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quarta-feira, 18 de setembro de 2024

Quintal do Memorial estreia com atrações culturais e educativas gratuitas na Praça da Liberdade

Foto: Divulgação 


Com DJ Bella la Pierre, Bocha Paralímpica, p e oficinas criativas, o Quintal do Memorial promete animar o  domingo, com diversão para todas as idades. Projeto visa ativar o entorno do Memorial Vale enquanto o Museu passa por obras de renovação. O Quintal do Memorial será realizado uma vez por mês aos domingos e oferecerá atrações gratuitas.

Belo Horizonte ganha um novo ponto de encontro cultural aos domingos. A Praça da Liberdade será cenário de uma série de atividades culturais e educativas que integram a programação do Quintal do Memorial. Na sua primeira edição, no domingo (22), o evento acontece das 9h às 13h, prometendo diversão para crianças, famílias e o público em geral. Com uma agenda variada que inclui shows, apresentações teatrais, oficinas criativas e muito mais, o Quintal do Memorial surge como uma iniciativa para manter vivo o espírito do Memorial Vale, enquanto o edifício-sede passa por um processo de renovação e instalação de uma nova expografia permanente.

Na manhã de domingo, Bella la Pierre, a irreverente drag persona da artista e maquiadora Gabriela Dominguez, será Mestra de Cerimônia e DJ do Quintal, a partir das 9h. Com sua energia contagiante e um conjunto especialmente pensado para o universo infantil, Bella promete animar crianças e adultos. Com formação em arte-educação pela Escola Guignard e em teatro pelo Cefart do Palácio das Artes, Bella la Pierre se destaca pela inovação na cena drag de Belo Horizonte, sendo uma das pioneiras da arte Drag feita por mulheres na cidade.

Logo em seguida, a partir das 9h30, o público poderá acompanhar uma apresentação especial de Bocha Paralímpica, realizada pela Associação Paradesportiva e Esportiva de Belo Horizonte (Apebh). O esporte praticado por atletas com comprometimento físico de quatro membros é um exemplo de superação e inclusão. Fundada em 2012, a Apebh tem como missão promover o paradesporto na capital mineira, englobando modalidades como tênis de mesa, goalball, patinação e vôlei sentado.

Para quem deseja soltar a criatividade, o Educativo do Memorial Vale propõe a oficina "Pintando corpos, celebrando diferenças", que acontecerá das 9h30 às 11h. Nessa atividade artística, os participantes serão convidados a explorar a diversidade de corpos e identidades físicas, desconstruindo padrões e celebrando a singularidade. Voltada para todas as idades, a ação busca enfatiza que a arte, assim como os corpos, não possui uma forma única.

A programação segue com o espetáculo "Três Fadas Moribundas", das 11h às 12h. Com direção de Joyce Malta e texto de Byron O'Neill, a peça mistura humor, brincadeira e o lúdico, em uma narrativa baseada nos ensinamentos de Ailton Krenak, que nos convida a reflexão sobre ancestralidade e sustentabilidade. No elenco, Carol Oliveira, Paloma Mackeldy e Gustavo Djalva dão vida às fadas, garantindo entretenimento para todas as idades.

E, para encerrar, das 11h às 13h, o workshop "Mobri: brinquedos de papelão" convida crianças e adultos para construir uma cidade em miniatura. Com kits que incluem casas, prédios e veículos, o escritório estimula a imaginação e a conscientização sobre a sustentabilidade, ao mesmo tempo em que diverte.

Memorial Vale Itinerante

O Quintal do Memorial integra uma etapa da renovação do Memorial Vale, que, enquanto realiza a revitalização de sua sede, continua com sua programação através do projeto Memorial Vale Itinerante. “Estamos levando a essência do Memorial para outros espaços, garantindo que o público continue a ter acesso às atividades culturais gratuitas e relevantes, enquanto são realizadas as intervenções de requalificação, como a criação de novas estruturas de acessibilidade e áreas para atender a multipúblicos, com o objetivo de valorizar ainda mais o prédio que abrigou a antiga Secretaria de Estado da Fazenda”, afirma Wagner Tameirão, gestor do Memorial Minas Gerais Vale.

Além do Quintal do Memorial, a itinerância conta outras iniciativas. Entre elas, o Edital Apoia, que tem como objetivo premiar projetos de cultura popular e comunitária em Minas Gerais e recebe inscrições até 12 de outubro no site memorialvale.com.br, e a exposição imersiva “Extraordinário Universo de Leonardo da Vinci”, que está em cartaz no Espaço 356, em Belo Horizonte, de terça à domingo até 8 de dezembro e tem entrada gratuita.

Memorial Minas Gerais Vale

Um dos espaços culturais que integram o Instituto Cultural Vale, o Memorial Vale faz parte do complexo cultural Circuito Liberdade, em Belo Horizonte. De 2010, ano de sua inauguração, até julho de 2024, o espaço recebeu mais de 1,4 milhão de pessoas. São mais de 3 mil eventos realizados, 106 exposições, quase 9 mil escolas e grupos atendidos e cerca de 240 mil pessoas recebidas em visitas mediadas.

Atualmente, o edifício-sede que abriga o espaço passa por obras de renovação para adotar uma nova estratégia de ocupação museográfica e infraestrutural. Criada a muitas mãos, a nova expografia permanente tem a curadoria de Isa Ferraz e Marcelo Macca e fará uma mistura inédita de obras de arte, objetos históricos e peças audiovisuais criadas especialmente para o Museu, propondo um diálogo entre o ontem, o hoje e o amanhã no qual o visitante é o protagonista.

Quintal do Memorial

Data: Domingo, 22 de setembro

Horário: 9h às 13h

Local: Praça da Liberdade

Gratuito

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

segunda-feira, 28 de agosto de 2023

Memorial Vale apresenta a exposição "Araetá: a literatura dos povos originários"

Foto: André Guajajara
No dia 2 de setembro haverá bate-papo com autores indígenas

O Memorial Vale recebe na quinta-feira (31), a partir das 19 horas, a exposição “Araetá: a literatura dos povos originários” que apresenta a produção literária de escritores indígenas de 1998 até hoje. Dentre as 305 etnias existentes no Brasil, 40 diferentes povos têm a literatura representada nesta exposição, compondo uma produção literária de 335 títulos de 110 escritores publicados por 120 diferentes editoras brasileiras. Os escritores estão divididos por biomas – Amazônia, Cerrado, Caatinga, Pantanal e Mata Atlântica – reunindo nomes como Ailton Krenak, Davi Kopenawa, Cristino Wapichana, Álvaro Tukano, Daniel Munduruku, André Baniwa, Yaguarê Yamã, Márcia Kambeba, Auritha Tabajara, Graça Graúna, Kaká Werá Jekupé, Olívio Jekupé, Werá Jeguaka Mirim e Maria Kerexu, Gleycielli Nonato e Marcos Terena, entre outros. Na abertura do evento haverá performance/leitura dramática de poemas de Gleycielli Nonato, uma das autoras presentes na exposição. A entrada é gratuita e a exposição poderá ser vista até o dia 5 de novembro.

Partindo de uma catalogação da literatura de autoria indígena no Brasil, a exposição, apresentada pelo Instituto Cultural Vale e pelo Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, contempla livros escritos e narrados por indígenas em língua portuguesa e nativa, apresentando ao público um acervo nunca antes reunido.

Araetá tem curadoria de Ademario Payayá, escritor e educador, e Selma Caetano, gestora cultural à frente do Prêmio Oceanos, uma das maiores premiações de literatura em Língua Portuguesa do mundo, além de consultoria literária do escritor Daniel Mundurku e do linguista e professor Ariabo Kezo, que faz a narrativa de apresentação do percurso expositivo. No dia 30, a exposição abre também em São Paulo, no SESC Ipiranga, em montagem simultânea.

Bate-papo com autores no dia 2 de setembro

Para discutir a produção literária indígena haverá no Memorial Vale, no sábado (2), às 11 horas, também com entrada gratuita, uma bate-papo com os escritores Gleycielli Nonato, que é indígena do povo Guató e Luciano Ariabo Kezo, indígena do povo Balatiponé, juntamente com a gestora cultural e curadora da exposição, Selma Caetano.

Gleycielli Nonato é indígena do povo Guató. Pantaneira, escritora, comunicadora e atriz, é moradora das barrancas do rio Taquari, na cidade de Coxim. Membro da Academia Brasileira de Letras seccional Coxim (MS), foi ganhadora do prêmio Manoel de Barros 2012 e é autora dos livros “Índia do rio” e “Vila Pequena: contos causos e lorotas”.

Luciano Ariabo Kezo é indígena do povo Balatiponé; é escritor, professor e artista plástico. Mestre em Linguística pela Universidade Federal de São Carlos; é um grande guerreiro na defesa dos direitos dos povos indígenas.

Selma Caetano é gestora cultural e curadora desde 2007 do Oceanos — Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa, com abrangência a todos os livros escritos originalmente em língua portuguesa, em qualquer lugar do mundo. É a idealizadora e curadora de Araetá: a literatura dos povos originários.

A exposição

Composta por duas salas que formam um percurso da produção literária indígena no Brasil, mas não só. Ao lado dos livros expostos, há vídeos, áudios, fotografias e ilustrações que revelam ao visitante o contexto em que vivem os autores, seus territórios, lutas e cultura. Muito se escreveu e se escreve sobre os povos originários, mas Araetá aposta no protagonismo dos escritores indígenas para contar e atualizar sua própria história. “Esta exposição reúne os nomes mais influentes e importantes entre escritores e pensadores das questões e arte indígena da atualidade. A literatura permite que os indígenas falem por si e mostrem suas cosmovisões e sua atuação na preservação dos seus territórios”, observa o diretor do Memorial Vale, Wagner Tameirão.

Além das obras literárias, o público poderá ver ilustrações, vídeos e fotografias feitas nas aldeias pelos indígenas ou para os indígenas, por nomes como Sebastião Salgado, Maureen Bisilliat, Alice Arida, Denilson Baniwa, Cleber Kronun de Almeida (fotógrafo e cineasta do povo Kaingang), Richard Werá Mirim (do povo Guarani) e João Farkas, entre outros.

A literatura indígena

A publicação de livros com autoria indígena é um fenômeno relativamente recente. Na década de 1970, a escritora Eliane Potiguara mimeografou e publicou inúmeras poesias e cartilhas didáticas. Uma década depois, Umúsin Panlõn Kumu e Tolamãn Kenhíri, do povo Desana, publicaram oficialmente o primeiro livro de autoria indígena, "Antes o mundo não existia". De lá para cá, muita coisa aconteceu e a exposição se propõe a retratar o cenário da literatura indígena que vem se formando desde então.

