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quarta-feira, 6 de julho de 2022

Silviano Santiago fala sobre "Ser jovem na Belo Horizonte dos anos 50"

Foto: Marcelo Tabach
O escritor e professor Silviano Santiago, membro da Academia Mineira de Letras, participou do Sempre Um Papo para falar sobre o tema "Ser jovem na Belo Horizonte dos anos 50". A conversa, mediada por Afonso Borges, que foi pré-gravada, vai ao ar no YouTube e Facebook do projeto, nesta quinta-feira (7), às 19h.

O Sempre Um Papo  é viabilizado com o patrocínio do Instituto Cultural Vale, Cemig e Usiminas, com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo. 

A juventude de Belo Horizonte na década de 50

No bate-papo com o jornalista Afonso Borges, Silviano abordou o contexto em que estava inserida a juventude da capital mineira na segunda metade do século XX. O autor pontuou as tendências que marcaram o cinema, a literatura, a pintura e o teatro da época, revelando como BH despontou como um importante polo cultural e artístico naquele período.

Um dos pontos destacados por Silviano ao longo da conversa foi a influência de Minas Gerais nas obras do Modernismo, principalmente no que diz respeito às questões culturais indígenas. Isso porque, estas questões vieram à tona na obra de modernistas como Oswald de Andrade e Mário de Andrade após uma viagem que eles fizeram ao estado, em 1924. É o caso, por exemplo, do Manifesto da Poesia Pau-Brasil, publicado no mesmo ano, e do livro Macunaíma, de 1928. “Os modernistas voltam para São Paulo descobrindo que há necessidade de criar uma nova ancestralidade para o Brasil. A ancestralidade indígena surge de uma viagem à Minas Gerais”, afirmou Santiago.

Outro tema abordado pelo autor durante o bate-papo foi a relevância de Belo Horizonte dentro do cenário artístico brasileiro e internacional em meados da década de 50. Silviano exemplifica isso lembrando que o dramaturgo e escritor irlandês Samuel Beckett escolheu o Museu de Arte da Pampulha, que à época era um cassino, para encenar uma de suas peças, depois que ele já havia se aposentado. “Foi a primeira encenação ‘de fim de jogo’ de Beckett na América Latina”, contou Silviano.

Sobre o autor

Silviano Santiago nasceu em Formiga, no interior de Minas Gerais, em 1936. Doutor em letras pela Sorbonne, Silviano começou a carreira lecionando em renomadas universidades norte-americanas. Transferiu-se posteriormente para a PUC-Rio e é, hoje, professor emérito da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Silviano é autor de romances, livros de contos e ensaios, entre eles “Machado” (2016), “Stella Manhattan” (1985) e “Em Liberdade” (1981). Pelo conjunto de sua obra, recebeu o prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e o José Donoso, do Chile. Além disso, por seis vezes, foi vencedor do prêmio Jabuti, a mais tradicional premiação literária do Brasil. Em 2021, Silviano foi eleito membro da Academia Mineira de Letras. 

Sempre um Papo – 36 anos

Criado em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é reconhecido como um dos programas culturais de maior credibilidade do país. O projeto realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros.

Em sua história, já ultrapassou os limites de Belo Horizonte e chegou a 30 cidades, em oito estados do país, tendo sido realizado também em Madri, na Espanha. Em 35 anos de trabalho, aconteceram mais de 7 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

Sempre Um Papo com Silviano Santiago

Dia 7 de julho, quinta-feira, às 19h

Local: YouTube e Facebook do Sempre Um Papo

Informações: www.sempreumpapo.com.br

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Projeto Música nas Escolas lança canal no YouTube e perfil no Instagram

Alunos mostram seus talentos no palco
Foto: Thiago Fernandes
Em sua 15ª edição, iniciativa que já atendeu cerca de 1000 alunos e realizou mais de 350 apresentações, chega nas plataformas digitais se conectando ainda mais com o público jovem de Minas Gerais

Para alcançar mais pessoas e difundir a cultura, o Projeto Música nas Escolas, que tem como foco investir na formação musical de crianças e adolescentes das escolas públicas da Região Metropolitana de Belo Horizonte, acaba de lançar o seu canal no YouTube e perfil no Instagram. Com essas duas novas plataformas digitais, a iniciativa se torna cada vez mais presente no mundo digital.

