Choose your language

Mostrando postagens com marcador covid-19. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador covid-19. Mostrar todas as postagens

domingo, 23 de janeiro de 2022

Pediatra esclarece dúvidas sobre segurança da vacinaçāo para crianças

Assim como os adultos, crianças precisam
se vacinar e usar máscara
Foto: Elias Ramos
Em Minas Gerais, a imunização do público infantil já foi iniciada

Com a segunda maior população infantil do Brasil, Minas Gerais iniciou a imunização contra Covid-19 nas crianças entre 5 e 11 anos. O Estado recebeu do Ministério da Saúde o primeiro lote com 110 mil doses da Pfizer/Comirnaty - Pediátrica. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), a expectativa é que o primeiro lote permita a vacinação de pelo menos 6% das crianças mineiras.

Segundo projeções do IBGE de 2018 (últimas publicadas), a quantidade de crianças de 5 a 11 anos seria de 1.846.030, em Minas. São crianças que podem se livrar de fazer parte do triste número de mortes por Covid-19 no Estado. Nesta faixa etária, foram seis vidas perdidas em 2020 e o dobro em 2021, de acordo com dados do e-SUS Notifica, até 27 de dezembro do ano passado.

O número de casos no Estado é preocupante. Foram mais de 34 mil crianças infectadas, em Minas Gerais, somente em 2021. Isso representa mais que todos os estados da Região Norte juntos (27.058) e que a Região Centro-Oeste também (33.511).

A médica pediatra e infectologista do Sistema Hapvida, Sílvia Fonseca, tira as principais dúvidas dos pais com relação à vacinação e garante que a imunização é realmente necessária para os pequenos. Confira:

1. A vacina é realmente necessária para crianças?

Sim. Apesar de que as crianças, em sua maioria, têm quadros mais leves da infecção pelo SARS-CoV 2. Com o passar dos meses destes dois últimos anos pudemos registrar um número expressivo de mortes em crianças também. Além disso, há a síndrome inflamatória multissistêmica (SIM), uma condição grave que necessita de hospitalização e, muitas vezes, Unidade de Terapia Intensiva.

Não sabemos quantas crianças desenvolveram Covid longa, que é a manutenção de sintomas após quatro semanas da infecção aguda. Estes sintomas podem variar de febre, cansaço, falta de concentração e falta de ar. E como a pandemia não dá tréguas, principalmente com o surgimento periódico de novas variantes muito transmissíveis, nossos pequenos estão em risco de terem Covid grave e Covid longa.

Outros aspectos importantes é que as crianças, mesmo pouco sintomáticas ou assintomáticas, podem transmitir a infecção para pessoas com fatores de risco (por exemplo, avós e bisavós), perpetuando o sofrimento das famílias.

Além disso, a vacinação da faixa etária entre 5 e 11 anos vai proteger as crianças menores que não podem receber a vacina e vai permitir que as crianças não fiquem doentes e possam participar da escola e demais atividades tão importantes para o desenvolvimento das crianças.

2. A vacina é realmente segura para crianças?

Sim. Antes das vacinas serem liberadas para crianças nos Estados Unidos, testes rigorosos de segurança foram feitos com a vacina da Pfizer envolvendo milhares de crianças. Até agora, estima-se que pelo menos oito milhões de doses foram aplicadas em crianças desta faixa etária entre 5 e 11 anos, com efeitos colaterais brandos e nenhuma morte atribuída à vacina. A vacina Coronavac, ainda não liberada para crianças no Brasil, mas usada em muitos países, como a China e Chile, teve um efeito excelente na prevenção da doença, sem eventos adversos graves. Uma segunda análise do CDC tornada pública avaliou cerca de 700 hospitalizações por Covid-19 entre crianças e adolescentes nos EUA. A principal conclusão foi que entre 77,9% das crianças e adolescentes internados com Covid-19 aguda, apenas 0,4% dos pacientes em idade vacinável haviam recebido o esquema vacinal completo.

3. A vacina das crianças é diferente da dos adultos?

Ela é feita da mesma maneira, usando esta segura tecnologia de "RNA mensageiro", que permite que a vacina nunca se transforme em vírus vivo. Porém, tem doses menores, pois o sistema imune das crianças se mostrou muito eficiente para produzir anticorpos (91% de eficácia), mesmo com uma dose muito menor (cerca de 1/3 menor). Para não ter confusão, o frasco é diferente, com tampa de outra cor, e o Ministério da Saúde propõe locais diferentes para a vacinação das crianças, com agulhas apropriadas para o público infantil.

4. A criança pode parar de usar máscara depois de tomar a vacina?

Não. Assim como com os adultos, a máscara deve ser usada por todos acima de 2 anos de idade, pois, mesmo vacinadas, as crianças ainda podem ter infecção ainda que leve, mas transmissível. Importante ressaltar que as vacinas protegem contra a doença que leva à hospitalização, necessidade de oxigênio, CTI e morte, mas não impedem completamente as infecções leves. Enquanto o vírus estiver circulando no mundo, temos que usar todas as barreiras possíveis: vacina, máscara, distanciamento social e álcool em gel.

5. A Covid-19 vai acabar um dia?

Esperamos que sim. Mas, o mundo todo tem que ser vacinado. Infelizmente, temos notícias de que os países mais pobres não conseguiram imunizar a maioria da sua população e isso propicia uma grande replicação viral nos não vacinados e a possibilidade de variantes cada vez piores. Quando todos estivermos vacinados, a esperança é que sim, que a Covid-19 seja apresentada somente em aulas de história.

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Como a pandemia da Covid-19 pode mudar como veremos a ciência no futuro

 Por Elcio Abdalla*

Os benefícios da ciência estão em toda a parte, do celular no bolso ao remédio para dor de cabeça. A pandemia da Covid-19, no entanto, colocou o cidadão comum frente a frente com termos típicos de pesquisas científicas pela primeira vez. A rapidez com que as vacinas foram desenvolvidas também provaram a muitos a importância deste tipo de conhecimento, e não apenas para o tratamento do vírus: é graças ao imunizante que as atividades econômicas poderão ser retomadas, por exemplo.

É de se pensar que, na pós-pandemia, o mundo estará mais consciente da necessidade de investimento na ciência e inovação, e deverá valorizar ainda mais esses profissionais e seus conhecimentos. No entanto, essa percepção positiva será apenas parte da realidade. E a valorização da ciência não contará toda a história de como a pandemia afetou a sociedade.

Nunca o movimento antivacina teve tanta força no Brasil e nos Estados Unidos, principalmente, mas também em outras partes do mundo. Nós, que já fomos exemplo mundial em imunização, também vemos um número crescente de negacionistas, muitas vezes apoiados por autoridades políticas. Argumentos baseados em falta de informação e sem qualquer rastro na história: as vacinas extinguiram doenças que por milhares de anos mataram os seres humanos, como a varíola e a poliomielite, por exemplo. É impossível pensar no progresso não apenas em saúde, mas também social e econômico, sem elas.

Então, diante destes dois cenários, o que podemos esperar da ciência após a pandemia? Um amigo médico uma vez me disse que nós "só aprendemos na dor". E acredito que isso é verdade. E, enquanto passamos por esse momento de sofrimento da Covid-19, também levaremos importantes lições. Tenho certeza que a humanidade, como um todo, já entendeu que, sem investimento em ciência, inovação e tecnologia, não há futuro, inclusive não há como pensar em sustentabilidade e em preservação sem ela. Isso ficará cada vez mais latente.

