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segunda-feira, 16 de março de 2026

Fagner apresenta seus grandes sucessos em Belo Horizonte

Foto: Bispo

Shows acontecem no Grande Teatro do Palácio das Artes

No sábado (21) e domingo (22), o cantor cearense Fagner volta a Belo Horizonte para apresentar sua nova turnê, com o show “Muito Amor” no Grande Teatro do Palácio das Artes. Para ele, tocar em BH é sempre muito especial. “Sempre encaro como um reencontro com o público e com esse lugar tão especial no meu coração. Foi aqui que fiz uma das apresentações mais importantes da minha carreira há 50 anos”, comenta Fagner

Em 1976, ele se apresentou no Teatro Francisco Nunes, ao lado de Robertinho do Recife – que ficou conhecido e marcado como um dos mais importantes shows de sua carreira em Minas Gerais. “Minas foi fundamental para a divulgação do meu nome e do meu trabalho para o resto do Brasil. Fui acolhido de uma maneira surpreendente. Na época já era relativamente conhecido no Rio de Janeiro e em São Paulo, mas os shows que fiz aí, em Minas, ampliaram isso”, explica Fagner.

O cantor promete um novo encontro musical e afetivo, com arranjos envolventes e um repertório que atravessa décadas da música popular brasileira, levando o público a uma viagem afetiva. Ele sobe ao palco acompanhado por sua banda cearense formada por Cainã Cavalcante (violões), Thiago Almeida (teclados), Freitas (sanfona), Stênio Gonçalves (guitarra), Netinho Sá (contrabaixo) e Robinho (bateria).

Os últimos ingressos estão à venda pelo site da Sympla.

Curiosidades 

Com apenas seis anos, Fagner ganhou seu primeiro concurso infantil na rádio local, cantando uma canção em homenagem ao Dia das Mães. Venceu em 1968 o IV Festival de Música Popular do Ceará com a música "Nada Sou", parceria com Marcus Francisco.

A carreira nacional começou de forma bastante imprevisível quando se mudou para Brasília em 1970 para estudar arquitetura. Nesse ano, participou do Festival de Música Popular do Centro de Estudos Universitários de Brasília com "Mucuripe", parceria com Belchior, e classificou-se em 1º lugar.

Em 1971 gravou seu primeiro compacto simples em parceria com outro cearense, Wilson Cirino, lançado pela gravadora RGE. Ainda em 71 foi para o Rio de Janeiro, onde Elis Regina gravou "Mucuripe", que se tornou o primeiro sucesso de Fagner.

O primeiro LP, Manera Fru Fru, Manera, veio em 1973 pela gravadora Philips, incluindo "Canteiros", um de seus maiores sucessos, música sobre poesia de Cecília Meireles.

Ao longo de toda a carreira, vendeu mais de 20 milhões de discos.

FAGNER APRESENTA NOVA TURNÊ EM BH – MUITO AMOR

Data: 21 e 22 de março de 2026, sábado e domingo

Horários: 21/03, 21h – 22/03, 19h

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes

Avenida Afonso Pena, 1537, Centro, Belo Horizonte/MG

Últimos Ingressos no site Sympla ou na bilheteria do teatro 

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Call The Police Tour 2026 passa por Belo Horizonte

Foto: Divulgação 


Andy Summers, João Barone e Rodrigo Santos revisitam os clássicos do The Police em apresentação única

Belo Horizonte recebe em Março, no domingo (8), às 19h, no Palácio das Artes, a turnê Call The Police Tour 2026, que celebra uma década de estrada. O projeto reúne três gigantes da música: Andy Summers, guitarrista lendário do The Police; João Barone, baterista dos Paralamas do Sucesso; e Rodrigo Santos, cantor, compositor e ex-integrante do Barão Vermelho.

O espetáculo revisita os maiores clássicos de uma das bandas mais icônicas da história do rock britânico, como "Every Breath You Take", "Message in a Bottle", "Roxanne", "So Lonely" e "Every Little Thing She Does Is Magic", prometendo uma noite inesquecível para os fãs que atravessam gerações.

A combinação entre a guitarra inconfundível de Summers, a precisão rítmica de Barone e a potência vocal de Rodrigo resulta em uma homenagem vibrante e autêntica ao legado do The Police — banda que marcou gerações, vendeu mais de 75 milhões de discos em todo o mundo e revolucionou o rock com sua fusão única de reggae, punk e new wave. O repertório reserva surpresas especiais preparadas exclusivamente para esta turnê comemorativa de 10 anos.

A história do Call The Police começou em 2014, quando Andy Summers e Rodrigo Santos se conheceram no Rio de Janeiro por intermédio do empresário Luiz Paulo Assunção. O encontro revelou uma afinidade musical imediata que rapidamente evoluiu para uma amizade genuína e uma parceria criativa inesquecível. As primeiras apresentações já mesclavam clássicos do The Police, do Barão Vermelho e canções da carreira solo de Rodrigo, conquistando plateias com essa fusão única de repertórios.

Em 2016, a formação ganhou sua identidade definitiva com a entrada de João Barone, um dos bateristas mais respeitados e versáteis do Brasil. Foi Barone quem batizou o projeto com o nome Call The Police, consolidando o tributo que se tornaria referência nacional na celebração da obra da lendária banda britânica.

“Será uma oportunidade incrível poder tocar com uma lenda da guitarra como Andy Summers e com Rodrigo, que está surpreendendo ao interpretar o repertório clássico do The Police. Acima de tudo, fica o nosso respeito e agradecimento a Andy, Stewart e Sting por tudo o que fizeram pela música. A obra do The Police está no hall da fama do rock”, destaca Barone.

Para Rodrigo Santos, a parceria tem um significado especial. “É uma dádiva poder tocar e ser amigo de um ídolo de uma das maiores bandas da história. Andy está conosco, se divertindo, querendo nos levar para vários países do mundo. Nos escolheu para sermos a turma oficial que vai rodar o planeta tocando The Police”, comemora o músico.

Fã declarado da música brasileira, Andy já gravou e dividiu o palco com nomes como Roberto Menescal, Gilberto Gil e Victor Biglione, além de ter colaborado com artistas como Robert Fripp e o grupo The Animals. Considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos pela revista Guitar Player, Summers também lançou, em 2016, o documentário “Can’t Stand Losing You”, premiado em diversos festivais de cinema, que retrata a trajetória do The Police.

João Barone, integrante e fundador dos Paralamas do Sucesso, teve sua carreira frequentemente associada ao The Police pela crítica, especialmente pela semelhança de seu estilo com o do baterista Stewart Copeland. Ao longo dos anos, Barone cruzou caminhos com seus ídolos em momentos marcantes, como em 2007, quando os Paralamas abriram o show do The Police no Maracanã, e em 2011, no Festival PercPan, em São Paulo, quando tocou ao lado de Copeland.

Já Rodrigo Santos, após 25 anos como baixista do Barão Vermelho, seguiu carreira solo a partir de 2017, à frente da banda Rodrigo Santos e os Lenhadores e em diversos projetos especiais. Com 10 CDs, dois DVDs e a biografia “Cara a Cara”, Rodrigo é considerado por Andy Summers um dos maiores artistas com quem já trabalhou, consolidando seu nome na história do rock brasileiro.

A Call The Police Tour 2026 promete uma noite de celebração, nostalgia e excelência musical, reunindo três nomes fundamentais do rock nacional e internacional em um encontro histórico para o público de Belo Horizonte.

Call The Police Tour 2026 – 10 anos

8 de março – 19 horas

Palácio das Artes

Av. Afonso Pena, 1537 – Centro, Belo Horizonte – MG

Ingressos: disponíveis na plataforma Sympla ou na bilheteria do teatro.

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sexta-feira, 13 de junho de 2025

MPB4 e Kleiton & Kledir prometem emoções no Palácio das Artes em BH

Foto: Divulgação 

Um encontro histórico! MPB4 e Kleiton & Klefir desembarcam em Belo Horizonte, para um show inédito,  que vai emocionar o público, no Palácio das Artes, em julho, na sexta-feira (4), às 21 horas. 

O show traz os seis amigos no palco, cantando um repertório comum e relembrando histórias de turnês, discos e shows que fizeram juntos ao longo de tantos anos. Sucessos da dupla como “Vira Virou”, “Deu Pra Ti”, “Paixão” e “Maria Fumaça”, além da nova “Paz e Amor” recém gravada por eles no álbum “MPB4 60 anos”, vão se misturar a temas clássicos do quarteto, como “Roda Viva”, “Apesar de você”, “Amigo é pra essas coisas” e “Cálice”.

Em 1980, foi lançado o primeiro LP de Kleiton & Kledir. No mesmo ano, o MPB4 gravou “Vira Virou” e transformou a canção em um enorme sucesso. O grupo saiu em turnê por todo Brasil e levou os dois irmãos como participação especial. Foram quase dois anos na estrada, teatros lotados e muitas histórias divertidas. Uma relação profissional que virou parceria musical, gravações em discos e acabou se transformando em uma amizade que já dura mais de 40 anos.

