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domingo, 9 de abril de 2023

Papa: Com Cristo renasce a esperança! Apressemo-nos a superar divisões e conflitos

Foto: Vatican News


As palavras de Francisco aos fiéis: "Sim, temos a certeza: verdadeiramente Cristo ressuscitou. Acreditamos em Vós, Senhor Jesus, acreditamos que convosco renasce a esperança, o caminho continua. Vós, Senhor da vida, encorajai os nossos caminhos e repeti, também a nós, como aos discípulos na noite de Páscoa: ‘A paz esteja convosco’.”

Bianca Fraccalvieri – Vatican News

O dia mais importante e belo da história: o dia em que Cristo ressuscitou!

O Papa formulou seus votos de Feliz Páscoa a todos os fiéis em sua mensagem Urbi et Orbi (a Roma e a todo o mundo) ao final da missa celebrada numa Praça São Pedro tapeçada de flores. A cerimônia teve início com a abertura do ícone do Santíssimo Salvador, sob o canto do Aleluia e prosseguiu com a Liturgia da Palavra, sem a homilia, e a Liturgia Eucarística.

Diante de cerca de 100 mil romanos e peregrinos, Francisco recordou o significado da Páscoa, isto é, passagem; passagem da morte à vida, do pecado à graça.

“Nele, Senhor do tempo e da história, quero, com o coração repleto de alegria, dizer a todos: feliz Páscoa!”

Que seja para cada um, sobretudo para os sofredores, uma passagem da tribulação à consolação. Afinal, não estamos sós: Jesus, o Vivente, está conosco para sempre. Alegrem-se a Igreja e o mundo, porque podemos “celebrar, por pura graça, o dia mais importante e belo da história”.

Cristo ressuscitou, ressuscitou verdadeiramente, e a humanidade acelera o passo porque vê a meta do seu percurso, o sentido do seu destino: Jesus Cristo. E é chamada a apressar-se ao encontro Dele, esperança do mundo.

Por isso, convidou o Papa, apressemo-nos também nós a superar os conflitos e as divisões, e a abrir os nossos corações aos mais necessitados. Apressemo-nos a percorrer sendas de paz e fraternidade. O caminho é longo e devemos suplicar ao Ressuscitado: “Ajudai-nos a correr ao vosso encontro!”.

Haiti e Nicarágua

Francisco então nomeou os povos e países que mais precisam, neste momento, desta ajuda: são o “amado povo ucraniano”, os russos, sírios e turcos vítimas do terremoto. São ainda israelenses e palestinos e libaneses. No continente africano, anseiam pela paz de Cristo os tunisinos, etíopes, sul-sudaneses, congoleses, eritreus, nigerianos, malauianos, moçambicanos e burquineses. Na Ásia, o Papa reza pelos birmaneses e pelo martirizado povo rohingya. No continente americano, as preces de Francisco vão para o Haiti, “que há vários anos está sofrendo uma grave crise sociopolítica e humanitária”, e para a Nicarágua, que hoje celebra a Páscoa “em circunstâncias particulares”.

O Pontífice suplicou conforto para os refugiados, os deportados, os prisioneiros políticos e os migrantes, especialmente os mais vulneráveis, bem como todos aqueles que sofrem com a fome, a pobreza e os efeitos nocivos do narcotráfico, do tráfico de pessoas e de toda a forma de escravidão.

Francisco pede ao Senhor que inspire os responsáveis das nações, para que nenhum homem ou mulher seja discriminado e espezinhado na sua dignidade; para que, no pleno respeito dos direitos humanos e da democracia, se curem estas chagas sociais.

“Irmãos, irmãs, voltemos também nós a encontrar o gosto do caminho, aceleremos o pulsar da esperança, saboreemos a beleza do Céu! (...) Sim, temos a certeza: verdadeiramente Cristo ressuscitou. Acreditamos em Vós, Senhor Jesus, acreditamos que convosco renasce a esperança, o caminho continua. Vós, Senhor da vida, encorajai os nossos caminhos e repeti, também a nós, como aos discípulos na noite de Páscoa: ‘A paz esteja convosco’.”

domingo, 17 de abril de 2022

Feliz Páscoa

 Ressuscitou!