“Já se disse que os povos indígenas são de tradição oral e que, por conta disso, não podem, não sabem e não precisam fazer literatura. Tal afirmação se justifica dentro de um entendimento antigo que não compreende ou não quis compreender a dinâmica da cultura humana: ela está em movimento. Engana-se, portanto, quem acredita que os povos indígenas são humanos presos a um passado ancestral e que sua existência se deve a um permanente apego ao já vivido”, diz Daniel Munduruku.

Salvaguarda da cultura indígena

A exposição faz parte de um conjunto de iniciativas do Instituto Cultural Vale pela preservação e valorização das culturas indígenas. No dia 26 de setembro, o Centro Cultural Vale Maranhão abrirá ao público a exposição “Maranhão: Terra Indígena”, panorâmica que apresentará os povos indígenas do estado por meio da sua produção de artefatos e artes ancestrais, com uma imersão do público em seus modos de vida por meio de objetos, mapas, fotos e vídeos.

A exposição contará também os filmes produzidos no projeto Vidas Indígenas Maranhão, realizado pelo Museu da Pessoa com patrocínio do Instituto Cultural Vale: no projeto, jovens dos povos Ka’apor, Awa-Guajá e Guajajara receberam formação em produção audiovisual e metodologias de preservação de memória. Assim, eles se tornaram “Guardiões da Memória” de histórias de vida de suas aldeias – e como um dos legados do projeto, os equipamentos de filmagem e computadores são doados para as comunidades.

 Memorial Minas Gerais Vale

Endereço: Praça da Liberdade, nº 640, esquina com Rua Gonçalves Dias, Savassi, Belo Horizonte/MG

Horário de funcionamento: Terça, quarta, sexta e sábado: das 10h às 17h30, com permanência até as 18h. Quinta, das 10h às 21h30, com permanência até as 22h. Domingo, das 10h às 15h30, com permanência até as 16h. Entrada Gratuita.

Memorial Minas Gerais Vale

Um dos espaços culturais do Instituto Cultural Vale, já recebeu mais de 1,1 milhão de pessoas, de todos os lugares do Brasil e de outros continentes. São mais de 1.600 eventos realizados e cerca de 200 mil pessoas em visitas mediadas. Integra o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, um dos maiores complexos de cultura do Brasil. Caracterizado como um museu de experiência, com exposições que utilizam arte e tecnologia de forma intensa e criativa, é um dos vencedores do Travellers’ Choice Awards do TripAdvisor. Na curadoria e museografia de Gringo Cardia, cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI. Mais que um espaço dedicado às tradições, origens e construções da cultura mineira, o Memorial é um lugar de trânsito e cruzamento entre a potência da história e as pulsações contemporâneas da arte e da cultura, onde o presente e o passado estão em contato direto, em permanente renovação. É vivo, dinâmico, transformador e criador de confluências com artistas independentes e com diversos segmentos da cultura mineira.

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sexta-feira, 7 de julho de 2023

"Exposição Corpos sem Filtro: narrativas visuais de mulheres com deficiência"

Foto: Divulgação


O Memorial Vale recebe até o dia 3 de setembro a “Exposição Corpos Sem Filtro: narrativas visuais de mulheres com deficiência”, de Fatine Oliveira. A exposição foi construída com base na pesquisa de mestrado desenvolvida e defendida por Fatine Oliveira na UFMG em julho de 2021. O trabalho articulado pela pesquisadora foi estimulado pela invisibilidade experimentada por mulheres com deficiências físicas e/ou raras que usam a plataforma Instagram para abordar o cotidiano que as envolve por meio de registros fotográficos dos corpos. A entrada é gratuita.

Longe de reforçar discursos capacitistas ou focar em narrativas de superação, a exposição convida os visitantes a observar como os afetos perpassam os percursos de mulheres com deficiência que optam por se apresentar nas plataformas digitais.

A exposição integra o projeto Novos Pesquisadores, do Educativo do Memorial Vale e tem entrada gratuita.

 Memorial Minas Gerais Vale

Endereço: Praça da Liberdade, nº 640, esquina com Rua Gonçalves Dias, Savassi, Belo Horizonte/ MG

Horário de funcionamento: Terça, quarta, sexta e sábado: das 10h às 17h30, com permanência até as 18h. Quinta, das 10h às 21h30, com permanência até as 22h. Domingo, das 10h às 15h30, com permanência até as 16h. Entrada Gratuita

Memorial Minas Gerais Vale

Um dos espaços culturais do Instituto Cultural Vale, já recebeu mais de 1,1 milhão de pessoas, de todos os lugares do Brasil e de outros continentes. São mais de 1.600 eventos realizados e cerca de 200 mil pessoas em visitas mediadas. Integra o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, um dos maiores complexos de cultura do Brasil. Caracterizado como um museu de experiência, com exposições que utilizam arte e tecnologia de forma intensa e criativa, é um dos vencedores do Travellers’ Choice Awards do TripAdvisor. Na curadoria e museografia de Gringo Cardia, cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI. Mais que um espaço dedicado às tradições, origens e construções da cultura mineira, o Memorial é um lugar de trânsito e cruzamento entre a potência da história e as pulsações contemporâneas da arte e da cultura, onde o presente e o passado estão em contato direto, em permanente renovação. É vivo, dinâmico, transformador e criador de confluências com artistas independentes e com diversos segmentos da cultura mineira.

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Thiago Carvalho lança livro "Entradas de Minas" no Memorial Vale

Foto: Divulgação
O Memorial Vale recebe nesta quinta-feira (19), às 19h30, na sala de leitura, o lançamento do livro “Entradas de Minas”, do fotógrafo Thiago Carvalho. Viajar por Minas Gerais é uma paixão de quase todos os mineiros e, fazendo essas viagens, Thiago Carvalho foi acumulando detalhes, céus, ideias, entradas e saídas de Minas que estão exibidas neste livro, que ele traz a público com tanto carinho e atenção.

Thiago nasceu em Belo Horizonte em 1983; é apaixonado por fotografia desde os 7 anos de idade, quando ganhou sua primeira câmera fotográfica, ainda analógica. Formou-se inicialmente em outra área de conhecimento, mas nunca perdeu o olhar voltado para as imagens, os detalhes e os tratamentos, encantando-se ainda mais com o advento da fotografia digital e, atualmente, é acadêmico de Artes Plásticas na Universidade do Estado de Minas Gerais. No ano de 2019 teve uma fotografia escolhida para compor uma mostra do 9o Foto em Pauta em Tiradentes/MG. No ano de 2020, outras fotografias foram escolhidas para o mesmo festival, que aconteceu de maneira virtual, devido à pandemia do COVID-19. O Instagram de Thiago Carvalho é @doisnafotomg

Memorial Minas Gerais Vale

Endereço: Praça da Liberdade, nº 640, esquina com Rua Gonçalves Dias, Savassi, Belo Horizonte/MG

Horário de funcionamento: Terça, quarta, sexta e sábado: das 10h às 17h30, com permanência até as 18h. Quinta, das 10h às 21h30, com permanência até as 22h. Domingo, das 10h às 15h30, com permanência até as 16h.

Entrada Gratuita

Memorial Minas Gerais Vale

Um dos espaços culturais do Instituto Cultural Vale, já recebeu mais de 1,1 milhão de pessoas, de todos os lugares do Brasil e de outros continentes. São mais de 1.600 eventos realizados e cerca de 200 mil pessoas em visitas mediadas. Integra o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, um dos maiores complexos de cultura do Brasil. Caracterizado como um museu de experiência, com exposições que utilizam arte e tecnologia de forma intensa e criativa, é um dos vencedores do Travellers’ Choice Awards do TripAdvisor. Na curadoria e museografia de Gringo Cardia, cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI. Mais que um espaço dedicado às tradições, origens e construções da cultura mineira, o Memorial é um lugar de trânsito e cruzamento entre a potência da história e as pulsações contemporâneas da arte e da cultura, onde o presente e o passado estão em contato direto, em permanente renovação. É vivo, dinâmico, transformador e criador de confluências com artistas independentes e com diversos segmentos da cultura mineira.

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quarta-feira, 19 de outubro de 2022

Memorial Vale repleto de atrações

Foto: Vanessa Maia
A segunda quinzena de outubro no Memorial Vale traz apresentações musicais muito representativas da cultura africana e afrodescendente, cheias de movimento e som dançante: o canto do artista senegalês Mamour Ba e a dança do grupo Afoxé Bandarerê. O Grupo Galpão fará a leitura dramática de um texto de Bertolt Brecht e o grupo Candiero apresentará a peça "Lia-Maria-Mulher", uma homenagem a "Lia do Vagão", um personagem tradicional da cidade de Contagem. O Quinteto de Sopros da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais fará duas apresentações nesta quinta-feira (20). As fotografias de Rafael Freire seguem no Café do Memorial até janeiro e a exposição “Para Além das Margens” pode ser vista até dia 4 de dezembro. No Cyber Café, a mostra “Mundo Vasto Acaba Mundo – A cidade invade a vila ou a vila invade a cidade?”, de Rogério Passos segue até dia 4 de dezembro. O fotojornalista Lalo de Almeida é o convidado do projeto Foto em Pauta.

O Memorial não abrirá no dia 30 de outubro, domingo, por causa das eleições.

Um dos espaços culturais do Instituto Cultural Vale, fica na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, e tem entrada gratuita.

Confira os detalhes da programação:

Dia 20, quinta-feira, em duas sessões - 19h e 20h30 horas - Orquestra Filarmônica de Minas Gerais – Música de Câmara | Quinteto de Sopros

O Memorial Vale recebe na quinta-feira (20), em duas sessões, às 19 horas e às 20h30, o Quinteto de Sopros da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, formado por Cássia Lima (flauta), Alexandre Barros (oboé), Marcus Julius Lander (clarinete), Victor Morais (fagote) e Alma Maria Liebrecht (trompa). No programa, obras de Jacques Ibert, Radamés Gnattali, Samuel Barber, Catulo da Paixão Cearense, Joaquim Antonio Callado, Jacob do Bandolim e Astor Piazzolla. A retirada de ingressos é feita uma hora antes do evento e serão distribuídos no máximo um par de ingressos por pessoa. Lugares limitados.

A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais foi fundada em 2008 e tornou-se referência no Brasil e no mundo por sua excelência artística e vigorosa programação. Conduzido pelo seu diretor artístico e regente titular, Fabio Mechetti, o grupo recebeu numerosos  prêmios e menções, entre eles, o Grande Prêmio da Revista Concerto em 2020 e 2015, o Prêmio Carlos Gomes de Melhor Orquestra Brasileira em 2012 e o Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Artes (APCA) em 2010 como o Melhor Grupo de Música Clássica do Ano. O CD Almeida Prado – obras para piano e orquestra, com Fabio Mechetti e Sonia Rubinsky, lançado em 2020 pelo selo internacional Naxos em parceria com o Itamaraty; foi indicado ao Grammy Latino 2020.

