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sábado, 8 de abril de 2023

Renato Massari traz de volta o romance "Similitudes"

Foto: Divulgação
Nessa obra, da Astrolábio Edições, o autor mistura a ficção histórica e os dramas cotidianos, com um toque de realismo mágico, tratando sobre a individualidade do eu. 

O escritor Renato Massari traz de volta o livro "Similitudes", romance em que a personagem principal, Francine de Castro, lê as memórias de Francine Descartes (filha de René Descartes) e, com o decorrer da  leitura, percebe uma série de coincidências entre suas trajetórias de vida.  Nessa obra, da Astrolábio Edições, o autor mistura a ficção histórica e os dramas cotidianos, com um toque de realismo mágico, tratando sobre a individualidade do eu. 

Similitudes é um livro curto, mas que preenche a imaginação em suas 212 páginas, pela narrativa que vai e volta no tempo. Além disso, para quem gosta de marcar passagens para serem relidas, há trechos maravilhosos e frases que conversam diretamente com o leitor.

Sinopse

Similitudes narra as histórias de duas mulheres: Francine de Castro e Francine Descartes. A primeira é brasileira e professora de filosofia; a segunda, nascida na Holanda, é uma personagem criada a partir da filha de René Descartes. Diante do esquife da mãe, falecida em 2018, a professora de filosofia Francine de Castro rememora principalmente o que se passou nos dias 12, 13, 23 e 25 de abril de 2014. Tinha então 36 anos e, naqueles dias, além de mergulhar profundamente em recordações e reflexões, fez também uma fascinante descoberta ao ler “A Outra História de Francine Descartes”. Tal leitura contribuiu para as importantes decisões que precisava tomar: romper com o namorado (que não queria ser pai) e ter um filho mediante inseminação artificial. O livro que leu é ambientado no século XVII e narrado pela própria Francine Descartes. É uma obra de ficção na qual a morte da narradora, aos cinco anos de idade, foi um equívoco histórico. Com quase 61 anos, Francine Descartes escreve um livro de memórias, discorrendo sobre acontecimentos marcantes em sua vida. Já a narrativa sobre Francine de Castro é feita por sua filha, mas esta só se revela como narradora no epílogo. À medida em que as duas narrativas (desenvolvidas em capítulos separados) fluem, emergem similitudes entre as histórias de vida de Francine de Castro e de Francine Descartes. A leitura do livro de ficção leva Francine de Castro a achar que, de algum modo inexplicável, a autora se apropriou de certos acontecimentos marcantes em sua vida e os colocou na história narrada por sua personagem, Francine Descartes. No epílogo, a filha de Francine de Castro fala um pouco sobre o mundo de 2048 e assume a autoria de “Similitudes”, obra que escreveu a partir de notas pessoais da mãe, dos relatos que ouviu dela e também da leitura de “A Outra História de Francine Descartes”. Finaliza o escrito com uma breve reflexão sobre a individualidade do eu.

Sobre Renato Massari

Doutor em Educação e professor aposentado da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem vários trabalhos publicados na área acadêmica e, como autor de ficção, escreve desde os 15 anos. Antes de Similitudes (2022), publicou dois livros de poesia (Sentimentos, Sabores, Semblantes; Vida, um Glossário Poético) pela editora Baraúna (SP) e um de contos (Montagens Cariocas) pela editora Autografia (RJ). Em 2021, teve o romance Barca das Lembranças publicado sem custos pela editora Planeta Azul (RJ), já que foi o primeiro colocado no processo seletivo. Na poesia, seus temas preferenciais são os dramas afetivos e as questões sociais. Nos contos e nos romances esses temas são permeados por alusões históricas e filosóficas e por alguns elementos de realismo mágico.

Principais distinções literárias

- “Barca das Lembranças” – Romance premiado em primeiro lugar no prêmio Planeta Litterae – Melhor escritor do Rio de Janeiro, promovido pela editora Planeta Azul (2020).

- “Tio Creso” – Conto destacado com Menção Honrosa no Concurso de Contos da Academia de Letras e Música do Brasil (2020).

- “Minha Fronteira” – Peça curta classificada em primeiro lugar (categoria sênior) no Prêmio Filo-Lisboa 2020, promovido pelo Centro de I&D sobre Direito e Sociedade (CEDIS) e outras instituições parceiras.

- “Duas Mães” – Conto classificado em 4º. Lugar no VIII Concurso Literário Cidade do Penedo de Poesia e Conto (2022)

- “Filmagens”  –  Conto classificado em primeiro lugar no Prêmio VIP de Literatura Antologia de contos A.R. Publishers (2022).

