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domingo, 14 de julho de 2024

Sayal faz sua estreia nas plataformas digitais com o single 'Heba Hamid'

Foto: Victoria Rodrigues 


Música é uma cover que traz histórias peculiares da banda inspiradora SALE

Sayal é uma banda autodefinida como de rock and roll metamoderna do circuito underground do Rio de Janeiro e faz sua estreia nas plataformas digitais com o single "Heba Hamid". Tanto a  banda quanto a música guardam histórias peculiares e saborosamente curiosas. A gravação conta com Shipzy nos vocais, violão e guitarra; Virgulino na outra guitarra e teremim; Luiza no contrabaixo, O'Harold na bateria e Dani e Ricardo Richaid dividindo a percussão. O lançamento é pelo selo Caravela Records.

A trajetória de Sayal é um tributo carioca à lendária banda canadense Sale. Em 2023, a revista GQ descreveu o toque brasileiro de Sayal no som clássico do rock de garagem da Nova Escócia, como uma revelação -  enquanto a maioria das bandas de tributo simplesmente regurgitam fac-símiles, ela leva as músicas em novas direções; fazendo algo mais autêntico de forma contra-intuitiva, o que é, em última análise, uma personificação mais verdadeira do espírito SALE original dos anos 70. Em sua formação,  traz Shipzy, Virgulino, Luiza e Dani. Os quatro vivem, ensaiam e gravam juntos em uma casa flutuante na Baía de Guanabara.  O baterista original, O'Harold, foi perdido no mar em fevereiro de 2023 e ainda está desaparecido.

Heba Hamid: a história por trás da música

"Embora não tenha sido lançada até 1979, a inspiração para Heba Hamid veio quatro anos antes, quando a banda Sale se viu presa em Beirute, no início da guerra civil. O baixista, Baddeck Goodman, se apaixonou por uma mulher libanesa durante sua turnê pelo Mediterrâneo, e com o vocalista Elliot Hurts, ansioso para visitar Al-Maghtas, o local sagrado em Betânia onde João batizou Jesus, fazia sentido para a banda ancorar o barco em que viajavam e ficar por ali. Os detalhes sobre o que aconteceu a seguir são nebulosos, já que nenhum integrante jamais falou publicamente sobre, apesar de, durante este período intenso, terem sido geradas várias músicas essenciais para o cânone do Sale.

É crença popular que, na semana anterior à agitação civil, Baddeck fez uma viagem com a sua namorada libanesa ao distrito de Aley, a sudeste de Beirute, lar de uma elevada concentração de drusos, uma comunidade religiosa local, dos quais ela pode ter feito parte. É improvável que o nome dela fosse Heba Hamid, embora Heba signifique um “presente” ou uma “bênção” em árabe. No entanto, ela, com certeza, era um membro ativo do Partido Socialista Progressista (PSP), uma milícia associada aos drusos, e isso a levou à morte prematura quando um morteiro atingiu o carro em que ela viajava. Em seu hotel em Beirute, Baddeck, escreveu o refrão seminal de Heba Hamid, em resposta a este evento horrível. Tendo apenas a televisão como companhia e uma guerra a decorrer do lado de fora da sua janela, ele não teve outra escolha senão refletir sobre a justaposição entre a sua inocente infância burguesa e a sua situação atual, em que percebia que as famílias ao seu redor morriam de fome, enquanto os políticos permaneciam indiferentes. Não há dúvida de que Heba Hamid é uma dialética entre um passado seguro e um presente caótico.

Então, onde estava o resto da banda enquanto isso acontecia? Mais uma vez, isto está em debate. No entanto, sabemos que o seu barco foi apreendido desde o início da guerra e todos os estrangeiros estavam em prisão domiciliar. Podemos presumir que Elliot chegou a Betânia, já que temos o subestimado lado B de Sale, Shiloh (Pequeno Jesus), como evidência, mas pouco se sabe além disso. Provavelmente Rory Delaney e Frank encontraram trabalho como membros de uma banda de covers em um bar clandestino / bordel subterrâneo ilícito de Beirute, frequentado por altos oficiais do exército e dignitários. Assim puderam usar os seus contactos para contornar a prisão.E como todos eles escaparam, bem, acho que isso é outra história...". Este extrato foi retirado de “The Unofficial History of Sale”, de Desmond Escargot.

Ficha técnica Heba Hamid

Autor: James Timmins

Vocal, guitarra, violão: Shipzy

Guitarra e teremim: Virgulino

Baixo e backing vocal: Luiza

Bateria: O'Harold

Percussão: Dani 

Percussão: Ricardo Richaid

Produzido por: Ricardo Richaid e Sayal

Gravado, mixado e masterizado por: Ricardo Richaid, no Estúdio Sete Ondas

Produção executiva: Desmond Escargot

Capa: Juliana Pitta

Logo e graphics: Mike Willis

Fotografia: Victoria Rodrigues aka Lady Stardust

Management: Carolina Rabelo / jackofthehearts

Selo: Caravela Records

Distribuição digital: Believe 

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Letra

Heba Hamid

Mellow buttercupsShepherds’ pieImagine graveyards

Daddy’s here nowWatching TVThey’re waving placards

DignitaireIndignéeUn peu de dignitéVous êtes riche et faillitéMais la banque alimentaire est fermée

Post equestrianScented candlesImagine bloodbaths

Saccharine cancer Type two condition

All you read in your telegraph

This is the passion Of Heba Hamid

How do you expectAn eighteen year oldTo manage...

Product placementSilverstone racetrack

You can’t imagine real tiredness

If a breath of fresh air

Can’t stop you yawning

Why not try indiscriminate violence

This is the bed ofHeba Hamid

How do you expect

An eighteen year old

To manage... (You lie in it)

Acompanhe Sayal:

Instagram: sayalcrew

Acompanhe CARAVELA RECORDS:

Instagram: caravela.records 

Facebook: caravelarecords 

terça-feira, 6 de junho de 2023

Ibis Libris Editora festeja dia de Santo Antônio

Foto: Divulgação


Edição de junho traz Alexandre Brandão, Mano Melo, Natália Parreiras e Thássio Ferreira, ao lado de Thereza Christina Rocque da Motta, editora e fundadora da Ibis Libris

Ibis Libris Editora festeja o dia de Santo Antônio com o "Arraial da Ponte de Versos", e o aniversário de Fernando Pessoa (1888-1935), trazendo Alexandre Brandão, Mano Melo, Natália Parreiras (que está lançando "A Maré Púrpura") e Thássio Ferreira, ao lado da também poeta e editora Thereza Christina Rocque da Motta, na terça-feira (13), na Blooks Botafogo, no Rio de Janeiro.

Na Ponte de Versos, após a abertura com o Prato Principal, quando são lidos poemas autorais, vem a Sobremesa, com leitura de poemas de todos os presentes, encerrando-se com a Saideira, quando cada um lê mais um poema curto de sua preferência ou autoria.

Este ano, a Ponte de Versos completa 24 anos, que, em abril, recebeu o "Prêmio Sarau Destaque 2022" da APPERJ - Associação Profissional dos Poetas do Rio de Janeiro. E a Ibis Libris Editora entra no ano de seu 23º aniversário com mais de 600 títulos publicados até 2022, com 20 novos títulos em produção e concorrendo ao Prêmio Oceanos com 20 livros e ao Prêmio Jabuti com 12 títulos em três categorias.

Estiveram na Ponte de Versos em 2022: em fevereiro, Lílian Maial, Ricardo Ruiz e Rosália Milsztajn. Em março, Celi Luz e Karla Sabah. Em abril, Alice Monteiro e Paulo Sabino. Em maio, Claudia Roquette-Pinto e Léo Ferreira. Em junho, Adriano Espínola, Mônica Montone e Cristina Biscaia. Em julho, Gilberto Gouma, Manuel Herculano e Marcelo Mourão. Em agosto, Tanussi Cardoso, Ramon Nunes Mello e Carmen Moreno. Em setembro, Christovam de Chevalier, Ricardo Vieira Lima e Solange Padilha. Em outubro, William Soares dos Santos, Hélen Queiroz e Cecília Costa. Em novembro, Luiz Otávio Oliani e Renato Alvarenga. Em dezembro, Cristina Fürst, Georgia Annes e Rose Araujo. Em 2023, em janeiro: Laura Esteves, Jorge Sá Earp e Jorge Ventura. Em fevereiro, Afonso Henriques Neto e Alberto Pucheu. Em março, Bernard Sader Tinoco, Rômulo Pacheco e Evelyn Silva. Em abril, Suzana Vargas e Carmem Teresa Elias. Em maio, Alexei Bueno e Elisa Flores.

