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terça-feira, 5 de maio de 2026

Orquestra Ouro Preto apresenta seu tributo ao A-ha em concerto especial no Sesc Palladium

Foto: Rapha Garcia


Projeto traz a marca da inovação e ousadia da formação mineira. A apresentação acontece no dia 10 de maio, às 11h, pela série Domingos Clássicos, com ingressos a preços populares

A Orquestra Ouro Preto apresenta um de seus projetos mais emblemáticos em um encontro marcado com o público no domingo (10), às 11h, no Grande Teatro do Sesc Palladium, dentro da série Domingos Clássicos. Para o evento, que acontece na manhã do Dia das Mães, a formação mineira preparou um programa especial com o tributo ao A-ha, uma celebração ao álbum “On Tour in Brazil”, que demonstra toda sua vitalidade a cada nova apresentação.

Projeto autoral que carrega a marca da inovação e da ousadia que acompanham as criações da Orquestra, o tributo ao A-ha nasceu para ir além da simples interpretação de um repertório conhecido, sendo idealizado para a construção de uma experiência que atravessa som e imagem. Ao aproximar o universo do trio norueguês da linguagem sinfônica, a formação mineira consolidou um modo de criação que foge de fórmulas e reafirma sua identidade artística, capaz de dialogar com diferentes públicos sem diluir sua complexidade.

O ponto de partida é o álbum ao vivo lançado pelo A-ha em 1989, registro da passagem da banda pelo Brasil em um momento de consagração internacional. Formado por Morten Harket, Paul Waaktaar-Savoy e Magne Furuholmen, o grupo se destacou desde os anos 80 por uma sonoridade que nunca coube inteiramente nos limites do pop radiofônico. Entre sintetizadores marcantes, linhas melódicas sofisticadas e uma atenção incomum aos arranjos, o trio norueguês construiu uma personalidade musical que atravessou gerações e segue mobilizando plateias ao redor do mundo.

É esse material que serve de base para o concerto, com canções como “Take on Me”, “Hunting High and Low”, “The Sun Always Shines on TV” e “Crying in the Rain” ganhando novas camadas. Os arranjos exploram contrastes, dinâmicas e timbres que reposicionam essas canções marcadas no imaginário em outro campo de escuta, revelando detalhes muitas vezes encobertos pela estética original dos anos 1980 e que se expandem a partir das possibilidades de imaginação da orquestra.

Um dos concertos mais queridos do público da Orquestra Ouro Preto, o tributo teve sua estreia, em formato virtual, ainda em 2021, mobilizando fãs no Brasil e fora dele, alcançando milhares de visualizações no YouTube e chamando a atenção dos próprios integrantes da banda homenageada. O reconhecimento vindo de dentro do A-ha evidenciou o cuidado da produção e a consistência da proposta, que não se limita a adaptar canções, mas investiga suas potencialidades e as reconfigura no ambiente sinfônico.

No palco, essa abordagem se traduz em uma costura precisa entre arranjos, interpretação e concepção audiovisual. O concerto foi pensado como uma experiência integrada, em que a imagem dialoga com o som e amplia a leitura proposta pela orquestra. Para o maestro Rodrigo Toffolo, o impacto do projeto está diretamente ligado à sua natureza inquieta.

“A gente nunca quis fazer um concerto que apenas reproduzisse algo já conhecido. Desde o princípio, a ideia foi criar um objeto artístico novo, que partisse do A-ha, mas chegasse a um lugar próprio. Quando o público percebe essa intenção, ele se envolve de um jeito diferente, porque entende que está diante de uma experiência pensada com verdade”, afirma. “Existe uma disposição cada vez maior das pessoas para viver propostas que fogem do previsível. Esse concerto mostra como a autenticidade cria vínculo e amplia o alcance da música de concerto”, acrescenta o regente.

O permanente interesse do público pelo concerto, evidenciado pelas lotações esgotadas em todas as apresentações do projeto ao longo do tempo, reafirma o reconhecimento de um traço que vem definindo a trajetória da Orquestra Ouro Preto: a disposição para experimentar, propor encontros e ampliar o campo da música de concerto. Ao fazer isso, a formação mineira não apenas preserva repertórios, mas os reinscreve no presente, criando pontes com uma audiência que busca novas formas de escuta e participação. No dia 10 de maio, o público terá mais uma oportunidade de acompanhar de perto um projeto que nasceu ousado e se mantém em movimento.

Orquestra Ouro Preto: Tributo ao A-ha, pela série Domingos Clássicos

Data: 10 de maio, domingo

Horário: 11h

Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro, Belo Horizonte)

Ingressos: R$15 e R$30 no site Sympla ou na bilheteria do teatro

Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!

sábado, 10 de janeiro de 2026

Orquestra Ouro Preto e KVSH lançam single

Foto: Divulgação 


Faixa chega às plataformas digitais no dia 16 de janeiro

Depois de causar impacto com um primeiro lançamento de grande repercussão, KVSH e a Orquestra Ouro Preto voltam a surpreender com o segundo single do projeto que redefine os limites entre o clássico e a música eletrônica. A faixa chega em 16 de janeiro, em todas as plataformas digitais de áudio e vídeo.

Inspirada em uma das obras mais icônicas de Johann Sebastian Bach, a música surge como uma mistura ousada, intensa e contemporânea. Um verdadeiro Big Bang de épocas, estéticas e linguagens. A grandiosidade da orquestra encontra a pulsação eletrônica em um encontro marcado por inovação, ousadia e quebra de paradigmas.

O processo de criação nasceu de uma provocação mútua entre o maestro Rodrigo Toffolo e KVSH, ainda nas primeiras conversas sobre o projeto. A proposta era simples e radical ao mesmo tempo. Metade do repertório de KVSH seria reinterpretada pela orquestra, enquanto a outra metade do set mergulharia em um exercício de releitura de grandes clássicos da música de concerto, recriados a partir da linguagem da música eletrônica. Foi desse desafio, somado ao desejo comum de romper formatos, que se construiu um diálogo direto entre Bach e a pista, entre partitura e drop, sem que um universo se sobreponha ao outro.

O lançamento acontece após o sucesso de “Potter 3.0”, primeiro single do projeto, que rapidamente conquistou destaque nas plataformas e abriu caminho para uma recepção calorosa do público. Nos palcos, a resposta foi imediata. Os dois primeiros concertos lotaram a Lagoa dos Ingleses e o Palácio das Artes, confirmando a força e a relevância do inusitado encontro.

“Bach sempre foi provocador. Esse trabalho leva essa afronta para o presente, com outra energia, outra estética e o mesmo espírito inquieto”, afirma o maestro Rodrigo Toffolo, diretor artístico e regente da Orquestra Ouro Preto.

Para Luciano Ferreira (KVSH), a faixa representa um novo horizonte dentro da própria trajetória artística do DJ e produtor. “Esse remix é sobre risco. A gente não quis suavizar nada, quis intensificar. A ideia foi levar Bach para um lugar de máxima energia, onde a força da orquestra encontra a pressão da pista sem concessões. É impacto, é movimento, é orquestra sem limites”.

Segundo Flávio Pinheiro, da MSK Records, selo responsável pelo lançamento, “quando existe visão artística e coragem, a música alcança novos públicos sem perder profundidade. É pop, é sofisticado e absolutamente atual”.

Com distribuição da oneRPM e lançamento pelo selo MSK Records, o single reafirma um projeto que não pede permissão para existir, revela as infinitas possibilidades da música e imagina um mundo em que as diferenças coexistem em alto e bom som.

Toccata

Artistas: KVSH & Orquestra Ouro Preto

Lançamento: 16 de janeiro de 2026

Disponível em todas as plataformas de áudio e vídeo


segunda-feira, 24 de novembro de 2025

DJ Kvsh e Orquestra Ouro Preto juntos no Palácio das Artes

 

Foto: Rapha Garcia
Concerto que aconteceria em julho foi remarcado para 29 de novembro; ingressos estão à venda no site da Eventim

Depois de emocionar o público em uma apresentação arrebatadora na Lagoa dos Ingleses, o encontroentre a Orquestra Ouro Preto e o DJ Kvsh (pronuncia-se Kush) ganha nova edição em Belo Horizonte. Neste sábado (29), o concerto chega ao Palácio das Artes, um dos palcos mais emblemáticos da cidade, em celebração aos 60 anos da Obra Pavoniana. Os ingressos já estão disponíveis para compra no site da Eventim.