- “É Coisa de Novinha, Sim”. Crônica classificada em segundo lugar na 21ª edição da Feira do Livro de Ribeirão Preto (2022)

- “O Olhar de Marcela” – Conto selecionado entre os nove textos (poesia e prosa) finalistas do Prêmio Arte e Literatura 2022 USP60+

Instagram: @renatomassari.oliveira

Autor: Renato Massari

Editora: Astrolábio Edições

ISBN: 9117898931  7392041

Romance

E-mail para compra:  massarirpc@gmail.com

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

Bloco de Renato Russo no Carnaval de Recife tem lançamento oficial

Foto: Arquivo pessoal
Com entrada gratuita, o evento será realizado no Cavallotti Cervejaria Pub em Olinda (PE)

Finalmente acabou a espera e um dos maiores artistas e ídolos da música brasileira será homenageado no Carnaval de Recife (PE). Neste ano, Renato Russo terá seu próprio boneco gigante e o bloco “Vamos Fazer Um Filme", que foi idealizado pelo Fã Clube Legionários Recife, maior e mais ativo fã clube da região.

Com entrada gratuita, o lançamento oficial do bloco será neste sábado (4), a partir das 19h no Cavallotti Cervejaria Pub, que fica localizado na rua São Bento, 239, Sítio Histórico da cidade de Olinda - PE. 

Já o desfile dos Bonecos Gigantes de Olinda, evento tradicional da cidade, que contará, pela primeira vez, com um boneco do cantor será na terça-feira de Carnaval (21), a partir das 09h na Igreja do Guadalupe. 

Fundado em 1988, o Fã Clube Legionários Recife é o maior e mais antigo fã clube do norte e nordeste dedicado à Legião Urbana em atividade no país e faz tudo de forma totalmente independente.

Vale ressaltar que o ícone Renato Russo, nome artístico de Renato Manfredini Júnior, era cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista. Durante 14 anos, foi o vocalista e líder da banda Legião Urbana, acumulando milhares de sucessos, prêmios e fãs pelo mundo inteiro. Renato Russo faleceu no dia 11 de outubro de 1996, com apenas 36 anos, deixando uma legião de admiradores de seu incrível talento e trabalho.

Para mais informações, acompanhe o fã-clube ‘Legionários Recife’ no Instagram:

@blocovamosfazerumfilme 

@fclegionariosrecife

quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

Réveillon agita a Praça da Liberdade

DJ Corisco Dub é um dos
artistas convidados
Foto: Divulgação
Por: Ricardo Bello

A Praça da Liberdade, um dos pontos turísticos mais tradicionais de Belo Horizonte, que já foi cenário de filmes, peças teatrais e shows, esse ano, pela primeira vez, recebe a festa de Réveillon. A chegada de 2023 será repleta de atrações musicais com grupos, exibições de vídeo e DJs, dentre eles o mineiro Corisco Dub. O jovem talento já se apresentou na Europa e promete muita animação com sua performance no Lounge Brasilidades.

A contagem regressiva para o ano novo será feita pelo ator Marcos Frota. Vale a pena prestigiar o evento, que começa a partir das 20h. Confira a programação:

Palácio da Liberdade

20h - VJ Guilherme Pedreiro

22h - VJ Henrique 

23h50 - Vídeo retrospectiva Secult 

23h55 - Marcos Frota apresenta Reveillon

23h59 - Mapping Contagem Regressiva para 2023

Iepha 

20h - Lounge Soul Music, com Quarteirão do Soul e DJ Joseph

Memorial Minas Gerais Vale 

20h - Lounge Brasilidades com DJ Palomita

22h30 - Lounge Brasilidades com DJ Corisco 

Palco Liberdade

20h - Festa da Boa Moça 

21h - Corte Devassa 

22h - Duelo de MCs

23h - Lá da Favelinha 

Praça da Liberdade 

20h - Intervenções artísticas com calcinha de Palhaça, Circo da Meia Noite, Arautos do Gueto e Palhaço Robleño.

0h10 Encerramento

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide! 

sexta-feira, 1 de julho de 2022

Leo Jaime faz única apresentaçāo em BH

Foto: Divulgação
Não basta ser um dos melhores compositores do rock e do pop brasileiro de todos os tempos, com uma reluzente penca de clássicos e hits inoxidáveis.

Leo Jaime é também um showman como poucos, pouquíssimos no país. Carisma, presença, senso de humor, interações com a plateia cheias de ótimas tiradas… E, claro, canta, afinadíssimo, toca guitarra e dança. Dança pra caramba – não por acaso venceu o quadro “Dança dos Famosos”, do programa “Domingão do Faustão”, em dezembro de 2018, ao lado da bailarina e professora Larissa Parison, empolgando e emocionando públicos de todas as idades.

Esse talento, antes pouco conhecido – ainda que exibido em moldura luxuosa em musicais como “Vitor ou Vitória”, ao lado de Marília Pera e Drica Moraes -, não tinha como não entrar na receita do show. Na receita e na essência.

“Dance Comigo”, show que será apresentado no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes na sexta-feira (8), tem um nome que entrega e convida: é para ser assistido e dançado.

Larissa Parison faz algumas entradas, brilha solo e com seu partner Leo, e em dado momento atua como “regente’ da banda. Vale por um “quem sabe faz ao vivo” para todos os que acompanharam pela TV, e torceram por eles dois durante quatro meses no “Domingão”. Para quem não viu, é a hora de constatar que, sim, é tudo isso, o cara é bom mesmo.

