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domingo, 8 de fevereiro de 2026

Clariá apresenta o show Cantoras da Rádio

Foto: Divulgação 


A jovem cantora Clariá, que lançou suas três primeiras autorais, homenageia as mulheres da MPB e canta sucessos de todas as décadas, em um show emocionante no Palácio da Música, no Rio de Janeiro.

 "Meu objetivo com a música é que as pessoas se identifiquem de coração comigo. A  música é verdadeira,  passa sentimento, fragilidade, verdade e essência humana. É uma crescente de amor próprio. Como o amor externo pode te fazer acessar o interno e o amadurecimento. É um espelho. Além disso, é preciso retomar a MPB e apresentá-la às gerações mais novas, porque é história, é cultura, é atemporal".

Entre 2022 e 2024, o consumo de MPB no Spotify cresceu 47%, sendo  64% desse crescimento relacionado aos jovens de 18 a 24 anos

Após o sucesso do lançamento do EP 'Uma Parte de Mim', que reúne os três primeiros singles autorais do seu álbum , '21' e 'Astral', em todas as plataformas, a cantora carioca Clariá retorna com o show 'Cantoras da Rádio', na quarta-feira (25), às 20h, no Palácio da Música, em homenagem às mulheres que eternizaram sucessos da MPB e abriram as portas para tantas que, como Clariá, vêem na música uma celebração da vida.

No repertório, sucessos que marcaram décadas diversas e fazem parte da herança histórico-cultural brasileira. Quem não tem uma música especial que marcou um momento na vida? Importante  ressaltar que a MPB carrega  uma diversidade de estilos e ritmos, reflete a riqueza cultural do país e promove a valorização das tradições regionais. A artista carrega em si a força de todas essas mulheres e as expõe através de sua voz única.

Através de interpretações sensíveis e cheias de alma, "Cantoras da Rádio" quer manter viva e divulgar essa herança sonora. Cada canção é uma reverência à força, à sensibilidade e ao talento dessas mulheres que cantaram e encantaram o Brasil. O palco se transforma em um espaço de memória e renovação. Cantoras da Rádio é, acima de tudo, um ato de amor à música brasileira e às mulheres que a eternizaram.

Instagram: aclariclaria

Show: Cantoras da Rádio

Artista: Clariá

Dia 25 de fevereiro, às 20h

Palácio da Música

Rua Buarque de Macedo, 87 - Flamengo - Rio de Janeiro 

Reservas: (21) 99319-1314 (WhatsApp)

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

Assessoria de Imprensa e produção executiva - Paula Ramagem

Reflexão do dia


 

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Trio Janaju lança álbum ‘Lindeira’

Foto: Divulgação 


Formado pelo Maestro Jaime Alem e as cantoras Nair Cândia e Jurema de Cândia, o trio Janaju lançou seu primeiro álbum, ‘Lindeira’, juntamente com o videoclipe da faixa ‘Lá onde eu moro’.

O álbum, com dez faixas, passeia por ritmos e estilos variados, cantando a natureza, o amor e, como não poderia deixar de ser, a crítica social, bem ao feitio das composições de Jaime.

A canção ‘Lindeira’, que dá nome ao álbum, é uma feliz parceria de Jaime com a poeta Etel Frota, autora da letra de ‘Sete Trovas’, sucesso na voz de Maria Bethânia.

Paulo Cezar Pinheiro, que dispensa apresentações, escreveu a letra da “Catira do Pinheiro”, gravada no formato de catira tradicional, com violas, palmas e sapateado.

“Nosso jardim”, assim eu costumo definir o conjunto de músicas desse trabalho, um jardim cujas sementes remontam à minha adolescência e juventude, as canções da memória afetiva e as novas cepas musicais, novas parcerias, Etel Frota e Paulo Cezar Pinheiro especialmente; e o principal, cantar e tocar. Eu sempre fiz isso, mas não com a intensidade de agora”, comenta um empolgado Jaime Alem.

Algumas canções do álbum são resgates da juventude de Jaime, que, em sua própria avaliação, externam sentimentos universais e exploram temas que continuam atuais.

“Desde que eu e o Jaime gravamos nosso primeiro LP “Jaime e Nair”, me coloco como solista, como intérprete; mesmo tendo trabalhado como backing vocal em shows e discos de Bethânia, Beto Guedes e Elba Ramalho. Tenho o meu disco solo ‘Canção de um outro dia’ nas plataformas digitais. Agora, junto com a mana Jurema surge a oportunidade de desenvolver um trabalho com ênfase nos vocais e explorar nosso timbre, que vem de família. É mais uma virada na minha carreira. Felicidade define tudo”, define Nair Cândia.

A criação do trio é decorrência natural dos laços entre os três profissionais e dos pedidos de amigos que frequentavam os saraus na casa do maestro, em Santa Teresa-Rio de Janeiro, onde eram apresentadas obra autorais de Jaime, as canções da dupla Jaime e Nair e, com a participação de Jurema de Cândia, um repertório universal das décadas de 60/70 até os dias de hoje, incluindo covers de Beatles, Mama & Papas, Mutantes, Edu Lobo, Caetano, Gil, Milton Nascimento e até mesmo modas de viola.