Dias 22 e 23, sábado 16 horas e domingo 11 horas – Lia-Maria-Mulher

O Memorial Vale recebe no sábado (22), às 16 horas, e no domingo (23), às 11 horas, a montagem teatral Lia-Maria-Mulher, em homenagem à Lia do Vagão, notória moradora da cidade de Contagem (MG), mulher independente que confrontou uma sociedade machista, consumista e descartável. O espetáculo é do Grupo Teatral Candiero (Fernanda Signorini e Felipe Pinheiro), com direção de Epa Reis e dramaturgia de Francisco Falabella. Integra o projeto Gerais Cultura de Minas do Memorial Vale. Retirada de ingressos uma hora antes do evento. No máximo um par de ingressos por pessoa. Lugares limitados. Com interpretação em libras no sábado (22).

O grupo Candiêro é formado pela atriz e pesquisadora do corpo e da dança Fernanda Signorini e pelo músico multiinstrumentista Felipe Pinheiro. Instagram @lia_maria_mulher

Dia 23, domingo, 12h30 – Afoxé Bandarerê

O grupo Afoxé Bandarerê se apresentará nas escadarias do Memorial Vale no domingo dia 23 de outubro, às 12h30, dançando e cantando músicas do universo afro, comuns nos centros de Umbanda e Candomblé. O grupo é inspirado na resistência e valorização do povo negro, fonte de saber e conhecimento para suas criações e na luta contra o racismo. A apresentação faz parte do projeto Diversidade Periférica do Memorial Vale, com curadoria de Patrícia Alencar.

O Afoxé Bandarerê nasceu em Belo Horizonte, com o intuito de abraçar a comunidade afro-cultural e para tomar as ruas com a alegria dos terreiros. Este projeto visa não só a divulgação e valorização da cultura negra, mas também a quebra de preconceitos religiosos, racistas e maior integração entre os membros de religiões de matriz africana. Foi criado oficialmente em 8 de dezembro de 2013. Instagram: @afoxebandarere

O projeto Diversidade Periférica traz mensalmente para o Memorial Minas Gerais Vale uma programação artística-cultural com conteúdos que mergulham na trajetória ancestral dos becos e vielas do espaço de saber chamado Favela, e também das comunidades de periferia de Belo Horizonte e vizinhanças.

Patrícia Alencar, curadora do Diversidade Periférica, é mineira nascida na Favela do Morro do Papagaio, em Belo Horizonte. É ativista social, gestora cultural, arte educadora e dançarina, engajada na luta contra o racismo e pela igualdade social, desenvolve suas atividades desde de 1998. Hoje é uma das Diretoras da CUFA (Central Única de Favelas), co-fundadora da Frente Favela Brasil e também faz parte da Associação Sócio Cultural Bataka. Produziu eventos de relevância para Belo Horizonte, como o Dia das Favelas, Taça das Favelas, Carnafavela, Hip Hop Rua, entre outros. Sua atuação tem como premissa a transformação social por meio das artes e por meio do protagonismo de moradores de favelas.

Dia 27, quinta-feira, às 19 horas – Foto em Pauta com Lalo de Almeida

O Memorial Vale recebe no projeto Foto em Pauta, na quinta-feira, dia 27 de outubro, às 19 horas, o fotojornalista paulista Lalo de Almeida, que vem desenvolvendo narrativas multimídias premiadas internacionalmente. Ele vai apresentar o projeto “Distopia Amazônica”, vencedor mundial da categoria Projeto de Longa Duração do World Press Photo em 2022. A conversa, mediada pelo coordenador do Foto em Pauta, Eugênio Sávio, começa às 19h e o público pode participar e comentar ao vivo, nas redes sociais do projeto (Foto em Pauta), ou acessar o conteúdo após sua realização. Retirada de ingressos uma hora antes do evento. No máximo um par de ingressos por pessoa. Lugares limitados. Com tradução em Libras e transmissão pelas redes do projeto.

Lalo de Almeida estudou fotografia no Instituto Europeo di Design em Milão, Itália. Há 28 anos trabalha na Folha, onde vem desenvolvendo narrativas multimídias premiadas internacionalmente. Em 2021 sua série de fotografias “Pantanal em Chamas“ foi premiada em primeiro lugar na categoria Meio Ambiente no World Press Photo. Também em 2021 foi escolhido como fotógrafo ibero-americano do ano pelo POY Latam. Paralelamente ao fotojornalismo sempre desenvolveu trabalhos de documentação fotográfica como o projeto “ Distopia Amazônica “, que em 2021 foi contemplado com o Eugene Smith Grant in Humanistic Photography e vencedor mundial da categoria Projeto de Longa Duração do World Press Photo em 2022 sendo este último o mais tradicional prêmio do fotojornalismo mundial.

Este projeto é realizado em parceira com o Instituto Cultural Vale, com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Conta com patrocínio da MGS - Minas Gerais Administração e Serviços.

Dia 29, sábado, às 10 horas - African Voice - O Prazer em Cantar, com Mamour Ba

O Memorial Vale recebe no dia 29 de outubro, sábado, às 10 horas, o artista africano Mamour Ba, que fará o show “African Voice - O Prazer em Cantar”. Seu repertório é baseado na literatura e filosofia musical africana, fazendo durante suas apresentações uma interação com o público. O grupo vocal idealizado e coordenado por Mamour Ba, formado há 5 anos, tem o intuito de levar o povo a ter o costume de cantar. Integra o projeto Sensações Memoráveis, com curadoria de Marco Paulo Rolla. Retirada de ingressos uma hora antes do evento. No máximo um par de ingressos por pessoa. Lugares limitados.

Mamour Ba, do Senegal, África, é formado em Artes pela Universidade de Dakar e fez intercâmbio pela Unesco por diversos países da África, Europa e Américas.

Dia 29, sábado, às 16 horas - Ciclo de Leituras – Grupo Galpão

O Grupo Galpão apresenta no dia 29 de outubro, sábado, às 16 horas, no Memorial Vale a leitura dramática do dramaturgo alemão Bertolt Brecht. A apresentação faz parte do processo criativo de sua nova montagem que está em preparação, prevista para 2023. Retirada de ingressos uma hora antes do evento. No máximo um par de ingressos por pessoa. Lugares limitados. Com interpretação em Libras.

Envolvido na pesquisa de um projeto cênico musical baseado nos temas centrais da obra do dramaturgo alemão Bertolt Brecht, o grupo Galpão propõe a realização desta leitura em torno de seu teatro que mostra o esboço de cenas e músicas costuradas a partir da ideia de um cabaré.

Criado em 1982, o Grupo Galpão tem sua origem ligada à tradição do teatro popular e de rua. Há 40 anos desenvolve um teatro que alia rigor, pesquisa e busca de linguagem, com montagem de peças que possuem grande poder de comunicação com o público. Formado por atores que trabalham e trabalharam com diferentes diretores convidados – como Gabriel Villela, Cacá Carvalho, Paulo José, Yara de Novaes e Marcio Abreu (além dos próprios integrantes que também já dirigiram espetáculos do Grupo) – o Galpão formou sua linguagem artística a partir desses encontros diversos, criando um teatro que dialoga com o popular e o erudito, a tradição e a contemporaneidade, o teatro de rua e o palco, o universal e o regional brasileiro.

Exposições em andamento:

Até janeiro de 2023 - Exposição Rafael Freire

O Memorial Vale recebe a exposição do fotógrafo Rafael Freire, que tem 29 anos e é um fotógrafo independente, morador da Favela da Serra, em Belo Horizonte. Ele se dedica a retratar a vida e a beleza de quem mora ao seu redor, na comunidade conhecida como Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte. Rafael é idealizador do projeto “Favela, a Flor que se Aglomera” e se diz um "contador de histórias reais". A exposição integra o projeto Mostra de Fotografia, com curadoria de Eugênio Sávio.

Rafael se define como o “expert em peles negras” e “o menino das flores”. “Nascido e criado numa favela, gostamos do passinho do funk, rebolar até o chão, pintar o cabelo de rosa, amarelo, andar sem camisa. Aquele sorriso largo, aquele samba na lage...favela..aquele tanto de criança correndo, nasce um novo conceito, revelando qualquer morador como uma bela e única obra de Art..”..escreve Rafael em seu post no Instagram https://www.instagram.com/rafaelfreiiire/ .

Até 4/12 - Exposição “Mundo Vasto Acaba Mundo – A cidade invade a vila ou a vila invade a cidade?”, de Rogério Passos

O Educativo do Memorial Vale apresenta a exposição “Mundo Vasto Acaba Mundo – A cidade invade a vila ou a vila invade a cidade?” que conta a trajetória da Vila Acaba Mundo por meio da história dos mapas, percurso apaixonadamente percorrido pelo urbanista e arquiteto Rogério Passos, que o explorou ao longo da dissertação de mestrado defendida junto ao Departamento de Geografia da UFMG, no ano de 2021. A apresentação integra o Projeto Novos Pesquisadores do Educativo do Memorial Minas Gerais Vale e pode ser vista até 4 de dezembro.

A mostra acontece no Cyber Café e terá vídeos nos monitores, que abordarão questões relativas à Cartografia, produção de mapas e seus usos. Também haverá algumas reproduções físicas de mapas, uma projeção em uma das colunas transversais e uma plotagem no vidro da porta do jardim de inverno remetendo à Vila Acaba Mundo.

Rogério Passos é urbanista e arquiteto formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestre em Geografia e doutorando em Arquitetura e Urbanismo na mesma instituição. Possui Graduação Sanduíche em Fundamentos de Arquitectura pela Universidad del País Vasco – Espanha (UPV/EHU). Atuou em educativos de museus como Espaço do Conhecimento UFMG e Museu das Minas e do Metal (MMGerdau). Desenvolve pesquisas sobre cartografia, urbanismo com perspectiva de gênero e planejamento urbano e regional.

Até 21/01/2023 - Exposição “Para Além das Margens”

O Memorial Vale apresenta a exposição “Para Além das Margens”, que tem curadoria de Gabriel Gutierrez e traz obras de Cao Guimarães, Christian Knepper, Elza Lima, Marcel Gautherot, Maureen Bisilliat, Pierre Verger, Ronney Alano, Walter Firmo. As imagens escolhidas foram expostas primeiramente no Pavilhão do Brasil, construído para a Expo 2020, em Dubai. Como um manifesto do que podemos chamar de essencialmente brasileiro, elas transpiram, do momento capturado, a experiência do homem popular em sua epopeia existencial. Intencionalmente, as imagens retratam os sujeitos que habitam o Brasil. A mostra segue em exibição até 21/01/23.

