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quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Orquestra SESIMINAS apresenta: Três séculos de música

Concerto acontece no dia 29 de setembro. Adquira o seu ingresso 

O concerto passeia por 300 anos da história da música, apresentando 4 compositores de diferentes períodos estéticos. Começando com o barrco J. S. Bach, com a célebre Ária da Suíte para Orquestra nº 3, mais conhecida como Ária da 4ª Corda . Um dos movimentos de música barroca mais tocados no mundo.

Depois, saltando para o período do classicismo vienense, a Orquestra tem o prazer de receber o grande pianista Eduardo Hazan, que fará o Concerto para piano nº 12, de W. A. Mozart. Composto em 1782, trata de uma obra de beleza exuberante e alegre.

O período romântico estará muito bem representado por Jean Sibelius, compositor finlandês, que trazendo a maravilhosa e gelada sonoridade do norte europeu. Dele, a Orquestra executa o Romance em Dó, composta na passagem do século XIX para o XX.

O concerto finaliza com uma estreia mundial. A compositora mineira Cláudia Cimbleris apresenta sua mais nova criação. A obra In Memorians foi composta em memória às vítimas da Covid-19. Trata-se de um solene e elegíaco adagio, para cordas, duas trompas e glockenspiel.

Programação:

Ária da 4ª Corda / J. S. Bach

Concerto para Piano nº 12 / W. A. Mozart (Piano solo: Eduardo Hazan)

Romance em Dó / J. Sibelius

In Memorians / Cláudia Cimbleris

ORQUESTRA SESIMINAS APRESENTA: TRÊS SÉCULOS DE MÚSICA

Quando: 29 de setembro, 20h30

Onde: Teatro SESIMINAS - Rua Padre Marinho, 60 - Santa Efigênia - Belo Horizonte/MG

Venda de ingressos pelo sympla: R$10,00 e R$20,00

domingo, 19 de setembro de 2021

Para refletir: Quer se destacar? Sirva!

 * Original do site Vatican News

"Eu entendo a vida como uma competição para abrir espaço para mim mesmo às custas dos outros ou acho que se sobressair significa servir? E, concretamente: dedico tempo a algum "pequeno", a uma pessoa que não tem meios para retribuir? Eu cuido de alguém que não pode me retribuir ou apenas de meus parentes e amigos?": perguntas a nos fazermos, sugeriu Francisco.

Jackson Erpen – Cidade do Vaticano

Quer se destacar? Sirva! Nossa fidelidade ao Senhor depende de nossa disponibilidade em servir. O serviço não nos diminui, mas nos faz crescer. E ao servirmos os esquecidos, que não podem nos retribuir, “também nós recebemos o terno abraço de Deus”.

O “serviço”, um tema caro ao Papa esteve no centro de sua alocução que precedeu a oração mariana do Angelus neste 25º Domingo do Tempo Comum: “Se quisermos seguir Jesus, devemos percorrer o caminho que ele mesmo traçou, o caminho do serviço.”

Dirigindo-se aos peregrinos e turistas reunidos na Praça São Pedro para o tradicional encontro dominical, Francisco começou explicando a discussão entre os discípulos narrada por Marcos sobre quem entre eles era o maior. E citou a frase que Jesus disse a eles, uma frase “que vale também para nós hoje” - “Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a todos” -, acrescentando que quem ser o primeiro, deve ir para a fila, pegar o último lugar "e servir a todos".

Quer se destacar? Sirva!

E justamente esta frase pronunciada pelo Mestre marca uma inversão nos critérios daquilo que realmente importa:

O valor de uma pessoa não depende mais do papel que ela desempenha, do sucesso que tem, do trabalho que faz, do dinheiro no banco; não, não, não, não depende disso; a grandeza e o sucesso, aos olhos de Deus, têm um padrão, uma medida diferente: são medidos no serviço. Não no que se tem, mas no que se dá. Quer se sobressair? Sirva. Este é o caminho.

