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terça-feira, 30 de junho de 2026

Projeto Uma voz, um instrumento recebe Zeca Baleiro e Swami Jr na capital mineira

Foto: Beto Assem
Belo Horizonte recebe, pela primeira vez, o espetáculo em que o cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro e o premiado instrumentista e arranjador Swami Jr. unem forças para homenagear uma das principais compositoras da música popular brasileira, Dolores Duran. O show acontece em Julho, na quinta-feira (23), às 20h, no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas.

No palco, o público mineiro testemunhará uma releitura minimalista e refinada do sofisticado universo do samba-canção. O repertório do espetáculo é dedicado à obra de Dolores Duran, combinando a interpretação marcante de Zeca Baleiro com os arranjos precisos do violão de Swami Jr.. Juntos, os artistas desnudam as melodias e as letras confessionais de clássicos eternos, propondo um diálogo contemporâneo com a melancolia e o lirismo originais das composições.

“Fui convidado por Swami Jr., grande amigo e parceiro e pelo Zé Alexandre, produtor amigo também, a cantar o repertório da Dolores. No primeiro momento hesitei, mas achei interessante um homem cantando um repertório tão feminino, tão sentimental, tão amoroso, às vezes desesperado... falando de muita solidão, muito abandono, nestes tempos de "desconstrução". O show é muito bonito, muito denso, e eu espero que o público mineiro se emocione como a gente se emociona cantando essas canções” (Zeca Baleiro / junho de 2026).

Dolores Duran (1930–1959) permanece como uma figura central, mística e revolucionária na história da música popular brasileira. Em uma época em que o cenário de composição era dominado por homens, ela se impôs como uma das primeiras mulheres cantautoras do país, transformando o samba-canção em pura poesia confessional. Dolores foi a voz e a mente por trás de dores e amores vividos intensamente, antecipando a bossa nova com sua sensibilidade. Entre os clássicos de sua autoria estão: (“A noite do meu bem”, “Solidão” e “Fim de caso”). A sua genialidade atraiu grandes nomes de sua era, resultando em parcerias históricas com Tom Jobim ("Por Causa de Você" e "Estrada do Sol"), além de colaborações marcantes com Ribamar (“Ternura Antiga”, “Pela Rua”), Edson Borges (“Olhe o tempo passando”) e Chico Anysio (“Prece de Vitalina”).

“Estar com o meu genial parceiro Zeca Baleiro é sempre um sinal glorioso de certeza de haver escolhido a música como forma de experimentar a vida. Uma honra e um deleite essa parceria com Zeca, ao mesmo tempo reverente e contemporânea, expandindo o universo de beleza e lirismo das canções de Dolores, que parecem sempre tocar o infinito.” (Swami Jr. / junho de 2026)

O show chega à capital mineira carregado de simbolismo cultural. A apresentação foi escolhida para o encerramento oficial da temporada comemorativa de dez anos do projeto "Uma voz, um instrumento". Além de celebrar o legado de Dolores Duran, a noite reserva um momento de forte emoção: uma homenagem à Ângela Maria (1929–2018). A exemplo dos outros artistas que se apresentaram no projeto e já faleceram, e estão sendo homenageados na edição comemorativa. Zeca Baleiro e Swami Jr. incluíram no roteiro do show três músicas associadas ao repertório da inesquecível cantora. Estrela máxima da era de ouro do rádio brasileiro, Ângela Maria foi historicamente uma das grandes intérpretes das canções de Dolores Duran, tornando o tributo duplamente significativo.

Uma década do projeto “Uma voz, um instrumento”

Criado em 2016 pelo produtor e gestor cultural Pedrinho Alves Madeira, e sempre realizado em parceria com o Centro Cultural Unimed-BH Minas, o projeto "Uma voz, um instrumento" consolidou-se como um dos eventos mais prestigiados da cena musical em Belo Horizonte. A iniciativa propõe encontros intimistas que priorizam a essência da canção, colocando em evidência a profunda conexão entre os artistas e seus instrumentos. Ao longo de uma década, o projeto recebeu importantes nomes da canção brasileira e, nesta edição comemorativa de 10 anos, promoveu cinco apresentações exclusivas no palco Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas, celebrando a diversidade e a riqueza da nossa cultura.

