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sexta-feira, 11 de março de 2022

Sambinha da Quadra celebra três anos

 Akatu é uma das atrações do evento
Foto: Amós Rodrigues
Evento, com dez horas de duração, acontece no dia 19 de março,  a partir das 14h, na Feira do Mineirinho

Vem aí o aniversário de três anos do Sambinha da Quadra! Pela primeira vez o evento será realizado na Feira do Mineirinho, sábado (19), a partir das 14h. Em comemoração à data haverá uma super programação com duração de dez horas e atrações musicais de diversos estilos.

“Estamos felizes em comemorar mais um ano desse projeto que é um sucesso e, dessa vez, em um local com mega estrutura e ponto turístico que é a Feira do Mineirinho. A nossa essência sempre foi a de valorizar artistas locais e propiciar bons momentos de entretenimento e descontração a um público eclético. Hoje o Sambinha conta também com a participação de artistas nacionais”, diz o produtor e um dos sócios do evento, Raphael Santos.  

E a celebração vai contar com uma turma musical de primeira e que promete muita animação. O show de abertura, às 15h, ficará sob o comando da Banda do Marcão, sucesso do Carnaval belo-horizontino e que contagia a todos com seu som eletrizante. No repertório pagode, axé, funk, sertanejo universitário e samba.

Sensação do samba e do pagode, o Akatu também vai marcar presença, a partir das 17h. O grupo mineiro, de BH, e que está em franca ascensão por meio de trabalhos autorais, promete contagiar o público com seu alto-astral. Formado por Ângelo (reco e voz), Caique (tantan e voz), Lucas (pandeiro), Lukas Gabriel (voz) e Beg (voz), o Akatu se prepara para mais um marco na trajetória do grupo, o lançamento do DVD “Degrauzinho por Degrauzinho”.

Um dos destaques será o Di Propósito, uma das revelações do samba e pagode e que subirá no palco a partir das 19h40. Criado em Brasília, em 2009, o grupo, autor de sucessos como “Manda áudio”, “Pesou o rolê”, “Para tudo”, “Vai que cola” e “Na na ni na não”, arrasta fãs por onde passa. É formado pelos amigos Kaique (voz), Laycon (voz), Gege (percussão), Xandy (pandeiro), Pedrinho (tantan), Mateusinho (cavaco) e Acerola (surdo).

E para ninguém ficar parado, o Sambinha da Quadra contará com DJ Bifaumm que apresentará o melhor do funk a partir das 21h.  

Outra atração será o MC Rogerinho, um dos fenômenos da cena musical e da bregadeira que se apresenta a partir das 22h30. Natural da cidade de Sobral, no Ceará, tem conquistado fãs por onde passa. Seu primeiro sucesso, o single “Só Você”, viralizou nas redes sociais durante a pandemia e entrou no ranking das mais tocadas no país. Também ganhou uma versão remix com Kevinho e Léo Santana. A nova música de Rogerinho, “Botadinha saliente”, está disponível nas plataformas digitais.

Já o DJ Rafa Aguiar vai comandar as pick-ups com hits de sucesso durante os intervalos das apresentações.

Ingressos

Os ingressos online estão disponíveis no site http://sambinhadaquadra.com.br. Informações pelos telefones (31) 98596-8503, 97515-5957 e 98899-5593. A entrada é permitida para pessoas a partir de 16 anos (acompanhados dos pais ou com autorização assinada pelos responsáveis).

Sambinha da Quadra celebra três anos! Festa terá Grupo Di Propósito, MC Rogerinho, Banda do Marcão, Akatu e DJs Biffaum e Rafa Aguiar 

Data:  19/03 (sábado)

Horário: a partir das 14h

Local: Feira do Mineirinho (Avenida Antônio Abrahão Caram, 1000, São José, Pampulha, Belo Horizonte/ MG)

Programação:

Abertura- 14h

A partir das 15h – Banda do Marcão

A partir das 17h – Akatu

A partir das 19h40 – Di Propósito

A partir das 21h - DJ Bifaumm

A partir das 22h30 - MC Rogerinho

Ingressos: Os ingressos online estão disponíveis no site http://sambinhadaquadra.com.br

Informações: pelos telefones (31) 98596-8503, 97515-5957 e 98899-5593

Entrada: permitida para pessoas a partir de 16 anos (acompanhadas dos pais ou com autorização assinada pelos responsáveis). 

 Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se proteja!

Réplicas das obras de Michelangelo em Belo Horizonte

Mostra é gratuita e pode ser visitada 
presencialmente - Foto: Divulgação
A exposição gratuita chega ao Pátio Savassi com obras produzidas pela Gipsoteca de Firenze, a partir dos modelos originais do artista.

Considerado um dos maiores criadores da história da arte do Ocidente, Michelangelo é referência ainda nos dias atuais e suas obras são admiradas em todo o mundo. Em uma experiência única e internacionalmente inédita, Belo Horizonte  recebe a exposição “A Beleza na Escultura de Michelangelo - Desde os Modelos Clássicos até à Herança de seus Seguidores”, que traz 25 peças, entre estátuas, bustos e relevos em gessos, produzidas pela Gipsoteca de Firenze, a partir de moldes das obras originais do mestre italiano.

Instalada no corredor do Piso L3, no Pátio Savassi, a mostra é composta por esculturas e 10 gigantografias (grandes fotos em alta definição) das peças originais, de autoria de Aurélio Amendola, que restituem ao visitante o esplendor dos estudos dos nus desenhados pelo grande artista, tudo com uma iluminação especial, que reproduzem um aspecto cenográfico.

Com entrada gratuita, o projeto é uma rara oportunidade para os apreciadores da arte conhecerem de perto o legado e a história de Michelangelo, conhecido como o gênio do renascimento e que eternizou sua memória em tantas obras, como “Pietà” e “O Juízo Final”. A retrospectiva vai desde a escultura clássica até a obra do artista e poderá ser visitada até 17 de abril.

Para o gerente de marketing do Pátio Savassi, Marcelo Portela, "receber a exposição no mall é um privilégio e vai de encontro com a veia cultural do shopping. Estamos sempre de portas abertas para a arte, por meio do selo Pátio Arts & Design. Valorizar a cultura e dar acesso aos nossos clientes a experiências inéditas como a mostra do Michelangelo é motivador", comenta.

Sobre a Exposição

Separada em três partes, a exibição começa mostrando as esculturas que influenciaram Michelangelo, como a Vênus de Milo, depois  transita pelos precursores do artista, em especial Jacopo della Quercia, até que aparecem suas esculturas, com destaque para Pietà Rondanini, inacabada devido ao seu falecimento, aos 89 anos. Por fim, são apresentados artistas que foram influenciados pelo italiano, entre os quais, Gian Bernini, pioneiro da arte barroca e maior escultor do século XVII.  

Oficinas infantis

A mostra vai contar ainda com oficinas de argila para crianças de 4 a 12 anos. O público infantil poderá colocar a criatividade em prova, desenvolvendo esculturas inspiradas nas obras de Michelangelo, com acompanhamento de arte educadores da Corre Cotia. Para participar, basta fazer um cadastro prévio pelo app Multi. As oficinas são gratuitas e funcionam aos sábados e domingos, das 12h às 17h, com lotação máxima de 18 participantes por turma.

Sobre o Artista

Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni nasceu na Itália, em Caprese, no dia 6 de outubro de 1475 e foi um pintor, escultor, poeta e arquiteto renascentista. Genial em vários aspectos, se empenhou nos estudos do corpo humano, refletidos em suas esculturas, sendo Pietá e David suas obras mais famosas, realizadas antes dos seus 30 anos. Faleceu em Roma, em 18 de fevereiro de 1564 e ainda hoje, Michelangelo permanece como um dos poucos artistas que foram capazes de expressar a experiência do belo, do trágico e do sublime numa dimensão universal.