De acordo com José Roberto Lages, um dos coordenadores do projeto, estar cada vez mais próximo do público é uma forma de levar a música a mais jovens. Para ele, um incentivo a mais do projeto que já está há 15 anos levando cultura para quem, às vezes, tem pouco acesso. “A sociedade está cada vez mais antenada e ligada nas mídias sociais, por isso, estar nelas é uma forma de chegar a mais pessoas. São 15 anos de atuação e nos adaptarmos as novas tecnologias é uma maneira de alcançarmos mais pessoas. Ou seja, para divulgarmos a promoção da formação musical, a socialização, o crescimento pessoal e formação profissional de inúmeras crianças e adolescentes, que já estamos fazendo com muita dedicação há tantos anos. Através dos vários exemplos inspiradores que temos, ficamos muito orgulhosos e motivados para trabalhar na continuidade do projeto através, também, da massificação do nosso trabalhado por meio das plataformas digitais”, comenta.

Já o outro coordenador do Projeto Música nas Escolas, José Roberto Alvarenga, adiciona que com essas ferramentas digitais à disposição do projeto, é uma forma de reafirmar o compromisso com os jovens e claro, minimizar os riscos sociais através das artes. “Estamos falando do mundo digital, onde praticamente todos os jovens se conectam e hoje discutem temas, compartilham informações e ideias. Por isso, estar mais perto deles através das plataformas digitais, é reafirmar o nosso compromisso de manter as crianças e adolescentes engajados e empenhados em aprender música. Já vemos no dia a dia a evolução dos participantes em diversos aspectos, ou seja, como a disciplina melhora no rendimento escolar, na valorização da educação, da escola e do trabalho em equipe. Prova disso, é que vários integrantes do projeto acabam decidindo seguir a trajetória na área da música e se tornam profissionais atuantes em diversas áreas e eventos”, completa o profissional.

Sobre o Projeto Música nas Escolas

Inspirado no maestro Heitor Villa Lobos, um dos primeiros a introduzir a música nas escolas, o Projeto teve início em 2005, numa iniciativa da Imago Mundi Cultural. O Música nas Escolas incentiva e investe na formação musical de crianças e adolescentes, de escolas públicas, moradores da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Por meio de concertos didáticos e cursos de formação musical, eles têm acesso à história de grandes compositores da música erudita e popular, têm aulas de teoria musical, história da música e apreciação musical.

O Projeto Música nas Escolas foi idealizado e é produzido pela Imago Mundi Cultural, que tem a frente José Roberto Alvarenga e José Roberto Lages. A Orquestra Jovem Vallourec, a Orquestra Jovem da Escola Estadual Padre João Botelho e a Camerata fazem parte do projeto, que já realizou mais de 350 apresentações para cerca de 100 mil espectadores em eventos culturais, escolas, creches, hospitais, metrôs e praças da capital e do interior de Minas Gerais. Ao ingressarem no projeto, os alunos participam de aulas diárias e gratuitas de instrumentos musicais à sua escolha, como: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta transversal e doce, trompete, fagote, oboé e percussão. As aulas são ministradas por 15 professores contratados da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, que os aproximam do universo da música erudita e popular.

Depois de anos estudando e respirando música, muitos jovens continuam no projeto aperfeiçoando-se e atuando como multiplicadores do conhecimento adquirido. A qualidade do planejamento pedagógico e da formação musical também favorece a atuação de vários integrantes das orquestras em grupos profissionais, fora do âmbito do projeto, propiciando a geração de emprego e renda para os jovens músicos, assim como o ingresso de vários deles em conceituadas universidades.

