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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

Gustavo Tubarão lança livro em Belo Horizonte

Foto: Divulgação


Sessão de autógrafos de "O trem tá feio" acontece na Livraria Leitura

Natural da cidade de Cana Verde, localizada na região Sul de Minas Gerais, o influenciador Gustavo Tubarão, que soma mais de 10 milhões de seguidores no Instagram, desembarca em Belo Horizonte nesta quinta-feira (29) para sessão de autógrafos de seu livro de estreia. A biografia O trem tá feio, publicada pela Citadel Grupo Editorial, é um relato profundo e sincero de como o mineiro superou a depressão.

Ao relatar sua experiência com episódios de crise de ansiedade, Síndrome do Pânico e Transtorno Borderline, Gustavo faz um alerta de que a saúde mental requer cuidado e atenção contínua. Com frases acolhedoras e uma boa dose de humor, ele traz dicas para que o leitor estabeleça limites, identifique as motivações no dia a dia e desenvolva a perseverança para enfrentar emoções conflitantes.

O evento de lançamento acontece na Livraria Leitura, no Shopping Cidade (Rua dos Tupis, nº 337, GG01, Centro), a partir das 18h. Para maior controle dos participantes, haverá distribuição limitada de pulseiras – recebidas após a compra do exemplar.

Lançamento “O trem tá feio” – Gustavo Tubarão

Quando: quinta-feira (29), a partir das 18h;

Onde: Livraria Leitura BH;

Endereço: Shopping Cidade (Rua dos Tupis, nº 337, GG01, Centro).

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

Bárbara Carine lança novo livro

Querido estudante negro é um livro de memórias, com tom ficcional, que traz situações vividas pela autora desde a educação infantil até a pós-graduação  

Após o sucesso de Como ser um educador antirracista, a pesquisadora, escritora e ativista Bárbara Carine lança novo livro pela Editora Planeta. Em Querido estudante negro, é possível conhecer uma faceta diferente da autora. Desta vez, em formato de cartas fictícias, Bárbara dialoga com os estudantes negros, independente das condições financeiras ou sociais, ao compartilhar as experiências que viveu. Com quase 400 mil seguidores nas redes sociais, a intelectual convida a mergulhar na complexidade da formação de subjetividades negras nesta obra.

No livro, uma estudante negra compartilha cartas com um amigo que conheceu na infância e que também é um estudante negro. Nos relatos, a protagonista vivencia situações que Bárbara enfrentou, focando na trajetória estudantil, abrangendo desde a pré-escola até o pós-doutorado. Os personagens, principais e secundários, não são nomeados. O objetivo é que qualquer estudante negro brasileiro se identifique, pois, as histórias de vida são cruzadas. “São cartas de um ‘Eu Coletivo’. Uma história que é de uma alguém, justamente por ser a narrativa de todo mundo.”, escreveu Carine.

De forma sútil e potente ao mesmo tempo, Bárbara tece uma crítica social sobre o classicismo e o racismo. Para isso, ela apresenta dois protagonistas que têm a mesma idade, mas são diferentes. A menina é negra de pele não retinta e vive em periferia. O menino é retinto e possui uma situação abastada. Apesar das diferenças socioeconômicas, ambos têm a subjetividade completamente atravessada pelo racismo estrutural. A linguagem e complexidade das cartas mudam no decorrer da vida, mas permanece a certeza de que as experiências escolares de pessoas negras no Brasil são duras e discriminatórios.

A obra "Querido estudante negro" apresenta diferentes percepções e níveis de compreensão sobre o que é ser negro no país. Bárbara convida as pessoas que desejam entender os universos dos estudantes negros, seus responsáveis e professores antirracistas. Mas, seu principal foco é, sem dúvida, o estudante negro. Esse é um livro que acolhe e tenta deixar o mundo menos solitário para o jovem negro, seja aquele que ainda está trilhando o caminho ou aquele que cresceu e precisou aprender a sobreviver em meio a uma sociedade racista.

EVENTOS DE LANÇAMENTO:  

Salvador  

Sessão de autógrafos e bate-papo com Bárbara Carine

Dia 22 de fevereiro às 19h

Biblioteca Central do Estado da Bahia

Local: R. Gen. Labatut, 27 - Barris, Salvador - BA, 40070-100

Rio de Janeiro 

Sessão de autógrafos e bate-papo com Bárbara Carine

Dia 29 de fevereiro às 18h

Centro Coreográfico RJ -Teatro Angel Vianna

Local: R. José Higino, 115 - Tijuca, Rio de Janeiro - RJ, 20520-202

São Paulo 

Bate-papo entre Bárbara Carine e Maria Vilani Gomes seguido de sessão de autógrafos

Dia 19 de março às 19h

SESC Pinheiros

Local: R. Pais Leme, 195 - Pinheiros, São Paulo - SP, 05424-150

Intervenção artística com @heu_ek seguido de sessão de autógrafos com Bárbara Carine

Dia 20 de março às 19h

Drummond Livraria

Local: Av. Paulista 2073 conjunto nacional, loja 153 - Consolação, São Paulo - SP, 01311-300

FICHA TÉCNICA: 

Título: Querido estudante negro

Autora: Bárbara Carine

ISBN: 978-85-422-2500-6

160 páginas

R$ 51,90

lustração de capa: Héu

Editora Planeta

SOBRE A AUTORA: 

Bárbara Carine Soares Pinheiro é mãe, mulher negra cis, nordestina, professora, escritora, empresária, formada em Química e em Filosofia pela UFBA, além de mestra e doutora em Ensino de Química pela UFBA/UEFS. Realizou estágio de pós-doutorado na Cátedra de Educação Básica – IEAUSP. Atualmente, é professora adjunta do Instituto de Química da UFBA. Membro permanente do corpo docente do programa de pós-graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências (UFBA/UEFS). Líder do grupo de pesquisa Diversidade e Criticidade nas Ciências Naturais (DICCINA). Autora de livros como @descolonizando_saberes: mulheres negras na ciência (finalista do prêmio Jabuti 2021) e História preta das coisas: 50 invenções científico-tecnológicas de pessoas negras (finalista do prêmio Jabuti 2022). Idealizadora, sócia e consultora pedagógica da Escola Afro-brasileira Maria Felipa, primeira escola afro-brasileira do Brasil.

