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terça-feira, 17 de setembro de 2024

Novo livro, Miúda, é lançado pela Editora UFMG no selo Estraladabão

Foto: Divulgação 


A Editora UFMG, através de seu selo infantojuvenil Estraladabão, lança mais uma obra que promete encantar leitores de todas as idades. Miúda, de Maurício Guilherme Silva Jr., com ilustrações de Bruno Assis Fonseca, será lançado neste sábado (21), das 11h às 14h, na Livraria Jenipapo, localizada na Savassi, em Belo Horizonte.

Narrado em primeira pessoa, o livro convida o leitor para uma jornada poética e misteriosa. A protagonista, Miúda, é um enigma que se revela ao longo da narrativa, desafiando o leitor a descobrir sua identidade. A cada página, Miúda nos leva a um passeio por diferentes cenários naturais, interagindo com plantas, animais e elementos da natureza. As ilustrações delicadas e fluidas de Bruno Assis Fonseca, feitas com aquarela, ajudam a construir um universo visual que complementa a atmosfera onírica e envolvente da obra.

Em depoimento, o autor Maurício Guilherme Silva Jr. explica que Miúda é “uma aventura multidisciplinar, em que a misteriosa protagonista rememora atos e fatos marcantes de sua trajetória”. Ele enfatiza que os leitores só descobrirão a verdadeira identidade da personagem na última página, mantendo-se o mistério até o final. Para Silva Jr., o livro se desenrola como “um enigma em meio ao complexo caleidoscópio da vida e do conhecimento”. Segundo o autor, a narrativa, embora destinada ao público infantil, é capaz de cativar leitores de todas as idades, principalmente aqueles sensíveis aos dilemas e maravilhas da natureza e das relações humanas.

A trama não se restringe apenas à poesia e ao mistério. Silva Jr. incorpora à história reflexões sobre temas científicos e ambientais. Através das aventuras de Miúda, a obra explora as relações entre terra, água, fogo e ar, abordando aspectos como temperatura, movimento e até questões relacionadas à agricultura e à psicologia. Miúda, a personagem central, é descrita como livre, curiosa e sempre em movimento, interagindo com o mundo à sua volta de maneira singular. Segundo a sinopse, “Ela cabe na mão e abriga o mar”, convidando os leitores a mergulharem em uma aventura que vai da terra ao céu, do fogo ao ar, enquanto se desdobram revelações sobre a vida e o tempo.

Sobre o autor e o ilustrador

Maurício Guilherme Silva Jr. é jornalista, doutor em Estudos Literários pela UFMG e professor universitário. Definindo-se como um “colecionador de infinitos”, Silva Jr. busca, através da escrita, desvendar os pequenos e grandes mistérios do mundo, missão que também o motiva a compartilhar seu conhecimento no ensino superior. Também é jornalista, pesquisador, barqueiro, nadador, cozinheiro, escrevinhador e pianista!

Já o ilustrador Bruno Assis Fonseca, nascido em Portugal, trouxe ao Brasil sua experiência com design e sua paixão por tintas e pincéis. Suas ilustrações em aquarela são marcadas por uma fluidez que complementa a leveza e a profundidade de Miúda, criando um cenário visual que reforça a experiência de imersão poética proposta pela obra.

O selo Estraladabão

Lançado em 2018 pela Editora UFMG, o selo Estraladabão é dedicado à publicação de obras de divulgação científica voltadas para o público infantojuvenil. Com o objetivo de promover o conhecimento científico de forma acessível e lúdica, o selo busca despertar a curiosidade das crianças para o mundo ao seu redor.

O evento de lançamento de Miúda será uma oportunidade única para conhecer de perto os criadores da obra e mergulhar em uma aventura literária que promete encantar e inspirar.

Lançamento do livro Miúda

Data: 21 de setembro

Horário: 11h às 14h

Local: Livraria Jenipapo - Rua Fernandes Tourinho, 241, Savassi, Belo Horizonte.

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

terça-feira, 16 de julho de 2024

Flavia Renault abre "Roda das Deidades", primeira exposição individual na capital mineira

Foto: Divulgação 
Trabalhos inéditos trazem a influência religiosa da família e do Barroco Mineiro, levando o visitante a circular nesta roda feminina e divina

Flavia Renault apresenta a exposição individual 'Roda das Deidades', no Centro Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte, com curadoria de Paula Borghi, trazendo sete peças em escala humana, realizadas com algodão cru e gavetas antigas de madeira, ao lado de outras obras, mostrando uma influência fortemente religiosa e do Barroco Mineiro, expressões que marcam a exposição e sua pesquisa como um todo.

