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terça-feira, 9 de junho de 2026

Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc em Minas, promove 5ª edição do Cenário de Rua

Foto: Eduardo Galetto

Evento no Sesc Cenário reúne dança, workshops e batalhas gratuitas com premiação em dinheiro no sábado (20)

O Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc em Minas, realiza a 5ª edição do Festival Cenário de Rua, no Sesc Cenário (rua Viana do Castelo, 679 – São Francisco), no sábado (20), das 8h às 19h. O encontro vai reunir diversão, celebração e aprendizado.

A programação inclui workshops, batalhas, desafios, premiações e DJ, promovendo a troca entre artistas e público. Tudo isso em um espaço preparado para acolher a dança em suas múltiplas possibilidades e expressões.

A novidade desta edição é a Batalha All Styles Feminina, em formato individual. Além dela, haverá também uma Batalha de Hip-Hop em dupla. As duas competições contarão com premiação em dinheiro para o primeiro e o segundo lugares e serão destinadas a participantes com 18 anos ou mais.

O evento é gratuito e aberto ao público, mas as vagas para os workshops são limitadas e preenchidas por ordem de chegada. Para participar das batalhas, é necessário fazer inscrição prévia.

Programação completa

8h: Início das inscrições para workshops gratuitos (sujeito a lotação)

9h: Workshop de Hip-Hop Dance, com Gina Luiza

9h: Workshop de Dancehall, com Ianca Santos

10h: Workshop de House Dance, com Simone Vieira

11h: Workshop de Hip-Hop Dance, com Breno Willian

13h: Workshop de Locking, com Eduardo Sô

11h às 13h30: Inscrições para as batalhas (confirmação da pré-inscrição)

14h30: Seletivas para a Batalha All Styles Feminina

14h45: Seletivas para a Batalha Hip Hop Dance em Dupla

Link para pré-inscrição

15h: Início das batalhas

17h30: Apresentações artísticas: Cia Xadrez Dance e Junior Santos

18h: Apresentação da banca julgadora

18h20: Finais e premiação

Sobre a Fecomércio MG e o Sesc em Minas

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG) é a principal entidade representativa do setor do comércio de bens, serviços e turismo no estado, abrangendo cerca de 750 mil empresas e respondendo por mais de 50 sindicatos. Hoje sob a presidência de Nadim Donato, a Fecomércio MG atua há 87 anos como porta-voz das demandas do empresariado, buscando soluções através do diálogo com o poder público e a sociedade.

Outra importante atribuição da entidade é a administração do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em Minas Gerais. A atuação integrada das três casas fortalece a promoção de serviços que beneficiam comerciários e comerciárias, empresários e empresárias e a comunidade em geral, a partir de suas diversas unidades distribuídas pelo estado.

Há quase 80 anos, o Sesc cumpre a missão de promover o encontro das pessoas com o bem-estar e a qualidade de vida. São encontros diários com a Ação Social, a Saúde, a Educação, o Turismo, o Lazer, o Esporte e a Cultura. Fundado pela Confederação Nacional do Comércio em 13 de setembro de 1946, o Sesc em Minas é uma instituição privada mantida pela contribuição sindical do empresariado do comércio.  Em Minas Gerais, o Sesc atua em todas as regiões do estado, com 38 unidades fixas e 13 unidades móveis.

A Fecomércio MG também trabalha em estreita colaboração com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), hoje presidida por José Roberto Tadros, e atua ativamente na defesa dos interesses do setor nos âmbitos municipal, estadual e federal. Seu papel é fundamental para transformar a vida de cidadãos e cidadãs e impulsionar a economia mineira.

 Cenário de Rua | 5ª Edição

Data: 20 de junho (sábado)

Horário: 8h às 19h

Local: Sesc Cenário (rua Viana do Castelo, 679 – bairro São Francisco, Belo Horizonte)

Evento gratuito – sem necessidade de ingresso – sujeito a lotação

Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!

