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terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

Ava Galleria apresenta a exposição 'Diversas Expressões' que celebra a riqueza cultural da arte, no Rio, Finlândia e Berlim

Foto: Divulgação 


A AVA Galeria apresenta a exposição 'Diversas Expressões' que celebra a criatividade, permitindo a exploração do tema sob novas perspectivas, por meio das obras expostas, de artistas brasileiros, finlandeses e um espanhol, com curadoria de Edson Cardoso e que vai passar pelo Rio de Janeiro, Finlândia e Alemanha. A coletiva tem início na Ava Galleria Rio, a partir deste sábado (8), no 2º andar da Fábrica Bhering, com a presença de diversos artistas.

A riqueza cultural e artística de cada país reflete suas histórias, tradições e valores. Quando exploramos as culturas alemã, finlandesa e brasileira, percebemos uma vasta diversidade de manifestações que englobam desde a música e a dança até as artes visuais e a literatura. Ao longo da história, a arte se manifestou de maneiras distintas, refletindo a evolução cultural, social e tecnológica de cada época. Desde as pinturas rupestres nas cavernas até as mais sofisticadas obras contemporâneas, a arte sempre esteve presente como um meio de expressão profunda e de questionamento sobre a realidade. 

A cultura do Brasil, por sua natureza, é um verdadeiro festival de cores, ritmos e sabores. As artes visuais também desempenham um papel fundamental, com movimentos como o Modernismo e artistas contemporâneos que abordam temas sociais e identitários. A cultura alemã se destaca por sua sólida herança musical, além da música clássica, a Alemanha é também o berço de movimentos como o Expressionismo e a Bauhaus, que transformaram a arquitetura e o design no século XX. De outra perspectiva, a cultura da Finlândia é caracterizada por uma profunda relação com a natureza e um forte espírito comunitário. A música folclórica, que incorpora instrumentos tradicionais como o kantele, desempenha um papel fundamental na identidade dos finlandeses. O design escandinavo, famoso por sua praticidade e estética minimalista, também se sobressai. 

ARTISTAS FINLANDESES - Hannele Haatainen, Kirsi Pylvänäinen, Maj-Lis Tanner, Nonna-Nina Mäki, Päivyt Niemeläinen, Paula, Mikkilä, Pirjo Hassinen, Raija Kuisma,Sirpa Heikkinen e Ulla Remes

ARTISTAS BRASILEIROS - Antônia Célia, Beth Melro, Claudio Lobato, Claudia Sperb, Daniela Rodrigues, Daniele Bloris, Jadyza, Denilce Meirelles, Edina de Azevedo, Gloria Conforto, Hanne Graice Hansel, Juliana Hamdan, Kamila Hinselmann, Lila Hamdan, Marcelo Cortes, Marcos Felix, Maria Lúcia Montemór, Marlene Blois, Pedro Prandini, Solange Greco e Thiago Prado

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL 

Manuel Juan (Espanhol residente no Brasil)

DATAS E LOCAIS

RIO DE JANEIRO - 08/02 a 01/03/25 - Ava Galleria Rio - Fábrica Bhering - Rua Orestes, 28 - Santo Cristo, RJ

FINLÂNDIA/ VARKAUS - 17/02 a 09/03/25 - Ahlströminkatu 20, 78250 Varkaus

ALEMANHA/BERLIM  - 20/02 A 01/03/25 -  Bardo Projektraum Jessnerstrasse 33, 10247 Berlin

Curadoria: Edson Cardoso

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Produção: Carla Calmon / Monika Moreira / Sandokan Montini Silva Ribeiro  

Sobre a Ava Galleria

Fundada em 2005 em Helsinki, a Ava Galleria é uma das galerias contemporâneas mais conceituadas da Finlândia, que há dois anos mudou-se para a Cidade de Varkaus, um dos mais importantes pólos de fabricação de papel. Organiza exposições locais e em colaboração com espaços culturais de outras cidades pelo mundo, como Osaka, Tóquio, Berlim, Londres, Porto, Veneza e Rio de Janeiro. A Ava Galleria também participa, todo ano, da International Contemporary Art Fair, no Carrousel du Louvre, em Paris. A Ava Galleria Rio funciona na Fábrica Bhering, Santo Cristo, Rio de Janeiro.

Instagram: ava_galleria/

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Padre Alessandro Campos se apresenta em Sāo Paulo

Turnê começa no domingo
Foto: Divulgação
Com regravações de grandes sucessos da música caipira e sertaneja e canções inéditas, o Padre Alessandro Campos estreia no domingo (8) a turnê “Fé na Estrada”. A apresentação acontece a partir das 18h, no palco do Tom Brasil (em São Paulo, capital), e promete emocionar pessoas de todas as idades.

O religioso é conhecido como o Padre Sertanejo do Brasil. De roupa branca e chapéu de cowboy, faz shows por todo o país, levando o Evangelho através da música sertaneja para milhões de pessoas. Atualmente, apresenta o programa Viva a Vida, na Rede Vida de Televisão, às terças, com reprise aos domingos.

Padre Alessandro Campos cantava na igreja ainda na época de coroinha e, já como sacerdote, foi incentivado a entrar na carreira musical pelos padres de sua antiga paróquia. Em 2011, lançou seu primeiro CD, “O homem decepciona, Jesus Cristo jamais”. Padre Alessandro estreou na TV em 2013, no comando do programa Aparecida Sertaneja, da TV Aparecida.

O sucesso veio em 2014, com o CD “O que é que eu sou sem Jesus?”, pela gravadora Som Livre. O padre vendeu mais de 1 milhão de cópias, o que fez ficar na frente de artistas como Ivete Sangalo e Roberto Carlos. Dessa maneira, ele apareceu na lista de 50 álbuns mais vendidos do mundo, pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica.

Em 2015, lançou seu terceiro CD “Quando Deus quer, ninguém segura”. O sacerdote ficou na TV Aparecida por dois anos e passou para a Rede Vida, em 2016, onde, até hoje, apresenta o Viva a Vida, que no primeiro ano de programa, foi chamado de Família Sertaneja. No mesmo ano, lançou o CD Deus nos fez para sermos felizes. Padre Alessandro Campos, em paralelo ao seu programa na Rede Vida, passou pelas emissoras Século 21, com o programa Vem com Fé, na TV Gazeta com o Festa Sertaneja, na RedeTV! com o programa Padre Alessandro Campos e na Rede Brasil, onde celebrava missas.

Em 2018, lançou o CD “Deus sempre faz o melhor”, que ficou em 4° lugar no Top 10 em vendas, sendo 1º lugar, na categoria ‘religiosos’. Em 2019, ao lado de Renato Teixeira e Sérgio Reis estreou a turnê “Trilhas da Fé”.

Padre Alessandro também escreveu três livros de grande sucesso em vendas, ”O Segredo da Felicidade”, “O que é que eu sou sem Jesus? e “Quer ser feliz? Ame e Perdoe”, pela Globo Livros.

Em 2021, lançou o livro “Eu Não Aguento Mais” que segue na lista dos mais vendidos do Brasil. Em agosto deste mesmo ano, está lançando a turnê 2022 com regravações de grandes sucessos da música sertaneja, músicas inéditas, chamada “Fé na Estrada”.

PADRE ALESSANDRO CAMPOS - FÉ NA ESTRADA

Data: 08 de agosto (domingo)

Horário: 18h

Abertura da casa: 16h

Local: Tom Brasil

Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP

Informações e vendas: https://www.eventim.com.br/

Informações e compra de ingressos:

# BILHETERIAS – Rua Bragança Paulista, 1281 / Chácara Santo Antônio

(Horário de atendimento: segunda a sábado, das 10h às 20h e domingos e feriados, das 10h às 18h)

* Em dias de espetáculo a bilheteria terá seu horário estendido em 30 minutos após o início do show, ou o quanto for necessário.

(Formas de Pagamento: cartões de crédito Visa, Mastercard, Credicard, Diners);

# COMPRA PELA INTERNET

www.grupotombrasil.com.br

(Formas de Pagamento: cartões de crédito Visa, Mastercard, Credicard, Diners);

-A compra de ingressos das mesas de 02 lugares, 04 lugares ou camarotes de 06 lugares deverá ser feita por pessoas do mesmo núcleo familiar ou convívio social, conforme protocolo vigente.

- Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei.

- Ar Condicionado

- Estacionamento: Hot Valet (com manobrista)

- Aceitamos dinheiro e cartões de débito e crédito (Visa, Mastercard, Credicard e Diners) Não aceitamos cheque.

