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quarta-feira, 2 de julho de 2025

Marcelo Rubens Paiva lança “O Novo Agora” e fala sobre "Ainda Estou Aqui" no Sempre Um Papo

Foto: Socorro Acioli
O escritor Marcelo Rubens Paiva é o convidado do Sempre Um Papo para uma conversa sobre o seu aclamado livro "Ainda Estou Aqui", que deu origem ao filme homônimo, vencedor do Oscar. O autor também fará o lançamento do seu mais recente livro, “O Novo Agora”. Depois da conversa, mediada pelo jornalista Afonso Borges, ele segue para uma sessão de autógrafos. O evento acontece na segunda-feira (14), às 19h30, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes,  com entrada gratuita. A retirada de ingressos deve ser feita online, a partir do dia 11 de julho, sexta-feira, através da página do Palácio das Artes na plataforma Eventim.

O Novo Agora

Publicado em abril pelo selo Alfaguara, da Companhia das Letras, o autobiográfico “O Novo Agora” é a brilhante sequência de “Feliz Ano Velho” e “Ainda Estou Aqui”. Em seu mais novo livro, Marcelo Rubens Paiva intercala memórias e acontecimentos familiares para construir uma narrativa envolvente e íntima sobre a paternidade. Além disso, ele recria, com sensibilidade, um momento desafiador da história recente do Brasil.

Nas obras anteriores, “Feliz Ano Velho” e “Ainda Estou Aqui”, Marcelo conta sobre o acidente que o deixou numa cadeira de rodas aos vinte anos; o desaparecimento do pai, Rubens, durante a ditadura militar; e a luta da mãe, Eunice, para cuidar sozinha dos cinco filhos. Desta vez, em “O Novo Agora”, é o próprio Marcelo quem está no papel de pai.

Marcelo mergulha nos desafios da paternidade, ao mesmo tempo em que recorda períodos especialmente duros do país: primeiro, a guinada política que atinge em cheio sua família e artistas. Depois, a pandemia. E, em meio a isso, a lenta fragmentação do casamento. Às vezes bem-humorado, em outras melancólico, o autor traça uma narrativa que avança e recua no tempo. Dessa forma, ele constrói um retrato complexo de uma família atravessada por crises em diferentes níveis, incerta quanto ao futuro, mas que, aos poucos, aprende a sobreviver.

Ainda Estou Aqui

No livro “Ainda Estou Aqui”, o escritor paulista Marcelo Rubens Paiva conta a história de luta de sua mãe, Eunice Paiva, por justiça. Casada com o deputado Rubens Paiva, ela esteve ao lado do marido quando ele foi cassado e exilado, em 1964. Mãe de cinco filhos, passou a criá-los sozinha quando, em 1971, o marido foi preso, torturado e morto por agentes da ditadura. Em meio à dor, Eunice se reinventou, voltou a estudar, tornou-se advogada e defensora dos direitos indígenas. O livro foi publicado pelo selo Alfaguara em 2015, e recebeu adaptação cinematográfica em 2024.

Aclamado pela crítica internacional, “Ainda Estou Aqui” foi o primeiro filme brasileiro a vencer o Oscar, considerada a mais importante premiação do cinema no mundo. O longa-metragem, dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Torres, conquistou o prêmio na categoria Melhor Filme Internacional. Além disso, o filme foi vencedor do prêmio de melhor roteiro na 81ª edição do Festival de Veneza. Por sua atuação como Eunice Paiva, Fernanda Torres recebeu também o primeiro Globo de Ouro da história do cinema brasileiro.

Marcelo Rubens Paiva é escritor, dramaturgo e roteirista. Autor de uma extensa lista de romances, além de peças teatrais e roteiros para o cinema e televisão, recebeu importantes prêmios literários, como o Jabuti, Prêmio Shell, Moinho Santista e da Academia Brasileira de Letras. Suas obras foram adaptadas para filmes, teatro e séries de TV, e traduzidas para o inglês, espanhol, francês, italiano, alemão e tcheco. É autor, entre outros, dos livros “Feliz Ano Velho” (1982) – com mais 1,5 milhões de exemplares vendidos -; “Blecaute” (1986), “Meninos em Fúria” (2016), em parceria com Clemente Tadeu Nascimento;  e “Do começo ao fim” (2022). 

Sempre Um Papo

Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

O projeto é patrocinado pela Emgea, via Lei Rouanet, do Ministério da Cultura.

Sempre Um Papo recebe Marcelo Rubens Paiva

Dia 14 de julho, segunda-feira, às 19h30

Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537 – Centro, Belo Horizonte)

Entrada gratuita e retirada de ingressos a partir do dia 11 de julho na página do Palácio das Artes na plataforma Eventim 

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quarta-feira, 21 de maio de 2025

Sempre Um Papo recebe Frei Betto para o lançamento do livro de memórias “Quando fui pai do meu irmão”

Foto: Alne Reis

O escritor Frei Betto é o convidado do Sempre Um Papo para o debate e o lançamento do  livro “Quando fui pai do meu irmão” (Edições 70). A conversa será mediada por Afonso Borges e acontece na quinta-feira (29), às 19h30, na Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, com entrada gratuita.

 “Quando fui pai do meu irmão” é um livro em que Frei Betto compartilha surpreendentes lições de vida, repletas de sabedoria, pedagogia e espiritualidade. Ao longo de aproximadamente 180 páginas, o autor narra, com esmero e fascínio, situações inusitadas e extraordinárias que ele vivenciou. Uma vida se faz de inúmeros eventos, por mais corriqueiros que pareçam. No caso de Frei Betto, tais acontecimentos não se restringem à trajetória da maioria das pessoas, inseridas em rotinas familiar e profissional que, muitas vezes, se assemelham. 

Durante anos, Frei Betto cuidou de seu irmão caçula, afetado por distúrbios mentais. A relação afetuosa entre os dois comprova que a melhor terapia para dependentes químicos é o amor, embora médicos, remédios e terapias sejam necessários. Como o autor testemunha nessas páginas, o apoio familiar é essencial em casos como o do seu irmão.

Frade dominicano e jornalista, Frei Betto é autor de mais de 70 livros, de vários gêneros, como romances, ensaios e obras infantis. Escreveu seu primeiro livro, “Cartas da prisão”, durante o período em que esteve preso sob a ditadura militar, de 1969 a 1973. Recebeu importantes reconhecimentos literários, como o Prêmio Jabuti (1982), com o livro "Batismo de sangue"; o Prêmio Juca Pato (1985) com "Fidel e a religião"; e o prêmio de “Melhor Obra Infanto-Juvenil” (1998) com a “A noite em que Jesus nasceu”, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte.

Sempre Um Papo

Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

O Sempre Um Papo é patrocinado pela Emgea, via Lei Rouanet, do Ministério da Cultura.

Sempre Um Papo recebe Frei Betto

Dia 29 de maio, quinta-feira, 19h30

Local: Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais (Praça da Liberdade, 21, Belo Horizonte)

Entrada gratuita

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quinta-feira, 17 de abril de 2025

Sempre Um Papo recebe Maíra Marcondes Moreira

Foto: Belle Photo

A psicanalista e escritora Maíra Marcondes Moreira participa do Sempre Um Papo, em Belo Horizonte, para o debate e o lançamento do livro “Freud e o casamento: o sexual no trabalho de cuidado” (Editora Autêntica). O encontro, que tem entrada gratuita, acontece na terça-feira (22), às 19h30, na Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais (Praça da Liberdade, 21). Depois do bate-papo, mediado por Jefferson da Fonseca, a autora segue para uma sessão de autógrafos. 

Sobre “Freud e o casamento”

O livro questiona a faceta maternalista e conservadora de Sigmund Freud, considerado o pai da psicanálise. As teorias que ele formulou sobre as relações matrimoniais, os papéis de gênero e a exigência do cuidado nas relações afetivas são objeto de análise de  Maíra Marcondes  Moreira, no livro.

Nesse sentido, a obra questiona a cisheteronormatividade monogâmica da qual se ocupou quase exclusivamente o austríaco em seus estudos. O recorte mostra uma faceta mais conservadora do psicanalista – em contraposição a leituras que defendem que Freud era um feminista de vanguarda – e faz ainda uma articulação entre o cuidado e o trabalho, assunto muito em pauta nos dias de hoje. 

Além de criticar o quão previsto está o trabalho de cuidado tradicionalmente vinculado às mulheres, a autora busca recuperar o sexual como modo de desestabilizar posições naturalizadas. Sendo assim, Maíra propõe uma coletivização comunal do trabalho de cuidado, superando as visões maternalistas e conservadoras que seguem operando nas parcerias, na psicanálise, na sociedade, nas políticas públicas e, até mesmo, no feminismo.

