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segunda-feira, 17 de abril de 2023

Projeto "Maurício Tizumba e os Tambores no Parque” em BH

Foto: Jackson Romanelli


Apresentações gratuitas e marcadas por cortejo e show vão acontecer no Dia Internacional do Trabalhador e no Dia das Mães

A primeira edição do projeto "Maurício Tizumba e os Tambores no Parque", no qual Tizumba convida Elisa de Sena, Bruno Messias e Juju Brito, para se apresentarem em parques da capital mineira, está confirmada para acontecer em maio, sempre com entrada gratuita. A primeira apresentação vai ser no feriado do dia 1º de maio, Dia Internacional do Trabalhador, segunda-feira, às 14h30, no Parque Ecológico 1º de Maio, no bairro Primeiro de Maio; e a segunda no dia 14, Dia das Mães, às 11h, no Parque Ecológico Roberto Burle Max, também conhecido como Parque das Águas, que fica localizado no bairro Flávio Marques Lisboa, na região do Barreiro de Cima.

"Maurício Tizumba e os Tambores no Parque" trata-se de um evento formado por um cortejo festivo, seguido por um show deste que é um dos mais conhecidos artistas da cidade e que, vale destacar, acaba de completar 50 anos de trajetória. Nas apresentações, o público vai desfrutar de vivências sobre os ritmos e instrumentos musicais que compõem o trabalho de Tizumba e de Elisa de Sena, Bruno Messias e Juju Brito, artistas convidados desta edição e que vão se juntar nos palcos. “Vamos levar a força de nosso tambor e de nossa música para esses importantes pontos da cidade, com o objetivo de descentralização e democratização da arte, além de levar a alegria e a energia que só a música e o tambor têm a potência de propiciar. As pessoas podem esperar canções para cantar junto e dançar, tudo em harmonia com a mãe natureza”, adianta Tizumba. 

O projeto “Maurício Tizumba e os Tambores no Parque” é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. A iniciativa conta com medidas de acessibilidade, descentralização e democratização. A  produção executiva é de Ana Paula Siqueira.

Maurício Tizumba. O nome costuma estar sempre atrelado à palavra "multiartista". Nada mais apropriado. Aos 65 anos de idade, o mineiro espraia seu talento por várias veredas, como a de ator, instrumentista, cantor, compositor e empreendedor cultural. É um dos fundadores da Cia. Burlantins e idealizador do Tambor Mineiro, grupo que se incumbe de pesquisar, preservar e divulgar esta que é uma das tradições mais potentes do Estado. No mês passado, Tizumba estreou, ao lado da filha, Júlia Tizumba, e do amigo e parceiro de todas as horas, Sérgio Pererê, o espetáculo "Herança". Nele, sob a direção de Grace Passô, os três prestam reverência a seus ancestrais. A montagem, vale dizer, terá mais um ciclo de apresentações no final deste mês de abril, no palco do Centro Cultural Unimed-BH Minas.

Bruno Messias. Músico e educador musical graduado, Bruno Messias está completando 10 anos de carreira. Neste percurso, o artista já ministrou diversos workshops e palestras e se apresentou em países como: Portugal, Alemanha, Espanha, Bangladesh e Estados Unidos. Há seis anos, conduz a direção artística do grupo Meninos de Minas. À frente também de diversos projetos sociais, Bruno trabalha sempre com o norte de disseminar o ritmo dos tambores mineiros.

Juju Britto. Musicista, psicóloga, musicoterapeuta e mestranda em educação musical. Filha da musicista Rosana Brito, do grupo Lúdica Música!, ela se iniciou no mundo da percussão com apenas 12 anos de idade. Desde então, já fez vários shows pelo Brasil, Portugal e Espanha, além de ter participado da gravação de CDs, DVDs e clipes de nomes como Vander Lee, Alcione e André Abujamra, entre outros artistas da música brasileira - com alguns desses, também subiu ao palco. Atualmente, Juju Britto dá mostras de seu talento em várias frentes. Integra o grupo Harém da Imaginação, o Tambor Mineiro, o Bloco Me Beija que eu Sou Pagodeiro, o coletivo feminista Um8zero e o grupo Sambaleve. É ainda regente do Bloco ClandesTinas.

Elisa de Sena. Cantora, compositora e percussionista, Elisa usa a sua arte, sua voz e seu corpo para referendar a ancestralidade, a liberdade e o direito de ser e ocupar. Uma gama de outras temáticas potentes também desponta em sua obra, de forma orgânica. Seu trabalho musical é enraizado na percussão afro-brasileira, em especial, nos tambores de Minas Gerais. Ao longo de sua trajetória, Elisa já se apresentou na Grécia, na República Dominicana, em Portugal, nos Estados Unidos (precisamente, em Nova Orleans) e em várias cidades do Brasil. Suavidade e força marcam a sonoridade dessa mulher negra que não separa o sua identidade  do fazer artístico.

“Maurício Tizumba e os Tambores no Parque”

Dia 1º de maio, segunda - feriado, às 14h30 - Parque Ecológico 1º de Maio (rua Joana D'arc, 190, bairro Primeiro de Maio)

Dia 14 de maio, domingo, às 11h, no Parque Burle Marx - Parque das Águas (Avenida  Ximango, 809, Flávio Marques Lisboa), às 11h.

Entrada Gratuita

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

terça-feira, 4 de outubro de 2022

Filarmônica de Minas Gerais recebe Celina Szrvinsk e Miguel Rosselini

Duo de pianistas promete emocionar
Foto: Cleu Nacif e Luiz Ritter
Com regência do maestro Fabio Mechetti, Orquestra também interpreta obras de Smetana e Brahms

O duo de pianistas Celina Szrvinsk e Miguel Rosselini interpretam o belo Concerto para dois pianos de Mendelssohn com a Filarmônica de Minas Gerais, nos dias 6 e 7 de outubro, às 20h30, na Sala Minas Gerais. Os 125 anos de morte de Brahms também serão lembrados pela orquestração original feita por Arnold Schoenberg para o seu Quarteto de cordas em sol menor. Um vivaz poema sinfônico de Smetana abrirá o programa das duas noites. A regência é do maestro Fabio Mechetti, Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra. Os ingressos estão à venda no site www.filarmonica.art.br e na bilheteria da Sala Minas Gerais.

De acordo com as orientações da Prefeitura de Belo Horizonte para a prevenção da covid-19 em ambientes fechados, o uso de máscara é opcional na Sala Minas Gerais. Veja mais orientações no “Guia de Acesso à Sala”, no site da Orquestra: fil.mg/acessoasala.

Este projeto é apresentado pelo Ministério do Turismo, Governo de Minas Gerais, Gerdau e Itaú por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Instituto Cultural Filarmônica, Secretaria Estadual de Cultura e Turismo de MG, Governo do Estado de Minas Gerais, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.

Maestro Fabio Mechetti, diretor artístico e regente titular

Desde 2008, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sendo responsável pela implementação de um dos projetos mais bem-sucedidos no cenário musical brasileiro.

Ao ser convidado, em 2014, para o cargo de Regente Principal da Orquestra Filarmônica da Malásia, Fabio Mechetti tornou-se o primeiro regente brasileiro a ser titular de uma orquestra asiática. Depois de quatorze anos à frente da Orquestra Sinfônica de Jacksonville, Estados Unidos, atualmente é seu Regente Titular Emérito. Foi também Regente Titular da Sinfônica de Syracuse e da Sinfônica de Spokane. Desta última é, agora, Regente Emérito.

Foi regente associado de Mstislav Rostropovich na Orquestra Sinfônica Nacional de Washington e com ela dirigiu concertos no Kennedy Center e no Capitólio norte-americano. Da Orquestra Sinfônica de San Diego, foi Regente Residente.

Fez sua estreia no Carnegie Hall de Nova York conduzindo a Orquestra Sinfônica de Nova Jersey e tem dirigido inúmeras orquestras norte-americanas, como as de Seattle, Buffalo, Utah, Rochester, Phoenix, Columbus, entre outras. É convidado frequente dos festivais de verão nos Estados Unidos, entre eles os de Grant Park em Chicago e Chautauqua em Nova York.

Vencedor do Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko, na Dinamarca, Mechetti dirige regularmente na Escandinávia, particularmente a Orquestra da Rádio Dinamarquesa e a de Helsingborg, Suécia. Na Finlândia, dirigiu a Filarmônica de Tampere; na Itália, a Orquestra Sinfônica de Roma e a Orquestra do Ateneo em Milão; e na Dinamarca, a Filarmônica de Odense.

No Brasil, foi convidado a dirigir a Sinfônica Brasileira, a Estadual de São Paulo, as orquestras de Porto Alegre e Brasília e as municipais de São Paulo e do Rio de Janeiro. Trabalhou com artistas como Alicia de Larrocha, Thomas Hampson, Frederica von Stade, Arnaldo Cohen, Nelson Freire, Emanuel Ax, Gil Shaham, Midori, Evelyn Glennie, Kathleen Battle, entre outros.

Em 2022, fez sua estreia com a Filarmônica do Teatro Colón, em Buenos Aires, e com a Orquestra Sinfônica Nacional da Colômbia, em Bogotá.