Casa Fiat de Cultura convida público a sentir sua proximidade com o verde na exposição "Na boca da mata Ah", de Carolina Botura

Obras podem ser vistas a partir
do dia 10 de Agosto
Foto: Carolina Botura/Divulgação
Em suas obras, a artista Carolina Botura constrói pontes para um mundo cada vez mais sensível e conectado com a natureza

A mata carrega consigo, à primeira vista, o caos. Ao aproximar-se ou distanciar-se, porém é possível perceber uma ordem fluida e inteligente que segue em constante transformação. Com sua criação infinita e generosidade em dar e receber, a natureza não é apenas aquilo que nomeamos fora de nós, mas algo que somos. Na exposição virtual “Na boca da mata Ah”, a artista plástica Carolina Botura, selecionada no 4º Programa de Seleção da Piccola Galleria da Casa Fiat de Cultura, propõe uma atmosfera de encantamento, convidando o público a sentir essa conexão universal e reforçando que uma das questões mais importantes a ser considerada, atualmente, é a nossa relação dissociada com o meio ambiente. Um grande portal de sementes, cinco pinturas, e uma instalação 3D navegável compõem a experiência, que poderá ser apreciada entre os dias 10 de agosto e 26 de setembro de 2021 no site e nas redes sociais da Casa Fiat de Cultura. A abertura da mostra será marcada por um bate-papo ao vivo com a artista, transmitido online no dia 10 de agosto, às 19h, com retirada gratuita de ingressos pela Sympla. Completam a programação, visitas virtuais com mediação ao vivo, vídeo da artista e tour virtual pela exposição.

As reflexões sobre a trama da criação e os movimentos de transformação fazem parte não somente do que aparece na exposição “Na boca da mata Ah”, mas de toda a pesquisa da artista. No processo de criação de suas obras, Carolina busca adentrar a consciência da planta, seguindo um fluxo aberto e permeável. A partir de então, a artista conta que, em uma relação de muita escuta, cada pintura vai revelando de onde vem e como quer ser pintada. “Em algumas, eu atravesso essa primeira expressão mais marcada de pincelada e adiciono camadas, já outras parecem nascer finalizadas, sendo que todas são modificadas pelas demais. A multiplicidade de faturas afirma a diversidade que compõe e assegura a vida do planeta. Sinto que as figuras parecem ser várias plantas em uma, ou uma que são várias, revelando essa fronteira ilusória de que seríamos separados. Não conseguimos identificar muito bem onde termina uma e começa outra. Talvez por isso a semente seja uma peça chave de toda essa mostra, pois nela está contido todo o ciclo de vida, um continuo centro de energia. observa Botura.

As sensações que as cores e suas misturas provocam são também muito importantes neste processo criativo, que tem o verde como ponto de equilíbrio e como centro do conceito da exposição. “O verde nos faz bem, equilibra a profundidade e frieza do azul e a expansividade e o calor do amarelo. Sempre voltamos revigorados e serenos do encontro com o verde”, reflete Carolina, que tem como um dos eixos de suas investigações a associação de partes e polaridades. De forma intuitiva e resgatando até mesmo as memórias de sua infância, ela prepara sua paleta de verdes, que vai desde os mais profundos aos mais vivos, e suas infinitas variações, com toques de azul celeste e violeta.

A curadora da mostra, Marina Câmara, destaca que para pensar no processo criativo de Botura é preciso superar a noção de gesto criador, e compreendê-lo como um processo de coescuta, de observação sensível ou de retroalimentação. Para a curadora, “não podemos perder de vista que é sempre um processo de, no mínimo, dois sentidos: do que vemos e do que nos olha, ou, melhor ainda, do que sente e do que é sentido”.

A exposição “Na boca da mata Ah” é uma realização da Casa Fiat de Cultura, com apoio do Ministério do Turismo, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocínio da Fiat, do Banco Safra e da Gerdau, copatrocínio da Expresso Nepomuceno, da Sada, do Banco Fidis e do Mart Minas. A mostra tem apoio institucional do Circuito Liberdade, do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico (Iepha), do Governo de Minas e do Governo Federal, além do apoio cultural do Programa Amigos da Casa, da Brose do Brasil, da Brembo e da Gal.

Sobre as obras

A exposição “Na boca da mata Ah” é composta por um portal de sementes, uma obra virtual e cinco pinturas.

A tela que leva o mesmo nome da exposição apresenta estruturas abertas, grandes bocas e portais, plantas infinitas que representam o fluxo de generosidade doadora e receptora da natureza. Carolina Botura explica que o “ah” exclama a contemplação, a admiração. “É um ‘ah’ de abrir a boca e deixar o verde entrar e, sonoramente, também corresponde ao ‘há’, do verbo existir: na boca da mata existe!”, completa. Já no grande portal de sementes construído pela artista, cada semente está ali como a marca do atravessamento de um tempo que fala da presença, da calma, de estar onde se está, sendo este o lugar que contém em si o passado e o futuro, a carga genética e o devir da planta.

A obra virtual é uma instalação 3D navegável, em que uma balsa de cristal de sementes é guiada por uma flor, que flutua em águas calmas em uma dimensão de luz que foi criada com os artistas Marcelo Padovani e Sandro Coelli. Para a artista, é como uma estrutura angélica guardiã de sementes que viaja levando-as para diferentes dimensões. Compõe o ambiente, no qual será possível vivenciar a passagem do dia e da noite e outros detalhes, uma peça sonora que envolve flautas japonesas de bambu, chamadas Shakuhashis, que são tocadas pelo músico Tiago Miotto, e sementes e diferentes plantas tocadas por Botura, em ambientação e edição de Henrique Iwao.

Lista de obras

Na boca da mata Ah (2021)A grande flor iluminada (2021)Sheila (2021)Atandariv (2021)Parque das trepadeiras (2020)Portal de sementes (2021)Balsa (2021)

Carolina Botura                                            

Artista visual, performer, poeta e mestre em reiki. Graduada em Pintura e Escultura pela Escola Guignard – UEMG, é coidealizadora do dispositivo VESPA (via de experimento em performance e ação), e compõe o coletivo plástico sonoro POÇA. Suas práticas estão voltadas para a vivencia das linguagens como um ecossistema sem fronteiras. Formalmente, investiga as relações entre unidade e fragmento abordando temas que envolvem natureza, espiritualidade, sexualidade, vida e morte.

Dentre suas exposições individuais estão: Casa para um Animal – BDMG Cultural [2017]; As coisas quando não são mais elas – Memorial Minas Vale [2018]; Amantes [in: Híbrida] – Fundação Clóvis Salgado [2019/20] e Na boca da mata Ah – Casa Fiat de Cultura [2021]. Possui obras nos acervos do BDMG Cultural e da Fundação Clóvis Salgado

Participou de residências como Co-Habitar al cuerpo em Valparaíso, no Chile; Línea Imaginária em Quito, no Equador; RAM em Altamira/MG; Fronteira em Puerto Aguirre/Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, MIP – Manifesto Internacional de Performance (MG). Participou de coletivas como Video-formes – Clearment Ferrand na França, La presencia de lo Efimero – Queretaro- México;  Salão Nacional de artes da Colômbia – Bogotá – Colômbia ;  Hélice- Festival Internacional de Performance de Quito – Ecuador, FIME- Festival Internacional de Música Experimental de São Paulo; Underline Project –  Museum of African Design - Johannesburg – Africa do sul ; Cine de Rua Feminista – Virada Cultural – Belo Horizonte – MG, II Mostra de arte Feminista e resistência – Belo Horizonte – MG. Quarta Função – Festival Instantâneo de performance urgente – SP; Perpendicular Bienal – 31 Bienal de São Paulo.

Publicou os livros de poema: “Parque” e “AguaPedra”; e os livros de teoria da arte: “As coisas quando não são mais elas” e “Camela”, todos pela editora Curiango.

Programação paralela

No dia 10 de agosto será realizado bate-papo ao vivo com Carolina Botura, que vai compartilhar com o público detalhes sobre suas obras e seu processo criativo. A participação é gratuita, com retirada de ingressos pela Sympla: https://bit.ly/BatePapoCarolinaBotura

Durante o período expositivo também serão disponibilizadas visitas virtuais gratuitas, com mediação ao vivo do Programa Educativo da Casa Fiat de Cultura. Para participar é necessário se inscrever pela Sympla. As datas para essas visitas são:

19 de agosto, às 16h26 de agosto, às 19h2 de setembro, às 16h9 de setembro, às 19h16 de setembro, às 16h23 de setembro, às 19h, com tradução simultânea em Libras

Para escolas, universidades e grupos interessados em mediação exclusiva, o Programa Educativo está promovendo visitas em horários alternativos. Os interessados devem enviar e-mail para agendamento@fcagroup.com e conferir a disponibilidade.

Piccola Galleria

O espaço é destinado a artistas da cena contemporânea e foi criado em 2016, com o intuito de incentivar a produção nacional e internacional. Os artistas são selecionados por uma comissão de especialistas, que, nesta 4ª edição, conta com a historiadora e educadora Janaína Melo, curadora e integrante do Conselho Internacional de Museus (ICOM-BR); o curador e crítico de arte Márcio Sampaio; e o artista e professor Marco Paulo Rolla, da Escola Guignard.

A proposta é apresentar e destacar trabalhos inéditos – pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, fotografias, instalações, performances e/ou videoarte – de artistas locais, brasileiros ou estrangeiros. Além da Carolina Botura, outros cinco artistas foram selecionados na 4ª edição, e as mostras estão sendo exibidas no calendário de 2021 e 2022.