As universidades e centros de conhecimento e pesquisa nunca tiveram tanta atenção e foco da mídia e da população e a percepção de que elas são elementos externos à economia, como sempre foi muito propagado, também deve mudar. Fica cada vez mais evidente que essas instituições são parte pulsante da sociedade, produzindo conhecimento e promovendo o desenvolvimento humano todos os dias.

Por aqui, cabe esperarmos para ver como se descortinará a política no Brasil - país cujo investimento na ciência depende tanto do governo . Há diversos exemplos positivos, como a Fapesp, financiadora de pesquisa e projetos do Estado de São Paulo. O BINGO, primeiro radiotelescópio do país, que irá monitorar o céu brasileiro e a energia escura do universo, pelo sertão paraibano, foi financiado pela instituição, por exemplo. Ele será instalado na Serra do Urubu, no município de Aguiar, a 257 km da capital da Paraíba. Aliás, outro bom exemplo de políticas públicas de investimento em ciência vem do Governo do Estado da Paraíba, que recebeu esse projeto.

Como em qualquer área, há sempre percalços, é claro. Mas não há dúvida, no mundo, e talvez nunca tenha sido tão claro, que o avanço da ciência é, necessariamente, o progresso da sociedade. A Covid está aí pra mostrar isso.

*Elcio Abdalla é físico teórico brasileiro com reconhecimento internacional e importante liderança na pesquisa de física teórica no Brasil. Com doutorado e pós-doutorado pela Universidade de São Paulo, é atualmente professor titular do Instituto de Física dessa universidade, além de coordenador do Projeto Bingo, radiotelescópio brasileiro que está sendo construído no interior da Paraíba que fará o mapeamento da parte escura do universo.

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Escolas investem em bebedouros "anti-covid"

Segurança e saúde nas escolas
Foto: Pedro Brum
Com a vacinação avançando, as escolas públicas e particulares da capital mineira seguem recebendo cada vez mais estudantes para as aulas presenciais. Mesmo com os rígidos protocolos exigidos pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, algumas instituições de ensino estão investindo ainda mais na segurança da comunidade escolar. Como exemplo, há os colégios que decidiram instalar oÁguaàLaser, criação genuinamente mineira que conquistou o Brasil por ser eficaz na prevenção à contaminação de fungos, bactérias e vírus, como o que causa a Covid-19.

A invenção, criada e patenteada pelo empreendedor mineiro Muriel Ornela, que é o CEO da empresa Beloar, consiste em um sensor infravermelho que dispensa o contato com torneiras e botões para pegar água em garrafas e copos. Com a instalação do equipamento, que pode ser adaptado em qualquer tipo de bebedouro, o risco de ser contaminado por qualquer microrganismo que esteja na superfície e possa prejudicar a saúde é totalmente anulado. Em Belo Horizonte, 40 escolas públicas e 36 instituições de ensino particulares adotaram a tecnologia, além de universidades, repartições públicas e indústrias. Ao todo já foram vendidas mais de 2.500 unidades para todo o Brasil desde o início da sua comercialização, em junho de 2020.

De acordo com Muriel Ornela, a instalação do ÁguaàLaser acaba se tornando uma medida eficaz e econômica para as escolas. “O uso do bebedouro com jato inclinado, aquele em que a pessoa bebe água direto da bica e que o contato manual para o acionamento da torneira é necessário, não é recomendado pela Anvisa e já foi proibido pela Prefeitura de Belo Horizonte, justamente pela necessidade de apertar botões e ter que aproximar o rosto para beber água. Com o nosso produto, que é facilmente adaptado nos bebedouros já existentes, não é necessário interditar os bebedouros e muito menos comprar bebedouros com sensor de fábrica, que são bem mais caros. Além disso, ao adaptar os bebedouros com o nosso sensor touchless, a necessidade de instalação de pia, dispensador de álcool ou qualquer outra substância sanitizante ao lado do bebedouro será eliminada, pois os usuários poderão pegar água em seus recipientes individuais sem precisar tocar em nada. OÁguaàLaser já é utilizado com eficiência por diversos órgãos públicos, empresas e instituições de ensino”, relata o empreendedor.

"Muitas vezes, o brasileiro possui o hábito de não agir preventivamente. O ÁguaàLaser é uma tecnologia que já deveria existir, pois todo mundo encosta a mão nos bebedouros para beber água, é algo muito anti-higiênico. Se você fizer uma pesquisa perguntando se as pessoas estão seguras em beber água em bebedouros de uso coletivo, aposto que, ao pensarem sobre a resposta, irão responder que não é algo que traz uma total segurança para a sua saúde e higiene. Com o nosso dispositivo, elas vão se sentir mais seguras e consumir mais água, mesmo nos locais públicos. O impacto desta tranquilidade de consumir água em ambientes públicos pode ser uma maior hidratação para a população, aumentando a imunidade, principalmente agora no inverno. Isso irá ser benéfico para empresas e o governo, pois reduzirá as faltas dos trabalhadores e os gastos públicos com o sistema de saúde", opina Muriel Ornela.

Ao evitar o contato físico com superfícies, o benefício vai além de evitar a Covid 19, pois várias outras doenças podem ser evitadas, principalmente no inverno, onde há um aumento de circulação de vírus e casos de doenças respiratórias. Desta forma, o dispositivo touchless tem grande importância dentro das estratégias de prevenção a contaminações.

Confira alguns microrganismos que podem ser prejudiciais à saúde humana e que, nos bebedouros convencionais, são facilmente transmitidos:

Bactérias:

Acinetobacter spp. (Infecção do trato respiratório, pneumonia, infecção da ferida, bacteremia)

Campylobacter spp. (Gastroenterite - diarreia)

Clostridium difficile (Gastroenterite - diarreia, colite pseudomembranosa)

Enterococcus spp (Endocardite, meningite, infecção relacionada ao cateter hospitalar)

Escherichia coli (Gastroenterite - diarreia, peritonite, infecção do trato urinário)

Klebsiella spp. (Infecção do trato urinário, pneumonia, infecção do trato respiratório)

Salmonella spp. (Febre entérica, gastroenterite-diarreia)

Staphylococcus spp (Gastroenterite-diarreia, infecção de pele, pneumonia, infecção relacionada ao cateter hospitalar)

Fungos:

Aspergillus spp. (Infecção pulmonar, infecção de pele, infecção do sistema nervoso central, endocardite)

Candida spp. (Candidíase oral e vaginal)

Vírus:

Coronavírus spp. SARS (síndrome respiratória aguda grave) e MERS (síndrome respiratória do Oriente Médio)

Influenza vírus (Gripe)

Norovirus (Gastroenterite - diarreia)

Rotavirus (Rotavirosos – diarreia aguda)

Inclusão social e acessibilidade

Além de evitar a contaminação por doenças, o ÁguaàLaser proporciona outros benefícios importantes, como a melhoria na acessibilidade para pessoas com deficiência. “Além da Covid-19 e prevenção de vírus, o produto atua também na linha do importante assunto que é um dever de todos: contribuir para que a sociedade seja mais inclusiva. Com a liberação do fluxo de água por sensor de aproximação, idosos, pessoas que sofreram AVC ou a perda de movimentos, cadeirantes e pessoas amputadas poderão consumir água com mais facilidade. Isto se dá pelo motivo que, diferente dos bebedouros convencionais, só será preciso usar uma das mãos para beber água, ou seja, bastará aproximar o copo ou garrafinha à frente da torneira de sensor que a água sairá. Isto gera uma maior independência e aumenta a autoestima destas pessoas com necessidades especiais”, exemplifica.