Maíra Marcondes Moreira é graduada em Psicologia e mestre em Estudos Psicanalíticos pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), é especialista em Clínica Psicanalítica na Atualidade e doutora pela Pontifícia Católica de Minas Gerais (PUC Minas), com período sanduíche no Departamento de Filosofia da New School for Social Research (NSSR), em Nova York. Publicou também os livros “O feminismo é feminino? A inexistência da Mulher e a subversão da identidade” (Annablume, 2019; 2. ed. Scriptum, 2021) e “Fins do Sexo: como fazer política sem identidade” (Autonomia Literária, 2022).

Sempre Um Papo

Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

O projeto é patrocinado pela Cemig, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

Sempre Um Papo recebe Maíra Marcondes Moreira

Dia 22 de Abril, terça-feira, 19h30

Local: Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais (Praça da Liberdade, 21, Belo Horizonte)

Entrada gratuita

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quarta-feira, 2 de abril de 2025

Olívia Pilar é a convidada no Sempre Um Papo Virtual

Foto: Tarcila Guedes


A escritora Olívia Pilar participa do Sempre Um Papo Virtual para falar sobre seu livro "Um traço até você" (Editora Intrínseca) e conversar sobre sua trajetória na literatura. O bate-papo, mediado pela jornalista Jozane Faleiro, será exibido na quinta-feira (3), às 19:30h, no canal no YouTube do Sempre Um Papo. 

Sobre o livro "Um traço até você"

Vencedor do Prêmio Loba Festival Literário 2024 de Melhor Romance, “Um traço até você” apresenta uma narrativa sensível e envolvente sobre temas como auto descoberta, desafios da vida adulta e a experiência de uma jovem negra e audaciosa em uma sociedade que deslegitima seu direito de ocupar todos os espaços.

Lina, a protagonista, estuda em uma das melhores universidades do país, mora em um bairro de classe média alta de Belo Horizonte e está sempre se divertindo com os amigos. Nos planos, faltam apenas o apoio dos pais para a carreira de ilustradora e o dinheiro para um sonhado curso de desenho no Chile.


Quando consegue uma vaga de estágio, Lina acredita que está tudo resolvido. Apesar de não gostar de Administração, o projeto sobre inclusão e diversidade parece interessante. Mas Lina logo recebe olhares estranhos e tarefas que colocam sua capacidade em xeque. E talvez isso tenha a ver com a cor de sua pele.

Então seu caminho cruza com o de Elza, uma estudante do curso de Letras que traz em seus versos a importância da luta por uma sociedade mais justa. À medida que se aproximam, Lina se dá conta de que o mundo a enxerga de uma forma que ela não imaginava, e precisa buscar em seu lado artístico a força para construir sua identidade. Juntas, Lina e Elza vão confrontar seus medos, suas inseguranças e viver uma história de amor inesquecível.

Olívia é escritora, mestra e doutoranda em Comunicação Social pela UFMG. Busca trazer representatividade para suas histórias, que têm protagonistas negras e garotas que gostam de garotas. Publicou, de forma independente, cinco contos pela Amazon: “Entre estantes”, “Tempo ao tempo”, “Dia de domingo”, “Pétala” e “Quando o sol voltar”. Participou de cinco coletâneas também publicadas na Amazon e das antologias “Todo mundo tem uma primeira vez” (Plataforma21, 2019), “De repente adolescente” (Seguinte, 2021), “Flores ao mar” (Mazza Edições, 2022), “Sobre amor e estrelas (e a cabeça nas nuvens)” (Rocco, 2022) e “Finalmente 15” (Galera Record, 2023). 

A conversa com Olívia Pilar faz parte da série de programas do Sempre Um Papo patrocinados pela Cemig, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura. O projeto contempla escritores de diferentes cidades de Minas Gerais. Em 2025, já passaram pelo programa autores como Eliana Sá (Santo Antônio do Monte); Éder Rodrigues (Pouso Alegre); Daniel de Matos (Belo Horizonte) e Elizabete Carvalho (Três Marias). Todos os eventos podem ser assistidos no Youtube do Sempre um Papo.

Sempre Um Papo - 39 anos

Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

Sempre Um Papo Virtual recebe Olívia Pilar

Dia 3/04, quinta-feira, às 19h30

Transmissão on-line, no YouTube do Sempre Um Papo

segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Rauer, autor de “Ab ácido: estórias”, participa do Sempre Um Papo Virtual

Foto: Cláudia Bortolato
Escritor mineiro lança livro de contos em meio a seus trabalhos acadêmicos

O doutor em Estudos Literários Rauer participa do Sempre um Papo Virtual em uma conversa com Gabriel Pinheiro sobre sua publicação mais recente, "Ab ácido: estórias". A conversa com o escritor será transmitida no canal do YouTube do Sempre Um Papo, com estreia nesta terça-feira (28), às 19h30. 

Em "Ab ácido: estórias", ao realizar uma literatura rascante e selvagem, patêmica e rebelde, consolidada em altíssima voltagem, Rauer traz estórias alexandrinistas que bem definem o nosso tempo, em narrativas que mesclam as lições dos grandes mestres da literatura brasileira e universal ao novo, ao inventivo e ao inesperado. Para o escritor, antes de serem metáforas, seu mais novo livro é “linguagem que evoca o mundo em que estamos e que carrega em si invenção, utopia, esperança”.

O livro contém treze narrativas, divididas em três blocos: “Abranúncio”, com três contos; “Veredas”, com cinco contos; e “Som e fúria”, com outros cinco contos. Cada uma dessas partes é precedida por epígrafes, que se assemelham a microcontos. A obra conta ainda com uma entrevista com o autor e uma tábua cronológica que indica o ano em que foram publicadas cada uma de duas dezenas de trabalhos de Rauer até o momento, tanto os acadêmicos quanto os ficcionais e os poéticos.

Rauer Ribeiro Rodrigues nasceu em Ituiutaba, no Triângulo Mineiro. Após cursar Filosofia na USP, graduou-se em Estudos Sociais e em História no Instituto Superior de Ensino e Pesquisa de Ituiutaba (ISEPI). Tem especialização em Literatura na UFU e doutorado em Estudos Literários pela Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara. Fez pós-doutorado em Literatura Comparada na UERJ, tendo Roberto Acízelo como supervisor. É professor aposentado da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), onde trabalhou de 2006 a 2024. Integrou o corpo docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFMS/Câmpus de Três Lagoas e de outras pós-graduações na UFMS, em Corumbá e em Campo Grande. Presidiu a Comissão Acadêmica Local de Curso (CALC) do Programa de Mestrado Profissional em Letras em Rede Nacional (PROFLETRAS) do Câmpus de Três Lagoas, biênio 2020-2022. Atuou com maior ênfase em Estudos Literários, nos seguintes temas: literatura brasileira, teoria literária, história da literatura, literatura brasileira contemporânea, conto e escrita feminina. É líder do Grupo de Pesquisa Literatura e Vida e colaborador do Grupo de Pesquisa Literatura e Tempos Sombrios. 

Sempre Um Papo

Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

O projeto tem o patrocínio da Cemig e Emgea, via Lei Rouanet, do Ministério da Cultura. 

Sempre Um Papo Virtual recebe Rauer

Dia 28 de janeiro, terça-feira, 19h30 (horário dr Brasília)

Transmissão on-line, no YouTube do Sempre Um Papo. Assista de qualquer cidade do mundo.

domingo, 24 de novembro de 2024

Sempre Um Papo recebe a escritora Lavínia Rocha

Foto: Rafaela Perdigão
A escritora e professora Lavínia Rocha é a convidada do Sempre um Papo para uma conversa  sobre a sua carreira literária, sobre a trilogia Entre Três Mundos (Autêntica), sobre o protagonismo negro em seus livros, sobre educação natirracista e sobre o seu método de ensino que utiliza a "pedagogia do entusiamo".  O bate-papo tem a mediação da jornalista Jozane Faleiro e será transmitido no canal do YouTube do Sempre Um Papo, com estreia na terça-feira (26), às 19h30.

Além de aprofundar nos caminhos que percorreu enquanto escritora, Lavínia também apresentará suas publicações literárias, como seus trabalhos voltados para o público infantojuvenil. 