Os ingressos para o encerramento com Zeca Baleiro e Swami Jr. já estão disponíveis para compra. Mais informações sobre a venda podem ser acessadas diretamente na bilheteria do teatro ou através da plataforma Sympla.

PROGRAMAÇÃO “UMA VOZ, UM INSTRUMENTO - 10 ANOS”

“UMA VOZ, UM INSTRUMENTO - 10 ANOS”

Show: Zeca Baleiro e Swami Jr. Interpretam Dolores Duran

Data: 23 de julho (quinta-feira) 

Horário: 20 horas

Local: Centro Cultural Unimed – BH Minas (Rua da Bahia, 2244 - Lourdes, Belo Horizonte)

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia), à venda a partir de 23 de junho, nas bilheterias do teatro e sympla

Classificação: Livre

Outras informações: (31) 3516-1360

Criação, Produção e Comunicação: Alves Madeira Comunicação e Produção

Realização: Centro Cultural Unimed-BH Minas

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

segunda-feira, 7 de abril de 2025

Zeca Baleiro traz novo show ao Palácio das Artes

 

Foto: Divulgação 

No repertório canções de sucessos, releituras, em uma apresentação intimista

O cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro apresenta o show "Piano" no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, nesta sexta-feira (11), dia de seu aniversário, às 21 horas.  Em seu recital pop, o artista inclui canções de sua discografia, além de várias releituras de músicas do seu repertório afetivo.

Acompanhado apenas por Adriano Magoo (piano, sintetizadores, samplers e acordeon), o artista garante boas surpresas, com algumas autorais inéditas e canções consagradas que ganharam novos arranjos.

Os ingressos estão à venda nas bilheterias do Palácio das Artes e no site Eventim.

Esse show começou com uma pequena turnê, para um projeto especial iniciado por Baleiro com Magoo em 2011. Muita coisa mudou desde então, o repertório foi renovado e deve incluir compositores como Fausto Nilo e Belchior. Do show embrionário serão mantidas “Não Adianta”, de Sergio Sampaio, “Esotérico”, de Gilberto Gil, e “Espinha de Bacalhau”, de Severino Araújo.

Entre as canções autorais, devem se destacar “Babylon” (ZB), “Bandeira” (ZB), “Respira” (Chico César/ZB) e “Telegrama” (ZB), entre outras.

‘Piano’ com: Zeca Baleiro: voz, violões e ukelele / Adriano Magoo: piano, sintetizadores, samplers e acordeon.

Zeca Baleiro

O artista nasceu em 11 de abril de 1966 em São Luís do Maranhão. Cantor, compositor e produtor musical, Zeca Baleiro começou a carreira em 1997, com o premiado disco “Por onde andará Stephen Fry?”, saudado com entusiasmo pela imprensa e pelo público. 

Ao longo destes mais de vinte anos, lançou dezessete discos de estúdio, cinco CDs ao vivo, nove DVDs e vários projetos especiais, em que se destacam o disco em parceria com a poeta Hilda Hilst, “Ode descontínua e remota para flauta e oboé – de Ariana para Dionísio”, e “Café no Bule”, CD em parceria com Paulo Lepetit e Naná Vasconcelos. Como produtor, realizou mais de vinte discos de artistas diversos, como Sérgio Sampaio (póstumo), Odair José, Antônio Vieira e Vanusa. Compôs trilhas para teatro, cinema e dança e comandou o programa de tv “Baile do Baleiro”, no Canal Brasil. 

Já teve músicas gravadas por intérpretes como Simone, Gal Costa, Rita Benneditto, Amelinha, Zizi Possi, Chico César, Paulinho Moska, Zé Ramalho, Fagner e Zeca Pagodinho. 