Barão Vermelho promete emocionar o público com reencontro nos palcos

Foto: Divulgação 


O Barão Vermelho é uma das bandas mais icônicas da história do rock brasileiro. Desde o início dos anos 80, o grupo construiu uma trajetória marcada por intensidade, liberdade criativa e canções que atravessaram gerações, ajudando a definir a linguagem do rock feito no Brasil. Com versos diretos, emoção à flor da pele e uma sonoridade que uniu blues, punk e música brasileira, o Barão transformou sentimentos coletivos em hinos como Todo Amor Que Houver Nessa Vida, Pro Dia Nascer Feliz, Maior Abandonado, Puro Êxtase e Codinome Beija-Flor, mantendo sua relevância artística ao longo das décadas. 

Agora, esse legado ganha um novo capítulo com a turnê "Barão Vermelho Encontro", reunindo a formação original com Dé, Frejat, Guto Goffi, Maurício Barros e participações especiais de Ney Matogrosso e Fernando Magalhães na guitarra. Um encontro épico que celebra a força viva da banda no presente, levando aos palcos pelo Brasil afora. Os próximos shows acontecem (27/06 - Auditório Araújo Vianna) em Porto Alegre, (08/08 - Arena Opus) em Floriannópolis, (29/08 - Igloo Super Hall) em Curitiba e (26/09 - BeFly Hall) Belo Horizonte. Um espetáculo que reafirma o Barão como parte essencial da memória da música brasileira.

A turnê, que tem produção nacional da 30e, empresa responsável por grandes eventos no Brasil, promete emocionar o público por onde passa. Os ingressos estão à venda pelo site Eventim. Vale muito a pena prestigiar.

BELO HORIZONTE

Data : 26/09/2026

Horário: 21h

Abertura dos Portões: 19h30

Local: BEFLY HALL

Endereço: Av. Nossa Sra. do Carmo, 230 - Belo Horizonte/ MG

Classificação etária : Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.

CADEIRA SUPERIOR PRATA L1 R$127,50 (meia) | R$140,25 (social) | R$216,75 (cliente Itaú) | R$255,00 (inteira)

CADEIRA SUPERIOR PRATA L2 R$157,50 (meia) | R$173,25 (social) | R$267,75 (cliente Itaú) | R$315,00 (inteira)

CADEIRA SUPERIOR OURO L1 R$157,50 (meia) | R$173,25 (social) | R$267,75 (cliente Itaú) | R$315,00 (inteira)

CADEIRA SUPERIOR OURO L2 R$177,50 (meia) | R$195,25 (social) | R$301,75 (cliente Itaú) | R$355,00 (inteira)

PISTA ITAÚ PERSONNALITÉ L1 R$197,50 (meia) | R$217,25 (social) | R$335,75 (cliente Itaú) | R$395,00 (inteira)

PISTA ITAÚ PERSONNALITÉ L2 R$227,50 (meia) | R$250,25 (social) | R$386,75 (cliente Itaú) | R$455,00 (inteira)

PISTA ITAÚ PERSONNALITÉ L3 R$267,50 (meia) | R$294,25 (social) | R$454,75 (cliente Itaú) | R$535,00 (inteira)

*Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!*

Gustavo Spínola faz show de lançamento do álbum “Do Acaso ao Cais”

Foto: José de Holanda 
Apresentação única acontece no Teatro Oficina do Estudante Iguatemi, em Campinas

Após apresentar o projeto em dois EPs, Gustavo Spínola lança o álbum completo “Do Acaso ao Cais”, reunindo nove faixas que consolidam seu quarto trabalho autoral. O show de lançamento será nesta quinta-feira (11), no Teatro Oficina do Estudante Iguatemi, em Campinas, São Paulo.

Com produção musical assinada pelo próprio artista, o disco foi concebido como uma travessia: começa no acaso e encontra seu porto ao longo das canções. Cada faixa nasce de encontros — alguns inesperados, outros cultivados ao longo do tempo — que se transformam em vínculo, memória e permanência.

Intencionalmente, o álbum se abre e se encerra com a presença de Ivan Lins, criando um arco conceitual que sustenta o eixo do projeto. A faixa de abertura, “Voa”, dueto de Gustavo e Ivan, representa o impulso inicial, o movimento. Já o encerramento se dá com “Guarde nos Olhos”, composição de Ivan Lins e Vitor Martins, reafirmando a essência do álbum: encontros que permanecem guardados no coração.

