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quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Museu de Artes e Ofícios reabre suas portas para atividades presenciais

Público já pode prestigiar o Museu
 pessoalmente, mas com os cuidados de 
higienização - Foto: Divulgação

É impossível, para quem transita pelo centro de Belo Horizonte, deixar de notar um dos prédios mais bonitos e preservados da capital mineira. Localizado na Praça da Estação, as antigas instalações da Estrada de Ferro Central do Brasil é uma joia do estilo arquitetônico da década de 1920 e também, o registro de um período áureo da jovem cidade. Na época da inauguração da Estação Central, Belo Horizonte tinha apenas 25 anos e, pelas dependências da estação, chegavam e partiam pessoas de todo o país, como artistas, políticos e moradores de outras sertanias.   

Afinal, a cidade encantou até mesmo o escritor Monteiro Lobato, que disse em 1937, em uma de suas visitas: "Belo Horizonte foi a maior surpresa de minha vida. Permitiu-me ver no Brasil coisa que jamais esperei: uma cidade à qual coubessem com absoluto rigor, a classificação de bela".

Atualmente, o consagrado prédio abriga o SESI Museu de Artes e Ofícios (SESI MAO), é um espaço dedicado a preservar, na memória da sociedade, os antigos ofícios que movimentaram a vida e a economia mineira. Com um acervo de mais de 2,5 mil peças originais dos séculos XVIII ao XX, é possível ver instrumentos, utensílios, ferramentas, máquinas e equipamentos que, assim como as antigas ferrovias, nos levam para uma viagem. O destino é o passado de trabalho tradicionais, como a mineração, lapidação e ourivesaria, alguns ofícios alimentícios, tecelagem, curtumes e energia.

Se você está curioso, o melhor está por vir: toda essa riqueza de nossos antepassados está disponível para visitas gratuitas, mediadas por uma equipe especializada. O espaço retomou suas atividades presenciais e agora você pode visitar o acervo do museu. Para isso, todos os cuidados relacionados às medidas sanitárias de combate a Covid-19 estão sendo tomadas e os visitantes precisam retirar, com antecedência, os ingressos no site Sympla. O número de visitantes é limitado por horário.

Aproveite! Além de conhecer o acervo, esta é uma oportunidade de conversar com os educadores, esclarecer dúvidas e conhecer um pouco mais desta parte tão importante de nossa trajetória. O SESI MAO fica na Praça Rui Barbosa, 600, Centro, Belo Horizonte/MG e as visitas acontecem de quinta a sábado das 11h às 16h. Retire seu ingresso e embarque nesta viagem conosco. 

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

“Poder e História: os desafios da praça contemporânea”

Carlotta participa da palestra
online - Foto: Sarah Ferreira
Arquiteta italiana Carlotta Pinna aborda os desafios de projetar esses espaços nas cidades contemporâneas

As praças sempre representaram o principal espaço arquitetônico da cidade. Local de troca, sociabilidade e um símbolo de comunidade, com funções estéticas, monumentais e de lazer. Em cada época, a construção desses espaços acompanhou a evolução das cidades e da própria sociedade. Mas qual é o papel dessas praças na contemporaneidade? Para falar sobre esse assunto, a Casa Fiat de Cultura, o Consulado da Itália em Belo Horizonte e o Istituto Europeo di Design (IED) realizam a palestra virtual “Poder e História: os desafios da praça contemporânea”, no dia 31 de agosto, às 19h, com a arquiteta Carlotta Pinna. A conversa será mediada pela coordenadora de pós-graduação do IED, Graziela Nivoloni. O evento, que é gratuito e com inscrições pela Sympla (https://bit.ly/PodereHistoria), integra a programação da exposição virtual “As Praças [In]visíveis”, que pode ser apreciada no site da  Casa Fiat de Cultura até o dia 12 de setembro.

Um dos grandes desafios arquitetônicos da sociedade contemporânea é buscar conexões entre os anseios das pessoas sobre as praças e sua função enquanto espaço público. Carlotta Pinna destaca que essa temática esteve ausente nas reflexões do movimento arquitetônico moderno. O foco nos problemas de habitação e do crescimento exponencial da população gerou uma visão diferente da praça: “a partir de então, era uma espécie de expressão burguesa e reduto de convenções ultrapassadas”, explica a arquiteta.

