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segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

DJ Ronald lança primeiro DVD da carreira gravado em Ibiza

Audiovisual apresenta 3 sets de música eletrônica em lugares paradisíacos

Há mais de 10 anos atuando como DJ e produtor musical, Ronald se apaixonou pela música eletrônica em uma viagem à Ibiza, uma das ilhas mais famosas e agitadas do mundo. Em seu primeiro grande projeto audiovisual da carreira, o desejo de Ronald é levar o público para este destino que foi sua principal inspiração e referência neste trabalho. O DVD “Ronald In Ibiza” foi gravado em três lugares diferentes do arquipélago, cada um com um set especial, em cenários de tirar o fôlego. O lançamento também será dividido em três momentos.

Ronald apresenta o set na Ilha Es Vedrá, um local de energia poderosa, conhecido por suas inúmeras lendas místicas, e que presenteou o DJ com um pôr do sol único durante as gravações. O artista postou os bastidores em seu perfil oficial no Instagram.

O cenário escolhido para o segundo set foi a casa de Ronald em Ibiza e tem previsão de chegar às plataformas de áudio e ao YouTube no dia 25 de janeiro. E em 25 de fevereiro, o DVD “Ronald In Ibiza” estará disponível na íntegra, com o terceiro e último bloco, desta vez gravado em Sa Caleta, uma das praias mais bonitas da região.

Ansioso e emocionado com a chegada do primeiro grande trabalho da carreira, Ronald abre o coração e manda um recado para o público: “Bem-vindos a uma experiência única, onde o coração bate no ritmo da música e os sonhos ganham vida. Você vai viajar comigo para um local que é muito mais que uma ilha, é a batida pulsante que sempre esteve presente em minha jornada. Desde a infância, meu olhos e ouvidos voltavam toda sua atenção para as festas de Ibiza, inspirando um sonho: ser DJ. Hoje, aqui estou, vivendo o que amo. Este DVD não é apenas um show, é um mergulho na alma da música, com Ibiza como musa inspiradora. Uma declaração de amor à ilha que moldou cada nota, cada batida desse sonho, e você vai sentir essa emoção que me impulsiona. Prepare-se, porque agora, vamos viajar juntos. Você está pronto para Ibiza?”.

DVD “Ronald In Ibiza” - DJ Ronald


SOBRE O DJ

Ronald, de 23 anos, nascido em Milão, gosta de música eletrônica desde 2010, quando passava suas férias escolares em Ibiza. Começou a frequentar matinês por lá, via os DJs comandando as festas e acabou se apaixonando por isso. DJ e produtor musical desde 2012, hoje é artista da GR6, acumula mais de meio milhão de streams no Spotify e coleciona parcerias com nomes de peso da cena musical.

domingo, 31 de julho de 2022

O Papa no Angelus: é bom se tornar rico, mas rico segundo Deus

“Não se pode desejar ser rico? É claro que se pode, de fato, é justo desejá-lo, é bom se tornar rico, mas rico segundo Deus! Deus é o mais rico de todos: é rico em compaixão, em misericórdia. Sua riqueza não empobrece ninguém, não cria brigas e divisões. É uma riqueza que ama dar, distribuir, compartilhar”: disse o Papa no Angelus deste domingo (31)

Raimundo de Lima – Vatican News

“Que Nossa Senhora nos ajude a compreender quais são os verdadeiros bens da vida, aqueles que permanecem para sempre”: foi o pedido do Papa à Virgem Maria no Angelus ao meio-dia deste XVIII Domingo do Tempo Comum.

Refletindo sobre a página do Evangelho do dia, Francisco destacou a passagem em Lc 12,13 em que um homem dirige um pedido a Jesus: "Mestre, dize a meu irmão que reparta comigo a herança". É uma situação muito comum, problemas semelhantes ainda são atuais: quantos irmãos e irmãs, quantos membros da mesma família infelizmente brigam, e talvez não falem mais um com o outro, por causa da herança! - frisou o Papa.

A ganância, uma doença que destrói as pessoas

Franciso observou que Jesus, respondendo a este homem, não entra em detalhes, mas vai à raiz das divisões causadas pela posse das coisas, e diz: "Precavei-vos cuidadosamente de qualquer cupidez".

O que é a cobiça? É a ganância desenfreada pelos bens, o querer sempre enriquecer-se. É uma doença que destrói as pessoas, porque a fome de posses gera dependência. Sobretudo aquele que tem tanto nunca se dá por satisfeito: sempre quer mais, e somente para si mesmo. Mas desta forma não é mais livre: é apegado, escravo daquilo que paradoxalmente deveria servir-lhe para viver livre e sereno. Em vez de servir-se do dinheiro, se torna servo do dinheiro. Mas a ganância é uma doença perigosa também para a sociedade: por causa dela chegamos hoje a outros paradoxos, a uma injustiça como nunca antes na história, onde poucos têm muito e muitos têm pouco. Pensemos também em guerras e conflitos: o anseio por recursos e riqueza está quase sempre envolvido. Quantos interesses estão por trás de uma guerra! Certamente, um deles é o comércio de armas.

Servir a riqueza é idolatria, é ofender a Deus

Francisco acrescentou que Jesus nos ensina hoje que, no cerne de tudo isso, não há apenas alguns poderosos ou certos sistemas econômicos: há a ganância que está no coração de cada um.

Dito isso, o Santo Padre convidou-nos a refletir sobre algumas perguntas:

Como está meu desapego dos bens, das riquezas? Eu me queixo do que me falta ou sei dar-me por satisfeito com o que tenho? Sou tentado, em nome do dinheiro e das oportunidades, a sacrificar as relações e o tempo para os outros? E mais ainda, me ocorre sacrificar a legalidade e a honestidade no altar da ganância? Eu digo "altar" porque bens materiais, dinheiro, riquezas podem se tornar um culto, uma verdadeira idolatria. Portanto, Jesus nos adverte com palavras fortes. Ele diz que não se pode servir a dois senhores, e - tenhamos cuidado - não diz Deus e o diabo, ou o bem e o mal, mas Deus e as riquezas. Servir-se da riqueza sim; servir a riqueza não: é idolatria, é ofender a Deus.

A vida não depende do que se possui

Então – podemos pensar - não se pode desejar ser rico? O Pontífice respondeu: é claro que se pode, de fato, é justo desejá-lo, é bom se tornar rico, mas rico segundo Deus! Deus é o mais rico de todos: é rico em compaixão, em misericórdia. Sua riqueza não empobrece ninguém, não cria brigas e divisões. É uma riqueza que ama dar, distribuir, compartilhar.

Antes de concluir, o Papa lembrou, por fim, o que realmente conta na vida:

Irmãos, irmãs, acumular bens materiais não é suficiente para viver bem, porque - diz Jesus novamente - a vida não depende do que se possui (cf. Lc 12,15). Em vez disso, depende de bons relacionamentos: com Deus, com os outros, e também com aqueles que têm menos. Então, nós nos perguntemos: como eu quero me enriquecer? De acordo com Deus ou de acordo com a minha ganância? E voltando ao tema da herança, que herança eu quero deixar? Dinheiro no banco, coisas materiais, ou pessoas contentes ao meu redor, boas obras que não são esquecidas, pessoas que eu ajudei a crescer e amadurecer?

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Dupla lança projeto “Cleber & Cauan No Rio Quente”

Foto: Divulgação
Última parte do projeto destaca “Boca Ocupada”, faixa com participação de Matheus, da dupla com Kauan

Após aquecerem o público com as primeiras faixas, entre elas “Cabo de Guerra”, “Pede Pra Voltar” (feat Barões da Pisadinha) e “Chamada de Vídeo”, que vem tendo resposta positiva nos shows, a dupla Cleber & Cauan apresentou na sexta-feira (28) o repertório completo do projeto audiovisual “Cleber & Cauan No Rio Quente”. O lançamento, disponibilizado nas plataformas de áudio pela Som Livre, conta com as últimas oito faixas inéditas que faltavam para completar o repertório, tendo a romântica “Boca Ocupada”, com Matheus - dupla do Kauan -, como a faixa-foco, que chega inclusive com vídeo no YouTube.

“Não víamos a hora de soltar todo o projeto para o público. Depois de parcerias com Barões com Pisadinha e Turma do Pagode, chegou a hora de trazer o Matheus, que é nosso amigo e um nome querido no sertanejo, representando o lado mais romântico do ritmo. Essa moda tem tudo para estourar. Estamos apostando demais nela”, conta Cauan.

Além de “Boca Ocupada”, o público ouvirá as inéditas, “Maria Solteira” (feat com Max e Luan), “Cerveja de Boteco”, “Deixando de Seguir”, “Lugar no Céu”, “Que Sextou que Nada”, “Quem Ama não Mente” e “Super Pai”, que terão seus respectivos videoclipes lançados, aos poucos, no YouTube.