“Fazer a Páscoa” com Cristo significa fazer a passagem mais importante de nossas vidas, da morte para a vida, e, consequentemente, ser testemunha hoje de Cristo Ressuscitado.

Cardeal Orani João Tempesta, O. Cist. - Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

A ressurreição de Jesus continua sendo o grande anúncio que todo cristão professa e anuncia, que, além de compreender e viver os seus mistérios, promove a abertura do coração e a docilidade as moções do Espírito Santo.

A fé no Ressuscitado é medida e fortalecida na vida de cada dia; em nossos relacionamentos quotidianos. Somos todos “homens e mulheres pascais” e “testemunhas da ressurreição”. Precisamos, por isso, viver anunciando o Kerigma, a Boa Notícia. A fé estará sempre ameaçada por dentro e por fora e, muitas vezes, somos provados “como ouro no crisol” (Pr 17,3).

“Fazer a Páscoa” com Cristo significa fazer a passagem mais importante de nossas vidas, da morte para a vida, e, consequentemente, ser testemunha hoje de Cristo Ressuscitado. Com Cristo a noite e as trevas são vencidas porque sempre chega a aurora com a estrela da manhã. Significa também suportar com força e alegria o que em nós, na sociedade, na própria comunidade eclesial, põe à prova, parece cinzento e obscuro, tentação e contradição. Devemos ir além do que se sente e vê o contrário para que pareça que o pecado e a morte ainda dominam o mundo. Nós enxergamos com os olhos da fé: Cristo está vivo e ressuscitado e vive entre nós.

Para isso é importante o silêncio interior e a cada dia contemplar as maravilhas do Senhor, sempre presentes entre as formas retorcidas da vida. Se alguém para de rezar, coloca a sua fé em risco. Se uma comunidade eclesial não se expande na oração e na contemplação da verdade, torna-se apenas uma justaposição de pessoas.

A formação na oração, juntamente com a tensão escatológica, são o foco de cada cristão e de cada comunidade eclesial continuamente em construção. Somos “ressuscitados” com Cristo porque, pelo Batismo, somos “massa nova”, “pão sem fermento da sinceridade e da verdade”. Continuamos a caminhar e crescer nesta novidade com a frequência ao sacramento da reconciliação e, sobretudo, com plena participação na Eucaristia, “fonte e cume de toda a vida sacramental da Igreja”. A vida pascal do cristão é estruturalmente sacramental. Este é um ponto decisivo para a fé e a pastoral da Igreja. Sabemos que, em primeiro lugar, devemos “deixar-nos guiar por Cristo” para responder ao seu senhorio com o “Evangelho vivido”: “as palavras movem, os exemplos arrastam”, e, cada cristão chamado a viver a Páscoa, não deve se esquecer de responder ao chamado para testemunhar - ser discípulo-missionário é estar continuamente à espreita contemplando o seu Senhor nos seus mistérios e consequentemente, de modo concomitante, sendo agente do anúncio, no cumprimento continuo da sua missão, como agente da missionaridade, onde quer que esteja vivendo o seu dever de estado, como leigo, consagrado ou clérigo. Sempre testemunhando o Senhor.

A solenidade da Páscoa não nos pode nos fazer parar na pessoa e na comunidade eclesial que se forma. Se queremos ser “homens e mulheres pascais”, não podemos nos fechar em nós mesmos e na comunidade dos “ressuscitados com Cristo”: somos chamados a ir além, aos confins do mundo para proclamar a grande notícia.

As passagens dos evangelhos do domingo de Páscoa mostram-nos um grande movimento das mulheres e dos discípulos de Cristo em direção ao seu túmulo vazio e depois do túmulo, aos irmãos. Como se fosse um apelo contínuo para tenhamos sempre a coerência entre a fé e a vida. Assim foi com as mulheres que tendo visto o túmulo vazio e escutado os anjos saíram para anunciar a grande notícia. Um movimento trêmulo e ainda incerto, mas durante o qual já é dado o comando: “Vá e anuncie”. Esse “vai”, que no tempo pascal se torna cada vez mais intenso, está aberto ao mundo inteiro e também um “viva e anuncie”, já que o que vivemos e concretamente testemunhamos levará muitos a acreditarem no que dizemos pela graça do Espírito Santo.

