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quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

Inscrições abertas para mais de duas mil vagas gratuitas na Escola de Esportes e nos Cursos de Arte e Cultura

Foto: Giselle Dietze


Estão abertas as inscrições para mais de duas mil vagas gratuitas na Escola de Esportes e nos Cursos de Arte e Cultura em 15 unidades do Sesc em Minas para o ano de 2024. Os interessados têm até o dia 13 de janeiro para se inscreverem, com prioridade para trabalhadores do comércio e seus dependentes, cuja renda não ultrapasse três salários mínimos, conforme os critérios do Programa de Comprometimento com a Gratuidade (PCG).

No total, serão disponibilizadas 808 vagas nos cursos de Arte e Cultura, distribuídas nas unidades do Sesc em Almenara, Juiz de Fora, Lavras, Montes Claros, Palladium, Paracatu, Patos de Minas, Poços de Caldas, Santa Luzia, Santa Quitéria (BH), Sete Lagoas, Uberaba e Uberlândia. Os cursos se dividem entre música, dança, artes cênicas e artes visuais, com as seguintes modalidades: Canto, Canto Coral, Teclado, Violão, Viola Caipira, Musicalização e Musicalização para Bebês, Percussão, Dança Livre, Danças Populares, Balé, Dança de Salão, Dança Contemporânea, Danças Urbanas, Jazz, Circo, Teatro, Desenho e Ilustração. 

Por sua vez, a Escola de Esportes oferecerá 1.328 vagas em Almenara, Contagem, Montes Claros, Paracatu, Santa Luzia, Sete Lagoas, Venda Nova, Santa Quitéria (BH) e Uberaba. As modalidades incluem Futsal, Futebol, Lutas (Judô e Karatê), Iniciação Esportiva, Natação e Voleibol.

Após o encerramento das inscrições gratuitas, novas vagas serão disponibilizadas para o público geral com valores acessíveis.

Confira as modalidades oferecidas em cada unidade do Sesc em Minas. Acesse o site do Sesc em Minas.

Como se inscrever

A pré-candidatura para as bolsas integrais deve ser feita por meio do formulário disponível no site. Já a candidatura pode ser feita presencialmente na unidade, onde o cliente vai contar com o suporte na hora de preencher a inscrição. Os selecionados no processo serão contactados pela própria unidade para efetivação da matrícula.

Informações detalhadas sobre as etapas do processo estão disponíveis no Edital.

Sobre as atividades

Os Cursos de Arte e Cultura são voltados para a iniciação artística ao mesmo tempo em que promovem o desenvolvimento pessoal, social e autônomo, trabalhando fatores como consciência corporal, coordenação motora e criatividade, por meio das vivências e aprendizados das mais diversas linguagens. São atividades nas áreas de Artes Visuais, Audiovisual, Dança, Música e Teatro, em várias unidades de BH e do interior do Estado.

Já o Sesc Escola de Esportes é destinado ao público de todas as idades, desde crianças a partir de três anos de idade até adultos. Presentes em unidades da capital e do interior, os cursos são orientados por profissionais habilitados, que contribuem para o aluno desenvolver ao máximo suas capacidades físicas, habilidades motoras e fundamentos técnicos e táticos da modalidade escolhida.

Inscrições para a Escola de Esportes e Cursos de Arte e Cultura

Quando: Até 13/01/2024

Onde: unidade em que será ofertado o curso de interesse ou no site www.sescmg.com.br

Inscrições gratuitas

www.sescmg.com.br

segunda-feira, 6 de novembro de 2023

Festival Artes Vertentes anuncia programação da 12ª edição

Fábio Zanon - Foto: Heloisa Bortz

A cidade de Tiradentes, em Minas Gerais, recebe entre os dias 16 e 26 de novembro, a 12ª edição do Festival Artes Vertentes. Considerado um dos eventos mais importantes do país na promoção das artes de forma integradas, a programação reúne uma série de atrações, reunindo nomes nacionais e internacionais.  

Reconhecido como um dos mais importantes festivais de artes integradas do país, o Festival Artes Vertentes – Festival Internacional de Artes de Tiradentes anuncia a temática escolhida para a décima segunda edição, que será realizada entre os dias 16 e 26 de novembro na cidade histórica. A programação reúne concertos, exposições, exibições, espetáculos, bate-papos, residências artísticas, oficinas, além de uma série de atividades voltadas para a promoção das artes e do conhecimento.

O tema escolhido para nortear as escolhas e as narrativas artísticas desta edição é “Paisagens Imaginárias”. Com esta temática, a curadoria pretende ampliar a reflexão sobre modelos reais de integração e diálogo das mais variadas vertentes artísticas, destacando ao longo da programação, manifestações como a música, a literatura, o teatro, a dança, o cinema e as artes visuais e a oralidade, reunindo representantes do Brasil e também do exterior. De acordo com o curador e diretor artístico do festival, Luiz Gustavo Carvalho, Minas Gerais é um estado que possui uma relação direta com as paisagens reais e imaginárias uma vez que esta foi uma das regiões mais devastadas ao longo da história pela exploração de suas riquezas reais e imateriais. No pensamento dos homens que “desbravavam” a terra, o território era percebido como uma espécie de lugar paradisíaco, criando uma espécie de paisagem imaginária capaz de reunir o real, o inventado, o extinto e o projetado.

Na literatura de Guimarães Rosa, encontramos diversas referências às paisagens e personagens mineiros. Enquanto isso, nas obras de Shakespeare, Mia Couto, Andrei Platônov e outros autores, é possível observar como as paisagens se movimentam, fundindo-se aos personagens. O tema também explora as paisagens imaginárias introduzidas pelos movimentos messiânicos que ocorreram em diversas partes do Brasil e do mundo, que foram fundamentais para exaltar a relação entre terra e paisagem. O mote curatorial incita a uma discussão sobre a relação entre as paisagens imaginárias versus a invisibilização de paisagens, sobretudo as humanas.

Nesse sentido, a programação do Festival Artes Vertentes busca elucidar e oxigenar conceitos, além de promover uma série de experiências imersivas envolvendo as mais diversas manifestações artísticas, incluindo análises de temas relevantes da nossa história. Enquanto isso, celebra a criação e as possibilidades de conexão entre os meios, potencializando o fazer e a fruição artística.

Programação

A abertura oficial do 12º Festival Artes Vertentes será realizada no dia 16 de novembro, às 17h, no Centro Cultural Yves Alves, e contará com a apresentação dos grupos musicais da Ação Cultural Artes Vertentes: Musicalização Artes Vertentes, Pequenos Grandes Violinistas e Coro VivAvoz. Na sequência, às 18h, também no Centro Cultural Yves Alves, haverá a abertura da exposição Anjos caídos, reunindo obras da premiada fotógrafa, jornalista e escritora francesa Emilienne Malfatto. A mostra reúne imagens e conteúdos que lançam um olhar poético, denunciativo e delicado para situações que envolvem a perda, o luto, o trauma, a ausência, com foco na memória dos Yazidis, minoria religiosa curda, estabelecida numa região localizada na fronteira entre o Iraque e a Síria. Praticando um dos monoteísmos mais antigos do mundo, os Yazidis têm sido alvo de inúmeros genocídios ao longo da história. Através da superposição de fotografias e retratos antigos, acompanhados dos relatos das pessoas que regressaram ao território, Emilienne Malfatto retrata uma terra de fantasmas, onde as pessoas (sobre)vivem assombradas pelos ausentes. O Sobrado Quatro Cantos, inaugura, também às 18h, a exposição Da casa à paisagem, uma parceria com o Campus Cultural UFMG Tiradentes. A mostra reúne trabalhos assinados por Andrea Lanna, Daisy Turrer, Elisa Campos, Fernanda Goulart, Liliza Mendes, Roberto Bethônico e Rodrigo Borges. Às 19h, o Largo de Sant’Anna, recebe a apresentação do espetáculo de dança e música Vós que pulsais, livremente inspirado nos signos e elementos presentes no conto O lobisomem de Minas, do escritor suíço Blaise Cendrars. A montagem é resultado de um processo de criação fomentado pelo Festival Artes Vertentes e realizado em Tiradentes ao longo dos anos de 2022 e 2023 por Morena Nascimento, Sofia Leandro e Bruno Santos. A música, composta por Leonardo Martinelli, remete-nos aos encontros reais ou imaginários que acontecem dentro e fora da narrativa de Cendrars. Encerrando o primeiro dia de programação, às 20h30, será a vez do concerto Você se lembra da noite?, inédito em Minas Gerais, reunindo a reverenciada soprano Eliane Coelho e o pianista Gustavo Carvalho, numa homenagem a Serguei Rachmaninov.