Lavínia Rocha nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. É escritora, palestrante, professora, revisora, leitora crítica e leitora de sensibilidade. Começou a escrever aos 11 anos e é autora dos livros O mistério da Sala Secreta (2021), Um amor em Barcelona (2010), De olhos fechados (2014) e da trilogia Entre 3 mundos (2022 - Autêntica). Participou das coletâneas Flores ao mar (2022), As artes mágicas do Ignoto (2021), Amores improváveis no colégio (2016) e Raízes do amanhã: 8 contos afrofuturistas (2021), uma parceria entre as editoras Gutenberg e Plutão. Para o público adulto, escreve sob o pseudônimo Lia Rocha. Formada em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ministra palestras sobre sua carreira, feminismo e protagonismo negro em escolas e eventos literários e considera o vínculo com o ambiente escolar um dos maiores presentes que a escrita lhe deu.

Sempre Um Papo

Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

O Sempre Um Papo tem o patrocínio da Cemig e Emgea, via Lei Rouanet, do Ministério da Cultura. 

Sempre Um Papo apresenta Lavínia Rocha

Dia 26 de novembro, terça-feira, 19h30

Transmissão on-line no YouTube do Sempre Um Papo

terça-feira, 5 de novembro de 2024

Sempre Um Papo recebe Monja Coen

Foto: Fernando Rabelo

O projeto Sempre Um Papo recebe Monja Coen para o debate sobre o seu livro “Ser feliz: é possível?”, escrito em coautoria com Gustavo Arns. O encontro acontece na quinta-feira (7), às 19h30, no Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, no Auditório Vivaldi Moreira (Avenida Raja Gabaglia, 1315 – Luxemburgo, Belo Horizonte). O evento conta com a mediação de Jefferson da Fonseca, tem entrada gratuita por ordem de chegada, até alcançar a capacidade máxima do teatro, de 220 pessoas.

Muito se debate sobre o que é felicidade e como encontrá-la. Afinal, o que é preciso para ser feliz? Unindo espiritualidade e ciência, Monja Coen e Gustavo Arns tentam responder se “Ser feliz: é possível?”, no livro lançado pela Papirus 7 Mares. Na obra os autores conversam sobre a importância de ser realmente presente para alguém e de acolher as emoções, sejam elas boas ou ruins.

Gustavo Arns é o idealizador do Congresso Internacional de Felicidade, evento que reúne palestrantes de todo o Brasil e do mundo. Juntamente com a Monja Coen, apresenta, na obra, uma análise sobre a felicidade que inclui reflexões relacionadas à procura de um propósito e ao contentamento com a vida. Segundo os autores, a busca por um estado de satisfação é um processo que envolve autoconhecimento, equilíbrio e capacidade de viver plenamente o presente. Monja Coen destaca o fato de a felicidade ser transitória, pois existem momentos de plenitude e outros de insatisfação. Gustavo Arns explora o impacto da cultura e da ciência na compreensão desse sentimento, na perspectiva de que pode ser desenvolvido como uma habilidade a ser treinada.

Como se participassem da conversa, os leitores são chamados para a discussão e convidados a pensar sobre o papel das emoções, da liberdade e das escolhas pessoais. Para os autores, a felicidade pode ser um pano de fundo para a existência – não que as pessoas estejam felizes o tempo todo, mas vivenciam situações de alegria em diferentes nuances.

“Ser feliz: é possível? Um diálogo entre ciência e espiritualidade” é uma publicação para quem procura um entendimento aprofundado do significado da felicidade e de como traçar esse caminho de maneira equilibrada. Em concordância, os autores apontam que felicidade não significa acumular bens ou realizar desejos imediatos, mas simboliza a capacidade de sentir a vida e as diferentes emoções que ela proporciona.

Monja Coen Roshi é missionária oficial da tradição Soto Shu do Zen Budismo e primaz fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil. Foi ordenada monja em 1983.  Após viver 12 anos no Japão, retornou ao Brasil para liderar, durante seis anos, as atividades do Templo Busshinji, sede da tradição Soto Shu da América do Sul.  Em 2001 fundou a Comunidade Zen Budista, com sede no Templo Tenzui Zenji, no bairro do Pacaembu em São Paulo. Orienta grupos afiliados no Rio Grande do Sul, DF, Paraíba, Rio de Janeiro e interior de São Paulo (Ribeirão Preto). Participa de diversas atividades públicas, incluindo encontros interreligiosos, buscando promover o princípio da não violência ativa e da cultura de paz. 

Sempre Um Papo

Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

O Sempre Um Papo é viabilizado por meio do patrocínio da Cemig, Companhia Energética de Minas Gerais S.A, e da Emgea, Empresa Gestora de Ativos S.A, via Lei Rouanet, do Ministério da Cultura. 

Sempre Um Papo recebe Monja Coen

Dia 7 de novembro, quinta-feira, 19h30

Local: Tribunal de Contas de MG, no Auditório Vivaldi Moreira (Avenida Raja Gabaglia, 1315 – Luxemburgo, BeloHorizonte)

Entrada gratuita, por ordem de chegada, mediante lotação

 *Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

terça-feira, 22 de outubro de 2024

Valter Hugo Mãe participa do Sempre Um Papo com mediação de Leila Ferreira

Foto: Lucília Monteiro 

O escritor português Valter Hugo Mãe é o convidado do Sempre Um Papo para uma conversa  com a jornalista e escritora Leila Ferreira sobre o livro “Deus na Escuridão”, publicado pela Globo Livros – Selo Biblioteca Azul. O encontro será realizado na segunda-feira (28), às 19h30, no Auditório da Cemig (Av. Barbacena, 1200 – Santo Agostinho, Belo Horizonte), com entrada gratuita.

Além da participação no evento, Valter Hugo Mãe integra a programação da quarta edição do Festival Literário Internacional de Itabira, o Flitabira. Sua primeira participação é em uma mesa de debate junto a Itamar Vieira Junior, Morgana Kretzmann e Tom Farias, que acontece no dia 30 de outubro, quarta-feira, às 21h. No dia 1.º de novembro, sexta-feira, é a vez do autor se reunir com Eugênio Bucci e a cubana Teresa Cárdenas em uma mesa, às 21h30. Ambas as rodas de conversa serão realizadas no Teatro da Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade, onde o Flitabira será realizado de 30 de outubro a 3 de novembro, no município mineiro, que fica a cerca de 100KM de Belo Horizonte.

“Deus na Escuridão” é um romance delicado e profundo de Valter Hugo Mãe sobre o amor fraterno e a necessidade de cuidar de alguém. Pode o amor de um irmão ser divino igual ao amor de uma mãe? Como os pássaros, os irmãos Pouquinho e Felicíssimo vivem nas alturas, em casas incrustadas em uma rocha íngreme na pequena comunidade do Buraco da Caldeira, na Ilha da Madeira. É ali, entre a natureza indomável, uma paisagem mítica e a fé imensurável, que eles passam os seus dias em meio à labuta diária, movidos por um amor sublime, que corteja o divino. Desde o nascimento de Pouquinho, Felicíssimo soube que lhe caberia a função de cuidar do irmão caçula, que nasceu com uma condição física incomum e flanava em algum lugar entre o estranho e o santificado. Felicíssimo, porém, aceita desde o primeiro momento esse compromisso não como um dever, mas como um ato supremo de afeição. Com um projeto gráfico especial e prefácios do músico Rodrigo Amarante e do professor de Literatura Carlos Reis, Deus na Escuridão explora a ideia de que amar é sempre um sentimento que se exerce na escuridão. Um manifesto de lealdade e resiliência assinado com a maestria literária que tornou Valter Hugo Mãe um dos mais laureados autores do nosso tempo.

Valter Hugo Mãe é escritor, editor e artista plástico. Cursou pós-graduação em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea na Universidade do Porto. Possui livros publicados de poesia, contos e narrativa longa. Em Portugal, atuou como editor de autores brasileiros como Ferreira Gullar, Manoel de Barros e Caetano Veloso. Atualmente, apresenta um programa de entrevistas na televisão e escreve colunas para os veículos Público e Jornal de Letras. Em seus trabalhos, o autor se destaca pela variedade dos meios de expressão e de temáticas, que podem falar dos pequenos detalhes do cotidiano, dos problemas contemporâneos enfrentados por países como Portugal ou das paisagens da Islândia, combinando uma prosa apurada e histórias marcadas pela emoção.

O Sempre Um Papo é viabilizado por meio do patrocínio da Cemig, Companhia Energética de Minas Gerais S.A, e da Emgea, Empresa Gestora de Ativos S.A, via Lei Rouanet, do Ministério da Cultura. 