Entre muitos papos e recordações que acontecem sempre que se encontram, surgiu o desejo de montar um show inédito, que pudesse cantar e contar tudo de bom que eles inventaram ao longo dos anos. Histórias e aventuras se misturam a clássicos do nosso cancioneiro num espetáculo inesquecível.

O show estreou em Porto Alegre com tanta procura que foi preciso fazer uma sessão extra e voltar para uma nova temporada. E seguiu pelo Brasil afora com apresentações em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Natal e Fortaleza.

“MPB4 e Kleiton & Kledir” é uma celebração, um encontro de amigos para festejar a esperança e cantar com o público o melhor da música popular brasileira. Os ingressos estão à venda nas bilheterias do Palácio das Artes e no site Eventim. Reúna a família, chame os amigos para uma noite de muita música boa e emoções.

Realização Ímpar Shows e Secreto.

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

Concerto traz as trilhas sonoras de videogame para o mundo da música erudita

 

Foto: Tom Costa

Sob a regência do maestro Felipe Prazeres, turnê apresenta versões sinfônicas das trilhas sonoras de games no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes

No ano em que celebra 50 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica chega a Belo Horizonte para  apresentação de mais um concerto no Palácio das Artes - Grande Teatro Cemig. Sob a batuta do maestro Felipe Prazeres, a turnê tem a missão de democratizar o acesso à música de concerto em diferentes formatos por todo o Brasil. O ‘Concerto Multiplayer’ ocorre nesta sexta-feira (21), às 20h e tem como repertório a trilha sonora de grandes games, desde jogos clássicos até mais atuais. A Turnê 2025 da Orquestra Petrobras Sinfônica passará por cidades como Goiânia, Brasília, Manaus, Belém, Vitória, São Paulo, Porto Alegre e Novo Hamburgo, entre fevereiro e setembro.

A apresentação promete trazer para o palco as trilhas mais conhecidas do universo dos videogames, desde clássicos como Super Mario, Sonic e The Legend of Zelda até as mais modernas como Fortnite. Uma grande oportunidade para os fãs geeks escutarem clássicos dos games em versões sinfônicas exclusivas da Orquestra. 

O retorno da Petrobras Sinfônica para o universo gamer marca uma importante etapa na democratização do acesso à música de concerto em diferentes formatos. “É uma ótima oportunidade para se divertir em família, reviver memórias e celebrar essa paixão por games. O espetáculo promete ser uma experiência divertida para todas as idades, unindo gerações por meio da música e da nostalgia”, também revela Felipe Prazeres.

Concerto Multiplayer

Data: 21 de fevereiro, sexta-feira às 20h

Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes - Av. Afonso Pena, 1537 - Centro, Belo Horizonte - MG, 30120-010

Ingressos no site Eventim ou na bilheteria do teatro 

Sobre a Orquestra Petrobras Sinfônica

Aos 50 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores organismos sinfônicos do continente. Criada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra se firmou como um ente cultural que expressa a pluralidade da música brasileira e transita fluentemente por distintos estilos e linguagens. Tem como diretor artístico e maestro titular Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional.

Facebook: PetrobrasSinfonica | Instagram e YouTube: petrobras_sinfonica 

Modelo de gestão 

A Orquestra Petrobras Sinfônica possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos. 

Sobre a Petrobras 

Patrocinadora oficial da Orquestra Petrobras Sinfônica desde 1987, a Petrobras oferece uma parceria essencial para mantê-la entre os principais organismos sinfônicos do continente, sempre desenvolvendo um importante trabalho de acesso à música clássica, de formação de jovens talentos egressos de projetos sociais diversos, bem como de formação de plateia. Ao incentivar diversos projetos, a Petrobras coloca em prática a crença de que a cultura é uma importante energia que transforma a sociedade. Por meio do Programa Petrobras Cultural, apoia a cultura brasileira como força transformadora e impulsionadora deste desenvolvimento, nas áreas de artes cênicas, música, audiovisual e múltiplas expressões.

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

Orquestra Ouro Preto Rock Festival agita o Palácio das Artes

Foto: Rapha Garcia 

Festival encerra temporada mineira da Orquestra com dois dias de concertos dedicados a grandes sucessos de algumas das maiores bandas do gênero; apresentações acontecem nos dias 14 e 15 de dezembro, às 20h30 e 18h, respectivamente

No sábado (14) e no domingo (15), Belo Horizonte será palco de uma celebração singular, unindo música clássica e rock na primeira edição do Orquestra Ouro Preto Rock Festival. O evento promete encerrar com chave de ouro a temporada mineira da orquestra, sob a regência do Maestro Rodrigo Toffolo. Realizado no Palácio das Artes, um dos principais centros culturais da cidade, o festival contará com duas apresentações memoráveis, totalmente dedicadas ao gênero que mudou a história da música do século XX.

A primeira delas acontece no sábado (14) às 20:30h, na qual o público reviverá grandes lendas do rock; e no domingo (15), às 18h, será a vez de prestigiar a elogiada homenagem aos Beatles. Os ingressos estão à venda pelo Eventim e na bilheteria do Palácio das Artes.

“Lendas do Rock”, que será apresentado no primeiro dia, propõe uma viagem por grandes sucessos do rock mundial, com músicas eternizadas por bandas como Led Zeppelin, Rolling Stones, Pink Floyd, Deep Purple, Queen, Metallica e Guns n’ Roses. Os arranjos orquestrais dão nova vida a essas canções, criando uma fusão única entre a grandiosidade da música clássica e a energia do rock.

No domingo (15), a apresentação será inteiramente dedicada aos Beatles, com a execução de músicas dos dois álbuns gravados pela Orquestra Ouro Preto em tributo aos ícones de Liverpool. Com arranjos minuciosos e imersivos, o repertório evidencia o legado atemporal dos Fab Four, revivendo músicas que revolucionaram a música popular e seguem encantando milhões de fãs ao redor do mundo. Não é à toa que o concerto é um dos mais celebrados pelos fãs da formação mineira.

Ao longo dos anos, a Orquestra tem conquistado o público roqueiro com sua habilidade única de transitar entre a música de concerto e o rock. Seus concertos lotados atraem fãs de todas as gerações, cativados pela inovadora proposta de unir esses universos musicais. Com uma performance que combina técnica refinada e intensidade, a Orquestra se tornou um fenômeno de público, aclamada pela ousadia e excelência ao reimaginar alguns dos maiores clássicos do gênero.

Além disso, a formação mineira, sempre rompendo barreiras, demonstra seu compromisso com a cultura de forma inovadora. Com produções em grandes casas e em espaços alternativos, como o festival nas areias de Copacabana, a orquestra prova que rock e música clássica podem dialogar e alcançar diversos públicos.

“O espírito rock’n’roll permeia a história da Orquestra Ouro Preto. Acredito que o que define o gênero está relacionado com a atitude transgressora, com a personalidade. E essa ousadia está incrustada em nossa direção artística e ações que visam quebrar barreiras e vencer tabus”, afirma o maestro Rodrigo Toffolo.

Sobre Orquestra Ouro Preto: Lendas do Rock

Fãs de inúmeras bandas que marcaram a história da música no século XX têm sido constantemente presenteados com versões surpreendentes e de excelência indiscutível, marcas registradas da Orquestra. Cada tributo é uma verdadeira obra-prima que transita entre a sofisticação orquestral e a energia do rock, respeitando a essência de cada grupo homenageado. No entanto, os pedidos para que o próximo tributo fosse dedicado a outros gigantes do rock não pararam de surgir. A solução encontrada foi reunir um verdadeiro panteão de roqueiros lendários, criando um setlist que celebra a diversidade e a atemporalidade de sucessos que continuam a atravessar gerações.

O repertório contempla canções como a dramática “Bohemian Rhapsody”, do Queen, a genialidade do Led Zeppelin, com "Stairway to Heaven", lançada em 1971, uma composição que transita entre o acústico e o elétrico com a simplicidade refinada de dois dos maiores músicos da história, Jimmy Page e Robert Plant. Há ainda espaço para "Enter Sandman", do Metallica, preparando o terreno para o Deep Purple, que, com "Smoke on the Water", presenteia o público com um dos riffs mais emblemáticos da história do rock. Não poderia faltar também o peso e a ousadia do Guns N' Roses, junto ao experimentalismo psicodélico do Pink Floyd, com suas sonoridades complexas e inconfundíveis.

Cada canção da lista não só homenageia um pedaço essencial da história do rock, mas também reflete a capacidade do gênero de transcender o tempo, continuando a emocionar e influenciar novas gerações de fãs e músicos.

