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segunda-feira, 28 de junho de 2021

Kim Farrell do Tik Tok em evento exclusivo Todas Group

A comunidade Todas Group, traz Kim Farrell, Head de Marketing do Tik Tok na América Latina, para um evento exclusivo para as assinantes da plataforma, onde será abordado o tema - Como se autopromover de forma eficiente e empática. O evento acontece nesta quarta-feira (30), às 20h. 

Segundo estudo financiado pela Universidade da Pensilvânia e pela Harvard Business School, as mulheres têm dificuldade em se autopromover no mercado de trabalho. Das participantes da pesquisa, 33% fizeram avaliações menos favoráveis que os homens em relação ao próprio desempenho. No evento, Kim Farrell abordará o assunto sob diferentes pontos de vista. Como se autopromover de forma eficiente e empática? Como conseguir ser empático em uma autopromoção sem parecer arrogante? Esses são temas recorrentes nas organizações, que serão tratados de uma forma simples e objetiva. Com apresentação de Joanna Moura, influenciadora, autora do Blog: um ano sem Zara, defensora do consumo inteligente e criadora do Grisalho não é desleixo. 

Kim Farrell é americana e mora no Brasil há mais de cinco anos. Nascida e criada em Boston - Massachusetts, estudou em Harvard onde se formou com honras no curso Os Estudos Latino-Americanos e Governo. Kim trabalhou no Google por anos como Gerente de Marketing, também já trabalhou em escritórios em Austin, no Texas, e em Mountain View, no Vale do Silício, Califórnia. Atualmente é Head de Marketing do Tik Tok na América Latina.

Sobre o Todas Group: 

Plataforma digital de IMPULSO de carreiras femininas. 

Conteúdo exclusivo sobre aprendizados e habilidades de grandes líderes do Brasil, agora disponíveis para todas as mulheres. Inteligência Emocional, Posicionamento, Comunicação Assertiva, Autopromoção são alguns dos temas. 

Além de todo conteúdo, acesso a experiências virtuais como mentorias mensais em grupo e a oportunidades profissionais através de parcerias com headhunters e empresas. Saiba mais em: https://todasgroup.com.br/ 

Mostras Digitais de Artes Visuais

Suttane Hoffmann participa com
seus trabalhos
Foto: Divulgação
Em resposta aos desafios decorrentes do COVID-19 e seus efeitos no setor cultural, o ia - Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto dá início ao Ocupa/ia, com mostras digitais de artes visuais. Até 9 de julho, a cada semana, os artistas Malu Teodoro, Pedro Ton e Suttane Hoffmann, respectivamente, ocupam as redes sociais (Facebook e Instagram) e site do Instituto para mostrar seus trabalhos e processos. Após esta primeira fase, mais seis artistas assumem o espaço em semanas consecutivas até o dia 20 de agosto.

Colocando em debate a efetividade dos meios digitais e a problemática de acessibilidade e temporalidade, o Ocupa/ia explora novas formas de habitar o virtual, incentivando a exposição de trabalhos a partir dessa perspectiva. “Pensamos essa iniciativa para dar apoio à comunidade artística, com o objetivo de amenizar os efeitos econômicos e sociais deste momento de pandemia. Nesse sentido, o ia dá continuidade à sua missão, abraçando a diversidade social, econômica, de gêneros e vivências”, explica a presidente Bel Gurgel.

O programa tem como objetivo questionar a forma que as redes sociais podem colaborar com mostras e criar outras maneiras de produzir e estar no mundo, evidenciar territórios invisíveis e fazer circular arte.

O Ocupa/ia adota a ideia de tornar as redes digitais das instituições artísticas como meio de reaproximação do ambiente físico. A ampliação do conceito de espaço é a “cocriação” das redes sociais, o espaço público expandido. É a forma de descentralizar e romper com uma circulação da arte focada apenas no eixo Rio-São Paulo. Cocriar é provocar a existência, continuar construindo sobre a ideia do outro e vice-versa, sem as travas do passado.

 “Atualmente pretendemos formar um acervo digital, não físico. O ‘contemporâneo’ é o clique, o efêmero e nossas propostas vêm de encontro a esse pensamento. O Ocupa/ia visa ampliar os horizontes do espaço digital por meio da arte neste momento pandêmico tendo a rede social como alicerce. E, num futuro breve, a ocupação tende a ser, paralelamente à digital, também urbana nas cidades de Ouro Preto, Mariana e região, sugerindo uma revisitação às cidades do passado, um novo ciclo”, completa Bel Gurgel.