 Memorial Minas Gerais Vale

Endereço: Praça da Liberdade, nº 640, esquina com Rua Gonçalves Dias, Savassi, Belo Horizonte/ MG

Funcionamento - Terça, quarta, sexta e sábado: das 10h às 17h30, com permanência até as 18h.

Quinta, das 10h às 21h30, com permanência até as 22h.

Domingo, das 10h às 15h30, com permanência até as 16h.

Entrada Gratuita

Memorial Minas Gerais Vale

Um dos espaços culturais do Instituto Cultural Vale, já recebeu mais de 1,1 milhão de pessoas, de todos os lugares do Brasil e de outros continentes. São mais de 1.600 eventos realizados e cerca de 200 mil pessoas em visitas mediadas. Integra o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, um dos maiores complexos de cultura do Brasil. Caracterizado como um museu de experiência, com exposições que utilizam arte e tecnologia de forma intensa e criativa, é um dos vencedores do Travellers’ Choice Awards do TripAdvisor. Na curadoria e museografia de Gringo Cardia, cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI. Mais que um espaço dedicado às tradições, origens e construções da cultura mineira, o Memorial é um lugar de trânsito e cruzamento entre a potência da história e as pulsações contemporâneas da arte e da cultura, onde o presente e o passado estão em contato direto, em permanente renovação. É vivo, dinâmico, transformador e criador de confluências com artistas independentes e com diversos segmentos da cultura mineira.

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quarta-feira, 22 de junho de 2022

Memorial Vale recebe show “Degrau da Sanfona”

Foto:Kauan Baraúna
Neste Sábado (25) e Domingo (26), sempre às 11h, na escadaria externa do Memorial Vale acontecem os pockets shows “Degrau da Sanfona”, com Toninho Ferragutti (SP) e Marcelus Anderson (MS), dia 25; e com Toninho Ferragutti (SP), dia 26. As apresentações integram a programação do Festival Sotaques da Sanfona Brasileira, que tem direção de Giselle Goldoni Tisoe e curadoria de Toninho Ferragutti. Em sua 1ª edição, o Festival reúne alguns dos maiores sanfoneiros do país e homenageia Luiz Gonzaga, em programação gratuita com shows, palestras e workshops, na Praça de Santa Tereza, no período de 24 a 26 de junho, com o patrocínio do Instituto Cultural Vale. Programação em instagram.com/sotaquesdasanfona/ .

O Memorial Vale, um dos espaços culturais do Instituto Cultural Vale, fica na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, e tem entrada gratuita.

Toninho Ferragutti é um dos maiores músicos do país e apaixonado confesso pelo instrumento. “A sanfona, também chamada de gaita no Sul, integra a alma musical brasileira. Ela ajuda a escrever e iluminar a música popular das diversas regiões do Brasil. A sua grande beleza é ser um dos instrumentos de principal protagonismo na nossa música popular”, pontua. 

Marcelus Anderson é compositor e acordeonista, nascido em Aquidauana (MS), iniciou seu caminho musical com um acordeon de 48 baixos que ganhou de seu avô aos 8 anos de idade.  Nascido e criado no Pantanal Sul, tomou gosto e se identificou com a cultura Pantaneira. Trabalhou durante 12 anos com o grande artista Pantaneiro Almir Sater. Percorreu o Brasil inteiro levando a cultura Pantaneira com sua sanfona. Trabalhou com artistas de extrema importância para a música popular brasileira, tais como Sérgio Reis, Renato Teixeira, Almir Sater, entre outros. Participou de gravações de inúmeros artistas do meio sertanejo, como Michel Teló, Jads e Jadson, Marcos e Belutti, Henrique e Eduardo, Victor e Léo, Fernando e Sorocaba e muitos outros artistas de grande expressão nacional. Seu trabalho mais recente foi gravando acordeon e violão para as trilhas da novela Pantanal, da Rede Globo. Também participou de cenas da novela acompanhando o personagem Eugênio (Almir Sater), em festas na fazenda de Zé Leôncio (Marcos Palmeira). 

Toninho Ferragutti é músico, compositor e arranjador, nasceu no interior do Estado de São Paulo, onde foi incentivado pelo pai, Pedro Ferragutti, também músico saxofonista e compositor de valsas, choros, dobrados e marchas. Em mais de 35 anos de carreira bem-sucedida, participou de shows e álbuns de importantes artistas no Brasil e exterior, como Gilberto Gil, Edu Lobo, Antonio Nóbrega, Elba Ramalho, Mônica Salmaso, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Chico Cesar, Sivuca, Dominguinhos, Oswaldinho do Acordeon, Lenine, Paulo Moura, Marisa Monte, Elza Soares e muitos outros. Também já tocou com diversas orquestras sinfônicas como a OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo). Tem 15 álbuns solo e em parceria, recebeu diversos prêmios e indicações ao Grammy Latino. É professor, promove oficinas musicais em sua casa, e é devoto de Dominguinhos, Hermeto Pascoal e Gilberto Gil.

Memorial Minas Gerais Vale 

Endereço: Praça da Liberdade, nº 640, esquina com Rua Gonçalves Dias, Savassi, Belo Horizonte

Funcionamento - Terça, quarta, sexta e sábado: das 10h às 17h30, com permanência até as 18h.

Quinta, das 10h às 21h30, com permanência até as 22h.

Domingo, das 10h às 15h30, com permanência até as 16h

Memorial Minas Gerais Vale

É um dos espaços culturais do Instituto Cultural Vale, já recebeu mais de 1,1 milhão de pessoas, de todos os lugares do Brasil e de outros continentes. São mais de 1.600 eventos realizados e cerca de 200 mil pessoas em visitas mediadas. Integra o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, um dos maiores complexos de cultura do Brasil. Caracterizado como um museu de experiência, com exposições que utilizam arte e tecnologia de forma intensa e criativa, é um dos vencedores do Travellers' Choice Awards do TripAdvisor. Na curadoria e museografia de Gringo Cardia, cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI. Mais que um espaço dedicado às tradições, origens e construções da cultura mineira, o Memorial é um lugar de trânsito e cruzamento entre a potência da história e as pulsações contemporâneas da arte e da cultura, onde o presente e o passado estão em contato direto, em permanente renovação. É vivo, dinâmico, transformador e criador de confluências com artistas independentes e com diversos segmentos da cultura mineira.

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sexta-feira, 29 de abril de 2022

Carolina Serdeira no Memoria Vale e com entrada franca

Cantora apresenta novo trabalho
Foto: Rafael Freire
O Memorial Minas Gerais Vale abre o mês de maio celebrando o Dia Internacional do Jazz, com show da cantora Carolina Serdeira, que vai apresentar o seu novo trabalho Pra Ver o Sol, neste domingo (1˚), às 11h, com entrada gratuita. O show é fruto do seu mais recente álbum, que aposta em sonoridades para além do habitual samba-jazz. Essa apresentação integra o projeto Memorial Instrumental, com curadoria de Juliana Nogueira. A retirada de ingressos para a apresentação será disponibilizada uma hora antes do evento, com limitação de 2 ingressos por pessoa. Os lugares são limitados. 

O Memorial Vale, um dos espaços culturais do Instituto Cultural Vale, fica na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, e tem entrada gratuita.

O show Pra ver o sol, Carolina Serdeira, é fruto de seu álbum homônimo, lançado em outubro de 2021, e nasceu da inquietação de cantora diante do contexto do artista no Brasil, de suas questões internas e do seu afastamento do palco desde março de 2020 — o maior período sem contato com o público, desde o início de sua carreira – e teve sua estreia no palco da MONDO New York City. Referência do estilo samba-jazz em Minas, Carolina abusa dos improvisos e traz uma roupagem mais pop para o jazz e bossa nova. A cantora se apresenta junto ao seu quinteto formado pelos músicos Samy Erick (guitarra), Wallace Gomes (violão), Pedro Gomes (baixo) e Gladston Vieira (bateria).

No show no Memorial Vale, Serdeira apresenta as canções do novo disco e algumas surpresas que serão lançadas ainda em 2022. O repertório inclui as canções Pra ver o sol - Clara Castro; Orixá Omi - Marina Gomes e Bobô da Cuíca; Beco da Memória-Marku Ribas; Serena - Nara Pinheiro e Juliana Stanzani; Clareia - Nara Pinheiro e Márcio Guelber; Mãe d'água - Carolina Serdeira; Ajayô - Makely Ka; I am freedom - Carolina Serdeira e Júlia Ribas, além de outras. 

Carolina é cantora, natural de Juiz de Fora e radicada em Belo Horizonte. Sua discografia conta com quatro álbuns e um DVD. O disco mais recente, Pra Ver o Sol, aposta em sonoridades para além do habitual samba- jazz. Lançado em outubro de 2021, Pra ver o sol conta com participações de Vanessa Moreno, Fábio Torres e Marco Lobo, além de uma inédita de Marku Ribas.

 Memorial Minas Gerais Vale 

Endereço: Praça da Liberdade, nº 640, esquina com Rua Gonçalves Dias, Bairro Savassi, Belo Horizonte. 

Funcionamento - Terça, quarta, sexta e sábado: das 10h às 17h30, com permanência até as 18h.

Quinta, das 10h às 21h30, com permanência até as 22h.

Domingo, das 10h às 15h30, com permanência até as 16h.

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terça-feira, 22 de março de 2022

Lançamento do livro “Palhaços: multiplicidade, performance e hibridismo” em BH

Autora conversa com o público
no evento presencial
Foto: Divulgação
Memorial Vale recebe o lançamento do livro “Palhaços: multiplicidade, performance e hibridismo”, de Lili Castro,na quinta-feira (24), às 19h30. O evento contará com bate- papo com a autora, sessão de autógrafos e apresentações artísticas da Palhaça Brisa (Janaína Morse), Palhaça Benedita(Adriana Morales - Grupo Trampolim) e Palhaça Luba (Luciene Souza de Oliveira).   A entrada é gratuita e para o acesso ao auditório é preciso retirar ingressos com antecedência de uma hora ao evento, observando a limitação de 1 ingresso por pessoa. Os adultos devem apresentar comprovante de cartão de vacinação com 2ª dose aplicada. Não será cobrado o cartão de vacinação para as crianças abaixo de 11 anos. O Memorial Vale fica na Praça da Liberdade, 640. 