Celina Szrvinsk e Miguel Rosselini, piano

Formado em 1984, o duo pianístico Celina Szrvinsk e Miguel Rosselini é reconhecido como um dos mais destacados do país, com apresentações nas principais séries e salas de concerto do Brasil. No exterior, apresentou-se na Alemanha, Suíça, Itália, Canadá, Rússia e Japão. Como solistas, Celina e Miguel atuaram com as orquestras Sinfônica Estadual de São Paulo, Sinfônica de Minas Gerais, Filarmônica de Minas Gerais, Filarmônica de Câmara da Polônia, Filarmônica de Baden-Baden, Bach-Orchester Herzogtum-Lauenburg, dentre outras. Na Alemanha, gravaram, em 1998, álbum com obras de compositores brasileiros e alemães. Um segundo CD, gravado em 2005, foi citado, pelas revistas Diapason e Continente, entre as melhores gravações brasileiras do ano. Desde 1985, são docentes da Escola de Música da UFMG, sendo muitos de seus alunos destacados musicistas e professores. Os dois têm sido convidados a participar de importantes festivais de música e como jurados de concursos de piano no Brasil e no exterior. Paralelamente às atividades artísticas e de ensino, Celina e Miguel desenvolvem ainda intenso trabalho como produtores, sendo responsáveis pelo Festival de Maio e pelas séries Concertos Didáticos e Concertos Teatro Bradesco.

Repertório

Bedrich Smetana (Litomysl, República Tcheca, 1824 – Praga, República Tcheca, 1884) e a obra O campo de Wallenstein, op. 14 (1858/1859)

Os poemas sinfônicos de Bedrich Smetana formam o núcleo de sua produção orquestral. Ele começou a compor os dois primeiros, Richard III e O campo de Wallenstein, em Gotenburgo, Suécia, no apagar de 1858, após visitar Liszt em Weimar (Alemanha) no ano anterior. Escrita a partir da primeira parte da trilogia do dramaturgo alemão Friedrich Schiller, a partitura de seu opus 14 ficou pronta em janeiro de 1859. Em 16 de outubro de 1858, o pianista alemão Josef Proksch havia escrito para Smetana: “Você fez uma escolha feliz ao colocar as mãos n’O campo de Wallenstein de Schiller para escrever uma música introdutória. O poema é capaz de ser ‘sinfonizado’, pois contém material rico e variado. Se esta afortunada escolha terminar bem para você, esse trabalho certamente marcará uma época”. O poema sinfônico foi apresentado pela primeira vez em 5 de janeiro de 1862, em um concerto dedicado ao trabalho do compositor no Palácio de Zofin, em Praga (República Tcheca).

Felix Mendelssohn (Hamburgo, Alemanha, 1809 – Leipzig, Alemanha, 1847) e a obra Concerto para dois pianos em Mi maior (1823)

Felix Mendelssohn foi uma criança prodígio e um adulto brilhante. Nascido em uma família abastada e culta, teve o privilégio de bons estudos, oportunidades de viagens e relacionamentos com artistas e intelectuais da sua época. Aos dezenove anos já tinha composto uma parte importante de sua obra. No gênero concerto para solista, Mendelssohn se dedicou aos instrumentos que tocava, o piano e o violino. Quando escreveu o Concerto para dois pianos em Mi maior, em 1823, aos quatorze anos, ele já tinha composto suas primeiras óperas, um conjunto de sinfonias para cordas, o Concerto duplo para violino e piano, um Concerto para violino e outras obras para piano. Ao conceber o seu primeiro concerto para dois pianos (o segundo seria criado no ano seguinte), Mendelssohn pensou em sua irmã Fanny, três anos mais velha e também uma talentosa musicista. A estreia foi feita em dezembro do mesmo ano, em apresentação na casa da família Mendelssohn, tendo os dois irmãos como solistas.  Mais tarde, em 1929, Mendelssohn interpretou a peça com o amigo e ex-professor Ignaz Moscheles, em Londres. 

Johannes Brahms (Hamburgo, Alemanha, 1833 – Viena, Áustria, 1897) Originalmente para piano e cordas; orquestrado por Arnold Schoenberg em 1937 e a obra Quarteto para piano em sol menor, op. 25 (1861)

O Quarteto para piano nº 1 é uma obra da juventude de Brahms, composta aos 28 anos, quando ele ainda tentava se firmar no cenário musical germânico. É uma peça grandiosa, reconhecida como uma obra-prima da música de câmara universal. A estreia aconteceu no mesmo ano da composição, em Hamburgo, com Clara Schumann ao piano. Em 1937, Arnold Schoenberg orquestrou o Quarteto, e a Filarmônica de Los Angeles estreou a nova versão no mesmo ano. Sua intenção era “permanecer estritamente no estilo de Brahms e não ir mais longe do que ele mesmo teria ido se ainda vivesse”. Schoenberg contribuiu para ressaltar as qualidades orquestrais do Quarteto e criou uma nova obra-prima. No entanto, por que um compositor de vanguarda do início do século XX escolheria orquestrar uma peça de câmara romântica, composta quase oitenta anos antes? Talvez porque – embora Brahms, no século XIX, fosse considerado um compositor conservador, e Schoenberg, no século XX, um revolucionário – ambos tinham muita coisa em comum. Ambos eram compositores que se percebiam totalmente inseridos na tradição musical germânica, olhavam constantemente para o passado e tentavam criar algo novo a partir dessa tradição. No fundo, ambos eram conservadores e revolucionários, ao mesmo tempo.  

Programa

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Série Presto

6 de outubro – 20h30

Sala Minas Gerais

Série Veloce

7 de outubro – 20h30

Sala Minas Gerais

Fabio Mechetti, regente

Celina Szrvinsk e Miguel Rosselini, duo de piano

SMETANA                             O campo de Wallenstein, op.14

MENDELSSOHN                   Concerto para dois pianos em Mi maior

BRAHMS/Schoenberg         Quarteto em sol menor, op. 25

INGRESSOS:

R$ 50 (Coro), R$ 50 (Terraço), R$ 50 (Mezanino), R$ 65 (Balcão Palco), R$ 86 (Balcão Lateral), R$ 113 (Plateia Central), R$ 146 (Balcão Principal) e R$ 167 (Camarote).

Ingressos para Coro e Terraço serão comercializados somente após a venda dos demais setores.

Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.

Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br

Bilheteria da Sala Minas Gerais

Horário de funcionamento

Dias sem concerto:

3ª a 6ª — 12h a 20h

Sábado — 12h a 18h 

Em dias de concerto, o horário da bilheteria é diferente:

— 12h a 22h — quando o concerto é durante a semana 

— 12h a 20h — quando o concerto é no sábado 

— 09h a 13h — quando o concerto é no domingo

Cartões e vale aceitos:

Cartões das bandeiras American Express, Elo, Hipercard, Mastercard e Visa.

Vale-cultura das bandeiras Ticket e Sodexo.

Sobre a Orquestra

A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais foi fundada em 2008 e tornou-se referência no Brasil e no mundo por sua excelência artística e vigorosa programação. Conduzida pelo seu Diretor Artístico e Regente Titular, Fabio Mechetti, a Orquestra é composta por 90 músicos de todas as partes do Brasil, Europa, Ásia e das Américas. O grupo recebeu numerosos menções e prêmios, entre eles o Grande Prêmio da Revista CONCERTO em 2020 e 2015, o Prêmio Carlos Gomes de Melhor Orquestra Brasileira em 2012 e o Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Artes (APCA) em 2010 como o Melhor Grupo de Música Clássica do Ano. A premiação dada pela Revista Concerto em 2020 teve como tema “Reinvenção na Pandemia” e destacou as transmissões ao vivo de concertos realizadas pela Filarmônica naquele ano, em sua Maratona Beethoven, e ações educacionais como a Academia Virtual. O CD Almeida Prado – obras para piano e orquestra, com Fabio Mechetti e Sonia Rubinsky, lançado em 2020 pelo selo internacional Naxos em parceria com o Itamaraty, foi indicado ao Grammy Latino 2020.

Suas apresentações regulares acontecem na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, em cinco séries de assinatura em que são interpretadas grandes obras do repertório sinfônico, com convidados de destaque no cenário da música orquestral. Tendo a aproximação com novos ouvintes como um de seus nortes artísticos, a Orquestra também traz à cidade uma sólida programação gratuita – são os Concertos para a Juventude, os Clássicos na Praça, os Concertos de Câmara e os concertos de encerramento do Festival Tinta Fresca e do Laboratório de Regência. Para as crianças e adolescentes, a Filarmônica dedica os Concertos Didáticos, em que mostra os primeiros passos para apreciar a música de concerto. Além disso, desde 2008, várias cidades do estado de Minas Gerais receberam a Orquestra, de Norte a Sul, passando também pelas regiões Leste, Alto Paranaíba, Central e Triângulo.

A Orquestra possui 10 álbuns gravados, entre eles três que integram o projeto “A música do Brasil”, do selo internacional Naxos junto ao Itamaraty, com obras dos compositores brasileiros Alberto Nepomuceno e Almeida Prado (este último indicado ao Grammy Latino 2020 de melhor gravação de música erudita). O terceiro álbum desse projeto, com obras de Dom Pedro I, foi Iançado em setembro de 2022, por ocasião das celebrações do bicentenário da Independência do Brasil. É o primeiro disco totalmente dedicado a obras de Dom Pedro I.

A Sala Minas Gerais, sede da Orquestra, foi inaugurada em 2015, em Belo Horizonte, tornando-se referência pelo seu projeto arquitetônico e acústico e uma das principais salas de concertos da América Latina. A Filarmônica de Minas Gerais é uma das iniciativas culturais mais bem-sucedidas do país. Juntas, Sala Minas Gerais e Orquestra vêm transformando a capital mineira em polo da música sinfônica nacional e internacional, com reflexos positivos em outras áreas, como, por exemplo, turismo e relações de comércio internacional.

Em 2022, dos dias 6 a 9 de setembro, a Filarmônica de Minas Gerais realizou uma turnê a Portugal, apresentando-se nas principais salas de concerto do país: em Porto, na Casa da Música; em Lisboa, no Centro Cultural de Belém; em Coimbra, no Convento São Francisco. Em celebração ao bicentenário da Independência do Brasil, realizou um concerto a céu aberto, no dia 7 de setembro, no Jardim da Torre de Belém, na programação do Festival Lisboa na Rua, promovido pela Prefeitura de Lisboa. A turnê teve um público de sete mil pessoas nas quatro apresentações e excelente repercussão na imprensa.