Gravado na Praia do Cerrado, no Rio Quente Parques & Resorts, em Caldas Novas, Goiás, o DVD traz o registro de um cenário com palcos montados sobre piscinas naturais. Além disso, o novo trabalho marca o retorno de Cleber como compositor da maior parte do repertório contagiante, que passeia pelo bom humor e pelo romantismo, marca registrada da dupla. Das 14 faixas, nove são composição de Cleber, dentre elas, a mais nova música de trabalho “Boca Ocupada”, o hit “Cabo de Guerra”, além de “Chamada de Vídeo”, “Sem Sinal de Você”, “Cerveja de Boteco", “Lugar no Céu”, “Quem Ama Não Mente” e “Super Pai”,

“Eu estou muito feliz, estava com vontade de realizar este trabalho, de escrever, de participar, dedico ele à minha família e aos nossos fãs. Eu e Cauan acreditamos desde o início nesse DVD, e agora finalizado, podemos ver que o resultado que estamos entregando é o que queríamos desde o começo. E só conseguimos isso com empenho de todos da equipe, da parte de direção e com as participações mais que especiais que pudemos contar”, comenta Cleber.

“Cleber & Cauan No Rio Quente” traz produção musical de Fabio Miranda, edição de Breno Amancio e direção geral de Sidnei Rogério.

DVD ‘’Cleber & Cauan No Rio Quente’’ - Cleber & Cauan

Lançamento Som Livre 

Tracklist completa:

1- Boca Ocupada (com Matheus, da dupla Matheus & Kauan) (Inédita)

2- Pede Pra Voltar (com Os Barões da Pisadinha)

3- Cabo de Guerra

4- Chamada de vídeo

5- Fiz Amor Sem Querer (com Turma do Pagode)

6- Intimidade à dois

7- Maria Solteira (Com Max e Luan) (Inédita)

8- Sem Sinal de Você

9- Cerveja de Boteco - (Inédita)

10- Deixando de Seguir - (Inédita)

11-Lugar no Céu - (Inédita)

12-Que Sextou que Nada -(Inédita)

13-Quem Ama não Mente - (Inédita)

14-Super Pai - (Inédita)

Sobre a Som Livre

Com sua capacidade única de entender e antecipar preferências, aspirações e comportamentos dos brasileiros, a Som Livre é o reflexo do gosto musical do brasileiro. É uma empresa de música digital totalmente integrada com um modelo comprovado para identificar, desenvolver e promover a música e os artistas que os fãs continuarão a abraçar nas próximas décadas. A Som Livre tem forte atuação em eventos ao vivo, sendo produtora de festivais no país por meio de diversas marcas, como Festeja e Samba D+. Ela também tem sua plataforma de distribuição de música, a Fluve, e operações adicionais em sua editora musical.

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terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Yasmin Umbelino faz mergulho apocalíptico em álbum de estreia

Talentosa cantora e instrumentista
mineira disponibiliza álbum nas
plataformas - Foto: Jonathan Fidélis
Artista mineira mescla teatralidade e musicalidade plural em primeiro trabalho

Uma exploração sobre o que nos aguarda no fim do universo é o que move “Antares”, álbum de estreia da multi artista mineira Yasmin Umbelino. Mesclando sua experiência como atriz com um ousado mergulho musical e poético, ela propõe faixas onde inspirações do indie e do pop, do rock e da música brasileira guiam canções climáticas com um pé no passado e outro no futuro. O lançamento é do selo MUSA LAB - Laboratório de Ideias Musicais, fundado por Umbelino e o produtor musical Thiago Guedes para dar maior visibilidade a artistas em quem acreditam. 

Ouça “Antares”: https://tratore.ffm.to/antares

Assista ao clipe “Tele a pele”: https://youtu.be/O6FXAYFgLXc

“Antares” assume suas contradições e constrói sobre elas. A duração curta para um disco - abaixo dos 17 minutos - não impede que Yasmin veja o trabalho com a mesma complexidade de um álbum completo que vai além, inclusive, das suas canções. O disco chega acompanhado de um livro digital homônimo, disponível para leitura e download no site oficial (http://www.yasminumbelino.com/). Escrito ao mesmo tempo que as canções, o desdobramento literário de “Antares” deu vazão à verve de dramaturgia poética do trabalho, reunindo ainda as poesias e letras das músicas.

Assista ao clipe “Plexos”: https://youtu.be/3-f902M8x2c

“Eu poderia ter chamado de EP, mas isso iria contra a ideia que tenho de um disco. O ‘Antares’, mesmo pequeno, conta uma história com início, meio e fim (que, para a experiência completa, deve acompanhar a leitura do livro que está no site). Outra ideia que dialoga com o conceito futurista e com minha reflexão sobre as relações contemporâneas, foi a ideia de um ‘disco podcast’. Queria jogar de forma irônica com a ideia da escuta rápida. Hoje, tudo é rápido. A tendência é que, cada vez mais, os sons passem a ser desconexos e curtos. Mas e quando as informações são complexas? E quando há uma história muito maior envolvida? Como agimos? Em 16:50 o ‘Antares’ narra minhas angústias, mas não só isso. Ele está todo amarrado aos clipes, às artes e ao livro. Ele funciona sozinho? Sim. Mas há muitas outras camadas”, resume Umbelino.

“Antares” nasceu de uma necessidade em dialogar com conceitos sobre o caos pós-moderno por meio de metáforas. Por isso, a estrela que nomeia o disco ganha conotações de uma “Pasárgada pessoal” para a artista - um lugar onde tudo é possível, tão real quanto imaginária. O álbum se desenrola ao longo de seis faixas - sendo duas delas audiopoemas acompanhados de uma sonoridade retrofuturista com pegadas de rock progressivo -, onde Yasmin narra esse desbravar de universos inteiros, apenas para encontrar a si própria. 

Além de reunir em um só trabalho as muitas vertentes de seu trabalho musical, poético e teatral, Yasmin Umbelino descobriu com “Antares” uma outra potência: a de dar forma visual à sua visão artística. Foi assim que a artista acabou cuidando pessoalmente de cada uma das artes que envolvem o disco, seus clipes e singles lançados. Usando técnicas de colagem, ela traduziu em imagens o conceito presente tanto nos textos de “Antares” quanto nos seus sons. O resultado foi uma série de autorretratos trabalhados com imagens e texturas que dialogam com as sensações que Umbelino queria provocar com a obra.

“‘Antares’ é um não-lugar. Rota e ponto de fuga. É pra onde ir quando não há mais espaço nem ar para respirar fundo, quando há o sufoco na poeira dos dias. Mais que uma estrela distante, é um delírio. O disco é uma mistura poética analógica e digital que busca em narrativas sonoras a construção de uma visão sobre o fim do mundo”, resume a artista. 

O álbum está disponível nas principais plataformas e seus clipes, no canal de YouTube de Yasmin Umbelino.

Crédito: Jonathan Fidelis

Ficha técnica

Produção musical , arranjos, mix e master: Thiago Guedes

Conceito: Yasmin Umbelino

Synths, drum machine, guitarras : Thiago Guedes

Voz e violino: Yasmin Umbelino

Bateria (faixas Paetês e Antares): Gih Guerci

Baixo (faixa Plexos): Ronilson Silva

Gravado em: MUSA LAB - Laboratório de Ideias Musicais entre setembro de 2020 a novembro de 2021.

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

Casa Fiat de Cultura reabre ao público com restauro de obras de Aleijadinho

Público pode conferir de perto, mas com
cuidados para a saúde - Foto: Studio Cerri
Com visitas presenciais agendadas, visitantes poderão contemplar ao vivo o trabalho dos restauradores e acompanhar todo o processo

O patrimônio cultural denota o valor das formas de manifestação de nossa memória e evidencia a importância do conhecimento das raízes de nossa identidade. Prova disso são as expressões artísticas pregressas: ao se transformarem em um legado, nos moldam até os dias atuais e, mais do que isso, trazem perspectivas e referências para o futuro. Para celebrar seus 15 anos e a reabertura ao público, “Aleijadinho, arte revelada: o legado de um restauro” é um presente da Casa Fiat de Cultura a Minas Gerais e ao Brasil. O grande destaque desta iniciativa inédita está no cuidadoso restauro de três obras de Aleijadinho (1738-1814), guardadas sob as montanhas de Minas Gerais: as imagens de Sant’Ana Mestra, de São Joaquim e de São Manuel. Em uma experiência viva e única, será possível conhecer os bastidores do ateliê e vislumbrar detalhes das etapas do restauro. A partir do dia 3 de novembro, o público poderá agendar, pela Sympla, visitas mediadas pelo Programa Educativo ao ateliê-vitrine instalado no hall da Casa Fiat de Cultura. Além disso, pelas redes sociais, será possível acompanhar uma websérie que vai apresentar o making of de todo o processo e aspectos da vida e da obra de Aleijadinho. No dia 2 de dezembro, será inaugurada a mostra que revela as obras de São Joaquim e São Manuel já restauradas, enquanto Sant’Ana continua em processo de restauro, ao vivo, para apreciação do público.

Segundo o presidente da Casa Fiat de Cultura, Fernão Silveira, desde sua fundação, em 2006, a instituição desenvolve ações voltadas à valorização do patrimônio. “Restaurar obras do século XVIII revela, além de suas características e peculiaridades, a importância do seu gênio criador, o mestre Aleijadinho. Restaurar é respeitar o passado e, ao mesmo tempo, reconstruir a esperança no futuro. Ao oferecermos a oportunidade de o público acompanhar um restauro ao vivo, estamos, uma vez mais, a cumprir nosso papel de valorizar a cultura e os múltiplos saberes, formando públicos aptos a vivenciar as muitas dimensões da arte”, afirma.