Até essa época, porém, a praça tem grande importância como local público, status que remonta desde a Antiguidade. A construção das cidades se dava em torno de espaços de convivência, com função social, estética, bem-estar social e até educacional. Na Itália, a praça tem um forte poder histórico, resultado de uma lenta construção coletiva e estratificação de diferentes linguagens arquitetônicas, com soluções específicas para cada época e local. Justamente por isso, essas praças tiveram a capacidade de persistir ao longo do tempo em que foram concebidas, projetadas e construídas, adaptando-se a um uso coletivo diferente, um ícone do espaço público por excelência. A magnitude desses espaços é tão significativa, que, mesmo em um cenário de pandemia, com grandes vazios urbanos silenciosos, eles continuam sendo símbolo de  beleza renovada e evocam no espectador solitário o eco de histórias e experiências da cidade, como visto na exposição “As Praças [In]visíveis”, em cartaz na Casa Fiat de Cultura.

Em contraponto, temos as praças contemporâneas, que reproduzem as formas históricas de espaços tradicionais. E, por isso, de acordo com Pinna, “permanecem suspensas numa aura de artificialidade fria e sinistra”. Embora sejam pensadas para compor cidades ideais, essas praças estão em lugares anônimos, projetadas a partir de uma lógica comercial. “Por isso, cabe ao arquiteto a responsabilidade de repensar a praça contemporânea, que hoje ainda não encontrou suas peculiaridades. Já o cidadão tem o poder de escolher e vivenciar o lugar que mais lhe pertence, direcionando assim as novas arquiteturas urbanas”, reflete.

A palestra “Poder e História: os desafios da praça contemporânea” é uma realização da Casa Fiat de Cultura, do Consulado da Itália em Belo Horizonte e do Istituto Europeo di Design (IED), com apoio do Istituto Italiano di Cultura San Paolo e do Ministério do Turismo, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocínio da Fiat, do Banco Safra e da Gerdau, copatrocínio da Expresso Nepomuceno, da Sada, do Banco Fidis e do Mart Minas. O evento tem apoio institucional do Circuito Liberdade, do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico (Iepha), do Governo de Minas e do Governo Federal, além do apoio cultural do Programa Amigos da Casa, da Brose do Brasil e da Brembo.

Carlotta Pinna

Arquiteta, vive entre a Itália e São Paulo. Após se formar no Politecnico di Milano, obteve um mestrado em arquitetura na Technische Universiteit Delft (Holanda), com uma dissertação sobre “O papel da arquitetura e do planejamento urbano na renovação urbana das margens das cidades portuárias” e um mestrado em sustentabilidade do processo de design no Harbin Institute of Technology (China).

Trabalhou em vários escritórios entre Itália, Holanda e Portugal, desenvolvendo projetos tanto de larga escala quanto de interiores e corporativos. Colaborou com o IN / ARCH Istituto Nazionale di Architettura, trabalhando nos projetos de Processo de Regeneração Urbana de Planejamento Participativo e Processo de Design integrado.

Em 2014, fundou o Studio Habitat com o objetivo de criar uma rede de designers com experiência na área de arquitetura, design de produto e planejamento territorial e paisagístico. De 2016 a 2019, trabalhou como consultora do Departamento de Planejamento Urbano do Gabinete do Prefeito do Município de Cagliari (Itália).

Foi escolhida como embaixadora do design italiano no Brasil para o Italian Design Day 2020 “Disegnare il futuro. Sviluppo, innovazione, sostenibilità, bellezza”- promovido pelo Ministério das Relações Exteriores e Cooperação Internacional com o Ministério do Patrimônio Cultural e Atividades e Turismo, a Triennale di Milano, a Agência ICE / ITA, o Salone del Mobile di Milano, a Associação de Desenho Industrial e o Fundação Compasso d’Oro.

Exposição As Praças [In]visíveis

Realizada pela Casa Fiat de Cultura e pelo Consulado da Itália em Belo Horizonte, com apoio do Istituto Italiano di Cultura San Paolo, a exposição virtual de fotografias “As Praças [In]visíveis”, em cartaz até 12 de setembro. A mostra destaca as praças como espaços de convivência, socialização, atividades comerciais, manifestações culturais, e um ponto público de grande importância para as pessoas e as cidades. Contudo, quais contornos esses locais ganham quando um evento de impacto mundial impede as pessoas de saírem de casa? O que acontece quando os elementos vivos são retirados das praças? Esses e outros aspectos arquitetônicos, culturais e urbanísticos são abordados na mostra virtual, por meio de 21 fotografias e 23 textos, disponíveis no site da Casa.