SOBRE A EDITORA 

Fundado há 70 anos em Barcelona, o Grupo Planeta é um dos maiores conglomerados editoriais do mundo, além de uma das maiores corporações de comunicação e educação do cenário global. A Editora Planeta, criada em 2003, é o braço brasileiro do Grupo Planeta. Com mais de 1.500 livros publicados, a Planeta Brasil conta com nove selos editoriais, que abrangem o melhor dos gêneros de ficção e não ficção: Planeta, Crítica, Tusquets, Paidós, Planeta Minotauro, Planeta Estratégia, Outro Planeta, Academia e Essência.

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Roberta Miranda lança a música “Eu Tive uma Infância Linda”

Nova canção já pode ser ouvida online
Foto: Divulgação
Letra do single é assinada pela artista e três fãs. Composição foi criada de maneira inédita através das redes sociais 

Sabe aquelas lembranças da infância que permanecem na memória e no coração da maioria das pessoas? É falando sobre essas recordações que a cantora e compositora Roberta Miranda apresenta nesta sexta-feira (8) a nova canção “Eu Tive uma infância Linda”. O lançamento que acontece no tradicional ‘mês das crianças’ estará disponível nas principais plataformas digitais e também no canal oficial da artista no YouTube.

Com mais de 700 composições ao longo da carreira, Roberta Miranda assina a letra de “Eu Tive uma infância Linda” com três fãs: Dilma Leandro, Narrimann Gaigher e Michele Ferreira. A curiosidade é que a criação da música aconteceu de uma forma inédita: através de uma live pela rede social (Facebook) eles colaboraram com ideias que foram transformadas em trechos e incorporadas à canção.

“Peguei meu violão e convidei os fãs a comporem comigo, ali mesmo, de forma virtual. Cada um foi trazendo uma ideia, uma lembrança e fomos acrescentando essas recordações à música com muita alegria e sensibilidade. O resultado ficou maravilhoso e estou feliz demais por apresentar meus fãs como coautores dando a eles uma oportunidade de obterem uma renda extra nesse momento em que todos ainda vivemos os reflexos da pandemia”, destaca a eterna “Rainha da Música Sertaneja”.

EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA

(Roberta Miranda/ Dilma Leandro/ Narrimann Gaigher / Michele Ferreira)

EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA

EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA

SABE AQUELE CHINELO DE PALHA, QUE EU USAVA

TODO LASCADO, O GATO COMEU

E O SAPATO QUE O MEU PAI COMPROU

PRA EU IR PRA ESCOLA, TODO FURADO

DE BORRACHA, TAMBÉM SE PERDEU

E O LANCHINHO QUE MINHA MÃE FAZIA, SEM CONDIÇÃO

PÃO COM PÃO, PÃO COM AÇUCAR

AGRADEÇO A DEUS

AGRADEÇO A DEUS

O MEU TESOURO QUE OS MEUS PAIS ME DERAM

FOI A MINHA INFÂNCIA, TRAGO NA LEMBRANÇA

BRINQUEI DE BONECA, ESCONDE- ESCONDE, AMARELINHA

EU TIVE UMA INFANCIA LINDA ÔÔ

EU TIVE UMA INFANCIA LINDA ÔÔ

EU TIVE UMA INFANCIA LINDA

PULAVA CORDA, JOGAVA PIÃO

QUEIMADA, PETECA, BOLA DE GUDE, TAMBÉM BICICLETA

EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA

EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA

O MEU TESOURO QUE OS MEUS PAIS ME DERAM

FOI A MINHA INFÂNCIA, TRAGO NA LEMBRANÇA

BRINQUEI DE BONECA, ESCONDE- ESCONDE, AMARELINHA

EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA ÔÔ

EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA ÔÔ

EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA

PULAVA CORDA, JOGAVA PIÃO

QUEIMADA, PETECA, BOLA DE GUDE, TAMBÉM BICICLETA , ESTÁTUA!

EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA

EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA

EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA

EU TIVE UMA INFÂNCIA LINDA

Para saber mais e acompanhar todas as novidades, acesse: www.robertamiranda.com.br.

Facebook: RobertaMirandaOficial

Instagram: robertamiranda

YouTube: RobertaMirandaRM

Twitter: @RobertaMiranda1

Telefone para shows: (11) 9-6862-4792- Ricardo Miranda #blueworkeventos

terça-feira, 15 de junho de 2021

Sempre Um Papo recebe Flávia Oliveira

O Sempre Um Papo segue com a programação de 2021, ano de comemoração dos 35 anos do projeto, recebendo, nesta quarta-feira (16), às 21h, a jornalista Flávia Oliveira para falar com Afonso Borges sobre o tema “No luto há luta”. Essa será mais uma edição do #SempreUmPapoEmCasa, com intérprete de libras, acesso gratuito e transmissão no Youtube, Instagram e Facebook do Sempre Um Papo.

O projeto é viabilizado com o patrocínio do Itaú, Rede Mater Dei e Usiminas, com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo.