A Beloar desenvolveu três tipos de torneiras com sensor que se adaptam aos principais bebedouros do mercado: bebedouro industrial, bebedouro de pressão e bebedouro acessível. Esses modelos são os mais comuns, pois são ligados na rede hidráulica e abastecidos por água encanada, previamente tratada pela estação de tratamento da cidade.

Tecnologia nacional

O CEO da Beloar explica que o principal obstáculo tecnológico enfrentado pela equipe foi fazer com que o sensor infravermelho funcionasse no sol, o que é comum em escolas, já que muitos bebedouros ficam em locais que recebem raios solares em algum período do dia. “Começamos a conceber o produto com um sensor que já vinha pronto de fábrica, mas foi preciso criar um próprio, com uma tecnologia e código fonte desenvolvida por nós. Todos os sensores infravermelhos comercializados, inclusive de torneiras de grandes fabricantes nacionais e internacionais, como a XIAOMI, não possuem tal tecnologia e ou não funcionam no sol (não sai água quando o produto está exposto ao sol) ou sai água sem cessar (o sensor aciona sozinho e libera água sem necessidade). Todos esses fabricantes que utilizam esse tipo de sensor nas torneiras orientam que o produto não fique exposto ao sol, mas a maioria dos bebedouros ficam em áreas abertas e não poderia ter essa restrição. Com esse impasse, nossos engenheiros trabalharam muito no laboratório com testes e ensaios e conseguiram chegar em uma variável em que o produto funciona em qualquer ambiente, além de termos conseguido alcançar um custo inferior a qualquer sensor do mercado. Podemos dizer que apesar de ser uma empresa nacional e de pequeno porte, conseguimos superar a tecnologia de grandes indústrias nacionais e internacionais, e viabilizar a prevenção contra a Covid-19 nos bebedouros com um custo acessível”, completa.

Site da empresa: www.beloar.com.br

Loja on-line: https://loja.beloar.com.br/

sexta-feira, 18 de junho de 2021

Aeroporto Internacional de BH recebe mais 508 mil doses de vacinas contra a Covid-19

Estado recebe novas doses de esperança
Foto: Divulgação
Novas remessas de vacinas contra o coronavírus chegam nesta sexta-feira (18) ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins. A 24ª remessa, vinda de Guarulhos (SP), pousou às 8h25,com 235.170 doses de vacinas da Pfizer. Já a 25ª remessa estará em voo previsto para chegar às 11h40, com 273.000 doses de CoronaVac. Como das últimas vezes, toda a carga será encaminhada à Central de Rede de Frio da Secretaria Estadual de Saúde (SES) para envio às Unidades Regionais de Saúde (URS) de Minas Gerais. 

Linha do tempo   

No dia 18 de janeiro, em um momento histórico, o aeroporto recebeu 577.480 doses da CoronaVac.    

Em 24 de janeiro, uma aeronave chegou com 190.500 doses da vacina de Oxford, importada da Índia.    

No dia 25 de janeiro, o aeroporto recebeu uma nova remessa de vacinas com 87.600 doses da CoronaVac.    

No dia 7 de fevereiro, o aeroporto recebeu aeronave com 315.600 doses de CoronaVac.    

Em 24 de fevereiro, chegaram 357.400 doses de vacinas, sendo 220 mil da AstraZeneca/Fiocruz e 137.400 da CoronaVac.    

Em 3 de março, foram 285.200 doses de CoronaVac.    

No dia 9 de março, chegaram 303.600 doses de vacina CoronaVac ao aeroporto.   

Em 17 de março, foram 509.800 doses da CoronaVac.   

No dia 20 de março, chegaram ao aeroporto 542.550 mil doses da CoronaVac.   

No dia 26 de março, chegaram 116.600 doses da AstraZeneca/Fiocruz e mais 359 mil doses da vacina CoronaVac.  

Em 3 de maio, o aeroporto recebeu a primeira remessa de vacinas da Pfizer com cerca de 50 mil doses. 

No dia 8, chegaram ao aeroporto 100.200 doses da CoronaVac. 

Em 10 de maio, chegou ao aeroporto a segunda remessa de vacinas da Pfizer. A aeronave trouxe um total de 112.434 doses do imunizante.  

No dia 14 de maio, 101.600 doses de CoronaVac chegaram ao aeroporto. 

Dia 18, chegou ao aeroporto remessa com 435.500 doses de vacina AstraZeneca e 8.200 doses de CoronaVac. 

Também no dia 18 de maio, pousou aeronave com 64.350 doses de Pfizer.  

No dia 26 de maio, chegaram 561.750 doses da vacina AstraZeneca.  

No mesmo dia, também chegaram 60.840 doses da Pfizer.  

Em 2 de junho, foi a vez de chegarem 588.500 doses de AstraZeneca ao terminal. 

No mesmo dia, também pousou aeronave com 62.010 doses de Pfizer. 

 No dia 8 de junho, o aeroporto recebeu 237.510 mil doses da Pfizer. 

Já no dia seguinte, 9 de junho, pousou aeronave com 362.750 doses de AstraZeneca. 

No dia 11 de junho, o aeroporto recebeu 1.800 doses de AstraZeneca. 

Sobre a BH Airport  

Concessionária do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, é uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) formada pelo Grupo CCR, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 40 anos na gestão de aeroportos no Brasil, que tem 49% de participação.  

quarta-feira, 16 de junho de 2021

Minas Shopping promove campanha de doação de sangue

Doação de sangue ajuda a salvar vidas
Foto: Divulgação

Com a baixa no estoque dos hemocentros, o Minas Shopping decidiu abraçar a causa e está engajando clientes, colaboradores e lojistas em uma campanha para a doação de sangue. Seguindo asu orientações de higienização e segurança, o atendimento, em parceria com o Hemoservice, será realizado no dia 25 de junho, das 8h às 16h, no piso 2, em frente à loja Pernambucanas. Os doadores podem agendar horário com a equipe do Hemoservice pelo número (31) 99871-1498.

É possível salvar até três vidas com apenas uma doação. “Neste período de pandemia, as doações diminuíram muito. Queremos mobilizar as pessoas da região para que tenham mais comodidade em realizar as doações”, afirma Daniela Nascimento, analista de captação da Hemoservice. A meta é coletar mais de 100 bolsas de sangue. “O serviço será realizado com hora marcada, com conforto e segurança para os doadores. A campanha é mais uma oportunidade de reforçar nossos estoques e incentivar a doação”, explica.

Para ser um doador, é preciso levar um documento de identificação oficial com foto, ter entre 18 e 69 anos, pesar no mínimo 50kg e ter boas condições de saúde. No caso de menores de 18 anos, será necessário apresentar uma autorização do responsável. Para a doação, não é preciso estar de jejum, mas é necessário respeitar o intervalo de, no mínimo, três horas entre a última refeição e a coleta. Além disso, os homens podem doar a cada dois meses e, no máximo, quatro vezes por ano. Já as mulheres têm a possibilidade de doar a cada três meses, desde que totalizem até três doações por ano.

“Mesmo aqueles que, por algum motivo, não sejam doadores podem ajudar, motivando amigos e familiares”, afirma Ana Paula Alkmim, gerente de Marketing do Minas Shopping. Segundo ela, a ação tem como objetivo sensibilizar a população para a importância da doação. “Doar sangue não é apenas um ato de solidariedade. É um ato de valorização da vida e de amor ao próximo. Nós acreditamos na responsabilidade social e no compromisso de salvar vidas”, declara Ana Paula.