Ibis Libris realiza, mensalmente, na Blooks Botafogo, a "Ponte de Versos", evento literário, que, este ano, comemora 24 anos em junho. Desde 1999, ocorrendo quinzenalmente na antiga Livraria Ponte de Tábuas, no Jardim Botânico, passando pelo Barteliê, em Ipanema, e pela Livraria DaConde, no Leblon, reunindo poetas novos e já consagrados, a "Ponte de Versos" tornou-se parte da cena poética carioca.

No "Prato Principal", cada poeta convidado lê por 15 minutos. Em seguida, abre-se a "Sobremesa" aos presentes, quando podem dizer um poema de cada vez e, por fim, a "Saideira", lendo mais um poema curto para encerrar o evento.

O "Arraial da Ponte de Versos" acontece na terça-feira (13), das 18h às 21h, na Blooks Botafogo, na Praia de Botafogo, 316 (Espaço Itaú de Cinema), comemorando o dia de Santo Antônio e o aniversário de Fernando Pessoa. Livre para todas as idades, com entrada franca.

Traga seu poema para a Sobremesa e a Saideira!

Prato principal

Alexandre Brandão é mineiro e vive no Rio de Janeiro. É autor de nove livros publicados, sendo os dois mais recentes de poesia: “Nenhuma poesia: uma antologia” (2020, Patuá) e “O sol pelo basculante” (2022, Urutau). É cronista da revista eletrônica Rubem (rubem.wordpress.com) e mantém o blog “No Osso” (noosso.blogspot.com).

Instagram: @alexandre_pbrandao

Mano Melo é  poeta, ator e roteirista. Nasceu no Ceará, e emigrou aos 16 anos para o Rio de Janeiro. Viajou dez anos pela Europa, Ásia e África. Desde que retornou ao Brasil em 1979, tem interpretado seus poemas em teatros, tevês, rádios, bares, centros culturais, ciclos de poesia, congressos literários, universidades, escolas, e até mesmo em praças públicas e praias no Rio de Janeiro, em outras capitais e no interior, tendo se apresentado do Rio Grande do Sul ao Acre. Publicou 11 livros de poesia e um romance e participou de diversas antologias, como “Ponte de Versos 4 anos” (2004) e “Ponte de Versos 8 anos” (2008) publicados pela Ibis Libris. Formou-se como ator pelo Conservatório Nacional de Teatro e, em filosofia, no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. Fez parte do grupo “Ver o Verso”, com Alexandra Maia, Claufe Rodrigues e Pedro Bial, entre 2000 e 2002. Atualmente, apresenta-se com MANO A MANO, recital-show itinerante em formato “Poesia em Pé”  (Stand-up Poetry), estrutura para qualquer tipo de espaço. No teatro, apresentou, por todo o Brasil, seu espetáculo solo, “O Lavrador de Palavras” e o show poético-teatral “Poemas do Amor Eterno”, com a atriz Cristina Bethencourt. Suas atuações mais recentes em teatro foram “Guerreiras do Amor”, de Domingos de Oliveira, direção de Jayme Periard. Além disso, interpretou o personagem Puck em “Sonho de Uma Noite de Verão”, de William Shakespeare, com direção de Paulo Reis e Anselmo Vasconcelos. Comandou o show “Mano a Mano com a Poesia”, gravado ao vivo em teatro e transmitido pela Rádio Roquete-Pinto FM. Em formato programa de auditório, o programa ficou no ar por quatro anos, convidando os melhores da música e da poesia brasileira.

Instagram: @manomelo45

Email: manomelo45@gmail.com

Natália Parreiras é gaúcha, filha de mineiro, criada em Pernambuco, que, em 1992, mudou-se para Recife, onde viveu até os 23 anos. Formou-se em Letras pela UFPE. Publicou Inverno versos (2002), Épura prosa amorosa – Em 9 atos e 3 dimensões (2008), Ócio criativo: Uma poética dirigida em poemas ao acaso (2008) , O livro que não escrevi (2014) e Legítimas em defesa – Poesia e mais vozes de sobrevivência (2021). Entre 2008 e 2020, morou no Rio de Janeiro, onde concluiu sua pós-graduação em Literatura, Arte e Pensamento Contemporâneo pela PUC-Rio, especializando-se na obra de Jorge Ben Jor e em seu diálogo com o legado de São Tomás de Aquino, precursor da Escolástica, e com os conceitos de Ato e Potência desenvolvidos por teóricos da atualidade, como Giorgio Agamben. No início do lockdown em 2020, reuniu-se, virtualmente, com alguns de seus ex-alunos para revisitar as produções dos alunos do ano letivo anterior. Desse encontro, surgiu a Sociedade dos Poetas Novos – SPN, coletivo de 100 pessoas, que tem, como princípio, estimular, de maneira afetiva e espontânea, a busca subjetiva para acessar as próprias emoções, propiciando o autoconhecimento e uma maior percepção de si e do outro, por meio de suas criações. Acaba de lançar A maré púrpura, que reúne toda a produção poética publicada de Natália Parreiras ao longo de 20 anos e a incorpora à sua nova era como poeta, mulher e utopista, que celebra e acredita na natureza transcendental da palavra e do afeto, sobretudo evocada  em verso.

Instagram: @amarepurpura @spnsomosnos @eunataliaparreiras

Email: amareacesa@gmail.com, nataliaparreiras@gmail.com

Thássio Ferreira é poeta e ficcionista, autor de “Nunca estivemos no Kansas” (2022, contos); “agora (depois)” (2019), “Itinerários” (2018) e “(DES)NU(DO)” (2016), de poesia. Escreve a coluna “Alguma coisa em mim que eu não entendo”, na Revista Vício Velho, e já publicou em veículos como a Revista Brasileira da Academia Brasileira de Letras (ABL), Jornal Rascunho, Escamandro, Gueto, Ruído Manifesto, Mallarmargens, Germina, Revista Ponto (SESI-SP), Aboio, Jornal Relevo, e InComunidade (Portugal). Vencedor dos prêmios Cidade de Manaus 2020, Off-Flip 2019, Editora UFPR 2018 e finalista do Prêmio Sesc 2017.

Instagram @thassiof

Twitter @thassiogf.

Email: thassioescritor@gmail.com

Sobre a Ibis Libris

Publica prosa e poesia, ficção, infantis, juvenis e cultura em geral. Fundada em 18 de agosto de 2000, hoje tem mais de 600 títulos publicados, principalmente de literatura. Sua fundadora, Thereza Christina Rocque da Motta, é poeta, editora e tradutora. Lançou "Joio & trigo", seu primeiro livro de poemas, em 1982, prefaciado por Claudio Willer. Tem 25 livros publicados, entre eles, "Capitu" (2014), "Breve anunciação" (2013) e "As liras de Marília" (2013). É membro do Pen Clube do Brasil e da Academia Brasileira de Poesia. Criou o selo Bisbilibisbalabás em 2002 e, em 2021, criou o selo Maat, para mulheres. Em 2022, lançou “Sheherazade”, seu primeiro livro de contos, pelo selo Maat. 

A Ibis Libris Editora inscreveu, pela primeira vez, em 2022, mais de 10 títulos no Prêmio Jabuti, concorrendo em 16 categorias. Este ano, 20 títulos estão concorrendo ao Prêmio Oceanos e 12 ao Prêmio Jabuti. Além disso, Thereza Christina obteve a inserção do Dia da Primavera dos Livros no Calendário Oficial da Cidade, aprovado em 6 de outubro de 2022. Recentemente, o evento Ponte de Versos recebeu o "Prêmio Sarau Destaque 2022", por seu caráter cultural e artístico, divulgando a poesia nacional. Segundo Thereza Rocque da Motta, a "Ibis Libris foi criada para dar voz aos autores que desejam transformar seus sonhos em livros e, por isso, criei uma editora para transformar seus sonhos em realidade".

Instagram: @ibislibris

Thereza Christina Rocque da Motta

Ibis Libris Editora @tcrmotta

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quinta-feira, 30 de março de 2023

Cia Palco Sobre Lona apresenta a peça “Aventuras da Turma no Meio Ambiente”

Foto: Divulgação
Projeto itinerante leva educação ambiental para as escolas públicas com o objetivo de

Conscientizar de forma lúdica e divertida crianças e adolescentes com espetáculos, oficinas interativas e Quiz

O Projeto “Aventuras da Turma no Meio Ambiente” é um espetáculo educativo criado pela companhia paranaense Cia Palco Sobre Lona com o objetivo de levar a educação ambiental para as escolas e locais públicos de forma lúdica e divertida. O objetivo principal do espetáculo é a conscientização do uso correto dos recursos naturais como a água e orientar sobre o descarte de lixo e reciclagem.

Com o patrocínio da CNH, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, a peça circulará em cidades do interior da Bahia, a partir de 31 de março até 19 de abril. As cidades contempladas pelo projeto são: Luiz Eduardo Magalhães; Barreiras; Baraúna; São Desidério; Inhaumas; Ponte Velha; Sucuriú e Correntina (vide programação abaixo).

