Choose your language

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Prima Facie, com Débora Falabella, no Sesc Palladium

Foto: Divulgação 


Belo Horizonte recebe mais uma temporada do espetáculo "Prima Facie", com Débora Falabella. As apresentações acontecem de 17 a 19 de Abril no Sesc Palladium - Rua Rio de Janeiro, 1046 . Sexta-feira (17),  às 20h, Sábado (18) às 15h30 e 20h, Domingo (19) às 18h. 

 Em cena, Débora vive a bem-sucedida advogada Tessa, que tem acusados de violência sexual entre seus clientes. Vinda de uma família pobre, ela batalhou e venceu no complexo mundo da advocacia. Ao mesmo tempo em que experimenta o sucesso, ela precisa encarar uma crise que a obriga a rever uma série de valores e princípios, além de refletir sobre o sistema judicial, a condição feminina e as relações conturbadas entre diversas esferas de poder.

Desde a sua estreia em Londres, em 2022, “Prima Facie” seguiu uma trajetória meteórica. Escrito por Suzie Miller, o texto causou comoção internacional e ganhou montagens mundo afora ao contar a história de uma advogada que tem acusados de violência sexual entre seus clientes. O roteiro conquistou a Broadway e o West End inglês, virou objeto de disputa entre produtores e inspirou debates e esforços para mudar algumas leis britânicas. No Brasil, com Débora Falabella em seu primeiro solo teatral, sob direção de Yara de Novaes, a montagem estreou em abril de 2024 no Rio de Janeiro e se tornou um fenômeno de público instantâneo, com mais 80 mil expectadores, sessões extras e um debate que reuniu advogadas de diversas esferas. Em Brasília, o espetáculo recebeu a ministra do STF, Carmen Lucia, o ex-ministro do STF, Ayres Britto e a subprocuradora Geral da República, Raquel Dodge, para uma conversa após a sessão.

Premiações – Débora Falabella venceu o Prêmio Shell de Melhor Atriz, o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de Melhor Atriz de Teatro em 2024 e também recebeu o Prêmio Arcanjo de Melhor Solo. O espetáculo acaba de levar cinco troféus no Prêmio APTR: Atriz (Débora Falabella), Direção (Yara de Novaes), Cenografia (André Cortez), Iluminação (Wagner Antonio) e Figurino (Fabio Namatame).

Vale muito a pena prestigiar! Garanta seus ingressos no site Sympla ou na bilheteria do teatro.

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

Breno Góes apresenta seu novo show “Dobra” no Teatro Sergio Porto

Foto: Ilan Vale


No rastro do single “Dobra 1”,  cantor mostra no palco outros desdobramentos

Na quinta-feira (16), o compositor carioca Breno Góes volta aos palcos, após uma longa ausência. Seu novo show “Dobra”, inteiramente composto por canções autorais, marca o lançamento do projeto de mesmo nome, uma série de singles duplos que começou a ser lançada no fim de março em todas as plataformas digitais. 

Breno sobe no palco do Espaço Cultural Sérgio Porto, no Rio de Janeiro, acompanhado de sua banda para interpretar canções como as recém-lançadas “Clarissa” e “Almofada do Faquir”, além de uma série de inéditas que chegarão ao público nos próximos meses, sempre lançadas pelo selo Caravela Records. Breno também apresentará faixas de Depois do Susto (2015) e Judô (2021), seus dois primeiros álbuns, e incluiu no repertório pela primeira vez a canção “Cabelos e unhas”, parceria com Paulinho Moska originalmente gravada por Gal Costa no álbum “A pele do futuro” (2018).