Quanto mais servimos, mais sentimos a presença de Deus

Hoje em dia a palavra "serviço" – disse o Papa – “parece um pouco desbotada, desgastada pelo uso. Mas no Evangelho tem um significado preciso e concreto. Servir não é uma expressão de cortesia: é fazer como Jesus que, resumindo em poucas palavras a sua vida, disse que veio «não para ser servido, mas para servir». Portanto, se quisermos seguir Jesus, devemos percorrer o caminho que ele mesmo traçou, o caminho do serviço:

Nossa fidelidade ao Senhor depende de nossa disponibilidade em servir. E isso, bem o sabemos, custa, geralmente isso custa, “tem gosto de cruz”. Mas, à medida que aumenta o cuidado e a disponibilidade para com os outros, tornamo-nos mais livres interiormente, mais semelhantes a Jesus. Quanto mais servimos, mais sentimos a presença de Deus, sobretudo quando servimos aqueles que não têm nada para nos restituir, os pobres, abraçando suas dificuldades e necessidades, com a terna compaixão: e ali descobrimos ser, por sua vez, amados e abraçados por Deus.

Em primeiro lugar, servir a quem não pode nos retribuir

Para ilustrar a importância da doação gratuita, Jesus coloca uma criança entre os discípulos, pois "os gestos de Jesus são mais fortes que as palavras que usa", observou o Papa. “A criança, no Evangelho – explicou –  não simboliza tanto a inocência mas a pequenez. Porque os pequenos, como as crianças, dependem dos outros, dos grandes, têm necessidade de receber. Jesus abraça aquela criança e diz que quem acolhe um pequenino, uma criança, o acolhe”:

Eis antes de tudo a quem servir: aqueles que têm necessidade de receber e não tem como retribuir. Acolhendo quem está à margem, abandonado, acolhemos Jesus, porque Ele está ali. E em um pequeno, em um pobre a quem servimos, também nós recebemos o terno abraço de Deus.

O serviço não nos diminui, nos faz crescer

Interpelados pelo Evangelho, o Papa sugere que nos interroguemos:

Eu, que sigo Jesus, me interesso por quem é mais abandonado? Ou, como os discípulos naquele dia, estou em busca de gratificações pessoais? Eu entendo a vida como uma competição para abrir espaço para mim mesmo às custas dos outros ou acho que se sobressair significa servir? E, concretamente: dedico tempo a algum "pequeno", a uma pessoa que não tem meios para retribuir? Eu cuido de alguém que não pode me retribuir ou apenas de meus parentes e amigos? São perguntas que podemos nos fazer.

Que a Virgem Maria, humilde serva do Senhor, nos ajude a compreender que o serviço não nos diminui, mas nos faz crescer. E que há mais alegria em dar do que em receber

sábado, 18 de setembro de 2021

Semana de moda de Londres: Entenda as principais expressões

Evento vai até o dia 22 de Setembro
Foto: Reprodução London Fashion Week
Confira algumas expressões em inglês utilizadas no jargão da moda

Na última sexta-feira (17) , começou a London Fashion Week- a Semana de Moda de Londres - e se estende até terça-feira (21). O evento é organizado pelo Conselho Britânico de Moda (CFB) e acontece duas vezes por ano, em fevereiro e setembro. A edição atual, referente às coleções Primavera/Verão, é a primeira do circuito londrino em formato híbrido, contando com apresentações virtuais e desfiles presenciais com público restrito.

A etapa de Londres do circuito de moda é conhecida por ter características vanguardistas, voltadas para a sustentabilidade, streetwear e conceitos ligados a temas contraculturais, marcantes na cena fashion londrina. Participam desde grandes grifes como Vivienne Westwood, precursora do movimento punk na moda, até marcas emergentes. Um exemplo dessa nova onda de designers é a S.S Daley, que explodiu na internet por conta da participação no figurino do clipe "Golden" do cantor britânico Harry Styles e, agora, irá desfilar no Tik Tok Space da LFW 22.