A BELEZA NA ESCULTURA DE MICHELANGELO

Local: Pátio Savassi - Piso L3

Data: 11/03 à 17/04

Valor: gratuito

Oficinas infantis: sábados e domingos, das 12h às 17h

Inscrições gratuitas pelo app Multi

Informações pelo App Multi e instagram @meupatiosavassi

Use máscara cobrindo a boca e o nariz

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Inhotim presenteia visitantes com lambe-lambes

Público pode retirar os lambe-lambes gratuitamente na recepção do Instituto. Como parte das comemorações, museu ainda exibe nas redes sociais a Ocupação Inhotim 15 Anos, selo que trará curiosidades e momentos marcantes da história do Instituto

Em outubro, o Instituto Inhotim, Museu de Arte Contemporânea e Jardim Botânico, comemora 15 anos de atuação sediado em uma área com 140 hectares de visitação ocupadas por obras de renomados artistas contemporâneos brasileiros e internacionais e mais de 4,5 mil espécies de todos os continentes - algumas raras e ameaçadas de extinção.

Como parte da comemoração, ao longo do mês o Inhotim presenteia os visitantes com lambe-lambes exclusivos e exibe nas redes sociais a Ocupação Inhotim 15 Anos, com curiosidades e momentos emblemáticos da história do museu. O conceito gráfico dos lambes e o selo foram desenvolvidos pelo Hardy Design, estúdio que atua com o museu desde 2004 e que foi responsável pela atualização de marca.

"Para o lambe-lambe, propomos um símbolo gráfico dinâmico que possibilita o diálogo com a pluralidade de expressões que compõe a trajetória do Inhotim, já o selo segue a mesma construção tipográfica numa composição dinâmica, aberta, que se conecta com os movimentos de expansão de atuação do Instituto", explica Mariana Hardy, diretora e fundadora do estúdio.

"Nesse aniversário de 15 anos, um marco na história do Inhotim, refletimos sobre a relação com o território em que o museu está situado, o entorno de Brumadinho, e como a relação com os visitantes de todas as partes do mundo moldam a história, o presente e a projeção de futuro da instituição", diz Antonio Grassi, diretor-presidente do Inhotim.

Sobre o museu

O Inhotim está situado na cidade mineira de Brumadinho, a 60 km de Belo Horizonte. Sua abertura ao público, em 2006, inseriu Minas Gerais na cena da arte contemporânea mundial, impulsionando a economia local e a geração de emprego. Desde então, o Museu tem demonstrado seu forte compromisso com o desenvolvimento humano por meio do amplo acesso a seus acervos artístico e botânico.

Devido à sua extensão e localização privilegiada - entre os ricos biomas da Mata Atlântica e do Cerrado -, o Inhotim possibilita que artistas criem site-specifics de forma única e inovadora, além de viabilizar a exibição permanente de obras de grande escala que normalmente não poderiam ser expostas em museus tradicionais.

O Instituto Inhotim conta com um acervo em exposição formado por pinturas, esculturas, desenhos, fotografias, vídeos e instalações de cerca de 60 artistas, de 38 países diferentes. São 560 obras em exposição atualmente.

Produzidos desde os anos 1960 até os dias atuais, os trabalhos estão dispostos ao ar livre no Jardim Botânico do Inhotim ou exibidos em galerias. Das 23 galerias, quatro são dedicadas a exposições temporárias: Lago, Fonte, Praça e Mata. Os pavilhões contam com grandes vãos que permitem o aproveitamento versátil dos espaços para apresentação de obras de variadas mídias. Periodicamente, as exposições das galerias temporárias são renovadas para apresentar novos trabalhos e criar reinterpretações da coleção. Além disso, artistas são convidados a desenvolver novos projetos - juntamente com a equipe do Inhotim -, fazendo do Museu um lugar em constante movimento e evolução. As 19 galerias permanentes apresentam obras de Tunga, Cildo Meireles, Miguel Rio Branco, Hélio Oiticica & Neville d’Almeida, Adriana Varejão, Doris Salcedo, Victor Grippo, Matthew Barney, Rivane Neuenschwander, Valeska Soares, Doug Aitken, Marilá Dardot, Lygia Pape, Carlos Garaicoa, Carroll Dunham, Cristina Iglesias, William Kentridge e Claudia Andujar.

Na área ambiental, o Inhotim possui uma coleção de cerca de 4,5 mil espécies de todos os continentes - algumas raras e ameaçadas de extinção. Para além da estética, o acervo é utilizado pela equipe do Jardim Botânico para a realização de estudos com vistas à conservação da biodiversidade e combate à mudança climática.

No campo da educação, por sua vez, o Educativo Inhotim atende, anualmente, 40 mil pessoas, que participam desde programas de formação a visitas mediadas. Atualmente, mais da metade dos visitantes entra no Inhotim gratuitamente por meio dos projetos educativos. Ao longo dos anos, o Inhotim buscou, ainda, a introdução de diferentes linguagens da arte em sua programação cultural, com a realização de grandes festivais como o MECAInhotim, projetos como o Inhotim em Cena, espetáculos e performances.

terça-feira, 3 de agosto de 2021

Exposição inédita de Dani Tranchesi marca abertura do Estúdio 41

Público pode agendar horário e visitar com
segurança - Foto: Divulgação
Fascinada pela diversidade de pessoas, coisas, comidas e pelo movimento caótico e frenético, a fotógrafa Dani Tranchesi sempre gostou de visitar e registrar mercados e feiras livres em suas andanças pelo Brasil e pelo mundo. Ao longo de 2020, durante a pandemia, ela percorreu feiras livres de São Paulo registrando espaços e pessoas. O resultado pode ser visto em 3 é 5, projeto inédito, desdobrado em exposição, curta-metragem e livro que será apresentado em 17 de agosto na abertura do Estúdio 41, novo espaço cultural de São Paulo voltado à reflexão e discussão sobre fotografia.

Durante a pandemia, as feiras livres - quase como locais de resistência - eram alguns dos poucos lugares que não pararam de funcionar. Este fato, aliado ao fascínio que a fotógrafa nutria pelo tema, fez surgir naturalmente o projeto de 3 é 5, título que remete à comum fala dos feirantes na hora da xepa para atrair os clientes.

Para Diógenes Moura, curador de projeto 3 é 5 e diretor artístico do Estúdio 41, o livro mostra que a feira é um lugar de resistência e consegue se manter diante de um mundo onde tudo se tornou online. "Tem um potente apelo visual, mudanças constantes de luz, personagens muito particulares, várias histórias, muitos detalhes, também alguns mistérios e segredos. Para a palavra e para a imagem, que é o universo ao qual me dedico como escritor e curador, a feira é um mundo muito próximo ao de uma ópera", ele afirma.

A exposição traz ao público uma seleção das 95 imagens que compõem o livro. 3 é 5 não somente documenta a montagem e desmontagem de uma feira livre, mas principalmente seus personagens, feirantes e fregueses, e a movimentação frenética e caótica.

O livro, que tem edição da Vento Leste Editora, é organizado a partir de três momentos. No primeiro, começando com a feira ainda na madrugada, sem a presença frenética dos fregueses, traz a montagem da feira e imagens do dia amanhecendo e alguns poucos transeuntes. No segundo, os feirantes se tornam protagonistas ao posarem em um estúdio improvisado em alguns pontos da feira. "É quando se revelam para além da dureza do trabalho cotidiano, virando atores de uma ópera encenada ao acaso. É uma maneira de torná-los existentes para além da resistência intrínseca da atividade que exercem", explica Dani Tranchesi, sobre colocá-los posando num estúdio improvisado.

A terceira e última parte da publicação traz um material extra, com registros dos fotogramas do curta-metragem do cineasta Pedro Castelo Branco. São imagens em preto e branco que fogem do habitual making off e se revelam uma obra complementar e distinta do livro.

Com seu preto e branco, e uma trilha sonora orgânica, que vai de um compositor clássico como Johannes Brahms ao Quinteto Armorial, e usando o Cinema Direto como linha narrativa, o filme expõe o ofício de um feirante que precisa trabalhar em meio a uma pandemia, mas não deixa de fabular sobre os personagens com o humor ao mostrá-los abordando os fregueses com suas falas peculiares. "Minha intenção, desde o começo, foi de captar a atmosfera da feira, fazendo com que o espectador se sinta parte daquele espaço caótico e cativante", explica o diretor.

3 é 5 vem acompanhado, ainda, de dois QR Codes que dão acesso aos textos que o curador Diógenes Moura realizou para o projeto: A Ópera, Os Olhos, O Beijo, O Plural e Os Nomes.

