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quinta-feira, 19 de setembro de 2024

Orquestra Ouro Preto celebra Celso Adolfo na série Alma Mineira

Foto: Ed Gontijo
Com mais de 40 anos de carreira, cantor e compositor se une à Orquestra em única apresentação, no dia 22 de setembro, às 11h, no Sesc Palladium

A Orquestra Ouro Preto dá sequência à Série Alma Mineira com mais um grande nome da música do nosso Estado. O convidado da vez é o cantor e compositor Celso Adolfo, em mais um concerto que celebra a rica musicalidade de Minas Gerais. Reconhecido nacional e internacionalmente por suas composições, o músico natural de São Domingos do Prata se une à Orquestra para revisitar sucessos de sua carreira, que ganham novas cores em única apresentação, no domingo (22), às 11h, no Grande Teatro do Sesc Palladium, em Belo Horizonte. Os ingressos já estão à venda, a preços populares (R$30 a inteira).

Celso Adolfo é um dos grandes nomes da música mineira, reconhecido por sua sensibilidade poética e melodias marcantes que ressoam a essência do interior. Com uma trajetória que atravessa mais de quatro décadas, Celso construiu uma carreira sólida e respeitada tanto no Brasil quanto no exterior. Seu primeiro álbum, “Coração Brasileiro”, lançado em 1983, foi produzido por Milton Nascimento e Wagner Tiso, contando com participações de nomes icônicos da música brasileira, o que já indicava o talento nato do artista.

Um dos grandes nomes da música do Estado, Celso tece em sua obra e em sua trajetória de mais de quatro décadas, toda essa mineiridade. “Ser compositor mineiro é como aquele viver é muito perigoso, de Guimarães Rosa. Música mineira é literatura, rua, viaduto, favela, futebol, igrejas, cultos, sinos; é chuvas e serras, asfalto e terra, cosmopolitana e interiorana, são os Resíduos Setecentistas de Affonso Ávila, é drummondiana e ainda tem esta consideração: a de ser melódica e harmonicamente sentida, busca a beleza, a leveza, é trabalhada, variada, dotada de habilidade e de imprescindível honestidade mental”, define o músico.

Ao longo de sua carreira, Celso lançou 11 discos, entre eles “Feliz”, “Brasil Nome Vegetal” e “Remanso de Rio Largo”, que trazem canções profundamente conectadas à cultura e aos costumes mineiros. Sua música é marcada por uma forte ligação com a poesia, e sua habilidade como letrista é destacada por sua capacidade de transformar o cotidiano em arte, sempre com um olhar afetivo e minucioso sobre a realidade brasileira.

O concerto fará uma linda viagem pela discografia de Celso, com arranjos inéditos para suas composições, dando novas perspectivas para seus clássicos. Um repertório escolhido para sintetizar uma longa e brilhante trajetória artística.

“De tudo que compus e que está gravado em 11 discos lançados nas plataformas, o público ouvirá o que me emociona quando estou sozinho em casa. Espero que a plateia encontre nelas o mesmo sentimento”, afirma Celso. “Numa circunstância tão especial, cheguei a pensar em cantar algo que não fosse daminha lavra, apenas como referência. Mas o que me fez ficar nos meus domínios foi a necessidade de eu me fazer compreendido pelo que eu componho. O critério foi este, e ele me representa inteiramente: o violão que toco, o que escrevo para as músicas e eu mesmo, um interiorano quando se deita, cosmopolita ao longo do dia e interiorano novamente ali pelas seis da tarde, até recomeçar o ciclo”, complementa.

O encontro com a Orquestra Ouro Preto conta ainda com a presença especial dos músicos Christiano Caldas, ao piano, Linconl Cheib, na bateria, e Aloisio Horta no baixo elétrico. “Quando a Orquestra de Ouro Preto chegou revelando mais almas que a composição tem em si, uma coisa me bateu imediatamente: o total respeito pelo meu fraseado e modo de tocar e compor ao violão. Grandes formações artísticas são assim, feitas de poderosas almas artísticas confirmando as aptidões de todos do meio. Felicidade maior existe, mas só depois desta”, garante Celso.

