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quinta-feira, 15 de junho de 2023
terça-feira, 7 de junho de 2022
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022
Os Baianeiros lançam música inédita e álbum
| Novo trabalho promete surpreender Foto: Divulgação |
O novo álbum do Baianeiros, “Som de Carnaval”, contém 12 faixas e foi produzido durante a pandemia, no isolamento social, dentro de casa, pela equipe Baianeiros, masterizada por Mayco Rocha (Baianeiros), com o apoio do Estúdio Chama para finalização.
O novo projeto foi gravado e captado nas lives do Baianeiros, uma mistura de ritmos, que vai desde a música popular brasileira, passando pelo Forró, Samba, Pagode, Pop Rock, Hip-Hop, Reggae, MPB, Axé, adaptados à identidade "Baianeria", que contagia o público.
Baianeiros trazem a pluralidade, energia do bem e muita alegria, afinal de contas: Misturando tudo vira carnaval. “Som de Carnaval”, é para se emocionar, para cantar, para dançar, e ter a alegria de viver!
“ Esse álbum demonstra um pouco da mistura que é a base do nosso som! ” Comenta Lelo Lobão.
A nova música de trabalho, “Baianeira”, inédita, é composta por Jorge Zarate, Tenison Del Rei, Gerson Guimarães e o toque Baianeiro de Lelo Lobão e Danniel Maestri.
A faixa “Baianeira”, tem elementos do funk, hip-hop, do rap, e uma letra que traz a força e o poder da mulher Baianeira, decidida e sabe bem o que quer.
“Som de Carnaval” estará disponível em todas as plataformas digitais, a partir dessa sexta-feira (4).
Sobre Baianeiros
Baianeiros, uma mistura de Minas com Bahia, foi criado no carnaval de BH em 2015 pelos amigos Lelo Lobão, (baiano e ex-baixista da banda Chiclete com Banana) e Danniel Maestri (mineiro e cantor), fundadores do bloco.
O bloco Baianeiros se tornou referência de folia, de energia, de carnaval, arrastando uma multidão de foliões em dois dias de desfile, pelas ruas do bairro Castelo, e da Savassi.
No carnaval de 2019, o Baianeiros gravou seu primeiro DVD, nas ruas de BH, em cima do trio elétrico. No repertório músicas inéditas de compositores como Alexandre Peixe, Mano Góes e Orlando Morais. E ainda terá releituras de músicas de cantores e bandas mineiras, como, Jota Quest, Skank, Clube da Esquina, Milton Nascimento, Flávio Venturini e Vander Lee. As faixas inéditas do DVD, intitulado de “Paz, Alegria e Carnaval”, com 8 músicas inéditas, várias releituras, estão disponíveis no canal do Youtube do Baianeiros.
Lelo Lobão
Ex-integrante do Chiclete com Banana, uma das principais bandas da Bahia e de todo o país, referência no carnaval de Salvador e do axé.
Lelo Lobão, ficou 17 anos com a banda de Bell Marques e deixou o Chiclete para fundar o Baianeiros, um dos principais blocos de carnaval de BH.
Danniel Maestri
Cantor desde os 14 anos, Danniel, Danniel Maestri fez parte de bandas de Salvador, onde morou por alguns anos. Em 2013, Danniel voltou a BH para se dedicar a sua carreira, e em 2015 fundou o Baianeiros.
Lives
Em um ano difícil para o mundo, em que encontros e abraços é algo inviável, Baianeiros levou a alegria e sua energia para milhares de pessoas através de seus shows por lives.
Baianeiros e Carnaval
Durante 5 anos o Baianeiros levou a alegria para as ruas de BH, o carnaval é sinônimo de diversão. A cada ano, um crescimento marcante de foliões que seguiam o bloco Baianeiros. O bloco volta em 2023. No Carnaval de 2022 o Baianeiros estará fazendo seu desfile indoor na Arena 7, no Castelo, no tradicional domingo e terça de carnaval, dias do bloco em BH, além do show no We Love Carnaval, pelo terceiro ano consecutivo, entre outros.
terça-feira, 2 de novembro de 2021
“Belle” ganha pôster e trailer oficiais
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| Animação chega aos cinemas em Janeiro Foto: Divulgação |
Na história, Suzu é uma adolescente pouco popular e comum entre seus amigos. Mas depois de entrar para o universo de “U”, um mundo virtual com bilhões de membros, ela se torna a famosa cantora Belle. E em suas aventuras neste universo paralelo, ela conhece uma criatura misteriosa que a faz viver aventuras inimagináveis em uma jornada de autodescobrimento.
