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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Sistema Fecomércio MG lança Selo Sesc Minas Musical

Letícia Leal - Foto: Natália Bassi


Projeto do Sesc em Minas estreia em 2026 com dois álbuns e cinco singles de artistas de diferentes gerações e territórios do estado

O Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc em Minas, lança o Selo Sesc Minas Musical, iniciativa criada para valorizar, registrar e ampliar a visibilidade da produção fonográfica mineira. O projeto reforça a atuação da instituição como uma das principais incentivadoras da música em Minas Gerais e passa a integrar as ações voltadas ao fortalecimento da cultura e dos artistas do estado.

A primeira edição do selo reúne sete trabalhos musicais selecionados com o objetivo de representar a diversidade cultural, territorial e geracional de Minas Gerais.

A partir de Agosto de 2026, serão lançados os álbuns completos de Fabinho do Terreiro, nome relevante do samba belo-horizontino, e da banda Varanda, de Juiz de Fora, representante da nova geração do rock alternativo. Além dos discos, o projeto contempla o lançamento de singles dos artistas Guarda de Moçambique Nossa Senhora do Rosário Efigênia de Ouro Preto, Ezkiel, de Itabirito; Deh Muss, de BH; Pelos, também da capital; e Letícia Leal, de Teófilo Otoni.

Para o presidente do Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac, Nadim Donato, o projeto representa mais um passo no compromisso da instituição com a cultura mineira.

“Minas possui uma riqueza musical reconhecida nacionalmente. Com o Selo Sesc Minas Musical, queremos contribuir para que esses artistas alcancem novos públicos, fortaleçam suas trajetórias e tenham sua produção registrada para as próximas gerações. É uma iniciativa que valoriza a diversidade cultural do estado e amplia as oportunidades para os músicos mineiros”, explica Nadim.

As obras já estão disponíveis para pré-save nas principais plataformas de streaming. Mais informações podem ser acessadas em: https://mais.sescmg.com.br/selosescminas. Até o fim do mês, apresentações presenciais em Belo Horizonte irão celebrar os lançamentos e aproximar o público dos artistas participantes.

Minas é o terceiro estado a ter um Selo Sesc de música, ao lado de São Paulo e Pernambuco.

Curadoria e critérios

Os sete artistas foram selecionados por um grupo curatorial formado por Barral Lima, Bia Nogueira e Carol de Amar, profissionais com atuação destacada no mercado fonográfico e ampla conexão com a cena cultural mineira. O processo contou ainda com a participação da equipe da Gerência de Cultura do Sesc em Minas, representada por Carol Fescina, Roger Deff e Débora Silva.

A escolha dos participantes considerou critérios como multiplicidade cultural, intergeracionalidade e identidade, buscando refletir a pluralidade da música produzida em Minas Gerais.

Artistas

Fabinho do Terreiro: um dos mais importantes compositores do samba mineiro, tem músicas gravadas por nomes como Zeca Pagodinho, Neguinho da Beija-Flor, Agepê, Gracia do Salgueiro e Nelson Rufino. Apesar da extensa trajetória como compositor, este será seu primeiro álbum autoral.

Varanda: a banda de Juiz de Fora aposta em uma sonoridade que transita pelo indie pop, aliada a letras marcadas por humor e otimismo. O grupo representa a renovação do rock mineiro e a conexão com o público jovem.

Ezkiel: vencedor do Festival da Música de Itabirito 2025, o artista local combina rap, afrobeat, samba, reggae e outras influências da música negra em trabalhos que dialogam com referências regionais e contemporâneas.

Letícia Leal: violeira, cantora e compositora, desenvolve uma pesquisa musical que aproxima a viola caipira da música instrumental, do pop e da MPB. Também atua na formação e difusão cultural por meio de projetos educacionais e coletivos.

Deh Muss: cantora, compositora e produtora, suas composições unem elementos acústicos e experimentações eletrônicas em canções que abordam temas ligados ao autoconhecimento e à transformação.

Pêlos: criada em 1999 no Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte, a banda é referência do rock mineiro. Sua obra incorpora influências de soul, funk, jazz e blues, além de reforçar pautas ligadas à representatividade negra e periférica.

Guarda de Moçambique Nossa Senhora do Rosário Efigênia de Ouro Preto: grupo tradicional de Ouro Preto, preserva manifestações afro-brasileiras ligadas às festividades de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Por meio da música, da dança e dos cortejos, mantém viva uma importante expressão da cultura popular mineira.

Sobre a Fecomércio MG e o Sesc em Minas

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG) é a principal entidade representativa do setor do comércio de bens, serviços e turismo no estado, abrangendo cerca de 750 mil empresas e respondendo por mais de 50 sindicatos. Hoje sob a presidência de Nadim Donato, a Fecomércio MG atua há 87 anos como porta-voz das demandas do empresariado, buscando soluções através do diálogo com o poder público e a sociedade.

Outra importante atribuição da entidade é a administração do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em Minas Gerais. A atuação integrada das três casas fortalece a promoção de serviços que beneficiam comerciários e comerciárias, empresários e empresárias e a comunidade em geral, a partir de suas diversas unidades distribuídas pelo estado.

Há quase 80 anos, o Sesc cumpre a missão de promover o encontro das pessoas com o bem-estar e a qualidade de vida. São encontros diários com a Ação Social, a Saúde, a Educação, o Turismo, o Lazer, o Esporte e a Cultura. Fundado pela Confederação Nacional do Comércio em 13 de setembro de 1946, o Sesc em Minas é uma instituição privada mantida pela contribuição sindical do empresariado do comércio.  Em Minas Gerais, o Sesc atua em todas as regiões do estado, com 38 unidades fixas e 13 unidades móveis.

A Fecomércio MG também trabalha em estreita colaboração com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), hoje presidida por José Roberto Tadros, e atua ativamente na defesa dos interesses do setor nos âmbitos municipal, estadual e federal. Seu papel é fundamental para transformar a vida de cidadãos e cidadãs e impulsionar a economia mineira.

 

Reflexão do dia


 

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Temporada 2026 da Série de Concertos MTC tem data marcada

Foto: Divulgação 


A série de Concertos Minas Tênis Clube celebra, em 2026, sua 14ª edição. Realizado anualmente em Belo Horizonte, o projeto reafirma o compromisso do Centro Cultural Unimed-BH Minas com a democratização da música clássica, oferecendo ao público apresentações de alta qualidade, que integram grandes nomes do cenário erudito brasileiro e convidados internacionais, sempre a preços acessíveis. Sob a direção artística de Celina Szrvinsk, a temporada de 2026 destaca a riqueza da música coral. O Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas será palco de cinco concertos que compõem uma programação cuidadosa, celebrando a diversidade clássica.

A série Concertos Minas Tênis Clube abre na terça-feira (11) sua temporada com foco no Som da Juventude com a Orquestra Filarmônica Ramacrisna, que apresentará um encontro entre a ópera e a alma do folclore brasileiro. Os ingressos têm preços populares e podem ser adquiridos no site Sympla.

O repertório propõe uma viagem musical que une a música erudita europeia à riqueza afetiva do cancioneiro popular brasileiro, transformando o palco em um espaço de resgate de memórias, ludicidade e celebração cultural. O espetáculo conecta a ópera, a MPB e o folclore sob a sonoridade rica da orquestra e a expressividade de três bailarinas em cena. É uma celebração leve e democrática, que aproxima novos públicos da música instrumental e eleva as canções da nossa infância ao status de arte orquestral, mostrando que a grande arte está tanto nos teatros europeus quanto nas cirandas do Brasil.

Criada em 2005, a Orquestra Filarmônica Ramacrisna nasceu com o propósito de levar a música clássica e instrumental às crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social da comunidade de Vianópolis, em Betim. Regida pelo maestro Eliseu Barros, hoje, o grupo é formado por 50 jovens músicos e já se apresentou em alguns dos principais espaços culturais da região metropolitana de Belo Horizonte, como o CCBB, Teatro Bradesco, Cine Theatro Brasil, Palácio das Artes e Museu de Ciências Naturais da PUC Minas. Em 2024, a Orquestra viveu um momento histórico ao se apresentar ao lado de Seu Jorge, em um show beneficente que celebrou os 65 anos do Instituto Ramacrisna, no Cine Theatro Brasil para mais de mil pessoas. A Orquestra dividiu o palco com outros grandes nomes da música nacional e internacional, como Céu, Fernanda Takai, Lô Borges, Toninho Horta, Beto Guedes, Flávio Venturini, Mônica Salmaso, Joyce Moreno, além dos tenores italianos Claudio Mattioli e Massimiliano Barbolini, o tenor lírico Felipe Peletta e a violinista norte-americana Elizabeth Fayette.

PROGRAMA:

. Wolfgang Amadeus Mozart – Ária Three Ladies Trio – 1º Ato da Ópera Flauta Mágica

. Gilberto Gil – Sítio do Picapau Amarelo

. Teresinha de Jesus – Folclore tradicional

. Nesta rua mora um anjo

. O cravo brigou com a rosa

. Samba lelê

. Ciranda cirandinha

. Fonte do tororó

. Sapo cururu

. O Brasil do Folclore

. Você gosta de mim o menina

. Pela estrada afora João de Barro

. O meu boi morreu

. Atirei o pau no gato (mas ele não morreu!)

. Duetti gatti G.Rossini

. Olê mulher rendeira

. Quem te ensinou a nadar?

PROGRAMAÇÃO CONCERTOS MINAS TÊNIS CLUBE 2026

Orquestra Ramacrisna (11/8/2026)

Orquestra Opus (1/9/2026)

Coral Canarinhos de Itabirito (22/9/2026)

Coral Pequenos Cantores de Cássia (20/10/2026)

Coral Canarinhos de Petrópolis (10/11/2026)

CONCERTOS MINAS TÊNIS CLUBE 2026 – ORQUESTRA FILARMÔNICA RAMACRISNA

Data: 11/8/2026, terça-feira, às 20h30

Ingressos: R$ 40,00 (inteira)

Classificação: 10 anos

Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas - rua da Bahia, 2.244 – Lourdes, Belo Horizonte 

Vendas: Sympla ou bilheteria do Teatro

Bilheteria: (31) 3516.1360

* Após o início da apresentação perde-se o direito ao lugar marcado.

** A entrada, após o início da apresentação, só será permitida nos intervalos de aplausos.

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Centro Cultural Unimed-BH Minas

Rua da Bahia, 2.244 - Lourdes. Belo Horizonte - MG


Reflexão do dia


 

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Produtora de filmes mineira ganha 2 prêmios internacionais

Foto: Reprodução 


O ator e cineasta mineiro, Vinicius Di Castro e sua equipe de gravação estão em festa. Eles foram premiados em duas categorias no festival de cinema norte-americano "New Jersey Film Awards". Os curtas "Sentimentos de uma velha vida" e "Honra em Jogo" conquistaram os troféus de melhor drama e melhor curta-metragem internacional, respectivamente.

Os filmes foram gravados em Belo Horizonte  pela Glee Produções, administrada por Vinicius e que já teve outras produções premiadas internacionalmente, como "Um Amigo na Noite" e "Os Pedais de Pedro". 

O cinema independente mineiro chega aos poucos em vários países. Deixamos aqui nossos cumprimentos para toda a equipe!

Grace Gianoukas estreia “Dora”, comédia inédita de Thereza Falcão, no Rio de Janeiro

Foto:João Pedro Hachiya
Com direção de Gilberto Gawronski, espetáculo estreia em 7 de Agosto e apresenta uma personagem espirituosa diante das surpresas da vida

Uma das grandes referências da comédia brasileira, Grace Gianoukas protagoniza “Dora”, novo espetáculo escrito por Thereza Falcão e dirigido por Gilberto Gawronski. A montagem inédita estreia no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea, em curta temporada, de 7 a 30 de Agosto, com apresentações às sextas e aos sábados, às 18h e aos domingos, às 17h. Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro e pelo site da Eventim.

Apresentada pelo Ministério da Cultura e BB Seguros, com realização da Inova Brand, “Dora” é uma comédia sensível e bem-humorada sobre uma mulher espirituosa, cheia de certezas e com uma maneira muito particular de enxergar o mundo. Entre lembranças, relações familiares e situações inesperadas, ela percebe que a vida ainda pode guardar grandes surpresas.

Na peça, Grace encarna uma mulher que acreditava que sua história já estava escrita. Mas a vida provou que ainda faltavam alguns capítulos. Dora passou décadas cuidando dos outros. Dedicou-se à família, preservou suas histórias, assumiu responsabilidades e adiou desejos que pareciam poder esperar. Acreditava conhecer perfeitamente a mulher que havia se tornado e as razões que determinaram cada uma de suas escolhas. Até que as certezas que sustentavam sua existência começam a perder o lugar. É desse ponto de partida que a comédia se desdobra, transitando com naturalidade entre o riso e a emoção para falar sobre aquilo que todos carregamos: as escolhas que fazemos, as versões que construímos sobre nós mesmos e a possibilidade de transformar o próprio destino.

Em cena, Dora se vê diante de perguntas que evitou durante toda a vida. Ao revisitar relações familiares, amores interrompidos, promessas não cumpridas e sonhos adiados, ela percebe que o passado não é uma narrativa imutável. Cada lembrança pode esconder um novo significado, e cada verdade pode alterar profundamente a maneira como nos enxergamos.

O espetáculo toca, com delicadeza e irreverência, em temas como luto, pertencimento, culpa, envelhecimento, solidão e desejo. Espirituosa, contraditória, impaciente, afetuosa e dona de uma percepção particular sobre o mundo, a personagem vive cercada pelas presenças de uma família que já não está fisicamente ao seu lado, mas que continua influenciando seus gestos, decisões e afetos. A sua relação com a família, com os vizinhos, com o trabalho, com a tecnologia e até com a própria ideia de felicidade cria situações absurdas e reconhecíveis, de suas manias e pequenas revoltas às suas tentativas de manter tudo sob controle enquanto a vida insiste em surpreendê-la.

Dora faz o público rir enquanto propõe questionamentos que permanecem depois que as luzes do teatro se apagam: quantas escolhas fizemos para atender aos outros? Quantos sonhos chamamos de impossíveis apenas porque tivemos medo de vivê-los? E quem seríamos se, pela primeira vez, nos permitíssemos escolher livremente? Mais do que uma história sobre aquilo que ficou para trás, “Dora” é uma celebração de tudo o que ainda pode começar.

Sobre a BB Seguros

 É uma empresa de participações de capital aberto que atua nos segmentos de seguros, previdência aberta, títulos de capitalização e planos odontológicos. Com foco constante na inovação, tanto no canal do Banco do Brasil quanto em canais próprios e de parceiros, adotamos uma estratégia centrada no cliente, buscando oferecer experiências cada vez mais simples, relevantes e personalizadas. A companhia se destaca como líder de mercado em seguros rurais, previdência e capitalização. Como parte de sua estratégia para ampliar a proteção dos brasileiros, a BB Seguros dispõe do maior programa de relacionamento em proteção e futuro do Brasil: o Nível de Proteção, que reconhece como “Superprotegido” o cliente que possui quatro ou mais produtos. Quem é Superprotegido tem acesso a benefícios exclusivos, como atendimento prioritário e especializado, vantagens mensais, ingressos para eventos patrocinados, consultoria financeira e previdenciária e serviços de assistência residencial. Saiba mais sobre o programa no site BB Seguros.

Grace Gianoukas vive Dora

Premiada atriz, autora e criadora do emblemático “Terça Insana”, Grace Gianoukas é uma das grandes referências da comédia brasileira. O projeto transformou a linguagem do humor no país e revelou uma geração de talentos da cena teatral de São Paulo.

Depois da turnê nacional de “Nasci para ser Dercy” e de sua participação na novela “Êta Mundo Melhor!”, da TV Globo, Grace retorna aos palcos em um solo escrito para explorar diferentes registros de interpretação. Além da protagonista, a atriz dá corpo e voz às pessoas que atravessam suas lembranças, construindo em cena um universo de gestos, afetos e conflitos familiares.

Em “Dora”, sua precisão cômica se une a uma dimensão íntima e sensível, em uma atuação que transforma observação humana em humor e aproxima a personagem do público.

No cinema, atuou em filmes como “A Festa”, de Ugo Giorgetti, “Eu Não Conhecia Tururu”, de Florinda Bolkan, e “O Clube das Mulheres de Negócios”, de Anna Muylaert, pelo qual recebeu o Kikito de Melhor Elenco no Festival de Cinema de Gramado.