Sempre Um Papo

Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

Sempre Um Papo recebe Valter Hugo Mãe

Dia 28 de outubro, segunda-feira, 19h30

Local: Auditório da Cemig (Avenida Barbacena, 1.200, Santo Agostinho, Belo Horizonte)

Entrada gratuita

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

segunda-feira, 7 de outubro de 2024

Sempre um Papo recebe Clóvis de Barros Filho e Ilan Brenman

Foto: Divulgação 
Os escritores Clóvis de Barros Filho e Ilan Brenman participam do Sempre Um Papo para o debate sobre o livro  “Filosofia ao pé do ouvido: felicidade, ética, amizade e outros temas” (Ed. Papirus). O evento acontece na quinta-feira (10), às 19h30, com mediação de Afonso Borges. A conversa será realizada no Auditório da Cemig (Rua Alvarenga Peixoto, 1200 – Santo. Agostinho, Belo Horizonte), com entrada gratuita e acesso por ordem de chegada. 

O Sempre Um Papo é viabilizado por meio do patrocínio da Cemig, Companhia Energética de Minas Gerais S.A, e da Emgea, Empresa Gestora de Ativos S.A, via Lei Rouanet, do Ministério da Cultura. 

No livro “Filosofia ao pé do ouvido: felicidade, ética, amizade e outros temas”,  os pensadores refletem a respeito de justiça, felicidade, ética, conduta, liberdade e igualdade, e também opinam sobre a coragem de ser sábio e a importância da amizade. Em leitura agradável e provocadora, os autores questionam se é possível ser justo e debatem o papel da educação, entre outros assuntos.  A publicação faz parte da coleção Papirus Debates, criada para dialogar sobre assuntos globais que envolvem o modo de viver em sociedade.

“Uma das interpretações da etimologia da palavra ‘educação’ vem do latim e significa ex ducere. Ex é puxar, ducere, para fora. Ou seja, educação é tirar o que o outro tem de melhor. E todo mundo, ou quase todo mundo, tem algo de bom dentro de si”, destaca Ilan Brenman. Para aproveitar a deixa, Clóvis de Barros Filho abre mais o leque: “Por que estudamos tanto a história da França e tão pouco a da África, por exemplo? Se praticamente não há franceses por aqui, mas temos nossos irmãos africanos que, para a nossa sorte, conosco se miscigenaram, deixando aí uma população altamente rica do ponto de vista étnico?”, provoca o professor.

Para travar um diálogo aberto e dinâmico, Clóvis e Ilan enriquecem a narrativa com relatos pessoais e utilizam recursos que aproximam e divertem o leitor. Trazem, por exemplo, comentários que comparam o ator Reynaldo Gianecchini às tantas “beleza alternativas” que se vê por aí – e assim comprovam que a natureza nem sempre é legal com todos. Também usam um meme do Big Brother Brasil para tratar da diferença entre inteligência e sabedoria.  

Com livros publicados no campo da ética, filosofia e educação, os autores convidam os leitores a tomarem consciência do tipo de sociedade em que desejam viver. Alertam sobre a necessidade de identificar aquilo que é mais importante preservar: os valores, que definem a decência existencial e, de certa maneira, permitem uma vida mais próspera com os demais.

Clóvis de Barros Filho, escritor best-seller, é doutor e livre-docente pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Tem mais de 30 livros publicados sobre ética, felicidade, autoconhecimento e valores. Suas palestras cativam as mais diversas plateias, sem o uso de aparatos tecnológicos. Recorrendo a exemplos do cotidiano e histórias divertidas, ensina conteúdos densos de maneira leve e fascinante. 

Ilan Brenman, escritor best-seller, tem mais de 80 livros publicados e reconhecimento internacional, traduzido para diversos idiomas, como alemão, francês, romeno, grego, italiano, espanhol, polonês, sueco, dinamarquês, turco, vietnamita, taiwanês, coreano, chinês, entre outros. Seus trabalhos já foram agraciados com prêmios tanto no Brasil quanto no exterior. Em 2023, ele alcançou um feito inédito em mais de seis décadas de existência do prêmio Jabuti, ao ter dois de seus livros nomeados como finalistas. É bacharel em Psicologia pela PUC-SP e doutor pela Faculdade de Educação da USP. 

Sempre Um Papo

Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em mais de 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

Sempre Um Papo recebe Clóvis de Barros Filho e Ilan Brenman

Dia: 10 de outubro, quinta-feira, 19h30

Local: Auditório da Cemig (Rua Alvarenga Peixoto, 1200, Santo Agostinho,  BeloHorizonte)

Entrada gratuita

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

Mario Sergio Cortella e Terezinha Azerêdo Rios participam do Sempre Um Papo em BH

Foto: Cláudia Hamra


Bate-papo com os filósofos acontece no Teatro Feluma

Os filósofos Mario Sergio Cortella e Terezinha Azerêdo Rios participam do Sempre Um Papo para o debate referente  ao livro  “Vivemos mais! Vivemos bem? Por uma vida plena”, escrito em coautoria. O encontro será realizado na sexta-feira (4), às 19h30, no Teatro Feluma (Alameda Ezequiel Dias, 275 – 7º Andar – Centro, Belo Horizonte). O evento, que terá a mediação de Afonso Borges, idealizador do projeto, tem entrada gratuita por ordem de chegada – a partir das 18h, até alcançar a capacidade máxima para este evento, que é de 373 pessoas.

Muito se tem escrito, falado e divulgado sobre o aumento da expectativa de vida, mas, e sobre a qualidade com que vivemos ou iremos viver anos a mais? Em “Vivemos mais! Vivemos bem? Por uma vida plena”, os filósofos Mario Sergio Cortella e Terezinha Azerêdo Rios fazem uma profunda reflexão sobre o tema, com destaque, nessa nova edição da obra, para o capítulo “Idade preconceito”, que discute o etarismo, assunto que tem ganhado repercussão recentemente.

Ao longo do livro, os autores defendem que mais importante que o comprimento da vida é sua “largueza”. “Claro que queremos viver mais tempo, mas isso de nada vale se não pudermos aproveitar de verdade esse tempo, experimentá-lo em sua riqueza”, ressalta Terezinha. “Quero mais vida, mas não quero qualquer vida”, complementa Cortella. Para o filósofo, “a ideia de vida longa implica viver mais e viver bem. Mas, no meu entender, viver bem não é só chegar a uma idade mais avançada com qualidade material de vida. É também adquirir a capacidade de olhar a trajetória. Porque a vida não é só o agora, é o percurso. Ela é a soma de todos os momentos numa extensão de tempo”. 

Uma das coisas que dificultam a qualidade de vida na velhice é o preconceito em relação à pessoa com mais idade. Sobre isso, os autores lembram que o etarismo não é uma questão recente, e acontece mais nas sociedades ocidentais. “Esse etarismo resulta, num primeiro momento, de um produtivismo no qual se entende que a pessoa com mais idade, sendo menos produtiva, é muito mais um ônus do que um bônus”, aponta Cortella. E complementa, “além do produtivismo, há a ideia do capacitismo, isto é, entende-se que ela é menos capaz, portanto, possui uma série de limitações que alguém com menos idade não tem”.

Terezinha ressalta que é o momento de refletirmos sobre o contexto no qual se dá essa discriminação, pois entende que existe uma dificuldade em nossa sociedade de aceitar as diferenças. “Temos que pensar em como nós nos configuramos para chamar o outro de diferente, e que marcas tem essa diferença. Retomando a ideia de velhice, de idade mais avançada, não é só questão de tempo de vida: é fraqueza, fragilidade, improdutividade. São todos elementos negativos – e serão mesmo, ou terão sido criados num imaginário”, finaliza.

Sobre os autores

Mario Sergio Cortella é filósofo, escritor e palestrante, com mestrado e doutorado em Educação pela PUC-SP, onde atuou como professor titular por 35 anos (1977- 2012). Foi secretário municipal de Educação de São Paulo (1991-1992), tendo antes sido assessor especial e chefe de gabinete do professor Paulo Freire. É autor de diversos livros nas áreas de educação, filosofia, teologia, motivação e carreira, como “Nos labirintos da moral”, com Yves de la Taille, “Ética e vergonha na cara!”, com Clóvis de Barros Filho, “Nem anjos nem demônios: A humana escolha entre virtudes e vícios”, com Monja Coen, e “Viver, a que se destina?”, com Leandro Karnal, todos publicados pela Papirus 7 Mares.

