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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

Carnaval Arena 7 recebe grandes blocos de Belo Horizonte

Os Baianeiros animam o público
Foto: Divulgação
Baianeiros, Baianas Ozadas, Beiço do Wando, Asa de Banana, entre outros, vão levar a alegria das ruas para o carnaval da Arena 7

O carnaval de rua de BH foi eleito o terceiro maior do país, atraindo milhões de pessoas de todo o Brasil para os desfiles dos blocos.

Em BH esse ano não tem carnaval de rua, mas a Arena 7, o maior complexo esportivo de Minas, com 6 mil metros quadrados, vai se transformar no maior circuito indoor da capital mineira, para receber os melhores Blocos de BH no Carnaval Arena 7.

Para receber os blocos e foliões, foi montada uma grande estrutura de palco, luz, som, bar, banheiros e espaço kids de 200 metros quadrados com brinquedos infláveis.

O Carnaval Arena 7 será em 4 dias de muita festa onde o folião vai poder reviver a melhor época do ano, com muita música e alegria. Um carnaval para família, com segurança, e seguindo todos os protocolos sanitários (use máscara).

O Carnaval Arena 7 vai receber os blocos Baianeiros, Baianas Ozadas, Funk You, Beiço do Wando, Asa de Banana, entre outras atrações, serão mais de 40 horas de música, para divertir o público dentro do mesmo circuito. Os ingressos estão disponíveis pelo sympla .

Conheça nossa programação:

Dia 26 - sábado

No primeiro dia de carnaval o axé toma conta do Carnaval Arena 7 com o bloco Asa de Banana, uma combinação de influências das bandas Asa de Águia e Chiclete com Banana.

Outra atração já conhecida no cenário musical de BH é o cantor Felipe Hott que comanda o bloco Arrastão do Hott, prometendo esquentar o Carnaval Arena 7.

Dia 27 - domingo

O tradicional domingo de carnaval tem 2 blocos que marcam o segundo dia de folia nas ruas de BH. O Carnaval Arena 7 traz Baianeiros, o bloco que arrasta milhares de foliões pelas ruas do bairro Castelo e que vai fazer ferver a Arena 7, com um repertório diferenciado e uma batida de ritmos trazendo uma mistura de Minas com Bahia.

O outro bloco que desfila no domingo de carnaval é o Beiço do Wando, com seu lado brega, o repertório fica por conta das músicas mais antigas às mais atuais, que vão de Roberto Carlos, a banda Calypso, sem faltar os grandes sucessos do Wando.

Dia 28 - segunda-feira

O bloco Baianas Ozadas chega com as boas energias na batida do tambor com toda versatilidade e arranjos próprios, uma fusão de ritmos da Axé Music com vertentes do Caribe como a salsa e a rumba, assim como pitadas de rock e jazz, funk, sertanejo, pagode.

Quem também vai agitar a segunda-feira no Carnaval Arena 7 é o cantor Chris Pipino, que traz um repertório que vai do sertanejo, passando pelo axé e pagode.

O cantor Arthur Belmonte vai agitar o evento com muito pagode, colocando o público para cantar, dançar e sambar, com um repertório variado bem alto astral. Arthur Belmonte apresenta um programa de pagode toda semana, onde recebe artistas da música nacional do segmento. Arthur Belmonte se apresenta nos dias 28, e 1˚ de março no Carnaval da Arena 7.

Dia 1˚ - terça-feira

O bloco Baianeiros, como de costume, encerra a temporada de carnaval com toda a sua alegria. O bloco promete fechar com chave de ouro o último dia de Carnaval Arena 7 com toda a sua energia.

Outro bloco de carnaval que também leva multidões nas ruas do carnaval de BH, é o Funk You, que se apresentará na terça-feira de carnaval transformando a Arena 7 em um grande baile funk, no repertório hits dos anos 90 até os dias atuais.

Carnaval Arena 7

Programação:

SÁBADO - 26/02: Asa De Banana / Felipe Hott

DOMINGO - 27/02: Baianeiros / Beiço Do Wando / Jéssica Rodrigues

SEGUNDA - 28/02: Baianas Ozadas / Arthur Belmonte / Chris Pipino

TERÇA - 1˚/03: Baianeiros / Funk You / Arthur Belmonte

Local: Arena 7

Horário: a partir das 11 horas.

Endereço: Av. Heráclito Mourão de Miranda, 907 - Pampulha, Belo Horizonte / MG

Valores: a partir de R$ 50,00

Ingressos: vendas no sympla.com.br

*use máscara cobrindo a boca e o nariz

Mais informações: (31) 9.8473-0603

Sorriso Maroto e Dilsinho apresentam show da turnê "JUNTOS" em Belo Horizonte

Artistas passam por cidades do Brasil
cantando sucessos
Foto: Jorge Bispo
Capital mineira foi escolhida para receber uma das apresentações do projeto que vai passar por apenas 11 cidades; os ícones do samba e pagode estarão no Expominas em 02 de abril

Dois dos maiores nomes do samba e pagode do país anunciaram recentemente uma grande novidade para os fãs. Sorriso Maroto e Dilsinho gravaram o álbum intitulado como “JUNTOS”, com 13 canções inéditas. Belo Horizonte foi escolhida para sediar um dos shows da turnê e a apresentação na capital mineira será realizada em 02 de abril, sábado, a partir das 20h, no Expominas (Av. Amazonas, 6200, Gameleria). Os ingressos são limitados e podem ser adquiridos por meio do site da Central dos Eventos: www.centraldoseventos.com.br.

O Sorriso Maroto representa da melhor forma o pagode romântico nacional e Dilsinho é o rosto da nova geração. De acordo com os artistas, a parceria surgiu da admiração mútua. “Eles fazem parte da minha história e hoje escrevemos mais um capítulo ‘JUNTOS’”, declara Dilsinho, ao que Bruno Cardoso, vocalista do Sorriso Maroto, completa: “Tirar esse projeto do papel é a realização de um sonho. Eu, enquanto artista, e fã da música, que o Dilsinho faz, me sinto muito privilegiado por fazer parte de algo com tanto significado para ambos.”

Não é a primeira vez que os caminhos dos artistas se unem: as músicas “Pouco a Pouco” e “50 vezes” já deram um gostinho do potencial dessa parceria. E os encontros também são de longa data, já que Bruno Cardoso trabalha na produção desde o primeiro disco do intérprete de “Péssimo Negócio”: “Ter produzido lá atrás o primeiro disco do Dilsinho, seguir com ele e, hoje, ver onde ele chegou traz um orgulho imenso para mim”, comenta Bruno.

O álbum é composto por doze faixas e uma música bônus a ser lançada em março. Todas serão acompanhadas por videoclipes, compartilhados ao longo do primeiro trimestre de 2022 nos canais do YouTube do Dilsinho e do Sorriso Maroto. A produção musical de “JUNTOS” é assinada por Dilsinho, Bruno Cardoso, Sérgio Jr. e Lelê.  O audiovisual do projeto tem a assinatura de Fernando Trevisan Catatau, que já dirigiu Luan Santana, Michel Teló, Chitãozinho & Xororó, Fernando & Sorocaba e outros.

“Mensagem Apagada”, carro-chefe do novo disco, trata de dois temas que Dilsinho e Sorriso Maroto já são verdadeiros especialistas: o amor e a saudade. “Mensagem apagada / Mandei na hora errada / Me arrependi / Eu te acordei / Saudade não passa”, dizem versos, assinados por Dilsinho, Bruno Cardoso, Sérgio Jr. e Lelê.

A canção reflete a dinâmica dos relacionamentos nos dias atuais, com o uso frequente dos dispositivos eletrônicos como locais de apoio e, muitas vezes, confidências. “A troca de mensagens acaba sendo uma grande companheira nossa para momentos bons e ruins. Ela gera um turbilhão de emoções e expectativas dentro da gente”, adianta a turma do Sorriso Maroto. Os fãs também já podem ficar ainda mais animados porque o videoclipe não demorará a chegar.

Dilsinho finalizou recentemente a divulgação de seu álbum “Garrafas e Bocas”, que contou com quatro partes, documentário, ações sociais para o auxílio de bares na pandemia e turnê pelo Brasil - com shows ainda em andamento. O cantor vive uma excelente fase: ganhou da gravadora Sony, em dezembro de 2021, uma placa comemorativa de 6 bilhões de streams. O Sorriso Maroto, por sua vez, também tem muitos motivos para celebrar: lançaram em 2020 o projeto “A.M.A. (Ao Vivo)” - que tem CD e DVD -, com o qual também estão em turnê. O álbum alcançou o marco superior a 100 milhões de ouvintes nas plataformas digitais de áudio e vídeo. E coleciona certificações: Álbum de Ouro por 40  mil cópias vendidas, Single de Ouro por “Eu Topo” por 70 mil cópias vendidas e Single de Ouro e Platina por “100 Likes” por 90 mil cópias vendidas.