A proposta une duas linguagens musicais aparentemente distantes — a música de concerto e a música eletrônica — para criar uma experiência inédita em sensibilidade e energia. O público que testemunhou a estreia na Lagoa pôde ver como essa fusão ultrapassa fronteiras artísticas, transformando-se em espetáculo de intensidade única. Agora, a expectativa se volta para como essa mesma força sonora ocupará o grande teatro do Palácio das Artes, expandindo ainda mais o alcance da parceria.

A regência fica a cargo de Rodrigo Toffolo, diretor artístico e maestro titular da Orquestra Ouro Preto, que comandará um repertório de clássicos da música eletrônica mundial com arranjos orquestrais. Uma das canções que integra a seleção é o sucesso “Potter 3.0”, de Kvsh, lançado em junho de 2025. Para Toffolo, o concerto reafirma a vocação da orquestra de criar pontes entre tradição e contemporaneidade. “Nosso objetivo é mostrar como a música pode ser território de encontros. O diálogo com o Kvsh nasceu do desejo de surpreender, mas também de tocar profundamente as pessoas. É uma experiência estética que se estende além do palco, porque carrega consigo uma mensagem de mobilização social”.

Celebrando 25 anos em 2025, a Orquestra Ouro Preto construiu uma trajetória marcada pela inovação e pelo diálogo com diferentes linguagens artísticas. Seja com projetos autorais ou em colaborações com grandes nomes da música popular brasileira, o grupo tem se dedicado a aproximar a música de concerto do grande público, apostando sempre na ideia de que a arte deve ser acessível e plural. Essa abertura estética é o que permite que encontros como o de novembro se tornem realidade, renovando a tradição orquestral sem perder sua essência.

Do outro lado do palco, DJ Kvsh representa a vitalidade da cena eletrônica nacional. Natural de Nova Lima (MG), ele comemora uma década de carreira marcada por participações em grandes festivais no Brasil e no exterior, além de uma forte presença nas plataformas digitais. Com seu estilo versátil e capacidade de conexão com plateias diversas, Kvsh enxerga o concerto como um marco. “Já tivemos uma prévia incrível na Lagoa dos Ingleses, que foi uma experiência inesquecível. Agora, no Palácio das Artes, queremos levar essa energia para o coração da cidade, misturando o clássico e o eletrônico de uma forma que emocione o público”, afirma.

O espetáculo também carrega um forte significado social. Criada em 1965, a Obra Pavoniana atua há seis décadas em Belo Horizonte oferecendo projetos de educação, cultura, formação profissional e atenção à terceira idade. Entre suas iniciativas estão o Atendimento Educacional Integrado, que atende estudantes em contraturno escolar, o Programa Jovem Pavoniano, que apoia adolescentes e jovens em sua inserção no mercado de trabalho, e o Grupo de Convivência da Terceira Idade, que promove bem-estar e autonomia para idosos. Para Diomar Martins, gestor da instituição, a celebração é um convite à participação. “Estamos celebrando seis décadas de compromisso com a vida. Essa apresentação simboliza nosso olhar para o futuro e nossa esperança de seguir transformando realidades. É um momento de gratidão, mas também de mobilização coletiva, e queremos que o público se sinta parte dessa construção”.

Assim, a noite de 29 de novembro no Palácio das Artes será mais do que um concerto: será a convergência entre gerações, estilos e propósitos. Um encontro que coloca lado a lado a pulsação eletrônica e a força orquestral, mas que também amplia o impacto da arte ao transformá-la em ação social. Uma celebração musical que marca, com intensidade e poesia, os 60 anos da Obra Pavoniana em Belo Horizonte.

ORQUESTRA OURO PRETO e DJ KVSH - 60 anos da Obra Pavoniana em Belo Horizonte

Horário: 21h

Endereço: Palácio das Artes - Grande Teatro Cemig. Av. Afonso Pena, 1537 - Centro, Belo Horizonte

Ingressos site Eventim ou bilheteria do Palácio das Artes

Instagram: obrassociaispavonianas

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quarta-feira, 5 de novembro de 2025

DJ Kvsh e Orquestra Ouro Preto se apresentam em novembro no Palácio das Artes

Foto: Rapha Garcia
Concerto que aconteceria em julho foi remarcado para 29 de novembro; ingressos estão à venda no site da Eventim

Depois de emocionar o público em uma apresentação arrebatadora na Lagoa dos Ingleses, o encontroentre a Orquestra Ouro Preto e o DJ Kvsh (pronuncia-se Kush) ganha nova edição em Belo Horizonte. No sábado (29), o concerto chega ao Palácio das Artes, um dos palcos mais emblemáticos da cidade, em celebração aos 60 anos da Obra Pavoniana. Os ingressos já estão disponíveis para compra no site da Eventim.

A proposta une duas linguagens musicais aparentemente distantes — a música de concerto e a música eletrônica — para criar uma experiência inédita em sensibilidade e energia. O público que testemunhou a estreia na Lagoa pôde ver como essa fusão ultrapassa fronteiras artísticas, transformando-se em espetáculo de intensidade única. Agora, a expectativa se volta para como essa mesma força sonora ocupará o grande teatro do Palácio das Artes, expandindo ainda mais o alcance da parceria.

A regência fica a cargo de Rodrigo Toffolo, diretor artístico e maestro titular da Orquestra Ouro Preto, que comandará um repertório de clássicos da música eletrônica mundial com arranjos orquestrais. Uma das canções que integra a seleção é o sucesso “Potter 3.0”, de Kvsh, lançado em junho de 2025. Para Toffolo, o concerto reafirma a vocação da orquestra de criar pontes entre tradição e contemporaneidade. “Nosso objetivo é mostrar como a música pode ser território de encontros. O diálogo com o Kvsh nasceu do desejo de surpreender, mas também de tocar profundamente as pessoas. É uma experiência estética que se estende além do palco, porque carrega consigo uma mensagem de mobilização social”.

Celebrando 25 anos em 2025, a Orquestra Ouro Preto construiu uma trajetória marcada pela inovação e pelo diálogo com diferentes linguagens artísticas. Seja com projetos autorais ou em colaborações com grandes nomes da música popular brasileira, o grupo tem se dedicado a aproximar a música de concerto do grande público, apostando sempre na ideia de que a arte deve ser acessível e plural. Essa abertura estética é o que permite que encontros como o de novembro se tornem realidade, renovando a tradição orquestral sem perder sua essência.

Do outro lado do palco, DJ Kvsh representa a vitalidade da cena eletrônica nacional. Natural de Nova Lima (MG), ele comemora uma década de carreira marcada por participações em grandes festivais no Brasil e no exterior, além de uma forte presença nas plataformas digitais. Com seu estilo versátil e capacidade de conexão com plateias diversas, Kvsh enxerga o concerto como um marco. “Já tivemos uma prévia incrível na Lagoa dos Ingleses, que foi uma experiência inesquecível. Agora, no Palácio das Artes, queremos levar essa energia para o coração da cidade, misturando o clássico e o eletrônico de uma forma que emocione o público”, afirma.

O espetáculo também carrega um forte significado social. Criada em 1965, a Obra Pavoniana atua há seis décadas em Belo Horizonte oferecendo projetos de educação, cultura, formação profissional e atenção à terceira idade. Entre suas iniciativas estão o Atendimento Educacional Integrado, que atende estudantes em contraturno escolar, o Programa Jovem Pavoniano, que apoia adolescentes e jovens em sua inserção no mercado de trabalho, e o Grupo de Convivência da Terceira Idade, que promove bem-estar e autonomia para idosos. Para Diomar Martins, gestor da instituição, a celebração é um convite à participação. “Estamos celebrando seis décadas de compromisso com a vida. Essa apresentação simboliza nosso olhar para o futuro e nossa esperança de seguir transformando realidades. É um momento de gratidão, mas também de mobilização coletiva, e queremos que o público se sinta parte dessa construção”.

