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sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Gian & Giovani lançam terceiro EP do DVD “Planeta Sonho”

Foto: Divulgação 


Novo volume traz seis faixas e participação de Murilo Huff

A dupla Gian & Giovani apresentou, na última quinta-feira (29), o terceiro EP do projeto “Planeta Sonho”. O novo volume reúne regravações dos sucessos “Convite de Casamento”, “Roupa de Lua de Mel”, “Tentativas” e “Taça de Pranto”, que ganha uma nova versão ao lado de Murilo Huff. Entre as novidades estão as inéditas “Quatro Vidas” e “Duas Toalhas”, esta última também com participação do cantor.

Gravado em Goiânia (GO), com ingressos esgotados, o DVD “Planeta Sonho” reúne músicas inéditas e canções que fazem parte da história dos sertanejos. Além de Murilo Huff, o projeto conta com as participações especiais de Alexandre Pires e das duplas Bruno & Marrone, Jorge & Mateus e Maiara & Maraisa.

“A expectativa para esse lançamento é grande demais e não poderia ser diferente. Esse EP está lindo, cheio de emoção e de momentos especiais. Não deixem de conferir”, comentam Gian & Giovani.

Vale destacar que, nos volumes anteriores, a dupla já apresentou canções como “Arrependo em Dobro”, “Casinha Branca”, “Caçador de Corações” e “Nem Dormindo Consigo Te Esquecer”, entre outras.

Com direção de Flaney Gonzallez e produção musical de Junior Melo, “Planeta Sonho” celebra diferentes fases da carreira de Gian & Giovani. O nome do projeto faz referência à canção da banda 14 Bis, regravada pela dupla, e também batizou a maior live realizada pelos sertanejos durante a pandemia.

Para saber mais, acompanhe o perfil gianegiovanioficial no Instagram.


Reflexão do dia


 

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Projeto "A Voz do Tambor" conta com protagonismo feminino e doação de 30 instrumentos para periferias

  
Foto:Milena Gomes
Conduzido pela musicista e historiadora Guê Oliveira, projeto está formando multiplicadores locais e celebrará resultados com ensaios abertos, exposições e rodas de conversa no Jardim Felicidade, Zilah Spósito e Tirol entre 7 e 15 de novembro

Após um intenso ciclo de imersão na lutheria artesanal e nos ritmos afro-brasileiros, o projeto “A Voz do Tambor” entra na sua reta final celebrando a ancestralidade, o fortalecimento comunitário e o protagonismo feminino. Idealizada e coordenada pela musicista, historiadora e educadora Guê Oliveira, a jornada formativa gratuita está circulando pelas periferias de Belo Horizonte e encerra suas atividades entre os dias 7 e 15 de novembro com programações especiais nos três territórios atendidos: Jardim Felicidade, Zilah Spósito e Tirol.

Com turmas formadas majoritariamente por mulheres, as oficinas integram de forma inédita a história e o simbolismo do tambor, a confecção e ornamentação física dos instrumentos, a iniciação técnica ao tambor e ao pandeiro, além da prática de ritmos populares. Mais do que uma formação musical, o projeto consolida um importante legado material e imaterial para as comunidades envolvidas. Ao todo, serão doados 30 instrumentos construídos durante as aulas – cada território receberá cinco tambores (caixas de folia) e os cinco pandeiros de uso coletivo -, além da formação de pelo menos três multiplicadores locais (um por bairro) para garantir a continuidade das práticas culturais.

"Construir um tambor é também transmitir uma história. Ao aprender fazendo e tocar em conjunto, os participantes entram em contato com saberes que atravessam gerações e encontram novas formas de continuidade no presente", destaca Guê Oliveira. A idealizadora ressalta que o projeto reconhece a cultura negra e afro-brasileira como fundamento da formação nacional e valoriza as comunidades periféricas como legítimas produtoras de conhecimento.

Celebrações e Encontros Comunitários

Para marcar o encerramento do projeto, cada território receberá uma programação cultural aberta ao público. As atividades incluem ensaio aberto com apresentação musical coletiva dos alunos, exposição dos instrumentos confeccionados, mostra de registros fotográficos do processo formativo e uma roda de conversa sobre a experiência.

A circulação dos encerramentos começa em novembro,no sábado (7), no Jardim Felicidade, no espaço Rabiola. Na quinta-feira (12), é a vez do Zilah Spósito, no Centro Comunitário Nossa Senhora Aparecida. A jornada festiva se encerra no dia 15 de novembro (domingo), no Tirol, no Campo Alvi Verde, em uma ação conjunta com a Irmandade do Rosário Tirol.