Sobre Orquestra Ouro Preto: The Beatles

Aclamado por público e crítica em todo o Brasil, o tributo da Orquestra nasceu de uma combinação inusitada: a união, no mesmo palco, de uma formação de cordas e uma banda de rock. Essa fusão irreverente resultou em dois tributos pela formação mineira, proporcionando à plateia um verdadeiro mergulho na obra da banda liderada por John Lennon e Paul McCartney.

O reconhecimento ultrapassou as fronteiras do país, sendo celebrado com aplausos entusiásticos também na Inglaterra. O tributo foi apresentado na "International Beatle Week", em Liverpool, onde a Orquestra realizou três aclamados concertos, tornando-se a primeira do mundo a participar do tradicional evento destinado aos beatlemaníacos de todo o planeta.

O repertório do concerto abrange toda a trajetória artística do quarteto inglês, com clássicos como "Let It Be", "Hey Jude", "Don’t Let Me Down", "While My Guitar Gently Weeps", entre outros hinos que marcaram a história da música do século XX e encantaram o mundo.

Orquestra Ouro Preto Rock Festival

Data: 14 e 15 de dezembro de 2024 

Horários: 14/12 – 20h30 (Lendas do Rock) | 15/12 – 18h (The Beatles) 

Local: Palácio das Artes – Belo Horizonte 

Ingressos: variam de R$35 a R$120, disponíveis pelo Eventim e na bilheteira do Palácio das Artes

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MPB4 traz sucessos ao Palácio das Artes

   

Foto: André Pinnola

Grupo vocal mais aplaudido do país comemora 60 anos de carreira em única apresentação na capital mineira

Os ingressos já estão à venda para o show que o grupo MPB4 fará no Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, nesta sexta-feira (13), às 21h. Com produção da Art Bhz e realização da Rádio Alvorada, o espetáculo comemora os 60 anos do quarteto formado por Miltinho, Aquiles (ambos da formação original), Dalmo Medeiros (que entrou no grupo substituindo Ruy Faria) e Paulo Malaguti Pauleira (que passou a integrar o MPB4 depois da morte de Magro Waghabi). No palco, o MPB4 estará acompanhado por João Faria (baixo), Pedro Reis (guitarra e bandolim) e Marcos Feijão (bateria).

O roteiro do show faz um apanhado das seis décadas do MPB4, chegando até ao mais recente álbum, “60 anos de MPB”, lançado pela gravadora Biscoito Fino. Desse trabalho – que contou com participações de grandes nomes da música brasileira, como Chico Buarque, João Bosco, Edu Lobo, Milton Nascimento, Paulinho da Viola e Toquinho –, o grupo vai cantar obras como "Velas içadas" (Ivan Lins e Vitor Martins) e "Paz e amor" (Kleiton Ramil e Kledir Ramil).

Na capital mineira, o público poderá reviver sucessos de diversas fases da carreira do MPB4, a exemplo de "Notícias do Brasil" (Milton Nascimento e Fernando Brant), "O cantador" (Nelson Motta e Dori Caymmi) e “Angélica” (Miltinho e Chico Buarque). O repertório reflete o legado de um grupo que soube atravessar o tempo sem perder sua essência, sempre comprometido com a qualidade musical e a mensagem poética. E é claro que não vão faltar clássicos do repertório do MPB4, caso de "Amigo é pra essas coisas" (Silvio da Silva Júnior e Aldir Blanc) e "Roda viva" (Chico Buarque).

Para os integrantes atuais, o show dos 60 anos é uma oportunidade de homenagear os membros da formação original e aqueles que marcaram a trajetória do MPB4, além de celebrar com o público o amor pela música brasileira.

A importância do MPB4 para a música brasileira

Surgido em 1965, em plena efervescência cultural e política do Brasil, o MPB4 foi pioneiro ao adotar o nome "MPB", sigla que hoje representa a música popular brasileira. Desde sua criação, o grupo destacou-se por seu compromisso artístico, social e político, sendo uma voz ativa durante a ditadura militar, defendendo a liberdade de expressão e a democracia por meio da música. Suas parcerias com grandes compositores, como Chico Buarque, Tom Jobim e Paulinho da Viola, deram origem a canções que se tornaram hinos da resistência e do sentimento popular.

O MPB4 também é reconhecido por seu papel inovador na música vocal. Sua formação original – que contava com Aquiles Reis, Miltinho, Magro Waghabi e Ruy Faria – trouxe arranjos vocais sofisticados que influenciaram gerações de músicos. Em momentos marcantes da carreira, como o acompanhamento de Chico Buarque no histórico show "Roda Viva", o grupo alcançou grande projeção nacional e consolidou sua relevância na MPB.

MPB4 - Turnê 60 anos

Data: 13 de dezembro de 2024 (sexta-feira)

Horário: 21h

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes, Belo Horizonte

Outras informações: 31 4003 2330

Realização: Rádio Alvorada

Produção: Art BHZ

Ingressos à venda na EVENTIM  e nas bilheterias do teatro:

(valores de primeiro lote): Plateia I R$ 250 inteira, R$ 125 meia entrada, R$ 150 Pacote Família; Plateia II setor 1 R$ 220 inteira; R$ 110 meia entrada, R$ 132 Pacote Família; PlateiaII setor 2 R$ 200 inteira, R$100 meia entrada; R$ 120 Pacote Família; Plateia Superior R$ 150 inteira, R$ 75 meia entrada, R$ 90 Pacote Família.

Pacote Família – desconto especial na compra de dois ou mais ingressos.

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domingo, 1 de dezembro de 2024

Orquestra Opus recebe Geraldo Azevedo em BH

 

Foto: Naiara Napoli

Nesta sexta-feira (6), às 20:30h, a Orquestra Opus traz a Belo Horizonte o cantor e compositor Geraldo Azevedo, para um concerto especialíssimo no Palácio das Artes. Geraldo, um dos principais compositores da música brasileira interpreta seus grandes sucessos ao lado da Orquestra e ainda traz algumas canções que são menos tocadas nos seus shows, mas que têm uma grande conexão com a sonoridade orquestral proposta para o espetáculo. 

Uma apresentação muito emocionante é esperada nesse encontro. Os arranjos são feitos exclusivamente pelo maestro e regente Leonardo Cunha e prometem surpreender o público.

No repertório podemos esperar por canções como: Dona da minha cabeça, Taxi lunar, Bicho de 7 cabeças, Frevo mulher, Aí que saudade d’ocê, Caravana, Petrolina e Juazeiro, Sabiá, Dia branco, Moça Bonita entre tantas outras.

Ingressos à venda na bilheteria do teatro e no site Eventim. Reúna a família, os amigos e curta uma noite mágica!

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sexta-feira, 29 de novembro de 2024

Orquestra Sinfônica de Minas Gerais apresenta concerto natalino com clássicos de Beethoven, Bach e Händel

Foto: Paulo Lacerda

“Uma Noite de Natal, ao som de Beethoven, Bach e Händel” tem repertório com arranjos clássicos de músicas famosas de Natal, como “Jingle Bells” e “Deck the Halls”

Para encerrar a temporada de concertos de 2024, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG) apresenta um concerto que, além de celebrar as festividades natalinas, propõe uma imersão nas tradições da música clássica ocidental. Na terça-feira (3) e na quarta-feira (4), o Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, em Belo Horizonte, será palco dos “Concertos da Liberdade - Uma Noite de Natal, ao som de Bach, Beethoven e Händel”. Sob regência de Ligia Amadio, a OSMG apresentará um programa que celebra o Natal com obras de três dos maiores compositores da música clássica ocidental: Ludwig van Beethoven, Johann Sebastian Bach e Georg Friedrich Händel. Haverá, ainda, participação de solistas do Coral Lírico de Minas Gerais (CLMG). A apresentação será na quarta-feira (4), no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, às 20h. Os ingressos para o evento estão disponíveis por R$15 (meia-entrada) e R$30 (inteira), à venda na Eventim e na bilheteria do Palácio das Artes. Já na terça-feira (3), serão apresentados trechos do concerto no “Sinfônica ao Meio-Dia”, com entrada gratuita. 

A apresentação conta com um programa que mescla a profundidade do repertório sacro barroco com a leveza das celebrações natalinas. A abertura com “O Messias”, de Händel, traz a dramaticidade e a majestade da música sacra. Em seguida, há o “Magnificat em Ré Maior”, de Bach, que foi escrita para a celebração de Natal e revela a excelência técnica do compositor. Já a “Cantata Nº 147”, também de Bach, destaca-se pelo coro "Jesus, alegria dos homens", uma das peças mais amadas do repertório natalino. Os solistas Bárbara Brasil (soprano), Filipe Santos (tenor),  Hendrigo de Freitas (barítono) e Melina Peixoto (soprano) darão vida às árias que compõem o repertório da primeira parte do concerto. Já na segunda parte, o repertório transita para uma abordagem mais enérgica, com a interpretação de uma das sinfonias mais emblemáticas de Beethoven, seguida de uma obra festiva. A “Sinfonia Nº 7”, de Beethoven, enche o palco com sua energia contagiante, enquanto “A Christmas Festival”, de Leroy Anderson, encerra a noite com arranjos clássicos de canções natalinas tradicionais, como “Jingle Bells”, “Silent Night” e “Deck the Hall”.

