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terça-feira, 30 de setembro de 2025

Orquestra Ouro Preto e Cia de Dança do Pantanal apresentam Fernão Capelo Gaivota no Sesc Palladium

Foto: Íris Zanetti
Clássico da literatura será apresentado no dia 5 de outubro a preços populares

Literatura, música e dança se encontram para celebrar a força de uma obra-prima. “Fernão Capelo Gaivota”, clássico da literatura de Richard Bach, é uma ode à liberdade de alçar voos cada vez mais distantes e é este o sentimento que inspira o espetáculo homônimo que a Orquestra Ouro Preto apresenta ao lado da Cia de Dança do Pantanal, no domingo (5), às 11h, no Grande Teatro do Sesc Palladium, em Belo Horizonte, dentro da Série Domingos Clássicos. A apresentação integra a programação especial do mês das crianças no Sesc Palladium.

A Série Domingos Clássicos, realizada pela Orquestra Ouro Preto em parceria com o Sesc Palladium, chega a 2025 celebrando uma década de realizações. Criado em 2015, o projeto consolidou-se como uma das iniciativas mais consistentes de formação de plateia para música de concerto em Belo Horizonte, oferecendo ao público apresentações de excelência, acessíveis e marcadas pela diversidade artística.

“Fernão Capelo Gaivota”, best-seller escrito por Richard Bach, narra a história de uma gaivota para a qual voar não seria simplesmente um ato de locomoção. Voar é uma arte e, como tal, deve ser treinada, praticada e compartilhada com os demais, gerando grandes transformações. Uma narrativa sobre liberdade, aprendizagem e amor, que ganha vida no palco com música, canto e dança, em adaptação assinada pelo maestro Rodrigo Toffolo e com música original de Tim Rescala.

Para o maestro Toffolo, será uma experiência ímpar compartilhar este espetáculo com o público infantil e familiar dentro da programação do mês das crianças. “Sempre achei que esse é daqueles livros que todo mundo deveria ler na vida. Ele tem uma mensagem muito importante sobre a liberdade, o amor e a beleza de acreditar em si mesmo. Esse projeto é um sonho realizado, que mostra a potência da história de Fernão Capelo através da música e da dança. É um projeto lindo, motivo de muito orgulho para todos nós”, afirma o maestro.

Márcia Rolon, coordenadora do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, de Corumbá (MS), do qual nasceu a Cia de Dança do Pantanal, destaca o encontro das artes no espetáculo. “Essa busca pela perfeição, presente em Fernão Capelo Gaivota, é algo que nós, bailarinos, perseguimos constantemente, por isso também nos identificamos tanto com esse trabalho. A música é leve, é alegre e ao mesmo tempo muito profunda. Ela fala de diversidade e traz todos os pontos da história do livro de uma maneira muito concreta, é uma leitura musical e coreográfica”.

Orquestra Ouro Preto e Cia de Dança do Pantanal: Fernão Capelo Gaivota

Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro – BH)

Data: 5 de outubro de 2025, domingo, às 11h

Classificação: Livre para todas as idades

Ingressos: R$15 e R$30, na bilheteria do teatro e no Sympla.

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

sexta-feira, 19 de setembro de 2025

"Mogli – Menino Lobo” marca as comemorações dos 40 anos da Cia de Teatro Compalco

Foto: Igor Cerqueira 

A Compalco – Cia. Palco de Teatro, fundada pelo ator e diretor Raimundo Farinelli, comemora quatro décadas de atividades dedicadas à arte cênica em Minas Gerais. Para marcar este momento especial, a companhia abre novamente suas cortinas e convida o público para mergulhar na magia do teatro com a peça infantil “Mogli – O Menino Lobo”, uma produção da Reticências Produções Artísticas.

O espetáculo resgata a fantasia e a emoção do clássico que encanta gerações, reforçando a missão da companhia de unir tradição e inovação com a montagem. A apresentação marca não apenas uma diversão para o público, mas também a celebração da história viva de um dos grandes nomes do teatro mineiro.

Com mais de 50 anos de trajetória, Raimundo Farinelli é reconhecido como um dos artistas mais expressivos da cena teatral. Formado pelo Teatro Universitário da UFMG na década de 60, Farinelli construiu sua carreira como ator e diretor em trabalhos que atravessam gêneros e estilos, passando por clássicos da dramaturgia brasileira.  Entre suas atuações destacam-se títulos como “O Noviço”, de Martins Penna; “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues; “Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna; entre outros.

Além da formação em cinema com Tizuka Yamazak, Farinelli também se especializou em pantomima, estudando com Ricardo Bandeira e, internacionalmente, como ouvinte em Nova York com o mestre Marcel Marceau.

A celebração dos 40 anos da Compalco reafirma o compromisso da companhia com a cultura e convida o público a reviver a emoção do teatro em sua forma mais viva, transformadora e cheia de encantamento.

FICHA TÉCNICA

Realização: Reticências Produções Artísticas | Autor: Rudyard Kipling | Direção: Diego Benicá | Trilha Sonora Original e Direção Musical: Maria Tereza Costa | Iluminação: Luiz Henrique Moura e Nando Freitas | Elenco:  Jakó do Nascimento, Luiz Henrique Moura, Bruno de Moura, Pedro Almeida, Fernanda Dias e Alinne Lacerda. | Figurino e Cenário: Diego Benicá | Maquiagem: Luana Costa | Direção Corporal: Daniela Cassimiro | Fotografia: Igor Cerqueira | Técnicos: Axeiheys Emílio e Paulo Henrique Soares | Produção Executiva: Marcus Vinícius Loureiro. Duração: 60 minutos | Classificação: Livre

Espetáculo: “Mogli – O Menino Lobo”

Data: 20/09 (Sábado), às 16h. | 21/09 (Domingo), às 10h30

Endereço: Cia de Teatro Compalco (Rua Almirante Barroso, 60 - Nova Suíça, Belo Horizonte)

Venda de Ingressos: Na bilheteria do teatro ou pelos telefones (31) 3334-5594 – (31) 9904-5594

Valor: R$26,00 (preço único)

Lotação Máxima: 40 pessoas

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Última semana para assistir o espetáculo “KINTSUGI, 100 memórias”, no CCBB BH

Foto: Arthur Amaral
A partir de pesquisas iniciais sobre o Alzheimer, os artistas revisitam, em cena, desde memórias coletivas (do Brasil da ditadura à redemocratização), a memórias pessoais e do próprio grupo idealizado, em 1985, por Luís Otávio Bournier. A peça tem direção do argentino Emilio García Wehbi (El Periférico de Objetos) e dramaturgia de Pedro Kosovski (Prêmios Shell e APCA)

Na segunda-feira (15), encerra a temporada do espetáculo “KINTSUGI, 100 memórias” – trabalho mais recente do LUME Teatro, dirigido pelo argentino Emilio García Wehbi e escrito pelo carioca Pedro Kosovski (Prêmios Shell e APCA). A temporada de estreia na capital mineira celebrou quatro décadas do grupo, sediado no distrito de Barão Geraldo, Campinas (SP), que se tornou referência internacional no campo da pesquisa, experimentação e criação em artes cênicas, com a montagem de mais de 20 espetáculos e passagens por 30 países.

A peça fica em cartaz somente esta semana, de sexta a segunda-feira, sempre às 19h, no Teatro II do CCBB BH. A sessão no sábado (13) conta com interpretação em Libras. Os ingressos para a temporada custam R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia-entrada), com desconto de 50% para clientes que realizam o pagamento com cartão Ourocard, e estão à venda na bilheteria do CCBB BH e pelo site ccbb. Mais Informações no site ccbb, nas redes sociais ou pelo telefone (31) 3431-9400. Este projeto tem o patrocínio do Banco do Brasil.

Kintsugi: processo e dramaturgia

Uma matéria de revista sobre o povoado de Angostura, na Colômbia, divulga: mais de 12% dos cerca de 12 mil habitantes do local apresentam uma mutação genética que leva a um tipo raro e precoce do Alzheimer. O fato desperta a curiosidade do grupo e se torna o ponto de partida para a criação de “KINTSUGI, 100 memórias”. “Trabalhar o Alzheimer, portanto, seria trabalhar um misto de memória-lembranças com esquecimento-desaparecimento”, explica Ana Cristina Colla, atriz do LUME.

Durante vários meses, a artista, ao lado dos colegas de grupo – Jesser de Souza, Raquel Scotti Hirson e Renato Ferracini – visitam a ala neurológica de hospitais e conversam com especialistas, familiares e pacientes com demência. Era 2018: “época em que o país mergulhava em um momento de apagamento histórico, obscurantismo e irracionalidades políticas”, contextualiza o ator Renato Ferracini.

Para condução do processo, o grupo convida Emilio García Wehbi – diretor, performer e artista visual argentino, do grupo El Periférico de Objetos (1989), conhecido por suas investigações cênicas no cruzamento entre linguagens. “Emilio nos trouxe algumas questões: seria essa política obscura, que toma conta de nosso país, fruto de uma doença em que a degeneração não pode ser detida pela vontade? Ou seria uma ação manipulada, calculada? Quais seriam as lembranças que queremos esquecer ou sequer tocar?”, lembra Ferracini.

