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segunda-feira, 17 de abril de 2023

Projeto "Maurício Tizumba e os Tambores no Parque” em BH

Foto: Jackson Romanelli


Apresentações gratuitas e marcadas por cortejo e show vão acontecer no Dia Internacional do Trabalhador e no Dia das Mães

A primeira edição do projeto "Maurício Tizumba e os Tambores no Parque", no qual Tizumba convida Elisa de Sena, Bruno Messias e Juju Brito, para se apresentarem em parques da capital mineira, está confirmada para acontecer em maio, sempre com entrada gratuita. A primeira apresentação vai ser no feriado do dia 1º de maio, Dia Internacional do Trabalhador, segunda-feira, às 14h30, no Parque Ecológico 1º de Maio, no bairro Primeiro de Maio; e a segunda no dia 14, Dia das Mães, às 11h, no Parque Ecológico Roberto Burle Max, também conhecido como Parque das Águas, que fica localizado no bairro Flávio Marques Lisboa, na região do Barreiro de Cima.

"Maurício Tizumba e os Tambores no Parque" trata-se de um evento formado por um cortejo festivo, seguido por um show deste que é um dos mais conhecidos artistas da cidade e que, vale destacar, acaba de completar 50 anos de trajetória. Nas apresentações, o público vai desfrutar de vivências sobre os ritmos e instrumentos musicais que compõem o trabalho de Tizumba e de Elisa de Sena, Bruno Messias e Juju Brito, artistas convidados desta edição e que vão se juntar nos palcos. “Vamos levar a força de nosso tambor e de nossa música para esses importantes pontos da cidade, com o objetivo de descentralização e democratização da arte, além de levar a alegria e a energia que só a música e o tambor têm a potência de propiciar. As pessoas podem esperar canções para cantar junto e dançar, tudo em harmonia com a mãe natureza”, adianta Tizumba. 

O projeto “Maurício Tizumba e os Tambores no Parque” é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. A iniciativa conta com medidas de acessibilidade, descentralização e democratização. A  produção executiva é de Ana Paula Siqueira.

Maurício Tizumba. O nome costuma estar sempre atrelado à palavra "multiartista". Nada mais apropriado. Aos 65 anos de idade, o mineiro espraia seu talento por várias veredas, como a de ator, instrumentista, cantor, compositor e empreendedor cultural. É um dos fundadores da Cia. Burlantins e idealizador do Tambor Mineiro, grupo que se incumbe de pesquisar, preservar e divulgar esta que é uma das tradições mais potentes do Estado. No mês passado, Tizumba estreou, ao lado da filha, Júlia Tizumba, e do amigo e parceiro de todas as horas, Sérgio Pererê, o espetáculo "Herança". Nele, sob a direção de Grace Passô, os três prestam reverência a seus ancestrais. A montagem, vale dizer, terá mais um ciclo de apresentações no final deste mês de abril, no palco do Centro Cultural Unimed-BH Minas.

Bruno Messias. Músico e educador musical graduado, Bruno Messias está completando 10 anos de carreira. Neste percurso, o artista já ministrou diversos workshops e palestras e se apresentou em países como: Portugal, Alemanha, Espanha, Bangladesh e Estados Unidos. Há seis anos, conduz a direção artística do grupo Meninos de Minas. À frente também de diversos projetos sociais, Bruno trabalha sempre com o norte de disseminar o ritmo dos tambores mineiros.

Juju Britto. Musicista, psicóloga, musicoterapeuta e mestranda em educação musical. Filha da musicista Rosana Brito, do grupo Lúdica Música!, ela se iniciou no mundo da percussão com apenas 12 anos de idade. Desde então, já fez vários shows pelo Brasil, Portugal e Espanha, além de ter participado da gravação de CDs, DVDs e clipes de nomes como Vander Lee, Alcione e André Abujamra, entre outros artistas da música brasileira - com alguns desses, também subiu ao palco. Atualmente, Juju Britto dá mostras de seu talento em várias frentes. Integra o grupo Harém da Imaginação, o Tambor Mineiro, o Bloco Me Beija que eu Sou Pagodeiro, o coletivo feminista Um8zero e o grupo Sambaleve. É ainda regente do Bloco ClandesTinas.

Elisa de Sena. Cantora, compositora e percussionista, Elisa usa a sua arte, sua voz e seu corpo para referendar a ancestralidade, a liberdade e o direito de ser e ocupar. Uma gama de outras temáticas potentes também desponta em sua obra, de forma orgânica. Seu trabalho musical é enraizado na percussão afro-brasileira, em especial, nos tambores de Minas Gerais. Ao longo de sua trajetória, Elisa já se apresentou na Grécia, na República Dominicana, em Portugal, nos Estados Unidos (precisamente, em Nova Orleans) e em várias cidades do Brasil. Suavidade e força marcam a sonoridade dessa mulher negra que não separa o sua identidade  do fazer artístico.

