Choose your language

Mostrando postagens com marcador minas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador minas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Otto chega a Belo Horizonte com show inédito

 

Foto: Rafael Rocha Noize


O cantor Otto celebra dez anos do projeto "Uma Voz, Um Instrumento" em noite de intimismo no Centro Cultural Unimed-BH Minas, em Belo Horizonte e faz reverência ao grande Luiz Melodia. Acompanhado pelo virtuoso Yuri Queiroga, o artista pernambucano revisita clássicos de sua carreira em formato acústico e presta homenagem ao "Poeta do Estácio" em edição histórica. Os ingressos, R$ 40,00 (meia-entrada), estão à venda nas bilheterias do teatro e Sympla.

Otto e a Desconstrução do Caos

Para esta edição comemorativa dos dez anos do projeto “Uma voz, um instrumento”, o segundo nome escolhido para ocupar o palco do Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas é o pernambucano Otto. Figura central na renovação da música brasileira pós-Manguebeat, é conhecido por sua forte presença de palco, sua fusão de ritmos eletrônicos com o maracatu e uma lírica que transita entre a dor visceral e o existencialismo urbano. No entanto, o convite do projeto "Uma Voz, Um Instrumento" propõe uma inversão de sua própria natureza pública: do caos à ordem, do ruído ao sussurro.

O artista chega a esta apresentação acompanhado pelo multi-instrumentista e produtor Yuri Queiroga. A escolha de Queiroga é estratégica e artística. Um dos músicos mais respeitados de sua geração, Yuri possui o domínio técnico necessário para traduzir a complexidade dos arranjos de Otto para as cordas de um violão, sem perder a pulsação que caracteriza a obra do cantor.

Neste encontro, o público será convidado a revisitar o "lado B" e os grandes sucessos de Otto sob uma nova lente. Canções como “Crua” e “Dias de janeiro” – originalmente carregadas de texturas – surgem em sua forma embrionária, revelando a força da melodia e a crueza da letra. O repertório autoral avança por temas como “Porquê”, “Saudade”, Bob”, “Tv a Cabo” e “Lavanda”, em versões que privilegiam a interpretação de Otto. É, em última análise, um Otto revelado, despido de artifícios, entregue à precisão das mãos de Yuri Queiroga.

O Sagrado e o Profano: A Homenagem a Luiz Melodia

A edição comemorativa dos dez anos do projeto “Uma voz, um instrumento” tem cinco shows, três criados exclusivamente para o projeto. Onze artistas de gerações diversas e diferenciadas propostas musicais subirão ao palco do Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas até o final do mês de julho. Ângela Maria, Ângela Ro Ro, Lô Borges e Luiz Melodia, nomes que se apresentaram ao longo do projeto, serão homenageados com as inclusões de músicas que marcaram as suas trajetórias, nos repertórios dos shows.

O ponto alto de convergência histórica desta noite será a homenagem prestada a Luiz Melodia (1951-2017). Melodia, um dos artistas mais emblemáticos que deixou uma lacuna imensurável na cultura brasileira. Otto, que sempre bebeu da fonte da boemia e da sofisticação melódica de Melodia, assume a responsabilidade de interpretar quatro temas do repertório do "Poeta do Estácio". A interpretação de “Pérola Negra” e “Codinome Beija-flor” promete ser um exercício de sensibilidade extrema, onde a voz rascante de Otto encontra o lirismo dolorido de Melodia. Já em “Estácio, Holly Estácio” e “Negro Gato”, a dupla Otto e Yuri Queiroga deve explorar a ginga e a malandragem urbana que conectam Recife e Rio de Janeiro, em um diálogo atemporal entre o samba, o rock e a psicodelia.

Esta homenagem não é apenas um tributo póstumo; é a reafirmação de que o projeto conecta a atemporal música brasileira com o seu presente mais vibrante. Ao cantar Melodia, Otto não apenas honra um mestre, mas ocupa o seu lugar de direito na linhagem dos grandes intérpretes brasileiros que tratam a canção como um objeto sagrado.

Celebrando 10 anos com shows inéditos

Criado pelo diretor artístico, gestor/produtor cultural Pedrinho Alves Madeira, que também assina a curadoria, o projeto é uma realização do Centro Cultural Unimed-BH Minas em parceria com a Alves Madeira Comunicação e Produção. Desde a sua estreia, em julho de 2016, com a cantora/compositora Zélia Duncan, o projeto “Uma voz, um instrumento”, já recebeu singulares e renomados artistas da cena musical brasileira.

O projeto consolidou-se como um dos pilares da agenda cultural mineira ao propor apresentações intimistas, onde a essência da canção é despida de grandes arranjos para realçar o diálogo direto entre o intérprete e seu instrumento. Não raramente os intérpretes fazem apresentações solo, ou na companhia de um ou dois exímios músicos.

O projeto "Uma Voz, Um Instrumento" nasceu de um conceito tão simples quanto desafiador: retirar os artifícios da grande produção para revelar a alma do artista. Ao longo de uma década, o palco tornou-se um espaço sagrado de experimentação e entrega, onde o silêncio da plateia e a vibração de uma voz e um ou dois instrumentos criam uma atmosfera de comunhão rara.

Desde a sua criação, o projeto recebeu grandes nomes da música brasileira, como Zizi Possi, Mônica Salmaso, Almério, Ana Canãs, Lô Borges, Roberta Sá, Paulinho Moska, Marcelo Jeneci, Tulipa Ruiz, Xênia França, Ângela Ro Ro, João Donato, Zezé Motta, Arrigo Barnabé, Zé Renato, Zélia Duncan, Edson Cordeiro, Ângela Maria, Teresa Cristina, Ed Motta, Paulo Miklos e Zé Manoel. Sua importância reside em oferecer ao público de Belo Horizonte uma experiência de escuta qualificada e rara, valorizando a técnica e a carga emocional de cada um dos convidados.  Ao longo de dez anos, a iniciativa ajudou a democratizar o acesso a shows de alta qualidade, com o valor de ingresso sempre acessível, em um ambiente que privilegia a acústica e a proximidade com o artista.

Nesta edição de 10 anos, o projeto reafirma sua missão de resistência cultural, celebrando a longevidade de uma ideia que prioriza a qualidade técnica, a sensibilidade artística e o respeito profundo ao espectador.

Programação especial - 10 anos

23 de Abril – Quinta-Feira – 20h

Otto - Acústico

24 de Maio – Domingo – 18h

Patrícia Ahmaral convida Sergio Pererê + Pedro Morais + Marcelo Veronez

Divino Maravilhoso – As parcerias entre Caetano Veloso e Gilberto Gil

O inédito show, criado exclusivamente para o projeto, tem como recorte canções compostas em parceria por dois ícones da música brasileira: Caetano Veloso e Gilberto Gil. Será a primeira vez que se realiza um show com este específico viés. A direção musical é de Rogério Delayon, e como convidados, três respeitados cantores/compositores da cena de Belo Horizonte. A concepção, o roteiro e a direção artística do show levam a assinatura de Pedrinho Alves Madeira.

11 de Junho – Quinta-Feira – 20h

Tiê convida Vitor Santana - Amorosa e Esgotada

Criado exclusivamente para o projeto “Uma voz, um instrumento”, o show “Amorosa e Esgotada” traz no repertório músicas dos novos álbuns que a cantora lançará no segundo semestre, além de temas que a tornaram popular. O roteiro do show se completa com um bloco formado por quatro canções criadas ou gravadas por Angela Ro Ro, uma das homenageadas no projeto “Uma voz, um instrumento”. Tiê receberá em cena o compositor e cantor Vitor Santana.

23 de Julho – Quinta-Feira – 20h

Zeca Baleiro & Swami Jr Interpretam Dolores Duran

A parceria entre Zeca Baleiro e Swami Jr. é uma das mais ricas da música brasileira contemporânea, unindo a poesia afiada do maranhense ao virtuosismo do violonista paulista. Agora, os dois se reúnem para um projeto especial: reinterpretar o legado de Dolores Duran (1930–1959), uma das vozes mais marcantes do samba-canção e da bossa nova. Para a apresentação do show em Belo Horizonte, Zeca Baleiro e Swami Jr incluirão no set list músicas associadas ao repertório da cantora Ângela Maria, uma das homenageadas no projeto “Uma voz, um instrumento”.

 Otto – Projeto Uma voz, um instrumento – 10 anos

Ao celebrar dez anos, o "Uma Voz, Um Instrumento" demonstra que a economia de meios é, na verdade, uma abundância de significados. A presença de Otto e Yuri Queiroga nesta edição comemorativa sublinha o compromisso do projeto com a renovação e com o rigor artístico.

Show: “Acústico”

Data: 23 de abril (quinta-feira) 

Horário: 20 horas

Local: Centro Cultural Unimed – BH Minas (Rua da Bahia, 2244 - Lourdes, Belo Horizonte)

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia), à venda nas bilheterias do teatro e site Sympla.

Classificação: Livre

Outras informações: (31) 3516-1360

Criação, Produção e Comunicação:

Alves Madeira Comunicação e Produção

Realização:

Centro Cultural Unimed-BH Minas

Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!

segunda-feira, 18 de agosto de 2025

Orquestra Ouro Preto estreia "Feliz Ano Velho, a Ópera", em Belo Horizonte

Foto: Divulgação 

A Orquestra Ouro Preto anuncia a estreia de “Feliz Ano Velho, a Ópera”, em Belo Horizonte, adaptação inédita da consagrada obra de Marcelo Rubens Paiva. Com música e libreto de Tim Rescala, direção musical de Rodrigo Toffolo e direção cênica de Julliano Mendes, o espetáculo será apresentado na sexta-feira (22) e no sábado (23), às 20h, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes.