O Memorial Vale informa que a necessidade do cartão de vacinação é apenas para a programação das apresentações artísticas. Para acesso ao Museu, o documento não é solicitado.

A obra “Palhaços: multiplicidade, performance e hibridismo” apresenta ampla discussão sobre o tema, examinando a figura do palhaço em diferentes épocas e civilizações. Lili Castro é pesquisadora, escritora, atriz e palhaça. Doutoranda em Artes Cênicas pela UNIRIO e mestra em Artes Cênicas pela mesma instituição. Especialista em História da Cultura e da Arte pela UFMG e bacharel em Comunicação Social. Mineira radicada no Rio de Janeiro, dedica-se às artes desde 1997. Além do ser autora do Livro “Palhaços: multiplicidade, performance e hibridismo”, publicou diversos artigos e crônicas sobre o assunto.

Memorial Minas Gerais Vale

Já recebeu mais de 1,1 milhão de pessoas, de todos os lugares do Brasil e de outros continentes. São mais de 1.600 eventos realizados e cerca de 200 mil pessoas em visitas mediadas. Integra o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, um dos maiores complexos de cultura do Brasil. Caracterizado como um museu de experiência, com exposições que utilizam arte e tecnologia de forma intensa e criativa, é um dos vencedores do Travellers’ Choice Awards do TripAdvisor. Na curadoria e museografia de Gringo Cardia, cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI. Mais que um espaço dedicado às tradições, origens e construções da cultura mineira, o Memorial é um lugar de trânsito e cruzamento entre a potência da história e as pulsações contemporâneas da arte e da cultura, onde o presente e o passado estão em contato direto, em permanente renovação. É vivo, dinâmico, transformador e criador de confluências com artistas independentes e com diversos segmentos da cultura mineira.

Circuito Liberdade 

O Memorial Minas Gerais Vale é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

Memorial Vale na web:

http://www.memorialvale.com.br

https://www.facebook.com/memorialvale  

https://www.instagram.com/memorial.vale  

https://www.youtube.com/user/memorialvale

www.memorialvale.com.br/visite/visita-virtual/

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quinta-feira, 10 de março de 2022

Memorial Vale apresenta “As Aventuras de Matias”

Pais e filhos podem assistir gratuitamente
Foto: Hugo Honorato
O espetáculo infantil “As Aventuras de Matias”, do Grupo Girino, é a atração do projeto Eu, Criança, no Museu!, no sábado (12), às 16h30, com entrada gratuita no auditório do Memorial Vale, mediante a retirada de ingresso com uma hora de antecedência, limita a um por pessoa. Para o acesso, os adultos devem apresentar comprovante de cartão de vacinação com 2ª dose aplicada. Não será cobrado o cartão de vacinação para as crianças abaixo de 11 anos.  Haverá intérprete de libras. 

A montagem traz a divertida e musical história composta por personagens que constroem um mundo cheio de fantasias. Durante o banho, Matias transforma sua banheira em uma grande aventura. A peça é inspirada em histórias vividas pela dramaturga Conceição Rosière com seu netinho Matias. A partir de situações do cotidiano da criança e com músicas executadas ao vivo, o espetáculo encanta públicos de todas as idades. O enredo apresenta um olhar poético sobre situações do cotidiano da infância, onde uma simples rotina de tomar banho pode se transformar em uma grande aventura lúdica. Uma narrativa universal presente em culturas distintas onde a hora do banho é uma oportunidade de contar histórias divertidas e exercitar a imaginação. O espetáculo utiliza várias técnicas de Teatro de Bonecos e Animação como marionetes de manipulação direta, varas, mecanismos, teatro de papel, boneco de luva e figuras bidimensionais. Os bonecos são expressivos e despertam um encantamento mágico e poético em crianças e adultos. O jogo teatral torna-se lúdico e imaginativo, percorrendo situações e encontros com seres das profundezas do mar. Matias inicia sua aventura no banho junto com o sapo, seu brinquedo favorito. Quando sua banheira se transforma em um barco, eles partem em uma jornada em busca de desvendar os mistérios do fundo do mar. Matias encontra com animais como um cavalo marinho repentista, um tubarão baiano que adora uma coreografia, um dragão que se recusa a escovar os dentes, uma sereia em busca de seu maior tesouro e até um peixe abissal das profundezas marítimas. 

A trilha sonora original foi composta por Leo Mendonza, premiado diretor musical de Belo Horizonte também responsável pela direção musical do espetáculo. A peça apresenta uma rica diversidade musical e sonora, percorrendo ritmos nacionais e populares. As canções são executadas ao vivo pelos atores músicos a partir de instrumentos como cavaquinho, violão, viola, flauta, teclado, acordeon e instrumentos percussivos. A linguagem do espetáculo propõe uma dinâmica que se abre à participação do público, proporcionando interação em situações da história, músicas e coreografias. As Aventuras de Matias é um espetáculo delicado que por meio de metáforas apresenta conceitos como o respeito à diversidade, o medo do desconhecido, a amizade e a preservação ambiental.

O Grupo Girino é uma das principais companhias de Teatro de Bonecos do país, desenvolve projetos de espetáculos, oficinas, publicações, materiais pedagógicos e festivais. Fundado em 2006, montou 13 espetáculos e circulou por centenas de festivais nacionais e internacionais. Um importante eixo norteador da Companhia é o desenvolvimento de projetos educativos e de formação artística. O Grupo ministra oficinas e cursos para públicos de todas as idades e oferece capacitação na montagem de novos espetáculos. Desde 2012, realiza o FESTIM - Festival de Teatro em Miniatura, que já recebeu mais de 200 espetáculos nas técnicas de Teatro de Bonecos em pequenos formatos.

Acesso ao Memorial Vale

O Memorial Vale informa que a necessidade do cartão de vacinação é apenas para a programação das apresentações artísticas. Para acesso ao Museu, o documento não é solicitado. O Memorial Vale está localizado na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Está aberto às terças, quartas, sextas e sábados: das 10h às 17h30, com permanência até 18h. Às quintas, das 10h às 21h30, com permanência até 22h. Domingos: das 10h às 15h30, com permanência até 16h. A entrada de visitantes deverá ser realizada com máscaras que cobrem o nariz e a boca por completo. Não é permitida a entrada somente com o face shield. Toda a programação do Memorial Vale é gratuita e os ingressos para as atrações artísticas presenciais no auditório são limitados.

Memorial Minas Gerais Vale

Já recebeu mais de 1,1 milhão de pessoas, de todos os lugares do Brasil e de outros continentes. São mais de 1.600 eventos realizados e cerca de 200 mil pessoas em visitas mediadas. Integra o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, um dos maiores complexos de cultura do Brasil. Caracterizado como um museu de experiência, com exposições que utilizam arte e tecnologia de forma intensa e criativa, é um dos vencedores do Travellers’ Choice Awards do TripAdvisor. Na curadoria e museografia de Gringo Cardia, cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI. Mais que um espaço dedicado às tradições, origens e construções da cultura mineira, o Memorial é um lugar de trânsito e cruzamento entre a potência da história e as pulsações contemporâneas da arte e da cultura, onde o presente e o passado estão em contato direto, em permanente renovação. É vivo, dinâmico, transformador e criador de confluências com artistas independentes e com diversos segmentos da cultura mineira.

Circuito Liberdade 

O Memorial Minas Gerais Vale é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

Memorial Vale na web:

http://www.memorialvale.com.br

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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Celso Adolfo no Memorial Vale em show presencial

Cantor apresenta seus sucessos
Foto: Eduardo Gontijo
O Memorial Vale segue com a agenda de shows presenciais, recebendo o violonista e compositor Celso Adolfo para um show, no qual o artista fará uma compilação de suas músicas, com destaque para “Mariquinha”, “Ralando coco”, “Faquinha, quicé”, “Amor doído”, “No vau da Sarapalha”, que estão em seu disco “Remanso de rio largo”. A apresentação integra o projeto Gerais Cultura de Minas e vai acontecer dia 24 de fevereiro, quinta, às 19h30, com acesso gratuito. 

O show de Celso Adolfo será no auditório do Memorial Vale, que está funcionando com acesso limitado a 50% de sua capacidade. A entrada é mediante retirada de ingresso (limitado a 2 por pessoa), a partir das 18h30, uma hora de antecedência do show. Para o acesso, é necessário apresentar comprovante de cartão de vacinação com 2ª dose aplicada.  

O Memorial Vel informa que a necessidade do cartão de vacinação é apenas para a programação das apresentações artísticas. Para acesso ao Museu, o documento não é solicitado. O Memorial Vale está localizado na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Está aberto às terças, quartas, sextas e sábados: das 10h às 17h30, com permanência até 18h. Às quintas, das 10h às 21h30, com permanência até 22h. Domingos: das 10h às 15h30, com permanência até 16h. A entrada de visitantes deverá ser realizada com máscaras que cobrem o nariz e a boca por completo. Não é permitida a entrada somente com o face shield. Toda a programação é gratuita.

Celso Adolfo é mineiro de São Domingos do Prata, sendo músico profissional desde 1983. Violonista e compositor, já se apresentou na Europa e nos Estados Unidos, sempre interpretando as suas composições. O seu primeiro LP, “Coração brasileiro” é de 1983 e foi produzido por Milton Nascimento. O disco mais recente de Celso Adolfo é “Remanso de rio largo”, de 2019, com 16 músicas inspiradas no Sagarana, livro de estreia de Guimarães Rosa. Mas foi no palco da réplica da Casa da Ópera de Ouro Preto, no Memorial Minas Gerais da Vale, que Celso Adolfo mostrou sete das primeiras músicas deste trabalho. Em 2020, Celso Adolfo lançou a coletânea com 29 músicas no cd “Voz e violão”,  somente nas plataformas digitais, via Lei Aldir Blanc.  Para 2022, Celso Adolfo já está em estúdio gravando o seu décimo CD, intitulado “Pratiano”, com músicas inéditas.

O Memorial Vale segue com as exposições virtuais e presencial, conforme programação abaixo.

ATÉ 03/04 – EXPOSIÇÃO “IMAGINANTE DE MINAS, SÉCULO 20”

Até o dia 3 de abril está aberta, presencialmente, a exposição “Imaginante de Minas, século 20” que faz parte das comemorações dos 10 anos de atividade do Memorial Vale. Com curadoria de Júlio Martins e Maria Angélica Melendi, “Imaginante de Minas, século 20” reúne mais de 30 artistas para traçar uma visão diversa das experiências em artes visuais desenvolvidas nas terras mineiras ao longo do século 20”. O título se inspira em uma série de pinturas de Alberto da Veiga Guignard, marco importante, mas não único, da modernidade artística mineira, e aponta para desdobramentos improváveis nas poéticas dos artistas das décadas de 1960 a 1990.