Assim, a noite de 29 de novembro no Palácio das Artes será mais do que um concerto: será a convergência entre gerações, estilos e propósitos. Um encontro que coloca lado a lado a pulsação eletrônica e a força orquestral, mas que também amplia o impacto da arte ao transformá-la em ação social. Uma celebração musical que marca, com intensidade e poesia, os 60 anos da Obra Pavoniana em Belo Horizonte.

ORQUESTRA OURO PRETO e DJ KVSH - 60 anos da Obra Pavoniana em Belo Horizonte

Horário: 21h

Endereço: Palácio das Artes - Grande Teatro Cemig. Av. Afonso Pena, 1537 - Centro, Belo Horizonte

Ingressos site Eventim ou bilheteria do Palácio das Artes

Instagram: obrassociaispavonianas

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terça-feira, 4 de novembro de 2025

Orquestra Ouro Preto convida Antonio Vaz Lemes, o Piano Que Toca, para celebrar música de games

Foto: Antonio Vaz Lemes
Apresentação única acontece dentro do Sesc Geek, neste sábado(8), no Sesc Palladium 

Escolha seu personagem e prepare-se para um concerto épico! No sábado (8), às 14h45, o Sesc Palladium, em Belo Horizonte será palco do Orquestra Ouro Preto Geek Experience, com regência do maestro Rodrigo Toffolo e participação especial do pianista Antonio Vaz Lemes, criador do projeto PianoQueToca. No concerto, o público será transportado para o universo dos videogames por meio das trilhas que marcaram gerações.

A Orquestra Ouro Preto, referência nacional por sua versatilidade e inovação, recebe Antonio Vaz Lemes para transformar o repertório gamer em espetáculo. Com arranjos grandiosos e uma performance cheia de energia, o concerto revisita clássicos como The Legend of Zelda, Super Mario, Dark Souls, Castlevania, Sonic, Donkey Kong Country, Hollow Knight e muitos outros, provando que as melodias dos jogos são, também, verdadeiras obras de arte musical.

“Essa é uma apresentação muito especial”, afirma o maestro Rodrigo Toffolo. “A música dos games faz parte do imaginário de diferentes gerações e tem um poder de conexão imenso. É emocionante ver o público vibrar ao reconhecer um tema que marcou sua vida e poder ouvir isso com toda a força de uma orquestra”.

Ao lado da Orquestra, o pianista Antonio Vaz Lemes traz seu carisma e a sensibilidade que conquistaram milhões de seguidores com o PianoQueToca, projeto que democratiza o acesso à música de concerto e mostra que o piano pode dialogar com tudo: dos clássicos à cultura pop, dos animes aos jogos eletrônicos. Reconhecido pela revista inglesa Gramophone como “um Pollini latino-americano”, Antonio tem se destacado por unir técnica, emoção e uma linguagem próxima ao público digital. Seu trabalho combina arte e acessibilidade, levando o piano para novas plateias, tanto nas redes quanto nos palcos.

O concerto faz parte do Sesc Geek Experience 2025, que chega com uma edição expandida de dois dias de programação intensa, incluindo torneios de games, concurso de cosplay, competição de K-pop, experiências musicais e convidados especiais. Um fim de semana para celebrar a criatividade, a imaginação e a força da cultura geek.

Orquestra Ouro Preto Geek Experience, com Antonio Vaz Lemes

Sesc Geek Experience 2025

Regência: Maestro Rodrigo Toffolo

Participação especial: Antonio Vaz Lemes (piano)

Data: 8 de novembro (sábado)

Horário 14h45

Local: Sesc Palladium – Belo Horizonte

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre

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terça-feira, 30 de setembro de 2025

Orquestra Ouro Preto e Cia de Dança do Pantanal apresentam Fernão Capelo Gaivota no Sesc Palladium

Foto: Íris Zanetti
Clássico da literatura será apresentado no dia 5 de outubro a preços populares

Literatura, música e dança se encontram para celebrar a força de uma obra-prima. “Fernão Capelo Gaivota”, clássico da literatura de Richard Bach, é uma ode à liberdade de alçar voos cada vez mais distantes e é este o sentimento que inspira o espetáculo homônimo que a Orquestra Ouro Preto apresenta ao lado da Cia de Dança do Pantanal, no domingo (5), às 11h, no Grande Teatro do Sesc Palladium, em Belo Horizonte, dentro da Série Domingos Clássicos. A apresentação integra a programação especial do mês das crianças no Sesc Palladium.

A Série Domingos Clássicos, realizada pela Orquestra Ouro Preto em parceria com o Sesc Palladium, chega a 2025 celebrando uma década de realizações. Criado em 2015, o projeto consolidou-se como uma das iniciativas mais consistentes de formação de plateia para música de concerto em Belo Horizonte, oferecendo ao público apresentações de excelência, acessíveis e marcadas pela diversidade artística.

“Fernão Capelo Gaivota”, best-seller escrito por Richard Bach, narra a história de uma gaivota para a qual voar não seria simplesmente um ato de locomoção. Voar é uma arte e, como tal, deve ser treinada, praticada e compartilhada com os demais, gerando grandes transformações. Uma narrativa sobre liberdade, aprendizagem e amor, que ganha vida no palco com música, canto e dança, em adaptação assinada pelo maestro Rodrigo Toffolo e com música original de Tim Rescala.

Para o maestro Toffolo, será uma experiência ímpar compartilhar este espetáculo com o público infantil e familiar dentro da programação do mês das crianças. “Sempre achei que esse é daqueles livros que todo mundo deveria ler na vida. Ele tem uma mensagem muito importante sobre a liberdade, o amor e a beleza de acreditar em si mesmo. Esse projeto é um sonho realizado, que mostra a potência da história de Fernão Capelo através da música e da dança. É um projeto lindo, motivo de muito orgulho para todos nós”, afirma o maestro.

Márcia Rolon, coordenadora do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, de Corumbá (MS), do qual nasceu a Cia de Dança do Pantanal, destaca o encontro das artes no espetáculo. “Essa busca pela perfeição, presente em Fernão Capelo Gaivota, é algo que nós, bailarinos, perseguimos constantemente, por isso também nos identificamos tanto com esse trabalho. A música é leve, é alegre e ao mesmo tempo muito profunda. Ela fala de diversidade e traz todos os pontos da história do livro de uma maneira muito concreta, é uma leitura musical e coreográfica”.

Orquestra Ouro Preto e Cia de Dança do Pantanal: Fernão Capelo Gaivota

Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro – BH)

Data: 5 de outubro de 2025, domingo, às 11h

Classificação: Livre para todas as idades

Ingressos: R$15 e R$30, na bilheteria do teatro e no Sympla.

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terça-feira, 2 de setembro de 2025

Orquestra Ouro Preto recebe homenagem na ALMG

Foto: Rapha Garcia 

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realiza, nesta quinta-feira (4), às 19h, uma Reunião Especial de Plenário em homenagem aos 25 anos de fundação da Orquestra Ouro Preto. O requerimento, assinado por diversos parlamentares, é encabeçado pela deputada Lohanna (PV), em reconhecimento à trajetória da Orquestra, que se consolidou como um dos mais importantes grupos de música de concerto do Brasil.

Fundada em 2000, na cidade histórica de Ouro Preto (MG), a Orquestra nasceu do desejo de jovens músicos mineiros de renovar a cena da música clássica, estabelecendo pontes entre tradição e contemporaneidade. Sob a regência do maestro Rodrigo Toffolo desde 2007, cofundador da formação ao lado de Rufo Herrera, Ronaldo Toffolo e músicos associados, a Orquestra Ouro Preto rapidamente ultrapassou as fronteiras do Estado e ganhou projeção nacional e internacional.

Ao longo de sua trajetória, a Orquestra se destaca pelo pioneirismo em levar a música de concerto para palcos não convencionais, aproximando-se de públicos diversos e dialogando com diferentes linguagens artísticas. Entre seus projetos marcantes estão a série The Beatles, os encontros com grandes nomes da música brasileira como Alceu Valença, Carlinhos Brown, Fernanda Takai, João Bosco, Duda Beat, Diogo Nogueira, Vanessa da Mata entre outros, além de estreias de óperas e espetáculos inéditos que reafirmam sua vocação criativa.

Reconhecida também por sua atuação educacional e formativa, a Orquestra Ouro Preto mantém programas de capacitação, residências criativas e ações que incentivam jovens músicos a empreender na carreira artística, contribuindo para a transformação cultural e social em Minas Gerais e no Brasil.