Estúdio 41

Um espaço voltado à reflexão e discussão sobre o fazer artístico da fotografia. Esse é o mote do Estúdio 41, projeto que ocupa o conjunto 41 do prédio 1254 da Rua Pedroso Alvarenga, no Itaim Bibi, zona sul de São Paulo. Com direção artística do curador e escritor Diógenes Moura e comandado pelas sócias Dani Tranchesi e Paula Rocha, o novo espaço cultural vai apresentar projetos de fotógrafos emergentes e consagrados em uma programação de exposições, exibição de filmes, lançamento de livros e conversas sobre a linguagem fotográfica.

"O espaço nasce do desejo de mostrar a obra fotográfica de artistas das mais diversas gerações e estilos, e fomentar a produção de novos talentos. Não vamos funcionar como uma galeria, mas sim trabalhar em diálogo e parceria com esses espaços, além de instituições e outros projetos independentes", conta Dani Tranchesi. "A ideia é ser um espaço de reflexão e também um motor, um ponto de difusão da prática fotográfica", complementa Diógenes Moura.

A programação de 2021 trará exposições de nomes como Luciano Candisani, fotógrafo em atividade há duas décadas e autor de narrativas que interpretam culturas tradicionais e ecossistemas ao redor do mundo; exibição do documentário Equivalências: aprender vivendo, da emblemática Maureen Bisilliat, fotógrafa e documentarista inglesa radicada há mais de sete décadas no Brasil; e lançamento do livro 3 é 5, publicação de Dani Tranchesi que reúne imagens captadas ao longo de 2020 em feiras livres de São Paulo.

Sobre Dani Tranchesi

Fotógrafa, participou de diversas exposições coletivas e individuais, entre as quais, Cuba antes dos Stones e Caixa Clara e Lindo Sonho Delirante. Esta última, também foi apresentada em forma de livro, é o resultado de um ano de pesquisa e estudos ao lado do escritor, curador e editor Diógenes Moura e reúne imagens produzidas em São Paulo, na Ilha de Marajó e Belém, no Pará, entre 2018 e 2019. Trata de humanidades ao reunir o homem urbano, com seus dias entre a fuligem e o asfalto, e os habitantes das águas doces, sempre dispostos a contar as estrelas.

Sobre Diógenes Moura

Nascido em Recife, Pernambuco, atualmente vive e trabalha em São Paulo. É escritor, curador de fotografia, roteirista e editor independente. Em 2020, realizou O Olhar Não Vê, O Olhar Enxerga e Não Danifique os Sinais, mostras de longa duração a partir do acervo do Museu da Fotografia de Fortaleza. Nesse mesmo ano foi curador da exposição e editor do livro Lindo Sonho Delirante, da fotógrafa Dani Tranchesi, realizada na Galeria Estação. Em 2018, fez a pesquisa e curadoria de Terra em Transe (concebido especialmente para o Solar Foto Festival, Fortaleza, CE, 2018/2019), exposição que reúne cerca de 500 imagens de 55 fotógrafos brasileiros. Foi Curador de Fotografia da Pinacoteca do Estado de São Paulo entre 1999 e 2013. E como Curador de Fotografia recebeu quatro prêmios da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA).

Sobre Paula Rocha

Formada em Marketing pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) é produtora de eventos e apaixonada pelo mar e pela fotografia. Entre 2014 e 2016 organizou alguns workshops com fotógrafos profissionais para Índia, Atacama, Salar do Uyuni e Islândia com fotógrafos profissionais. Em 2016 foi curadora da exposição de fotografia de surf: Superfície Líquida na Galeria Fauna.

Inauguração do Estúdio 41

Lançamento do livro 3 é 5, da fotógrafa Dani Tranchesi

Abertura: 17 de agosto

Período expositivo: 17 de agosto a 18 de setembro de 2021

Endereço: Rua Pedroso Alvarenga, 1254, cj 41, Itaim BibiFuncionamentoEndereço: Rua Pedroso Alvarenga, 1254, cj 41, Itaim Bibi

Funcionamento: Na semana de abertura da exposição 3 é 5, o Estúdio 41 irá funcionar de segunda a sexta, das 13h às 18h e sábados das 11h às 13h com horários agendados pelo Sympla.

A partir do dia 23 de agosto o agendamento será feito através do Whatsapp: 55 11 99452 3308

instagram @41_estudio

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Museu de Arte Moderna de Sāo Paulo divulga programaçāo

Muitas atividades serão realizadas em Agosto
Foto: Rafael Roncato
Uma série de atividades do Educativo do MAM, em parceria com MAC USP, inaugura ações voltadas para a exposição Zona da Mata. Agenda de cursos online traz questões de inclusão, diversidade, ressignificação e história da arte

O Museu de Arte Moderna de São Paulo oferece, ao longo de agosto, uma programação ampla e inclusiva de atividades educativas e cursos para o público participar online. Os encontros virtuais trabalham a intersecção das artes com eixos temáticos que fomentam uma produção cultural plural e diversa.

O Educativo do MAM São Paulo, em uma programação integrada com o Educativo do MAC USP, inaugura ações gratuitas voltadas para a exposição Zona da Mata, de curadoria de Cauê Alves (MAM São Paulo), Ana Magalhães (MAC USP) e Marta Bogéa (MAC USP), em cartaz em ambos os museus.

O artista Fernando Limberger participa de encontro virtual com o público para falar de Paisagem reflexa: Ibirapuera, obra inédita realizada para esta exposição. As educadoras Mirela Estelles e Renata Sant'Anna apresentam uma abordagem de mediação que ativa formas de leitura das obras por meio de narrativas infanto-juvenis, orais e escritas, inspiradas pelos temas e conceitos da mostra. E uma visita integrada com os educadores do MAM e do MAC inaugura uma temporada de visitas virtuais abertas ao público, e para o agendamento de grupos, à Zona da Mata, suscitando reflexões sobre natureza e meio ambiente no encontro com a arte.

Destacam-se também os cursos virtuais oferecidos no mês de agosto. Em Produção de exposição_bastidores de uma mostra de arte, Carol Angelo e Daniele Carvalho evidenciam os processos presentes nos bastidores de uma exposição de arte. O historiador Uila ministra Carnaval e teatro afrobrasileiro em um Brasil quase moderno, curso que propõe reanalisar o contexto artístico local a partir da produção de grupos afro-brasileiros nas áreas do Carnaval e do Teatro.

Ainda integram a programação de cursos: As transtopias de Paul B. Preciado: feminismo, corpo e tecnologia, com Ali Prando e Matheuz Catrinck, História da arte como história das origens, com Renato Menezes, Poética da terra. Ateliê virtual: produção dos pigmentos naturais (2a edição), com Denise Valarini e Fotografia Autoral, com Marcelo Greco .

Os cursos são ao vivo por meio de plataforma de videoconferência, com aulas gravadas disponibilizadas por tempo determinado. Para conferir os planos de aula completos de cada curso, acesse mam.org.br/cursos/ .

Confira todas as atividades educativas:

3 de agosto, terça-feira às 16h

Programa de Visitação

A cidade e o moderno: exposição Desafios da modernidade, com Cristina Fernandes

Visita virtual no Zoom, aberta ao público. Com inscrição prévia.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

A cidade de São Paulo sofreu grandes transformações nos últimos 100 anos. A modernidade que tinha seus olhos voltados para fora impacta a paisagem urbana, o fazer artístico e os gostos da elite paulistana. Nesta visita virtual, articularemos a produção da Família Gomide-Graz com o projeto de cidade e seu desenvolvimento no século XX. A partir das relações entre arte, arquitetura e design iremos navegar na exposição Desafios da modernidade à procura de vestígios do que não existe mais.

Cristina Fernandes é graduanda em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo, atua como educadora não formal em espaços expositivos e desenvolve pesquisa sobre a temática da arte popular e o mercado da arte como tentativa de construir novas narrativas e pensar as hierarquias presentes.