O público poderá ver seis obras de Guignard, três pinturas e três desenhos, e obras de Adalgisa Martins, Amílcar de Castro, Arlindo Daibert, Assis Horta, Beatriz Dantas e Paulo Emílio Lemos, Cao Guimarães, Celso Renato, Farnese de Andrade, Franz Weissmann, Genesco Murta, George Helt, G.T.O., Inimá de Paula, Jeanne Milde, Lorenzato, Lótus Lobo, Manfredo Souzaneto, Marco Sampaio, Marco Paulo Rolla, Marcos Benjamin, Marta Neves, Maria Lira Marques, Mary Vieira, Maurino de Araújo, Raymundo Colares, Renato de Lima, Roberto Vieira, Rosângela Rennó, Solange Pessoa e Zina Aita.

Até 31/3 – VIRTUAL - EXPOSIÇÃO “O RECADO DAS ÁGUAS” 

"Você já parou pra escutar o que as  águas têm a dizer? A exposição “O Recado das Águas”, de Marília Raiane, é um convite para o espectador seguir pelos caminhos sinuosos do rio Peruaçu, no Norte de Minas Gerais, e escutar com atenção alguns de seus múltiplos recados.

A exposição segue até o dia 28 de fevereiro e integra o projeto Novos Novos Pesquisadores, iniciativa do Educativo do MMGV. 

Link para acessar a exposição: https://memorialvale.com.br/virtual/sites/recadodasaguas/

ATÉ 31/3 - “A LAPINHA COMO LUGAR SAGRADO”

Até o dia 28 de fevereiro, no site do Memorial Vale, o público pode visitar a exposição “A Lapinha como lugar sagrado”, de Iara Euzane de Oliveira Pereira. 

A caverna Lapinha é um lugar sagrado para as comunidades rurais em Santo Antônio do Itambé - MG. Mas por que uma caverna sagrada? O que as pessoas sentem lá dentro? Que caverna é essa? Envolvidos por esse mistério, a comunidade Bagres nos recebe em seu território contando sua história e experiências. A exposição é um diálogo entre comunidade, pesquisadora e público, com vídeos, áudios e fotos do processo de pesquisa na comunidade, Festa da Lapinha e caverna, da paisagem física, social e cultural.

A mostra faz parte do projeto Novos Pesquisadores, iniciativa do Educativo do MMGV.

Link para acessar a exposição: http://memorialvale.com.br/virtual/sites/lapinha/index.html 

ATÉ 31/3 - "DESORDEM & CAOS"

"Desordem & Caos”, de autoria de Camila Similhana e curadoria de Raul Lanari, fica em exibição no site do Memorial Vale até o dia 28 de fevereiro. A exposição foi concebida a partir do estudo de fontes manuscritas e visuais decorrentes do Arquivo Público Mineiro sobre os encarcerados nas cadeias locais mineiras ao longo de parte da Primeira República brasileira, mais precisamente entre 1890 e 1914. A partir dessa premissa, a ideia foi refletir sobre as noções de cidadania, liberdade e democracia: se a noção vigente no período assinalado era que a emergência da república trouxesse novos horizontes, marcados pelo que então se entendia como o caminho do progresso, da justiça e da conquista de novos direitos, como foi possível que as prisões mantivessem problemas que pareciam não ter rompido com as limitações e opressões coloniais? Para tentar responder a essa pergunta e levantar outras reflexões, foi costurada uma exposição embasada por fotos de encarcerados e correspondências escritas pelos delegados locais das cidades mineiras ao chefe estadual de polícia, em meio a uma intrigante viagem pelas páginas de um jornal de época. 

Esta exposição faz parte do projeto Novos Pesquisadores, iniciativa do Educativo do MMGV.

Link para acessar a exposição: https://memorialvale.com.br/virtual/desordem-caos-editorial/

Memorial Minas Gerais Vale

Já recebeu mais de 1,1 milhão de pessoas, de todos os lugares do Brasil e de outros continentes. São mais de 1.600 eventos realizados e cerca de 200 mil pessoas em visitas mediadas. Integra o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, um dos maiores complexos de cultura do Brasil. Caracterizado como um museu de experiência, com exposições que utilizam arte e tecnologia de forma intensa e criativa, é um dos vencedores do Travellers’ Choice Awards do TripAdvisor. Na curadoria e museografia de Gringo Cardia, cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI. Mais que um espaço dedicado às tradições, origens e construções da cultura mineira, o Memorial é um lugar de trânsito e cruzamento entre a potência da história e as pulsações contemporâneas da arte e da cultura, onde o presente e o passado estão em contato direto, em permanente renovação. É vivo, dinâmico, transformador e criador de confluências com artistas independentes e com diversos segmentos da cultura mineira.

Circuito Liberdade 

O Memorial Minas Gerais Vale é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

Memorial Vale na web:

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Oficina “Mini Aquário de Papel” no Memorial Vale

Para participar é preciso agendar
pelo telefone - Foto: Carol Silva
O Memorial Vale apresenta, neste sábado (12),  a oficina “Mini Aquário de Papel”,  a ser ministrada pelos artistas e professores Iasmim Marques e Tiago Almeida, do Grupo Girino, uma das principais companhias de teatro de bonecos do país. A atividade integra o projeto Eu, criança, no Museu e vai acontecer das 10h30 às 12h.

A oficina “Mini Aquário de Papel” é uma vivência lúdica onde os participantes irão construir um mini cenário de fundo do mar, dentro de uma caixa, utilizando diversos tipos de papéis. A atividade propõe também a criação de personagens e elementos que fazem parte do ambiente marítimo. O acesso é limitado, sendo oferecidas seis vagas. A oficina é indicada para crianças a partir dos seis anos de idade e, para participar, é preciso se inscrever pelo telefone: (31) 3343-7317. 

O Grupo Girino é uma das principais companhias de Teatro de Bonecos do país, desenvolve projetos de espetáculos, oficinas, publicações, materiais pedagógicos e festivais. Fundado em 2006, montou 13 espetáculos e circulou por centenas de festivais nacionais e internacionais. Um importante eixo norteador da Companhia é o desenvolvimento de projetos educativos e de formação artística. O Grupo ministra oficinas e cursos para públicos de todas as idades e oferece capacitação na montagem de novos espetáculos. Desde 2012, realiza o FESTIM - Festival de Teatro em Miniatura que já recebeu mais de 200 espetáculos nas técnicas de Teatro de Bonecos em pequenos formatos.

Memorial Minas Gerais Vale

 Já recebeu mais de 1,1 milhão de pessoas, de todos os lugares do Brasil e de outros continentes. São mais de 1.600 eventos realizados e cerca de 200 mil pessoas em visitas mediadas. Integra o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, um dos maiores complexos de cultura do Brasil. Caracterizado como um museu de experiência, com exposições que utilizam arte e tecnologia de forma intensa e criativa, é um dos vencedores do Travellers’ Choice Awards do TripAdvisor. Na curadoria e museografia de Gringo Cardia, cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI. Mais que um espaço dedicado às tradições, origens e construções da cultura mineira, o Memorial é um lugar de trânsito e cruzamento entre a potência da história e as pulsações contemporâneas da arte e da cultura, onde o presente e o passado estão em contato direto, em permanente renovação. É vivo, dinâmico, transformador e criador de confluências com artistas independentes e com diversos segmentos da cultura mineira.

Toda a programação é gratuita. O Memorial Vale está aberto às terças, quartas, sextas e sábados: das 10h às 17h30, com permanência até 18h. Às quintas, das 10h às 21h30, com permanência até 22h. Domingos: das 10h às 15h30, com permanência até 16h. A entrada de visitantes deverá ser realizada com máscaras que cobrem o nariz e a boca por completo. Não é permitida a entrada somente com o face shield.

Circuito Liberdade 

O Memorial Minas Gerais Vale é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

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segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Memorial Vale repleto de atrações

Exposições, oficinas e shows para o 
público marcam a segunda quinzena de
Agosto - Foto: Rodrigo Garcia
A segunda quinzena de agosto no Memorial Vale traz os artistas selecionados por meio das Convocatórias de Programação do Memorial Vale 2021 e também celebra o Dia Nacional do Patrimônio Cultural (17 de agosto), comemorado em conjunto com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG). Pérolas da mineiridade estão entre as atrações, como o concerto “Mestres da Música de Pitangui”, da Banda de Música José Viriato Bahia Mascarenhas, o curta “Bar da Estação”, de Leo Ayres e o sarau literário “Poesias Cantadas”, do cantador de Folia de Reis e flautista, Dico Mota, de Três Barras, no Serro (MG).

Juarez Moreira Trio é destaque nas comemorações dos 10 anos do Memorial Vale, com show inédito, e a violonista Mara do Nascimento é a atração do Memorial Instrumental.

O Educativo do Memorial Vale oferece a oficina virtual “Das Esquinas para o Mundo: A Música como Patrimônio Cultural de Belo Horizonte”, com o objetivo de difundir a Educação Patrimonial, tendo como fio condutor o Clube da Esquina. A oficina acontecerá pela plataforma Google Meet, sendo  necessário realizar inscrição prévia pelo telefone (31) 3343-7317.

As apresentações continuam online, seguindo o planejamento do #MemorialValeEmCasa, feitas pelo Youtube, nas redes sociais do espaço (facebook e instagram) e no site. As transmissões feitas pelo Youtube ficam disponíveis permanentemente no canal do Memorial.

Confira a programação da segunda quinzena:

16/08 – EXPOSIÇÃO “MEMORIAL CHAPADÃO DA ZAGAIA”, COM RODRIGO GARCIA

Até o dia 29 de setembro, o fotógrafo Rodrigo Garcia apresenta, no site do Memorial Vale, a exposição “Memorial Chapadão da Zagaia”. A mostra foi selecionada pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021. O projeto propõe uma investigação visual sobre o arraial de Desemboque, distrito da cidade de Sacramento, em Minas Gerais, que apesar de possuir grande importância histórica para a região do Triângulo Mineiro, caminha para tornar-se uma cidade-fantasma. A exposição integra o projeto Mostra de Fotografia do Memorial Vale e faz parte da Programação da Semana do Patrimônio 2021, ação conjunta do Memorial Vale com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG), em comemoração ao Dia Nacional do Patrimônio Cultural, celebrado em 17 de agosto.