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quarta-feira, 7 de setembro de 2022

Theo Lustosa lança EP em homenagem ao nascimento do filho Ravi

Foto: Chris Perona
Uma das canções, Sol da Noite, o músico assina ao lado da cantora e compositora Bárbara Barcellos, para celebrar a chegada do primeiro filho do casal

Theo Lustosa e Bárbara Barcellos lançam o single “Sol da Noite” celebrando a chegada do primeiro filho do casal, Ravi. O single é parte do EP instrumental de Theo Lustosa, com três faixas (mais uma faixa bônus), criado em homenagem ao nascimento do filho que acaba de chegar, Ravi. "O lançamento do EP marcando e celebrando a chegada de Ravi é um belo registro de um grande momento", comenta Theo Lustosa. O EP conta com as faixas Sol Nascente, Dança do Sol e Sol da Noite, em uma referência ao nome Ravi, de origem indiana, que significa Sol. O lançamento acontece nesta sexta-feira (9), nas plataformas digitais, com acesso pelo link: https://onerpm.link/128326430618 .

Faixa a Faixa, por Theo Lustosa

1- Dança do Sol (Theo Lustosa): Esta faixa do EP tem a referência e origem de Theo Lustosa, na dança, no forró, nessa mistura da música de Minas Gerais com ritmos do nordeste. A Dança do Sol pode sugerir Ravi simplesmente na dança da música ou, para quem se deixar levar por esses caminhos, pode sugerir a dança da vida, com seus momentos de calmaria, respiração, agitação, turbulência, alegria e outros sentimentos. Ficha técnica (Theo Lustosa - acordeon e piano elétrico, Léo Pires - bateria, Marco Lobo - percussão, Dil Brasil- zabumba, Henrique Matheus - guitarra e Neo Andrade -baixo).

2- Sol da Noite (Theo Lustosa e Bárbara Barcellos): música de Theo Lustosa e Bárbara Barcellos para o filho, uma espécie de mantra, instrumental, com melodia na voz de Bárbara. Um mantra reflexivo, convidando para o descanso, para a calmaria, para um belo sono, preparando para um novo dia. É um EP cíclico, como o dia a dia: manhã (Sol Nascente), dia (Dança do Sol), descanso e repouso (Sol da Noite). Ficha Técnica (Bárbara Barcellos - voz, Theo Lustosa - acordeon e piano elétrico, Léo Pires - bateria, Marco Lobo  -percussão). Esta faixa ganhou uma faixa bônus com participação de Henrique Matheus na guitarra, criando assim a quarta faixa do EP. 

3 - Sol Nascente (Theo Lustosa): também é uma espécie de mantra, sugerindo uma meditação com uma vibração positiva, como um sol nascente mesmo, convidando para a vida, recebendo Ravi com boas-vindas e boas vibrações. Ficha Técnica (Theo Lustosa - acordeon e piano elétrico, Léo Pires - bateria, Marco Lobo - percussão e Henrique Matheus - guitarra).

Theo Lustosa

Em 2021, Theo Lustosa lançou o álbum Serranias, com participações de Zeca Baleiro, Dominguinhos, Maurício Tizumba, Bárbara Barcellos, Serginho Marques e Severo Gomes. Ainda em 2021, lançou EP com cinco faixas do "Manacá da Serra", trio formado por Theo Lustosa, Bárbara Barcellos e Dil Brasil. Em 2022, lança EP comemorativo ao nascimento de Ravi, EP com 3 faixas instrumentais, mais uma faixa bônus. 

Theo Lustosa lança EP - Ravi

Dia 9 de setembro, sexta-feira

Link: https://onerpm.link/128326430618

Informações: 

Instagram: https://www.instagram.com/theo_lustosa

Youtube: https://www.youtube.com/theolustosa

domingo, 12 de junho de 2022

Deus trino e único deve ser mostrado através do testemunho de vida

Celebrar a Santíssima Trindade não é tanto um exercício teológico, mas uma revolução em nosso modo de vida. Deus, em quem cada Pessoa vive para o outro, não para si mesmo, nos provoca a viver com os outros e para os outros: disse o Papa no Angelus deste domingo, Solenidade da Santíssima Trindade

Raimundo de Lima – Vatican News

Que Nossa Senhora, filha do Pai, mãe do Filho e esposa do Espírito, nos ajude a acolher e testemunhar na vida o mistério de Deus-Amor: foi o pedido do Papa ao rezar o Angelus ao meio-dia deste domingo (12), Solenidade da Santíssima Trindade.

Na alocução que precedeu a oração mariana, Francisco ateve-se ao Evangelho do dia (Jo 16, 12-15), em que Jesus nos apresenta as outras duas Pessoas divinas, o Pai e o Espírito Santo. Do Espírito ele diz: "Não falará de si mesmo, mas receberá o que é meu e vos anunciará". E depois, a respeito do Pai, ele diz: "Tudo o que o Pai tem é meu".

Espírito Santo fala, mas não de si mesmo

Observamos, disse o Santo Padre, que o Espírito Santo fala, mas não de si mesmo: anuncia Jesus e revela o Pai. E que o Pai, o qual possui tudo, porque é a origem de todas as coisas, dá ao Filho tudo o que possui: não guarda nada para si mesmo e se dá inteiramente ao Filho.

E agora, exortou Francisco, olhemos para nós, para aquilo de que falamos e para o que possuímos. "Quando falamos, queremos sempre que se fale bem de nós, e muitas vezes falamos apenas de nós mesmos e do que fazemos. Quão diferente do Espírito Santo, que fala anunciando os outros! E, sobre o que possuímos, como somos ciumentos disso e como é difícil para nós compartilhá-lo com os outros, mesmo com aqueles que não têm o necessário! Em palavras, é fácil, mas na prática é muito difícil", ressaltou o Pontífice.

Celebrar Trindade, uma revolução em nosso modo de vida

O Papa destacou que celebrar a Santíssima Trindade não é tanto um exercício teológico, mas uma revolução em nosso modo de vida.

Deus, em quem cada Pessoa vive para o outro, não para si mesmo, nos provoca a viver com os outros e para os outros. Hoje podemos nos perguntar se nossa vida reflete o Deus em que acreditamos: eu, que professo a fé em Deus Pai e Filho e Espírito Santo, realmente acredito que para viver preciso dos outros, preciso me doar aos outros, preciso servir aos outros? Afirmo isto com palavras ou com a vida?

Deus deve ser mostrado com ações antes das palavras

"O Deus trino e único, queridos irmãos e irmãs - prosseguiu Francisco -, deve ser mostrado assim, com ações antes das palavras. Deus, que é o autor da vida, é transmitido menos através dos livros e mais através do testemunho de vida".

Aquele que, como escreve o evangelista João, "é amor" (1 João 4,16), revela-se através do amor. Pensemos nas pessoas boas, generosas e mansas que conhecemos: lembrando sua maneira de pensar e agir, podemos ter um pequeno reflexo de Deus Amor. E o que significa amar? – perguntou Francisco. "Não apenas querer o bem e fazer o bem, mas antes de tudo, na raiz, acolher os outros, dar lugar aos outros, dar espaço aos outros".

A Trindade, em cada nome há a presença do outro

Para entender melhor isto, disse, pensemos nos nomes das Pessoas divinas, que pronunciamos cada vez que fazemos o sinal da cruz: em cada nome há a presença do outro.

“O Pai, por exemplo, não o seria sem o Filho; da mesma forma, o Filho não pode ser pensado sozinho, mas sempre como o Filho do Pai. E o Espírito Santo, por sua vez, é o Espírito do Pai e do Filho. Em resumo, a Trindade nos ensina que nunca se pode ficar sem o outro. Não somos ilhas, estamos no mundo para viver à imagem de Deus: abertos, necessitados dos outros e necessitados de ajudar os outros.”

Então, nos façamos esta última pergunta: na vida cotidiana sou também eu um reflexo da Trindade? O sinal da cruz que faço todos os dias permanece um gesto finalizado a si mesmo, ou inspira minha maneira de falar, de encontrar, de responder, de julgar, de perdoar? Após o Angelus, Francisco concedeu a todos a sua Bênção apostólica.

quinta-feira, 24 de março de 2022

Mineirão divulga agenda de eventos para 2022

Estádio será palco de grandes eventos
Foto: Agência i7
O Gigante da Pampulha será palco para mais de 200 eventos, entre shows, festivais, corporativos e esportivos; a projeção é receber cerca de 1,5 milhão de pessoas até o final do ano, sem contar os jogos de futebol

O Mineirão vai pulsar em 2022. O maior palco de shows e eventos do país está com a agenda movimentada para este ano. Serão mais de 200 atrações após dois anos de restrições por conta da pandemia de Covid-19. A retomada de shows, festivais e outras experiências segue de forma segura e gradual no Gigante da Pampulha, que se prepara para uma temporada marcada pela presença de grandes estrelas da música nacional e internacional.

A agenda do estádio sempre foi destaque no cenário cultural e de entretenimento e a volta está sendo feita com muito estudo e um trabalho criterioso da equipe, conforme destaca a gerente de eventos do Mineirão, Priscilla Machado. “Fechamos 2019 com um recorde entre as arenas do país, com 253 eventos e uma agenda lotada para 2020. Porém, com a pandemia, fizemos várias remarcações e conseguimos acomodar toda essa demanda no nosso calendário, pensando na segurança e na experiência dos nossos clientes. Mas com a pandemia mais controlada, o avanço das vacinas e os protocolos cada vez mais habituados, nossa expectativa é superar os números de 2019, inclusive no público presente”, ressalta Priscilla.