O show do projeto "Dobra" será uma valorização apaixonada da canção autoral composta e tocada apenas por seres humanos. Breno dobra a aposta na força da originalidade, na palavra bem cuidada e no arranjo caprichado, apostando na capacidade de uma escuta atenta e reflexiva por parte do público. Trata-se de uma apresentação que enfatiza as canções inéditas, ao mesmo tempo em que revisita outros momentos da carreira do compositor

A banda que acompanha Breno nessa nova empreitada é composta por Francisco Cabral (Novíssimos) na percussão, Kayan Guter (Milton Guedes, Os Dentes) no baixo e Nayara Danielly (bailajazz, mixturajazz) no sax e na flauta, além das cantoras Clarissa Paranhos e Kika Werner (ambas do grupo vocal Vozerê) fazendo backing vocals e solos vocais. A engenharia de som é de Iuri Nicolski, a luz é de Bruno Primo e os cenários são de Renata Bolliger. A produção é de Carolina Cardoso.

Breno Góes apresenta Dobra:

Onde: Espaço Cultural Sérgio Porto. 

Endereço: Rua Visconde de Silva, s/n (ao lado do nº 292) - Humaitá, Rio de Janeiro 

Quando: quinta-feira, 16 de abril

Horário: 19:30h

Ingressos: Sympla

Classificação Livre

Ficha técnica

Violão, guitarra e voz: Breno Góes

Baixo: Kayan Guter

Bateria:  Chico Cabral

Violoncelo: Daniel Silva

Flauta e Sax: Nayara Danielli

Backing Vocal: Clarissa Paranhos

Backing Vocal: Kika Werner

Produção: Carolina Cardoso

Iluminação: Bruno Primo

Cenário: Renata Bolliger

Arte do cartaz de Breno Góes a partir de foto de Ilan Vale e elementos gráficos de Fabiano Araruna

Foto: Ilan Vale

Selo: Caravela Records

Assessoria de comunicação: Paula Ramagem

Acompanhe Breno Góes:

Instagram: umbrenogoes

Acompanhe CARAVELA RECORDS:

Instagram: caravela.records 

Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!


Reflexão do dia

Hoje compartilhamos a homilia da comunidade Canção Nova.  Acompanhe 

 

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Orquestra Ouro Preto recebe Túlio Mourão para celebrar a Alma Mineira

Foto: Luiza Palharea


Concerto com ex-Mutante tem apresentação única neste domingo, dia 12 de abril, no Sesc Palladium

Alguns encontros parecem ser inevitáveis. Como se uma afinidade profunda aproximasse as duas partes em um flerte estético e afetivo que, em algum momento, iriam se unir. Conexão dessas do tipo queijo com goiabada, frango com quiabo, costelinha com feijão tropeiro: sozinho é bom, mas quando junta, aí é que o trem fica melhor ainda. A união entre o pianista e compositor mineiro Túlio Mourão e a Orquestra Ouro Preto traz esse sabor especial na estreia da temporada 2026 da série Alma Mineira, projeto que celebra a riqueza e a pluralidade da música produzida em Minas Gerais. A apresentação acontece no domingo (12), às 11h, no Grande Teatro do Sesc Palladium.

Com uma trajetória marcada pela liberdade estética e pelo diálogo entre diferentes universos sonoros, Túlio Mourão chega a esse encontro trazendo consigo mais de cinco décadas de música. Nascido em Divinópolis, o pianista construiu uma carreira singular como compositor, arranjador e criador de trilhas sonoras premiadas para o cinema, além de parcerias e colaborações com nomes centrais da música brasileira, como Milton Nascimento, Maria Bethânia e Chico Buarque. Também integrou a fase progressiva da banda Os Mutantes e manteve vínculos com o universo criativo do Clube da Esquina.

Para Mourão, este encontro com a formação mineira carrega também uma dimensão afetiva. “Eu sempre fui um grande admirador da Orquestra Ouro Preto”, afirma o compositor. “Sempre defendi que as orquestras precisam estar atentas e cumprir com eficiência e qualidade sua interface com a comunidade, respondendo demandas, atendendo expectativas e elaborando seu perfil social com o rigor que entrega seu brilhante conteúdo artístico”, afirma.

