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quarta-feira, 29 de abril de 2026

Giuliano Eriston lança novo álbum

Foto: Nando Chagas


“Politonia”, que já esta disponível nas plataformas digitais, agrega composições que surgiram após Giuliano se mudar para o Rio de Janeiro vindo do Ceará, portanto, refletem saudades, novas paixões vividas, humores mais excitados e um tom mais crítico que ainda não havia experimentado nos seus lançamentos anteriores.

“É uma espécie de contraposição ao meu primeiro álbum (‘Universo em si’) o qual tem uma paleta de cores bem restrita porque a instrumentação foi bem mais simples”, conta Giuliano.

Entre maracatu, jazz, xote e R&B, Giuliano canta em português, inglês e francês sobre a saudade, a graça da paquera, o cenário político e suas questões existenciais e é essa diversidade que justifica o neologismo “Politonia”, que é um termo cunhado pelo artista para expressar a sua busca de se contrapor à monotonia de ideias, especialmente as musicais, mas não apenas, para abraçar a diversidade, multiplicidade, "multi-versatilidade" do mundo.

No álbum Giuliano atua em múltiplas frentes, cantando, compondo, arranjando e tocando diversos instrumentos. A produção musical é de Giuliano e Pedro Baby, que criteriosamente investigou as minúcias do material gravado para chegar nas sonoridades que mais se encaixam em cada música.

"A música, a poesia e as intepretações de Giuliano Eriston, reconectam novas gerações a essência da mpb", afirma Pedro Baby.

Giuliano detalha um pouco sobre as canções:

O álbum abre com “Lucidez”, uma faixa íntima que mergulha nos meus conflitos internos, mas aponta para a esperança e a chegada de tempos melhores. Na sequência, “Gosto do Gesto” e “Festa no Infinito” conduzem o ouvinte para um território mais leve e solar, explorando o enamoramento, a paquera e as sensações de encantamento que nascem do encontro.

“Corpo de Candiá”, faixa de trabalho, surge desse fluxo como uma espécie de ritual noturno. A música nasceu em um período em que eu ouvia bastante Moreno Veloso e buscava explorar a musicalidade das palavras vindas de idiomas indígenas e africanos. Inicialmente um rascunho, ela foi sendo maturada ao longo de cerca de um ano e meio até se transformar em uma celebração da noite e de sua magia. Para minha alegria, Moreno gostou da canção e aceitou participar da gravação.

Na sequência, “Borogodó” traz um tom irônico e bem-humorado para uma história de paquera frustrada, marcada por uma autoestima inabalável. É a única parceria do álbum, composta com Pedro Baby e Gustavo Pereira. Já “Não Pro Sim” e “Vem Me Relembrar” mergulham em emoções mais densas, abordando desengano, saudade e as complexidades das relações afetivas.

Na reta final, “Teia” e “Waiting” retomam um olhar mais crítico, refletindo sobre questões sociais e políticas contemporâneas que atravessam a minha geração e ocupam nosso imaginário coletivo. Entre o íntimo e o coletivo, o álbum se encerra costurando essas diferentes camadas de experiência, pensamento e sentimento.

Sobre Giuliano Eriston:

Nascido em berço artístico. É um talentoso cantor, violonista, compositor e arranjador cuja essência reflete a rica diversidade da música brasileira. Seu talento foi revelado já aos 13 anos, quando fez seu primeiro show solo no Festival Choro Jazz, em Jericoacoara, que rapidamente o projetou para a cena nacional. Em 2021, aos 24 anos, Giuliano conquistou o público ao vencer a 10a edição do The Voice Brasil, solidificando-se como uma das grandes promessas da música do país.

Em 2022, lançou seu primeiro álbum autoral, “Universo em Si”, produzido por Kassin, com parcerias valiosas de Ronaldo Bastos, Dirceu Leite e participações especiais de Mariana Aydar e Pretinho da Serrinha. Em 2024, Giuliano homenageou o icônico músico Sérgio Sampaio com o lançamento do EP “Giuliano Eriston Canta Sérgio Sampaio”, uma produção refinada de Pedro Baby.