A 15ª edição do Projeto Música nas Escolas é patrocinada pela Vallourec através das Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura.

Projeto Música nas Escolas - 15ª edição

Canal no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC93o-YLtsz8Ml6T4qAI57Aw

Instagram: https://www.instagram.com/projetomusicanasescolasmg/

26.º Festival de Inverno de Congonhas repleto de atrações

Chico Lobo e sua viola marcam presença
Foto: Ricardo Gomes
Grupo Corpo, Grupo Galpão, Carlos Nunes, Chico Lobo, Tadeu Franco e Grupo Pé de Sonho estão entre as mais de 60 atrações artístico-culturais que estão na programação virtual e gratuita do evento 

O 26.º Festival de Inverno de Congonhas acontece entre os dias 15 e 29 de agosto, com cerca de 60 atrações, incluindo shows, espetáculos de teatro e dança, bate-papos e oficinas (que tiveram inscrições antecipadas). A realização é da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura de Congonhas com patrocínio do Instituto Cultural Vale. Devido a pandemia da Covid-19, a programação gratuita vai ser exibida em formato virtual, com transmissão pelos canais oficiais da Prefeitura Municipal de Congonhas na web, Facebook (PrefeituradeCongonhas) e Youtube (CanalCongonhas) .

Entre as atrações de teatro está o Grupo Galpão, com apresentação do espetáculo “Till, a saga de um herói torto”. A exibição gravada será no dia 18 de agosto, quarta-feira, às 19h. Em seguida, às 20h30, acontecerá bate-papo ao vivo com as atrizes do Grupo Galpão Teuda Bara e Inez Peixoto, com mediação do curador do 26.º Festival  de Inverno de Congonhas, João Sabará. A montagem estreou em 2009 e traz a saga de Till, repleta de presepadas e velhacarias. Till é o típico anti-herói cheio de artimanhas e dotado de um irresistível charme. Um personagem encontrado em várias culturas, que se assemelha muito ao nosso Macunaíma ou Pedro Malasartes. Outro destaque da programação teatral é o espetáculo “Comi uma galinha e tô pagando o pato”, de Carlos Nunes, com exibição na sexta-feira (19), às 20h. No palco, o ator interpreta o presidiário Zé da Silva, narrando, com muito humor e pitadas de ironia, como foi parar na prisão após roubar a galinha de estimação da filha de um deputado.

Dentre os espetáculos de dança, o Grupo Corpo apresenta no 26.º Festival de Inverno de Congonhas a montagem “Triz”. Com coreografia de Rodrigo Pederneiras e músicas de Lenine, a exibição gravada vai ao ar na terça-feira (24), às 19h. A sensação de estar sob a mira da mitológica espada de Dâmocles, suspensa por um tênue fio de crina de cavalo, foi tão imperativa durante todo o período de gestação da dessa obra do Grupo Corpo que acabou não apenas se impondo como o grande mote para a sua criação, mas servindo, também, de inspiração para o seu nome – Triz, palavra de sonoridade onomatopaica, que tem nos vocábulos gregos triks/trikós (pelo, cabelo) sua mais provável origem etimológica, simbolizada pela expressão por um triz (por um fio).

A programação de shows conta com a importante valorização dos artistas locais, com mais de 30 apresentações. O experiente músico e violeiro Chico Lobo é convidado da programação para um bate-papo com o tema “Como ajudar o artista enfrentar esses tempos de pandemia”, às 20h, no dia 26 de agosto, quinta-feira, seguido de seu show, às 21h. 

O secretário municipal de cultura de Congonhas, Jean Angelo de Oliveira, destaca a importância em manter ativo o tradicional evento na cidade. “Os Festivais de Inverno, que têm destaque em diversas cidades do interior de Minas Gerais, cumprem a nobre missão de trazer ao público os talentos regionais, as  “pratas da casa”, além de artistas de destaque na cultura nacional. Em Congonhas, cidade que tem sua efervescência religiosa, cultural e turística, queremos manter, ainda mais vivo, neste momento de pandemia, o nosso festival, buscando proporcionar momento de alegria e entretenimento a todos”, diz o secretário.