A este ponto da pesquisa, o Alzheimer passa de doença a metáfora. E, agora, o grupo parte em busca de uma memória específica: não mais uma amnésia patológica, mas um esquecimento por opção. “Aquelas memórias que machucam, ferem, e que queremos que permaneçam quietas, inertes. Mergulhamos, então, em nossas sombras pessoais, grupais, sociais, para que pudéssemos compor uma obra de autoficção, ao mesmo tempo simples, direta e política, baseada numa singularidade que deseja se coletivizar”, conta o ator Jesser de Souza.

Cena e autoficção

Kintsugi, filosoficamente, “a beleza da imperfeição”, é uma palavra japonesa que significa literalmente emenda com ouro. Essa arte consiste em reparar a cerâmica quebrada com uma mistura de laca e pó de ouro, prata ou platina e, portanto, as peças restauradas, agora carregadas de história, costumam valer ainda mais que as originais que não sofreram rupturas.

A técnica, que dá nome à montagem, é evocada como metáfora logo na primeira ação da peça, quando os atores fazem um brinde e, em seguida, o ator Renato Ferracini estilhaça, no palco, um vaso de cerâmica. Mais adiante, Renato dirá: “Eu não preciso de vocês”. Esse acidente cobra dos artistas do LUME uma tomada de posição: de que modo juntar os fragmentos daquilo que um dia representou um contorno estável que os uniu enquanto companhia de teatro, durante tantos anos?

No palco, a plateia se depara com uma obra autoficcional e desconstruída, assinada pelo carioca Pedro kosovski – vencedor dos principais prêmios de artes cênicas do país, entre eles, Shell (espetáculo Caranguejo Overdrive), APCA, e APTR. Em “KINTSUGI”, os artistas levam para a cena, de forma não linear e fragmentada, um inventário de 100 memórias: individuais, memórias do grupo e memórias sociais – do Brasil da ditadura à redemocratização. Os relatos vêm acompanhados de objetos que resistiram ao tempo, alguns deles: relíquias de família, fotografias, diários, uma coleção de moedas, revistas e peças de roupa.

Embora o tempo imprima suas marcas e “cicatrizes”, para Pedro Kosovski, “KINTSUGI” fala sobre a escolha de resistir e seguir criando coletivamente. “Uma comunidade não se faz à força e muito menos é um todo irretocável. Uma comunidade se faz pelo desejo. Apesar do momento político do país que atravessamos, tantos traumas, a construção proposta em ‘KINTSUGI’ só poderia ser a de uma utopia: restaurar o desejo de estarmos juntos na diferença, restaurar o desejo de expansão em nossa imaginação política, restaurar fagulhas de um possível futuro, sim”, comenta.

Música

Estudos hoje apontam que músicas conhecidas ativam lugares de memória que “driblam” o hipocampo, primeira região afetada pelo Alzheimer. Em “KINTSUGI, 100 memórias”, ela foi, portanto, um dos motores da pesquisa sobre a doença e inspiração para a criação do desenho sonoro da peça, assinado por Janete El Haouli e José Augusto Mannis. Em cena, o público assiste a três noturnos de Chopin, na interpretação de Brigitte Engerer, transformados e processados eletroacusticamente pelos artistas.

“Encontramos em Janete e Mannis a possibilidade de construção de um ambiente sonoro que compusesse com a camada corporal e cênica, que criasse pontes entre nós e cada espectador, entre nossa autoficção e as memórias de cada espectador; uma sonoridade que criasse um ‘bordado sonoro’, um ‘vapor de som’, com potência de acordar, justamente, memórias”, explica a atriz do LUME, Raquel Scotti Hirson.

Em paralelo às pesquisas sobre o Alzheimer, o grupo também convidou o performer Flávio Rabelo e a coreógrafa e bailarina Jussara Miller para somar ao processo criativo, com provocações artísticas. “Nosso desejo era sair do conforto. Navegamos pela performance, pelo corpo e seus vetores”, diz Raquel.

LUME – 40 anos de arte e resistência

O Lume Teatro – Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais da Unicamp (SP) – celebra em 2025 seus 40 anos de trajetória, arte e resistência. Fundado em 1985, mesmo ano em que o Brasil também dá início à sua transição democrática, o grupo se constituiu como um espaço de pesquisa, liberdade criativa e aprofundamento da técnica do ator, em permanente estado de escuta com o tempo presente. O grupo foi idealizado por Luís Otávio Burnier, que, ao lado do ator Carlos Roberto Simioni, deu início aos trabalhos de investigação da arte da atuação, dos híbridos teatro-dança, teatro-performance, além de pesquisas em palhaçaria, mímesis corpórea, e treinamentos da presença cênica.

Em quatro décadas, o grupo tornou-se conhecido em mais de 30 países e quatro continentes, desenvolvendo parcerias com mestres da cena artística nacional e mundial, como Iben Nagel Rasmussen (Odin Teatret, Dinamarca), Natsu Nakajima e Anzu Furukawa (Japão), Nani e Leris Colombaioni (Itália), Sue Morrison (Canadá), Tadashi Endo (Japão), Kai Bredholt (Odin Teatret, Dinamarca), Norberto Presta (Argentina) e a mineira Grace Passô. Criou mais de 20 espetáculos e mantém 14 em repertório, com os quais atinge públicos diversos de maneiras não-convencionais.

Com sede no Distrito de Barão Geraldo (Campinas/SP), o grupo difunde sua arte e metodologia por meio de oficinas, demonstrações técnicas, intercâmbios de trabalho, projetos itinerantes, trocas culturais, assessorias, simpósios acadêmicos, reflexões teóricas e publicações de livros, que celebram o teatro como a arte do encontro.

Em 2025, ano em que revisita quatro décadas de caminhada democrática, o Lume nos convida a pensar o corpo como território político, a cena como espaço de escuta e a arte como linguagem fundamental para reimaginar o futuro. O Lume transforma cada ação em um convite à presença plena, ao afeto e à imaginação crítica, reafirmando que a arte, quando viva, é uma forma de cuidado com o mundo.

Circuito Liberdade     

O CCBB BH é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas. 

ÚLTIMA SEMANA PARA ASSISTIR A “KINTSUGI, 100 MEMÓRIAS” NO CCBB BH

Até 15 de setembro de 2025, sexta a segunda-feira - 19h

Sessões com interpretação em Libras, aos sábados

Local: Teatro II do CCBB BH (Praça da Liberdade, 450 – Funcionários – BH/MG)

Ingressos no site ccbb e na bilheteria do CCBB BH, a R$30 e R$15 (meia-entrada),

 com desconto de 50% para clientes que realizam o pagamento com cartão Ourocard

Mais informações no site ccbb

Classificação indicativa: 14 anos | Duração: 120 min | Gênero: autoficção 

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!


quinta-feira, 5 de junho de 2025

Maitê Proença e Debora Olivieri voltam ao Rio de Janeiro com a comédia “Duas Irmãs & Um Casamento”

Foto: Thiago Bruno
Sucesso de público e crítica, peça do aclamado dramaturgo inglês Peter Quilter explora, com leveza e sagacidade, as complexas relações familiares, o envelhecimento, o etarismo e a solidão em montagem inédita no Brasil dirigida por Ernesto Piccolo

A comédia “Duas Irmãs & Um Casamento”, com Maitê Proença e Debora Olivieri, está de volta ao Rio de Janeiro. O sucesso, que já passou por Rio, São Paulo, Petrópolis, Brasília e Belo Horizonte com lotações esgotadas, fará curtíssima temporada no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea, de 13 a 29 de junho, sextas e sábados, às 20h, e domingo, às 19h. Encenada na Europa e inédita no Brasil, a peça do renomado dramaturgo inglês Peter Quilter traz uma história emocionante e divertida sobre a complexidade dos laços familiares, sororidade, etarismo, autoestima, desejos e amor. A direção é de Ernesto Piccolo.

O público acompanha o reencontro de duas irmãs, Catarina (Maitê Proença) e Rosa (Debora Olivieri), ambas na faixa dos 60 anos, que se reúnem em uma pitoresca casa de campo para organizar um casamento. Catarina, sofisticada e bem-sucedida, enfrenta os desafios de múltiplos divórcios, enquanto Rosa, solteira e independente, traz uma perspectiva não convencional à sua vida. Juntas, elas relembram o passado e confrontam seus medos e anseios, através de confissões hilariantes e memórias evocadas, trazendo uma mensagem de esperança e celebração da vida. A narrativa é repleta de risos, memórias e uma pitada de loucura.

A peça aborda temas universais como o envelhecimento, a solidão e a importância da família, oferecendo uma reflexão sobre o que realmente vale a pena na vida. Com humor sarcástico, mas também afetuoso e inteligente, a comédia desafia estereótipos e encoraja o espectador a encontrar alegria nos momentos mais inesperados, destacando a importância do amor e da amizade.

Peter Quilter e Ernesto Piccolo são os responsáveis por outro grande sucesso no Brasil: “Duetos”, protagonizado por Patricya Travassos e Eduardo Moscovis, que já atraiu mais de 100 mil espectadores em 14 cidades. No cenário internacional, a peça foi montada em mais de 20 países e traduzida para mais de 10 idiomas, reforçando a reputação de Quilter como um dos mais populares autores de comédia teatral contemporânea.

“Duas Irmãs & Um Casamento” é apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Brasilcap, com patrocínio do Laboratório Cristália, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.  