Terezinha Azerêdo Rios é graduada em Filosofia pela UFMG. Cursou o mestrado em Filosofia da Educação na PUC-SP, onde fez parte, por mais de 30 anos, da equipe de professores do Departamento de Teologia e Ciências da Religião. Doutorou-se em Educação pela USP, sendo pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Formação de Educador (Gepefe), da Faculdade de Educação. Tem atuado como assessora e consultora em projetos de formação de professores e educação continuada de profissionais de diversas áreas.

Sempre Um Papo

Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

O Sempre Um Papo é viabilizado por meio do patrocínio da Cemig, Companhia Energética de Minas Gerais S.A, e da Emgea, Empresa Gestora de Ativos S.A, via Lei Rouanet, do Ministério da Cultura. 

Instituto Cultural Ciências Médicas de Minas Gerais

O ICCM-MG foi inaugurado em junho de 2024, como parte do projeto estratégico da Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma), mantenedora dos Institutos Ciências Médicas. Sua atuação abraça a excelência e a qualidade, comprometendo-se em promover atividades culturais, publicar trabalhos científicos, preservar o patrimônio histórico e fomentar a produção artística.

É responsável pela gestão do Teatro Feluma, da Editora Universitária Ciências Médicas e do Centro de Memória Ciências Médicas, consolidando seu compromisso com a preservação cultural e o enriquecimento da sociedade.

Teatro Feluma

É uma iniciativa da Fundação Educacional Lucas Machado, mantenedora da Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCM-MG), que tem por objetivo ampliar oportunidades para que artistas e produtores mineiros viabilizem projetos culturais, além de promover a integração das artes com o ensino acadêmico.

Localizado no 7º andar do prédio da FCM-MG, o espaço abriga a sala de espetáculos Prof. Dr. Geraldo Magela Gomes da Cruz, com plateia de 382 lugares e preparada para receber espetáculos teatrais, musicais, de dança, além de eventos corporativos.

Dentro do propósito de incentivar e favorecer a prática científica e o aprendizado, o espaço também tem em sua programação seminários, congressos e outras atividades acadêmicas, integrando arte, ciência e educação. Com forte vocação para propiciar ensino e formação multidisciplinar, a FCM-MG acredita que essa iniciativa amplia o aprendizado ao associar cultura e educação.

Sempre Um Papo recebe Mario Sergio Cortella e Terezinha Azerêdo Rios

Dia 4 de outubro, sexta-feira, 19h30

Local: Teatro Feluma (Alameda Ezequiel Dias, 275 – 7º Andar – Centro)

Entrada gratuita,  por ordem de chegada – a partir das 18h, até alcançar a capacidade do teatro, que é de 373 pessoas.

Informações no Instagram sempreumpapo

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terça-feira, 24 de setembro de 2024

Sempre um Papo recebe Fabrício Carpinejar

Foto: Diego Lopes

Carpinejar, vencedor do prêmio Jabuti, em novo livro, compartilha crônicas com conselhos que gostaria de ter recebido antes dos 40 anos de idade

O escritor Fabrício Carpinejar, é o convidado do Sempre Um Papo para o debate e o lançamento do livro “Se eu soubesse: para maiores de 40 anos”. O evento acontece nesta quinta-feira (26), às 19h30, no Auditório da Cemig (Av. Barbacena, 1200 – Santo. Agostinho, BeloHorizonte) e conta com mediação da jornalista Jozane Faleiro. A entrada é gratuita, por ordem de chegada. 

Nesse livro, o autor reflete sobre saudade, família, luto e tantas outras questões que fazem parte do nosso processo de amadurecimento. Este não é um livro saudosista, mas um livro feito de saudade. Este não é um livro de memórias, mas um livro escrito pela esperança. Este não é um livro de alguém dizendo que seu tempo era melhor, mas de quem entende o quanto toda experiência foi essencial para depurar a personalidade. Este não é um livro sobre envelhecimento, mas sobre maturidade: evoluir com paz, evoluir com serenidade, evoluir com amor-próprio, aceitando, perdoando e convivendo com as suas versões anteriores, que fizeram o possível em cada época de sua vida.

“Se eu soubesse: para maiores de 40 anos” tem gratidão pelos pais, tem reminiscências familiares, tem reflexões a respeito da criação dos filhos, tem a provação do ninho vazio, tem a frutificação da árvore do casamento na meia-idade, tem recomeços profissionais e pessoais, tem o esclarecimento do luto como parte imprescindível da saudade, tem uma abordagem do cotidiano lúcida e sensível, tem soluções maravilhosas para os problemas da alma. Em tom de terapia em voz alta, numa narrativa encadeada por pequenos capítulos sem títulos, ocorre a descrição da infância nos anos 70, da adolescência nos anos 80, acompanhando a mudança de costumes. Surgem lições sobre a dor, lições sobre a amizade. "Você cura a sua tristeza quando se preocupa com a tristeza do outro", conclui Carpinejar.

Prescrito para maiores de 40 anos, o livro se volta ao passado para recolher de lá a necessidade de uma maior presença física na atualidade, de uma maior atenção para a família. "Não existe maior perigo para a felicidade do que acreditar que teremos todo o tempo pela frente", diz o poeta. O autor vai nos alertando aos poucos da finitude que nos espreita, da brevidade insondável da existência. É como se uma voz dentro da mente fosse nos lembrando: não deixe para depois, evite adiamentos. Pois, se você soubesse quando criança que jamais teria novamente a casa cheia, com os avós vivos, os pais e irmãos juntos, com certeza teria agido de forma diferente e aproveitado mais. A questão é esta: você pode agir de forma diferente a partir de agora. É a conversão da expressão popular "eu era feliz e não sabia" para o presente: "seja feliz sabendo". Desde que procure estar ao lado de quem desperta o seu melhor. Afinal, somos instrumentos de uma orquestra. E encontros são músicas inesquecíveis.

Carpinejar é escritor premiado, jornalista com larga experiência em programas em rádio e televisão, ator interpretando suas crônicas, influenciador digital com 5 milhões de seguidores nas redes sociais, palestrante requisitado no mundo corporativo e professor de Estética na pós-graduação da PUC-RS. O comunicador escreve crônicas diárias para o jornal Zero Hora (RS), semanal para o jornal O Tempo (MG), é comentarista da Rádio Gaúcha e do programa “Encontro”, da Rede Globo. Caracterizado por Luis Fernando Verissimo como “usina de lirismo” ou dono de uma influente imaginação destacada por Millôr (“Vai, lê ele, devagar, decifra-o e ele te devora”). Fabrício Carpinejar chama a atenção pela contundência e originalidade de suas opiniões. Com 51 livros publicados, e mais de 20 prêmios literários, entre eles duas vezes o Prêmio Jabuti, Fabrício Carpinejar é um dos escritores contemporâneos brasileiros mais reconhecidos do País.

Suas obras transitam entre diversos gêneros, como poesia, crônica, infantojuvenil e reportagens. Seu livro, “Manual do luto” (Grupo Editorial Record), é um inventário sobre a dor da perda e a solidão irremediável de quem fica. A obra “Cuide dos seus pais antes que seja tarde” (2018) figurou entre as mais vendidas no Brasil na categoria de não ficção, de acordo com a lista da revista Veja e foi tema do TEDx Fortaleza de 2019. O poeta também é reconhecido nas redes sociais por postar pequenos pensamentos escritos em guardanapos, que compartilha diariamente com seus seguidores.

O Sempre Um Papo é viabilizado por meio do patrocínio da Cemig, Companhia Energética de Minas Gerais S.A, e da Emgea, Empresa Gestora de Ativos S.A, via Lei Rouanet, do Ministério da Cultura. 

Sempre Um Papo

Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

Sempre Um Papo recebe Fabrício Carpinejar

Dia 26 de setembro, quinta-feira, 19h30

Local: Auditório da Cemig (Avenida Barbacena, 1.200, Santo Agostinho, Belo Horizonte)

Entrada gratuita

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segunda-feira, 19 de agosto de 2024

Sempre Um Papo recebe Ricardo Aleixo

Foto: Patrick Arley
O Sempre Um Papo recebe o escritor Ricardo Aleixo para o debate sobre o tema sobre "Envelhescência e criatividade", elementos que permeiam seus trabalhos mais recentes. O evento será mediado por Afonso Borges e acontece nesta terça-feira (20), às 19h30, no Teatro José Aparecido de Oliveira (Praça da Liberdade, 21 – Savassi, Belo Horizonte), com entrada gratuita.

Essa edição do projeto é viabilizada por meio do patrocínio da Cemig e Emgea, via Lei de Incentivo à Cultura do MinC, a Lei Rouanet.