Na sexta-feira (17), a programação será iniciada com duas exibições do filme Kirikou e a feiticeira, do francês Michel Ocelot. Ele poderá ser conferido às 09h e também às 14h, no auditório do Centro Cultural Yves Alves. O longa de animação narra uma saga que se passa num vilarejo da África. O minúsculo Kirikou nasce num povoado sob o qual uma feiticeira, Karaba, lançou um terrível feitiço capaz de fazer a fonte de água secar enquanto homens são sequestrados e vão desaparecendo misteriosamente. Kirikou, logo que sai da barriga da mãe, quer libertar o vilarejo do seu domínio maléfico e descobrir qual o segredo da sua maldade. Às 16h30, as escritoras Ana Martins Marques e Aline Motta, promovem o lançamento dos respectivos livros De uma a outra ilha (Círculo de Poemas, 2023) e A água é uma máquina do tempo (Círculo de Poemas, 2022), durante um café literário nos jardins do espaço Marcas Mineiras. O Museu Padre Toledo recebe, às 18h30, o programa Visões do ontem, memórias do amanhã, que mistura música, literatura e cinema. Durante a apresentação, o duo Sofia Leandro & Bruno Santos irá interpretar obras de dois compositores contemporâneos(Vinícius Baldaia e Thiago Vila), em diálogo com o curta-metragem A plataforma((La jetée), de Chris Marker e com a poesia de Felipe Franco Munhoz. No mesmo dia, às 20h, no Museu Casa Padre Toledo, Aline Motta realizará uma leitura performática com projeção em vídeo baseada no seu primeiro livro, lançado em 2022, A água é uma máquina do tempo. Às 21h, no Palco Canudos, que será montado no Jardim Interno do Museu Padre Toledo, o Festival recebe o show solo de Kiko Dinucci, em formato voz e violão. No repertório, canções de seu álbum mais recente, Rastilho, além de outras músicas que integram seus outros discos e projetos anteriores, como Metá Metá e Passo Torto.

A programação do sábado (18) terá início às 11h com leitura e encontro com a escritora e cineasta Rita Carelli, autora de Menina mandioca, um livro infantil que é resultado da vivência da autora em terras indígenas durante a sua infância. A publicação nasceu do desejo de Rita de ver crianças e adultos sonhando ser plantas, pedras ou rios. O mito indígena de origem do alimento essencial para a sobrevivência dos povos originários é o responsável por trazer uma série reflexões importantes sobre o respeito ao meio-ambiente. Desta forma, o livro contribui para apresentar às crianças informações e conceitos sobre outras formas existências, refletindo sobre a nossa ancestralidade e nossa responsabilidade com o meio-ambiente. Logo mais, às 11h, o Ciclo de Ideias, O Jardim das Hespérides: Minas e as visões do mundo natural no séc. XVIII, conduzido pela historiadora Laura de Mello e Souza, o público terá a oportunidade de analisar parte da história do estado de Minas Gerais a partir de quatro perspectivas: mítica, trágica, prática e afetiva - que se misturam ao longo do curso histórico e concorrem para demonstrar como a relação com o mundo natural teve um papel fundamental para a formação sociocultural mineira. A atividade será realizada no Solar Quatro Cantos e a entrada é franca. Às 15h30, o Centro Cultural Yves Alves recebe uma sessão dupla de cinema, com a exibição dos curtas Yaõkwa, imagem e memória, de Rita e Vicent Carelli e A Era de Lareokotô, de Rita Carelli. Ao longo dos dois filmes, a cineasta retrata alguns aspectos da cosmovisão do povo indígena Enawenê Nawê. O projeto Vídeo nas Aldeias, fundado por Vicent Carelli, realizou com os indígenas Enawenê Nawê, durante quinze anos, extensos registros do Yaõkwa, seu mais longo ritual, em que os mestres de cerimônia puxam, durante sete meses, uma miríade de cantos a fim de manter o equilíbrio do mundo terreno com o mundo espiritual. No curta-metragem Yaõkwa, imagem e memória, realizado quinze anos mais tarde depois do início do projeto, os Enawenê Nawê reencontram essas imagens e, com elas, parentes falecidos, costumes que caíram em desuso e preciosos cantos rituais. Já o filme A Era da Lareokotô observa um dia intenso – e comum – na aldeia do povo indígena Enawenê-Nawê (MT). Kularenê, nos conta como, ao saírem de dentro da mesma pedra, índios e brancos tomaram rumos distintos. Logo depois, às 16h30, a Marcas Mineiras recebe um Café Literário, com Emilienne Malfatto e Rita Carelli para o lançamento dos livros Que por você se lamente o Tigre (Editora Nós, 2023), vencedor do Prêmio Goncourt 2021 na categoria Primeiro Romance, e Terrapreta (Editora 34), vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura na categoria Melhor Romance de Estreia. Às 18h, o concerto Esperar apenas a primavera para florir promete emocionar o público com um repertório que inclui peças de John Cage, Sofia Gubaidulina, Leonardo Martinelli e Claude Debussy, interpretadas pela mineira Cássia Lima (flauta), o canadense Peter Pas (viola) e argentina Soledad Yaya (harpa), tecendo um diálogo com a poesia de Ana Martins Marques. Às 19h30, no Centro Cultural Yves Alves, começa a sessão do  filme Aguirre, a ira de Deus, de Werner Herzog. Baseado em fatos históricos, o longa narra uma expedição espanhola do século XVI pela selva amazônica em busca da mítica cidade de El Dorado, local onde diziam ser reduto de muito ouro. A viagem acaba em motim e tragédia, tendo como personagem central a insana figura do conquistador Don Lope de Aguirre. Encerrando a programação do primeiro sábado de atividades, às 21h, no Palco Canudos, o público poderá conferir a apresentação do músico Roger Deff, um dos expoentes do Hip Hop mineiro. Suas canções e atuação exploram as relações entre a periferia e o centro, a diáspora negra e a conexão movimento Hip Hop com os dilemas contemporâneos.  O trabalho do artista estabelece diálogos com toda uma gama de estéticas sonoras de matriz africana e traz reflexões sobre lutas, anseios e esperanças coletivas.

No domingo (19), a programação está prevista para começar ao meio-dia, na Igreja São João Evangelista, com o concerto Postais de parte alguma, inteiramente dedicado à canções escritas por dois compositores contemporâneos: Leonardo Martinelli e Luciano Berio.  A apresentação contará com leituras de Ana Martins Marques, e envolverá ainda a participação dos músicos: Manuela Freua(voz), Cássia Lima( flauta), Luca Raele(clarineta), Soledad Yaya(harpa), Peter Pas(viola), Elise Pittenger(cello), Bruno Santos(percussão) e Fernando Rocha(percussão). Logo depois, às 18h, a Igreja Nossa Senhora das Mercês recebe o concerto Canções de amor, canções sem palavras, com repertório dedicado aos compositores Robert Schumann, Felix Mendelssohn Bartholdy e Viktor Ullmann. A execução musical ficará por conta de um time de peso, formado pela soprano Eliane Coelho, o violinista russo Stepan Yakovitch, o violista romeno Razvan Popovici, além dos pianistas Cristian Budu e Gustavo Carvalho. A apresentação contará com leituras do poeta e ficcionista Ismar Tirelli Neto. Na sequência, às 20h30, uma jam session especial reunirá músicos participantes do Festival Artes Vertentes, em caráter informal, no Espaço Marcas Mineiras. Intitulada “Sunday Night Fever”, a apresentação é aberta ao público.

Na segunda-feira (20), o concerto Lenda, reunirá os musicistas Thorsten Johann(clarineta), Stepan Yakovitch(violino), Uiler Moreira(violino), Razvan Popovici(viola), Elise Pittenger(cello),  Cristian Budu(piano) e Gustavo Carvalho(piano) para um repertório dedicado à obras de  Robert Schumann, Antonin Dvorak e Ernst von Dohnányi. A apresentação está marcada para às 19h, na Igreja Nossa Senhora das Mercês.

O concerto Paisagens derradeiras é a atração musical do dia 21. Com repertório que inclui composições de Paul Hindemith, Richard Strauss e Johannes Brahms, a apresentação poderá ser conferida às 19h na Igreja do Rosário, incluindo a participação dos musicistas, Thorsten Johanns(clarineta), Stepan Yakovitch(violino), Uiler Moreira(violino), Razvan Popovici(viola), Iberê Carvalho(viola), Justus Grimm(cello), Elise Pittenger(cello) e Augusto Andrade(contrabaixo).

Na quarta-feira (22), às 17h, o Chafariz de São José recebe o concerto Cantos de Caronte, destacando a criação do compositor, professor, crítico e jornalista musical, Leonardo Martinelli, considerado um dos maiores nomes em atividade no país na área de composição. A apresentação contará com leituras do escritor Felipe Franco Munhoz, além da participação dos músicos: Michel de Souza(barítono), Luca Raele(clarineta), Iberê Carvalho(viola), Augusto Andrade(contrabaixo) e Bruno Santos(percussão). Às 18h, no Centro Cultural Yves Alves, haverá a exibição do filme A estrangeira, dirigido por Feo Aladag. O longa alemão narra a história de Umay, uma jovem de descendência turca que sai de Istambul em busca de uma vida independente na Alemanha. Sua luta contra a resistência de sua família cria uma situação que chega a colocar vidas sob ameaça, retratando os conflitos reais entre tradições e valores culturais. Às 20h, a Igreja Nossa Senhora das Mercês receberá o concerto Amores transfigurados, com repertório de Marcos Filho, Maurice Ravel, Edmund Campion e Arnold Schönberg, interpretado por Michel de Souza(barítono), Sofia Leandro(violino), Elise Pittenger(cello), Bruno Santos(marimba) e Gustavo Carvalho(piano).