“Ao completar 45 anos de presença em Minas Gerais, a Fiat, agora integrada à Stellantis, o quarto maior grupo automotivo do mundo, apoia a Casa Fiat de Cultura neste presente especial oferecido aos brasileiros: o cuidadoso restauro de obras do mestre Aleijadinho. A Fiat e a Stellantis orgulham-se de participar deste momento. Além de preservar a riqueza de obras de grande importância, a Casa Fiat de Cultura ajuda a preservar, para as futuras gerações, a expressão mineira de um movimento artístico europeu como o Barroco”, salienta o presidente da Stellantis para a América Latina, Antonio Filosa. 

“Aleijadinho, arte revelada: o legado de um restauro na Casa Fiat de Cultura” é uma realização da Casa Fiat de Cultura, com apoio do Ministério do Turismo, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocínio da Fiat, do Banco Safra e da Gerdau, copatrocínio da Expresso Nepomuceno, da Sada, do Banco Fidis e do Mart Minas. A mostra tem apoio institucional do Circuito Liberdade, do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico (Iepha), do Governo de Minas e do Governo Federal, além do apoio cultural do Programa Amigos da Casa, da Brose do Brasil e da Brembo.

O mestre Aleijadinho e sua contribuição para Minas e o Brasil

Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, era um homem pardo, filho de mulher negra e escravizada, que nasceu na primeira metade do século 18. Suas dificuldades físicas não o impediram de trabalhar até cerca de dois anos antes de sua morte, tampouco afetaram a delicadeza de suas obras, repletas de características muito específicas, como os desenhos dos cabelos cacheados, dos olhos, geralmente amendoados, das sobrancelhas arqueadas, e dos narizes com delineamento longo e estreito. O artista – que foi entalhador, escultor e arquiteto – aprendeu seu ofício na prática, sem estudos, mas seu talento e sua representatividade na arte brasileira o tornaram reconhecido mundialmente.

Um dos mais importantes nomes do barroco e do rococó, Aleijadinho teve o período de maior desenvolvimento de sua arte entre os séculos 18 e 19. Um grande destaque em sua trajetória é o conjunto em Congonhas, obra complexa, que envolve narrativa, arquitetura e paisagem e, hoje, é registrada como Patrimônio Cultural Mundial pela Unesco. Além do conjunto, o mestre deixou como legado importantes obras, que fazem parte não somente da história de Minas Gerais, mas também de várias cidades pelo país. Por mais que, à época, Aleijadinho pudesse não imaginar que seu ofício se reverberaria como arte, as obras sacras e seu rico trabalho arquitetônico se tornaram referência no que se conhece como um dos primeiros processos artísticos genuinamente brasileiro.

As obras de Aleijadinho a serem restauradas

O legado de Aleijadinho será rememorado pela Casa Fiat de Cultura por meio do processo de restauro das obras de Sant’Ana Mestra, pertencente à Capela de Sant’Ana, da comunidade de Chapada de Ouro Preto/MG; de São Joaquim, da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Raposos/MG; e de São Manuel, do acervo da Paróquia de Nossa Senhora do Bonsucesso, em Caeté/MG. A iniciativa acontece 60 anos depois que Jair Afonso Inácio, conservador-restaurador do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), após restaurar a imagem de Sant’Ana Mestra, teve a oportunidade de observar as características definidoras do estilo que culminaram com a atribuição da peça a Aleijadinho.

A iconografia de Sant'Ana Mestra representa uma cena em que a santa, já idosa, sentada em uma cadeira vermelha, ensina sua filha Maria, de pé ao seu lado direito, as primeiras letras em um livro aberto sobre seu colo. Mãe de Maria e avó de Jesus, Sant’Ana é considerada a protetora dos lares e da família, bem como dos mineradores. Em Minas Gerais, diversas igrejas e capelas são dedicadas à santa, que também tem sua imagem replicada em oratórios em muitos lares brasileiros – devoção que começa no período colonial e segue até hoje. A imagem de Sant’Ana Mestra representa o modelo maternal e, por extensão, os valores da educação, da formação, especialmente moral e religiosa. Foi produzida na maturidade de Aleijadinho, na virada do séc. 18 para o séc. 19, sendo possivelmente contemporânea às imagens de Congonhas. A representação de uma cena estática, mas que traduz grande movimentação, por meio dos direcionamentos das dobras das vestes, das linhas de força que se entrecruzam e que levam o espectador, a cada momento, a dirigir seu foco para uma posição distinta da imagem são características bastante representativas do estilo barroco. Entretanto, a presença da rocalha na cadeira, a elegância de seu espaldar com áreas vazadas, e até mesmo o alongamento na representação de Sant’Ana indicam um trabalho já ao gosto do rococó.

Em Minas Gerais, o imenso culto a Sant’Ana fez com que a devoção a São Joaquim – avô do Menino Jesus – fosse, da mesma forma, largamente disseminada entre a população católica. Nessa imagem da fase madura de Aleijadinho, entre os séculos 18 e 19, São Joaquim é representado com idade avançada, barba e cabelos de coloração acinzentada, tendo como atributo o cajado. A diagonalização de suas linhas composicionais, o olhar e um dos pés dirigidos para um dos lados; a mão aberta em direção oposta a eles; a posição do cajado em relação às linhas do seu manto são todas características barrocas, mas já com alongamento e elegância do rococó.

Já a imagem de São Manuel é misteriosa: trata-se de um santo oriental, vindo da Pérsia, que surge somente em textos apócrifos, mas conquista fiéis em Portugal e alcança a religiosidade em Minas Gerais. Na representação de Aleijadinho, o santo tem o corpo perfurado por cravos, que atravessam seus ouvidos e as laterais do peito, e apresenta, no pescoço, a marca de sua decapitação. Em pé e com as mãos postas, leva na cintura um pano belamente drapeado, e à cabeça um resplendor de prata. Toda a composição é bastante vertical, uma referência ao rococó.

O passo a passo do restauro

A restauração das três obras de Aleijadinho será feita pelo Grupo Oficina de Restauro, com o acompanhamento técnico do IPHAN. A dinâmica a ser desenvolvida na Casa Fiat de Cultura permitirá a aproximação entre os visitantes e os restauradores, que poderão acompanhar todo o passo a passo e conhecer os bastidores de um restauro, seja por meio de visitas presenciais agendadas, seja através das vitrines da Casa Fiat de Cultura ou, ainda, pela programação virtual, que inclui a websérie “Aleijadinho, arte revelada: o legado de um restauro na Casa Fiat de Cultura”.

Antes da restauração começar, um trabalho de pesquisa e análise das obras foi feito com o objetivo de coletar o maior número de informações sobre sua iconografia, os estudos estilístico-formais, o contexto histórico em que foram produzidas e o estado de conservação. Foram realizadas, também, fotos científicas usando fluorescência de ultravioleta, que permite analisar a camada pictórica e o estado de conservação dos vernizes superficiais, e infravermelho, para identificar possíveis riscos e desenhos que não são vistos a olho nu. Com este tipo de fotografia, foi possível verificar, por exemplo, se houve repintura, além de diferenciar tons e cores originais daqueles aplicados por intervenções anteriores. Para identificação de todas as uniões entre os blocos de madeira e os cravos usados na confecção de cada peça do conjunto escultórico, as obras passaram, ainda, por uma leitura oferecida pelo raio X.

De acordo com a restauradora e coordenadora do projeto de restauro, Rosangela Reis Costa, as obras apresentam um estado de conservação regular em diferentes estágios, com danos naturais causados pela ação do tempo: início de ataque de cupim e fissuras possivelmente provenientes da movimentação da madeira, especialmente em partes que se supõe tratar das junções entre os blocos utilizados em sua confecção. Em se tratando da pintura, a imagem de Sant’Ana tem muitas falhas, São Manuel apresenta manchas e craquelês em quase todas as áreas; já em São Joaquim, quase não é possível encontrar resquícios da pintura original. “O processo de restauração é importante para impedir que sejam gerados danos permanentes e irreparáveis”, pontua.

Todas as imagens passarão pelo mesmo processo de intervenção, o que inclui, dentre outras etapas, higienização da obra, contenção de fissuras, complementação de partes faltantes com massa, reintegração de lacunas e manchas, complementação de partes faltantes com massa e, por fim, a aplicação de verniz, que protege a superfície e permite o ajuste do brilho da peça.

Além disso, as peças serão colocadas em uma bolsa sem a presença de oxigênio – tratamento totalmente atóxico, que usa tecnologia de ponta, que garante a total desinfestação de cupins em madeira –, e imunizadas por uma barreira química para evitar novos ataques. “A intervenção que faremos será o mais sutil possível e apta de ser retratável, de modo a não impedir futuras restaurações. Afinal, estamos atuando com o resgate da cultura, das memórias e, principalmente, com a preservação da história de um grande mestre”, reforça a restauradora Rosangela.

Um projeto em três atos 

“Aleijadinho, arte revelada: o legado de um restauro na Casa Fiat de Cultura” acontecerá em três momentos, deixando como legado as obras de Aleijadinho restauradas e reintegradas ao patrimônio.