O concerto “Concertos da Liberdade - Uma Noite de Natal, ao som de Beethoven, Bach e Händel” é realizado pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, ArcelorMittal e Fundação Clóvis Salgado. A ação é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Governo Federal, Brasil: União e Reconstrução. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm Patrocínio Master da Cemig e Instituto Cultural Vale, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e da ArcelorMittal, Patrocínio da Vivo e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. O Palácio das Artes integra o Circuito Liberdade, que reúne 35 equipamentos com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo.

ORQUESTRA SINFÔNICA DE MINAS GERAIS – Considerada uma das mais ativas do país, a OSMG cumpre o papel de difusora da música erudita, diversificando sua atuação em óperas, balés, concertos e apresentações ao ar livre. Criada em 1976, foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural do Estado de Minas Gerais. Participa da política de difusão da música sinfônica promovida pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado (FCS), a partir da realização dos projetos Concertos da Liberdade – Sinfônica ao Meio-Dia e Sinfônica em Concerto –, Concerto nos Parques, Concertos Comentados e Sinfônica Pop, além de integrar as temporadas de óperas realizadas pela FCS. Mantém permanente aprimoramento da sua performance executando repertório que abrange todos os períodos da música sinfônica, além de grandes sucessos da música popular. Ligia Amadio é a sua atual regente titular e diretora musical.

FUNDAÇÃO CLÓVIS SALGADO – Com a missão de fomentar a criação, formação, produção e difusão da arte e da cultura no estado, a Fundação Clóvis Salgado (FCS) é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult). Artes visuais, cinema, dança, música erudita e popular, ópera e teatro constituem alguns dos campos onde se desenvolvem as inúmeras atividades oferecidas aos visitantes do Palácio das Artes, CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais – e Serraria Souza Pinto, espaços geridos pela FCS.  A Instituição é responsável também pela gestão dos corpos artísticos – Cia de Dança Palácio das Artes, Coral Lírico de Minas Gerais e Orquestra Sinfônica de Minas Gerais –, do Cine Humberto Mauro, das Galerias de Arte e do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart). A Fundação Clóvis Salgado é responsável, ainda, pela gestão do Circuito Liberdade, do qual fazem parte o Palácio das Artes e a CâmeraSete. Em 2021, quando celebrou 50 anos, a FCS ampliou sua atuação em plataformas virtuais, disponibilizando sua programação para público amplo e variado. O conjunto dessas atividades fortalece seu caráter público, sendo um espaço de todos e para todos.

Sinfônica ao Meio-Dia

Data: 3 de dezembro (terça-feira)

Horário: 12h

Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes

(Av. Afonso Pena, 1537, Centro, Belo Horizonte)

Classificação indicativa: 10 anos

Entrada gratuita

Concertos da Liberdade - Uma Noite de Natal, ao som de Beethoven, Bach e Händel

Data: 4 de dezembro  (quarta-feira)

Horário: 20h

Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes

(Av. Afonso Pena, 1537, Centro, Belo Horizonte)

Classificação indicativa: 10 anos

Valor dos ingressos: R$ 15 a meia-entrada e R$ 30 a inteira, à venda na Eventim e na bilheteria

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quinta-feira, 21 de novembro de 2024

Emmerson Nogueira apresenta grandes sucessos em BH

Foto: Ricardo Bello 

Neste sábado (23), às 21 horas, Emmerson Nogueira e banda sobem ao palco do Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, para uma super apresentação.

Conhecido por sua inconfundível voz rouca, Nogueira lança mais um trabalho musical refinado, não apenas pela sua qualidade como intérprete, mas pelo seu talento como multi -instrumentista e produtor musical.

No quinto volume das série que o tornou um fenômeno da indústria fonográfica, o músico gravou sucessos do pop rock internacional em reeleituras que misturam violões e vocais suaves numa envolvente atmosfera folk.

Emmerson trouxe novas releituras para canções de grandes nomes como Eric clapton, Alan Parsons, Stevie Wonder, Michael Jackson, Scorpions, Queen, e muitos outros gigantes da história do pop rock mundial.

Com mais de 20 anos de carreira, shows lotados e mais 2 milhões de cds e dvds vendidos, Emmerson apresenta o versão acústica 5, mais um projeto gravado em seu estúdio nas montanhas de minas gerais, cuidadosamente elaborado para os apreciadores de clássicos consagrados da música internacional, em formato acústico lançado pela gravadora Sony Music.

O show será um passeio por todos os cds e DVDs do músico, desde o primeiro projeto versão acústica lançado em 2001, até o novo album versão acústica 5 lançado no fim de 2015.

Com um repertório de tirar o fôlego, Emmerson Nogueira e sua elegante banda prometem levar o público a momentos de muita emoção, diversão e uma surpreendente viagem no tempo. Ingressos à venda na bilheteria do teatro ou no site Eventim. Realização Laranjeira Produções, Favo Cultural e Criar Produtora.

Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes

Endereço : Av. Afonso Pena, 1537 - Centro - Belo Horizonte/MG

Classificação etária : 18 anos. Menores de 18 anos devem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!


quarta-feira, 13 de novembro de 2024

Orquestra Ouro Preto apresenta "Hilda Furacão, a Ópera", no Palácio das Artes

Foto: Raphael Garcia 

Uma das personagens mais icônicas da literatura e da teledramaturgia brasileira ganha versão operística inédita com adaptação e música original de Tim Rescala; apresentações em Belo Horizonte acontecem nos dias 21 e 22 de novembro e os ingressos já estão à venda  

A Orquestra Ouro Preto tem a alegria de trazer a Belo Horizonte seu mais novo espetáculo, “Hilda Furacão, a Ópera”, uma adaptação do aclamado romance de Roberto Drummond, ambientado na capital mineira e imortalizado na célebre minissérie dos anos 90. Sob a regência do Maestro Rodrigo Toffolo, a montagem promete capturar a intensidade dos sentimentos e a complexidade dos dilemas da personagem que desafiou as convenções sociais de uma conservadora Belo Horizonte dos anos 60.

As apresentações contam com o patrocínio do Instituto Cultural Vale, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e acontecem na quinta-feira (21) e sexta-feira (22), às 20h, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes. Os ingressos já estão à venda no site e na bilheteria do teatro. Na sequência, a produção segue para o Rio de Janeiro, no domingo (24) e segunda-feira (25) do mesmo mês, para duas récitas na Cidade das Artes.

Com música original de Tim Rescala e direção de cena de Julliano Mendes, “Hilda Furacão, a Ópera” celebra a riqueza da cultura brasileira, em uma produção cantada em português. Dividida em dois atos, o espetáculo explora os dilemas éticos, sociais e religiosos de uma época.

O elenco conta com renomados cantores líricos brasileiros, prometendo emocionar o público em uma montagem impactante: interpreta a Hilda e Jabez Lima a Frei Malthus; Marília Vargas é Loló Ventura, enquanto Marcelo Coutinho encarna Nelson Sarmento; Johnny França é Aramel e Fernando Portari representa o narrador e autor Roberto Drummond.

A mezzo-soprano Carla Rizzi é quem dá vida à protagonista. Com sólida trajetória na cena operística brasileira, a artista ainda soma vasta experiência como atriz, emprestando à personagem toda força dramática que ela demanda. A cantora repete a parceria com a Orquestra Ouro Preto, cujo último capítulo havia sido a bem-sucedida montagem “Auto da Compadecida, a Ópera”, assim como Jabez Lima, tenor que interpreta Frei Malthus.

Uma das mais proeminentes vozes da ópera nacional, Jabez Lima empresta seu talento ao jovem frei que vive os dilemas entre o desejo da santidade e a tentação de seus sentimentos. O tenor, que interpretou João Grilo na versão mineira da obra de Suassuna, mostra toda sua versatilidade e excelência agora em uma faceta dramática.

O romance do escritor mineiro conta a história de Hilda, uma jovem bela e rebelde que rompe com as expectativas ao abandonar sua vida de prestígio e refugiar-se na zona boêmia da capital mineira. Sua jornada se entrelaça com a de Frei Malthus, um jovem religioso determinado a transformar a vida dos habitantes da região. Esse encontro desencadeia uma série de conflitos éticos e sociais, em um confronto entre desejo e dever, liberdade e moralidade. Uma narrativa que encontra na ópera a linguagem perfeita para seu desenvolvimento dramático se somando ao panteão de grandes heroínas do gênero, como Carmem e Aída, consolidando o caminho para a criação de uma ópera nacional e que dialoga com nossa história, cores e sons.