Afonso Borges fez o convite à Flávia Oliveira a partir do texto “No luto há luta” escrito pela jornalista e publicado no jornal O Globo no dia 11 de junho, onde Oliveira aborda sobre o assassinato de Kathlen Romeu e outras sete grávidas que foram abatidas a tiros no Rio de Janeiro em cinco anos. A repórter chorou ao fazer a cobertura ao vivo do acontecido na GloboNews, ação que gerou muita repercussão nas redes sociais. “Não quero ser a comentarista que chora e se desespera e brada contra a necropolítica de segurança nossa de cada dia. [...] Sou filha da mãe negra, como a jovem gestante cuja vida foi interrompida no quarto mês de gestação. Como Jaqueline Lopes, sou mãe da filha negra nascida em 1996. Como dona Sayonara de Oliveira, sou avó de uma criança negra. Cresci num conjunto habitacional do subúrbio, conheço o medo da violência cometida por criminosos e policiais”. 

De acordo com ela, os indicadores brasileiros de segurança pública estão críticos devido à elevada violação do direito à vida, principalmente de pessoas negras, as maiores vítimas de letalidade violenta. “Tem pele preta ou parda a maioria das vítimas de letalidade violenta, mortes por intervenção de agentes do Estado, feminicídio. A sociedade que se emocionou com os protestos contra o assassinato do negro George Floyd, nos EUA, tem o dever de se indignar e exigir mudanças aqui, porque asfixiados também estamos nós”.

Flávia Oliveira nasceu no Rio de Janeiro. É técnica em estatística pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas (Ence) e formou-se em jornalismo no Instituto de Artes e Comunicação Social (IACS) da Universidade Federal Fluminense. Iniciou sua carreira em 1992, como repórter do Jornal do Commercio. Depois, foi para o jornal O Globo, onde trabalhou como repórter de economia de 1994 a 2000, como editora de suplementos especiais de 2001 a 2005 e passou a produzir a coluna Negócios & Cia a partir de agosto de 2006. Desde 2009, é uma das comentaristas fixas do programa Estúdio i, do canal por assinatura GloboNews, onde comenta sobre economia. Em abril de 2011, passou a ser também comentarista de finanças pessoais e economia doméstica nos programas Bom Dia Rio e RJTV, da Globo Rio. É colunista do jornal O Globo, comentarista do programa Em Pauta e Jornal das Dez desde junho de 2020, e da Rádio CBN. Recebeu diversos prêmios, entre os quais o Prêmio Esso de Jornalismo (2201), na categoria Melhor Contribuição à Imprensa, por uma série de reportagens chamada Retratos do Rio.

#SempreUmPapoEmCasa com Flávia Oliveira

Dia 16 de junho, quarta-feira, às 21h

Local: Youtube, Facebook e Instagram do Sempre Um Papo

Informações: www.sempreumpapo.com.br

sexta-feira, 7 de maio de 2021

Sempre Um Papo Itabira recebe Padre Fábio de Melo

 

Padre conversa com o público sobre sua
nova obra - Foto: Divulgação

Por iniciativa do Instituto Cultural Vale, o Sempre Um Papo Itabira recebe o escritor Padre Fábio de Melo para falar sobre o seu novo livro “A Hora da Essência” (Ed. Planeta), na terça-feira (11) , às 19h, com acesso gratuito e transmissão no Youtube, Instagram e Facebook do Sempre Um Papo. O evento terá a mediação de Afonso Borges, idealizador desse projeto de incentivo ao hábito da leitura, fundado há 35 anos. A conversa contará com intérprete de Libras. 

“É um prazer enorme conversar com o público de Itabira. Podemos falar do livro “A Hora da Essência” a partir do poema “José”, de Carlos Drummond de Andrade. Um poema tão sugestivo para a gente pensar sobre os momentos em que a vida nos coloca sem ter aonde ir e só nos resta a essência, a busca da verdade. Quando todas as dispersões do mundo caem por terra, quando nenhuma fuga nos é oferecida e só nos resta a realidade”, antecipa Padre Fábio de Melo, fazendo uma analogia de seu livro com o texto de Drummond. 

Mesmo com o Sempre Um Papo acontecendo de forma virtual, devido à pandemia do Covid-19, a live será gerada do palco da Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade na cidade de Itabira, onde estará o criador do projeto, Afonso Borges, como uma maneira de demonstrar que o “Sempre Um Papo” pertence à cidade, sem perder a geolocalização. Essa ação poderá ser alterada seguindo as recomendações dos governos estadual e municipal quanto ao deslocamento e ao isolamento social.

O Sempre Um Papo Itabira é viabilizado com o patrocínio do Instituto Cultural Vale, com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo. O projeto conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Itabira, por meio da Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade. O Sempre Um Papo chega com propósito alongado a Itabira: traz com ele a primeira edição do Flitabira – Festival Literário de Itabira, que vai acontecer no dia 31 de outubro de 2021.

“A Hora da Essência” (Planeta)

Nesse romance contemporâneo, Padre Fábio de Melo propõe uma análise sobre a vida, o que podemos fazer para viver melhor e como é viver a essência - não deixando para cuidar da vida só às vésperas de morrer, através de uma conversa de duas mulheres. Uma das mulheres descobre um câncer incurável, é hospitalizada e, no hospital, conhece uma enfermeira com quem conversa sobre a sua vida. Ainda antes de morrer, essa mesma mulher toma atitudes para recuperar o que havia deixado para trás ou perdido. 

Padre Fábio De Melo é mineiro da cidade de Formiga, graduado em Filosofia e Teologia, pós-graduado em Educação e mestre em Teologia Sistemática e se dedica ao trabalho de evangelização pela arte. É cantor e compositor, autor de vários livros, entre eles: “Tempo de Esperas”, “Orfandades”, “É Sagrado Viver” e “Quem Me Roubou de Mim”, todos lançados pela Editora Planeta.