“Maurício Tizumba e os Tambores no Parque”

Dia 1º de maio, segunda - feriado, às 14h30 - Parque Ecológico 1º de Maio (rua Joana D'arc, 190, bairro Primeiro de Maio)

Dia 14 de maio, domingo, às 11h, no Parque Burle Marx - Parque das Águas (Avenida  Ximango, 809, Flávio Marques Lisboa), às 11h.

Entrada Gratuita

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

terça-feira, 26 de outubro de 2021

Maurício Tizumba é convidado do CCBB Educativo em atividade do "Múltiplo Ancestral"

Evento acontece neste sábado no site
Foto: Belisário Tonsich
Porta-voz de manifestações da cultura afro-brasileira e afro-mineira, Maurício Tizumba é convidado do CCBB Educativo para falar sobre um tema muito importante: A força da ancestralidade negra e indígena nas Minas Gerais. A atividade do projeto Múltiplo Ancestral estará disponível a partir do dia 30 de outubro, às 10h, no site www.ccbbeducativo.com. 

Trazendo a força da ancestralidade negra e indígena de Minas Gerais, Maurício Tizumba reúne elementos culturais da mitologia africana e dos povos originários do estado de Minas Gerais em um vídeo que destaca, de modo lúdico e bem-humorado, a importância do meio ambiente e da ecologia.

Maurício Tizumba é ator, compositor, cantor, multiinstrumentista, diretor musical e capitão de congado. Ele estabeleceu em sua trajetória artistísca – que começou quando ainda era criança, na extinta TV Itacolomi – diálogo entre diversas linguagens e entre a arte e as manifestações populares tradicionais da cultura afro-brasileira e afro-mineira.

Formado pelo Teatro Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais e transitando pelo cinema, pela TV e pelo teatro, atuou em 28 espetáculos, sendo 25 musicais, entre eles, a trilogia de João das Neves: “Bituca”, com músicas de Milton Nascimento, e “Besouro Cordão de Ouro” e “Galanga Chico Rei”, com músicas de Paulo César Pinheiro (a experiência deste último se desdobrou em álbum homônimo, o sexto da carreira, criado em parceria com Sérgio Santos).

É também idealizador da Mostra Benjamin de Oliveira e do Espaço Cultural Tambor Mineiro. Já excursionou por Estados Unidos, Canadá e Europa, sendo um dos representantes de Minas Gerais no “Ano do Brasil na França”. Com o seu grupo de tambor mineiro participou do New Orleans Jazz Festival e por quatro edições do Landesmusikakademie Berlim.

Multiplicidade e riqueza de conteúdo no CCBB Educativo

Com o aumento de atividades online, o público do CCBB Educativo ganhou mais que praticidade e acessibilidade nos conteúdos disponíveis. A programação está ainda mais rica, uma vez que mais atrações foram incluídas e, com os participantes a distância, foi possível contar com especialistas de vários lugares do país, antes inviabilizados por questões de logística.

Programa CCBB Educativo – Múltiplo Ancestral

A força da ancestralidade negra e indígena nas Minas Gerais

Com Maurício Tizumba

Sábado, 30 de outubro, às 10h

Local: site do CCBB Educativo

Acesso: www.ccbbeducativo.com

Classificação indicativa Livre – indicado para pessoas acima de 6 anos

Evento gratuito

Informações: (31) 3431-9440/ (31) 3431-9441

www.ccbbeducativo.com

Sobre o Programa CCBB – Educativo

O Programa  desenvolve ações que estimulam experiências, criação, investigação e reflexão através de processos pedagógicos, artísticos e curatoriais. Essas partilhas acontecem por meio de trocas culturais e metodologias de educação que garantem acesso amplo e inclusivo ao patrimônio e sua diversidade.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Aniversário de Tizumba com artistas convidados no show Tambores de Natal

Tizumba recebe o público e convidados ilustres em sua festa
Foto: Patrick Arley
“Se na festa européia os sons de Natal são feitos por sinos, harpas, corais e música clássica, a festa de Natal dos brasileiros deveria ser entoada ao som dos tambores”, diz Maurício Tizumba. 

E assim será no dia 12 de dezembro, às 20 horas, o show “Tambores de Natal”, idealizado por Tizumba para celebrar o encerramento das atividades de 2018 do Tambor Mineiro e também os seus 61 anos de vida e os 121 anos de Belo Horizonte. No palco, Tizumba receberá Marina Machado, Pereira da Viola, Maíra Baldaia, Manu Ranilla, grupo Novos Pandeiros, Belisário Tonsich e Grupo de Atabaque e Júlia Tizumba, com a participação do Bloco Saúde e do Bloco Tambor Mineiro . O endereço é Avenida Afonso Pena s/n (Parque Municipal). Os ingressos custam R$20 e R$10 (meia entrada).