Sorriso Maroto e Dilsinho apresentam show da turnê “JUNTOS” em BH

Data: 02 de abril, sábado

Horário: 20h

Local: Expominas – Av. Amazonas, 6200, Gameleira, Belo Horizonte, MG

Ingressos (valores promocionais nas primeira 72 horas):

Setor Vip Juntos - R$60,00

Camarote Juntos - R$120,00

As comidas e bebidas serão vendidas a parte nos 2 setores do evento

Vendas: http://www.7fest.com.br/produto/juntos-dilsinho-e-sorriso-maroto/

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Erasmo Carlos lança álbum em homenagem à Jovem Guarda

Ilustração: Marcelo Ment
Projeto “O Futuro Pertence À… Jovem Guarda” chega às plataformas de streaming com releituras em oito faixas nunca antes gravadas pelo cantor

Release projeto “O Futuro Pertence À… Jovem Guarda” por Marcus Preto

Erasmo Carlos sempre foi um artista do futuro. Ou melhor, um artista que une presente, passado e futuro num tempo próprio, repleto de rock´n´roll e poesia, numa viagem da qual, há mais de 53 anos, ele nos convida a participar. É assim desde os anos 1960, quando foi um dos criadores da Jovem Guarda, movimento cultural que mudou o comportamento dos jovens na época e introduziu o rock no Brasil. Passando por todas estas revoluções musicais e sociais, o Tremendão chegou pleno aos 80 anos, completados em junho de 2021.

Após liberar o single “A Volta” em dezembro dando o tom de seu novo trabalho, Erasmo Carlos lança pela Som Livre o álbum “O Futuro Pertence À… Jovem Guarda” nesta sexta-feira.  O projeto de releituras de canções do movimento da Jovem Guarda reúne oito faixas, as quais Erasmo nunca havia gravado anteriormente.

Erasmo Carlos entrou em estúdio em setembro do ano passado, retomando a parceria com o produtor Pupillo e com direção artística de Marcus Preto para dar vida ao projeto de rock contemporâneo. No repertório, releituras de músicas que foram sucessos com gigantes da época: Golden Boys, Vips, Renato e seus Blue Caps, Eduardo Araújo, Roberto Carlos entre outros. O cantor finalizou o álbum “O Futuro Pertence À… Jovem Guarda” em novembro de 2021 e logo caiu na estrada para apresentar o novo trabalho ao público em uma turnê nacional com sucesso de público passando por Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro.

Única canção escrita pelos parceiros Roberto e Erasmo Carlos do álbum, “A Volta”, ganha a companhia de mais sete faixas inéditas que receberam novos arranjos musicais para este projeto: “Nasci para Chorar” versão brasileira de “(I Was) Born to Cry” (Dion DiMucci) escrita por Erasmo em 1964, “Ritmo da Chuva” (Demétrius), versão brasileira de “Rhythm of the Rain” (John Claude Gummoe), “Alguém na Multidão” (Rossini Pinto), “O Tijolinho” (Wagner Benatti), “Esqueça” (Roberto Corte Real), versão brasileira de “Forget Him” (Mark Anthony), “Devolva-me” (Lilian Knapp/Renato Barros) e “O Bom” (Eduardo Araújo/Carlos Imperial).

Álbum “O Futuro Pertence À… Jovem Guarda”- Erasmo Carlos

Lançamento Som Livre 

8 faixas

1- Nasci para Chorar

2- Ritmo da Chuva

3- Alguém na Multidão

4- O Tijolinho

5- Esqueça

6- A Volta

7- Devolva-me

8- O Bom

FICHA-TÉCNICA ÁLBUM

Produzido por Pupillo

Direção artística - Marcus Preto

Idealização e coordenação de produção - Leo Esteves

Gravado no Estúdio Cia dos Técnicos por Arthur Luna e William Luna Jr

Mixado e masterizado por Carlos Trilha nos Estúdios Órbita

NASCI PARA CHORAR

Erasmo Carlos - Voz

Pedro Baby - Guitarra

Luiz Lopes - Guitarra e backings

Pedro Dias - Baixo e backings

Rike Frainer - Bateria

Pupillo - Percussão

José Lourenço - Orgão Hammond e backings

Maestro Tiquinho - Arranjo de metais e trombone

Paulinho Viveiro - Trompete

Marcelo Pereira - Sax Barítono

Hugo Hori - Sax tenor

A VOLTA

Erasmo Carlos - Voz

Pedro Baby - guitarra

Luiz Lopez - Guitarra e backings

Pedro Dias - Baixo e backings

José Lourenço - Teclados e backings

André Lima - Sintetizadores

Pupillo - Percussão

DEVOLVA-ME

Erasmo Carlos - Voz

Pedro Baby - Guitarra

Luiz Lopes - Guitarra e backings

Pedro Dias - Baixo e backings

Rike Frainer - Bateria

Pupillo - Percussão

José Lourenço - Piano

Carlos Trilha - Sintetizadores

Felipe Pacheco - Arranjo de cordas , violinos e violas

ESQUEÇA

Erasmo Carlos - Voz

Pedro Baby - guitarra

Luiz Lopez - Guitarra e backings

Pedro Dias - Baixo e backings

José Lourenço - Teclados e backings

André Lima - Sintetizadores

Pupillo - Percussão

ALGUÉM NA MULTIDÃO

Erasmo Carlos - voz

Pedro Baby - Violão de Nylon

Luiz Lopez - Violão de aço

José Lourenço - Piano

Felipe Pacheco - Arranjo de cordas , violinos e violas

RITMO DA CHUVA

Erasmo Carlos - Voz

Pedro Baby - Guitarra

Luiz Lopes - Guitarra e backings

Pedro Dias - Baixo e backings

Rike Frainer - Bateria

Pupillo - Percussão

José Lourenço - Piano

Carlos Trilha - Sintetizadores

Felipe Pacheco - Arranjo de cordas , violinos e violas

TIJOLINHO

Erasmo Carlos - Voz

Pedro Baby - Guitarra

Luiz Lopes - Guitarra e backings

Pedro Dias - Baixo e backings

Rike Frainer - Bateria

Pupillo - Percussão

José Lourenço - Teclados

André Lima - Sintetizadores

O BOM

Erasmo Carlos - Voz

Pedro Baby - Guitarra

Luiz Lopes - Guitarra e backings

Pedro Dias - Baixo e backings

Rike Frainer - Bateria

Pupillo - Percussão

José Lourenço - Teclados

André Lima - Sintetizadores

Sobre Erasmo Carlos

Artista em permanente ebulição, efervescente, inspirado, há mais de 53 anos o Tremendão vem embalando gerações com suas canções. São mais de 500 composições que refletem, da ingenuidade da Jovem Guarda e sua doce proposta de mudanças comportamentais, à maturidade dos dias atuais, alçando Erasmo ao posto de Gigante Gentil da música brasileira (título reafirmado com o Grammy Latino 2014 de Melhor Álbum de Rock por Gigante Gentil e com sua escolha como Homem do Ano na Música da Revista GQ).

Sobre a Som Livre

Com sua capacidade única de entender e antecipar preferências, aspirações e comportamentos dos brasileiros, a Som Livre é o reflexo do gosto musical do brasileiro. É uma empresa de música digital totalmente integrada com um modelo comprovado para identificar, desenvolver e promover a música e os artistas que os fãs continuarão a abraçar nas próximas décadas. A Som Livre tem forte atuação em eventos ao vivo, sendo produtora de festivais no país por meio de diversas marcas, como Festeja e Samba D+. Ela também tem sua plataforma de distribuição de música, a Fluve, e operações adicionais em sua editora musical.

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sábado, 29 de janeiro de 2022

Edu Chociay lança segundo EP do projeto “De Leve”

Novo trabalho já está disponível on-line
Foto: Divulgação
Compilado chega com três faixas inéditas, além das já lançadas no EP 1, totalizando seis canções

Um dos maiores expoentes do sertanejo romântico, o cantor Edu Chociay lançou na sexta-feira (28) a segunda parte do seu projeto “De Leve”. O EP2 chega com três canções inéditas: “Desinteressei”, “Ela não vai te Dar” e “Já Pra Cama” . “Desinteressei”, que é a música de trabalho do novo EP, chega ainda com um videoclipe no canal oficial de Edu no YouTube .

Após lançar o EP “Rascunho” em 2020 com seis músicas inéditas, motivado pelo confinamento no primeiro ano da pandemia da Covid-19, Edu Chociay tirou o ano de 2021 para mergulhar no novo projeto, “De Leve”, que será apresentado em quatro partes, resultando em um álbum . O EP1, lançado no dia 07 de janeiro, trouxe as canções “Mariana”, “Orçamento” e “Cancela”, que se somam às três inéditas no recém lançado EP2, totalizando seis faixas. As partes 3 e 4 do projeto “De Leve” têm previsão de lançamento ainda para o primeiro semestre deste ano.