Sobre o Minas Shopping

Avenida Cristiano Machado, 4000 – União – Belo Horizonte (MG)

Telefone: (31) 3429-3500

Site: www.minasshopping.com.br

Facebook: www.facebook.com/Minasshopping

Instagram: @minas_shopping

Inaugurado no dia 25 de setembro de 1991, o Minas Shopping completou 29 anos em 2020, totalmente integrado à vida da comunidade da região nordeste da capital mineira. Transformou a região nordeste da cidade em um dos principais polos de crescimento da capital mineira, com a atração de novos empreendimentos para os bairros próximos.

Sobre o Grupo AD

Maior administradora independente de shopping centers do País, está presente em todas as regiões brasileiras. Seu portfólio é composto por 40 empreendimentos de diversos formatos, localizados tanto em capitais quanto no interior. São 30 anos de experiência em planejamento, comercialização e gestão de shopping centers. Além do marketplace para shoppings, o Grupo AD lançou recentemente a AlugueON, plataforma digital de locação de lojas e merchandising, que vai facilitar a prospecção dos locatários na obtenção do ponto comercial em sua estratégia de expansão comercial; seja em lojas, quiosques ou mídia no mall.

sábado, 12 de junho de 2021

Cuidados especiais nos dias de hoje

 Por: Ricardo Bello

A pandemia ainda não acabou e pelo mundo afora vemos notícias de falecimentos e hospitais lotados. Em alguns países a situação está um pouco mais controlada por causa das vacinas aplicadas na maioria da população. Desta forma, enquanto o mundo todo não consegue esse mesmo resultado  é preciso ter cuidado. No Brasil, milhares de pessoas da terceira idade ainda não foram vacinadas com a segunda dose dos imunizantes. Receber as duas doses é um passo muito importante para evitar o aumento da doença. Além de usar máscaras cobrindo a boca e o nariz, limpar as mãos e braços com álcool 70˚ e evitar locais cheios. 

Algumas pessoas não se preocupam, agem como se os tempos fossem como há alguns anos, sem pandemia. E esquecem que em virtude dessa doença muitas famílias sofrem, sonhos foram interrompidos. Pais, amigos, esposas, maridos, filhos e filhas se foram. É importante refletir sobre a importância dos cuidados com a saúde, a proteção individual e coletiva que salva vidas. E nos acende uma luz de esperança...ainda é possível mudar as atitudes e viver dias melhores...com fé e boas práticas todos os dias...

quinta-feira, 10 de junho de 2021

Instituto Kairós cria projeto para minimizar os impactos da Covid-19

Fortalecer e gerar renda para o pequeno produtor agroecológico e ao mesmo tempo levar alimentos saudáveis para a mesa de milhares de famílias que estão sofrendo com os impactos da Covid-19, esse é objetivo da ação Quitanda Solidária, criada pelo Instituto Kairós. A iniciativa já chegou a Raposos, Brumadinho, Nova Lima, Itabirito e Belo Horizonte.  Criada em junho de 2020, a Quitanda Solidária já distribuiu 3.119 cestas de alimentos agroecológicos. Em um ano de funcionamento, mais de 16 toneladas de alimentos, beneficiando 327 famílias com doações de alimentos e gerando renda para 24 famílias de pequenos produtores. Para potencializar ainda mais a ação, a instituição lançouuma plataforma para receber as doações, que pode ser acessada através do:https://quitandasolidaria.kairos.org.br.

Todos os recursos doados são destinados para a distribuição de cestas de alimentos agroecológicos e para a implantação de hortas comunitárias nas localidades parceiras. Cada cesta contém no mínimo 5 quilos de alimentos, composta por 8 a 10 ítens agroecológicos variados: verduras, legumes, frutas, temperos e tubérculos com capacidade para alimentar e suprir as necessidades nutricionais de quatro pessoas por uma semana. Tudo é produzido de forma sustentável, por pequenos produtores de Brumadinho, Nova Lima e região. Completando a ação, em cada comunidade atendida são implantadas hortas comunitárias, gerando autonomia produtiva e difundindo os princípios da agrofloresta e práticas sustentáveis de cultivo.

"A Quitanda Solidária é uma forte ferramenta de inclusão social para o momento que estamos vivendo. Não há formas de vencer este tipo de crise sem solidariedade”, diz Rosana Bianchini, fundadora do Instituto Kairós e idealizadora da ação. E completa: “Só podemos ficar bem quando todos estiverem bem. Por isso trabalhamos há 18 anos junto a comunidades locais, incentivando modelos produtivos conscientes de economia circular e desenvolvimento em rede”.

Parceria com as comunidades

Para potencializar seu alcance, em cada comunidade o Instituto Kairós conta com um parceiro local para a distribuição das cestas. Na cidade de Itabirito, a distribuição acontece no bairro de Água Limpa, em parceria com o Projeto C.A.B.A.L. A comunidade de Várzea do Sítio, em Raposos, recebe as cestas por meio do apoio da Casa de Gentil. Já em Belo Horizonte, a distribuição é feita no Aglomerado da Serra em parceria com a Associação Comunitária de Moradores da Vila Cafezal e do Centro Cultural Lá da Favelinha. Em Brumadinho, elas são distribuídas no distrito de Casa Branca em parceria com a Associação Comunitária do Parque das Águas, em Piedade do Paraopeba e para o Asilo Lar de Idosos Padre Vicente Assunção, na sede do município. A ação está presente também em Nova Lima e no município a distribuição é realizada em Macacos, pelo próprio Kairós, que tem sede na comunidade.

Todos os parceiros são fundamentais para a construção dessa rede de inclusão e soberania alimentar. “O projeto só veio a agregar em nossa luta contra os impactos da pandemia na comunidade”, ressalta Amanda Persiquini, da Casa de Gentil, em Raposos A presidente da Associação Comunitária do Cafezal, Kika, também reforça a importância da iniciativa “todas as famílias estão muito felizes com a Quitanda Solidária aqui no Aglomerado da Serra. Essa é uma ação inovadora, o alimento vem fresquinho, direto do produtor!”.

A primeira horta comunitária foi implantada no bairro Água Limpa, em Itabirito, em parceria com o Projeto Socioeducativo C.A.B.A.L e os moradores já começaram a colher seus próprios alimentos. “A horta significa uma nova vida para todos nós. Aprendemos a plantar alimentos e colhemos dignidade e amor”, diz D. Rosa, fundadora e presidente da C.A.B.A.L.”

Doação para o Quitanda Solidária

Quem deseja somar a rede de solidariedade pode fazer sua doação direto no Portal da Quitanda Solidária (https://quitandasolidaria.kairos.org.br), que acaba de ser lançado. No site, o doador pode fazer uma contribuição pontual ou se tornar um assinante e colaborar com doações mensais. Épossível doar qualquer valor a partir de R$25,00.