Assista ao trailer recém lançado: https://youtu.be/UKM42nGCDZw
O trailer foi lançado ontem, 31 de outubro, com exclusividade na Geek City. O evento que aconteceu de forma virtual apresentou o material em um painel apresentado pelo Coxinha Nerd a convite da Paris Filmes.
Com 93% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, Belle, do diretor nomeado pela Academia® Mamoru Hosoda, foi aplaudido por 14 minutos no Festival de Cannes, e é uma das grandes apostas da Paris Filmes para o próximo ano.
Sinopse
Suzu é uma estudante de ensino médio de 17 anos que mora em uma aldeia rural com o pai. Por anos, ela foi apenas uma sombra de si mesma. Um dia, ela entra em “U”, um mundo virtual de 5 bilhões de membros na internet. Lá, ela não é mais Suzu, mas Belle, uma cantora mundialmente famosa. Ela logo se encontra com uma criatura misteriosa. Juntos, eles embarcam em uma jornada de aventuras, desafios e amor, em busca de tornarem-se quem realmente são.
Sobre a Paris Filmes
É uma empresa brasileira que atua no mercado de distribuição e produção de filmes, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe” e “DPA – O Filme”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Nada a Perder” e “Turma da Mônica – Laços”. Para os próximos lançamentos, a companhia aposta em um line-up diversificado, que inclui títulos como “Marighella”, “Turma da Mônica – Lições”, “A Sogra Perfeita”, “Detetives do Prédio Azul 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo”, as sequências de “John Wick” e “Jogos Vorazes”, entre outros.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
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segunda-feira, 1 de novembro de 2021
Geraldo Vianna entrevista Michael Sullivan em episódio do "Janela UBC"
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| Artista participa do bate-papo exclusivo - Foto: Divulgação |
Nesta quinta-feira (4), às 18h, Geraldo Vianna, músico e diretor da UBC, entrevistará o consagrado autor Michael Sullivan, na série Janela UBC. O cantor, compositor, músico e produtor é o mais novo associado da União Brasileira de Compositores. Sullivan já teve cerca de 1.500 canções gravadas no Brasil e mais de 350 no exterior. Com mais de quatro décadas de história, já teve composições gravadas por nomes como Tim Maia, Gal Gosta, Adriana Calcanhoto, Ney Matogrosso e Roberto Carlos. Se conectando com todos os públicos, já produziu obras de cantores como Ricky Martin, Alcione, Fagner e Fafá de Belém. O bate papo poderá ser acompanhado através do perfil de Instagram da organização.
Criada no início da quarentena em 2020 pela União Brasileira de Compositores, a Janela UBC conecta artistas e profissionais da indústria musical ao público em geral, através de debates e conversas on-line. A iniciativa integra o Fundo Juntos Pela Música, projeto em parceria Spotify, que arrecadou mais de R﹩1,7 milhão, unindo campanhas de crowdfunding e matchfunding, ao longo de 4 meses no ano passado. A cifra arrecadada socorreu mais de 1.070 famílias e profissionais da música que ficaram em situações financeiramente vulneráveis.
Desde a sua criação, a Janela UBC contabiliza mais de 120 horas de lives, com participações de nomes diversos da música brasileira que vão de Gilberto Gil a profissionais do backstage da indústria, como diretores e executivos de distribuidoras. A ação conecta fãs e pessoas interessadas pelos trâmites do mundo musical a articuladores locais, proporcionando diálogos aprofundados e educativos através das redes sociais.
Convidados: Geraldo Vianna e Michael Sullivan
Data: 04/11/2021
Horário: 18h
A transmissão gratuita acontecerá no perfil no Instagram da União Brasileira de Compositores
segunda-feira, 25 de outubro de 2021
Bairro Pilar recebe projeto de cinema gratuito na praça neste sábado
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| Crianças e adultos podem se divertir Foto: Airam Resende |
O bairro Pilar, na região Oeste da capital mineira, é o próximo local a receber o projeto Uma Noite de Cinema Na Sua Cidade. A iniciativa, realizada pelo Instituto João Ayres, vai exibir o filme Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas, que foi definido através de votação pela comunidade. A sessão gratuita vai acontecer no sábado (30), às 19h, exibida em uma grande tela que será montada na Praça Amadeo Lorenzato.
Após longos anos realizando os projetos Circuito Minas Musical, Mãos à Obra e o projeto Coral Luzia Boa Morte que lecionava o canto coral nas duas escolas públicas do bairro, o Instituto João Ayres está de volta à região, conforme destaca Airam Resende, produtor do projeto. “Por meio da Lei Rouanet, e com o intuito de apresentar a diversão e o lazer dos cinemas a locais que não dispõe dessa arte, o projeto Uma Noite de Cinema na Sua Cidade viabiliza uma megaestrutura que é montada em espaços públicos, com projetor de alta definição, telões, cadeiras e até pipoca, a fim de proporcionar a emoção de uma boa experiência ao público”, explica.