A Casa Fiat de Cultura

Cumpre importante papel na transformação do cenário cultural brasileiro, ao realizar as mais prestigiadas exposições. A programação estimula a reflexão e interação do público com várias linguagens e movimentos artísticos, desde a arte clássica até a arte digital e contemporânea. Por meio do Programa Educativo, a instituição articula ações para ampliar a acessibilidade às exposições, desenvolvendo réplicas de obras de arte em 3D, materiais em braile e atendimento em libras.

Mais de 60 mostras de consagrados artistas brasileiros e internacionais já foram expostas na Casa Fiat de Cultura, entre os quais Caravaggio, Rodin, Chagall, Tarsila, Portinari entre outros. Há 15 anos, o espaço apresenta uma programação diversificada, com música, palestras, residência artística, além do Ateliê Aberto – espaço de experimentação artística – e de programas de visitas com abordagem voltada para a valorização do patrimônio cultural e artístico.

A Casa Fiat de Cultura é situada no histórico edifício do Palácio dos Despachos e apresenta, em caráter permanente, o painel de Portinari, Civilização Mineira, de 1959. Mais de 3 milhões de pessoas já visitaram suas exposições e 560 mil participaram de suas atividades educativas. O espaço integra um dos mais expressivos corredores culturais do país, o Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

Consulado da Itália em Belo Horizonte

O Consulado italiano oferece serviços e assistência aos cidadãos italianos que estão em Minas Gerais. Ele é sede da representação da Itália com função administrativa, mas também de promoção econômica e cultural. Em Belo Horizonte, desde sua criação em 1902, o Consulado da Itália vem apoiando as relações culturais e econômicas entre Itália e Minas Gerais, através diversas iniciativas, que criam uma ponte sólida entre italianos e brasileiros, entre elas o Italian Design Day (Dia do Design Italiano), a Semana da Língua Italiana, a Semana da Gastronomia italiana e muito mais.

Palestra “Poder e História: os desafios da praça contemporânea”

Palestrante: arquiteta Carlotta Pinna

Mediação: Graziela Nivoloni

31 de agosto, às 19h

Ingressos gratuitos pela Sympla

https://bit.ly/PodereHistoria

Exposição virtual – As Praças [In]visíveis

Em cartaz até 12 de setembro, no site da Casa Fiat de Cultura

Uma realização da Casa Fiat de Cultura e do Consulado da Itália, com o apoio do Istituto Italiano di Cultura San Paolo

Casa Fiat de Cultura

Circuito Liberdade

Praça da Liberdade, 10 – Funcionários –Belo Horizonte/MG

Informações

(31) 3289-8900

www.casafiatdecultura.com.br

casafiat@fcagroup.com

facebook.com.br/casafiatdecultura

Instagram: @casafiatdecultura

Twitter: @casafiat

YouTube: Casa Fiat de Cultura

Circuitoliberdade.mg.gov.br

Consulado da Itália em Belo Horizonte

www.consbelohorizonte.esteri.it

www.instagram.com/italyinbh

www.twitter.com/italyinbh

www.youtube.com/c/ConsolatodItaliainBeloHorizonte

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Hospital da Baleia lança campanha para captação de recursos

Neste momento, o filantrópico Hospital da Baleia está atendendo centenas de pacientes, 95% deles pelo SUS, vindos de 88% dos municípios mineiros. Enquanto hospital referência no estado em Oncologia adulta e pediátrica, Nefrologia (hemodiálise e transplante renal), Ortopedia e Pediatria, com destaque para o tratamento e reabilitação de fissuras labiopalatais e deformidades craniofaciais, a Instituição conta com recursos financeiros e doações voluntárias para cumprir sua missão na prestação de serviços de saúde aos mineiros. 