A deidade é a fonte de tudo aquilo que é divino. Sobre a escolha do título, ela explica: “É um roda de conversas, que pode ser tanto de seres invisíveis, de forças, como de mulheres, de Deusas. É também uma dança circular, algo que a gente vê em todas as culturas.” A instalação fica localizada no centro da sala expositiva, atuando tal qual um círculo sagrado comumente adotado em ritualísticas.

Em diálogo com essa grande instalação, apresenta-se também um conjunto de desenhos realizados a partir de documentos familiares e uma série de esculturas que se utilizam, sobretudo, de materiais como madeira, tecido e papel. Expondo principalmente trabalhos inéditos, produzidos entre os anos de 2022 e 2024, a curadora Paula Borghi comenta: “São trabalhos que conversam com o Barroco Mineiro e justamente por isso a espiritualidade é algo tão importante para a mostra. O que temos é uma discussão contemporânea sobre o tema, que vai desde uma missa católica, a uma conversação filosófica goetheana e um sabbath das bruxas”.    

Contemplada no Projeto Galerias – Artes Visuais da UFMG, Roda da Deidades é a primeira individual da artista na capital mineira, território tão importante para sua formação artística e pessoal.

Sobre Flavia Renault

É graduada em Artes Plásticas pela FAAP. Logo após a graduação deu a volta por terra pelo Brasil com o Projeto Contorno, resultando em dois livros incentivados pela Lei Rouanet, em 1999. Partindo de questões existencialistas, com ocorrências metafóricas do conceito de renascimento, sua obra é marcada por uma característica cíclica. Pela revisitação de memórias pessoais, familiares e até mesmo ficcionais, seu trabalho comumente apresenta resíduos encontrados e objetos colecionados. Das exposições mais recentes, vale destacar a individual Arquipélago no Centro Cultural Correios de São Paulo - 2023 e as coletivas Três Marias no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro - 2024 e Toda volta na Galeria Babel em São Paulo - 2023. Carioca de nascimento e residente em São Paulo desde a juventude, Flavia Renault vem de uma família mineira marcada por mulheres artistas. Foi em Belo Horizonte que ela teve seu primeiro vínculo com as artes visuais e é nesta cidade que ela encontra uma segunda morada. 

Sobre Paula Borghi

É doutoranda e mestre em Artes Visuais na linha de História e Crítica de Arte pela UFRJ. Curadora independente, recentemente realizou exposições no Museu das Culturas Indígenas, Casa das Rosas, Biblioteca Mário de Andrade, Paço Imperial, Museus de Ribeirão Preto e Pinacoteca de São Bernardo do Campo. Foi curadora adjunta da 11ª Bienal do Mercosul.

Texto curatorial Roda das Deidades

Existem certas coisas que são fundamentais para a vida, por mais que aos olhos de outros sejam vistas como cacarecos sem a menor utilidade. Isso porque há uma certa “loucurinha lúcida” em colecionar determinados elementos,  acreditando que documentos antigos e burocráticos sejam capazes de serem transformados em trabalhos de cura. Tal como se vê nas figuras de ex-votos, imagens que estabelecem uma comunicação tangível com o divino e exercem um papel fundamental nas práticas religiosas e culturais ao longo dos séculos, a produção artística de Flavia Renault vai ao encontro deste lugar mágico dos objetos.

Trabalhando com uma diversidade de técnicas e materiais, muitas vezes os objetos presentes em sua produção se encontram na forma de amuletos (possuem uma carga mágica e um poder de proteção), heranças familiares (reestabelecem conexões com o passado), coletas (demarcam os lastros da vida) e regalos (celebram a identificação do outro para com nós mesmos) entre outros. Todavia, o que eles têm em comum é o fato de serem como tesouros para a artista, como peças insubstituíveis que carregam a carga simbólica de toda uma vida.

Portanto, a compreensão da importância de cada uma das materialidades aqui presentes talvez seja o primeiro passo para se adentrar à individual de Flavia Renault, artista que trabalha com arte como quem monta um altar. Há uma reverência aos artefatos utilizados em seus trabalhos, pois eles são capazes de traduzir em imagem o jeito dela enxergar a vida, ao mesmo tempo em que apontam para aquilo que é próprio do invisível. Em outras palavras, acredita-se que o modo como a matéria por ela é trabalhada acarreta uma responsabilidade espiritual ao fazer artístico.