Desde o início da carreira, excursionou por países da Europa (Bélgica, Alemanha, França, Itália, Portugal, Espanha e Suíça), África (Cabo Verde e Angola) e América do Sul (Argentina e Uruguai). Tem álbuns editados em Portugal, Espanha, Argentina, França e Estados Unidos.

Em 2020, lançou o álbum "Canções d ́Além-mar", tributo a autores portugueses que foi premiado com o Grammy Latino 2021 na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira. Longe dos palcos por conta da pandemia, continuou trabalhando em novas produções. No prazo de pouco mais de um ano, Zeca Baleiro lançou um single duplo de forró (“Forró de Ilusão + Face”) e outros em parceria com Chico César (“Lovers + Respira” e “Verão” + “Beije-me Antes”), e um álbum com Vinícius Cantuária (“Naus”), além de uma dezena de colaborações com diferentes artistas.

Para marcar os 26 anos de carreira, Baleiro preparou uma série de lançamentos para 2023. A partir de maio, singles inéditos chegaram semanalmente nas plataformas digitais, culminando com o álbum autoral “Mambo Só”, em julho. A celebração seguiu no segundo semestre com o disco de sambas autorais “O Samba Não é de Ninguém” e ainda engloba um livro de memórias, o talk show “Evoé” e o aguardado álbum de parcerias com Chico César, lançado em 2024, mesmo ano em que chegou nas plataformas digitais “Coração Sangrento”, disco com o parceiro Wado.

Baleiro ficou conhecido pela sua mistura de ritmos e referências musicais diversas. Artista plural, vem se dedicando também à literatura, ao cinema e ao teatro.  Escreveu o musical “Quem tem medo de Curupira?” e compôs trilhas para dança (“Mãe Gentil”, “Bicho Solto Buriti Bravo”, “Cubo” e “Geraldas e Avencas”), teatro (“Lampião e Lancelote”, “Roque Santeiro” e “A Carruagem de Berenice”) e cinema (“Carmo”, “Oração do Amor Selvagem”, “2”, “Tarsilinha” e “Achados não Procurados”). Em 2019, ganhou o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro pela trilha sonora de "Paraíso Perdido”, filme de Monique Gardenberg.

Adriano Magoo

Pianista, acordeonista, compositor, arranjador e produtor musical, Adriano Magoo nasceu em Nilópolis (RJ), em 1974. Seu primeiro contato com a música foi aos 5 anos cantando no coro da igreja. Aos 7 anos já arriscava alguns acordes no violão e com 11 anos mudou-se com a família para o Pantanal, para a capital sul-mato-grossense, onde iniciou seu trabalho como músico tocando em bandas, bares, casas noturnas e com artistas da região. Aos 14 anos outra mudança, desta vez para o Norte, para Porto Velho, o coloca em contato com a música caribenha e regional.

Desde 1998 mora em São Paulo, onde se estabeleceu como músico profissional e passou a integrar a banda de Zeca Baleiro. Gravou seu primeiro trabalho instrumental em 2001, com o Trio Croa de Campo Grande, que trazia uma mistura de música sul-mato-grossense com jazz, balada e samba. Lançou seu primeiro álbum solo, todo com composições próprias, “Sol Futuro” (2017), com show no palco do Sesc Consolação, no Instrumental Sesc Brasil.

Como produtor musical tem trabalhado em jingles publicitários, trilhas para cinema e de especiais para a tevê, álbuns e canções. Tocou e gravou com artistas diversos como Tetê Espíndola, Almir Sater, Tom Zé, Alcione, Chico César, Moska, Odair José, Zélia Duncan, Waldick Soriano, Pinduca, Arnaldo Antunes, Bocato, Fagner, Geraldo Azevedo, Robin Gibb (Bee Gees), Filipe Mukenga, Martinho da Vila, Ney Matogrosso, Dani Black e Milton Nascimento. Entre alguns projetos premiados, participou do álbum “Café no Bule”, que reuniu Paulo Lepetit, Naná Vasconcelos e Zeca Baleiro, e do álbum de Tom Zé, “Canções Eróticas de Ninar”. Em 2017, passou a integrar também o grupo instrumental Balaio, que acompanhou no mesmo ano o trompetista norte-americano Randy Brecker em suas turnês pela Ásia e excursionou com o renomado guitarrista americano Mike Stern pelo Brasil, em 2018.