“Hilda tem tudo que a gente procura em um libreto, sob o ponto de vista operístico, para levar uma história para o palco. É rica no que tange aos conflitos, às reflexões, à dramaturgia, a esse equilíbrio entre o drama e os momentos cômicos. Além disso, Hilda é uma personagem feminina muito importante da nossa literatura, que carrega fortes reflexões sobre liberdade, imposições sociais e sobre traçar seu próprio destino. Tudo isso faz dela uma protagonista perfeita para esse ciclo de óperas que a Orquestra Ouro Preto vem desenvolvendo”, explica o maestro Rodrigo Toffolo.

Tim Rescala, que repete a parceria operística com a formação mineira após a bem-sucedida montagem de “Auto da Compadecida, a Ópera”, reforça as qualidades da narrativa que agora chega aos palcos. “Hilda tem todos os elementos para se tornar uma ópera: uma trama instigante e trágica, talvez até tragicômica, personagens fortes,  carismáticos e uma grande carga emocional”, enumera.

Para as composições originais, Tim Rescala incorporou elementos da música popular da época, sobretudo o que se ouvia pelo rádio, ao discurso operístico. “Não só a música brasileira, mas também norte-americana, incluindo também os boleros que tanto sucesso fizeram no mundo todo neste período. Esse cancioneiro marcou muito essa época e procurei incorporar esse universo sonoro à partitura para chegar a algo híbrido, em uma ópera com ares de musical”, avalia o compositor.

Com a estreia de “Hilda Furacão, a Ópera”, a Orquestra Ouro Preto reafirma sua busca na criação de um repertório operístico brasileiro e convida o público a mergulhar em uma jornada de amor, fé e desafio às normas estabelecidas.

As apresentações em Belo Horizonte e Rio de Janeiro contam com o patrocínio do Instituto Cultural Vale, parceiro da formação mineira na valorização da cultura brasileira. “Esta montagem inédita de Hilda Furacão, sucesso na literatura e na TV, celebra a riqueza da nossa cultura através de uma ópera moderna, que se conecta às mais diversas plateias e valoriza as histórias brasileiras de uma maneira inovadora. A parceria de longa data entre o Instituto Cultural Vale e a Orquestra Ouro Preto faz sentido exatamente porque buscamos objetivos em comum: contribuir para a formação de novos públicos e democratizar o acesso à arte”, diz Hugo Barreto, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale.   

Orquestra Ouro Preto: “Hilda Furacão, a Ópera” em Belo Horizonte

Data: 21 e 22 de novembro de 2024

Horário: Às 20 horas

Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes (Avenida Afonso Pena, 1537, centro. Belo Horizonte )

Ingressos: No site Eventim e na bilheteria do teatro

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terça-feira, 8 de outubro de 2024

Maurício Manieri apresenta o show "Classics" no Palácio das Artes

Foto: Giu Pera

Uma celebração épica da música romântica com grandes hits das décadas de 70, 80 e 90

Maurício Manieri apresenta a superprodução de “Classics” no palco do Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, no sábado (26), às 21 horas.

No show, o repertório traz hits da carreira do cantor e as melhores músicas do universo pop romântico mundial das décadas de 70, 80 e 90 .

Os ingressos estão à venda nas bilheterias do Palácio das Artes e no site Eventim.

Comemorando 25 anos de uma carreira sólida e talento indiscutível, Maurício é um artista que merece todo o reconhecimento e admiração do público. Seu legado na música romântica brasileira é inestimável e seu trabalho continua a inspirar gerações de músicos e fãs em todo o país.

Considerado um verdadeiro showman, a sua voz marcante, grave e rouca, continuam a emocionar o público, além de embalar milhares de romances com composições que trazem mensagens de amor e afeto.

Com habilidade para transitar entre diversos estilos musicais, o cantor promete colocar todo mundo para dançar e se divertir em aproximadamente 2h de apresentação. O setlist é composto pelos seus maiores sucessos e compilando outros hits, como “Minha Menina”, “Bem Querer”, “Se Quer Saber”, além de clássicos do universo pop romântico nacional e internacional como “Cheia de Charme”, “Eu Juro”, “All Night Long”, “Can´t Help Falling Love”, “Love Is In The Air” e “Classic”, entre outros.

O espetáculo é um verdadeiro deleite para os amantes da música, que podem apreciar a sensibilidade e o talento de Maurício em cada apresentação.

“Classics me emociona e revela o melhor de mim no palco. As músicas desse repertório marcaram épocas, gerações, vidas… Esse show traz tudo isso à tona. É uma apresentação muito especial, há uma interatividade muito divertida com o público. A gente canta, dança e se envolve em um super espetáculo, que celebra o melhor dos anos 70, 80 e 90. Estou muito feliz pela nova temporada dessa turnê incrível. Tenho certeza que vamos nos divertir bastante, meus amores”, declara Manieri.

Os fãs podem optar pelo “Setor Classic” que oferece a oportunidade de estar mais próximo de seu cantor favorito e desfrutar do espetáculo em local privilegiado, além de foto com após o show e um “Presente exclusivo”, preparado com muito carinho para a ocasião.

Todas as informações sobre datas, locais e venda de ingressos estarão disponíveis na página oficial e em todas as redes sociais de Maurício Manieri.

Em junho de 2023, o cantor realizou uma gravação para a posteridade e com elenco de estrelas na cidade de São Paulo. Com a presença de ícones da música nacional e internacional, a gravação do DVD "Romantic Classics" contou com dois dias de gravação e um repertório repleto de canções memoráveis.

Entre os convidados, destacam-se a talentosa Paula Fernandes, o carismático Seu Jorge, o romântico Belo, o icônico Chico Castillo by Gipsy Kings, o Jota Quest cheio de energia e o fenômeno do pagode, Raça Negra. Cada participação especial trouxe uma nova camada de magia para as canções, envolvendo o público em uma atmosfera de pura emoção.

MAURÍCIO MANIERI - “CLASSICS”

Dia: 26 de outubro (sábado)

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537 - Belo Horizonte – MG)

Horário: 21h

Valor dos ingressos:

Plateia I: a partir de R$ 170,00

Plateia II: a partir de R$ 150,00

Superior: a partir de R$ 110,00

Setor Classic: R$ 500,00 (preço único):  assento privilegiado na Plateia I Central, ⁠kit exclusivo e ⁠foto pós show com o artista.

*** Família & Amigos: Venda exclusiva e promocional para pacotes a partir de 02 ingressos. Válido somente para ingresso inteira. Desconto não cumulativo com meia entrada e/ou outras promoções.

Classificação Livre.

Ingressos: Bilheteria do teatro Palácio das Artes e pelo site Eventim.

Mais informações: (31) 97222-2424 

Realização: Ímpar Shows

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domingo, 6 de outubro de 2024

Lô Borges lança disco no Palácio das Artes

 

Foto: Lucas Seixas

O cantor e compositor  Lô Borges lança seu disco "Tobogã" em Belo Horizonte. O show acontece em Novembro, no sábado (9), às 21 horas, no Palácio das Artes e promete emocionar o público. No repertório, as canções do novo trabalho e os grandes sucessos da carreira. Uma noite repleta de emoções.

Ingressos à venda na bilheteria do teatro ou no site Eventim. Realização da Lana Arts Produções, comandada pelo produtora cultural Cacau Lana, que sempre faz grandes eventos pelo Brasil. Vale muito a pena prestigiar!

*Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

terça-feira, 1 de outubro de 2024

Ana Carolina volta a BH para a última apresentação da turnê “Ana Canta Cássia”

Foto: Priscila Prade

Sucesso de público, Ana Canta Cássia é um espetáculo emocionante com repertório cheio de sucessos como, “Malandragem”, “Segundo Sol”, “All Star”, “Girassol”, entre muitas outras.

Sucesso de público e crítica, após passar por diversas cidades no Brasil e no mundo, a cantora Ana Carolina volta a BH para a última apresentação da turnê “Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você”, nesta sexta-feira (4), no Palácio das Artes, às 21 horas. O show traz o repertório recheado de sucessos de ambas as artistas, como Malandragem, Segundo Sol, All Star e Elevador.

Os ingressos estão à venda nas bilheterias do Palácio das Artes e no site Eventim.

Nomear uma turnê nem sempre é uma tarefa fácil para um artista. Para Ana Carolina, porém, foi diferente desta vez. “Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você” é um show inteiramente dedicado ao repertório de incontáveis sucessos da, até hoje, inigualável Cássia Eller, revisitados na voz de uma das mais importantes cantoras da Música Popular Brasileira.

Mais do que cantar o repertório de Cássia, Ana faz uma viagem pessoal no tempo. A turnê é uma conexão direta com a jovem garota mineira, que aos 16 anos ouviu Cássia pela primeira vez, apaixonou-se e nunca mais deixou de ser fã de camiseta, como se define.