A montagem conta com um elenco de destaque, que inclui Johny França (Marcelo), Jabez Lima (Rubens Paiva), Marília Vargas (Eunice Paiva) e grande corpo artístico. Unindo música de concerto, teatro e literatura, “Feliz Ano Velho, a Ópera” propõe uma nova leitura para o livro autobiográfico, marco da literatura brasileira contemporânea.

O projeto nasceu a partir das conversas entre o maestro Rodrigo Toffolo e Marcelo Rubens Paiva, iniciadas em 2023. Desde o primeiro encontro, a ideia de transformar a obra em ópera entusiasmou o autor. “É emocionante ver ‘Feliz Ano Velho’ ganhar vida no palco de forma tão intensa e musical. Mal posso esperar para ver e ouvir essa história contada de um jeito novo. Estou me sentindo um ‘erudito’”, afirma Marcelo.

Com assinatura de Tim Rescala, reconhecido por seu trabalho na música de concerto e pela composição de “Auto da Compadecida” e “Hilda Furacão”, sucesso da parceria com a Orquestra, a ópera promete unir irreverência, lirismo e emoção, características que também marcam o livro original. A direção cênica de Julliano Mendes trará à cena a força dramática e a leveza que atravessam a narrativa de Paiva, numa montagem que pretende emocionar e dialogar com diferentes gerações.

“Feliz Ano Velho, a Ópera” é mais um projeto da Orquestra Ouro Preto que reafirma seu compromisso de inovação e diálogo entre a música de concerto e a cultura brasileira.

Os ingressos estão à venda na bilheteria do Palácio das Artes ou no site Eventim. Garanta seu lugar nesta belíssima homenagem ao escritor Marcelo Rubens Paiva. Uma noite repleta de emoções e boas músicas.

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quarta-feira, 12 de março de 2025

Yamandu Costa e António Zambujo juntos no Sesc Palladium

Foto: Divulgação 

Prepare-se para uma noite inesquecível que celebra a união da música brasileira e portuguesa

Mais de 80% dos ingressos colocados à venda para o show que Yamandu Costa & Antonio Zambujo vão fazer no sábado (22) no Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046 – Centro, Belo Horizonte) já foram vendidos.

Esta única apresentação que os virtuosos músicos vão fazer em BH, faz parte de uma turnê, onde os dois percorreram diversas cidades do Brasil e do exterior, sempre recebendo aplausos entusiásticos e lotação esgotada. O espetáculo encanta os mais diferentes públicos com uma performance impecável e emocionante.

Yamandu, com seu virtuosismo ao violão de sete cordas, traz as nuances e a alma da música brasileira, enquanto Zambujo, um dos maiores nomes do fado contemporâneo, incorpora a tradição portuguesa em um diálogo fascinante com os ritmos do Brasil. Juntos, eles criam uma simbiose musical única, que traduz a profunda conexão entre os dois lados do Atlântico.

Este encontro especial promete, mais uma vez, uma experiência rica em emoção, técnica e interpretação, reafirmando o sucesso da parceria entre esses dois grandes artistas. Não perca a oportunidade de vivenciar um espetáculo marcado pela elegância, sensibilidade e a magia da música sem fronteiras.

Os ingressos estão à venda pelo site Sympla e na bilheteria do Sesc Palladium.

Garanta seu lugar e venha celebrar este intercâmbio cultural que já conquistou plateias ao redor do mundo! Realização Artbhz.

Show António Zambujo e Yamandu Costa

GRANDE TEATRO SESC PALLADIUM – (Rua Rio de Janeiro, 1046 – Centro, BeloHorizonte)

22 de Março -  21h – Sábado

Ingressos – A venda na bilheteria do Sesc Palladium e no site e aplicativo Sympla

Outras informações para o público: (31) 3214 5396

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

sexta-feira, 18 de outubro de 2024

14 Bis se apresenta no Sesc Palladium em evento especial

Foto: Divulgação 


O Rotary International, Rotary Clube BH OESTE Distrito 4760, América Futebol Clube e o 14BIS se unem num show que tem como objetivo a arrecadação de fundos para montagem de um ônibus ambulatório de vacinação. O veículo levará a vacinação gratuita à toda população.

A pólio é uma doença infecciosa, paralisante e potencialmente mortal, que atinge geralmente crianças abaixo dos 5 anos.

O Rotary trabalha para erradicar a paralisia infantil no mundo há mais de 35 anos e o objetivo de erradicá-la está próximo, pois a doença está presente em apenas dois países, Paquistão e Afeganistão.

Entretanto, se todas as campanhas de vacinação cessassem hoje, em 10 anos a doença paralisaria 200.000 crianças por ano ao redor do mundo.

O grupo mineiro 14 Bis participa desta  iniciativa com seu super show no Grande Teatro do Sesc Palladium, na quinta-feira (24), a partir das 20h. Ingressos à venda no site Sympla e na bilheteria do teatro.

Participe também com sua doação e assista a apresentação repleta de sucessos.

 Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

segunda-feira, 14 de outubro de 2024

"Gaslight - Uma Relação Tóxica" chega ao CCBBBH

 

Foto: Priscila Prade 


Elenco reúne Erica Montanheiro, Giovani Tozi, Kiko Pissolato, Mila Ribeiro e Maria Joana. Encenação mescla suspense e toques de humor e irreverência

Gaslight - Uma Relação Tóxica é o último trabalho de Jô Soares no teatro, e uma das peças de maior sucesso da história da Broadway. O texto, de 1938, ganhou versão no cinema em 1944, e o termo Gaslight, original da peça, é popular até hoje, sendo “gaslighting" eleita a palavra de 2022. A peça retrata um casal em crise. Jack desconfia que sua esposa Bella esteja louca. Ela teme pela própria saúde mental, pois reconhece que tem agido de forma estranha. Com a ajuda de um inspetor bem-humorado, Bella é provocada a desvendar os mistérios de sua loucura. A montagem fica em cartaz de 17 de outubro a 4 de novembro, de quinta a segunda, às 20h, no Teatro I do CCBB BH. No sábado (26), após a sessão, haverá bate-papo com o elenco e diretor do espetáculo até as 22h.

Com elenco formado por Erica Montanheiro, Giovani Tozi, Kiko Pissolato, Mila Ribeiro e Maria Joana, o espetáculo marcaria a volta de Jô aos palcos como diretor, quatro anos após dirigir e atuar em A Noite de 16 de Janeiro. Com cenário de Marco Lima, figurino de Karen Brusttolin, iluminação de César Pivetti, e trilha sonora original de Ricardo Severo, a montagem era cuidada de perto por Jô Soares, que trabalhou na concepção da encenação até os últimos dias.

Baseada no filme homônimo sobre abuso psicológico nos relacionamentos afetivos, a peça retrata um casal em conflito. No início do casamento Jack (Giovani Tozi) se mostrava doce e apaixonado. No entanto, sob a alegação de que sua mulher Bella (Erica Montanheiro) sofre de algum tipo de desequilíbrio mental, revela-se um homem impaciente e menos cordial. A esposa sente que está ficando louca mas, ao buscar o amparo do companheiro para lidar com a suposta doença, encontra apenas a resistência do homem, que justifica não ter mais forças para lidar com a situação.  A complicação do diagnóstico de Bella é acompanhada de perto pela fiel governanta Elizabeth (Mila Ribeiro) e pela jovem e extrovertida Nancy (Maria Joana), a nova arrumadeira do casarão. Ralf (Kiko Pissolato), um inspetor de polícia, possui uma ligação curiosa com a casa, agora habitada pelo casal. Essa relação pode despertar fantasmas do passado que ainda habitam os cômodos com seus segredos, e podem revelar grandes surpresas.

A versão brasileira começou a ser gestada em 2018. “Gaslight nasceu numa noite de cinema no apartamento do Jô, quando nós dois assistíamos à versão cinematográfica, de 1944, estrelada por Ingrid Bergman. Fiz o convite arriscado para levarmos a história aos palcos e ele topou”, conta o ator e idealizador do projeto Giovani Tozi, também produtor do projeto ao lado da produtora e fotógrafa Priscila Prade. Gaslight - Uma Relação Tóxica é uma homenagem a Jô Soares, um dos mais importantes homens que a cultura e a educação deste país já produziu. Jô brinda o público com uma história carregada de mistério e suspense, sem deixar de lado o humor, sentimento que sempre o guiou, em tudo o que fez na vida.

Ficha Técnica

Texto: Patrick Hamilton. Tradução e adaptação: Jô Soares e Matinas Suzuki Jr. Direção: Jô Soares e Mauricio Guilherme. Elenco: Erica Montanheiro, Giovani Tozi, Kiko Pissolato, Maria Joana e Mila Ribeiro. Direção de Produção: Priscila Prade e Giovani Tozi. Produção Executiva: Dani Agarelli. Figurinista: Karen Brusttolin. Cenógrafo: Marco Lima. Assessoria de Imprensa: Fernanda Teixeira e Mauricio Barreira / Arteplural.

Circuito Liberdade

O CCBB BH é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

CCBB Belo Horizonte

Praça da Liberdade, 450 – Funcionários, Belo Horizonte – MG

Funcionamento – Quarta a segunda, das 10h às 22h.

Telefone: (31) 3431-9400

Instagram: ccbbbh

 Gaslight, uma Relação Tóxica

Local: Teatro I CCBB BH (Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte)

Temporada: 17 de outubro a 4 de novembro de 2024.  De quinta a segunda, às 20h. Classificação: 12 anos | Duração: 100 minutos.