O repertório é rock’n’roll em mais de um sentido. Porque rock’n’roll, desde seus primórdios, é uma dança, com passos que evoluíram e geraram um estilo chamado acrobatic rock’n’roll. E porque rock’n’roll também pode ser uma mistura salutarmente inclusiva, onde cabem outros gêneros, ritmos e misturas.

Da introdução, com “Misrlou”, clássico da surf music na versão de Dick Dale (recuperada pela trilha do filme “Pulp Fiction”) emendada em “Eu Vou Comer a Madonna”, até o final (sem spoilers, OK?), o viés dançante domina o set.

Os sucessos estão todos no roteiro, a começar por um raro, que Leo não se lembra de ter cantado em shows próprios, o impagável e histórico “Rock da Cachorra”. Tem também “Johnny Love”, composição de Alec e Yan, do Metrô, com o saudoso Joe Euthanazia (1955-1989), feita para a trilha de “Rock Estrela” em homenagem ao ídolo roqueiro francês Johnny Hallyday (1943-2017), em arranjo novo, surpreendente.

Com a experiência de quem canta profissionalmente há quase quatro décadas, Leo enfileira hits como “As Sete Vampiras”, “A Fórmula do Amor”, “Conquistador Barato”, “Mensagem de Amor”, “Gatinha Manhosa”, “A Vida Não Presta”, a genial “O Pobre” (parceria com Herbert Vianna)… E mais algumas que, lá em casa, pelo menos, sempre foram clássicas, como “É, eu sei” e “Sônia” (“Sunny”), lá do primeiro disco, ou ainda “Hot Dog” (“Hound Dog”), que Angela Ro Ro lançou em 1984 e cantou nos shows por décadas, e que Leo gravou com Cazuza.

“Exagerado”, escrita pelo parceiro e parça Leoni (com que Leo tem se apresentando em dupla, Leoni & Leonardo), junto com Ezequiel Neves e Cazuza também não poderia faltar. O velho amigo que Leo indicou para o Barão Vermelho, lá nos primórdios, também é homenageado com uma versão de “Preciso Dizer Que Te Amo”, linda parceria dele, Cazuza, com Bebel Gilberto e Dé.

O clima dançante comporta medleys, mashups, colagens e citações, em combinações inusitadas: é um trecho do classic rock “Sunshine of Your Love” (Cream) en “Ilegal, Imoral ou Engorda”, um pedaço de “Back on the chain gang” (Pretenders) em “Nada Mudou”, “Come As You Are” (Nirvana) colado em “Rock Estrela”.

As covers escolhidas revivem o melhor dos anos 80 (sem nostalgia de timbres), a partir do hino “Geração Coca-Cola” (Legião Urbana) e das irretocáveis “Should I Stay or Should I Go?” (do Clash) e “Boys don’t Cry” (Cure).

A embocadura da banda é roqueira, mas não se prende a preconceitos. A guitarra é de Caio Barreto, os teclados são de João Pompeo, bateria e programações ficam a cargo de Alex Fonseca, e o baixo é de Jorge Aílton, garantia de suingue.

Por essas e outras é que Leo recupera neste show uma pérola que tocava lá no comecinho da carreira como cantor, em 1981, na banda Nota Vermelha (que tinha Fábio Fonseca e os backing vocals de  Fernanda Abreu, posteriormente convidada para dar identidade importante à Blitz): “Miss You”, dos Rolling Stones, na época ainda vista por roqueiros e críticos como um desvio “discothèque” da turma de Mick Jagger.

Capaz de se reinventar inúmeras vezes ao longo da carreira (como ator, apresentador, ator, hitmaker, escritor, pai palestrante), ele lembra que conheceu Fernanda Abreu e a trouxe para a música a partir do contato como colega das aulas de balé que fazia na Academia Tatiana Leskova, em Copacabana. A verdade é que Leo Jaime sempre soube dançar para não dançar. Bora aprender – e se divertir – com ele.

Informações

Local

Grande Teatro Cemig Palácio das Artes| Av. Afonso Pena, 1537. Centro. Belo Horizonte

Horário

21h

Duração

1h45

Classificação

Livre

INGRESSOS

Platéia 1

Inteira R$ 280,00

Meia R$ 140,00

Família & Amigos R$ 160,00

Platéia 2

Inteira R$ 240,00

Meia R$ 120,00

Família & Amigos R$ 140,00

Superior

Inteira R$ 200,00

Meia R$ 100,00

Família & Amigos R$ 120,00

Ingressos à venda no site Eventim.com.br ou na bilheteria do teatro

Informações para o público

(31) 3236-7400

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Somos Comunidade apresenta “Não há sol a sós”

Elza Soares é uma das atrações
Foto: Reprodução
Espetáculo-documentário coloca no palco a história do Morro das Pedras contada pelos seus moradores e por grandes nomes da música nacional, como Elza Soares, Carlinhos Brown, Fernanda Takai, Mônica Salmaso, Adriana Moreira e Mauricio Tizumba. Estreia acontece no dia 9 de outubro

“Não há sol a sós”, criação híbrida e coletiva que, entre relatos de vidas e montagens de dança e música, aborda a história do Morro das Pedras, é o produto da etapa final do Programa Somos Comunidade edição 2020/21, patrocinado pelo Instituto Unimed-BH e realizado em parceria pela Coreto Cultural. 