Nas quatro edições, a Piccola Galleria recebeu 424 inscrições, e, entre 2016 e 2020, já apresentou o trabalho de 18 artistas, 248 obras de arte, e recebeu mais de 150 mil visitantes. A sala expositiva é um ambiente dedicado às artes visuais e sua criação marcou os 10 anos da Casa Fiat de Cultura. Situado ao lado do painel “Civilização Mineira”, de Candido Portinari, no hall principal da Casa Fiat de Cultura, o espaço é destinado a exposições de curta duração, mas com toda a visibilidade que a instituição enseja. Local intimista e com grande circulação de público, conta com a chancela da Casa Fiat de Cultura e do Circuito Liberdade, um dos mais importantes corredores culturais do país.

Casa Fiat de Cultura      

Cumpre importante papel na transformação do cenário cultural brasileiro, ao realizar prestigiadas exposições. A programação estimula a reflexão e interação do público com várias linguagens e movimentos artísticos, desde a arte clássica até a arte digital e contemporânea. Por meio do Programa Educativo, a instituição articula ações para ampliar a acessibilidade às exposições, desenvolvendo réplicas de obras de arte em 3D, materiais em braile e atendimento em libras. Mais de 60 mostras, de consagrados artistas brasileiros e internacionais, já foram expostas na Casa Fiat de Cultura, entre os quais Caravaggio, Rodin, Chagall, Tarsila, Portinari entre outros. Há 15 anos, o espaço apresenta uma programação diversificada, com música, palestras, residência artística, além do Ateliê Aberto – espaço de experimentação artística – e de programas de visitas com abordagem voltada para a valorização do patrimônio cultural e artístico. A Casa Fiat de Cultura é situada no histórico edifício do Palácio dos Despachos e apresenta, em caráter permanente, o painel de Portinari, Civilização Mineira, de 1959. O espaço integra um dos mais expressivos corredores culturais do país, o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte. Mais de 3 milhões de pessoas já visitaram suas exposições e 560 mil participaram de suas atividades educativas. 

Exposição virtual “Na boca da mata Ah”– Carolina Botura na Piccola Galleria da Casa Fiat de Cultura

10 de agosto a 26 de setembro de 2021

Curadoria: Marina Câmara

Abertura da exposição virtual: Bate-papo ao vivo com Carolina Botura

10 de agosto, das 19h às 20h, em transmissão ao vivo

Ingressos gratuitos pela Sympla: https://bit.ly/BatePapoCarolinaBotura

Visitas virtuais com mediação online

19 de agosto, às 16h26 de agosto, às 19h2 de setembro, às 16h9 de setembro, às 19h16 de setembro, às 16h23 de setembro, às 19h, com tradução simultânea em Libras

Inscrições gratuitas pela Sympla

Casa Fiat de Cultura

Circuito Liberdade

Praça da Liberdade, 10 – Funcionários –Belo Horizonte/MG

Informações

(31) 3289-8900

www.casafiatdecultura.com.br

casafiat@fcagroup.com

facebook.com.br/casafiatdecultura

Instagram: @casafiatdecultura

Twitter: @casafiat

YouTube: Casa Fiat de Cultura

http://www.circuitoliberdade.mg.gov.br/

Mais informações sobre o trabalho da artista 

Instagram: @carolabotura

Site: www.carolinabotura.com

terça-feira, 3 de agosto de 2021

Exposição inédita de Dani Tranchesi marca abertura do Estúdio 41

Público pode agendar horário e visitar com
segurança - Foto: Divulgação
Fascinada pela diversidade de pessoas, coisas, comidas e pelo movimento caótico e frenético, a fotógrafa Dani Tranchesi sempre gostou de visitar e registrar mercados e feiras livres em suas andanças pelo Brasil e pelo mundo. Ao longo de 2020, durante a pandemia, ela percorreu feiras livres de São Paulo registrando espaços e pessoas. O resultado pode ser visto em 3 é 5, projeto inédito, desdobrado em exposição, curta-metragem e livro que será apresentado em 17 de agosto na abertura do Estúdio 41, novo espaço cultural de São Paulo voltado à reflexão e discussão sobre fotografia.

Durante a pandemia, as feiras livres - quase como locais de resistência - eram alguns dos poucos lugares que não pararam de funcionar. Este fato, aliado ao fascínio que a fotógrafa nutria pelo tema, fez surgir naturalmente o projeto de 3 é 5, título que remete à comum fala dos feirantes na hora da xepa para atrair os clientes.

Para Diógenes Moura, curador de projeto 3 é 5 e diretor artístico do Estúdio 41, o livro mostra que a feira é um lugar de resistência e consegue se manter diante de um mundo onde tudo se tornou online. "Tem um potente apelo visual, mudanças constantes de luz, personagens muito particulares, várias histórias, muitos detalhes, também alguns mistérios e segredos. Para a palavra e para a imagem, que é o universo ao qual me dedico como escritor e curador, a feira é um mundo muito próximo ao de uma ópera", ele afirma.

A exposição traz ao público uma seleção das 95 imagens que compõem o livro. 3 é 5 não somente documenta a montagem e desmontagem de uma feira livre, mas principalmente seus personagens, feirantes e fregueses, e a movimentação frenética e caótica.

O livro, que tem edição da Vento Leste Editora, é organizado a partir de três momentos. No primeiro, começando com a feira ainda na madrugada, sem a presença frenética dos fregueses, traz a montagem da feira e imagens do dia amanhecendo e alguns poucos transeuntes. No segundo, os feirantes se tornam protagonistas ao posarem em um estúdio improvisado em alguns pontos da feira. "É quando se revelam para além da dureza do trabalho cotidiano, virando atores de uma ópera encenada ao acaso. É uma maneira de torná-los existentes para além da resistência intrínseca da atividade que exercem", explica Dani Tranchesi, sobre colocá-los posando num estúdio improvisado.

A terceira e última parte da publicação traz um material extra, com registros dos fotogramas do curta-metragem do cineasta Pedro Castelo Branco. São imagens em preto e branco que fogem do habitual making off e se revelam uma obra complementar e distinta do livro.

Com seu preto e branco, e uma trilha sonora orgânica, que vai de um compositor clássico como Johannes Brahms ao Quinteto Armorial, e usando o Cinema Direto como linha narrativa, o filme expõe o ofício de um feirante que precisa trabalhar em meio a uma pandemia, mas não deixa de fabular sobre os personagens com o humor ao mostrá-los abordando os fregueses com suas falas peculiares. "Minha intenção, desde o começo, foi de captar a atmosfera da feira, fazendo com que o espectador se sinta parte daquele espaço caótico e cativante", explica o diretor.

3 é 5 vem acompanhado, ainda, de dois QR Codes que dão acesso aos textos que o curador Diógenes Moura realizou para o projeto: A Ópera, Os Olhos, O Beijo, O Plural e Os Nomes.

Estúdio 41

Um espaço voltado à reflexão e discussão sobre o fazer artístico da fotografia. Esse é o mote do Estúdio 41, projeto que ocupa o conjunto 41 do prédio 1254 da Rua Pedroso Alvarenga, no Itaim Bibi, zona sul de São Paulo. Com direção artística do curador e escritor Diógenes Moura e comandado pelas sócias Dani Tranchesi e Paula Rocha, o novo espaço cultural vai apresentar projetos de fotógrafos emergentes e consagrados em uma programação de exposições, exibição de filmes, lançamento de livros e conversas sobre a linguagem fotográfica.

"O espaço nasce do desejo de mostrar a obra fotográfica de artistas das mais diversas gerações e estilos, e fomentar a produção de novos talentos. Não vamos funcionar como uma galeria, mas sim trabalhar em diálogo e parceria com esses espaços, além de instituições e outros projetos independentes", conta Dani Tranchesi. "A ideia é ser um espaço de reflexão e também um motor, um ponto de difusão da prática fotográfica", complementa Diógenes Moura.

A programação de 2021 trará exposições de nomes como Luciano Candisani, fotógrafo em atividade há duas décadas e autor de narrativas que interpretam culturas tradicionais e ecossistemas ao redor do mundo; exibição do documentário Equivalências: aprender vivendo, da emblemática Maureen Bisilliat, fotógrafa e documentarista inglesa radicada há mais de sete décadas no Brasil; e lançamento do livro 3 é 5, publicação de Dani Tranchesi que reúne imagens captadas ao longo de 2020 em feiras livres de São Paulo.

Sobre Dani Tranchesi

Fotógrafa, participou de diversas exposições coletivas e individuais, entre as quais, Cuba antes dos Stones e Caixa Clara e Lindo Sonho Delirante. Esta última, também foi apresentada em forma de livro, é o resultado de um ano de pesquisa e estudos ao lado do escritor, curador e editor Diógenes Moura e reúne imagens produzidas em São Paulo, na Ilha de Marajó e Belém, no Pará, entre 2018 e 2019. Trata de humanidades ao reunir o homem urbano, com seus dias entre a fuligem e o asfalto, e os habitantes das águas doces, sempre dispostos a contar as estrelas.