A programação de quinta-feira (23) terá início com o concerto Flores somos nós, somente flores..., que poderá ser conferido ao meio-dia, na Igreja São João Evangelista. A surpresa fica por conta do repertório que inclui peças de Johannes Brahms, György Kurtág e Béla Bartók. A execução ficará por conta do quinteto formado por Thorsten Johanns(clarineta), Stepan Yakovitch(violino), Justus Grimm(cello), Cristian Budu(piano) e Gustavo Carvalho(piano). A apresentação será acompanhada de leituras da escritora Maria Valéria Rezende. Às 16h30, o espaço Marcas Mineiras, recebe um Café Literário, com Felipe Franco Munhoz, que é escritor residente do Festival Artes Vertentes. Ele baterá um papo com o jornalista Irineu Franco Perpétuo, especializado na cobertura da música erudita. Às 19h, será a vez do público conferir uma performance que reúne música e audiovisual, apresentada pelo tradicional duo experimental mineiro O Grivo ao lado da artista plástica mineira Niura Bellavinha e do músico paulista Francisco César. A performance Esse Isso Aqui consiste em uma série de improvisações que ocorrem na intersecção da música experimental e contemporânea, o free-jazz e as pinturas expandidas realizadas ao vivo e será realizada no Museu Casa Padre Toledo, com entrada gratuita. Fechando o dia, o músico paulista Fábio Zanon, um dos artistas brasileiros de maior prestígio internacional da atualidade, realizará um recital de violão, na Igreja São João Evangelista, às 20h30, com repertório que inclui peças de compositores espanhóis e brasileiros, como Vicente Arregui, Federico Moreno Torroba, Joaquin Turina, Heitor Villa-Lobos e Francisco Mignone.

Na sexta-feira (24), a programação será iniciada no Centro Cultural Yves Alves com o encontro O Caçador e o Curupira e outras histórias do povo indígena Macuxi, com a escritora Trudruá Dorrico.  Voltado para públicos de todas as idades, ela irá compartilhar contos do povo indígena Macuxi, que possuem uma vasta história de luta por direitos e pela terra. São povos habitantes em áreas da Venezuela, Guiana e Brasil(Roraima), onde estabeleceram a maior parte de suas comunidades. O encontro com a escritora contará com duas sessões, uma às 9h e outra às 15h, ambas gratuitas. Ampliando a atuação do festival, neste dia, às 17h, o concerto Artes Vertentes visita o Bichinho leva para a bucólica comunidade, vizinha de Tiradentes, uma apresentação gratuita na Igreja Nossa Senhora da Penha, reunindo os musicistas Stepan Yakovitch(violino), Iberê Carvalho(viola), Justus Grimm(cello) e Fabio Zanon(violão). No repertório, peças de Johann Sebastian Bach, Niccolò Paganini e Sergio Assad. Na sequência, às 19h, no Espaço Marcas Mineiras é a vez do concerto As canções de Felipe Franco Munhoz, interpretadas pelo próprio autor, em uma performance com guitarra e ukulele. Encerrando a programação, às 20h30, haverá a exibição do filme O velho e o novo, drama russo dirigido por Serguei Eisenstein e Grigori Aleksandrov, no Museu Casa Padre Toledo. O destaque da exibição ficará por conta da trilha sonora, que será executada ao vivo pelo O Grivo em colaboração com Francisco César.

Sábado (25), a primeira atração do dia é o Café Literário, às 10h30, no Espaço Marcas Mineiras, com a escritora Maria Valéria Rezende. O encontro também marca o lançamento do livro Toda palavra dá samba. Às 12h, o concerto De povos e terras distantes, na igreja São João Evangelista, celebra peças de Antonin Dvorak, Robert Schumann e João Guilherme Ripper, reunindo os musicistas, Alexandre Barros(oboé), Stepan Yakovitch(violino), Justus Grimm(cello), Gustavo Carvalho(piano) e Cristian Budu(piano). A apresentação contará com leituras da escritora Maria Valéria Rezende. Às 18h, na Igreja São João Evangelista, outro concerto, intitulado A tarde de um fauno em paisagens do sul, que celebra o legado de compositores, como Benjamin Britten, Claude Debussy, Alberto Ginastera, Astor Piazzolla e Radamés Gnatalli. Para esta missão, foram escalados: Alexandre Barros(oboé), Stepan Yakovitch(violino), Iberê Carvalho(viola), Justus Grimm(cello), Fabio Zanon (violão), Gustavo Carvalho (piano) e Cristian Budu(piano).

Para encerrar a programação do 12º Festival Artes Vertentes em grande estilo, a curadoria escalou uma atração que irá surpreender o público. A ópera de câmara Canções do Mendigo será apresentada no domingo (26), às 11h, no Chafariz de São José.  Baseado no romance "O mendigo que sabia de cor os adágios de Erasmo de Rotterdam", as "Canções do mendigo" (2014) é uma ópera de câmara em apenas um ato, e tem música de Leonardo Martinelli e libreto de João Luiz Sampaio. A partir de uma mistura de teatro de prosa e teatro lírico, o público é convidado a mergulhar na conturbada mente desse personagem ácido e visceral, conhecendo sua visão de mundo, das pessoas e de seu amor perdido pela misteriosa N. Em cena estão: Michel de Souza(Mendigo), Iberê Carvalho(viola), Luca Raele(clarineta) e Gustavo Carvalho(piano). Às 17h, no Centro Cultural Yves Alves, haverá exibição do filme “Para casa”, do diretor ucraniano Nariman Aliev. Tendo perdido o filho mais velho na guerra entre a Rússia e a Ucrânia, Moustafa decide levar o corpo dele de volta à terra natal: a Crimeia. Para isso, ele pega a estrada com seu filho mais novo. Uma viagem que vai mudar a relação deles para sempre. O concerto Antes das doze badaladas, às 20h, na Igreja São João Evangelista, encerra oficialmente a programação desta 12ª edição do Festival Artes Vertentes. Reunindo peças de compositores como Serguei Rachmaninov, Benjamin Britten, Robert Keeley e Serguei Prokofiev, a apresentação reunirá Alexandre Barros(oboé), Justus Grimm(cello), Fabio Zanon(violão),  Cristian Budu(piano),  Gustavo Carvalho(piano), além de leituras conduzidas pelos escritores Maria Valéria Rezende e Felipe Franco Munhoz.

Sobre o Festival Artes Vertentes

Criado em 2012 por Luiz Gustavo Carvalho e Maria Vragova, o Festival Artes Vertentes é um projeto realizado pela Ars et Vita e pela Associação dos Amigos do Festival Artes Vertentes. O evento vem apresentando, ininterruptamente, uma programação artística que estimula diálogos entre as mais diversas linguagens artísticas e propõe, por meio da arte, reflexões sobre temas de relevância para a sociedade contemporânea. Vencedor do prêmio CONCERTO 2021 e nomeado para o prêmio internacional Classic: NEXT Innovation Award 2022, durante as últimas edições, o Festival Artes Vertentes já recebeu mais de 420 artistas, originários de 40 países.

O 12º Festival Artes Vertentes é realizado com o patrocínio da Cemig, Itaú, Copasa e Minasmáquinas.

Mais informações no site www.artesvertentes.com.

 Cemig: a energia da cultura 

É a maior incentivadora de cultura em Minas Gerais e uma das maiores do país. Ao longo dos seus 70 anos de fundação, a empresa investe e apoia as expressões artísticas existentes no estado, por meio das leis de dedução fiscal estadual e federal, de maneira a abraçar a cultura de Minas Gerais em toda a sua diversidade.  Além de fortalecer e potencializar as diferentes formas de produção artística e cultural no estado, a Cemig se apresenta, também, como uma das grandes responsáveis por atuar na preservação do patrimônio material e imaterial, da memória e da identidade do povo mineiro. Os projetos incentivados pela Cemig objetivam chegar nas diferentes regiões do estado, beneficiando um maior número de pessoas e promovendo a democratização do acesso às práticas culturais. Assim, incentivar e impulsionar o crescimento do setor cultural em Minas Gerais reflete e reforça o compromisso e o posicionamento da Cemig em transformar vidas com a nossa energia.     

12º Festival Artes Vertentes

De 16 a 26 de novembro, em Tiradentes/MG

Programação completa: www.artesvertentes.com

Ingressos online para apresentações pagas(R$40 e R$20): https://www.artesvertentes.com/ingressos

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quarta-feira, 15 de março de 2023

ELLLAS Cultura e Transformação leva profissionalização às mulheres de Ouro Branco e Miguel Burnier

Rud Carvalho, coordenador do
projeto - Foto: Divulgação
Inscrições estão abertas. Iniciativa visa contribuir para o incremento à renda familiar e divulgação da cultura regional

A cidade de Ouro Branco, localizada a 100 quilômetros de Belo Horizonte (MG), e Miguel Burnier, distrito de Ouro Preto, sediarão o projeto ELLLAS Cultura e Transformação, a partir do dia 21 de março. As oficinas ocorrerão de março a maio. A iniciativa busca criar renda familiar para as mulheres participantes por meio de cursos de capacitação e divulgação dos produtos locais da área da moda.  

As inscrições estão abertas e podem ser feitas por meio do link https://forms.gle/Gr25uUQieLt83fu38, presencialmente, na sede do Instituto Vem Ser, em Ouro Branco e também pelo link do Instagram do projeto: @cultura.e.transformacao.

O projeto itinerante se propõe a contribuir para o fomento à economia local e familiar, além de divulgar a cultura regional. O principal objetivo é capacitar as mulheres do interior de Minas Gerais onde há uma grande carência de programas culturais e oportunidades de capacitação. A meta é que ao final do curso as alunas continuem gerando renda por conta própria, com as peças criadas comercializadas em lojas parceiras digitais e físicas.