Feriadão será de Pagode na Feira do Avião neste domingo

Foto: Edesigner 

Grupo Art Subúrbio será o destaque do dia 3 de maio; a entrada é gratuita

Maio começa agitado na Feira do Avião (Feira do Mineirinho). Neste domingo (3) será dia de pagode. O espaço, que é coberto, fica na Avenida Babita Camargos, 1.295, no bairro Cidade Industrial, em Contagem. O horário de funcionamento é das 9h às 18h, com entrada gratuita.

A animação ficará por conta do grupo Art Subúrbio, que leva ao público um repertório recheado de sucessos do gênero. Conhecido pela energia no palco e pela conexão com o público, os integrantes prometem uma apresentação interativa. O DJ BG também marcará presença.

Centro de compras

Na feira, os visitantes contam com uma variedade de produtos, incluindo decoração, bijuterias, vestuários, plantas, itens para o lar e muito mais.

 Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

Reflexão do dia


 Hoje compartilhamos a homilia da comunidade Canção Nova

terça-feira, 28 de abril de 2026

Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc em Minas, promove Feijoada do Trabalhador em Santa Luzia

Foto: Eduardo Galetto


Evento reúne gastronomia, atrações musicais e atividades recreativas no Sesc 

O Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc em Minas, realiza nesta sexta-feira (1º), das 9h às 18h, a Feijoada do Trabalhador, com uma programação que inclui música, recreação e lazer no Sesc Santa Luzia (rua Ana Batista da Cruz, 3.505 – Belo Vale). As atrações musicais ficam por conta dos grupos Samba Ciata e Sem Radar.

Com valores a partir de R$ 20 (infantil) e R$ 35 (adulto) – preços especiais para quem trabalha no comércio de bens, serviços e turismo, incluindo dependentes –, os ingressos estão à venda pela plataforma Sympla neste link.

As entradas dão direito a uma feijoada completa, acesso às áreas de lazer da unidade – como quadras e piscinas – e visita à Feira Rede Sesc Ação Comunitária.

Valores

Trabalhadores e trabalhadoras do comércio de bens, serviços e turismo, incluindo dependentes, com a Credencial Sesc plena: R$ 35,00 (pessoas adultas e crianças acima de 12 anos) e  R$ 20,00 (crianças de 4 a 12 anos);

Empresários, empresárias, pessoas idosas e pessoas conveniadas: R$ 40,00

Dependentes de empresários e empresárias e de pessoas conveniadas (crianças de 4 a 12 anos): R$ 28,00

Público em geral: R$ 45,00

Público em geral (crianças de 4 a 12 anos): R$ 31,00

Sobre a Fecomércio MG e o Sesc em Minas

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG) é a principal entidade representativa do setor do comércio de bens, serviços e turismo no estado, abrangendo cerca de 750 mil empresas e respondendo por mais de 50 sindicatos. Hoje sob a presidência de Nadim Donato, a Fecomércio MG atua há 87 anos como porta-voz das demandas do empresariado, buscando soluções através do diálogo com o poder público e a sociedade.

Outra importante atribuição da entidade é a administração do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em Minas Gerais. A atuação integrada das três casas fortalece a promoção de serviços que beneficiam comerciários e comerciárias, empresários e empresárias e a comunidade em geral, a partir de suas diversas unidades distribuídas pelo estado.

Há quase 80 anos, o Sesc cumpre a missão de promover o encontro das pessoas com o bem-estar e a qualidade de vida. São encontros diários com a Ação Social, a Saúde, a Educação, o Turismo, o Lazer, o Esporte e a Cultura. Fundado pela Confederação Nacional do Comércio em 13 de setembro de 1946, o Sesc em Minas é uma instituição privada mantida pela contribuição sindical do empresariado do comércio.  Em Minas Gerais, o Sesc atua em todas as regiões do estado, com 38 unidades fixas e 13 unidades móveis.

A Fecomércio MG também trabalha em estreita colaboração com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), hoje presidida por José Roberto Tadros, e atua ativamente na defesa dos interesses do setor nos âmbitos municipal, estadual e federal. Seu papel é fundamental para transformar a vida de cidadãos e cidadãs e impulsionar a economia mineira.