Ao todo serão cerca de 32 apresentações da peça para mais de 10.000 pessoas e a realização de oficinas, nas quais os alunos terão a oportunidade de colocarem em prática atividades, tais como; uso consciente da água, jogos com brinquedos educativos e ecológicos, construção de filtro de água, incentivando assim, a consciência ambiental e reutilização de material. Além disso, os alunos participarão de Quiz digital e interativo, em que terão a oportunidade de expor todo conhecimento adquirido durante o espetáculo.

“Este é um projeto que mostra que com pequenas atitudes é possível transformar e gerar grandes mudanças no meio em que se vive e no planeta”, diz Nágela Souza, produtora da Cia Palco Sobre Lona. “E tem como meta contribuir na democratização da cultura para quem mais precisa e com pouco acesso a este tipo de espetáculo, gerando reflexões e auxiliando no seu crescimento pessoal e intelectual”, conclui Souza.

Programação Projeto Peça Circense “Aventuras da Turma no Meio Ambiente 

Luiz Eduardo Magalhães 

Data: 31 de março - Escola Municipal São Paulo – zona rural - sessões: 9h30 / 13h45/ 15h20

Data: 03 de abril - Escola Municipal Mozart Feliciano - 9h30 / 13h45/ 15h20

Barreiras 

Data: 04 de abril - Escola Municipal Celso Barbosa dos Santos- sessões: 8h /9h30 / 13h30/ 15h

Data: 05 de abril - EM Itajuru Queiroz Santos – sessões: 9h30/13h40

Baraúna 

Data: 10 de abril – EM Prof. José Agostinho Porto – sessões:  9h30 /13h40

São Desidério 

Data: 11 de abril - EM Presidente Castelo Branco – sessões: 09h30/ 13h40

Data: 12 de abril - EM Germano Rodrigues de Carvalho – sessões: 09h30/ 13h40

Santa Maria da Vitória Inhaumas 

Data: 13 de abril - Escola Municipal Ulisses Guimarães – sessões: 09h30/13h40

Data: 14 de abril - Escola Municipal Júlio Francisco – sessões: 09h30/13h40

Ponte Velha 

Data:  17 de abril - Escola Boa Esperança – sessões: 09h30/ 13h40

Barreiras 

Data: 18 de abril – Escola Municipal São João do Riachinho – sessões: 09h30/ 13h40

Correntina 

Data: 19 de abril - Escola Municipal Dom João Muniz – sessões: 8h30- 10h00/ 14h00-15h30

Data: 20 de abril - Escola Municipal Palmeiras – sessões: 09h30 /13h40

Entrada Gratuita

Classificação: livre

Quem é a cia “Palco Sobre Lona” 

A companhia iniciou suas atividades no ano de 2014, com o propósito de estudo e produção de espetáculos teatrais com linguagens lúdicas, criando uma dramaturgia infanto-juvenil e adulto, utilizando a musicalidade bem como as técnicas circenses em suas concepções. Esse caminho de trabalho nos leva a acreditar que os espetáculos se tornam ecléticos e alcançam uma faixa etária maior de público. Desde então tem realizado montagens nestas perspectivas e participado de inúmeros projetos, mostras, temporadas, eventos e festivais, se apresentado para mais de 400 mil pessoas e percorrendo mais de 200 municípios.

Sobre o Banco CNH

Com mais de 23 anos de atuação no Brasil, o Banco CNH Industrial tem a missão de suportar os negócios das marcas e concessionários da CNH Industrial e Iveco Group, oferecendo soluções financeiras customizadas para melhor atender os clientes. Focada em segmentos essenciais para o desenvolvimento da América Latina, a instituição financeira conta com equipes de campo especializadas nos setores agrícola, de construção, veículos comerciais e geração de energia.

www.cnhind.com

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segunda-feira, 27 de março de 2023

Aleilton Fonseca lança o livro "Sonhos de Viver"

Foto: Divulgação
Autor baiano com obras traduzidas em seis idiomas, retoma o conto, falando de personagens comuns que vão se identificar com o leitor e o cotidiano.

O escritor e ensaísta baiano Aleilton Fonseca retoma o conto, gênero que o tornou conhecido no país pela simplicidade dos personagens e da narrativa, com o lançamento de seu novo título, "Sonhos de Viver", pela Caramurê Publicações, com seis contos sobre personagens comuns que lutam pelo sonho de sobreviver em meio à dura realidade cotidiana, nesta terça-feira (28). 

A obra possui cinco, dos seis contos, inéditos, que, apesar de independentes, conversam entre si e com o leitor, pois tratam de pessoas que fazem parte do cotidiano, de fácil identificação, com suas emoções e dores, dificuldades e esperanças, mas com uma fluidez e lirismo que o tornam de fácil leitura.

O autor completa: "Apesar de todos os personagens passarem por momentos difíceis, os contos não são pessimistas. Há uma perspectiva de superação, de esperança”. Após um longo tempo sem lançar um livro de contos, Aleilton continua sendo um dos maiores escritores do gênero na Bahia. “Ele capta com maestria a essência do povo baiano, seja no ambiente urbano ou rural”, concorda o editor Fernando Oberlaender.

SOBRE ALEILTON FONSECA

É escritor e ensaísta, já publicou cerca de trinta livros, entre conto, romance, poesia e ensaio, alguns no exterior. Publicou em algumas revistas brasileiras e estrangeiras. Tem trabalhos traduzidos para francês, espanhol, inglês, italiano, neerlandês e alemão. Suas publicações mais recentes são: Nhô Guimarães (romance, 2006), As formas do barro (poesia, 2006), As marcas da cidade (contos, 2012), O arlequim da Pauliceia (ensaio, 2012), La femme de rêve (Tradução de Danielle Forget e Claire Varin. Canadá: Marcel Broquet, 2013), Un río en los ojos (Tradução de Alain SaintSaëns.USA: University Press of the South, 2013), Il sapore delle nuvole (Tradução de Antonella Rita Roscilli, 2015). O pêndulo de Euclides (romance, 2009, 2ª edição, 2017), La guerre de Canudos: Une tragédie au coeur du sertão (Tradução de Dominique Stoenesco. França: Petra, 2017), O desterro dos mortos (contos, 5ª edição, 2018), Visitações a Belo Monte /Canudos (ensaios, 2020), A terra em pandemia (poesia, 2020), traduzido na Itália, por Simona Advíncula (Itália, Milão: Edizione WE, 2021). Doutor em Letras pela Universidade de São Paulo (1997), é professor pleno de literatura da Universidade Estadual de Feira de Santana, em Feira de Santana, Bahia. Pertence à Academia de Letras de Itabuna, à Academia de Letras de Ilhéus e à Academia de Letras da Bahia.

PREFÁCIO - CONTOS EXEMPLARES

" (...)Ao alicerçar suas histórias no cotidiano miúdo, ele as potencializa em geral a partir de um encantamento memorialístico, porque é assim que funciona seu espesso substrato de vivências na moldura da ficção. Em sua maior parte, são narrativas de evocação, encantamento e epifania. Nessa vertente, Aleilton se mostra cada vez mais forte na criação literária de uma Bahia rural, ínsita, caminho que foi de outros escritores importantes como Jorge Medauar, Adonias Filho, Herberto Sales e Hélio Pólvora, também notáveis contadores de casos, de sagas familiares.

Se é certo que a ficção ordena os extravios do cotidiano, não será por acaso que, neste seu novo livro, o escritor nos convida a participar de suas histórias de uma maneira bem mais incisiva. Porque se mostram, as suas histórias, não muito distantes daquele modelo cervantino das Novelas exemplares, que Otto Maria Carpeaux considerou “expressões de um elevado idealismo moral”. De fato, Carpeaux viu no Cervantes novelista uma combinação de realismo e idealismo, o que parece ser a marca também destes novos contos de Aleilton. Um conjunto coeso que se filia à vertente clássica cervantina e, portanto, em contraste com os chamados contos cruéis do romântico Villiers de L’Isle Adam, que seria uma versão francesa (sugestão que encontramos ainda em Carpeaux) dos contos de Edgar Allan Poe, de uma intensidade mais próxima do horror e do suspense.

Pois sim, não há horror nem suspense psicológico ou policialesco nos contos de Sonhos de viver. Eles se resolvem com a mínima interferência do narrador, que vez ou outra aparece nas frestas do enredo apenas para pontuar isto ou aquilo da arte narrativa. E para além dos saberes e das ricas vivências que todos esses contos expressam de maneira extraordinária, ganha maior relevo – e isto é intencional no autor – a sutil denúncia, o alerta que nos inquieta e ensina. Neste ponto o contista poderia repetir o verso de Lupe Cotrim Garaude: “Eis o mundo, que saibas recebe-lo”. Por fim, é preciso dizer que, se o mote dos contos por vezes se mostra um tanto revolto ou trágico, sua resolução se consolida, repito, num horizonte ético e de proteica serenidade." 