Em Ouro Branco, as atividades iniciam com uma reunião de apresentação do ELLLAS Cultura e Transformação à comunidade. As oficinas serão realizadas na sede do Instituto Vem Ser. Em Miguel Burnier as atividades ocorrerão na Fazenda dos Arcos.

As oficinas serão montadas com todos os equipamentos para costuras, corte e demais processos de confecção de roupas, além de tesouras, tecidos, linhas etc, com espaços sustentáveis. No total, participarão do ELLLAS Cultura e Transformação 25 mulheres em Ouro Branco e 10 em Miguel Burnier.  O curso é dividido em seis módulos que visam à completa capacitação para a produção de peças de qualidade, gerando emprego e renda.

  “O que se busca é oferecer uma oportunidade para esse grupo de mulheres que, por meio de mãos talentosas e criativas, com certeza vão fazer a diferença no mercado de moda local e regional”, ressalta Rud Carvalho, produtor cultural e coordenador geral do projeto.

Parceira na iniciativa, Marien Carretero, curadora artística, considera o ELLLAS Cultura e Transformação mais que vestir: “Esse projeto, sem dúvida, retrata todo o amor e respeito por nós,  mulheres, com nossas marcas, cicatrizes e histórias . Veio para  empoderar todas essas mulheres , ensinando sobre moda , modelagem , paleta de cores , corte , costura e, sobretudo, da importância do empreendedorismo com planejamento , metas e uma organização. O intuito é que elas, a partir desses conhecimentos, caminhem para uma vida próspera com objetivos, sonhos e significados ”, observa.

Líder e fundadora do Instituto Vem Ser,  a pedagoga Socorro Silveira acredita que o ELLLAS Cultura e Transformação contribuirá para o empoderamento feminino. “Em nossa cidade existe uma grande demanda de costureiras. Vejo não só como um curso profissionalizante; vai muito além: será uma forma de estabelecer vínculos e resgate de autoestima”.

Para a presidente da Associação de Moradores Amo Burnier e da Banda de Música Sagrado Coração de Jesus e Maria, Vânia de Fátima Vicente, “a iniciativa é muito importante para as mulheres que já fazem vários produtos artesanais e participam de feiras com bordados”, comenta.

Inscrições -  As inscrições para o projeto poderão ser feitas por meio do link https://forms.gle/Gr25uUQieLt83fu38, presencialmente, na sede do Instituto Vem Ser, em Ouro Branco; pelo link do Instagram do projeto: @cultura.e.transformacao e por meio do telefone:  (31) 97024-3387.

Programação - A programação inicia em 21 de março, com a apresentação do projeto à comunidade, módulos, oficinas e palestras. Um dos destaques será a presença do premiado estilista Ronaldo Fraga, formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), reconhecido internacionalmente no mundo da moda. No ano passado, Ronaldo Fraga fez muito sucesso com o projeto, por meio da criação das sacolas retornáveis.

As participantes também terão a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre tecidos e paletas de cores, na oficina de Graciele Roque; produção de peças, com Marien Carretero e ainda o método Maria da Penha, com a costureira, modelista e empresária Maria da Penha de Souza Gonçalves.

Apresentação- O projeto é apresentado pela Gerdau, grande viabilizadora da iniciativa. Tem coordenação geral de Rud Carvalho, em parceria com Marien Carretero, curadora artística; produção geral da New View;  produção de Logística e Oficinas da ALCE - Associação Livre de Cultura e Esporte e apoio da Prefeitura Municipal de Ouro Branco.

 @cultura.e.transformacao

 facebook.com/cultura.e.transformacao

Informações e inscrições - (31) 97024-3387

Locais das oficinas:

Ouro Branco

Instituto Vem Ser

(31) 97147-4048

Rua Santo Antônio, s/nº - Ginásio Poliesportivo – Centro - Ouro Branco – MG

Miguel Burnier

Fazenda dos Arcos

R. Y, 330 - Miguel Burnier, Ouro Preto – MG

Programação -  As aulas serão ministradas em Miguel Burnier de 8h às 11h, e em Ouro Branco de 13h às 18h.

O curso é dividido em 6 módulos.

Os módulos são:

- Módulo 1 :

Dia 21 de março: Reunião de comunidade para apresentação do projeto, continuidade de produção de sacolas do projeto de 2022. Palestra de empreendedorismo feminino.

Dia 22 de março: Aula de tecidos e paletas de cores com convidada Graciele Roque

Dia 28 de março: Introdução de curso do Método Maria da Penha.

- Módulo 2:

Dia 29 de março: Curadoria de criação de peças.

Dia 30 de março: Curadoria e criação de peças com convidado Ronaldo Fraga

Dia 3 de abril de março: Curadoria de 3 peças para se tornarem o produto final

Dia 4 de abril: Definição das 3 peças principais do curso, que serão comercializadas como produto final.

- Módulo 3:

Dias  5, 10, 11, 12 e 17 de abril: Curso de Modelagem e Corte, com foco no básico e nas 3 peças finais.

- Módulo 4:

Dias 18, 19, 24, 25, 26 de abril e 1˚ de maio: Técnicas especificas para a produção e aprimoramento das 3 peças finais, com acabamentos e confecção dos primeiros produtos finais.

- Módulo 5:

Dias 23 de abril e 8, 9 e 10 de maio: Finalização de peças, produção de peças pelas alunas do curso com a supervisão das professoras com intuito de aperfeiçoar as peças finais.

- Módulo 6:

Dias 15 e 16 de maio: Aula sobre formalização de mão de obra e possibilidades de comércio formal.

Dia 17 de maio: Consultoria contábil e jurídica gratuita para as participantes do projeto.

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

sábado, 4 de março de 2023

Chico César e Geraldo Azevedo no Palácio das Artes

Foto: Marcos Hermes
Chico César e Geraldo Azevedo retornam ao Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, em Belo Horizonte, para única apresentação de "Violivoz", no dia 1º de abril, sábado, às 21h. 

O show marca o lançamento de “Violivoz – Ao Vivo”, registro audiovisual gravado na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (Salvador/BA), que eterniza a memorável turnê conjunta de dois dos maiores cantautores da música popular brasileira, que já foi assistida por mais de 100 mil pessoas. O material promete surpreender os fãs, com a releitura de alguns dos maiores clássicos do cancioneiro de Chico César e Geraldo Azevedo, e com a performance instrumental arrebatadora desses dois grandes violonistas.

A apresentação é um mergulho coletivo na genialidade destes dois grandes compositores nordestinos, mostrando a força de suas canções. No repertório estão os clássicos, como “Dia Branco”, “Deus Me Proteja”, “Moça Bonita”, “Onde Estará o Meu Amor”, “Bicho de 7 Cabeças” e “Mama África”, além das duas canções inéditas compostas pela dupla especialmente para a turnê, “Nem na Rodoviária” e “Tudo de Amor”.

CHICO CÉSAR & GERALDO AZEVEDO EM VIOLIVOZ

DATA / HORA

1º de abril, sábado, às 21h

LOCAL

Grande Teatro Cemig Palácio das Artes | Av. Afonso Pena, 1.537 – Centro – Belo Horizonte/MG

INGRESSOS

- Plateia I: R$ 240,00 (inteira) / R$ 120,00 (meia)

- Plateia II: R$ 200,00 (inteira) / R$ 100,00 (meia)

- Plateia Superior: R$ 160,00 (inteira) / R$ 80,00 (meia)

PONTOS DE VENDA

- On-line: www.eventim.com.br/event/chico-cesar-geraldo-azevedo-violivoz-palacio-das-artes-16646722

- Bilheteria do Palácio das Artes | Av. Afonso Pena, 1.537 – Centro – Belo Horizonte/MG (*)

(*) Funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 21h, e aos domingos, das 17h às 20h.

CLASSIFICAÇÃO

Livre

INFORMAÇÕES

(31) 3236-7400

REALIZAÇÃO

Armazém Cultural | @armazemculturalbh

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

Cursos de Arte e Cultura estão com inscrições abertas em unidades do Sesc em Minas

Foto: Giselle Dietze


O Sesc em Minas está com inscrições abertas para cursos de Arte e Cultura nas unidades de Almenara, Araxá, Juiz de Fora, Lavras, Montes Claros, Patos de Minas, Poços de Caldas, Paracatu, Pouso Alegre e Uberlândia. Em Belo Horizonte, os cursos são oferecidos no Sesc Palladium e Sesc Santa Quitéria.

Voltados para a iniciação artística e formação cultural, os cursos contemplam conhecimentos básicos sobre arte, cultura e técnicas artísticas, além de atividades práticas que permitirão aos alunos desenvolverem habilidades, autonomia e sensibilidade estética.

São aulas de canto, dança, teatro, música, desenho, pintura, fotografia e linguagem audiovisual disponíveis para pessoas de diversas idades. Os interessados devem contatar a Central de Relacionamento de cada unidade, para verificar disponibilidade, valores e realizar sua inscrição.