Para a continuidade do atendimento médico de excelência e humanizado, o Hospital da Baleia lança a sua nova campanha de captação de recursos que tem como mote: “Sua doação é a chave. Doe, destranque essa porta”. A ideia da campanha é despertar a empatia das pessoas para que elas se solidarizem com os pacientes que dependem do Baleia para realizar seus tratamentos. Pacientes do Hospital da Baleia participam de forma voluntária da campanha. A veiculação acontece nas redes sociais oficiais da Instituição, bem como no rádio e jornais impressos, abrigos de ônibus e metrô, sendo que todas as veiculações ocorrem de forma gratuita por parte dos veículos de comunicação. A previsão de encerramento da campanha é Fevereiro/2022.   

A doação é a chave para garantir suporte e tratamento a todos que precisam do Hospital da Baleia em outras 30 especialidades médicas também, além dos centros de referência citados acima. Construída há 77 anos, o hospital realiza em média, 1,2 milhão de atendimentos por ano. 

Mais informações sobre a campanha em www.hospitaldabaleia.org.br ou (31) 3431-1800 ou ainda pelo WhatsApp (31) 98415-4187. 

sexta-feira, 23 de julho de 2021

Zé Ottavio grava DVD

Artista se apresenta
 em Goiânia 
Foto: Divulgação
Revelação do piseiro, artista é a nova aposta de Kaká Diniz, Alex Monteiro e de um grupo de empresários para a música brasileira 

Apontado como a mais nova revelação do piseiro, o cantor e compositor Zé Ottavio se prepara para a gravação do primeiro DVD da carreira, que acontece na terça-feira (27) no JL Eventos em Goiânia (GO) com participação especial de Tierry e Tarcísio do Acordeon.

Com a carreira administrada pelas empresas ZPR4 e RS PRODUÇÕES (que tem como sócios Kaká Diniz - marido da cantora Simone da dupla Simone e Simaria, Alex Monteiro, Vantuil Júnior, Roberto Social e Paulo Roberto), o artista traz um repertório totalmente inédito para este novo projeto que será registrado seguindo todos os protocolos de proteção contra a Covid-19.

“Estou feliz demais por esse momento e a expectativa para esse DVD não poderia ser maior. Tudo está sendo preparado com muita dedicação, o repertório foi escolhido a dedo e tenho a certeza de que será uma noite incrível e inesquecível para todos nós! Aguardem que tem muita música boa chegando”, comenta o jovem.

Com apenas três anos de estrada e uma agenda de shows em todo o Brasil, o tocantinense de 19 anos tem despontado nas plataformas digitais com faixas como “A Rapariga Vai Casar” e “Arrasta Pra Cima” (versão funk remix com o DJ Lucas Beat). Ambos os singles já ultrapassam 1 milhão de streams no Spotify, plataforma na qual o artista soma mais de  800 mil ouvintes mensais.

No YouTube, Zé Ottavio acumula 3.2 milhões de visualizações em seu canal oficial em menos de dez meses com os vídeos dos hits “Derrubou” (parceria com Thullio Milionário), “Arrasta Pra Cima” (feat com a dupla Max & Luan) e “Moça do Interior” (com Vitor Fernandes).

Para saber mais, acompanhe Zé Ottavio:

Instagram: @zeottavio

YouTube: www.youtube.com/ZéOttávio

Sobre Zé Ottavio

Nascido em Araguaína, norte do estado do Tocantins, em 2002, Zé Ottavio tem um carreira ainda recente. Iniciou seus trabalhos na música profissionalmente em 2018, porém, desde pequeno, participava das rodas de violas organizadas na residência da família. Cresceu assim e foi incentivado pelo pai, o advogado Paulo Roberto, a seguir na área musical.

“A primeira vez que subi num palco foi a convite de um dos sanfoneiros mais requisitado do Tocantins, Joan Alessandro, a quem tenho enorme admiração e gratidão. Foi uma sensação tão incrível e inexplicável que a partir dali decidi que aquele seria o meu lugar de ser feliz e fazer as pessoas felizes” relembra Zé Ottavio.

Com talento, carisma e uma voz inconfundível, o jovem tem como inspirações em sua carreira artistas dos mais variados estilos. “Na minha playlist tem muito modão, música caipira, forró, sertanejo, ouço de tudo na verdade” conta.

Zé Ottavio já dividiu palco com nomes de peso do sertanejo como as duplas Cleiton & Camargo, Max & Luan, além de Cleber & Cauan.