O primeiro momento, a partir do dia 3 novembro, se dá com a abertura do ateliê-vitrine de restauro ao vivo. Com o intuito de sensibilizar as pessoas quanto à relevância da preservação do patrimônio e do criterioso trabalho de conservação de uma obra de arte, o ateliê será montado no hall principal da Casa Fiat de Cultura e ficará aberto à visitação do público por meio de agendamentos, com entrada gratuita. O segundo momento, a partir de 2 de dezembro, inaugura a mostra que revela as obras de São Joaquim e São Manuel já restauradas, enquanto Sant’Ana continua em processo de restauro, ao vivo, para apreciação do público. O terceiro momento, em 2022, será o lançamento do e-book sobre a exposição, com todo o histórico e o registro do processo de restauro, culminando com a entrega das obras às suas comunidades.

Para o curador da exposição, o historiador Liszt Vianna Neto, graças ao restauro promovido pela Casa Fiat de Cultura, será possível revisitar a obra de Aleijadinho e revelá-la ao público, para que os contemporâneos possam reconstruir a memória do mestre. “Através destas obras, contaremos a história de Antônio Francisco Lisboa e desses santos católicos, da religiosidade popular que as envolve, das igrejas e capelas que as abrigam, das comunidades a elas devotas e que, ainda hoje, permanecem como suas fiéis guardiãs. Acompanharemos, passo a passo, o reconstruir, por meio da compreensão histórica, e o revelar, através do restauro, de maneira que as futuras gerações possam conhecer e zelar pela arte e a cultura em Minas Gerais”, ressalta o curador.

No momento de planejar a expografia da mostra, o arquiteto Paulo Waisberg conta que criou uma espacialidade para adequar ao tema, e fez interferências sutis na roupagem tradicional do hall da Casa Fiat de Cultura. Cada um dos espaços que abrigará as três obras ficará envolto por uma cortina de voil em forma circular, remetendo ao barroco. Ao mesmo tempo em que a cortina preserva a especificidade do trabalho de restauro, ela revela as obras para que o público possa apreciá-las. No centro dos círculos, o chão é dourado, uma forma de dar destaque às obras, mas, também, uma referência ao douramento comumente realizado nas peças barrocas. “As obras são muito delicadas, assim como as cortinas, que se transformam em um pretexto para contar a história do barroco e da restauração”, explica Waisberg.

Programa Educativo

Durante todo o processo de restauro das obras de Aleijadinho, o público poderá agendar visitas que serão mediadas pela equipe do Programa Educativo da Casa Fiat de Cultura, formada por historiadoras e artistas visuais. As visitas serão realizadas de quarta a sexta-feira, das 14h às 15h e das 17h às 18h, e aos sábados (6 e 27/11), das 10h30 às 11h30.

As visitas serão abordadas em três eixos:

Eixo biográfico: aspectos da vida do artista, de sua obra, oficina e método de trabalho, além da construção do mito Aleijadinho, dentro do projeto identitário nacional proposto pelos modernistas na década de 1930.Eixo temático: detalhes sobre o Ciclo do Ouro, o Barroco e a formação das identidades de Minas Gerais; o Modernismo, a mitologia fundacional e a ressignificação da figura de Aleijadinho; o patrimônio, a conservação e a restauração, com reflexões sobre a importância da conservação de nosso patrimônio artístico e cultural, bem como fomento ao acesso das gerações futuras a esses acervos.Eixo técnico/estético: aspectos relativos às obras de Aleijadinho (técnica, estilo, materiais etc.) e ao restauro das obras presentes na Casa Fiat de Cultura (metodologias, diagnósticos, processos e intervenções).

Programação paralela

Em novembro, no mês da Consciência Negra, o Encontros com o Patrimônio apresentará breve panorama sobre a profusão de artistas negros atuantes no Brasil colonial, com foco na vida e na obra de Aleijadinho. Também serão abordadas reflexões sobre a visão dos modernistas paulistas, que o elegeram como o maior representante de uma arte genuinamente brasileira, em um momento em que artistas e intelectuais buscavam forjar uma identidade nacional para o país. O convidado para o bate-papo é Claudinei Roberto da Silva, artista visual e curador do Museu Afro Brasil e do Sesc São Paulo, com trabalhos realizados também no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) e no Museu Oscar Niemeyer (MON). O evento será realizado em transmissão ao vivo no dia 21 de novembro, das 11h às 12h30. Inscrições gratuitas pela Sympla.

Patrimônio

O compromisso da Casa Fiat de Cultura com a perpetuação da memória e da cultura nacional e, sobretudo, mineira, acontece desde sua criação. Nos anos de 2013 e 2014, a instituição realizou a completa revitalização e o restauro do histórico edifício do Palácio dos Despachos, tombado pelo patrimônio estadual e municipal, para abrigar sua nova sede na Praça da Liberdade. O local, antiga sede administrativa do Governo de Minas, foi totalmente adequado às diretrizes museológicas de climatização, iluminação, segurança, incêndio e acessibilidade, para receber exposições e acervos dentro de padrões internacionais.

O centro cultural também realizou, em 2013, o processo de restauração do maior quadro de Candido Portinari em Minas, “Civilização Mineira” (1959). Após o restauro, o painel fica exposto para apreciação permanente do público em seu hall principal, contribuindo, desta forma, para a salvaguarda desta obra de grande valor para a história e a cultura mineira.

A sede da Casa Fiat de Cultura também abriga a Capela de Santana, onde são realizados concertos de música e missas para a comunidade. Tombada pelo patrimônio estadual, a Capela está passando por um processo de manutenção, dentro dos parâmetros de conservação.

Reabertura de cara nova

A Casa Fiat de Cultura retorna gradualmente às atividades presenciais e celebra o reencontro com o público com nova identidade visual. O rebranding marca um momento de transformações: o centro cultural retorna às atividades presenciais com uma marca moderna, contemporânea, inclusiva, e que reflete, com mais precisão, os valores que deseja transmitir ao público.

Depois de 15 anos de atuação, percebeu-se a necessidade de mudar e de se adequar a um novo tempo, e em constante evolução. O principal desafio era manter a força da Casa Fiat de Cultura, já consolidada no mundo das artes como instituição plural e uma referência na realização de grandes exposições, e, ao mesmo tempo, construir uma linguagem pop e mais contemporânea.

Com uma marca mais jovem, de essência ítalo-brasileira, a Casa Fiat de Cultura continua promovendo conexões emocionais e diferenciação, por meio de programação personalizada, com grande foco no universo das artes visuais. Mas, agora, com linguagem ainda mais acessível e em novos formatos, garantindo a amplitude das ações e mais impacto para o público.

Casa Fiat de Cultura em 15 anos

2006 – Nos 30 anos de Fiat no Brasil, é criado o primeiro espaço cultural de uma empresa de automóveis no Brasil, a Casa Fiat de Cultura. Um presente aos brasileiros. A primeira exposição foi “Arte italiana do Masp na Casa Fiat de Cultura”, que levou 40 mil visitantes ao Belvedere, antiga sede do espaço cultural.

2007 – A exposição “Speed – A arte da velocidade na Casa Fiat de Cultura” marca as comemorações no Brasil do centenário do Manifesto Futurista. Foi exibido o mais representativo acervo de arte italiana deste período, reunindo fotografias históricas, obras de arte, filmes, moda, objetos de design até a Ferrari de Schumacher.

2008 – Casa Fiat de Cultura realiza a maior retrospectiva do artista Amilcar de Castro no Brasil, ocupando, além de suas galerias, as praças da Liberdade e a Praça JK, com a exibição de obras monumentais.

2009 – No ano da França no Brasil, a Casa Fiat realiza duas grandes mostras internacionais: Marc Chagall e Rodin. Pela primeira vez, a monumental escultura Les trois ombres (As três sombras), de Rodin, foi retirada do jardim do Musée Rodin, na França, onde está instalada. As obras L’Éternel printemps (A eterna primavera) e a escultura Les bénédictions (As bênçãos), algumas de suas mais bonitas peças em mármore, também nunca haviam saído do museu francês.

2010 – A Casa Fiat de Cultura realiza a exposição “Guignard e o Oriente: China, Japão e Minas”, em parceria com o Instituto Tomie Ohtake (São Paulo) e a Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre). A mostra buscou traçar relações entre a arte oriental e o artista fluminense, radicado em terras mineiras nas duas últimas décadas de vida.

2011 – É realizado, no Palazzo Pamphili, o primeiro Festival Itália-Brasil, numa parceria da Casa Fiat de Cultura com a Embaixada do Brasil em Roma. Nomes como Vik Muniz, Irmãos Campana, Ernesto Neto, Grupo Galpão, Elisa Freixo e Toquinho participaram do Festival.

2012 – Pela primeira vez, o Brasil recebe uma exposição de Caravaggio. Destaque para Medusa Murtola, que saiu pela primeira vez da Itália e causou comoção em todo o país. A exposição integrou a programação do Momento Itália-Brasil.

2013 – Casa Fiat de Cultura inicia o restauro de sua nova sede, no antigo prédio do Palácio dos Despachos – edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA) –, constituindo-se como um dos principais pilares do Circuito Liberdade.

2014 – Em junho, mês da abertura da Copa do Mundo no Brasil, a Casa Fiat de Cultura inaugura sua nova sede no Circuito Cultural da Praça da Liberdade.

2015 – A Casa Fiat de Cultura resgata uma tradição e lança a primeira edição do seu Presépio Colaborativo, todo criado com materiais reutilizáveis, e feito de forma colaborativa, com o público.