André Seffrin

TEXTO CRÍTICO

"Dizem que sonhar é apenas uma outra forma de ler o mundo. Nas páginas deste novo livro, Sonhos de Viver, Aleilton Fonseca nos convida à fruição de seis contos que têm como protagonistas pessoas humildes, anônimos cuja dor não costuma sair nos jornais, seja em notas de rodapé ou, menos ainda, em manchetes. Seus personagens são homens e mulheres que orbitam as grandes capitais e os condomínios de luxo, uns Quixotes em luta permanente contra a força das marés e, no entanto, exímios conhecedores da arte de extrair barro, músicos sensíveis, especialistas em educar flores. Brasileiros que resistem bravamente no enfrentamento de um cotidiano que os desafia continuamente. O volume abre com o belo Os acordes da banda, ambientado em Ilhéus, que literalmente dita o tom que este escritor e poeta, um dos mais relevantes no cenário da literatura contemporânea, imprime às suas histórias. Em cada trama, o ator de sonhar ousa passar ao largo do puro e simples mergulho onírico. É de olhos bem abertos, com criatividade e alguma sorte, que os personagens de Aleilton encaram perdas, dores, preconceitos sociais e toda sorte de empecilhos ao exercício pleno de suas cidadanias, o que inclui a sombra da insuficiência alimentar que ronda as famílias e, subjetivamente, o interdito ao privilégio de alimentar os próprios sonhos: montar uma filarmônica, comprar o fardamento dos filhos, construir um pequeno jardim, viajar... Na tessitura desses dramas — desenvolvidos com a habilidade consolidada em uma obra extensa por este autor, finalista do Jabuti 2021 na categoria poesia, com A terra em pandemia (Mondrongo, 2020) —, visitamos universos habitados por músicos de fanfarra, diaristas, ribeirinhos, jardineiros, soldados e catadores de papelão. Como na canção popular, ao propor o acolhimento de todos, Aleilton Fonseca nos conclama a um abraço no povo deste país."

Kátia Borges

(escritora e jornalista)

27.09.2022

Livro: Sonhos de viver

Autor: Aleilton Fonseca

1ª edição

Data e horário: 28/03/2023 às 18h

Local: ABL - Academia Brasileira de Letras da Bahia

Av. Joana Angélica, 198 - Nazaré - Salvador - BA

Contato: Fernando Oberlaender tel (71) 981311683

Valor do livro: R$62,00

Onde comprar:  o livro estará disponível nas lojas da editora: no MAM, Museu de Arte Moderna da

Bahia e na Pituba – Praça Nossa Senhora da Luz – Madison Plaza ou pelo site

www.caramure.com.br ou no telefone (71)98462-5039

Link de compra:

https://caramure.com.br/produtos/sonhos-de-viver/

Coordenação editorial e edição: Fernando Oberlaender 

Ilustrações internas e da capa: Fernando Oberlaender 

Capa: Fernando Oberlaender e Neilton Oliveira 

Diagramação: Neilton Oliveira 

Produção Editorial: EPP Publicações e Publicidade Ltda  

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sábado, 1 de janeiro de 2022

Novo trabalho de Júnior Cordeiro pode ser acessado nas plataformas

Artista disponibilizou novo
álbum no primeiro dia de
2022 - Foto: Divulgação
Neste sábado (1˚), tem lançamento do novo trabalho do músico Júnior Cordeiro, “Infinito Migrar”, o oitavo disco de sua carreira artística. O álbum está disponível em todas as plataformas digitais e já pode ser conferido no Spotify, Deezer, Apple Music, iTunes e outros. São treze músicas totalmente autorais do músico que também é poeta e professor.

“Infinito Migrar” foi produzido no MF Estúdio, em Campina Grande (PB), em apenas sete meses. A direção musical da obra é do próprio artista, que divide também a produção musical com Moisés Freire. Acompanham Cordeiro neste migrar os músicos da sua banda: Giordano Frag (guitarras), Kamillo Lima (Bateria), Moisés Freire (violas), Max Dias (Baixo), Cris Lima (Teclados), Sandrinho Dupan (Percussões). Além da participação especial de outros músicos da cena cultural paraibana. 

O compositor, neste trabalho, faz referência aos movimentos migratórios da humanidade, sobretudo, os que culminaram com a formação cultural do Nordeste brasileiro. “Os caminhos da natureza dos povos migrantes, dos caminhadores que se destinaram a desbravar as lonjuras do planeta, deixando para trás saudades e memórias, mas levando vontades e sonhos”, segundo Júnior Cordeiro, movem o discurso principal do disco.

No novo trabalho além de sua pegada tradicional hard rock, blues, progressivo e psicodélico, ele aborda com mais profundidade uma sonoridade mourisca com sons que remetem à musicalidade árabe com cítaras, darbuka, reqs e dafs que se fundem de forma harmoniosa com ritmos como baião, aboio e os tambores do maracatu. 

De todos os instrumentos, o que ele usa para trazer essa musicalidade é o darbak ou darbuka e a tabla. A viola nordestina faz a vez da entrada da cítara árabe, que evidencia esse lado mourisco. “Faz tempo que venho pesquisando sobre isso e esse disco é essencialmente a ancestralidade de culturas, a herança deixada pelas etnias e ancestralidade do povo brasileiro”, relatou Júnior. Quanto ao processo de composição, Júnior Cordeiro compõe e arranja no seu violão e depois vai mesclando e dando sentido ao seu fazer musical, junto com sua banda, nas gravações. 

O oitavo álbum remete ao “oito infinito” do ir e vir que nunca acaba, do estar sempre indo ou voltando, embarcando e desembarcando nos lugares de forma física ou não. O álbum, assim como os outros, trazem citações filosóficas e literárias bem características do poeta e professor Júnior Cordeiro. O disco Infinito Migrar, assim como o seu anterior, o #CâmaraEco, deve sair também em uma edição luxuosa de LP vinil 180, ainda no primeiro semestre de 2022.

Sobre o artista 

Júnior Cordeiro começou na música ainda adolescente. No curso de história da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) teve contato com a literatura nordestina com autores como: José Lins do Rego, Ariano Suassuna e Câmara Cascudo. Daí dava início a seu interesse pela cultura regional e pelos cantadores de viola nordestina, que acabou sendo fruto de sua pesquisa de final de curso.

Júnior Cordeiro possui oito discos gravados: Carrascais (2006), O Lago Misterioso (2011), Capa Preta (2013), Sonhos, Sertão & Loucura (2016), Céu, Hades & Outros Porvires (2018), Vênus Philipeia (2019), #CâmaraEco (2021) e Infinito Migrar (2022). Música conceitual e autoral de primeira linha no disco Carrascais, Júnior enfoca sua temática na absurdidade imagética das letras e nas críticas violentas à indústria cultural, manipuladora e interessada. No trabalho O Lago Misterioso, o músico se direciona bem mais ao Nordeste mítico e à tradição oral do seu povo, fazendo também referências à herança ibérica e moura do sertão nordestino. Temas que envolvem o realismo fantástico também são encontrados no trabalho de Júnior Cordeiro. É comum, em seus shows, Júnior Cordeiro incorporar o “Homem da Cobra”, personagem itinerante típico das feiras nordestinas, fazendo alusão a uma de suas canções do álbum O Lago Misterioso.

Em 2013 ele lança “Capa Preta”. O trabalho é um mergulho no universo da magia e da feitiçaria popular. Tem como pano de fundo o livro da Capa Preta, de São Cipriano. Júnior aborda temáticas mais complexas como ocultismo e misticismo, e faz referências vários tipos de magia, desde a antiguidade até os tempos atuais. Cria um novo personagem: O Bruxo do Cariri Velho. Trechos em latim são encontrados nas letras do disco, que se revela como um minucioso trabalho sobre crença e religiosidade popular. Neste disco o som é mais pesado e viajante em relação aos trabalhos anteriores.

Em março de 2014, no Teatro Municipal Severino Cabral, em Campina Grande-PB, Júnior Cordeiro grava seu primeiro DVD, intitulado “Capa Preta”, reunindo canções dos três primeiros discos do artista. No ano de 2016, lança “Sonhos, Sertão & Loucura”, em que reúne postulações teóricas e populares sobre o universo da loucura e do onirismo, onde também apresenta o sertão mítico e encantado, tão abordado pelo autor em toda sua obra. A obra conserva o som pesado e psicodélico de Júnior em harmonia com os gêneros tradicionais de música do Nordeste.