SOBRE A SÉRIE ALMA MINEIRA

Celebra grandes nomes da música que vêm construindo a identidade cultural do estado. A cada concerto, a Orquestra Ouro Preto se une a um diferente artista, de diferentes gêneros, gerações e estilos, tecendo uma narrativa sonora que celebra a diversidade e a potência da arte feita em Minas. A série tem como ponto de partida homenagear artistas que inspiram e deixam um enorme legado para a nossa arte.

“Convido o público que nos acompanha mensalmente no palco do Sesc Palladium a vir prestigiar esse concerto e garanto que a plateia vai se emocionar, vai reencontrar e até mesmo conhecer a maravilha que é a cena musical de nosso estado e como esses artistas rompem as barreiras das montanhas de Minas e expandem a música mineira para todo o nosso país”, promete o Maestro Rodrigo Toffolo.

Alma Mineira: Orquestra Ouro Preto e Celso Adolfo

Data: 22 de setembro de 2024

Horário: 11 horas

Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1.046, Centro)

Ingressos:  R$30 e R$15, no Sympla e na bilheteria do teatro

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!


segunda-feira, 30 de maio de 2022

Celso Adolfo fala sobre seu mais novo CD

Foto: Eduardo Gontijo
O músico mineiro Celso Adolfo participa do Sempre Um Papo nesta segunda-feira (30), para falar sobre o processo de produção e para apresentar algumas faixas do seu mais novo CD, intitulado “Pratiano”. A conversa com o jornalista Afonso Borges acontece on-line através do YouTube e Facebook do projeto, às  19h, e conta com tradução simultânea em Libras.

O nome “Pratiano” faz referência à origem de Celso Adolfo, nascido no município mineiro de São Domingos do Prata, em 1952. As 15 músicas que integram o CD, que está sendo gravado e com lançamento previsto para 2022, foram compiladas durante os dias mais tensos da pandemia, em 2021. Entre valsas, canções e sambas, o músico criou o gênero “coco calangado”, que dá nome a uma das faixas. Uma melodia para o poema “Os rios”, de Henriqueta Lisboa está ao lado de "Santo Antônio na Querença", primeira composição junina de Celso.

O Sempre Um Papo é viabilizado com o patrocínio da Gerdau, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, via Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais – Secult – MG.

Mais sobre Celso Adolfo:

Celso Adolfo é violonista, compositor e trabalha como músico profissional desde 1983. Nesse mesmo ano, lançou seu primeiro disco, “Coração Brasileiro”, que foi produzido por Milton Nascimento. Entre os trabalhos mais recentes de Celso, destacam-se o CD “Remanso de Rio Largo”, de 2019, que reúne 16 músicas inéditas inspiradas no livro “Sagarana”, de Guimarães Rosa; e “Voz e Violão”, de 2021, que compila 29 músicas autorais gravadas em nove discos, entre 1983 e 2019. Além disso, Celso é autor de discos como “O Tempo”, de 2003, “Voz, Violão e Algumas Dobras”, de 2006, e “Estrada Real de Villa Rica”, de 2011.

Acompanhe Celso Adolfo em suas redes sociais (YouTube, Instagram e Facebook) e em seu site

Sempre um Papo – 36 anos

Criado em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o “Sempre Um Papo” é reconhecido como um dos programas culturais de maior credibilidade do país. O projeto realiza encontros entre grandes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Durante a pandemia, os encontros têm acontecido em formato virtual, com transmissão pelo YouTube do projeto.

Em sua história, já ultrapassou os limites de Belo Horizonte e chegou a 30 cidades, em oito estados do país, tendo sido realizado também em Madri, na Espanha. Em 35 anos de trabalho, aconteceram mais de 7 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

O Sempre Um Papo é viabilizado com o patrocínio da Gerdau, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, via Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais – Secult – MG.