Sobre Diógenes Moura

Nascido em Recife, Pernambuco, atualmente vive e trabalha em São Paulo. É escritor, curador de fotografia, roteirista e editor independente. Em 2020, realizou O Olhar Não Vê, O Olhar Enxerga e Não Danifique os Sinais, mostras de longa duração a partir do acervo do Museu da Fotografia de Fortaleza. Nesse mesmo ano foi curador da exposição e editor do livro Lindo Sonho Delirante, da fotógrafa Dani Tranchesi, realizada na Galeria Estação. Em 2018, fez a pesquisa e curadoria de Terra em Transe (concebido especialmente para o Solar Foto Festival, Fortaleza, CE, 2018/2019), exposição que reúne cerca de 500 imagens de 55 fotógrafos brasileiros. Foi Curador de Fotografia da Pinacoteca do Estado de São Paulo entre 1999 e 2013. E como Curador de Fotografia recebeu quatro prêmios da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA).

Sobre Paula Rocha

Formada em Marketing pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) é produtora de eventos e apaixonada pelo mar e pela fotografia. Entre 2014 e 2016 organizou alguns workshops com fotógrafos profissionais para Índia, Atacama, Salar do Uyuni e Islândia com fotógrafos profissionais. Em 2016 foi curadora da exposição de fotografia de surf: Superfície Líquida na Galeria Fauna.

Inauguração do Estúdio 41

Lançamento do livro 3 é 5, da fotógrafa Dani Tranchesi

Abertura: 17 de agosto

Período expositivo: 17 de agosto a 18 de setembro de 2021

Endereço: Rua Pedroso Alvarenga, 1254, cj 41, Itaim BibiFuncionamentoEndereço: Rua Pedroso Alvarenga, 1254, cj 41, Itaim Bibi

Funcionamento: Na semana de abertura da exposição 3 é 5, o Estúdio 41 irá funcionar de segunda a sexta, das 13h às 18h e sábados das 11h às 13h com horários agendados pelo Sympla.

A partir do dia 23 de agosto o agendamento será feito através do Whatsapp: 55 11 99452 3308

instagram @41_estudio

domingo, 1 de agosto de 2021

Paulo Scott no Paiol Literário

O poeta e romancista Paulo Scott é o terceiro convidado da décima temporada do Paiol Literário,terça-feira(3), às 19h30. O encontro será transmitido pelo canal do Paiol Literário no Youtube. O projeto, que promove conversas com autores brasileiros, é realizado pelo jornal Rascunho, com patrocínio do Itaú, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A mediação será do jornalista e escritor Rogério Pereira.

Sobre o convidado

Paulo Scott nasceu em Porto Alegre (RS), em 1966. Escritor e professor universitário, transita por diversos gêneros literários. Publicou, entre outros livros e quadrinhos, Meu mundo versus Marta (HQ, 2021), Marrom e Amarelo (romance, 2019), Mesmo sem dinheiro comprei um esqueite novo (poesia, 2014) e Ainda orangotangos (contos, 2003), adaptado para o cinema por Gustavo Spolidoro. Vive em São Paulo (SP).

Sobre o Paiol Literário

É realizado em Curitiba desde 2006 e já entrevistou 73 autores brasileiros. Fazem parte do seleto grupo nomes como Ignácio de Loyola Brandão, Nélida Piñon, Ruy Castro, Ana Maria Machado, Milton Hatoum, Moacyr Scliar, Marina Colasanti. Os encontros são iniciados sempre com a pergunta: "Qual a importância da literatura para a vida das pessoas? E por que ler?".

Já participaram da décima temporada do Paiol Literário os escritores Julián Fuks e Marília Garcia. Os vídeos estão disponíveis no canal do projeto no Youtube. As entrevistas transcritas podem ser lidas no site do Paiol e do jornal Rascunho. Outros quatro escritores integram a programação desta temporada: Veronica Stigger (8/setembro), Edyr Augusto (5/outubro), Patrícia Melo (9/novembro) e Cida Pedrosa (7/dezembro).

No site exclusivo do projeto, também é possível ler todas as entrevistas feitas nas temporadas anteriores do Paiol Literário.

sábado, 31 de julho de 2021

Museu da Língua Portuguesa é reaberto em Sāo Paulo

Com a presença de autoridades nacionais e
Internacionais, espaço foi reaberto
Foto: Joca Duarte
Presidentes de Portugal e Cabo Verde, Ministro de Cultura de Angola, ex-Presidentes FHC e Temer e Prefeito Ricardo Nunes participam de solenidade

O Governador João Doria reabriu oficialmente neste sábado (31) o Novo Museu da Língua Portuguesa, reconstruído após um incêndio em dezembro de 2015. A solenidade contou com a presença de autoridades nacionais e internacionais, entre elas os Presidentes de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, e Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, o Ministro da Cultura de Angola, Jomo Francisco Fortunato, os ex-Presidentes brasileiros Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer e o Prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, entre outras. Após pouco mais de cinco anos, o espaço voltará a receber visitações a partir deste domingo (1˚).

"Momento muito significativo para a cultura e para a memória dos países da língua portuguesa. Transformamos a tragédia em renascimento, fizemos das cinzas o recomeço, devolvendo um museu de primeiro mundo que volta melhor, com mais recursos e mais tecnologia", destacou o Governador.

Os chefes de Estado de países lusófonos elogiaram a parceria entre o poder público e a iniciativa privada para reerguer o espaço, considerado um dos mais importantes patrimônios culturais do mundo. "Seis anos depois estamos aqui não para esquecer as cinzas do passado, mas a partir delas construirmos o futuro nessa potência de todas as eras que se chama Brasil, nessa metrópole de tantas línguas que se chama São Paulo", declarou Marcelo Rebelo de Sousa, presidente de Portugal.

O presidente de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, falou sobre a importância da união dos países lusófonos. "A língua se cria e se recria através dos contatos entre diferentes comunidades. Que sejamos mais que uma comunidade de estados, uma comunidade de povos que partilham valores comuns como a fraternidade, a liberdade e a democracia, com base no pilar fundamental que é a língua portuguesa, a língua de nós todos", afirmou.

A cerimônia também reuniu executivos e representantes de empresas e grupos privados que ajudaram a patrocinar a reconstrução do patrimônio cultural. "Um orgulho estarmos aqui nessa comemoração da lusofonia. Esse museu é nosso, de quem fala, ouve e escreve em português, uma língua global", afirmou João Marques da Cruz, CEO da Patrocinadora Master EDP e representante dos demais parceiros empresariais do projeto.

A reconstrução do Museu foi estabelecida como prioridade pelo Governo de São Paulo. As obras começaram em 2017 e foram divididas em três fases: restauro do interior e das fachadas; reconstrução da cobertura destruída no incêndio; e intervenções de ampliação e melhoria. A partir de 2019, houve a implantação de conteúdo e experiências, iluminação externa e contratação de equipes. "O novo Museu da Língua Portuguesa traz para o panorama cultural brasileiro um surpreendente ambiente imersivo e tecnológico de valorização do nosso maior patrimônio cultural, a língua portuguesa, com destaque para sua diversidade e sua evolução. Mais do que a reforma e o restauro, o que houve no icônico espaço da Estação da Luz foi uma transformação. Trata-se de uma experiência ainda melhor e mais impactante do que a proporcionada anteriormente, antes do incêndio de 2015", disse o secretário de Cultura e Economia Criativa Sérgio Sá Leitão.

O Governo de São Paulo, em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, recebeu o suporte de dezenas de parceiros e apoiadores. O investimento total foi de mais de R$ 85 milhões, incluindo a indenização do seguro e o patrocínio de diversas empresas, além do aporte do Estado e do apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, do ID Brasil e do Governo Federal, por meio da Lei Rouanet.

Todas as etapas da obra foram aprovadas por órgãos do patrimônio histórico como Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) e Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo).

Imersão e tecnologia

Instalado na histórica Estação da Luz, no coração da cidade que tem o maior número de falantes de português no mundo, o espaço celebra a língua como elemento fundador da nossa cultura. O Museu está sendo devolvido ao público transformado, mantendo o perfil inovador e com ambientes ainda mais imersivos e tecnológicos.

O Museu apresentará nesta nova fase experiências inéditas como as novas instalações "Línguas do Mundo", "Falares" e "Nós da Língua Portuguesa". No térreo, a edificação foi aberta à estação, com o objetivo de estreitar a comunicação entre o espaço cultural e o público.

No terceiro piso, foi construído um terraço aos pés da Torre do Relógio. O espaço é dedicado ao arquiteto Paulo Mendes da Rocha, que morreu em maio deste ano. O Museu também ganhou um Centro de Referência da Língua Portuguesa, com vai funcionar como um fórum de estudos, pesquisas e aproximação entre países lusófonos.

Infraestrutura segura

A reconstrução incorporou melhorias de infraestrutura e segurança, especialmente contra incêndios, que superam as exigências do Corpo de Bombeiros. Entre as novas medidas, está a instalação de sprinklers (chuveiros automáticos) para reforçar o sistema de segurança contra incêndio.

No caso do Museu, os sprinklers não são uma exigência legal, mas foram uma recomendação dos bombeiros para trazer mais segurança. O espaço também recebeu recursos de acessibilidade física e de conteúdo e reabre com Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros.

Sustentabilidade

As diretrizes de sustentabilidade pautaram toda a obra, e o Museu obteve o selo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) — um dos mais importantes do mundo na área de construções sustentáveis — na categoria Silver.