Para a gerente de eventos, a expectativa é que mais de 200 iniciativas sejam realizadas no estádio até o fim de 2022, isso, sem contar os jogos de futebol. “Estamos com praticamente todos os eventos de calendário da cidade confirmados aqui no Gigante. E este será o ano com maior número de eventos internacionais, com agenda cheia e a projeção de mais de 1,5 milhão de pessoas passem nos eventos por aqui”, conta Priscilla, que destaca ainda a capacidade do Mineirão de conseguir ser modular e atender todo tipo de evento. “Aqui no Gigante cabe todo tipo de evento e, em algumas ocasiões, teremos até atrações simultâneas, pois é possível usar o gramado e a Esplanada, por exemplo”, acrescenta.

Palco de partidas de futebol inesquecíveis, shows que ficaram marcados na história de Belo Horizonte e testemunha de momentos que fizeram a alegria de milhões de pessoas, o Mineirão é um espaço multiuso, com capacidade de receber eventos de pequeno, médio e grande porte. A versatilidade de uso do local se deve graças às diversas possibilidades oferecidas aos realizadores de eventos. Além do imponente gramado e suas arquibancadas, o estádio oferece a Esplanada, que pode ser ocupada em sua totalidade ou apenas em um dos lados, Norte ou Sul, além dos estacionamentos e camarotes, que conseguem ser modulados de acordo com as características de cada produção.

Já estão confirmados mais de 20 festivais e quase 50 shows, sendo seis internacionais. “O que posso adiantar é que o Mineirão será palco de estrelas da música mundial que vão impressionar o público. Após as necessárias remarcações de datas, a banda norte-americana de heavy metal, Metallica, está mais do que confirmada para o dia 12 de maio. Outros nomes que farão fãs de todo o país chegarem em BH serão divulgados nas próximas semanas”, revela Priscilla Machado.

Vários festivais que fazem parte do calendário de Belo Horizonte, atraindo turistas de todo o país, já são aguardados com grande expectativa pelo público. Em abril, o Mineirão receberá o Breve Festival, seguido pelo Festival Brasil Sertanejo, em maio, que vai agitar a Esplanada durante dois sábados consecutivos. O Só Track Boa, em junho, terá a sua maior edição da história. Em agosto, acontece o Festival Sarará, e, em setembro, o aguardado Planeta Brasil. A temporada de atrações termina com o tradicional O Último Samba do Ano, em dezembro. A expectativa é que cada um desses festivais receba entre 30 e 60 mil pessoas.  

Outros eventos confirmados e aguardados pelo grande público serão o Buteco do Gusttavo Lima, com uma megaestrutura, em abril, e as turnês nacionais dos ícones da música brasileira, Marisa Monte, que se apresenta pela primeira vez no estádio, e Irmãos, com Alexandre Pires e Seu Jorge.

Com toda agenda de eventos, o Mineirão mostra que está muito além de ser apenas um estádio de futebol. “O desafio da nossa equipe é fazer com que o Mineirão seja um espaço multiuso, movimente a agenda da cidade e, também, se torne um ativo importante para a economia de Minas Gerais. Temos a meta de fazer um ano histórico para o Mineirão, mas nosso objetivo é fazer de Belo Horizonte um dos principais locais para grandes shows e reconhecido mundialmente”, finaliza a gerente de eventos do Gigante.

Confira a agenda de eventos já divulgados para o Mineirão em 2022:

Festival Sunvibes – Sunset bar

Data: 25/03/2022

Principais artistas: Chemical Surf, Zac e outros

Festival Churrasqueadas 2022

Data: 26/03/2022

Boa comida e talentos regionais

Breve Festival 2022

Data: 09/04/2022

Principais artistas: O Grande Encontro (Elba Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo), Racionais Mc’s, Pitty, Ludmilla, Glória Groove e outros

Marisa Monte - Turnê Portas 2022

Data: 16/04/2022

Buteco do Gusttavo Lima 2022

Data: 23/04/2022

Chamado do Grifo

Data:  30/04/2022

Principais artistas: DJ GBR e outros

Festival Sertanejo

Datas: 07/05/2022 e 14/05/2022

Principais artistas: Zé Neto e Cristiano, Henrique e Juliano, Gabi Martins, João Gomes, Israel e Rodolffo, Alok, Dennis e outros

Metallica

Data: 12/05/2022

Principais artistas: Metallica

Bloco do Silva

Data: 21/05/2022

Alexandre Pires e Seu Jorge - Turnê Irmãos

Data: 28/05/2022

Só Track Boa

Data: 04/06/2022

Viixe! Forró e Piseiro!

Data: 09/07/2022

Principais atrações: Tarcísio do Acordeon, João Gomes, Zé Vaqueiro e Xand Avião

Evento: Baile do Desande

Data: 16/07/2022

Pandora Festival 2022

Data: 23/07/2022

Principais artistas: LIU, Bruno Martini e convidados

Bope Games

Datas: 30 e 31/07/2022

Baile da Santinha

Data: 20/08/2022

Principais artistas: Léo Santana  e convidados

Festival Sarará

Data: 27/08/2022

Principais artistas: Zeca Pagodinho, Pablo Vittar, Marina Sena, Baiana System, Gilsons e outros

Planeta Brasil

Datas: 24/09/2022 e 25/09/2022

Principais artistas: KVSH & Friends, Matue e Teto, Cat Dealers, Lagum e Natiruts

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

domingo, 20 de março de 2022

Onde reinam o amor e a fraternidade, o mal já não tem poder

"O mal nunca pode vir de Deus porque Ele "não nos trata segundo os nossos pecados", mas segundo a sua misericórdia. "É o pecado que produz a morte; são os nossos egoísmos que despedaçam os relacionamentos; são nossas escolhas erradas e violentas que desencadeiam o mal." A verdadeira solução, portanto, é a conversão, com o convite para acolhê-la com o coração aberto

Jackson Erpen – Cidade do Vaticano

Um Deus castigador, que envia desgraças para punir nossos pecados? Não, “Deus é Pai e olha para nós como um pai, o melhor dos pais. Não vê os resultados que você ainda não alcançou, mas os frutos que você ainda poderá dar". Um belo nome para ele seria "o Deus de outra possibilidade".

Inspirado no Evangelho de Lucas (Lc 13,1-9), Francisco procura desfazer a ideia que muitas vezes temos de um Deus responsável pelas nossas desgraças, muitas das quais, meras consequências de nossos pecados, de escolhas equivocadas que desencadeiam o mal. Assim, especialmente neste tempo da Quaresma, o convite urgente à conversão.

Dirigindo-se aos milhares de fiéis e turistas presentes na Praça São Pedro, o Papa começa explicando a passagem do Evangelho que fala das notícias que chegavam a Jesus de mortes devido à violência de Pilatos e da queda da torre de Siloé. Diante destas tragédias, as pessoas queriam saber quem era o culpado. “Talvez essas pessoas fossem mais culpadas do que outras e Deus as puniu?”, perguntavam. Questionamentos, observou Francisco, “sempre atuais”:

Quando as más notícias nos oprimem e nos sentimos impotentes diante do mal, muitas vezes nos perguntamos: trata-se, quem sabe, de um castigo de Deus? É Ele quem envia uma guerra ou uma pandemia para nos punir por nossos pecados? E por que o Senhor não intervém?

No contexto destes questionamentos, um alerta:

Devemos estar atentos: quando o mal nos oprime, corremos o risco de perder a lucidez e, para encontrar uma resposta fácil para o que não podemos explicar, acabamos culpando a Deus.  E tantas vezes o mal hábito das blasfêmias vem disto. Quantas vezes atribuímos a Ele as nossas desgraças, atribuimos as desventuras no mundo a Ele que, pelo contrário, sempre nos deixa livres e, portanto, nunca intervém impondo-se, apenas propondo-se; a Ele que nunca usa a violência e, de fato, sofre por nós e conosco!

O Papa explica que Jesus “rejeita e contesta fortemente a ideia de atribuir nossos males a Deus: aquelas pessoas que foram mortas por Pilatos e aqueles que morreram debaixo da torre não eram mais culpados do que os outros e não são vítimas de um Deus impiedoso e vingativo, que não existe”.

“O mal nunca pode vir de Deus porque Ele "não nos trata segundo os nossos pecados", mas segundo a sua misericórdia. É o estilo de Deus. Não pode tratar-nos de outra forma. Sempre nos trata com misericórdia.”

Ao contrário, ao invés de culparmos Deus, devemos olhar para dentro de nós mesmos:

É o pecado que produz a morte; são os nossos egoísmos que despedaçam os relacionamentos; são nossas escolhas erradas e violentas que desencadeiam o mal.

A verdadeira solução, portanto, é a conversão: "Se não vos converterdes - diz ele – ireis morrer todos do mesmo modo":

É um convite urgente, sobretudo neste tempo de Quaresma. Acolhamo-lo com o coração aberto. Convertamos-nos do mal, renunciando àquele pecado que nos seduz, abramo-nos à lógica do Evangelho: porque, onde reinam o amor e a fraternidade, o mal já não tem poder!

Francisco recorda que Jesus sabe que “não é fácil converter-se, e que nos ajudar nisto. Sabe que tantas vezes recaímos nos mesmos erros e nos mesmos pecados; que nos desencorajamos e, talvez, nos pareça que nosso esforço no bem é inútil em um mundo onde o mal parece reinar”.

Assim, depois do apelo à conversão – acrescentou o Papa – Jesus nos encoraja com uma parábola a que fala da paciência de Deus, com a “imagem consoladora de uma figueira que não dá frutos no período estabelecido, mas que não é cortada: lhe é dada mais tempo, outra possibilidade”:

“Gosto de pensar que um belo nome de Deus seria "o Deus de outra possibilidade": ele sempre nos dá outra oportunidade, sempre, sempre. Assim é a sua misericórdia.”