"Eu fiquei impressionado com esse jovem músico e compositor. Trabalho elaborado e intrigante", fala Ivan Lins

Ao longo do repertório, o projeto reúne parcerias e interpretações compartilhadas que fortalecem essa narrativa. Entre elas estão Verônica Ferriani, em “Vida Coração”; Rafa Mariano, em “Hoje Não”; e a parceria com Celso Viáfora, ampliando o diálogo artístico que sustenta o disco.

As três faixas que completam o álbum aprofundam essa jornada iniciada nos EPs, dando unidade definitiva ao conceito. Mais do que uma reunião de canções, Do Acaso ao Cais é um álbum sobre maturidade, afeto e escolha — sobre reconhecer que alguns encontros deixam de ser acaso para se tornarem cais.

O lançamento do álbum completo acontece na quinta-feira (18), como um registro sensível e autoral de caminhos que se cruzam para permanecer.

Depoimentos sobre Gustavo Spinola:

"As músicas são leves, tem uma relação com a terra. São de uma brasilidade muito grande. É um trabalho super bem feito”, comenta Guinga.

"Gustavo canta com o coração”, exclama Rosa Passos

“Ouvir o Gustavo e seu disco “Do Acaso ao Cais” é um alento em todos os sentidos!

Sua voz doce nos abraça e convida a entrar em seu mundo e a cada canção nos sentimos sempre muito bem recebidos, acarinhados pelo som bem cuidado, por arranjos bem pensados e executados e, mais que tudo, letras que tratam nossa língua portuguesa com tanto carinho.

Tive a sorte de ser recebido pelo Gustavo em sua casa, por ele e sua família e depois de ouvir seu álbum tudo faz sentido, pois tudo é um ato contínuo, uma extensão um do outro, sua vida e sua música. Sua forma de ver a vida e dividir com quem está ao seu redor está impresso na sua música nitidamente! Daí vem tamanha verdade!

Gustavo é um empreendedor da música que a trata bem, com respeito e amor! A música não iria deixá-lo na mão…

“Do Acaso ao Cais” é MPB na sua mais pura essência”, declara Pedro Mariano

 SHOW

Do Acaso Ao Cais

Dia 11/06, quinta-feira 

Horário: 20h

Teatro Oficina do Estudante Iguatemi

Av. Iguatemi, 777, Vila Brandina, Campinas - São Paulo

Ingressos de R$ 50,00 a R$ 100,00, à venda no local 

Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!

Reflexão do dia


 

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Muca faz show de lançamento do álbum “Beleza”

Foto: Divulgação 


Movido pelo desejo profundo de revisitar suas raízes e herança brasileira após dezesseis anos vivendo no Reino Unido, o músico e produtor musical Muca une forças com Roberto Menescal, no álbum Muca & Roberto Menescal: Beleza. O show de lançamento acontece nesta quinta-feira (11), no Beco das Garrafas, no Rio de Janeiro, com participação de Menescal e Mirella Costa.

Ele concebeu o álbum como um retorno pessoal e uma reimaginação cultural. Como produtor, guitarrista e compositor, Muca molda a identidade sonora do disco, convidando a tradição e a modernidade para um diálogo próximo. A colaboração representa um encontro raro e simbólico entre gerações, unindo mais de seis décadas da história musical brasileira.

Um percurso que vai da introspecção suave, com inspiração folk, a melodias ensolaradas e ritmos influenciados pela bossa e música brasileira inspirado pelas memórias do tio tocando cavaquinho em uma roda de samba, Muca canalizou esse espírito colaborativo para um vasto elenco de músicos, letristas e doze artistas mulheres que cantam e dão almas as canções, dividido entre um lado em português e outro em inglês.

O álbum apresenta 12 cantoras diferentes, sendo 6 cantando em inglês e 6 em português, estabelecendo uma ponte incrível entre culturas e sonoridades. Muca e Menescal escolheram a dedo doze intérpretes de várias partes do mundo, cada uma trazendo uma voz e sensibilidade distintas para a música. Entre as artistas convidadas estão Liana Flores, anaiis, Josyara, Fabiana Cozza, Sofia Grant, Sarah, Mirella Costa, Ilessi, Alice SK, Heidi Vogel, Joia Luz e Amanda Maria, cujas performances adicionam profundidade, textura e caráter a todo o registro.