O disco “Céu, Hades e outros Porvires” saiu em 2018 e consiste em uma imersão sonora no rock progressivo, com longas suítes e temas complexos, que se referem à teogonia, à teosofia, à metafísica e a existência humana. Em 2019, lança “Vênus Philipeia”, sexto disco do poeta paraibano. Nele o músico envereda por temas eróticos e mitológicos, ligados à capital paraibana, João Pessoa.

O disco #CâmaraEco saiu em 2021 e o título traz o sinal de cerquila (#) de forma proposital, como ironia do artista em relação à total virtualização das ações humanas atuais. É uma obra toda voltada para a verificação da pós-modernidade líquida e globalizante, com claras influências de autores como Sygmunt Bauman. Desta vez, além do baião, o artista agrega ao seu Hard Rock elementos do Samba.

Discografia: Carrascais (2006); O Lago Misterioso (2011); Capa Preta (2013); Sonhos, Sertão & Loucura (2016); Céu, Hades e outros Porvires (2018); Vênus Philipeia (2019); #CâmaraEco (2021) e Infinito Migrar (2022).

INFINITO MIGRAR (2021/2022)

Lançamento: Dia 1º de janeiro (sábado), nas plataformas digitais

Link para as plataformas:

https://bit.ly/32Ad9Kk 

Contato para shows e entrevistas: 

ALMA NUA PRODUTORA - Fone: 55 83 98896-8174 

Site oficial: www.juniocordeiro.com

Email: cordeiro_junior@yahoo.com.br

Redes Sociais:

Instagram: Júnior Cordeiro Oficial -  https://bit.ly/3yRkXTY 

Facebook: Júnior Cordeiro Bruxo do Cariri - https://bit.ly/3JcqIAm

sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

Alok e Ferrugem agitam a terceira noite de festas do Réveillon Nº1

DJ animou a noite na Bahia com seu show
Foto: Manu Scarpa
A praia de Itacarezinho, em Itacaré na Bahia, recebeu ontem, dia 30, a penúltima noite de festas do Réveillon Nº1. O line up contou com apresentações do Dj Alok, Ferrugem, Lily Scott, o sertanejo Felipe Lima e o duo Ona Beat, formado por Antônio Oliva e Fernando Arruda. 

Quem abriu a noite foi Ferrugem, trazendo um clima de pagode para a arena N°1. "Que presente estar aqui. A melhor vibe pra gente fechar o ano! Em 2022 eu quero estar de volta, viu?", celebrou o carioca.

Uma das atrações mais comemoradas do evento, Alok chegou vestido todo de Colcci e comemorou: "O céu abriu e essa noite está linda. Vamos curtir muito, N°1!”. O DJ amanheceu junto com a galera ao som dos sucessos "Alive", "Favela" e "Don't Say Goodbye".

Seguindo todos os protocolos de segurança, a organização do Réveillon Nº1 garantiu a entrada na festa atrelada à comprovação da imunização completa e todos os convidados passaram pela triagem, onde preencheram o questionário de saúde para o Governo do Estado da Bahia.

Para ajudar em decorrência das fortes chuvas que atingiram o extremo sul da Bahia na semana passada, o Réveillon N°1 vai direcionar parte das vendas de ingressos para a Fundação SOS Bahia. Além dessa iniciativa, o N°1 realizou doações, junto com Banda Eva, Absolut, Colcci e Sephora, para o Instituto Liga do Bem e o grupo Voluntários Sociais da Bahia. 

Nas redes sociais, uma campanha de arrecadação também está sendo feita. O objetivo da ação é arrecadar alimentos, água potável, cobertores e materiais básicos de saúde e higiene para as dezenas de famílias que foram atingidas nas últimas semanas e que ainda necessitam de ajuda e apoio da comunidade. As doações também podem ser feitas presencialmente, diretamente na sede do Instituto Liga do Bem (Rua Manoel Antonio Galvão, 25 - Pituaçu – Salvador) ou no Palácio da Aclamação (Av. Sete de Setembro, 1330, Campo Grande – BA).

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Dennis DJ coloca público para dançar na segunda noite de festas do Réveillon Nº1

Artista agitou a plateia em seu show
Foto: Manu Scarpa
A praia de Itacarezinho, em Itacaré- BA, recebeu  nessa quarta-feira (29), a segunda noite de festas do Réveillon Nº1. O lineup contou com show de Dennis DJ que tocou seus maiores sucessos, como "Agora é tudo meu”, “Isso que é Vida” e “Deixa de Onda”.   

O Dj carioca se apresentou ao nascer do sol e se mostrou muito animado com a apresentação ainda antes de subir ao palco: “Vamos quebrar tudo, Itacaré!".

A festa também contou com a apresentação da festa Santo Forte que fez o público cantar e dançar ao som de muitas brasilidades, e os Djs Fancy Inc, Mangaio e Jessica Brankka.

Seguindo todos os protocolos de segurança, a organização do Réveillon Nº1 garantiu a entrada na festa atrelada à comprovação da imunização completa e todos os convidados passaram pela triagem, onde preencheram o questionário de saúde para o Governo do Estado da Bahia.

Para ajudar as comunidades que sofreram em decorrência das fortes chuvas que atingiram o sul da Bahia, o Réveillon N°1 vai direcionar parte da renda dos ingressos vendidos para a Fundação SOS Bahia. Além dessa iniciativa, o N°1 realizou doações, junto com Banda Eva, Absolut, Colcci e Sephora, para o Instituto Liga do Bem e o grupo Voluntários Sociais da Bahia.

sábado, 20 de novembro de 2021

Ícaro & Gilmar e Hugo & Guilherme agitam o Réveillon Favorito 2K22 na Star415

Dupla anima a passagem do ano
Foto: Divulgação
Chris Pipino e DJ Fernando Iven também fazem parte da programação da festa

Com o mês de dezembro já se aproximando, as expectativas para a virada de ano aumentam para quem está procurando um local para se divertir. Assim, para os que ainda não escolheram um lugar para celebrar a entrada do ano de 2022, o espaço Star415 (Rua Star, 415 - Jardim Canada, Nova Lima – MG), é a pedida certa. A casa de shows das estrelas, que vem ganhando destaque pelas suas apresentações, realizará o Réveillon Favorito 2K22, no dia 31 de dezembro, sexta-feira, a partir das 22h, com nomes de peso da música nacional.  Icaro & Gilmar, Hugo & Guilherme, Chris Pipino e DJ Fernando Ivens são as atrações que vão comandar a festa 100% open bar. Os ingressos já podem ser adquiridos pelo site: https://star415eventos.com.br

Com sucessos conhecidos pelos fãs, a dupla Icaro & Gilmar vão animar o Réveillon Favorito 2K22 com os hits, “Que Amigo é Esse”, “M de Mulher”, “Despedida”, “Deixa”, “Boca Nova” e outros sucessos. Já Hugo & Guilherme também vão trazer todo a sua alegria para a pista do espaço Star415 com canções bem para cima, como, “Coração na Cama”, “Conviniência”, “Pingo de Dó”, “Corpo Moreno”, “Imagina”, “Namorada Reserva” e demais canções. Para manter o astral lá no alto, o cantor Chris Pipino vai animar com “Tum Tum”, “Sou Todo Seu”, “Não Faltou Nada”, “Sentou e Gostou”, “Contatinho”, “Evoluiu” e etc. Além dele, o DJ Fernando Ivens vai levantar poeira na festa de fim de ano com as canções, “Nada Vai Voltar”, “Hoje eu Não Vou Dormir” e outras batidas bem vibrantes.

Réveillon Favorito 2K22

Local: Star415  - Rua Star, 415 - Jardim Canada, Nova Lima – MG

Data: 31 de dezembro – sexta-feira

Horário: a partir das 22h

Atrações: Ícaro & Gilmar, Hugo & Guilherme, Chris Pipino e DJ Fernando Ivens

Open Bar Premium - Espumante, Whisky, Gin, Vodka, Cerveja, Tônica, Suco, Refrigerante e Água.

Classificação: 18 anos

Obs: evento 100% coberto. Estacionamento oficial.

Ingressos: www.star415eventos.com.br

segunda-feira, 4 de outubro de 2021

"Doida", single de Mano Walter com Renno e Matheus Fernandes, soma mais de 2,5 milhões de plays

Artistas posam durante gravação
do clipe - Foto: Divulgação
Clipe traz participação especial do casal de influenciadores Mirela Janis e Yugnir

O single "Doida", uma parceria entre um trio de peso do forró, Mano Walter, Renno e Matheus Fernandes, já pode ser considerado um verdadeiro hit! Lançada no final de agosto, a faixa - que traz os três artistas nos vocais em uma parceria inédita - já soma mais de 2,5 milhões de plays nas plataformas de áudio e no clipe oficial no YouTube. Com direção de Ricardo Lago e Pedro Mota, o audiovisual conta também com a participação dos influenciadores Mirela Janis e Yugnir como personagens da história retratada no videoclipe.