“São sentimentos muito contraditórios quando penso neste show. Primeiro, jamais imaginei que seria possível um dia poder cantar o repertório da Cássia. Obviamente era um sonho íntimo, desde antes do início da minha carreira. Quis o destino que agora, em pleno 2022, quando Cássia faria 60 anos, que esse projeto surgisse e fosse sugerido justamente para mim”, diz a artista.

“Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você”, uma turnê da Opus Entretenimento, tem direção do premiado Jorge Farjalla.

Influência e acolhimento – tudo começou no ano de 1990, quando a jovem Ana Carolina Souza com apenas 16 anos, moradora de Juiz de Fora ouviu “Cássia Eller – Disco 1”, álbum de estreia da cantora carioca, e até hoje um dos prediletos de Ana. O impacto foi imediato. “Eu tive a certeza naquele momento que aquela voz potente vinha pra ficar pra sempre e que jamais haveria outra igual”, relembra Ana Carolina.

“Tudo no universo musical da Cássia me influenciou. Aquela voz feminina com tanta presença e personalidade. Eu dava meus primeiros passos na música e não tenho a menor dúvida que dali tirei muito da minha formação musical e do que achava ser importante ter nas canções e no palco. Não sei se é verdade ou não, mas existe uma história meio folclórica que, anos depois, quando gravei meu primeiro disco, as pessoas ouviam ‘Garganta’ e grande parte delas achava que era a própria Cássia cantando. Acho isso engraçado, claro, mas também fico extremamente honrada”, se diverte.

A influência de Cássia no DNA de Ana extrapola o universo artístico e tem profundidade no âmbito pessoal. Foi Cássia, a primeira figura pública assumidamente bissexual, que serviu de espelho para que a ainda jovem mineira também se entendesse e futuramente se tornasse referência para tantas pessoas quando o assunto é sexualidade.

“Era absolutamente lindo ainda em 1990, uma mulher tão à frente do seu tempo, com uma postura libertária e sem a preocupação do que as pessoas pensavam dela e de sua sexualidade. Isso tudo colocado com imensa naturalidade. Eu via aquela potência e pensava: ‘Ela me representa’. Ali também comecei a me entender, entender minha sexualidade. Comecei a entender que poderia naturalmente namorar também com meninas, sem me preocupar com o que os outros achavam. Foi libertador.”, relembra. “Hoje ouço muitas vezes de fãs e mães de fãs como minha postura ajudou suas famílias a lidarem com a questão. Fico feliz em fazer parte disso e me dar conta que o meu próprio ciclo começou justamente com a referência tão incrível da Cássia”.

Anos mais tarde, em 1997, quis o destino que Cássia Eller tomasse conhecimento do trabalho da estreante cantora Ana Carolina que, numa ida ao Rio de Janeiro, acabou sendo acolhida por seu ídolo de maneira generosa em sua própria casa. “Aquele gesto simples reverbera em mim até hoje. Eu chegava no Rio para um show e a Cássia cedeu espaço para mim dentro de seu apartamento. Era o começo da minha carreira e tudo era muito difícil. Tão difícil que ela ainda fez questão de contratar meu primeiro roadie, para carregar e afinar o violão para este show. Eu não estava sequer habituada com isso ainda. Foi inesquecível vê-la na plateia torcendo por mim”, diz.

No ano seguinte, Ana gravou seu primeiro álbum (lançado em abril de 1999) e começou a escrever a história de uma das mais bem sucedidas carreiras da MPB recente. “Essa turnê que faço hoje é muito mais que uma merecida homenagem. É sobre acolhimento. Cássia me acolheu como fã, como jovem buscando entender meu lugar no mundo e finalmente como artista. Se eu pudesse falar uma única frase para ela hoje, seria justamente essa: Estranho seria se eu não me apaixonasse por você”.

Um show em cinco atos – Dirigido por Jorge Farjalla, “Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você” tem um esqueleto teatral ao passear por cinco atos, que serão conduzidos por músicas que remetem a cada um deles: “Cartas”, logo na abertura do show, traz canções que se comunicam em estado de poesia pura; “Palavras” começa a investigar outros universos das duas cantoras, incluindo a paixão mútua pelo samba; “Sabotagem” é um momento da Cássia debochada e cheia de questionamentos sobre o status quo, enquanto “Girassol” traz de volta a delicadeza para a coroar a celebração. O último bloco é, claro, um bis cheio de surpresas que serão desvendadas com a estreia da turnê.

A cantora se apresenta ao lado de uma banda composta Juliano Valle (teclados, programações, voz), Theo Silva (guitarras e violões), Lancaster Pinto (baixo e voz), Thiago Faria (violoncelo e voz), Cesinha (bateria, cajon, Kokoriko e voz), Leonardo Reis (percussão, cajon, Kokoriko e voz).

Para chegar no repertório, Ana Carolina estudou a extensa discografia por meses até chegar num setlist ideal que retratasse a grandeza de Cássia Eller. “Tocamos as versões originais à exaustão para entender minuciosamente cada uma delas. Só aí que começamos a repensar em arranjos, para trazer uma releitura que conversasse comigo e que não renunciasse o DNA de Cássia em nenhum momento”. 

“Dentro do meu universo, espero com essa turnê retribuir de alguma forma todo o carinho e acolhimento que recebi da Cássia. Meu desejo é que essa obra e artista tão potentes se mantenham vivas, conheçam novos públicos e que permaneçam sempre no imaginário do brasileiro. Cássia merece todo nosso amor”, finaliza.

Sobre Ana Carolina - Cantora, compositora, arranjadora, produtora, instrumentista, musicista e artista plástica, Ana Carolina lançou seu primeiro disco em 1999; hoje, sua carreira já inclui 12 álbuns, seis DVDs e mais de cinco milhões de discos vendidos. Entre outros, ganhou sete vezes o Prêmio Multishow de Música Brasileira, três vezes o Troféu Imprensa e uma vez o Prêmio TIM de Música. O primeiro grande sucesso, “Garganta”, viria já no primeiro álbum. Depois dele, emplacou cerca de 30 singles nas paradas brasileiras.

As composições da artista já foram gravadas por nomes importantes como Maria Bethânia, Gal Costa, John Legend, Esperanza Spalding, Chiara Civello, Jorge Vercillo, Mart’nália, Zizi e Luiza Possi, Pedro Camargo Mariano, Preta Gil, entre outros. Em suas composições fez parcerias com Seu Jorge, Luiz Melodia, Gilberto Gil e Guinga, entre muitos outros.

Em 2009, quando completou 10 anos de carreira, lançou o álbum “N9ve”, no qual destaca-se a canção “Entreolhares (The Way You’re Looking at Me)”, em um dueto com o cantor, compositor e pianista americano John Legend. A canção alcançou o topo da Billboard Hot Songs (Rio de Janeiro), e o 34° na Billboard Hot 100 Airplay. No mesmo ano, lançou a coletânea de canção, “Ana Carolina + Um”, com duas canções inéditas e participação de vários cantores, entre eles, Maria Gadú, Maria Bethânia, Roberta Sá, Totonho Villeroy, entre outros. Em 2012 gravou duetos com astros da música internacional, como Tony Bennett e Alejandro Sanz, e seu CD #AC trouxe a cantora dividindo os microfones com Chico Buarque.

Em 2019, a artista lançou seu mais recente álbum, “Fogueira em Alto Mar”, primeiro trabalho de inéditas em pouco mais de 6 anos. Ele reflete toda a excelência, empenho e musicalidade que a deixaram conhecida no mercado nacional e internacional.

Agora em 2022, sai em turnê nacional do projeto “Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você” em que celebra a obra inigualável de Cássia Eller no ano em que faria 60 anos.

Atualmente, Ana contabiliza cerca de seis milhões de seguidores em suas redes sociais.

Sobre Cássia Eller - cantora, compositora e multi-instrumentista brasileira. Foi uma das maiores representantes do rock brasileiro dos anos 90 e eleita a 18ª maior voz e a 40º maior artista da música brasileira pela revista Rolling Stone Brasil. Lançou cinco álbuns de estúdio em vida: Cássia Eller (1990), O Marginal (1992), Cássia Eller (1994), Veneno AntiMonotonia (1997) e Com Você... Meu Mundo Ficaria Completo (1999). Seu sexto álbum de estúdio, Dez de Dezembro (2002) foi lançado postumamente. O álbum mais bem-sucedido de Cássia foi o Acústico MTV (2001), com mais de um milhão de cópias vendidas e um prêmio Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock.

Cássia morreu aos 39 anos em 29 de dezembro de 2001, após um infarto do miocárdio causado por uma malformação de seu coração.

***Informamos que o show ANA CANTA CÁSSIA, que estava programado para acontecer no BeFly Hall no dia 4 de outubro, foi transferido para o Palácio das Artes, na mesma data, às 21h.