Caleidoscópio Global

A narrativa não é uma história linear; ela é radial. O que une essas 12 vozes distintas é a estética de produção moderna de Muca combinada ao lendário DNA harmônico de Menescal.

Ter 12 cantoras é uma escolha deliberada para mostrar que a harmonia — tanto musical quanto social — só é possível através da coexistência de diferentes tons. Cada intérprete representa uma faceta diferente de beleza, melancolia, euforia, reflexão e sedução. É um coro global construído sobre os alicerces da música Brasileira e Bossa Nova.

O processo de gravação reflete a natureza global do projeto. As faixas foram gravadas entre o Reino Unido, Rio de Janeiro e São Paulo, adotando uma abordagem moderna e sem fronteiras para a criação musical. Esse movimento entre cidades e estúdios infundiu as canções com um caráter internacional orgânico, onde a geografia se torna parte da identidade sonora. O resultado é uma gravação moldada não por um único lugar, mas pelo intercâmbio entre culturas, espaços e ambientes criativos.

Refletindo sobre como o projeto começou, Menescal diz: “Quando Muca me ligou e me convidou para fazer parte deste projeto, fiquei muito animado. Primeiro porque já tínhamos trabalhado juntos e eu gosto das suas músicas e produção. Segundo, porque projetos assim permitem aprender algo novo e trazer novas idéias e pessoas. Eu me diverti muito trabalhando neste disco, e foi maravilhoso poder participar e oferecer orientação ao longo do caminho”.

Muca diz: “Este é, de longe, o projeto musical mais ousado que fiz. Há uma sensação especial em revisitar minhas raízes brasileiras através da música. Eu queria explorar cores, sons e influências diretas, mas também não queria fazer um álbum que pudesse ter sido feito há 50 anos. Quis abraçar novas técnicas de produção e novas formas de abordar composição e canção. Além disso, toda a influência musical que recebi desde que me mudei para Londres teve um impacto enorme. Colaborar com tantas pessoas talentosas foi um verdadeiro presente. Passar alguns dias no estúdio no Rio com o Menescal foi uma lição de vida — o conhecimento e as contribuições dele foram incrivelmente inspiradores. Trabalhar com letristas, cantoras e músicos tão talentosos faz parecer que criamos algo que vai ressoar por muitos anos”.

Entre as principais artistas estão a artista franco-senegalesa de R&B anaiis, aclamada após o álbum Devotion The Black Divine (2025), e a revelação indie-bossa Liana Flores, conhecida pelo hit viral Rises To The Moon e atualmente contratada pela Verve Records.

Gravado entre Londres, Rio de Janeiro e São Paulo, o nome do álbum, Beleza, ressignifica a palavra coloquial, como “tudo certo” se torna a narrativa central do disco: escolher a alegria, positividade e irradiar boa energia mesmo quando o mundo parece caótico e polarizado.

Mantendo vivo o significado literal de bossa nova, a atitude de Menescal de continuar aprendendo, tocando e gravando música nova traduz sua forma de inverter a saudade, desejando sempre o que está por vir.

“Eu tenho saudades do novo, e acredito que conseguimos exatamente isso com este álbum".

Muca ouviu sobre Menescal pela primeira vez ainda adolescente, e o conheceu pessoalmente no fim de 2019, após vê-lo tocar em Londres. Impressionado com sua musicalidade e abertura em conhecer gente e trabalhos novos, mantiveram contato e logo colaboraram nos singles Until We Meet Again e Like This Before, que receberam apoio de Jamie Cullum, da BBC Radio e Track Of the Week Jazz FM.

Inspirado por ritmos, Muca começou trabalhando com o baterista e produtor Bruno Buarque e o finger drummer Pancho Trackman para criar bases rítmicas e samples presentes em Beleza.