Entre as medidas estão a adoção de técnicas para economia de energia na operação do museu, a gestão de resíduos durante as obras e a utilização de madeira que atende às exigências de sustentabilidade (certificada e de demolição).

Conteúdo renovado

Em sua exposição de longa duração, o Museu terá experiências inéditas e outras anteriormente existentes que marcaram o público em seus primeiros dez anos de funcionamento (2006-2015). Entre as novas instalações estão "Línguas do Mundo", destacando 23 das mais de 7 mil línguas faladas hoje no mundo; "Falares", apresentando os diferentes sotaques e expressões do idioma no Brasil; e "Nós da Língua Portuguesa", um caminho pela presença do idioma no mundo e a diversidade cultural da Comunidade de Países de Língua Portuguesa.

As principais experiências seguem no acervo, como a instalação "Palavras Cruzadas", que mostra línguas que influenciaram o português no Brasil; e a "Praça da Língua", espécie de ‘planetário do idioma’ que homenageia a língua portuguesa escrita, falada e cantada em espetáculo imersivo de som e luz.

Com curadoria de Isa Grinspum Ferraz e Hugo Barreto, o conteúdo foi desenvolvido com a colaboração de escritores, linguistas, pesquisadores, artistas, cineastas, roteiristas e artistas gráficos, entre outros profissionais de países de língua portuguesa, incluindo nomes como o músico José Miguel Wisnik, os escritores José Eduardo Agualusa, Mia Couto, Marcelino Freire e Antônio Risério, a slammer Roberta Estrela D’Alva e o documentarista Carlos Nader.

Entre os participantes de experiências presentes na expografia estão artistas como Arnaldo Antunes, Augusto de Campos, Laerte Coutinho, Guto Lacaz, Mana Bernardes e outros, em instalações audiovisuais e interativas assinadas por produtoras como SuperUber, FeelScience, 32Bits e MobContent.

Já a exposição temporária de reabertura do Museu, "Língua Solta", traz a língua portuguesa em seus amplos e diversos desdobramentos na arte e no cotidiano. Com curadoria de Fabiana Moraes e Moacir dos Anjos, a mostra conecta a arte à política, à vida em sociedade, às práticas do cotidiano e às formas de protesto e religião, em objetos sempre ancorados no uso da língua portuguesa.

Terraço Paulo Mendes da Rocha

Com a completa recuperação arquitetônica e readequação de seus espaços internos, o Museu manteve os conceitos estruturantes do projeto de intervenção original - assinado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha e seu filho Pedro, em 2006 - e ganhou aperfeiçoamentos.

No térreo, o museu abre-se à Estação da Luz, reforçando a comunicação com a cidade. Nos andares superiores, espaços foram otimizados, novos materiais introduzidos e mais salas instaladas. No terceiro piso, foi concebido um terraço com vista para o Jardim da Luz e para a torre do relógio.

O terraço homenageia o arquiteto Paulo Mendes da Rocha. A nova versão foi concebida por Pedro Mendes da Rocha e desenvolvida nas etapas de projetos pré-executivo e executivo pela Metrópole Arquitetura, sob a coordenação de Ana Paula Pontes e Anna Helena Villela.

Visitações

Em sua primeira etapa de funcionamento, o Museu recebeu cerca de 4 milhões de visitantes e promoveu mais de 30 exposições temporárias. Houve homenagens a escritores como Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Machado de Assis e Fernando Pessoa, além do cantor e compositor Cazuza. A poesia contemporânea e a arte moderna também foram temas de mostras.

Durante a reconstrução, o Museu continuou em contato com o público por meio de atividades culturais e educativas, como as realizadas no Dia Internacional da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, desde 2017, e a mostra itinerante "A Língua Portuguesa em Nós", apresentada em 2018 em Cabo Verde, Moçambique e Angola, na África; em Portugal e no Brasil.

Em 2020 e 2021, o Dia Internacional da Língua Portuguesa foi realizado de forma virtual, com série de eventos online que reuniram artistas de vários países de língua portuguesa.

Museu da Língua Portuguesa

Endereço: Praça da Luz, s/n. Acesso pelo Portão A - em frente à Pinacoteca.

Horário de funcionamento: Terça a domingo, das 9h às 16h30 (permanência até as 18h)

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

Crianças até 7 anos não pagam

Grátis para todos aos sábados

Vendas exclusivamente pela internet: https://bileto.sympla.com.br/event/68203/

Os ingressos poderão ser adquiridos exclusivamente pela internet, com dia e hora marcados, e a capacidade de público está restrita a 40 pessoas a cada 45 minutos. Os visitantes receberão chaveiros touchscreen para evitar toque nas telas interativas.

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Felipe Araújo lança novo disco nesta sexta

Novo trabalho promete surpreender os fās
Foto: Cadu Fernandes
O álbum  que traz 10 faixas, sendo 5 inéditas, e mostra o cantor muito conectado com o universo digital, estará disponível em todas as plataformas, a partir da meia noite

Como o próprio título sugere, "CHECK" promete mostrar toda a verdade e autenticidade do amadurecimento de Felipe Araújo, em especial no universo que o consagra cada vez mais: o digital.  Se você ficou viciado em produzir ou assistir challenges (ou ambos) do TikTok durante essa fase de isolamento social, saiba que você faz parte de um grande time. E, dessa onda de desafios, o cantor entende muito bem. Tanto que ele preparou uma grande surpresa para os seus fãs, desta vez com o lançamento do seu 6º trabalho pela Universal Music, nesta sexta (30), em todas as plataformas.

Gravado em maio deste ano em Uberlândia, o trabalho apresenta o espetáculo que aconteceu no Palácio Cristal, com Felipe Araújo, sua voz e sua essência, trazendo o brilho que uma carreira bem sucedida merece, com cenário primoroso, rico em detalhes e participação especial. Neste caso, a de Gusttavo Lima com quem devide a voz na canção “Amando Individual”, que já soma mais de 10 milhões de views no Youtube e está entre as mais tocadas nas rádios de todo o Brasil. Tudo foi registrado seguindo todas as normas de segurança que a OMS – Organização Mundial da Saúde - recomenda.

A primeira parte do DVD chegou em junho em formato EP com 5 músicas inéditas. O álbum por inteiro vem agora e destaca a música “Olha a mãozinha”, que promete ser mais um hit para alguém que já é dono de outros sucessos como "Atrasadinha", "Você Não Vale", "Espaçosa Demais" e "Mais Um”.

Para Emmanoel Camargo, empresário e um dos diretores do projeto, “Check” será mais um projeto de sucesso de Felipe Araújo. “As músicas contam a história desde a saudade de um grande amor até uma decepção amorosa, todas as letras das canções são para o público se identificar”, completa.

Para o diretor Rafael Vanucci, a música “Olha a Mãozinha”, que será lançada nesta sexta junto com produto completo, tem tudo a ver com o tema do álbum. “É o assunto que batiza o projeto com um dos termos mais conhecidos das mídias sociais, Check, já que a letra mergulha em gírias deste mundo em que a conexão é a palavra chave para demonstrar os sentimentos”, finaliza.

CHECK – em detalhes:

Com 10 faixas, sendo algumas com a assinatura de Felipe e, pela primeira vez, com produção musical de Júnior Melo e Marcelo Sheba, o cantor quer resgatar toda a sua máxima de “quem sabe faz ao vivo”. O audiovisual foi registrado ao vivo e em cores, sem modelagens de estúdio, em um belíssimo cenário do Palácio Cristal, com palco montado às margens de uma lagoa que faz parte da propriedade.

Sob o comando de Emanoel Camargo, gravadora Universal Music e GTS,  direção geral de Rafael Vannucci, o DVD traz "grifes" no repertório de renomados compositores como Waléria Leão, Thales Lessa, Renno Poeta, Vinni Miranda, Henrique Castro, Junior Pepato, Elcio de Carvalho, Vine Show, Douglas Cézar e outros. Para anotar, os nomes são:

"Amando Individual (part Gusttavo Lima)", composta por Waleria Leão, Rafael Quadros, Vinni Miranda e Blener Maycom.

"Sorte No Amor" (Anajuh, Thales Lessa, Papada e Junior Silva).

"Me Deu Saudade De Você" (composta por Douglas Cezar).

"Esquece Você" (Elvis Elan, Douglas Cezar e Henrique Casttro).

"Curso Online" (Júnior Gomes, Renno Poeta, Thales Lessa e De Ângelo).

"Olha a Mãozinha" (Júnior Gomes, Renno Poeta, Vine Show, Benício Neto e Vinicius Poeta).

"Volta Pro Felipe" (Waléria Leão, Douglas Cezar, Felipe Araújo e Vinni Miranda).

"Amor Emprestado" (Júnior Gomes, De Ângelo e Philipe Pancadinha).

"Online É Fácil" (Waleria Leão, Rafael Quadros e Vinni Miranda).