As vagas são destinadas a todos os públicos e os preços são acessíveis. Há também condições especiais para trabalhadores do comércio e seus dependentes. Mais informações, acesse: https://mais.sescmg.com.br/cursos

Sesc Almenara

Rua Doutor Sabino da Silva, 142 - Tereza Cristina

(33) 3721-9800

Sesc Araxá

Rua Dr. Edmar Cunha, 150 - Santa Terezinha

(34) 3201-8100

Sesc Juiz de Fora

Av. Barão do Rio Branco, 3.090 - Centro

(32) 3311-6931

Sesc Lavras

Rua Misseno de Pádua, 831 - Centro

(35) 3829-4000

Sesc Montes Claros

Av. Deputado Esteves Rodrigues, 1.124, Centro

(38) 2104-5100

Sesc Palladium

Rua Rio de Janeiro, 1.046

Av. Augusto de Lima, 420

(31) 3270-8100

Sesc Patos de Minas

Rua Major Gote, 1.411 - Centro

(34) 3171-0525

Sesc Poços de Caldas

Rua Paraná, 229 - Centro

(35) 2101-8950

Sesc Paracatu

Rua Euridamas Avelino Barros, 347 - Lavrado

(38) 3311-3800

Sesc Pouso Alegre

Avenida Vicente Simões, 152 - Centro

(35) 3427-6450

Sesc Santa Quitéria

Rua Santa Quitéria, 566 - Carlos Prates

(31) 3419-6100

Sesc Uberlândia

Rua Benjamim Constant, 844 - Aparecida

Uberlândia/MG

(34) 3304-1200

quinta-feira, 1 de setembro de 2022

Renegado, Sandra de Sá e Lamparina são as atrações do Sesc em Minas na 7ª Virada Cultural de BH

Sandra de Sá se apresenta no sábado
Foto: Divulgação

Sesc Palladium também oferece programação especial no festival, com destaque para o Espaço Sesc Geek

O Sesc em Minas, parceiro cultural da 7ª Virada Cultural de Belo Horizonte, está oferecendo dois shows no festival, que serão realizados na Praça da Estação. No sábado (3) às 21h50, apresentação da Banda Lamparina. Já no domingo (4), o show será do cantor, rapper e compositor Renegado, que convida Sandra de Sá, às 19h, marcando o encerramento da virada. Toda a programação é gratuita.

O Sesc Palladium, localizado no hipercentro de Belo Horizonte, também oferece programação especial para a Virada no domingo, com destaque para o Espaço Sesc Geek.

Programação do Sesc Palladium:

10h às 17h - Espaço Sesc Geek

É um espaço pensado para as pessoas fãs da cultura Geek, tecnologia e inovação. Terá como atrações o Just Dance, explorando a dança para que os participantes se divirtam com as batalhas promovidas pelo jogo; jogos de tabuleiro; e jogos eletrônicos.

10h às 17h - Karaokê Geek com a utilização de adereços e fantasias.

10h às 19h - Instalação “Movente” de Sylvia Amélia

A instalação é composta por elementos visuais e sonoros que dialogam com a memória de Belo Horizonte, dentre eles a Avenida Augusto de Lima, no Centro. Após uma pesquisa histórica realizada com o jornalista João Perdigão, a artista descobriu que diversas árvores do canteiro central da avenida foram cortadas em 1968.  Em “Movente”, a artista propõe, portanto, uma nova paisagem vista do edifício do Sesc Palladium, em que árvores e carros convivem em harmonia.  O segundo eixo da instalação é o efeito sonoro de uma revoada de pássaros, habitantes naturais das árvores que estão presentes agora, nas janelas.

10h às 12h - Oficina de Bolha de Sabão Gigante

10h às 12h - Desenho na calçada

Ação cultural voltada para crianças, adultos e famílias, que oferece oportunidade para poderem desenhar com giz de lousa molhado na rampa da avenida Augusto de Lima.  Trata-se de experiência de ocupação artística do referido espaço urbano e de participação cidadã, visando o embelezamento efêmero da cidade.

Sobre a Virada Cultural

Um reencontro com a cidade é a proposta da Virada Cultural de 2022, primeiro grande festival cultural presencial realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte após a retomada dos eventos, que vai ocupar as ruas do centro da capital, nos dias 3 e 4 de setembro, em parceria com o Instituto Periférico. Com mais de 250 atrações na programação, a população é convidada a experimentar e redescobrir ambientes e vivenciar novas formas de ocupação do espaço urbano. E tem novidade: para essa edição, houve um aumento de cerca de 30% das atrações artísticas que acontecem nos trajetos entre os palcos, ampliando, assim, a experiência com a cidade e com o outro. A iniciativa é uma realização da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura. 

Plural, extensa, diversa e reúne música, teatro, intervenções urbanas e performances, entre outras expressões artísticas. Com o tema É Virada & Misturada, a gente junto é mais Feliz, a edição 2022 da Virada terá atividades totalmente gratuitas, no Parque Municipal, Praça da Estação, Viaduto Santa Tereza, Avenida dos Andradas, Rua Guaicurus, Aarão Reis e Praça Sete. Somam-se a essas ações, os mais recentes movimentos de ocupação do espaço urbano – festivais de mappings, pintura de empenas, luzes e festas em locais improváveis da cidade.

Banda Lamparina

Lamparina é uma banda brasileira formada na cidade de Belo Horizonte em 2017. O grupo tem estilo variado, com referências do funk, forró, brega, maracatu, MPB, rock, pagode e samba. Atualmente, é composta por Marina Miglio (vocal), Cotô Delamarque (guitarra, sintetizador e vocal), Calvin Delamarque (baixo), Stênio Galgani (guitarra solo), Bino (percussão) e Thiago Groove (bateria).

Renegado

O cantor, compositor, produtor musical e ator mineiro Renegado, nasceu em Belo Horizonte, na comunidade Alto Vera Cruz. Batizado como afilhado musical do ícone Elza Soares, é um dos mais importantes representantes da música negra brasileira. Os lançamentos dos discos Outono Selvagem pela gravadora Som Livre (2016) e Suíte Masai (2019) ao lado da Orquestra Ouro Preto, confirmam a nova fase do artista, marcante pelo cuidado nos vocais, pela influência da Nova MPB e do Soft Rock, somadas a marcante presença do Rap e do Hip Hop, ritmos consagrados na sua voz.

Sandra de Sá

Com carreira consolidada, Sandra de Sá é uma das grandes referências da representação negra na música brasileira e nos ritmos soul e samba rock do Brasil. É chamada por alguns de “Tim Maia de saias”, por se identificar com o cantor no balanço e no timbre grave da voz, além de suas histórias juntos, como o famoso clipe do hit “Vale Tudo”, em que Tim a escolheu para fazer o dueto com ele.

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quinta-feira, 31 de março de 2022

Brasil e França assinam Protocolo de Intenções

Cerimônia foi realizada no Sesc Palladium
Foto: Giselle Dietze
Parceria entre Sesc em Minas, Embaixada da França e Governo de Minas Gerais visa fomentar a prática e a reflexão cultural

Fruto da parceria, evento marca lançamento da 3ª edição Revista CulturaS

Na manhã da última terça-feira (29), o diretor regional do Sesc em Minas, Luciano Fagundes; o secretário de Estado de Cultura e Turismo do Estado de MG, Leônidas Oliveira; e o Adido Cultural do Serviço de Cooperação e de Ação Cultural da Embaixada da França para o Estado De Minas Gerais, Vincent Nédélec, assinaram um protocolo de intenções entre as referidas instituições. A cerimônia foi realizada no Sesc Palladium.

Este protocolo visa empenhar esforços institucionais para a cooperação internacional de políticas culturais entre as partes, considerando o objetivo maior de desenvolvimento Cultural, Científico e Educacional do Estado de Minas Gerais, em âmbitos regional, nacional e internacional, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), da Embaixada da França no Brasil e do Sesc em Minas.  Visa também a cooperação institucional entre as partes para desenvolvimento de projetos e ações nas áreas de pesquisa, difusão, formação e intercâmbio cultural, com o objetivo de  estabelecer conexões culturais, trocas de competências, conhecimentos e dados transversais de práticas e saberes artísticos culturais, entre outros.

O diretor regional do Sesc em Minas, Luciano Fagundes, explica que em 2017 foi assinado um convênio entre a Embaixada da França e o Governo de MG, e, desde então, estão sendo desenvolvidas ações culturais em conjunto com o objetivo de disseminar a cultura francesa no Estado e levar a cultura mineira para a Europa. “A assinatura de um novo protocolo de intenções é de extrema importância pois é a continuidade daquilo que já está dando certo. Nossa intenção é cada vez mais expandir a cultura, pois ela muda a vida das pessoas e de uma sociedade”, conta o diretor.

“Esta união entre a mineiridade, a França, e o Sesc, que é uma grande potência da cultura no país, visa o intercâmbio de conhecimentos e iniciativas. Hoje é um dia para celebrar esta acertada parceria”, diz o secretário de Estado de Cultura e Turismo do Estado de MG, Leônidas Oliveira.

O Adido Cultural do Serviço de Cooperação e de Ação Cultural da Embaixada da França para o Estado de MG, Vincent Nédélec, explica que esta parceria vai oferecer novas possibilidades. “Com a pandemia, aprendemos que é possível levar cultura de forma remota, como foi feito no Fórum de Políticas Culturais. Além de capilarizar os projetos em todo o Estado, também pretendemos trazer artistas franceses e levar artistas mineiros para a Europa; e o Sesc será de extrema importância na seleção destes profissionais”, revela Nédélec.