Para sua comodidade, os ingressos adquiridos para o evento no BeFly Hall, por meio da plataforma Sympla, permanecerão válidos para o show no Palácio das Artes. Você receberá em seu e-mail cadastrado na Sympla instruções sobre como escolher seu novo assento no novo local. Para os clientes que optarem, o cancelamento e reembolso pode ser solicitado na ticketeira Sympla e na bilheteria do BeFly Hall.

Ana Carolina - Encerramento da turnê “Ana canta Cássia”

Data: 4 de outubro (sexta-feira)

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537 - Belo Horizonte – MG)

Horário: 21h

Valor dos ingressos: a partir de R$ 110,00

Plateia I: a partir de R$ 265,00

Plateia II: a partir de R$ 210,00

Superior: a partir de R$ 110,00

*** Família & Amigos: Venda exclusiva e promocional para pacotes a partir de 02 ingressos. Válido somente para ingresso inteira. Desconto não cumulativo com meia entrada e/ou outras promoções.

Classificação Livre.

Ingressos: Bilheteria do teatro Palácio das Artes e pelo site Eventim.

Mais informações: (31) 97222-2424 

Realização: Ímpar Shows e Opus Entretenimento

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segunda-feira, 23 de setembro de 2024

Fagner faz dois shows na capital mineira

   

Foto: Malu Luz


Em 1976, Fagner fez um dos seus primeiros e mais importantes shows do início da carreira em BH, no palco do Teatro Francisco Nunes, ao lado de Robertinho do Recife. Um encontro que marcou para sempre a relação do cantor com o público mineiro. Agora, 48 anos depois, ele se prepara para reviver essas emoções em dois shows na capital em setembro, quarta-feira (25), no Teatro Francisco Nunes; e o segundo dia, quinta-feira (26), no Grande Teatro do Palácio das Artes. 

“Minas foi um estado fundamental para a divulgação do meu nome e meu trabalho para o resto do Brasil. Fui acolhido de uma maneira surpreendente. Na época já era relativamente conhecido no Rio de Janeiro e em São Paulo, mas os shows que fiz aí, em Minas, ampliaram isso”, explica Fagner. 

A ideia é promover uma verdadeira viagem musical pela carreira e trajetória do artista, num show que vai trazer grandes sucessos como 

“Canteiros”, “Fanatismo”, “Mucuripe”, “Revelação”, “Jura Secreta”, “Noturno”, “Deslizes” e “Borbulhas de Amor”, em versão acústica.

No Francisco Nunes, na quarta-feira (25), às 21h, um show mais intimista, para apenas 525 pessoas, relembrando o ano de 76. “Vai ser para matar a saudade e homenagear aquele dia histórico, que marcou o início da minha relação com o público de BH e ajudou a construir uma história mais forte com a cidade”, comenta.

No Palácio das Artes, na quinta-feira (26), às 21h, uma apresentação para mais pessoas, numa forma de retribuir todo o carinho que sempre recebeu em Belo Horizonte.  

Os ingressos estão à venda pelo site do Sympla, para o Chico Nunes, a partir de R$130,00 (meia entrada); e no site da Eventim, a partir de R$110,00 (inteira), para o Palácio das Artes. Além disso, estão à venda também nas bilheterias dos teatros. 

FAGNER EM BH

Datas e Locais: 

- 25 de setembro, quarta-feira, 21h

Teatro Francisco Nunes

Av. Afonso Pena, 1321 - Centro, Belo Horizonte/MG

- 26 de setembro, quinta-feira, 21h

Grande Teatro do Palácio das Artes

Avenida Afonso Pena, 1537, Centro, Belo Horizonte/MG

Ingressos: a partir de R$110,00 (Chico Nunes) e R$130,00 (Palácio das Artes)

Vendas: 

Teatro Francisco Nunes: pelo Sympla

Grande Teatro do Palácio das Artes: pela Eventim

Realização: Atom Produções e Estrada Infinita 

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quinta-feira, 29 de agosto de 2024

Edu Lobo faz show inédito no Palácio das Artes

Foto: Nana Moraes

Uma apresentação brilhante, de afeto e sensibilidade

Edu Lobo faz show inédito, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, em setembro, no sábado (21).  Este brilhante show, de afeto sensibilidade, tem a fundamental obra do artista como fio condutor em canções que pertencem à memória afetiva, musical e cultural brasileira.

Os ingressos estão à venda nas bilheterias do Palácio das Artes e no site Eventim.

O cantor e compositor completou 61 anos de carreira e 80 anos de vida (agosto de 2023). Ao longo desses anos de carreira, Edu Lobo produziu uma das obras mais relevantes da Música Brasileira, registrada em 30 discos.

Sua música é reverenciada e reinventada a todo momento pelos grandes instrumentistas e cantores brasileiros e a nova geração continua olhando, venerando, bebendo e se inspirando nesta obra como um clássico. E, eles têm razão. Edu Lobo é mais que um sucesso permanente: é autor de músicas memoráveis, extremamente pessoais, inseparáveis de um panorama cultural amplo e definidor.

Um dos pilares da grande música brasileira, a música de Edu é reconhecida pela solidez, pela brasilidade e pela consistência musical. Ao mesmo tempo é atemporal, eterna e “insiste na juventude”.

Ele compôs e gravou alguns dos discos ícones da Música Brasileira, como: O Grande Circo Místico; Missa Breve; Tom & Edu; para citar apenas alguns, e teve ao seu lado companheiros de ofícios, entre os quais Tom Jobim, Chico Buarque, Milton Nascimento, Maria Bethânia, Marcos Valle, e tantos outros.

Incontáveis clássicos do cancioneiro brasileiro têm a sua assinatura e ganharam registros na voz de tantos artistas. Edu Lobo é um expoente de uma das mais profícuas levas da Música Brasileira, a mesma de Chico Buarque, Gil,  Caetano e Paulinho da Viola.

O cantor e compositor Edu Lobo será acompanhado por um quarteto formado por alguns dos maiores músicos brasileiros:

CRISTÓVÃO BASTOS (PIANO, ARRANJOS E DIREÇÃO MUSICAL);

JURIM MOREIRA (BATERIA);

SIDIEL VIEIRA (BAIXO ACÚSTICO);

MAURO SENISE (SOPROS).

Edu Lobo

Dia: 21 de setembro (sábado)

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537 - Belo Horizonte – MG)

Horário: 21h

Valor dos ingressos:

Plateia I: a partir de R$ 180,00

Plateia II: a partir de R$ 160,00

Superior: a partir de R$ 110,00

*** Família & Amigos: Venda exclusiva e promocional para pacotes a partir de 02 ingressos. Válido somente para ingresso inteira. Desconto não cumulativo com meia entrada e/ou outras promoções.

Classificação Livre.

Ingressos: Bilheteria do teatro Palácio das Artes e pelo site Eventim.

Mais informações: (31) 97222-2424 

Realização: Ímpar Shows

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quarta-feira, 21 de agosto de 2024

Escola do Teatro Bolshoi no Brasil apresenta Balé “Cinderella” no Palácio das Artes

Foto: Cleber Gomes

 
A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil apresenta o Balé Cinderella, em setembro, domingo (8), às 19h e segunda-feira (9), às 20h, no Grande Teatro CEMIG Palácio das Artes, em Belo Horizonte/MG. O espetáculo narra a saga da jovem Cinderella que tem sua vida transformada, depois que um Mago surge, no meio da noite, para ajudá-la a ir ao grande baile. A música de Prokofiev e a coreografia de William Almeida seguem o roteiro clássico baseado no conto de fadas de Charles Perrault até Cinderella conhecer um Príncipe Encantado. Os ingressos estão à venda pelo site Eventim CINDERELLA+BOLSHOI+BRASIL -, a partir de R$ 50,00. Além disso, há ingressos do CadÚnico que serão liberados, um por CPF do titular do CadÚnico, que deve ser retirado na bilheteria do teatro. Este espetáculo em Belo Horizonte tem patrocínio do Ministério da Cultura.

A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil é a única extensão do Teatro Bolshoi no mundo e, pela primeira vez, transfere a outro país o método de ensino de balé que consagrou uma das mais respeitadas instituições do mundo. Com 24 anos de implantação no Brasil, a Escola está localizada na cidade de Joinville/SC. 

Com elenco composto por cerca de 50 bailarinos, sendo 7 mineiros, o balé “Cinderella”, de dois atos, retrata o imaginário no palco, com cenário e figurinos, em versão moderna de uma história que marcou gerações.  

A estilista russa Gala Orekova, com experiência de mais de 45 anos na confecção de figurinos de balé, se inspirou em ideias do coreógrafo e na música de Prokofiev, trazendo referências românticas e o contraponto contemporâneo. Pensou cada detalhe, desde as máscaras do grande baile até trajes mais inusitados, que ajudam a narrar essa história. 