O projeto “A Voz do Tambor” é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. A iniciativa tem idealização e coordenação pedagógica de Guê Oliveira, produção da Fina Fazedoria, gestão da Urutu Produções, comunicação da Fruto e assessoria de imprensa da Infinita Comunicação.

Quem é Guê Oliveira: a luthier e historiadora que compartilha saberes e memórias como tecnologias ancestrais

A idealizadora do projeto A Voz do Tambor carrega a assinatura e a vivência de Guê Oliveira, nome artístico de Gladys Cristina de Oliveira. Mulher negra, filha da classe trabalhadora e com raízes familiares cravadas no Vale do Jequitinhonha e em Lavras. Guê é musicista (cantora e percussionista), educadora, produtora e pesquisadora da cultura popular. Sua atuação transita com fluidez entre a precisão da formação acadêmica e a sensibilidade da educação popular.

Licenciada em História pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), especialista em Trabalho, Educação e Movimentos Sociais pela Fiocruz e mestra em Geografia pela Unesp, Guê costura o conhecimento científico à prática artística e ao trabalho com organizações populares. No projeto, ela assume a proponente geral, a coordenação pedagógica e a condução direta das oficinas.

O primeiro tambor construído, a "Marianinha", e a descoberta da lutheria

O divisor de águas na trajetória de Guê aconteceu em 1996, durante o FESTIVALE onde se deparou com o Coral de Lavadeiras, o violeiro Pereira da Viola e a caixa de folia tocada por Carlinhos Ferreira. Aquele momento despertou um encontro profundo com sua própria ancestralidade. Sem recursos financeiros para comprar um instrumento na época, ela construiu o seu primeiro tambor ao lado de Carlinhos.

Batizado carinhosamente de "Marianinha", o instrumento nasceu do improviso e da engenhosidade: uma lata de tinta, madeira de peneira, couro, cordas e retalhos de tecido. Ao aprender a dar vida aos materiais descartados, Guê descobriu-se artesã e luthier. Desde então, defende a confecção de tambores como uma tecnologia social ancestral, acessível e emancipatória.

Das ruas às comunidades: a referência do Congado e da organização popular

A bagagem metodológica de Guê foi moldada na prática. No final dos anos 90, atuou como monitora de Carlinhos Ferreira em oficinas voltadas para catadores de papel na ASMARE e para a população de rua de Belo Horizonte — experiência que inspira diretamente a formação de multiplicadores no projeto atual. Seu currículo acumula ainda vivências artísticas com crianças e educadores por vários estados brasileiros e oficinas em assentamentos rurais e cidades como Belo Horizonte e Região Metropolitana, Governador Valadares, Jampruca, Montes Claros, Novo Cruzeiro, Teófilo Otoni e Vale do Jequitinhonha. Em outros estados, ela atuou em Ribeirão Preto (SP), Campo dos Goitacazes (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Caruaru  (PE), São Luis (MA) e Maranhão (PA).

Tendo o Congado como sua principal “escola” rítmica e espiritual, e o movimento cultural de Belo Horizonte, do Vale do Jequitinhonha e dos movimentos sociais como seu espaço de formação política, Guê Oliveira enxerga a construção do tambor como um ato de resistência e transmissão de saberes. Ao focar a jornada atual em mulheres, adolescentes e jovens, a artista busca descentralizar o acesso à percussão e garantir que o pulsar do saber popular ganhe novas mãos. “Eu sou fruto do movimento e, ao mesmo tempo, agora estou devolvendo esse conhecimento que adquiri. Eu sou a colheita também, mas também sou a plantação, porque estou ajudando a plantar de novo”, resume.

ENCERRAMENTO DO PROJETO A VOZ DO TAMBOR

Entrada gratuita e aberta ao público. Programação com ensaio aberto, apresentação musical, 

exposição de instrumentos/fotos e roda de conversa.

07/11 (Sábado) – Jardim Felicidade

Local: Rabiola (Rua Antônio Adão Batista, 73 – Jardim Felicidade, Belo Horizonte - MG)

Horário: das 14 às 18 horas

12/11 (Quinta-feira) – Zilah Spósito

Local: CRAS Zilah Spósito (Rua Coquilhos, 75, Zilah Spósito, Belo Horizonte - MG)

Horário: das 14 às 18 horas

15/11 (Domingo) – Tirol

Local: Campo Alvi Verde (Conjunto Túnel de Ibirité / Bairro Tirol, Belo Horizonte - MG)

Horário: das 9 às 17 horas


Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc em Minas, exibe produções mineiras da IX Mostra Sesc de Cinema

Foto: Ana Carolina Soares 


Programação gratuita reúne produções independentes, sessões comentadas e encontros com realizadores e realizadoras entre os dias 11 e 15 de novembro, no Cine Sesc Palladium

O Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc em Minas, realiza, de 11 a 15 de novembro, no Sesc Palladium, a etapa regional da IX Mostra Sesc de Cinema. Com entrada gratuita, a programação reúne exibições de curtas, médias e longas-metragens produzidos em Minas Gerais, além de bate-papos com realizadores e personalidades convidadas após as sessões. A retirada de ingressos será feita na bilheteria do próprio Palladium, 90 minutos antes do início de cada atividade.