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) à venda na bilheteria ou pelo site ccbb.com.br/bh. *Clientes Ourocard têm 50% de desconto com pagamento utilizando o cartão.

Haverá bate-papo com elenco após a sessão de 26/10 (sábado), até 22h.

Não haverá sessões com recurso de acessibilidade.

Para informações e curiosidades acesse

Instagram: gaslightnoteatro

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

Reflexão do dia


 

quinta-feira, 3 de outubro de 2024

Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc em Minas, realiza intervenção urbana "Fias"

Foto: Guiga Guimarães 


Apresentação inspirada no Vale do Jequitinhonha celebra a formatura da turma de 3º ano do Núcleo de Formação em Dança

O Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc em Minas, realiza neste sábado (5) a intervenção urbana "Fias", em celebração pela formatura do 3º ano do Núcleo de Formação em Dança. O evento ocorre às 10h30, no Mercado das Flores (avenida Afonso Pena, 1.055 - Centro), e a entrada é gratuita.

A apresentação, inspirada nas riquezas naturais, culturais e humanas do Vale do Jequitinhonha, foi concebida pelas alunas e pelas instrutoras da turma do 3º ano I do Núcleo de Formação em Dança do Sesc Cenário. A obra cênica explora e conecta os universos das mulheres dessa região de Minas Gerais.

Elementos como plantio, colheita, tingimento, moldagem, criação, transformação, canto, força e união sugerem diferentes possibilidades nas cenas criadas pelas estudantes em interação com a plateia. A proposta é levar o público a percorrer os caminhos de fios e fias, entre tecituras em movimento, em uma abordagem única do espaço-tempo.

Núcleo de Formação em Dança

Oferece, gratuitamente, formação básica em dança a partir de saberes das modalidades clássica, moderna, contemporânea, urbana e afro-popular brasileira.

O curso, com duração de três anos, é destinado a crianças e adolescentes com idades de 9 a 13 anos e ocorre na unidade Sesc Cenário, na rua Viana do Castelo, 679, bairro São Francisco, em Belo Horizonte. O projeto conta ainda com a turma de aprofundamento, ação compromissada com a experimentação de técnicas e trabalhos coreográficos apresentados em eventos e ações institucionais, artísticas e educacionais diversas.

Sesc em Minas

Há mais de 70 anos, o Sesc cumpre a missão de promover o encontro das pessoas com o bem-estar e a qualidade de vida. São encontros diários com a Saúde, a Educação, o Turismo, o Lazer, o Esporte e a Cultura.

Fundado pela Confederação Nacional do Comércio em 13 de setembro de 1946, o Sesc em Minas é uma instituição privada mantida pela contribuição sindical do empresariado do comércio. Por isso, embora as atividades sejam destinadas a toda a população, os trabalhadores e as trabalhadoras do comércio de bens, serviços e turismo, incluindo dependentes, são o público prioritário das ações e têm direito a descontos especiais.

Em Minas Gerais, o Sesc atua em todas as regiões do estado, com 23 unidades fixas e 11 unidades móveis.

Sobre a Fecomércio MG

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais integra o Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac em Minas e Sindicatos Empresariais, que tem como presidente o empresário Nadim Donato. A Fecomércio MG é a maior representante do setor terciário no estado, atuando em prol de mais de 740 mil empresas mineiras. Em conjunto com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), presidida por José Roberto Tadros, a Fecomércio MG atua junto às esferas pública e privada para defender os interesses do setor de Bens, Serviços e Turismo a fim de requisitar melhores condições tributárias, celebrar convenções coletivas de trabalho, disponibilizar benefícios visando ao desenvolvimento do comércio no estado e muito mais.

Há 85 anos fortalecendo e defendendo o setor, beneficiando e transformando a vida dos cidadãos e das cidadãs.

"Fias" - Formatura do 3º ano do Núcleo de Formação em Dança

Data: sábado, 05/10

Horário: 10h30

Local: Centro de Atendimento ao Turista Mercado das Flores (avenida Afonso Pena, 1.055 - Centro, Belo Horizonte)

Entrada: gratuita - aberta ao público

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

terça-feira, 1 de outubro de 2024

Ana Carolina volta a BH para a última apresentação da turnê “Ana Canta Cássia”

Foto: Priscila Prade

Sucesso de público, Ana Canta Cássia é um espetáculo emocionante com repertório cheio de sucessos como, “Malandragem”, “Segundo Sol”, “All Star”, “Girassol”, entre muitas outras.

Sucesso de público e crítica, após passar por diversas cidades no Brasil e no mundo, a cantora Ana Carolina volta a BH para a última apresentação da turnê “Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você”, nesta sexta-feira (4), no Palácio das Artes, às 21 horas. O show traz o repertório recheado de sucessos de ambas as artistas, como Malandragem, Segundo Sol, All Star e Elevador.

Os ingressos estão à venda nas bilheterias do Palácio das Artes e no site Eventim.

Nomear uma turnê nem sempre é uma tarefa fácil para um artista. Para Ana Carolina, porém, foi diferente desta vez. “Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você” é um show inteiramente dedicado ao repertório de incontáveis sucessos da, até hoje, inigualável Cássia Eller, revisitados na voz de uma das mais importantes cantoras da Música Popular Brasileira.

Mais do que cantar o repertório de Cássia, Ana faz uma viagem pessoal no tempo. A turnê é uma conexão direta com a jovem garota mineira, que aos 16 anos ouviu Cássia pela primeira vez, apaixonou-se e nunca mais deixou de ser fã de camiseta, como se define.

“São sentimentos muito contraditórios quando penso neste show. Primeiro, jamais imaginei que seria possível um dia poder cantar o repertório da Cássia. Obviamente era um sonho íntimo, desde antes do início da minha carreira. Quis o destino que agora, em pleno 2022, quando Cássia faria 60 anos, que esse projeto surgisse e fosse sugerido justamente para mim”, diz a artista.

“Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você”, uma turnê da Opus Entretenimento, tem direção do premiado Jorge Farjalla.

Influência e acolhimento – tudo começou no ano de 1990, quando a jovem Ana Carolina Souza com apenas 16 anos, moradora de Juiz de Fora ouviu “Cássia Eller – Disco 1”, álbum de estreia da cantora carioca, e até hoje um dos prediletos de Ana. O impacto foi imediato. “Eu tive a certeza naquele momento que aquela voz potente vinha pra ficar pra sempre e que jamais haveria outra igual”, relembra Ana Carolina.

“Tudo no universo musical da Cássia me influenciou. Aquela voz feminina com tanta presença e personalidade. Eu dava meus primeiros passos na música e não tenho a menor dúvida que dali tirei muito da minha formação musical e do que achava ser importante ter nas canções e no palco. Não sei se é verdade ou não, mas existe uma história meio folclórica que, anos depois, quando gravei meu primeiro disco, as pessoas ouviam ‘Garganta’ e grande parte delas achava que era a própria Cássia cantando. Acho isso engraçado, claro, mas também fico extremamente honrada”, se diverte.

A influência de Cássia no DNA de Ana extrapola o universo artístico e tem profundidade no âmbito pessoal. Foi Cássia, a primeira figura pública assumidamente bissexual, que serviu de espelho para que a ainda jovem mineira também se entendesse e futuramente se tornasse referência para tantas pessoas quando o assunto é sexualidade.

“Era absolutamente lindo ainda em 1990, uma mulher tão à frente do seu tempo, com uma postura libertária e sem a preocupação do que as pessoas pensavam dela e de sua sexualidade. Isso tudo colocado com imensa naturalidade. Eu via aquela potência e pensava: ‘Ela me representa’. Ali também comecei a me entender, entender minha sexualidade. Comecei a entender que poderia naturalmente namorar também com meninas, sem me preocupar com o que os outros achavam. Foi libertador.”, relembra. “Hoje ouço muitas vezes de fãs e mães de fãs como minha postura ajudou suas famílias a lidarem com a questão. Fico feliz em fazer parte disso e me dar conta que o meu próprio ciclo começou justamente com a referência tão incrível da Cássia”.

Anos mais tarde, em 1997, quis o destino que Cássia Eller tomasse conhecimento do trabalho da estreante cantora Ana Carolina que, numa ida ao Rio de Janeiro, acabou sendo acolhida por seu ídolo de maneira generosa em sua própria casa. “Aquele gesto simples reverbera em mim até hoje. Eu chegava no Rio para um show e a Cássia cedeu espaço para mim dentro de seu apartamento. Era o começo da minha carreira e tudo era muito difícil. Tão difícil que ela ainda fez questão de contratar meu primeiro roadie, para carregar e afinar o violão para este show. Eu não estava sequer habituada com isso ainda. Foi inesquecível vê-la na plateia torcendo por mim”, diz.

No ano seguinte, Ana gravou seu primeiro álbum (lançado em abril de 1999) e começou a escrever a história de uma das mais bem sucedidas carreiras da MPB recente. “Essa turnê que faço hoje é muito mais que uma merecida homenagem. É sobre acolhimento. Cássia me acolheu como fã, como jovem buscando entender meu lugar no mundo e finalmente como artista. Se eu pudesse falar uma única frase para ela hoje, seria justamente essa: Estranho seria se eu não me apaixonasse por você”.

Um show em cinco atos – Dirigido por Jorge Farjalla, “Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você” tem um esqueleto teatral ao passear por cinco atos, que serão conduzidos por músicas que remetem a cada um deles: “Cartas”, logo na abertura do show, traz canções que se comunicam em estado de poesia pura; “Palavras” começa a investigar outros universos das duas cantoras, incluindo a paixão mútua pelo samba; “Sabotagem” é um momento da Cássia debochada e cheia de questionamentos sobre o status quo, enquanto “Girassol” traz de volta a delicadeza para a coroar a celebração. O último bloco é, claro, um bis cheio de surpresas que serão desvendadas com a estreia da turnê.