Usando suas MPCs a drum machines, Muca viu no ritmo e influências do LoFi, umas das

formas de buscar uma sonoridade diferente. Após desenvolver ideias musicais com Menescal e se inspirar em nomes como Jorge Ben Jor e Tim Maia, Muca convidou César Lacerda, L.A. Salami, Alice SK e Joshua O’Connor para escrever letras em suas composições, voltando a uma época diferente da atual, a self-made person, onde se espera que o artista faça de tudo,e segundo Muca, muitas vezes perdendo oportunidades incríveis de se fazer um trabalho musical único.

O primeiro single, Playing On The Loose Fields, com anaiis, é etéreo e espaçoso, dando respiro ao violão de Menescal, flautas e guitarras mágicas. A canção reflete sobre retornar a um momento ou lugar de ternura e liberdade.

Versos Singelos, com Mirella Costa, cria uma ponte entre épocas ao fazer referências diretas a clássicos como “Vivo Sonhando” e “Meditação”, do álbum O Amor, O Sorriso, A Flor.

Ladeira, com Josyara, mergulha em uma jornada rítmica e percussiva inspirada na mitologia da orixá Obá, conectando ancestralidade e vida contemporânea.

Sahra participa em Every Little Thing, enquanto Sofia Grant brilha em Blue Rain. Liana Flores encanta em Midnight Lullaby, unindo bossa, indie e folk. Fabiana Cozza traz a força do samba em Todo Samba, celebrando o gênero como cura e celebração comunitária. A Beleza de Ser enaltece uma personagem típica do Rio de Janeiro, uma “filha de Jorge”, em referência ao sincretismo afro-brasileiro que associa Ogum a São Jorge.

“Beleza” transcende a estética: funciona como adjetivo, substantivo e interjeição carregada de alma. Hoje, a palavra impulsiona uma retomada identitária nas comunidades marginalizadas do Brasil — negras, LGBTQIAP+ e mulheres — transformando antigos estigmas em orgulho ancestral e celebrando as “Outras Belezas” das periferias.

O álbum expande os limites da bossa nova clássica, trazendo para o centro corpos e histórias antes deixados à sombra. Suas camadas de produção honram a sutileza rítmica da bossa nova e a emoção do soul, folk e MPB, criando uma ponte entre passado e presente da cultura brasileira.

Muca resume: “Beleza é um coro global, construído sobre a base da bossa nova e da música brasileira”.

BIOGRAFIA

ROBERTO MENESCAL — UM BREVE HISTÓRICO

Começou no violão ainda adolescente, integrando o grupo de pioneiros da bossa nova que se reunia na casa de Nara Leão, em Copacabana. Participou do histórico concerto no Carnegie Hall em 1962. Entre suas composições mais conhecidas estão O Barquinho e Nós e o Mar. Recentemente, co-produziu um álbum com Luísa Sonza e Toquinho que liderou as paradas brasileiras.

MUCA — UM BREVE HISTÓRICO

Iniciou no violão aos 12 anos e foi aprendendo guitarra e violão clássico. Formou-se em gravação e produção no Estúdio Vibe. Em Londres, trabalhou no lendário SARM East Studios antes de abrir seu próprio estúdio, The Secret Warehouse of Sound. Como artista lançou seu álbum Blue Moon Bossa em 2025, além de vários singles em colaborações com artistas e seu projeto de LoFi Lo Gourillas. Entre seus trabalhos como produtor e engenheiro estão colaborações com Los Bitchos, L.A. Salami, Anoushka Shankar, Alice SK, Randolph Matthews, Declan Welsh, The Decadent West, The Dead Pirates, Iggor Cavalera e Tiger Finkel.

LANÇAMENTO ALBUM “BELEZA”

DIA 11/06 (QUINTA-FEIRA)

HORARIO: 21H

BECO DA GARRAFAS, Rio de Janeiro 

VALOR: R$70,00

Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!

Vagnér Santo narra travessia de bicicleta por praias do Nordeste brasileiro em um percurso de 1.010 km

Foto: David Papas


Lançamento de “Minhas pernas de biker”, será no dia 9 de junho, às 19h, no Restaurante Taboca, em BH

Uma viagem de bicicleta entre praias selvagens, falésias, travessias de barco e encontros humanos pelo Nordeste brasileiro se transformou em literatura. Essa experiência inspirou o livro “Minhas pernas de biker” (Inmensa Editorial) que será lançado nesta terça-feira (9), às 19h, no Restaurante Taboca, na rua Goiás 14, Centro, em Belo Horizonte. A obra reúne relatos, memórias e fotografias de uma expedição realizada entre Natal (RN) e Aracaju (SE), percorrida de bicicleta ao longo do litoral nordestino.