A iniciativa integra a IX Mostra Sesc de Cinema, projeto de abrangência nacional voltado ao incentivo, à difusão e à circulação do audiovisual brasileiro independente. Após a abertura da edição deste ano em Cataguases, e a exibição da programação regional em Pouso Alegre, Belo Horizonte recebe a última etapa da mostra em Minas Gerais.

Presente em 21 estados e no Distrito Federal, a Mostra busca ampliar o acesso do público à produção audiovisual brasileira, contribuindo para a visibilidade de trabalhos independentes e para o fortalecimento da cadeia produtiva do setor. A iniciativa também aproxima espectadores e espectadoras de obras que frequentemente circulam em festivais e mostras especializadas.

Em Belo Horizonte, a programação contempla produções de diferentes cidades do estado, como Nova Lima, Cataguases, Juiz de Fora, Carmo do Cajuru, Poços de Caldas e BH. A seleção inclui os destaques estadual e nacional da mostra, com os filmes “Cadeira Vazia”, produzido por alunos e alunas da oficina “Vem Aqui Criar um Filme”, do Alto Vera Cruz; e o longa-metragem “Ausente”, dirigido por Ana Carolina Soares. Também integram a programação obras como “Queremos praia... Anunciação”, documentário de Chico Pelúcio, Marcelo Braga e Rodolfo Magalhães; “Metamórfike”, de Lui Nascimento; “Encantarias”, de Lucas Fabrício; “Testemunho”, de Leonardo Amaral e Roberto Cotta; e “Kakxop pahok: as crianças cegas”, de Cassiano Maxakali e Charles Bicalho.

Sobre a Fecomércio MG e o Sesc em Minas

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG) é a principal entidade representativa do setor do comércio de bens, serviços e turismo no estado, abrangendo cerca de 750 mil empresas e respondendo por mais de 50 sindicatos.

Hoje sob a presidência de Nadim Donato, a Fecomércio MG atua há 87 anos como porta-voz das demandas do empresariado, buscando soluções através do diálogo com o poder público e a sociedade.

Outra importante atribuição da entidade é a administração do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em Minas Gerais. A atuação integrada das três casas fortalece a promoção de serviços que beneficiam comerciários e comerciárias, empresários e empresárias e a comunidade em geral, a partir de suas diversas unidades distribuídas pelo estado.

Há 80 anos, o Sesc cumpre a missão de promover o encontro das pessoas com o bem-estar e a qualidade de vida. São encontros diários com a Ação Social, a Saúde, a Educação, o Turismo, o Lazer, o Esporte e a Cultura. Fundado pela Confederação Nacional do Comércio em 13 de setembro de 1946, o Sesc em Minas é uma instituição privada mantida pela contribuição sindical do empresariado do comércio. Em Minas Gerais, o Sesc atua em todas as regiões do estado, com 38 unidades fixas e 13 unidades móveis.

A Fecomércio MG também trabalha em estreita colaboração com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), hoje presidida por José Roberto Tadros, e atua ativamente na defesa dos interesses do setor nos âmbitos municipal, estadual e federal. Seu papel é fundamental para transformar a vida de cidadãos e cidadãs e impulsionar a economia mineira.

IX Mostra Sesc de Cinema | Etapa Regional em Belo Horizonte

Período: 11 a 15 de novembro

Local: Cine Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046 – Centro)

Retirada de ingressos: na bilheteria do Sesc Palladium, 90 minutos antes do início de cada sessão.

Entrada gratuita, sujeito à capacidade do espaço

Programação Completa

11 de novembro | quarta-feira

19h30 | Abertura da Mostra

20h | Exibições

“Cadeira Vazia”, de alunos e alunas da oficina “Vem aqui criar um filme” (Belo Horizonte)

“Não Quero Ser Capeta, Não!”, de Duna Dias (Belo Horizonte)

12 de novembro | quinta-feira

19h | Exibições

“Metamórfike”, de Lui Nascimento (Belo Horizonte)

“Queremos Praia... Anunciação”, de Chico Pelúcio, Marcelo Braga e Rodolfo Magalhães (Belo Horizonte)

“Não Quero Ser Capeta, Não!”, de Duna Dias (Belo Horizonte)