No ritmo animado do forró e com trechos que já estão na boca do público como "Eu arrumei um doida mais doida que eu / Eu peço litro e quando eu vejo ela bebeu / Eu subo o grave ele bate ela desceu / Eu dou tapinha e ela fala nem doeu / A gente briga faz amor e resolveu", a música fala de um relacionamento no qual a mulher consegue superar o homem que está ao seu lado nos momentos de curtição.

"Doida" - Renno Poeta, Matheus Fernandes e Mano Walter

Lançamento Som Livre 

Letra

Composição: Jr Gomes / Matheus Fernandes / Renno Poeta / Rodrigo Reys

Eu acho que eu achei

A tampinha da minha pitu

Uma mulher dessa não se acha em forró nenhum

Ela que chegou em mim

Me chamando pra beijar

Nunca tive uma louca assim

Nunca mais eu vou largar

Eu arrumei um doida mais doida que eu

Eu arrumei um doida mais doida que eu

Eu peço litro e quando eu vejo ela bebeu

Eu subo o grave ele bate ela desceu

Eu dou tapinha e ela fala nem doeu

A gente briga faz amor e resolveu

Eu arrumei um doida mais doida que eu

Eu arrumei um doida mais doida que eu

Eu peço litro e quando eu vejo ela bebeu

Eu subo o grave ele bate ela desceu

Eu dou tapinha e ela fala nem doeu

A gente briga faz amor e resolveu

Sobre a Som Livre

A gravadora brasileira Som Livre foi fundada pela Globo em 1969 para o lançamento e divulgação de trilhas sonoras de programas de TV. Com todas as transformações no mercado musical, a Som Livre se tornou uma gravadora de vanguarda, refletindo o gosto musical do brasileiro. Com sua capacidade única de entender e antecipar preferências, aspirações e comportamentos dos brasileiros, a Som Livre é uma gravadora de música digital totalmente integrada com um modelo comprovado para identificar, desenvolver e promover a música e os artistas que os fãs continuarão a abraçar nas próximas décadas. A Som Livre tem forte atuação em eventos ao vivo, sendo produtora de festivais no país por meio de diversas marcas, como Festeja e Samba D+. Ela também tem sua plataforma de distribuição de música, a Fluve, e operações adicionais em sua editora musical.

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segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Feira do Mineirinho apresenta música ao vivo para o público

Diga Lá é uma das atrações musicais
Foto: Daniel Azevedo
Apresentações acontecem nesta quinta-feira a partir das 19h, e no domingo a partir das 12h. A entrada, com capacidade de público limitada, e o estacionamento são gratuitos

Em conformidade com os protocolos e os decretos sanitários estabelecidos pela Secretaria Municipal de Saúde, a Feira de Artesanato do Mineirinho prossegue suas atividades. É uma boa oportunidade para o público adquirir peças artesanais e uma variedade de produtos diferenciados. Além das compras, os visitantes contam com ampla praça de alimentação, Espaço Kids e música ao vivo.

Nesta quinta-feira (26), a atração será o Som da Batucada, que promete uma apresentação alto-astral. O repertório é composto por grandes sucessos atuais do samba e do pagode, além daqueles que foram a sensação nos anos 90. O Som da Batucada é formado pelos músicos: Ramon Pereira, Renato Márcio, Weslley Zulu, Daniel Vieira, Juninho Pires e Ricardo Doçura.

Domingo

E no domingo (29), uma das atrações será o Diga Lá. Com sua energia e carisma, o grupo apresentará pagode, samba e outros ritmos. A apresentação começa a partir das 12h. Outro destaque será o cantor Eduardo Viller. Ele preparou um repertório especial com sertanejo universitário. Destaque para a música autoral "Mundo sem pinga", que é sucesso nas plataformas digitais. O cantor apresentará também canções de Gusttavo Lima, Eduardo Costa, Zé Neto, entre outros.

 Sobre a Feira

A Feira de Artesanato do Mineirinho é ponto de encontro da família mineira e atração turística aos visitantes que chegam à capital mineira. É realizada às quintas-feiras, das 17h às 23h, e aos domingos, das 8h às 18h.

O público conta com grande variedade de produtos, como artesanato, decoração, bijuterias, calçados, vestuários, produtos para o lar e muito mais.


Com excelente localização, ao lado do Estádio Mineirão, na Pampulha, é considerada um ótimo centro de compras e entretenimento, que tem atraído, cada vez mais, o público com perfil eclético. 

Fique por dentro das novidades da feira  nas redes sociais:  YouTube, Facebook e Instagram.

Programação musical da Feira do Mineirinho terá samba, pagode, sertanejo e muito mais!

Dia: 26 /08/2021 – (quinta-feira) – a partir das 19h – Som da Batucada

Dia: 29 /08/2021 (domingo) – a partir das 12h – Diga Lá e Eduardo Viller

Local: Mineirinho (avenida Antônio Abrahão Caram, 1000, São José, Pampulha,Belo Horizonte/MG)

Entrada, com capacidade de público limitada, e estacionamento: gratuitos

Informações: (31) 3017-0573

terça-feira, 29 de junho de 2021

Selo Sesc lança álbum autoral do filósofo e músico Vladimir Safatle

Novo trabalho surpreende
o público - Foto: Ralph Baiker
Vladimir Safatle é conhecido como filósofo constantemente presente na imprensa através de artigos sobre a situação política brasileira, entrevistas sobre questões que vão da psicanálise à teoria estética e professor titular da Universidade de São Paulo, onde leciona filosofia e psicologia. No entanto, desde 2019, é sua face de compositor que parece tomar a frente: 

"Extremamente conhecido nos meios acadêmicos, cafés filosóficos e circuitos de debates sociais e políticos, pelo discurso de inclusão social através da escrita, Safatle também é pianista e talentoso compositor - seu lado menos popular. A paixão pelo piano, inclusive, é anterior aos textos." Adriana Giachini, Correio Popular 

"Tempo Tátil" é o segundo álbum de Vladimir Safatle. Com 13 faixas de músicas instrumentais escritas sob estruturas variadas, o trabalho traz os desafios da composição atual por meio de estratégias para emancipar o tempo, como se fosse capaz de viver em um espaço no qual não se conta nem se mede. 

"Experimentando a liberação do tempo musical de seus esquemas estruturais, Safatle afirma que o trabalho pode ser visto como uma forma de refletir a experiência brasileira, assombrada por certo fantasma de que aqui seria uma terra sem lei, sem fé, sem sem fibra, amorfa, paralisada, onde nada se sustenta".Augusto Diniz, Carta Capital. 

Com piano, voz, instrumentos de cordas, sopro e percussão, o disco foi composto, em sua maioria, entre 2008 e 2020, e marca o abandono da exploração da forma-canção, como em seu primeiro álbum, "Música de superfície", lançado em 2019. Isso produz peças que se desdobram entre odesfibramento, com um imobilismo aparente que é, na verdade, forma, de liberar os sons ao desenvolvimento de relações laterais, e a pulsação, como se a repetição pudesse fazer o papel de sustentação de um processo que se recusa conscientemente a andar para frente. 

"Além de exploração do tempo, pode-se definir a pesquisa musical de Safatle também como investigação de texturas. Como, por exemplo, em Espaço liso, quando a viola de Paco Garces, o violoncelo de Rafael Ramalhoso e o piano do compositor parecem antes se suceder do que se sobrepor...Um aspecto estimulante da escuta desse disco é que, quando você acha que já pode imaginar o que vem em seguida, Safatle sapeca-lhe uma surpresa." Irineu Franco Perpétuo, Revista Cult. 