Revista CulturaS

A Revista CulturaS, uma das iniciativas desta parceria, é produto da cooperação internacional com a Embaixada da França no Brasil e o Governo do Estado de Minas Gerais. O objetivo é estimular ações de fomento à prática e reflexão cultural e, ao ancorar reflexões que envolvem o intercâmbio de conhecimento e práticas na área de política cultural em uma interface de conteúdo acessível e democrática, a revista busca ser uma ferramenta para somar esforços e alimentar o pensamento sobre as múltiplas possibilidades de intervenções por meio da cultura.

Em sua terceira edição, recém-lançada no site www.sescmg.com.br, a publicação aborda o tema “A reinvenção da cultura no Pós-Pandemia”, no qual artistas e produtores opinam sobre a cultura como negócio nos novos tempos. Mergulhada nesta preocupação e amparada pelos debates promovidos pelo 5º Fórum de Políticas Culturais, esta edição da Revista CulturaS reúne reflexões sobre os riscos e oportunidades deste negócio e oferece relatos de diferentes protagonistas.

quarta-feira, 10 de novembro de 2021

Museu da Imagem e do Som inaugura exposição “Cinejornais em Belo Horizonte”

Público pode visitar presencialmente
Foto: Acervo Museu da imagem e do som
A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, inaugura, nesta sexta-feira (12), uma nova exposição no Museu da Imagem e do Som de Belo Horizonte (MIS BH): “Cinejornais em Belo Horizonte”. A mostra aborda sob diversos aspectos os cinejornais da capital mineira – noticiários audiovisuais que eram exibidos nos cinemas entre as décadas de 1920 e 1980, antes do filme principal, oferecendo ao público um panorama da história da cidade a partir destas produções. A exposição pode ser visitada de quarta a sábado, das 11h às 18h. A entrada é gratuita, mediante agendamento pelo Portal da Prefeitura - pbh.gov.br/reaberturamuseus.

A exposição dá visibilidade a itens do acervo do MIS BH, que conta com 605 cinejornais, sendo a maioria deles de Belo Horizonte e feitos principalmente sobre a perspectiva da administração pública da cidade.  A Secretária Municipal de Cultura e presidenta Interina da Fundação Municipal de Cultura, Fabíola Moulin, destaca a importância da preservação do acervo fílmico, bem como sua divulgação. “Os cinejornais são uma fonte rica de acesso à história da cidade, e servem para nos dar pistas sobre os caminhos que nos trouxeram até aqui. A exposição contribui para possibilidades de diálogo entre a sociedade e essas produções audiovisuais, evidenciando conexões das obras com o presente e o futuro”, ressalta.

Com o objetivo de repassar ao público as informações tidas como relevantes no momento, os cinejornais eram produzidos por companhias privadas ou pelo próprio Estado. Além do caráter informativo, sobre a cidade e suas agendas, as produções também serviam muitas vezes como forma de propaganda. Entre os assuntos comuns nas produções, estão inaugurações de obras, pontos turísticos, festas populares e outros eventos, à época, tidos como importantes para a cidade.

Olhares diversos sob os cinejornais

A mostra abordará diferentes aspectos dos cinejornais, desde o surgimento à decadência, do processo de produção à conservação das películas, o uso da linguagem cinematográfica, e também como essas produções foram utilizadas enquanto ferramentas de discursos por autoridades ao longo da história. Para isso, a exposição cria ambientes que reúnem equipamentos de produção dos cinejornais, como câmera de filmagem em películas, microfones, projetores e enroladeira, itens utilizados na montagem de filmes e no processo de conservação/restauração, além de textos, imagens e vídeos produzidos pela equipe do MIS BH abordando a temática dos cinejornais.

A partir de três eixos temáticos - o carnaval, os rios urbanos, e as ausências -, a mostra pretende apresentar um panorama sobre as práticas discursivas ao redor desses temas, promovendo também um diálogo entre o passado e o presente. Para isso, serão apresentados cinejornais sobre os temas citados, contrastados com imagens e manchetes de jornais atuais (2015-2020).  O visitante poderá vislumbrar, por exemplo, como era a festa momesca em Belo Horizonte, nos anos 1960 e 1970, a sucessão de obras que eliminaram os rios urbanos da paisagem no processo de urbanização e no planejamento da cidade, ou como os cinejornais tinham como foco uma classe muito específica de pessoas, geralmente homens de famílias “tradicionais” e ligados à vida política do Estado.

Preservação e Memória - Um terço da produção brasileira do século XX era composta por cinejornais, sendo, muitas vezes, o único registro audiovisual de eventos históricos e culturais do período. Com diversas atividades, o MIS BH tem como missão preservar, organizar e disseminar os registros audiovisuais ligados à história de Belo Horizonte. Dessa forma, a exposição também aborda o trabalho de pesquisa e técnicas de conservação desse tipo de material, e o desafio que é para o Museu e outros órgãos que desempenham funções semelhantes pelo Brasil e pelo mundo. O Museu funciona de quarta-feira a sábado, das 11h às 18h, atendendo a todos os protocolos de prevenção ao contágio pela Covid-19, incluindo o agendamento prévio, com a retirada de ingressos de forma gratuita pelo portal da Prefeitura.

Exposição “Cinejornais em Belo Horizonte”

Museu da Imagem e do Som de Belo Horizonte - MIS BH (Av. Álvares Cabral, 560 – Lourdes, Belo Horizonte/MG)

A partir de 12 de novembro de 2021

Visitação: quarta-feira a sábado, das 11h às 18h

Entrada gratuita mediante agendamento:  pbh.gov.br/reaberturamuseus

Contato para informações ao público: (31) 3277-4131 | mis.fmc@pbh.gov.br

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

26.º Festival de Inverno de Congonhas repleto de atrações

Chico Lobo e sua viola marcam presença
Foto: Ricardo Gomes
Grupo Corpo, Grupo Galpão, Carlos Nunes, Chico Lobo, Tadeu Franco e Grupo Pé de Sonho estão entre as mais de 60 atrações artístico-culturais que estão na programação virtual e gratuita do evento 

O 26.º Festival de Inverno de Congonhas acontece entre os dias 15 e 29 de agosto, com cerca de 60 atrações, incluindo shows, espetáculos de teatro e dança, bate-papos e oficinas (que tiveram inscrições antecipadas). A realização é da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura de Congonhas com patrocínio do Instituto Cultural Vale. Devido a pandemia da Covid-19, a programação gratuita vai ser exibida em formato virtual, com transmissão pelos canais oficiais da Prefeitura Municipal de Congonhas na web, Facebook (PrefeituradeCongonhas) e Youtube (CanalCongonhas) .

Entre as atrações de teatro está o Grupo Galpão, com apresentação do espetáculo “Till, a saga de um herói torto”. A exibição gravada será no dia 18 de agosto, quarta-feira, às 19h. Em seguida, às 20h30, acontecerá bate-papo ao vivo com as atrizes do Grupo Galpão Teuda Bara e Inez Peixoto, com mediação do curador do 26.º Festival  de Inverno de Congonhas, João Sabará. A montagem estreou em 2009 e traz a saga de Till, repleta de presepadas e velhacarias. Till é o típico anti-herói cheio de artimanhas e dotado de um irresistível charme. Um personagem encontrado em várias culturas, que se assemelha muito ao nosso Macunaíma ou Pedro Malasartes. Outro destaque da programação teatral é o espetáculo “Comi uma galinha e tô pagando o pato”, de Carlos Nunes, com exibição na sexta-feira (19), às 20h. No palco, o ator interpreta o presidiário Zé da Silva, narrando, com muito humor e pitadas de ironia, como foi parar na prisão após roubar a galinha de estimação da filha de um deputado.

Dentre os espetáculos de dança, o Grupo Corpo apresenta no 26.º Festival de Inverno de Congonhas a montagem “Triz”. Com coreografia de Rodrigo Pederneiras e músicas de Lenine, a exibição gravada vai ao ar na terça-feira (24), às 19h. A sensação de estar sob a mira da mitológica espada de Dâmocles, suspensa por um tênue fio de crina de cavalo, foi tão imperativa durante todo o período de gestação da dessa obra do Grupo Corpo que acabou não apenas se impondo como o grande mote para a sua criação, mas servindo, também, de inspiração para o seu nome – Triz, palavra de sonoridade onomatopaica, que tem nos vocábulos gregos triks/trikós (pelo, cabelo) sua mais provável origem etimológica, simbolizada pela expressão por um triz (por um fio).

A programação de shows conta com a importante valorização dos artistas locais, com mais de 30 apresentações. O experiente músico e violeiro Chico Lobo é convidado da programação para um bate-papo com o tema “Como ajudar o artista enfrentar esses tempos de pandemia”, às 20h, no dia 26 de agosto, quinta-feira, seguido de seu show, às 21h. 

O secretário municipal de cultura de Congonhas, Jean Angelo de Oliveira, destaca a importância em manter ativo o tradicional evento na cidade. “Os Festivais de Inverno, que têm destaque em diversas cidades do interior de Minas Gerais, cumprem a nobre missão de trazer ao público os talentos regionais, as  “pratas da casa”, além de artistas de destaque na cultura nacional. Em Congonhas, cidade que tem sua efervescência religiosa, cultural e turística, queremos manter, ainda mais vivo, neste momento de pandemia, o nosso festival, buscando proporcionar momento de alegria e entretenimento a todos”, diz o secretário.