A festa Tambores de Natal é a comemoração de fim de ano das atividades culturais e educativas do Tambor Mineiro, quando as turmas concluem os cursos de tambores, atabaques, cajón e pandeiro. Já são 15 anos de celebração, sempre lembrando o aniversário de Tizumba e convidando artistas. Neste ano, cada artista cantará uma música de acordo com a história que tem com Tizumba. “Marina Machado é parceira antiga, Maíra Baldaia representa a força da juventude negra, Júlia Tizumba significa a continuação de nossa história familiar com os tambores e Pereira da Viola ressalta a união do tambor com a viola nas festas de Folia de Reis, tradicionais nessa época", destaca Tizumba.

Maurício Tizumba

Um artista nato, com uma carreira que tem a cultura negra como marca registrada nas diferentes formas de expressão em que atua, seja na música, teatro ou cinema. Maurício Tizumba foi capaz de estabelecer em sua trajetória no mundo das artes – que começou quando ainda era criança, na extinta TV Itacolomi – um forte diálogo entre diversas linguagens e entre a arte e as manifestações populares tradicionais da cultura afro. Nascido e criado em Belo Horizonte, Tizumba contribuiu para a conquista de espaço para as manifestações da arte negra na cena cultural da cidade. Nos seus 46 anos de atuação artística, foram dezenas de espetáculos, várias premiações e trabalhos que levaram sua arte e sua crença para várias cidades brasileiras e diversos países.

Tambores de Natal
Data: 12/12, quarta-feira - Horário: às 20h
Local: Teatro Francisco Nunes: Av. Afonso Pena, s/n - Centro - Belo Horizonte- MG
Ingressos: R$20 e R$10 (meia entrada).

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Tizumba e Meninos de Minas Participam da Bienal Funarte de Música e Cidadania

Artista é uma das atrações do evento em Belo Horizonte
Foto: Divulgação
Outro destaque da programação é a divulgação da inédita pesquisa com o perfil dos projetos sociomusicais do Brasil

Belo Horizonte recebe a primeira edição da Bienal Funarte de Música e Cidadania. O evento, promovido pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), será realizado no SESC Venda Nova, localizado na rua Maria Borboleta, s/nº, Novo Letícia. Com três dias de duração e oito horas diárias de atividades, a Bienal terá plenárias, oficinas, rodas de conversa, entre outras atividades. A Bienal terá a consultoria de Magali Kleber, Felipe Radicetti e Lígia Pimenta, parceria cultural do SESC e apoio do programa Brasil de Tuhu.

Um dos destaques da programação do primeiro dia é a apresentação de Maurício Tizumba com o grupo Meninos de Minas. O músico, que completou 60 anos de vida e 45 de carreira, é formado pelo Teatro Universitário da UFMG, tem no currículo 26 filmes e 32 espetáculos, é um dos fundadores da Cia. Burlantins e idealizador do Espaço Cultural Tambor Mineiro. O artista também é o padrinho do projeto “Meninos de Minas”, de Itabira. A apresentação “Meninos de Minas com Tizumba” será amanhã, 19h, no primeiro dia da Bienal.

Criada e idealizada pelo Diretor do Centro da Música da Funarte, Marcos Souza, a Bienal traz em sua primeira edição como tema central a atuação dos projetos sociomusicais em prol da cidadania. “O propósito da criação da Bienal é reunir projetos de sucesso e criar um diálogo entre eles. É fazer a conexão de diferentes ações e pesquisas para a construção de uma rede. Compartilhar experiências, levantar quais são as necessidades comuns dos projetos e criar um projeto de intercâmbio solidário para o fortalecimento de todas as iniciativas. É discutir a aproximação da música como uma ferramenta de cidadania e não somente como entretenimento para a sociedade em geral”, destaca Souza.

Gestores dos projetos Guri, Osesp, Neojiba, Agência do Bem, Projeto Integração Pela Música (PMI), Escola de Música Vander Lee, Orquestra de Ouro Preto, Orquestra da Grota, Projeto Marajó, Filarmônica de Minas Gerais e Escola de Música da Rocinha, são alguns dos confirmados no encontro. O evento também terá a participação de importantes nomes internacionais como o maestro uruguaio Ariel Britos, Presidente do Programa Iberorquestras; Gabriel Goñi Dondi, Presidente do Ibermúsicas da Costa Rica; e o compositor Fernando Garnero, do Ibermúsicas da Argentina.