Às vésperas de lançar o seu vigésimo primeiro livro ("Tornei de Luanda um kota", nova parceria entre a editora Impressões de Minas e o selo Lira), de inaugurar a sua primeira exposição individual em uma galeria de arte e de partir para uma longa temporada nos EUA, onde atuará como pesquisador visitante do departamento de Performance Studies da NYU/New York University, o poeta, memorialista, ensaísta, artista visual e músico Ricardo Aleixo discorre sobre o impacto do envelhecimento em sua vida criativa. Perto de completar 64 anos, Aleixo afirma que se encontra na fase mais produtiva de sua vida profissional, e que ainda não fez o seu melhor como artista.

Ricardo nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 1960. É poeta, músico, artista multimídia, performer e produtor cultural. Sua lírica é influenciada pela poesia concreta, experimentando a palavra em suas dimensões de conteúdo, sonoridade e visualidade. Seus poemas frequentemente transitam por variadas linguagens, como a música, a performance e as artes plásticas. Questões sociais também estão presentes em seus poemas, valorizando a memória e identidade afro-brasileiras, com referências ao sagrado de matriz africana, à cultura pop e ao cinema. Em 2021, foi considerado doutor por notório saber pela UFMG.

Sempre um Papo – 38 anos

Criado em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o “Sempre Um Papo” é reconhecido como um dos programas culturais de maior credibilidade do país. O projeto realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Em sua história, já ultrapassou os limites de Belo Horizonte e chegou a 30 cidades, em oito estados do País, tendo sido realizado também na Espanha e Portugal. Em 37 anos de trabalho, aconteceram mais de 7 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas. Atua em conjunto com o Sesc SP há 18 anos consecutivos, tendo passado por diversas unidades da instituição.

Ricardo Aleixo no Sempre Um Papo

Dia 20 de agosto, terça-feira, às 19h30.

Local: Teatro José Aparecido de Oliveira (Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais – Praça da Liberdade, 21, Savassi, Belo Horizonte).

Entrada gratuita

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segunda-feira, 12 de agosto de 2024

Joca Reiners Terron participa do Sempre Um Papo

Foto: Renato Parada


O escritor Joca Reiners Terron participa do Sempre Um Papo para o debate sobre o seu livro mais recente, “Onde Pastam Os Minotauros”.  O evento acontece nesta terça-feira (13), às 19h30, no Teatro José Aparecido de Oliveira, da Biblioteca Pública, que fica na Praça da Liberdade, 21, em Belo Horizonte, com entrada gratuita. O encontro terá mediação de Afonso Borges. 

O Sempre Um Papo tem o patrocínio da Cemig e Emgea, via Lei de Incentivo à Cultura do MinC, a Lei Rouanet. 

Ambientado em um Mato Grosso a um só tempo imaginário e perturbadoramente próximo da realidade, no qual a poeira “tem a mesma cor do sangue coagulado”, “Onde Pastam Os Minotauros” dá sequência aos romances anteriores de Joca Reiners Terron, nos quais a diagnose selvagem da realidade social se expressa por meio de uma fabulação perturbadora. Mitologia, poesia e tragédias recentes do país surgem numa trama cheia de suspense, narrada quase minuto a minuto no transcorrer de um dia, mas também pontuada por visões do passado recente e longínquo, como fragmentos de sonho compondo um único e grande pesadelo.

Joca Reiners Terron (Cuiabá, 1968) fundou a editora Ciência do Acidente, pela qual publicou seu primeiro livro de poemas, “Eletroencefalodrama” (1998). A editora também lançou seu romance de estreia, “Não Há Nada Lá” (2001, reeditado pela Companhia das Letras em 2011), e seu segundo livro de poemas, “Animal Anônimo” (2002). Terron publicou os livros de contos “Hotel Hell” (Livros do Mal, 2003), “Curva de Rio Sujo” (Planeta, 2003; publicado em Portugal pela ASA editores, 2005), e “Sonho Interrompido por Guilhotina” (Casa da Palavra, 2006), além de “Guia de Ruas sem Saída”, novela gráfica ilustrada por André Ducci (Edith, 2012). Em 2010, recebeu o Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional pelo romance “Do Fundo do Poço se Vê a Lua” (Companhia das Letras, 2010; publicado em Portugal pela Teorema, 2016). Publicou “A Tristeza Extraordinária do Leopardo-das-Neves” (Companhia das Letras, 2013), “Noite Dentro da Noite” (Companhia das Letras, 2017), “A Morte e o Meteoro” (Todavia, 2019) e “O Riso dos Ratos” (Todavia, 2021), entre outros. Seu último romance é “Onde Pastam os Minotauros” (Todavia, 2023), premiado com o APCA em 2023.

Sempre um Papo – 38 anos

Criado em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o “Sempre Um Papo” é reconhecido como um dos programas culturais de maior credibilidade do país. O projeto realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Em sua história, já ultrapassou os limites de Belo Horizonte e chegou a 30 cidades, em oito estados do País, tendo sido realizado também na Espanha e Portugal. Em 37 anos de trabalho, aconteceram mais de 7 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas. Atua em conjunto com o Sesc SP há 18 anos consecutivos, tendo passado por diversas unidades da instituição.

Joca Reiners Terron no Sempre Um Papo

Dia 13 de agosto, terça-feira, às 19h30.

Local: Teatro José Aparecido de Oliveira (Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais – Praça da Liberdade, 21, Savassi, Belo Horizonte).Entrada gratuita

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sexta-feira, 28 de junho de 2024

Sempre Um Papo recebe Letícia Finamore

Foto: Divulgação
O Sempre Um Papo recebe a escritora e jornalista  Letícia Finamore para o debate e o lançamento de seu livro de estreia “Todo o Zelo de Uma Flor” (Editora Appris), em um encontro mediado por Afonso Borges, idealizador do projeto. O evento acontece em julho, terça-feira (2), às 19h30, no Teatro José Aparecido de Oliveira (Praça da Liberdade, 21 – Savassi, Belo Horizonte). A entrada é gratuita, com viabilização por meio do patrocínio da Cemig e Emgesa, via Lei de Incentivo à Cultura do MinC, a Lei Rouanet. Ingressos antecipados podem ser retirados pelo Sympla. Garanta seu ingresso clicando aqui.

“Todo o Zelo de Uma Flor” é o resultado de um projeto realizado enquanto trabalho de conclusão do curso de Jornalismo na Universidade Federal de Minas Gerais. Na obra, adaptada para a literatura, Letícia apresenta um recorte biográfico da vida de Rosa Maria da Silva Souza, sua avó paterna – uma mulher que não conseguiu se esquivar de seus sonhos, mesmo que em algum ponto de sua jornada precisasse abdicar deles. A vocação de Rosa para cursar Enfermagem a encontrou mesmo quando já havia desistido de seus estudos por vontade de seu pai. Não se graduou enfermeira, mas ainda assim se tornou uma, cuidando das pessoas ao seu redor e vivendo seu sonho sem contudo realizá-lo. “Todo o Zelo de Uma Flor” também conta a história dos elementos que fazem parte da jornada de Rosa: a cidade mineira de Juiz de Fora, a indústria bélica brasileira, o comércio pesqueiro em Leopoldina e Cataguases. A cada capítulo, uma personagem é apresentada — ou, melhor, paciente — que recebeu cuidados médicos de Rosa Maria. 

Letícia Finamore é mineira de Juiz de Fora. Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais, atua como repórter e crítica musical no portal escutai desde 2021 e como jornalista e assessora de imprensa do projeto Sempre Um Papo e seus festivais literários – Fliaraxá, Fliparacatu, Flitabira e Flipetrópolis – desde 2023. Com passagens pela televisão e pelo rádio, realizou a cobertura de festivais musicais como Primavera Sound, Sensacional! e Breve. “Todo O Zelo De Uma Flor” é sua primeira publicação.

Sempre um Papo – 38 anos

Criado em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o “Sempre Um Papo” é reconhecido como um dos programas culturais de maior credibilidade do país. O projeto realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Em sua história, já ultrapassou os limites de Belo Horizonte e chegou a 30 cidades, em oito estados do País, tendo sido realizado também na Espanha e Portugal. Em 37 anos de trabalho, aconteceram mais de 7 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas. Atua em conjunto com o Sesc SP há 18 anos consecutivos, tendo passado por diversas unidades da instituição.

Sempre Um Papo convida Letícia Finamore

Dia 2 de julho, terça-feira, às 19h30.

Local: Teatro José Aparecido de Oliveira (Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais – Praça da Liberdade, 21, Savassi).