Em menos de um ano de estrada, o artista foi cotado para fazer parte do casting das empresas ZPR4 e RS PRODUÇÕES. Somando mais de 15 anos de experiência no mercado musical, o grupo está investindo na carreira de Zé Ottavio, que tem conquistado fãs por onde passa e já aponta para um futuro promissor com números expressivos nas principais plataformas de streamings, a exemplo do Spotify, onde atualmente ultrapassa a marca de 800 mil ouvintes mensais*.

*número referente a julho/2021

quinta-feira, 22 de julho de 2021

Ator revela segredo de emagrecimento

Artista posa com o produto
Foto: Divulgação
O ator Roberto Rowntree revelou, por meio de sua assessoria de imprensa, que emagreceu 8 kg com produtos da Herbalife para fazer seu personagem no filme "Fogo no Céu"   do diretor Fernando Negrovsk . Satisfeito com o resultado,  Roberto indica os produtos "Por serem ótimos para terem um bom emagrecimento saudável".

Rowntree tomou durante um mês sopas e shakes para ficar em forma. E disse se sentir "mais leve e satisfeito".

Para encarnar o personagem foi necessário este processo. Ajudou o artista amenizar uma dor de coluna já existente e provocada pela mudança de peso para compor outros personagens.

Siga Roberto em suas redes sociais:

Instagram: @robertorowntree

Facebook: Roberto Rowntree

Monica Elizeche lança música

Novo trabalho chega aos fās nesta sexta-feira
Foto: Divulgação
Com letra de Regina Romani e música de Monica Elizeche, o lançamento acontece no dia 23 de julho no YouTube e em todas as plataformas digitais 

Reconhecida e premiada internacionalmente (artista revelação no Paraguai em 1999) a cantora, compositora e instrumentista paraguaia Monica Elizeche apresenta nesta sexta-feira (23) a sua nova música de trabalho, o single “Acorda Manhã”.

Escute: https://onerpm.link/463334523622.com

Um lançamento independente, “Acorda Manhã” é uma música de Monica Elizeche com letra de Regina Romani, escritora e artista plástica. Trata-se de um poema musicado que vai do MPB ao samba ritmado, a canção é o primeiro single do trabalho “Tempo Guardado”, um álbum com 7 faixas que será lançado gradativamente nos próximos meses e conta com produção de José Elizeche, grande cineasta paraguaio.

“Estou muito feliz e animada para o lançamento desse trabalho que está incrível e muito especial! A Regina pintou uma série de quadros inspirada pelo mesmo tema com o qual compôs seus textos simultaneamente, fiquei encantada ao ver esse trabalho e passei a musicar os poemas. Foi assim que chegamos as composições que fazem parte do álbum “Tempo Guardado”, entre elas nosso primeiro lançamento “Acorda Manhã”. Espero que gostem e curtam muito!”, convida Monica Elizeche, que atualmente reside no Brasil e tem investido também na carreira internacional.

Monica Elizeche veio ao Brasil pela primeira vez aos 17 anos e levou na bagagem a paixão pela língua portuguesa. Passados alguns anos, voltou a São Paulo para estudar canto e violão na Groove, escola Livre do Mestre Levy Miranda. A chegada ao Brasil não pretendia ser definitiva, mas foi. Desde então a artista reside em São Paulo, aonde completou sua formação em música na Faculdade Santa Marcelina.

Vale ressaltar que Monica Elizeche e Regina Romani contaram ainda com o apoio e aconselhamento da Ipapu Musical na figura de seu sócio fundador Gui Rocha (também integrante da banda Inimigos da HP), neste novo projeto.

Letra: “Acorda Manhã”

Artista: Monica Elizeche

Composição: Monica Elizeche e Regina Romani

A hora se apressa

No encalço do tempo

Enlaça os braços

Querendo subir.

Levanta a noite

Defronta a fraqueza

No peito forçam

O estar e o ser.

Olha pra baixo

No rosto dos homens

No mesmo tema

Consomem as horas.

Acorda logo

Da sombra da ausência

Olha pro alto

Revele a existência.

Levanta manhã da noite

É preciso correr lentamente

Urgente resgatar o segundo

Deixar a luz escorrer

Deixar a luz escorrer

Sobre Monica Elizeche

Cantora de MPB, paraguaia, Monica Elizeche mora no Brasil há muito tempo e tem uma história incrível com a língua portuguesa.