O compromisso da fé pascal, ao mesmo tempo que nos impele a ser, na Igreja e com a Igreja, povo dos “ressuscitados” com Cristo, ilumina o nosso espírito missionário constitutivo. Não somos um povo “segundo a carne”, mas a nova “assembleia de caridade” que já não tem casa nem terra (como indicam etimologicamente os termos “paróquia” e “paroquianos”), que é a alma de toda a mundo e deve “ir... até os confins da terra” (At 1,8). Aliás, o encontro com o Ressuscitado no momento da pesca milagrosa demonstra que o encontramos também na missão.

As nossas comunidades eclesiais, as famílias cristãs, devem rever a sua relação com quem não tem fé, com quem a perdeu, com quem mantém um vago sentido religioso sem prática cristã. Na prática, todos nós temos que nos perguntar o quanto somos pessoas do “anúncio”. A “nova evangelização”, também é necessária entre nós, exige-a com cada vez maior urgência.

É importante encontrar um sentido único para a nossa vida, porque senão continuaremos sempre divididos, fragmentados, rompidos, jogados de um lado para o outro. Se temos um sentido na família, outro no trabalho, um terceiro na igreja, um quarto no lazer não posso ser uma pessoa acomodada. Isso é ainda mais verdadeiro hoje, bombardeados como somos por mensagens que nos puxam de todos os lados, que nos despedaçam.

Devemos nos lembrar continuamente de Jesus, Deus e homem verdadeiro, e de sua história. De que maneira? De várias maneiras, mas certamente a vida cristã oferece um meio particular para isso: a Eucaristia. “Fazei isso em memória de mim”. A Missa é o memorial do Senhor, da sua Palavra e da sua Páscoa. Ali podemos encontrar a luz que ilumina nossa vida, o “remédio da imortalidade, o antídoto para não morrer”. Ela é a nossa Páscoa cotidiana, onde clamamos: “anunciamos Senhor a vossa morte, proclamamos a vossa Ressurreição”, e do mais profundo do nosso ser que se tornará eucaristizado “Vinde, Senhor Jesus!” = (“Maranathá!)

Iluminados por esta luz e amparados por esta memória da Páscoa, podemos arriscar-nos a ser nós mesmos sem nos camuflar no meio da multidão que dá segurança, sem nos refugiar atrás do grupo.

Senhor, concede-nos encontrar no teu mistério pascal a chave da nossa vida e encontrar-te vivo nesta Páscoa e em todos os sacramentos, em especial na Eucaristia.

Senhor Jesus Cristo, hoje resplandece em nós tua luz, fonte de vida e alegria! Dá-nos o teu Espírito de amor e de verdade, porque, como Maria Madalena, Pedro e João, também nós sabemos descobrir e interpretar à luz da Palavra os sinais da vida divina presentes no nosso mundo e acolhê-los com fé para sempre viver na alegria da sua presença ao nosso lado, mesmo quando tudo parece envolto na escuridão da tristeza e do mal. A esperança e paz trazidas pelos Ressuscitado fez com que todos nós, na luta pela vida, dom de Deus, pudéssemos vencer os males dos últimos anos, trazidos pelo vírus da Covid-19; boa parte de nossas comunidades começam a retomar a participação presencial na sua vida de fé com a participação mais ativa nas celebrações pascais. Que nunca desesperemos da misericórdia de Deus e que a nossa vida, no dia a dia, onde quer que estejamos e o que quer que façamos seja um contributo para que todos conheçam o Senhor e tenham a certeza da sua Ressurreição, penhor e garantia daquela dos que nele creem. Cristo Ressuscitou verdadeiramente, Aleluia! Santa Páscoa a todos e que a nossa vida seja um contínuo Aleluia, um louvor a Deus por todas as maravilhas de sua misericórdia tornadas concretas na nossa vida de fiéis de Cristo.