O curador do 26.º Festival de Inverno de Congonhas, João Sabará, conta que a programação foi pensada de forma a trazer toda a multiplicidade artística de Congonhas, mesclada com o que é produzido nacionalmente. “Nosso festival é norteado pensando em agradar a adultos, jovens e crianças. Queremos apresentar ao público o rico elenco de artistas e intelectuais da cidade de Congonhas; e também grupos de reconhecimento nacional e mundial. No escopo oferecemos uma diversidade temática. E, sendo a programação virtual, damos a oportunidade da população congonhense e de fora da cidade em participar”, destaca o curador. 

PROGRAMAÇÃO 26.º FESTIVAL DE INVERNO DE CONGONHAS

Abertura - Homenagem Gustavo Procópio

A abertura acontece no dia 15 de agosto, domingo, a partir das 17h, com a apresentação do documentário “Através das lentes: a música e a proposta de vida do artista congonhense Gustavo Procópio”, homenageado desta edição, que faleceu em abril de 2021, aos 29 anos, vítima da Covid 19. Após a exibição do filme, vai ser realizado o show “Tributo a Gustavo Procópio”, com os artistas de Congonhas Marcelo Heidenreich, Vinicius Resende, Allan Bernardo, Sérgio Pierre, Izabella Vasconcelos, Felipe Seabra e Wellington Souza. E para encerrar a noite, dois shows estão na programação “Parceiragem”, com Tadeu Franco e Felipe Bedetti; e “Soul do Bem - #Todosjuntoseseparados”, com a banda Soul do Bem, às 20h30. 

TEATRO

A programação teatral terá início na terça-feira, dia 17 de agosto, às 18h, com o espetáculo “Tempos de Janela”, do grupo Dez pras Oito, de Congonhas. 

Na quarta-feira (18), às 19h, será apresentado o espetáculo “Till - A Saga de um herói Torto”, do Grupo Galpão, seguido de bate-papo, às 20h30, com as atrizes Teuda Bara e Inez Peixoto, integrantes do grupo, com mediação do curador do Festival de Congonhas, João Sabará. 

Na sexta-feira (19), às 20h, o ator Carlos Nunes é o convidado para apresentar o espetáculo “Comi uma galinha e tô pagando o pato”.  

Na terça-feira (24), às 18h, acontece o espetáculo “Por trás da Serra”, com a Trupe Caldeirão de Teatro e direção de Junior Padovani.

Na sexta-feira (27), às 20h, o grupo Terceiro Sinal apresenta o espetáculo musical “Uma Noite na Broadway”.

DANÇA 

Na quarta-feira (18), às 18h, estreia o espetáculo de dança “Toda Forma de Amar”, com os dançarinos Leticia Dias e Filipe Santana.

No sábado (21), às 16h, acontece a apresentação do espetáculo de dança “Valorizando a graciosidade de Congonhas”, com integrantes da Escola de Danças Lorrayne. 

Na terça-feira (24), às 19h, acontece a apresentação do espetáculo de dança “Triz”, do Grupo Corpo, com coreografia de Rodrigo Pederneiras e músicas de Lenine.

No domingo (29), tem encerramento do espetáculos de dança, às 16h, com os integrantes do Studio de Dança Melissa Ribeiro.

PARA CRIANÇAS 

No sábado (21), às 17h, acontece o show “Pirulito e Amigos”, com o Palhaço Pirulito. 

No domingo (22), às 17h, as crianças se divertem com o espetáculo “Achadouros - Teatro para Bebê”, com o grupo Criadouros. 