Feijoada do Trabalhador

Data: sexta-feira, 1º/5 (feriado)

Horário: das 9h às 18h

Local: Sesc Santa Luzia – rua Ana Batista da Cruz, 3.505, Belo Vale

Ingressos: a partir de R$ 20 pela plataforma Sympla

Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!

Reflexão do dia


 

domingo, 26 de abril de 2026

Eliana Sorrini fala sobre o cenário da saúde mental nas empresas e o impacto da NR-1

Foto: Divulgação 
A Psicóloga Social e do Trabalho e Consultora Estratégica em Saúde Mental, Eliana Sorrini, participa de uma live, nesta segunda-feira (27), às 17h, com realização da FlexOn, chamando a atenção para um tema de suma importância - o que está acontecendo com a saúde mental no Brasil, no ambiente corporativo, e os impactos da NR-1, mostrando que pode ser usada como alavanca de cultura organizacional, e não apenas como obrigação legal.

O Brasil adoeceu. E o trabalho tem tudo a ver com isso. Da imagem de país da alegria ao recorde mundial em afastamentos por saúde mental. A NR-1 trouxe uma obrigação.  Esses números aparecem no absenteísmo, no presenteísmo, na rotatividade e no resultado financeiro da empresa. A NR-1 atualizada exige que  os riscos psicossociais sejam mapeados. A pergunta é: você sabe por onde começar?

O Brasil é mundialmente conhecido como o país do Carnaval, do "jeitinho" resiliente e da hospitalidade calorosa. Mas, nos bastidores das organizações, o cenário é drasticamente diferente. Dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e estudos do Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ-USP) revelam uma realidade desconfortável: somos o país mais ansioso do mundo e o mais depressivo da América Latina. O que aconteceu com o Brasil? Como o "país da alegria" se transformou no "país dos afastamentos"?

O Mito do Homem Cordial e a Armadilha da Performance

Para entender o colapso atual, precisamos olhar para a nossa raiz. O historiador Sérgio Buarque de Holanda definiu o brasileiro como o "homem cordial". Ao contrário do que muitos pensam, a cordialidade não é apenas gentileza; vem de cor (coração). Somos movidos pelo afeto e pela emoção. Nas empresas, isso cria uma cultura onde a fronteira entre o pessoal e o profissional é tênue.

Historicamente, usamos a alegria como ferramenta de sobrevivência. No entanto, na última década, essa alegria foi sequestrada por uma "tirania da positividade". O trabalhador brasileiro hoje sente que não tem permissão para estar mal. Ele performa uma felicidade de filtro de Instagram enquanto lida com metas agressivas e hiperconectividade. O resultado? Uma dissociação cognitiva que drena a energia vital antes mesmo da jornada terminar.

Saúde Mental Não é Custo, é Sustentabilidade

Como consultora estratégica, meu diálogo com gestores é direto: saúde mental não se resolve com "ginástica laboral" ou "frutas na copa". Essas são medidas paliativas para problemas estruturais. A verdadeira gestão de saúde mental passa pela identificação de fatores de risco como a gestão por estresse, o assédio moral e a falta de autonomia.

Um afastamento mental custa, em média, três vezes o salário do colaborador para a empresa. É um prejuízo invisível que sangra o lucro e destrói o clima organizacional. Empresas saudáveis são, invariavelmente, empresas mais lucrativas e perenes.

Sobre Eliana Sorrini

Psicóloga social e do trabalho há mais de 10 anos, com MBA em Gestão de Negócios. Executiva por mais de 20 anos no Brasil e América Latina, hoje é uma Talento Sênior que leva para empresas e empresários a discussão sobre saúde mental como estratégia para conquistar resultados e melhoria de performance. Psicoterapeuta especializada em Ansiedade, Depressão, Transtornos de Humor e doenças do trabalho como Burnout.

"A solução não é fazer o brasileiro voltar a sorrir à força. É conscientizar da autorresponsabilidade pelo desenvolvimento dele e da liderança."

— Eliana Sorrini

Instagram: eliana_sorrini