O curador do 26.º Festival de Inverno de Congonhas, João Sabará, conta que a programação foi pensada de forma a trazer toda a multiplicidade artística de Congonhas, mesclada com o que é produzido nacionalmente. “Nosso festival é norteado pensando em agradar a adultos, jovens e crianças. Queremos apresentar ao público o rico elenco de artistas e intelectuais da cidade de Congonhas; e também grupos de reconhecimento nacional e mundial. No escopo oferecemos uma diversidade temática. E, sendo a programação virtual, damos a oportunidade da população congonhense e de fora da cidade em participar”, destaca o curador. 

PROGRAMAÇÃO 26.º FESTIVAL DE INVERNO DE CONGONHAS

Abertura - Homenagem Gustavo Procópio

A abertura acontece no dia 15 de agosto, domingo, a partir das 17h, com a apresentação do documentário “Através das lentes: a música e a proposta de vida do artista congonhense Gustavo Procópio”, homenageado desta edição, que faleceu em abril de 2021, aos 29 anos, vítima da Covid 19. Após a exibição do filme, vai ser realizado o show “Tributo a Gustavo Procópio”, com os artistas de Congonhas Marcelo Heidenreich, Vinicius Resende, Allan Bernardo, Sérgio Pierre, Izabella Vasconcelos, Felipe Seabra e Wellington Souza. E para encerrar a noite, dois shows estão na programação “Parceiragem”, com Tadeu Franco e Felipe Bedetti; e “Soul do Bem - #Todosjuntoseseparados”, com a banda Soul do Bem, às 20h30. 

TEATRO

A programação teatral terá início na terça-feira, dia 17 de agosto, às 18h, com o espetáculo “Tempos de Janela”, do grupo Dez pras Oito, de Congonhas. 

Na quarta-feira (18), às 19h, será apresentado o espetáculo “Till - A Saga de um herói Torto”, do Grupo Galpão, seguido de bate-papo, às 20h30, com as atrizes Teuda Bara e Inez Peixoto, integrantes do grupo, com mediação do curador do Festival de Congonhas, João Sabará. 

Na sexta-feira (19), às 20h, o ator Carlos Nunes é o convidado para apresentar o espetáculo “Comi uma galinha e tô pagando o pato”.  

Na terça-feira (24), às 18h, acontece o espetáculo “Por trás da Serra”, com a Trupe Caldeirão de Teatro e direção de Junior Padovani.

Na sexta-feira (27), às 20h, o grupo Terceiro Sinal apresenta o espetáculo musical “Uma Noite na Broadway”.

DANÇA 

Na quarta-feira (18), às 18h, estreia o espetáculo de dança “Toda Forma de Amar”, com os dançarinos Leticia Dias e Filipe Santana.

No sábado (21), às 16h, acontece a apresentação do espetáculo de dança “Valorizando a graciosidade de Congonhas”, com integrantes da Escola de Danças Lorrayne. 

Na terça-feira (24), às 19h, acontece a apresentação do espetáculo de dança “Triz”, do Grupo Corpo, com coreografia de Rodrigo Pederneiras e músicas de Lenine.

No domingo (29), tem encerramento do espetáculos de dança, às 16h, com os integrantes do Studio de Dança Melissa Ribeiro.

PARA CRIANÇAS 

No sábado (21), às 17h, acontece o show “Pirulito e Amigos”, com o Palhaço Pirulito. 

No domingo (22), às 17h, as crianças se divertem com o espetáculo “Achadouros - Teatro para Bebê”, com o grupo Criadouros. 

No domingo (29), dois espetáculos fazem o encerramento da programação infantil. Às 17h tem apresentação do Grupo Pé de Sonho; e às 18h, a peça “O menino e a árvore”, do grupo Centro Cultural Casa do Teatro, com direção de Geraldo Lafayette.

EXPOSIÇÃO

O 26.º Festival de Inverno de Congonhas apresenta a exposição “Nova Estrada -  Jomadi”, com curadoria de Tales Sabará, na segunda-feira, às 20h30.

PALESTRA

Na quinta-feira (19), às 17h, ocorre a palestra “A linguagem dos sinos e sua importância na paisagem sonora de Congonhas”, com Rafael Mendes de Resende. São 50 vagas, com apresentação na plataforma Google Meet e os interessados podem se inscrever por meio de formulário disponível no site da Prefeitura de Congonhas ( https://bit.ly/36WiKtm ).

SHOWS MUSICAIS 

Na segunda-feira (16) estão “Voz e Violão com Franciele Karen”, cantando MPB, às 19h; e o Grupo Carpiah, apresentando “Antinatural”, às 20h30.

Na terça-feira (17), às 19h, apresenta-se a cantora Maria Alice Santana, com o “Ritmos no Tempo”.

Na quarta-feira (18), às 21h, o público confere o show “Ton’s de Amizade”, com o grupo Wellington Souza Quarteto.

Na quinta-feira (19) acontecem os shows de artistas locais “A fé e o piano”, de Samuel Damian, às 18h; e “Latinamericanus”, às 19h. 

Na sexta-feira (19), às 19h, tem o show “Junto e Misturado”; e às 21h, Julio Beisamba apresenta “Beisamba - A Raiz do Samba”.

No sábado (21), às 18h, ocorre a apresentação do show “Acrônico”, com a artista Marianny Queiroz. Em seguida,  às 19h, acontece o show da Banda Meridian. e às 21h, tem o “Rock no Carvoeiro”, com a Banda Dedé Carvoeiro.

No domingo (22), às 18h “Forrozeando pelas Gerais”, com Deise Lucci; “Xote do Bom”, às 19h; e “Mineiros de ferro, às 20h30.

Para começar a semana, na segunda-feira (23), às 18h “Another Quiet Fall Live”; “Sarau de Inverno”, às 19h, com os artistas Joseane Nogueira, Nilo Sérgio, José Rolinha e Januário Baía; e “Noite de Adoração”, com integrantes da AMPEC - Associação Municipal De Pastores Evangélicos De Congonhas, às 20h30.

Na terça-feira (24), às 20h30, acontece o show do Grupo Força Vocalis.

Na quarta-feira (25) às 18h “Forró e sertanejo”, com Gilson Santos e convidados; Jean Lucas e Banda, às 19h; e Gian Resende e Banda, às 21h.

Na quinta-feira (26), às 17h, a música colonial mineira será apresentada no concerto “Tributo a Aleijadinho”, com o Coral da Cidade dos Profetas. Às 18h show com Adriano Maia e Banda. Em seguida, às 19h, Kadu Soares e Banda apresenta o show “Raízes”; e às 20h, tem o bate-papo “Como ajudar o artista enfrentar esses tempos de pandemia”, com o violeiro Chico Lobo, seguido de show com o artista às 21h. 

Na sexta-feira (27), Alvinho Alves e Cia. abrem a programação de shows, às 18h. Em seguida, às 19h  show de Átila Caiafa e Convidados; e às 21h, Rick e Ricardo encerram a noite

No sábado (28), quatro shows estão na programação. Às 17h,  Marcos Jerônimo apresenta “Os poetas não morreram”; às 18h, tem “O Cantar da Viola”, com o grupo Viola ao Vento; às 19h, Banda Vicio do Forró; e às 20h30 encerramento com Mayara Rodriguez.

No domingo (29), o Festival de Inverno de Congonhas encerra sua programação com os shows “Samba para todos os gostos”, com o grupo Cadência do Samba, às 19h; e “Relembre o melhor dos anos 80!”, com o grupo Estado Crítico, às 20h30.

 26.º Festival de Inverno de Congonhas 

Dias: de 15 e 29 de agosto

Gratuito com transmissão pelos canais da Prefeitura Municipal de Congonhas: 

Facebook (PrefeituradeCongonhas) - facebook.com/PrefeituradeCongonhas

 Youtube (CanalCongonhas) - youtube.com/canalcongonhas

domingo, 1 de agosto de 2021

Paulo Scott no Paiol Literário

O poeta e romancista Paulo Scott é o terceiro convidado da décima temporada do Paiol Literário,terça-feira(3), às 19h30. O encontro será transmitido pelo canal do Paiol Literário no Youtube. O projeto, que promove conversas com autores brasileiros, é realizado pelo jornal Rascunho, com patrocínio do Itaú, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A mediação será do jornalista e escritor Rogério Pereira.

Sobre o convidado

Paulo Scott nasceu em Porto Alegre (RS), em 1966. Escritor e professor universitário, transita por diversos gêneros literários. Publicou, entre outros livros e quadrinhos, Meu mundo versus Marta (HQ, 2021), Marrom e Amarelo (romance, 2019), Mesmo sem dinheiro comprei um esqueite novo (poesia, 2014) e Ainda orangotangos (contos, 2003), adaptado para o cinema por Gustavo Spolidoro. Vive em São Paulo (SP).

Sobre o Paiol Literário

É realizado em Curitiba desde 2006 e já entrevistou 73 autores brasileiros. Fazem parte do seleto grupo nomes como Ignácio de Loyola Brandão, Nélida Piñon, Ruy Castro, Ana Maria Machado, Milton Hatoum, Moacyr Scliar, Marina Colasanti. Os encontros são iniciados sempre com a pergunta: "Qual a importância da literatura para a vida das pessoas? E por que ler?".

Já participaram da décima temporada do Paiol Literário os escritores Julián Fuks e Marília Garcia. Os vídeos estão disponíveis no canal do projeto no Youtube. As entrevistas transcritas podem ser lidas no site do Paiol e do jornal Rascunho. Outros quatro escritores integram a programação desta temporada: Veronica Stigger (8/setembro), Edyr Augusto (5/outubro), Patrícia Melo (9/novembro) e Cida Pedrosa (7/dezembro).