Sempre Um Papo Itabira recebe Padre Fábio de Melo

Dia 11 de maio, terça-feira, às 19h

Local: Youtube, Facebook e Instagram do Sempre Um Papo

Informações: www.sempreumpapo.com.br

Informações para a imprensa:

Jozane Faleiro – jozane@sempreumpappo.com.br / 31 992046367

quarta-feira, 5 de maio de 2021

‘Um Lugar Silencioso – Parte II’ ganha cartaz

 

Longa promete surpreender
Foto: Divulgação

A Paramount Pictures liberou nesta quarta-feira (5) um novo cartaz de ‘Um Lugar Silencioso – Parte II’, que chega aos cinemas em 10 de junho. Na nova imagem, Emily Blunt é destaque quando sua personagem Evelyn Abbott está correndo para sobreviver junto aos seus filhos. Para aumentar ainda mais a ansiedade dos fãs do filme John Krasinski, a Paramount Pictures anunciou também que vai liberar um novo trailer amanhã (quinta-feira, dia 6).

‘Um Lugar Silencioso – Parte II’ estreia nos cinemas em 10 de junho


Sinopse


Logo após os acontecimentos mortais, até mesmo dentro de casa, a família Abbott (Emily Blunt, Millicent Simmonds, Noah Jupe) precisa agora encarar o terror mundo afora, continuando a lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.


UM LUGAR SILENCIOSO – PARTE II


97 MIN/CLASSIFICAÇÃO: 14 ANOS

ESCRITO E DIRIGIDO POR
John Krasinski

PRODUÇÃO EXECUTIVA POR
Allyson Seeger, Joann Perritano, Aaron Janus

PRODUZIDO POR
Michael Bay, Andrew Form, Brad Fuller, John Krasinski

BASEADO EM PERSONAGENS CRIADOS POR
Bryan Woods & Scott Beck

ELENCO
Emily Blunt, Cillian Murphy, Millicent Simmonds, Noah Jupe, Djimon Hounsou

#UMLUGARSILENCIOSO2

 

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Vencedor do ‘Prêmio Sesc de Literatura 2019’ lança livro em BH

'O doce e o amargo’, premiado na categoria Conto, será lançado por João Gabriel Paulsen no próximo dia 3, no Sesc Palladium

 #SescMinas

Vencedor do ‘Prêmio Sesc de Literatura 2019’, o juiz-forano João Gabriel Paulsen vem a Belo Horizonte, no dia 3 de dezembro, para lançar a obra que lhe rendeu o título de melhor ‘Conto’ na premiação. A cerimônia de lançamento de ‘O doce e o amargo’ será, às 19h30, no Teatro de Bolso do Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, Centro) e contará com um bate-papo entre o autor Felipe Holloway, também vencedor do prêmio na categoria ‘Romance’, mediado por Carlos Herculano. A entrada é gratuita com retirada de ingressos 30 minutos antes do evento e espaço sujeito a lotação.

Lançado pelo Sesc em 2003, o ‘Prêmio Sesc de Literatura’ é reconhecido como uma das mais importantes premiações do gênero no país, e identifica escritores inéditos, cujas obras possuam qualidade literária para edição e circulação nacional. Além destes autores serem incluídos em programações literárias do Sesc, o Prêmio abre uma porta do mercado editorial aos estreantes: os livros vencedores são publicados e distribuídos pela editora Record, com tiragem inicial de 2 mil exemplares. O concurso cumpre, ainda, um importante papel na área cultural, proporcionando uma renovação no panorama literário brasileiro.

Nos últimos anos os vencedores do Prêmio Sesc de Literatura também se destacaram em importantes premiações. Entre eles estão Franklin Carvalho, ganhador com o Romance ‘Céus e Terra’, em 2016, e vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura 2017; Sheyla Smanioto Macedo, vencedora da edição 2015, com o Romance ‘Desesterro’, que conquistou o Prêmio Machado de Assis 2016; Marcos Peres, autor de ‘O Evangelho Segundo Hitler’, vencedor do Prêmio SP de Literatura 2014 na categoria estreantes; e Debora Ferraz, que escreveu ‘Enquanto Deus não está olhando’, vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura 2015.

A edição 2019 do Prêmio recebeu 1.969 inscrições, número recorde de participação, sendo 926 coletâneas de contos e 1043 romances.

SOBRE O AUTOR JOÃO GABRIEL PAULSEN

Estudante de filosofia na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), João Gabriel tem 19 anos e escreve desde os 15, tendo iniciado pela poesia e depois avançado na prosa. Ele confessa que ser vencedor de uma das categorias do Prêmio Sesc de Literatura é uma sensação indescritível. “Receber uma confirmação dessas – de que você produz literatura de qualidade – é fenomenal”, comemora. “Sempre tive muita afinidade com as palavras e leio bastante, o que me levou ao amor pela literatura. A vitória abre uma série de possibilidades no campo da produção literária, é uma indicação do que posso vislumbrar a partir de agora para o meu futuro”, declara João Paulo.

‘O doce e o amargo’ é uma coletânea composta de nove contos que tratam das tensões geracionais e os conflitos ocasionados pelos ritos de passagem. Entre crianças que vão ao enterro da mãe, a busca do amor fugidio como saída para o vazio existencial e um rapaz preso numa cela com um demônio, o livro oscila entre o onírico e o real como plataformas de uma prosa densa e ao mesmo tempo fluente.
 
