artistas de gerações diversas e diferenciadas propostas musicais subirão ao palco do Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas até o final do mês de julho. Ângela Maria, Ângela Ro Ro, Lô Borges e Luiz Melodia, nomes que se apresentaram ao longo do projeto, serão homenageados com as inclusões de músicas que marcaram as suas trajetórias, nos repertórios dos shows.

O ponto alto de convergência histórica desta noite será a homenagem prestada a Luiz Melodia (1951-2017). Melodia, um dos artistas mais emblemáticos que deixou uma lacuna imensurável na cultura brasileira. Otto, que sempre bebeu da fonte da boemia e da sofisticação melódica de Melodia, assume a responsabilidade de interpretar quatro temas do repertório do "Poeta do Estácio". A interpretação de “Pérola Negra” e “Codinome Beija-flor” promete ser um exercício de sensibilidade extrema, onde a voz rascante de Otto encontra o lirismo dolorido de Melodia. Já em “Estácio, Holly Estácio” e “Negro Gato”, a dupla Otto e Yuri Queiroga deve explorar a ginga e a malandragem urbana que conectam Recife e Rio de Janeiro, em um diálogo atemporal entre o samba, o rock e a psicodelia.

Esta homenagem não é apenas um tributo póstumo; é a reafirmação de que o projeto conecta a atemporal música brasileira com o seu presente mais vibrante. Ao cantar Melodia, Otto não apenas honra um mestre, mas ocupa o seu lugar de direito na linhagem dos grandes intérpretes brasileiros que tratam a canção como um objeto sagrado.

Celebrando 10 anos com shows inéditos

Criado pelo diretor artístico, gestor/produtor cultural Pedrinho Alves Madeira, que também assina a curadoria, o projeto é uma realização do Centro Cultural Unimed-BH Minas em parceria com a Alves Madeira Comunicação e Produção. Desde a sua estreia, em julho de 2016, com a cantora/compositora Zélia Duncan, o projeto “Uma voz, um instrumento”, já recebeu singulares e renomados artistas da cena musical brasileira.

O projeto consolidou-se como um dos pilares da agenda cultural mineira ao propor apresentações intimistas, onde a essência da canção é despida de grandes arranjos para realçar o diálogo direto entre o intérprete e seu instrumento. Não raramente os intérpretes fazem apresentações solo, ou na companhia de um ou dois exímios músicos.

O projeto "Uma Voz, Um Instrumento" nasceu de um conceito tão simples quanto desafiador: retirar os artifícios da grande produção para revelar a alma do artista. Ao longo de uma década, o palco tornou-se um espaço sagrado de experimentação e entrega, onde o silêncio da plateia e a vibração de uma voz e um ou dois instrumentos criam uma atmosfera de comunhão rara.

Desde a sua criação, o projeto recebeu grandes nomes da música brasileira, como Zizi Possi, Mônica Salmaso, Almério, Ana Canãs, Lô Borges, Roberta Sá, Paulinho Moska, Marcelo Jeneci, Tulipa Ruiz, Xênia França, Ângela Ro Ro, João Donato, Zezé Motta, Arrigo Barnabé, Zé Renato, Zélia Duncan, Edson Cordeiro, Ângela Maria, Teresa Cristina, Ed Motta, Paulo Miklos e Zé Manoel. Sua importância reside em oferecer ao público de Belo Horizonte uma experiência de escuta qualificada e rara, valorizando a técnica e a carga emocional de cada um dos convidados.  Ao longo de dez anos, a iniciativa ajudou a democratizar o acesso a shows de alta qualidade, com o valor de ingresso sempre acessível, em um ambiente que privilegia a acústica e a proximidade com o artista.

Nesta edição de 10 anos, o projeto reafirma sua missão de resistência cultural, celebrando a longevidade de uma ideia que prioriza a qualidade técnica, a sensibilidade artística e o respeito profundo ao espectador.

