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terça-feira, 18 de outubro de 2022

Livro mostra uma forma terna de falar com as crianças sobre a morte

Foto: Divulgação
Como explicar à netinha sobre a ausência eterna da tia? Que resposta uma avó, que prefere a verdade, pode dar a uma criança que pergunta sobre a morte? Certamente uma resposta amorosa. É assim no livro Na beira do mar, o amor disse ‘oi’, de Odette Castro, a ser lançado pela Páginas Editora no domingo (23).

A pequena Ana quer saber o que aconteceu com sua tia, que não chegou a conhecer. Por que ela está no porta retrato da casa da avó e não nos encontros de família, na cidade que habita? O diálogo é emocionante, permeado por sinceridade e amor, para resultar na resposta de que ao morrermos, permanecemos nas coisas lindas e belas, além de estarmos nos outros.

O primeiro livro para crianças de Odette Castro é ilustrado em aquarelas por Luísa Simão, uma das mais importantes artistas de Minas na composição de obras literárias. No texto de Na beira do mar, o amor disse ‘oi’, construído com leveza, a avó tem ouvidos, olhos, mãos e boca para a neta.

Em 2015, Odette publicou a primeira edição de Rubi, livro em homenagem à sua filha Beatriz, que nasceu com a rara síndrome de Rubinstein-Taybi. Ficou conhecida nas redes sociais pelos textos sensíveis, em que ia relatando as dificuldades que a filha encontrava em uma cidade nada amigável. Beatriz faleceu aos 31 anos. Em 2020, foi lançada a segunda edição da obra, com capa de Anna Cunha.  

Artista, escritora e ativista social, Odette é conhecida em Minas pelos seus projetos: “Uma flor por uma dor”, em que distribui flores de crochê confeccionadas por ela mesma, “Fale certo”, com dicas de escrita e fala inclusivas, e “Um mundo em crochê”.

Agora, na edição de Na beira do mar, o amor disse ‘oi’, Odette apresenta o delicado tema da morte para as crianças. Ela aproveita, ainda, para homenagear o artista plástico e escritor Marcelo Xavier, dono da famosa máxima “Todo mundo cabe no mundo”, nome do bloco de carnaval que criou em Belo Horizonte, para reunir pessoas com todos os tipos de deficiência.  Marcelo publicou mais de 20 livros infantis, premiados no Brasil (recebeu por duas vezes o Jabuti) e adotados em diversas escolas do país. Ele tem a síndrome ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica).

O que motivou a autora a escrever e lançar o livro para crianças foi a experiência com a própria neta. “É uma situação vivida por muitos pais e avós: a curiosidade da criança gerando desafio para nós. Uma das perguntas mais difíceis de se responder é sobre a morte”, afirma a escritora. Odette complementa que sempre dizia à neta que a tia Bê, como Beatriz era carinhosamente chamada, “estava encantada, partiu, não está mais aqui”.

“Este livro pode ajudar os pais a conversarem com as crianças de forma mais leve sobre a morte. Por mais difícil que seja, a palavra certa é essa mesma: morte”, afirma a escritora. No livro, Ana ouve da avó o sentido dessa palavra: “É quando pessoas ou animais que amamos deixam de morar aqui, neste planeta, e passam a viver dentro de nossos corações, na natureza, nos rios, no mar, no raio de sol, no pingo da chuva, em todo lugar!”. Ela então carrega para o seu cotidiano a ideia de que mesmo ausentes, as pessoas que amamos e já faleceram estão em todo lugar. A cena final se desenvolve na praia, o que gerou o sentido do título.

Na beira do mar o amor disse ‘oi’

Texto de Odette Castro e ilustrações de Luísa Simão

Páginas Editora

LANÇAMENTO

QUANDO: 23 de outubro – de 9h ao meio-dia

ONDE: Museu dos Brinquedos – Avenida Afonso Pena, 2564, Funcionários, Belo Horizonte, MG

20 Páginas

Vendas pelo site paginaseditora.com.br, Amazon, Magazine Luíza e outros.