Prêmio Sesc de Literatura

Lançamento do livro ‘O doce e o amargo’, de João Gabriel Paulsen

Debate do escritor com Felipe Holloway (vencedor da categoria Romance desta edição do Prêmio)

Mediação de Carlos Herculano | Leitura dramática com Leo Gonçalves

Data: 3 de dezembro de 2019

Horário: 19h30

Local: Teatro de Bolso do Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, Centro,Belo Horizonte/MG)

Entrada: gratuita com retirada de ingressos 30 minutos antes do evento. Espaço sujeito a lotação.

Informações para o público: (31) 3270-8100

quarta-feira, 20 de março de 2019

Sempre um papo recebe Hugo Monteiro Ferreira

Professor assina sua obra e conversa
com a plateia - Foto:Priscila Adolfo
O neuropsicólogo Hugo Monteiro Ferreira, professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco, é o convidado para abrir a programação do Sempre Um Papo em Belo Horizonte na terça-feira (26), às 19h30, na Biblioteca Pública Luiz de Bessa, na Praça da Liberdade, com entrada gratuita. Ele falará sobre o tema “A Geração do Quarto e o Massacre de Suzano”, tendo como ponto de partida o acontecimento na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, São Paulo, quando dois jovens ex-alunos atiraram e mataram oito pessoas na escola, no dia 13 de março. Hugo é autor do livro “A Geração do Quarto: Quando Crianças e Adolescentes Nos Ensinam a Amar”, com lançamento previsto para o segundo semestre de 2019. 

Hugo Monteiro Ferreira criou, em 2015, o termo “geração do quarto”. A denominação foi dada a jovens e adolescentes que possuem uma relação intensa com a internet, são solitários e, ao mesmo tempo, enfrentam dificuldades na família. Hugo é doutor em Educação e escreveu os livros “Benedito” e “Emílio ou Quando se Nasce com um Vulcão ao Lado”, indicado para o Jabuti 2014 na categoria Juvenil. O termo “quarto” determina também o ambiente selado destes jovens de aparência doméstica e reclusa que, no seu íntimo, são capazes de planejar e executar os mais terríveis acontecimentos. Os dois jovens da tragédia em São Paulo viviam mergulhados na Deep Web, eram especializados em jogos de guerra, com armas e mortes. E se prepararam para o dia 14 de março. Vestiram fantasias – mais que isso, incorporaram os personagens. Como nos jogos, era matar ou morrer. Ou matar e morrer, como foi o caso, na vida real.

Mas seriam os jogos de games os culpados? Hugo pensa que não. Segundo ele, “há uma relação direta e indireta no que diz respeito a violência. Existem pesquisas nas áreas de psicologia, psiquiatria e neurociência que apontam interferência na formação, tanto emocional, mental ou cerebral que tem repercussões comportamentais. Crianças e adolescentes – continua –  que utilizam mais de 4 horas da sua rotina diária para experimentar jogos virtuais costumam substituir os seres humanos ou mesmo os animais domésticos pelo computador”. Ainda assim, ele relativiza o papel do game: “o problema é como o jogo é vivenciado. De maneira geral, independente disso, eles são solitários, tem problemas de diálogo com a família e se relacionam pouco com o mundo real”.

Sinopse  por Hugo Monteiro Ferreira: “O livro “A Geração do Quarto: Quando Crianças e Adolescentes Nos Ensinam a Amar” é o resultado de uma pesquisa de campo, feita em cinco capitais brasileiras, sobre a geração que nasce no final do Século XX e início do Século XXI e que apresenta adoecimento emocional e mental. No mundo, o suicídio é a segunda causa de morte entre pessoas entre 15 e 29 anos de idade; o fenômeno da automutilação sem intenção suicida é um dos maiores problemas não declarados das redes de ensino, tanto pública quanto privada; a depressão e a síndrome do pânico, além do uso abusivo de álcool, a gravidez na adolescência e a prática sexual sem uso de preservativo são elementos que estão presentes no cotidiano de meninos e meninas violentados/as e violentos. O livro tenta mostrar que não é mais possível fechar os olhos e silenciar diante do pedido de ajuda desse grupo social. O livro critica a ideia de que estamos diante de uma geração fracassada e termina com uma proposição: mais do que categorizar meninos e meninas, devemos ouvi-los/as, eles/elas tem muito a dizer.”

Sempre Um Papo com Hugo Monteiro Ferreira
Dia 26 de março, terça-feira, às 19h30, na Biblioteca Pública Luiz de Bessa, Praça da Liberdade, 21/BH. Entrada Gratuita - Informações: 31 32611501

quinta-feira, 21 de junho de 2018

“A Vida Divina” de autoria do influente pensador e filósofo indiano Sri Aurobindo será lançada

Tradutora conversa com a
plateia nos eventos
Foto:Rosana Lobo
Criar uma base e um caminho para desnudar uma verdade maior além da mente, acessível à alma e à consciência humana é o que propõe o livro “A vida divina”, de autoria do influente pensador, escritor e filósofo indiano Sri Aurobindo (1872-1950) e que será lançado durante palestras gratuitas e realizadas em diversos espaços na capital mineira e cidades vizinhas até 2 de julho. Confira a grade de programação e inscrições no site http://www.casasriaurobindo.com.br/.

Em “A Vida Divina”, que possui 960 páginas traduzidas do inglês para o português, Sri Aurobindo aborda questões que sempre estiveram no centro da indagação humana, como a origem, a natureza, o sentido e o destino da manifestação universal e o papel crucial que nela desempenha a consciência humana.