Programação especial - 10 anos

23 de Abril – Quinta-Feira – 20h

Otto - Acústico

24 de Maio – Domingo – 18h

Patrícia Ahmaral convida Sergio Pererê + Pedro Morais + Marcelo Veronez

Divino Maravilhoso – As parcerias entre Caetano Veloso e Gilberto Gil

O inédito show, criado exclusivamente para o projeto, tem como recorte canções compostas em parceria por dois ícones da música brasileira: Caetano Veloso e Gilberto Gil. Será a primeira vez que se realiza um show com este específico viés. A direção musical é de Rogério Delayon, e como convidados, três respeitados cantores/compositores da cena de Belo Horizonte. A concepção, o roteiro e a direção artística do show levam a assinatura de Pedrinho Alves Madeira.

11 de Junho – Quinta-Feira – 20h

Tiê convida Vitor Santana - Amorosa e Esgotada

Criado exclusivamente para o projeto “Uma voz, um instrumento”, o show “Amorosa e Esgotada” traz no repertório músicas dos novos álbuns que a cantora lançará no segundo semestre, além de temas que a tornaram popular. O roteiro do show se completa com um bloco formado por quatro canções criadas ou gravadas por Angela Ro Ro, uma das homenageadas no projeto “Uma voz, um instrumento”. Tiê receberá em cena o compositor e cantor Vitor Santana.

23 de Julho – Quinta-Feira – 20h

Zeca Baleiro & Swami Jr Interpretam Dolores Duran

A parceria entre Zeca Baleiro e Swami Jr. é uma das mais ricas da música brasileira contemporânea, unindo a poesia afiada do maranhense ao virtuosismo do violonista paulista. Agora, os dois se reúnem para um projeto especial: reinterpretar o legado de Dolores Duran (1930–1959), uma das vozes mais marcantes do samba-canção e da bossa nova. Para a apresentação do show em Belo Horizonte, Zeca Baleiro e Swami Jr incluirão no set list músicas associadas ao repertório da cantora Ângela Maria, uma das homenageadas no projeto “Uma voz, um instrumento”.

 Otto – Projeto Uma voz, um instrumento – 10 anos

Ao celebrar dez anos, o "Uma Voz, Um Instrumento" demonstra que a economia de meios é, na verdade, uma abundância de significados. A presença de Otto e Yuri Queiroga nesta edição comemorativa sublinha o compromisso do projeto com a renovação e com o rigor artístico.

Show: “Acústico”

Data: 23 de abril (quinta-feira) 

Horário: 20 horas

Local: Centro Cultural Unimed – BH Minas (Rua da Bahia, 2244 - Lourdes, Belo Horizonte)

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia), à venda nas bilheterias do teatro e site Sympla.

Classificação: Livre

Outras informações: (31) 3516-1360

Criação, Produção e Comunicação:

Alves Madeira Comunicação e Produção

Realização:

Centro Cultural Unimed-BH Minas

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Bar do Edson & Hudson movimenta a cena musical na Grande BH

Foto: Divulgação 


 Evento no Rooftop do Shopping do Avião, no dia 17 de abril, também terá Matheus Luccato

O Bar do Edson & Hudson será um dos destaques da programação de abril do Rooftop do Shopping do Avião, em Contagem, Minas Gerais. A dupla sertaneja promete uma noite repleta de clássicos e novidades. O evento, na Avenida Babita Camargos, 1295, na Cidade Industrial, será nesta sexta-feira (17). O cantor Matheus Luccato também marcará presença com sua apresentação. Os portões abrem às 19h.

Em celebração aos 30 anos de carreira, os irmãos, conhecidos por unir o sertanejo raiz ao romantismo e influências do rock, acabam de lançar uma releitura da música “Carrie”, da banda sueca Europe. Com uma identidade única dentro da música brasileira, a dupla também é autora de sucessos como “Azul”, “Galera Coração” e “Te Quero Pra Mim”.  No show, Edson & Hudson preparou um repertório especial com hits que marcaram a trajetória artística e novidades.

A apresentação promete reunir fãs de diferentes gerações em uma experiência musical intensa, marcada pela potência vocal de Edson e pela habilidade de Hudson na guitarra, características que consagraram a dupla como uma das mais completas do país.