Apesar da constante expansão do evento por conta da difusão na esfera digital, a informação de moda ainda não é totalmente democratizada ao redor do mundo. O fato da maioria dos conteúdos serem em inglês acaba dificultando a compreensão e o acesso ao conhecimento mais aprofundado da área por todos.

Leiza Oliveira, especialista em educação da Minds Idiomas, explica como a globalização contribui com essa predominância da língua inglesa na cultura que consumimos:

"Tanto na moda, quanto em outras áreas, como o cinema e a música, nós acabamos sofrendo muita influência da cultura anglo-saxônica. O mundo digital é altamente globalizado, e isso pede, até no mercado de trabalho, que estejamos atualizados com esse tipo de demanda. Hoje em dia, consumir cultura está fortemente ligado ao consumo do inglês", explica Leiza Oliveira, que é CEO da rede de escolas de inglês Minds Idiomas .

Leiza Oliveira, da Minds Idiomas, ainda traz 4 expressões características do jargão da moda em inglês e explica seus significados:

• Ready-to-wear

Traduzida, literalmente, para "pronto para vestir", a expressão refere-se às coleções que são apresentadas já para serem vendidas nas lojas e boutiques em tamanhos comerciais pré-definidos, não necessitando de produção sob demanda, como é o caso da Alta Costura. Também usado com frequência em francês: prêt-à-porter.

• Coolhunting

Um coolhunter é o profissional responsável por identificar, prever e analisar as tendências culturais que permeiam a sociedade no momento. Muitas marcas contratam esses profissionais para trabalharem em conjunto com a equipe criativa no processo de desenvolvimento das próximas coleções.

• Statement piece

Uma statement piece é usada na composição de um visual para gerar impacto. Desde peças de roupa até acessórios, elas são caracterizadas, normalmente, por cores, formatos e materiais diferenciados e marcantes.

• Stylist

Stylist é uma palavra que pode ser facilmente confundida com a palavra "estilista" no português. Chamamos essas expressões que, apesar de similares na grafia, possuem significados diferentes, de falsos amigos ou falsos cognatos. Diferente do estilista, que é responsável pela criação de peças e coleções, o stylist tem como objetivo criar imagens e momentos de moda, com itens pré existentes, para seus clientes (celebridades, revistas, etc.)

Sobre a Minds Idiomas

Com 14 anos de existência, o segredo da rede de idiomas Minds é a tecnologia. Com 72 escolas em todo país, a Minds foi a primeira rede a implantar o ensino do inglês em tablets mantendo os livros físicos. Com especialistas em captação de conteúdo, a CEO Leiza Oliveira, tem consciência que a forma de aprendizado de cada criança e adulto é individual. Personalização e inovação são as palavras que movem franqueados e alunos da rede. O tempo de duração do curso da Minds é de 18 meses e há outras modalidades de ensino personalizadas. Acesse o nosso site e conheça mais sobre o mundo Minds.

MAM São Paulo apresenta visões da arte indígena contemporânea em mostra inédita

Público pode visitar até novembro
 deste ano - Foto: Sueli Maxacali
Com curadoria de Jaider Esbell, Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea reúne pinturas, esculturas e obras em diversos suportes de povos indígenas como Yanomami, Pataxó e Guarani Mbya. Exposição é uma correalização entre MAM e Fundação Bienal de São Paulo

Até 28 de novembro de 2021, o Museu de Arte Moderna de São Paulo exibe a mostra Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea, coletiva que tem curadoria de Jaider Esbell - artista macuxi convidado da 34ª Bienal. Correalizada entre MAM e Fundação Bienal de São Paulo, a exposição integra a rede de parcerias da 34ª Bienal e conta com assistência curatorial da antropóloga e programadora cultural Paula Berbert e consultoria do professor do departamento de antropologia da FFLCH/USP Pedro Cesarino, e realização pelo Edital ProAC Expresso 09/2020.