A cantora se apresenta ao lado de uma banda composta Juliano Valle (teclados, programações, voz), Theo Silva (guitarras e violões), Lancaster Pinto (baixo e voz), Thiago Faria (violoncelo e voz), Cesinha (bateria, cajon, Kokoriko e voz), Leonardo Reis (percussão, cajon, Kokoriko e voz).

Para chegar no repertório, Ana Carolina estudou a extensa discografia por meses até chegar num setlist ideal que retratasse a grandeza de Cássia Eller. “Tocamos as versões originais à exaustão para entender minuciosamente cada uma delas. Só aí que começamos a repensar em arranjos, para trazer uma releitura que conversasse comigo e que não renunciasse o DNA de Cássia em nenhum momento”. 

“Dentro do meu universo, espero com essa turnê retribuir de alguma forma todo o carinho e acolhimento que recebi da Cássia. Meu desejo é que essa obra e artista tão potentes se mantenham vivas, conheçam novos públicos e que permaneçam sempre no imaginário do brasileiro. Cássia merece todo nosso amor”, finaliza.

Sobre Ana Carolina - Cantora, compositora, arranjadora, produtora, instrumentista, musicista e artista plástica, Ana Carolina lançou seu primeiro disco em 1999; hoje, sua carreira já inclui 12 álbuns, seis DVDs e mais de cinco milhões de discos vendidos. Entre outros, ganhou sete vezes o Prêmio Multishow de Música Brasileira, três vezes o Troféu Imprensa e uma vez o Prêmio TIM de Música. O primeiro grande sucesso, “Garganta”, viria já no primeiro álbum. Depois dele, emplacou cerca de 30 singles nas paradas brasileiras.

As composições da artista já foram gravadas por nomes importantes como Maria Bethânia, Gal Costa, John Legend, Esperanza Spalding, Chiara Civello, Jorge Vercillo, Mart’nália, Zizi e Luiza Possi, Pedro Camargo Mariano, Preta Gil, entre outros. Em suas composições fez parcerias com Seu Jorge, Luiz Melodia, Gilberto Gil e Guinga, entre muitos outros.

Em 2009, quando completou 10 anos de carreira, lançou o álbum “N9ve”, no qual destaca-se a canção “Entreolhares (The Way You’re Looking at Me)”, em um dueto com o cantor, compositor e pianista americano John Legend. A canção alcançou o topo da Billboard Hot Songs (Rio de Janeiro), e o 34° na Billboard Hot 100 Airplay. No mesmo ano, lançou a coletânea de canção, “Ana Carolina + Um”, com duas canções inéditas e participação de vários cantores, entre eles, Maria Gadú, Maria Bethânia, Roberta Sá, Totonho Villeroy, entre outros. Em 2012 gravou duetos com astros da música internacional, como Tony Bennett e Alejandro Sanz, e seu CD #AC trouxe a cantora dividindo os microfones com Chico Buarque.

Em 2019, a artista lançou seu mais recente álbum, “Fogueira em Alto Mar”, primeiro trabalho de inéditas em pouco mais de 6 anos. Ele reflete toda a excelência, empenho e musicalidade que a deixaram conhecida no mercado nacional e internacional.

Agora em 2022, sai em turnê nacional do projeto “Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você” em que celebra a obra inigualável de Cássia Eller no ano em que faria 60 anos.

Atualmente, Ana contabiliza cerca de seis milhões de seguidores em suas redes sociais.

Sobre Cássia Eller - cantora, compositora e multi-instrumentista brasileira. Foi uma das maiores representantes do rock brasileiro dos anos 90 e eleita a 18ª maior voz e a 40º maior artista da música brasileira pela revista Rolling Stone Brasil. Lançou cinco álbuns de estúdio em vida: Cássia Eller (1990), O Marginal (1992), Cássia Eller (1994), Veneno AntiMonotonia (1997) e Com Você... Meu Mundo Ficaria Completo (1999). Seu sexto álbum de estúdio, Dez de Dezembro (2002) foi lançado postumamente. O álbum mais bem-sucedido de Cássia foi o Acústico MTV (2001), com mais de um milhão de cópias vendidas e um prêmio Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock.

Cássia morreu aos 39 anos em 29 de dezembro de 2001, após um infarto do miocárdio causado por uma malformação de seu coração.

***Informamos que o show ANA CANTA CÁSSIA, que estava programado para acontecer no BeFly Hall no dia 4 de outubro, foi transferido para o Palácio das Artes, na mesma data, às 21h.

Para sua comodidade, os ingressos adquiridos para o evento no BeFly Hall, por meio da plataforma Sympla, permanecerão válidos para o show no Palácio das Artes. Você receberá em seu e-mail cadastrado na Sympla instruções sobre como escolher seu novo assento no novo local. Para os clientes que optarem, o cancelamento e reembolso pode ser solicitado na ticketeira Sympla e na bilheteria do BeFly Hall.

Ana Carolina - Encerramento da turnê “Ana canta Cássia”

Data: 4 de outubro (sexta-feira)

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537 - Belo Horizonte – MG)

Horário: 21h

Valor dos ingressos: a partir de R$ 110,00

Plateia I: a partir de R$ 265,00

Plateia II: a partir de R$ 210,00

Superior: a partir de R$ 110,00

*** Família & Amigos: Venda exclusiva e promocional para pacotes a partir de 02 ingressos. Válido somente para ingresso inteira. Desconto não cumulativo com meia entrada e/ou outras promoções.

Classificação Livre.

Ingressos: Bilheteria do teatro Palácio das Artes e pelo site Eventim.

Mais informações: (31) 97222-2424 

Realização: Ímpar Shows e Opus Entretenimento

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

segunda-feira, 23 de setembro de 2024

Espetáculo "Norma" chega a Belo Horizonte

 

Foto:Leo Aversa


O Festival Teatro em Movimento, que tem curadoria e coordenação geral de Tatyana Rubim, traz a Belo Horizonte “Norma”, com texto de Dora Castellar e Tônio Carvalho que retorna aos palcos, em nova montagem dirigida por Guilherme Piva, com produção de Joana Motta e Edgard Jordão. Nos papéis principais estão Nívea Maria e Rainer Cadete, interpretando Norma e Renato. Dois seres humanos que se movimentam de forma muito diversa pela vida. Ela é rígida, segue padrões, “leis”, códigos. Ele se permite correr riscos, fazer escolhas, mudar, renascer. A peça estreou em 2002 e percorreu o país por mais de quatro anos, com grande sucesso de crítica e público e, agora, reestreia para celebrar os 20 anos desse espetáculo que marcou história no teatro nacional. A peça tem duas únicas apresentações no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas, dias 28 e 29 de setembro, sábado, às 20h, e domingo às 19h, com ingressos disponíveis para compra pelo Sympla e na bilheteria do teatro.

Essa 23ª edição do Teatro em Movimento tem o patrocínio do Instituto Cultural Vale, via Lei Rouanet do Ministério da Cultura. 

O texto de “Norma” mostra-se ainda mais atual, pois reafirma o poder transformador do acolhimento, da escuta, do amor. Duas pessoas machucadas pela vida se cruzam, se enxergam e tentam expurgar seus medos e fraturas, compreender o outro com todas suas incoerências e complexidades. “Duas dores se encontram para falar de um amor. É preciso ir fundo para enfrentar medos, preconceitos, crenças negativas, cascas que colocamos durante a vida para nos protegermos. Isso é muito lindo nessa peça, os personagens se afetam, se provocam até acontecer essa transformação. É uma peça que fala de amor e superação”, explica Piva. 

O espetáculo gerou uma identificação de todos os perfis de público, devido à universalidade do tema. “Ele fala sobre a liberdade de dialogar com o outro, expondo pensamentos, sentimentos, emoções, raivas, impulsos, sofrimentos, como em uma montanha-russa que nos ajuda, no final, a cair na real, ficar em paz, nos sentindo mais leves”, exalta Nívea. “Ele tem uma mensagem muito clara: viva e seja feliz, não devemos estar presos a conceitos e a ninguém", vibra Rainer. 

Norma e Renato

Completamente solitária, Norma está no apartamento que acabou de alugar, quando conhece Renato, antigo inquilino do imóvel que aparece para pedir a ela que informe seu novo endereço e telefone aos que o procurarem. A liberdade de Renato incomoda Norma, as diferenças começam a vir à tona e o embate é inevitável. Mas expurgar as dores é também liberdade. E no decorrer do espetáculo revelações surpreendentes mudam os destinos dos personagens e novas possibilidades nascem do que antes parecia ser apenas o vazio. “Não somos uma coisa só. Passamos por milhares de sentimentos contraditórios a cada dia. E isso é o que mais procuro em um texto, falar do ser humano com sua montanha russa de emoções é também uma possibilidade de redenção”, enaltece Piva. 

O espetáculo nasceu de um engano. Certo dia, um dos autores, Tônio Carvalho, discou um número errado, sendo hostilizado pela mulher que estava do outro lado da linha. Ele divagou sobre que tipo de vida levaria essa pessoa para ser tão dura. Imaginou então uma mulher em crise e teve a ideia de batizá-la de Norma. E Renato aparece na vida dela justamente representando essa possibilidade de “renascimento”.