Contrapartida Social
O projeto terá, além da exibição do longa-metragem, uma palestra sobre a realização de filmes em comunidades periféricas que terá como base os trabalhos realizados dentro do projeto Cinema na Comunidade. “Numa palestra com duração de uma hora, falaremos sobre os desafios de uma produção cinematográfica com moradores de comunidades que não tiveram nenhuma experiência prévia de atuação em cinema e, ao final, exibiremos um dos curtas metragens, com duração de vinte minutos, já produzidos nos cinco anos de realização da iniciativa”, conta Airam.
De acordo com o produtor, o objetivo é socializar o cinema de uma forma ampla, aproximando os participantes de todas as etapas de uma produção cinematográfica e, dessa forma, contribuir para despertar nos participantes o interesse pelas variadas camadas da sétima arte. “Na palestra, abordaremos as etapas de produção dos curtas desde a oficina de interpretação, passando pela escrita do roteiro e abordando também os desafios da produção. Será um momento de reflexão sobre como oferecer mais oportunidades para a participação das pessoas em uma obra cinematográfica, sobretudo àqueles que vivem em áreas de vulnerabilidade social e em cidades do interior do país”, finaliza.
Sinopse do filme
Drácula e sua turma embarcam em um cruzeiro monstruosamente luxuoso. Mas as férias dos sonhos logo se transformam em um pesadelo quando Mavis percebe que Drac está se apaixonando por Ericka. Ela é a misteriosa capitã do navio, que guarda um perigoso segredo que pode destruir completamente a vida de todos os monstros.
Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas
Classificação livre - 98 minutos
Direção: Genndy Tartakovsky
Título original: Hotel Transylvania 3: Summer Vacation
Gênero: Animação, Comédia, Família, Fantasia
Ano:2018
País de origem: EUA
Sobre o Instituto João Ayres
É uma associação sem fins lucrativos fundada em 2006, na cidade de Belo Horizonte. O IJA busca em todos os seus projetos de difusão a formação de plateia, democratizando o acesso e promovendo a conscientização e valorização da produção artística de grupos e artistas locais.
O Instituto João Ayres atua em distintas frentes: assessoramento, elaboração, concepção, formatação, planejamento, captação de recursos, gestão, produção e prestação de contas de projetos culturais, sociais, esportivos, educacionais e turísticos.
Projeto Uma Noite de Cinema na Sua Cidade
Exibição do filme: Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas
Data: 30 de outubro, sábado
Horário: 19h
Local: Praça Amadeo Lorenzato – Bairro Pilar, Belo Horizonte, MG
Entrada: gratuita
Realização: Instituto João Ayres
Patrocínio: Banco BMG, por meio da Lei Rouanet
sábado, 23 de outubro de 2021
União Brasileira de Compositores realiza "Impulso 2.0" em parceria inédita com a Noodle
Projeto que impulsionou artistas como Romero Ferro, o grupo Mulamba e a banda Canto Cego chega a sua segunda edição levando capacitação, mentoria e networking a músicos
A cantora Paula Lima
participa do evento
Foto: Divulgação
Com início oficial no dia 25 de outubro, o projeto "Impulso 2.0" chega a 2021 com uma estrutura gamificada remodelada à iniciativa original. Nesta nova versão, além da parceria inédita com a fintech cultural Noodle, o projeto será dividido em três fases, possibilitando que mais artistas sejam impactados e tenham a chance de desenvolver melhor suas carreiras, através de uma experiência digital e moderna. Nascido do desejo da União Brasileira de Compositores (UBC) de levar capacitação, mentoria e networking a músicos, a iniciativa se posiciona no mercado como um acelerador de carreiras e do desenvolvimento cultural. Os artistas interessados podem obter mais informações no site oficial através do endereço https://impulso.ubc.org.br/ .
"Estamos motivados para o início do IMPULSO 2.0. A pandemia inviabilizou a continuidade imediata do projeto em 2020 mas encontramos na NOODLE a parceria ideal para anabolizar esta ideia de uma aceleradora digital de talentos e potencial carreiras futuras, sem fins proprietários, com a ambição de ser uma incubadora para tanta gente buscando soluções para seguir em frente. Uma equipe de mentores qualificados se junta a UBC neste propósito nobre e fundamental" - afirma Marcelo Castello Branco, Diretor-executivo da UBC.