Link para inscrição:

https://mam.org.br/evento/a-cidade-e-o-moderno-exposicao-desafios-da-modernidade-com-cristina-fernandes/

4 de agosto, quarta-feira

Programa de Visitação + Arte e Ecologia

Post de experiência poética: Vídeo Confecção de carimbos de borracha

Instagram MAM

As solas de borrachas ou mesmo as sandálias e chinelos que utilizamos, levam em média 50 a 80 anos para se decomporem. Que tal pensarmos em alternativas para darmos nova vida a estes materiais que são descartados quando estão em desuso? Neste vídeo, propomos a confecção de carimbos de borracha a partir de chinelos e sandálias que não estão em condições de uso. Quais outras soluções podemos encontrar para diminuir o impacto de resíduos na natureza? Compartilhe a sua ideia nos comentários!

Materiais:

• sandálias de borracha descartadas

• tesoura (para uso do adulto)

• tinta (o que tiver em casa)

• papel (qualquer tipo)

5 de agosto, quinta-feira, às 16h

Domingo mam

Bordado subversivo: oficina virtual de bordado em suportes diversos, com Amanda Falcão

Oficina virtual no Zoom, livre. Com inscrição prévia.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.

O encontro virtual se inspira nas trajetórias e mudanças sobre o uso do saber-fazer bordado nas artes visuais e manuais. Como ponto de partida, olharemos para o trabalho de Regina Gomide na exposição Desafios da Modernidade - Família Gomide-Graz nas décadas 1920 e 1930, assim como para transições e outras perspectivas presentes nas obras de artistas como Leonilson e Rosana Paulino, presentes no acervo do MAM São Paulo. Separe os seus materiais e venha bordar com a gente!

Materiais:

• Suporte diverso que irá bordar (tecido, papel, fotografia… você pode explorar diferentes materiais, desde algo que desperte a sua curiosidade ou que tenha alguma relação com a memória)

• Linhas para bordar

• Agulha compatível

• Lápis

• Borracha

• Tesoura

• Papel para rascunho

Amanda Harumi Falcão é artista visual e arte educadora, formada em bacharelado em Artes Visuais e licenciando Artes no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Já atuou em educativo de instituições culturais com exposições temporárias, e atualmente faz parte do educativo do MAM São Paulo. Em suas pesquisas, busca costurar a relação entre memória e o fazer artesanal, como também investigar os processos sutis e interdisciplinares na mediação cultural e arte educação.

Link para inscrição:

https://mam.org.br/evento/bordado-subversivo-oficina-virtual-de-bordado-em-suportes-diversos-com-amanda-falcao/

6 de agosto, sexta-feira, às 16h

Família mam

Oficina virtual de Carranca

Oficina virtual no Zoom, para crianças a partir de 4 anos, acompanhadas de suas(eus) responsáveis. Com inscrição prévia.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.

Carranca é um tipo de escultura com feições de animais e humanos que costuma representar caretas assustadoras. É comum encontrá-la nas proas de embarcações ou na entrada das casas, pois, com sua careta, a carranca tem o poder de espantar qualquer mal. No Jardim de Esculturas do MAM São Paulo, é possível encontrar uma pequena escultura feita de formas geométricas que encara o museu e seus visitantes. Muitos nem desconfiam que na combinação do círculo e triângulo presente na obra há uma típica careta de carranca. Nesta oficina virtual, vamos espantar qualquer mal, criando nossas próprias carrancas com materiais como o papelão e papéis coloridos.

Materiais:

• Papelão

• Tesoura

• Cola

• Lápis

• Papéis diversos

• Materiais de colorir: lápis de cor, giz, tintas

• Fitas adesivas

Link para inscrição:

https://mam.org.br/evento/oficina-virtual-de-carranca/

10 de agosto, terça-feira, às 16h

Programação integrada MAM e MAC USP

Contatos com a arte + Arte e Ecologia - Programação integrada

Zona da Mata: leituras e narrativas, com Mirela Estelles e Renata Santa’anna

Encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas. Com inscrição prévia.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

Neste encontro virtual, iremos explorar diferentes formas de leitura das obras presentes na exposição Zona da Mata, por meio de narrativas orais e impressas em livros infanto-juvenis inspiradas pelos temas e conceitos suscitados pela curadoria da mostra. Essa abordagem de mediação busca apresentar aos participantes novas possibilidades de contato e reflexões sobre natureza e meio ambiente no encontro com a arte.

Mirela Estelles é educadora e contadora de histórias, formada em Comunicação das Artes do Corpo pela PUC SP, especializada em Linguagens da Arte no CEUMA, Centro Universitário Maria Antônia. Com experiência em educação, formação cultural, arte e infância, desenvolve projetos culturais e educativos em escolas, livrarias, bibliotecas, museus e espaços culturais. Atualmente coordena o Educativo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, onde atua desde 2009.

Renata Sant’Anna de Godoy Pereira é mestre em artes pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA USP) e formada em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Em 2017, foi premiada com o 3° lugar do concurso "FNLIJ - Os Melhores Programas de Incentivo à Leitura junto a crianças e jovens de todo o Brasil", pelo programa "Histórias da arte para crianças", entre livros e obras que desenvolve, desde 2012, no Museu de Arte Contemporânea da USP (MAC USP), onde atua como educadora.

Link para inscrição:

https://mam.org.br/evento/zona-da-mata-leituras-e-narrativas-com-mirela-estelles-e-renata-santaanna/

12 de agosto, quinta-feira, às 16h

Programação integrada MAM e MAC USP

Contatos com a arte + Arte e Ecologia Programação integrada

Zona da Mata: encontro virtual com o artista Fernando Limberger

Encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas. Com inscrição prévia.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.

A partir de Paisagem reflexa: Ibirapuera, dois tempos (2021), obra inédita realizada para a exposição Zona da Mata, Fernando Limberger conversa sobre a relação entre arte e ecologia. O artista e paisagista apresenta dois jardins circulares situados em dois pontos diferentes do jardim do MAC USP, "reconstruindo" duas camadas do terreno do Parque Ibirapuera. Um deles por espécies originais da região do parque, quando a área ainda era território indígena e alagadiça; e o outro por espécies encontradas hoje na área do parque e entorno - muitas das quais trazidas e plantadas no terreno para constituir seu paisagismo -, a geometria da obra segue a exprimir a tensão entre o natural e o artificial presente em suas obras.

Fernando Limberger, artista visual e paisagista, iniciou sua pesquisa artística em meados dos anos 80, quando começou a trabalhar em diferentes meios, como desenho, pintura, escultura, instalação e intervenção. Sendo a natureza e seus desdobramentos tema recorrente em seus trabalhos, a partir dos anos 2000 passa a desenvolver projetos em paisagismo para espaços públicos e privados. Apresentou as exposições Verde e amarelo, no Centro Cultural São Paulo (2008); Contaminação cromática, na Praça Victor Civita, São Paulo; Desmoronamento, Azul, no Centro Cultural do Banco do Brasil, Rio de Janeiro (2015) e Contenção verde + Botânica SP, na Pinacoteca de São Paulo (2016) e Relicto, no Museu da Cidade SP - Beco do Pinto e Casa da Imagem (2020). Nos últimos anos participou da 1ª e 8ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre (1997, 2011); Ecológica, no MAM SP (2010); Coaty Ocupação Artística, no Centro Histórico de Salvador (2016) e Amazônia: os novos viajantes, no MuBE, em São Paulo (2018).

Link para inscrição:

https://mam.org.br/evento/zona-da-mata-encontro-virtual-com-o-artista-fernando-limberger/

13 de agosto, sexta-feira, às 16h

Formação em arte e acessibilidade

Método sem método, conversa virtual com Elisa Band

Encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas, com 50% das vagas destinadas para a rede pública de ensino. Com inscrição prévia.

Com intérprete de Libras.

Este encontro propõe o compartilhamento de alguns procedimentos e dispositivos de criação que foram experimentados no percurso da propositora com diferentes coletivos. Esse compêndio nasceu nos encontros e nas práticas, por meio de experimentação, tentativa e erro. São procedimentos que vieram do teatro, da performance, da dança, das artes visuais, da música e da vida em geral. Sem querer ser bula ou receita, é uma coleção sedimentada aos poucos, por descoberta, invenção ou recriação, em uma junção de estética, clínica e pedagogia que tem sido útil na elaboração e criação de espetáculos e performances. Conversaremos sobre essa cartografia ainda e sempre em construção de alguns dos mapas que temos criado e que tentam inventar territórios.