Moquém designa a tecnologia milenar utilizada pelos povos indígenas para conservar os alimentos após a caça coletiva e facilitar seu transporte até as aldeias. O título da mostra - Moquém_Surarî - também refere-se à narrativa makuxi sobre a transformação do Moquém em uma mulher que, nos tempos antigos, subiu aos céus à procura de seu dono que a havia abandonado. Uma vez no céu, Surarî se transforma na constelação responsável por trazer a chuva, marcando o fim do mundo e o começo de um novo. A tecnologia de moquear é usada então para refletir sobre a troca e transformação de saberes que atravessam diferentes tempos e espaços- trânsitos que constituem os movimentos da arte indígena contemporânea.

Um dos principais objetivos da curadoria é mostrar ao público que existem outras histórias da arte e não tentar encaixar a arte indígena em uma narrativa canônica. "Queremos reproduzir um estilhaçamento da história da arte e mostrar como esse tipo de relação temporal é cronicamente negado no Brasil, intelectuais indígenas foram rechaçados, seja na arte ou pensamento no Brasil", afirma Jaider Esbell .

Moquém_Surarî apresenta trabalhos de 34 artistas indígenas dos povos Baniwa, Guarani Mbya, Huni Kuin, Krenak, Karipuna, Lakota, Makuxi, Marubo, Pataxó, Patamona, Taurepang, Tapirapé, Tikmũ'ũn_Maxakali, Tukano, Wapichana, Xakriabá, Xirixana e Yanomami. Segundo Esbell, são obras que corporificam transformações, traduções visuais das cosmovisões e narrativas do corpo de artistas, presentificando a profundidade temporal que fundamenta suas práticas. "As obras atestam que o tempo da arte indígena contemporânea não é refém do passado. A ancestralidade é mobilizada no agora, reconfigurando posições enunciativas e relações de poder para produzir outras formas de encontro entre mundos não fundamentados nos extrativismos coloniais", reflete Cesarino.

O público vai se deparar com obras em suportes diversos, há desde desenhos criados por artistas como Ailton Krenak - emblemático líder indígena, escritor e filósofo -, Joseca Yanomami, Rivaldo Tapirapé e Yaka Huni Kuin; tecelagens de Bernaldina José Pedro; esculturas de Dalzira Xakriabá e Nei Xakriabá; fotografias de Sueli Maxakali e Arissana Pataxó; vídeo de Denilson Baniwa; gravura de Gustavo Caboco; pinturas de Carmésia Emiliano, Diogo Lima e Jaider Esbell; dentre outros.

Trata-se de um corpo artístico diverso, que une artistas de Roraima que refletem sobre os efeitos políticos e territoriais das invasões pecuárias da região, passando por outros artistas indígenas contemporâneos conhecidos no circuito das artes visuais ocidentais, até artistas que não têm relação com o mercado de arte contemporânea, mestres das práticas xamânicas, como pajés. "São obras que mostram o que são os regimes visuais indígenas, de existências milenares e dos quais a arte indígena contemporânea é tributária", explica Berbert.

Segundo Cauê Alves, curador-chefe do MAM, "a presença dessa exposição na programação do Museu de Arte Moderna de São Paulo indica uma postura institucional que desconstrói pressupostos coloniais. Moquém_Surarî inaugura um diálogo direto com artistas indígenas que permitirá que o MAM repense e amplie sua política de aquisição de acervo, incluindo grupos étnicos sub-representados ou negligenciados ao longo da história." E completa, "as narrativas dos descendentes de Makunaimî contadas por eles mesmos, certamente abrem outras perspectivas para além daquelas imaginadas pelos artistas e intelectuais modernistas centrais para fundação do MAM".

"A mostra Moquém_Surarî não apenas amplia a visibilidade da arte indígena contemporânea, como também sinaliza o interesse do MAM em valorizar a cultura de povos ancestrais que nos últimos 500 anos tem tido sua existência ameaçada", comenta Elizabeth Machado, presidente do museu.