2016 – É criada a Picolla Galleria, novo espaço expositivo, com o objetivo de apoiar e promover novos artistas. A cada ano, abre-se processo de seleção para escolha dos projetos.

2017 – Lançamento das peças multissensoriais do painel de Portinari, que fica em exposição permanente na Casa Fiat de Cultura. Novos recursos de acessibilidade e mediação para pessoas com deficiência visual ampliam o acesso à obra.

2018 – Obras de mestres do Renascimento Italiano, como Tiziano, Perugino e Guido Reni, que retrataram São Francisco de Assis são apresentadas pela Casa Fiat de Cultura em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. A exposição é destacada entre as 100 mostras mais visitadas no mundo, na categoria Old Masters, segundo a revista inglesa The Art Newspaper.

2019 – Inédita, a mostra “Beleza em Movimento – Ícones do Design Italiano” reúne várias linguagens e impressionante acervo, composto por mais de cem peças, entre obras de arte, automóveis históricos, objetos, miniaturas e instalações multimídia. Pela primeira vez, uma exposição da Casa Fiat de Cultura ocupa todas as galerias do espaço.

2020 – Em um ano de pandemia e fechamento dos espaços culturais em todo o mundo, a Casa Fiat de Cultura reestrutura toda sua programação para o espaço digital, promovendo o acesso de milhares de pessoas em todo o Brasil.

2021 – Nos 45 anos da Fiat no Brasil e 15 anos da Casa Fiat de Cultura, um novo presente é dado aos brasileiros: o cuidadoso restauro de obras de Aleijadinho (1738-1814).

15 anos da Casa Fiat de Cultura em números

3,2 milhões de visitantes

580 mil jovens, crianças e professores atendidos pelo Programa Educativo

66 exposições de acervos internacionais e nacionais

Mais de 2 mil obras de arte

Mais de 100 instituições parceiras em todo o mundo

13 itinerâncias realizadas, promovendo a circulação dos acervos e o acesso às exposições em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Buenos Aires

11 prêmios de Comunicação e Desenvolvimento Cultural

24 novos artistas contemplados na seleção da Piccola Galleria

6 presépios colaborativos com a participação do público (2015 a 2020)

Mais de 200 empregos diretos e indiretos a cada exposição

Casa Fiat de Cultura

Cumpre importante papel na transformação do cenário cultural brasileiro, ao realizar prestigiadas exposições. A programação estimula a reflexão e interação do público com várias linguagens e movimentos artísticos, desde a arte clássica até a arte digital e contemporânea. Por meio do Programa Educativo, a instituição articula ações para ampliar a acessibilidade às exposições, desenvolvendo réplicas de obras de arte em 3D, materiais em braille e atendimento em libras. Mais de 60 mostras, de consagrados artistas brasileiros e internacionais, já foram expostas na Casa Fiat de Cultura, entre os quais Caravaggio, Rodin, Chagall, Tarsila, Portinari entre outros. Há 15 anos, o espaço apresenta uma programação diversificada, com música, palestras, residência artística, além do Ateliê Aberto – espaço de experimentação artística – e de programas de visitas com abordagem voltada para a valorização do patrimônio cultural e artístico. A Casa Fiat de Cultura é situada no histórico edifício do Palácio dos Despachos e apresenta, em caráter permanente, o painel de Portinari, Civilização Mineira, de 1959. O espaço integra um dos mais expressivos corredores culturais do país, o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte. Mais de 3,2 milhões de pessoas já visitaram suas exposições e 580 mil participaram de suas atividades educativas.

Protocolos de reabertura da Casa Fiat de Cultura

Todos terão sua temperatura aferida antes de entrar na Casa Fiat de Cultura. A entrada será permitida somente se a temperatura estiver abaixo de 37,5 ºC.

O público deve usar máscara cobrindo a boca e o nariz durante toda a visita. Recomenda-se o uso de máscara cirúrgica ou N95.

Todos deverão preencher o questionário de Covid-19. Caso a resposta seja positiva para qualquer uma das perguntas, a entrada não será permitida.

Os visitantes serão orientados quanto à higienização das mãos, usando água e sabão ou álcool em gel.

A utilização de bebedouros está suspensa por medida de segurança sanitária.

A limpeza de todos os ambientes está sendo feita com maior frequência.

“Aleijadinho, arte revelada: o legado de um restauro na Casa Fiat de Cultura”

Ateliê-vitrine de restauro ao vivo: 3 a 30 de novembro de 2021

Período expositivo de obras restauradas: 2 de dezembro de 2021 a 2 de janeiro de 2022

Visitas presenciais mediadas em novembro

De quarta a sexta-feira, das 14h às 15h e das 17h às 18h

Sábados (6/11 e 27/11), das 10h30 às 11h30

Inscrições gratuitas pela Sympla

Websérie “Aleijadinho, arte revelada: o legado de um restauro na Casa Fiat de Cultura”

Os processos do restauro vivo serão contados em oito vídeos, divididos em três atos: passado, presente e futuro.

Novos episódios nos dias: 8, 15, 22 e 29 de novembro; e 6, 13, 20 e 27 de dezembro, nas redes sociais da Casa Fiat de Cultura

Casa Fiat de Cultura

Circuito Liberdade

Praça da Liberdade, 10 – Funcionários – Belo Horizonte/MG

Informações

(31) 3289-8900

www.casafiatdecultura.com.br

casafiat@fcagroup.com

facebook.com.br/casafiatdecultura

Instagram: @casafiatdecultura

Twitter: @casafiat

YouTube: Casa Fiat de Cultura

http://www.circuitoliberdade.mg.gov.br/

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

#EmCasaComSesc repleto de boas atrações

A terapeuta Sabrina Ferigato
participa de debate
Foto: Arquivo Pessoal
A série Ideias, promovida pelo Sesc São Paulo por intermédio de seu Centro de Pesquisa e Formação (CPF), traz a transmissão ao vivo de debates sobre as principais questões que tensionam a agenda sociocultural e educativa atual, com o objetivo de incentivar a reflexão no contexto desafiador em que nos encontramos. Sempre às 16h, as conferências acontecem pelo canal do YouTube do Sesc São Paulo, com participação do público e tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Entre os dias 24 e 28 de agosto, a série traz os debates "Turismo e preconceitos: Gordofobia", na terça (24); "A reinvenção da vida e da saúde em tempos de pandemia - o lugar da cultura", na quinta (26); e no sábado (28), encerrando a semana, "A salvaguarda do patrimônio cultural imaterial". Para mais informações sobre as mesas e seus participantes, consulte a programação abaixo.

PROGRAMAÇÃO IDEIAS #EMCASACOMSESC

24 de agosto, terça-feira

"Turismo e preconceitos: Gordofobia"

A discriminação a pessoas gordas é um estigma cultural, estrutural e institucionalizado em nossa sociedade. Está presente em lugares diversos e começa na forma como cada pessoa, grupo e instituição pensa e se organiza. No cotidiano de uma criança ou de um adulto gordo (a), o maior reflexo é na restrição aos seus direitos básicos e pode ainda constranger, desvalorizar e até humilhar, mesmo nos ambientes de proteção de cada um. Deste modo, é um assunto que envolve a responsabilidade de todos para desfazer estigmas e preconceitos. O debate propõe entender a gordofobia e o que a atividade turística tem a ver com isso. Que tipos de desafios as pessoas gordas costumam enfrentar viajando? Qual a importância de ações no nível estrutural para que não sejam mais oprimidos e/ou excluídos? Quais os desafios neste setor?

Participantes:

Pollyane Marques - 35 anos, mineira que vive em Brasília há 17 anos, jornalista e ativista gorda. Criou o perfil Viaja, Gorda! em janeiro de 2019, para falar de acessibilidade em viagens (prioritariamente) para mulheres gordas. No dia a dia, defende que a acessibilidade é direito e que começa bem antes da viagem em si. Sem acessibilidade aos direitos fundamentais como saúde, educação e trabalho, não se pode escolher viajar.

Thelma Lavagnoli - mulher negra, lésbica, gorda que adora viajar o mundo. Jornalista, soma mais de oito anos de viagens pelo mundo escrevendo matérias para veículos de comunicação especializados e blogs. Já visitou mais de 30 países e está pronta para seguir levando sua mochila por aí, ter novas experiências e questionar padrões.

Mediação:

Malu Jimenez - filósofa gorda e feminista ativista. Professora pesquisadora, doutora em Estudos de Cultura Contemporânea pela UFMT e autora do livro "Lute como uma gorda: gordofobia, resistências e ativismos" (Casa Philos, 2020). Fundadora do PESQUISA GORDA - Grupo de Estudos transdisciplinares das corporalidades gordas no Brasil, idealizadora do projeto lute como uma gorda.

Apresentação:

Mariana Fessel - técnica de programação do Sesc Santos, com atuação no Turismo Social.

26 de agosto, quinta-feira

"A reinvenção da vida e da saúde em tempos de pandemia - o lugar da cultura"

O debate tem o objetivo de discutir as reinvenções da vida cotidiana produzidas a partir dos impactos da pandemia, mais especificamente, refletir sobre de que forma nossos novos hábitos culturais, digitais e de saúde contribuíram para uma reconstrução das nossas maneiras de viver. Na ocasião, também será lançada a pesquisa que o Sesc São Paulo realizará sobre os impactos na vida cotidiana produzidos pela pandemia de coronavírus.