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quarta-feira, 12 de maio de 2021

Editora lança concurso

Público pode se inscrever no 
Site -  Foto: Divulgação
Sherlock Holmes, de Sir Arthur Conan Doyle, Hercule Poirot e Miss Marple, de Agatha Christie, o delegado Espinosa, de Luiz Alfredo Garcia-Roza, o comissário Jules Maigret, do escritor belga Georges Simenon, Mandrake, de Rubem Fonseca, e Auguste Dupim , de Edgard Allan Poe.

São estes detetives geniais? São, mas com a sua própria lupa, raciocínio rápido e toda a tecnologia hoje disponível, você consegue criar um investigador ou uma investigadora tão ou mais incrível do que esses aí.

Escreva um conto cujo personagem central seja a ou o detetive. Inteligente, instigante, brilhante, como a mente fértil de um bom escritor. O conto com o detetive mais genial será premiado e, junto com os dois seguintes, melhor escolhida, publicado em e-book e livro impresso.

Primeiro Lugar: um box de Sherlock Homes, edição de luxo da Harper Collins, um livro a escolher no site das Páginas, no valor até R $ 50,00, e quatro exemplares da antologia impressa.

Segundo Lugar: Dois exemplares da obra impressa e um livro a escolher no site da Páginas Editora, no valor até R$ 50,00.

Terceiro Lugar: Dois exemplares da obra impressa. Veja o booktrailer sobre o concurso e a futura antologia.

Divulgação: Concurso (totalmente gratuito) 

Inscrições até 30/06/2021

Paginaseditora.com.br

O resgate da memória do interior mineiro em livro de poesia de Mell Renault

 

Publicaçāo promete emocionar os leitores
Foto:Divulgação

Mell Renault lança em junho seu terceiro livro de poesias, Cortejo, agora pela Páginas Editora. Com apresentação da reconhecida poeta Luiza Cantanhede e prefácio do premiado escritor Luiz Eduardo Carvalho, Cortejo apresenta a jornada da personagem Maria, que conta sua história de vida em versos. A poesia de Mell é uma conversa na porta de casa, que convida o leitor a conhecer a trajetória de Maria e a memória de sua cidade na serra mineira. 

Nascida em Belo Horizonte e criada em Esmeraldas (MG), Mell explora sua vivência em uma cidade pequena para trazer autenticidade aos versos de Cortejo. Ela faz um registro único do interior mineiro, com uma reviravolta surpreendente. “Comecei a escrever o Cortejo observando os detalhes, os acontecimentos na minha própria rua. Há uma poesia muito rica no dia a dia, que não enxergamos, especialmente no meio da correria de uma cidade grande”, explica a autora.

Cortejo será lançado em 1˚ de junho, mas já está em pré-venda. O livro pode ser adquirido no site da Páginas Editora (paginaseditora.com.br).

A jornada de Mell Renault: dos cadernos artesanais ao livro Cortejo

Com 36 anos, Mell Renault escreve poesia desde os 15. Apaixonada pelo trabalho literário artesanal, Mell sempre desenvolveu projetos independentes de plaquetes poéticas feitas à mão. “Gosto de escrever cada palavra das minhas plaquetes e cadernos de poesias. Vejo o valor da obra literária não apenas na palavra, mas no fazer da palavra”, explica Mell, que também já possui 2 livros publicados: Patuá (Coralina, 2019) e Flor de Sal (Penalux, 2020).

Seu terceiro livro, Cortejo, dialoga com o fazer artesanal. Utilizando versos de estrutura simples, Mell se inspirou em poetas como Adélia Prado e Carlos Drummond de Andrade para construir um livro atrativo para leitores de todas as idades – tanto experientes, quanto aqueles que não têm o hábito de ler poesia. A obra, em formato de um poema único que se estende por quase 100 páginas, conta com arte de capa do pintor Carlos Figueiredo.

Lançamento: Cortejo

Quando: 31/05/2021

Páginas Editora