Todas as palestras de lançamento de “A Vida Divina” serão conduzidas por Aryamani, tradutora e estudiosa da obra de Sri Aurobindo. Natural da Bahia, ela vive em Auroville, cidade do sul da Índia, desde 1979. Nos eventos ela fará leitura de trechos do livro e, em seguida, discutirá a obra com os participantes.

“A obra de Sri Aurobindo é muito relevante, pois fala da vida, dos nossos questionamentos, da forma como vivemos, das angústias e das escolhas. Fala do progresso na direção do conhecimento e da evolução espiritual. Pedimos e queremos a paz mas tudo está relacionado à nossa própria autotransformação à evolução do homem espiritual, como ressalta o grande filósofo”, explica Lenora Cunha, psicóloga e uma das organizadoras dos eventos.

Programação

No dia 23 de junho, sábado, o lançamento de “A Vida Divina” ocorrerá às 9h, no Instituto Renascer da Consciência (Km 30 Br 262, Distrito de Ravena, Sabará) e às 18h30 no Instituto  Aravinda (rua Montese, 397, Itapoã – Belo Horizonte - MG). Já no dia 28, quinta, a obra será lançada, às 20h, no Centro de Ecologia Integral e UNIPAZ MG (rua Bernardo Guimarães, 3101, sala 201). No dia seguinte, 29, às 19h30, o evento será na Tônus Fisioterapia e Saúde Integral (rua Cristina, 1160, São Pedro, Belo Horizonte - MG). E no dia 30, sábado, o livro será lançado, às 19h, na Yoga Valéria Gontijo Saraswati (rua Monsueto Filizola, 871, Santa Amélia, BH).

A programação prossegue no dia 1º de julho, domingo, às 17h, na Casa Sri Aurobindo (rua Senhora das Graças, 16, sala 110, Cruzeiro, BH). Já no dia 2, segunda, “A vida divina” será lançada, às 19h30, no Instituto de Estudos e Desenvolvimento da Espiritualidade (INEDE), na rua Suassui 274, Carlos Prates, em Belo Horizonte.

Sobre o autor

Indiano de nascimento, Sri Aurobindo, diplomou-se em Literatura, Línguas e História pelo King’s College, em Cambridge, Inglaterra. Aos 25 anostornou-se um revolucionário líder do Partido Nacionalista Indiano, antecedendo Gandhi na luta para libertar seu país do jugo britânico. Depois de preso, em 1910 afastou-se da cena política e se dedicou ao conhecimento espiritual como uma força interior necessária à luta política. Informações: (31) 3292-7501.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Escritora mineira lança três livros em Belo Horizonte

Autora autografa suas obras na capital mineira
Foto: Pablo Praxedes
No dia 25 de junho (segunda-feira), a partir das 19 horas, Malluh Praxedes estará no Contos - Bar e Restaurante (Av. Francisco Deslandes, 446 - Bairro Anchieta - Belo Horizonte-MG) lançando de uma só vez três livros de sua autoria.

Com ilustrações do artista plástico Fernando Fiuza (acervo da autora), os livros Alguém em Mi, Nem Muralhas, Nem Mulheres e O Olhar da Bailarina, em formato pocket (15,5cmx10cm), têm narrativas curtas, diretas, onde as meias palavras e as frases entrecortadas fazem com que o leitor compartilhe as emoções narradas por Malluh Praxedes.

Alguém em Mi - 20 pequenos contos

Neste livro de contos, o escritor e dramaturgo português Cunha de Leiradella assina o prefácio e avisa: “Ler Alguém em Mi é nos vermos, refletidos em um espelho que nos mostra, não apenas como somos, mas muito mais como gostaríamos de ser...”

Nem Muralhas, Nem Mulheres - 10 textos sobre ‘invasões bárbaras’

Para Malluh Praxedes este é o livro mais difícil de todos que já escreveu. Nele, a autora apresenta situações que denominou ‘invasões bárbaras’ e narra violências vividas. “Assumir minhas próprias histórias me trouxe alívio. Foi bom encarar como lidei em cada uma das situações”, avalia a escritora.

O escritor Salomão Polakiewicz registrou no prefácio: “Livro oportuno num momento em que, tal como ela (Malluh), outras pessoas, principalmente mulheres, se decidiram a falar de violência sexual... Muito mais do que a franqueza e coragem expostas nas experiências compartilhadas nessa obra - atributos já evidenciados em seus livros -, desponta sua orientação como sujeito...”.

O Olhar da Bailarina - 18 textos sobre um tempo, memórias

Em relatos minúsculos, finalizados com letras de músicas fazendo uma parceria certeira, Malluh passeia por sua intimidade.
O jornalista e escritor norte-americano James Gavin assina o prefácio: “Malluh Praxedes escreve como uma bailarina dança: com graça, equilíbrio, coordenação, leveza e elegância. Em seus olhos, há o mesmo brilho de admiração e constante sensação de descoberta que vemos quando assistimos a uma bailarina no palco...”

Lançamento de três livros da escritora Malluh Praxedes
Local: Contos - Bar e Restaurante - Av. Francisco Deslandes, 446 – Bairro Anchieta – Belo Horizonte -MG
Data: 25 de junho de 2018, segunda-feira, das 19 às 23 horas.
Preço dos livros: R$ 20,00 (cada)  – Cartões de crédito/débito
Entrada franca
          Outras informações: Facebook: MalluhnaRede - Instagram: @MalluhPraxedes

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Coletivo Micrópolis lança seu primeiro livro com provocação sobre as possibilidades de imaginar a cidade

Livro será lançado no Cine Theatro Brasil em Belo Horizonte
Foto: Editora Micrópolis
Um prédio no centro da cidade. Em frente à Praça Sete. O Cine Theatro Brasil Vallourec já foi uma das construções mais altas de Belo Horizonte, também foi um cinema de rua, um restaurante popular e quase se tornou um bingo. As reflexões e provocações sobre as possibilidades para esse espaço nortearam o surgimento do livro 99 ideias para um cinema de rua que será lançando no dia 6 de junho, no Cine Theatro Brasil Vallourec (Avenida Amazonas, 315, Centro, BH), de 18 às 21 horas.