Além do lançamento da obra, o autor também participará de uma sessão de autógrafos no sábado (13), das 16h às 17h, durante o Festival Literário Internacional de Minas Gerais (FliMinas), no estande da Literíssima/Inmensa Editorial, no Expominas, localizado na Avenida Amazonas, 6200, bairro Gameleira, em Belo Horizonte.

O livro é de autoria do biólogo, odontólogo e professor acadêmico mineiro Vagnér Santo, também integrante da Academia de Letras do Vale do Jequitinhonha, que decidiu transformar em narrativa uma experiência vivida em 2011 ao lado de dois colegas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Márcio, professor da Escola de Farmácia, e Evandro, professor da Faculdade de Odontologia. Ao longo de 20 dias, o trio percorreu cerca de 1.010 quilômetros pedalando praticamente apenas pelas praias do litoral nordestino.

A publicação, que traz duas versões no mesmo exemplar, metade em português e metade em inglês, conta com fotografias registradas durante a viagem. A proposta bilíngue surgiu da intenção de transformar a obra também em uma espécie de guia afetivo e turístico para leitores estrangeiros interessados em conhecer o litoral brasileiro. “Mais do que uma viagem de bicicleta, foi uma experiência humana, cultural e de autoconhecimento”, afirma o autor.

A aventura começou ainda em Belo Horizonte, de onde os ciclistas partiram de ônibus, levando as bicicletas no bagageiro. Foram quase quatro dias de deslocamento até Natal (RN). A partir dali, começaram a descer o trajeto pedalando pelo litoral, enfrentando marés, falésias, travessias de rios e longos trechos isolados de praias selvagens.

Durante o percurso, os viajantes precisaram adaptar a rota diversas vezes. Em muitos pontos, a travessia dependia da ajuda de jangadeiros e balseiros locais. Em outros, a subida da maré transformava a viagem em uma corrida contra o tempo.

De acordo com Santo, um dos momentos mais tensos aconteceu entre a Praia dos Amores e Bahia Formosa, no Rio Grande do Norte. Sem consultar corretamente o mapa das marés, o grupo ficou cercado por falésias de até 20 metros de altura enquanto a água subia rapidamente.

“Achamos que ficaríamos presos. Tivemos que carregar as bicicletas nas costas por quase uma hora subindo uma duna enorme até encontrar uma saída”, relembra.

Já no alto, os ciclistas atravessaram uma vegetação tomada por cactos e espinhos, no escuro, com pneus furados e completamente exaustos. A cena virou uma das histórias marcantes narradas na obra.

Além da aventura, o livro registra encontros e personagens que cruzaram o caminho dos viajantes. Um deles é “Seu Menino do Rio”, barqueiro potiguar que ajudou o grupo em uma travessia. Como forma de retribuição ao gesto gentil, Santo criou um poema ao barqueiro, que está publicado em sua obra.

Ao longo do trajeto, o autor também relata experiências em cidades pequenas, pousadas simples, restaurantes improvisados e locais históricos ligados à colonização portuguesa e holandesa. Entre os cenários descritos estão os canaviais de Pernambuco, o Forte Orange e a emocionante chegada à foz do Rio São Francisco. “Eu já conhecia a nascente do Rio São Francisco, em Minas Gerais. Ver a foz foi como completar uma trajetória afetiva em torno do Velho Chico”, conta Santo.

A narrativa tem formato de diário de viagem, acompanhando o cotidiano da expedição quase dia a dia, com observações sobre os locais visitados, os desafios físicos, os encontros humanos e as reflexões provocadas pelas longas horas pedalando sozinho. “Você passa muito tempo apenas com os próprios pensamentos. Acaba refletindo sobre a vida, sobre o passado, sobre o futuro. É um processo muito introspectivo”, afirma o autor.