O espetáculo-documentário traz o Morro das Pedras, redescobrindo sua vocação e identidade, com apresentações das diversas manifestações culturais da comunidade e da Escola de Artes Instituto Unimed-BH. Protagonizado por artistas, empreendedores e moradores do Morro, o filme conta com participações especiais de nomes do cenário cultural brasileiro de renome internacional, como Elza Soares, Carlinhos Brown, Fernanda Takai, Mônica Salmaso, Adriana Moreira e Mauricio Tizumba. O espetáculo-documentário “Não há sol a sós” traz cenas gravadas em estúdio e áreas externas do Morro das Pedras e no palco do Palácio das Artes e será lançado no dia 9 de outubro, sábado, às 20h, no canal do Youtube e site do Somos Comunidade.

“O Instituto Unimed-BH tem uma sólida relação de cuidado e responsabilidade com o Morro das Pedras, que teve início com a criação da Escola de Artes, há quase 15 anos. Com a entrega do Somos Comunidade, o Instituto Unimed-BH também reforça a importância do Programa Sociocultural Unimed-BH, que é um dos principais impulsionadores da cadeia cultural e da economia criativa na capital mineira e região metropolitana. Em 2020, mesmo durante a pandemia da COVID-19, o programa contou com mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH como incentivadores e destinou mais de R$ 15,8 milhões de recursos captados para projetos socioculturais”, afirma a diretora Institucional do Instituto Unimed-BH, Mercês Fróes.

A equipe de criação do Somos Comunidade, formada pela Coreto Cultural e o Instituto Unimed-BH, entrou no ano de 2021 com o grande desafio de construir, pela primeira vez, um espetáculo musical de muitos palcos, talentos, histórias, cenários e locações. Durante os meses de maio, junho e julho, o Morro das Pedras assistiu o movimento intenso da produção de “Não há sol à sós”. O título é um trecho da letra da música “Inclassificáveis”, de Arnaldo Antunes, que está no repertório do espetáculo. 

“O Somos Comunidade é um projeto de grande afetividade para nós e esta edição trouxe grandes desafios e aprendizados. Escutar e envolver moradores, superar as dificuldades dos ensaios à distância, pensar soluções para o registro de um elenco imenso de forma segura, identificar histórias e locações representativas, tudo isso para traduzir de forma respeitosa e verdadeira a cultura de uma imensa comunidade. A cada obstáculo, trabalho, intensidade e a certeza de ser possível e necessário realizar esse sonho”, conta Lilian Nunes, diretora executiva da Coreto Cultural e que também assina a direção geral do espetáculo-documentário.

Dirigido pelo artista audiovisual, produtor e roteirista Chico de Paula em parceria com Lilian Nunes, o trabalho não abandonou o formato de festival, exibindo a criatividade e o talento local através de cada número criado, ampliando e reverberando a diversidade de vozes e talentos do Morro das Pedras. Transitando entre o empreendedorismo, o dia-a-dia de seus moradores e as artes cênicas, urbanas e visuais, o espetáculo-documentário amplia os sentidos e aproxima o público de uma das maiores comunidades da Grande Belo Horizonte. 

“Esse trabalho se configura a partir das particularidades que os personagens que estão envolvidos demonstram. Acho que o maior desafio é preservar a identidade e característica de cada participante. Para mim, as âncoras são os artistas do Morro das Pedras. É a comunidade. Essa comunidade é que foi se impondo cada vez mais com a sua personalidade e suas características dentro de uma diversidade muito grande de abordagens, de olhares, de formas de falar, de se comportar, de pensar. O desafio maior é conseguir preservar e respeitar o que é uma fala e postura da comunidade. Não importa o formato, o excesso de tecnicismo no tratamento do conteúdo. Isso não é o que me interessa em nenhum momento. O que me interessa é a melhor forma de preservar e respeitar a característica e identidade de cada pessoa envolvida nesse trabalho. Porque é esse conjunto de identidades que vai nos dar um pouco da dimensão do que é a comunidade do Morro das Pedras”, explica o diretor Chico de Paula.

Repertório musical 

Para criar o eixo narrativo, foram selecionadas canções da MPB com temas baseados nos valores, sonhos e expectativas indicados no levantamento do Mapa Afetivo, a primeira etapa da edição 2020/21 do Programa Somos Comunidade. A pesquisa selecionou canções consagradas de autores como Ary Barroso, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Beto Guedes, Gonzaguinha, Lenine, Arnaldo Antunes, além do compositor do Morro das Pedras U-Gueto. No total, 13 músicas compõem a grande crônica afetiva da realidade do Morro, comum às periferias das grandes cidades brasileiras.     