E observa que “assim faz o Senhor conosco: não nos separa de seu amor, não desanima, não se cansa de nos devolver a confiança com ternura”:

Irmãos e irmãs, Deus acredita em nós! Deus confia em nós e nos acompanha com paciência, a paciência de Deus conosco. Ele não desanima, mas sempre coloca esperança em nós. Deus é Pai e olha para você como um pai: como o melhor dos pais, não vê os resultados que você ainda não alcançou, mas os frutos que você ainda poderá dar; não leva em conta suas faltas, mas encoraja suas possibilidades; não se concentra no seu passado, mas aposta com confiança no seu futuro. Porque Deus está perto de nós, Ele está perto de nós. O estilo de Deus - não esqueçamos -: proximidade, ele está próximo, com misericórdia e ternura. E assim nos acompanha Deus: próximo, misericordioso e terno.

Peçamos, portanto, à Virgem Maria - foi o convite do Santo Padre ao concluir - que nos dê esperança e coragem, e acenda em nós o desejo de conversão.

sábado, 19 de fevereiro de 2022

Danilo e Davi lançam álbum com participação de Israel & Rodolffo

Foto: Divulgação
Trabalho de apresentação da dupla traz sete faixas e já está disponível nas plataformas de áudio

Após liberarem seu primeiro single “Retrato Falado” no final de janeiro, Danilo e Davi dão mais um importante passo na carreira ao lançar pela Som Livre primeiro álbum do projeto “Prazer, Danilo e Davi” . Com sete faixas, o compilado traz a participação de ninguém mais, ninguém menos que Israel & Rodolffo na música de trabalho “Que Seja Eu” - que também marcam presença no clipe disponibilizado no canal de Danilo e Davi no YouTube - e integram este primeiro trabalho de lançamento da nova dupla.

Com trechos como “Eu bebi, você bebeu, carência bateu / para de fingir que esqueceu / se for pegar alguém que seja eu / depois da balada vai ser no seu quarto ou no meu?”, “Que Seja Eu” apresenta uma sonoridade animada e que tem tudo para embalar o clima de azaração das festas Brasil afora. Completam o álbum “Prazer, Danilo e Davi - Vol.1” as faixas “Retrato Falado”, “Continua Ex”, “Penetra”, “Alguém Largou Pra Alguém Pegar”, “Golpe Atrás de Golpe” (part. DJ Lucas Beat) e “Pelos Poderes do Copo”.

“Ter a participação de Israel & Rodolffo neste nosso primeiro projeto é uma honra! Eles são uma das principais duplas e artistas do mercado, e tê-los conosco nesse projeto foi muito especial”, contam Danilo e Davi sobre o feat na música de trabalho.

A dupla responsável pelo hit “Batom de Cereja” também devolve os elogios. “Nós estamos muito felizes em participar desse DVD, que é o primeiro projeto da carreira dos meninos. Nossa parceria na música ‘Que Seja Eu’ tá incrível, esperamos que gostem", conta Israel. "Danilo & Davi são uma aposta do nosso escritório, a Noix Music, e torcemos muito pelo sucesso desses talentos, que merecem demais! Contem conosco", conclui Rodolffo.

Apresentados e apadrinhados por Marcos - da dupla com Belutti -, que é tio de Davi, e com as participações especiais de Israel & Rodolffo e DJ Lucas Beat no trabalho de apresentação da dupla, Danilo e Davi chegam ao segmento sertanejo com o pé direito. Todo gravado durante a primeira vez em que subiram juntos em um palco, o projeto audiovisual “Prazer, Danilo e Davi” contará, em seu formato completo, com um álbum com 14 faixas. Com um trabalho consistente e majoritariamente autoral - das 14 músicas, 12 são composições próprias -, a inegável química no palco e na combinação de timbres fez com que o clipe do primeiro single dos artistas atingisse mais de 1,5 milhão de views no YouTube.

Álbum “Prazer, Danilo e Davi - Vol.1” - Danilo e Davi

Lançamento Som Livre 

Tracklist:

Continua ExQue Seja Eu (part. Israel & Rodolffo)PenetraAlguém Largou Pra Alguém PegarGolpe Atrás de Golpe (part. Lucas Beat)Pelos Poderes do CopoRetrato Falado

Sobre Danilo e Davi

São dois amigos unidos pela música. Apresentados por Marcos - da dupla com Belutti -, que é tio de Davi, os artistas estavam prontos para seguir a vida somente como compositores quando se conheceram. Original de Paracatu/MG, Danilo (cujo nome de batismo é Gustavo) tem 27 anos e subiu em um palco pela primeira vez aos 10, em um show de calouros da antiga escola na cidade, o Colégio Atenas. Aos 19 anos, mudou para Goiânia para empreender carreira solo e com o tempo conseguiu se estabelecer como compositor, emplacando hits na voz de famosos, como as faixas “Eu Sei de Cor”, cantada por Marília Mendonça, e “10%”, cantada pelas irmãs Maiara & Maraisa. Em 2020, Danilo foi convidado por um amigo a compor junto com o Marcos - reunião que resultou no hit “@Isa” -, que o aconselhou a formar uma dupla e retomar a carreira de cantor. Marcos indicou então o sobrinho, Davi, para ser a segunda voz de Danilo na dupla.

Natural de Santo André/SP, Davi - que tem 24 anos e atende por Allan como nome verdadeiro -, por sua vez, começou a compor aos 14 anos e ingressou na carreira musical aos 17. Antes disso, tentou ser jogador de futebol, mas sempre esteve muito ligado ao universo musical. Começou a cantar no coral da igreja e pediu ajuda ao tio, Marcos, que o aconselhou a trabalhar na noite para ganhar experiência. Ficou dos 17 aos 23 vivendo a música, com a qual passou a ganhar dinheiro a partir dos 19/20 anos, e cantando em dupla até o começo de 2020. Neste período também se formou em um conservatório de música em São Paulo. A dupla da qual fazia parte acabou com a chegada da pandemia, mais precisamente em junho/2020. Pouco tempo depois, o tio, Marcos, ligou para avisar que tinha encontrado um parceiro para o sobrinho.

Apresentados e apadrinhados por Marcos, a recém formada dupla Danilo e Davi se encontrou para compor em dezembro de 2020. Apesar do recente trabalho em equipe, “Bebezinha”, hit do DJ Lucas Beat com participação de Danilo e Davi - que já passa de 3,2 milhões de views no YouTube -, é uma composição dos amigos, mostrando o talento de ambos e o sucesso da composição em conjunto.

Juntos, Danilo e Davi trabalharam ao longo de um ano inteiro no projeto do álbum “Prazer, Danilo e Davi”, das quais 12 das 14 músicas são composições autorais e serão apresentadas ao público por partes. Foi durante a gravação do material audiovisual do disco, inclusive, que Danilo e Davi subiram ao palco juntos pela primeira vez, considerando que a formação da dupla aconteceu durante o período da pandemia de Covid-19. O primeiro single, “Retrato Falado”, chegou às plataformas de áudio e vídeo em janeiro, e a primeira parte do álbum - “Prazer, Danilo e Davi - Vol.1” - chega agora em fevereiro, com sete faixas, sendo seis inéditas. O álbum completo deve ser apresentado ao público ainda este ano.

Sobre a Som Livre

Com sua capacidade única de entender e antecipar preferências, aspirações e comportamentos dos brasileiros, a Som Livre é o reflexo do gosto musical do brasileiro. É uma empresa de música digital totalmente integrada com um modelo comprovado para identificar, desenvolver e promover a música e os artistas que os fãs continuarão a abraçar nas próximas décadas. A Som Livre tem forte atuação em eventos ao vivo, sendo produtora de festivais no país por meio de diversas marcas, como Festeja e Samba D+. Ela também tem sua plataforma de distribuição de música, a Fluve, e operações adicionais em sua editora musical.

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terça-feira, 30 de novembro de 2021

NFT: Exposição de arte digital no Brasil tem sua primeira obra vendida

Obra foi arrematada por um valor alto
Foto: Nadiia Forkosh
Com a mostra digital, a obra Portrait of the Night, da artista ucraniana Nadiia Forkosh, foi arrematada por US$ 4.500

A exposição Breaking The Fourth Wall - A Digital Art Expo (ou Quebrando a Quarta Parede - Uma exposição de Arte Digital, em português), está despertando o interesse das pessoas pela arte em NFT (No Fungible Tokens), ativo digital que tem sua autenticidade comprovada por blockchain, a mesma tecnologia utilizada nas criptomoedas.

Prova disso é a venda da obra Portrait of the Night, da artista ucraniana Nadiia Forkosh, que estava na plataforma MakersPlace por mais de 200 dias e após o início da exposição, foi arrematada por US$ 4.500.

A exposição, em Florianópolis (SC), conta com a participação de um time de artistas digitais brasileiros de peso, como o premiado André Holzmeister, brasileiro que mora em Nova York e é considerado referência mundial em NFT, computação gráfica e motion design, além de nomes como Flávio Montiel, Rafael do Nascimento Fernandes, Rodrigo Rodrigues (RodRod), entre outros.

Para Holzmeister, esse é só o começo de um mundo novo que se abre, com olhos para o futuro. "O NFT está democratizando a arte digital e tornando-a acessível a todos. A exposição se tornou uma importante chave que está abrindo a porta para as pessoas se aproximarem mais desse universo, além de uma importante possibilidade para os artistas divulgarem suas obras, até então pouco conhecidas".

"O mistério se esconde, e não aparece...a história é imaginação. Todos os segredos estão sendo mantidos sob sua capa azul".

Essa é a forma como Nadiia Forkosh define a obra digital The Portrait of the Night. "Na minha criação pretendo abrir a alma das coisas. Eu não crio a imagem que aparece por si só, estou olhando a sua forma. Dessa forma, eu imprimo o meu estilo", diz a artista ucraniana.

Nascida em Kiev, na Ucrânia, Nadiia teve contato com a arte ainda pequena. Seu avô a ensinou a desenhar. "Ele me ensinou que as linhas podem ser subjugadas à sua vontade e que a cor pode dizer mais como você se sente do que as palavras".