Guilherme Piva não esconde o entusiasmo de trabalhar com Nívea Maria e Rainer Cadete. “Esse é o desafio que eu mais gosto. Por ser ator, o foco do meu trabalho como diretor é o ator e toda a gama de sentimentos que ele consegue atingir. E estou com uma dupla de atores muito potente, que me instiga bastante, e que estão prontos e sedentos por esse mergulho”, vibra. Nívea também vibra com seu retorno aos palcos. “Meu maior desafio, como em todos os trabalhos que eu faço como atriz, é que o público veja a verdade das emoções, de tudo que esse trabalho vai me exigir, que ele esqueça a Nívea Maria e veja a Norma em mim”, explica Nívea. Rainer Cadete complementa: “O maior desafio como ator são as nuances da personagem, a dor de cada um, precisamos acessar isso com muita sensibilidade, não é algo que explode, é mais dolorido, difícil de externar”. 

Falar de amor, de liberdade é necessário, cada vez mais urgente. Ouvir o outro, respeitar as diferenças, dialogar. Só assim é possível transformar, renascer, abandonar as normas que engessam. Essa é a mensagem de um espetáculo que tocou as plateias brasileiras há mais de duas décadas e está pronto para provocar novas emoções. 

Ficha Técnica

Elenco - Nívea Maria e Rainer Cadete/ Direção - Guilherme Piva / Cenário - Ronald Teixeira/ Designer de luz – Ana Luzia Simoni/ Figurinos - Bia Salgado/ Visagismo - Fernando Ocazione/ Produção Geral - Joana Motta e Edgard Jordão/ Realização em Belo Horizonte Festival Teatro em Movimento -  Rubim Produções/ Patrocínio: Instituto Cultural Vale, via Lei Rouanet do Ministério da Cultura/ Assessoria de imprensa: Luz Comunicação - Jozane Faleiro

Teatro Em Movimento Apresenta “Norma”

Classificação: 10 anos         

Duração: 70 minutos

sábado (28), às 20h e domingo (29), às 19h 

Local: Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas  - Rua da Bahia, 2.244 - Lourdes

Ingressos: R$ 120,00 inteira / R$ 60,00 meia 

Ingressos pela plataforma Sympla ou na bilheteria do teatro 

Informações:

Redes sociais Teatro Em Movimento: 

Instagram:teatroemmovimento

Facebook: teatroemmovimento

Teatro Em Movimento

O projeto Teatro em Movimento, coordenado pela Rubim Produções, de Tatyana Rubim, completa 23 anos, em 2024, com o objetivo de descentralizar o acesso às grandes montagens do eixo Rio-São Paulo, promovendo a circulação dos mesmos para Belo Horizonte que tornou-se, ao longo do tempo, praça relevante para a apresentação de importantes repertórios. Além disso, o projeto também atua em outros Estados e outras cidades. Desde então, contabiliza 280 repertórios, que somam mais de 800 apresentações, envolvendo cerca de 860 artistas, em 15 cidades, 30 teatros e público superior a 402 mil pessoas. Desde 2020, fundou o TeatroEmMov Digital, que realizou o primeiro curso de teatro digital do Brasil, sendo uma plataforma web que pesquisa, produz e une narrativas do teatro, da dança, do audiovisual e dos games; ambos idealizados por sua diretora, Tatyana.

Instituto Cultural Vale

Acredita que a cultura transforma vidas. Por isso, patrocina e fomenta projetos em parcerias que promovem conexões entre pessoas, iniciativas e territórios. Seu compromisso é contribuir com uma cultura cada vez mais acessível e plural, ao mesmo tempo em que atua para o fortalecimento da economia criativa. Desde a sua criação, em 2020, o Instituto Cultural Vale já esteve ao lado de mais de 800 projetos em 24 estados e no Distrito Federal, contemplando as cinco regiões do país. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Onde tem Cultura, a Vale está. 

 Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quarta-feira, 11 de setembro de 2024

Queen Legend se apresenta em Belo Horizonte

Banda viaja pelo Brasil com a homenagem
ao grupo inglês - Foto: Divulgação 

Fãs do Queen vão se emocionar com o show que acontece em Belo Horizonte no mês de Outubro, no domingo (27), às 19 horas no Grande Teatro do Sesc Palladium.

O cantor Elvis Balbo, conhecido como um dos maiores intérpretes de Freddie Mercury do mundo, une-se à banda Queen Legend para uma belíssima homenagem à icônica banda britânica Queen. Reconhecido pela sua notável semelhança vocal e presença de palco, Balbo guia o público por uma jornada musical inesquecível, capturando a energia única de Mercury em cada nota.

Acompanhado pela talentosa e dedicada banda, que conta com Cauê Brisolla na guitarra representando Brian May, o espetáculo promete uma experiência autêntica e eletrizante para os fãs de Queen e admiradores de música de alto calibre. A banda é conhecida por sua precisão musical e respeito à obra original, recriando com maestria os maiores sucessos e clássicos atemporais, como "Bohemian Rhapsody", "We Will Rock You" e "Somebody to Love".

Com a proposta de trazer toda a emoção, magia e energia dos lendários shows do Queen, a banda transforma cada performance em uma noite repleta de emoções. Celebrando o legado da lendária banda britânica, Queen Legend + E. Balbo proporciona uma experiência única que transporta o público diretamente para os anos dourados do rock. Prepare-se para uma celebração épica e vibrante que fará você cantar, dançar e reviver os momentos mais emblemáticos do Queen.

Ingressos à venda na bilheteria do Sesc Palladium ou pelo site Sympla. Realização da Vidaliere Eventos, que faz grandes shows no Brasil. Vale a pena prestigiar!

terça-feira, 6 de agosto de 2024

Academia Jovem Orquestra Ouro Preto celebra primeiro disco com apresentação em São Paulo

Foto: Rapha Garcia 

Trabalho gravado por jovens talentos do projeto será lançado em todas as plataformas digitais; lançamento será celebrado em um dos palcos mais importantes do país dedicados à música de concerto

A excelência e a versatilidade que regem as escolhas artísticas da Orquestra Ouro Preto também pautam o primeiro registro fonográfico e audiovisual de sua Academia Jovem. O projeto profissionalizante, que prepara talentos para a música de concerto, é pioneiro no país desde sua criação e, após proporcionar aos bolsistas a experiência de gravarem seu primeiro álbum, inova mais uma vez ao compartilhar o resultado dessa imersão artística com o público.

O disco e o registro audiovisual chegam ao público nesta quarta-feira (7), e estarão disponíveis gratuitamente em todas as plataformas digitais. Um feito que merece ser celebrado nos mais nobres palcos da música de concerto como a Sala São Paulo, que recebe o grupo no domingo (11), para única apresentação, às 10h50, com entrada gratuita.

Para o diretor artístico e regente titular da Orquestra, maestro Rodrigo Toffolo, a Academia Jovem sintetiza o compromisso que a formação mineira reafirma com a democratização e a valorização da música de concerto em todas as suas facetas, proporcionando a jovens talentos, muitos em situação de vulnerabilidade social, a oportunidade de formação musical e cidadã para que possam explorar ao máximo suas potencialidades artísticas e humanistas.

“A Academia é um projeto com compromisso não apenas artístico, mas também social e inclusivo. É motivo de grande orgulho para nós a existência e a excelência que atingimos em nossa Academia, formada por quase 30 jovens de extremo talento e dedicação. Esse disco é o símbolo de um trabalho feito com muita seriedade e afeto, no qual eles deixam marcado toda essa trajetória de aprendizado e troca musical e humana”, afirma Toffolo.

Holst, Bartók, Ayres e Travassos

A gravação do álbum foi realizada em outubro de 2023, com o trabalho do consagrado produtor musical alemão Ulrich Schneider, que foi o responsável pela captação, mixagem e masterização. O disco celebra uma incrível jornada iniciada na concepção da Academia, ainda em 2019, passa por seu desenvolvimento e chega, com sucesso, à sua consolidação. O resultado se reflete na diversidade, qualidade, apuro técnico e espontaneidade capazes de encantar aos ouvidos mais exigentes.

O repertório é fruto do pensamento artístico que permeou toda a temporada de 2023, e foi especialmente pensado para proporcionar aos jovens artistas que fazem parte do projeto, uma variedade de desafios, sensações e sonoridades, levando junto também os ouvintes e espectadores por esse percurso musical que contempla criações de diferentes épocas, lugares e estilos.

O álbum apresenta duas obras inéditas brasileiras, dedicadas especialmente à formação pelos compositores Nelson Ayres e Alexandre Travassos, que se somam à música de Holst e Bartók, em uma interpretação de altíssimo nível e cheia da energia típica da juventude.

O álbum se inicia com a interpretação para a obra “Suíte Saint Paul”, de Gustav Holst, peça para cordas que ocupa importante papel histórico e didático, de extrema expressividade e musicalidade, sendo um exercício não apenas para estudantes e músicos em formação, mas também já gravado por diversas orquestras profissionais.

Na sequência, mais um grande desafio, com a performance de as “Danças Romenas”, de Béla Bartók, uma obra que, segundo o maestro Rodrigo Toffolo, permite que o conjunto sinfônico diversifique o som, o timbre, e se transforme para criar as sensações que cada uma dessas peças impõe. “Além disso, é uma obra muito provocadora do ponto de vista interpretativo”, afirma o regente.

A música brasileira de concerto não poderia ficar de fora e é muito bem representada pela presença de uma obra encomendada ao grande instrumentista, arranjador, compositor e maestro Nelson Ayres. É dele “3 Momentos para Cordas e Percussão”, que dialoga diretamente com as raízes percussivas de Minas Gerais e com a própria origem da formação.