EP2 “De Leve” -- Edu Chociay

Lançamento Som Livre 

6 faixas

1- Desinteressei

2- Ela não vai te Dar

3- Já pra Cama

4- Mariana

5- Orçamento

6- Cancela

Sobre Edu Chociay

O paranaense iniciou a carreira em 2013, mas o gosto pela música vem desde pequeno. Incentivado pela família, a vocação pela música sertaneja foi aumentando a cada dia, e a influência de duplas veteranas ajudaram a compor o seu estilo romântico. Edu Chociay além de cantor, também é um grande compositor. As primeiras letras vieram na adolescência junto com os primeiros amores e as primeiras decepções. Sua primeira música intitulada ‘Garota’ saiu do papel em 2012, depois de viver um amor platônico com uma colega de sala do terceiro ano do ensino médio. Com uma enorme quantidade de composições autorais, Edu Chociay já tem lançado no mercado dois CD’s independentes, e um DVD ao vivo, que foram distribuídos para lojas de todo Brasil, dando oportunidade aos fãs de terem o trabalho do cantor em sua casa. Edu é artista exclusivo desde 2016 da empresa de gerenciamento artístico AudioMix.

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sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Gah Bernardes disponibiliza videoclipe inédito de “Sem Sinal”

Vídeo conta com convidados especiais
Foto: Divulgação
Clipe já está disponível no canal oficial do artista

O cantor e compositor Gah Bernardes lançou na última quinta-feira (20), o single “Sem Sinal” em todas as plataformas de áudio, com participação especial da dupla Vitor e Luan. A faixa é uma das grandes apostas do primeiro DVD do cantor, intitulado “Start”, e o videoclipe já pode ser conferido em seu canal oficial do YouTube.

Com composição própria de Gah, junto com Daniel Ferrera e produção de Gabriel Azevedo, a música é um sertanejo vaneira com um pouco de piseiro, uma canção completamente dançante. A letra, bem desapegada, não vai sair da sua cabeça.

Para o cantor, esse é um dos lançamentos mais esperados do DVD. “A música é muito boa, tenho certeza de que a galera vai gostar muito. Essa parceria com o Vitor e Luan agregou muito no meu projeto, são duas pessoas que estão sempre comigo e que sou muito fã, além disso sou compositor do projeto deles também. Minha relação com os meninos é demais, somos irmãos!”, declarou o artista.  

Gah Bernardes, natural de Olímpia, tem apenas 21 anos, mas uma longa história com a música. Apaixonado pelo universo musical e, principalmente, pelo sertanejo, Gah começou a cantar aos 7 anos de idade e desde então não parou mais. O ano de 2021 foi um divisor de águas para o cantor, quando ele conseguiu realizar o sonho de gravar seu primeiro DVD, projeto que leva uma superprodução e conta com 10 faixas no total, sendo 8 autorais e 2 regravações pout-pourri.

Videoclipe “Sem Sinal” - https://www.youtube.com/watch?v=GdPnbzpLo1k

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

CCBB BH apresenta a "Mostra Movimento Armorial 50 anos"

Público pode visitar presencialmente as
obras - Foto: Diego Rocha
O Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte (CCBB BH) abre suas portas para apresentar a Mostra Movimento Armorial 50 Anos, até 07 de março de 2022. A Mostra consiste numa grandiosa Exposição, Encontros Musicais e Conversas sobre a Arte Armorial que, juntos, conduzirão o público pelo eclético, múltiplo e fantástico universo do Movimento Armorial. 

Movimento Armorial 50 Anos surge com um compromisso ousado: reapresentar ao público, sobretudo às novas gerações, a proposta singular e desafiadora de Ariano de criar, há pouco mais de cinco décadas, uma arte erudita a partir das mais autênticas e tradicionais manifestações artístico-culturais populares do Nordeste e de outras regiões do país.

Lançado no Recife, em 18 de outubro de 1970, por um grupo de artistas, o Movimento Armorial teve como mentor e líder o dramaturgo, professor, pintor, músico e consagrado escritor, paraibano de nascimento e pernambucano por adoção, Ariano Suassuna (1927-2014). 

O projeto é da produtora Regina Rosa de Godoy, diretora da empresa R. Godoy Marketing e Cultura. O conceito da exposição foi traçado pela premiada curadora Denise Mattar, que fez um minucioso trabalho de pesquisa e garimpagem no vastíssimo acervo do Movimento para rememorar - com delicadeza, encanto e graça - a riqueza dos saberes e fazeres culturais impregnados na arte Armorial. A expografia e arquitetura ficaram sob a responsabilidade do designer Guilherme Isnard. A consultoria geral é do artista plástico Manuel Dantas Suassuna (filho de Ariano Suassuna) e do poeta, ficcionista, ensaísta e professor da Universidade Federal de Pernambuco, Carlos Newton Júnior, profundo conhecedor do Movimento Armorial e da obra de Ariano. Já a identidade visual é assinada por Ricardo Gouveia de Melo.

Do preto e branco das xilogravuras, passando pelo multicolorido dos ornamentos e fantasias das festas populares e pelas coreografias das danças. Pelos ritmos dos cantos e da música, de sons de rabeca, pífano e viola. Pela sonoridade dos versos dos cordéis e dos cantadores. Todos os caminhos conduzem a uma experiência única. Uma trilha cultural sem fronteiras, como a ideia plantada, lá atrás, por Ariano e que, agora, chega revigorada, pouco mais de 50 anos depois, à exposição. 

Armorial 50 foi concebida para marcar o cinquentenário do Movimento Armorial, comemorado em outubro de 2020, mas teve seu lançamento postergado devido à pandemia de Covid-19. Pela significância e representatividade do universo criado por artistas como Ariano Suassuna, Francisco Brennand, Antônio Carlos Nóbrega, Gilvan Samico e Aluísio Braga, entre outros, o projeto se manteve vivo e será inaugurado neste ano, em Belo Horizonte, devendo seguir para outras capitais brasileiras durante o ano de 2022.

SOBRE A EXPOSIÇÃO

Está organizada em quatro núcleos, distribuídos nas salas do terceiro andar do CCBB da capital mineira. Em cada um deles foi definido um tratamento expográfico exclusivo que traz à tona a diversidade, as tradições e as mais representativas raízes da cultura popular nordestina. Tal qual idealizado por Ariano Suassuna. E, conforme explicitado pela produtora Regina Rosa de Godoy, de forma mágica, lúdica, plena de humor. Um humor que faz pensar".

O texto de apresentação, assinado por Denise Mattar, é o primeiro passo da imersão do visitante no fascinante universo da arte Armorial. Na sequência, chega-se ao primeiro núcleo, intitulado Ariano Suassuna, Vida e Obra. A exposição trará cronologia, livros, manuscritos e vídeos de suas famosas aulas-espetáculos. Um mergulho cultural, enfim, no fértil e amplo imaginário criativo do mestre. Nesta etapa, também ganha destaque o alfabeto sertanejo, criado por Ariano com base na pesquisa Ferros do Cariri, uma Heráldica Sertaneja. 

No próximo núcleo, denominado Armorial Fase Experimental, o visitante entrará em mais um ambiente repleto de cultura e tradições. Agora navegando pela música, dança e artes plásticas. A exposição resgata, neste momento, por exemplo, o trabalho da Orquestra e do Quinteto Armorial, grupo que surgiu com o Movimento, em 1970, e atuou até 1980, com a exitosa intenção de criar uma música de câmara erudita com influência popular. 

O premiado Quinteto Armorial reuniu como integrantes figuras consagradas da música, como o maestro, violinista e compositor Antônio José Madureira e o multiartista Antônio Carlos Nóbrega. O grupo gravou quatro LPs, discografia que a exposição revisita com capas de discos, além de fotos e instrumentos musicais, para aproximar, melodicamente, o público do universo armorial. 

Neste mesmo espaço abrem-se também as cortinas para o Teatro Armorial, com figurinos assinados pelo ceramista e artista plástico pernambucano Francisco Brennand (1927-2019) para o filme A Compadecida (1969). A produção foi baseada na consagrada peça Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, que assinou o roteiro do filme e ganhou um remake em 2000, o que ajudou a massificar a obra de Ariano Suassuna em todo o Brasil. 

Na dança, toda a beleza e graciosidade do Balé Armorial do Nordeste, retratado em galeria de fotos. O visitante passa, a partir daí, a entrar mais intensamente no universo das artes plásticas do Armorial, por meio das obras dos artistas Aluísio Braga, Fernando Lopes da Paz, Miguel dos Santos e Lourdes Magalhães. Haverá, também, a Sala Especial Samico, um merecido destaque que dialoga, de acordo com os organizadores da mostra, com a coerência e permanência do trabalho do artista Gilvan Samico (1928-2013), conhecido por suas xilogravuras, alinhado, até 2013, aos princípios do Armorial.

MARACATUS, REISADOS, ILUMIARAS, XILOGRAVURAS E CORDÉIS 

No seu terceiro núcleo, a exposição apresenta a Segunda Fase do Movimento Armorial trazendo à cena as iluminogravuras de Ariano Suassuna, nas quais o escritor interage com o artista plástico. O autor produziu dois álbuns, cada um contendo dez pranchas: Sonetos com Mote Alheio (1980) e Sonetos de Albano Cervonegro (1985) que juntos formam uma autobiografia poética. Também são apresentadas nesse módulo as gravuras e cerâmicas de Zélia Suassuna, painéis fotográficos das Ilumiaras Acauhan, Jaúna, Zumbi, Suassuna e Pedra do Reino. Complementa esse módulo o conjunto Armorial Hoje e Sempre, com obras de artistas como Manuel Dantas Suassuna e Romero de Andrade Lima. A dança mais uma vez é retratada com fotos, figurinos e projeções, através do Balé Grial, criado por Ariano e pela bailarina e coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo. Assim como produções de Cinema e TV, realizadas a partir das peças teatrais de Suassuna, como Farsa da Boa Preguiça, A Pedra do Reino, O Auto da Compadecida, Lunário Perpétuo. 