Sobre MAITÊ PROENÇA:

É uma renomada atriz, escritora e apresentadora brasileira, com uma carreira de mais de quatro décadas no teatro, cinema e televisão. Iniciou sua trajetória artística nos anos 1980, tornando-se conhecida por papéis marcantes em novelas da TV, como "As Três Marias" e "Gabriela", na Globo, e, "Dona Beija", na Manchete. Além da televisão, Maitê destacou-se no cinema, participando de filmes como "Kuarup" e "A Dama do Cine Shanghai". No teatro, estrelou diversas peças de sucesso, como "A Mulher de Bath", "As Meninas" e "À Beira do Abismo Me Cresceram Asas". Como escritora, lançou livros aclamados, incluindo "Uma Vida Inventada" e "Entre Ossos e a Escrita". Como apresentadora esteve à frente de programas como "Saia Justa" onde exibiu ainda mais a sua versatilidade artística. Proença também é reconhecida por suas palestras, abordando temas como "Motivação e Superação", impactando públicos por todo o Brasil. 

Sobre DEBORA OLIVIERI:

É uma atriz brasileira com uma carreira de mais de 40 anos, reconhecida por seu trabalho no teatro, televisão e cinema. Nascida em São Paulo, é filha do também ator Felipe Wagner e sobrinha da atriz Ida Gomes. Débora iniciou sua trajetória na televisão em programas como "Os Trapalhões" e "Rá-Tim-Bum", e consolidou sua carreira em telenovelas como "Chiquititas" (onde interpretou a vilã Carmem), "Terra Nostra", "Êta Mundo Bom!" e "Salve-se Quem Puder". Ela também participou de minisséries como "Presença de Anita" e "Desejos de Mulher", e em séries de humor, como "Toma Lá, Dá Cá" e "Pé na Cova". No cinema, Débora atuou em filmes como "Isolados" e "O Vendedor de Passados", além de curtas e longas de destaque. No teatro, sua atuação foi amplamente aclamada em peças como "O Diário de Anne Frank" e "Rosa", pela qual foi indicada ao Prêmio Shell e ao Prêmio APTR de Teatro de Melhor Atriz.

Sobre ERNESTO PICCOLO:

O diretor, aclamado como o "rei das comédias cariocas," é responsável por uma série de sucessos teatrais. Além de "Duetos," Piccolo dirigiu "A História de Nós Dois" com Alexandra Richter, que permaneceu mais de 15 anos em cartaz, e "Doidas & Santas," estrelada por Cissa Guimarães, que celebra 10 anos de sucesso este ano. Outro grande destaque em sua carreira são os blockbusters "Divã", protagonizado por Lília Cabral, que também foi adaptado para o cinema e a adaptação para o teatro de "D.P.A." do canal Gloob. A série, que está há mais de 10 anos no ar, já rendeu três filmes e está em sua segunda versão para o teatro pelas mãos do diretor.

Sobre PETER QUILTER:

É conhecido por sucessos como "Duetos," atualmente em cartaz no Brasil com Patricya Travassos e Eduardo Moscovis. "Duetos" já foi visto por mais de 180 mil pessoas e encenado em mais de 20 países. Quilter tem peças apresentadas na Broadway e no West End, e seus roteiros foram adaptados para Hollywood. Entre seus sucessos, destaca-se o espetáculo "Gloriosa," encenado no Brasil por Marília Pêra e Eduardo Galvão. Esta peça foi adaptada para o cinema como "Florence Foster Jenkins," estrelado por Meryl Streep, que foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz, e o filme também recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Figurino.

Quilter é também o autor de “Além do Arco-Íris”, que no Brasil foi protagonizado por Claudia Netto. Este musical ganhou três indicações ao Tony Award e quatro ao Olivier Award, incluindo Melhor Nova Peça. Foi adaptado para o cinema como “Judy”, estrelado por Renée Zellweger, que ganhou o Oscar de Melhor Atriz pelo papel. O inglês escreveu dezenas de peças de sucesso, com seu trabalho sendo apresentado nos principais teatros em mais de 40 países ao redor do mundo e traduzido para mais de 30 idiomas.

Sobre a BRASILCAP:

Desde 1995, já distribuiu mais de R$ 2,5 bilhões em prêmios, que abrangem aproximadamente 700 mil títulos contemplados. Atualmente, a Companhia conta com mais de 2,5 milhões de clientes e um portfólio diferenciado de soluções de capitalização. Como referência de mercado, a Brasilcap entende que é seu papel transformar a realidade da sociedade.  Por isso, a companhia incentiva projetos de desenvolvimento, divulgação e preservação da cultura brasileira, ao apoiar exposições, peças teatrais, musicais, filmes, entre outras manifestações artísticas, tanto por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, como de forma direta.

Sobre o LABORATÓRIO CRISTÁLIA:

Fundado há 52 anos,  é uma das maiores indústrias farmacêutica, farmoquímica e de biotecnologia do país. Fornece medicamentos essenciais para 95% dos hospitais brasileiros e está presente em mais de 65 mil farmácias. Com 10 plantas industriais, produz não apenas o medicamento final, mas é também o maior produtor de IFAs -Insumos Farmacêuticos Ativos- sediado no Brasil. O Cristália acredita que Cultura faz bem à saúde. Por isso o laboratório possui um calendário de apoio a eventos durante todo o ano, com atividades regionais culturais e esportivas e para o grande público com espetáculos de alta qualidade, como “Duas Irmãs & Um Casamento”.

Sobre a INOVA BRAND:

Em parceria com a Everybody Produções, é responsável pela produção, comercial e marketing do espetáculo "Duas Irmãs & Um Casamento", de Peter Quilter, estrelado por Maitê Proença e Debora Olivieri, sob a direção de Ernesto Piccolo. Especializada em entretenimento e cultura, a Inova já gerenciou o marketing de mais de 80 produções teatrais e atua como produtora.

Atualmente, lidera a produção geral, marketing e comercial do espetáculo "Duetos, A Comédia de Peter Quilter", protagonizado por Patricya Travassos e Eduardo Moscovis. "Duetos" já atraiu mais de 100 mil espectadores em 14 cidades brasileiras, mantendo temporadas no Rio de Janeiro e São Paulo, além de excursionar por outras regiões do país. Internacionalmente, a peça foi produzida em mais de 20 países e traduzida para mais de 10 idiomas.

Além disso, a Inova Brand está à frente da produção, comercial e marketing de "Sonho Encantado de Cordel, O Musical", inspirado no enredo de 2005, criado por Rosa Magalhães para a Imperatriz Leopoldinense, em homenagem ao centenário de Hans Christian Andersen. Com 14 atores, cantores e multi-instrumentistas, a peça une a vida e os contos de fadas do renomado autor à rica tradição da literatura de cordel, ambientada no Nordeste brasileiro. Com temporadas em São Paulo e Rio de Janeiro, o musical também fará uma turnê por seis cidades do Nordeste e Brasília.

Para 2025, a Inova já confirmou duas novas estreias: a comédia inédita de Peter Quilter, "A Manhã Seguinte", e o aguardado "TV Colosso, O Musical", inspirado no icônico programa da TV Globo.

A agência também mantém uma parceria de produção com a Ziss Entretenimento, com projetos como "Avenida Brasil, O Musical", licenciado pela TV Globo, e "A Infância de Romeu e Julieta, O Musical", licenciado pelo SBT.

Atualmente, a Inova Brand também é responsável pelo marketing de "D.P.A. A PEÇA", adaptação oficial da série de televisão "D.P.A.", exibida há mais de 10 anos no canal Gloob e que já conta com quatro filmes de grande sucesso, vistos por milhões de espectadores. Em sua segunda edição, a peça percorreu mais de 20 cidades brasileiras, após temporadas de êxito no Rio de Janeiro e São Paulo, sob produção da Ziss Entretenimento. Além disso, a agência gerencia o marketing de espetáculos como "A Iluminada", estrelado por Heloísa Périssé, e de outras produções externas.

Ficha técnica:

Elenco: Maitê Proença e Debora Olivieri

Texto: Peter Quilter

Adaptação de Texto: Patricya Travassos e Ernesto Piccolo

Tradução: Marta Metzler

Direção: Ernesto Piccolo

Cenário: Rostand Albuquerque

Figurino: Marília Carneiro

Iluminação: Luiz Paulo Nenen

Visagismo: Rafael Senna

Trilha Sonora: Rodrigo Penna

Adereços de cena: Adriana Barbosa e Barbara Quadros

Costura de cenário: Rosângela Lapas

Cenotécnica: Galpão6Centos Cenografia

Fotos de estúdio: Thiago Bruno

Assessoria de Imprensa: Carlos Pinho

Prestação de Contas: Andreia Fernandes

Assistência de Direção: João Maia

Cenógrafa Assistente: Barbara Quadros

Figurinista Assistente: Patricia Muniz

Produção Administrativa: Filomena Mancuzo

Coordenação de Produção: Ana Paula Abreu e Renata Blasi

Idealização e Produção Geral: Sérgio Lopes

Marketing, Comercial e Produção: Mauricio Tavares

“Duas Irmãs & Um Casamento”

ONDE: Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52, loja 265, 2o andar, Gávea – Rio de Janeiro

TEMPORADA: de 13 a 29 de junho, sextas e sábados, às 20h, e domingo, às 19h

Ingressos: de R$ 70 a R$ 140, vendas na bilheteria do teatro e no site Sympla

Classificação etária: 14 anos

Duração: 80 minutos

Rede social oficial do espetáculo: Instagram:duasirmaseumcasamento  

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

Orquestra Sinfônica de Minas Gerais realiza concerto especial para o Dia dos Namorados

Foto: Jean Paulo 
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Programa reúne obras líricas de Mozart, Schumann e Weber, com regência do maestro convidado Helder Trefzger e participação especial da pianista Patrícia Yamazaki, prodígio de 16 anos

A Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG) apresentará concerto dedicado ao Dia dos Namorados, com peças que evocam o amor através dos tempos. Integrante da série Concertos da Liberdade, a apresentação será regida pelo maestro convidado Helder Trefzger, diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo. A récita também terá a participação especial da talentosa pianista Patrícia Yamazaki, um prodígio, de 16 anos, vencedora da primeira edição do "Concurso Nacional Ligia Amadio para Mulheres Solistas", que leva o nome da regente titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Na programação, obras de Carl Maria von Weber, Wolfgang Amadeus Mozart e Robert Schumann traduzem o lirismo do amor e prometem embalar os casais. A apresentação será na quarta-feira (11), às 20h, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, com ingressos a preços populares, à venda na bilheteria do Palácio das Artes e no Eventim. Na terça-feira (10), o público poderá acompanhar trechos do concerto, ao meio-dia, com entrada gratuita, sem retirada prévia de bilhete.