No segundo semestre de 2021, apresenta o álbum "Tempo Guardado", que reúne sete canções compostas por ela em parceria com Regina Romani - artista plástica e escritora. As faixas serão disponibilizadas nas plataformas e redes de streaming.

Para acompanhar esse lançamento musical muito saboroso e sofisticado, Monica e Regina convidaram José Elizeche para produzir os videoclipes que serão lançados nas mesmas datas dos singles. Cineasta paraguaio, extremamente reconhecido por seu trabalho, ele trouxe um olhar profundo aos poemas musicados de maneira a colocar mais um gênero artístico nesse incrível projeto múltiplo de grandes profissionais colaborando para um resultado imperdível.

sábado, 26 de junho de 2021

Museu de Arte Sacra de São Paulo exibe "Esperança", mostra coletiva sob curadoria de Simon Watson

Obras podem ser vistas até Agosto
Foto: Mag Magrela - Divulgação
Museu de Arte Sacra de São Paulo - MAS/SP, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, exibe "Esperança", mostra coletiva sob curadoria de Simon Watson, composta por trabalhos dos artistas contemporâneos Ana Júlia Vilela, Andrey Rossi, Desali, Enivo, João Trevisan, Leandro Júnior, Lidia Lisbôa,Mag Magrela, Moisés Patrício, Paulo Nazareth, Thiago Rocha Pitta, Yasmin Guimarães, onde cada obra é acompanhada de um texto crítico assinado por curadores convidadosThierry Freitas, Márcio Harum, Fernando Mota, Carlo McCormick, André Vechi, Jackson Gleize, Mirella Maria, Gabriela Longman, Guilherme Teixeira, Janaina Barros, Ulisses Carrilho e Carollina Lauriano. 

O segundo evento do Projeto LUZ Contemporânea, Esperança, traz a sensação de acolhimento, do olhar para frente, do ser bem-vindo. "Vista pelas lentes de diversas práticas artísticas contemporâneas, Esperança é uma observação curatorial caleidoscópica buscando resposta aos 18 meses de pandemia. Para muitos de nós, o ano passado pareceu se arrastar, de forma lenta e dolorosa. Foi um tempo de espera e esperança, um tempo de autorreflexão. Um período que despertou consciências, tanto pessoais como coletivas, em resposta a uma crise global de saúde; como cada um de nós se relaciona com o outro e como compartilhamos nossa saúde coletiva", explica o curador Simon Watson. Como mote para exposição, um dos conceitos que interligam os trabalhos são as múltiplas formas pelas quais as mãos e corpos dos artistas se fazem presentes na criação dessas obras de arte. "Ao reafirmar sua presença, esses artistas confirmam nossa existência como humanos e, com a presença de sua mão somos lembrados de nossa impermanência, da fragilidade de nossas vidas. E por serem obras de arte, possuem uma permanência no registro de nosso tempo. Na presença da mão do artista, encontramos sinais pessoais de propósito, determinação e esperança", conclui o curador. 

Como um presente adicional ao público,Simon Watson convidou críticos e curadores do circuito cultural para escreverem sobre as obras exibidas por cada um dos artistas participantes: "como um estrangeiro engajado e apaixonado pela cena cultural brasileira contemporânea, estou muito impressionado com a nova onda de curadores e críticos de arte brasileiros que, por conta própria, estão forjando uma nova versão da história da arte, vista por meio de perspectivas novas e variadas. Fazendo perguntas provocativas sobre quem está faltando e porque, sua investigação enérgica está provocando e apoiando artistas e diversas práticas artísticas. Meu interesse por esta nova onda levou-me a convidar profissionais das artes para fazerem ensaios para cada um dos 12 artistas de Esperança". 

Os 54 trabalhos - bidimensionais, tridimensionais, tecnológicos - deEsperança, que abrangem técnicas diversas como aquarelas, pinturas, grafitti, esculturas, fotografias e vídeo performances, estão dispostos na sala de exposições temporárias do MAS/SPbem como em seu jardim interno - Jardim do Claustro - como um brinde de formas, cores e convite a estar perto. 