Uma piscina de bolinhas, um karaokê, uma fábrica de queijo, um abrigo para população de rua e um banheiro público foram algumas das respostas de transeuntes que passam em frente ao prédio ao serem provocados a refletir sobre o que caberia dentro do edifício, e o que fariam se pudessem definir o que haveria dentro daquela estrutura.

As conversas com as pessoas se deram com três ações performáticas realizadas pelo Micrópolis em 2015: um café grátis na rua, uma reportagem de uma emissora de TV fictícia, e uma rifa de obras de arte articulada com um artista de rua. Outra parte das ideias expostas na obra vem da própria trajetória de ocupação do espaço, desde que foi projetado pelo arquiteto Alberto Murgel e inaugurado na Praça Sete em 14 de julho de 1932.

O evento de lançamento tem entrada gratuita. E, além da venda dos livros (R$ 40 – preço promocional), haverá uma conversa abertacom integrantes do coletivo Micrópolis e os curadores da exposição Habitáculo, Fabíola Moulin e Marconi Drummond – antes de ser um livro, 99 ideias para um cinema de rua integrou a exposição realizada no próprio Cine Brasil, em outubro de 2015.

Na conversa aberta, o público poderá conhecer um pouco mais sobre o processo de criação do livro e também serão abordados os temas: arquitetura, urbanismo, cinema, artes, cultura e pedagogia urbana.

Sobre o livro

99 Ideias para um Cinema de Rua são noventa e nove respostas especulativas para a mesma pergunta: quais formas de ocupação poderia abrigar um grande edifício no coração da cidade, concebido como um cinema de rua em uma época em que a projeção de filmes ainda era um acontecimento capaz de reunir multidões em plena zona central?

As ideias apresentadas na série, sob a forma de noventa e nove desenhos arquitetônicos acompanhados de pequenas narrativas, não têm caráter programático nem ambição de viabilidade. Embora materializadas no edifício do Cine Theatro Brasil, em Belo Horizonte, o intuito das propostas é dar vazão às mais diversas maneiras de enxergar a cidade e as possibilidades de uso de seus espaços compartilhados.

O livro foi realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Fundação Municipal de Cultura, Projeto 658/2015. A obra tem concepção, projeto gráfico, textos e revisão do coletivo Micrópolis - formado por Belisa Murta, Felipe Carnevalli, Marcela Rosenburg e Vítor Lagoeiro -  e a capa foi criada pelos designers Lucas Kröef e Paula Lobato.

Sobre o Micrópolis

O coletivo Micrópolis se reuniu em 2010 quando os primeiros membros se conheceram na Escola de Arquitetura da UFMG, em Belo Horizonte (MG). Interessado pelas possibilidades levantadas pelas relações sociais, políticas e identitárias, que se reproduzem no cotidiano da cidade, o coletivo atua nas fronteiras dos campos do urbanismo, da pedagogia, da ação cultural, da arquitetura e do design. O enfoque de sua prática são atuações em pequena escala, capazes de fazer emergir particularidades e imaginários locais que apontem para novas possibilidades de envolvimento e transformação do espaço

Fabíola Moulin

Artista visual, pesquisadora e curadora independente. É mestra em  Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura  FAU/USP e graduada em artes plásticas pela Escola de Belas Artes da UFMG foi responsável pela curadoria de inúmeras  exposições – Lorenzato: simples, singular no Centro Cultural do MTC, 2017, Absurdus: Murilo Rubião 100 anos na Biblioteca Pública, 2017; Lupa: ensaios audiovisuais no Museu de Artes e Ofícios, 2016; Horizonte Moderno no Centro Cultural do MTC, 2015, Habitáculo no Cine Theatro Brasil Valourec, 2015; Quasepoema:cartas e outras escrituras drummondianas na Casa Fiat de Cultura, 2014 entre outras. Atualmente responde pela Diretoria de Museus da Secretaria Municipal de Cultura/Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte.

Marconi Drummond

Artista visual, curador, designer gráfico e gestor cultural. Possui graduação e mestrado em Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (1991 e 2011). Dirige a Cápsula Cultura, escritório de projetos culturais, curatoriais e de design gráfico. Foi responsável pela curadoria das exposições "Quasepoema - cartas e outras escrituras drummondianas", dedicada à obra do escritor Carlos Drummond de Andrade (2014); "Horizonte Moderno"; "Habitáculo" (2015) e "Absurdus: Murilo Rubião 100 anos" (2017).

FICHA TÉCNICA
Título: 99 ideias para um cinema de rua
Autoria: Micrópolis
Gênero: Artes/ Arquitetura/ Urbanismo
Formato: 23cmx23cm
Páginas: 204
ISBN: 978 - 85 - 54931 - 00 - 1
Preço: R$50,00 (preço de lançamento: R$40,00)
Editora: Micrópolis

99 ideias para um cinema de rua: lançamento do livro + conversa aberta
Data: 06/06/2018
Horário: 18 às 21 horas
Local: Cine Theatro Brasil Vallourec (Avenida Amazonas, 315, Centro, BH)
Entrada gratuita

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Sempre Um Papo Recebe Tânia Zagury

Escritora conversa com o público e assina sua obra
Foto: Divulgação
O Sempre Um Papo e o Mater Dei recebem a escritora e mestre em Educação, Tânia Zagury, para o debate e o lançamento do livro “Os Novos Perigos Que Rondam Nossos Filhos - Para Papais do Século 21” (Bicicleta Amarela - Rocco). O evento será no dia 25 de outubro, quarta-feira, às 19h30, no auditório do Mater Dei (Rua Gonçalves Dias 2700 - Santo Agostinho, Belo Horizonte - MG), com entrada gratuita. 