Fechando o álbum, os instrumentos ressoam outros sotaques e memórias, fazendo referência à herança nordestina em “A Morte do Bode Tião”, gravada com a participação de um dos principais clarinetistas do país, Ovanir Buosi. A obra inédita, escrita especialmente para a Academia Orquestra Ouro Preto, foi inspirada em um cordel que narra a história de um bode muito faceiro, que aprontava com a meninada da cidade, e num dia, depois tanto comer farinha e beber água, acaba tendo um trágico fim. No disco, além da faixa instrumental, o cordel é interpretado por Jéfte Amorim, que também foi responsável pelo texto, baseado em argumento de Mateus Freire, recorrente arranjador da Orquestra.

Sobre a Academia Jovem Orquestra Ouro Preto

É um dos braços do núcleo educacional da Orquestra com o objetivo de formar e preparar jovens entre 18 e 28 anos para o mercado de trabalho da música de concerto. Atualmente, 28 músicos integram o projeto criado em 2019.

Os instrumentistas em formação têm dois encontros semanais com os instrutores-professores da Orquestra Ouro Preto com o objetivo de desenvolver a percepção, a técnica e a expertise do trabalho em conjunto. Para isso, os bolsistas têm apoio financeiro e acompanhamento psicológico e fisioterápico, em uma parceria inédita com a PUC Minas.

Segundo Rodolfo Toffolo, coordenador do projeto, a Academia cumpre simultaneamente dois importantes papeis. “O primeiro é o viés social, onde acolhemos esses jovens, oportunizamos uma vivência musical com colegas da mesma geração, desenvolvendo o convívio e o aprimoramento musical dentro da orquestra, contando com a ajuda de uma bolsa de estudos para isso”, elenca.

“O segundo é o viés profissionalizante que, através de ensaios de naipes semanais com os instrutores profissionais da Orquestra Ouro Preto, o grupo ganha identidade e sonoridade, aplicando seus estudos na música coletivamente. Os concertos com solistas de renome internacional, a oportunidade de se apresentarem em importantes salas de concerto do país e as experiências com gravações e lives dão o molde final ao desenvolvimento de cada um”, explica o coordenador.

Além do desenvolvimento técnico musical, os bolsistas ainda têm oportunidades práticas em concertos com a presença do público e a possibilidade de participarem dos projetos desenvolvidos pela Orquestra Ouro Preto ao longo do ano. Entre gravações, concertos e aulas, os alunos absorvem, diretamente da fonte, lições riquíssimas com os líderes de naipes da formação principal, o Maestro Rodrigo Toffolo e, muitas vezes, ícones da música brasileira, que são convidados eventualmente para parcerias.

Atualmente, nove ex-alunos são protagonistas da formação principal e passaram por essa fase preparatória dentro da Academia antes de ingressarem oficialmente no corpo musical.

Lançamento CD e DVD “Academia Jovem Orquestra Ouro Preto: Holst, Bartók, Ayres e Travassos”

Plataformas digitais

Data: 7 de agosto de 2024 (quarta-feira)

Local: Em todas as plataformas digitais

Concerto de Lançamento CD e DVD “Academia Jovem Orquestra Ouro Preto: Holst, Bartók, Ayres e Travassos” na Sala São Paulo

Data: 11 de agosto de 2024 - domingo

Horário: 10h50

Local: Sala São Paulo (Praça Júlio Prestes, 16. Campos Elíseos. SP)

Ingressos: Entrada franca (distribuição gratuita de ingressos a partir das 12h da segunda-feira anterior ao concerto, pela internet ou nos totens localizados no piso térreo da Sala São Paulo. Ingressos limitados a dois por pessoa).

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!


Reflexão do dia


 

segunda-feira, 5 de agosto de 2024

Semana do Desenvolvimento Comunitário celebra 10 anos da Rede Sesc Ação Comunitária

Foto: Tarcísio de Paula

Programação simultânea acontece em oito cidades mineiras entre 12 e 16 de agosto

Para celebrar o décimo aniversário da Rede Sesc Ação Comunitária, o Sistema Fecomércio MG promove a 2ª Semana do Desenvolvimento Comunitário, de 12 a 16 de agosto. O evento contará com capacitações simultâneas em Almenara, Governador Valadares, Montes Claros, Uberlândia, Juiz de Fora, Poços de Caldas, Contagem e Belo Horizonte (unidade de Venda Nova).

A programação inclui oficinas, cursos, workshops e palestras, com carga horária que varia entre duas e 20 horas. Estes serão alguns dos temas abordados: empoderamento feminino; sustentabilidade; economia circular; gestão financeira; inteligência emocional; técnicas de vendas pelas redes sociais; customização de roupas.

O objetivo é fomentar a geração de renda e a autonomia das comunidades. As atividades são abertas ao público em geral, com vagas limitadas. Pessoas interessadas devem se inscrever pelo site do Sesc em Minas. 

A expectativa é de receber cerca de 1,7 mil participantes nas formações.

Empoderamento

Para o Analista de Ação Social do Sesc em Minas, Adamilton Caldeira Silva, a Semana do Desenvolvimento Comunitário ultrapassa a troca de experiências e conhecimentos e proporciona ainda momentos de conexões profissionais.

“Ao longo dos dez anos da Rede, milhares de pessoas participaram das nossas ações. Nesta 2ª Semana do Desenvolvimento Comunitário, a ideia é fomentar também o networking, fortalecendo os vínculos comunitários e oferecendo acesso gratuito a formações com referências no mercado de trabalho”, explica Adamilton.

A feirante Jacsiene Francisca, de 36 anos e moradora de Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, soma à rede desde 2023. Ela já fez um curso de empreendedorismo pela Fundação Dom Cabral, parceira do Sesc em Minas, e comercializou seus biscoitos em quatro feiras promovidas pela iniciativa.

“O Sesc tem me ajudado bastante. Eu me tornei uma mulher empreendedora e empoderada através das ações que a Rede me disponibilizou. Hoje posso, inclusive, incentivar outras mulheres a participarem desse processo”, afirma Jacsiene.

Rede Sesc Ação Comunitária

Há 10 anos, a Rede Sesc Ação Comunitária empodera comunidades para uma vida digna, reúne agentes sociais e oferece serviços ao poder público, a empresas, a Organizações da Sociedade Civil (OSCs) e a instituições sociais.

Com cerca de 1,5 mil parceiros e parceiras no seu cadastro e mais de 15 mil pessoas atendidas, a Rede atua sobre seis eixos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas: erradicação da pobreza; igualdade de gênero; trabalho decente; redução das desigualdades; sustentabilidade; e parcerias.

Além dos oito municípios em que a Rede Sesc Ação Comunitária já se faz presente, novas localidades, como Araxá, Paracatu, Pouso Alegre e Santa Luzia, serão contempladas em 2025, e Belo Horizonte ganhará atendimentos no Sesc Floresta.

Ações

Entre suas diversas frentes de ação, a Rede oferece:

Incubadora: acelera negócios com planejamento estratégico, orientações jurídicas e financeiras, captação de recursos, marketing digital, mentorias e oficinas.

Rede de conexões: promove encontros mensais para networking e ações em parceria, com microcapacitações e diálogos entre instituições.

Ações formativas: desenvolve oficinas, cursos e palestras sobre trabalho criativo, autonomia, tecnologia, empoderamento feminino, inclusão social e práticas sustentáveis.

Ações comunitárias: incentiva o voluntariado, a revitalização de espaços comunitários e a participação em feiras.

Semana do Desenvolvimento Comunitário

Data: 12 a 16 de agosto (segunda a sexta-feira)

Locais: Unidades Sesc em Minas em Almenara, Governador Valadares, Montes Claros, Uberlândia, Juiz de Fora, Poços de Caldas, Contagem e Belo Horizonte (Sesc Venda Nova).

Informações e inscrições:

 Site Sescmg

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

terça-feira, 16 de julho de 2024

“Luta”, com Teuda Bara, tem única apresentação em Ouro Preto

Foto: Luiza Palhares


Espetáculo visita as memórias da atriz, que tem mais de 40 anos de trajetória.  A única apresentação acontece na Casa da Ópera, com entrada gratuita 

O Festival Teatro em Movimento e Instituto Cultural Vale, que tem curadoria e coordenação geral de Tatyana Rubim, apresenta o espetáculo “Luta”, com direção e dramaturgia de Cléo Magalhães, Marina Viana e João Santos (autor de "Teuda Bara: Comunista demais para ser Chacrete”). Como se constrói um mito? "Luta" é um espetáculo criado para e com Teuda Bara, atriz com mais de 40 anos nas artes cênicas. Montagem passa pelas suas memórias, ficcionalizando sua história, cria imagens, conta casos e elege a Luta como alegoria para o teatro e a própria vida. A única apresentação acontece na sexta-feira (19), às 20h, na Casa da Ópera, em Ouro Preto, durante a programação do Festival de Inverno. A entrada é gratuita, com acesso por ordem de chegada.

Em “Luta”, o palco se torna um ringue para que essa mulher possa contar sua história. Ela não domina o tempo, mas já o conhece com intimidade: se prepara, senta-se, e fala das coisas que viveu. Com Teuda Bara, integrante e fundadora do Grupo Galpão, “Luta”, a peçaparte das próprias memórias da atriz, mas subvertendo-as e ressignificando-as. De Chacrinha a Getúlio Vargas, de Nossa Senhora do Rosário à maconha, da ditadura ao desbunde, a história de Teuda se confunde com a própria história do Brasil, sobretudo com a história do teatro brasileiro. Se todos os dias são de Luta, este espetáculo é mais uma batalha e pretende ser menos sobre o passado do que sobre a construção de um futuro que, queiram alguns ou não queiram, há de ser iluminado. 