A orientação do Impulso 2.0 fica a cargo de Iuri Freiberger, fundador e diretor da Gramo Design Estratégico - empresa de inteligência para mercados criativos, que conta com 25 anos de experiência nos setores cultural e musical. Iuri aplicará uma metodologia de imersão nas histórias artísticas pregressas dos selecionados. O Ecossistema Estratégico do Impulso (Mentoria, Capacitação e Networking) é a base geral dos temas que serão trabalhados durante a execução do projeto, sob a orientação dos mentores especialistas em cada setor. Iuri é, atuando como músico multi-instrumentista, produtor musical, pesquisador, professor universitário, gestor público, empreendedor criativo e articulador do setor cultural.
Mais do que planejar, é necessário executar. Por isso, o projeto reunirá diferentes profissionais a fim de gerar um aprendizado 360º sobre a gestão da carreira para o artista. Entre os nomes que irão o compor o time dos workshops coletivos e/ou mentorias individuais, estão Renata Mader (Altafonte Brasil), Pablo Bispo (selo Inbraza - Som Livre/ Brabo Music Team), Elisa Eisenlohr (Warner Chappell), Leo Feijó (Música & Negócios), Kamilla Fialho (K2L), Luisi Valadão (Lupa Comunicação), Marina Mattoso (Jangada), Constança Scofield (Toca do Bandido), Fabiane Costa (Produção Artística/Espaço Favela - Rock In Rio), Marisa Gandelman (Advogada especialista em Direitos Autorais e Ex-CEO da UBC), Pedro Seiler (Queremos!), Pedro Tourinho (MAP Brasil) Igor Bonatto e Fabiano Guimarães (Noodle), Romero Ferro (Cantor, Compositor e vencedor da 1a edição do Impulso) e Maurício Spinelli (Rabixco), Fernando Lobo (Head of Music na TV Globo) e Paula Lima (cantora e Diretora da UBC).
"Este projeto esteve muito dentro do pensamento de impulsionar, mas também de mergulhar na parte de criação artística e gestão de carreira, que é fundamental! Eu sentia muita falta de projetos que falassem também de gestão e conceito criativo, pois uma carreira é um processo 360, onde todos os lados são importantes e precisam ser desenvolvidos." - relata Romero Ferro.
Entre os diferenciais desta nova edição, o destaque vai para o ineditismo da parceria com a fintech cultural Noodle. A empresa traz como premissa a missão de conectar a indústria global da música através de uma rede dinâmica de recursos, informações, pessoas e ideias democratizar o acesso a recursos - permitindo, assim, que a indústria cresça de uma forma mais simples, diversificada, justa e acessível. Além dos vídeos sobre educação financeira que serão fornecidos aos participantes, no Impulso 2.0 a Noodle irá aplicar sua plataforma de inteligência para auxiliar na seleção para as fases finais, financiar participantes elegíveis e, por fim, os fundadores Igor Bonatto e Fabiano Costa serão mentores com foco em finanças.
"O único caminho para garantir que o crescimento observado no mercado da música seja bem distribuído é através da educação. Ao somarmos forças com a UBC, conseguimos dar escala na capacitação do mercado, formando uma geração mais preparada para as novas dinâmicas da indústria", afirma Igor Bonatto.
SOBRE AS 3 FASES
A 1ª fase (Seleção por Interesse), que terá duração de 2 meses, irá acolher até 10.000 associados da UBC inscritos para participar de um ambiente virtual onde terão acesso a conteúdos educativos sobre direitos autorais, indústria musical e finanças, além de quizzes para testar o conhecimento. Durante este período, os participantes serão pontuados, na medida em que forem consumindo essas mídias e respondendo aos quizzes. Ao final dessa fase inicial, a equipe da UBC fará uma seleção de 100 participantes, levando em conta a pontuação, o empenho e o potencial para desfrutar a próxima etapa.
Já na 2ª fase (Seleção por Qualificação), também com duração de 2 meses, os 100 artistas selecionados terão acesso a uma capacitação mais aprofundada e exclusiva, com workshops coletivos - gravados e ao vivo -, tendo como base 10 temáticas ligadas aos principais desafios levantados pelos vencedores da última edição do Projeto Impulso, como: Rede de Contatos/Parceria; Planejamento; Sentimentos; Participação Feminina; Discurso; Conceito/Qualidade; Marca; Produto; Valores/Recursos; e Regionalismo. Os participantes desta fase também terão acesso a um edital com informações para inscreverem seus projetos e concorrerem a uma vaga na 3ª fase.
A 3ª e última etapa (Seleção por Resultados) irá selecionar 5 dentre estes 100 artistas com base na performance e nos projetos apresentados. Durante 6 meses, esses vencedores irão receber mentorias individuais, com capacitação e soluções personalizadas. Além disso, também serão premiados com um conjunto de serviços e um songcamp exclusivo oferecidos por parceiros da UBC.
