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quinta-feira, 2 de abril de 2026

Georgia Annes lança seu quarto livro, a biografia 'A voz de Elza Lopes'

Foto: Divulgação 
Georgia Annes, autora ativa em seu trabalho de divulgação da poesia nacional, lança seu quarto livro, a biografia  'A voz de Elza Lopes',  um livro de memórias escrito como uma conversa íntima entre filha e mãe. "A obra narra a trajetória real de Elza, marcada por abandono, violência e vida nas ruas, mas também por uma força sensível que encontrou na música e na poesia, caminhos de superação. Entre textos, poemas, fotografias e recortes de época, o livro constrói um retrato emocionante de uma mulher cuja história ecoa em tantas outras",  diz Yara Fers, escritora, mentora e dona da Editora Arpillera.

 "A obra é um inventário em tom de argila queimada que transforma a finitude em permanência; a dor, em melodia. A vida passa pelos cantos — das notas musicais, das ruas ou de uma cozinha com cheiro de pudim de laranja. Elza Lopes existe apesar das quinas, resiste com poesia e bordado. “Até o fim eu vou cantar”: decisão de Elzas", complementa Cynthia Silva, jornalista, editora e revisora.

O lançamento acontece no sábado (25),a partir das 16h30, na Casa 11 Sebo e Livraria, na Rua das Laranjeiras, 371 - casa 11, Laranjeiras, RJ.

 Prefácio por Milena Maria Testa

Conheci Georgia Annes através das redes sociais, quando fizemos cursos de escrita criativa a distância. Sua doçura era evidente, mas outro detalhe chamava minha atenção: aquela mulher tinha um propósito com sua escrita. Por algum tempo, como leitora, conheci apenas seus poemas, uma mensagem positiva da vida. Enfim tivemos o prazer de nos abraçar na FLIP de 2023, quando lancei um livro e ela recebeu uma homenagem. Vi o brilho de seus olhos, satisfeita com o desempenho. No ano seguinte, nos encontramos no Rio, onde vive desde criança, com um intervalo no nosso Nordeste, e comecei a ouvir um pouco de sua história, algo que ela guardava para o futuro. Havia o desejo de escrever sobre o trauma, um dos focos dos meus estudos e escrita atuais. Então recebi a missão de fazer o prefácio dessa história que merece ser conhecida do grande público. Escrevê-lo é um afago ao meu coração de amiga, leitora fã e escritora do íntimo.

Em “A voz de Elza Lopes”, a filha ainda segura a mão da mãe para lhe dar lugar no mundo. E pela vida narrada da mãe, de forma às vezes poética, outras, mais cruas, refletindo fatos dolorosos, consegue contar também, de si mesma, o que ficou preso na memória por muito tempo.

A personagem-narradora conversa com essa mãe num passado distante, que se faz presente no universo sensorial, pela música guardada de ouvido, pelo gosto da comida, pelo cheiro de lavanda ou o odor fétido da casa da mãe, pela poesia, legado materno. A escrita tem como base a memória emprestada da mãe, as próprias lembranças, fotografias e objetos, além da imaginação da narradora, como somente uma boa memorialista sabe fazer. Assim preenche as lacunas, inclusive, intercalando a narrativa com falas dirigidas à mãe fictícia, nos aproximando das cenas sensíveis: “Se precisar de pilhas, me fala, trago para não ficar sem ouvir música e notícias.”

O romance autoficcional também nos proporciona um passeio pela cidade do Rio de Janeiro. Aproxima a lente à transformação dos cenários urbanos ao longo de algumas décadas. A paisagem acompanha a vida da avó, da mãe e da filha que resgata essas histórias, em parte repetidas. “Começaram as obras do metrô aqui no Rio de Janeiro e aquela escadaria linda foi demolida.” Desconstruir para construir é o fio condutor da contadora da história.

O abandono grita no universo de Elza. Desde a concepção, é rejeitada pela família, mas salva pela própria mãe, em condições tão precárias quanto nem parece possível imaginar. Sua história de silenciamento ressoa na voz, pelo canto, e na poesia escrita, guardada, exposta e camuflada sob pseudônimo masculino para ser aceita na Rádio Nacional. O futuro conspira ao lado do sofrimento. Os sonhos são cassados no nascedouro, mesmo quando a vida dá um suspiro de conforto material ou emocional. Mas alguém a aguarda no futuro e cumprirá, inversamente, o papel que sua maternidade foi impedida de exercer.