Bate-papo com os realizadores e mediação de Renan Eduardo

13 de novembro | sexta-feira

19h | Exibições

“Kakxop pahok: as crianças cegas”, de Cassiano Maxakali e Charles Bicalho (Belo Horizonte)

“Lua Cheia”, de Lea Monteiro (Guanhães)

“Para os Guardados”, de Desali e Rafael Rocha (Belo Horizonte)

Bate-papo com os realizadores e mediação de Renan Eduardo

14 de novembro | sábado

18h | Exibições

“Niña, a Menina que Vive Muito”, de Victor Piva Schiavon (Cataguases)

“Acho que Vivo uma Constante Saudade”, de Bruna Simões (Belo Horizonte)

“A Menina que Queria Ser Pedra”, de Jackson Abacatu (Carmo do Cajuru)

“Mobília”, de Well Bravo (Poços de Caldas)

Bate-papo com os realizadores e mediação de Renan Eduardo

20h | Exibições

“Encantarias”, de Lucas Fabrício (Nova Lima)

“TV Entreaberta”, de Mateus Compart (Belo Horizonte

“Testemunho”, de Leonardo Amaral e Roberto Cotta (Belo Horizonte)

“Pequeno B”, de Lucas Borges (Cataguases)

Bate-papo com os realizadores e mediação de Renan Eduardo

15 de novembro | domingo

18h | Exibições

“Cadeira Vazia”, dos alunos da oficina “Vem aqui criar um filme” (Belo Horizonte)

“Ausente”, de Ana Carolina Soares (Belo Horizonte)

Bate-papo com os realizadores e mediação de Renan Eduardo


Reflexão do dia


 

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Starlight Concerts leva ao interior de Minas Gerais a energia dos grandes clássicos do rock

Foto:Divulgação 

Com mais de 500 mil espectadores e 1.000 apresentações pelo Brasil, projeto apresenta uma experiência que une a força do rock à atmosfera intimista da música ao vivo em Passos, Betim e Cataguazes

O rock ganha uma nova atmosfera com o Starlight Concerts, que apresenta o espetáculo “Clássicos do Rock” em um cenário iluminado por centenas de velas. A proposta é revisitar músicas que fizeram história e marcaram diferentes gerações, explorando novas interpretações para sucessos que continuam conquistando fãs. Neste fim de semana, o projeto desembarca no interior de Minas Gerais. 

A programação começa em Passos, nesta sexta-feira (30), com duas sessões, às 19h e às 21h, no Teatro Gustavo José Lemos. No sábado (31), o público de Betim poderá vivenciar a experiência no Espaço Monte Carmo, também com apresentações às 19h e às 21h. Para fechar o fim de semana, no domingo (1º de novembro), será a vez de Cataguases receber o espetáculo, às 17h, no Centro Cultural Humberto Mauro. Os ingressos estão disponíveis no site oficial do Starlight Concerts. 

Conhecido por transformar apresentações musicais em experiências imersivas, o Starlight Concerts já reuniu mais de 500 mil espectadores em 1.000 apresentações realizadas pelo Brasil. O projeto combina música ao vivo, iluminação cênica e ambientação especial para proporcionar ao público uma experiência que vai além de um concerto tradicional.

Em “Clássicos do Rock”, a intensidade de um dos gêneros mais populares da música ganha espaço em interpretações que valorizam melodias, arranjos e detalhes de composições consagradas. O repertório celebra a trajetória do rock e sua capacidade de permanecer atual, conectando diferentes gerações por meio de músicas que atravessaram décadas.

O cenário, formado por centenas de velas, cria um contraste especial com a energia característica do gênero. A iluminação suave e a proximidade com os músicos permitem que o público vivencie os clássicos sob uma nova perspectiva, em uma apresentação que alterna momentos de intensidade e sensibilidade.

Com essa combinação, o Starlight Concerts reforça sua proposta de oferecer experiências musicais diferenciadas, mostrando que a força do rock também pode ser apreciada em uma atmosfera intimista, na qual cada acorde ganha ainda mais destaque.

 Starlight Concerts – Clássicos do Rock

30/10 – Passos (MG)

Sessões: 19h e 21h

Local: Teatro Gustavo José Lemos – Av. Dr. Breno Soares Maia, 459, Passos – MG, CEP 37900-110

Ingressos no site starlightconcert

31/10 – Betim (MG)

Sessões: 19h e 21h

Local: Espaço Monte Carmo – Avenida Juiz Marco Túlio Isaac, 1119, Ingá Alto, Betim – MG

Ingressos no site starlightconcert

1°/11 – Cataguases (MG)

Sessão: 17h

Local: Centro Cultural Humberto Mauro – Rua Major Vieira, 10, Centro, Cataguases – MG

Ingressos no site starlightconcert

Reflexão do dia