Elisa Band é performer, encenadora e pesquisadora. Formada em Artes Cênicas na Unicamp em 1998, foi uma das fundadoras do grupo K, dirigido por Renato Cohen. De 2007 a 2012 foi co-diretora e dramaturga da Cia Ueinzz. Em 2014 e 2015 foi diretora do Grupo de Estudos e Criação em Performance. Em 2015 publicou o livro de contos "Perecíveis", Ed. Lamparina Luminosa. Desde 2011 é professora do curso de performance do MAM São Paulo, dentro do programa Igual Diferente. Desde 2016 é diretora de Teatro da ONG Ser em Cena. Entre 2017 e 2019 foi professora da disciplina Práticas Performáticas, do curso de pós-graduação da Escola de Artes Célia Helena. Em 2020 se tornou mestra na Escola de Comunicações da USP, na área de Teoria e Prática do Teatro.

Link para inscrição:

https://mam.org.br/evento/metodo-sem-metodo-conversa-virtual-com-elisa-band/

17 de agosto, terça-feira, às 16h

Família MAM

Desafio Corte e Dobra, oficina virtual

Oficina virtual no Zoom, para crianças a partir de 4 anos acompanhadas de suas(eus) responsáveis. Com inscrição prévia.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

Ao passear pelo Jardim de Esculturas do MAM, é possível observar diversas obras que possuem formas geométricas em suas estruturas. Artistas como Antonio Lizárraga, José Resende, Amilcar de Castro, Sérvulo Esmeraldo, Eliane Prolik e Franz Weissmann criam tridimensionalidade em seus trabalhos por meio de recursos simples como cortes e dobras. Apesar das obras assumirem características geométricas, e em sua maioria abstratas, será que é possível identificar algum elemento figurativo nelas? Inspiradas nesses artistas, propomos o desafio Corte e Dobra. Separe os materiais e venha participar com a gente.

Materiais:

• Papéis diversos

• Tesoura

• Régua

• Lápis

Link para inscrição:

https://mam.org.br/evento/desafio-corte-e-dobra-oficina-virtual/

18 de agosto, quarta-feira, às 16h

Domingo MAM

Oficina de performance com Luiza Romão no Jornadas Latinas

Atividade virtual no Zoom, livre. Com inscrição prévia.*

*Somente mulheres e pessoas trans +16 anos

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.

Nesta oficina de performance, serão oferecidos às participantes exercícios básicos de preparo vocal e corporal, consciência de projeção e movimento, a fim de trabalhar interpretação e performance para slammer.

Jornadas Latinas foi criada pelo Slam das Minas SP com o apoio da Universidade de Tulane (Nova Orleans - EUA em 2021. Uma proposta de imersão literária, com vivências que estimulam a escrita, performance e experimentação artística dentro da linguagem dos slams. O MAM-SP integra a programação recebendo as duas oficinas: performance e escrita. A Jornada é online com inscrições prévias para as atividades de formação, com cotas racial, de gênero e social, além de oferecer bolsas de estudo para artistas em situação de vulnerabilidade.

Luiza Romão é poeta paulista, atriz, arte educadora e diretora de teatro. É autora dos livros "Sangria" (2017) e "Coquetel Motolove" (2014), e produziu mais de quinze vídeopoemas explorando a linguagem do spoken word.

Slam das Minas - SP é a primeira batalha de poesia da cidade de São Paulo com recorte de gênero, que explora as construções possíveis através das palavras.

Link para inscrição:

https://mam.org.br/evento/oficina-de-performance-com-luiza-romao-no-jornadas-latinas/

19 de agosto, quinta-feira, às 16h

Domingo MAM

Oficina de escrita com Mel Duarte no Jornadas Latinas

Atividade virtual no Zoom, livre. Com inscrição prévia.*

*Somente mulheres e pessoas trans +16 anos

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.

A oficina Escrita pretende trabalhar com técnicas que estimulam a produção criativa para a composição de textos e desenvolvimento de linguagem poética.

Jornadas Latinas foi criada pelo Slam das Minas SP com o apoio da Universidade de Tulane (Nova Orleans - EUA em 2021. Uma proposta de imersão literária, com vivências que estimulam a escrita, performance e experimentação artística dentro da linguagem dos slams. O MAM-SP integra a programação recebendo as duas oficinas: performance e escrita. A Jornada é online com inscrições prévias para as atividades de formação, com cotas racial, de gênero e social, além de oferecer bolsas de estudo para artistas em situação de vulnerabilidade.

Mel Duarte é escritora, poeta, slammer e produtora cultural. Autora de seis livros, o mais recente "Colmeia: poemas reunidos" (2021). Em 2016 foi destaque no sarau de abertura da FLIP (Feira Literária Internacional de Paraty). Foi a primeira mulher a vencer o Rio Poetry Slam (Campeonato Internacional de Poesia Falada).

Slam das Minas - SP é a primeira batalha de poesia da cidade de São Paulo com recorte de gênero, que explora as construções possíveis através das palavras.

Link para inscrição:

https://mam.org.br/evento/oficina-de-escrita-com-mel-duarte-no-jornadas-latinas/

20 de agosto, sexta-feira, às 16h

Programa de Visitação

Visita no Mundo MAM no Minecraft

Visita virtual no Zoom, aberta ao público. Com inscrição prévia.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.

O MAM abriu uma nova exposição que só existe dentro da plataforma Minecraft: Educational Edition. Agora podemos visitar o museu, seu Jardim de Esculturas e diversas obras de seu acervo também dentro do jogo. A visita será mediada via aplicativo de teleconferência Zoom Meetings e não será necessário nenhuma versão do jogo para acompanhá-la.

Link para inscrição:

https://mam.org.br/evento/visita-no-mundo-mam-no-minecraft/

25 de agosto, quarta-feira, às 16h

Contatos com a arte + marcenaria no mam

Transformar a Madeira: A Marcenaria e as possibilidades de aprendizagem na arte-educação

Encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas. Com inscrição prévia.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

Objetos de madeira ou subprodutos de árvores estão presentes no dia a dia da maioria de nós, fazendo da marcenaria um ofício que vem se atualizando ao longo dos anos. Novos acabamentos e processos de fabricação com ferramentas analógicas e digitais mostraram possibilidades de criação onde artistas, arquitetos, designers, educadores e artesãos podem desenvolver soluções simples e únicas. Nesta oficina, Fernanda Tosta irá compartilhar, a partir de trabalhos em espaços educativos e ateliês, conceitos e práticas desenvolvidas a partir do diálogo estético e relacional entre a marcenaria e as artes visuais.

Fernanda Tosta é designer e artista multidisciplinar, trabalha em seu ateliê a Oficina Oito com orientação e desenvolvimento de projetos onde busca promover a transformação social, com foco no protagonismo individual de cada participante. Sua pesquisa transita pela arte-educação criando oficinas e produtos educativos. Desenvolveu diversos mobiliários e dispositivos de ocupação pública no projeto Conversadeiras, onde conduz análises complexas sobre o mental, o ambiental e o social dos moradores nos locais onde constrói, para que assim coexista os vários corpos.

Link para inscrição:

https://mam.org.br/evento/transformar-a-madeira-a-marcenaria-e-as-possibilidades-de-aprendizagem-na-arte-educacao/

26 de agosto e 9 de setembro, quintas-feiras, às 16h

Contatos com a arte

Canto é Reza: oficina da voz-corpo com Fabiana Cozza

Oficina virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas. Com inscrição prévia.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

Não é necessário ser cantor, cantora ou ter qualquer experiência com canto para nos libertarmos e despertarmos nossos corpos para a canção e seu potencial imaginativo, emotivo, de saúde e bem-estar. A dinâmica dos encontros envolve um pequeno aquecimento corporal/vocal, reforçando a premissa de que voz é corpo e escuta, tendo a respiração como eixo central. E um segundo momento, onde Fabiana apresenta uma canção contextualizando sua origem, significado e simbolismos.