No quarto módulo da mostra: Armorial - Referências, o visitante poderá contemplar a beleza das xilogravuras, assinadas, entre outros, pelos Mestres J.Borges, Noza e Dila, e também a Cidade de Cordel, criada especialmente para a exposição por Pablo Borges, filho de J.Borges. Trata-se de um espaço instagramável que vai permitir uma lúdica viagem pela cultura popular, com seus causos e singularidades. Finalizando a exposição há referências a folguedos populares, como o Maracatu, o Reisado e o Cavalo-Marinho, reunindo máscaras, trajes, estandartes e adereços.

EVENTOS COMPLEMENTARES

No período de 12 de janeiro de 2022 a 25 de fevereiro de 2022, o público da Mostra Movimento Armorial 50 Anos terá um contato ainda mais profundo com este Movimento. Período em que Espetáculos Musicais e Conversas sobre a Arte Armorial  entram na programação.

O curador musical é o reverenciado artista Antônio Madureira, um importante representante do Movimento desde o seu surgimento, tendo sido convidado por Ariano Suassuna para produzir os arranjos e conduzir a Orquestra Armorial. Faz, até hoje, a conexão da música Armorial pelo Brasil. Madureira leva ao público da Mostra músicos instrumentais de altíssima qualidade, nos Encontros Musicais. Da Paraíba, teremos o premiadíssimo Quinteto da Paraíba e o Trio Lancinante, com participação especial da cantora Letícia Torança. De Curitiba, o Grupo Rosa Armorial. Pernambuco, em conexão com São Paulo, marca presença com Antônio Nóbrega e o Rio de Janeiro com o duo Ana Oliveira e Sérgio Ferraz.

Para explorar a versatilidade do Movimento Armorial e a interlocução com as várias linguagens artísticas, o curador convidado é Carlos Newton Júnior, um dos consultores da exposição e referência sobre a obra de Ariano Suassuna. "Conversas sobre a Arte Armorial" será um ciclo de encontros teóricos/temáticos que abordará a criação Armorial nos diversos gêneros: Literatura, Teatro, Música, Dança e Artes  Visuais. Imperdível!

ACESSIBILIDADE 

A Exposição Movimento Armorial 50 Anos segue padrões de acessibilidade e inclusão. Contará com audioguia bilíngue e com recursos do Aplicativo Musea, plataforma de conteúdo voltado para exposições, que permite uma melhor inserção nos conteúdos, com audiodescrição, além de trazer mais informações, como curiosidades e visitas virtuais.

REDES SOCIAIS

A exposição vai ter espaço de destaque nas redes sociais do CCBB, desde a estreia, no dia 22 de dezembro, até o fechamento da mostra, com fotos, vídeos, entrevistas, curiosidades e posts, que trazem, inclusive, as experiências e descobertas do visitante no universo do Movimento Armorial. Seus principais influenciadores e o seu legado, que segue forte e vibrante 50 anos depois do seu lançamento.

COLECIONADORES

Entre os colecionadores particulares, artistas e instituições que irão disponibilizar obras à exposição Movimento Armorial 50 Anos estão a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM), Oficina Brennand, Manuel Dantas Suassuna, Eduardo Suassuna, Romero de Andrade Lima, Gilvan Samico, Diogo Cantarelli, Maria Paula Costa Rêgo, J. Borges, Lourdinha Vasconcelos, entre outros.

SOBRE DENISE MATTAR

Denise Mattar é uma das mais premiadas curadoras da atualidade. Exerceu o cargo de diretora técnica de instituições culturais, como o Museu da Casa Brasileira (1985-1987), o Museu de Arte Moderna de São Paulo (1987-1989) e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1990-1997). Desde 1997, atua como curadora independente, tendo recebido ao longo dos anos quatro prêmios da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) e dois prêmios ABCA (Associação Brasileira de Críticos de Arte). Aceitou o convite de Regina para este desafio de retratar o Movimento Armorial, com seus animais fantásticos e toda sua pluralidade.

SOBRE REGINA GODOY

Idealizada pela diretora Regina Rosa de Godoy, com esta Mostra comemora 30 anos de produção e 20 anos da parceria com a curadora Denise Mattar. Especializada na realização de eventos de especial importância para a arte brasileira, viabiliza ações criativas e transformadoras nas mais diversas linguagens, atendendo expressivas Instituições do segmento no país. Em parceria com o CCBB tem realizado ao longo de 15 anos eventos nas áreas de Dança, Música, Teatro, palestras sobre Filosofia e Arte e exposições de arte.

MOSTRA MOVIMENTO ARMORIAL 50 ANOS, POR CARLOS NEWTON JÚNIOR 

“Ao promover uma retrospectiva dos 50 anos do Armorial, a exposição deixa claro que a poética do Movimento idealizado por Ariano Suassuna continua viva e fecunda, indicando uma direção que vem sendo seguida por artistas de mais de uma geração, cada um deles percorrendo o seu próprio caminho. Não há que se falar, portanto, em uniformização ou tolhimento à liberdade criadora, muito pelo contrário. A riqueza inesgotável da cultura popular, fonte maior da arte armorial, com seus elementos ibéricos, indígenas e africanos, induziu a criação de uma poética aberta, que nos liga, em última instância, tanto à tradição da cultura mediterrânica quanto às tradições da arte popular de países do terceiro mundo”. 

ARIANO SUASSUNA EXPLICA ORIGEM DO MOVIMENTO

"Eu comecei a ficar preocupado com a descaracterização da cultura brasileira. Processo esse que ainda hoje está em curso, motivo pelo qual eu acho que o Armorial continua atual e atuante. Pensei em reunir um grupo de artistas que atuassem em todas as áreas e que tivessem preocupações semelhantes às minhas para que nós, juntos, procurássemos uma arte brasileira erudita fundamentada nas raízes populares da nossa cultura. E, através dessa arte, a gente lutar contra esse tal processo de descaracterização da cultura brasileira".

Rede Globo Recife, entrevista veiculada em novembro de 2013.

“Movimento Armorial 50 anos”

Até 07 de março de 2022

De quarta a segunda, das 10h às 22 horas.

Ingressos gratuitos, retirados pelo bb.com.br/cultura.

Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte

Circuito Liberdade

O Centro Cultural Banco do Brasil é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas. Acesse o site do CCBB em: bb.com.br/cultura.

Protocolo de funcionamento do CCBB durante a pandemia de Covid-19

Para acesso ao prédio do CCBB Belo Horizonte é indispensável a emissão de ingresso online. Antes de agendar sua visita, leia com atenção as informações disponíveis em bb.com.br/cultura, que fazem parte do novo protocolo de funcionamento do CCBB Belo Horizonte, conforme Decreto Municipal 17.361 de 22 de maio de 2020.

-  Horário de funcionamento: de quarta a segunda, das 10h às 22h.

-  Bilheteria: não há bilheteria física, os ingressos devem ser emitidos pelo site bb.com.br/cultura com apresentação do QR Code na entrada do CCBB.

-  Acesso ao prédio: será permitido apenas com agendamento pelo site bb.com.br/cultura. Lembramos que o número de pessoas que podem agendar visitação em cada horário é limitado e que não será possível reagendar novamente a visita.

-  O ingresso é válido para o dia e horário agendados.

-  Guarda-volumes: está suspenso. Use somente o indispensável para sua visita.

-  Não é permitida a entrada nas salas de exposição portando mochilas ou malas.

-  Bebedouros: os bebedouros foram adaptados e a utilização é somente para coleta de água com recipientes individuais.

-  Máscara: uso obrigatório, cobrindo o nariz e a boca, durante a permanência no CCBB.

-  Aferição de temperatura: a temperatura dos visitantes será aferida na entrada no CCBB. Pessoas com temperatura igual ou superior a 37,5o serão orientadas a buscar atendimento médico especializado.

-  Visitação: a visitação tem fluxo unidirecional. Oriente-se pela sinalização e uma vez iniciada a visita não retorne ao ponto inicial.

-  Oriente-se pela sinalização e mantenha a distância de 1 metros.

-  Elevadores: pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou que precisem de acompanhamento possuem atendimento priorizado. Recomendamos o uso das escadas aos demais usuários.

-  Banheiros: limitação da capacidade além da instalação de dispensadores de álcool gel.