Para o maestro Rodrigo Toffolo, a homenagem representa não apenas o reconhecimento à trajetória da Orquestra, mas também ao papel da cultura como ferramenta de transformação social. “Chegar aos 25 anos é uma conquista coletiva. Uma orquestra não se faz sozinha: depende da dedicação dos músicos, do apoio de parceiros, das instituições que acreditam no nosso trabalho e, sobretudo, do público que nos acompanha. Sermos homenageados pela Assembleia Legislativa é um gesto que reforça a importância da cultura como política pública e como caminho para um futuro melhor”.

O maestro também destaca a essência mineira da Orquestra e sua capacidade de projetar essa identidade para o mundo. “Nascemos em Ouro Preto, terra de memória e de arte, e levamos conosco essa herança. Mas também nos abrimos para o contemporâneo, para o diálogo com outras linguagens e outros artistas. Acho que o segredo da Orquestra está nesse equilíbrio entre raízes e horizontes.”

A Reunião Especial na ALMG contará com a presença de parlamentares, autoridades, músicos, parceiros e representantes da sociedade civil, em um ato solene que reconhece a relevância cultural, social e educacional da Orquestra Ouro Preto ao longo de sua trajetória.

Orquestra Ouro Preto recebe homenagem na ALMG

Data: 4 de setembro de 2025

Horário: 19h

Local: Assembleia Legislativa de Minas Gerais – Rua Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, Belo Horizonte – MG

Confirmação de presença: (31) 2108-7800

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segunda-feira, 1 de setembro de 2025

Orquestra Ouro Preto celebra o Vale do Jequitinhonha na companhia de Wilson Dias e Déa Trancoso

Foto: Paulo Colen

Concerto acontece no dia 7 de setembro, no Sesc Palladium, em Belo Horizonte, pela série Alma Mineira

A Orquestra Ouro Preto convida o público para uma imersão na alma profunda de Minas Gerais com o concerto “Alma Mineira: o Vale do Jequitinhonha”, que será apresentado no domingo (7), às 11h, no Grande Teatro do Sesc Palladium, em Belo Horizonte. A apresentação integra a tradicional Série Domingos Clássicos, e propõe um mergulho sensível e poético na musicalidade ancestral de uma das regiões mais simbólicas do estado, com participação especial de dois artistas profundamente conectados a esse território: Wilson Dias e Déa Trancoso.

No sertão mineiro, o Vale do Jequitinhonha é guardião de uma cultura que se manifesta em sons, crenças, gestos e afetos. É nesse chão quente e fértil que nasce uma música popular que se faz rio, lavra e reza, entrelaçada no tear do tempo e da memória coletiva. Neste concerto, a Orquestra Ouro Preto transita por essas paisagens sonoras e afetivas, evocando tradições que ecoam em violas, batuques, folias e cantos de devoção.

Dois dos principais intérpretes e difusores dessa musicalidade estarão com a Orquestra, personificando a alma do Jequitinhonha; Wilson Dias, é cantor, compositor, violeiro, natural de Olhos D’água, alto Jequitinhonha, possuí mais de 25 anos de carreira e 08 CD’s lançados. Sua música propõe ressonâncias entre cosmologias rurais e urbanidades contemporâneas, abrindo derivas por onde transitam os fundamentos da cultura popular brasileira, sua grande mestra.

Déa Trancoso é cantora, compositora, atriz, pesquisadora e ensaísta, com 35 anos de ofício artístico e científico, nascida em Almenara, baixo Jequitinhonha. Déa é Doutora em Educação pela UNICAMP e Especialista em Culturas Populares e Tradicionais pela Universidade Regional do Cariri/IPHAN. Com 05 álbuns gravados, foi indicada duas vezes ao Prêmio da Música Brasileira (2007/2013).

Sob a regência do Maestro Rodrigo Toffolo, o concerto une os arranjos orquestrais sofisticados de Pedro Gomes, à força da expressão popular, reafirmando a vocação da Orquestra Ouro Preto para transitar com liberdade entre diferentes linguagens e universos musicais. A apresentação busca revelar o valor artístico e simbólico do Jequitinhonha, um território que continua a inspirar gerações com sua potência criativa e humana.

Série Domingos Clássicos

O espetáculo integra a Série Domingos Clássicos, uma parceria entre a Orquestra e o Sesc em Minas, que em 2025 completa dez anos de trajetória. Consolidada como uma das mais importantes iniciativas de formação de público para a música orquestral no Brasil, a série já realizou dezenas de apresentações gratuitas ou a preços populares, promovendo o acesso à arte e o encontro da música de concerto com a diversidade cultural brasileira.

Orquestra Ouro Preto: Alma Mineira – Wilson Dias e Déa Trancoso

Data: 7 de setembro de 2025

Horário: 11h

Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro, Belo Horizonte - MG)

Ingressos: R$15 e R$30, no Sympla e na bilheteria do teatro

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

segunda-feira, 25 de agosto de 2025

Orquestra Ouro Preto apresenta a ópera “Hilda Furacão” em Belo Horizonte

Foto: Rapha Garcia 

Turnê 2025 da montagem conta com o patrocínio da Petrobras e passará ainda pelo Rio de Janeiro, Curitiba e Boa Vista

Em Setembro, na quinta-feira (18) e sexta-feira (19), no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, a Orquestra Ouro Preto apresenta novamente  a montagem operística Hilda Furacão. As apresentações integram a turnê nacional 2025 do espetáculo, que leva para os palcos uma versão inédita de uma das personagens mais icônicas da literatura e da teledramaturgia brasileira, e, após estreia com duas noites esgotadas no Theatro Municipal de São Paulo, será apresentado ainda em Rio de Janeiro, Curitiba e Boa Vista.

O projeto conta com o patrocínio da Petrobras, que há mais de 40 anos investe na cultura como uma força transformadora, apoiando iniciativas em todo o país que promovem a diversidade, valorizam a identidade nacional e ampliam o acesso à produção artística brasileira.

Adaptação do aclamado romance de Roberto Drummond, ambientado em Belo Horizonte e imortalizado na célebre minissérie dos anos 1990, o espetáculo traz música original de Tim Rescala e direção de cena de Julliano Mendes. A regência é do maestro Rodrigo Toffolo.

Com libreto em português e dividida em dois atos, a ópera celebra a riqueza da cultura brasileira e mergulha nos dilemas éticos, sociais e religiosos de uma época marcada por contradições.

A protagonista é vivida pela mezzo-soprano Carla Rizzi, que retorna à cena com a Orquestra após sua atuação em Auto da Compadecida, a Ópera. Ao seu lado, o tenor Anibal Mancini interpreta Frei Malthus, trazendo ao palco a intensidade do conflito entre desejo e fé. Completam o elenco de solistas Marília Vargas (Loló Ventura), Marcelo Coutinho (Nelson Sarmento), Johnny França (Aramel) e Fernando Portari, que assume o papel de narrador e do próprio autor, Roberto Drummond. A montagem conta ainda com a participação de um coro com 16 vozes, que contribui para a densidade dramática e musical da obra.

Nos bastidores, Luiz Abreu assina a direção de arte; Paula Gascon, os figurinos; Tiça Camargo, o visagismo; Carol Gomes, a cenografia; e Bruno Corrêa, a engenharia de som. A época em que a história se passa ganha vida com as cores e a ousadia da Orquestra Ouro Preto, que imprime sua identidade visual e cênica à montagem. O resultado são cenas impactantes, cheias de surpresas, que ampliam o drama e a potência narrativa da ópera.

Na partitura original, Tim Rescala incorporou elementos do universo musical popular da época retratada no romance, como músicas brasileiras, boleros e sucessos radiofônicos, ao discurso operístico tradicional, criando uma obra híbrida entre a ópera e o musical.

O romance do escritor mineiro conta a história de Hilda, uma jovem bela e rebelde que rompe com as expectativas ao abandonar sua vida de prestígio e refugiar-se na zona boêmia da capital mineira. Sua jornada se entrelaça com a de Frei Malthus, um jovem religioso determinado a transformar a vida dos habitantes da região. Esse encontro desencadeia uma série de conflitos éticos e sociais, em um confronto entre desejo e dever, liberdade e moralidade. Uma narrativa que encontra na ópera a linguagem perfeita para seu desenvolvimento dramático, somando-se ao panteão de grandes heroínas do gênero, como Carmen e Aída, e consolidando o caminho para a criação de uma ópera nacional que dialoga com nossa história, cores e sons.