Rodrigo Garcia, de Uberaba (MG), é formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Presidente Antonio Carlos (Unipac). Foi durante a graduação que descobriu sua paixão pela fotografia. As influências, no entanto, vinham desde a infância, a partir de aulas de desenho e pintura e das imagens da família registradas pela mãe, espalhadas pela casa. Ao longo da carreira, trabalhou nas áreas de marketing, cobertura de eventos, edição de álbuns de casamento e tratamento digital de fotografias e, desde 2012, atua como fotógrafo da Câmara Municipal de Uberaba, cidade do interior do Estado de Minas Gerais. Em 2016 passou a se dedicar a projetos de fotografia documental, contando histórias do cotidiano e de comunidades rurais no interior de Minas Gerais. Já participou de dez exposições, individuais e coletivas, que lhe renderam premiações como o primeiro lugar no Salão de Arte Fotográfica de Ribeirão Preto, em 2018. Também foi selecionado pela convocatória “Portfólio em Resumo”, promovida pelo site Resumo Fotográfico, em 2019, pela “Mostra Refúgios”, feira de fotografia organizada pela Margem Hub de Fotografia, em 2020 e Festival Photohings em 2021 que lhe rendeu a publicação do seu primeiro fotolivro.

19/08 – RODA DE CONVERSA:

EDUCATIVO ABERTO – RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS E ESPAÇOS CULTURAIS

Quinta-feira (19), das 16h às 18 horas, o Educativo do Memorial Vale realiza a Roda de Conversa Educativo Aberto – Relações Étnico Raciais e Espaços Culturais. Esta atividade propõe o diálogo entre instituições sociais, culturais e educacionais sobre a relação do corpo negro com os espaços culturais - mais especificamente com os museus. Sabendo que devido ao racismo estrutural muitas pessoas negras tendem a não se sentir pertencidas aos espaços de conhecimento e cultura, quais alternativas seriam possíveis para reverter isso durante as visitas, principalmente com públicos escolares, e criar um ambiente acolhedor para todas as pessoas? As duas rodas de conversa acontecerão pela plataforma Google Meet, sendo necessário realizar inscrição prévia pelo telefone (31) 3343-7317.

Dia 19 de agosto

Convidada: Rikelle Ribeiro.

A convidada abordará sua experiência com o teatro em comunidades e a visitação com jovens e adolescentes em espaços culturais.

Público-alvo: Educadores de museu e interessados no tema.

Número de vagas: 25.

Duração: 2h.

19/08 – CURTA “BAR DA ESTAÇÃO”, DE LEO AYRES

Na quinta-feira (19) às 19h30, o cineasta Leo Ayres apresenta o curta “Bar da Estação” no YouTube do Memorial Vale. A produção foi selecionada pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021. O filme é um documentário que mostra a história de um bar que teima em funcionar, mesmo vazio, numa abandonada estação de trem. A cena se passa na pequena Ribeirão Vermelho, cidade do interior de Minas Gerais cortada por uma linha do trem, onde há um enorme complexo de construções ferroviárias em ruínas e uma antiga estação desativada. A exibição do documentário integra o projeto Mostra de Filmes do Memorial Vale e faz parte da Programação da Semana do Patrimônio 2021, ação conjunta do Memorial Vale com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG), em comemoração ao Dia Nacional do Patrimônio Cultural, celebrado em 17 de agosto.

Em 2009, esse foi o cenário que Leo Ayres e sua equipe encontraram em Ribeirão Vermelho, Minas Gerais. Inaugurado quando a estação começou a funcionar, em 1888, o Bar da Estação pertencia, desde 1965, ao senhor José dos Santos. Todos os dias, às seis horas da manhã, Seu Santos abria o Bar da Estação. Primeiro, posicionava e limpava as cadeiras e mesas. Preparava um café. Ajeitava as garrafas na geladeira, os destilados na prateleira e a comida no mostruário. Com um pano velho e surrado, limpava o balcão. E, pacientemente, esperava pelos poucos clientes que frequentavam o estabelecimento. O documentário “Bar da Estação” (DOC, 17 min, 2009), de Leo Ayres, registra não apenas a importância e beleza do Complexo Ferroviário de Ribeirão Vermelho, tombado em 2014 pelo IEPHA – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico, mas também a memória dos ferroviários e a rotina de um bar que, apesar de todas as adversidades, seguiu aberto durante décadas, dia após dia. Desde seu lançamento, em 2009, o filme circulou por importantes festivais nacionais e internacionais, como o Festival É Tudo Verdade, o Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, forumdoc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico, Curta Cinema – Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro, 32o Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano / Cuba, entre outros.

Leo Ayres é graduado em Jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH), Mestre em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e especialista em Direção de Cinema e TV pela Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de Los Baños (EICTV), em Cuba. Trabalha no setor audiovisual desde 2001 como diretor, assistente de direção, pesquisador, roteirista, montador e produtor em todos os tipos de produção, como programas e séries para TV e Internet, além de filmes de curta, média e longa metragens.

20/08 – JUAREZ MOREIRA TRIO

Sexta-feira (20), às 19h30, o grupo Juarez Moreira Trio fará show no YouTube do Memorial Vale. O evento foi selecionado pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021, integra o projeto “Contemporâneo” do Memorial e faz parte da programação especial dos 10 anos do Memorial Vale. Nesse show, o guitarrista e compositor Juarez Moreira, reconhecido como um dos maiores violonistas do Brasil, dono de técnica impecável, apresenta repertório especial, alternando solos e músicas em trio, numa montagem inédita, feita especificamente para o Memorial Minas Gerais Vale. Ele é acompanhado por kiko Mitre no contrabaixo e Lincoln Cheib na bateria.

Juarez Moreira é artista mineiro que cresceu ouvindo jazz, bossa nova e a música brasileira dos anos 1950. Dono de técnica impecável, o guitarrista e compositor apresentou-se nos quatro cantos do mundo. Juarez tem 13 álbuns lançados e um DVD gravado ao vivo no Palácio das Artes em Belo Horizonte-MG. Nesta extensa trajetória na música instrumental, apresentou-se ao lado de grandes nomes da música brasileira como Egberto Gismonti, Ivan Lins, Milton Nascimento, Yamandu Costa, Toninho Horta, Maria Bethânia, Gal Costa, entre outros.

20/08 – OFICINA VIRTUAL:

DAS ESQUINAS PARA O MUNDO: A MÚSICA COMO PATRIMÔNIO CULTURAL DE BELO HORIZONTE

Na sexta-feira (20), de 16h às 17h30, o Educativo do Memorial Vale oferece a oficina virtual “Das Esquinas para o Mundo: a Música como Patrimônio Cultural de Belo Horizonte”. A oficina virtual tem como objetivo difundir a Educação Patrimonial, tendo como fio condutor o Clube da Esquina. As canções serão utilizadas como recurso para possibilitar aos participantes a fruição da música popular brasileira, o acesso à memória e a alguns bens culturais da cidade de Belo Horizonte, proporcionando trocas e experiências a partir da afetividade que liga a capital aos músicos mineiros. A oficina acontecerá pela plataforma Google Meet, sendo necessário realizar inscrição prévia (gratuita) pelo telefone (31) 3343-7317.

Público-alvo: jovens e adultos.

Número de vagas: 25.

Materiais: lápis ou caneta e papel.

21/08 – CURTA “MÚSICA E MEMÓRIA NOS BATUQUES”, DE PÂMILLA RIBEIRO

No dia 21 de agosto, sábado, às 11 horas, a antropóloga Pâmilla Ribeiro apresenta o curta “Música e Memória nos Batuques”, no YouTube do Memorial Vale. A produção foi selecionada pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021. O filme mostra comunidades tradicionais à beira do Rio São Francisco e sua relação com a música, com a fluidez do rio e com as histórias que cercam os batuques. A exibição do filme integra o projeto Mostra de Filmes do Memorial Vale e faz parte da Programação da Semana do Patrimônio 2021, ação conjunta do Memorial Vale com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG), em comemoração ao Dia Nacional do Patrimônio Cultural, celebrado em 17 de agosto.

A partir das histórias de vida dos membros das comunidades ribeirinhas de Ponto Chique, São Romão, São Francisco e Geraes Velhos, sua relação com o rio, o encontro com outros batuques e das músicas compartilhadas por eles, o filme discute a produção de memória que se compartilha pela música no rio São Francisco. A equipe conta com a direção de Pâmilla Vilas Boas, doutoranda em antropologia que pesquisa os batuques da região desde 2010, além da cineasta Fernanda Brescia, que assina também a co-direção do filme, do diretor de arte e técnico de som Cláudio Valentin e do cinegrafista Raphael Vilas Boas. Viabilizado com recursos do Fundo Estadual de Cultura.

Pâmilla Vilas Boas Costa Ribeiro é doutoranda em Antropologia, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH/USP); mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (FAFICH/UFMG). É membro do Núcleo de Antropologia, Performance e Drama (Napedra/USP) e diretora do documentário “A vida é um remanso”.

21/08 – FOTOPOÉTICA, COM ANDRÉ CAVALEIRO E RAMON PAIXÃO, NO DIVERSIDADE PERIFÉRICA

No sábado (21), às 16 horas, os artistas André Cavaleiro e Ramon Paixão fazem uma intervenção “Fotopoética”, no YouTube do Memorial Vale. A intervenção acontecerá nas favelas do Alto Vera Cruz, na região leste de Belo Horizonte, e no Morro do Papagaio, na região Centro-Sul, comunidades onde moram André e Ramon. Eles se uniram para uma ação em que o afeto é a chave da transformação. Por meio de fotografias e de poesias por onde passarem, vão interagir com os moradores, indo ao encontro de fragmentos de afeto nos becos, ruas e vielas de seus territórios. O evento integra o projeto “Diversidade Periférica” do Memorial Vale e faz parte da Programação da Semana do Patrimônio 2021, ação conjunta do Memorial Vale com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG), em comemoração ao Dia Nacional do Patrimônio Cultural, celebrado em 17 de agosto.

O projeto Diversidade Periférica traz mensalmente para o Memorial Minas Gerais Vale uma programação artístico-cultural com conteúdos que mergulham na trajetória ancestral dos becos e vielas do espaço de saber chamado Favela, e também das comunidades de periferia de Belo Horizonte e vizinhanças.

Patrícia Alencar, curadora do Diversidade Periférica, é mineira nascida na Favela do Morro do Papagaio, em Belo Horizonte. É ativista social, gestora cultural, arte educadora e dançarina, engajada na luta contra o racismo e pela igualdade social, desenvolve suas atividades desde 1998. Hoje é uma das Diretoras da CUFA (Central Única de Favelas), co-fundadora da Frente Favela Brasil e também faz parte da Associação Sócio Cultural Bataka. Produziu eventos de relevância para Belo Horizonte, como o Dia das Favelas, Taça das Favelas, Carnafavela, Hip Hop Rua, entre outros. Sua atuação tem como premissa a transformação social por meio das artes e por meio do protagonismo de moradores de favelas.