Aos poucos, em paralelo, a filha-narradora, num corajoso ato confessional, revela que também foi vítima de abuso, assim como a mãe e a avó. “E continuei de uma forma para me safar daquela situação, que me deixou com mais medo do que eu já tinha dele.” Ela, porém, não está disposta a repetir o ciclo de sua linhagem materna. "Pensamos nas roupas que estávamos usando, se era adequada, se falamos alguma coisa errada, se era o perfume que usamos ou se era só por nós existirmos.” Através da educação e baseada na família construída pelo afeto, não apenas pelo sangue que lhe corre nas veias, tem acesso a mais recursos para apoiar suas decisões. As escolhas ao longo da vida, além de poupá-la de dores comuns às mulheres de sua geração, proporcionam a realização de sonhos próprios.

Então, reencontramos a menina e os balões encantadores do avô do coração, agora uma adulta feliz e capaz de deixar escrita uma história de amor verdadeiro, afinal, como diz com todas as letras: “eu enxergo beleza até no que é feio.”

E é assim que Georgia Annes devolve doçura a “A voz de Elza Lopes”. Milena Maria Testa Autora de “Todas as faces do lençol”  

Sobre Georgia Annes

Nascida e criada no Rio de Janeiro, escreve desde a adolescência. Formada em Psicologia, tem três livros publicados: “A Menina e seus Balões”, pela editora Ibis Libris (2022), e “Onde Minha Poesia te Abraça”, pela editora Arpillera (2023) e Pés descalços na areia,  pela Editora Litteralux (2025).

Participou de 17 Antologias, inclusive Selo Off Flip 2023/2024. Foi classificada em vários concursos de poesia e obteve o 5º lugar no ArtCult em 2022. Recentemente, participou da Coletânea Palavráguas, pela Arpillera, e levou seu terceiro livro para a Flipelô em agosto de 2025.

Instagram: georgiaannes.escritora

Ficha Técnica

Livro: A Voz de Elza Lopes

Autora: Georgia Annes

Editora: Arpillera, 2026

ISBN 978-65-83133-49-6

Biografia

128 p. 14 x 21 cm

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

Exposição "MEME: no Br@sil da memeficação" agita o CCBB BH

Foto: Fernanda Lopes


Inaugurada no último sábado (28), com uma programação especial que contou com passeios na Carreta Furacão, intervenção artística, distribuição de brindes e kits de lanches na barraca do Sanduíche-íche, a exposição "MEME: no Br@sil da memeficação" vem atraindo um grande volume de visitantes ao CCBB BH desde os primeiros dias, confirmando o sucesso da atração.

Entre sábado e segunda, cerca de 17 mil pessoas visitaram a exposição, que reúne mais de 800 criações assinadas por 200 produtores de conteúdo e artistas. A mostra investiga os memes como forma de linguagem, crítica, afeto coletivo e produção estética. A exposição chega à capital mineira depois de temporadas de sucesso em São Paulo e Brasília.

Com curadoria de Clarissa Diniz e Ismael Monticelli, e colaboração do perfil de Instagram newmemeseum, a mostra convida o público a explorar a memeficação como um dos modos mais potentes – e irônicos – de narrar o Brasil contemporâneo.

“Memes não são só piadas. Eles são ferramentas políticas, culturais e afetivas. São como o Brasil elabora, disputa e contorna suas diferenças – sociais, raciais, de gênero, estéticas – em tempo real”, afirma Clarissa Diniz. “A exposição parte do humor para provocar: como estamos refazendo o país através de suas imagens mais debochadas?”.

“É impossível compreender o Brasil de hoje sem entender seus memes”, diz Ismael Monticelli. “Eles não apenas refletem a realidade, mas atuam sobre ela: produzem memória, disputam narrativa, geram pertencimento. Enquanto fazemos memes, os memes refazem o Brasil”.

A proposta curatorial rompe fronteiras entre o que é visto como “alta” e “baixa” cultura, reunindo nomes consagrados da arte contemporânea brasileira, como Anna Maria Maiolino, Gretta Sarfaty, Nelson Leirner e Claudio Tozzi, ao lado de criadores de conteúdo como Blogueirinha, Porta dos Fundos, Alessandra Araújo, Melted Vídeos, John Drops e Greengo Dictionary.

"A abertura da exposição fez valer a vocação pública, coletiva e espontânea dos memes. Ver o CCBB-BH preenchido pela diversidade dos corpos e existências do Brasil, convergindo para a memeficação, sublinhou a força social do humor: esse que é capaz de nos unir mesmo em tempos de guerra", destaca Clarissa Diniz, uma das curadoras da exposição.

A exposição “MEME: no Br@sil da memeficação” fica em cartaz até 22 de junho, no Centro Cultural Banco do Brasil, o CCBB-BH. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados na internet ou na bilheteria.