“Hilda tem todos os elementos para se tornar uma ópera: uma trama instigante e trágica, personagens fortes e uma grande carga emocional”, afirma o compositor Tim Rescala. Para o maestro Rodrigo Toffolo, “Hilda é uma protagonista perfeita para esse ciclo de óperas brasileiras que a Orquestra Ouro Preto vem desenvolvendo. É uma personagem feminina forte, com reflexões profundas sobre liberdade, destino e imposições sociais”.

Com esta produção, a Orquestra reafirma seu compromisso com a criação de um repertório operístico brasileiro, acessível, contemporâneo e enraizado na identidade cultural do país.

Sobre a Petrobras

É uma das principais empresas do país. Atua de forma integrada e especializada na indústria de óleo, gás natural e energia, tendo como compromisso o desenvolvimento sustentável para uma transição energética justa. A Cultura é também uma energia na qual a companhia investe, patrocinando há mais de 40 anos projetos que contribuem para cultura brasileira e se fazem presentes em todos os Estados brasileiros.

HILDA FURACÃO, A ÓPERA

BELO HORIZONTE

Quando: Dias 18 e 19 de setembro de 2025, às 20h

Onde: Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537, Belo Horizonte/MG)

Ingressos: À venda na bilheteria do teatro e no site Eventim 

Patrocínio: Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet)

Classificação indicativa: 12 anos

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quinta-feira, 21 de agosto de 2025

Sesc em Minas, integrado ao Sistema Fecomércio MG, marca presença na 10ª Virada Cultural de BH

Foto: Divulgação 

No sábado (23) e domingo (24) , Belo Horizonte recebe a 10ª edição da Virada Cultural, um dos maiores festivais artísticos do país. Com mais de 24 horas de programação gratuita e espalhado por diferentes pontos da cidade, o evento é uma realização da Prefeitura Municipal de BH e conta com o Sesc em Minas como parceiro cultural.

Neste ano, o Sesc, integrado ao Sistema Fecomércio MG, assina o Palco Sesc, montado na Praça da Estação. A instituição promoverá duas apresentações de destaque: Fat Family, com participação especial da cantora belo-horizontina Juliana Shiutz; e Olodum, que recebe no palco o cantor mineiro Ton Guimarães.

Além dessas, o público poderá conferir uma programação variada ao longo de todo o fim de semana, com artistas de diferentes estilos.

Programação do Palco Sesc – Praça da Estação

 Sábado, 23/8

18h - Juliana Shiutz - O Primeiro Ato

19h - Samora N’Zinga e Tamara Franklin lançam Ginga

20h20 - Fat Family canta Tim Maia – Participação especial de Juliana Shiutz

22h - Baile da Dri

23h10 - Iago e Beto Willian

 Domingo, 24/8

00h10 – Israel e Rodolfo

1h50 - Akatu convida Djonga

3h50 - Sidoka

5h – MC Papo e Dedé Santaklaus

16h - Olodum 40 anos de Axé – Participação especial de Ton Guimarães

18h30 - Orquestra de Ouro Preto convida Carlinhos Brown

21h30 - DJ Dia

Nesses dois dias de evento, os DJs Dia e A Coisa se apresentam nos intervalos de troca de palcos.

Projeção no Museu de Artes e Ofícios

Também na Virada, o Sesc levará inovação e artes visuais ao centro da cidade, com o coletivo Corrocobó, responsável por projeções mapeadas na fachada do Museu de Artes e Ofícios (MAO). O espetáculo visual será apresentado no sábado (23), das 18h à meia-noite, e no domingo (24), das 17h30 às 20h30.

Mercado das Flores

O Sesc CAT-Mercado das Flores abre suas portas para uma noite de ritmos pulsantes no sábado (23), das 18h às 21h. A festa LatinoBREGARAVE será comandada pela artista chilena DJ Amaranta ao lado do convidado DJ Gon, trazendo uma sonoridade que mistura cumbia eletrônica, reggaeton, tecnobrega, guaracha e outros gêneros que conectam culturas andinas, caribenhas e amazônicas.

Sesc Tupinambás

Ainda no dia 23, às 16h, o Sesc Tupinambás recebe o espetáculo em comemoração aos 10 anos do Coletivo Negras Autoras. Formado por Júlia Tizumba, Manu Ranilla e Vi Coelho, o grupo traz em sua trajetória espetáculos teatrais, trilhas sonoras e um disco lançado em 2020, consolidando-se como uma das vozes mais potentes da cena artística negra em Minas Gerais.

A programação completa da Virada pode ser conferida no portalbelohorizonte.

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segunda-feira, 18 de agosto de 2025

Orquestra Ouro Preto estreia "Feliz Ano Velho, a Ópera", em Belo Horizonte

Foto: Divulgação 

A Orquestra Ouro Preto anuncia a estreia de “Feliz Ano Velho, a Ópera”, em Belo Horizonte, adaptação inédita da consagrada obra de Marcelo Rubens Paiva. Com música e libreto de Tim Rescala, direção musical de Rodrigo Toffolo e direção cênica de Julliano Mendes, o espetáculo será apresentado na sexta-feira (22) e no sábado (23), às 20h, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes.

A montagem conta com um elenco de destaque, que inclui Johny França (Marcelo), Jabez Lima (Rubens Paiva), Marília Vargas (Eunice Paiva) e grande corpo artístico. Unindo música de concerto, teatro e literatura, “Feliz Ano Velho, a Ópera” propõe uma nova leitura para o livro autobiográfico, marco da literatura brasileira contemporânea.

O projeto nasceu a partir das conversas entre o maestro Rodrigo Toffolo e Marcelo Rubens Paiva, iniciadas em 2023. Desde o primeiro encontro, a ideia de transformar a obra em ópera entusiasmou o autor. “É emocionante ver ‘Feliz Ano Velho’ ganhar vida no palco de forma tão intensa e musical. Mal posso esperar para ver e ouvir essa história contada de um jeito novo. Estou me sentindo um ‘erudito’”, afirma Marcelo.

Com assinatura de Tim Rescala, reconhecido por seu trabalho na música de concerto e pela composição de “Auto da Compadecida” e “Hilda Furacão”, sucesso da parceria com a Orquestra, a ópera promete unir irreverência, lirismo e emoção, características que também marcam o livro original. A direção cênica de Julliano Mendes trará à cena a força dramática e a leveza que atravessam a narrativa de Paiva, numa montagem que pretende emocionar e dialogar com diferentes gerações.

“Feliz Ano Velho, a Ópera” é mais um projeto da Orquestra Ouro Preto que reafirma seu compromisso de inovação e diálogo entre a música de concerto e a cultura brasileira.

Os ingressos estão à venda na bilheteria do Palácio das Artes ou no site Eventim. Garanta seu lugar nesta belíssima homenagem ao escritor Marcelo Rubens Paiva. Uma noite repleta de emoções e boas músicas.

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quinta-feira, 31 de julho de 2025

Orquestra Ouro Preto lança turnê 2025 de “Hilda Furacão, A Ópera” em São Paulo

Foto: Rapha Garcia 

Montagem retorna ao Theatro Municipal nos dias 8 e 9 de agosto. O espetáculo depois segue para Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Boa Vista

Uma das personagens mais icônicas da literatura e da teledramaturgia brasileira ganha versão operística em uma montagem inédita que será apresentada em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Boa Vista. O projeto conta com o patrocínio da Petrobras, que há mais de 40 anos investe na cultura como uma força transformadora, apoiando iniciativas em todo o país que promovem a diversidade, valorizam a identidade nacional e ampliam o acesso à produção artística brasileira.

A Orquestra Ouro Preto leva aos palcos brasileiros Hilda Furacão, a Ópera, adaptação do aclamado romance de Roberto Drummond, ambientado em Belo Horizonte e imortalizado na célebre minissérie dos anos 90. Com música original de Tim Rescala e direção de cena de Julliano Mendes, a montagem é regida pelo maestro Rodrigo Toffolo e promete emocionar plateias de todo o Brasil.