No site exclusivo do projeto, também é possível ler todas as entrevistas feitas nas temporadas anteriores do Paiol Literário.

terça-feira, 27 de julho de 2021

Iphan-SP e Museu Republicano de Itu promovem live sobre Patrimônio Cultural

Com participação aberta ao público, evento marca início de projeto de educação patrimonial da Superintendência

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia federal vinculada à Secretaria Especial da Cultura e ao Ministério do Turismo, e o Museu Republicano "Convenção de Itu", extensão do Museu Paulista da Universidade de São Paulo (USP), realizam no dia 4 de agosto a live "O diálogo no campo do patrimônio cultural", das 18h às 19h. Aberta ao público, a roda de conversa será transmitida ao vivo pelo canal no YouTube do Museu Republicano.

A iniciativa marca o início do projeto de educação patrimonial Mooca do Patrimônio. Proposta pela Superintendência do Iphan em São Paulo, a ação busca promover encontros virtuais com a sociedade em geral e com os grupos sociais diretamente impactados pelo registro e tombamento de bens culturais. Deste modo, criam-se espaços de diálogo para compartilhar narrativas, pesquisas e percepções sobre o Patrimônio Cultural.

Inaugurado em 1923, o museu foi tombado pelo Iphan em 1967, com a inscrição no Livro do Tombo Histórico. Destacam-se na edificação a fachada azulejada e os painéis de azulejaria interna, que retratam episódios da história de Itu entrelaçados a momentos-chave da memória nacional.

Paulo Cesar Garcez Marins, docente do Museu Paulista da USP, e Sônia Rampim, que coordena a Educação Patrimonial do Iphan e atua como docente do Centro Lúcio Costa (CLC), Unidade Especial do Instituto, vão conduzir a live que contará com a participação de representantes de instituições que desenvolvem projetos educativos de forma colaborativa com o Museu Republicano, como: União Negra Ituana, Museu da Música - Itu - Instituto Cultural de Itu, Museu da Energia de Itu - Fundação Energia e Saneamento, Diretoria de Ensino da Região de Itu da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo.

História do Museu Republicano - O Museu Republicano "Convenção de Itu" foi inaugurado pelo Presidente do Estado de São Paulo, Washington Luis Pereira de Sousa, a 18 de abril de 1923 e desde então subordinou-se administrativamente ao Museu Paulista que, em 1934, tornou-se Instituto complementar da recém-criada Universidade de São Paulo e a ela se integrou em 1963.

É uma instituição científica, cultural e educacional, especializada no campo da História e da Cultura Material da sociedade brasileira, com ênfase no período entre a segunda metade do século XIX e a primeira metade do século XX, tendo como núcleo central de estudos o período de configuração do regime republicano no Brasil.

Encontra-se instalado em sobrado histórico em Itu, erguido nas décadas iniciais do século XIX, e que se tornou residência da família Almeida Prado. Foi nesse local que se realizou, em 18 de abril de 1873, uma reunião de políticos e proprietários de fazendas de café para discutir as circunstâncias do país e que, posteriormente, se transformou na famosa Convenção Republicana de Itu, marco originário da campanha republicana e da fundação do Partido Republicano Paulista.

quarta-feira, 14 de julho de 2021

#Emcasacomsesc com boa programaçāo

Di Melo é uma das atrações da semana
Foto: Mafe
Há pouco mais de um ano no ar, o#EmCasaComSesc segue em 2021 com uma programação diversificada de espetáculos ao vivo na internet. São shows, apresentações de teatro e dança, e espetáculos para crianças e famílias, sempre mesclando artistas e companhias consagrados no cenário brasileiro com novos talentos. As transmissões acontecem de terça a domingo, às 19h, no Instagram Sesc Ao Vivo e no YouTube Sesc São Paulo , exceto a apresentação para crianças, aos sábados, que ocorre às 15h . 

Parte das transmissões é realizada diretamente das unidades do Sesc São Paulo, sem presença do público no local e seguindo todos os protocolos de segurança de prevenção à Covid-19. Além disso, as apresentações também são transmitidas da casa ou do estúdio de trabalho dos artistas. Tudo em conformidade com as medidas estipuladas pelo Plano São Paulo. 

Agenda de 15 a 18 de julho: 

15 de julho, quinta-feira, 19h 

Dança #EmCasaComSesc 

Cia. Etra de Dança em "Vulcão" 

Direção geral e performance: Ariadne Filipe e Edvan Monteiro 

Assistente de direção: Tamara Tanaka 

"Vulcão" é uma ação que passeia pelo corpo como metáfora e vai além do seu entendimento físico. Indivíduos que se atravessam e se permitem viver a fusão de suas próprias naturezas com algo maior, reconhecendo-se nas rochas, nos fluídos e nas eventualidades. Parte dessa performance foi inspirada no artista visual José Leonilson (1957-1993) e na relação longa e duradoura dos artistas Ariadne Filipe e Edvan Monteiro. Assim como nas obras de Leonilson, movidos pela necessidade de registrar sua subjetividade, os artistas buscam essa relação criando uma cartografia de corpos, motivados por todos os trabalhos que desenvolveram ao longo de sua trajetória artística. Após a apresentação, acontece um bate-papo com Ariadne Filipe, Edvan Monteiro e a assistente de direção Tamara Tanaka. 

Transmissão do Sesc Santo Amaro 

Classificação indicativa: 14 anos 

16 de julho, sexta-feira, 19h 

Música #EmCasaComSesc 

Di Melo 

Músicos: Felipe Maia (bateria), Rafael Aragão (baixo), João Bento Gouveia(guitarra) e Fernando Tristão (teclado) 

O cantor, compositor e poeta pernambucano Di Melo interpreta sucessos de sua carreira, além de músicas de seu mais recente trabalho, "Atemporal", lançado em 2019, acompanhado por sua banda, formada pelos músicos Felipe Maia (bateria),Rafael Aragão (baixo), João Bento Gouveia (guitarra) e Fernando Tristão(teclado). O repertório do show reúne composições como "Kilariô", "A Vida em seus Métodos diz Calma", "A.E.I.O.U." e "Papos Desconexos". 

Transmissão do Sesc Guarulhos 

Classificação indicativa: Livre 

17 de julho, sábado, 15h 

Crianças #EmCasaComSesc 

Fera Neném 

Com Lia Biserra (voz), Pedro Gongom(bateria e voz), Gustavo Cabelo (baixo e voz), Peri Pane (guitarra e voz) 

A banda de baby rock Fera Nenémapresenta um repertório autoral, que desenvolve a imaginação, e traz influências de diversos gêneros musicais, como rock, reggae, baião, fado, pop e marchinhas de carnaval. Durante o show, não vão faltar sucessos do grupo, a exemplo das canções "Latim" (Gustavo Cabelo), "Rio de Cocô" (Lia Biserra), "O Sapo e o Macaco" (Lia Biserra/Gustavo Cabelo) e "Supermosca" (Peri Pane). 

Transmissão do Sesc Santo André 

Classificação indicativa: Livre 

17 de julho, sábado, 19h 

Música #EmCasaComSesc 

Far From Alaska 

Com Emmily Barreto (voz), Cris Botarelli(synth e baixo) e Rafael Brasil (guitarra) 

Participação: André Dea (bateria) 

A banda potiguar sobe ao palco para mostrar composições dos discos "modeHuman" (2014), seu trabalho de estreia, e "Unlikely" (2017), seu segundo álbum de estúdio. O repertório do show reúne músicas como "Thievery", "Another Round", "Bear" e "Cobra". Com riffs pesados, poderosos vocais femininos e letras em inglês, o grupo é destaque da nova geração do rock brasileiro. Com Emmily Barreto (voz),Cris Botarelli (synth e baixo), Rafael Brasil (guitarra) e a participação deAndré Dea (bateria), convidado para esta apresentação. 

Transmissão do Sesc Guarulhos 

Classificação indicativa: Livre 

18 de julho, domingo, 19h 

Dança #EmCasaComSesc 

Marília Coelho e Bruno Kurru em"Plantasia" 

Concepção e dança: Marília Coelho 

Colaboração e dança: Bruno Kurru 

"Plantasia" é uma peça utópica inspirada nas plantas e seu estado ideal de harmonia e coletividade. Os cômodos da casa onde acontece a obra são transformados em um lugar descentralizado e poético, assim como as plantas e o corpo que dança. Não há um centro de poder e de comando. Respiramos, vemos, sentimos, calculamos com todo o corpo. Por conta disso, as plantas resistem e sobrevivem, apesar de toda predação. Neste senso de sobrevivência, de horizontalidade e cooperação, dançam Marília Coelho e seu parceiro Bruno Kurru, convidado para participar deste trabalho. 

Transmissão de Botucatu (SP) 

Classificação indicativa: 14 anos 

#EMCASACOMSESC EM 2020 

A série #EmCasaComSesc teve início em abril de 2020, com um conjunto de transmissões ao vivo das linguagens artísticas de Música, Teatro e Dança, espetáculos para Crianças e atividades do Esporte - que somaram 13,5 milhõesde visualizações, até dezembro do ano passado, no total de 434 espetáculos. Para conferir ou revisitar o acervo completo disponível, acesse:youtube.com/sescsp.