Essa exploração do tempo musical se inscreve na maneira de Safatle sentir os desafios da produção cultural brasileira hoje. Talvez a arte tenha por destino criar a partir do que a sociedade teme. E fomos criados com o medo de que o Brasil fosse uma terra desfibrada, muito perto do informe, decomposta. Suas músicas fazem desse ponto de afastamento o princípio de sua produção: 

"Na primeira faixa, `O solfejo de nossas filhas, ele toca o ´Allegretto´ da ´Sinfonia Nº 7´de Beethoven e declama um texto de sua autoria: `O difícil não é passar 20 dias. O difícil é passar 20 minutos quando o tempo perdeu sua costura.´ Nas 12 faixas seguintes, continua sua busca por esse tempo cujos ´instantes se descoseram´ juntando piano, voz, cordas, sopro e percussão. Em algumas peças, recupera textos dos escritores Paul Celan, Scott Fitzgerald, Heiner Müller e Paul Éluard". Ruan de Sousa Gabriel, O Globo 

Entre janeiro e abril, sete singles foram lançados paulatinamente, O amor vai desterrar nossos corpos (texto de Paul Celan); Três peças para gestos ao piano II;Três peças para gestos ao piano III;Instância e explosão; O Solfejo de nossas filhas; Espaço Liso e Tijolos em sístoles e diástoles (texto de Heiner Müller). Isto permitiu à imprensa descobrir um compositor consciente: 

"Em parte instrumentais e em parte cantadas, as 13 faixas do disco são repletas de referências extra-musicais e têm estruturas que fogem ao formato tradicional da canção, de versos e refrões -o álbum se insere na tradição de música de vanguarda dos compositores americanos Morton Feldman, John Cage e Steve Reich. Questionar o formato da canção era mesmo a intenção do pianista." João Perassolo, Folha de S.Paulo 

Completam o álbum as faixas: Três peças para gestos ao piano I; Três peças para piano e literatura; Golpes que não são ouvidos de uma vez (texto de Scott Fitzgerald); Para além da grade baixa(texto de Paul Eluard); Estruturas Paralelas; Metaesquema (piano: Vladimir Safatle) e a faixa de trabalho do CD:Quarteto nº 0. Ao lado do compositor e pianista, o álbum conta com as vozes das sopranos Caroline De Comi e Fabiana Lian; da mezzo soprano Cristine Guse; e da filha do músico Valentina Ghiorzi Safatle; e dos instrumentistas Evan Rothstein, violino; Renan Vitoriano, violino; Paco Garcez, viola; Rafael Ramalhoso, violoncelo; Igor Willcox, bateria; e Ivan Nascimento, fagote. 

Vladimir Safatle toca piano desde criança, chegou a ser aluno do pianista e compositor nova-iorquino Jay Gottlieb. Como reconheceu a revista alemã Cyte Magazine: 

"Não se pode sentir essa música sem as viagens de Safatle, suas inquietas explorações de convulsões políticas, sem a força e a sensibilidade com a qual ele aproxima temas e pessoas. Sua música é uma extensão ou complemento de sua filosofia." Revista alemã Cyte Magazine 

Mas ainda que resguarde semelhanças com a produção textual, sua criação musical é inevitavelmente mais livre: "Quando escrevo, tenho o pensamento no receptor, no debate que ele pode querer entrar, ou no que estou convidando-o a fazer parte. Mas quando trabalho com música não penso em nada. É incógnita absoluta, e eu sinceramente levo susto quando alguém diz que gostou." e completa "é um resposta que recebo para a um processo de recepção que não eu consigo imaginar como seria." 

Repertório Tempo Tátil 

1.O solfejo de nossas filhas 

ready made musical, voz Vladimir Safatle / voz Valentina Ghiorzi Safatle 

2. Espaço liso viola Paco Garces 

violoncelo Rafael Ramalhoso / piano Vladimir Safatle 

3. O amor vai desterrar nossos corpos (a partir de poema de Paul Celan) 

soprano Caroline Di Comi / violino Renan Vitoriano / piano Vladimir Safatle

TRÊS PEÇAS PARA GESTOS AO PIANO 

4. I 

5. II 

6. III 

7. Instância e explosão 

bateria Igor Willcox / piano Vladimir Safatle 

TRÊS PEÇAS PARA PIANO E LITERATURA 

mezzo Cristine Guse / piano Vladimir Safatle 

8. Golpes que não são ouvidos de uma vez (texto de Scott Fitzgerald) 

9. Tijolos em sístoles e diástoles (texto de Heiner Müller) 

10. Para além da grande baixa (texto de Paul Eluard) 

11. Estruturas paralelas 

fagote Ivan Nascimento / piano Vladimir Safatle 

12. Metaesquema 

piano Vladimir Safatle 

13. Quarteto nº 0 / It’s gonna rain 

Quarteto di Zeno / direção Evan Rothstein / voz Fabiana Lian 

SOBRE O ARTISTA 

Vladimir Safatle - pianista 

Professor Titular do Departamento de Filosofia e do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Compôs, junto com Fabiana Lian o CD "Música de superfície" (Tratore, 2019). Foi aluno do pianista Jay Gottlieb e responsável por trilhas sonoras para peças de teatro. Além de autor de vários livros sobre filosofia, teoria política e psicanálise, prepara atualmente um livro sobre estética e filosofia da música. Colunista semanal da Folha de S. Paulo por dez anos, é atualmente colunista do jornal El País e da Revista Cult. 

Ficha Técnica 

Concepção, arranjos e direção musical: Vladimir Safatle 

Produção executiva: Dudão Melo 

Gravado e mixado no Estúdio Guidon no segundo semestre de 2018 

Técnico de gravação e mixagem: Edielson Aureliano 

Masterização: Bruno E (studio bruno e) 

Fotos: Ralph Baiker 

Projeto gráfico: Lucia Mindlin 

Vladimir Safatle, piano 

Caroline De Comi, soprano 

Fabiana Lian, soprano 

Cristine Guzze, mezzo soprano 

Valentina Ghiorzi Safatle, voz 

Evan Rothstein, violino 

Renan Vitoriano, violino 

Paco Garcez, viola 

Rafael Ramalhoso, violoncelo 

Igor Willcox, bateria 

Ivan Nascimento, fagote 

SELO SESC 

Selo Sesc lança o álbum "Tempo Tátil" de Vladimir Safatle 

No Sesc Digital e nas demais plataformas de streaming a partir de 29 de junho 

SELO SESC 

Criado há 16 anos, o Selo Sesc tem o objetivo de registrar a amplitude da produção artística brasileira construindo um acervo pontuado por obras de variados estilos, épocas e linguagens. Em 2020, foram lançados no mercado digital os álbuns: Sessões Selo Sesc #6: Rakta + Deafkids, Sessões Selo Sesc #7: João Donato + Projeto Coisa Fina, Sessões Selo Sesc #8: Toada Improvisada - Jackson do Pandeiro 100 anos e Sessões Selo Sesc #9: ...And You Will Know Us By Trail Of. O CD-livro São Paulo: paisagens sonoras (1830-1880) da pesquisadora e cantora Anna Maria Kieffer; o DVDExército dos Metais, da série O Som da Orquestra, O Romantismo de Henrique Oswald (José Eduardo Martins e Paul Klinck); os CDs físico e digitais Dança do Tempo (Teco Cardoso, Swami Jr. e BB Kramer), Espelho (Cristovão Bastos e Maury Buchala), Eduardo Gudin e Léla Simões, Recuerdos (Tetê Espíndola, Alzira Espíndola e Ney Matogrosso),Música Para Cordas (André Mehmari),Estradar (Verlucia Nogueira e Tiago Fusco), Tia Amélia Para Sempre(Hercules Gomes), Gbó (Sapopemba),Acorda Amor (Letrux, Liniker, Luedji Luna, Maria Gadú e Xênia França),Copacabana - um mergulho nos amores fracassados (Zuza Homem de Mello), Tio Gê - O Samba Paulista de Geraldo Filme(vários artistas) e os álbuns digitais Mar Anterior (Grupo ANIMA), Olorum (Mateus Aleluia), Nana, Tom, Vinicius (Nana Caymmi), Jardim Noturno - Canções e Obras para Piano de Claudio Santoro(Paulo Szot & Nahim Marun), 7 Caminos(Emiliano Castro), São Paulo Futuro - A Música de Marcello Tupynambá (Vários Artistas), Cantos da Natureza (Pau Brasil), O Fim da Canção (Luiz Tatit, Zé Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski),Sessões Selo Sesc #10: Carne Doce, Sessões Selo Sesc 11: Orquestra Sinfônica de Santo André + Hamilton de Holanda, Claudio Santoro - Obra completa para violino e piano (Alessandro Santoro e Emmanuelle Baldini) e O Anel - Alaíde Costa canta José Miguel Wisnik (Alaíde Costa). Neste ano, a gravadora lançou exclusivamente no ambiente digital os discos Villa-Lobos Trios (Claudio Cruz, Ricardo Castro, Antonio Meneses e Gabriel Marin), Viola Paulista - Volume II(Vários Artistas), Francisco Mignone: Manuscritos de Buenos Aires e Canções para Voz e Violão (Fernando Araújo, Celso Faria e Mônica Pedrosa) eAkhenaten Bazucas (GOATFACE!); A Paisagem Zero, da cantora e compositora Helô Ribeiro; "Forró de Rabeca, do Mestre Luiz Paixão e "Tempo Tátil", do filósofo e pianista Vladimir Safatle. 

+ SESC DIGITAL 

A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vm do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado. 