Fabiana Cozza é uma artista negra brasileira, cantora, intérprete, professora e pesquisadora. Sua caminhada passa pelo teatro, dança e música. Atuou em musicais com temática brasileira no início da vida artística, aprimorando sua expressão cênica e interpretação, qualidades que saltam aos olhos de qualquer espectador. Vencedora do Prêmio da Música Brasileira em 2012 e 2018, respectivamente nas categorias "Melhor cantora de samba" e "Melhor CD de língua estrangeira". Tem oito álbuns e três DVDs lançados, sendo o mais recente intitulado "DOS SANTOS" (2020), nome de batismo herdado do pai. É doutoranda do Instituto de Artes da Unicamp, mestre em fonoaudiologia pela PUC-SP e membro do Pantheatre de Paris, instituição que se dedica a interpretação e performance no teatro e na música.

Link para inscrição:

https://mam.org.br/evento/canto-e-reza-preparacao-de-voz-com-fabiana-cozza/

27 de agosto, sexta-feira, às 10h30

Programação integrada MAM e MAC USP

Programa de Visitação

Zona da Mata: visita mediada virtual com Barbara Jimenez e Evandro Nicolau

Visita virtual no Zoom, aberta ao público. Com inscrição prévia.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.

Visita virtual à exposição Zona da Mata, em cartaz no MAC USP e MAM São Paulo, mediada por ambos seus educadores via plataforma de videoconferência, abrindo assim uma temporada de visitas integradas híbridas - com as(os) educadoras(es) nas exposições e remotas(os) - abertas ao público e com agendamento* ao longo do período da exposição (junho de 2021 a abril de 2022).

A exposição, instalada no térreo e quinto andar (ala B) do MAC, e na Sala de Vidro do MAM, com atividades na área adjacente na Marquise, adota o termo "Zona da Mata" como metáfora simbólica, não geográfica, no reconhecimento do desafio brasileiro de repactuar a constituição de seu território com a restituição da dignidade ao que precisamos reconhecer como nossa morada, reaprendendo as sabedorias indígena e afro-descendente como forma de salvaguardar nossa condição humana e o inevitável convívio entre seres humanos e paisagens. Obras de artistas como Claudia Andujar, Fernando Limberger, Guto Lacaz, Marcius Galan, Julio Plaza, Paulo Nazareth e Rodrigo Bueno compõem o território da exposição que coloca em pauta a relação entre cultura e natureza, propondo reflexão crítica sobre o problema ecológico da sociedade atual.

*O agendamento poderá ser realizado por temporadas (setembro e novembro de 2021, e março de 2022) para o modo virtual para grupos a partir de 10 pessoas, pelo e-mail do MAM Educativo (educativo@mam.org.br).

Barbara Ganizev Jimenez é educadora com formação em PUC-SP, com bacharelado e licenciatura. Pós-graduanda em Educação na Faculdade Rudolf Steiner. Desde 2012 atua no Museu de Arte Moderna de São Paulo onde é responsável pelo Domingo MAM, programa premiado que celebra a cultura popular brasileira, a cultura de rua, os direitos humanos e a diversidade. Atualmente também lidera a área de cursos pagos do MAM SP e mantém pesquisas em Educação, Escrita e Antropologia. Co-fundadora da CAU_ (Cartografias Afetivas Urbanas) curadorias, intervenções artístico-educativas cidade afora e (i)mediações.

Evandro Nicolau é doutor em Estética e História da Arte pelo Programa Interunidades em Estética e História da Arte da Universidade de São Paulo (PPGEHA USP) e educador no MAC USP responsável pelo programa de visitas mediadas.

Link para inscrição: https://mam.org.br/evento/zona-da-mata-visita-mediada-virtual-com-barbara-jimenez-e-evandro-nicolau/

31 de agosto, terça-feira, às 14h30

Programação integrada MAM e MAC USP

Programa de Visitação + Viva Arte: Bem-estar Social e Saúde no Museu

Zona da Mata: Vivências Afetivas no Território

Encontro virtual no Zoom, para profissionais de instituições sociais e da saúde. Com inscrição prévia. Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.

Nessa visita virtual à exposição Zona da Mata, em cartaz no MAC USP e MAM São Paulo, conversaremos a respeito dos territórios que nos circunscrevem, tanto geograficamente quanto em suas dimensões culturais, políticas e afetivas. Quais são os territórios e paisagens que nos habitam?

Andrea Amaral Biella é doutora em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP) e educadora no MAC USP responsável por programas educativos para famílias, professores e demais multiplicadores, além do Viva Arte! Bem-estar Social e Saúde no Museu que atua na interface arte e saúde.

Fernanda Zardo é bacharel em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com extensão universitária em Literatura e Cinema pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC SP) e pós-graduação em Produção Audiovisual pelo SENAC SP. Tendo iniciado sua experiência com arte educação no Museu da Imagem e do Som de São Paulo, atua como educadora no Museu de Arte Moderna de São Paulo desde 2012, onde é responsável pelos programas de visitação e contatos com a arte.

Gregório Sanches é educador, escritor e historiador, formado no bacharelado e na licenciatura em História pela Universidade de São Paulo (USP), com ênfase na área cultural, museal e arqueológica. Participou da publicação coletiva do livro "Miríade 290: O Que Pode a Escrita?", em 2009, e das publicações do MAM Educativo "Obras Mediadas", em 2015, e "Educação e Acessibilidade: experiências do MAM", em 2018. Atualmente é responsável pelo programa de cursos Igual Diferente.

Link para inscrição: https://mam.org.br/evento/zona-da-mata-vivencias-afetivas-no-territorio/

Conheça os cursos:

As transtopias de Paul B. Preciado: feminismo, corpo e tecnologia com Ali Prando e Matheuz Catrinck

16 de agosto a 20 de setembro | Segundas-feiras das 19h às 21h

O objetivo do curso é introduzir o pensamento de Paul B. Preciado e seus principais conceitos, como a contrassexualidade, a desnaturalização dos corpos e suas tecnologias, a partir de suas discussões e questionamentos sobre gênero, feminismo, política e os marcos da Teoria Queer.

Preciado é considerado um dos mais brilhantes filósofos contemporâneos e expoente da Teoria Queer. Nascido em Burgos, na Espanha, é ainda um dos curadores de arte mais relevantes do mundo, mantendo em debate através de seus trabalhos as teorias de Judith Butler, Félix Guattari, Michel Foucault, Gilles Deleuze e Donna Haraway.

Duração: 6 encontros

Público: interessados em geral

Investimento: R$ 480,00 em até 4 parcelas

Curso online ao vivo via plataforma de videoconferência

Aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado

Ali Prando é um filósofo, pesquisador, curador e multiartista brasileiro. É autor de projetos que interseccionam gênero e sexualidade à cultura pop, como o "Politizando Beyoncé" e "Björk: Paradigmas do Pós-humanismo.exe". Desde 2020, é curador e apresentador das Mix Talks, programa de discussões contemporâneas do Festival Mix Brasil, o maior evento sobre cultura de diversidade da América Latina. Foi indicado pelo fórum Cidadão Global, do Valor Econômico, como uma das nove pessoas que mais lutaram por justiça e igualdade social no Brasil em 2020. Já participou e colaborou com festivais como Coquetel Molotov, MECA, Mix Brasil, Path e WHOW!, além de instituições como Tapera Taperá, Museu da Imagem e do Som de São Paulo, Museu da Diversidade Sexual, Unibes Cultural e unidades do Sesc em São Paulo.

Matheuz Catrinck é mestrando em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO/UFRJ). É bolsista do Programa de Excelência Acadêmica da CAPES e pesquisador do Pontão de Cultura Digital da ECO, onde coordena e desenvolve estudos e ações sobre corpo, subjetividade, sexualidade, tecnopolíticas, estéticas e tecnologias da comunicação.

Link para inscrição: https://mam.org.br/curso/curso-online-as-transtopias-de-paul-b-preciado-feminismo-corpo-e-tecnologia-com-ali-prando/

Produção de exposição_bastidores de uma mostra de arte com carol angelo e daniele carvalho

17 de agosto a 19 de outubro | Terças-feiras, das 19h30 às 21h30

O curso tem como objetivo evidenciar os processos presentes nos bastidores de uma exposição de arte, ao tratar da complexidade deste trabalho e das etapas necessárias para que uma mostra aconteça.