Uma única doação contribui para a alimentação saudável de famílias, o escoamento da colheita de pequenos produtores locais, a manutenção de práticas produtivas sustentáveis, autonomia das comunidades e o desenvolvimento local. Aqueles que financiam a produção agrícola sustentável colaboram para uma mudança de consciência que integra componentes socioculturais, econômicos, técnicos e ecológicos que beneficiam todo o agrossistema. Uma verdadeira rede de inclusão e valorização dos recursos naturais.  “Produzir alimentos agroecológicos em sistemas agroflorestais significa estar em sintonia com a natureza. O plantio é feito por meio de consórcios com plantas variadas em grande número e de ciclos diferentes, o que garante fartura de alimentos o ano todo”, diz Flávio Nazaré de Lima, responsável técnico do Kairós pela implantação dos sistemas agroflorestais nas comunidades parceiras.

MAIS INFORMAÇÕES 

Site:  https://quitandasolidaria.kairos.org.br

Instagram: @institutokairos / @quitandasolidaria.kairos

segunda-feira, 31 de maio de 2021

Conheça os perrengues enfrentados por quem precisa viajar durante a pandemia

 *Por Natasha de Caiado Castro 

Não existe mais modo automático na vida e, menos ainda, nas viagens. Até antes da pandemia, estávamos acostumados a fazer tudo de uma forma em que tudo se encaixava. Não é mais assim e, por enquanto, precisamos nos adaptar às novas realidades e aos perrengues que elas trazem, pois não sabemos quando ou mesmo se tudo voltará ao normal. 

No turismo, o sistema desencaixou. Pense em uma engrenagem: ela funciona bem porque todas as peças se "entendem", mas se um parafuso afrouxar, ela para ou fica descontrolada. No universo das viagens, as partes não estão mais conversando. As companhias aéreas não estão falando entre elas ou com os aeroportos, os hotéis ou mesmo as pessoas. Os aeroportos pouco explicam para os passageiros quando algo dá errado in loco. Responsabilidades são jogadas de colo em colo, e ninguém quer assumir os erros para os consumidores. 

Percebeu um personagem que aparece em todas as situações - e sempre do lado que precisa de auxílio? As pessoas - passageiros, consumidores, eu e você. 

O que fazer quando as coisas derem errado? E como se prevenir para evitar perrengues homéricos? Reuni algumas experiências que temos presenciado em nosso dia a dia na Wish International para tornar a sua vida mais fácil. 

O sucesso está nos detalhes 

Quando mencionei que as companhias aéreas não estão conversando entre elas, não foi à toa. Com a capacidade reduzida por questões de segurança sanitária, alguns voos têm chegado com overbooking em suas paradas quando fazem parte de viagens com escalas. Os passageiros, que nada têm a ver com isso e só querem embarcar para seguir viagem, ficam à mercê do encaixe em um próximo voo. 

Se a culpa é da empresa que vendeu a passagem ou da companhia aérea com overbooking, pouco importa - e nem adianta alimentar expectativas em relação a soluções imediatas. O melhor é pensar à frente e fazer de tudo para não passar por isso. 

Tenha em mente o seguinte: as regras mudam todos os dias. Às vezes, no meio do dia. Enquanto você está no seu voo rumo a um aeroporto onde fará uma conexão. Não dá mais para fazer as coisas no gut feeling, como a intuição mandar. Tem que ser no papel, na checklist. Literalmente. 

Ligue para a companhia aérea para checar o status do voo. Aproveite para confirmar se você está com toda a documentação necessária naquele dia e se os seus equipamentos de segurança são os aceitos para o seu destino - muitos países não aceitam mais viajantes com máscaras faciais de pano, apenas a PFF-2. Talvez peçam para você usar face shield. Não existe confirmação excessiva. 

Faça as contas da quarentena corretamente. Como a entrada de voos diretamente do Brasil está proibida na maioria dos países, será necessário cumprir uma quarentena em algum lugar que permita a chegada e a estadia de voos brasileiros. Todos pensam em 14 dias, mas na verdade são 16, porque você precisa contar os dias dos voos em si. Se fizer uma quarentena redux, não poderá entrar no seu destino. E só por causa de uma conta imprecisa... 

Leve as receitas médicas de todos os seus remédios, verifique o desbloqueio dos cartões de bancos e a habilitação do roaming do celular. Esses detalhes podem garantir sua tranquilidade caso um voo seja cancelado e você precise bancar uma hospedagem surpresa perto do aeroporto até conseguir embarcar em outro, por exemplo. 

Ter certeza de que a fronteira do país escolhido para a quarentena está aberta naquele dia também é importante. Como já falei e acho que não custa repetir: as regras estão mudando o tempo todo. Esteja preparado para tudo! 

Terceirizar os pormenores pode ser a chave da tranquilidade 

Talvez algumas pessoas achem tudo isso muito pesado. Talvez você não se sinta à vontade para cuidar de tantos pormenores. E tudo bem! 

Nesses casos, vale muito lançar mão da ajuda de profissionais e empresas com expertise em providenciar todos os detalhes para uma experiência de viagem tranquila e segura. E que, principalmente neste momento que estamos vivendo, se mantenha atualizada sobre regras por você.

Na Wish International, viabilizamos o esquema door-to-door, ou seja, pegamos o cliente na porta da casa dele e ele só ficará por conta própria quando chegar ao destino final, passando inclusive pela quarentena nos hotéis mais seguros disponíveis no mercado. E isso se ele quiser ficar sozinho, é claro: sempre há a possibilidade de continuarmos acompanhando sua viagem. 

Algumas coisas não são demais atualmente: os cuidados no dia a dia, os testes de Covid-19, as confirmações de serviços, as garantias de tranquilidade. Já estamos vivendo de uma forma tão diferente do nosso normal, com uma ânsia tão grande de poder voltar a viajar sem essas preocupações, que fazer tudo direitinho e fugindo de "roubadas" agora é imprescindível. 

Quem conseguir se adaptar a tantas mudanças sairá sempre na frente, seja em nível pessoal ou de negócios. Acredite: quando tudo isso passar, você vai agradecer por ter prestado atenção a estes alertas e ter conseguido fugir dos perrengues de viagens da pandemia. 

*Natasha de Caiado Castro é fundadora e CEO da Wish International, especialista em inteligência de mercado, Content Wizard e Investor. É também Board Member da United Nations e do Woman Silicon Valley Chapter. 

terça-feira, 18 de maio de 2021

Aeroporto Internacional de BH recebe mais de 500 mil doses de vacinas contra a Covid-19

 Novas remessas de vacinas contra o coronavírus chegam nesta terça-feira(18) ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins. A 15ª remessa já pousou por volta das 11h30, com 435.500 doses de vacina AstraZeneca e 8.200 doses de CoronaVac. Já a 16ª remessa, com 64.350 doses de Pfizer, está prevista para chegar às 18h50. Como das últimas vezes, toda a carga será encaminhada à Central de Rede de Frio da Secretaria Estadual de Saúde (SES) para envio às Unidades Regionais de Saúde (URS) de Minas Gerais. 

Linha do tempo 

No dia 18 de janeiro, em um momento histórico, o aeroportorecebeu 577.480 doses da CoronaVac.  

Em 24 de janeiro, uma aeronave chegou com 190.500 doses da vacina de Oxford, importada da Índia.  

No dia 25 de janeiro, o aeroporto recebeu uma nova remessa de vacinas com 87.600 doses da CoronaVac.  

No dia 7 de fevereiro, o aeroporto recebeu aeronave com 315.600 doses de CoronaVac.  

Em 24 de fevereiro, chegaram 357.400 doses de vacinas, sendo 220 mil da AstraZeneca/Fiocruz e 137.400 da CoronaVac.  

Em 3 de março, foram 285.200 doses de CoronaVac.  

No dia 9 de março, chegaram 303.600 doses de vacina CoronaVac ao aeroporto. 