No domingo (29), dois espetáculos fazem o encerramento da programação infantil. Às 17h tem apresentação do Grupo Pé de Sonho; e às 18h, a peça “O menino e a árvore”, do grupo Centro Cultural Casa do Teatro, com direção de Geraldo Lafayette.

EXPOSIÇÃO

O 26.º Festival de Inverno de Congonhas apresenta a exposição “Nova Estrada -  Jomadi”, com curadoria de Tales Sabará, na segunda-feira, às 20h30.

PALESTRA

Na quinta-feira (19), às 17h, ocorre a palestra “A linguagem dos sinos e sua importância na paisagem sonora de Congonhas”, com Rafael Mendes de Resende. São 50 vagas, com apresentação na plataforma Google Meet e os interessados podem se inscrever por meio de formulário disponível no site da Prefeitura de Congonhas ( https://bit.ly/36WiKtm ).

SHOWS MUSICAIS 

Na segunda-feira (16) estão “Voz e Violão com Franciele Karen”, cantando MPB, às 19h; e o Grupo Carpiah, apresentando “Antinatural”, às 20h30.

Na terça-feira (17), às 19h, apresenta-se a cantora Maria Alice Santana, com o “Ritmos no Tempo”.

Na quarta-feira (18), às 21h, o público confere o show “Ton’s de Amizade”, com o grupo Wellington Souza Quarteto.

Na quinta-feira (19) acontecem os shows de artistas locais “A fé e o piano”, de Samuel Damian, às 18h; e “Latinamericanus”, às 19h. 

Na sexta-feira (19), às 19h, tem o show “Junto e Misturado”; e às 21h, Julio Beisamba apresenta “Beisamba - A Raiz do Samba”.

No sábado (21), às 18h, ocorre a apresentação do show “Acrônico”, com a artista Marianny Queiroz. Em seguida,  às 19h, acontece o show da Banda Meridian. e às 21h, tem o “Rock no Carvoeiro”, com a Banda Dedé Carvoeiro.

No domingo (22), às 18h “Forrozeando pelas Gerais”, com Deise Lucci; “Xote do Bom”, às 19h; e “Mineiros de ferro, às 20h30.

Para começar a semana, na segunda-feira (23), às 18h “Another Quiet Fall Live”; “Sarau de Inverno”, às 19h, com os artistas Joseane Nogueira, Nilo Sérgio, José Rolinha e Januário Baía; e “Noite de Adoração”, com integrantes da AMPEC - Associação Municipal De Pastores Evangélicos De Congonhas, às 20h30.

Na terça-feira (24), às 20h30, acontece o show do Grupo Força Vocalis.

Na quarta-feira (25) às 18h “Forró e sertanejo”, com Gilson Santos e convidados; Jean Lucas e Banda, às 19h; e Gian Resende e Banda, às 21h.

Na quinta-feira (26), às 17h, a música colonial mineira será apresentada no concerto “Tributo a Aleijadinho”, com o Coral da Cidade dos Profetas. Às 18h show com Adriano Maia e Banda. Em seguida, às 19h, Kadu Soares e Banda apresenta o show “Raízes”; e às 20h, tem o bate-papo “Como ajudar o artista enfrentar esses tempos de pandemia”, com o violeiro Chico Lobo, seguido de show com o artista às 21h. 

Na sexta-feira (27), Alvinho Alves e Cia. abrem a programação de shows, às 18h. Em seguida, às 19h  show de Átila Caiafa e Convidados; e às 21h, Rick e Ricardo encerram a noite

No sábado (28), quatro shows estão na programação. Às 17h,  Marcos Jerônimo apresenta “Os poetas não morreram”; às 18h, tem “O Cantar da Viola”, com o grupo Viola ao Vento; às 19h, Banda Vicio do Forró; e às 20h30 encerramento com Mayara Rodriguez.

No domingo (29), o Festival de Inverno de Congonhas encerra sua programação com os shows “Samba para todos os gostos”, com o grupo Cadência do Samba, às 19h; e “Relembre o melhor dos anos 80!”, com o grupo Estado Crítico, às 20h30.