A proposta se divide em introdução, pré-produção, produção, pós-produção e produção de exposição na pandemia. As aulas são expositivas com apresentação de material em formato digital, indicação de leituras, vídeos relacionados aos temas tratados e depoimentos de profissionais da área. Tais depoimentos serão dados por colaboradores do MAM, contando um pouco a respeito de suas experiências e como elas estão inseridas no universo da produção de uma exposição

Duração: 8 encontros

Público: interessados em geral

Investimento: R$ 640,00 em até 4 parcelas

Curso online ao vivo via plataforma de videoconferência

Aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado

Daniele Carvalho Atua há mais de quinze anos na área da cultura e desde 2010 em produção de exposições. Cursou Gestão Cultural no Centro de Pesquisa e Formação do SESC SP, pós-graduação em Fundamentos da Cultura e das Artes pelo Instituto de Artes da UNESP e bacharelado em Artes Plásticas pela mesma universidade. Por quatro anos fez parte do setor de Curadoria e Produção do Museu de Arte Moderna de São Paulo. É fundadora da canaes_ , produtora cultural voltada à produção de exposições e projetos de arte. Esteve na produção de diversas exposições, entre elas: Allegro, de Guto Lacaz, na Chácara Lane SP; Trapézio, de Luiz Hermano, no SESC SP; Maria Martins: metamorfoses, no MAM SP; Bispo do Rosário, no Art et Marges MuséeMuseum, Bruxelas; I in U EU em TU, de Laurie Anderson, no CCBB SP e RJ.

Carol Angelo é especializada em Gestão Cultural pelo Centro de Pesquisa e Formação do SESC SP e em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes, trabalhou com o educativo, acessibilidade e cursos no Museu de Arte Moderna de São Paulo e no Museu Lasar Segall. Atuou como produtora na exposição Madeby...Feito por Brasileiros, no antigo Hospital Matarazzo e foi assistente de produção na Base 7, realizando diversas mostras, tais como: Alimentário - Arte e Construção do Patrimônio Alimentar Brasileiro e Beatriz Milhazes - Coleção de Motivos. Por quatro anos trabalhou na MOVA como produtora, atuando diretamente no Red Bull Station, além de outros projetos como o Valongo - Festival Internacional da Imagem, na cidade de Santos. Atualmente está na produção da exposição Frestas - Trienal de Artes do SESC, organizada pela Arte3.

Link para inscrição: https://mam.org.br/curso/curso-online-producao-de-exposicao-bastidores-de-uma-mostra-de-arte-com-carol-angelo-e-daniele-carvalho/

Fotografia autoral com Marcelo Greco

18 de agosto a 1 de dezembro | Quartas-feiras, das 20h às 22h

Neste curso são apresentados os trabalhos de renomados fotógrafos para contribuir ao entendimento e desenvolvimento da autoria na fotografia, inserindo o trabalho dos autores nas condições sócio-culturais que os influenciaram. Em um segundo momento de cada aula são discutidos os materiais apresentados pelos alunos e alunas procurando através das reflexões do grupo quais são as questões pertinentes que são expostas no material apresentado e quais caminhos sugeridos ao autor.

Duração: 16 encontros

Público: pessoas interessadas em compreender e se desenvolver no uso da fotografia como forma de expressão artística e que tenham conhecimentos técnicos de fotografia.

Investimento: R$ 1.280,00 em até 5 parcelas

Marcelo Greco trabalha com fotografia desde 1996. Desenvolve projetos nos principais museus do país, como MAM e MASP. Fez diversas exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Faz parte de algumas coleções como da Coleção Joaquim Paiva, Fundação Cultural de Curitiba, Pinacoteca do Estado de SP, etc. Foi curador geral do Festival ‘Paraty em Foco’ 2008. Em 2009 criou a Schoeler Editions.

Link para inscrição: https://mam.org.br/curso/fotografia-autoral-i-com-marcelo-greco/

Carnaval e teatro afrobrasileiro em um Brasil quase moderno com Uila

19 de agosto a 9 de setembro | Quintas-feiras das 19h às 21h

A partir do reconhecimento da busca de uma cultura propriamente brasileira entre o final do séc. XIX e meados do XX, este curso propõe reanalisar o contexto artístico local a partir da produção de grupos afro-brasileiros nas áreas do Carnaval e do Teatro.

Renegando, mas atento aos discursos baseados no mito das três raças, o percurso do curso pretende esmiuçar as ações que tornavam possíveis a elaboração de uma identidade à parte, menos discursivamente miscigenada e mais propositivamente irrigada por uma investigação de uma identidade negra, tensionada tanto pela herança africana como pela condição sócio-cultural destinada à ela na sociedade brasileira.

Duração: 4 encontros

Público: interessados em geral

Investimento: R$ 320,00 em até 4 parcelas

Curso online ao vivo via plataforma de videoconferência

Aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado

Uila (Uilton Garcia Cardoso Júnior) tem formação na área da História da Arte pela Unifesp e como pesquisa principal os estudos do uso das imagens e da colonialidade nas relações raciais da história brasileira. Já trabalhou como educador em museus e instituições culturais, e atualmente é professor de História na Noc Educação, pesquisador no Acervo Bajubá e no Descolonizarte. Participou do Experiências Negras no Instituto Tomie Ohtake (2019), do Diversas: encontro sobre ação educativa e diversidades (2018-19) no SESC, SENAC e NÚCLEO LUZ e da Residência de Pesquisa em Arte Contemporânea na Uberbau_House (2020).

Link para inscrição: https://mam.org.br/curso/curso-online-carnaval-e-teatro-afrobrasileiro-em-um-brasil-quase-moderno-com-uila/

História da arte como história das origens com Renato Menezes

20 de agosto a 10 de setembro | Sextas-feiras das 19h às 21h

Esse curso pretende refletir sobre o compromisso que a História da Arte teve - desde seu nascimento, no século XVI, até o século XX -, com a produção de narrativas focadas na busca e construção de mitos de origem, centrando-se em diferentes ideias de nacionalismo e de territorialidade.

Estruturados em temas e baseados em análise de imagens, os encontros oferecerão um olhar amplo e crítico sobre essa disciplina, a fim de problematizar as categorias tradicionais que a constituem (tais como cronologia, estilo, escolas artísticas etc.) e de repensar seu próprio destino.

Duração: 4 encontros

Público: interessados em geral

Investimento: R$ 320,00 em até 4 parcelas

Curso online ao vivo via plataforma de videoconferência

Aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado

Renato Menezes é historiador e crítico de arte, doutorando em história e teoria da arte pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS, Paris). Mestre em história pela UNICAMP e graduado em história da arte pela UERJ.

Link para inscrição: https://mam.org.br/curso/curso-online-historia-da-arte-como-historia-das-origens-com-renato-menezes/

Poética da terra. Ateliê virtual: produção dos pigmentos naturais (2a edição) com Denise Valarini

26 de outubro a 23 de setembro | Quintas-feiras, das 19h às 21h

Caminhar, coletar elementos naturais nos jardins, nas cozinhas, nas matas para produzir pigmentos naturais a partir dessas matérias-primas é o objetivo deste curso. Será apresentado aos participantes a extração de pigmentos minerais e vegetais com ênfase na produção de laca natural. Pigmentos de laca é o processo de extração da cor, ou seja, do corante de plantas, sementes, cascas de árvores, flores, vegetais transformando-os em pó ou e uma pasta estável. Esses pigmentos podem ser utilizados para fazer tintas aquarelas, tintas a óleo, gizes podendo ser aplicados em diversos suportes como papel, tecido e parede.

Duração: 4 encontros

Público: artistas plásticos, atelieristas, professores e interessados em geral

Investimento: R$ 320,00 em até 4 parcelas

Curso online ao vivo via plataforma de videoconferência

Aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado

Os materiais necessários para participação do curso estão sob responsabilidade de cada participante, uma lista será enviada após a inscrição no curso. Contudo, se faz necessário ressaltar que eles são de baixo custo e coletáveis na natureza.

Denise Valarini Leporino é licenciada em Artes Visuais com ênfase em Design pela Puc- Campinas e mestra pelo Instituto de Artes da Unicamp. Atua como docente na Faculdade Unimetrocamp, no Curso de Pedagogia. É fundadora do Projeto Poética do Habitar, investigando a extração de pigmentos e produção de materiais naturais em conexão com a natureza. Investiga metodologias no Ensino de Arte Contemporânea para crianças. Trabalha com formação de Professores e é professora na rede particular de ensino.