O meme antes do meme

Organizada em cinco núcleos temáticos – Ao pé da letra, A hora dos amadores, Da versão à inversão, O eu proliferado e Combater ficção com ficção – tendo como prólogo um espaço tátil intitulado Alisa meu pelo e epílogo Memes: o que são? Onde vivem? Do que se alimentam?, a mostra ocupa o pátio e o 3º andar do CCBB BH e possui cenografia imersiva e uma ampla diversidade de linguagens: vídeos, neons, esculturas, roupas, quadrinhos, pinturas, objetos, backlights, instalações sonoras e experiências interativas.

“A exposição não tem a ambição de ser um inventário do humor nacional, mas investigar os memes como uma linguagem viva, que transborda a internet e afeta diretamente nossas formas de pensar, sentir e agir”, afirma Ismael Monticelli. “Eles são dispositivos de memória, de disputa e de pertencimento, que operam em altíssima velocidade e atravessam todas as camadas da vida social”.

“Queremos provocar o público a pensar: será que essa vocação memética do Brasil começou mesmo com os memes digitais?”, questiona Clarissa Diniz. “Ou será que ela já se anunciava no carnaval, nos bordões da TV, nas pichações e nos outdoors? O que acontece quando política, publicidade e arte se dobram aos formatos da zoeira?”.

Ao receber este projeto, o Centro Cultural Banco do Brasil reafirma seu papel como um espaço vivo de diálogo com as linguagens contemporâneas, valorizando a potência crítica, afetiva e estética que surge tanto das redes quanto das ruas. A mostra também reforça o compromisso do CCBB com a valorização da cultura brasileira em toda a sua diversidade, incluindo as expressões que nascem, se desenvolvem e se reinventam no ambiente digital.

"MEME: no Br@sil da memeficação" é uma produção da Patuá Produções, com patrocínio do Banco do Brasi e da BB Asset. Depois de Belo Horizonte, a exposição será apresentada no Rio de Janeiro (agosto a novembro de 2026).

Sobre os curadores

Clarissa Diniz é curadora, escritora e professora em arte com 20 anos de carreira. Professora da Escola de Belas Artes da UFRJ. Foi uma das primeiras curadoras brasileiras a incluir memes em exposições. Realizou curadorias em importantes instituições como no Museu de Arte do Rio, na Pinacoteca de São Paulo e no Museu de Artes de São Paulo – MASP. Ao longo de sua carreira, já realizou curadorias de exposições como: Contrapensamento selvagem (cocuradoria com Cayo Honorato, Orlando Maneschy e Paulo Herkenhoff. Instituto Itaú Cultural, SP); O abrigo e o terreno (cocuradoria com Paulo Herkenhoff. Museu de Arte do Rio – MAR, 2013); Ambiguações (Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2013); Todo mundo é, exceto quem não é – 13ª Bienal Naifs do Brasil (SESC Piracicaba, 2016 e Sesc Belezinho,2017); Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena (cocuradoria com Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa. MAR, 2017); Rio do samba: resistência e reinvenção (cocuradoria com Evandro Salles, Marcelo Campos e Nei Lopes. MAR, 2018); À Nordeste (cocuradoria com Bitu Cassundé e Marcelo Campos. Sesc 24 de Maio, São Paulo, 2019); Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil (cocuradoria com Raphael Fonseca, Fernanda Pitta, Aldrin Figueiredo, Marcelo Campos, Divino Sobral e Paula Ramos. Sesc 24 de Maio, 2022) e Histórias Brasileiras (cocuradoria com Adriano Pedrosa, Lilia Schwarcz, Sandra Benites, Isabella Rjeille, Amanda Carneiro, André Mesquita, Guilherme Guifrida, Glacea Britto, dentre outros, MASP, 2022). Entre 2006 e 2015, foi editora da revista Tatuí, principal revista de crítica de arte brasileira, de viés experimental. Publicou inúmeros catálogos e livros.