Em 17 de março, foram 509.800 doses da CoronaVac. 

No dia 20 de março, chegaram ao aeroporto 542.550 mil doses da CoronaVac. 

No dia 26 de março, chegaram 116.600 doses da AstraZeneca/Fiocruz e mais 359 mil doses da vacina CoronaVac. 

 Em 3 de maio, o aeroporto recebeu a primeira remessa de vacinas da Pfizer com cerca de 50 mil doses. 

 No dia 8 de maio, chegaram ao aeroporto 100.200 doses da CoronaVac. 

 Em 10 de maio, chegou ao aeroporto a segunda remessa de vacinas da Pfizer. A aeronave trouxe um total de 112.434 doses do imunizante. 

 No dia 14 de maio, 101.600 doses de CoronaVac chegaram ao aeroporto. 

Sobre a BH Airport  

Concessionária do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, é uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) formada pelo Grupo CCR, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 40 anos na gestão de aeroportos no Brasil, que tem 49% de participação.  

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Mudanças que vieram para inovar

2020 foi um turbilhão, mas deixará um legado importante para o dia das pessoas

Depois de nove meses de pandemia da Covid-19, a vacina contra o vírus já é uma realidade bastante próxima, com países como Inglaterra, Canadá e Estados Unidos sendo os primeiros a iniciar a imunização de seus habitantes. 

No Brasil, por enquanto, apenas o estado de São Paulo divulgou um cronograma de vacinação que terá início em 25 de janeiro. Já o Governo Federal anunciou que prevê iniciar vacinação contra a Covid cinco dias após aval da Anvisa e entrega das doses, mas não especificou nenhuma data. Nas declarações mais recentes do Ministério da Saúde, fevereiro foi apontado como mês provável para esse início de processo. 

Mesmo que ainda não haja uma certeza de quando haverá o início de uma vacinação em massa por aqui, agora as pessoas já conseguem vislumbrar uma luz no fim do túnel, mas, é importante reforçar que o coronavírus segue infectando milhares de pessoas por dia e tirando centenas de vidas Brasil afora. Não podemos, portanto, agir como se a doença não fosse mais uma ameaça, pois, o considerável aumento do número de casos no País e o surgimento de uma segunda onda de contágio na Europa nos comprovam justamente o contrário. 

E quando a pandemia passar, alguns hábitos que foram construídos e mudanças que foram implementadas na vida das pessoas devem permanecer. Até porque, após toda população ser vacinada, ainda demorará algum tempo para termos dados confiáveis ​​sobre como será a vida pós-pandemia. De acordo com especialistas, a vacina impedirá que a pessoa adoeça, mas não se sabe se impedirá a infecção e transmissão a outra pessoa não vacinada. 

Isso significa que os mesmos protocolos preventivos que todos seguiram ao longo de 2020 - do distanciamento físico ao uso de máscaras de proteção - ainda devem ser seguidos. Além disso, outras mudanças que se instalaram neste período vieram para ficar de vez e, acreditem, isso é algo bastante positivo. Veja quais são eles e a opinião de especialistas: 

Home Office - Trabalhando do sofá 

Durante a pandemia, a tecnologia também permitiu que qualquer pessoa que trabalha sentada atrás de um computador pudesse se manter distante da sede da empresa e, este novo formato será adotado permanentemente por muitas companhias. No Brasil, os dois mil atendentes do call center da Tim permanecerão em home office. No Magazine Luiza cerca de 1.500 funcionários — de um total de 40 mil— não precisarão mais ir ao escritório. Até mesmo a Prefeitura de São Paulo implementou o trabalho remoto de forma definitiva para os seus mais de 120 mil servidores. 

Com esta mudança, empresas podem reduzir os custos de infraestrutura abrindo mão de espaços físicos ou mesmo alugando lugares menores, além de fazer uma economia considerável com energia elétrica, internet, manutenção e suprimentos. Já para os colaboradores, o home office possibilitou, sobretudo, qualidade de vida sem a exaustiva jornada que incluía horas perdidas no trânsito, diminuição de gastos com transporte, alimentação e roupas e também maior convivência com a família. 

"A pandemia acelerou a implementação de um sistema de trabalho que levaria ainda muitos anos para ser adotado de forma abrangente. Havia muitas dúvidas sobre a eficiência do home office e se as pessoas manteriam a performance devido às distrações de casa - de filhos à televisão - mas passados nove meses, muitas empresas relatam que a produtividade permaneceu nos níveis anteriores à pandemia, ou até mesmo aumentou. Portanto, esta é uma mudança trazida pela pandemia que, daqui pra frente, deve se estabelecer e fazer parte da vida das pessoas", explica o consultor em gestão, governança corporativa e planejamento estratégico, Uranio Bonoldi. 

"Anywhere Office" - Meu escritório é onde eu estiver 

A pandemia desmistificou o home Office comprovando às empresas que as pessoas podem produzir ainda mais de suas próprias casas e agora está entrando em cena um novo conceito: o "Anywhere Office", ou, ‘escritório em qualquer lugar’. Esta nova modalidade vai se estabelecer como uma grande guinada com relação à dinâmica de como muitos trabalham atualmente: se com internet e um laptop podemos trabalhar, o escritório será onde estivermos. 

E não se trata de nomadismo digital que é quando a pessoa trabalha de um hostel em Bora Bora ou de um café em Berlim, mas de adequar as necessidades profissionais à vida em um local que contribua para a realização pessoal com saúde física e mental. Por exemplo: por quê viver em apartamentos minúsculos em uma grande cidade se há possibilidade de morar e trabalhar em espaços maiores no interior ou mesmo no litoral? Segundo uma pesquisa da plataforma de comércio OLX, a procura por imóveis em cidades do interior cresceu cerca de 30% no mês de julho. Ao que tudo indica ao observarmos metrópoles pelo mundo, este pode ser o início de um verdadeiro êxodo urbano. 

"A partir deste novo formato de trabalho, quando não mais for preciso se deslocar diariamente para ir ao escritório, as pessoas passaram a desejar viver em lugares mais espaçosos para trabalhar e ainda conviver de forma mais harmoniosa com a família. Agora, a prioridade é uma vida mais confortável em lugares onde o custo de vida é mais baixo e com mais segurança - os grandes centros urbanos não são compatíveis com esta nova realidade. Consigo identificar esta mudança como o início de uma nova tendência de comportamento", comenta Dante Seferian, CEO da construtora e incorporadora Danpris. 

Produtos que aumentam a proteção? Queremos (precisamos)! 

Com o início da vacinação que se aproxima no Brasil, sabemos que em alguns meses a pandemia de coronavírus pode ser apenas uma lembrança pra lá de desagradável. No entanto, ainda não se pode dizer com certeza qual é o futuro do COVID-19. Com base em outras infecções, há poucos motivos para acreditar que o coronavírus SARS-CoV-2 irá embora em breve, mesmo quando as vacinas estiverem disponíveis. Um cenário mais realista é que ele será adicionado à (grande e crescente) família de doenças infecciosas que são conhecidas como "endêmicas" na população humana. 

Além disso, especialistas vêm afirmando que mesmo que vacinadas, as pessoas ainda podem carregar e espalhar o vírus e, por conta disso, o uso de máscaras e outras medidas de proteção, como lavar as mãos com frequência e manter distanciamento social, serão necessárias até que a maioria da população seja inoculada. Sendo assim, produtos surgidos com a pandemia com propriedades antibactericidas e antivirais devem fazer parte de nossas vidas de maneira permanente daqui pra frente. 