SOBRE A UBC
A União Brasileira de Compositores - UBC é uma associação sem fins lucrativos, dirigida por autores, que tem como objetivo principal a defesa e a promoção dos interesses dos titulares de direitos autorais de músicas e a distribuição dos rendimentos gerados pela utilização das mesmas, bem como o desenvolvimento cultural.
A UBC foi fundada em 1942 por autores e atua até hoje com dinamismo, excelência em tecnologia da informação e transparência, representando mais de 45 mil associados, entre autores, intérpretes, músicos, editoras e gravadoras.
segunda-feira, 4 de outubro de 2021
Somos Comunidade apresenta “Não há sol a sós”
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| Elza Soares é uma das atrações Foto: Reprodução |
“Não há sol a sós”, criação híbrida e coletiva que, entre relatos de vidas e montagens de dança e música, aborda a história do Morro das Pedras, é o produto da etapa final do Programa Somos Comunidade edição 2020/21, patrocinado pelo Instituto Unimed-BH e realizado em parceria pela Coreto Cultural.
O espetáculo-documentário traz o Morro das Pedras, redescobrindo sua vocação e identidade, com apresentações das diversas manifestações culturais da comunidade e da Escola de Artes Instituto Unimed-BH. Protagonizado por artistas, empreendedores e moradores do Morro, o filme conta com participações especiais de nomes do cenário cultural brasileiro de renome internacional, como Elza Soares, Carlinhos Brown, Fernanda Takai, Mônica Salmaso, Adriana Moreira e Mauricio Tizumba. O espetáculo-documentário “Não há sol a sós” traz cenas gravadas em estúdio e áreas externas do Morro das Pedras e no palco do Palácio das Artes e será lançado no dia 9 de outubro, sábado, às 20h, no canal do Youtube e site do Somos Comunidade.
“O Instituto Unimed-BH tem uma sólida relação de cuidado e responsabilidade com o Morro das Pedras, que teve início com a criação da Escola de Artes, há quase 15 anos. Com a entrega do Somos Comunidade, o Instituto Unimed-BH também reforça a importância do Programa Sociocultural Unimed-BH, que é um dos principais impulsionadores da cadeia cultural e da economia criativa na capital mineira e região metropolitana. Em 2020, mesmo durante a pandemia da COVID-19, o programa contou com mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH como incentivadores e destinou mais de R$ 15,8 milhões de recursos captados para projetos socioculturais”, afirma a diretora Institucional do Instituto Unimed-BH, Mercês Fróes.
A equipe de criação do Somos Comunidade, formada pela Coreto Cultural e o Instituto Unimed-BH, entrou no ano de 2021 com o grande desafio de construir, pela primeira vez, um espetáculo musical de muitos palcos, talentos, histórias, cenários e locações. Durante os meses de maio, junho e julho, o Morro das Pedras assistiu o movimento intenso da produção de “Não há sol à sós”. O título é um trecho da letra da música “Inclassificáveis”, de Arnaldo Antunes, que está no repertório do espetáculo.
“O Somos Comunidade é um projeto de grande afetividade para nós e esta edição trouxe grandes desafios e aprendizados. Escutar e envolver moradores, superar as dificuldades dos ensaios à distância, pensar soluções para o registro de um elenco imenso de forma segura, identificar histórias e locações representativas, tudo isso para traduzir de forma respeitosa e verdadeira a cultura de uma imensa comunidade. A cada obstáculo, trabalho, intensidade e a certeza de ser possível e necessário realizar esse sonho”, conta Lilian Nunes, diretora executiva da Coreto Cultural e que também assina a direção geral do espetáculo-documentário.
Dirigido pelo artista audiovisual, produtor e roteirista Chico de Paula em parceria com Lilian Nunes, o trabalho não abandonou o formato de festival, exibindo a criatividade e o talento local através de cada número criado, ampliando e reverberando a diversidade de vozes e talentos do Morro das Pedras. Transitando entre o empreendedorismo, o dia-a-dia de seus moradores e as artes cênicas, urbanas e visuais, o espetáculo-documentário amplia os sentidos e aproxima o público de uma das maiores comunidades da Grande Belo Horizonte.
“Esse trabalho se configura a partir das particularidades que os personagens que estão envolvidos demonstram. Acho que o maior desafio é preservar a identidade e característica de cada participante. Para mim, as âncoras são os artistas do Morro das Pedras. É a comunidade. Essa comunidade é que foi se impondo cada vez mais com a sua personalidade e suas características dentro de uma diversidade muito grande de abordagens, de olhares, de formas de falar, de se comportar, de pensar. O desafio maior é conseguir preservar e respeitar o que é uma fala e postura da comunidade. Não importa o formato, o excesso de tecnicismo no tratamento do conteúdo. Isso não é o que me interessa em nenhum momento. O que me interessa é a melhor forma de preservar e respeitar a característica e identidade de cada pessoa envolvida nesse trabalho. Porque é esse conjunto de identidades que vai nos dar um pouco da dimensão do que é a comunidade do Morro das Pedras”, explica o diretor Chico de Paula.