Essa admiração vem de longa data. O músico relembra que, quando colaborou com a curadoria do festival Tudo é Jazz, em Ouro Preto, convidou a orquestra nascida na cidade histórica para apresentar o projeto “Latinidade”, experiência que reforçou sua percepção sobre o papel da formação mineira no cenário cultural. Agora, o reencontro ganha novo significado.

“Fico muito feliz e também muito motivado entendendo a oportunidade rara de compartilhar aspectos da minha carreira, com destaque para o autoral instrumental em diversificadas formações. Considero a escrita orquestral uma das mais ricas e gratificantes experiências do ofício de músico”, diz Mourão.

No concerto, o repertório percorre diferentes momentos de sua produção. Canções, temas instrumentais e trilhas de cinema compõem um mosaico que reflete a diversidade de sua obra, incluindo temas associados a filmes como “Moças de Fino Trato”, “O Vestido” e “O Viajante”. “O repertório procura pacificar a, às vezes, conflituosa diversidade que marca minha carreira”, explica o artista. “Ali aparecem canções orquestradas, parcerias com Milton Nascimento, temas registrados em CDs instrumentais, peças orquestrais e trilhas de filmes”, adianta.

Para o compositor, o contexto orquestral envolve um misto de desafio e revelação artística. “Ele atende a uma demanda interior das mais legítimas, até de uma certa urgência. Desde o começo da carreira, percebi que o mercado responde melhor a artistas com um perfil mais claro, como gavetas metafóricas. Mas também me dei conta de que somos mais felizes quando não negamos nossa diversidade interior.”

Essa visão plural dialoga diretamente com o espírito da própria Orquestra Ouro Preto e da série Alma Mineira, concebida para revisitar e celebrar os múltiplos caminhos da música produzida no Estado. O maestro Toffolo vê o projeto como uma forma de reafirmar a identidade cultural mineira por meio da música.

“É um projeto que busca revelar a força criativa desse território e mostrar como a música mineira dialoga com o mundo sem perder sua essência. Receber Túlio Mourão nesse contexto é reconhecer um artista que representa exatamente essa riqueza de caminhos”.

No palco, a soma dessas trajetórias promete uma espécie de retrato sonoro da sensibilidade mineira, em uma experiência compartilhada. “Também vai encontrar um músico fazendo o que mais gosta: compartilhar sua criação com outros grandes músicos e fechar com a plateia um circuito de magia que reúne transcendência, verdade e sonho, que só o palco faz acontecer”, promete o músico.

Orquestra Ouro Preto convida Túlio Mourão na série Alma Mineira

Data: 12 de abril, domingo

Horário: 11 horas

Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro 1046, Centro – Belo Horizonte)

Ingressos: a preços populares(R$15 e R$30), no site Sympla ou na bilheteria do teatro

Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!


Luiz Caldas traz show intimista “Voz e Violão” a Belo Horizonte em apresentação única

Foto: Divulgação 

Ingressos já estão disponíveis para o espetáculo que acontece no dia 11 de abril, às 20h, no Sesc Palladium

O pai da Axé Music, Luiz Caldas, desembarca em Belo Horizonte com seu show “Voz e Violão” neste sábado (11). A apresentação será realizada às 20h, no Sesc Palladium.

No espetáculo, o artista sobe ao palco acompanhado apenas de seu violão, em um formato mais próximo do público, que valoriza sua interpretação e trajetória musical. O repertório revisita diferentes fases de sua carreira, reunindo sucessos, canções marcantes e momentos de interação com a plateia.

Com mais de cinco décadas dedicadas à música, Luiz é reconhecido como um dos grandes nomes da música brasileira e o criador da Axé Music. No formato “Voz e Violão”, ele apresenta um lado mais intimista, compartilhando histórias e versões que evidenciam sua versatilidade e conexão com o público.

A apresentação em Belo Horizonte promete uma noite especial, marcada por emoção, proximidade e celebração de uma carreira que atravessa gerações.