O Balé

A história de Cinderella, contada pela Escola Bolshoi, teve estreia em 2022 e, desde então, está no repertório da instituição. É um conto extremamente popular, sendo recriado constantemente através dos séculos. Ainda que tenha uma narrativa para encantar as crianças, é curioso ver o que está por trás dessa história. O texto fala de amor e o do seu poder, capaz de transformar a realidade em questão de segundos. Mas muito além do romance, Cinderella aborda relações familiares, injustiças e discriminação. Apesar da vida dura que leva, a protagonista se permite sonhar e ter esperança. É por isso, que essa história de superação atravessou os séculos. 

No balé, todos os nuances da história aparecem em forma de dança. A saga aumenta quando Cinderella conhece o Príncipe e perde sua sapatilha. Encantado com a jovem, o Príncipe vai em busca da dona da pequena sapatilha em uma jornada pelo mundo.

Será que nessa versão Neoclássica da Escola Bolshoi, a clássica frase “eles viveram felizes para sempre” se concretiza?

Bolshoi Brasil

A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil é a única extensão do Teatro Bolshoi no mundo e, pela primeira vez, transfere a outro país o método de ensino de balé que consagrou uma das mais respeitadas instituições do mundo. Com 24 anos de implantação no Brasil, a Escola está localizada na cidade de Joinville/SC e concede bolsas de estudo 100% gratuitas para cerca de 240 alunos do curso técnico. A instituição busca a melhor formação e garante o acesso de crianças ao mundo da cultura, ampliando seus horizontes. A missão da escola é formar artistas-cidadãos, promovendo e difundindo a arte-educação.

O complexo escolar é formado por salas para aulas de balé, estúdios de música, ateliê, núcleo de saúde, biblioteca, cantina, espaços culturais e dois laboratórios cênicos. Cerca de 6 mil metros quadrados de absoluta dedicação profissional ao ensino. Espaço ideal para formar artistas da dança dentro da metodologia do Teatro Bolshoi. 

Além de ensino gratuito, os alunos recebem benefícios como alimentação, transporte, uniformes, figurinos, assistência social, orientação pedagógica, assistência odontológica preventiva, atendimento fisioterápico, nutricional e assistência médica de emergência/urgência pré-hospitalar. Os alunos recebem educação, aprendem uma profissão, exercitam responsabilidade e constroem cidadania.

A Escola é uma instituição, com personalidade jurídica, de direito privado, sem fins lucrativos, que tem apoio da Prefeitura Municipal de Joinville, do Governo do Estado de Santa Catarina e dos “Amigos do Bolshoi”, empresas e pessoas físicas socialmente responsáveis que contribuem com o projeto por meio de serviços prestados e patrocínios não incentivados ou incentivados por leis de incentivo à cultura municipal, estadual e federal. A Escola Bolshoi conta com o patrocínio de empresas como: Loterias Caixa, Diamante Energia, Porto Seguro, Whirpool, Aurora, Brascabos, BRDE, Catallini Terminais Marítimos, Celesc, Ciser, Engie, Nidec, Texpa, TKEe demais Amigos que contribuem com a arte no país.

Balé Cinderella - da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil 

Classificação livre

8 de setembro, domingo, às 19h

9 de setembro, segunda, às 20h

Local: Grande Teatro CEMIG Palácio das Arte - Avenida Afonso Pena, 1537, Centro, Belo Horizonte 

Valor: R$100,00 + taxas administrativas inteira, R$50,00 + taxas administrativas meia entrada (para estudantes, idosos e professores com comprovante). Ingresso Cultural R$ 42,36 + taxas administrativas.

Ingressos: Site Eventim ou na bilheteria do teatro 

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

domingo, 11 de agosto de 2024

Chico César e Zeca Baleiro juntos no Palácio das Artes

  

Foto: Vange Milliet

No repertório,  novas parcerias, sucessos de ambos e canções que fazem parte da memória afetiva dos dois artistas

Chico César e Zeca Baleiro desembarcam em Belo Horizonte para a turnê inédita ‘Ao Arrepio da Lei’, em única apresentação no Palácio das Artes, na sexta-feira (16) , às 21 horas.

“Ao Arrepio da Lei” é o nome do álbum que Chico César e Zeca Baleiro lançam em março de 2024, quando também iniciam uma turnê por algumas das principais cidades e capitais do país. No repertório do show, as novas parcerias, sucessos de ambos e canções que fazem parte da memória afetiva dos dois artistas.

Os ingressos estão à venda nas bilheterias do Palácio das Artes e no site Eventim.

Uma nova safra de mais de 20 canções marcou a retomada da parceria inaugurada há 32 anos por Chico César e Zeca Baleiro. Animados pelo resultado das novas parcerias musicais, anunciaram o lançamento de um álbum, antecipando duas canções, “Respira” e “Lovers”, em maio de 2021. Com tantos trabalhos em paralelo, Chico e Zeca só retomaram as gravações em 2022, quando lançaram novo single duplo com as inéditas “Verão” e “Beije-me Antes”, e concluíram o álbum no final de 2023.

Quando os shows e gravações pararam por conta da pandemia, Chico César e Zeca Baleiro começaram a compor bastante juntos. Entre maio de 2020 e o início de 2021 foram mais de 20 composições - reggaes, baladas, xotes e rocks. Como os dois compõem letra e música, o processo de criação foi em conjunto, com muitas experimentações.

Swami Jr., que já trabalhou com Chico e Zeca em shows e discos, foi convidado a produzir o álbum, que ainda tem uma canção produzida por Érico Theobaldo (“Lovers") e outra por Alexandre Fontanetti  (“Verão”). Outra parceira artística de ambos desde os anos 80, Vange Milliet, foi convidada para fazer as fotos de divulgação e para a capa do álbum, que tem projeto gráfico de Andrea Pedro.

“Concretiza-se assim o encontro de três décadas. Parece que demorou mas tudo tem seu tempo, o período de maturação. A pandemia, de certo modo, veio nos dizer da necessidade de estar perto das pessoas com as quais nos identificamos e nos vinculamos em ética e estética. Claro que tematizamos a pandemia mas também fizemos canções que poderiam ter sido geradas em qualquer momento e falam de outras coisas, assuntos perenes em nós.”

[Chico César]

“Eu e o Chico nos conhecemos desde 91, ano em que cheguei em São Paulo. Nos tornamos amigos e parceiros desde então, mas a real é que nunca fizemos muitas músicas juntos. A ‘parceria’ se dava mais num plano de troca estética e admiração mútua. Com a pandemia e o isolamento, alguma mágica rolou, algum pavio criativo acendeu. Começamos a trocar ideias, pedaços de letra ou melodia, refrães à espera de estrofes e, desde maio de 2020, compusemos duas dezenas de canções. Resolvemos gravá-las por reconhecer nessa produção o coroamento de uma longa história de amizade e afinidade musical.”

[Zeca Baleiro]

“Conheci Chico César e Zeca Baleiro no início dos anos 90. Eram então dois jovens brilhantes e, sobretudo, corajosos artistas nordestinos enfrentando a metrópole paulistana com a couraça do sonho inabalável. Conhecendo pouco a pouco o que eles criavam e o oceano de talento que os habitava, tive a certeza de que logo estariam no “altar” da música brasileira, junto a seus grandes ídolos. Chico e Zeca são daquele seleto grupo de compositores em cuja música há o grito clandestino de haver alma. Em sua obra estão a voz do Nordeste, de Arari e Catolé do Rocha, a voz de todas as vozes da canção brasileira em uma visão generosa, plural e grandiosa da música popular. Para mim, sempre foi uma glória estar com eles em tantos discos, shows e projetos que me deram tanto de música e de vida. O convite para produzir esse álbum em dupla, inédito, em que apresentam parcerias feitas em tempos de pandemia, é um desses “chamados” a que se deve atender imediatamente, sem hesitar. Imensa honra ter aos meus cuidados canções tão preciosas, de dois imensos e fundamentais artistas. Obrigado meus irmãos e parceiros!”

[Swami Jr.]

Chico César e Zeca Baleiro - ‘Ao Arrepio da Lei’

Dia: 16 de agosto (sexta-feira)

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537 - Belo Horizonte – MG)

Horário: 21h

Valores dos ingressos: a partir de R$ 110,00

Plateia I: a partir de R$ 220,00

Plateia II: a partir de R$ 150,00

Superior: a partir de R$ 110,00

*** Família & Amigos: Venda exclusiva e promocional para pacotes a partir de 02 ingressos. Válido somente para ingresso inteira. Desconto não cumulativo com meia entrada e/ou outras promoções.

Classificação Livre

Ingressos: Bilheteria do Palácio das Artes e pelo site Eventim.

Mais informações: (31) 97222-2424 

Realização: Ímpar Shows

 Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!