Sempre Um Papo recebe Celso Adolfo

Dia 30 de maio, segunda-feira, às 19h

Evento on-line com transmissão pelo YouTube e Facebook do Sempre Um Papo

Informações: www.sempreumpapo.com.br

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Celso Adolfo no Memorial Vale em show presencial

Cantor apresenta seus sucessos
Foto: Eduardo Gontijo
O Memorial Vale segue com a agenda de shows presenciais, recebendo o violonista e compositor Celso Adolfo para um show, no qual o artista fará uma compilação de suas músicas, com destaque para “Mariquinha”, “Ralando coco”, “Faquinha, quicé”, “Amor doído”, “No vau da Sarapalha”, que estão em seu disco “Remanso de rio largo”. A apresentação integra o projeto Gerais Cultura de Minas e vai acontecer dia 24 de fevereiro, quinta, às 19h30, com acesso gratuito. 

O show de Celso Adolfo será no auditório do Memorial Vale, que está funcionando com acesso limitado a 50% de sua capacidade. A entrada é mediante retirada de ingresso (limitado a 2 por pessoa), a partir das 18h30, uma hora de antecedência do show. Para o acesso, é necessário apresentar comprovante de cartão de vacinação com 2ª dose aplicada.  

O Memorial Vel informa que a necessidade do cartão de vacinação é apenas para a programação das apresentações artísticas. Para acesso ao Museu, o documento não é solicitado. O Memorial Vale está localizado na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Está aberto às terças, quartas, sextas e sábados: das 10h às 17h30, com permanência até 18h. Às quintas, das 10h às 21h30, com permanência até 22h. Domingos: das 10h às 15h30, com permanência até 16h. A entrada de visitantes deverá ser realizada com máscaras que cobrem o nariz e a boca por completo. Não é permitida a entrada somente com o face shield. Toda a programação é gratuita.

Celso Adolfo é mineiro de São Domingos do Prata, sendo músico profissional desde 1983. Violonista e compositor, já se apresentou na Europa e nos Estados Unidos, sempre interpretando as suas composições. O seu primeiro LP, “Coração brasileiro” é de 1983 e foi produzido por Milton Nascimento. O disco mais recente de Celso Adolfo é “Remanso de rio largo”, de 2019, com 16 músicas inspiradas no Sagarana, livro de estreia de Guimarães Rosa. Mas foi no palco da réplica da Casa da Ópera de Ouro Preto, no Memorial Minas Gerais da Vale, que Celso Adolfo mostrou sete das primeiras músicas deste trabalho. Em 2020, Celso Adolfo lançou a coletânea com 29 músicas no cd “Voz e violão”,  somente nas plataformas digitais, via Lei Aldir Blanc.  Para 2022, Celso Adolfo já está em estúdio gravando o seu décimo CD, intitulado “Pratiano”, com músicas inéditas.

O Memorial Vale segue com as exposições virtuais e presencial, conforme programação abaixo.

ATÉ 03/04 – EXPOSIÇÃO “IMAGINANTE DE MINAS, SÉCULO 20”

Até o dia 3 de abril está aberta, presencialmente, a exposição “Imaginante de Minas, século 20” que faz parte das comemorações dos 10 anos de atividade do Memorial Vale. Com curadoria de Júlio Martins e Maria Angélica Melendi, “Imaginante de Minas, século 20” reúne mais de 30 artistas para traçar uma visão diversa das experiências em artes visuais desenvolvidas nas terras mineiras ao longo do século 20”. O título se inspira em uma série de pinturas de Alberto da Veiga Guignard, marco importante, mas não único, da modernidade artística mineira, e aponta para desdobramentos improváveis nas poéticas dos artistas das décadas de 1960 a 1990.