“Tenho me permitido muito mais e quero entregar ao público e aos meus fãs um trabalho de alta magnitude. O período que estamos vivendo não permite que possa ser nada grandioso. Gravamos sem plateia, mas plenos de sentimentos por cada um que vai assistir e se conectar com as minhas músicas. Foi um registro intimista, expressando todos esses meses que estou afastado dos shows por conta da pandemia. O vocabulário das canções retrata muito essa fase, dessa ausência e da falta que sinto de estar coladinho com cada um de vocês. No mais, o que posso dizer é que foi preparado com amor e estou grato por mais este capitulo na minha história”, afirma Felipe.

O CENÁRIO QUE DÁ VIDA A "CHECK"

O Palácio de Cristal iniciou sua trajetória no ano de 1991, em Patos de Minas/MG. Ao longo de sua história de quase 30 anos de tradição, inaugurou uma filial em Uberlândia em 1993, tornando-se assim referência em eventos em todo o país. Já em 2005, a empresa transferiu a matriz e centralizou os atendimentos na zona sul de Uberlândia, proporcionando momentos mágicos e inesquecíveis a milhares de pessoas.

Em 2019, um novo marco se iniciou em sua história. Sofisticado, versátil, moderno, marcante, com alto padrão mundial de arquitetura, design e decoração, o Palácio de Cristal ampliou a sua estrutura estabelecendo um novo padrão no mercado de eventos nacionais. E hoje faz "CHECK" com Felipe Araujo e os seus fãs.

terça-feira, 6 de julho de 2021

#EmCasaComSesc recheado de atrações

Peças teatrais e shows podem ser vistos
de qualquer país
Foto: Júlio Ricardo
Há pouco mais de um ano no ar, o#EmCasaComSesc segue em 2021 com uma programação diversificada de espetáculos ao vivo na internet. São shows, apresentações de teatro e dança, e espetáculos para crianças e famílias, sempre mesclando artistas e companhias consagrados no cenário brasileiro com novos talentos. As transmissões acontecem de terça a domingo, às 19h, no Instagram Sesc Ao Vivo e no YouTube Sesc São Paulo , exceto a apresentação para crianças, aos sábados, que ocorre às 15h . 

Parte das transmissões é realizada diretamente das unidades do Sesc na capital paulista, sem presença do público no local e seguindo todos os protocolos de segurança de prevenção à Covid-19. Além disso, as apresentações também são transmitidas da casa ou do estúdio de trabalho dos artistas. Tudo em conformidade com as medidas estipuladas pelo Plano São Paulo. 

Agenda de 07 a 11 de julho: 

07 de julho, quarta-feira, 19h 

Teatro #EmCasaComSesc 

Cia. Elevador de Teatro Panorâmico em"Um Olhar Sobre Mais e Menos Dias" 

Com: Pedro Haddad e Rodrigo Spina 

Texto e direção geral: Marcelo Lazzaratto 

A peça é uma primeira abordagem cênica para o texto inédito de Marcelo Lazzaratto e investiga a complexa relação entre espaço e tempo por meio do convívio de dois sujeitos confinados. A obra retrata a existência de dois indivíduos que, por motivos de segurança sanitária, estão isolados há pelo menos dois anos em uma espécie de abrigo de paredes grossas e com uma pequena janela, por onde entra a luz do dia. Eles lidam diariamente com a escassez de toda ordem: falta de comida, de água, de aquecimento, de interação social, de sensação de pertencimento. O Tempo, implacável, nunca cessa, tornando tudo mais complexo e angustiante. Após a apresentação, os atores e o diretor participam de um bate-papo com o público. 

Transmissão do Sesc Ipiranga 

Classificação indicativa: 12 anos 

08 de julho, quinta-feira, 19h 

Dança #EmCasaComSesc 

Cia. Danças Claudia de Souza em"MANAPA" 

Com: Laís Cruz e Marcelino Dutra 

Concepção, direção e coreografia:Claudia de Souza 

Na obra, que abre caminho para mais uma forma de experimentar não só a cena, mas sobretudo o processo, a companhia investiga a alternância dos estados de existência. É quase como experimentar outro mundo; um mundo que não existe aqui e agora, mas que transita em espaços paralelos a todo momento, dependendo da qualidade de energia que está se anunciando no corpo. A consciência em expansão é um combustível para a percepção de outras e novas formas de criar, mover afetos e danças. "MANAPA" é estar em um estado de alegria. Atingir uma qualidade de energia corporal que nos transporte para outro estado e espaço, permitindo que ela se manifeste em movimento no corpo. Após a apresentação, acontece um bate-papo com os artistas e a pesquisadora e artista Paula Petreca. 

Transmissão do Sesc Vila Mariana 

Classificação indicativa: 14 anos 

09 de julho, sexta-feira, 19h 

Música #EmCasaComSesc 

Alessandra Leão em "Macumbas e Catimbós" 

Com: Alessandra Leão (voz e percussão), Maurício Badé (percussão) e Abuhl Jr. (percussão) 

Participação: Sthe Araujo (voz e percussão) 

A cantora, compositora e percussionista pernambucana apresenta "Macumbas e Catimbós", show homônimo ao oitavo trabalho de sua carreira, lançado em 2019. Acompanhada pelos músicosMaurício Badé (percussão) e Abuhl Jr. (percussão), Alessandra Leão mostra as canções que compõem o álbum - entre músicas autorais e temas tradicionais da Jurema, do Candomblé e da Umbanda -, a exemplo de "Tua Mão, Minha Cabeça" (Alessandra Leão), "Abre a Mata, Oxóssi" (Alessandra Leão/Abuhl Jr.), "Exu Chega/Exu Guerreiro/Sete Encruzilhadas" (Alessandra Leão/Tradicional Umbanda) e "Firmei meu Ponto/Ponto pro Tambor" (pontos tradicionais da Umbanda, Jurema e Candomblé). O show conta com a participação de Sthe Araujo (voz e percussão). 

Transmissão do Sesc Pinheiros 

Classificação indicativa: Livre 

10 de julho, sábado, 15h 

Crianças #EmCasaComSesc 

Catarsis Arte para Infância e Juventudeem "Scaratuja" 

Com: Aline Volpi e Vladimir Camargo 

Concepção, direção e dramaturgia:Marcelo Peroni 

Conduzidos por muitas linhas que partem em infinitas direções, o público é levado a seguir a trilha do desenho que nos faz descobrir como nos divertimos e nos desenvolvemos quando criamos livremente; quando nos deixamos levar por nosso corpo e pela ânsia em explorar um novo e estimulante universo, desde o momento em que abrimos nossos olhos. Na montagem, adaptada para o formato online, Aline Volpi e Vladimir Camargo buscam tornar a experiência real para o público da primeira infância. A dupla convida todos que forem assistir ao espetáculo para reservar um pequeno "kit", com limões, meias, papel, giz de cera e uma peneirinha para brincar ao final da apresentação. 

Ainda no sábado, às 16h, dentro da sérieIdeias #EmCasaComSesc, acontece um debate com o tema Teatro para crianças na pandemia: telas, janelas e desafios.Neste encontro, atores e diretores compartilham suas experiências sobre o processo de transferência de espetáculos infantis presenciais para as telas e a recepção das crianças a essa distância. Marcelo Peroni, ator e diretor da companhia Catarsis; Iarlei Rangel, integrante fundador do grupo Esparrama; e Antonia Mattos, diretora e fundadora do grupo Clã do Jabuti, participam da mesa, que conta com apresentação de Andrea Fonseca, assistente na Gerência de Estudos e Programas Sociais do Sesc São Paulo na área de Infâncias e Juventudes, e mediação de Priscila Modanesi, técnica em artes cênicas do Sesc Jundiaí. A transmissão acontece no YouTube Sesc São Paulo . 

Transmissão do Sesc Pinheiros 

Classificação indicativa: Livre 

10 de julho, sábado, 19h 

Música #EmCasaComSesc 

Paulo Miklos em "A Gente Mora No Agora" 

Músicos: Michelle Abu (bateria),Michele Cordeiro (guitarra) e Otávio Carvalho (baixo) 

O cantor e compositor Paulo Miklos sobe ao palco, acompanhado por Michelle Abu (bateria), Michele Cordeiro (guitarra) e Otávio Carvalho (baixo), para apresentar o show "A Gente Mora No Agora", homônimo ao seu primeiro disco solo após a saída dos Titãs. O repertório reúne canções do trabalho, a exemplo da faixa "Vou Te Encontrar", além de sucessos dos Titãs, como "Pra Dizer Adeus", "Flores", "Comida", "É Preciso Saber Viver" e "Sonífera Ilha". 

Transmissão do Sesc Pompeia 

Classificação indicativa: Livre 

11 de julho, domingo, 19h 

Teatro #EmCasaComSesc 

Izak Dahora, Rodrigo França e Drayson Menezzes em "O Encontro - Malcolm X & Martin Luther King Jr." 

Texto: Jeff Stetson 

Tradução e adaptação: Rogério Corrêa 

Direção: Isaac Bernat 

Músicos: Caio Nunes e Thallyssiane Aleixo 

A encenação narra, em um encontro fictício de Malcolm X e Martin Luther King Jr. num hotel do Harlem, as diferentes ideias, atuações e estratégias dos dois maiores líderes negros de todos os tempos. Dirigida por Isaac Bernat, a obra propõe um debate sobre os rumos e as estratégias pelo fim da discriminação racial, fundamentados nas ideologias dos dois ícones norte-americanos. Temática global e urgente, a luta contra a opressão, discriminação e exclusão dos negros na sociedade é o ponto de partida para desenvolvimento do espetáculo. A montagem conta músicas de protesto e hinos ligados aos movimentos dos dois líderes na época, que serão apresentados por Caio Nunese Thallyssiane Aleixo. Após o espetáculo, o elenco participa de um bate-papo com o público. 