As três peças que serão executadas são emblemas dos períodos clássico e romântico. A “Abertura” da ópera “Oberon”, de Weber, é um breve poema sinfônico, que inicia a última composição operística do autor alemão, uma das primeiras obras do gênero no Romantismo. A obra começa com o chamado da trompa mágica de Oberon, rei das fadas na mitologia celta. Entre os encantos que as fadas criam, está a realização do amor humano. Já a “Sinfonia nº 4 em ré menor” de Schumann, tem o epíteto de “Fantasia Sinfônica”, por suas melodias suaves e sinuosas. Seu segundo movimento, “Romance”, convida à introspecção, em atmosfera melancólica e delicada. Acredita-se que tenha sido uma declaração de amor à esposa do compositor, Clara Wieck, por quem ele esperou por anos, devido a conflitos familiares. Depois de casados, passaram 26 anos juntos, até a morte do compositor.

Ponto alto da apresentação da OSMG, o “Concerto nº 21 para piano e orquestra”, de Mozart, terá o piano executado pela Patrícia Yamazaki, adolescente virtuose, com carreira em ascensão. Um dos mais conhecidos concertos do compositor austríaco, a obra caiu no gosto popular com o filme sueco “Elvira Madigan”, de Bo Widerberg (1967), que se valeu do movimento “Andante”, um dos mais líricos de Mozart, para criar a ambiência do trágico romance narrado.

A apresentação “Concertos da Liberdade - Dia dos Namorados” é realizada pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e do Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e da ArcelorMittal, Patrocínio da Vivo e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. O Palácio das Artes integra o Circuito Liberdade, que reúne 35 equipamentos com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. A ação é viabilizada por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LEIC) e pela Lei Federal de Incentivo à Cultura. Vale-Cultura. Governo Federal, Brasil: União e Reconstrução

Pianista em ascensão vertiginosa — Patrícia Yamazaki tem 16 anos e nasceu em Rondônia, em uma família musical. Seu primeiro recital foi com dois anos de idade, encantando a todos com um pequeno violino. Ela frequenta, desde essa época, os concertos da Orquestra Villa-Lobos de Porto Velho, cujo regente é seu pai, Marcelo Yamazaki Carvalho. Nessa orquestra, já tocou violino, viola e atualmente toca violoncelo. Multi-instrumentista, Yamazaki foi contemplada em diversas premiações para piano no Brasil e no exterior, entre elas a que homenageia Ligia Amadio

A pianista, precoce, amparada pela família e determinada por natureza, sente que será um concerto especial. “Ganhei em 2024 o primeiro prêmio que presta tributo à regente titular da Sinfônica de Minas Gerais. Sei o que significa ser convidada especial do concerto. São reconhecimentos que vem se somando na minha carreira e trabalho para estar à altura sempre. Admiro profundamente esse corpo artístico da Fundação Clóvis Salgado e estarei em Belo Horizonte, afinal, para levar amor em forma de música de alto nível, celebrando o dia reservado aos namorados”, afirma Patrícia Yamazaki.

ORQUESTRA SINFÔNICA DE MINAS GERAIS – Considerada uma das mais ativas do país, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais cumpre o papel de difusora da música erudita, diversificando sua atuação em óperas, balés, concertos e apresentações ao ar livre. Criada em 1976, foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural do Estado de Minas Gerais. Participa da política de difusão da música sinfônica promovida pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado (FCS), a partir da realização dos projetos Concertos da Liberdade – Sinfônica ao Meio-Dia e Sinfônica em Concerto –, Concerto nos Parques, Concertos Comentados e Sinfônica Pop, além de integrar as temporadas de óperas realizadas pela FCS. Mantém permanente aprimoramento da sua performance executando repertório que abrange todos os períodos da música sinfônica, além de grandes sucessos da música popular. Ligia Amadio é a sua atual regente titular e diretora musical.

FUNDAÇÃO CLÓVIS SALGADO – Com a missão de fomentar a criação, formação, produção e difusão da arte e da cultura no estado, a Fundação Clóvis Salgado (FCS) é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult). Artes visuais, cinema, dança, música erudita e popular, ópera e teatro constituem alguns dos campos onde se desenvolvem as inúmeras atividades oferecidas aos visitantes do Palácio das Artes, CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais – e Palácio da Liberdade, espaços geridos pela FCS. A Instituição é responsável também pela gestão dos corpos artísticos – Cia de Dança Palácio das Artes, Coral Lírico de Minas Gerais e Orquestra Sinfônica de Minas Gerais –, do Cine Humberto Mauro, das Galerias de Arte e do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart). A Fundação Clóvis Salgado é responsável, ainda, pela gestão do Circuito Liberdade, do qual fazem parte o Palácio das Artes, Palácio da Liberdade e a CâmeraSete. Em 2021, quando celebrou 50 anos, a FCS ampliou sua atuação em plataformas virtuais, disponibilizando sua programação para público amplo e variado. O conjunto dessas atividades fortalece seu caráter público, sendo um espaço de todos e para todas as pessoas.

“Concertos da Liberdade - Dia dos Namorados”

Datas: 11 de junho de 2025

Horários: 20h

Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes – Palácio das Artes

(Avenida Afonso Pena, 1537, Centro – Belo Horizonte)

Classificações indicativas: 10 anos

Ingressos: R$30,00 a inteira e R$15,00 a meia-entrada

Datas: 10 de junho de 2025

Horários: 12h

Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes – Palácio das Artes

(Avenida Afonso Pena, 1537, Centro – Belo Horizonte)

Classificações indicativas: 10 anos

Ingressos: entrada gratuita, sem retirada prévia de ingresso

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quinta-feira, 22 de maio de 2025

Roberta Sá encerra a edição 2025 do projeto “Uma voz, um instrumento”

Foto: Maju Magalhães 
A cantora Roberta Sá encerra a edição 2025 do projeto “Uma voz, um instrumento”, em Junho, na quinta-feira (12), com o inédito show em Belo Horizonte, “Tudo Que Cantei Sou”.  A cantora e compositora celebra duas décadas de carreira discográfica, em show intimista no formato voz, bandolim e violão. No repertório, canções emblemáticas que marcaram a trajetória da artista. Belo Horizonte será a primeira cidade a receber o ainda inédito show, que durante o mês de junho cumprirá temporada no Teatro Ipanema, Rio de Janeiro.

Há 20 anos, Roberta Sá impactava o cenário musical brasileiro com o lançamento do hoje histórico “Braseiro”, " (MP, B / Universal Music), seu primeiro álbum, cuja recepção foi marcada por elogios da crítica especializada. De 2005 para cá, a cantora – que nasceu em Natal (RN) e se mudou para o Rio de Janeiro ainda criança – desenvolveu uma sólida trajetória, que vai ser celebrada, ao longo de 2025, nos palcos, com o show "Tudo Que Cantei Sou".

Nestas duas décadas de trabalho, Roberta Sá firmou-se como uma das grandes representantes da música brasileira contemporânea. Recebeu inúmeros prêmios e indicações, além de ter compartilhado gravações com Alcione, António Zambujo, Beth Carvalho, Chico Buarque, Gilberto Gil, Martinho da Vila, Ney Matogrosso e Zeca Pagodinho, entre outros. Do regional ao pop, passando por sambas e forrós, Roberta Sá realizou trabalhos com forte presença de ritmos e compositores nacionais. Revelou artistas, homenageou icônicos nomes e realizou vitoriosas turnês com assinatura própria.

No show “Tudo Que Cantei Sou”, em formato intimista, Roberta Sá se apresenta acompanhada pelos músicos Alaan Monteiro (bandolim / cavaquinho) e Gabriel de Aquino (violão), para cantar canções de "Braseiro", além de outros sucessos que marcaram os seus 20 anos de carreira discográfica. No setlist, músicas gravadas nos álbuns "Que Belo Estranho Dia Para Se Ter Alegria", "Quando o Canto é Reza", "Segunda Pele", "Delírio" e "Sambasá", seu último lançamento - e que lhe rendeu uma indicação ao Grammy Latino, em 2023.