As gravações das canções e trechos do documentário-festival reuniram diferentes gerações no Estúdio Gunga, instalado no Centro Cultural Flor do Cascalho, localizado no Morro das Pedras. Ali, 18 artistas solistas encararam as sessões de estúdio com muita dedicação e profissionalismo e mostraram porque o Morro das Pedras é considerado um celeiro de talentos. Dos mais velhos, os irmãos sambistas Domingos do Cavaco e Raquel Seneias aos jovens valores como Menino Jazz e Rick Silva, somou-se a revelação das meninas cantoras Bárbara, Yasmin, Sofia e Raynara, o talento dos músicos Hélio Andrade, Wagner Morrone, Evandro Mello, U-Gueto, Dodó Silva, Cinara Ribeiro, Mano Coti, Vinição e Ryan Bernardo, e os versos marcantes do poeta Júlio Alvair. Já 12 representantes do Congado da Irmandade Nossa Senhora do Rosário e São Benedito da Vila São Jorge, também no Morro das Pedras, percorreram as ruas do aglomerado num cortejo de fé e tradição que “pede licença” à comunidade e inicia o documentário.

Na interpretação do repertório selecionado, os solistas foram acompanhados por estrelas da música popular brasileira como Elza Soares, Fernanda Takai, Mônica Salmaso, Carlinhos Brown, Adriana Moreira e Maurício Tizumba – sendo os dois últimos artistas também participantes de outras edições do projeto, além de grupos parceiros e patrocinados pelo Instituto Unimed-BH. 

O diretor musical Gilvan de Oliveira elaborou os novos arranjos de cada uma das canções que foram executadas pela banda formada pelo próprio Gilvan de Oliveira (violão e arranjos), Cléber Alves (sax), Christiano Caldas (Acordeon), Felipe Villas Boas (Guitarra), Gustavo Figueiredo (Teclados), Ivan Corrêa (Baixo), Lincoln Cheib (Bateria), Mauro Rodrigues (flautas, arranjos de orquestra e de sopros), Serginho Silva (percussão) e mixadas por Alessandro Tavares.

Para o espetáculo-documentário, percussões, vozes e instrumentos acústicos foram gravados pelos participantes do Batuques Salubre infantil e adulto, o Coral Unimed-BH e a Orquestra Sinfônica de Betim - regidos pelo maestro Márcio Pontes, integrantes do Bloco Saúde, grupo formado por médicos cooperados, colaboradores da Unimed-BH, e convidados, comandado por Maurício Tizumba. O resultado musical serviu de base para as gravações audiovisuais desses grupos realizadas no Morro das Pedras e no Palácio das Artes. 

“O fio condutor, o que harmoniza, é a entrega e o afeto.  É a certeza de que a arte salva, que arte é essencial, de que ela é tão essencial quanto o ar, a água, quanto o alimento, quanto o afeto. Ela faz parte desse belo pacote que todo ser humano precisa. Somos todos inclassificáveis, somos gente para brilhar e no sol não há sol a sós. Temos que estar juntos para cuidarmos uns dos outros. Nada fazemos sozinhos. A entrega das pessoas neste projeto, de todas as partes do projeto, foi muito grande. E rompeu uma grande dificuldade que é trabalhar à distância para montar um documentário musical e de experiências artística, cultural e social. O Somos Comunidade é uma das coisas mais fortes, mais belas que esse país pode ver dentro de exemplos e de força do ser humano e da nossa gente dentro dessa pandemia”, conta o diretor musical, Gilvan de Oliveira.

Figurino e cenário

Dentro e fora de cena, a entrega artística dos moradores foi intensa. As alunas mais novas da Escola de Artes fizeram desenhos de suas rotinas de aulas que foram utilizados em seus próprios figurinos. Da página #favelaumafotopordia, de Horacius de Jesus, saíram imagens projetadas nos cenários e estampadas em figurinos de grupos de balé clássico. O fotógrafo Edi Silva também cedeu imagens para os cenários e junto a Raisson Lucas e Mari Flor Canuto, oficineiros do Somos Comunidade, somaram o resultado de seus trabalhos em instalações de fotos e grafite produzidas por professores e alunos nos muros da Graminha, cenário do clipe de uma das canções. Mari Flor grafitou também os figurinos das danças urbanas e produziu ilustrações que marcam lembranças preciosas da comunidade durante o documentário. Camisas doadas por médicos cooperados da Unimed-BH foram customizadas para vestir os bailarinos de um dos grupos convidados.

Comunidade participativa

A participação de dezenas de organizações, lideranças, empreendedores, artistas e moradores do Morro das Pedras na construção do Somos Comunidade foi ativa e constante. Muitas vocações e expectativas contempladas durante as etapas do projeto foram identificadas no HackaCom, encontro que discutiu propostas de alavancagem e desenvolvimento de negócios, além de apontar as demandas por formação profissional percebidas pela comunidade.

Este potencial foi amplamente aproveitado também na produção do espetáculo-documentário “Não há sol a sós”. Mais de 30 pessoas do Morro das Pedras foram contratadas no apoio direto às demandas de produção, gravação, logística, transporte, segurança, limpeza, alimentação e preparação dos locais de gravação. Estes moradores também indicaram os becos, vielas, lajes, locais de gravação e, principalmente, personagens marcantes da comunidade para o adequado registro de imagens e depoimentos conforme as previsões de roteiro. 