Luiz Caldas – Voz e Violão – Belo Horizonte

Data: 11 de abril (sábado)

Horário: 20h

Local: Sesc Palladium

Endereço: Rua Rio de Janeiro, 1046 – Belo Horizonte (MG)

Ingressos no site Sympla ou na bilheteria do teatro 

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

Ingressos: 

Reflexão do dia


 

quarta-feira, 8 de abril de 2026

The Fevers celebra “60 anos de Sucesso”com turnê que passa por Fortaleza

Foto: Dantas Jr

A turnê “60 nos de sucesso”,  viaja o Brasil e faz todo mundo cantar, dançar e festejar a boa música. Não faltam hits como “Mar de rosas” e “Vem me ajudar”.  O trabalho mais recente do grupo, o álbum “Vem dançar 2” contou com ótima gravação e repertório selecionado. Atualmente, a banda conta com mais de cem mil inscritos em seu canal do YouTube. Desta vez a festa será em Fortaleza, no sábado (11), no Teatro Riomar.

Para um dos fundadores do grupo, o baixista Liebert Ferreira, a marca é digna de orgulho. “Graças a Deus a cada dia seguimos na estrada com o público cantando junto com a gente as nossas canções. São músicas que marcaram a vida das pessoas e até hoje temos que tocá-las pois o público quer ouvi-las. Toda vez que fazemos um show, o público canta e dança com a gente, e isso nos dá muita felicidade. Tomara que a gente dure ainda muitos e muitos anos.”

Para outro fundador, o cantor Luiz Cláudio Elbert, “apesar das perdas que inevitavelmente o tempo nos traz The Fevers ainda tem à frente a figura marcante de Liebert Ferreira desde a fase inicial, reforçados pelas presenças de Rama, Otávio Henrique e Claudio Mendes, que mantém e atualizam a qualidade musical da banda”.

Já o tecladista Claudio nem era nascido enquanto o grupo dava seus primeiros passos. “Eu cheguei ao mundo no final dos anos 60, época que foi muito importante para as próximas gerações, e que pude vivenciar desde então. Anos inspirados na música mundial, e The Fevers estava lá! Sucesso total nas rádios e programas de televisão. Hoje, me orgulha fazer parte dessa trupe, e compartilhar momento tão especial.

O exímio guitarrista Rama diz que “quando as luzes se acendem no palco começa uma nova experiência. Cada dia é um novo sonho para milhares de fãs que adoram as músicas e o som dos Fevers. Nós, os artistas damos energia e motivação para viver, sonhar, se apaixonar, e ir em frente para as pessoas que estão à espera disso. Temos esse privilégio que é uma missão também”.

Cesar Lemos, que voltou recentemente para a banda, como guitarrista e cantor, descreve os 60 anos como “uma trajetória admirável, emplacando sucessos que atravessaram décadas! Embalando e emocionando corações de milhões dentro e fora do Brasil! O The Fevers... Desde a Jovem guarda nos anos 60, inovando nos anos 70 e 80 como os “Reis dos bailes”, escrevendo trilhas sonoras de muitas novelas e por que não dizer, de nossas vidas! Além de todo o sucesso fonográfico, o grupo tem sido uma verdadeiro celeiro de produtores, compositores e diretores de gravadoras! The Fevers turnê 60 anos!  Muito mais que uma celebração de aniversário; será uma festa mágica, trazendo de volta o melhor de cada era, as canções que emocionam e fazem bater mais forte nossos corações”.

“Uma das marcas positivas da Banda durante esse 60 anos de existência é o prazer de estar onde os fãs se encontram. Não importa a distância nós estaremos lá pois a festa não pode parar”, celebra o baterista Otávio Henrique.

E nesses 60 anos de estrada o grupo também acompanhou artistas como Cassiano, Clara Nunes, Erasmo Carlos, Roberto Carlos e Ronnie Von, entre outros.

The Fevers - “60 anos de Sucesso”

TEATRO RIOMAR, em Fortaleza

Dia 11/04 (sábado)

Horario: 20h

Ingressos:

a partir de R$ 70,00 no site uhuu

Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!