 “Uma voz, um instrumento” – 2025

A nona edição do projeto “Uma voz, um instrumento” celebra os 90 anos do Minas Tênis Clube, e propõe um diálogo com a música popular brasileira contemporânea. Ana Cañas e Almério criaram shows exclusivamente para essa temporada. Lô Borges e Roberta Sá apresentarão shows inéditos em BH.

Criado em 2016 pelo gestor/produtor cultural e diretor artístico Pedrinho Alves Madeira, e sempre realizado através da parceria entre o Minas Tênis Clube e a Alves Madeira Comunicação e Produção, o projeto tem como proposta apresentar shows no formato acústico, com o artista acompanhando-se ou tendo mais dois músicos como parceiros de palco. Zizi Possi, Mônica Salmaso, Paulinho Moska, Marcelo Jeneci, Tulipa Ruiz, Xênia França, Angela Ro Ro, João Donato, Zezé Motta, Vânia Bastos, Zé Renato, Zélia Duncan, Edson Cordeiro, Angela Maria, Teresa Cristina, Fafá de Belém, Ed Motta, Amelinha, Paulo Miklos e Zé Manoel, são alguns dos nomes que já se apresentaram no bem sucedido projeto.

ROBERTA SÁ - PROJETO “UMA VOZ, UM INSTRUMENTO”

Show:  Roberta Sá - Tudo que cantei sou

Data: 12 de junho(quinta-feira) 

Horário: 20 horas

Local: Centro Cultural Unimed-BH Minas (Rua da Bahia, 2244 – Lourdes, Belo Horizonte)

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia), à venda nas bilheterias do teatro e no site Sympla 

Classificação: Livre

Outras informações: (31) 3516-1360

Criação, Produção e Comunicação: Alves Madeira Comunicação e Produção

Realização: CENTRO CULTURAL UNIMED-BH MINAS

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segunda-feira, 5 de maio de 2025

Rock & Brasa vai movimentar Contagem neste sábado

Foto: Divulgação 

Evento, que começa às 14h no Rooftop do Shopping do Avião, terá Lurex, Hard and Heavy, Velotrol, Cia Supertramp, Wild Mary e DG BG; entrada grátis das 14h às 18h

O som do rock’n’roll vai tomar conta do Rooftop do Shopping do Avião, em Contagem, com a chegada do Rock & Brasa, festival que vai reunir grandes bandas da cena musical mineira. A gastronomia também será destaque, com diferenciados cortes de churrasco. O evento será neste sábado (10), a partir das 14h, na Avenida Babita Camargos, 1.295, na Cidade Industrial. A entrada é grátis das 14h às 18h.

Para animar a festa, os roqueiros de plantão vão contar com shows que prometem muita animação e energia. No palco, as bandas vão apresentar os grandes clássicos do rock. Na line-up estão: Lurex, que fará seu tributo à banda Queen. Já a Dona Odeteh apresentará o melhor do rock nacional e internacional dos anos 80. A banda Hard and Heavy traz repertório com sucessos do hard rock e do heavy metal. E a Velotrol preparou um repertório com clássicos do rock internacional. A Cia Supertramp fará tributo imperdível à banda Supertramp. Já a Wild Mary vai animar o público com clássicos do rock internacional e pop rock. O DJ BG também marcará presença.

Além da música, o público vai poder saborear o tradicional churrasco, feito na brasa e com cortes selecionados. Para acompanhar, nada melhor que uma bebida gelada. Haverá uma super promoção. Trata-se de rodada dupla de chopp das 14h às 16h.

Os ingressos podem ser adquiridos no site do Sympla 

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terça-feira, 1 de abril de 2025

Família Dindim em BH: teatro que ajuda pais e filhos a falarem sobre dinheiro

Foto: Divulgação 

Teatro, infância e educação financeira: peça "Família Dindim" chega a Belo Horizonte com sessão especial para escolas e entrada gratuita para professores da rede pública

Na sexta-feira (4), sábado (5) e domingo (6),  o público pode conferir o espetáculo infantil “Família Dindim”, que une teatro, música e temas atuais da vida cotidiana em uma história sensível sobre dinheiro, escolhas e afeto. As apresentações acontecem no Centro Cultural Unimed-BH Minas, no 5º andar do Minas Tênis Clube (Rua da Bahia, 2.244 – Lourdes). Professores da rede pública têm entrada gratuita nos dias 5 e 6, mediante agendamento. 

A montagem, dirigida por Carla Candiotto, com texto e músicas originais de Gustavo Kurlat, apresenta uma história que gira em torno de uma semana muito especial na escola: o desafio de criar um projeto de educação financeira. Os irmãos Mateus e Catarina mergulham em reflexões e descobertas sobre o uso do dinheiro, seus desejos, suas prioridades e os dilemas da vida em família. Enquanto Mateus quer comprar uma chuteira nova, Catarina carrega um segredo que aos poucos será revelado. Em casa, os pais, Dona Joana e Seu Augusto, tentam manter o orçamento equilibrado e apoiar os filhos, mesmo com dificuldades e confusões que tornam a missão mais engraçada — e mais real. 

Para garantir que a peça esteja alinhada às diretrizes educacionais, o professor Milton Sgambatti, doutor em Educação Matemática, colaborou na adaptação pedagógica da narrativa. Segundo ele, “conceitos financeiros ganham mais concretude quando inseridos em um enredo narrativo com o qual as crianças se identificam. O teatro é uma poderosa ferramenta lúdica que reforça o trabalho que muitas escolas já desenvolvem”.  

No Colégio Equipe, em São Paulo, por exemplo, alunos do 5º ano organizam vendas, bazares e bingos para financiar uma viagem ao campo. Já os estudantes do 9º ano criam um cinema dentro da escola e promovem rifas para arrecadar recursos para a formatura. No ensino médio, é tradicional o leilão de arte com obras doadas por pais artistas. Segundo a diretora Luciana Fevorini, a proposta é que os alunos vivenciem a organização coletiva, tomem decisões em grupo e desenvolvam consciência financeira desde cedo. 

Além da apresentação, Família Dindim oferece às escolas um material pedagógico complementar voltado a professores, com sugestões de atividades para trabalhar o conteúdo da peça em sala de aula.  

A sessão do dia 4 de abril, às 15h, é voltada exclusivamente para escolas interessadas em levar seus alunos. Para participar, é necessário agendamento prévio pelo e-mail familiadindimteatro@gmail.com. Já nos dias 5 e 6, as apresentações são abertas ao público, às 17h. Os ingressos estão disponíveis no site Sympla. 

Espetáculo infantil “Família Dindim” 

Local: Centro Cultural Unimed-BH Minas (Rua da Bahia, 2.244 – 5º andar – Lourdes, Belo Horizonte) 

Dias e horários: 

4 de abril (quinta-feira), às 15h – sessão exclusiva para escolas (mediante agendamento) 

5 de abril (sexta-feira), às 17h 

6 de abril (sábado), às 17h 

Ingressos: disponíveis na plataforma Sympla 

Professores da rede pública têm entrada gratuita nos dias 5 e 6 (com agendamento pelo e-mail abaixo e apresentação de comprovante) 

Agendamentos escolares: familiadindimteatro@gmail.com 

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Sistema Fecomércio MG celebra 70 anos da primeira unidade do Sesc em Minas

Foto: Arquivo Sesc

Sesc Santa Quitéria, em Belo Horizonte, comemora o marco temporal com evento aberto ao público nesta terça-feira 

O Sistema Fecomércio MG celebra, nesta terça-feira (1º), os 70 anos do Sesc Santa Quitéria – a primeira unidade do Sesc em Minas. Aberto ao público e gratuito, o evento comemorativo acontece às 14h, na unidade, localizada na rua Santa Quitéria, 566 - Carlos Prates, em Belo Horizonte. A programação conta com apresentações de sapateado e de dancehall.

História

O Sesc Santa Quitéria tem suas origens no Centro Social Carlos Prates, inaugurado em 1º de abril de 1955. A escolha do local foi baseada em pesquisas que identificaram regiões com alta concentração de comerciários e comerciárias em Belo Horizonte.

Inicialmente instalado em uma casa alugada na rua Prados, o espaço atendia a cerca de 5 mil profissionais do comércio, oferecendo atividades como recreação infantil, corte e costura, arte culinária e enfermagem do lar. Com a crescente adesão do público, o Conselho Regional aprovou a construção de uma sede própria, inaugurada no dia 22 de fevereiro de 1958, na Rua Santa Quitéria. 

Ao longo das décadas, a unidade expandiu suas instalações e serviços. Em 1970, passou a oferecer ensino supletivo e adotou o nome de Centro de Atividades Carlos Prates. A década de 1970 também foi marcada pelo início dos trabalhos com a terceira idade, a construção da piscina e a modernização da infraestrutura, culminando, em 1979, com a inauguração de um ginásio coberto.

Nos anos seguintes, novas ampliações foram realizadas, incluindo a aquisição de terrenos adjacentes, a reforma das quadras esportivas e a ampliação dos serviços de assistência social, como atendimento odontológico e nutrição. 

Em 2005, o Sesc Santa Quitéria celebrou seu cinquentenário com eventos comemorativos. No ano seguinte, foi lançado o livro Arquitetura do Olhar, fruto de oficinas literárias voltadas para o público idoso, reforçando o pioneirismo da unidade no trabalho social com a terceira idade.