É por esta dimensão espiritual e subjetiva, própria da conexão da artista com cada elemento, que é traçado um mapa simbólico, afetivo e imaginativo para se percorrer a mostra. O chifre de boi é capaz de fazer uma conexão do céu com a terra, enquanto que seios simbolizam a fertilidade e o alimento primeiro; a vela ilumina os caminhos e detém o sopro da vida; o livro é o grande guardião da sabedoria e assim por diante. Cada objeto carrega um significado e uma forma de se vincular com as histórias de seus símbolos e da própria artista.

Não à toa, a primeira grande imagem que salta aos olhos ao se entrar no espaço expositivo é a de um círculo, um dos símbolos mais antigos e recorrentes na História da Humanidade. Trata-se de uma imagem cuja natureza e origem não são individuais e sim coletivas, nomeada pelo psicanalista analítico Carl G. Jung de símbolo arquétipo; a grosso modo, aquilo que detém muita numinosidade ou energia psíquica, impregnado de uma herança comum de padrões de comportamentos emocional e intelectual, manifestado há muitas e muitas gerações, como se expressasse um código universal.

Portanto o círculo, um símbolo arquétipo com um fundo psíquico comum à humanidade, cria uma relação direta com o ciclo da vida, como bem se nota em Roda das Deidades e a própria artista contextualiza: É uma roda de conversas, que pode ser tanto de seres invisíveis, de forças, como de mulheres, de Deusas. É também uma dança circular, algo que a gente vê em todas as culturas. Se poderia também mencionar que a montagem circular do trabalho estaria em relação a um sabbath das bruxas, uma ciranda popular, ao ato coletivo de formar um círculo com os corpos etc...  (...)

Paula Borghi

São Paulo, julho 2024


Exposição: Roda das Deidades

Artista: Flavia Renault

Curadoria: Paula Borghi

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Local: Centro Cultural UFMG 

Av. Santos Dumont, 174 - Centro – Belo Horizonte | MG

Abertura: 16/08/2024

Visitação: 16/08 a 22/09/2024

Dias e horários: terças a sextas: 9h às 20h | sábados, domingos e feriados: 9h às 17

Censura livre. 

Gratuito

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Tadeu Franco e Felipe Bedetti fazem show em homenagem aos 25 anos do Polo Jequitinhonha UFMG

Artistas garantem emoções com sucessos
da música -  Foto: Divulgação
Programação comemorativa integra o Circuito Cultural UFMG e vai até o final de setembro

Parceiragem é o nome do show produzido pelos cantores e compositores Tadeu Franco e Felipe Bedetti que estreia nesta quarta-feira (1˚), às 19h, pelo Circuito Cultural UFMG. Os artistas revelam o resultado deste encontro sinérgico, no canal no YouTube da Diretoria de Ação Cultural da UFMG (www.youtube.com/culturaufmg). De caráter intimista, a apresentação abre as comemorações dos 25 anos do Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha, vinculado à Diretoria de Ação Cultural. Ao longo de todo o mês de setembro, shows e rodas de conversa gratuitas compõem a programação especial em homenagem ao Vale e ao aniversário do programa.

Parceiragem apresenta alguns clássicos do cancioneiro, misturando músicas autorais já conhecidas do público e outras tantas inéditas de ambos os artistas. A mineiridade é expressa de modo universal e atemporal neste maravilhoso encontro de dois artesões da música, que, apesar de terem surgido em épocas distintas, uniram-se pela amizade e admiração mútua.

“Eles possuem excelente qualidade musical, além disso, Tadeu Franco representa bem o Vale”, afirma o produtor cultural, Sérgio Diniz, que também coordena a feira anual de artesanato do Jequitinhonha, que acontece anualmente na UFMG. Natural de Itaobim, na região do Vale, Franco tem realizado diferentes parcerias com Bedetti que, por sua vez, é conhecido por colaborar com nomes de referência no cenário mineiro atual, pelo projeto instrumental Duo Novo e por sua própria carreira solo. 

“Este é um ótimo momento para ter esses artistas conosco tanto nas comemorações dos 25 anos do Polo, quanto nesta homenagem ao povo do Vale. Pouca gente sabe, mas Tadeu  esteve conosco em uma das feiras do Vale do Jequitinhonha em 2006, há quinze anos. É uma emoção grande tê-lo de volta e esperamos que o povo do Vale se sinta homenageado com essa programação que vai até o dia 30 de setembro”, declara Diniz.

POLO JEQUITINHONHA

Completando 25 anos de existência em 2021, o Programa Polo Jequitinhonha UFMG nasceu com o objetivo de articular as iniciativas de desenvolvimento regional da Universidade no Vale do Jequitinhonha. Ao longo desse período, desenvolveu mais de 120 ações de ensino, pesquisa e extensão com a população da região, atuando nas mais diversas frentes: saúde, educação, cultura, comunicação, desenvolvimento e geração de renda, direitos humanos e meio ambiente. Ao privilegiar os saberes e a mobilização dos moradores locais, o Polo criou uma rede de articulação na qual os próprios habitantes da região são os agentes das mudanças sociais. 