A partir daí, a artista passou a pintar e deu vida a diversos personagens - pessoas, roupas, árvores, integrantes de contos de fada. Após terminar os estudos, Nadiia não queria mais retratar o mundo, mas compreendê-lo.

A partir do momento em que ingressou na universidade, a artista começou a estudar as obras de grandes mestres, sendo três deles grandes influências em seu estilo, como Michelangelo Merisi, conhecido como Caravaggio, Salvador Dalí e Wassily Kandinsky. "Caravaggio me surpreendeu com contrastes e pressão. Dalí me mostrou que podemos colocar nossos sonhos na perspectiva da realidade. A energia fluida e a expressividade afiada de suas pinturas influenciaram minha busca pela forma".

Mas Nadiia encontrou a liberdade de estilo quando conheceu as obras de Kandinsky. "Linha, ponto e cor aqui adquiriram independência do retratado, o que é característico da própria arte. Entendi Kandinsky como um chamado para remontar a estética da pintura".

Originalmente artista das telas e pincéis, Nadiia foi surpreendida pelo mundo digital, que, como ela diz, surgiu de repente e começou a influenciar ativamente as atitudes estéticas usuais, tornando-se um campo de experimentação. "Eu queria encontrar uma ferramenta para retratar a alma nesta dimensão digital", ressalta.

Atualmente, suas obras em NFT estão expostas na galeria ARX de Londres, juntamente com suas telas. "Ainda estou tentando resolver o enigma de linhas e cores que meu avô uma vez me falou", reflete.

Compra das obras

Localizada no rooftop do Floripa Square, a exposição Breaking The Fourth Wall - A Digital Art Expo pode ser vista a quilômetros de distância pelas pessoas.

Para quem se interessar pelas artes, o mecanismo de compra é inovador, assim como a própria arte em NFT. Por meio da leitura de um QR Code, o interessado em conhecer e adquirir as obras é direcionado para o site no qual elas estão expostas e ali mesmo pode fazer a compra da arte em NFT escolhida.

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Duda Oliveira traz projeto para as calçadas do Centro Cultural Correios RJ

Foto: João Oliveira
Esculturas de formas geométricas diversas e cores vibrantes buscam interação entre a arte e a rua 

O projeto "Intervenção Urbana e Democratização da Arte", da artista plástica niteroiense,  Duda Oliveira, atravessa a Baía de Guanabara e desembarca no corredor cultural do Centro do Rio de Janeiro, na Bienal Europeia e Latino Americana de Arte Contemporânea, apresentando três esculturas em metal naval - 'Catavento', 'Panóptico' e 'Gigante' - com formas geométricas distintas e cores vibrantes, convidando o observador a interagir com elas. 

“Estou trazendo a arte para a rua porque nela encontramos pessoas despidas de convenções sociais, num mundo obcecado por valores materiais. A arte sendo usada para encantar, que não se quer vender, nem comprar. A rua e o pedestre passam a ser o observatório do artista”, diz Duda Oliveira.

Inspirada nos Parangolés de Hélio Oiticica, Duda Oliveira busca levar arte aos espaços públicos e a todas as pessoas que não se permitem  entrar em espaços culturais, pois são locais que carregam  estigmas de pertencerem apenas a uma elite sócio-econômico-cultural específica da sociedade. “Somente a arte tem o poder de propagar o acesso ao real e grande poder de transformação. A rua nos torna iguais, permitindo a verdadeira ordem democrática das coisas, a compreensão verdadeira e espontânea do belo", diz a artista plástica.    

Duda leva a arte até ao observador , tornando-o um protagonista ou coadjuvante no cenário da cidade, recorrendo sempre a lembrança de que “a rua é e sempre foi um lugar de debate e diálogo",  enfatiza,  “na linguagem de Foucault, a rua é o lugar de fala”.

A proposta do projeto 'Intervenção Urbana e Democratização da Arte  é provocar um diálogo entre a cidade e seu popular. As obras já estiveram no MAC - Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Centro de Niterói, em Icaraí e no Espaço Cultural Correios Niterói, onde criaram uma integração entre a arte e o povo. Agora podem ser vistas nas calçadas do Centro Cultural Correios RJ.

Sobre a artista

Artista plástica contemporânea, niteroiense, Duda Oliveira estudou arte experimental na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, e História da Arte e da Arquitetura do Brasil, na PUC RJ. Desde 2018, vem participando de diversas exposições, com destaque para as Feiras Internacionais da Alemanha, Luxemburgo, em Salas Culturais em Portugal, nos Museus MASP, MAC Niterói e outros importantes espaços culturais do Brasil e do exterior. 

Há 20 anos ingressou na militância do Direito Ambiental, especializando-se em Sociologia Política, para empreender de forma participativa. Com a luta e o árduo trabalho na carreira de advogada, veio a necessidade de uma terapia alternativa. Foi assim que a arte entrou em sua vida. 

'Intervenção Urbana e Democratização da Arte'

Artista: Duda Oliveira

Local: Centro Cultural Correios RJ (calçadas)

Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro - Rio de Janeiro

NOTA: A exposição "Enredados", de Duda Oliveira, pode ser visitada no interior do Centro Cultural Correios RJ, de terça a sábado, das 12h às 19h, com curadoria de Carlos Leal.

Instagram: @dudaoliveiraartista

Sharon Stone agradece apoio do público

Atriz interage com fās na web
Foto: Instagram Sharon Stone
Por: Ricardo Bello

A atriz Sharon Stone, que conquistou o mundo com seu talento e beleza na tela do cinema, agradeceu em seu Instagram oficial as orações que o público fez e ajudaram na recuperação da saúde de sua mãe.A postagem teve muitas curtidas e comentários de pessoas de todo o mundo.

Em sua rede social, a musa de Hollywood também mostra seu talento para as artes. Uma das publicações recentes exibe um quadro em produção, feito por ela. Vejam o resultado no Instagram, ficou muito legal.



Academia Mineira de Letras celebra 112 anos em grande estilo

Sede da AML em Belo Horizonte
Foto: Guto Cortes
A Academia Mineira de Letras comemora 112 anos e, como sempre, quem ganha é o público. Para marcar a ocasião será lançada, no dia 4 de dezembro, a 80ª edição da Revista da Academia Mineira de Letras, nas versões impressa e digital. No dia do lançamento, em cerimônia fechada para convidados, a instituição também vai anunciar a realização de um sonho: a digitalização completa dos oitenta números da revista, todos disponíveis gratuitamente, no site da instituição: www.academiamineiradeletras.org.br. O catálogo do acervo da Academia estará disponível para consulta do público em geral, também pelo site, a partir do mesmo dia.

O evento acontece no âmbito do Plano Anual de Manutenção AML (PRONAC 203709), realizado mediante a Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio do Instituto Unimed-BH – por meio do incentivo fiscal de mais de cinco mil e duzentos médicos cooperados e colaboradores – e da CEMIG. Copatrocínio da Tambasa.

Para o presidente da Academia Mineira de Letras, Rogério Faria Tavares, a revista da Academia, editada desde 1922, chega ao número 80 em plena forma. “O volume tem mais de 600 páginas, capa do acadêmico Márcio Sampaio e 'orelha' do professor Arnaldo Saraiva, da Universidade do Porto. A publicação homenageia 35 mulheres mineiras que se dedicaram à Literatura, em ensaios encomendados especialmente para esse número. O que buscamos foi gerar uma fonte de consulta e pesquisa para os estudiosos da área, além de difundir, para o grande público, esse incrível repertório literário, que enriquece nossa vida cultural", revela.

O número 80 conta com texto de apresentação do presidente da AML, poema de Flávia de Queiroz e quatro seções especiais, organizadas como capítulos temáticos.

Na primeira parte, o público poderá conferir diversos artigos sobre a história dos oitenta anos da Revista, assim como detalhes sobre o acervo da instituição e como está sendo gerido atualmente. Compõe ainda essa seção um texto sobre o acervo epistolar do acadêmico Eduardo Frieiro.

Já a segunda é dedicada ao Biênio da Língua Portuguesa, celebrado pela AML entre 2019 e 2021. Ela contém textos do Cônsul de Portugal em Belo Horizonte, Rui Nuno de Almeida, sobre a política externa portuguesa nos assuntos relativos à lusofonia; do Embaixador Lauro Moreira, sobre a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa; de Rogério Faria Tavares, sobre a CPLP na perspectiva da diplomacia brasileira.

A terceira seção apresenta denso conteúdo sobre os acadêmicos. São textos escritos sobre os acadêmicos Hindemburgo Chateubriand Pereira Diniz (por Antônio Anastasia), Wander Melo Miranda (por Heloísa Starling), Caio Boschi (por Eliana Dutra), Patrus Ananias (por Bernardo Mata Machado), Pedro Aleixo (pelo padre José Carlos Brandi Aleixo), Oscar Dias Correa (por Oscar Correa Junior), Ibrahim Abi Ackel (por Marina Camisasca), Maria Esther Maciel (por Jacques Fux) e Angelo Oswaldo de Araújo Santos (por Anelito de Oliveira), entre vários outros.

Na quarta seção da Revista, o leitor encontra o Dossiê especial sobre 27 mulheres mineiras que se dedicaram à Literatura, organizado por Constância Lima Duarte e Rogério Faria Tavares. Ele contém textos sobre Ana Martins Marques, Ana Elisa Ribeiro. Ana Maria Gonçalves, Conceição Evaristo, Carolina Maria de Jesus, Adélia Prado, Maria Lúcia Alvim, Maria Clara Machado, Laís Correa de Araújo, Janete Clair, entre outras.

Sobre a Revista da Academia Mineira de Letras

A Revista da Academia Mineira de Letras foi fundada em 1922, quando o presidente da AML era o poeta Mário de Lima. Ao longo do tempo, ela sempre publicou ensaios, contos, crônicas e poemas, sem restrição de qualquer natureza, guiada sempre pelo critério da qualidade.