Reflexāo do dia


 

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Gero terá cardápio especial na Páscoa

Páscoa é tempo de renovar, reunir a família, os amigos e celebrar bons momentos. Pensando nisso, o Gero, restaurante do Hotel Fasano Belo Horizonte, preparou um menu exclusivo para a data que será servido na Sexta-Feira da Paixão e no Domingo de Páscoa. Com uma opção de entrada, dois pratos principais e uma sobremesa, as receitas, assinadas pelos chefs Luca Gozzani e Fábio Jobim, são servidas à la carte e focadas nos peixes e frutos do mar, tão tradicionais para a época. O bacalhau, sempre grande destaque na semana santa, está presente com toques requintados e muito bem pensados.

De entrada, a sugestão é o polvo grelhado com tomate cereja (R$ 64). As alternativas de prato principal ficam por conta do bacalhau ao forno com molho de tomate san marzano, alcaparras e azeitonas pretas acompanhado de purê de batatas (R$ 110) e arroz com lascas de pato e paio (R$ 95). Para finalizar, sobremesa é um ravioli de morango e mascarpone com creme de cacau (R$ 32). Experiência gastronômica completa que vale a pena conferir.

 MENU ESPECIAL DE PÁSCOA DO GERO

Antipasto/Entrada

Piatti principale/Prato principal
Bacalhau ao forno com molho de tomate san marzano, alcaparras e azeitonas pretas acompanhado de purê de batatas (R$ 110)

Arroz com lascas de pato e paio (R$ 95)

Dolce/Sobremesa
Ravioli de morango e mascarpone com creme de cacau (R$ 32)

Horários – GERO:
Almoço - Seg. a sex.: 12h às 15h / Sáb.: 12h à 01h (não fecha) / Dom. e fer.: 12h às 17h

Jantar - Dom. a qui.: 18h30 à 0h / Sex. e Fer.: 19h à 01h / Sáb.: 12h à 01h (não fecha)

Endereço: Rua São Paulo, nº 2320 – Lourdes

quinta-feira, 22 de março de 2018

São Paulo: JK Iguatemi realiza Caça aos Ovos

Para celebrar a Páscoa, o JK Iguatemi realiza a tradicional “Caça aos Ovos”. Aberta ao público, a ação acontecerá nos dias 30 e 31 de março no Jardim JK, 3º piso do shopping, e as atividades serão divididas por faixa etária, com acompanhamento de monitores.
Com cenografia lúdica, as crianças podem seguir as pistas e procurar os ovos espalhados pelo “bosque”, mergulhando no universo divertido desta época e se encantar com a contação de histórias feita pelo próprio Coelhinho da Páscoa. Além disso, o evento conta com oficinas infantis, onde os pequenos poderão produzir e personalizar gifts especiais e atividades recreativas com troca de pontuação por chocolates, doces e confeitos.
Para as crianças menores, uma brinquedoteca será montada e traz atividades que exercitam a criatividade e autonomia, também acompanhadas por monitores. A atração é dividida por sessões a cada uma hora, sendo 40 minutos de atividades, com capacidade de 50 crianças, por sessão.

Para participar é preciso retirar uma senha no local do evento, uma hora antes do início de cada sessão. A entrega das senhas será feita por ordem de chegada e o evento está sujeito a lotação.
#caçaaosovosjk
CAÇA AOS OVOS JK IGUATEMI

Data: 30 e 31 de março
Horários: Das 10h às 17h
Local: Jardim JK, 3º piso do shopping
Classificação Caça aos Ovos: de 3 a 10 anos
Para as crianças de 0 a 3 anos há uma área especial
Capacidade: 50 crianças por sessão
Duração: 40 minutos de atividade
Gratuito – com distribuição de senhas, por ordem de chegada
Sujeito a lotação 

Sobre o JK Iguatemi
Projetado sob novo conceito de shopping center, desde 2012, o Shopping JK Iguatemi reúne arte, moda, entretenimento, lazer, tecnologia, cultura, design, gastronomia e excelentes serviços em um único lugar. Faz parte do seu DNA os pilares de inovação, experiência e modernidade, fazendo com que cada visita seja única e proporcionando oportunidades diferentes e inéditas para todos os públicos. Com a expertise e o diferencial em oferecer o mais completo e diversificado mix, o JK Iguatemi inova com qualidade e antecipa tendências para continuar sendo referência no setor. Para mais informações visite www.jkiguatemi.com.br.