Com libreto em português e dividida em dois atos, a ópera celebra a riqueza da cultura brasileira e mergulha nos dilemas éticos, sociais e religiosos de uma época marcada por contradições.

A turnê nacional começa por São Paulo, nos dias 8 e 9 de agosto, às 20h, no Theatro Municipal, após o sucesso da temporada de estreia em 2024, quando as duas récitas realizadas na cidade tiveram ingressos esgotados. Depois o espetáculos segue para Belo Horizonte, nos dias 18 e 19 de setembro, no Palácio das Artes; Rio de Janeiro, na Cidade das Artes, nos dias 27 e 28/09; Curitiba, dias 22 e 23/10, no Teatro Guaíra; e Boa Vista, no Teatro Municipal de Boa Vista, nos dias 31 de outubro e 1º de novembro. Os ingressos já estão à venda.

A protagonista é vivida pela mezzo-soprano Carla Rizzi, que retorna à cena com a Orquestra após sua atuação em Auto da Compadecida, a Ópera. Ao seu lado, o tenor Anibal Mancini interpreta Frei Malthus, trazendo ao palco a intensidade do conflito entre desejo e fé. Completam o elenco de solistas Marília Vargas (Loló Ventura), Marcelo Coutinho (Nelson Sarmento), Johnny França (Aramel) e Fernando Portari, que assume o papel de narrador e do próprio autor, Roberto Drummond. A montagem conta ainda com a participação de um coro com 16 vozes, que contribui para a densidade dramática e musical da obra.

Nos bastidores, Luiz Abreu assina a direção de arte; Paula Gascon, os figurinos; Tiça Camargo, o visagismo; Carol Gomes, a cenografia; e Bruno Corrêa, a engenharia de som. A época em que a história se passa ganha vida com as cores e a ousadia da Orquestra Ouro Preto, que imprime sua identidade visual e cênica à montagem. O resultado são cenas impactantes, cheias de surpresas, que ampliam o drama e a potência narrativa da ópera.

Na partitura original, Tim Rescala incorporou elementos do universo musical popular da época retratada no romance, como músicas brasileiras, boleros e sucessos radiofônicos, ao discurso operístico tradicional, criando uma obra híbrida entre a ópera e o musical.

O romance do escritor mineiro conta a história de Hilda, uma jovem bela e rebelde que rompe com as expectativas ao abandonar sua vida de prestígio e refugiar-se na zona boêmia da capital mineira. Sua jornada se entrelaça com a de Frei Malthus, um jovem religioso determinado a transformar a vida dos habitantes da região. Esse encontro desencadeia uma série de conflitos éticos e sociais, em um confronto entre desejo e dever, liberdade e moralidade. Uma narrativa que encontra na ópera a linguagem perfeita para seu desenvolvimento dramático, somando-se ao panteão de grandes heroínas do gênero, como Carmen e Aída, e consolidando o caminho para a criação de uma ópera nacional que dialoga com nossa história, cores e sons.

“Hilda tem todos os elementos para se tornar uma ópera: uma trama instigante e trágica, personagens fortes e uma grande carga emocional”, afirma o compositor Tim Rescala. Para o maestro Rodrigo Toffolo, “Hilda é uma protagonista perfeita para esse ciclo de óperas brasileiras que a Orquestra Ouro Preto vem desenvolvendo. É uma personagem feminina forte, com reflexões profundas sobre liberdade, destino e imposições sociais”.

Com esta produção, a Orquestra reafirma seu compromisso com a criação de um repertório operístico brasileiro, acessível, contemporâneo e enraizado na identidade cultural do país.

Sobre a Petrobras

É uma das principais empresas do país. Atua de forma integrada e especializada na indústria de óleo, gás natural e energia, tendo como compromisso o desenvolvimento sustentável para uma transição energética justa. A Cultura é também uma energia na qual a companhia investe, patrocinando há mais de 40 anos projetos que contribuem para cultura brasileira e se fazem presentes em todos os Estados brasileiros.

TURNÊ 2025 “HILDA FURACÃO, A ÓPERA”

SÃO PAULO

Quando: Dias 8 e 9 de agosto de 2025, às 20h

Onde: Theatro Municipal de São Paulo – Praça Ramos de Azevedo, s/n – República

Ingressos: À venda no site do Theatro

Patrocínio: Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet

Classificação indicativa: 12 anos

BELO HORIZONTE

Quando: Dias 18 e 19 de setembro de 2025, às 20h

Onde: Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537, Belo Horizonte/MG)

Ingressos: À venda na bilheteria do teatro e no site Eventim 

Patrocínio: Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet)

Classificação indicativa: 12 anos

RIO DE JANEIRO

Quando: Dias 27 e 28 de setembro de 2025, às 20h e 18h, respectivamente

Onde: Cidade das Artes (Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro)

Ingressos: À venda na bilheteria do teatro e no site Sympla

Patrocínio: Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet)

Classificação indicativa: 12 anos

CURITIBA

Quando: Dias 22 e 23 de outubro de 2025, às 20h

Onde: Teatro Guaíra (R. XV de Novembro, 971, Centro. Curitiba/PR)

Ingressos: À venda na bilheteria do teatro e no site DiskIngressos 

Patrocínio: Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet)

Classificação indicativa: 12 anos

BOA VISTA

Quando: Dias 31 de outubro e 1º de novembro de 2025, às 20h

Onde: Teatro Municipal de Boa Vista – Av. Glaycon de Paiva, São Vicente

Ingressos: À venda no Teatro e na plataforma ShopIngressos

Patrocínio: Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet)

Classificação indicativa: 12 anos

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

Orquestra Ouro Preto homenageia Nirvana em concerto no Sesc Palladium

Foto: Divulgação 

A Série Domingos Clássicos chega ao seu 10º ano com uma edição especial e cheia de significado. A Orquestra Ouro Preto celebra 25 anos e convida o público para uma experiência sonora única: um tributo ao álbum Nevermind, da banda norte-americana Nirvana. O concerto será realizado no domingo (3), às 11h, no Grande Teatro do Sesc Palladium - Rua Rio de Janeiro, 1046 - Centro, Belo Horizonte - com ingressos a preços populares. À venda no site Sympla ou na bilheteria do teatro.

Símbolo máximo do rock alternativo dos anos 90, o Nirvana mudou a história da música com riffs potentes e letras viscerais. Nevermind, lançado em 1991, tornou-se um marco cultural e permanece atual até hoje. No palco, a Orquestra une a força da música de concerto à rebeldia do grunge em uma montagem ousada, que mistura som e cena em 13 atos, com arranjos assinados por Leonardo Gorosito.

Haverá uma cota de 30 ingressos gratuitos de caráter social que podem ser retirados na bilheteria do teatro mediante apresentação do cartão bolsa família ou Cad Único, limitado a um ingresso por CPF.

Garanta seu lugar nesta celebração da música!

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quarta-feira, 9 de julho de 2025

Concerto em comemoração aos 60 anos da Obra Pavoniana é adiado

 COMUNICADO OFICIAL 

"A Obra Pavoniana de Belo Horizonte informa que o concerto que seria realizado no dia 12 de julho de 2025, na Sala Minas Gerais, com a participação do DJ KVSH e da Orquestra Ouro Preto, foi adiado.

A decisão foi tomada em comum acordo entre as partes envolvidas, e a apresentação será remarcada para uma nova data, a ser divulgada em breve.

Todos os ingressos adquiridos até o momento serão integralmente reembolsados pela plataforma Sympla, por meio do canal oficial da bilheteria. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail:eventos@obraspavonianas.org.br

Reiteramos nosso profundo agradecimento à Orquestra Ouro Preto, ao DJ KVSH, à Mundiale, nosso patrocinador, e a todos que vêm colaborando com este projeto que une arte, memória e compromisso social.