Setores

O evento contará com diferentes setores, como lounges e camarotes, pensados para oferecer experiências variadas ao público, desde espaços mais exclusivos até áreas com maior proximidade do palco.

Ingressos

Os ingressos estão disponíveis no site da Central dos Eventos 

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Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc em Minas, inicia em Belo Horizonte a segunda edição do TRUPI

Foto: Jader Brandão


Festival Itinerante de Artes Cênicas leva espetáculos gratuitos às ruas e, em 2026, homenageia o Grupo Galpão

O Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc em Minas, realiza a segunda edição do TRUPI – Festival Itinerante de Artes Cênicas, com programação gratuita em Belo Horizonte entre os dias 24 e 26 de abril.

A proposta é estimular a circulação de espetáculos e oficinas. Todas as apresentações acontecem em espaços abertos, reforçando a ocupação artística das ruas e o contato direto com diferentes públicos. Neste ano, o projeto presta homenagem ao Grupo Galpão.

Programação em Belo Horizonte

Sexta-feira (24)

20h – De Tempo Somos (Grupo Galpão)

Local: Praça da Assembleia (praça Carlos Chagas, s/n – Santo Agostinho)

Sábado (25)

8h – Oficina de teatro “Cena Narrativa” (Ovorini Carpintaria Cênica)

Local: Sesc Tupinambás (rua dos Tupinambás, 908 – Centro)

Inscrição gratuita: Sympla

10h – Circus Zu Show (Circus Zu)

Local: Praça da Assembleia

15h – Recriar (Camaleão Grupo de Dança)

Local: Praça da Assembleia

20h – Festa do Pijama (Grupo Oriundo)

Local: Praça da Assembleia

Domingo (26)

9h – O Felizardo (Ovorini Carpintaria Cênica)

Local: Praça da Assembleia

Segunda e primeira edições

Em 2026, os quatro grupos selecionados – Circus Zu, Camaleão Grupo de Dança, Grupo Oriundo e Ovorini Carpintaria Cênica –, além do homenageado Grupo Galpão, se apresentarão em cinco cidades mineiras, entre abril e setembro. Mais informações estão disponíveis no site do Sesc em Minas.

Na estreia, realizada em 2024/2025, o TRUPI reuniu cerca de 8.200 pessoas em Belo Horizonte, Manhuaçu, Leopoldina, Itajubá e Muzambinho, com apresentações de Cia Bando, Trampulim, 1º Ato e Mambembe Teatro de Rua. O grupo homenageado foi o Ponto de Partida.

Sobre a Fecomércio MG e o Sesc em Minas

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG) é a principal entidade representativa do setor do comércio de bens, serviços e turismo no estado, abrangendo cerca de 750 mil empresas e respondendo por mais de 50 sindicatos. Hoje sob a presidência de Nadim Donato, a Fecomércio MG atua há 87 anos como porta-voz das demandas do empresariado, buscando soluções através do diálogo com o poder público e a sociedade.

Outra importante atribuição da entidade é a administração do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em Minas Gerais. A atuação integrada das três casas fortalece a promoção de serviços que beneficiam comerciários e comerciárias, empresários e empresárias e a comunidade em geral, a partir de suas diversas unidades distribuídas pelo estado.

Há quase 80 anos, o Sesc cumpre a missão de promover o encontro das pessoas com o bem-estar e a qualidade de vida. São encontros diários com a Ação Social, a Saúde, a Educação, o Turismo, o Lazer, o Esporte e a Cultura. Fundado pela Confederação Nacional do Comércio em 13 de setembro de 1946, o Sesc em Minas é uma instituição privada mantida pela contribuição sindical do empresariado do comércio.  Em Minas Gerais, o Sesc atua em todas as regiões do estado, com 38 unidades fixas e 13 unidades móveis.

A Fecomércio MG também trabalha em estreita colaboração com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), hoje presidida por José Roberto Tadros, e atua ativamente na defesa dos interesses do setor nos âmbitos municipal, estadual e federal. Seu papel é fundamental para transformar a vida de cidadãos e cidadãs e impulsionar a economia mineira.

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Reflexão do dia

Hoje compartilhamos a homilia da comunidade Canção Nova: