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sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Tour “Simplesmente Roupa Nova” chega ao Arena Hall

Foto: Divulgação 

Banda promete uma apresentação intimista e emocionante

Donos de uma trajetória aplaudida de pé, a banda Roupa Nova traz a turnê “Simplesmente Roupa Nova”, para a capital mineira. No sábado (22), o Arena Hall (antigo BeFly Hall) recebe o espetáculo que toma os palcos do Brasil com apresentações intimistas e cheias de emoção. 

Os ingressos estão disponíveis no site Sympla e nas bilheterias do Arena Hall.

A turnê “Simplesmente Roupa Nova” além de trazer uma interação dos integrantes com o público conta com releituras de canções que fazem parte da vida dos brasileiros.

Com mais de 20 milhões de cópias vendidas, 38 discos lançados e 35 temas de novelas no currículo, Roupa Nova segue firme como um dos maiores nomes da música brasileira. Os integrantes da única banda do país em atividade com a mesma formação há 45 anos lotam shows e conquistam gerações.

Considerado um dos melhores espetáculos nacionais, o show do Roupa Nova atrai públicos diversos, reunindo fãs que acompanham o grupo desde os anos 80 até os mais jovens. Em cada apresentação, Cleberson Horsth, Ricardo Feghali, Kiko, Nando, Serginho Herval e agora Fábio Nestares, que assumiu os vocais ao lado dos integrantes após a partida de Paulinho (in memoriam), mostram a força de uma história construída com talento, carisma e grandes canções.

Quando o assunto é trilha sonora, Roupa Nova é referência. A banda é responsável por sucessos eternizados em novelas, como “A Viagem” e “Dona”, além de compor temas icônicos como o “Tema da Vitória” (que virou símbolo das vitórias de Ayrton Senna), a música do “Xou da Xuxa”, do “Vídeo Show” e o hino do “Rock in Rio”. Entre os hits mais lembrados estão também “Whisky a Go-Go”, “Volta pra Mim”, “Anjo”, “Seguindo no Trem Azul” e “Coração Pirata”.

Vencedores do Grammy Latino de Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro com o disco Roupa Nova em Londres — gravado nos estúdios Abbey Road, em 2009 —, o grupo também acumula discos de ouro e platina com álbuns como Roupa Nova 30 Anos (2010).

Ao longo da carreira, Roupa Nova coleciona parcerias com grandes nomes, como Roberto Carlos, Ivete Sangalo, Rita Lee, Sandra de Sá, Zélia Duncan, Fagner, Steve Hackett, David Coverdale, Fafá de Belém, Lulu Santos, Leandro & Leonardo, Daniel, Ney Matogrosso, Luan Santana, Maite Perroni, ANAVITÓRIA, Marcos & Belutti, Daniel, Tiago Abravanel, Melim, e muitos outros.

Em uma das performances mais marcantes, a banda emocionou o público ao usar uma holografia de Paulinho na canção “Os Corações Não São Iguais”, levando mais de 11 mil pessoas às lágrimas. Agora oficialmente como vocalista, Fábio Nestares integra o time com brilho próprio, mantendo a essência do Roupa Nova e renovando a energia da banda.

Dando início a um novo projeto, a banda lançou recentemente o EP Nossas Canções, que evidencia a identidade e a individualidade de cada integrante, que assina uma faixa do álbum.

Roupa Nova | Simplesmente Roupa Nova

Dia: 22 de agosto (sábado)

Abertura da casa: 19h | Show: 21h

Local: Arena Hall - Av. Nossa Sra. do Carmo, 230 - Savassi, Belo Horizonte / MG

Valores: 

Cadeira setor I - R$365,00 (meia) / R$730,00 (inteira)

Cadeira setor II - R$310,00 (meia) / R$620,00 (inteira)

Cadeira superior ouro - R$265 (meia) / R$530 (inteira)

cadeira superior prata - R$205,00 (meia) / R$410,00 (inteira)

Ingressos: site Sympla e nas bilheterias do Arena Hall

Realização: Ímpar Shows 

*Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!

Companhia Café com Dança apresenta o universo dos Beatles em Belo Horizonte

Foto: Divulgação 


Espetáculo, dirigido por  Welbertt Melo,  inspirado na banda de rock britânica de Liverpool, será no dia 29 de agosto, no Teatro Sesiminas. Os ingressos estão à venda no Sympla

O palco do Teatro Sesiminas, em Belo Horizonte , está pronto para receber uma verdadeira viagem musical embalada pelos ritmos da dança de salão. Um espetáculo que reúne tango, bolero, samba, zouk e lindy hop, inspirado no universo dos Beatles.

Intitulado Travessia, que remete à simbólica travessia da icônica faixa de pedestres de Abbey Road, a mais  nova apresentação da Companhia Café com Dança, criada há mais de 10 anos na capital mineira, sob a direção de Welbertt Melo, será no sábado (29), às 20h. Os ingressos estão à venda no Sympla. 

A montagem do show acompanha a jornada de um garoto que, ao assistir pela televisão  um casal dançando é transportado para um universo onde música, dança e imaginação conduzem a uma emocionante travessia de autoconhecimento, liberdade e transformação.

“Esse espetáculo é um marco para a Companhia Café com Dança. Algo muito tocante. Seja pelo sentido, pelo visual e pela história em si que vai ser contada pelo nosso corpo de bailarinos”, assegura Welbertt Melo, diretor da Companhia, bailarino e coreógrafo.  Travessia, prossegue, “é inspirada nos Beatles, mas retrata o nosso mundo, que é o mundo da dança de salão.” 

Embalada nesse ritmo, a apresentação revela uma narrativa sensível, enriquecida por projeções, iluminação cênica e uma estética que evolui do preto e branco às cores, simbolizando as mudanças de vida e a quebra de paradigmas.

O  conceito básico de Travessia, explica o diretor da Companhia Café com Dança, Welbertt Melo, é a quebra de paradigmas.  “Onde nós atravessamos o medo, a TV, o tempo, o preconceito, as barreiras, uma faixa de pedestre, enfim, o conceito básico dele é atravessar qualquer tipo de coisa. Contamos o espetáculo atravessando, uma pessoa sonhando, a TV entrando naquele universo. Vamos passar pelas faixas atravessando o palco de um lado para o outro, um homem vai dançar de salto, uma mulher vai dançar de terno, o negro sonha, começamos com um bailarino negro”, revela. 

Para o diretor Welbertt Melo, trata-se de uma oportunidade para o público se encantar com o repertório, se surpreender com as danças e, de alguma maneira, se identificar ainda mais com o que representou e representa a trajetória da banda inglesa. 

“Em suma, Travessia convida o público a refletir sobre os caminhos que percorremos, os sonhos que nos movem e a coragem necessária para atravessar desafios e construir novos horizontes.”

TRAVESSIA

Data: 29 de agosto de 2026

Horário: 20h

Local: Teatro Sesiminas – Rua: Álvares Maciel, 59 – Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG

Ingressos no Sympla 

Realização: Companhia Café com Dança

Direção: Welbertt Melo

Espetáculo "Quem Tem Medo de General?" estreia no prédio do antigo DOPS em BH

Foto: Jonata Vieira

Desenvolvida especialmente para o espaço reivindicado como Memorial de Direitos Humanos de Minas Gerais, a montagem transforma a arquitetura e a história do local em parte da dramaturgia

Um dos edifícios mais simbólicos da história recente de Belo Horizonte integra a narrativa do espetáculo "Quem Tem Medo de General?", da Cia. TeAto do Amanhã, que estreia nesta sexta-feira (14), às 19h. Desenvolvida especialmente para o antigo prédio do DOPS e do DOI-CODI, a montagem conduz o público por antigos corredores, celas, salas administrativas e outros ambientes do imóvel, em um percurso que articula teatro, ficção e acontecimentos históricos. A temporada segue até o dia 23 de Agosto e faz parte da programação de 10 anos da companhia.

Em formato site-specific, a montagem foi criada a partir das características arquitetônicas e da história do local. Ao longo da apresentação, o público acompanha as cenas enquanto se desloca pelos diferentes ambientes, que deixam de ser apenas cenário e passam a integrar a linguagem do espetáculo. "Ao ocupar esse edifício com o teatro, buscamos transformar um espaço marcado pela violência de Estado em um lugar de encontro, reflexão e escuta. A memória deixa de ser apenas um registro do passado e passa a ser uma experiência compartilhada, construída coletivamente entre artistas, espectadores e o próprio espaço", afirma o diretor Jonata Vieira.

A dramaturgia entrelaça ficção e acontecimentos históricos por meio de personagens que conduzem o espectador por diversas camadas da história do lugar. Ao longo do percurso, passado e presente se cruzam para provocar reflexões sobre democracia, direitos humanos e os mecanismos de violência institucional que marcaram o país.

Durante a ditadura militar, o prédio abrigou o Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) e o Destacamento de Operações de Informações, Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI), órgãos ligados à repressão política durante o regime militar. Atualmente, o imóvel é reivindicado pelo Ministério Público Federal e por movimentos sociais para sediar o Memorial de Direitos Humanos de Minas Gerais.

"O espetáculo propõe um novo olhar para as ruínas desse lugar. Ao acompanhar os personagens, o público testemunha o passado e é convidado a imaginar outros futuros possíveis", destaca Jonata.

A relação com o edifício também se estende ao debate sobre sua destinação. A proposta do espetáculo é abrir ao público um local historicamente inacessível e criar, por meio do teatro, outras possibilidades de relação com esse patrimônio e com as histórias que ele carrega.

"Quem Tem Medo de General?" integra as comemorações dos 10 anos da Cia. TeAto do Amanhã, sediada em Belo Horizonte e reconhecida como Ponto de Cultura pela Prefeitura de Belo Horizonte desde 2023. Ao longo de sua trajetória, o grupo desenvolve trabalhos que aproximam teatro, território e questões sociais contemporâneas.

Ficha Técnica

Elenco: André Menezes, Ariana Custódio, Carmen Marçal, Hyu e Tom Magalhães

Direção, dramaturgia e design: Jonata Vieira

Figurino: Ana Pi Videira

Contra-regragem: Pedro Habara

Social Media: Luigi Rosa

Proposta de Luz: Jonata Vieira e Ana Pi Videira

Montagem de luz e elétrica: André Menezes

Produção: TeAto do Amanhã e elenco

Parceria: Ocupação Memorial dos Direitos Humanos MG

Espetáculo: Quem Tem Medo de General?

Estreia: 14 de Agosto

Temporada: 15, 16, 21, 22 e 23 de agosto

Horários: sextas e sábados: 19h | domingos: 18h

Local: Memorial dos Direitos Humanos de Minas Gerais (Av. Afonso Pena, 2351, Centro, Belo Horizonte)

Duração: 70 minutos

Classificação: 16 anos

Ingressos:  a partir de R$ 15, disponíveis pela Sympla

Mais informações:

Instagram: teatodoamanha

*Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!


Reflexão do dia


 

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc em Minas, realiza encontro estadual do Sesc +60

Foto: Eduardo Galetto


Evento reúne cerca de 1.250 pessoas idosas, de 22 unidades do estado, em quatro dias de atividades voltadas ao envelhecimento saudável

O Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc em Minas, realiza entre os dias 18 e 21 de Agosto, no Sesc Venda Nova, em Belo Horizonte, o Festejo 2026, um encontro Estadual do Programa Sesc +60. O evento reunirá cerca de 1.250 pessoas idosas, integrantes dos grupos de convivência de 22 unidades da instituição em Minas Gerais, em uma programação gratuita composta por atividades culturais, esportivas, recreativas e de lazer voltadas ao envelhecimento saudável.

A iniciativa promove o intercâmbio estadual entre os grupos do Sesc +60, uma tradição que proporciona o encontro entre participantes de diferentes regiões mineiras. Durante os quatro dias de programação, o público poderá compartilhar vivências, ampliar suas redes de relacionamento e participar de experiências que valorizam a convivência, o bem-estar e a participação social. Para isso, estão previstas oficinas de palhaçaria, dança, kokedama, mosaico e traumatrópio, além de jogos eletrônicos, minigolfe, boliche adaptado, baile temático e show de encerramento com o artista Sidney Magal.

Voltado a homens e mulheres com 60 anos ou mais, o Sesc +60 desenvolve ações permanentes que estimulam a cidadania, a autonomia e o protagonismo da pessoa idosa. Durante o Festejo, esses princípios estarão refletidos em atividades que incentivam uma maturidade ativa, além de promover reflexões sobre o combate aos preconceitos relacionados à idade.

Participam desta edição representantes das unidades do Sesc em Almenara, Araxá, Cataguases, Contagem, Floresta (BH), Governador Valadares, Juiz de Fora, Lavras, Montes Claros, Paracatu, Patos de Minas, Poços de Caldas, Santa Luzia, Santa Quitéria (BH), Santos Dumont, São Lourenço, Sete Lagoas, Tupinambás (BH), Uberaba, Uberlândia, Varginha e Venda Nova (BH).

Ao reunir participantes de diferentes municípios, o Festejo 2026 reforça o compromisso do Sistema Fecomércio MG com iniciativas que ampliam as oportunidades de participação das pessoas idosas na vida comunitária, incentivam hábitos saudáveis e contribuem para uma sociedade mais inclusiva e preparada para o envelhecimento da população.

Sobre a Fecomércio MG e o Sesc em Minas

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG) é a principal entidade representativa do setor do comércio de bens, serviços e turismo no estado, abrangendo cerca de 750 mil empresas e respondendo por mais de 50 sindicatos. Hoje sob a presidência de Nadim Donato, a Fecomércio MG atua há 87 anos como porta-voz das demandas do empresariado, buscando soluções através do diálogo com o poder público e a sociedade.

Outra importante atribuição da entidade é a administração do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em Minas Gerais. A atuação integrada das três casas fortalece a promoção de serviços que beneficiam comerciários e comerciárias, empresários e empresárias e a comunidade em geral, a partir de suas diversas unidades distribuídas pelo estado.

Há quase 80 anos, o Sesc cumpre a missão de promover o encontro das pessoas com o bem-estar e a qualidade de vida. São encontros diários com a Ação Social, a Saúde, a Educação, o Turismo, o Lazer, o Esporte e a Cultura. Fundado pela Confederação Nacional do Comércio em 13 de setembro de 1946, o Sesc em Minas é uma instituição privada mantida pela contribuição sindical do empresariado do comércio.  Em Minas Gerais, o Sesc atua em todas as regiões do estado, com 38 unidades fixas e 13 unidades móveis.

A Fecomércio MG também trabalha em estreita colaboração com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), hoje presidida por José Roberto Tadros, e atua ativamente na defesa dos interesses do setor nos âmbitos municipal, estadual e federal. Seu papel é fundamental para transformar a vida de cidadãos e cidadãs e impulsionar a economia mineira.

Festejo 2026 - Encontro Estadual do Sesc +60

Data: 18 a 21 de agosto de 2026

Local: Sesc Venda Nova (rua Maria Borboleta, s/n – Novo Letícia)

Público: Pessoas idosas cadastradas no Programa Sesc +60 das 22 unidades participantes

Participação: Gratuita


Manacá da Serra lança o álbum ‘Deja Vu’

Som do forró se destaca na musicalidade do grupo

déjà-vu (s.m.)

[deʒa ˈvy]

Psicol. Aquilo que dá a impressão de já ter sido visto; paramnésia

ETIMOLOGIA fr. (francês)

"Deja Vu" tem seu nome extraído da primeira de 9 faixas que compõem o álbum homônimo, que já está nas plataformas digitais. Nasce de uma mistura de emoções, que entrelaça um pseudo sonho,  desejo de um déjà vu, com um real sentimento  em relação à música, ao forró, que embala momentos mágicos, que está sempre presente no inconsciente do público, que relampeja como um déjà vu em nossas memórias, de momentos já vividos e que ainda virão. Um déjà vu real, de música, arte e momentos inesquecíveis.

São 8 faixas autorais, sendo 6 inéditas e 2 regravações, além de mais 1 faixa de autoria de um grande parceiro da história musical do Manacá da Serra. O álbum foi gravado em uma conexão nova para o grupo, desbravando caminhos na parceria com o produtor Gustavo Marques, inaugurando essa conexão entre Belo Horizonte, cidade de origem do Manacá da Serra e Sorocaba, base do produtor do álbum. As gravações aconteceram nessa ponte entre MG e SP e o álbum tem  a coprodução e direção artística de Theo Lustosa.

“Deja Vu” conta com participações de ídolos do Manacá da Serra e parceiros, que carregam a música e a arte com muita energia e vigor, que acreditam como nós acreditamos na força desses elementos fundamentais. Entre as participações especiais estão: Banda de Pau e Corda, Janayna Pereira, Fran Nóbrega e Dominguinhos. A participação de Dominguinhos tem o sentido de uma homenagem do Manacá da Serra ao saudoso mestre.

Faixa a Faixa:

1-        Dejà Vu Desejo (Theo Lustosa / Paulinho Motta) -  Nasce de uma mistura de emoções, que entrelaça um pseudo sonho, um desejo de um dejà vu, com um real sentimento de dejà vu em relação à música, ao forró, que encanta e embala momentos mágicos, que está sempre presente no inconsciente do público, que relampeja como um dejà vu em nossas memórias, de momentos já vividos e que ainda virão, mas um dejà vu real, de música, arte e momentos inesquecíveis.

2-        Quando Vem (Theo Lustosa / Paulinho Motta) – Esta canção traz muito da verdade do Manacá da Serra, na essência de sua referência na música mineira e na música do Nordeste. A canção diz muito também da vivência pessoal de Bárbara, Theo e Dil. Faixa que fecha este álbum preparado com muito carinho, com a participação de Fran Nóbrega, jovem cantora e instrumentista, muito ativa na cena do forró em São Paulo.

3-        Coisa de Maria, Coisa de José (Theo Lustosa / Paulinho Motta) - esta faixa evidencia a conexão entre Minas e o Nordeste que o Manacá da Serra propõe em seu trabalho. Para celebrar esta interação, a faixa conta com uma participação que é uma referência da música nordestina, o grupo pernambucano “Banda de Pau e Corda”, que tem Sérgio Andrade em uma bela interpretação da canção. Além da Banda de Pau e Corda, a faixa tem a participação do também pernambucano Renato Bandeira, em uma viola inspirada, com a alma do Nordeste.

4-        Vagalumes (Affonsinho Heliodoro) - este é um "forrozinho" bem ao estilo do Manacá da Serra, um belo convite para uma dança aconchegada ou simplesmente para ouvir despretensiosamente curtindo o momento. Suave canção, com um toque que descreve a vida que sonhamos, singela e cheia de amor. Participação especialíssima de Janayna Pereira, uma das protagonistas do forró contemporâneo, dividindo a interpretação vocal com Bárbara.

5-        Cartas de Amor (Theo Lustosa / Everton Coroné) – Esta é aquela faixa que abrimos nossos corações. O que seria da música popular sem clichês? Uma boa reflexão sobre caminhos e diferenças entre o popular e o popularesco, declarações de amor, o cotidiano, e o lugar eterno do clichê verdadeiro e de coração.

6-        Menino Angola (Theo Lustosa / Paulinho Motta) – Acreditamos que podemos classificar esta canção como um jovem clássico do forró, com presença frequente nos salões de dança, considerando ainda que já foi gravada por Dominguinhos em um dueto com Zeca Baleiro. Manacá da Serra coloca sua assinatura nesta faixa, com participação do mestre Dominguinhos dividindo o canto com Bárbara em momentos especiais da canção.

7-        Lilith (Theo Lustosa / Paulinho Motta) – Quem frequenta ou visitou em algum momento Dunas de Itaúnas no estado do Espírito Santo provavelmente já ouviu esta canção pela vila, que se tornou uma das queridinhas do público apaixonado pelo forró. Manacá da Serra já gravou Lilith em outros álbuns do grupo, mas acreditamos que ela sempre merece mais uma versão, mais um ponto de vista, à exemplo de grandes clássicos. E é pensando nisso que lançamos aqui em Dejà Vu esta releitura da canção.

8-        Cadê Neném (Theo Lustosa) – única faixa instrumental do álbum. A canção é uma homenagem ao filho de Bárbara Barcellos e Theo Lustosa, o “neném” referenciado na canção, lembrando momentos de quando era ainda bebê. Este é um instrumental mais ligado ao ritmo, à dança, ao sentimento, desprendido da complexidade técnica e da classificação de “música instrumental” associada ao jazz. É um instrumental bem à moda brasileira, ligado ao cancioneiro da música popular e à valorização do ritmo. Participação especial de Jorge Continentino no pife.

9-        Festejo Latino-América (Theo Lustosa / Paulinho Motta / Everton Coroné) – Manacá da Serra tenta ilustrar nesta canção toda a conectividade que existe na musicalidade e cultura afro-latina. Características comuns que mostram ligações entre a música regional de cada micro região, desde o interior de Minas Gerais, congados, catiras, marujadas, caminhando para ritmos regionais nordestinos e caminhando para ritmos tradicionais da região do Caribe e América Central.

“Deja Vu" vai partindo, com um sentimento gostoso, esperançoso de que este trabalho toque de alguma forma o ouvinte, seja ela qual for. O Manacá da Serra agradece. 

Reflexão do dia