Transmissão do espaço de trabalho do grupo, no Rio de janeiro (RJ) 

Classificação indicativa: 12 anos 

#EMCASACOMSESC EM 2020 

A série #EmCasaComSesc teve início em abril de 2020, com um conjunto de transmissões ao vivo das linguagens artísticas de Música, Teatro e Dança, espetáculos para Crianças e atividades do Esporte - que somaram 13,5 milhõesde visualizações, até dezembro do ano passado, no total de 434 espetáculos. Para conferir ou revisitar o acervo completo disponível, acesse:youtube.com/sescsp. 

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Rota do Blues Festival em live

Público pode curtir o evento de qualquer
lugar do mundo - Foto: JP Sofranz
O Rota do Blues Festival está de volta, desta vez em versão 100% online, readequado e cumprindo todos os protocolos sanitários estabelecidos, no Teatro Sesiminas, com uma estrutura inédita composta com cenografia, 05 câmeras e uma experiência de áudio diferenciada. A programação exclusiva conta com Lorenzo Thompson & Bruno Marques Band, com participação especial de Otávio Rocha, The Headcutters, The Lee Gang e Audergang. O show acontece no dia 27 de junho, a partir das 16 horas, pontualmente, pelo Canal do Rota do Blues no YouTube:https://www.youtube.com/channel/UCCEEIIfVE2wpB2HQ4_1uSNw e também no Canal Universitário de BH, no canal 12 da Net:www.youtube.com/channel/UC3HNOZ9zOHgTvpy30p6kH4w  .

O Rota do Blues é idealizado e produzido pelo guitarrista e produtor cultural Bruno Marques, um dos incentivadores da cena do Blues em Minas Gerais, assinado pela Marques Produções. Conta com a co-produção do baterista e produtor cultural Zanarth, pela Atividade Produção.

O projeto teve início em 2014 e teve expansão para oito estados e 27 cidades do país.

Durante o ano, há várias edições do Rota do Blues que circulam o país e movimentam a cena de Minas Gerais e o objetivo é continuar a realizar uma vez por ano o Rota do Blues Festival, com maior estrutura e mais bandas envolvidas.

“Nosso principal objetivo com o do Rota do Blues sempre foi fomentar, incentivar e disseminar o gênero com o intercâmbio cultural dos genuínos artistas de blues americanos e artistas de Blues de outros países. E também ampliar a rota de circulação dos artistas internacionais com músicos e bandas da cena de Blues brasileira”, declara o idealizador e organizador Bruno Marques.

Conheça um pouco mais sobre as atrações do Festival:

Lorenzo Thompson & Bruno Marques Band

Lorenzo Thompson nasceu na cidade de Greenwood, no Mississippi, nos anos 50. Sua história com o canto teve início nas igrejas, por inspiração em sua mãe, que participava dos corais. Vive há muitos anos em Chicago. Ele é um artista verdadeiramente dinâmico que se destaca pela conexão que estabelece com o público em todos os lugares onde se apresenta. Sua energia é contagiante e ele transforma cada show em uma grande festa. Lorenzo excursionou pela Europa se apresentando na Espanha, Alemanha, República Tcheca, Viena, Áustria, Hungria, Polônia e Moscou. Em sua rota na América do Sul estão Chile, Argentina, Paraguai e Brasil.

Nos últimos anos, Lorenzo Thompson tem se apresentado em turnês mundiais e pelo circuito de blues de Chicago, dividindo o palco com Willie Kent, Melvin Taylor, Buddy Scott, Aaron Burton, Howard Scott & the World Band, Pinetop Perkins, Little Mack Simmons, Lurrie Bell, Iceman Robinson, Little Arthur Duncan, Byther Smith, Hubert Sumlin, Jimmie Lee Robinson, Jimmy Burns, David Meyers, Pinetop Perkins, Detroit Junior e Harmônica Hinds.

Para o Rota do Blues Festival, Lorenzo vem diretamente de Chicago, exclusivamente para este show e será acompanhado por Bruno Marques Band, formada por Bruno Marques, Marcelo Dai, Luís Mega, Breno Mendonça, João Machala, César Lago e a participação especial de Otávio Rocha da banda Blues Etílicos e Joe Marhofer da banda The Headcutters.

The Lee Gang

Banda mineira que tem influência, em sua maior parte, dos músicos norte-americanos da década de 20, trabalhando as raízes do blues, country, jazz e folk. O trabalho foi resultado de uma experiência de três anos nos EUA onde o grupo aprendeu as histórias e o estilo de tocar dos artistas que fazem parte do repertório da banda, como Blind Blake, Robert Johnson, Prince Albert Hunt, Memphis Minnie e Charlie Poole. 

Os instrumentos utilizados são o violão, banjo, baixo e outros bem específicos do estilo, como ukulele, kazoo, washboard e jug que permitem uma sonoridade específica da música rural norte-americana. A banda é formada por Ana Cristina Miranda, Lisandro Ruas e Tércio Patrocínio.

The Headcutters

Considerada uma das mais renomadas bandas de Blues do Brasil, com timbres e sonoridades dos anos 50 e 60, seguem a linha das lendárias gravadoras de Blues de Chicago. O nome vem como homenagem aos grandes ídolos do Blues: Muddy Waters, Little Walter e Jimmy Rogers que no começo dos anos 50 eram chamados The Headhunters, o nome The Headcutters vem como alusão a esses mestres que são a grande fonte de inspiração da banda.

Fundada em setembro de 1999, tem como formação quatro amigos de infância: Joe Marhofer (harmônica e vocal), Ricardo Maca (guitarra e vocal), Johnny Garcia (contrabaixo acústico) e Leandro Cavera (bateria). Eles já fizeram quatro turnês internacionais, três na Argentina (2015, 2017 e 2018) e outra nos EUA (2014). Em outubro de 2021 farão nova turnê pela Europa.

Pela primeira vez em Belo Horizonte, exclusivamente a banda vem de Itajaí, Santa Catarina, para o Festival.

Audergang

Idealizada pelo guitarrista Auder Júnior, a banda mineira Audergang tem se consolidado como um dos grandes expoentes do Blues no cenário brasileiro. Foi criada em 2007, em Belo Horizonte, berço de um dos maiores movimentos musicais na década de 1960, o “Clube da Esquina”. 

Com som ousado, contagiante e diferenciado, a banda tem conquistado o público e despertado atenção da mídia e de representantes da área musical.  Em 2017, a Audergang encerrou o ano em grande estilo com turnê na Europa por meio do Programa Música Minas da Secretaria de Estado de Cultura (SEC). Foram realizados shows em Portugal, nas cidades de Leiria e Aveiro, onde a banda foi muito bem recebida pelo público ao apresentar o seu blues brasileiro com raízes mineiras.

ROTA DO BLUES FESTIVAL - Edição 100% online

Atrações: Lorenzo Thompson & Bruno Marques Band, The Headcutters, The Lee Gang e Audergang

Data: 27 de junho (domingo)

Horário: a partir das 16h

Link de acesso pelo canal Oficial Rota do Blues no YouTube:

https://www.youtube.com/channel/UCCEEIIfVE2wpB2HQ4_1uSNw

Canal Universitário de BH, no 12 da Net:

www.youtube.com/channel/UC3HNOZ9zOHgTvpy30p6kH4w 

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Por que o plástico não precisa ser o vilão do meio ambiente?

 *Por Alessandra Zambaldi 

O plástico tem sido tema central de amplos debates públicos, especialmente em relação a seus riscos ambientais. Em São Paulo, desde 1º de janeiro, nenhum estabelecimento comercial pode fornecer copos, pratos, talheres, agitadores para bebidas e varas para balões de plásticos descartáveis. 

De acordo com a nova lei, esses produtos agora devem ser substituídos por outros elaborados com materiais biodegradáveis, compostáveis ou reutilizáveis. No entanto, esta alternativa, além de não resolver o problema ambiental, ainda vai gerar um novo tipo de lixo na natureza, problema com o qual o poder público não poderá lidar da maneira correta. Sendo assim, a emenda pode ser inúmeras vezes pior do que o soneto. 

Produtos com embalagens que afirmam ser "biodegradáveis" ou "compostáveis" na grande maioria das vezes se degradam apenas em condições especiais e isso pode complicar os esforços de reciclagem. Portanto, aquele copo de café que possui logotipo indicando ser biodegradável não vai se decompor entre os compostos orgânicos que as pessoas têm em casa, mas, para se degradar adequadamente, precisará ser enviado para instalações de compostagem industriais. 

O processo de compostagem industrial envolve alto calor e umidade precisamente controladas, entre outras condições, e não está disponível na maior parte do país. Já se este lixo for parar em um aterro, ficará lá por muito tempo, porque é improvável que seja exposto a condições que ajudariam a se decompor. Além disso, a produção desses itens consome mais recursos, cria mais resíduos e resulta em mais poluição do que a produção de itens plásticos descartáveis. 