Os trabalhos de Andrey Rossi sugerem uma meditação tranquila em uma enfermaria de hospital fictício. Os desenhos são altamente detalhados e formam a base de um ciclo contínuo de pinturas que, por mais que pareça um assunto sombrio, são estranhamente sedutoras e transmite uma mensagem poderosa e agem como meditação e celebração do impulso humano para superar a tragédia e descobrir a vida no mais improvável dos lugares. Desdobrando materiais primordiais estáLeandro Júnior cujas pinturas figurativas de argila líquida se inspiram na cultura do vale do Jequitinhonha onde cresceu e no material com que pinta. Seus retratos invocam pungência e tristeza, bem como sentimentos de empoderamento, pois as figuras parecem estar contemplando a luz de um dia de céu azul. 

Muito parecido com um oratório contemporâneo, Desali faz acrílicos em escala íntima pintados em pedaços de madeira de descarte. São atos de meditação pessoal, um reflexo do sofrimento cotidiano, frequentemente impregnado pela presença de luz natural e céus radiantes. Temas do cosmos podem ser claramente sentidos nas pinturas terrestres e paisagísticas de Yasmin Guimarães. Em pequena escala, examinando detalhes aparentemente microscópicos ou em telas maiores e robustas, ela é um mundo de magia e maravilhas no mundo natural. Moisés Patrício se apresenta com uma pintura em grandes dimensões que retrata uma mulher negra vestida de branco em um ritual performativo de nascimento e renascimento Um momento comovente e comemorativo. 

Esperança apresenta três murais site specific nas paredes do museu. Dois dos murais estão nas extremidades da sala expositiva. De um lado, uma figura feminina pintada por Mag Magrela e do outro, uma figura xamã masculina pintada por Enivo. Mag Magrela se inspira no tumulto das imagens urbanas e na mistura das culturas brasileiras. A imagem retrata um mundo de gigantes gentis, mulheres que são poderosas e dominadoras, mas ainda mantêm uma intimidade vulnerável em seus olhos, bem como em sua postura. Enivo está presente na cena mural de rua de São Paulo, e se tornou conhecido por suas pinturas de prática de estúdio "alienígenas futuristas", que nesta exposição vê a união dos dois, uma enorme pintura mural de uma figura futurista semelhante a um xamã de otimismo e esperança instalada com um agrupamento de pinturas de resina. 

Ana Júlia Vilela cria um terceiro mural no centro da sala expositiva onde combina intervenção direta na parede e um aglomerado de telas. Ela brinca com o espectador, revelando apenas alguns fios de investigação pictórica, todos interrompidos por fragmentos de texto que lembram um tweet ou a troca casual de uma breve conversa. 

O tema do fogo e da ressurreição ígnea tem sido um elemento recorrente na ampla prática de Thiago Rocha Pitta. Suas aquarelas sugerem um mundo mítico e ardente equilibrado entre o apocalíptico e o alucinógeno. Igualmente alucinógena é uma performance de Lidia Lisbôa. Suas esculturas do Casulo são uma versão suave de sua mediação ao longo da vida sobre o tema dos formigueiros encontrados em todo o Brasil. A exposição inclui a vídeo-performanceAlvorecer. 

O tema abrangente da exposição é retratado de forma mais vívida no vídeo performático "Cuando tengo comida en mis manos" de Paulo Nazareth. Situado contra um céu azul claro, ele lembra São Francisco como a ação de mãos erguidas com comida e pássaros se precipitando e se alimentando parece tão generoso, tão frágil e tão importante.

Esperança finaliza no pátio interno com uma escultura em madeira de sete partes de dormentes criada por João Trevisan. A obra convida o espectador a sentar-se e, ao fazer isso, você se torna primeiro consciente da arquitetura e, então, totalmente ciente da existência do céu. 

"Vista pelas lentes de diversas práticas artísticas contemporâneas, Esperança é uma observação curatorial caleidoscópica buscando resposta aos meses de pandemia". S.W. 

Projeto LUZ Contemporânea 

Idealizado pelo curador Simon Watson,LUZ Contemporânea é composto por 12 exposições - individuais e/ou coletivas - de artistas contemporâneos a serem desenvolvidas, em parceria com oMuseu de Arte Sacra de São Paulo,onde temas diversos oferecerão propostas e desafios aos artistas convidados buscando diálogo conceitual e material com obras do acervo da instituição... ou não! Cada mostra é única em seu próprio universo.