Repertório musical
Para criar o eixo narrativo, foram selecionadas canções da MPB com temas baseados nos valores, sonhos e expectativas indicados no levantamento do Mapa Afetivo, a primeira etapa da edição 2020/21 do Programa Somos Comunidade. A pesquisa selecionou canções consagradas de autores como Ary Barroso, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Beto Guedes, Gonzaguinha, Lenine, Arnaldo Antunes, além do compositor do Morro das Pedras U-Gueto. No total, 13 músicas compõem a grande crônica afetiva da realidade do Morro, comum às periferias das grandes cidades brasileiras.
As gravações das canções e trechos do documentário-festival reuniram diferentes gerações no Estúdio Gunga, instalado no Centro Cultural Flor do Cascalho, localizado no Morro das Pedras. Ali, 18 artistas solistas encararam as sessões de estúdio com muita dedicação e profissionalismo e mostraram porque o Morro das Pedras é considerado um celeiro de talentos. Dos mais velhos, os irmãos sambistas Domingos do Cavaco e Raquel Seneias aos jovens valores como Menino Jazz e Rick Silva, somou-se a revelação das meninas cantoras Bárbara, Yasmin, Sofia e Raynara, o talento dos músicos Hélio Andrade, Wagner Morrone, Evandro Mello, U-Gueto, Dodó Silva, Cinara Ribeiro, Mano Coti, Vinição e Ryan Bernardo, e os versos marcantes do poeta Júlio Alvair. Já 12 representantes do Congado da Irmandade Nossa Senhora do Rosário e São Benedito da Vila São Jorge, também no Morro das Pedras, percorreram as ruas do aglomerado num cortejo de fé e tradição que “pede licença” à comunidade e inicia o documentário.
Na interpretação do repertório selecionado, os solistas foram acompanhados por estrelas da música popular brasileira como Elza Soares, Fernanda Takai, Mônica Salmaso, Carlinhos Brown, Adriana Moreira e Maurício Tizumba – sendo os dois últimos artistas também participantes de outras edições do projeto, além de grupos parceiros e patrocinados pelo Instituto Unimed-BH.
O diretor musical Gilvan de Oliveira elaborou os novos arranjos de cada uma das canções que foram executadas pela banda formada pelo próprio Gilvan de Oliveira (violão e arranjos), Cléber Alves (sax), Christiano Caldas (Acordeon), Felipe Villas Boas (Guitarra), Gustavo Figueiredo (Teclados), Ivan Corrêa (Baixo), Lincoln Cheib (Bateria), Mauro Rodrigues (flautas, arranjos de orquestra e de sopros), Serginho Silva (percussão) e mixadas por Alessandro Tavares.
Para o espetáculo-documentário, percussões, vozes e instrumentos acústicos foram gravados pelos participantes do Batuques Salubre infantil e adulto, o Coral Unimed-BH e a Orquestra Sinfônica de Betim - regidos pelo maestro Márcio Pontes, integrantes do Bloco Saúde, grupo formado por médicos cooperados, colaboradores da Unimed-BH, e convidados, comandado por Maurício Tizumba. O resultado musical serviu de base para as gravações audiovisuais desses grupos realizadas no Morro das Pedras e no Palácio das Artes.
“O fio condutor, o que harmoniza, é a entrega e o afeto. É a certeza de que a arte salva, que arte é essencial, de que ela é tão essencial quanto o ar, a água, quanto o alimento, quanto o afeto. Ela faz parte desse belo pacote que todo ser humano precisa. Somos todos inclassificáveis, somos gente para brilhar e no sol não há sol a sós. Temos que estar juntos para cuidarmos uns dos outros. Nada fazemos sozinhos. A entrega das pessoas neste projeto, de todas as partes do projeto, foi muito grande. E rompeu uma grande dificuldade que é trabalhar à distância para montar um documentário musical e de experiências artística, cultural e social. O Somos Comunidade é uma das coisas mais fortes, mais belas que esse país pode ver dentro de exemplos e de força do ser humano e da nossa gente dentro dessa pandemia”, conta o diretor musical, Gilvan de Oliveira.