Participantes:

Ricardo Rodrigues Teixeira - médico sanitarista, professor doutor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP.

Rogério da Costa Santos - filósofo, professor e vice coordenador do PEPG em Comunicação e Semiótica da PUC/SP.

Sabrina Ferigato - terapeuta ocupacional, Doutora em Saúde Coletiva e Docente do Departamento de Terapia Ocupacional da Ufscar.

Mediação e apresentação:

Jair de Souza Moreira Jr - cirurgião-dentista, mestre e doutor em Odontologia Social pela USP, pesquisador do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo.

28 de agosto, sábado

"A salvaguarda do patrimônio cultural imaterial"

A mesa debate o livro "Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial: uma análise comparativa entre Brasil e Itália" (EDUFBA, 2020), que resulta da aproximação de pesquisadores brasileiros vinculados ao Grupo de Estudos e Pesquisas em Direitos Culturais da Universidade de Fortaleza (Unifor) e italianos ligados à Universidade de Milão - Bicocca e à Unitelma Sapienza (Roma). Os autores se reuniram para investigar os processos de salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (PCI) em seus países, considerando os aspectos normativos singulares e aquilo que têm em comum, respectivamente, a Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Imaterial, o Decreto Brasileiro do Registro e o Artigo 7-bis do Código (italiano) dos Bens Culturais e das Paisagens.

Participantes:

Humberto Cunha Filho - professor de Direitos Culturais da Universidade de Fortaleza, presidente de honra do Instituto Brasileiro de Direitos Culturais, autor do livro "Teoria dos Direitos Culturais" (Edições SESC-SP, 2018), e advogado da União.

Mário Pragmácio - advogado, doutor em Direito pela PUC-RIO e mestre em Museologia e Patrimônio pela UNIRIO. É professor do Departamento de Arte da UFF e do Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural do IPHAN.

Anita Mattes - doutora em Direito pela Université Paris-Saclay (Paris 11). Pesquisadora do Centre d'Étude et de Recherche em Droit de l'Immatériel (CERDI/Saclay). Conselheira Fiscal do IBDCULT. Advogada do Studio Mattes.

Mediação:

Rodrigo Vieira Costa - coordenador do curso de Direito e docente da Universidade Federal Rural do Semiárido, Campus Mossoró (RN). Coordenador do DiGiCULT/UFERSA. Doutor em Direito pela UFSC. Membro do IBDCULT.

Apresentação:

Danilo Cymrot - doutor em Direito pela USP. Pesquisador do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo.

+ AÇÃO URGENTE CONTRA A FOME

Com o objetivo de ampliar a rede de solidariedade para levar comida às pessoas em situação de vulnerabilidade social, o Sesc São Paulo, em parceria com o Senac São Paulo, realiza campanha de arrecadação de alimentos não perecíveis nas unidades do Sesc e Senac em todo o estado. São mais 100 pontos de coleta na capital, região metropolitana, interior e litoral. As doações são distribuídas às instituições sociais parceiras do Mesa Brasil Sesc, que repassam os itens para as 120 mil famílias assistidas. A Ação Urgente contra a Fome é uma iniciativa do Sesc São Paulo, por intermédio do Mesa Brasil Sesc, programa criado pela instituição há 26 anos que busca alimentos onde sobra para distribuir aos lugares em que falta. O que doar: alimentos não perecíveis como arroz, feijão, leite em pó, óleo, fubá, sardinha em lata, macarrão, molho de tomate, farinha de milho e farinha de mandioca. O Sesc conscientiza a população sobre importância da doação responsável, com itens de qualidade e dentro da validade.

Saiba +: sescsp.org.br/doemesabrasil

MESA BRASIL SESC SÃO PAULO

Paralelamente à campanha Ação Urgente contra Fome, a rede de solidariedade que une empresas doadoras e instituições sociais cadastradas segue suas atividades, buscando onde sobra e entregando em lugares onde falta, contribuindo para a redução da condição de insegurança alimentar de crianças, jovens, adultos e idosos e a diminuição do desperdício de alimentos. Hoje, dezenove unidades do Sesc no estado - na capital, interior e litoral - operam o Mesa Brasil. As equipes responsáveis pela coleta e entrega diária de alimentos foram especialmente capacitadas para os protocolos de prevenção à Covid-19, com todas as informações e equipamentos de proteção individuais e coletivos necessários para evitar o contágio.

Saiba+ sescsp.org.br/mesabrasil

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Teatro em Movimento celebra 20 anos com indicações ao 15º Prêmio APTR de Teatro e presença no 78º Festival Internacional de Cinema de Veneza

A idealizadora do projeto, Tatyana
Rubim, comemora o sucesso
Foto: Divulgação
O projeto Teatro em Movimento, idealizado por Tatyana Rubim e realizado pela Rubim Produções, celebra 20 anos em 2021, conquistando importantes reconhecimentos. A plataforma online, Teatro EmMovDigital, foi indicada ao 15º Prêmio APTR de Teatro, na categoria Especial, pela qualidade e diversidade dos trabalhos apresentados nas plataformas digitais. A Rubim Produções também está indicada ao Prêmio APTR na Categoria Espetáculo Adaptado Editado, com “Farol de Neblina”, websérie de quatro episódios, adaptada do espetáculo teatral Neblina. Outro motivo para comemorar é a seleção para 78º Festival Internacional de Cinema de Veneza de “Ato”, evolução do cine-teatro homônimo, construído por meio do projeto Teatro EmMov Digital, da Rubim Produções, com direção de Bárbara Paz.

“Receber as indicações no 15º Prêmio APTR de Teatro e ter uma de nossas produções, “Ato”, no   Festival de Veneza representa, neste momento tão adverso mundialmente, a força da arte e da cultura. Mostra a nossa capacidade, enquanto profissionais de teatro e audiovisual, em nos adaptar para continuar oferecendo ao público o nosso olhar e nosso trabalho no que sabemos fazer de melhor, que é a entrega de entretenimento com cuidado, com responsabilidade, com técnica e com afeto”,  destaca Tatyana Rubim.

Teatro EmMovDigital

Em função da pandemia, o projeto Teatro em Movimento foi reconstruído com agilidade, sendo pioneiro na adaptação e inovação nos conteúdos propostos. A programação do projeto, intitulado a Teatro EmMovDigital, foi adaptada ao ambiente digital em 2020, sendo dividida em três eixos: curso de formação em Teatro Digital (pioneiro no Brasil) com coordenação pedagógica da Professora da UFMG, Mariana Muniz; a Websérie #Quarentemas, com a participação de 20 artistas mineiros convidados, que gravaram de suas casas, com direção geral de Inês Peixoto, idealização e coordenação de produção de Tatyana Rubim, premissas dramatúrgicas de Vinicius Calderoni, direção de Gilberto Scarpa, direção de arte de Márcio Medina, montagem e finalização de Eder Santos e Barão Fonseca - Trem Chic, trilha sonora de Tatta Spalla, mixagem e master da trilha sonora de Fernando Oliveira,  direção de som, mixagem e masterização de Alexandre Martins – Rec Studio, e produção: da Rubim Produções. As 20 trilhas inéditas criadas exclusivamente para websérie foram lançadas e estão disponíveis no Spotify. O Teatro EmMovDigital gerou 23 repertórios inéditos, sendo 20 episódios de #Quarentemas e três montagens mais complexas, que demandaram uma maior investigação do formato digital pela equipe, sendo eles os espetáculos virtuais “Ítaca 365, apto 23” com direção e atuação de Cacá Carvalho; o cine-teatro “Ato”, com direção de Bárbara Paz, e a peça jogo “(Des)memória”, com direção de Yara de Novaes. O trabalho do projeto também gerou seis lives sobre os processos.  

Em 11 meses de desenvolvimento e realização, o Teatro EmMovDigital, gerou  mais de 136 postos de trabalhados, ativando a rede criativa na capital e em municípios do interior de Minas. É importante destacar que o projeto foi além de um alento psicológico e formacional para o público, sendo também um aporte financeiro para profissionais do setor cultural, que passa por grande impacto nesta pandemia. 

O Teatro EmMov Digital conta com os patrocínios da Cemig, do Instituto Unimed-BH e do Itaú, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério do Turismo.

Projeto Neblina

A Rubim Produções recebeu também a indicação do 15º Prêmio APTR de Teatro na Categoria Espetáculo Adaptado Editado, por “Farol de Neblina”, websérie adaptada do espetáculo teatral Neblina, que foi apresentado no Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte - CCBB BH - nos meses de janeiro e fevereiro de 2020. A previsão era a montagem circular por outras capitais brasileiras, mas as temporadas foram adiadas devido à pandemia, e ganhou novo formato. O projeto original e adaptado foi idealizado Tatyana Rubim e pelo ator Leonardo Fernandes, que também atua nas duas montagens ao lado da atriz Fafá Rennó. Yara de Novaes assina a direção da peça e, na websérie, juntou-se a ela a cineasta Clarissa Campolina. O texto inédito é de Sérgio Roveri. O roteiro combina elementos de suspense e thriller psicológico e mostra o misterioso encontro de um casal, Diego e Sofia, em uma casa sem vizinhos ao longo de uma noite fria e encoberta pela neblina. 