Pelas suas páginas, já passaram nomes consagrados e autores estreantes, que nela tiveram a oportunidade de publicar seus primeiros textos. A publicação é uma das mais longevas do país, na sua especialidade (a literatura). O número 79 foi lançado por ocasião dos 110 anos da Academia, com mais de 600 páginas.

112 anos da AML

A Academia Mineira de Letras foi fundada na cidade de Juiz de Fora, em 1909, por um grupo de jornalistas, escritores, profissionais liberais, homens públicos e militantes ligados à literatura e à cultura.

Os 12 idealizadores da entidade, capitaneados por Machado Sobrinho e integrados por intelectuais como Belmiro Braga, Dilermando Cruz, Amanajós de Araújo e outros expoentes das letras, elegeram mais 18 intelectuais espalhados por todo o estado e representantes do que de melhor existia entre a elite acadêmica de Minas Gerais para integrar o projeto.

Dentre os dezoito, destacavam-se Nelson de Senna, Alphonsus de Guimaraens e Carlos Goes, além de outras influentes personalidades da época. Aos 30 pioneiros depois se juntaram mais dez, chegando ao número de acadêmicos que permanece até hoje.

Em 1915, a sede da Academia foi transferida para a capital do estado, Belo Horizonte. Em 1943, a instituição ganhou sede própria, instalando-se no sexto andar de um edifício situado à Rua dos Carijós, onde permaneceria até 1987, quando passou a ocupar o Palacete Borges da Costa, onde ainda se encontra.

A Biblioteca da Academia Mineira de Letras possui um acervo de, aproximadamente, 35 mil livros, além de correspondências, documentos, fotografias e objetos pessoais de escritores e personalidades de destaque na história literária, cultural e política de Minas Gerais.

Dentre as principais coleções destacam-se a de Eduardo Frieiro, Vivaldi Moreira e a Biblioteca dos Acadêmicos. Elas reúnem a produção dos integrantes da instituição e abrigam exemplares raros - como obras originais, manuscritos, textos publicados, inéditos e obras autografadas. 

112 anos da Academia Mineira de Letras

Lançamento do número 80 da Revista da Academia Mineira de Letras

Disponibilização da coleção completa da revista pelo site da AML

4 de dezembro – 10h30

www.academiamineiradeletras.org.br

Instituto Unimed-BH

Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, desde 2003, desenvolve projetos socioculturais e ambientais visando à formação da cidadania, estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, ampliar o acesso à cultura, valorizar espaços públicos e o meio ambiente. Ao longo de sua história, o Instituto destinou cerca de R$140 milhões por meio das Leis municipal e federal de Incentivo à Cultura, viabilizado pelo patrocínio de mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores. No último ano, mais de 7 mil postos de trabalho foram gerados e 3,9 milhões pessoas foram alcançadas por meio de projetos em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. Neste ano, todas as iniciativas do Instituto celebram os 50 anos da Unimed-BH. Clique aqui e conheça mais sobre os resultados do Instituto Unimed-BH.

Cemig

De onde vem a nossa força?

A Cemig, maior patrocinadora cultural de Minas Gerais, acredita na importância e na valorização da arte e da cultura para o desenvolvimento humano, econômico e social de uma população como possibilidade do alcance de um futuro melhor para as novas gerações.

A preocupação da empresa em promover a socialização e a democratização do acesso aos bens culturais do estado se baseia principalmente no compromisso da Cemig com a transformação social e inclusão, uma oportunidade de dialogar e trazer melhorias para a comunidade.

 Nossa força também vem da cultura. Saiba mais em www.cemig.com.br

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Primeira unidade do Sesc no Brasil dedicada exclusivamente ao Turismo é inaugurada em Belo Horizonte

Localização privilegiada no centro
da capital mineira
Foto: Tarcísio de Paula
Agência Sesc Viagens e Experiências está localizada no Centro da capital mineira

É tempo de muitas novidades no Turismo do Sesc em Minas. Uma das principais é a nova Agência Sesc Viagens e Experiências, que acaba de ser inaugurada. Montada na Rua Rio de Janeiro, no Centro de Belo Horizonte, a nova unidade operacional é a primeira do Sesc no Brasil dedicada exclusivamente ao Turismo. A proposta do espaço é oferecer um atendimento mais personalizado, mais próximo do público.

A gerente de Turismo e Hospitalidade do Sesc em Minas, Manoela Lutke Marques, destaca que a Agência vem para aprimorar ainda mais a reconhecida excelência do Sesc na área. “Estamos realizando um sonho de entregar a primeira unidade operacional do Sesc no Brasil dedicada exclusivamente ao Turismo. E nenhum lugar melhor do que Minas Gerais para receber essa iniciativa pioneira. Um estado que concentra tantos destinos históricos, paisagens naturais deslumbrantes, atrações ligadas à gastronomia, ao turismo de aventura e ao lazer em família. É essa diversidade que buscamos nessa nova fase do Turismo do Sesc em Minas, na qual a agência terá fundamental importância”, explica Manoela.

Reposicionamento

As transformações no Turismo do Sesc em Minas passam por um reposicionamento da área, desenvolvido ao longo de 2021. Nesse processo, a nomenclatura dos produtos também foi remodelada da seguinte forma:  

• Viaja Brasil, para viagens nacionais.

• Viaja Mundo, para viagens internacionais.

• Sesc Tour, para passeios de um dia.

• Sesc Trip, para viagens de carro.

• Rota Sesc, que valoriza a rede de hotéis em Minas, localizados em Araxá, Contagem, Ouro Preto, Poços de Caldas e no Sesc Venda Nova.

A proposta da Agência é proporcionar aos clientes todas as facilidades necessárias para escolher um destino e aproveitar uma dessas opções.

Informações no link: https://www.sescmg.com.br/wps/portal/sescmg/areas/turismo

Sesc Viagens e Experiências

Endereço: Rua Rio de Janeiro, 1.046 - Centro - Belo Horizonte /MG

Telefone: (31) 3270-8100

Programação de shows do 24º Festival Cultura e Gastronomia de Tiradentes

Nivaldo Ornelas se apresenta
no sábado
Foto: Roberto Salazar
Adriano Campagnani, Toninho Ferragutti, Nivaldo Ornelas e Amaro Freitas são os artistas convidados

O 24º Festival Cultura e Gastronomia de Tiradentes, que será realizado até 26 de setembro, contará com uma programação de shows selecionada pelo Sesc em Minas, parceiro cultural do evento. As apresentações serão transmitidas ao vivo do Youtube do Fartura Brasil e pelo site www.farturabrasil.com.br.  Em todas as lives, será possível fazer doações para o Mesa Brasil Sesc, programa de combate à insegurança alimentar e ao desperdício.

O músico contrabaixista, compositor e arranjador, Adriano Campagnani, se apresentará na quinta-feira (23), às 18h. Ele acompanha artistas do movimento "Clube da Esquina", como Beto Guedes e Flavio Venturini, em turnês pelo país.

Na sexta-feira (24), às 18h, o show será de Toninho Ferragutti, acordeonista, compositor e arranjador que possui uma extensa participação em centenas de cds e shows de artistas importantes como Gilberto Gil, Maria Betânia e Lenine.

Já no sábado (25) às 18h, o show será do saxofonista Nivaldo Ornelas, fundador do Berimbau Jazz Club e integrante do Clube da Esquina.

A programação se encerra no domingo (26), às 18h, com o pianista e compositor Amaro Freitas, jovem artista com reconhecimento internacional e uma das grandes revelações do jazz no Brasil.

PROGRAMAÇÃO DE SHOWS

24º Festival Cultura e Gastronomia de Tiradentes

19\09 (domingo) – 12h  - Warley Henrique

23\09  (quinta-feira) – 18h - Adriano Campagnani

24\09 (sexta-feira) – 18h -  Toninho Ferragutti 

25\09 (sábado) – 18h - Nivaldo Ornelas

26\09 (domingo) – 18h - Amaro Freitas

Local: Transmissão ao vivo do Youtube do Fartura https://www.youtube.com/channel/UCpVv7Sc88QVX41-H86SHDtg e pelo site www.farturabrasil.com.br

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Museu de Artes e Ofícios reabre suas portas para atividades presenciais

Público já pode prestigiar o Museu
 pessoalmente, mas com os cuidados de 
higienização - Foto: Divulgação

É impossível, para quem transita pelo centro de Belo Horizonte, deixar de notar um dos prédios mais bonitos e preservados da capital mineira. Localizado na Praça da Estação, as antigas instalações da Estrada de Ferro Central do Brasil é uma joia do estilo arquitetônico da década de 1920 e também, o registro de um período áureo da jovem cidade. Na época da inauguração da Estação Central, Belo Horizonte tinha apenas 25 anos e, pelas dependências da estação, chegavam e partiam pessoas de todo o país, como artistas, políticos e moradores de outras sertanias.   

Afinal, a cidade encantou até mesmo o escritor Monteiro Lobato, que disse em 1937, em uma de suas visitas: "Belo Horizonte foi a maior surpresa de minha vida. Permitiu-me ver no Brasil coisa que jamais esperei: uma cidade à qual coubessem com absoluto rigor, a classificação de bela".

Atualmente, o consagrado prédio abriga o SESI Museu de Artes e Ofícios (SESI MAO), é um espaço dedicado a preservar, na memória da sociedade, os antigos ofícios que movimentaram a vida e a economia mineira. Com um acervo de mais de 2,5 mil peças originais dos séculos XVIII ao XX, é possível ver instrumentos, utensílios, ferramentas, máquinas e equipamentos que, assim como as antigas ferrovias, nos levam para uma viagem. O destino é o passado de trabalho tradicionais, como a mineração, lapidação e ourivesaria, alguns ofícios alimentícios, tecelagem, curtumes e energia.