Sobre o curador

Nascido na região hoje demarcada como a Terra Indígena Raposa Serra do Sol, Jaider Esbell está entre as figuras centrais do movimento de consolidação da arte indígena contemporânea no Brasil e atua de forma múltipla e interdisciplinar, desempenhando funções de artista, curador, escritor, educador, ativista, promotor e catalisador cultural.

Programação

Além da exposição na sede do MAM, a mostra contará com uma série de depoimentos inéditos em vídeo de sete artistas de Roraima, que serão divulgados ao longo do período expositivo nos canais digitais do museu, como também ampla programação educativa, que contará com oficinas e lives com os artistas sobre assuntos como arte e xamanismo, povos indígenas e a história da arte no Brasil e a força das mulheres indígenas nas artes.

Catálogo

Próximo do encerramento da exposição, será lançado um catálogo que reúne textos críticos e ensaios de artistas.

LISTA COMPLETA DE ARTISTAS

Ailton Krenak | Amazoner Arawak | Antonio Brasil Marubo | Arissana Pataxó | Armando Mariano Marubo | Bartô | Bernaldina José Pedro | Bu’ú Kennedy | Carlos Papá | Carmézia Emiliano | Charles Gabriel | Daiara Tukano | Dalzira Xakriabá | Davi Kopenawa | Denilson Baniwa | Diogo Lima | Elisclésio Makuxi | Fanor Xirixana | Gustavo Caboco | Isael Maxakali Isaiais Miliano | Jaider Esbell | Joseca Yanomami | Luiz Matheus | MAHKU | Mario Flores Taurepang | Nei Leite Xakriabá | Paulino Joaquim Marubo | Rita Sales Huni Kuin | Rivaldo Tapyrapé | Sueli Maxakali | Vernon Foster | Yaka Huni Kuin | Yermollay Caripoune

Sobre o MAM São Paulo

Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.

O Museu mantém uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.

Sobre a 34ª Bienal de São Paulo

Com curadoria geral de Jacopo Crivelli Visconti, a 34ª Bienal - Faz escuro mas eu canto, iniciada em fevereiro de 2020, vem se desdobrando no espaço e no tempo com programação tanto física quanto on-line, e culminará na mostra coletiva que vai ocupar todo o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera, a partir de setembro de 2021, simultaneamente à realização de dezenas de exposições individuais em instituições parceiras na cidade de São Paulo.

Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea

Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo

Curadoria: Jaider Esbell

Assistência de curadoria: Paula Berbert

Consultoria: Pedro Cesarino

Período expositivo: até 28 de novembro de 2021

Endereço: Parque Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portões 1 e 3)

Horários: terça a domingo, das 10h às 18h (com a última entrada às 17h30)

Telefone: (11) 5085-1300

Ingresso: Entrada gratuita, com contribuição sugerida. Agendamento prévio necessário.

Ingressos disponibilizados online https://www.mam.org.br/ingresso

Acesso para pessoas com deficiência

Restaurante/café

Ar-condicionado

www.mam.org.br/MAMoficial

www.instagram.com/MAMoficial

www.twitter.com/MAMoficial

www.facebook.com/MAMoficial

www.youtube.com/MAMo

34ª Bienal de São Paulo

Período: de 4 de setembro a 5 de dezembro de 2021

Local: Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera

Entrada gratuita

Equipe curatorial

Curador geral: Jacopo Crivelli Visconti

Curador adjunto: Paulo Miyada

Curadores convidados: Carla Zaccagnini, Francesco Stocchi e Ruth Estévez

Editora convidada: Elvira Dyangani Ose, em colaboração com The Showroom, London

www.34.bienal.org.br

Bat-sinal é projetado em Sāo Paulo

Admiradores do super-herói festejam data
Foto: Divulgação
Data celebra o Batman Day em um dos espaços mais icônicos de São Paulo

O Batman Day é celebrado em São Paulo neste sábado (18). Os fãs do cavaleiro das trevas poderão acompanhar uma projeção do Bat-Sinal na cidade, que iluminará o Farol Santander por volta das 20h do próximo sábado. O prédio tem mais de 160 metros de altura, dessa forma, a projeção poderá será vista de diversas partes da cidade.