Entrada gratuita

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

segunda-feira, 10 de junho de 2024

Isabela Noronha no Sempre Um Papo

A escritora Isabela Noronha é a convidada do Sempre Um Papo para falar sobre seu livro mais recente, “Carlabê”. A obra aborda a cumplicidade e o afeto que pautam uma amizade, os segredos que não são cogitados dividir com ninguém e a violência sorrateira a qual as pessoas estão sujeitas. O encontro é nesta terça-feira (11), às 19h30, no Teatro José Aparecido de Oliveira da Biblioteca Pública (Praça da Liberdade, 21 - Savassi, Belo Horizonte). A entrada é gratuita, mediante retirada de ingresso pela plataforma Sympla, com viabilização por meio do patrocínio da Cemig e Emgesa, via Lei de Incentivo à Cultura do MinC, a Lei Rouanet. Garanta seu ingresso.

“Carlabê”

Um corpo estirado na rua. Uma mulher desaparecida. Sem notícias da amiga há uma semana, tudo que Saramara tem é o caderno em que Carlabê escrevia cartas, deixado no apartamento em que moravam. Agora, ela precisa responder às perguntas de um homem que, gravando a conversa com um celular, a acompanha pelo bairro de Santa Cecília, na busca incerta pelo paradeiro da moça. Levados pela voz de Saramara a construir, por gestos e frases vagas, a imagem de Carlabê, não conseguimos, contudo, dizer com convicção que sabemos quem ela é. As dificuldades para se sustentar na capital paulista expõem as personagens ao desamparo, que ameaça suas relações e as leva a tomar decisões arriscadas. Numa trama que se desenvolve como uma transcrição, intercalando ruídos e trechos de cartas, Isabela Noronha explora as lacunas de uma história para desenhar os meandros de uma amizade e a hostilidade de uma cidade em constante expansão.

Isabela Noronha é jornalista e mestre em escrita criativa pela Universidade Brunel, na Inglaterra. É autora do livro infantil Adeus é para super-heróis, vencedor do Prêmio Barco a Vapor de 2013, e de Resta um, romance publicado pela Companhia das Letras em 2015 e vencedor do prêmio da agência literária Curtis Brown.

Sempre um Papo – 38 anos

Criado em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o “Sempre Um Papo” é reconhecido como um dos programas culturais de maior credibilidade do país. O projeto realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Em sua história, já ultrapassou os limites de Belo Horizonte e chegou a 30 cidades, em oito estados do País, tendo sido realizado também na Espanha e Portugal. Em 37 anos de trabalho, aconteceram mais de 7 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas. Atua em conjunto com o Sesc SP há 18 anos consecutivos, tendo passado por diversas unidades da instituição.

Sempre Um Papo convida Isabela Noronha
Dia 11 de junho, terça-feira, às 19h30.
Local: Teatro José Aparecido de Oliveira (Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais – Praça da Liberdade, 21, Savassi).Entrada gratuita

quinta-feira, 7 de março de 2024

Sempre Um Papo recebe Jeferson Tenório em BH

Foto: Carlos Macedo
O escritor Jeferson Tenório abre a temporada 2024 do projeto “Sempre um Papo” no debate sobre o tema “O avesso da censura: o papel da literatura em ambientes conservadores”, quinta-feira (14), às 19h30, no Teatro José Aparecido de Oliveira (Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais – Praça da Liberdade, em Belo Horizonte), com entrada gratuita, mediante lotação do espaço. Esse encontro tem a marca da defesa da liberdade de expressão na criação literária e o expresso apoio das forças democráticas ao escritor, que teve o seu livro censurado e até recolhido em alguns estados brasileiros, como Rio Grande do Sul e Goiás. Mesmo tendo sido aprovado e distribuído para todo o País por ter sido selecionado Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), do Ministério da Educação. 

Na ocasião, o fundador e presidente do Sempre Um Papo, Afonso Borges, fará um desagravo de apoio a Tenório e à obra “O Avesso da Pele”. Além disso, o evento promoverá uma leitura de trechos do livro feita por voluntários, e será transmitida ao vivo no YouTube do projeto. 

 O Sempre Um Papo é viabilizado por meio do patrocínio da Cemig e da Emgea, via Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, Lei Rouanet.

Jeferson nasceu no Rio de Janeiro, em 1977. Radicado em Porto Alegre, é doutor em Teoria Literária pela PUC-RS. Foi colunista do jornal Zero Hora e Uol/Folha de S. Paulo até abril de 2023. Foi professor visitante de literatura na Brown University, EUA. Teve textos adaptados para o teatro e contos traduzidos para o inglês e o espanhol. É autor de “Estela sem Deus” (2018) e “O avesso da pele” (2020), que venceu o prêmio Jabuti e teve seus direitos vendidos para Portugal, Itália, Inglaterra, Canadá, França, México, Eslovaquia, Suécia, China, Bélgica e Estados Unidos.

Sempre Um Papo recebe Jeferson Tenório

Dia 14 de março, quinta-feira, 19h30

Local: Teatro José Aparecido de Oliveira (Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais – Praça da Liberdade)


terça-feira, 12 de dezembro de 2023

Eduardo Costa participa do Sempre Um Papo

Foto: Divulgação
O jornalista Eduardo Costa é o convidado do Sempre Um Papo para falar sobre o livro “O Ascensorista - as histórias de um repórter ”, que traz um relato autobiográfico com histórias dos quase 50 anos de sua carreira. O radialista conversa com Jozane Faleiro na quinta-feira (14), a partir das 19h, com transmissão no canal do YouTube do Sempre Um Papo.

O livro se inicia com a história de Eduardo Costa ainda criança em Inácia de Carvalho, um distrito de Vespasiano, e segue até os dias de hoje, descrevendo a experiência do jornalista desde o primeiro estágio, na Rádio Guarani.O título do livro remete ao primeiro emprego do jornalista, que atuou como ascensorista em um hotel do Centro de BH e ele faz uma analogia com o ofício do repórter. “O ascensorista sobe e desce sem reclamar. Em questão de segundos conhece a empatia e a grosseria das pessoas que entram e saem do elevador e, principalmente, fica com a sensação de que o melhor está por vir”, diz Eduardo.

Entre outros, o jornalista conta sobre as coberturas do sequestro do coronel da PM, Edgard Soares, caso emblemático na década de 90; a entrevista que fez com o papa João Paulo II, em 1997, e quando quase levou um tapa do então governador de Minas Gerais, Itamar Franco.

E o livro não se resume a histórias da carreira do jornalista. O jornalista ainda relata problemas de saúde que teve ao longo da vida, como a internação por Covid-19 e o tratamento de um câncer.

Sempre Um Papo

Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges,  ​é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

O Sempre Um Papo é viabilizado através do patrocínio da Cemig, com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, via Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais – Secult – MG.

Sempre Um Papo recebe Eduardo Costa

Dia 14 de dezembro, quinta-feira, 19h

Transmissão on-line, através do YouTube do Sempre Um Papo

Informações: www.sempreumpapo.com.br

sexta-feira, 24 de novembro de 2023

Tom Farias lança romance “Toda Fúria” em BH

Foto: Ranch Films
Na segunda-feira (27), às 19h, na Livraria Jenipapo, na Savassi, em Belo Horizonte, o Sempre Um Papo recebe o escritor Tom Farias. Ele lança seu livro mais recente, “Toda Fúria”, pela Editora Gutenberg. Na ocasião, haverá venda de livros e sessão de autógrafos. Em seguida, às 20h, haverá a transmissão online de um bate papo entre Tom Farias e Afonso Borges no YouTube do Sempre Um Papo.

Farias é carioca, escritor, jornalista, ensaísta, dramaturgo e roteirista. Dentre seus livros publicados destacam-se as afrobiografias “Cruz e Sousa: Dante negro do Brasil”, finalista do prêmio Jabuti 2009, e “Carolina: uma biografia”, finalista do Jabuti 2019 e ganhadora do prêmio Flup do mesmo ano. Membro efetivo da Academia Carioca de Letras, é crítico literário do jornal O Globo e colunista da Folha de S.Paulo. Na comunidade de Manguinhos, no Rio de Janeiro, uma biblioteca comunitária foi batizada com seu nome em sua homenagem. Em São Paulo, também atua como embaixador do Instituto Adus em prol de refugiados africanos.

Sempre um Papo – 37 anos

Fundado em 1986 pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é amplamente reconhecido como um dos programas culturais de maior prestígio no Brasil. Promovendo encontros entre escritores – nacionais ou internacionais – e leitores, o projeto vai além de sua cidade natal, Belo Horizonte, e alcança mais de 30 municípios em oito estados brasileiros, tendo inclusive realizações em Madri, na Espanha. Ao longo de sua trajetória, o Sempre Um Papo já organizou mais de 7 mil eventos, levando um público superior a 2 milhões de pessoas a diferentes auditórios e teatros.