Além disso, o projeto contempla 10 poadcasts, que apresenta ao público diálogos com renomados profissionais do setor artístico sobre assuntos relacionados aos bastidores de uma produção teatral e de uma websérie. Cinco lives também foram realizadas sobre o processo de adaptação. O projeto Neblina, atualmente, encontra-se em transição oposta, do digital para o presencial, cumprindo temporada presencial no CCBB-RJ até o dia 12 de setembro de 2021,  totalizando 20 apresentações.  O projeto é apresentado pelo Ministério do Turismo, o Banco do Brasil apresenta e patrocina e a Livelo co-patrocina a websérie, com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo.

O 15° Prêmio APTR de Teatro vai acontecer na próxima quinta-feira, 19 de agosto, às 20h, pelas redes e canal youtube da APTR. Nesta edição foram recebidas 140 inscrições de todo o Brasil. O júri selecionou 5 indicados em cada uma das 6 categorias, mas há exceções com 6 escolhidos. Mais informações no Instagram @aptroficial

Festival de Veneza

Ao completar 20 anos, o Teatro em Movimento também comemora  a seleção para 78º Festival Internacional de Cinema de Veneza de “Ato”, evolução do cine-teatro homônimo , construído por meio do projeto Teatro EmMov Digital, da Rubim Produções, com direção de Bárbara Paz. Gravado em Ouro Preto/MG, a montagem que traz no elenco o ator mineiro Eduardo Moreira e a atriz Alessandra Maestrini, integra a seleção Orizzonti Short Films, numa co-produçao da Rubim e BP filmes .e será exibido no festival no dia 10 de setembro de 2021. O trabalho “Ato” teve início a partir de uma imersão com o artista multimidiático Matías Umpierrez, especialista em teatro digital, referência mundial pelo trabalho criado a partir de teatro, vídeo e intervenções urbanas.

SOBRE A RUBIM PRODUÇÕES E O TEATRO EM MOVIMENTO

A Rubim Produções é uma produtora que atua no mercado brasileiro, desde 2000, como produtora de eventos culturais e corporativos. Tem expertise na gestão cultural d eprojetos de diversas linguagens mas se destaca nas artes cênicas. Possui busca constante por inovações. Na área da cultura, é especializada em artes cênicas, tendo como carro-chefe o Festival Teatro em Movimento, que está em sua 20ª edição - contabilizando 261 repertórios, que somam mais de 757 apresentações, envolvendo cerca de 830 artistas, em 15 cidades, 30 teatros e público superior a 391.428 mil pessoas-; e o TeatroEmMov Digital, que realizou o primeiro curso de teatro digital do Brasil (2020), sendo uma plataforma web que pesquisa, produz e une narrativas do teatro, do audiovisual e dos games; ambos idealizado por sua diretora Tatyana Rubim. Também trabalha com projetos que visam a descentralização cultura, a circulação de espetáculos e a formação no setor. Seus resultados  e relações interagem com o ambiente nacional e internacional, também por meio do audiovisual e da literatura. Ao longo de sua trajetória,  manteve um repertório diversificado em produções artísticas. Produziu filmes, shows, festivais (gastronômicos, literários e de cinema), montagem e circulação operística, além de exposições. 

Informações:

@teatroemmovimento 

@rubimproducoes

www.teatroemmovimento.com.br

sábado, 17 de julho de 2021

Integrantes da Cia. de Dança Palácio das Artes lançam o video "Lugardepressão"

Obra pode ser vista de qualquer lugar
do mundo a partir deste domingo
Foto: André Di Franco
Data: 18 de julho de 2021 (Domingo)

Horário: 10h

Lançamento: Facebook da FCS: facebook.com/fundacaoclovissalgado

Instagram da FCS: @fcs.palaciodasartes

Atividade Gratuita

Informações para o público: (31) 3236-7400

 O que move um artista a dançar? Foi a partir desse questionamento e da relação afetiva e emocional do bailarino Léo Garcia com canções populares, que o vídeo "Lugardepresssão” foi criado. Com concepção do próprio Léo Garcia e de Sílvia Maia, bailarinos da Cia. de Dança Palácio das Artes (CDPA), e de André Di Franco, responsável pela direção das imagens e montagem do vídeo, "Lugardepresssão" mescla reflexões sobre o ato de dançar com cenas do artista atuando em um espaço ao ar livre. O vídeo será lançado neste domingo (18), às 10h, pelas páginas da Fundação Clóvis Salgado no Instagram e no Facebook.

Gravado de maneira espontânea e despretensiosa durante uma tarde de trabalho, "Lugardepresssão" revela reações muito particulares de Léo Garcia sobre músicas de artistas como Rico Dalasam, Belchior, Martinho da Vila e Mart’nália. “Nós não tínhamos um planejamento. O objetivo inicial desse encontro era discutirmos sobre o roteiro de outro trabalho que também estamos produzindo. Durante a conversa, eu comecei a mostrar para o André Di Franco algumas músicas que me emocionam e me deixam bem. Ele percebeu o momento e decidiu ligar a câmera para registrar a conversa”, relembra Léo Garcia.

Entre as músicas citadas por Léo Garcia, a canção “Sonhos” - composição de Peninha que se tornou um clássico na voz de Caetano Veloso - acabou sendo a escolhida pelo André Di Franco (montador do vídeo) como a trilha das cenas em que o bailarino dança a céu aberto. “Em um dos depoimentos do vídeo eu falo que Sonhos é uma música que dança sozinha, por si só. Sonhos é autossuficiente. Mas, ao mesmo tempo, essa canção, que mexe muito comigo, possui um movimento que nos convida. Por isso eu quis dançá-la. Parece contraditório o que estou dizendo. Mas é o que eu acredito”, explica Léo.

Para Sílvia Maia, uma das belezas da dança do bailarino está justamente na forma como o corpo dele se relaciona com os elementos da música. “Na minha visão, a música é uma espécie de entidade, que puxa o corpo para a melodia e a batida. Geralmente, nós, bailarinas e bailarinos, temos a tendência de fugir um pouco disso. Mas eu percebo que o corpo e a dança do Léo aceitam a batida, abraçam a melodia, e usam esses elementos muito bem”. 

O vídeo "Lugardepresssão” integra o projeto #PalácioEmSuaCompanhia e é realizado pelo Governo de Minas Gerais /Secretaria de Estado de Cultura e Turismo, por meio da Fundação Clóvis Salgado, e correalizado pela Appa – Artes e Cultura. É patrocinado pela Cemig,AngloGold Ashanti e Unimed-BH / Instituto Unimed-BH¹, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, além daUsiminas, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com apoio doInstituto Usiminas.

O patrocínio da Unimed-BH e do Instituto Unimed-BH é viabilizado pelo incentivo de mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores.

A BUSCA POR RESPOSTAS – André Di Franco, um dos responsáveis pela concepção da obra, considera "Lugardepresssão" uma espécie de exercício que tem como intuito buscar respostas para algumas inquietações dos três autores diante do estado da videoarte e da condição de existência marcada pela pandemia. Segundo ele, os três artistas, durante suas conversas, questionam constantemente o quanto o novo modelo virtual de fruição da dança e das artes cênicas está gerando uma superficialização da existência do artista, do que está por trás da obra e do seu valor real.

“Nos últimos tempos, nós sempre comentamos sobre como as videodanças estão se tornando videoclipes ou produtos meramente para o Instagram. Desta forma, era imprescindível em “Lugardepresssão" colocar os sentimentos e as falas do Léo sobre o que move ele antes de dançar. Pois nós acreditamos que somente essa busca pode implodir esse lugar de pressão que se tornou a nossa vida dentro de telas”, conclui André.

CIA DE DANÇA PALÁCIO DAS ARTES – Corpo artístico da Fundação Clóvis Salgado – é reconhecida como uma das mais importantes companhias do Brasil e é uma das referências na história da dança em Minas Gerais. Foi o primeiro grupo a ser institucionalizado, durante o governo de Israel Pinheiro, em 1971, com a incorporação dos integrantes do Ballet de Minas Gerais e da Escola de Dança, ambos dirigidos por Carlos Leite – que profissionalizou e projetou a Companhia nacionalmente. O Grupo desenvolve hoje um repertório próprio de dança contemporânea e se integra aos outros corpos artísticos da Fundação – Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e Coral Lírico de Minas Gerais – em produções operísticas e espetáculos cênico-musicais realizados pela Instituição ou em parceria com artistas brasileiros. A Companhia tem a pesquisa, a investigação, a diversidade de intérpretes, a cocriação dos bailarinos e a transdisciplinaridade como pilares de sua produção artística. Seus espetáculos estimulam o pensamento crítico e reflexivo em torno das questões contemporâneas, caracterizando-se pelo diálogo entre a tradição e a inovação.

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Atores e atrizes revelam sua relação com a literatura em nova série

Falabella participa da série - Foto: Divulgação
Conhecidos por seus trabalhos em interpretação, atores e atrizes mostram sua porção autores e falam sobre sua relação com a literatura na série "A(u)tores", que tem pré-estreia no Canal Futura no próximo dia 25 de julho, Dia do Escritor. A data será marcada por uma maratona com os três primeiros episódios, a partir das 21h45. A temporada entra no ar em seu horário normal no dia 30, às 18h15. 