PROGRAMAÇÃO DE SETEMBRO

1/9, às 19h | Parceiragem

Show de Tadeu Franco e Felipe Bedetti

15/9, às 19h | Grupo Popular Caboclo Surubim

Apresentação com apoio da Secretaria Municipal de Chapada do Norte

16/9, às 19h | Roda de conversa Cultura e Artesanato do Vale do Jequitinhonha

Convidados: Angela Freire (Araçuaí); Adriane Coelho Drica (ARCA/Chapado do Norte);  Terezinha Maria Furiati (UFMG); Bárbara Alencar (UFMG) e Luidy Siqueira Santos (UFMG). Moderação: Roberto Nascimento (UFMG)

23/9, às 19h| Roda de conversa Formação e experiências discentes no Programa Polo Jequitinhonha

Convidados: Emanuela São Pedro e Conrado Moreira. Moderação: Daniel Reis Silva (UFMG)

24/9, às 18h30 | Ô Bença

 Baixo Centro En[Cena]

Micropeça teatral (Baixo Centro [En]Cena). Atuação: Bya Braga. Direção: Alexandre Brum Côrrea

29/9, às 19h | Viver o Jequitinhonha

Mini-documentário dirigido por Felipe Matos

30/9, às 19h | Roda de conversa Programa Polo Jequitinhonha 25 anos: trajetórias e atuação

Convidados: Marcos Lemos (ALMG), Márcio Simeone Henriques (UFMG) e João Antônio de Paula (UFMG). Moderação: Maria das Dores Pimentel Nogueira (UFMG)

quinta-feira, 1 de julho de 2021

Grupo Sarandeiros apresenta danças mineiras pelo Circuito Cultural UFMG

Apresentação pode ser vista on-line
Foto: Divulgação
Na quarta-feira (7), às 19h, o Circuito Cultural UFMG, realizado pela Diretoria de Ação Cultural da UFMG (DAC), encerra sua programação do primeiro semestre de 2021 com apresentação do grupo Sarandeiros. No canal da DAC no YouTube (www.youtube.com/culturaufmg), o grupo apresenta seu trabalho coreográfico inspirado em danças mineiras, retratando a dinamicidade das manifestações tradicionais do estado. 

Fundado em 1980, o Sarandeiros é vinculado à Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da UFMG. Atualmente, é considerado um dos melhores grupos de dança do Brasil voltados para a divulgação da cultura nacional, tendo representado o país em diversos eventos internacionais. Seu trabalho é desenvolvido a partir de extensa pesquisa do folclore e artes populares brasileiras. 

Na apresentação pelo Circuito Cultural UFMG, o grupo se volta à expressão cultural de Minas Gerais, trazendo a quadrilha típica, uma homenagem ao Vale do Jequitinhonha com a dança das Lavadeiras, a dança do Catopê (inspirada pelas festas de Congado espalhadas por todo o estado) e a dança do Catira e do Batuque de Viola (na tradução das danças do período dos Festejos das Folias de Reis). 

O Circuito

O Circuito Cultural UFMG é um projeto da Diretoria de Ação Cultural da UFMG, por meio do qual artistas locais, regionais e de relevância nacional e internacional se apresentam para a comunidade. Adaptado para o ambiente virtual desde março de 2020, o projeto tem contribuído para a circulação de produtos artístico-culturais durante a pandemia.

Circuito Cultural UFMG #emcasa: Sarandeiros Dançam Minas Gerais

7/7, às 19h

www.youtube.com/culturaufmg 

Coreografias e Direção Geral: Gustavo Côrtes

Direção Artística: Petrônio Alves

Coordenação de Ensaios: Luiza Rallo e Marcos Liparini

Preparação Física: Diego Marcossi e Mariana Gomes.

Integrantes do Grupo Sarandeiros.

Produção: Larissa Meira. 

terça-feira, 2 de maio de 2017

Vagnér Santo Apresenta Canções com Foco nas Relações Pessoais no Show “Beijo na boca, não”

Artista apresenta repertório variado no show em BH
Foto: Lu Gontijo
Foi com base em relatos e na observação do comportamento humano nas relações pessoais cotidianas que Vagnér Santo buscou a inspiração para compor músicas que falam sobre romantismo, traição, encontros e desencontros. Essa temática fará parte do show de pré-lançamento do terceiro CD do cantor “Beijo na boca, não”, em fase de produção, no próximo dia 11, às 20h, no Conservatório de Música da UFMG (Avenida Afonso Pena, 1534, Belo Horizonte - MG). A entrada é gratuita.       