Na primeira fase do projeto, os artistas, selecionados via convocatória, se apresentam, falam de seu processo criativo, mostram a obra em si e contam sobre sua visão de arte dentro da pandemia.

Sobre os artistas:

Malu Teodoro

Nascida e criada em Porto Velho, Rondônia, Malu é mãe e artista multimeios. Ao longo de sua trajetória pessoal/artística esteve por São Paulo, México, Pará e Portugal. Hoje vive em Uberlândia, Minas. Em sua pesquisa dedica-se à fotografia, vídeo, corpo, caderno, bordado, educação, maternidade e feminismos. Malu Teodoro vai compartilhar seus trabalhos mais recentes, que foram atravessados pela maternidade. Ela apresenta um filme sobre o parto de sua filha, com texto, áudio e vídeos deste momento na tentativa de criar uma narrativa de um momento que, segundo ela, não há palavras para contar.

Pedro Ton

Desde 2017, investiga caminhos do fazer artístico em diálogo com a magia e espiritualidade. Esses processos contribuíram para sua reflexão sobre os modos de criação e percepção da arte e realimentam sua formação enquanto artista-mago. Investigando a relação entre magia e arte percebeu melhor a grande diversidade e simbiose de formas espirituais na construção da narrativa cultural e religiosa do Brasil, sobretudo, nos saberes populares ancestrais. Durante o contexto de isolamento social, suas práticas se deram a partir de materiais disponíveis em casa, o que possibilitou descobrir e experimentar novas formas de criação e o nascimento do Oráculo Experimental.

Suttane Hoffmann

É moradora de Ouro Preto e fotógrafa, formada em Artes Cênicas – Bacharelado, pela Universidade Federal de Ouro Preto. Busca explorar e experimentar as possibilidades trazidas pela máquina fotográfica, mas, também, meios de produzir imagens de forma simples, acessível e com poucos recursos. Recorrendo às técnicas artesanais de produção como ferramentas de expressão.

Sobre ia - Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto

O ia - Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto tem por sua natureza fomentar o encontro e intercâmbio entre a população de Ouro Preto, artistas e artesãos locais e agentes do campo da arte de outras regiões. O embate entre tradição (representada pelo esplendor barroco da cidade patrimônio cultural da humanidade) e a contemporaneidade (com foco no caráter efêmero da arte contemporânea) constitui a essência do ia, a partir de quatro pilares principais: a troca entre diferentes atores sociais, o diálogo entre linguagens artísticas distintas e entre o passado, o presente e o futuro, a desconstrução do status quo que subjuga a arte ao mercado e a tendências regidas pelo mercado e a decolonização, como forma de se criar e produzir arte contemporânea, a partir da reverência, reconhecimento e legitimação de epistemis e práticas culturais, sociais e políticas da América Latina e do Brasil,especificamente.  

Ocupa/ia

De 21/06 a 25/06 - Malu Teodoro (@mariameteora)

De 28/06 a 02/07 - Pedro Ton (@sereio_mar)

De 05/07 a 09/07 - Suttane Hoffmann (@suttanehoffmann.ph)

https://ia.art.br/

https://www.instagram.com/iaouropreto/

https://www.facebook.com/iaouropreto

domingo, 27 de junho de 2021

Marcelo Tas recebe Bob Wolfenson no #Provoca

Nesta terça-feira (29), Marcelo Tas conversa com Bob Wolfenson no #Provoca. O fotógrafo conta como é fotografar uma mulher nua, fala sobre as fotos com Maitê Proença na Itália e a máfia, a emoção de registrar Chico Buarque e sobre seu livro comemorativo de 50 anos de carreira, Desnorte. O programa vai ao ar na TV Cultura, a partir das 22h. 

Wolfenson comenta na edição como é fotografar uma mulher nua, se fica excitado. "Sinceramente, posso ficar, óbvio. Mas são tantas injunções, a expectativa é tão grande, tanto dinheiro envolvido que ainda que o coração mexesse, você tinha que se conter", diz. E Tas provoca: eu ainda tenho curiosidade, na hora do pênalti como é que você respira? "Conto até dez e pronto", confessa. 

Bob fala também das fotos que fez com a Maitê Proença para a Playboy na Itália. "Foi um marco divisor na minha vida de fotógrafo de mulheres nuas, porque foi um trabalho que incorporou pessoas. Foi uma transgressão louca em todos os sentidos. A Maitê sentou ao lado de uns velhinhos que estavam jogando cartas, ai quando ela tirou o roupão os velhinhos não olharam para ela. Eles estavam concentrados no jogo e ela, na boa mesmo, não estava nem aí. No interior da Sicília, pedimos autorização para o ‘capo’ da cidade, não era para a polícia", conta. 