Obviamente, entendemos ser fácil apontar o plástico como o grande vilão que precisa ser proibido, afinal ninguém no mundo fica feliz com imagens de mares e rios repletos de embalagens e com animais morrendo por conta do produto. No entanto, banir os plásticos de consumo não soluciona os problemas, mas apenas desvia a atenção de soluções reais e, em vez disso, prejudica os consumidores e o meio ambiente. 

Para resolver a questão ambiental do plástico, é preciso melhorar a qualidade das práticas de gestão de resíduos, produzir materiais que tenham o menor impacto ambiental possível, investir em coleta adequada e incentivar a reciclagem disponibilizando locais especializados acessíveis para que a população possa fazer o descarte do material que utiliza em seu dia a dia. A grande variedade de formas em que pode ser reciclado também precisa ser vista como um benefício do material. Isso não só é mais ecológico, mas também torna o plástico um material muito flexível para as necessidades do mundo moderno. 

Outro ponto importante: com a trágica chegada da pandemia, os argumentos e o debate sobre o uso do material também ganharam outra direção: a saúde e a vida. A pandemia transformou a produção e uso do plástico em um material essencial de sobrevivência. Nos hospitais e laboratórios, ambientes essenciais na luta pela vida, o plástico está sendo utilizado em grande escala para produção de máscaras, luvas, seringas, tubos de ensaio, cateteres e outros produtos. 

Além disso, aditivos que inativam o Sars-Cov-2 inseridos a produtos plásticos permitiram que diversos objetos e superfícies com as quais as pessoas têm contato diário em lugares públicos e em suas casas oferecessem uma barreira extra de segurança contra a doença. Este é o caso do Alpfilm Protect que já contava com propriedades antifúngicas e bactericidas graças à presença de micropartículas de prata e que, com a pandemia, passou por uma série de estudos para adequações em sua composição com o objetivo de assegurar sua eficácia antiviral, em especial contra o novo coronavírus. 

Já no espaço doméstico, o plástico foi o material que mais entrou nas casas. Itens básicos de sobrevivência, como água e alimentos, tiveram alta de estoque: muitas vezes embalados em materiais plásticos. Também podemos encontrar o material em máscaras n95. Além disso, com o plástico é possível vedar produtos e alimentos, o que evita a degradação rápida da comida, além da contaminação por doenças, garantindo a segurança alimentar e também evitando o desperdício de alimentos, especialmente em um momento com tanta instabilidade econômica e desemprego. 

Não há dúvida de que a crise dos plásticos é um problema sério e que precisamos encorajar uma mudança de atitude em relação à mentalidade de uso único da sociedade com pessoas favorecendo o consumo inteligente e o pensamento sobre o ciclo de vida, além de realizar seu descarte apropriado. Mas devemos ter em mente os benefícios ambientais e econômicos que os plásticos oferecem e usar a inovação para aderir à melhor solução. 

Alessandra Zambaldi é diretora de Comércio Exterior na Alpes. Graduada em Engenheira Química pela Escola de Engenharia Mauá e pós graduada em Negócios Internacionais e Comércio Exterior pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), possui carreira desenvolvida na indústria de plásticos, com forte atuação em projetos de exportação, com vendas de plásticos para embalagens para o mercado externo. 

quarta-feira, 16 de junho de 2021

TV Cultura exibe A Estrela, de Chabrier, com Academia de Ópera e Orquestra do Theatro São Pedro

Neste sábado (19), a partir das 22h45, a TV Cultura exibe a ópera A Estrela. A obra cômica de Emmanuel Chabrier (1841-1894), que estreou em Paris em 1877, é interpretada pelos cantores líricos da Academia de Ópera e Orquestra Jovem do Theatro São Pedro. 

A ópera narra a história do cruel rei Ouf, que todos os anos, ao comemorar seu aniversário, sacrifica uma pessoa do povo. Lazulli, um jovem e pobre vendedor ambulante de perfumes, foi a vítima escolhida. Porém, na hora da execução, Siroco, o astrólogo real, alerta que a vítima nasceu sob a mesma estrela que o rei, e se ele morrer, ambos terão o mesmo destino. Para complicar a história, Lazuli se apaixona pela noiva prometida a Ouf e é correspondido, o que conduz os acontecimentos a uma série de hilárias reviravoltas. 

Com aproximadamente 2h20 de duração, a interpretação do clássico conta com a direção musical de André dos Santos e direção cênica de Walter Neiva. 

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Aline Wirley, Ceará e Lucas Veloso são as novas vozes de ‘Patrulha Canina - O Filme’

Aline Wirley, Ceará e Lucas Veloso são os novos integrantes da Patrulha mais amada do Brasil. Os atores são as novas vozes de ‘Patrulha Canina - O Filme’, que tem previsão de estreia nos cinemas nacionais em 19 de agosto. Na história do filme, o prefeito da Cidade da Aventura, Humdinger, tem dois atrapalhados guarda-costas: Ruben (Ceará) e Butch (Lucas Veloso) que vão fazer de tudo para estragar os planos da cachorrada.

Aline Wirley empresta sua voz para uma nova filhote na área: a basset Liberty, uma cachorrinha esperta, empoderada, dona do bairro e que tem um sonho de entrar para a Patrulha. E consegue!

O filme conta ainda com as vozes de Vyni Takahashi (Chase), Italo Luiz (Ryder), Gaby Milani (Sky), Lipe Volpato (Rocky), Yago Contatori (Zuma), Theo Salomão (Marshall) & Gabriel Martins (Rubble). Versão Brasileira: Unidub Studios.

Em ‘Patrulha Canina – O Filme’ o filhote Ryder e seus amigos têm um grande desafio: Impedir o novo Prefeito da Cidade da Aventura, Humdinger, de causar muitos problemas. A turma ainda ganha uma nova aliada para a missão: a esperta basset Liberty. Juntos e equipados com muita tecnologia, a Patrulha Canina luta para salvar os moradores da Cidade da Aventura! ‘Patrulha Canina – O Filme’ é uma animação da Paramount Pictures, Nickelodeon Filmes e Spin Master Entertainment tem direção de Cal Brunker, roteiro de Billy Frolick e Cal Brunker & Bob Barlen e história de Billy Frolick. O longa é baseado na série de televisão criada por Keith Chapman, produzido por Jennifer Dodge, p.g.a. e com Ronnen Harary, Adam Beder & Peter Schlessel como Produtores Executivos.

‘PATRULHA CANINA - O FILME’ TEM ESTREIA PREVISTA PARA 19 DE AGOSTO DE 2021

sábado, 29 de maio de 2021

Tempo, novo filme de M. Night Shyamalan, ganha trailer

 A Universal Pictures divulga o primeiro trailer deTempo, novo thriller misterioso e arrepiante do visionário cineasta M. Night Shyamalan. No longa, uma família decide relaxar em uma praia isolada durante o feriado e acaba se envolvendo em um grande mistério: todos começam a envelhecer rapidamente, de modo que suas vidas inteiras se resumem a um único dia.

Estrelado pelo vencedor do Globo de Ouro Gael García Bernal (Mozart in the Jungle da Amazon), Vicky Krieps (Trama Fantasma) e Rufus Sewell (The Man in the High Castle da Amazon), Tempo é inspirado na história em quadrinhos Castelo de Areia de Pierre Oscar Lévy e Frederik Peeters. A obra tem estreia prevista para o segundo semestre de 2021. 

Confira o trailer oficial:https://www.youtube.com/watch?v=zxnVGnQKM4E

Sobre o filme

O visionário cineasta M. Night Shyamalan revela um novo thriller misterioso e arrepiante sobre uma família em um feriado tropical que descobre que a praia isolada onde eles estão relaxando por algumas horas está de alguma forma os fazendo envelhecer rapidamente... reduzindo suas vidas inteiras em um único dia.

O filme é estrelado por um elenco internacional impressionante, incluindo o vencedor do Globo de Ouro Gael García Bernal (Mozart in the Jungle da Amazon), Vicky Krieps (Trama Fantasma), Rufus Sewell (The Man in the High Castle da Amazon), Ken Leung (Star Wars: Episódio VII— O Despertar da Força), Nikki Amuka-Bird (O Destino de Júpiter), Abbey Lee (Lovecraft Country da HBO), Aaron Pierre (Krypton da Syfy), Alex Wolff (Hereditário), Embeth Davidtz (Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres), Eliza Scanlen (Adoráveis Mulheres), Emun Elliott (Star Wars: Episódio VII - O Despertar da Força), Kathleen Chalfant (The Affair da Showtime) e Thomasin McKenzie (Jojo Rabbit)

Tempo é uma produção da Blinding Edge Pictures, dirigida e produzida por M. Night Shyamalan, a partir de seu roteiro baseado na história em quadrinhos Castelo de Areia de Pierre Oscar Lévy e Frederik Peeters. O filme também foi produzido por Ashwin Rajan (Vidro, Servant da Apple TV) e Marc Bienstock (Vidro, Fragmentado). O produtor executivo do filme é Steven Schneider.