Ismael Monticelli é artista multimídia. Sua pesquisa de doutorado, concluída em 2022, enfocou a relação entre arte, internet e redes sociais. Foi contemplado pelo programa Retomada Artes Visuais (2023) da Fundação Nacional de Artes – Funarte. Recebeu o 7º Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça (2019), o mais importante prêmio para artistas em atuação no Brasil. Também foi um dos três artistas selecionados para a Bolsa ProHelvetia de Residência para Artistas Sul-Americanos, realizada na La Becque Résidence d’Artistes, La Tour-de-Peilz, Suíça (2019). Realizou residência no Institute of Contemporary Arts de Singapura, desenvolvendo um trabalho com parte da coleção da instituição. Participou da 14ª e da 10ª Bienal do Mercosul (2025 e 2015). Entre 2022 e 2023, seu trabalho foi destacado pelo The Guardian, pela Apollo Magazine e pela Ocula Magazine, durante sua participação na exposição Horror in the Modernist Block (curadoria de Melanie Pocock, Ikon Gallery, Birmingham, Reino Unido). Realizou diversas exposições individuais, como O Teatro do Terror (Casa França-Brasil, Rio de Janeiro, 2025; Museu Nacional da República, Brasília, 2024); e O que sobrenada, sobrenada no caos (curadoria de Clarissa Diniz, Portas Vilaseca Galeria, Rio de Janeiro, 2022). Participou de diversas exposições coletivas no Brasil e em países como Reino Unido, Estados Unidos, Suíça e Singapura. Possui Doutorado em Arte e Cultura Contemporânea – Arte, Imagem e Escrita (UERJ, 2022), Mestrado em Artes Visuais – Processos de Criação e Poéticas do Cotidiano (UFPel, 2014) e Bacharelado em Artes Visuais (UFRGS, 2010).

Colaboração | Perfil de instagram New Memeseum

O newmemeseum foi criado no final de julho de 2020 e conta com quase meio milhão de seguidores. Uma das principais motivações de sua criação foi o desejo de refletir, com humor e ironia, sobre os mecanismos adotados para sobreviver no/ao mundo da arte e, também, sobre os mecanismos que o mundo da arte nos impinge. O perfil realizou a ocupação virtual Combater ficção com ficção no projeto ofício:web do Sesc Pompéia, São Paulo, que ficou em cartaz de julho a agosto de 2021. Participou da terceira edição do programa Pivô Satélite, São Paulo, intitulada Sexo, Mentiras e Videotape, com curadoria de Raphael Fonseca, com a proposta Panorama Botijão da Arte Brasileira. Além disso, o trabalho do perfil já foi destacado pelos Jornais Folha de São Paulo e O Globo.

Circuito Liberdade

O CCBB BH é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

Exposição "MEME: no Br@sil da memeficação”

Período: Até 22 de junho de 2026

Horário: De quarta a segunda, das 10h às 22h

Local: Pátio e Galerias do 3º Andar – Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte (CCBB BH)

Endereço: Praça da Liberdade, 450 – Funcionários, Belo Horizonte – MG

Ingressos: Gratuitos, disponíveis pelo site oficial e na bilheteria do CCBB BH

Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!

“Feira do Avião” celebra aniversário com rock, festivais e atrações infantis

Foto: Iana Domingos

Evento terá Lurex, One Rose, Bauxita e Shy of the Rock, com participações de vocalistas de várias bandas; entrada e estacionamento gratuitos

A tradicional Feira do Mineirinho, apelidada de Feira do Avião, completa dois anos no novo endereço, Avenida Babita Camargos, 1295, na Cidade Industrial, em Contagem. No total, são 24 anos de história. Para celebrar a data, haverá programação especial no domingo (5). Haverá shows, Festivais de Massas, Vinhos, Costela, Doces, promoções e muito mais. O funcionamento é das 9h às 18h. A novidade é que, assim como a entrada, o estacionamento neste dia será gratuito.

Em clima festivo, a música será um dos pontos altos da comemoração, com apresentações de bandas consagradas da cena do rock. São elas: Lurex, One Rose, Bauxita e Shy of the Rock, com participações de Shidarta Fonseca (U2 Go Home), Wesley Xavier (Hard 80s), Raíssa Robertti, entre outros.

Para o público infantil, a animação ficará por conta do espetáculo dos Robôs Autobots, os Transformers Bumblebee e Optimus Prime, que farão uma apresentação interativa com o público. Outros destaques serão os super-heróis, como Batman, Mulher-Maravilha e Incrível Hulk. Terá também Parque de Infláveis.

A edição comemorativa contará com a presença de expositores que fizeram parte da trajetória da feira, além dos atuais que trabalham com diversos segmentos, como decoração, vestuário, bijuterias, artigos para o lar, artesanato e muito mais.

Gastronomia

Para comemorar o aniversário em grande estilo, haverá Festival de Massas e Vinhos, com cozinha show ao vivo. Além disso, haverá festivais de Costela e doces. Na Praça de Alimentação, os visitantes também encontram uma diversidade de opções gastronômicas, como o famoso “Feijão tropeiro”, carnes, peixes e muito mais.    

Promoções

E para brindar a data, haverá promoções especiais. Neste dia, no período das 9h às 12h, terá rodada dupla de chopp, duas unidades de 500ml sairá por R$15,00 e o balde de cerveja Império por R$89,90, além de uma ampla variedade de bebidas.

Outra novidade será o Outlet da Feira, com descontos que podem chegar a até 30% em diversos estandes.

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Reflexão do dia