Sobre seu livro comemorativo de 50 anos de carreira, Desnorte, Bob Wolfenson diz que olhou para o passado com integridade, que não o desintegrou. "Talvez a minha característica principal seja esse trânsito pelos vários gêneros da fotografia. a minha originalidade, se é que há, está nesse trânsito. Não tinha como não ter imagens aparentemente desconexas", explica. 

Por fim, Tas pergunta qual a foto mais difícil psicologicamente que ele fez. "Eu acho que quando eu estou diante de alguém que eu admiro muito ou diante de uma situação muito constrangedora, como são, às vezes, as fotos das mulheres nuas. Mas acho que um trabalho que eu fiz com Chico Buarque. Eu estava diante dele e pensei: meu Deus, o que eu faço agora? Estou na frente do Chico Buarque! Como eu dirijo? O que eu consigo? O que posso fazer? Aonde vou? Tudo isso vem na cabeça", comenta.

Realização: Fundação Padre Anchieta, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal - Lei de Incentivo à Cultura

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Clube do Livro da Aliança Francesa debate obra premiada de Anne Pauly

Publicação da Jornalista francesa é tema
 do Clube do Livro 
Foto: Jöel Saget

O primeiro romance da escritora e jornalista francesa Anne Pauly será tema do próximo Clube do Livro “Ler e Inspirar”, da Aliança Francesa de Belo Horizonte. “Avant que j’oublie” será discutido no dia 28 de junho, às 19h30, em encontro virtual. É necessário fazer inscrição por meio do e-mail mediateca@aliancafrancesabh.com.br para participar.

O público que se inscrever poderá ler livro de maneira gratuita em francês, por meio da plataforma digital do Institut Français, Culturethèque. Ao se inscrever, a Aliança Francesa libera o acesso à plataforma por três semanas para concluir a leitura. Quem já leu a publicação, também pode participar do bate-papo.

O clube do livro convida para refletir sobre a morte, por meio do humor e da sensibilidade da escritora. “Avant que j’oublie” é um livro às vezes estridente, muitas vezes comovente, de despedida do pai. “Antes que eu esqueça” (tradução livre) é a história de Jean-Pierre Pauly, seus últimos dias, sua morte e os meses que sua filha passa esvaziando a casa da família em Carrières-sous-Poissy.

Quando a autora fica sabendo da morte de seu pai, as memórias de família ressurgem. De volta à casa de sua infância, ela redescobre e mergulha em suas lembranças por meio de cada objeto, enquanto aqueles que estão ao seu redor lhe dizem para "virar a página”. Ela não quer e prefere gravar os sons da casa, temendo nunca mais ouvi-los.

Isso lhe permite compreender melhor o pai, um homem ambíguo, fascinante e original, "com um chapéu decorado com penas arrancadas do chão", mas aterrorizante. “Ele exigia silêncio: a contemplação das maravilhas da natureza seria apenas mais intensa, os pequenos animais não seriam perturbados e o arranjo do todo cósmico respeitado. Mas sabíamos muito bem que era acima de tudo a disposição de sua embriaguez que devíamos respeitar."

“Avant que j’oublie”, ainda sem publicação no Brasil, já ganhou vários prémios na Europa como: Livre Inter 2020, Summer 2020, Robert-Walser 2020 e Pauline-de-Siminane 2020.

Anne Pauly estudou literatura moderna na Universidade de Nanterre e fez mestrado em escrita criativa na Universidade de Paris-VIII. Iniciou sua carreira como revisora em um escritório de advocacia. Em seguida, ela trabalhou por um período na GQ Magazine.

Com edições mensais, o Clube do Livro discute, dia 26 de julho às 19h30, a comédia para teatro “Le mariage de Figaro”(1784) e o público já pode começar a leitura para participar.  O bate-papo sobre a obra, considerada como uma das precursoras da Revolução Francesa por sua denúncia dos privilégios arcaicos da nobreza e da aristocracia da época irá integrar a programação do Festival Liberté.

Aliança Francesa de Belo Horizonte

Clube do Livro Ler e Inspirar

Livro: “Avant que j’oublie” de Anne Pauly, 2019, da editora Verdier (94 pag.)

Data: 28 de junho, das 19h30 às 21h

Inscrições: mediateca@aliancafrancesabh.com.br

Onde: encontro online pela plataforma Zoom (o link será enviado por e-mail aos inscritos)

O clube do livro é em francês sem tradução simultânea.

Mais informações:

www.aliancafrancesabh.com.br

@aliancafrancesabh