Coreografia

Graças às atividades on-line, uma parte significativa das crianças e jovens vinculados à Escola de Artes Instituto Unimed BH puderam se preparar, em casa, para participar do documentário-festival. Assim, três turmas da Escola de Artes – Pré Clássicos 3 e 4 e Clássico 4, num total de 48 crianças e jovens, dançaram no palco do Palácio das Artes e as cenas integram o espetáculo-documentário “Não há sol a sós”. Em pequenos grupos de 3 ou 4 bailarinos de cada vez, observando todos os procedimentos preventivos ao coronavírus, os participantes fizeram, diante das câmeras, as coreografias com os novos arranjos e interpretações das canções “Trem Bala”, de Ana Vilela, “Amor de Índio”, de Beto Guedes e Ronaldo Bastos e “Ânima”, de Milton Nascimento. 

Já os alunos entre 6 e 8 anos das turmas Pré-Clássicos 1A e 1B da escola dançaram em locações ao ar livre, como o Mirante do Terrão, no Morro das Pedras, a canção “Redescobrir”, de Gonzaguinha. Em ruas e quadras das vilas, a turma de danças urbanas infantil apresentou “Girassol”, da banda Cidade Negra, e danças urbanas adulto, dançou “Inclassificáveis”, de Arnaldo Antunes.

Os números de dança também contaram com a participação dos bailarinos convidados dos grupos Mira, na canção “É o que me interessa”, de Lenine e da Companhia Masculina do Núcleo Artístico Camaleão, dançando “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso, nas lages das casas da comunidade. 

“Essa direção foi muito desafiadora. A Escola de Artes estava realizando suas atividades remotamente desde o ano passado, e assim, o trabalho de aprimoramento técnico e artístico com os alunos ficou muito limitado. Além disso, as gravações das coreografias poderiam ser no máximo de quatro em quatro alunos, além dos protocolos de distanciamento. Assim, a todo momento, tive que ajudar os professores à repensar as propostas originais de cada coreografia, e a reestruturar toda a concepção espacial, as movimentações, a interação entre os alunos, os deslocamentos entre eles para essa nova realidade. Apesar de tudo foi um processo muito prazeroso, e de grande aprendizado. Especialmente nas locações externas, ao ter que adaptar as coreografias de cada turma, subdividida em seus vários grupos, para os espaços urbanos, com o cuidado e respeito à ideia de cada professor em suas criações coreográficas.

E isso se estendeu também para os demais grupos, como o Bloco Saúde, o Arautos do Gueto, que durante esses anos tive o prazer de dirigi-los no palco, com todos os recursos técnicos que uma “caixa preta” nos permite. Essa experiência foi incrível e fiquei bem feliz com a atuação de cada artista e pela confiança de todos os envolvidos. Com o apoio de uma equipe maravilhosa, apesar das dificuldades do momento, foi possível realizar uma direção cuidadosa, com o olhar atento para potencializar a discussão de cada cena, diante das especificidades de cada contexto. Importante ressaltar que tudo isso foi algo que ainda não tínhamos experimentado em nossos Festivais”, conta a diretora de coreografia, Inês Amaral.

MÚSICAS POR ORDEM DE APARIÇÃO

Terra (Caetano Veloso) - Maurício Tizumba e Bloco Saúde

Girassol (Da Ghama, Toni Garrido, Lazão, Bino Farias, Pedro Luis) - Adriana Moreira, Hélio Andrade e Danças Urbanas Infantil

Tá escrito (Xande de Pilares, Gilson Benini e Carlinhos Madureira) - Domingos do cavaco, Raquel Seneias e Batuque Salubre Kids

É o que me interessa (Lenine) - Wagner Morrone e Grupo Mira

Um Índio (Caetano Veloso) - Coral Unimed-BH e Bárbara Morrone

Aquarela do Brasil (Ary Barroso) - Elza Soares, Mano Coti, Vinição e Cia Masculina Núcleo Artístico

Redescobrir (Gonzaguinha) - Cinara Ribeiro, Pré-Clássicos 1A e 1B

Trem Bala (Ana Vilela) - Ryan Bernardo, crianças Bárbara Morrone, Raynara Melissa da Silva, Sophia Alves Lopes e Yasmin Nicole Ferreira, e Balé Pré-Clássico 3

Na Batucada (U-Gueto) - Carlinhos Brown, U-Gueto e Batuque Salubre

Amor de Índio (Beto Guedes e Ronaldo Bastos) - Fernanda Takai, Rick Silva e Balé Pré Clássico 4

Anima (Milton Nascimento e Zé Renato) - Mônica Salmaso, Evandro Melo, Orquestra Sinfônica de Betim e Balé Clássico 4

Inclassificáveis (Arnaldo Antunes) - Jazz Orimauá, Danças Urbanas Adulto e vocal com todos os cantores solistas do MDP

Gente (Caetano Veloso) – Rick Silva, Mônica Horta, Chico de Paula e Lílian Nunes

O documentário espetáculo foi produzido respeitando todos os protocolos e medidas de combate ao COVID-19 e contou com parceria operacional do Laboratório Hermes Pardini. 