Agradecemos pela compreensão e seguimos contando com o apoio de todos que acreditam em nossa missão. Esperamos reencontrá-los em breve."

segunda-feira, 7 de julho de 2025

Orquestra Ouro Preto e Kvsh estreiam concerto inédito na Sala Minas Gerais

Foto: Rapha Garcia
Concerto une a música de concerto às batidas eletrônicas e acontece no dia 12 de julho, às 20h, em comemoração aos 60 anos da Obra Pavoniana

A Sala Minas Gerais recebe, no sábado (12), às 20h, um encontro inédito entre dois universos musicais: o da música de concerto e o da música eletrônica. A Orquestra Ouro Preto e o DJ Kvsh sobem ao palco juntos pela primeira vez para uma apresentação que celebra os 60 anos da Obra Pavoniana no Brasil e promete surpreender o público.

Reconhecida nacionalmente por renovar a relação entre a música clássica e o grande público, a Orquestra Ouro Preto, que completa 25 anos em 2025, mais uma vez aposta na inovação ao propor um diálogo entre a sonoridade orquestral e a energia da música eletrônica. “Estamos quebrando alguns paradigmas mais uma vez. Para nós, essa proposição é muito importante. É quando descobrimos novos caminhos possíveis e expandimos o universo orquestral. Ao lado do Kvsh, queremos mostrar que a música é um território de encontros, sem barreiras”, afirma o maestro Rodrigo Toffolo, regente titular e diretor artístico da Orquestra.

Natural de Nova Lima (MG) e referência na cena eletrônica nacional, Kvsh celebra 10 anos de carreira com apresentações em grandes festivais no Brasil e no exterior. Conhecido por sua versatilidade e pela capacidade de construir hits com números grandiosos nas plataformas de streaming, o DJ se diz empolgado com o desafio. “Sempre fui movido pelo novo. Fazer um show com uma orquestra como a Ouro Preto é um passo gigante. Estamos preparando algo que ninguém espera. Vai ser surpreendente”, revela o artista.

O repertório do concerto será mantido em sigilo. Segundo os artistas, a escolha de não revelar previamente as obras é um convite ao público para vivenciar a experiência em sua plenitude, com surpresa e encantamento. “O que podemos garantir é que tudo será feito ali, ao vivo, propondo uma experiência imersiva, inovadora e impactante”, afirma o maestro.

Mas uma coisa podemos adiantar: o repertório é metade formado por grandes obras do repertório clássico, que foram revisitados com as intervenções de Kvsh, e a outra parte é formada por composições do DJ, que ganham novas cores junto à interpretação das cordas da formação mineira.

“Estou muito empolgado com o resultado. Acredito que conseguimos fazer uma junção muito harmônica e equilibrada, que ambos os públicos vão gostar muito”, garante o regente. “É muité muito raro em parcerias artísticas encontrar o equilíbrio, o 50% de cada um dos lados, principalmente quando são estilos tão diferentes. Mas o peso da eletrônica e a leveza das cordas e da Orquestra se encontraram de maneira muito complementar”, completa o DJ.

A união entre tradição e inovação promete fazer deste concerto um marco na programação cultural do ano. A estreia da parceria entre a Orquestra Ouro Preto e o Kvsh inaugura um novo capítulo no diálogo entre diferentes linguagens musicais.

Sobre a Obra Pavoniana

Ligada à Congregação dos Filhos de Maria Imaculada, fundada por São Ludovico Pavoni e atua há seis décadas no Brasil, com forte presença nas áreas de educação, assistência social e formação cidadã. Com unidades espalhadas por diversas regiões do país, a instituição oferece acolhimento, acompanhamento psicossocial, formação profissional e acesso à cultura para crianças, adolescentes e suas famílias em situação de vulnerabilidade.

Ao longo de sua trajetória, a cultura sempre ocupou papel central, como ferramenta de inclusão, pertencimento e transformação social. “Sempre de olho no futuro, apostamos neste concerto inédito para deixar uma mensagem clara: celebramos o passado, cuidamos do presente e seguimos comprometidos com um futuro promissor para toda a comunidade assistida”, afirma Diomar Martins, gestor das obras sociais Pavonianas.

Orquestra Ouro Preto & DJ Kvsh – 60 anos da Obra Pavoniana

Data: 12 de julho de 2025

Horário: 20h

Local: Sala Minas Gerais – Belo Horizonte (MG)

Ingressos no Sympla

Classificação indicativa: Livre

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terça-feira, 1 de julho de 2025

Carlinhos Brown e Orquestra Ouro Preto abrem as celebrações de aniversário de Ouro Preto

Foto: Raphael Garcia 

Apresentação gratuita será no dia 5 de julho, no Estacionamento do Centro de Convenções da UFOP

Celebrando os 314 anos de fundação de Ouro Preto, em Minas Gerais, a Orquestra Ouro Preto se une novamente a Carlinhos Brown para um concerto especial, que abre a programação de aniversário da cidade histórica, no sábado (5), às 21h, no Estacionamento do Centro de Convenções da UFOP.

Um encontro poderoso entre a ancestralidade afro-brasileira e o barroquismo mineiro, o espetáculo vem encantando o público e reunindo milhares de pessoas por onde passa. A estreia aconteceu na Avenida Paulista, em maio de 2024, passando depois pela Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, por Salvador, na Concha Acústica, em Belo Horizonte, com duas apresentações no Palácio das Artes, e em Paracatu, no interior de Minas.

Com regência do Maestro Rodrigo Toffolo, diretor artístico e regente titular da Orquestra Ouro Preto, o concerto passeia pela obra de Brown, ressaltando toda sua grandiosidade e exuberância musical. Nessa união singular, cabem o berimbau, a percussão e os metais, que se encontram em plena harmonia com os violinos e violoncelos.

O repertório reúne alguns dos maiores sucessos do artista, incluindo “Amor I Love You“, “Já Sei Namorar” e “Vilarejo”, gravadas com o grupo Tribalistas, além de outros hits como “Maria de Verdade”, “Segue o Seco”, “ECT” e “A Namorada”, que ganharam novos arranjos assinados por Paulo Malheiros.

A apresentação marca a abertura das comemorações de aniversário de Ouro Preto, um dos marcos mais significativos da história de Minas Gerais e do Brasil. Entre os dias 5 e 8 de julho, a cidade será palco de uma grande festa, com shows gratuitos e atrações diversas espalhadas por seu território. Após a abertura com Carlinhos Brown e Orquestra Ouro Preto, a programação segue com Turma do Pagode no domingo (6), Capital Inicial na segunda-feira (7), e o encerramento na terça-feira (8), dia do aniversário da cidade, com um show imperdível da cantora Vanessa da Mata.

Carlinhos Brown e Orquestra Ouro Preto

Data: 5 de julho, sábado

Horário: 21h

Local: Estacionamento do Centro de Convenções da UFOP – Ouro Preto/MG

Evento gratuito

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quinta-feira, 5 de junho de 2025

Orquestra Ouro Preto apresenta concerto com músicas de cinema

Foto: Divulgação 

Aclamada por sua versatilidade e inovação, a Orquestra Ouro Preto celebra 25 anos de trajetória com um concerto dedicado à música do cinema. No domingo (8), às 11h, o Sesc Palladium, em Belo Horizonte, recebe mais uma edição da Série Domingos Clássicos, em uma apresentação que reúne trilhas sonoras marcantes da sétima arte. O programa destaca o disco Música para Cinema, lançado pela orquestra em 2017.

Reúna os amigos, a família, para um concerto com músicas que marcaram a memória afetiva de muitas pessoas. Ingressos à venda, com preço popular, no site Sympla ou na bilheteria do teatro. Imperdível!

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quarta-feira, 7 de maio de 2025

Orquestra Ouro Preto apresenta sucessos do A-ha em Belo Horizonte

Foto: Divulgação
Um dos maiores sucessos da Orquestra Ouro Preto, que  conquista cada vez mais o público é atração  na série Domingos Clássicos. No ano em que a formação mineira celebra 25 anos de trajetória e 10 anos de parceria com o Sesc em Minas, o concerto em tributo à banda norueguesa A-ha não poderia ficar de fora. 

No repertório, os grandes hits do trio que embalou os anos 80 e até hoje reúne fãs em apresentações pelo mundo. O concerto acontece neste domingo (11), às 11h, no Grande Teatro do Sesc Palladium, em Belo Horizonte.

Ingressos à venda no site Sympla ou na bilheteria do teatro. Reúna a família, os amigos e comece o domingo com um concerto emocionante. Vale muito a pena prestigiar!