Embora seja conhecido anteriormente por livros de poesia, esta é a primeira obra narrativa do autor. A ideia surgiu a partir dos diários escritos durante a viagem, mas o projeto demorou anos para ser concluído.

Sobre o autor

Vagnér Santo é nome artístico de Vagner Rodrigues Santos, mineiro da cidade de Rubim, Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. É biólogo, odontólogo, e foi Professor de Ciências e Biologia em escolas públicas e privadas de Belo Horizonte, cidade onde também atuou como dentista. Atualmente, é Professor Titular aposentado da Faculdade de Odontologia da UFMG, onde foi Diretor e vice-Diretor. Tem capítulos de livros e trabalhos científicos publicados em periódicos nacionais e internacionais.

Seus primeiros poemas foram publicados nos tabloides do DCE-UFMG “Gol a Gol” e “Pega com o Pé e Dribla” (1978), na revista “Liberdade Literária” (1981) e “Arreunião: Coletânea dos poetas do Vale do Jequitinhonha” (1984). Estreou em livro com Poemas sem rumo certo em 1999. Seu segundo livro, Conversas com a minha mãe, saiu em 2020.

Participou das seguintes Antologias Poéticas: Poetas EN-CENA 2: Reunião de poemas de poetas brasileiros no IV Belô Poético (2008), Nós da poesia (2009), Cena Poética 10 (2024), A literatura do Jequitinhonha (2025).

Também letrista de música popular, foi finalista em diversos festivais e premiado no VI FESTIVALE de Salinas (MG) e nos festivais de Borda da Mata (BA), Jacinto, Jordânia, Itambacuri, Nanuque e Rubim. Suas canções mais premiadas são “Prenda em carne e osso”, “Enraizado” e “Ce ta mentin ce num conhece o Vale do Jequitinhonha”.

Lançou os CDs “Do salgado e do doce” (2006), “De palavras e vinhos” (2015), “Beijo na boca, não!” (2022) e “No som de Joao Bosco” (2024), todos produzidos de forma independente.

É integrante da Academia de Letras do Vale do Jequitinhonha.

Lançamento do livro “Minhas pernas de biker”, de Vagnér Santo

Data: 9 de junho (terça-feira)

Horário: 19h

Local: Restaurante Taboca

Endereço: Rua Goiás, 14 – Centro – Belo Horizonte

Entrada: Gratuita

Data: 13 de junho

Horário: das 16h às 17h

Local: FliMinas – Festival Literário Internacional de Minas Gerais – estande da Literíssima/ Inmensa Editorial - no Expominas - Av. Amazonas, 6200 – Gameleira - Belo Horizonte 

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

Theresa da Costa apresenta o show 'Elton por Mim' no Rio

Foto: Divulgação 


A cantora Theresa da Costa apresenta o show 'Elton por Mim', versão acústica, na quinta-feira (18), às 19h, no Auditório do Espaço Cenáculo,  interpretando clássicos eternos do artista em versões que revelam novas camadas de emoção — unindo teatralidade, interpretação vocal e um toque de intimismo que convida o público a reviver memórias e sentimentos. O show é uma viagem afetiva pelo universo de Elton John, com arranjos cuidadosamente elaborados para piano/teclado e Cello, e momentos de pura conexão entre artista e plateia.

Idealização / Voz e Performance / Roteiro – Theresa da Costa

Direção Musical / Arranjos para Piano e Cello / Piano ou teclado – Isaías Alves

Cello – Gibran Moraes

Sobre Theresa da Costa

É cantora, atriz, bailarina e fisioterapeuta, com trajetória marcada pela união entre arte e sensibilidade humana. Como intérprete, se destaca pela expressividade cênica e pelo timbre suave e emocional que transita entre o pop, o soft belt e o semi- lírico.

Nos palcos, apresenta projetos próprios, homenageando grandes nomes da música nacional e internacional, sempre com identidade própria e presença marcante.

Instagram: theresadacosta.art

Dia 18/06 às 19h

Espaço Cenáculo

Rua Almte. Tamandaré, 66 - 3º andar - Auditório 

Flamengo - Rio de Janeiro 

Ingressos à venda na bilheteria ou no site Sympla 

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Censura livre

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!