Zeca Baleiro ‘Piano’

Data: 11 de abril de 2025 (sexta-feira)

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537 - Belo Horizonte – MG)

Horário: 21h

Valor dos ingressos: a partir de R$ 110,00

Plateia I: a partir de R$ 220,00

Plateia II: a partir de R$ 150,00

Superior: a partir de R$ 110,00

*** Família & Amigos: Venda exclusiva e promocional para pacotes a partir de 02 ingressos. Válido somente para ingresso inteira. Desconto não cumulativo com meia entrada e/ou outras promoções.

Classificação Livre.

Ingressos: Bilheteria do teatro Palácio das Artes e pelo site Eventim.

Mais informações: (31) 97222-2424 

Realização: Ímpar Shows

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

sexta-feira, 28 de março de 2025

Zeca Baleiro e seu novo show, 'Piano' desembarcam no Palácio Das Artes

Foto: Necka Ayala

No repertório canções de sucessos, releituras, em uma apresentação intimista

O cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro apresenta o show "Piano" no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, em Abril, na sexta-feira (11), dia de seu aniversário, às 21 horas.  Em seu recital pop, o artista inclui canções de sua discografia, além de várias releituras de músicas do seu repertório afetivo.

Acompanhado apenas por Adriano Magoo (piano, sintetizadores, samplers e acordeon), o artista garante boas surpresas, com algumas autorais inéditas e canções consagradas que ganharam novos arranjos.

Os ingressos estão à venda nas bilheterias do Palácio das Artes e no site Eventim.

Esse show começou com uma pequena turnê, para um projeto especial iniciado por Baleiro com Magoo em 2011. Muita coisa mudou desde então, o repertório foi renovado e deve incluir compositores como Fausto Nilo e Belchior. Do show embrionário serão mantidas “Não Adianta”, de Sergio Sampaio, “Esotérico”, de Gilberto Gil, e “Espinha de Bacalhau”, de Severino Araújo.

Entre as canções autorais, devem se destacar “Babylon” (ZB), “Bandeira” (ZB), “Respira” (Chico César/ZB) e “Telegrama” (ZB), entre outras.

‘Piano’ com: Zeca Baleiro: voz, violões e ukelele / Adriano Magoo: piano, sintetizadores, samplers e acordeon.

Zeca Baleiro

O artista nasceu em 11 de abril de 1966 em São Luís do Maranhão. Cantor, compositor e produtor musical, Zeca Baleiro começou a carreira em 1997, com o premiado disco “Por onde andará Stephen Fry?”, saudado com entusiasmo pela imprensa e pelo público. 

Ao longo destes mais de vinte anos, lançou dezessete discos de estúdio, cinco CDs ao vivo, nove DVDs e vários projetos especiais, em que se destacam o disco em parceria com a poeta Hilda Hilst, “Ode descontínua e remota para flauta e oboé – de Ariana para Dionísio”, e “Café no Bule”, CD em parceria com Paulo Lepetit e Naná Vasconcelos. Como produtor, realizou mais de vinte discos de artistas diversos, como Sérgio Sampaio (póstumo), Odair José, Antônio Vieira e Vanusa. Compôs trilhas para teatro, cinema e dança e comandou o programa de tv “Baile do Baleiro”, no Canal Brasil. 

Já teve músicas gravadas por intérpretes como Simone, Gal Costa, Rita Benneditto, Amelinha, Zizi Possi, Chico César, Paulinho Moska, Zé Ramalho, Fagner e Zeca Pagodinho. 

Desde o início da carreira, excursionou por países da Europa (Bélgica, Alemanha, França, Itália, Portugal, Espanha e Suíça), África (Cabo Verde e Angola) e América do Sul (Argentina e Uruguai). Tem álbuns editados em Portugal, Espanha, Argentina, França e Estados Unidos.