Com novas parcerias e projetos, como o Criar, implantado em 2013, a unidade se consolidou como referência em Educação, Lazer e Assistência para a comunidade comerciária de Belo Horizonte.

Sobre a Fecomércio MG e o Sesc em Minas

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG) é a principal entidade representativa do setor do comércio de bens, serviços e turismo no estado, abrangendo mais de 750 mil empresas e 54 sindicatos. Hoje sob a presidência de Nadim Elias Donato Filho, a Fecomércio MG atua há 86 anos como porta-voz das demandas do empresariado, buscando soluções através do diálogo com o poder público e a sociedade.

Outra importante atribuição da entidade é a administração do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em Minas Gerais. A atuação integrada das três casas fortalece a promoção de serviços que beneficiam comerciários e comerciárias, empresários e empresárias e a comunidade em geral, a partir de suas diversas unidades distribuídas pelo estado.

Há quase 80 anos, o Sesc cumpre a missão de promover o encontro das pessoas com o bem-estar e a qualidade de vida. São encontros diários com a Ação Social, a Saúde, a Educação, o Turismo, o Lazer, o Esporte e a Cultura. Fundado pela Confederação Nacional do Comércio em 13 de setembro de 1946, o Sesc em Minas é uma instituição privada mantida pela contribuição sindical do empresariado do comércio.  Em Minas Gerais, o Sesc atua em todas as regiões do estado, com 38 unidades fixas e 13 unidades móveis.

Celebração dos 70 anos do Sesc Santa Quitéria

Data: terça-feira, 1º/04

Horário: 14h

Local: Sesc Santa Quitéria (Rua Santa Quitéria, 566 - Carlos Prates, Belo Horizonte)

Evento gratuito - aberto ao público

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quinta-feira, 27 de março de 2025

Curta "Desdobráveis" tem duas sessões no Palacio das Artes

 

Foto: Gilberto Goulart

Filme é uma produção audiovisual da Kinesis Improvisação em Dança e foi gravado em Minas Gerais

Belo Horizonte recebe na sala Humberto Mauro, no Palácio das Artes, duas sessões exclusivas de “Desdobráveis”,  um curta-metragem de dança, que celebra as mulheres múltiplas, em todos os seus desdobramentos, tanto os que habitam seu universo particular, quanto os que se ampliam a partir dele. São os diferentes papeis sociais que elas exercem ao longo de uma vida, ou seja, profissional, mãe, filha, esposa, companheira, amiga. Nesses percursos, elas desdobram, ainda, sentimentos como medo, culpa, orgulho, amor, paixão, fé, conforto, desconforto, força, fragilidade, ousadia, alegria, paz e esperança. E, por fim, são atravessadas também por outras mulheres que cruzam seus caminhos e multiplicam suas potências. As exibições acontecem nesta sexta-feira (28) e sábado (29), às 20h. Ingressos à venda na bilheteria do Palácio das Artes ou no site Eventim.

Entre todos os desdobramentos mostrados no filme, de papeis, sentimentos e relações, muitas vezes, perdidas entre responsabilidades concretas, resiste, em cada uma, a mesma mulher: a  desejante, repleta de sonhos, inspirações e aspirações, que vão muito além de todo o roteiro social e cultural imposto. 

Como o diálogo entre essas muitas mulheres, de dentro e fora, nem sempre é contínuo, as bailarinas se movimentam em gestos de expansão, recolhimento, ruptura e reconexão.

O nome “Desdobráveis” nasceu dos últimos versos do poema “Com licença poética”, de Adélia Prado, que afirma: “Mulher é desdobrável. Eu sou”. A poesia da escritora mineira  foi um dos elementos usados para inspirar o processo de criação dos movimentos das bailarinas, também orientadas por outros estímulos artísticos e, sobretudo, pela partilha de movimentos entre elas, que resultou em novas partituras dançantes, num trabalho autoral coletivo, desdobrado, principalmente, a partir da conexão. Esse percurso é costurado ainda por trechos de narrativas e reflexões de cada personagem, numa visão final dessa multiplicidade, conferida pelo olhar da edição e da direção. 

As doze bailarinas são mulheres que fazem parte da Kinesis, o único espaço totalmente dedicado à improvisação em dança de Belo Horizonte. A base do trabalho é o método desenvolvido pela diretora do espaço e da companhia de mesmo nome, Renatha Maia, sistematizado em sua dissertação de mestrado em Pedagogia, defendida na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). O Método Kinesis de dança parte do princípio de que todas podem dançar e, por isso, um de seus pilares é o acolhimento às singularidades de cada bailarina, porque acredita no potencial criativo singular e subjetivo de cada mulher, e convoca as bailarinas no lugar de intérpretes-criadoras.

Ficha técnica:

Direção Geral: Renatha Maia

Direção Artística: Renatha Maia e Gilberto Goulart

Roteiro: Grazielle Mendes

Direção de Fotografia/Arte: Gilberto Goulart

Direção de Produção: Samuel Carvalho

Trilha Sonora: Gilberto Goulart

Intérpretes criadoras: 

Danielle Monteiro

Denize Souza

Fernanda Maciel

Flávia Avila

Grazielle Mendes

Hortência Maia

Letícia Cabral

Luísa Prates

Mariana Lopes

Mariana Faleiro

Michele Santos

Renata Terroba

Vale muito a pena conferir a produção, que chega em cartaz justo na época em que o nosso cinema brasileiro se destaca pelo mundo. Garanta seus ingressos.

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sexta-feira, 14 de março de 2025

Músicos da Filarmônica de Minas Gerais fazem seu primeiro concerto da série "Filarmônica em Câmara"

Foto: Luciano Viana
Na terça-feira (18), às 20h30, na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte,músicos e musicistas da Orquestra apresentam o primeiro concerto do ano da série Filarmônica em Câmara. O clarinetista Jonatas Bueno e o percussionista Sérgio Aluotto abrem a noite com a obra Imagens, do compositor brasileiro Ronaldo Miranda. As musicistas Renata Xavier, na flauta, Maria Fernanda Gonçalves, no oboé, e os músicos Alexandre Silva, no clarinete, Mateus Almeida, no fagote, e José Francisco dos Santos, na trompa, interpretam a obra de Ravel, Le Tombeau de Couperin para quinteto de sopros. O octeto para cordas em Mi bemol Maior, op. 20, de Mendelssohn, encerra o concerto da noite com os músicos Rommel Fernandes, Ara Harutyunyan, Gabriel Almeida e a musicista Hyu-Kyung Jung, nos violinos, Mikhail Bugaev e Valentina Shmyreva, nas violas, Isaac Andrade e Eduardo Swerts, nos violoncelos. Ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) no site www.filarmonica.art.br e na bilheteria da Sala Minas Gerais. Este concerto terá interpretação em libras.

Este projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Governo de Minas Gerais por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Mantenedor: Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais. Apoio: Circuito Liberdade e Programa Amigos da Filarmônica. Realização: Instituto Cultural Filarmônica, Governo de Minas Gerais, Funarte, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Filarmônica em Câmara

18 de março – 20h30

Sala Minas Gerais

 R. MIRANDA                 Imagens

 Jonas Bueno, clarinete

Sérgio Aluotto, percussão

RAVEL/M. Jones          Le Tombeau de Couperin para quinteto de sopros

Renata Xavier, flauta

Maria Fernanda Gonçalves, oboé

Alexandre Silva, clarinete

Mateus Almeida, fagote

José Francisco dos Santos, trompa

 MENDELSSOHN            Octeto para cordas em mi bemol maior, op. 20

Rommel Fernandes, violino

Ara Harutyunyan, violino

Hyu-Kyung Jung, violino

Gabriel Almeida, violino

Mikhail Bugaev, viola

Valentina Shmyreva, viola

Isaac Andrade, violoncelo

Eduardo Swerts, violoncelo

 INGRESSOS:

R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Ingressos para Coro e Terraço serão comercializados somente após a venda dos demais setores.

Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.

Informações: (31) 3219-9000 

Bilheteria da Sala Minas Gerais

Horário de funcionamento

Dias sem concerto:

3ª a 6ª — 12h a 20h

Sábado — 12h a 18h 

 Em dias de concerto, o horário da bilheteria é diferente:

— 12h a 22h — quando o concerto é durante a semana 

— 12h a 20h — quando o concerto é no sábado 

— 9h a 13h — quando o concerto é no domingo

 São aceitos:

Cartões das bandeiras Elo, Mastercard e Visa

Pix

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segunda-feira, 10 de março de 2025

PBH inaugura exposição na Casa do Baile em parceria com Instituto Cervantes

Foto: José Manuel Ballester

A Casa do Baile – Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design, na Pampulha, em Belo Horizonte, recebe a exposição "Maravilha", que reúne obras do fotógrafo e artista plástico espanhol José Manuel Ballester. A exposição é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, e o Instituto Cervantes. A visitação é gratuita e estará aberta ao público a partir de sexta-feira (14).

Com curadoria de Juan Manuel Bonet, “Maravilha” apresenta um percurso visual e arquitetônico por quatro cidades brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília. Este percurso se dá por meio de fotografias de José Manuel Ballester, capturadas a partir de 2007. As imagens do artista lançam um olhar sobre essas capitais em busca de refletir sobre a essência do país e convidam o espectador a visualizar o Brasil contemporâneo a partir de novos ângulos. 