Exposição: "Esperança" 

Artistas: Ana Júlia Vilela, Andrey Rossi,Desali, Enivo, João Trevisan, Leandro Júnior, Lidia Lisbôa, Mag Magrela,Moisés Patrício, Paulo Nazareth, Thiago Rocha Pitta, Yasmin Guimarães 

Textos sobre as obras: Thierry Freitas, Márcio Harum, Fernando Mota, Carlo McCormick, André Vechio, Jackson Gleize, Mirella Maria, Gabriela Longman, Guilherme Teixeira, Janaina Barros, Ulisses Carrilho, Carollina Lauriano 

Curadoria: Simon Watson 

Abertura: 27 de junho de 2021, às 11h. 

Duração: de 27 de junho à 22 de agosto de 2021 

Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo || MAS/SP 

Endereço: Avenida Tiradentes, 676 - Luz, São Paulo (ao lado da estação Tiradentes do Metrô) 

Tel.: 11 3326-5393 - informações adicionais 

Horários: De terça-feira a domingo, das 11 às 17h (entrada permitida até as 16hs) 

Ingresso: R﹩ 6,00 (Inteira) | R﹩ 3,00 (meia entrada nacional para estudantes, professores da rede privada e I.D. Jovem - mediante comprovação) | Grátis aos sábados | Isenções: crianças de até 7 anos, adultos a partir de 60, professores da rede pública, pessoas com deficiência, membros do ICOM, policiais e militares - mediante comprovação 

Número de obras: 54 

Técnicas: aquarelas, pinturas, grafitti, esculturas, fotografias e vídeo performances 

Dimensões: variadas 

Midias Digitais 

Site: https://www.museuartesacra.org.br 

Instagram:https://www.instagram.com/museuartesacra/ 

Facebook: https://www.facebook.com/MuseuArteSacra 

Twitter: https://twitter.com/MuseuArteSacra 

YouTube: https://www.youtube.com/MuseuArteSacra 

Google Arts & Culture:https://bit.ly/2C1d7gX 

O curador - Simon Watson 

Nascido no Canadá e criado entre Inglaterra e Estados Unidos, Simon Watson é curador independente e especialista em eventos culturais baseado em Nova York e São Paulo. Um veterano com trinta e cinco anos de experiencia na cena cultural de três continentes, Watson concebeu e assinou a curadoria de mais de 250 exposições de arte para galerias e museus, e coordenou programas de consultoria em colecionismo de arte para inúmeros clientes institucionais e particulares. Nas últimas três décadas, Watson trabalhou com artistas emergentes e os pouco reconhecidos, trazendo-os para a atenção de novos públicos. Sua área de especialização curatorial é identificar artistas visuais com potencial excepcional, muitos dos quais agora são reconhecidos internacionalmente na categoria blue-chip e são representados por algumas das galerias mais famosas e respeitadas do mundo. 

O museu 

Instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. É uma das mais importantes do gênero no país,fruto de um convênio celebrado entre o Governo do Estado e a Mitra Arquidiocesana de São Paulo, em 28 de outubro de 1969, e sua instalação data de 29 de junho de 1970. Desde então, o Museu de Arte Sacra de São Paulo passou a ocupar ala do Mosteiro de Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Luz, na avenida Tiradentes, centro da capital paulista. A edificação é um dos mais importantes monumentos da arquitetura colonial paulista, construído em taipa de pilão, raro exemplar remanescente na cidade, última chácara conventual da cidade. Foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1943, e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Estado de São Paulo, em 1979. Tem grande parte de seu acervo também tombado pelo IPHAN, desde 1969, cujo inestimável patrimônio compreende relíquias das histórias do Brasil e mundial. O Museu de Arte Sacra de São Paulo detém uma vasta coleção de obras criadas entre os séculos 16 e 20, contando com exemplares raros e significativos. São mais de 10 mil itens no acervo. Possui obras de nomes reconhecidos, como Frei Agostinho da Piedade, Frei Agostinho de Jesus, Antônio Francisco de Lisboa, o "Aleijadinho" e Benedito Calixto de Jesus, entre tantos, anônimos ou não. Destacam-se também as coleções de presépios, prataria e ourivesaria, lampadários, mobiliário, retábulos, altares, vestimentas, livros litúrgicos e numismática. 

MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO - MAS/SP 

Presidente do Conselho de Administração - José Roberto Marcellino dos Santos 

Diretor Executivo - José Carlos Marçal de Barros 

Diretor de Planejamento e Gestão - Luiz Henrique Marcon Neves 

Museóloga - Beatriz Cruz