Eu sempre trabalhei como vocalista com grandes artistas, Tim Maia, Martinho da Vila, Maria Bethânia, e tenho a honra de fazer parte do show de Roberto Carlos; porém antes disso fui crooner de orquestras de baile, um dos melhores aprendizados que um músico poderia ter. O Janaju é um divisor de águas, a oportunidade de fazer o vocal que sempre fiz abrindo vozes, às vezes em contralto, às vezes soprano, e posso também explorar a minha voz em momentos solos. É a realização de um sonho”, conclui Jurema de Cândia.


Michel Teló desfila com seu novo bloco no Carnaval em Belo Horizonte

Foto: João Vitor

Mais uma vez Michel Teló estará no Carnaval de Belo Horizonte, dessa vez com o novo bloco Sertanejinho do Teló. O desfile acontece na segunda-feira (16), no entorno do Mineirão.

Nas quase quatro horas de show em cima do trio, com sua banda completa, Michel canta grandes hits da música sertaneja, sucessos da sua carreira – sempre no formato de marchinhas de Carnaval – e a novidade este ano fica por conta das músicas recém-lançadas do álbum “Sertanejinho do Teló”, como “Metamorfose Ambulante” e “Exagerado”.

A concentração será às 10h e o bloco terá início por volta das 11h, descendo a Avenida Abraão Caram e seguindo pela Oscar Pascoal.

Bloco Sertanejinho do Teló em Belo Horizonte 

Data: Dia 16 de fevereiro | segunda-feira

Início do show: 11h

Concentração: 10h

Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!

Reflexão do dia


 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Valéria Inês exalta Carnaval de BH com single autoral

Foto: Ana Maria Miranda 


Música está disponível em todas as plataformas digitais

Em homenagem ao Carnaval de rua de Belo Horizonte, que ganha mais força a cada ano e consolida a cidade como um dos principais polos da folia do país, a cantora Valéria Inês apresenta o single autoral “Pode me chamar que eu vou”, que está disponível nas plataformas digitais, como Deezer e Spotify.  

A canção, com forte influência do axé dos anos 90, começou a ser composta no final do ano passado e nasceu de forma bastante natural, segundo a cantora. “É um estilo que eu gosto muito e que ouço bastante”, diz.

Apaixonada por Carnaval e frequentadora assídua da tradicional festa em BH, Valéria sentiu falta de uma música que falasse diretamente da cidade. “A ideia foi retratar o chamado Carnaval central, aquele em que o público transita entre blocos, bairros e pontos tradicionais, especialmente onde historicamente se concentram os eventos”, explica.

A letra da canção cita locais emblemáticos, como a Praça da Estação, o bairro Floresta e a Praça da Liberdade, além de fazer uma homenagem ao Clube da Esquina, patrimônio imaterial da cidade, com referências sutis à música “Amor de Índio” (Beto Guedes) e “Rua Ramalhete” (Tavito). “Minha intenção foi escrever algo que tivesse a cara de BH, dos lugares mais conhecidos pela população local. Também é uma forma de divulgar a cidade”, conta.

A produção musical ficou por conta de Felipe Fantoni (Estúdio Leve Music), que foi responsável também pelos arranjos e pelas gravações de guitarra e baixo. O trabalho contou ainda com Léo Pires na bateria e Marcus Nogueira nos teclados.

“A música é alegre, tem identidade, mistura o axé com BH e com a energia do Carnaval da cidade. Ela representa bem esse encontro entre Minas e Bahia, tradição e festa”, resume a artista que cita um trecho da música.

Pode me chamar que eu vou, eu vou, eu vou pra Beagá com você, eu vou

Você nem me perguntou, mas eu vou, eu vou pra Beagá com você eu vou!

Quando a gente encontra um amor assim... Não deixa escapar da nossa mão, não!

Lá na Praça da Bandeira, eu entro num bloco...Pela Afonso Pena vou até a Feira

Pra poder te encontrar eu vou, eu vou...Eu vou correr por toda a Beagá

Vou descendo lá da Serra, te mando um bilhete...Onde o amor é sagrado e vem num ramalhete

Sobre Valéria Inês

Iniciou a trajetória musical no início dos anos 90, com formação na Fundação de Educação Artística (FEA), em Belo Horizonte. Sua carreira é marcada por espetáculos autorais e temáticos que dialogam com diferentes estilos e referências musicais, como o encontro entre Beatles e Clube da Esquina, a música norte-americana, os clássicos dos anos 80 e repertórios internacionais cantados em vários idiomas. Entre seus trabalhos de destaque estão os shows “Esquinas de Liverpool”, “Mapa Mundi”, “Jambalaya”, “80” e “Fantástico”, sempre com direção artística de Babaya Morais e parcerias recorrentes com músicos como Felipe Fantoni e Lincoln Meireles.

Além dos espetáculos, Valéria lançou singles autorais e o álbum “Waiting”, em 2018, com canções em inglês influenciadas pelo pop rock, folk e baladas das décadas de 1960 e 1970. Paralelamente à música, investiu na formação acadêmica, com especializações em Texto Criativo e História da Arte pela PUC Minas, aprofundando sua relação com a escrita, a criação artística e o diálogo entre diferentes linguagens.

Nos últimos anos, a cantora manteve a produção de composições autorais e estreou, em dezembro de 2025, o show “Carpenters”, uma homenagem à dupla norte-americana que influenciou sua trajetória. 

Reflexão do dia