Se você está curioso, o melhor está por vir: toda essa riqueza de nossos antepassados está disponível para visitas gratuitas, mediadas por uma equipe especializada. O espaço retomou suas atividades presenciais e agora você pode visitar o acervo do museu. Para isso, todos os cuidados relacionados às medidas sanitárias de combate a Covid-19 estão sendo tomadas e os visitantes precisam retirar, com antecedência, os ingressos no site Sympla. O número de visitantes é limitado por horário.

Aproveite! Além de conhecer o acervo, esta é uma oportunidade de conversar com os educadores, esclarecer dúvidas e conhecer um pouco mais desta parte tão importante de nossa trajetória. O SESI MAO fica na Praça Rui Barbosa, 600, Centro, Belo Horizonte/MG e as visitas acontecem de quinta a sábado das 11h às 16h. Retire seu ingresso e embarque nesta viagem conosco. 

sábado, 28 de agosto de 2021

Thelmo Lins e Serginho Barbosa lançam o vídeo do show “Palco Iluminado”

Espetáculo pode ser visto gratuitamente
na Internet - Foto: Wagner Cosse
Espetáculo fica à disposição do público, gratuitamente, no YouTube

“Desesperados pra ter esse amor

Desesperados de tanto cansaço

Desesperados pra nos ver de novo

E nos dar um abraço (*)”

(Thelmo Lins)

Os cantores Thelmo Lins e Serginho Barbosa se reúnem aos músicos Daniel Rodrigues e Júlia Carvalho o lançamento do vídeo do show “Palco Iluminado”, com estreia marcada para o dia 11 de setembro de 2021, no Canal Universitário (canal 12 da NET) e, no dia seguinte, no YouTube/Canal Thelmo Lins. Esta é a terceira produção da TW Cultural nos quase 18 meses de pandemia e isolamento social. A filmagem foi realizada no Teatro Santo Agostinho, em Belo Horizonte (MG), no início de agosto deste ano.

O roteiro de “Palco Iluminado” é composto por 15 canções brasileiras, sendo a maioria delas do período que vai de 1930 a 1960. Clássicos como “Chão de Estrelas”, “Carinhoso”, “As rosas não falam”, “Mensagem”, “A noite do meu bem” e “Eu sei que vou te amar” estão no roteiro, ao lado do choro “Tremendinho”, de autoria de Júlia Carvalho (lançado recentemente), e “Não quero cantar tão só” (*), canção que Thelmo Lins compôs especialmente para este projeto.

Conterrâneos de Itabirito, Thelmo e Serginho já têm mais de 35 anos de carreira, mas nunca haviam pisado juntos no palco, exceto para participações especiais ou encontros esporádicos. Desta vez, eles dividem o show, cantando quatro músicas juntos. Cada um também gravou um set de canções separadamente.

A escolha do repertório foi proposta por Thelmo, para dar uma unidade temática ao espetáculo. “Apesar de algumas canções serem muito conhecidas, nós nunca tivemos a oportunidade de fazer um registro em áudio ou vídeo.”, conta Lins.

A edição final do show é entremeada por pequenas inserções de falas dos dois cantores, que emitem sua opinião sobre sua carreira musical, o encontro artístico e como estão enfrentando o momento tão complicado para a classe, que é a ausência de público nos shows. “Um pouco desta situação está narrada na música inédita que fiz para este espetáculo. A letra repete a palavra ‘desesperados’ várias vezes, para enfatizar o nosso drama. E, ao mesmo tempo, pede o retorno dos abraços e dos encontros.”, diz Thelmo.

A apresentação é dedicada a Ivo Gonçalves Martins, grande incentivador da música itabiritense, por meio da Corporação Musical Santa Cecília e do seu grupo de sopros. Ele faleceu no dia da gravação, aos 87 anos, vítima de um infarto.

Confira um breve currículo dos artistas e a ficha técnica.

Thelmo Lins é cantor, ator, compositor, escritor, gestor cultural e criador audiovisual. Nasceu em Itabirito, mas reside em Belo Horizonte. Iniciou sua carreira profissional no teatro, em 1984. Lançou-se na música em show solo, em 1992. De lá para cá, realizou inúmeras apresentações em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Distrito Federal. Gravou nove discos, a maioria dedicada à poesia musicada de Drummond, Cecília Meireles, Henriqueta Lisboa, Marina Colasanti, Affonso Romano de Sant´Anna e outros ícones da literatura brasileira. Ganhou o Troféu Pró-Música de Melhor Disco do Ano em Minas Gerais (2003) e o Troféu SESC-SATED de Melhor Trilha Sonora de espetáculo infantil da capital mineira (2011). Em sua terra natal, recebeu a Medalha Francisco Homem Del Rey, a maior honraria outorgada pela Câmara Municipal de Itabirito. Foi a mais jovem personalidade a receber este prêmio. Maria Bethânia, Elza Soares, Fatima Guedes, Sueli Costa, Nana Caymmi, Belchior, José Miguel Wisnik, Francis Hime, Joyce, Belchior e Milton Nascimento, dentre outros, participaram em seus projetos como cantores ou compositores convidados. Atualmente administra o Teatro Santo Agostinho, em Belo Horizonte.

Serginho Barbosa é cantor, ator e compositor. Nasceu em Itabirito (MG), mas reside em Contagem desde 1993. Iniciou suas atividades artísticas na infância no coral Canarinhos de Itabirito. A partir de 1982, participou de vários festivais da canção, sendo premiado em várias categorias. Foi puxador do samba de várias escolas de samba do carnaval itabiritense nos anos 980 a 1990. De 1997 a 2003, formou uma   dupla com o irmão, o violonista Daniel Barbosa, que excursionou para várias cidades mineiras. Gravou o disco “Trajetória” em 2005. Nos anos seguintes, lançou novos trabalhos fonográficos: “Serginho Barbosa Canta e Hinos de Itabirito” (2008), “Serginho Barbosa Canta Sambas” (2009), uma coletânea (2010) e o autoral “Voz Companheira”. Foi agraciado com vários prêmios, dentre eles o título de “Talento Itabiritense” (2005), outorgado pela Câmara Municipal de Itabirito. Nos últimos anos atua, paralelamente, no projeto “Carnaval é Aqui”, com destaque em suas participações na festa momesca na sua cidade natal e em Ouro Preto. Seu mais recente projeto é um disco e show cantando alguns dos mais famosos boleros latinos.

Daniel Rodrigues da Silveira é natural do Rio de Janeiro, mas vive atualmente em Itabirito. Iniciou seus estudos aos 14 anos. No ano seguinte, ingressou no curso básico da Escola de Música Villa Lobos (RJ). Começou tocando e arranjando em eventos religiosos. Em 2006, ajudou a fundar o grupo Rio de Choro, onde atuou como violonista 7 cordas. Lecionou e coordenou o Curso Elite Musical - Unidade Barra da Tijuca e no Colégio e Curso PENSI em diversas unidades. Mudou-se para Itabirito em 2016, ingressando na Associação Cultural de Serestas Descendo a Ladeira. Participou, ainda do grupo Bem Bolado Samba e Choro como cavaquinista. Ao lado da esposa, a cantora Letícia Garcia, realizou os espetáculos “Os Inconfidentes no Choro", "Elis, Minas e eu", dentre outros. Em 2020, iniciou uma parceria com o cantor Thelmo Lins nos shows “Vai levando” e “Nossa chama outra vez tão acesa”. “Palco Iluminado” é o terceiro trabalho dos artistas.

Júlia Carvalho é pianista, arranjadora, compositora, percussionista, cantora e professora de música. É graduanda do curso de Música, com ênfase em piano pelo Instituto de Filosofia, Artes e Cultura da Universidade Federal de Ouro Preto (IFAC/UFOP). Formou-se em piano/teclado do Curso Livre de Música Popular da escola Bituca. Em 2017, fundou o grupo percussivo Minabloco, em Itabirito, sua terra natal, formado somente por mulheres. Participa também das bandas Chevette Véio, Soul e da cantora Letícia Garcia. É instrumentista convidada em vários shows e espetáculos. Em 2019 foi uma das atrações do VI Jazz & Blues, apresentando-se como Júlia Carvalho Quarteto. Como pianista participou na gravação dos CDs “Acordes” (Coral da APAC, de Nova Lima), “Raízes” (Coral Libre Cantare); e também dos EP’s “The Kurts Advice” (Brendow Zinato) e “Raiz” (Letícia Garcia). Ultimamente tem desenvolvido um trabalho autoral e participado de festivais em Moeda, Mariana e Itabirito. Sua música “Velejá” foi lançada em todas as plataformas digitais.

PALCO ILUMINADO

Lançamentos:

11 de setembro, sábado, às 20h, no Canal Universitário (Canal 12 da NET Belo Horizonte)

12 de setembro, domingo, no YouTube/Canal Thelmo Lins (www.youtube.com/c/ThelmoLins

Espetáculo dedicado a Ivo Gonçalves Martins

FICHA TÉCNICA

Idealização do show e edição de vídeo: THELMO LINS

Intérpretes: THELMO LINS e SERGINHO BARBOSA

Músicos: DANIEL RODRIGUES (violão e direção musical) e JÚLIA CARVALHO (piano)

Filmagem: BRUNO REZENDE e ALLISON DIOGO BARRA GOMES

Gravação de áudio e mixagem ROGÉRIO DELAYON

Iluminação: JUNIOR DA MATA

Cenário: KALLUH ARAÚJO

Fotografia: WAGNER COSSE

Assessoria de Imprensa: LUCIANA BRAGA (NAZA MUSIC)

Produção: TW CULTURAL e VOZ COMPANHEIRA PRODUÇÕES

Gravado no Teatro Santo Agostinho - Belo Horizonte – Minas Gerais – Brasil

Agosto de 2021