Com base em sua história de sucesso de quase quatro décadas, o “Sempre Um Papo” estabeleceu-se como uma referência de credibilidade no cenário cultural do país, contribuindo significativamente para a promoção da literatura e a disseminação do conhecimento.

O projeto é viabilizado através do patrocínio do Instituto Cultural Vale e Cemig, via Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura. 

Sempre Um Papo com Tom Farias

Dia 27 de novembro, segunda-feira, 19h

Local: Livraria Jenipapo (R. Fernandes Tourinho, 241, Savassi, BH – MG)

Entrada gratuita

Informações: www.sempreumpapo.com.br

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quarta-feira, 22 de novembro de 2023

Jornalista Leida Reis participa do Sempre Um Papo

Foto: Arquivo pessoal


O Sempre Um Papo recebe a escritora e editora Leida Reis, para  falar sobre o seu livro “Mulheres Arco-Iris” (Literíssima) e sobre o mercado editorial. A conversa  vai ser mediada pela jornalista Letícia Finamore, com transmissão no canal do YouTube do Sempre Um Papo. O encontro acontece nesta quinta-feira (23),  às 19h.

Ela é autora de nove livros, sendo três romances, dois de contos, três para crianças e um de poemas. É jornalista, com 26 anos de atuação na imprensa mineira, fundadora da Páginas Editora, hoje renomeada de Literíssima, e do Clube do Livro Infantil Solidário. Atualmente, é diretora de Projetos da Câmara Mineira do Livro. Mineira de Patrocínio, vive em Belo Horizonte desde 1985, e escolheu para seus dois filhos (Gabriel e Clarice) o sobrenome de Poesia. 

Os romances de Leida Reis têm sempre um bom número de personagens, em histórias entrecortadas, oferecendo ao leitor a riqueza de cenários e o desafio de estabelecer conexões. Assim foi em A invenção do crime (Editora Record – 2010) e Quando os bandidos ouvem Villa-lobos (Manduruvá – 2012) e assim é em Mulheres arco-íris, com o diferencial da temática feminista, tendo agora como personagem principal uma jovem transexual em busca do amor e da felicidade.

A voz narrativa inicial é dada a uma garota de pouco mais de 20 anos que atravessa seus dias entre o desafio de gerenciar o pequeno negócio da família, à beira de uma rodovia, a relação com o empregado de uma mineradora, e a amizade com mulheres que sofrem crueldade. O apoio da família e a certeza de se amar não impedem as decepções, os riscos e a violência. 

No entanto, há um mérito aqui: a autora foge dos estereótipos para mostrar a naturalidade das escolhas e da identidade dessa garota, cujo nome só saberemos quase ao final do livro. A linguagem também é correta o bastante para não desmerecer a personagem, embora seja apropriada a quem deixou de estudar para, muito cedo, cuidar da família. 

Mas Mulheres arco-íris não é só a história da garota que tem dificuldade de escolher um novo nome. Um emaranhado de vidas femininas compõe o romance que Leida Reis lança pela Literíssima Editora, como num tecido que busca fugir das mãos opressoras do homem. Alice namora um professor universitário que se vê ameaçado pela polícia e por traficantes, Cássia sente ciúmes dos livros que vende no seu pequeno sebo, e Carmem encontra a chance de ser feliz ao ajudar outra mulher. 

A Literíssima (antiga Páginas Editora) atua no mercado literário brasileiro há sete anos e já publicou mais de 410 títulos, dentre romances, contos, crônicas, poesia, literatura infanto-juvenil e livros técnicos. Sediada em Belo Horizonte, publica autores de várias partes do Brasil.

Sempre Um Papo

Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

O Sempre Um Papo é viabilizado através do patrocínio da Cemig, com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, via Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais – Secult – MG.

Sempre Um Papo recebe Leida Reis

Dia 23 de novembro, quinta-feira, 19h

Transmissão on-line, através do YouTube do Sempre Um Papo

Informações: www.sempreumpapo.com.br

quinta-feira, 16 de novembro de 2023

Sempre Um Papo recebe Rafael Fava

Foto: Maria Otávia Rezende
Doutor em Literatura Brasileira pela UFMG lança duas obras sobre o escritor Manuel Bandeira e fala sobre a sua trajetória na literatura

Na terça-feira (21), às 19h, o Sempre Um Papo recebe o escritor e pesquisador Rafael Fava Belúzio. Ele conversa com a jornalista Jozane Faleiro sobre suas pesquisas a respeito da literatura brasileira, em especial sobre suas publicações mais recentes,  “Opus 10: ensaio desentranhado” e “‘Sou poeta menor, perdoai’: Manuel Bandeira pela crítica contemporânea”, voltadas para a análise das obras do escritor Manuel Bandeira. A conversa será transmitida no canal do YouTube do Sempre Um Papo.

As obras “Opus 10: ensaio desentranhado”, de Rafael Fava Belúzio, e “‘Sou poeta menor, perdoai’: Manuel Bandeira pela crítica contemporânea”, organizada por Belúzio, tratam sobre a obra do escritor modernista. “Opus 10: ensaio desentranhado” elabora textos a partir da obra de Manuel Bandeira. Assim como o autor de “Libertinagem” fez poema tirado de notícia de jornal, Rafael fez poemas tirados de crônicas, biografias e versos bandeirianos. Nesse sentido, a plaquete tipográfica, desenvolvida com tipos móveis por Flávio Vignoli, dialoga com os poemas ensaísticos – ambos pintam a passagem, a mobilidade, e do instável desentranham visões de mundo. 

Editada pela Tipografia do Zé, a cuidadosa edição artesanal conta com papéis especiais, costurados à mão, e soma apenas com 250 exemplares, os quais são assinados pelo autor e numerados. O trabalho tipográfico também é realizado pelo designer Flávio Vignoli, que tem se destacado em publicações com tipos móveis, hoje tão raras no panorama editorial brasileiro.

“‘Sou poeta menor, perdoai’: Manuel Bandeira pela crítica contemporânea”, da Alameda Editorial, apresenta dez estudos sobre a obra do escritor, refletindo sobre múltiplas facetas de um dos nomes mais queridos da Literatura Brasileira. O livro organizado por Rafael Belúzio soma contribuições de pesquisadores de diversas regiões do Brasil e de fora do país. Como aponta o Prof. Fernando Baião Viotti (USP), a obra é “destinada a integrar, desde já, qualquer bibliografia básica em torno deste que, na verdade, é um grande poeta, dentre os maiores do século XX em qualquer língua”.

Assinam os textos de “Sou poeta menor, perdoai” os professores Elizabete Barros (UFNT), Emílio Maciel (UFOP), Gabriela Denadai (UFES), Joelma Siqueira (UFV), Luís Bueno (UFPR), Márcia Machado (UFMG), Mário Alex Rosa (USP), Pablo Rocca (Universidad de la República-Uruguay), Rafael Fava Belúzio (UFES), Viviane Vasconcelos (UERJ), Wilberth Salgueiro (UFES). Desse modo, o livro sobre Manuel Bandeira leva adiante a Coleção Crítica Contemporânea, a qual também possui obras dedicadas a Álvares de Azevedo, Alphonsus de Guimarães, Maria Firmina dos Reis e Joaquim Cardozo.

Rafael Fava Belúzio é graduado em Letras (UFV), com formação suplementar em Filosofia (UFMG); mestrado sobre Álvares de Azevedo e doutorado sobre Paulo Leminski, ambos em Estudos Literários: Literatura Brasileira (UFMG). Atualmente, é pós-doutorando do CNPq e do PPGL-Ufes. É autor do livro de ensaio Uma lira de duas cordas: o ritmo como elemento construtivo da binomia de Lira dos vinte anos (Scriptum, 2015), da plaquete de poemas Opus 3 (Espectro Editorial, 2017) e do livro de crônicas 1929 (Impressões de Minas, 2020). Coordena, junto com Andréa Sirihal Werkema, a Coleção Crítica Contemporânea, na Alameda Editorial.

Sempre Um Papo

Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

É viabilizado através do patrocínio da Cemig, com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, via Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais – Secult – MG.

Sempre Um Papo recebe Rafael Fava

Dia 21 de novembro, terça-feira, 19h

Transmissão on-line, através do YouTube do Sempre Um Papo

Informações: www.sempreumpapo.com.br