O público poderá ver seis obras de Guignard, três pinturas e três desenhos, e obras de Adalgisa Martins, Amílcar de Castro, Arlindo Daibert, Assis Horta, Beatriz Dantas e Paulo Emílio Lemos, Cao Guimarães, Celso Renato, Farnese de Andrade, Franz Weissmann, Genesco Murta, George Helt, G.T.O., Inimá de Paula, Jeanne Milde, Lorenzato, Lótus Lobo, Manfredo Souzaneto, Marco Sampaio, Marco Paulo Rolla, Marcos Benjamin, Marta Neves, Maria Lira Marques, Mary Vieira, Maurino de Araújo, Raymundo Colares, Renato de Lima, Roberto Vieira, Rosângela Rennó, Solange Pessoa e Zina Aita.

Até 31/3 – VIRTUAL - EXPOSIÇÃO “O RECADO DAS ÁGUAS” 

"Você já parou pra escutar o que as  águas têm a dizer? A exposição “O Recado das Águas”, de Marília Raiane, é um convite para o espectador seguir pelos caminhos sinuosos do rio Peruaçu, no Norte de Minas Gerais, e escutar com atenção alguns de seus múltiplos recados.

A exposição segue até o dia 28 de fevereiro e integra o projeto Novos Novos Pesquisadores, iniciativa do Educativo do MMGV. 

Link para acessar a exposição: https://memorialvale.com.br/virtual/sites/recadodasaguas/

ATÉ 31/3 - “A LAPINHA COMO LUGAR SAGRADO”

Até o dia 28 de fevereiro, no site do Memorial Vale, o público pode visitar a exposição “A Lapinha como lugar sagrado”, de Iara Euzane de Oliveira Pereira. 

A caverna Lapinha é um lugar sagrado para as comunidades rurais em Santo Antônio do Itambé - MG. Mas por que uma caverna sagrada? O que as pessoas sentem lá dentro? Que caverna é essa? Envolvidos por esse mistério, a comunidade Bagres nos recebe em seu território contando sua história e experiências. A exposição é um diálogo entre comunidade, pesquisadora e público, com vídeos, áudios e fotos do processo de pesquisa na comunidade, Festa da Lapinha e caverna, da paisagem física, social e cultural.

A mostra faz parte do projeto Novos Pesquisadores, iniciativa do Educativo do MMGV.

Link para acessar a exposição: http://memorialvale.com.br/virtual/sites/lapinha/index.html 

ATÉ 31/3 - "DESORDEM & CAOS"

"Desordem & Caos”, de autoria de Camila Similhana e curadoria de Raul Lanari, fica em exibição no site do Memorial Vale até o dia 28 de fevereiro. A exposição foi concebida a partir do estudo de fontes manuscritas e visuais decorrentes do Arquivo Público Mineiro sobre os encarcerados nas cadeias locais mineiras ao longo de parte da Primeira República brasileira, mais precisamente entre 1890 e 1914. A partir dessa premissa, a ideia foi refletir sobre as noções de cidadania, liberdade e democracia: se a noção vigente no período assinalado era que a emergência da república trouxesse novos horizontes, marcados pelo que então se entendia como o caminho do progresso, da justiça e da conquista de novos direitos, como foi possível que as prisões mantivessem problemas que pareciam não ter rompido com as limitações e opressões coloniais? Para tentar responder a essa pergunta e levantar outras reflexões, foi costurada uma exposição embasada por fotos de encarcerados e correspondências escritas pelos delegados locais das cidades mineiras ao chefe estadual de polícia, em meio a uma intrigante viagem pelas páginas de um jornal de época. 

Esta exposição faz parte do projeto Novos Pesquisadores, iniciativa do Educativo do MMGV.