E não estamos falando apenas de máscaras, mas de plásticos que inativam o coronavírus e vem sendo utilizados para cobrir superfícies diversas, tecidos que por possuírem propriedades anti Covid-19 estão ajudando o setor hoteleiro a expandir as medidas para a segurança de seus hóspedes e até de pisos e tintas de parede que intensificam a proteção das pessoas contra esta doença e outras infecções. 

"A pandemia da Covid-19 deflagrou uma nova etapa na guerra com os micróbios. Uma luta histórica contra várias doenças de origem viral ou bacteriana, entre elas a gripe, que reaparece todo ano e, segundo alguns cientistas, poderá vir ainda mais forte. De olho nisso, precisamos criar e aperfeiçoar barreiras contra esses patógenos. E, quanto mais combatermos esses problemas pela raiz, mais evitaremos novos surtos e pandemias. Usar máscaras, lavar as mãos e utilizar produtos com ação antiviral seguirão mesmo após a aprovação da vacina contra o coronavírus. São hábitos que não têm mais volta. Até porque, quando uma epidemia for embora, podemos ter outra batendo à nossa porta", explica Daniel Minozzi, químico e fundador da Nanox, empresa brasileira de nanotecnologia. 

Eventos híbridos - O mundo ao alcance das mãos 

Dizer que os últimos meses foram um turbilhão seria um eufemismo. Em questão de dias, eventos ao vivo e conferências planejadas com meses de antecedência foram repentinamente adiadas ou canceladas. Os eventos virtuais se tornaram parte da rotina e, rapidamente, o segmento teve que reaprender a ser eficaz neste novo formato. 

Durante este período, uma das lições mais importantes que a indústria de eventos aprendeu foi que, embora os eventos virtuais certamente tenham seus benefícios, os eventos ao vivo sempre serão uma parte importante de qualquer programação de eventos. Sendo assim, os eventos híbridos - aqueles que combinam experiências presenciais e virtuais - serão uma parte essencial na indústria de eventos daqui em diante e serão responsáveis por uma verdadeira transformação na interação do público. 

Mas não espere simplesmente uma transmissão ao vivo de uma webcam em um canto, pois é preciso manter os participantes engajados. Agora, do mesmo jeito que os organizadores têm uma equipe de produção para eventos presenciais, precisarão também de uma equipe de produção focada exclusivamente na experiência virtual. "Desde que a pandemia de COVID-19 começou, os eventos virtuais se tornaram a nova opção para empresas e marcas que buscam manter seus clientes engajados durante o longo período de bloqueio. Agora que o mercado lentamente começa a retornar, é preciso se adaptar novamente e os eventos híbridos permitirão aumentar o seu alcance com a transmissão para um público maior do que jamais seria possível pessoalmente", explica Natasha de Caiado Castro, especialista em inteligência de mercado e CEO da Wish International. 

Telemedicina - Saúde através do celular 

Com o Covid-19, a medicina despontou como um dos segmentos que mais se valeram da tecnologia para assegurar que a população mantivesse seus fluxos de controle sem comprometer ainda mais o sistema de saúde. No início da pandemia, o Governo Federal autorizou que a prática de consultas virtuais pudesse ser realizada. Desta forma, muitos casos não emergenciais puderam ser tratados sem que os Pronto-Socorro ficassem lotados de casos que podiam ser facilmente orientados à distância com o devido suporte especializado. Passado este momento crítico, este avanço apoiado por recursos tecnológicos que fazem parte do dia a dia das pessoas, permitirá fechar todo o ciclo do atendimento: do telediagnóstico ao acompanhamento contínuo do paciente, facilitando o processo, salvando mais vidas e garantindo que um número muito maior de pessoas tenha acesso à devida opinião médica ao alcance de um clique. "As plataformas de atendimento virtual são um legado positivo para a saúde. A telemedicina estimula a busca por diagnóstico preciso, evita a automedicação e promove a tomada de decisões com respaldo clínico especializado. Esse acesso correto aos serviços de saúde melhora a eficiência do setor como um todo. E olhando para o bem estar do paciente, promove melhores desfechos clínicos, garantindo diagnósticos precoces, orientações e encaminhamento correto", afirma Vitor Moura, CEO da startup de saúde VidaClass.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

Cuidados com a saúde

Por:  Ricardo  Bello

O mundo começa a se movimentar rumo à vacina para combater os efeitos de uma pandemia sem precedentes. Enquanto a vacinação em massa e a imunizaçāo não acontecem, todos precisam se cuidar. A maneira mais eficaz é lavar sempre as mãos com água e sabão, usar álcool 70% além da máscara de pano ou cirúrgica cobrindo a boca e o nariz completamente.

Nesse tempo onde as taxas de contaminação estão altas em várias partes do mundo,o distanciamento social também ajuda a evitar o espalhamento do vírus. Sendo assim, evite lugares cheios e até as visitas familiares. O Natal pode ser celebrado com uma sincera oração dedicada aos parentes e amigos. 

É preciso cautela para seguirmos em frente até a chegada da vacina. Lembrando que os cuidados com a higiene devem continuar para evitarmos esses e outros males à saúde...

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Infectologista fala sobre a eficácia do uso de máscaras

Por: Ricardo Bello

Em tempos de pandemia, onde vemos o mundo tentando reaprender a viver diante de um inimigo invisível, o Coronavírus, muita gente ainda não se adaptou a necessidade do uso de máscaras diariamente. 

Ficam as perguntas: é mesmo eficaz?  Qual a maneira correta de usar? O Médico Infectologista, Dr.Estevão Urbano, deixa dicas importantes nos vídeos...








segunda-feira, 13 de abril de 2020

Museu de Congonhas busca soluções para o período de quarentena


Desde que precisou suspender as atividades para ajudar na prevenção da disseminação do Covid 19, o Museu de Congonhas tem buscado soluções para se manter em funcionamento, ainda que de maneira virtual. Seja relembrando os eventos mais importantes, oferecendo dicas de entretenimento para os amantes da história e da arte, interagindo com os internautas ou lançando séries inéditas, como as que retratam o Jubileu do Senhor Bom Jesus e a Semana Santa. 

Agora, a instituição está preparando um passeio completo pela sua expografia, com uma série de 27 vídeos, fazendo uma Mediação Virtual e ministrando as principais oficinas que fazem a alegria das crianças no dia a dia da instituição. Os vídeos vão ao ar todas as segundas e quartas-feiras e estão disponíveis nas páginas do Facebook (@museudecongonhas), do Instagram (@museusdecongonhas) e do site da instituição (www.museudecongonhas.com.br). 

A Mediação Virtual não é uma simples visita pelo Museu, é um passeio recheado de informações que inclusive extrapolam o conteúdo em exposição. Os vídeos vão tratar de assuntos como o conceito de Museu de Sítio, a devoção de Feliciano Mendes, o Santuário compreendido como um ex-voto, o iconografia do Bom Jesus de Matosinhos e a presença do santo em Minas Gerais, as Capelas dos Passos, os Profetas, Aleijadinho entre tantos outros temas compreendidos nos eixos devocional, histórico e patrimonial de Congonhas.