AQUECIMENTO 

Aqueles que falamos que não passariam...passaram. E agora? Vamos ter que vender limão no sinal para pagar as contas? Talvez. Mas continuaremos fazendo teatro. Aqui estamos nós, subindo neste palco novamente. De pé. Prontos para a Luta. O espetáculo “Luta” de certa forma dá sequência à parceria de Teuda Bara com João Santos. O jornalista começou a escrever o perfil biográfico da atriz, “Teuda Bara: Comunista demais para ser Chacrete” (Editora Javali) em 2011. Em 2015 foi convidado por ela para assinar a dramaturgia do espetáculo “Doida”, inspirado em conto de Carlos Drummond de Andrade em que Teuda dividiu a cena com seu filho Admar Fernandes, sob direção de Inês Peixoto. Foi apresentando a “Doida”, aliás, que Teuda e João ouviram, na Zap Dezoito, a sugestão da atriz e diretora Cida Falabella: vocês deveriam levar o livro para os palcos. A vontade de criarem juntos um novo espetáculo já existia. Os acontecimentos sociais e políticos que desabaram sobre o Brasil ao final de 2018 foi o empurrão que faltava. Mas antes de voltar ao salão de ensaio, Teuda e João convocaram outros parceiros de ringue: Marina Viana e Cléo Magalhães somaram forças para a batalha. Cléo já havia se aproximado de Teuda quando foi um dos produtores dos espetáculos “Nós” (2016) e “Outros” (2018), do Grupo Galpão. Já Marina, um dos nomes mais inventivos do teatro mineiro desde o início dos anos 2000, nunca havia trabalhado com Teuda, mas além de ser colega de Cléo no Teatro 171, teve João como parceiro em diversos projetos, sobretudo do coletivo Primeira Campainha. 

PRIMEIRO ROUND 

O primeiro movimento na construção da “Luta” foi o retorno ao livro do "Comunista demais para ser Chacrete" e todo o material recolhido em sua pesquisa. Foi seu autor, João Santos, que esboçou uma primeira versão dramatúrgica do texto e apresentou para Teuda: “Lemos juntos, rimos muito.Quando perguntei se ela tinha gostado, ela respondeu na hora que sim, mas vi que havia um certo incômodo. Até que ela me perguntou...esse negócio de ficar falando de mim mesma não é muito Dercy Gonçalves?”. Nada contra a Dercy, pelo contrário. Mas nossa vontade era fugir da mera narrativa biográfica documental. “Teuda pra mim não é mito, porque mitos são mentiras. Ela é verdade, e carrega tanta coisa em sua história, em sua trajetória, que consegue encarnar um anseio libertário, uma resistência pela arte e pela alegria. Queria levar isso pra cena”, conta João. Quando Cléo e Marina se juntaram a equipe criativa do trabalho, o que antes ainda estava muito dependente do texto, foi ganhando novos contornos. A luta-livre, que foi eleita como uma alegoria do próprio teatro, permitiu a construção de imagens e ações que, dialogando com tudo o que Teuda representa, acabavam contando mais do que palavras. Da mesma maneira como seria impossível contar toda a vida de Teuda em um livro, seria também tolice tentar transpor toda sua história para o palco. Mas nem tudo precisa ser dito. Muito do que é mostrado, muito de silêncio, mais ainda de riso, às vezes contam até mais sobre quem é esta grande mulher. 

SEGUNDO ROUND 

Aconteceu uma coisa. Teuda novamente começou a agregar. Enquanto operavam o som e dirigiam os ensaios, Cléo, João e Marina naturalmente começaram a intervir na cena, em diálogo com Teuda. “Luta” é um solo de Teuda Bara. O primeiro de uma carreira que se iniciou mais de quatro décadas atrás. Mas Teuda não está sozinha na luta. De dentro do palco os diretores / dramaturgos comentam, dialogam, provocam. Tem seus figurinos e estão ali. Mas quase como público, numa estratégia que visa, também, a aproximação com a plateia. Somando-se a equipe Beatriz Radicchi assume a produção do espetáculo, Taísa Campos a cenografia e Fabiano Lanna o Vídeo Mapping. A captação de imagens, edição e as fotografias do espetáculo são de Pedro Estrada e Lucas Calixto. Marina Arthuzzi divide o desenho de luz com Rodrigo Marçal. 

FICHA TÉCNICA LUTA 

Solo de Teuda Bara / Direção e intervenções cênicas: Cléo Magalhães, João Santos e Marina Viana / Dramaturgia: Cléo Magalhães, João Santos e Marina Viana a partir de relatos de Teuda Bara / Colaboração Artística: Marta Aurélia / Iluminação: Marina Arthuzzi e Rodrigo Marçal / Consultora de preparação vocal: Babaya / Cenografia: Taísa Campos / Figurino: Cléo Magalhães/ Filmagem: Byron O’Neill / Vídeos: Pedro Estrada e Lucas Calixto / Fotografias: Lucas Calixto / Video Mapping: Fabiano Lana / Trilha Original: Barulhista (com colaboração de Admar Fernandes) /Produção Executiva: Beatriz Radicchi / Realização em Ouro Preto: Teatro em Movimento, com patrocínio do Instituto Cultural Vale, via Lei Federal de Incentivio à Cultura, Lei Rouanet/ Produção: Rubim Produções

TEATRO EM MOVIMENTO APRESENTA “LUTA”

Classificação: 12 anos      Duração:60 minutos

Data: 19 de julho, sexta, às 20h

Local: Casa da Ópera, em Ouro Preto

Ingressos: gratuitos, com entrada no teatro por ordem de chegada.

Instagram: teatroemmovimento

Teatro Em Movimento

O projeto, coordenado pela Rubim Produções, de Tatyana Rubim, completa 23 anos, em 2024, com o objetivo de descentralizar o acesso às grandes montagens do eixo Rio-São Paulo, promovendo a circulação dos mesmos para Belo Horizonte que tornou-se, ao longo do tempo, praça relevante para a apresentação de importantes repertórios. Além disso, o projeto também atua em outros Estados e outras cidades. Desde então, contabiliza 269 repertórios, que somam mais de 779 apresentações, envolvendo cerca de 860 artistas, em 15 cidades, 30 teatros e público superior a 400.888 pessoas. Desde 2020, fundou o TeatroEmMov Digital, que realizou o primeiro curso de teatro digital do Brasil, sendo uma plataforma web que pesquisa, produz e une narrativas do teatro, da dança, do audiovisual e dos games; ambos idealizados por sua diretora, Tatyana.

Sobre o Instituto Cultural Vale

Acredita que a cultura transforma vidas. Por isso, patrocina e fomenta projetos em parcerias que promovem conexões entre pessoas, iniciativas e territórios. Seu compromisso é contribuir com uma cultura cada vez mais acessível e plural, ao mesmo tempo em que atua para o fortalecimento da economia criativa.

Desde a sua criação, em 2020, o Instituto Cultural Vale já esteve ao lado de mais de 800 projetos em 24 estados e no Distrito Federal, contemplando as cinco regiões do país. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas:

Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Onde tem Cultura, a Vale está.

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quarta-feira, 10 de julho de 2024

"Pimpa na Casa Fiat de Cultura", uma programação pensada para as férias

Foto: Jackson Romanelli


Mostra cria um ambiente lúdico que envolve o público em uma “viagem” pela Itália

Pimpa, uma cachorrinha italiana com bolinhas vermelhas, orelhas compridas e língua de fora, chega ao Brasil. A encantadora personagem do imaginário infantil italiano é protagonista de várias aventuras – entre quadrinhos, livros e série de desenhos animados – e agora é apresentada, pela primeira vez, em formato inédito na exposição “Pimpa na Casa Fiat de Cultura”.  De forma leve e envolvente, ela sai do livro e se transforma em uma mostra sensorial e imersiva. Em um percurso lúdico, o público poderá interagir com diferentes ambientes para completar desafios e jogos. A exposição fica em cartaz na Casa Fiat de Cultura até 18 agosto de 2024. Este projeto é uma parceria da Casa Fiat de Cultura com o Consulado Geral da Itália em Belo Horizonte. Toda programação da Casa Fiat de Cultura é gratuita. 

Nascida em 1975, fruto da imaginação e técnica do renomado cartunista italiano Francesco Tullio-Altan, Pimpa é símbolo da descoberta, da imaginação e da liberdade. Na mostra, ela evoca memórias afetivas e compartilha curiosidades sobre a arte, a cultura e os valores de seu país de origem. O presidente da Casa Fiat de Cultura, Massimo Cavallo, relembra que, como uma casa ítalo-brasileira, agora a instituição apresenta ao público este ícone italiano dos quadrinhos. “A cultura italiana, tão próxima dos brasileiros, apresenta a natureza, a gastronomia, o design e o talento de seu povo como base para criar um modo de viver e pensar o made in Italy que nos desafia a encontrar essa mesma essência em tudo que fazemos”.

Durante a exposição, o público poderá interagir com diferentes ambientes. O percurso expositivo convida o visitante a aprender sobre pratos típicos italianos e sobre a agricultura, viajar pelo espaço, procurar personagens fantásticos, encontrar pessoas famosas e conhecer a excelência italiana. A exposição é composta por desenhos e textos, utilizando do recurso de quiz para estimular a observação e o aprendizado. Elementos reais como barco, varas de pescar, máscaras de carnaval entre outros estimulam a interação de crianças e adultos com a história.  A mostra ainda conta com uma sala de vídeos – onde será possível assistir aos desenhos animados de Pimpa e um espaço para os visitantes criarem seus próprios desenhos. Duas capivaras de pelúcia dão as boas-vindas aos visitantes, numa referência a esses animais que vivem em lagoas na região de Belo Horizonte, convidando crianças e adultos a pensarem sobre os laços que ligam a Itália à cultura brasileira.