Link para acessar a exposição: https://memorialvale.com.br/virtual/desordem-caos-editorial/

Memorial Minas Gerais Vale

Já recebeu mais de 1,1 milhão de pessoas, de todos os lugares do Brasil e de outros continentes. São mais de 1.600 eventos realizados e cerca de 200 mil pessoas em visitas mediadas. Integra o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, um dos maiores complexos de cultura do Brasil. Caracterizado como um museu de experiência, com exposições que utilizam arte e tecnologia de forma intensa e criativa, é um dos vencedores do Travellers’ Choice Awards do TripAdvisor. Na curadoria e museografia de Gringo Cardia, cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI. Mais que um espaço dedicado às tradições, origens e construções da cultura mineira, o Memorial é um lugar de trânsito e cruzamento entre a potência da história e as pulsações contemporâneas da arte e da cultura, onde o presente e o passado estão em contato direto, em permanente renovação. É vivo, dinâmico, transformador e criador de confluências com artistas independentes e com diversos segmentos da cultura mineira.

Circuito Liberdade 

O Memorial Minas Gerais Vale é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

Memorial Vale na web:

http://www.memorialvale.com.br

https://www.facebook.com/memorialvale  

https://www.instagram.com/memorial.vale  

https://www.youtube.com/user/memorialvale www.memorialvale.com.br/visite/visita-virtual/

Hashtags usadas nas postagens do Memorial Vale: 

#MemorialValeEmCasa 

#MuseumsAndChill 

#MemorialValeNosUne

#ValePatrocina

 Use máscara cobrindo a boca e o nariz

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Celso Adolfo no #SempreUmPapoEmCasa

Músico fala de seu novo trabalho
Foto: Eduardo Gontijo
O músico Celso Adolfo é o convidado do #SempreUmPapoEmCasa desta quarta-feira (25), às 19h, para falar sobre seu novo trabalho, a coletânea “Voz e Violão, com  29 músicas autorais gravadas ao longo de sua carreira. A transmissão do bate-papo que será mediado pelo jornalista Afonso Borges acontecerá no YouTube, Instagram e Facebook do Sempre Um Papo. O acesso é gratuito e a conversa contará com tradução simultânea em Libras.

“Voz e Violão”

Viabilizada pela Lei Aldir Blanc, a coletânea reúne 29 músicas autorais gravadas em nove discos, entre 1983 e 2019. Desde que começou sua carreira na música, Celso Adolfo utiliza o violão como ponto de partida para todas as suas composições. Nesse lançamento, não é diferente. As faixas para a coletânea foram gravadas sem acréscimos de melodia ou de harmonia e sem efeitos especiais. Desse modo, cada música soa exatamente como foi composta, ao longo da trajetória deste notável músico mineiro que já possui 38 anos de estrada.

Celso nasceu em 1952, em São Domingos do Prata, município em Minas Gerais. É violonista, compositor e trabalha como músico profissional desde 1983. Nesse mesmo ano, lançou seu primeiro disco, “Coração Brasileiro”, que foi produzido por Milton Nascimento. O CD físico mais recente de Celso Adolfo é o “Remanso de Rio Largo”, de 2019, que reúne 16 músicas inéditas inspiradas no livro “Sagarana”, de Guimarães Rosa. Além disso, já produziu mais de cinco discos como “O Tempo”, de 2003, “Voz, Violão e Algumas Dobras”, de 2006, e Estrada Real de Villa Rica, de 2011.

O Sempre Um Papo, que completa 35 anos de realização em 2021, é viabilizado com o patrocínio do Itaú, Rede Mater Dei e Usiminas, com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo.

#SempreUmPapoEmCasa com Celso Adolfo

Dia 25 de agosto, quarta-feira, às 19h

Local: YouTube, Facebook e Instagram do Sempre Um Papo

Informações: www.sempreumpapo.com.br

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Sempre Um Papo faz live com Celso Adolfo e do Professor Pasquale


O "Sempre um Papo", patrocinado pela Cemig via Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, dá início a uma série de eventos virtuais com a presença do cantor Celso Adolfo e do Professor Pasquale, para o debate sobre o tema “Música e Língua”. A live será na próxima sexta-feira, dia 29 de maio,  às 19h30, no canal do Sempre Um Papo no Youtube - https://bit.ly/2X8C3eU , com acesso gratuito. A conversa terá mediação de Afonso Borges.