- Entrada e saída acessível: pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem entrar e sair pela rua Claudio Manoel.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Rock in Rio 2022: Guns N' Roses será headliner do Palco Mundo

Sucessos da banda marcam o novo show
Foto: Divulgação
Banda americana de Hard Rock volta ao festival com Axl Rose, Slash e Duff McKagan

A banda de rock Måneskin também estará entre as atrações do dia e farão seu primeiro show no Brasil

Festival também confirma Djavan no Palco Mundo no dia 10 de setembro

Os fãs do Rock in Rio podem celebrar em dose tripla, pois o festival acaba de anunciar três atrações de peso que vão agitar a Cidade do Rock. Hoje, a organização do maior festival de música e entretenimento do mundo confirmou o retorno do Guns N' Roses como headliner do Palco Mundo no dia 8 de setembro. Ainda no mesmo dia, o Måneskin estreia em solo brasileiro no mesmo palco. Já no dia 10, Djavan abre a noite do Palco Mundo, que já tem confirmado Coldplay como atração principal, além de Camila Cabello e Bastille. Marcado para os dias nos dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro de 2022, o festival acontece no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro.

Parceiros de longa data do Rock in Rio, onde realizaram shows inesquecíveis, o Guns N' Roses está de volta ao festival com seus hits épicos como "Sweet Child O' Mine" e "Welcome To The Jungle", e as recém-lançadas "ABSUЯD" e "Hard Skool". A banda fecha a noite no Palco Mundo sob o comando do vocalista ícone da banda, Axl Rose, que será acompanhado por Slash na guitarra, Duff McKagan no baixo, Richard Fortus na guitarra, Frank Ferrer na bateria, e os tecladistas Dizzy Reed e Melissa Reese.

Os italianos do Måneskin, uma das atrações mais pedidas pelos fãs da Cidade do Rock, que recentemente ganhou o prêmio de Melhor Grupo de Rock no MTV EMA, farão uma apresentação inédita no Brasil, também no Palco Mundo, logo antes do Guns N’ Roses. No setlist, o público pode esperar pela canção de sucesso "Beggin", que já possui mais de 770 milhões de reproduções no Spotify e chegou ao topo das paradas de rádio nos Estados Unidos, além de seus últimos lançamentos como "I Wanna Be Your Slave" e "Mammamia".

Responsável por abrir a noite no Palco Mundo no dia 10 de setembro, o cantor Djavan, ícone da cena musical brasileira e que passa por diversos estilos musicais em seu repertório, entre eles o jazz, o blues, o pop, o samba e a música flamenca, vai encantar o público com os seus hits "Sina", "Flor de Lis", "Se…", "Eu Te Devoro", "Oceano", "Samurai" e "Meu Bem Querer", entre vários outros. Curiosamente, não será a estreia do cantor no festival. Embora a edição de 2022 marque a sua primeira apresentação exclusiva no evento, Djavan esteve no Rock in Rio em 1991, quando fez uma participação especial no show de Santana com "Oceano" e "Soweto", ambas canções do artista brasileiro.

Sobre Guns N' Roses

A carreira de sucesso do grupo americano começou em 1985, tendo o primeiro álbum lançado dois anos depois: o lendário "Appetite For Destruction" foi destaque nas paradas de sucesso e levou a banda ao estrelato rapidamente. Com sucessos atemporais como "Sweet Child O' Mine" e "Welcome To The Jungle", a receita do Guns misturava o Hard Rock clássico com uma pegada mais agressiva e punk, inovando de modo a deixar sua marca.

Os discos que se seguiram confirmaram a impressão deixada na estreia. A balada "Patience" puxou o álbum GN’ R Lies, de 1988, e a emblemática "You Could Be Mine", tema do filme O Exterminador do Futuro 2, trouxe os dois discos duplos, Use Your Illusion I e II, nos quais o grupo ampliou suas influências e emplacou covers de Paul McCartney ("Live And Let Die") e Bob Dylan ("Knocking On Heaven's Door"), além de fortes composições próprias, dentre as quais, "November Rain", que se tornou uma favorita dos fãs. Dois anos depois, em 1993, o grupo soltou a compilação de versões "The Spaghetti Incident", com destaque para a releitura de "Since I Don't Have You", clássico sessentista do pop americano. Fechando a lista de álbuns, "Chinese Democracy", lançado em 2008, após um longuíssimo período de gravações, mixagens e discussões, veio à luz com uma nova sonoridade, dividindo opiniões, mas mantendo o mito do grupo em movimento.

Em 2021, a banda surpreendeu o público ao lançar dois singles após 13 anos desde o seu último trabalho. A chamada "ABSUЯD" é uma nova versão da música "Silkworms", que havia sido deixada de lado pela banda em seu último disco de estúdio, mas que já havia sido tocada no Rock in Rio de 2001. Logo depois, eles divulgaram a canção "Hard Skool", que foi gravada para o "Chinese Democracy" mas não foi utilizada pela banda.

Sobre o Måneskin

Com seu som cru, energético e distorcido, o Måneskin tem agradado os gostos contemporâneos e trazido o rock'n'roll de volta ao topo das paradas internacionais. Victoria (baixo), Damiano (vocalista), Thomas (guitarra) e Ethan (bateria), todos em torno dos 20 anos de idade, estão reintroduzindo o rock'n'roll para uma nova geração de ouvintes. O grupo lançou seu primeiro EP, em 2017, chamado "Chosen". Entre as canções do disco, a aclamada "Beggin’" que quatro anos após seu lançamento estourou nas paradas de sucesso ao viralizar nos vídeos TikTok, culminando em um boom de vendas da banda e colocando-os em número 1 nas paradas norte americanas, se tornando a banda a alcançar o feito mais rapidamente na história.

A banda já possui mais de 30 milhões de ouvintes mensais no Spotify e, recentemente, lançou seu terceiro trabalho de estúdio chamado "Teatro d’ira - Vol. I". No novo álbum, a faixa "I Wanna Be Your Slave" já conta com mais de 460 milhões de reproduções e a canção "Zitti e Buoni" já ultrapassou a marca de 245 milhões. O novo single, Mammamia, já acumula mais de 35 milhões de reproduções. Com fãs de diversos lugares do planeta, no Brasil a banda é destaque entre os amantes da música. De acordo com o Spotify, a cidade que mais escuta o quarteto no mundo é São Paulo, que com mais de 488 mil ouvintes mensais desbancou Milão do topo.

Sobre o Djavan

Conhecido nacionalmente e internacionalmente pelo seu jeito único de cantar e de compor, Djavan é o autor de músicas que marcaram toda uma geração. Como compositor, o artista já conquistou quatro vezes o Grammy Latino: o de Melhor Canção em Língua Portuguesa ("Acelerou" e "Vidas Pra Contar"), Melhor Álbum de MPB do Ano ("Ária"), além de um prêmio especial pelo conjunto de sua obra. Neste ano, o cantor foi o escolhido para ser o artista homenageado do Prêmio UBC - Prêmio do Compositor Brasileiro.

Em sua extensa carreira, que já completou 45 anos, o cantor, compositor, músico, produtor e arranjador lançou ao todo 24 trabalhos de estúdio e mais de 300 canções. Djavan gravou com alguns dos maiores artistas brasileiros, entre eles Caetano Veloso, Chico Buarque, Gal Costa, Maria Bethânia, e fez parcerias internacionais com artistas prestigiados, como Stevie Wonder, Paco de Lucía, David Sanborn e Jorge Drexler.

Sobre o Rock in Rio

Foi criado para dar voz a uma geração e promover experiências únicas e inovadoras. Em 1985, o evento foi responsável por colocar o Brasil na rota de shows internacionais. Batendo recordes de público a cada edição e gerando impactos positivos nos países onde é realizado, se consagrou como o maior festival de música e entretenimento do mundo. Consciente do poder disseminador da marca, hoje o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável.

A internacionalização da marca começou por Portugal, Lisboa, em 2004, onde o evento acontece até hoje, seguido por Espanha (Madri) e pelos Estados Unidos (Las Vegas). No Rock in Rio, os números não param de crescer. Pelas Cidades do Rock já passaram mais de 10 milhões de visitantes nestas 20 edições. Em 35 anos, o festival ganhou o mundo e tornou-se um verdadeiro parque de experiências, mas muito além disso, cresceu e ampliou a sua atuação, sempre com o olhar no futuro.

Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, o Rock in Rio preza pela construção de um mundo melhor e se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. Em 2013, foi reconhecido por seu poder realizador ao receber a certificação da norma ISO 20121 - Eventos Sustentáveis. Desde a primeira edição, já gerou 237 mil empregos diretos e indiretos e investiu, junto com seus parceiros, mais de R﹩ 110 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros.

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Henry Vargas e Klauss Durães no terceiro episódio da série "Ilusões de Risco", do "Fantástico"

Truques apresentados impressionam
o público - Foto: Felipe Lima
Neste domingo, a dupla de ilusionistas encara mais um desafio mortal, eletrizante e cheio de surpresas 

Neste domingo (3), Henry Vargas e Klauss Durães, os maiores ilusionistas modernos da América Latina, com prêmios nacionais e internacionais, além de um recorde mundial por terem levitado por mais de quatro horas na Avenida Paulista, encaram mais um desafio mortal no terceiro episódio do quadro "Ilusões de Risco", do "Fantástico", na TV Globo. No episódio "Fogo", em um número eletrizante, eles estarão suspensos a mais de sete metros de altura e terão que escapar da força desse elemento, uma das mais incontroláveis da natureza, com apenas poucos segundos para se salvarem de uma explosão catastrófica. "Vamos ter que escapar de dois barris encharcados de petróleo, por dentro e por fora, suspensos a uma grande altura, antes que o fogo que percorre o pavio exploda", comenta Henry. "Os telespectadores podem esperar um número, literalmente, quente e cheio de surpresas. Não percam nosso penúltimo episódio no ‘Fantástico’, esperamos vocês", completa Klauss.