Para a Cônsul Geral da Itália em Belo Horizonte, Nicoletta Gomiero, o sucesso de Pimpa com o público infantil, na Itália, é comparável a Turma da Mônica, no Brasil. “O bom êxito de Pimpa no mercado italiano deu-se devido a tantos fatores, como a condução do cartunista Altan, que soube criar um personagem rodeado de seus amigos, dando voz às necessidades e sonhos das crianças, ao mesmo tempo que faz refletir nos adultos a beleza da inocência infantil” .

A exposição “Pimpa na Casa Fiat de Cultura” é uma realização da Casa Fiat de Cultura, do Consulado Geral da Itália em Belo Horizonte e do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Conta com o patrocínio da Fiat, copatrocínio da Stellantis Financiamento, do Banco Stellantis, do Banco Safra, da Usiminas e da Sada. O evento tem apoio institucional do Circuito Liberdade, além do apoio do Governo de Minas e do Programa Amigos da Casa.   

Francesco Tullio-Altan

É um conhecido desenhista, cartunista e autor satírico italiano. A personagem Pimpa foi criada por Altan, enquanto desenhava para sua filha se divertir. Ele nasceu em 1942, em Treviso, no norte da Itália, cenário que também escolheu para as aventuras de Pimpa. Antes de embarcar nos desenhos animados, estudou arquitetura, trabalhou na televisão e no cinema e, finalmente, encontrou seu nicho nas histórias em quadrinhos. 

Programação 

Como parte da programação da exposição, a Casa Fiat de Cultura convida as crianças e suas famílias para a contação de história “A maleta de Pimpa”, no projeto Na sombra das mangueiras. Junto à personagem italiana, o público vai “conhecer” os pontos turísticos e incríveis da terra de Dante Alighieri, Leonardo da Vinci, Carlo Collodi e tantos outros grandes nomes da cena artística italiana. O evento será realizado no domingo (14), às 10h30, nos jardins da Casa Fiat de Cultura.  

A professora da Fundação Torino, Cristiane Horta, que atua há mais de 30 anos em sala de aula, aproveita sua experiência como atriz e, a partir da técnica lúdica desenvolvida por ela, utilizará objetos, músicas, efeitos sonoros e brincadeiras interativas para despertar o interesse de toda a família em ouvir histórias e motivá-los a participar de suas próprias composições. 

A inscrição para participar da atividade pode ser feita gratuitamente pelo site Sympla. 

Casa Fiat de Cultura  

Cumpre importante papel na transformação do cenário cultural brasileiro, ao realizar prestigiadas exposições. A programação estimula a reflexão e interação do público com várias linguagens e movimentos artísticos, desde a arte clássica até a arte digital e contemporânea. Por meio do Programa Educativo, a instituição articula ações para ampliar a acessibilidade às exposições, desenvolvendo réplicas de obras de arte em 3D, materiais em braille e atendimento em libras. Mais de 80 mostras, de consagrados artistas brasileiros e internacionais, já foram expostas na Casa Fiat de Cultura, entre os quais Caravaggio, Rodin, Chagall, Tarsila, Portinari entre outros. Há 18 anos, o espaço apresenta uma programação diversificada, com música, palestras, residência artística, além do Ateliê Aberto – espaço de experimentação artística – e de programas de visitas com abordagem voltada para a valorização do patrimônio cultural e artístico. A Casa Fiat de Cultura é situada no histórico edifício do Palácio dos Despachos e apresenta, em caráter permanente, o painel de Portinari, Civilização Mineira, de 1959. O espaço integra um dos mais expressivos corredores culturais do país, o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte. Mais de 4 milhões de pessoas já visitaram suas exposições e 700 mil participaram de suas atividades educativas.  

Exposição “Pimpa na Casa Fiat de Cultura”

Período expositivo: 9 de julho a 18 de agosto de 2024

Visitação presencial: terça-feira a sexta-feira das 10h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h (exceto segundas-feiras)

Abertura da exposição | “Pimpa, um retrato da Itália de Altan com Fabiano Azevedo”

Contação de história “A maleta de Pimpa”, com Cristiane Horta, professora da Fundação Torino

14 de julho, às 10h30

Inscrição gratuita pelo Sympla

Casa Fiat de Cultura

Praça da Liberdade, 10 – Funcionários – Belo Horizonte/MG

Circuito Liberdade

Horário de Funcionamento

Terça-feira a sexta-feira, das 10h às 21h

Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h   

Informações

facebook: casafiatdecultura

Instagram: casafiatdecultura

Twitter: casafiat

YouTube: Casa Fiat de Cultura   


Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quinta-feira, 20 de junho de 2024

Urban Music BH: capital mineira recebe grandes nomes do rap nacional

Foto: Felipe Vieira


Matuê, Teto e Wiu são os nomes já confirmados para o festival que será realizado no Mineirinho 

Para os apreciadores da cultura nacional e do rap, uma ótima novidade acaba de ser anunciada. A capital mineira vai sediar, em outubro, no sábado (12), a partir das 12h, a primeira edição do Urban Music BH, festival que celebra a cultura urbana e ativações de arte, skate e dança. Matuê, Teto e Wiu são os nomes já confirmados no festival que será realizado no Mineirinho (Av. Antônio Abrahão Caram, 1000, São Luiz, Belo Horizonte – MG). A pré-venda de ingressos já foi iniciada por meio do site urbanfest.

O Urban Music BH chega para consolidar Belo Horizonte como um dos principais polos da cultura urbana no Brasil. O festival vai proporcionar uma experiência única para os amantes do hip hop, intervenções e ativações culturais desde o skate até o grafite e dança.

De acordo com a Pedro Caires, da Mac Prod, um dos organizadores do evento, o festival não apenas celebra a música, mas também reforça a identidade urbana e o ecossistema cultural que envolve inúmeras oportunidades e várias vertentes culturais, como danças de rua, competições e brincadeiras de skate, grafite ao vivo, oficinas e muito mais.  “A cultura urbana, que engloba manifestações artísticas, encontra no Urban Music BH um palco para sua expressão máxima. Artistas como Matuê, Teto, Wiu e Lennon são expoentes dessa cena, trazendo em suas letras e performances a realidade das ruas e a vivência da juventude contemporânea”, diz.

Sobre os artistas

Matuê destacou-se na cena nacional já no seu primeiro lançamento, “RBN”, no final de 2016. Sua estreia contou com um clipe de estética ímpar e enorme originalidade musical, tornando-o característico pelo seu estilo harmônico vocal. Desde então, o artista e diretor criativo de seu selo 30PRAUM tem inovado a cada release, superando suas produções anteriores e trazendo novas sonoridades. Sempre apresentando uma variedade de flows e harmonias, Matuê tem 3,5 milhões de ouvintes mensais no Spotify, e seu hit "Anos Luz" já passa de 81 milhões de visualizações no YouTube em apenas dois anos. Seu mais novo hit, "Kenny G", já conta com mais de 76 milhões de views.

Clériton Sávio Santos Silva adotou o nome de Teto para triunfar no mundo da música. O jovem brasileiro, nascido em Jacobina, é um dos responsáveis pela explosão do trap no Brasil. Conhecido como o “rei das prévias”, Teto ganhou popularidade em 2020 antes mesmo de lançar uma música oficial. Suas prévias, publicadas nas redes sociais, geraram tanto frenesim que os fãs distribuíram versões inacabadas nas plataformas de streaming. Teto alcançou o Top 30 do Spotify com prévias de “M4” (com Matuê) e “PayPal”. Após o lançamento oficial de “M4”, a música chegou ao #1 do YouTube e #4 do Spotify nas primeiras 24 horas. Seu primeiro EP, “previas.zip”, inclui sucessos como “PayPal”, “Manha” e “Dia Azul”. Com mais de 6 milhões de ouvintes mensais no Spotify e quase 6 milhões de inscritos no YouTube, Teto continua a conquistar novos fãs com hits como “Minha Vida é Um Filme” e “Mais Um Voo”.

WIU, nome artístico de Vinicius William Sales de Lima, nasceu em Fortaleza, no Ceará, em 2002. Seu interesse pelo rap e música eletrônica surgiu pela trilha sonora de jogos como GTA e FIFA Street. Apaixonado por hip-hop desde criança, WIU trocou os videogames pelo programa de produção musical Fruity Loops, do qual foi autodidata. Com apenas 15 anos, lançou seu primeiro projeto, “Trvpical Mixtape”, no Soundcloud e YouTube. Em 2019, WIU foi convidado a integrar o selo 30PRAUM, lançando seu primeiro single oficial, “Sucrilhos”. WIU foi o produtor de 6 das 7 faixas do álbum de estreia de Matuê, “Máquina do Tempo”, que alcançou o Top 15 da parada nacional do Spotify. Em 2022, lançou seu aguardado álbum de estreia, “Manual de Como Amar Errado”, que teve mais de 4 milhões de reproduções em suas primeiras 24 horas. WIU possui mais de 9,7 milhões de ouvintes mensais no Spotify e continua a se destacar como uma das grandes revelações da música nacional.

Urban Music BH

Data e horário: 12 de outubro, sábado, às 12h

Local: Mineirinho - Av. Antônio Abrahão Caram, 1000, São Luiz, Belo Horizonte - MG

Atrações confirmadas: Matuê, Teto, Wiu

Realização:

30PRAUM | 

Papatunes | 

MacProd | 

Nenety Eventos | 

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!