Figurino e cenário
Dentro e fora de cena, a entrega artística dos moradores foi intensa. As alunas mais novas da Escola de Artes fizeram desenhos de suas rotinas de aulas que foram utilizados em seus próprios figurinos. Da página #favelaumafotopordia, de Horacius de Jesus, saíram imagens projetadas nos cenários e estampadas em figurinos de grupos de balé clássico. O fotógrafo Edi Silva também cedeu imagens para os cenários e junto a Raisson Lucas e Mari Flor Canuto, oficineiros do Somos Comunidade, somaram o resultado de seus trabalhos em instalações de fotos e grafite produzidas por professores e alunos nos muros da Graminha, cenário do clipe de uma das canções. Mari Flor grafitou também os figurinos das danças urbanas e produziu ilustrações que marcam lembranças preciosas da comunidade durante o documentário. Camisas doadas por médicos cooperados da Unimed-BH foram customizadas para vestir os bailarinos de um dos grupos convidados.
Comunidade participativa
A participação de dezenas de organizações, lideranças, empreendedores, artistas e moradores do Morro das Pedras na construção do Somos Comunidade foi ativa e constante. Muitas vocações e expectativas contempladas durante as etapas do projeto foram identificadas no HackaCom, encontro que discutiu propostas de alavancagem e desenvolvimento de negócios, além de apontar as demandas por formação profissional percebidas pela comunidade.
Este potencial foi amplamente aproveitado também na produção do espetáculo-documentário “Não há sol a sós”. Mais de 30 pessoas do Morro das Pedras foram contratadas no apoio direto às demandas de produção, gravação, logística, transporte, segurança, limpeza, alimentação e preparação dos locais de gravação. Estes moradores também indicaram os becos, vielas, lajes, locais de gravação e, principalmente, personagens marcantes da comunidade para o adequado registro de imagens e depoimentos conforme as previsões de roteiro.
Coreografia
Graças às atividades on-line, uma parte significativa das crianças e jovens vinculados à Escola de Artes Instituto Unimed BH puderam se preparar, em casa, para participar do documentário-festival. Assim, três turmas da Escola de Artes – Pré Clássicos 3 e 4 e Clássico 4, num total de 48 crianças e jovens, dançaram no palco do Palácio das Artes e as cenas integram o espetáculo-documentário “Não há sol a sós”. Em pequenos grupos de 3 ou 4 bailarinos de cada vez, observando todos os procedimentos preventivos ao coronavírus, os participantes fizeram, diante das câmeras, as coreografias com os novos arranjos e interpretações das canções “Trem Bala”, de Ana Vilela, “Amor de Índio”, de Beto Guedes e Ronaldo Bastos e “Ânima”, de Milton Nascimento.
Já os alunos entre 6 e 8 anos das turmas Pré-Clássicos 1A e 1B da escola dançaram em locações ao ar livre, como o Mirante do Terrão, no Morro das Pedras, a canção “Redescobrir”, de Gonzaguinha. Em ruas e quadras das vilas, a turma de danças urbanas infantil apresentou “Girassol”, da banda Cidade Negra, e danças urbanas adulto, dançou “Inclassificáveis”, de Arnaldo Antunes.
Os números de dança também contaram com a participação dos bailarinos convidados dos grupos Mira, na canção “É o que me interessa”, de Lenine e da Companhia Masculina do Núcleo Artístico Camaleão, dançando “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso, nas lages das casas da comunidade.
“Essa direção foi muito desafiadora. A Escola de Artes estava realizando suas atividades remotamente desde o ano passado, e assim, o trabalho de aprimoramento técnico e artístico com os alunos ficou muito limitado. Além disso, as gravações das coreografias poderiam ser no máximo de quatro em quatro alunos, além dos protocolos de distanciamento. Assim, a todo momento, tive que ajudar os professores à repensar as propostas originais de cada coreografia, e a reestruturar toda a concepção espacial, as movimentações, a interação entre os alunos, os deslocamentos entre eles para essa nova realidade. Apesar de tudo foi um processo muito prazeroso, e de grande aprendizado. Especialmente nas locações externas, ao ter que adaptar as coreografias de cada turma, subdividida em seus vários grupos, para os espaços urbanos, com o cuidado e respeito à ideia de cada professor em suas criações coreográficas.
E isso se estendeu também para os demais grupos, como o Bloco Saúde, o Arautos do Gueto, que durante esses anos tive o prazer de dirigi-los no palco, com todos os recursos técnicos que uma “caixa preta” nos permite. Essa experiência foi incrível e fiquei bem feliz com a atuação de cada artista e pela confiança de todos os envolvidos. Com o apoio de uma equipe maravilhosa, apesar das dificuldades do momento, foi possível realizar uma direção cuidadosa, com o olhar atento para potencializar a discussão de cada cena, diante das especificidades de cada contexto. Importante ressaltar que tudo isso foi algo que ainda não tínhamos experimentado em nossos Festivais”, conta a diretora de coreografia, Inês Amaral.