22/08 – CONCERTO MESTRES DA MÚSICA DE PITANGUI

No dia 22 de agosto, domingo, às 11 horas, acontece o concerto “Mestres da Música de Pitangui”, da Banda de Música José Viriato Bahia Mascarenhas, no YouTube do Memorial Vale. O concerto foi selecionado pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021. Serão seis peças musicais que são o resultado do trabalho de recuperação do acervo da banda e que visam à difusão da obra de compositores de Pitangui, que influenciaram as bandas de todo o estado. A exibição integra o projeto “Gerais, Cultura de Minas”, do Memorial Vale, e faz parte da Programação da Semana do Patrimônio 2021, ação conjunta do Memorial Vale com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG), em comemoração ao Dia Nacional do Patrimônio Cultural, celebrado em 17 de agosto.

O Concerto Mestres da Música de Pitangui faz parte do projeto de recuperação e catalogação das partituras do acervo da Banda de Música José Viriato Bahia Mascarenhas de Pitangui, apresentando um pouco da história musical da cidade e da própria banda com composições dos maestros e músicos locais desde a primeira metade do século XIX. O objetivo da Banda é a preservação do patrimônio musical da cidade, e principalmente a sua transmissão para as novas gerações.

A Banda de Música José Viriato Bahia Mascarenhas é uma das bandas de música mais antigas do estado de Minas, sendo a mais antiga em atividade do centro-oeste mineiro, e tem como principal objetivo a propagação, a valorização, das obras musicais compostas para grupos de instrumentos de sopro (Banda de Música, Banda Sinfônica e Wind Ensemble), como as tradicionais marchas, valsas e dobrados, além da manutenção da banda e da formação de músicos instrumentistas, preservando o patrimônio musical Pitanguiense e fomentando a divulgação e a preservação da música instrumental, feita por grandes compositores naturais da cidade.

22/08 – MOSTRA FOTOGRÁFICA “FESTEJAR AS CORES: TRADIÇÃO E FÉ NA CONGADA”, DE POLLYANNA ASSIS

No dia 22 de agosto até o dia 5 de outubro, a fotógrafa Pollyanna Assis apresenta, no site do Memorial Vale, a exposição “Festejar as Cores: Tradição e Fé na Congada”. A mostra foi selecionada pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021. Trata-se de uma série de fotografias realizadas na cidade de Ouro Preto, em 2014, durante a Festa do Reinado de Nossa Senhora do Rosário e de Santa Efigênia. O objetivo do registro das imagens é contribuir para a preservação desta importante tradição mineira. A exposição integra o projeto Mostra de Fotografia do Memorial Vale e faz parte da Programação da Semana do Patrimônio 2021, ação conjunta do Memorial Vale com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG), em comemoração ao Dia Nacional do Patrimônio Cultural, celebrado em 17 de agosto.

Pollyanna Assis é artista, produtora cultural e editora de livros, experimenta nas artes gráficas como diagramadora de livros e nas artes visuais com fotografia experimental. Também cria em linguagens artísticas como o desenho, a cerâmica e a gravura em metal. Desenvolve projetos para leis de incentivo e editais desde o ano de 2014. Atualmente seu foco é produzir o trabalho de mulheres artistas, com o objetivo de fomentar e valorizar a inclusão de mais mulheres nos seguimentos culturais, tanto na criação artística e cultural como na gestão de projetos. Sua aproximação com as artes inicia-se com o trabalho de edição de livros, produção cultural e fotografia.

22/08 – SARAU LITERÁRIO “POESIAS CANTADAS”, COM DICO MOTA

Domingo (22), às 16 horas, o artista Dico Mota apresenta o sarau literário “Poesias Cantadas”, no YouTube do Memorial Vale. O evento foi seleciondo pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021. José Raimundo dos Santos Mota (Dico Mota) convida amigos, músicos e parceiros de Folias de Reis de Três Barras, da Estrada Real, Milho Verde, São Gonçalo do Rio das Pedras e Capivari, no Serro (MG), para cantar e recitar seus poemas/canções e divulgar seu livro "Poesias Cantadas". A apresentação integra o projeto “Gerais Cultura de Minas - Sarau do Memorial” e faz parte da Programação da Semana do Patrimônio 2021, ação conjunta do Memorial Vale com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG), em comemoração ao Dia Nacional do Patrimônio Cultural, celebrado em 17 de agosto.

José Raimundo dos Santos Mota - Dico Mota – é artista, artesão, poeta, autor literário, músico, e integrante das folias de Reis da região dos distritos de Três Barras, Milho Verde, São Gonçalo do Rio das Pedras e Capivari, distritos do Serro (MG). Dico nasceu em 1945 no povoado de Três Barras, de Serro/MG. Desde criança dedicou sua vida aos trabalhos na roça acompanhando seus pais na lavoura. Dico Mota é conhecido em Três Barras e em toda a região das nascentes do Rio Jequitinhonha, tendo participado do programa Painel Livre da TVVALE, em Diamantina em 2013, apresentando-se como “Dico da Flauta”, acompanhado por Laerte da Cunha, Gilson do Violão e João Sanfoneiro. Ao participar das atividades culturais tradicionais na região começou, de maneira autodidata, a tocar instrumentos e a construir artesanalmente instrumentos rústicos de bambu e tocar flautas nas Folias de Reis, ficando conhecido como Dico da Flauta.

28/08 – “SARAU DA PALAVRA EXPANDIDA”, COM PREQARIA CIA DE TEATRO

No sábado (28), às 11 horas, a Preqaria Cia de Teatro apresenta o “Sarau Palavra Expandida”, no YouTube do Memorial Vale. O evento foi selecionado pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021. O Sarau da Palavra Expandida propõe o encontro da literatura com as artes cênicas, criando um ambiente virtual propício para a fricção e expansão da palavra onde os atores/poetas vão performar textos, se colocando em jogo com intervenções sonoras e visuais. A apresentação integra o projeto “Gerais Cultura de Minas - Sarau do Memorial”.

A Preqaria Cia de Teatro foi fundada em Belo Horizonte com a estreia do espetáculo "Qorpo Santo", em 14 de Julho de 2006. De lá pra cá, realizou onze espetáculos e três curtas Metragens, conquistou vários prêmios e fez parcerias com artistas de renome internacional. Em 2009 fundou em Sete Lagoas (MG) a “Escola Livre de Teatro” - rebatizada em 2019 como Escola Livre de Artes, que vem transformando a realidade teatral e artística da cidade.

No Sarau Palavra Expandida os atores/poetas Felipe Gontijo, Izabela Oliveira, João Valadares e Piera Rodrigues performam textos seus e de participantes do Sarau PoetiQo, projeto da cia que acontece virtualmente desde o início da pandemia. Para potencializar o trabalho a Preqaria convida o músico Mateus Cotosck e o artista audiovisual Josélio Teixeira para se colocarem em jogo com intervenções sonoras e visuais. A proposta é dar corpo a um espetáculo que sustenta um roteiro, móvel a cada apresentação. Os textos, escritos pelos atores poetas, buscam continuidade poética e não dramática. Aqui os atores emprestam seus corpos na composição coletiva da imagem literária, simultânea ao aspecto textual. O teatro à serviço da literatura, não para cumpri-la, mas para expandi-la! Desde o início da Pandemia de COVID-19, em Março de 2020, a Preqaria Cia de Teatro desenvolve a “Quarentena PoetiQa”. Este trabalho se desenvolveu ao longo do ano e o retorno positivo do público levou a um movimento subsequente, um encontro presencial para declamar poesia online por videoconferência. Foi o início do “Sarau PoetiQo”, que desde então acontece todos os domingos, sem interrupção, desde abril de 2020. Há um ano no ar, o Sarau se tornou uma comunidade online de pessoas em torno da literatura e do teatro, que já teve até aqui 59 edições e o lançamento de três livros.

29/08 – VIOLONISTA MARA DO NASCIMENTO, NO MEMORIAL INSTRUMENTAL

No domingo (29), às 11 horas, o Memorial Vale traz, dentro do projeto Memorial Instrumental, a apresentação da violonista Mara do Nascimento. A artista apresenta show do seu mais recente trabalho, onde tocará composições autorais e releituras de obras consagradas. O Memorial Instrumental tem curadoria de Juliana Nogueira.

Mara do Nascimento começou a tocar violão aos 9 anos. Aos 14 começou a compor e também a participar de festivais de música. Aos 16 iniciou o estudo de violão clássico com José Lucena Vaz de Melo e nunca mais parou de estudar e compor. Participou do projeto Os Sons da Cidade no ano de 2.020 ao lado de Fernando Araújo, Geraldo Viana, Gilvan de Oliveira e Juarez Moreira, onde pode interpretar músicas autorais e composições de vários artistas consagrados. Atualmente, faz gestão do projeto Memorial da Música Mineira e está finalizando o CD 4 onde interpreta musicais autorais e releituras de obras consagradas.

Iniciada em março de 2020, a série Memorial Instrumental foi aberta com show em trio em homenagem às mulheres, formado pelos músicos Christiano Caldas (piano), Lincoln Cheib (bateria) e Stephan Kurmann (contrabaixo acústico). Logo após o primeiro show houve uma pausa em função da pandemia. E depois de alguns meses, veio a retomada de forma on-line. No período de junho a dezembro foram realizados, mensalmente, shows com nomes da música instrumental de Belo Horizonte levando até ao público as possibilidades sonoras de instrumentos variados, tocados por músicos de diversas gerações. Em 2021, a série será dedicada às mulheres.

Memorial Minas Gerais Vale – 10 anos com você

O Memorial Minas Gerais Vale completa 10 anos com muitas histórias para contar. O museu já recebeu mais de 1,1 milhão de pessoas, de todos os lugares do Brasil e de outros continentes. São mais de 1.600 eventos realizados e cerca de 200 mil pessoas em visitas mediadas. Integra o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, um dos maiores complexos de cultura do Brasil. Caracterizado como um museu de experiência, com exposições que utilizam arte e tecnologia de forma intensa e criativa, é um dos vencedores do Travellers’ Choice Awards do TripAdvisor. Na curadoria e museografia de Gringo Cardia, cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI.

Mais que um espaço dedicado às tradições, origens e construções da cultura mineira, o Memorial é um lugar de trânsito e cruzamento entre a potência da história e as pulsações contemporâneas da arte e da cultura, onde o presente e o passado estão em contato direto, em permanente renovação. É vivo, dinâmico, transformador e criador de confluências com artistas independentes e com diversos segmentos da cultura mineira.

Memorial Vale na web:

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