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quinta-feira, 24 de abril de 2025

Orquestra Ouro Preto e Carlinhos Brown no Palácio das Artes

 

Foto: Rapha Garcia

Cantor, compositor e percussionista apresenta grandes sucessos de sua carreira ao lado da formação mineira no Palácio das Artes

Os ritmos afro-brasileiros e a poesia de Carlinhos Brown vão se unir ao som das cordas e à versatilidade e excelência da Orquestra Ouro Preto no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, numa simbiose pulsante entre o sinfônico e o popular. O cantor, compositor, percussionista e multitalentoso artista baiano é o convidado da Orquestra para duas apresentações, em maio, na sexta-feira (2) e sábado (3), às 20:30h. Os ingressos podem ser adquiridos no Eventim e na bilheteria do teatro. Os concertos têm o patrocínio da AngloGold Ashanti, através da Lei Federal de Incentivo, a Lei Rouanet.

Com regência do Maestro Rodrigo Toffolo, diretor artístico e regente titular da Orquestra Ouro Preto, o concerto passeia pela obra de Brown, ressaltando toda sua grandiosidade e exuberância musical. Nessa união singular, cabem o berimbau, a percussão e os metais, que se apresentam em total harmonia com os violinos e violoncelos.

Carlinhos Brown, nascido em 1962 no bairro do Candeal Pequeno em Salvador, Bahia, é um artista ímpar que se destaca como um dos mais criativos e inovadores do cenário musical brasileiro. Brown coleciona sucessos e reconhecimento por sua vasta obra e impacto cultural. Sua sensibilidade e talento para criar letras poéticas e melodias marcantes renderam a ele parcerias com grandes nomes da MPB, como Maria Bethânia, Gal Costa, Caetano Veloso, Marisa Monte, Nando Reis, Cássia Eller e Herbert Vianna. Suas composições também conquistaram a banda Sepultura, demonstrando a versatilidade e o alcance de sua obra.

O repertório do concerto busca contemplar todas essas várias facetas de Brown, reunindo alguns de seus maiores sucessos, incluindo os hits “Amor I Love You“, “Já Sei Namorar” e “Vilarejo”, gravadas com o grupo Tribalistas, ao lado de Marisa Monte e Arnaldo Antunes. Além dessas canções, outras pérolas do cancioneiro de Brown integram o setlist, entre elas “Maria de Verdade”, “Segue o Seco”, “ECT” e as dançantes “Quixabeira” e “A Namorada”, que ganham novos arranjos assinados por Paulo Malheiros.

O norte para a escolha das canções que integram o concerto, segundo o Maestro Rodrigo Toffolo, partiu da proposta de explicitar o caráter compositor do artista, revelando ao público também pérolas que ficaram famosas na voz de outros artistas e que têm a assinatura de Brown. “O desafio é sempre a brasilidade e, no caso de Carlinhos, a baianidade e os ritmos afro-brasileiros que ele trabalha. Acho um deleite mesclar essas duas áreas, criando um caldeirão multicultural. Todos saem ganhando, e o público terá um espetáculo de alto nível e belíssimo, com a energia lá no alto, como é peculiar na presença de Brown”, garante o maestro.

Criador da orquestra de percussão Timbalada, o cantor e compositor destaca a importância de trabalhar em coletivo e encontrar um ponto harmônico nas canções. “Para mim, clássico é tudo que perdura no inconsciente coletivo, e a Orquestra Ouro Preto se encontra nesse lugar tão tradicional quanto moderna”, enfatiza Brown.

As apresentações são patrocinadas pela AngloGold, parceira da Orquestra Ouro Preto de longa data. “Temos muito orgulho em estarmos com a Orquestra Ouro Preto, sempre incentivando a sua rica produção musical e os encontros mais variados, que trazem boas surpresas para o público”, comenta o diretor de Comunicação, Comunidade e Relações Governamentais da AngloGold Ashanti, Fernando Claudio.

Carlinhos Brown e Orquestra Ouro Preto, em Belo Horizonte

Data: 2 de maio, sexta-feira e 3 de maio, sábado

Horário: 20:30h

Local: Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537 - Centro, Belo Horizonte - MG)

Ingressos: No site Eventim e na bilheteria do teatro.

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quarta-feira, 16 de abril de 2025

Carlinhos Brown e Orquestra Ouro Preto em Belo Horizonte

Foto: Rapha Garcia

Cantor, compositor e percussionista apresenta grandes sucessos de sua carreira ao lado da formação mineira no Palácio das Artes

Os ritmos afro-brasileiros e a poesia de Carlinhos Brown vão se unir ao som das cordas e à versatilidade e excelência da Orquestra Ouro Preto no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, numa simbiose pulsante entre o sinfônico e o popular. O cantor, compositor, percussionista e multitalentoso artista baiano é o convidado da Orquestra para duas apresentações, em maio, na sexta-feira (2) e sábado (3), às 20:30h. Os ingressos podem ser adquiridos no Eventim e na bilheteria do teatro. Os concertos têm o patrocínio da AngloGold Ashanti, através da Lei Federal de Incentivo, a Lei Rouanet.

Com regência do Maestro Rodrigo Toffolo, diretor artístico e regente titular da Orquestra Ouro Preto, o concerto passeia pela obra de Brown, ressaltando toda sua grandiosidade e exuberância musical. Nessa união singular, cabem o berimbau, a percussão e os metais, que se apresentam em total harmonia com os violinos e violoncelos.

Carlinhos Brown, nascido em 1962 no bairro do Candeal Pequeno em Salvador, Bahia, é um artista ímpar que se destaca como um dos mais criativos e inovadores do cenário musical brasileiro. Brown coleciona sucessos e reconhecimento por sua vasta obra e impacto cultural. Sua sensibilidade e talento para criar letras poéticas e melodias marcantes renderam a ele parcerias com grandes nomes da MPB, como Maria Bethânia, Gal Costa, Caetano Veloso, Marisa Monte, Nando Reis, Cássia Eller e Herbert Vianna. Suas composições também conquistaram a banda Sepultura, demonstrando a versatilidade e o alcance de sua obra.

O repertório do concerto busca contemplar todas essas várias facetas de Brown, reunindo alguns de seus maiores sucessos, incluindo os hits “Amor I Love You“, “Já Sei Namorar” e “Vilarejo”, gravadas com o grupo Tribalistas, ao lado de Marisa Monte e Arnaldo Antunes. Além dessas canções, outras pérolas do cancioneiro de Brown integram o setlist, entre elas “Maria de Verdade”, “Segue o Seco”, “ECT” e as dançantes “Quixabeira” e “A Namorada”, que ganham novos arranjos assinados por Paulo Malheiros.

O norte para a escolha das canções que integram o concerto, segundo o Maestro Rodrigo Toffolo, partiu da proposta de explicitar o caráter compositor do artista, revelando ao público também pérolas que ficaram famosas na voz de outros artistas e que têm a assinatura de Brown. “O desafio é sempre a brasilidade e, no caso de Carlinhos, a baianidade e os ritmos afro-brasileiros que ele trabalha. Acho um deleite mesclar essas duas áreas, criando um caldeirão multicultural. Todos saem ganhando, e o público terá um espetáculo de alto nível e belíssimo, com a energia lá no alto, como é peculiar na presença de Brown”, garante o maestro.

Criador da orquestra de percussão Timbalada, o cantor e compositor destaca a importância de trabalhar em coletivo e encontrar um ponto harmônico nas canções. “Para mim, clássico é tudo que perdura no inconsciente coletivo, e a Orquestra Ouro Preto se encontra nesse lugar tão tradicional quanto moderna”, enfatiza Brown.

As apresentações são patrocinadas pela AngloGold, parceira da Orquestra Ouro Preto de longa data. “Temos muito orgulho em estarmos com a Orquestra Ouro Preto, sempre incentivando a sua rica produção musical e os encontros mais variados, que trazem boas surpresas para o público”, comenta o diretor de Comunicação, Comunidade e Relações Governamentais da AngloGold Ashanti, Fernando Claudio.

Carlinhos Brown e Orquestra Ouro Preto, em Belo Horizonte

Data: 2 de maio, sexta-feira e 3 de maio, sábado

Horário: 20:30h

Local: Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537 - Centro, Belo Horizonte - MG)

Ingressos: No site Eventim e na bilheteria do teatro.

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!