Link para inscrição (início das inscrições 30/07): https://mam.org.br/curso/curso-online-poeticas-da-terra-atelie-virtual-producao-dos-pigmentos-naturais-com-denise-valarini/

Sobre o MAM São Paulo

Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.

O Museu mantém uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.

https://www.mam.org.br/MAMoficial

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https://www.youtube.com/MAMoficial

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Carlos de Brito e Mello retorna à literatura com livro infantil sobre paternidade

Autor posa lendo com sua filha 
Foto: Graziela Andrade
Literatura? Sim! Filhas e filhos? Sim, sim! E combinam? Claro que sim! Passados oito anos desde “A cidade, o inquisidor e os ordinários”, romance finalista dos prêmios São Paulo de Literatura e Portugal Telecom de Literatura, o escritor Carlos de Brito e Mello prepara-se para o lançamento de seu primeiro título infantil, “O caderno do papai”, que acontece no dia 24 de julho, sábado, às 11h, na livraria Quixote, pela Acolá Editora.

Mais do que uma obra que aborda a experiência de paternidade específica de Carlos, “O caderno do papai” se apresenta como um comovente flagrante da relação de partilha que tem início com o nascimento de uma criança – e o consequente nascimento do pai - na construção de um amoroso texto comum, feito de impressões que o afeto fabrica, mistura e propaga. 

Terceiro livro da série iniciada por “Tic-tic, o elástico invisível do coração” e “Mamãe Bel”, de Graziela Andrade, ambos da Acolá Editora, “O caderno do papai” começa com a descoberta de um intrigante caderno pelos personagens Liz e Tom. A curiosidade dos dois irmãos, que os leva até o papai Hugo, revela que o companheirismo é um laço que se escreve por muitas mãos, interminavelmente.

A publicação d’ “O caderno do papai” marca também um momento novo na carreira de Carlos de Brito e Mello e na trajetória da Acolá Editora. A partir de agora, ele assume definitivamente o cargo de editor, tornando-se responsável pela produção dos novos livros da casa, que já está recebendo manuscritos.

Conheça a Coleção Tic-Tic, além dos outros títulos da Acolá Editora, e entenda como a família do papai Hugo, da mamãe Bel, da Liz e do Tom lida com questões como o amor, a produção de laços, a independência e a saudade. 

Sobre a Acolá:

A Acolá Editora tem como objetivo levar ótimas histórias para crianças dentro e fora do Brasil, investindo na criação literária e na excelência editorial, além de apoiar e realizar, decisivamente, todas as atividades envolvidas no processo de elaboração do livro. Apostamos na diversidade, na valorização da cultura brasileira e no compromisso com a difusão da língua portuguesa, neste mundo que é de todos nós. 

“O caderno do papai” também marca o retorno da Livraria Quixote ao modo presencial de lançamentos de livro, observados os devidos cuidados para evitar aglomerações. Para quem prefere acompanhar à distância, o evento contará com uma live, na quarta-feira (21), às 18h, no perfil @acolaeditora. Livros assinados pelo autor podem ser entregues diretamente na casa dos leitores.

Livraria Quixote, sábado, 24 de julho, entre 11h e 14h

Endereço: rua Fernandes Tourinho 274, Savassi, Belo Horizonte,Minas Gerais.

Live: quarta, 21 de julho, 18h30 - @acolaeditora

Os livros da Coleção Tic-Tic

O Caderno do Papai – R$ 37,90

Mamãe Bel – R$ 37,90

Tic-Tic: o elástico invisível do coração – R$ 37,90

Promoção de Lançamento: os 3 livros por R$ 96,00

Site: www.acolaeditora.com / Instagram: @acolaeditora  

Além do site da editora e da livraria Quixote, os livros podem ser encontrados nas lojas Leitura, do Boulevard Shopping e do Pátio Savassi.

Sobre os autores da coleção Tic Tic 

Carlos de Brito e Mello é pai de Isadora e Helena. Nasceu em Belo Horizonte, em 1974, onde reside. É escritor, artista plástico e psicanalista. Doutor em Comunicação Social pela UFMG, defendeu a tese “Reverbera o verbo-estrondo ante o Fim: figurações da palavra aguilhoada na obra de Arthur Bispo do Rosário”. Publicou “O cadáver ri dos seus despojos” (contos, Editora Scriptum, 2007), “A passagem tensa dos corpos” (romance, Companhia das Letras, 2009) e “A cidade, o inquisidor e os ordinários” (romance, Companhia das Letras, 2013). Foi finalista dos prêmios São Paulo de Literatura (2010 e 2014), Jabuti de Literatura (2010) e Portugal Telecom de Literatura (2010 e 2014). Nas artes plásticas, desenvolve projetos relacionados, especialmente, à escrita, ao desenho e à pintura, além de iniciativas de performance e ação urbana.

Graziela Andrade é artista e professora da Licenciatura em Dança da UFMG, doutora pela UFMG e Paris-Est, tendo atuado também no Programa de Pós-graduação em Artes (PPGArtes), da Escola de Belas Artes da UFMG. Pesquisou por cerca de uma década as relações entre o corpo e as tecnologias da informação, experimentando-as através de criações em dança. Casada com Carlos de Brito e Mello, é mãe da Isadora e da Helena, corresponsáveis por torná-la escritora de literatura infantil e também artista plástica. Lançou recentemente o infantil “Mamãe Bel” (2021) e ano passado deu início a coleção Tic-Tic com o livro “O elástico invisível do coração” (2020). Publicou ainda, como resultado de suas pesquisas os livros “Corpografias em Dança” (Scriptum, 2017) e “Corpographies en Danse” (L’Harmattan, 2015), resumo de sua tese publicado em Paris. Recebeu bolsa de fomento da Biblioteca Nacional que dará origem ao seu próximo lançamento infantil ainda este ano. 

Entrevista com o ator Carlos de Brito e Mello

Fale sobre a concepção do livro O caderno do papai, ele integra a coleção Tic Tic. Do que se trata a nova obra e de que forma ela se integra aos demais livros da coleção? 

“O caderno do papai” surgiu de um desafio proposto pela minha mulher, Graziela Andrade, autora de “Tic-tic, o elástico invisível do coração” e de “Mamãe Bel”, de criar uma continuação para os dois livros que ela já tinha escrito, a partir da perspectiva de um pai. Então, introduzi na família a figura do papai Hugo, que se tornou também uma maneira de falar um pouco da experiência, que vivi e vivo diariamente, de ser pai de duas meninas. Decidi entrelaçar, no livro, duas das dimensões mais centrais da minha história, a paternidade e a escrita, na invenção de um caderno que fosse encontrado por dois irmãos e que reunisse, amorosamente, os traços que os conectam ao pai.

Você é autor consagrado em publicar livros para adultos. O que o levou a se lançar também na literatura infantil? 

Minha chegada à literatura infantil é tributária, em primeiro lugar, do contato com as obras que marcaram a minha vida de pequeno leitor. Mas é uma consequência, sobretudo, da experiência de paternidade, que transformou minha vida radicalmente. 

Qual o desafio em escrever para crianças? 

Em “O caderno do papai”, eu senti que escrevia maiscom a criança do que para a criança, ou seja, que escrevia com as crianças que me fizeram pai. Posso dizer que não acredito que o leitor seja tão somente o destinatário do texto, mas um integrante dele desde o início. Nesse sentido, o exercício mais importante que pratiquei durante o processo de escrita foi, sem dúvida, o do despojamento: a criança inventa, imagina, fábula, mas, ao mesmo tempo, é aguda. Ela mira no essencial.

Além de escritor, você também é jornalista e agora se lança também como editor na Acolá Editora. Como está sendo este novo trabalho, conte sobre a atuação na editora.

Como escritor, a gente está sempre editando as próprias obras, né? Mas o desejo de voltar a trabalhar profissionalmente com edição, podendo me dedicar também às obras de outros autores, era grande. Na Acolá, lançados os primeiros títulos e com a chegada de novos projetos, senti necessidade de ir para a linha de frente da produção editorial, atuando desde a seleção de originais até a publicação. Contamos com uma estrutura de trabalho enxuta, mas dinâmica e precisa, que recebeu investimentos recentes, a fim de garantir a qualidade dos livros.