“Eu e Pasquale temos igual interesse pela música e pela língua. São campos que se convergem em algum momento, mas pode a linguagem musical existir sem a presença das palavras e vice-versa, a palavra pode existir sem a linguagem da melodia e da música. Mas quando se encontram formam essa terceira coisa, que também é universal e linda”, destaca Celso Adolfo. 

Celso Adolfo tem seu mais recente trabalho musical inspirado nos contos do livro “Sagarana”, de Guimarães Rosa. O elogiado CD  “Remanso de Rio Largo”, nono de sua carreira, reúne 16 canções, foi lançado em 2019 e recebeu, em maio de 2020, o Prêmio Flávio Henrique, concedido pelo BDMG Cultural, de Belo Horizonte. O músico começou a compor o trabalho em 2012, por ocasião da inauguração do Museu Sagarana, em Itaguara (MG), criado para homenagear  João Guimarães Rosa. O fato de ser mineiro interiorano, de São Domingos do Prata, permitiu que Celso Adolfo criasse canções apoiadas no variado mundo interiorano mineiro que guarda relação com Sagarana, mas que não fossem exatamente do livro. Assim, tomando-lhe preciosos empréstimos, compôs músicas como “Milho no papo” e “Ê zueira! Ê poeira!”. Além de três músicas que “recontam”  os contos  “Duelo”,  “Sarapalha”  e  “Corpo fechado”,  outras canções nasceram a partir das quadrinhas ao longo do livro. “Ralando coco”, “Mariquinha”, “Amor doído” e “Tim Tatu” foram as primeiras desta ideia.

Professor Pasquale

Natural de Guaratinguetá-SP, Pasquale Cipro Neto cursou Letras (Espanhol-Português) na Universidade de São Paulo. É professor de português, desde 1975. Trabalhou na Folha de S. Paulo, como integrante da Editoria de Treinamento e colunista, de 1989 a 2016. Idealizou o programa “Nossa Língua Portuguesa”, transmitido pela TV Cultura, durante 19 anos. Apresentou, durante seis anos, o boletim “Com a Palavra o Professor Pasquale”, transmitido pela Rádio Globo para todo o país. Foi consultor do Departamento de Jornalismo da Rede Globo de Televisão (São Paulo), de 1996 a 2011. Durante seis anos, foi colunista da “Cult”, revista brasileira de literatura. Desde abril de 2017 é colunista da Rádio CBN. É coautor da “Gramática da Língua Portuguesa” (com Ulisses Infante), da editora Scipione. Escreveu o “Anexo Gramatical do Manual da Redação da Folha de S. Paulo” e coescreveu o “Manual da Globo News”. É autor de 13 livros lançados pela Publifolha e de 18 lançados pela Editora Gold. É coautor do “Dicionário da Língua Portuguesa, Comentado pelo Professor Pasquale” (Melhoramentos/Gold). Participou, como palestrante principal, da campanha “Pelo Fim do Jurudiquês”, da Associação Brasileira dos Magistrados. Por mais de dez anos, foi colaborador da Universidade do Livro (instituição vinculada à Unesp _Universidade Estadual Paulista), onde ministrou vários cursos. De 2012 a 2017 ancorou o serviço “Vivo com o Professor Pasquale”, que transformou o celular em ferramenta de ensino. O serviço chegou a ter mais de 2 milhões de assinantes. Ministra palestras e conferências em todo o país.

#SempreUmPapoEmCasa com Celso Adolfo e Professor Pasquale

Dia 29 de maio, sexta-feira, às 19h30, no Canal do Sempre Um Papo no Youtube

Link: https://bit.ly/2X8C3eU

Acesso também pelas redes sociais: @sempreumpapo