Já as oficinas escolhidas para serem ministradas on-line são aquelas que podem ser feitas com materiais que as crianças encontram facilmente em casa.  As atividades que ganharão versão virtual são “Práticas de fé: Oratórios devocionais”, “Meu postal de Congonhas”, “Minha Camisa do Museu”, “Teatro de Sombras – Minha Cidade dos Profetas”, “A Dama dos Profetas” e “Os Aprendizes do Mestre Ataíde”. Os internautas que participarem serão convidados a divulgar os produtos confeccionados nas redes sociais da instituição.

Além destas ações, as sextas-feiras, às 20h, serão dedicadas a tirar dúvidas e promover um diálogo sobre o material publicado na semana com lives, transmitidas pelo Instagram, realizadas com a equipe do Setor Educativo do Museu de Congonhas.

Museu de Congonhas na Web:

Canal Congonhas: https://www.youtube.com/canalcongonhas 

Facebook: www.facebook.com/museudecongonhas 

Instagram: @museusdecongonhas

Site: www.museudecongonhas.com.br

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Roberta Miranda reúne time de estrelas em projeto especial


Sabrina Sato, Zeca Pagodinho, Simaria, Péricles, Wanderléia, entre outros artistas, participam do clipe -

Neste período de quarentena, no qual as pessoas não podem se abraçar presencialmente, a cantora Roberta Miranda encontrou uma forma diferente para abraçar o público, lançando o projeto "TeAbraçoComaMúsica" nas redes sociais. Como já diz o nome, a ação tem como objetivo acariciar as pessoas através da música neste momento no qual o mundo clama por esperança e empatia.

Para coroar a iniciativa, Roberta Miranda convocou para o clipe do projeto um verdadeiro time de grandes artistas da TV e da música nacional e internacional que, literalmente, abraçaram a iniciativa. Uniram-se a eterna "Rainha da Música sertaneja" nomes como: a mexicana Ana Gabriel, a portuguesa Mariza, Péricles, Sabrina Sato, Salgadinho, Simaria, Tom Cavalcanti, Wanderléia e Zeca Pagodinho que cantam em uma só voz uma mensagem bem atual de fé, positividade e coletividade. A produção foi toda realizada em apenas quatro dias.

Roberta Miranda gravou as imagens com apenas um aparelho celular, de forma caseira, com o auxílio de sua sobrinha para captar diversos ângulos. Quando estava prestes a finalizar a montagem do clipe, ela foi surpreendida com uma letra de Daniel Del Sarto, um rap que ganhou destaque na produção.

"Essa produção foi realizada totalmente pela internet, com imagens de celular. #TeAbraçoComaMúsica é uma forma de amor e nada melhor que a força da música pra abraçar alguém. Já que não posso te abraçar pessoalmente, vamos nos abraçar dessa forma nesse momento de união. Quero agradecer a todos os fãs e aos artistas e profissionais que estão com a gente neste projeto, especialmente, ao Marcos Maynard, que foi uma pessoa fundamental nesse trabalho", comenta Roberta Miranda que assina a autoria da canção, a produção e direção geral do clipe.

Para conferir o clipe de #TeAbraçoComaMúsica, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=uc0hGhSCTVk

Para saber mais e acompanhar todas as novidades, acesse: www.robertamiranda.com.br.

Facebook: RobertaMirandaOficial
Instagram: robertamiranda
YouTube: RobertaMirandaRM
Twitter: @RobertaMiranda1

Telefone para shows: (11) 3666-6115 - #blueworkeventos

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Minas Shopping inicia projeto na web


Primeira ação acontece na sexta-feira (3),com uma live no Instagram sobre como manter a qualidade de vida e a saúde mental na quarentena

O Minas Shopping dá início, nesta semana, a um projeto que tem como objetivo ampliar a comunicação com os clientes no ambiente virtual durante a pandemia de Covid-19 e fornecer informações úteis para o dia a dia de quem está em casa. A primeira ação está agendada para sexta-feira, 3 de abril, às 20h, em uma live no Instagram oficial (@minas_shopping), que abordará o tema “Como manter a qualidade de vida e a saúde mental na quarentena?”. A conversa será com o psiquiatra Antônio Geraldo da Silva, presidente da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria) e da APAL (Associação Psiquiátrica da América Latina).

O projeto “Em casa com o Minas Shopping” será composto por uma série de eventos on-line com o objetivo de oferecer às pessoas recomendações para que possam ter uma quarentena mais saudável e produtiva. Em lives transmitidas pelo Instagram do Minas Shopping, serão abordados diversos temas importantes para este momento de isolamento social, com orientações de especialistas de várias  áreas, incluindo atividades físicas e opções para as crianças se divertirem.

“Estamos vivendo dias atípicos e, neste momento, manter a mente em paz e uma rotina saudável é fundamental para passar por isso da melhor forma possível. O ambiente virtual nos conecta e, mesmo separados, cada um em sua casa, estaremos reunidos novamente nessa corrente do bem”, declara a gerente de Marketing do Minas Shopping, Ana Paula Alkmim.

Ela reforça o compromisso social do Minas Shopping e o trabalho que vem sendo desenvolvido para oferecer informações de qualidade aos clientes. Nesse sentido, é promovido, há dois anos, o projeto Cinepsiquiatria, em parceria com a ABP, APAL, Associação Mineira de Psiquiatria (AMP) e a Cineart. A iniciativa abre espaço para a sociedade debater questões cotidianas e relacionadas à saúde mental, a partir da exibição de filmes e palestras sobre o tema a ser tratado. “O Minas Shopping é pioneiro na realização do projeto, que está alinhado com a nossa atuação voltada para a responsabilidade social. Esse é um importante serviço prestado para a população e, com mais essa iniciativa, agora on-line, esperamos seguir contribuindo para que nossos clientes possam ter uma quarentena mais tranquila", acrescenta. 

Sobre o Minas Shopping

Avenida Cristiano Machado, 4000 – União – Belo Horizonte (MG)

Telefone: (31) 3429-3500

Site: www.minasshopping.com.br

Facebook: www.facebook.com/Minasshopping

Inaugurado no dia 25 de setembro de 1991, o Minas Shopping completou 28 anos em 2019, totalmente integrado à vida da comunidade da região nordeste da capital mineira. Com cerca de 360 lojas, o shopping ocupa um terreno de 85,7 mil metros quadrados, sendo aproximadamente 118 mil metros quadrados de área construída e 50 mil metros quadrados de ABL.

O Minas Shopping é o primeiro shopping de Belo Horizonte a ter uma estação de metrô integrada e conta com estação do BRT/Move em frente, além de 2.500 novas vagas cobertas e novas lojas na área da expansão. O shopping transformou a região nordeste da cidade em um dos principais polos de crescimento da capital mineira, com a atração de novos empreendimentos para os bairros próximos.

O Minas Shopping tem ampliado o mix de serviços, opções de compras e lazer, com a inauguração de lojas de vários segmentos nos últimos meses. Recentemente, ampliou a disponibilidade de acesso wi-fi gratuito para os clientes. Os investimentos realizados, além dos eventos licenciados e da ampliação do mix, conferiram ao Minas Shopping os prêmios Top Of Mind 2019 e Abrasce (em 2017 e 2018) nas categorias "Marketing, Eventos e Promoções" e "Marketing, Eventos e Promoções de Natal".

Sobre a AD Shopping

A AD Shopping, maior administradora independente de shopping centers do país, está presente em todas as regiões brasileiras. Seu portfólio é composto por empreendimentos de diversos formatos, localizados tanto em capitais quanto no interior. São mais de 27 anos de experiência em planejamento, comercialização e gestão de shopping centers.