Em 2022, levou ao palco “Grace em Revista”, espetáculo comemorativo de seus 40 anos de carreira teatral, que lhe rendeu o Prêmio Prio de Humor e o Troféu Miguel Arcanjo. Sua trajetória reúne ainda o Troféu Açorianos por “O Acre Vai à Rússia”, o Prêmio Mambembe de Melhor Atriz por “O Pequeno Mago”, o Troféu Nelson Rodrigues de referência nacional no teatro e na televisão e o Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Atriz por “Grace Recebe”.

Em 2023, estreou em São Paulo “Nasci pra Ser Dercy”, espetáculo que segue em turnê pelo Brasil. Por sua atuação, Grace recebeu o Prêmio Shell, o Prêmio APCA e o Prêmio I Love Prio de Humor como Melhor Atriz.

Gilberto Gawronski | Direção

Ator, diretor e cenógrafo, Gilberto Gawronski é um dos nomes mais premiados do teatro brasileiro. Formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), construiu uma trajetória marcada pelo rigor artístico, pela valorização do texto teatral e por montagens que unem refinamento estético e investigação da condição humana. Entre seus trabalhos estão “Dama da Noite”, “Na Solidão dos Campos de Algodão”, “Medida por Medida”, “Bom Crioulo”, “Ato de Comunhão”, “À Beira do Mar Aberto” e “A Ira de Narciso”.

Vencedor de prêmios como Shell, APCA, Sharp, Mambembe, Qualidade Brasil e Açorianos, conduz em “Dora” uma encenação que equilibra humor, delicadeza e emoção, valorizando a presença da atriz e as diferentes camadas do texto.

Thereza Falcão | Texto

Dramaturga, roteirista e diretora teatral, Thereza Falcão tem mais de 30 anos de atuação no teatro, na televisão e no audiovisual. Durante mais de duas décadas, integrou o núcleo de dramaturgia da TV Globo, onde assinou como autora titular “Novo Mundo”, “Nos Tempos do Imperador” e “Elas por Elas”. Também foi coautora de “Cordel Encantado” e “Joia Rara” e colaboradora de “Avenida Brasil”

Nos palcos, é autora de “Emilinha e Marlene – As Rainhas do Rádio”, “Sonho Encantado de Cordel – O Musical”, “Festa no Arraial – O Musical” e “Dora”. Também dirigiu a comédia “A Manhã Seguinte”, de Peter Quilter, e adaptou obras como “A Mulher que Escreveu a Bíblia”, “Memórias de Adriano” e “Fim de Caso”, além de traduzir “Sra. Klein”, de Nicholas Wright.

Sinopse

“Dora” é uma comédia sensível e bem-humorada sobre uma mulher espirituosa, cheia de certezas e com uma maneira muito particular de enxergar o mundo. Entre lembranças, relações familiares e situações inesperadas, ela percebe que a vida ainda pode guardar grandes surpresas.

Espetáculo Dora

Temporada: de 7 a 30 de Agosto

Sessões: sextas e sábados, às 18h, e domingos, às 17h

Local: Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea - Rua Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: de R$ 25 a R$ 140, disponíveis na bilheteria do teatro e no site Eventim 

Gênero: comédia

Classificação: 14 anos

Duração: 60 minutos

Abertura: 30 minutos antes do início do espetáculo

Bilheteria: segunda a domingo, das 14h às 20h (até o início do evento); sem taxa de serviço

Capacidade: 400 lugares (sujeito a lotação)

Reservas pelo WhatsApp: (21) 97309-6234

Ficha técnica:

Autora: Thereza Falcão

Direção: Gilberto Gawronski

Cenógrafo: Nello Marrese

Figurinista: Rosina Lobosco

Iluminador: Vilmar Olos

Direção Musical e Trilha Sonora: Rodrigo Marçal

Vídeos: Rico Vilarouca

Visagismo: Vitor Martinez

Direção de Arte Gráfica: Mauricio Tavares

Designer Gráfico: Ramon Silva

Assessoria de Imprensa: Carlos Pinho

Fotos de Divulgação: João Pedro Hachiya

Produtor de Elenco: Felipe Ventura

Aderecista: André Wonder

Costureira: Railda Costa

Assistentes de Produção: Michele Spindola e Thaisa Azeredo

Assistente de Direção: Wesley May

Assistente de Cenografia: Avner

Coordenação de Produção: Filomena Mancuzo

Diretor de Produção: Sergio Lopes

Marketing, Comercial e Coordenador de Projeto: Mauricio Tavares

*Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!*


Reflexão do dia