+ SESC SÃO PAULO 

Prestes a completar 75 anos de atuação, o Sesc - Serviço Social do Comércio conta com uma rede de 40 unidades operacionais no estado de São Paulo e desenvolve ações com o objetivo de promover bem-estar e qualidade de vida aos trabalhadores do comércio, serviços, turismo e para toda a sociedade. Mantido pelos empresários do setor, o Sesc é uma entidade privada que atua nas dimensões físico-esportiva, meio ambiente, saúde, odontologia, turismo social, artes, alimentação e segurança alimentar, inclusão, diversidade e cidadania. As iniciativas da instituição partem das perspectivas cultural e educativa voltadas para todas as faixas etárias, com o objetivo de contribuir para experiências mais duradouras e significativas. São atendidas nas unidades do estado de São Paulo cerca de 30 milhões de pessoas por ano. Hoje, aproximadamente 50 organizações nacionais e internacionais do campo das artes, esportes, cultura, saúde, meio ambiente, turismo, serviço social e direitos humanos contam com representantes do Sesc São Paulo em suas instâncias consultivas e deliberativas. 

Saiba+ sescsp.org.br/sobreosesc 

LOJA SESC | MÚSICA PARA TODOS 

Neste mês de junho, a Loja Sesc virtual está com descontos de até 60% em mais de 140 CDs e DVDs do catálogo do Selo Sesc, em títulos de Jazz, MPB, Big Band, blues e outros ritmos. Os CDs, DVDs e livros podem ser enviados para todo Brasil (bolsas, sacolas, bichos de pano e outros itens são enviados apenas para o Estado de São Paulo). 

As Lojas Sesc, localizadas nas unidades da capital, do interior e do litoral do estado de São Paulo, oferecem publicações, CDs, DVDs e linhas de produtos exclusivas que se referem às ações do Sesc, à arquitetura de seus espaços e ao Acervo Sesc de Arte Brasileira. A Loja Sesc virtual, hospedada no Portal Sesc SP, é uma extensão das lojas físicas, com possibilidade de atender a outros públicos, além dos frequentadores das unidades. 

AÇÃO URGENTE CONTRA A FOME 

Com o objetivo de ampliar a rede de solidariedade para levar comida às pessoas em situação de vulnerabilidade social, o Sesc São Paulo, em parceria com o Senac São Paulo, realiza campanha de arrecadação de alimentos não perecíveis nas unidades do Sesc e Senac em todo o estado. São mais 100 pontos de coleta na capital, região metropolitana, interior e litoral. As doações são distribuídas às instituições sociais parceiras do Mesa Brasil Sesc, que repassam os itens para as 120 mil famílias assistidas. A Ação Urgente contra a Fome é uma iniciativa do Sesc São Paulo, por intermédio do Mesa Brasil Sesc, programa criado pela instituição há 26 anos que busca alimentos onde sobra para distribuir aos lugares em que falta. O que doar: alimentos não perecíveis como arroz, feijão, leite em pó, óleo, fubá, sardinha em lata, macarrão, molho de tomate, farinha de milho e farinha de mandioca. O Sesc conscientiza a população sobre importância da doação responsável, com itens de qualidade e dentro da validade. 

Saiba +: sescsp.org.br/doemesabrasil 

MESA BRASIL SESC SÃO PAULO 

Paralelamente à campanha Ação Urgente contra Fome, a rede de solidariedade que une empresas doadoras e instituições sociais cadastradas segue suas atividades, buscando onde sobra e entregando em lugares onde falta, contribuindo para a redução da condição de insegurança alimentar de crianças, jovens, adultos e idosos e a diminuição do desperdício de alimentos. 

Hoje, dezenove unidades do Sesc no estado - na capital, interior e litoral - operam o Mesa Brasil. As equipes responsáveis pela coleta e entrega diária de alimentos foram especialmente capacitadas para os protocolos de prevenção à Covid-19, com todas as informações e equipamentos de proteção individuais e coletivos necessários para evitar o contágio. 

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segunda-feira, 28 de junho de 2021

Empresas podem contar com ajuda especializada para se tornarem estruturalmente inclusivas

Para a psicóloga Cíntia Santos é preciso
pensar além da simples contratação
Foto: Arquivo pessoal
As pessoas com os mais diversos tipos de deficiência representam uma parcela importante da sociedade. Infelizmente, muitas vezes, costumam ter as suas potencialidades produtivas e as necessidades ignoradas. Mesmo que a Lei de Cotas estabeleça que nas organizações com 100 ou mais empregados, 2% a 5% do quadro funcional deve ser composto por pessoas com deficiência, ainda existem problemas, como a falta de estrutura para receber esses trabalhadores. Em algumas situações, o motivo é simplesmente a falta de conhecimento por parte dos gestores das organizações.

Promover a inclusão social da pessoa com deficiência e a inserção no mercado de trabalho são os desafios abraçados pelo Instituto Ester Assumpção, que não tem fins lucrativos e que não conta com nenhum tipo de apoio governamental. De acordo com Cíntia Santos, psicóloga e coordenadora de projetos da entidade, são 34 anos de atuação, desde a fundação pela mulher que dá nome à organização. “Estamos há mais de três décadas planejando e executando estratégias para tornar o ambiente laboral mais inclusivo. As principais frentes de atuação do Instituto são a busca e divulgação de vagas para pessoas com deficiência e a consultoria para gestores tornarem suas equipes e estruturas aptas a receberem indivíduos com a condição”, explica.

Cíntia Santos destaca que para uma organização se tornar inclusiva, é necessário pensar para além da simples contratação. "O que os gestores precisam ter em mente é que a contratação de uma pessoa com deficiência depende de alguns quesitos indispensáveis. As adaptações estruturais são importantes, mas é possível iniciar o processo sem estar 100% acessível do ponto de vista arquitetônico. A inclusão precisa ser iniciada de alguma forma e, ouvindo e entendendo o que o funcionário precisa é interessante. Não basta contratar, é preciso proporcionar condições para que estes indivíduos possam desempenhar as atividades de maneira saudável, confortável e produtiva. A definição de políticas internas inclusivas e a devida atenção a alguns pontos cruciais são muito importantes, como exemplo, a acessibilidade para profissionais com dificuldade de locomoção, ou necessidades mais específicas, como sinalização em braile para pessoas com deficiência visual, mesas e acessos adaptados para os cadeirantes, bebedouros acessíveis e outras adaptações, além de estratégias que fomentem a cultura organizacional inclusiva, que podem ser planejadas através de uma consultoria, como as que oferecemos aqui no Instituto Ester Assumpção”, comenta.

Muitas organizações utilizam as barreiras arquitetônicas como justificativas para não contratarem profissionais com deficiência, o que, para Cíntia Santos, são apenas desculpas vazias, já que esta dificuldade pode ser vencida com ajuda especializada. “Creditar o motivo de não ser uma organização inclusiva à questão estrutural é só um argumento para quem se recusa a cumprir a lei e não contribui para a inserção da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. Temos cases aqui no Instituto de empresas que, com a nossa consultoria, conseguiram transpor barreiras arquitetônicas e, de forma mais desafiadora, os obstáculos culturais, que hoje são exemplos para outras organizações”, relata a psicóloga.

Segundo a especialista, cabe ressaltar que são diversas as deficiências reconhecidas como incapacitantes parciais e que fazem o cidadão ser reconhecido como pessoa com deficiência. Por isso, o contratante deve se ater a isso e lembrar que a acessibilidade está prevista na legislação. “Sabemos que existem vários tipos de deficiências e dentre elas estão as intelectuais, físicas, ligadas à audição ou à fala. Por esse motivo, é de extrema importância que haja a adaptação dos ambientes para facilitar a mobilidade desses trabalhadores, visando a inclusão de pessoas com deficiência na empresa. Estamos falando de um ponto sério, já que a acessibilidade é garantida pela Lei 10.098/2000, tendo como objetivo permitir que as restrições físicas do indivíduo ou intelectual não atrapalhem o seu acesso aos espaços públicos e privados, assim como uso dos serviços oferecidos. Ou seja, o Art. 1º diz que: 'Esta Lei estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação'. Ou seja, estamos falando de situações ao qual as empresas precisam se ater também”, completa.

Atençāo

Para Cíntia Santos, as adaptações físicas da empresa devem ser prioritárias e ela lembra que a consultoria do Instituto Ester Assumpção contribui para ajudar a nortear as decisões dos gestores. “Caso a organização tenha recrutado um colaborador que tenha necessidades específicas, é preciso as adaptações sejam realizadas antes do início do contrato de trabalho”, conclui. 

Instituto Ester Assumpção

Fundado no ano de 1987, o Instituto Ester Assumpção é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos criada por Ester Assumpção, educadora nacionalmente conhecida pelo caráter pioneiro e inovador no campo da educação. A instituição atua no campo da inclusão da pessoa com deficiência e tem como foco contribuir para a construção de uma sociedade mais inclusiva, onde a diversidade seja aceita e respeitada na sua integralidade. As principais frentes de atuação são a qualificação e inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho e a consultoria para que as organizações se adequem e cumpram o papel social de promover a inclusão.

Site: https://www.ester.org.br  

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