"Ilusões de Risco" é uma série que recria, em quatro episódios, as ilusões mais famosas e perigosas do mundo, usando os quatro elementos: fogo, água, terra e ar, um por episódio. No quadro, nada de adivinhações com cartas, truques com moedas ou coelhos saindo de cartolas. A mágica apresentada pela dupla vai muito além e traz um ilusionismo inovador, moderno e impactante e com uma linguagem moderna. O quadro vai ao ar aos domingos, a partir das 20h30, no Fantástico.

Sobre Henry e Klauss

Sāo considerados os maiores ilusionistas modernos da América Latina. Com mais de 12 anos de carreira, colecionam prêmios nacionais e internacionais, além de um recorde mundial por terem levitado por mais de quatro horas na avenida mais movimentada de São Paulo: a Avenida Paulista. Ambos são mineiros e sócios da Ilusion, maior empresa de ilusionismo do Brasil, com grande destaque no mercado, fazendo shows e campanhas para grandes empresas, além de palestras e projetos no mundo corporativo, localizada em São Paulo. Apresentam um ilusionismo inovador, moderno e impactante, com uso de alta tecnologia, hologramas, realidade aumentada e uma linguagem moderna. A dupla já atuou com marcas dos maiores grupos e empresas nacionais e multinacionais, como Bradesco, Porto Seguro, Albert Einstein, Amil, Allianz, Assaí, Bayer, Deloitte, O Boticário, Carrefour, Comgás, Danone, GSK, Ipiranga, Pizza Hut, Positivo, Rappi Brasil, Sanofi, Medley, SPC, Xiaomi, Unimed e Polishop. Além disso, ganharam espaço em programas de grandes emissoras do Brasil, como SBT, Record TV e TV Globo.

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Ter a comunidade escolar preparada é um grande passo para a educação inclusiva

Cintia destaca a importância de entender 
as necessidades especificas
Foto: Arquivo pessoal
Psicóloga e coordenadora de projetos do Instituto Ester Assumpção, Cíntia Santos, destaca a importância entender as necessidades específicas das pessoas com deficiência para então implementar práticas inclusivas

A cultura da inclusão é uma necessidade cada vez mais difundida, mas nem sempre colocada em prática. A psicóloga e coordenadora de projetos do Instituto Ester Assumpção, Cíntia Santos, que atua na inserção da pessoa com deficiência, alerta que uma sociedade inclusiva começa a ser construída com a educação e, para isso, é necessário que a comunidade escolar esteja preparada.  

E o objetivo do Instituto Ester Assumpção, que não tem ajuda do governo e fins lucrativos, é trabalhar em prol da inclusão. Recentemente, a instituição anunciou que vai atuar em parceria com o Criança Esperança para a implementação do Paideia - Programa de Assessoria e Intervenção voltado para o Desenvolvimento Educacional Inclusão e Acessibilidade, que vai promover a educação inclusiva em 10 escolas públicas da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com Cíntia, o intuito do Paideia é oferecer capacitação em educação inclusiva aos profissionais das escolas, principalmente professores e gestores, além da capacitação na metodologia 'Treinamento de Pais'. “Nosso projeto baseia-se na Lei Brasileira de Inclusão que diz 'A educação constitui direito da pessoa com deficiência, assegurando sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de toda a vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem'. Sendo assim, tem como objetivo assessorar escolas públicas da Região Metropolitana de Belo Horizonte na implantação práticas pedagógicas que respeitem as diferenças individuais dos alunos com deficiência”, comenta a especialista.

O Instituto Ester Assumpção vai atuar no sentido de instrumentalizar a comunidade escolar para a adaptação de materiais pedagógicos. “Vamos criar um comitê gestor das ações inclusivas composto por professores, gestores e representantes dos alunos com deficiência, oferecer atividades de intervenções psicopedagógicas para as crianças com deficiência e realizar palestras sobre educação inclusiva. Além disso, teremos oficinas para adaptação de materiais pedagógicos e cursos sobre educação inclusiva, em especial para educadores e gestores, para ampliar o alcance do projeto”, complementa.

A equipe do Instituto Ester Assumpção elaborou um planejamento de intervenções que seguirá três fases. “A primeira é o diagnóstico de atitudes inclusivas, em seguida a intervenção junto ao público, como pais, crianças com deficiência e professores e depois, a mais importante, que é a manutenção das ações inclusivas. Dessa forma, pretendemos criar um ambiente favorável para que os professores, gestores e demais atores envolvidos no processo educacional absorvam os conhecimentos trazidos pelo instituto e sejam capazes de replicá-los com autonomia na prática escolar”, conclui Cíntia Santos.

Instituto Ester Assumpção

Fundado no ano de 1987, o Instituto Ester Assumpção é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos criada por Ester Assumpção, educadora nacionalmente conhecida pelo caráter pioneiro e inovador no campo da educação. A instituição atua no campo da inclusão da pessoa com deficiência e tem como foco contribuir para a construção de uma sociedade mais inclusiva, onde a diversidade seja aceita e respeitada na sua integralidade. As principais frentes de atuação são a qualificação e inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho e a consultoria para que as organizações se adequem e cumpram o papel social de promover a inclusão.

Site: https://www.ester.org.br

Instagram: https://www.instagram.com/institutoesterassumpcao/

Facebook: https://www.facebook.com/institutoesterassumpcao/

Arquivo Permanente do TJMG comemora aniversário com evento

Público pode participar on-line em
 qualquer cidade - Foto: Mirna de Moura
Seminário online, gratuito e certificado marca os cinco anos de funcionamento da unidade

Para celebrar cinco anos de existência, o Arquivo Permanente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais realiza hoje, amanhã e depois, um evento com pesquisadores reconhecidos na área de Arquivologia, História, Conservação e Restauração. A programação é aberta ao público em geral, inteiramente gratuita e conferirá certificado de participação. As aulas e palestras, em horário noturno, serão ministradas por convidados de renome, num conjunto interdisciplinar.

Nesta segunda-feira (20), das 19h às 20h30, a coordenadora do Curso de Arquivologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Mariana Batista do Nascimento, aborda a diferença entre arquivos permanentes e massas documentais acumuladas. A palestrante é graduada em História pela Universidade Gama Filho, mestra em Gestão de Documentos e Arquivos pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uni-Rio) e doutoranda em Ciência da Informação pela UFMG. No dia seguinte (21), das 19h às 20h30, Welder Antônio Silva, doutor em Ciência da Informação pela UFMG, fala sobre o gerenciamento de arquivos permanentes.

Já no dia 22, das 18h30 às 19h, a professora Fernanda Kelly Silva de Brito, do curso de Conservação e Restauração de Bens Móveis da Universidade Federal de Minas Gerais, aborda a atuação do conservador/restaurador nesses locais, e sobre o diálogo entre esse profissional com o staff de um arquivo. Em seguida, das 19h às 20h30, a historiadora Marta Eloísa Melgaço Neves trata da relação entre arquivo e memória. A professora é graduada pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG.

Versatilidade

O Arquivo Permanente do TJMG (AP-TJMG) integra a Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes, e está vinculado à Diretoria de Gestão da Informação Documental (Dirged), especificamente à Gerência de Arquivo e Gestão Documental da Segunda Instância, de Documentos Eletrônicos e Permanentes (Gedoc).

O acervo contém objetos identificados, organizados e higienizados. Esse tesouro de informações pode se revelar útil para diferentes necessidades, como a obtenção de informações relevantes para os cidadãos, sobre a própria história, suas raízes e identidade.

De acordo com a gerente Simone Meirelles Chaves, o Arquivo guarda processos históricos relevantes de todo o estado, sejam autos com mais de um século, sejam os de casos relativamente recentes e emblemáticos, A equipe desenvolve atividades para manter esses documentos custodiados tratados e acessíveis.

A coordenadora do Arquivo Permanente, Sônia Santos, cita um caso de meados do século XX e um dos anos 2000. "Guardamos os processos do Cintura Fina, a primeira travesti a ganhar notoriedade em Belo Horizonte e a levantar a bandeira em favor do homossexualismo. Entre as décadas de 1950 e 1980, ela lutou em defesa de grupos socialmente vulneráveis, principalmente as prostitutas. Outros processos se referem ao assassinato do promotor de justiça Francisco José Lins do Rêgo, em 2002. Ele investigava um grupo criminoso que comandava uma rede de distribuição de combustível adulterado", diz.

Produção de conhecimento

Além disso, segundo a gerente Simone Chaves, o pessoal do AP-TJMG já atuou no resgate de informação e na recuperação de processos ativos, em tramitação, que estavam em fóruns no interior e foram atingidos por chuva, lama e enchentes ou infestados por agentes nocivos, como fungos e insetos.