Na série, coproduzida pela Guaraná Produções e dirigida por Marcio Vianna, nomes como Miguel Falabella, Maitê Proença e Maria Ribeiro - que, além de atuar, também tiveram experiências como escritores - leem trechos de seus livros e contam como passaram a escrever suas próprias histórias. Nas conversas, os artistas revelam o impacto da literatura em sua formação e em sua maneira de ver o mundo. A cada episódio, os convidados dão também uma dica de leitura, citando seus livros de cabeceira. 

A estreia será com o ator e diretor Lázaro Ramos, que já escreveu livros para crianças e adultos. No episódio, ele lê suas memórias reunidas no livro "Na minha pele". 

A temporada traz ainda convidados como a poetisa, cantora e atriz Elisa Lucinda; os atores Érico Brás, Stepan Nercessian, Gregório Duvivier, Adriano Garib, Rodrigo França, Anselmo Vasconcellos e Lourenço Marins e a atriz Renata Di Carmo. 

"Os artistas que participaram dessa ideia, por seu amor ao texto, capacidade de imaginar cada palavra em voz alta, no tom e com a interpretação certa, acabaram por nos brindar com o que tinham de mais íntimo. Pensamentos que não vemos em entrevistas de rotina. Abriram uma porta inédita para apresentar o seu processo criativo. E como escrevem bem esses atores", diz o diretor da série, Márcio Vianna. 

"A série A[u]tores vem reforçar a faixa Cultura, Língua e Linguagens e é um convite à leitura a partir dos trechos compartilhados de forma inspiradora pelas vozes e rostos já conhecidos do público", conclui Deca Farroco, gerente de produção do Futura. 

A(U)TORES 

Canal Futura 

Na série, atores vão se revelar como autores, conversando sobre sua relação com a literatura e lendo trechos das suas obras. Ao final dos episódios, oferecem uma dica de leitura para o público. A maratona de pré-estreia trará os três primeiros episódios: Lázaro Ramos, Elisa Lucinda e Miguel Falabella. 

Pré-estreia: 25/7, domingo, às 21h45 

Horário principal: sexta-feira, às 18h15 

Reprises: sábado, 15h55; segunda-feira, às 13h30; e terça-feira, às 22h55 

terça-feira, 29 de junho de 2021

Máscaras cirúrgicas anti-covid com tecnologia 100% nacional chegam ao mercado

Um item de proteção individual que se tornou essencial no dia a dia dos brasileiros, a máscara facial pode ser produzida em diferentes modelos, desde aqueles com algodão, até o PFF2 e as cirúrgicas, que são as mais seguras. Essa segurança é resultado da união do design com o material de que são feitas, como o TNT. Contudo, em ambientes de alto risco de contaminação, como os hospitalares, as máscaras podem se tornar um vetor, promovendo a contaminação cruzada. 

Hoje, esse desafio foi superado. Está chegando ao mercado um TNT com proteção antimicrobiana, resultado da aplicação executada pela Delp, empresa de soluções em equipamentos e serviços industriais, utilizando a tecnologia de prata da Nanox que, além de ter efeito contra a Covid-19, combate bactérias, fungos e outros vírus. 

O modelo da máscara cirúrgica protegida com a tecnologia Nanox será um produto que une segurança a um baixo impacto de custos. Fator importante, já que o uso da proteção não está dispensado, embora o ritmo de vacinação tenha se intensificado nos últimos meses. 

Tecnologia é usada em diferentes materiais e setores 

Segundo a Delp, o TNT anti-covid foi desenvolvido com tecnologia 100% nacional, possui custo acessível e licença da FDA (Food and Drug Administration, um dos maiores órgãos de Saúde dos Estados Unidos) e outros órgãos reguladores ao redor do mundo. Atualmente, o produto vem sendo utilizado por empresas que fazem apenas máscaras e toucas, mas nada impede que ele seja expandido para outros produtos da área, como jalecos. E também não há porque se limitarem apenas ao setor de saúde. Álvaro Márcio, diretor da Delp, acredita que, mesmo depois que a pandemia da Covid-19 chegar ao fim, as máscaras e demais produtos anti-virais vão continuar a ser usados. 

"Acredito que esse é um produto que vai continuar no mercado e não apenas na área de saúde. As pessoas adquiriram uma nova consciência social de proteção, não apenas para elas, mas para os outros, e talvez não com a mesma frequência, mas acredito que as pessoas continuarão a usar máscaras, por exemplo, em locais muito cheios e sem tanta circulação de ar", comentou. 

A Nanox, inclusive, já fornece tecnologia antiviral a outros segmentos por diferentes meios de aplicação, em diversos tipos de materiais além do TNT em países como Estados Unidos, Japão, Uruguai, entre outros. E entre as marcas que já aderiram à aplicação das tecnologias Nanox, temos como exemplo fabricantes de utilidades domésticas, embalagens, MDF, tecidos e couros. 

Mas porque usar um antiviral também em produtos como MDF e couro? O fundador e diretor da Nanox, Daniel Minozzi, explica que os benefícios da tecnologia de prata vão além da eliminação de vírus. 

"O que mais percebemos em relação aos benefícios da nossa tecnologia está na preservação, na longa durabilidade dos produtos e isso vai se estender também para as máscaras, toucas ou qualquer outro que venha a ser desenvolvido. Isso porque a deterioração, de maneira geral, é feita através da ação de bactérias e fungos. Como nossa tecnologia oferece essa proteção antimicrobiana, você garante uma longevidade maior do produto em que seja aplicada". 

Segundo Minozzi, a preservação que a tecnologia leva aos materiais é ainda mais visível quando aplicado em tecidos, principalmente os esportivos. Isso porque, as bactérias presentes na região, que são alimentadas por nosso suor, tendem a deteriorar e exalar odores naqueles tecidos mais desprotegidos. "As pessoas vão buscar as marcas que duram mais e ainda evitam aquele amarelamento ou pioram o cheiro do suor. E tudo isso é feito a partir da ação antimicrobiana, pois são as bactérias do próprio corpo que causam esse problema na roupa desprotegida", explica. 

"Algumas, precisam ser refeitas em menos de um ano. Mas hoje os produtos com esse diferencial têm longevidade de cinco anos ou mais. É uma economia para o consumidor final e menos produtos e químicos no planeta", comenta. 

Sobre a Nanox 

Uma das principais empresas do mundo em produzir e comercializar antimicrobianos a partir de nanotecnologia. Está sediada em São Carlos/SP, onde conta com outra unidade focada em tecnologia para área médico-hospitalar. Em quase duas décadas evoluiu de Spin-off do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais da UFSCar (SP) para uma S/A. Fundadores, Gustavo Simões é o atual CEO e Daniel Minozzi, o CMO. 

A empresa foi criada em 2004 a partir da ideia de encontrar uma tecnologia que reduzisse a carga antimicrobiana em materiais. Na época, os fundadores da empresa contaram com investimento inicial da Fapesp e começaram a trabalhar na incubadora Parqtec. Dois anos depois, com o investimento da Finep, órgão de incentivo à inovação do Governo Federal do Brasil e de mais um fundo, a empresa finalmente conseguiu desenvolver o seu produto final, que começou a ser utilizado primeiramente na área médica, mas se expandiu para outros setores, como a indústria de plástico e de bens de consumo. 

Com cada vez mais apoio de acionistas e outros fundos, a Nanox cresceu. Em 2007, recebeu o Prêmio Finep de Inovação Tecnológica, um reconhecimento nacional em inovação. Atualmente, a empresa exporta para diversos países na Europa, na Ásia, além dos Estados Unidos e nações na América do Sul, como o Uruguai. 

quarta-feira, 23 de junho de 2021

SESI-MG e CBTU levam mais afeto e carinho para os corações de Belo Horizonte

Depois de encher de corações, de arte e de mensagens de carinho a escadaria da Estação Central de Belo Horizonte, o Serviço Social da Indústria (SESI), por meio do SESI Cultura, em parceria com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), vai realizar uma nova intervenção, desta vez na estação Lagoinha do metrô, no centro de Belo Horizonte. A ação Corações para a Cidade vai alegrar o mural, próximo ao acesso da escada rolante localizada atrás da Rodoviária, no Centro de Belo Horizonte, que receberá os corações até o dia 25. 

A preparação do mural está sendo feita com o apoio dos alunos e instrutores da unidade SENAI Américo Rene Giannetti, localizada próxima à intervenção. Eles estão pintando os corações e afixando as mensagens. 

Artista convidado 

O artista convidado para compor o mural foi Pierre Fonseca. Ele trará a obra "Sinfonia", que é um projeto interativo, que explora uma narrativa transversal entre cidade, tecnologia, homem e natureza. Em um painel urbano composto por várias espécies de pássaros, o trabalho usa a tecnologia. Por meio de um QR Code, o espectador poderá então ouvir o canto emitido pela ave, em um deleite sonoro que o conectará com o mundo natural em meio ao caos urbano. 

Além de encher os olhos com a arte visual, quem passar pela estação Lagoinha poderá ampliar seu repertório de conhecimento ao acessar a Biblioteca na Estação - Doação de Livros. No local, foi montado um estande onde todos podem escolher e levar um livro para casa. 

Corações para a Cidade - Estação Lagoinha 

Local: Estação Lagoinha do Metro - escada rolante de acesso para a estação Lagoinha, atrás da Rodoviária. Acesso pela Avenida do Contorno. 

Preparação do mural e Biblioteca na Estação - até 25 de junho.