A Secretária Municipal de Cultura, Eliane Parreiras, ressalta a iniciativa como mais uma forma de aproximar as culturas brasileira e espanhola. “Ballester possui uma relação próxima à obra de Niemeyer, por ser um um fotógrafo focado em arquitetura moderna e ter registrado as obras do arquiteto. Trazer o encontro entre esses dois grandes nomes da arte, a partir desta parceria com o Instituto Cervantes, é muito significativo para Belo Horizonte e para a Casa do Baile, que integra o Conjunto Moderno da Pampulha, projetado por Niemeyer. A Prefeitura de BH tem realizado cada vez mais iniciativas que favorecem a internacionalização da cultura e a valorização do patrimônio cultural, por isso, recebe de braços abertos o trabalho de um artista que dialoga com a cultura brasileira”, completa Eliane. 

O Presidente da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, Bernardo Correia, celebra esta parceria e destaca a importância dos espaços culturais públicos da cidade para o encontro entre culturas. “No encontro com o outro, na partilha de diferentes olhares, reforçamos nossa identidade. A Casa do Baile se destaca como um equipamento cultural da cidade que tem sido espaço para encontros dessa natureza. A Prefeitura de Belo Horizonte comemora o fato de a Casa da Baile ter recebido, só no último ano, mais de 57 mil visitantes, sendo parte do público profissionais da arquitetura e do design de todo o mundo, possibilitando aos visitantes presenciar e experimentar intercâmbios tão ricos”, destaca Bernardo.

O título “Maravilha” destaca sua ressonância no cotidiano brasileiro, expressando o encantamento e a gratidão dos artistas pelo país. A parceria com o Instituto Cervantes enaltece a vocação da Casa do Baile como espaço dedicado à arquitetura, urbanismo e design. Ao explorar as fotografias no icônico edifício de Oscar Niemeyer, cercado pelos jardins de Burle Marx, a exposição presta uma homenagem à arquitetura brasileira e convida os visitantes a se inspirarem nessa jornada visual.

Sobre o artista

José Manuel Ballester (1960) é artista plástico e fotógrafo nascido e radicado na Espanha. Formado em Belas Artes pela Universidade Complutense de Madrid, recebeu importantes prêmios espanhóis e internacionais, como o Prêmio Goya de Pintura Villa de Madrid Prêmio Nacional de Fotografia 2010 e o Prêmio Lifetime Achievement da Enaire Foundation 2023. Suas obras estão expostas em museus renomados em todo o mundo como o Centro de Arte Reina Sofia, na Espanha, o Museu Marugame de Arte Contemporânea Espanhola no Japão, a Academia Central de Belas Artes em Pequim, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu Guggenheim de Bilbao, e outras instituições de envergadura internacional. 

Exposição “Maravilha”

Data: a partir de 14 de março

Entrada gratuita

Local: Casa do Baile – Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design

Av. Otacílio Negrão de Lima, 751 - Pampulha, Belo Horizonte

Horário de funcionamento: De quarta a domingo, das 10h às 18h

Informações: Instagram: casadobailebh 

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sábado, 8 de março de 2025

Uma Voz, um instrumento traz edição 2025 com shows inéditos

Lô Borges é uma das
 atrações - Foto: Divulgação 
A edição 2025 do projeto “Uma voz, um instrumento” celebra os 90 anos do Minas Tênis Clube e propõe um diálogo com a música popular brasileira contemporânea, aqui representada por potentes nomes. Dos quatro shows programados, dois foram criados para o projeto (Ana Cañas e Almério), e dois são inéditos em Belo Horizonte (Lô Borges e Roberta Sá).

ANA CAÑAS – SHOW INÉDITO

Acompanhada pelos músicos Fabá Jimenez (baixo) e Douglas Maiochi (percussão), Ana Cañas (voz e violão) fará releituras personalíssimas para clássicos de Cazuza, Rita Lee, Renato Russo, Tim Maia e Belchior - homenageado na vitoriosa turnê que passou por mais de 180 palcos, Brasil adentro-. Além de canções autorais conhecidas do grande público.

“Para esse show em BH, coloquei no repertório algumas canções icônicas de compositores mineiros que sempre me emocionaram, principalmente o pessoal do Clube da Esquina. Recentemente gravei uma faixa no álbum novo do Flávio Venturini e, de forma geral, tenho me aproximado muito da música de Minas Gerais. Senti que esse show seria uma oportunidade muito especial de apresentar algumas dessas canções”, afirma a artista.

SOBRE O PROJETO

“Uma voz, um instrumento”, criado em 2016 pelo gestor/produtor cultural e diretor artístico Pedrinho Alves Madeira, e sempre realizado em parceria com o Minas Tênis Clube, tem como proposta apresentar shows no formato acústico, com o artista acompanhando-se ou tendo mais dois músicos como parceiros de palco. Zizi Possi, Mônica Salmaso, Paulinho Moska, Marcelo Jeneci, Tulipa Ruiz, Xênia França, Angela Ro Ro, João Donato, Zezé Motta, Vânia Bastos, Zé Renato, Zélia Duncan, Edson Cordeiro, Angela Maria, Teresa Cristina, Fafá de Belém, Ed Motta, Amelinha, Paulo Miklos e Zé Manoel, são alguns dos nomes que já se apresentaram no bem sucedido projeto.

PROGRAMAÇÃO – 2025

21 de março = Ana Cañas

Show inédito

 3 de abril = Almério

Show inédito

29 de maio = Lô Borges

Show inédito

12 de junho = Roberta Sá

Show inédito

“UMA VOZ, UM INSTRUMENTO” APRESENTA ANA CAÑAS

Data: 21 de março (sexta-feira) 

Horário: 20 horas

Local: Centro Cultural Unimed – BH Minas (Rua da Bahia, 2244 - Lourdes, Belo Horizonte)

Ingressos: R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia) - Bilheterias do teatro e no site sympla

Classificação: Livre

Outras informações: (31) 3516-1360 

Criação, Produção e Comunicação: Alves Madeira Comunicação e Produção

Realização: CENTRO CULTURAL UNIMED-BH MINAS 

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

terça-feira, 28 de janeiro de 2025

2ª edição do Conexão Materna acontece neste sábado

 

Foto: Divulgação 

Neste sábado (1°) acontece em Belo Horizonte a segunda edição do Conexão Materna, um evento que ajuda a família a encontrar soluções para os desafios da criação dos filhos. É um espaço de acolhimento, troca e transformação. Ao reunir uma programação diversificada e atrações de peso, esta edição reafirma seu compromisso com a valorização das mães, oferecendo inspiração, conhecimento e um ambiente acolhedor para compartilhar experiências únicas.

 Com o tema “E da Mãe, quem cuida?”, esta edição busca iluminar os desafios cotidianos da maternidade, a importância do autocuidado e a construção de redes de apoio essenciais para o bem-estar das mães e de suas famílias.A atriz Miá Mello participa com sua peça "Mãe fora da Caixa" e de um bate-papo com a plateia. 

 Confira os destaques da programação:

13h - Abertura e boas-vindas

Um momento especial de acolhimento, integração e networking, ideal para começar a experiência com energia positiva e troca entre as participantes.

14h - Palestra com Erika Pinheiro

“Como Ser a melhor mãe que você consegue, sem entrar em parafuso - Cuidar do físico, emocional e espiritual''. 

Erika é reconhecida como uma das maiores especialistas em maternidade real e desenvolvimento infantil no Brasil, Erika Pinheiro combina sua vasta experiência profissional e vivências pessoais para abordar temas fundamentais como saúde mental das mães, criação com apego e o equilíbrio emocional na maternidade.

15h15 - Depoimento Bruna Daniela Rios

'' Da infertilidade, aborto, fertilização  e gestação: Como cheguei até aqui,  minha jornada com  a maternidade''.

16h - Espetáculo “Mãe Fora da Caixa”, com Miá Mello

Miá Mello apresenta sua peça consagrada, um mergulho emocionante e cheio de humor nas alegrias e desafios do universo materno. O espetáculo, sucesso de crítica, promete levar o público às lágrimas – ora de riso, ora de emoção – enquanto promove reflexões profundas.

17h45 - Bate-papo exclusivo

Um encontro descontraído e inspirador com Miá Mello, Erika Pinheiro e a organizadora do evento, Bruna Rios, para discutir temas como “Maternidade sem culpa”, “Construindo redes de apoio” e experiências que impactam a vida de mães em diferentes contextos.

18h30 - Encerramento e celebração

Momento de confraternização repleto de sorteios, mimos especiais para as mães e atividades interativas que conectam toda a família, encerrando o evento em grande estilo.

Garanta já o seu ingresso pelo Sympla e viva uma experiência inesquecível.

 2ª edição do Conexão Materna

Quando: 1º de fevereiro de 2025, das 13h às 19h

BeFly Minas Centro, Belo Horizonte

Mais informações: (31) 99704-1860

Venha se conectar, refletir e celebrar a maternidade! Imperdível!

*Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

BH será sede da 2ª edição de evento nacional exclusivo para mulheres produtoras

Foto: Léo Morais

Cerca de 400 profissionais de todo o país estarão reunidas,  no Befly Minascentro, em Belo Horizonte

Promover a valorização e a difusão da produção artística feminina, bem como a qualificação profissional de mulheres trabalhadoras do setor cultural e de eventos. Esse é o objetivo da 2ª edição do Encontro Nacional Mulheres na Produção, que será realizado na sexta-feira (17) e sábado (18), no Befly Minascentro (Avenida Augusto de Lima, 785 - Centro, Belo Horizonte/MG). O projeto é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte e conta com patrocínio master do Banco BS2.