Para complementar as celebrações do Batman Day, quem passar pelo Farol Santander ou Beco do Batman, em Pinheiros, em 18 de setembro, terá a chance de receber máscaras e bottons (distribuídos gratuitamente) sob a temática da data .

Ainda no Farol Santander, a Loja da Cidade, localizada no térreo, venderá as edições do novo quadrinho da Panini e DC Comics, a Batman: The World. A história é uma antologia do morcego ao redor do mundo, no qual o herói passa por 14 países diferentes em sua luta contra o crime - sendo um deles o Brasil. Uma das cenas principais da narrativa mostra o Batman em uma das mais icônicas localidades de São Paulo, o Edifício Martinelli, com o Farol Santander ao fundo.

No Café (hall e 26º andar) do Farol Santander, serão preparados biscoitos em formato de morcego e cafés com stencil do Bat-Sinal.

Sobre a DC

A DC, da WarnerMedia Company, cria personagens icônicos, histórias duradouras, e experiências imersivas que inspiram e entretém públicos de todas as gerações ao redor do mundo. É uma das maiores editoras de quadrinhos e graphic novels do mundo. Como uma divisão criativa, A DC é encarregada de integrar estrategicamente suas histórias e personagens através de filmes, séries, produtos de consumo, home entertainment, jogos interativos, videogames, e o serviço de assinatura digital e portal de engajamento da comunidade, DC Universe Infinite. Para mais informações, acesse dccomics.com e dcuniverseinfinite.com.

Sobre a Warner Bros. Consumer Products

Divisão de licenciamento da Warner Bros. Entertainment Company, desenvolve produtos e experiências com o poderoso portfólio de marcas e franquias de entretenimento do estúdio para alegrar a vida de fãs em todo o mundo. A WBCP tem parcerias com as melhores empresas licenciadas do mundo em uma gama premiada de brinquedos, moda, cuidados pessoais, decoração e publicações entre outros segmentos de produtos inspirados em franquias e propriedades como DC, Wizarding World, Looney Tunes, Scooby Doo e Hanna-Barbera. A divisão de Global Themed Entertainment inclui experiências inovadoras como o Mundo Bruxo de Harry Potter e o novo parque indoor Warner Bros. World Abu Dhabi. Com inovadores programas globais de licenciamento e merchandising, iniciativas de varejo, parcerias promocionais e experiências temáticas, a WBCP é uma das principais organizações de licenciamento e merchandising de varejo do mundo.

Sobre o Farol Santander São Paulo

Desde sua inauguração, em janeiro de 2018, o Farol Santander já recebeu mais de 850 mil pessoas e 21 exposições nos eixos temático e imersivo, divididas em cinco andares do centro de cultura, empreendedorismo, lazer e gastronomia. As atrações do Farol Santander ocupam 18 pisos dos 35 do edifício de 161 metros de altura que, por um longo período, foi a maior estrutura de concreto armado da América do Sul.

As visitas começam pelo hall do térreo, que conta com a Loja da Cidade e o famoso lustre de mais de 1,5 toneladas, seguindo até o Mirante do 26º que, após a revitalização, ganhou um Café especial, com uma das vistas mais famosas de São Paulo.

Do 2º ao 5º andar os visitantes podem conhecer a história do prédio e da própria cidade, no Espaço Memória, que tem mobiliários originais feitos pelo Liceu de Artes e Ofícios nas salas de reuniões, diretoria e presidência, ambientadas sonoramente para simular o funcionamento a época como Banco do Estado de São Paulo.

No subsolo do edifício, está instalado o Bar do Cofre SubAstor, onde funcionava o cofre do Banco do Estado de São Paulo desde 1947 (tombado pelo Patrimônio Histórico). O bar é ambientado com as características da época e pitadas contemporâneas em design e mobiliários, com cartas de drinks especiais, além de comidinhas.