O perfil dos projetos musicais brasileiros
Outro destaque do primeiro dia da Bienal é a divulgação do primeiro levantamento nacional com o perfil dos projetos sociomusicais brasileiros. Inédito no país, o estudo foi desenvolvido pelo programa Brasil de Tuhu que foi criado em 2009 com a missão de ampliar e fortalecer o ensino musical nas escolas brasileiras. A pesquisa foi realizada com o objetivo de mapear os projetos de educação musical no Brasil e levantar o público atendido, instrumentos e estilos musicais ensinados, financiamento e principais dificuldades.
Ao todo, o Brasil de Tuhu entrevistou cerca de 300 projetos de dezembro de 2016 a março de 2017. A pesquisa conclui que 52% dos projetos estão concentrados na região Sudeste e que a maioria foi criada nos últimos dez anos. Outra constatação do estudo é que a lei de 2008, que tornou obrigatório o ensino musical nas escolas, parece ter tido pouco impacto no trabalho das instituições. “Estudos como esse, contribuem para avaliar resultados, levantar as necessidades das iniciativas e é fundamental para apoiar o desenvolvimento de políticas para o segmento. A Bienal já é um primeiro passo para esse processo. É a criação de um espaço para a articulação qualificada entre diversos projetos”, ressalta Marcos Souza. A pesquisa completa será divulgada durante a Bienal.

Projetos participantes da Bienal
Adolescer com Arte e Cultura, Agência do Bem, Arte & Vida, Balaio Escola de Música Vander Lee, Batuque na Caixa, Brasil de Tuhu, Camerata Laranjeiras, Coral das Lavandeiras de Almenara, Coro Bora Cantar, Coro Madrigale, Escola da Varanda, Escola de Formação de Instrumentistas de Cordas do SESIMINAS, Escola de Música da Rocinha, Escola de Música do Estado do Maranhão, Escola de Música Padre Simões, Espalhando Arte, Partilhando Sonhos, Face 3 DJs – Paulo da Silva Soares, Família Gam, Filarmônica de Minas Gerais, Flautistas da Pro Arte, Fortalecendo As Malocas, Projeto Vale Música e Projeto Marajó (Fundação Amazônica de Música), Música Sem Barreiras (Fundação de Educação Artística), Instituto Canarinhos de Sergipe, Instituto Relfe Jornada Pedagógica para Músicos de Banda, Neojiba, ONG Orquestrando a Vida, Orquestra da Fundac – Fundação Cultural de Contagem, Orquestra da Grota, Orquestra Escola Criarte, Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul, Orquestra Jovem Recanto Maestro, Orquestra Parque Sagrada Geração, Orquestra Villa-Lobos, Orquestrando Futuros, PIM – Projeto Integração pela Música, PRIMA – Programa de Inclusão Através da Música e das Artes, Programa da Extensão em Percussão UFPEL, Programa de Música Jacques Klein (Instituto Beatriz e Lauro Fiuza), Projart Programa Arte de Tocar de Jacobina, Projeto Guri, Projeto Música de Sarzedo, Projeto Orquestra & Coral Vozes de Taubaté, Projeto Sementes Musicais, Projeto Som da Pele, Sociedade Artística Brasileira SABRA, Sopro Vivo – Grupo Iuna Capoeira, Tocando Pela Vida, Trem TanTan – Babilak Bah

Belo Horizonte recebe primeira edição da Bienal Funarte de Música e Cidadania
Local: SESC Venda Nova (Rua Maria Borboleta, s/nº, Novo Letícia – Belo Horizonte/MG)
Data: 14 a 16 de dezembro                
Horário: das 9h às 18h
Programação:

14 de dezembro, quinta-feira
8h30 – 9h30 – Cadastramento
9h30 – 10h – Mesa de abertura
10h – 12h – Integração (acolhida, quem somos, alinhamento das expectativas)
12h – 14h – Intervalo para almoço
14h – 14h30 – Apresentação musical
14h30 – 16h – Rodada de trocas (trabalho em subgrupos)
16h – 16h30 – Intervalo para café
16h30 – 17h30 – Rodada de conversas e construção coletiva
17h30 – 18h – Plenária
19h – Apresentação musical – Meninos de Minas com Tizumba

15 de dezembro, sexta-feira
9h – 12h – “Café mundial” temático (em subgrupos)
Eixos temáticos
·         Gestão e políticas públicas;
·         Metodologias e Formação do (a) educador (a) sociomusical
·         Trabalho em rede nos territórios;
·         Projetos sociais: acessibilidade, bem estar e saúde.
12h – 14h – Intervalo para almoço
14h – 16h – Consolidação do trabalho sobre os eixos temáticos
16h – 16h30 – Intervalo para café
16h30 – 18h – Plenária

16 de dezembro, sábado
9h – 9h30 – Apresentação musical – Escola Criarte
9h30 – 12h – Cartografia da rede integrada
12h – 14h – Intervalo para almoço
14h – 16h – Plenária (Sistematização)
16h – 16h30 – Intervalo para café
16h30 – 18h – Plenária – avaliação, encaminhamentos e encerramento

Informações Bienal: http://www.funarte.gov.br/