Com 40 anos de experiência em educação e mais de 1 milhão de livros vendidos, Tania Zagury responde a uma série de questionamentos do dia a dia de pais e professores que se dedicam à dor e à delícia de educar crianças nos dias de hoje. 

Das dúvidas de ordem prática, como estabelecer hábitos e rotinas saudáveis física e emocionalmente para os pequenos em plena era da internet, a reflexões sobre educação, limites, o papel da família e o da escola, bullying e outros pontos sensíveis – e fundamentais – para criar crianças e adolescentes educados e felizes, a autora oferece um verdadeiro guia para ajudar pais e mães a desempenharem sua função com segurança. E os incentiva a não desistir de “combater o bom combate” quando se trata de educação. Afinal, educar dá trabalho; mas perceber que os filhos estão se tornando pessoas éticas, educadas e gentis é sem dúvida uma recompensa que vale a pena.

Tania Zagury é carioca, casada e tem dois filhos. Filósofa, pesquisadora e mestre em Educação, vem mantendo em todos os seus livros uma linha de trabalho que se caracteriza pela pesquisa científica empreendida a partir da percepção e estudo de fenômenos da realidade social e sua tradução em linguagem clara e objetiva, de forma a atingir leitores de qualquer nível cultural. Publicou diversos livros, entre eles “Sem Padecer no Paraíso”, Educar Sem Culpa” , “O Direito dos Pais”, “O Adolescente por Ele Mesmo” e “Encurtando a Adolescência”, “Limites sem Trauma: Construindo Cidadãos”, “Escola sem Conflito” e “O Professor Refém”.

Sempre Um Papo com Tânia Zagury
Dia 25 de outubro,  quarta- feira, às 19h30
Local: Auditório do Mater Dei - Rua Gonçalves Dias 2700 - Santo Agostinho
Informações: 31 32611501 - www.sempreumpapo.com.br

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

"Saga de Um Mundo Despedaçado: Depois do Fim" Chega às Livrarias

Ricardo autografa sua obra em BH
Foto: Iana Domingues
Autor dá continuidade a jornada fantástica de humanos e elfos no continente flutuante de Umfer'Gul e apresenta segunda obra da série. Livro será lançado na livraria Quixote
"Saga de um Mundo Despedaçado: Depois do Fim”, segundo livro da série de fantasia do escritor belorizontino Ricardo Maciel dos Anjos será lançado no sábado, 28 de outubro, das 11h às 14h, na Livraria Quixote, pelo Grupo SM. Influenciado principalmente por J. R. R. Tolkien (autor de O HobbitO Senhor dos Anéis e O Silmarillion), o escritor conduz o leitor pelo continente de Umfer'Gul numa jornada pelo universo da literatura fantástica. 

A obra dá continuidade a "Saga de um Mundo Despedaçado: O Continente Perdido”, publicado em 2012, pela editora Scipione e que ganhou uma segunda edição, em 2015, pelo Grupo SM. Em "Saga de um Mundo Despedaçado: Depois do Fim”, as aventuras partem do encontro entre duas figuras encapuzadas que trocam histórias sobre suas jornadas nos meses que se seguiram ao conflito apocalíptico que devastou o continente flutuante de Umfer'Gul. Elas se revelam como a elfa Riel, uma das protagonistas de "O Continente Perdido", e o humano Jander, seu velho conhecido. A eles se junta a elfa Ilva, ex-colega da primeira. Juntos, eles partem rumo ao Trono de Todos os Elementos, onde respostas e um possível segundo apocalipse os aguarda. 

Ricardo Maciel dos Anjos conta que a ideia da "Saga" veio muitos anos atrás, tendo surgido de um mundo criado para uma campanha de RPG. O grupo de jogo há muito se foi, mas o mundo persistiu, evoluiu e cresceu, para muito além de sua proposta inicial. A obra que será lançada é a segunda de uma série de literatura fantástica, que ainda não tem muito bem um número de volumes definido. “Mas serão pelo menos quatro. No momento, estou escrevendo o último terço do terceiro. O que costumo dizer é que minha maior inspiração é Tolkien, mas minhas histórias desviam bastante do típico conflito do bem contra o mal visto no Senhor dos Anéis e Silmarillion. A história do segundo passa alguns meses após os eventos apocalípticos que fecharam o primeiro e segue um (quase todo) novo rol de personagens”, explica o escritor. 

O autor
Ricardo Maciel dos Anjos nasceu em Belo Horizonte, em 1988. Escritor e tradutor, é graduado em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais e mestre em Literatura Comparada pela Queen Mary University of London, no Reino Unido. Atualmente, é doutorando em Literatura Comparada na UFMG. Suas grandes referências literárias são o Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, a Odisseia, de Homero e as obras de J.R.R. Tolkien e Terry Pratchett. Além disso, suas fontes de inspiração incluem jogos eletrônicos, animes e mangás, com destaque especial para Neon Genesis Evangelion e Shin Megami Tensei.

Lançamento do livro 
"Saga de um Mundo Despedaçado: Depois do Fim”, de Ricardo Maciel do Anjos
Data/horário: 28 de outubro, sábado, das 11h às 14h
Local: Livraria Quixote – Rua Fernandes Tourinho, 274, Savassi, Belo Horizonte - MG
Valor: R$40,00