MÚSICAS POR ORDEM DE APARIÇÃO
Terra (Caetano Veloso) - Maurício Tizumba e Bloco Saúde
Girassol (Da Ghama, Toni Garrido, Lazão, Bino Farias, Pedro Luis) - Adriana Moreira, Hélio Andrade e Danças Urbanas Infantil
Tá escrito (Xande de Pilares, Gilson Benini e Carlinhos Madureira) - Domingos do cavaco, Raquel Seneias e Batuque Salubre Kids
É o que me interessa (Lenine) - Wagner Morrone e Grupo Mira
Um Índio (Caetano Veloso) - Coral Unimed-BH e Bárbara Morrone
Aquarela do Brasil (Ary Barroso) - Elza Soares, Mano Coti, Vinição e Cia Masculina Núcleo Artístico
Redescobrir (Gonzaguinha) - Cinara Ribeiro, Pré-Clássicos 1A e 1B
Trem Bala (Ana Vilela) - Ryan Bernardo, crianças Bárbara Morrone, Raynara Melissa da Silva, Sophia Alves Lopes e Yasmin Nicole Ferreira, e Balé Pré-Clássico 3
Na Batucada (U-Gueto) - Carlinhos Brown, U-Gueto e Batuque Salubre
Amor de Índio (Beto Guedes e Ronaldo Bastos) - Fernanda Takai, Rick Silva e Balé Pré Clássico 4
Anima (Milton Nascimento e Zé Renato) - Mônica Salmaso, Evandro Melo, Orquestra Sinfônica de Betim e Balé Clássico 4
Inclassificáveis (Arnaldo Antunes) - Jazz Orimauá, Danças Urbanas Adulto e vocal com todos os cantores solistas do MDP
Gente (Caetano Veloso) – Rick Silva, Mônica Horta, Chico de Paula e Lílian Nunes
O documentário espetáculo foi produzido respeitando todos os protocolos e medidas de combate ao COVID-19 e contou com parceria operacional do Laboratório Hermes Pardini.
Somos Comunidade - Lançamento do espetáculo-documentário “Não há sol a sós”
Dia 09 de outubro - sábado - às 20h
Exibição: Youtube Somos Comunidade - https://bit.ly/3hHGpU2Site: www.somoscomunidade.com.br
HISTÓRICO SOMOS COMUNIDADE
O Somos Comunidade é a evolução do Festival Cultural Instituto Unimed-BH, realizado desde 2012, e que levou centenas de crianças e jovens do Morro das Pedras e grupos e artistas convidados para a apresentação de um espetáculo anual nos melhores palcos e teatros da cidade. Sua trajetória está intimamente ligada à identidade do Morro das Pedras, nascida a partir da Escola de Artes Instituto Unimed-BH, projeto realizado pelo Instituto, desde 2007, que conta com a parceria da Escola Municipal Hugo Werneck e a coordenação do Núcleo Artístico de Dança/Camaleão Cia de Dança e o Grupo Cultural Arautos do Gueto.
Mais do que promover o bem-estar e formação para seus alunos, a Escola de Artes Instituto Unimed-BH busca proporcionar uma vivência de valorização, estimular a melhoria da autoestima e o empoderamento das crianças e jovens beneficiados. O Festival conta ainda em seu elenco com outros grupos de projetos realizados ou patrocinados pelo Instituto Unimed-BH, como Coral Unimed-BH, Bloco Saúde, Orquestra Sinfônica de Betim, Sociedade do Riso e Dança a Dois.
Em 2014, o Festival Cultural Instituto Unimed-BH ganhou o reforço da Coreto Cultural, produtora que também abraça as iniciativas e os talentos do Morro das Pedras para além de suas fronteiras geográficas e sociais. Ano a ano, o Festival fortaleceu sua natureza de potência coletiva e, em 2017, ganhou as ruas para mostrar o talento e a identidade das sete vilas do Morro, realizando sua primeira apresentação em praça pública, na Praça da Estação. A partir de 2018, já como Festival Somos Comunidade, realizou apresentações na Praça Duque de Caxias, em Santa Teresa, e, em 2019, no Parque Lagoa do Nado, região norte de Belo Horizonte. Buscando uma relação cada vez mais próxima com a comunidade Morro das Pedras, o projeto foi transformado e chega, em 2020/2021, num formato contemporâneo e com maior impacto, sendo um programa de cultura e educação. Desde setembro de 2020, o Programa Somos Comunidade vem sendo desenvolvido em cinco etapas: Mapa Afetivo, HackaCom, Formação, Morro Talks e Espetáculo Documentário.
Instituto Unimed-BH
Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, desde 2003, desenvolve projetos socioculturais e ambientais.