"Essas experiências permitiram que nada do conteúdo se perdesse. Mais recentemente, parte do know-how acumulado foi transposto para o formato impresso, no Manual de Contingência e no Manual de Procedimentos Básicos para Conservação e Preservação do TJMG, e compartilhado com diversas instituições", afirma.

A equipe do Arquivo Permanente é formada por dois supervisores, duas arquivistas, cinco estagiários de Arquivologia, dois de História, dois de Conservação e Restauração e 14 auxiliares de arquivo. A maior parte desses últimos colaboradores só tem até o ensino médio, mas recebeu ou está em vias de receber capacitação altamente especializada para lidar com documentos frágeis e valiosos.

Sob os cuidados desse grupo estão 28.746 caixas-arquivo, contendo processos judiciais e documentos administrativos, como livros de tombo, livros de registro de sentenças, livros de atas de julgamentos do Tribunal do Júri, livros de compromisso e responsabilidade de tutores e curadores, livros de registro de testamento e livros índices de inventários. O material foi recolhido em 96 comarcas mineiras.

Equipe multidisciplinar especializada cuida de acervo que inclui autos centenários (Foto: Mirna de Moura/TJMG)

Trabalho multidisciplinar

As arquivistas Bárbara Wacha e Izabela Mirna explicam que o funcionamento e as atividades desempenhadas pelo Arquivo Permanente são regulamentadas pela Portaria 111/2018 da 2ª Vice-Presidência, e que o recolhimento dos documentos é feito de modo criterioso.

Ele se dá por meio da aplicação dos Planos de Classificação e Tabelas de Temporalidades das áreas meio e fim da instituição, observando-se o corte cronológico fixado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o princípio da guarda amostral e o indicativo de tema relevante (documentos que, mesmo não sendo necessariamente antigos, têm relevância social, histórica, cultural ou econômica).

"Estamos em processo de implementação de uma plataforma de acesso à documentação de guarda permanente da instituição. Nelas vamos apresentar as normas e procedimentos arquivísticos necessários para a descrição multinível dos documentos arquivísticos, a fim de garantir o amplo acesso à documentação", detalham as arquivistas.

A supervisora Hanna Fedra, que tem formação na área de Conservação e Restauração, disse que o AP-TJMG abriga volume expressivo de conjuntos documentais manuscritos datados dos séculos XVIII e XIX. Por essa razão, a equipe foi capacitada para a análise paleográfica das escritas, que às vezes têm de ser decodificadas para o público leigo.

"Feito isso, é possível o posterior cadastro, a fim de possibilitar o acesso a esses documentos. No contexto dos documentos em papel, buscamos ainda estabilizar o suporte, mitigando os danos a fim de garantir sua perenidade". Além disso, executam-se regularmente pequenos reparos e medidas de monitoramento e conservação para prevenir a deterioração do acervo, além das atividades de orientação aos usuários.

Perfil

Segundo a coordenadora do AP-TJMG, Sônia Santos, só em 2019, o Arquivo Permanente atendeu a 1.900 solicitações de pesquisadores. Com a pandemia, o número caiu, em 2020, chegando a 459 pedidos. Em 2021, houve uma retomada. Até 10 de Setembro  já haviam sido realizados 541 atendimentos. Desde o primeiro ano de funcionamento, em 2017, foram 3.315 solicitações atendidas.

"O perfil dos interessados é bastante variado. A maioria se identifica como professores, advogados, funcionários públicos, aposentados, historiadores, estudantes e genealogistas, mas há engenheiros, administradores, médicos e jornalistas, assim como agente cultural, agricultor, acadêmicos, arquitetos, artistas, bancários, biólogos, comerciantes, diarista, empresários, frentista, músicos, padre, seminarista e secretário paroquial, psicólogos, programadores, até um diplomata e uma escritora", conta.

Interesse público

A historiadora Sônia Santos explica que as finalidades pelas quais são feitas as consultas variam: podem ser ações de restauração de registro público, a análise de documentos, a confecção de certidão de imóvel rural, a regularização de imóveis e o levantamento de informações de testamento, por exemplo.

O maior número de ocorrências, porém, consiste em investigações de genealogia (170 casos), pesquisa histórica e/ou acadêmica (45), procedimento para obtenção de cidadania estrangeira (34) e subsídios para escrita de livro ou outra publicação (9).

A arquivista Izabela Mirna destaca que o significado do arquivo não é apenas cultural e histórico, mas prático. Por essa razão, o acervo atrai o cidadão comum e o especialista. "Os documentos permanentes são dotados de valor secundário, isto é, probatório e informativo. Assim, eles possibilitam a comprovação de direitos. Temos muitas solicitações para comprovar cidadania, por exemplo", afirma.

As pessoas que consultam o Arquivo Permanente são, na maioria, residentes em Minas Gerais, mas há registros de Rio Branco (AC); Vitória da Conquista (BA); Serra, Vargem Alta, Vila Velha, Vitória (ES); Ribas do Rio Pardo (MS); Ivaiporã (PR); Penha, Petrópolis e Rio de Janeiro, Vassouras, Volta Redonda (RJ); Osasco, Presidente Bernardes, Ribeirão Preto, Santos, São Bento do Sapucaí, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São José dos Campos, São Paulo, Taubaté (SP); Rodeio, Tubarão (SC); Palmas (TO). Há, ainda, uma solicitação internacional, de Singapura.

Quanto à origem, também ultrapassou fronteiras: há solicitantes nascidos no Canadá, nos Estados Unidos, na Alemanha, no Reino Unido e nas Filipinas.

Contato

A Unidade de Arquivo Permanente do TJMG recebe, pelo e-mail coarpe@tjmg.jus.br, pesquisadores e interessados de todo o Brasil. Outras informações podem ser obtidas também por telefone: (31) 3447-2205/ (31) 3237-5174.

sábado, 18 de setembro de 2021

Semana de moda de Londres: Entenda as principais expressões

Evento vai até o dia 22 de Setembro
Foto: Reprodução London Fashion Week
Confira algumas expressões em inglês utilizadas no jargão da moda

Na última sexta-feira (17) , começou a London Fashion Week- a Semana de Moda de Londres - e se estende até terça-feira (21). O evento é organizado pelo Conselho Britânico de Moda (CFB) e acontece duas vezes por ano, em fevereiro e setembro. A edição atual, referente às coleções Primavera/Verão, é a primeira do circuito londrino em formato híbrido, contando com apresentações virtuais e desfiles presenciais com público restrito.

A etapa de Londres do circuito de moda é conhecida por ter características vanguardistas, voltadas para a sustentabilidade, streetwear e conceitos ligados a temas contraculturais, marcantes na cena fashion londrina. Participam desde grandes grifes como Vivienne Westwood, precursora do movimento punk na moda, até marcas emergentes. Um exemplo dessa nova onda de designers é a S.S Daley, que explodiu na internet por conta da participação no figurino do clipe "Golden" do cantor britânico Harry Styles e, agora, irá desfilar no Tik Tok Space da LFW 22.

Apesar da constante expansão do evento por conta da difusão na esfera digital, a informação de moda ainda não é totalmente democratizada ao redor do mundo. O fato da maioria dos conteúdos serem em inglês acaba dificultando a compreensão e o acesso ao conhecimento mais aprofundado da área por todos.

Leiza Oliveira, especialista em educação da Minds Idiomas, explica como a globalização contribui com essa predominância da língua inglesa na cultura que consumimos:

"Tanto na moda, quanto em outras áreas, como o cinema e a música, nós acabamos sofrendo muita influência da cultura anglo-saxônica. O mundo digital é altamente globalizado, e isso pede, até no mercado de trabalho, que estejamos atualizados com esse tipo de demanda. Hoje em dia, consumir cultura está fortemente ligado ao consumo do inglês", explica Leiza Oliveira, que é CEO da rede de escolas de inglês Minds Idiomas .

Leiza Oliveira, da Minds Idiomas, ainda traz 4 expressões características do jargão da moda em inglês e explica seus significados:

• Ready-to-wear

Traduzida, literalmente, para "pronto para vestir", a expressão refere-se às coleções que são apresentadas já para serem vendidas nas lojas e boutiques em tamanhos comerciais pré-definidos, não necessitando de produção sob demanda, como é o caso da Alta Costura. Também usado com frequência em francês: prêt-à-porter.

• Coolhunting

Um coolhunter é o profissional responsável por identificar, prever e analisar as tendências culturais que permeiam a sociedade no momento. Muitas marcas contratam esses profissionais para trabalharem em conjunto com a equipe criativa no processo de desenvolvimento das próximas coleções.

• Statement piece

Uma statement piece é usada na composição de um visual para gerar impacto. Desde peças de roupa até acessórios, elas são caracterizadas, normalmente, por cores, formatos e materiais diferenciados e marcantes.

• Stylist

Stylist é uma palavra que pode ser facilmente confundida com a palavra "estilista" no português. Chamamos essas expressões que, apesar de similares na grafia, possuem significados diferentes, de falsos amigos ou falsos cognatos. Diferente do estilista, que é responsável pela criação de peças e coleções, o stylist tem como objetivo criar imagens e momentos de moda, com itens pré existentes, para seus clientes (celebridades, revistas, etc.)