Somos Comunidade - Lançamento do espetáculo-documentário “Não há sol a sós”

Dia 09 de outubro - sábado - às 20h

Exibição: Youtube Somos Comunidade - https://bit.ly/3hHGpU2Site: www.somoscomunidade.com.br

HISTÓRICO SOMOS COMUNIDADE

O Somos Comunidade é a evolução do Festival Cultural Instituto Unimed-BH, realizado desde 2012, e que levou centenas de crianças e jovens do Morro das Pedras e grupos e artistas convidados para a apresentação de um espetáculo anual nos melhores palcos e teatros da cidade. Sua trajetória está intimamente ligada à identidade do Morro das Pedras, nascida a partir da Escola de Artes Instituto Unimed-BH, projeto realizado pelo Instituto, desde 2007, que conta com a parceria da Escola Municipal Hugo Werneck e a coordenação do Núcleo Artístico de Dança/Camaleão Cia de Dança e o Grupo Cultural Arautos do Gueto. 

Mais do que promover o bem-estar e formação para seus alunos, a Escola de Artes Instituto Unimed-BH  busca proporcionar uma vivência de valorização, estimular a melhoria da autoestima e o empoderamento das crianças e jovens beneficiados. O Festival conta ainda em seu elenco com outros grupos de projetos realizados ou patrocinados pelo Instituto Unimed-BH, como Coral Unimed-BH, Bloco Saúde, Orquestra Sinfônica de Betim, Sociedade do Riso e Dança a Dois.

Em 2014, o Festival Cultural Instituto Unimed-BH ganhou o reforço da Coreto Cultural, produtora que também abraça as iniciativas e os talentos do Morro das Pedras para além de suas fronteiras geográficas e sociais. Ano a ano, o Festival fortaleceu sua natureza de potência coletiva e, em 2017, ganhou as ruas para mostrar o talento e a identidade das sete vilas do Morro, realizando sua primeira apresentação em praça pública, na Praça da Estação. A partir de 2018, já como Festival Somos Comunidade, realizou apresentações na Praça Duque de Caxias, em Santa Teresa, e, em 2019, no Parque Lagoa do Nado, região norte de Belo Horizonte. Buscando uma relação cada vez mais próxima com a comunidade Morro das Pedras, o projeto foi transformado e chega, em 2020/2021, num formato contemporâneo e com maior impacto, sendo um programa de cultura e educação. Desde setembro de 2020, o Programa Somos Comunidade vem sendo desenvolvido em cinco etapas: Mapa Afetivo, HackaCom, Formação, Morro Talks e Espetáculo Documentário.

Instituto Unimed-BH 

Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, desde 2003, desenvolve projetos socioculturais e ambientais.

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Assista ao show ao vivo de J Balvin no TikTok no domingo

Apresentação conta com clássicos e tem
1 hora - Foto: Divulgação
Unindo o público ouvinte com sua visão abrangente do Reggaeton como pop global, J Balvin é uma das figuras mais importantes da música atual. Hoje, temos o prazer de anunciar que a super estrela colombiana apresentará JOSE X TikTok, um show especial ao vivo no TikTok, que vai ao ar às 19h (horário de Brasília) no dia 12 de setembro.

Marcado pela inventividade visual e alto valor de produção característico de suas performances, o set de uma hora de duração incluirá clássicos e faixas do aguardado álbum JOSE. Na sequência de seu álbum, 4 vezes Platina, Colores (com mais de 4,5 bilhões de streams), JOSE encontra o artista camaleônico fazendo experiências com o gênero, colaborando com outras estrelas como Skrillex e Khalid. O álbum é o lar de singles recentes como "UN DÍA", que tem mais de 400 milhões de streams até o momento, "Qué Más Pues?", uma colaboração com a cantora argentina Maria Becerra que viralizou no TikTok ao ritmo de 1,1 milhão de criações de vídeo, e do novo single "Que Locura". Além de sua experimentação com gênero e novos sons, JOSE é o projeto mais pessoal de Balvin até hoje.

Contando com mais de 17 milhões de seguidores, J Balvin é o artista latino mais seguido no TikTok. Ele abraçou totalmente a plataforma, usando-a para promover sua música e mostrar sua personalidade encantadora. Recentemente, ele tem feito dueto com fãs que usaram sua nova música "IN DA GETTO" em seus vídeos, ajudando a impulsionar o single para mais de 620 mil criações de vídeo no aplicativo. O "IN DA GETTO" produzido por Skrillex é o mais recente de uma longa linha de sucessos do TikTok para Balvin, após "Qué Más Pues?" e "Blanco" do ano passado (1,2 milhão de criações).