Sobre a Panini

O Grupo Panini foi criado há 60 anos em Modena, Itália. Possui subsidiárias em toda a Europa, América Latina e Estados Unidos. É a líder mundial no setor de colecionáveis e publicações e a principal editora multinacional de quadrinhos, revistas infantis e mangás na Europa e na América Latina. A empresa possui canais de distribuição em mais de 150 países e conta com uma equipe de mais de 1.200 pessoas. Para mais informações, visite https://www.paninigroup.com .

Wayd lança terceiro single

Jovem artista conquista público com seu
som original - Foto: Bernardo Meireles
Composição autoral, com arranjos do uruguaio Miguel Bestard, a música precede o primeiro álbum de Wayd, que será lançado em outubro

Ouça ‘ This Game ’ nas plataformas digitais

A semente foi plantada por Bob Dylan, nos anos 60, um dos grandes precursores da cena folk norte-americana, que influenciou uma série de artistas que vieram na sequência. Ou melhor, continua influenciando. Wayd é um deles. O músico independente de 29 anos nasceu no Rio de Janeiro, mas seu coração e suas canções são do mundo. Unido as suas principais influências, que passam também pelo country, folk, rock e blues, Wayd lança sua carreira solo em 2021, com o terceiro single chegando às plataformas digitais  pela distribuidora Tratore.

Wayd explica que o interesse pelo estilo veio desde novo: "Ao longo da minha vida tive algumas influências importantes no meu gosto musical, e a música internacional sempre foi muito forte. O estilo de música country sempre me atraiu, a intensidade das letras e das interpretações me encantaram e encantam até hoje. Muitos dos trabalhos que admiro são de músicos que conseguem tirar um som completo somente com a voz e o som de seus instrumentos pessoais, principalmente violões e guitarras e alcançar esse nível de expressão artística é o meu sonho".

O novo single do artista, composto todo em inglês, assim como todas as músicas do álbum que está por vir, traz Wayd nos vocais, acompanhado de Miguel Bestard nos violões e baixo, e Fabiano Matos na guitarra. "This Game" fala de um relacionamento abusivo, onde o protagonista se vê em um jogo cruel de emoções onde ele sempre sai perdendo.

I don’t wanna play this game no more/ I’m gonna get this over, baby/ I don’t wanna play no more, no more, no more… (trecho da música This Game)

Sobre compor em inglês, o cantor acredita que desta forma consegue se expressar de maneira mais concisa. "Optei por um caminho onde pudesse me expressar de uma forma que achasse coerente, pensando nos temas e metáforas do que eu queria dizer de forma mais direta", comenta.

Wayd começou sua trajetória musical profissional antes da pandemia, quando criou uma banda da qual ele era o vocalista, compositor e produtor. Com a pandemia e a paralisação do mercado de shows e eventos, tomou a decisão de seguir carreira solo, com o estilo que sempre se identificou: o folk.

O primeiro single foi lançado em julho, "Hometown", um som country que conta a história de uma cidade que tem por nome o título da música. Logo em seguida, em julho, lançou "Construction Site", que passa a mensagem da importância da educação e do conhecimento na formação do ser humano e do cidadão. Os três singles fazem parte do álbum de estreia, que será lançado em outubro.

Além de cantar, compor e tocar violão, guitarra e piano, Wayd também é artista gráfico e responsável pela identidade visual do seu trabalho. Através da sua arte, ele espera levar o público para duas jornadas. A primeira sonora, a segunda visual, tudo em seu tempo.

Ficha técnica - This Game

Composição: Wayd

Arranjo: Miguel Bestard

Voz: Wayd

Backing vocal, violões e baixo: Miguel Bestard

Bateria: Fabiano Matos

Produtor musical, mixagem e masterização: Rodrigo Otávio Mauricio Gama

Produtor fonográfico: Wayd

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