 26.º Festival de Inverno de Congonhas 

Dias: de 15 e 29 de agosto

Gratuito com transmissão pelos canais da Prefeitura Municipal de Congonhas: 

Facebook (PrefeituradeCongonhas) - facebook.com/PrefeituradeCongonhas

 Youtube (CanalCongonhas) - youtube.com/canalcongonhas

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Thyy, Mc Danny e Mc Pedrinho se unem no feat “Meu Esqueminha”

Novo trabalho tem lançamento nesta
sexta-feira - Foto: Divulgação
Sucesso no Brasil e no exterior com o hit “Por Isso que eu Bebo”, em parceria com o porto-riquenho Luis Fonsi e Zé Neto & Cristiano, o cantor ítalo-brasileiro Thyy apresenta nesta sexta-feira (16), a nova música de trabalho, “Meu Esqueminha”. Com batidas do forró e da pisadinha, a novidade é um featcom dois fenômenos do funk, Mc Pedrinho (do sucesso “Bipolar) e Mc Danny (“Não Pode se Apaixonar”) e estará disponível no YouTube e em todas as plataformas digitais.

Escute: https://smb.lnk.to/PreSave-MeuEsqueminha

Lançamento da Sony Music, “Meu Esqueminha” é uma composição de Thyy e Giuliano Matheus. A dupla é conhecida por assinar grandes sucessos nacionais que já ultrapassam 100 milhões de views no YouTube e contam com milhões de streams nas plataformas digitais. Entre os destaques, estão: “Mãe, tô na Balada”, “I Love You” (dos sertanejos Marcos & Beluttti) e “Meia Noite e Meia” (de Guilherme & Santiago).

“Essa parceria com a Mc Danny e o Mc Pedrinho está vindo com tudo! Estamos apostando pra valer nesse single que traz uma mistura de ritmos que eu gosto muito e que a galera tá curtindo em todo Brasil! Por isso, convidamos a todos para escutarem, aprenderem a coreografia e compartilharem muito ‘Meu Esqueminha’. Podem ter certeza de que essa música está legal demais!”, convida Thyy, que atualmente reside em Portugal e tem investido na carreira internacional, mas, sempre mantendo um público fiel no Brasil.

Letra: Meu Esqueminha

Artistas : Thyy, Mc Danny, Mc Pedrinho

(Thyy / Giuliano Matheus)

Pousou no aeroporto do meu coração

Virou o maior sucesso do meu paredão

É novinha é             

É safadinha é  

É gostosinha é

Meu esqueminha é

Decola o rabetão

Pousa o rabetão   

Decola o rabetão

Pousa o rabetão

Decola o rabetão

Pousa o rabetão

Decola...

Decola o rabetão

Pousa o rabetão

Decola o rabetão

Pousa o rabetão

Decola o rabetão

Pousa o rabetão

Meu esqueminha é um avião!

Sobre Thyy

É um jovem cantor e compositor ítalo-brasileiro, radicado em Portugal. Aos 17 anos, já figurava no ranking de maiores compositores do Brasil, após assinar hits que dominaram as paradas do país, a exemplo de “Mãe, to na Balada”, “I Love You” (de Marcos & Nelutti” e “Meia Noite e Meia” (de Guilherme & Santiago). Aos 19, iniciou sua carreira como cantor. Na época, utilizando o pseudônimo de: “Thiago Matheus”. As músicas criadas por ele já somam quase 100 milhões de Views no YouTube e contam com milhões de streams nas plataformas digitais.

Recentemente, Thyy lançou ao lado do cantor porto-riquenho Luis Fonsi e da dupla brasileira Zé Neto & Cristiano a canção “Por Isso Que Eu Bebo”, (composição de Thyy/ Luis Fonsi / Giuliano Matheus) que já soma mais de 13 milhões de visualizações.