"Eu amo o TikTok e ver todas as coisas incríveis que meus fãs estão fazendo com minha música como trilha sonora", disse J Balvin. "É uma sensação espontânea e interativa de uma forma que não sentia com os fãs há muito tempo. Eu me inspiro quando abro o TikTok para ver o que eles estão fazendo, e isso me encoraja a encontrar novas maneiras de apresentar minha música e manter as coisas frescas!"

Sintonize no dia 12 de setembro para se juntar a um dos personagens mais coloridos da música enquanto ele oferece uma performance única de sua música mais ambiciosa até hoje. JOSE x TikTok vai ao ar na conta do TikTok de Balvin @jbalvin às 19h (horário de Brasília) no dia 12 de setembro, e não se esqueça de ouvir JOSE, lançado no dia 10 de setembro pela Universal Music Latino.

Lego ⚡️⚡️!

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quarta-feira, 28 de julho de 2021

Zé Ottavio conquista o público em gravaçāo de DVD

Show foi emocionante e com participações
especiais - Foto: Flaney Gonzallez
Álbum traz as participações de Tierry, Tarcísio do Acordeon e Vitor & Luan 

O cantor Zé Ottavio registrou na noite dessa terça-feira (27) o primeiro DVD de sua carreira. Gravado na cidade de Goiânia (GO), seguindo todos os protocolos de segurança contra a COVID19, o álbum trará participações especiais de Tierry, Tarcísio do Acordeon e Vitor & Luan.

Em um cenário repleto de projeções de LED e com um palco totalmente moderno, o artista encantou a todos com sua performance e um repertório inédito e bem pra cima. Entre os destaques estão canções “Amor Fake” e “Cama Box”, “Chifre ou a Parcela” com participação de Tierry, “Hora da Recaída” (com Tarcísio do Acordeon) e “Negocim”, que traz a dupla Vitor & Luan.

A expectativa para o DVD foi bastante elogiada por grandes profissionais da música. “Um projeto lindo, com repertório incrível, só com música top! Podem anotar, porque vocês vão ouvir muito falar desse nome no Brasil inteiro, Zé Ottavio!”, comentou Kaká Diniz - marido da cantora Simone da dupla Simone e Simaria e empresário de Zé Ottavio, que tem a carreira administrada pelas empresas ZPR4 e RS PRODUÇÕES. Fazem parte do time de sócios do grupo Alex Monteiro, Vantuil Júnior, Roberto Costa e Paulo Roberto.

“Marquem essa data na agenda, 27 de julho de 2021! Dia da gravação do DVD do Zé Ottavio que vai estourar com toda certeza”, destacou Max, da dupla com Luan, com quem Zé divide o hit “Arrasta Pra Cima” que já ultrapassa 1 milhão de streams no Spotify.

“Foi uma noite mágica e perfeita! Fiquei muito feliz com a realização desse sonho. Somente agradecer a Deus, a minha equipe e a todos os meus parceiros! Esse DVD ficará incrível e espero que todos vocês curtam muito!”, comemorou o cantor considerado a nova revelação do piseiro.

Ao final,  Zé convidou o pai, Paulo Roberto, ao palco para agradecê-lo. "Se não fosse por ele, este sonho não estaria sendo realizado. Devo tudo ao meu pai, que sempre me incentivou e deu força!", declarou o artista. Juntos e emocionados, pai e filhos cantaram o modão "Último Adeus", do Trio Parada Dura, fechando a noite com chave de ouro.

Para saber mais, acompanhe Zé Ottavio:

Instagram: @zeottavio

YouTube: www.youtube.com/ZéOttávio

 Sobre Zé Ottavio

Nascido em Araguaína, norte do estado do Tocantins, em 2002, Zé Ottavio tem um carreira ainda recente. Iniciou seus trabalhos na música profissionalmente em 2018, porém, desde pequeno, participava das rodas de violas organizadas na residência da família. Cresceu assim e foi incentivado pelo pai, o advogado Paulo Roberto, a seguir na área musical.

“A primeira vez que subi num palco foi a convite de um dos sanfoneiros mais requisitado do Tocantins, Joan Alessandro, a quem tenho enorme admiração e gratidão. Foi uma sensação tão incrível e inexplicável que a partir dali decidi que aquele seria o meu lugar de ser feliz e fazer as pessoas felizes” relembra Zé.

Com talento, carisma e uma voz inconfundível, o jovem tem como inspirações em sua carreira artistas dos mais variados estilos. “Na minha playlist tem muito modão, música caipira, forró, sertanejo, ouço de tudo na verdade” conta.

Zé Ottavio já dividiu palco com nomes de peso do sertanejo como as duplas Cleiton & Camargo, Max & Luan, além de Cleber & Cauan.

Em menos de um ano de estrada, o artista foi cotado para fazer parte do casting das empresas ZPR4 e RS PRODUÇÕES. Somando mais de 15 anos de experiência no mercado musical, o grupo está investindo na carreira de Zé Ottavio, que tem conquistado fãs por onde passa e já aponta para um futuro promissor com números expressivos nas principais plataformas de streamings, a exemplo do Spotify, onde atualmente ultrapassa a marca de 800 mil ouvintes mensais.