O repertório será composto por 15 músicas de diversos estilos musicais, como Mambo, Bolero, Bossa Nova e Jazz. A maioria das canções é autoral. Vagnér Santo, que também é poeta, interpretará também músicas dos parceiros como “A dama e os vagabundos”, de autoria dos jornalistas Valter Braga e Jorge Fernando dos Santos, além de uma canção do compositor e poeta rubinense Wesley Pioest e duas de Cadinho Faria (ex- integrante doGrupo Mambembe).

“O amor também tem seus direitos de amar. Cada um tem o seu jeito. Beijar na boca, eu não beijo não. Mas, do que íntimo é doação...” Esse trecho da música “Beijo na boca, não” mostra um pouco do universo de assuntos que serão abordados por meio das letras no show. “Trata-se de um trabalho contemporâneo que alerta, por meio das canções, que está havendo um distanciamento entre as pessoas que buscam relacionamentos. O amor não é mais o amor de antigamente. Há sexo, mas não há envolvimento, muito menos beijo na boca”, explica Santo.
   
O cantor subirá ao palco acompanhado pelos músicos Kiko Ianni (violão e guitarra), Eloy D’Paula (baixo), Pedrinho Moreira (bateria) e Leonardo Persoleo (percussão).    

Perfil – Poeta, compositor, cantor e Pós-doutor na área odontológica, Vagnér Santo nasceu na cidade de Rubim, no Vale do Jequitinhonha (MG). Mudou-se para Belo Horizonte em 1975, onde criou o grupo Seriguela e Pitanga, que interpretava músicas de raízes. Com o término da banda, em 1980, o músico iniciou carreira solo. Ganhou premiação em diversos festivais de música. Em 2006, lançou o primeiro CD “Do salgado e do doce”. Seis anos depois lançou a versão em inglês do mesmo álbum em Berkeley, na Califórnia (EUA). Em 2015, apresentou o novo trabalho, o álbum “De Palavras e Vinhos”, com direção musical assinada pelo musico americano Kai Eckhardt e gravado no Studio OTR, na Califórnia, nos Estados Unidos.
   
Vagnér Santo apresenta show gratuito “Beijo na boca, não”
Data: 11/05
Horário: 20h
Local: Auditório Conservatório UFMG (avenida Afonso Pena, 1534, Belo Horizonte - MG)
Ingressos: Entrada gratuita.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Gladston Galliza Comemora Volta ao Brasil com Show em BH

Artista morou em Madrid e no Rio de Janeiro
Foto:Pedro Vilela

Depois de 23 anos fora de sua terra natal, cantor, compositor e violonista retorna a Minas e se apresenta no Conservatório de Música da UFMG


O cantor, compositor e instrumentista mineiro Gladston Galliza apresenta o show “Em Casa” no próximo dia 8 de novembro (sexta-feira) às 20h, no Conservatório de Música da UFMG (Av. Afonso Pena 1534 – Centro- Belo Horizonte). A apresentação celebra a volta de Gladston ao Brasil e a Belo Horizonte, depois de ter vivido e trabalhado por 9 anos no Rio de Janeiro e 14 anos em Madrid.

Gladston fará uma mostra de seus sete discos já lançandos no Brasil, Espanha e Japão, com ênfase nos últimos dois trabalhos:“Íntimo” de 2010 e “Alvorada” de 2011, (ambos gravados em Madrid); também apresentará algumas canções inéditas de seu próximo trabalho a ser gravado no ano que vem em Belo Horizonte.

O artista estará acompanhado de Serginho Silva (percussão) e também terá como participações muito especiais o premiado compositor e produtor Flávio Henrique e o guitarrista e compositor César Costa que está a ponto de editar seu primeiro disco de música instrumental.

Gladston Galliza no show “Em Casa”
Sexta-feira dia 8 de Novembro às 20 horas
Conservatório da U.F.M.G., Av. Afonso Pena, 1534 Centro.
Ingressos: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)
Informações para o público:
Para mais informações, acesse: www.gladstongalliza.com

terça-feira, 30 de março de 2010

Ricardo Koctus Se Apresenta na UFMG


Por: Ricardo Bello
Foto: Divulgação

Nesta quarta-feira (31), Ricardo Koctus, músico e baixista da banda Pato Fu, se apresenta na campus da UFMG, em Belo Horizonte.

O show começa as 12: 30h e nesta apresentação Ricardo mostra as canções do seu trabalho solo. Imperdível!