Segundo a idealizadora e coordenadora do evento, Fernanda Batista, além dos paineis formativos, as participantes poderão contar com intervenções artísticas. “Para esta edição, preparamos um festival multicultural, focando nas produções artísticas e técnicas comandadas por mulheres. Além das atividades de capacitação e qualificação profissional, teremos intervenções musicais e cênicas de artistas e grupos formados por mulheres, cujos trabalhos possuem relevância na cena cultural. Nosso intuito é fortalecer o protagonismo feminino em todo o ecossistema que envolve o mercado de produção, por meio de uma programação inclusiva, acessível e diversa, composta por atividades que envolvem capacitação e espaços de compartilhamento e intercâmbio de saberes e experiências”.

As participantes poderão contar nos 2 dias de evento com 16 horas de imersão, em uma programação dividida entre 6 apresentações artísticas, 4 palestras e 4 paineis ministrados por profissionais de renome do mercado, que abordarão temas relevantes para o universo da produção cultural e de eventos. Além de 4 entrevistas com mulheres profissionais de destaque do setor, que irão compartilhar suas trajetórias inspiradoras e insights sobre a indústria cultural e criativa. A programação pode ser conferida no site mulheresnaproducao.

Venda de ingressos e cota com gratuidade social

O 2º lote das inscrições já está liberado para compra, com vagas limitadas, sendo o valor da inteira R$ 298,50 e a meia entrada R$ 144,25. As interessadas poderão pagar no Pix, sem taxa, ou então, dividir em até 12 parcelas no cartão. 

O coletivo "Mulheres na Produção" foi criado em 2018, pela produtora Fernanda Batista, em Belo Horizonte, mas tem alcance nacional. Profissionais de eventos de todo o país fazem parte dessa rede colaborativa feminina e acessam o conteúdo gerado por todas as integrantes. Por meio de suas redes sociais, reúne mais de 20 mil mulheres de áreas diversas da produção de eventos: técnica, executiva, musical, bookers, logística, portaria, camarins, live marketing, dentre outros. Além de ações de conexão e capacitação para mulheres que atuam com produção de eventos, o coletivo realiza diversas atividades como troca de experiências, indicações de fornecedores e oportunidade de vagas para as participantes.

Evento: II ENCONTRO NACIONAL MULHERES NA PRODUÇÃO

Datas: 17 e 18/01/2024

Horário: 08h às 18h

Local: Befly Minascentro,  Avenida Augusto de Lima, 785- Centro, Belo Horizonte 

Inscrições e informações: @mulheresnaprodução 

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segunda-feira, 11 de novembro de 2024

Domingo será de sertanejo na Feira do Mineirinho

Foto: Daniel Azevedo 

João Marcos & Maurinho e a dupla Júlio César & Aldair serão as atrações do dia 17 de novembro; a entrada é gratuita

A Feira do Mineirinho prossegue a programação de novembro com muita diversão para toda a família. Com entrada gratuita, o público contará com música, feira de artesanato e gastronomia. Neste domingo (17), o dia será embalado pelo sertanejo. O espaço, que funciona no rooftop do Shopping do Avião (Avenida Babita Camargos, 1295, Cidade Industrial), em Contagem, é coberto e abre a partir das 8h. 

Os visitantes vão contar com programação musical vibrante por meio dos shows das duplas Júlio César & Aldair e João Marcos & Maurinho. Os artistas prepararam repertórios especiais.

Centro de compras

Além da música, a feira é uma excelente oportunidade para fazer compras. Os visitantes poderão encontrar uma grande variedade de produtos, incluindo artesanato, decoração, bijuterias, calçados, vestuários, itens para o lar, plantas e muito mais.

Gastronomia

A feira também se destaca pela variedade de opções gastronômicas. Os participantes poderão desfrutar de deliciosas iguarias e porções, na praça de alimentação, além de bebidas geladas para refrescar o dia. Entre as opções culinárias está o famoso “Feijão tropeiro”. Há também produtos da roça, comida japonesa, acarajé, doces, entre outras gostosuras da área da lanchonete.

Espaço para Crianças

Pensando na diversão dos pequenos, a feira oferece um espaço kids. Há também o Mundo dos Dinossauros, onde os pequenos podem se encantar com brinquedos e várias réplicas dessas fascinantes espécies pré-históricas.

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quarta-feira, 6 de novembro de 2024

Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc em Minas, encerra o projeto Literatura no Palladium

Foto: Patrick Arley

Evento na quarta-feira (13), às 19h30, contará com pocket show da cantora Júlia Rocha, bate-papo com o autor, mediado por Camila de Ávila, e sessão de autógrafos

A programação de 2024 do projeto Literatura no Palladium será concluída na próxima quarta-feira (13), às 19h30, com o lançamento do livro Dona Ivone Lara e o sonho de sambar e encantar, escrito por Jacques Fux. O evento terá a presença do autor e um show da cantora e compositora Júlia Rocha. Os ingressos custam de R$ 2,50 (meia) a R$ 5,00 (inteira) e estão disponíveis pela plataforma Sympla neste link.

Com texto e ilustrações leves, a obra celebra a vida e a arte da sambista, que marcou a história artística do país com uma trajetória de determinação e inovação. O bate-papo com Jacques Fux, escritor, psicanalista, professor e pesquisador, que publica sua segunda biografia ilustrada, será mediado pela jornalista e produtora editorial Camila de Ávila. Ao final, haverá sessão de autógrafos.

Dona Ivone Lara

Conhecida como a “Grande Dama do Samba”, Yvonne Lara da Costa (1921-2018), conhecida como Dona Ivone Lara, tornou-se um ícone da cultura brasileira, criando espaço para que muitas mulheres participassem das rodas de samba. Sucessos como Alguém me avisou eternizaram seu nome.

Apesar de sua notoriedade, várias de suas histórias ainda são pouco conhecidas. Jacques Fux explora essas facetas, revelando aspectos da vida de Dona Ivone, pioneira que desafiou convenções ao nascer mulher e neta de escravizados no subúrbio brasileiro dos anos 1920.

Jacques Fux

Doutor em Literatura pela UFMG e pela Université de Lille 3, Fux foi pesquisador na Universidade de Harvard e é pós-doutor em Teoria Literária pela UNICAMP e pela UFMG. Entre seus 18 livros publicados, destacam-se Literatura e Matemática (Prêmio Capes e finalista do Prêmio APCA) e Antiterapias (Prêmio São Paulo de Literatura). Em 2017, participou da FLIP e foi residente na Ledig House em Nova York. Seus trabalhos foram publicados em países como Itália, Israel, México, França e EUA.

Júlia Rocha

Mineira, cantora, compositora e escritora, Júlia começou a cantar aos 14 anos e, em 2015, participou do programa The Voice Brasil. Em 2017, lançou seu álbum de estreia Cheiro de Flor, com 13 faixas. Durante a pandemia, lançou o EP Cura. Atualmente, apresenta-se semanalmente em Belo Horizonte. Em 2020, lançou o livro Pacientes que Curam – O cotidiano de uma médica do SUS.

Sesc em Minas

Há mais de 70 anos, o Sesc cumpre a missão de promover o encontro das pessoas com o bem-estar e a qualidade de vida. São encontros diários com a Saúde, a Educação, o Turismo, o Lazer, o Esporte e a Cultura.

Fundado pela Confederação Nacional do Comércio em 13 de setembro de 1946, o Sesc em Minas é uma instituição privada mantida pela contribuição sindical do empresariado do comércio. Por isso, embora as atividades sejam destinadas a toda a população, os trabalhadores e as trabalhadoras do comércio de bens, serviços e turismo, incluindo dependentes, são o público prioritário das ações e têm direito a descontos especiais.

Em Minas Gerais, o Sesc atua em todas as regiões do estado, com 23 unidades fixas e 11 unidades móveis.

Sobre a Fecomércio MG

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais integra o Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac em Minas e Sindicatos Empresariais, que tem como presidente o empresário Nadim Donato. A Fecomércio MG é a maior representante do setor terciário no estado, atuando em prol de mais de 740 mil empresas mineiras. Em conjunto com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), presidida por José Roberto Tadros, a Fecomércio MG atua junto às esferas pública e privada para defender os interesses do setor de Bens, Serviços e Turismo a fim de requisitar melhores condições tributárias, celebrar convenções coletivas de trabalho, disponibilizar benefícios visando ao desenvolvimento do comércio no estado e muito mais.

Há 85 anos fortalecendo e defendendo o setor, beneficiando e transformando a vida dos cidadãos e das cidadãs.

Literatura no Palladium homenageia Dona Ivone Lara, com Jacques Fux, Júlia Rocha e Camila de Ávila.

Lançamento do livro “Dona Ivone Lara e o sonho de sambar e encantar”

Data: Quarta-feira, 13/11

Horário: 19h30

Local: Grande Teatro Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046 - Centro, Belo Horizonte)

Ingressos: R$ 2,50 (meia) e R$ 5,00 (inteira) pela plataforma Sympla 

Classificação: 10 anos

 *Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!