Sobre a Minds Idiomas

Com 14 anos de existência, o segredo da rede de idiomas Minds é a tecnologia. Com 72 escolas em todo país, a Minds foi a primeira rede a implantar o ensino do inglês em tablets mantendo os livros físicos. Com especialistas em captação de conteúdo, a CEO Leiza Oliveira, tem consciência que a forma de aprendizado de cada criança e adulto é individual. Personalização e inovação são as palavras que movem franqueados e alunos da rede. O tempo de duração do curso da Minds é de 18 meses e há outras modalidades de ensino personalizadas. Acesse o nosso site e conheça mais sobre o mundo Minds.

MAM São Paulo apresenta visões da arte indígena contemporânea em mostra inédita

Público pode visitar até novembro
 deste ano - Foto: Sueli Maxacali
Com curadoria de Jaider Esbell, Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea reúne pinturas, esculturas e obras em diversos suportes de povos indígenas como Yanomami, Pataxó e Guarani Mbya. Exposição é uma correalização entre MAM e Fundação Bienal de São Paulo

Até 28 de novembro de 2021, o Museu de Arte Moderna de São Paulo exibe a mostra Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea, coletiva que tem curadoria de Jaider Esbell - artista macuxi convidado da 34ª Bienal. Correalizada entre MAM e Fundação Bienal de São Paulo, a exposição integra a rede de parcerias da 34ª Bienal e conta com assistência curatorial da antropóloga e programadora cultural Paula Berbert e consultoria do professor do departamento de antropologia da FFLCH/USP Pedro Cesarino, e realização pelo Edital ProAC Expresso 09/2020.

Moquém designa a tecnologia milenar utilizada pelos povos indígenas para conservar os alimentos após a caça coletiva e facilitar seu transporte até as aldeias. O título da mostra - Moquém_Surarî - também refere-se à narrativa makuxi sobre a transformação do Moquém em uma mulher que, nos tempos antigos, subiu aos céus à procura de seu dono que a havia abandonado. Uma vez no céu, Surarî se transforma na constelação responsável por trazer a chuva, marcando o fim do mundo e o começo de um novo. A tecnologia de moquear é usada então para refletir sobre a troca e transformação de saberes que atravessam diferentes tempos e espaços- trânsitos que constituem os movimentos da arte indígena contemporânea.

Um dos principais objetivos da curadoria é mostrar ao público que existem outras histórias da arte e não tentar encaixar a arte indígena em uma narrativa canônica. "Queremos reproduzir um estilhaçamento da história da arte e mostrar como esse tipo de relação temporal é cronicamente negado no Brasil, intelectuais indígenas foram rechaçados, seja na arte ou pensamento no Brasil", afirma Jaider Esbell .

Moquém_Surarî apresenta trabalhos de 34 artistas indígenas dos povos Baniwa, Guarani Mbya, Huni Kuin, Krenak, Karipuna, Lakota, Makuxi, Marubo, Pataxó, Patamona, Taurepang, Tapirapé, Tikmũ'ũn_Maxakali, Tukano, Wapichana, Xakriabá, Xirixana e Yanomami. Segundo Esbell, são obras que corporificam transformações, traduções visuais das cosmovisões e narrativas do corpo de artistas, presentificando a profundidade temporal que fundamenta suas práticas. "As obras atestam que o tempo da arte indígena contemporânea não é refém do passado. A ancestralidade é mobilizada no agora, reconfigurando posições enunciativas e relações de poder para produzir outras formas de encontro entre mundos não fundamentados nos extrativismos coloniais", reflete Cesarino.

O público vai se deparar com obras em suportes diversos, há desde desenhos criados por artistas como Ailton Krenak - emblemático líder indígena, escritor e filósofo -, Joseca Yanomami, Rivaldo Tapirapé e Yaka Huni Kuin; tecelagens de Bernaldina José Pedro; esculturas de Dalzira Xakriabá e Nei Xakriabá; fotografias de Sueli Maxakali e Arissana Pataxó; vídeo de Denilson Baniwa; gravura de Gustavo Caboco; pinturas de Carmésia Emiliano, Diogo Lima e Jaider Esbell; dentre outros.

Trata-se de um corpo artístico diverso, que une artistas de Roraima que refletem sobre os efeitos políticos e territoriais das invasões pecuárias da região, passando por outros artistas indígenas contemporâneos conhecidos no circuito das artes visuais ocidentais, até artistas que não têm relação com o mercado de arte contemporânea, mestres das práticas xamânicas, como pajés. "São obras que mostram o que são os regimes visuais indígenas, de existências milenares e dos quais a arte indígena contemporânea é tributária", explica Berbert.

Segundo Cauê Alves, curador-chefe do MAM, "a presença dessa exposição na programação do Museu de Arte Moderna de São Paulo indica uma postura institucional que desconstrói pressupostos coloniais. Moquém_Surarî inaugura um diálogo direto com artistas indígenas que permitirá que o MAM repense e amplie sua política de aquisição de acervo, incluindo grupos étnicos sub-representados ou negligenciados ao longo da história." E completa, "as narrativas dos descendentes de Makunaimî contadas por eles mesmos, certamente abrem outras perspectivas para além daquelas imaginadas pelos artistas e intelectuais modernistas centrais para fundação do MAM".

"A mostra Moquém_Surarî não apenas amplia a visibilidade da arte indígena contemporânea, como também sinaliza o interesse do MAM em valorizar a cultura de povos ancestrais que nos últimos 500 anos tem tido sua existência ameaçada", comenta Elizabeth Machado, presidente do museu.

Sobre o curador

Nascido na região hoje demarcada como a Terra Indígena Raposa Serra do Sol, Jaider Esbell está entre as figuras centrais do movimento de consolidação da arte indígena contemporânea no Brasil e atua de forma múltipla e interdisciplinar, desempenhando funções de artista, curador, escritor, educador, ativista, promotor e catalisador cultural.

Programação

Além da exposição na sede do MAM, a mostra contará com uma série de depoimentos inéditos em vídeo de sete artistas de Roraima, que serão divulgados ao longo do período expositivo nos canais digitais do museu, como também ampla programação educativa, que contará com oficinas e lives com os artistas sobre assuntos como arte e xamanismo, povos indígenas e a história da arte no Brasil e a força das mulheres indígenas nas artes.

Catálogo

Próximo do encerramento da exposição, será lançado um catálogo que reúne textos críticos e ensaios de artistas.

LISTA COMPLETA DE ARTISTAS

Ailton Krenak | Amazoner Arawak | Antonio Brasil Marubo | Arissana Pataxó | Armando Mariano Marubo | Bartô | Bernaldina José Pedro | Bu’ú Kennedy | Carlos Papá | Carmézia Emiliano | Charles Gabriel | Daiara Tukano | Dalzira Xakriabá | Davi Kopenawa | Denilson Baniwa | Diogo Lima | Elisclésio Makuxi | Fanor Xirixana | Gustavo Caboco | Isael Maxakali Isaiais Miliano | Jaider Esbell | Joseca Yanomami | Luiz Matheus | MAHKU | Mario Flores Taurepang | Nei Leite Xakriabá | Paulino Joaquim Marubo | Rita Sales Huni Kuin | Rivaldo Tapyrapé | Sueli Maxakali | Vernon Foster | Yaka Huni Kuin | Yermollay Caripoune

Sobre o MAM São Paulo

Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.

O Museu mantém uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.

Sobre a 34ª Bienal de São Paulo

Com curadoria geral de Jacopo Crivelli Visconti, a 34ª Bienal - Faz escuro mas eu canto, iniciada em fevereiro de 2020, vem se desdobrando no espaço e no tempo com programação tanto física quanto on-line, e culminará na mostra coletiva que vai ocupar todo o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera, a partir de setembro de 2021, simultaneamente à realização de dezenas de exposições individuais em instituições parceiras na cidade de São Paulo.

Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea

Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo

Curadoria: Jaider Esbell

Assistência de curadoria: Paula Berbert

Consultoria: Pedro Cesarino

Período expositivo: até 28 de novembro de 2021

Endereço: Parque Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portões 1 e 3)

Horários: terça a domingo, das 10h às 18h (com a última entrada às 17h30)

Telefone: (11) 5085-1300

Ingresso: Entrada gratuita, com contribuição sugerida. Agendamento prévio necessário.

Ingressos disponibilizados online https://www.mam.org.br/ingresso

Acesso para pessoas com deficiência

Restaurante/café

Ar-condicionado

www.mam.org.br/MAMoficial

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34ª Bienal de São Paulo

Período: de 4 de setembro a 5 de dezembro de 2021

Local: Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera

Entrada gratuita

Equipe curatorial

Curador geral: Jacopo Crivelli Visconti

Curador adjunto: Paulo Miyada

Curadores convidados: Carla Zaccagnini, Francesco Stocchi e Ruth Estévez

Editora convidada: Elvira Dyangani Ose, em colaboração com The Showroom, London

www.34.bienal.org.br