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quinta-feira, 14 de maio de 2026
quarta-feira, 13 de maio de 2026
Pedro K. Calheiros realiza sessão de autógrafos de Crônicas de um Poeta Crônico no Rio de Janeiro
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| Foto: Divulgação |
O evento acontece nesta quinta-feira (14), às 17h, no Chora Café, espaço cultural e gastronômico, localizado na Rua Oliveira Fausto, 28, em Botafogo, Rio de Janeiro. A sessão de autógrafos reúne dois elementos que marcam a identidade de Pedro como escritor: o apreço pelo ambiente intimista e a crença de que a literatura se faz no encontro entre o texto e o leitor. O espaço de Botafogo, com sua atmosfera cultural e acolhedora, é o cenário ideal para uma tarde em que livros, conversas e assinaturas se transformam em experiência literária.
Sobre Pedro K. Calheiros
É escritor, bacharel em Direito e empresário, com uma obra que explora o amor, a cidade de Manaus e reflexões filosóficas e sociais sobre a vida e as relações humanas. Precoce na literatura, publicou seu primeiro livro aos 15 anos, construindo desde então uma trajetória que o consolida como uma das vozes mais expressivas da nova geração literária brasileira.
Cresceu entre livros, mas foi aos doze anos que a literatura ganhou sentido para ele. Desde então, escreve. Estreou em 2015, aos quinze anos, com o livro de poemas “O amor em quatro versos”, publicado com o apoio do Centro Educacional Adalberto Valle. Em 2017, lançou “Epifania Poética”, consolidando sua presença entre as vozes da nova geração literária amazonense.
Em 2020, foi convidado a colaborar com o “Espaço Liberdade”, coluna no Jornal do Commercio do Amazonas, onde descobriu a crônica como extensão natural de sua poesia. No mesmo ano, perdeu Francisco Calheiros, escritor, professor e advogado, referência central em sua formação. A influência paterna ressoa em boa parte da sua prosa. Em 2023, publicou “Crônicas de um poeta crônico” com o apoio da Faculdade Santa Teresa, reunindo textos publicados no Jornal do Commercio. A estreia na prosa manteve o olhar crítico sem abandonar o tom lírico e a leveza que marcam sua escrita.
Instagram pedrokcalheiros
Ficha técnica
Título: Crônicas de um poeta crônico
Autor: Pedro K. Calheiros
Manaus, Villa 2023
ISBN: 978-85-54236-07-6
Literatura brasileira - Crônicas (Amazonas)
Crônica brasileira (Amazonas)
Capa: Vinícius Brito
Edição geral: Pedro K. Calheiros
Projeto gráfico e diagramação: Sérgio Bemfica
Revisão: Kleber Cabral e Augusto César
Fotografia: Marcus Reis
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem
162 pág.
Impresso e digital
Onde comprar: site poetacronico
Sessão de autógrafos: Crônicas de um Poeta Crônico
Local: Chora Café, Rua Oliveira Fausto, 28, Botafogo, Rio de Janeiro
Data: 14 de maio de 2026
Horário: 17h
Entrada gratuita
Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!
Sandra Pêra canta Gonzaguinha em Belo Horizonte
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| Foto: Ana Alexandrino |
Na quinta-feira (28), às 20h, a cantora e atriz Sandra Pêra apresenta no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas, em Belo Horizonte, o show “Eu apenas queria que você soubesse”. O projeto, dedicado integralmente à obra do Gonzaguinha, ganha contorno histórico ao coincidir com o período em que se completam 35 anos da morte do compositor, um dos pilares da música brasileira de resistência e crônica social.
O show não é apenas um tributo; é um mergulho profundo na obra de Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior (1945-1991), com quem Sandra compartilhou a vida e a arte. No repertório, 17 canções selecionadas a dedo traçam um panorama da sensibilidade e da verve política e amorosa do compositor. Acompanhada por um quarteto de jovens e talentosos músicos, Sandra Pêra imprime sua personalidade teatral e voz marcante em clássicos que habitam o imaginário brasileiro. Um dos pontos altos da noite promete ser a participação especial de Amora Pêra. Filha de Sandra e Gonzaguinha, a cantora sobe ao palco para um dueto que transcende a música, celebrando o legado vivo do pai.
O Legado de Gonzaguinha: 35 Anos de Atualidade
Falecido precocemente em 29 de abril de 1991, aos 45 anos, Gonzaguinha deixou um acervo que permanece central para a compreensão da identidade brasileira. Sua obra é caracterizada pela dualidade entre a crueza da crítica política — que o tornou um dos artistas mais visados pela censura durante o regime militar — e um lirismo visceral sobre as relações humanas e a busca pela felicidade.
O show de Sandra Pêra não busca apenas a memória, mas a constatação da atualidade desses textos. Canções como "A Felicidade Bate à sua Porta” - primeiro sucesso do icônico grupo As Frenéticas, do qual Sandra fez parte -, e "O Que é, O Que é?" continuam a ecoar em contextos sociais contemporâneos, enquanto canções como "Grito de Alerta" e “Morro de Saudades” permanecem como referências de interpretação na MPB.
O Repertório: Do Grito à Felicidade
A atriz e cantora mergulha em um repertório que atravessa gerações com a força de suas letras — canções de amor, de luta, de dúvida e esperança — apresentadas com a emoção de quem viveu de perto a ebulição artística de Gonzaguinha. O roteiro passeia por diferentes fases de Gonzaguinha, abordando tanto seu lirismo quanto sua veia contestadora, enquanto Sandra imprime sua leitura afetiva, pessoal e teatral a cada canção. Estão presentes hinos de resistência e crônicas do cotidiano como “Com a Perna no Mundo”, “Recado”, “Caminhos do Coração” e a apoteótica “O Que É, O Que É?”. A faceta lírica e vulnerável do compositor aparece em pérolas como “De volta ao começo”, e “Eu apenas queria que você soubesse”, música que dá nome ao show e ao álbum lançado pela gravadora Biscoito Fino em meados do ano passado. Sandra também explora composições que revelam o olhar de Gonzaguinha sobre a existência e o amor, como “Ponto de Interrogação”, “Ser Fazer e Acontecer”, “Maravida”, e a delicada “Borboleta Prateada”.
Sandra Pêra sobe ao palco acompanhada por uma banda formada por quatro músicos da nova cena instrumental: Pedro Carneiro (piano e sanfona), Rodrigo Lima (violão e guitarra), Pedro Moraez (baixo) e Lourenço Vasconcellos (bateria). A direção musical, assinada por Amora Pêra e Paula Leal, propõe arranjos contemporâneos que preservam a estrutura melódica original, mas conferem frescor às execuções.
“Estar no palco com o repertório do Gonzaga é um desafio que me move. São canções que pedem entrega e sensibilidade, e me sinto motivada e feliz para vivê-las no palco”, diz Sandra Pêra.
SANDRA PÊRA – EU APENAS QUERIA QUE VOCÊ SOUBESSE – CANÇÕES DE GONZAGUINHA
28 de maio (Quinta-feira) - 20h
Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas
Rua da Bahia 2244 - Lourdes, Belo Horizonte
Ingressos:
Plateia = R$ 100,00 (inteira) / R$ 50,00 (meia-entrada)
Plateia Social (ingresso popular) = R$ 40,00
Vendas: Sympla e bilheteria do teatro (31) 3516.1360
Classificação: Livre
Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