Em 2020, lançou o álbum "Canções d ́Além-mar", tributo a autores portugueses que foi premiado com o Grammy Latino 2021 na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira. Longe dos palcos por conta da pandemia, continuou trabalhando em novas produções. No prazo de pouco mais de um ano, Zeca Baleiro lançou um single duplo de forró (“Forró de Ilusão + Face”) e outros em parceria com Chico César (“Lovers + Respira” e “Verão” + “Beije-me Antes”), e um álbum com Vinícius Cantuária (“Naus”), além de uma dezena de colaborações com diferentes artistas.

Para marcar os 26 anos de carreira, Baleiro preparou uma série de lançamentos para 2023. A partir de maio, singles inéditos chegaram semanalmente nas plataformas digitais, culminando com o álbum autoral “Mambo Só”, em julho. A celebração seguiu no segundo semestre com o disco de sambas autorais “O Samba Não é de Ninguém” e ainda engloba um livro de memórias, o talk show “Evoé” e o aguardado álbum de parcerias com Chico César, lançado em 2024, mesmo ano em que chegou nas plataformas digitais “Coração Sangrento”, disco com o parceiro Wado.

Baleiro ficou conhecido pela sua mistura de ritmos e referências musicais diversas. Artista plural, vem se dedicando também à literatura, ao cinema e ao teatro.  Escreveu o musical “Quem tem medo de Curupira?” e compôs trilhas para dança (“Mãe Gentil”, “Bicho Solto Buriti Bravo”, “Cubo” e “Geraldas e Avencas”), teatro (“Lampião e Lancelote”, “Roque Santeiro” e “A Carruagem de Berenice”) e cinema (“Carmo”, “Oração do Amor Selvagem”, “2”, “Tarsilinha” e “Achados não Procurados”). Em 2019, ganhou o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro pela trilha sonora de "Paraíso Perdido”, filme de Monique Gardenberg.

Adriano Magoo

Pianista, acordeonista, compositor, arranjador e produtor musical, Adriano Magoo nasceu em Nilópolis (RJ), em 1974. Seu primeiro contato com a música foi aos 5 anos cantando no coro da igreja. Aos 7 anos já arriscava alguns acordes no violão e com 11 anos mudou-se com a família para o Pantanal, para a capital sul-mato-grossense, onde iniciou seu trabalho como músico tocando em bandas, bares, casas noturnas e com artistas da região. Aos 14 anos outra mudança, desta vez para o Norte, para Porto Velho, o coloca em contato com a música caribenha e regional.

Desde 1998 mora em São Paulo, onde se estabeleceu como músico profissional e passou a integrar a banda de Zeca Baleiro. Gravou seu primeiro trabalho instrumental em 2001, com o Trio Croa de Campo Grande, que trazia uma mistura de música sul-mato-grossense com jazz, balada e samba. Lançou seu primeiro álbum solo, todo com composições próprias, “Sol Futuro” (2017), com show no palco do Sesc Consolação, no Instrumental Sesc Brasil.

Como produtor musical tem trabalhado em jingles publicitários, trilhas para cinema e de especiais para a tevê, álbuns e canções. Tocou e gravou com artistas diversos como Tetê Espíndola, Almir Sater, Tom Zé, Alcione, Chico César, Moska, Odair José, Zélia Duncan, Waldick Soriano, Pinduca, Arnaldo Antunes, Bocato, Fagner, Geraldo Azevedo, Robin Gibb (Bee Gees), Filipe Mukenga, Martinho da Vila, Ney Matogrosso, Dani Black e Milton Nascimento. Entre alguns projetos premiados, participou do álbum “Café no Bule”, que reuniu Paulo Lepetit, Naná Vasconcelos e Zeca Baleiro, e do álbum de Tom Zé, “Canções Eróticas de Ninar”. Em 2017, passou a integrar também o grupo instrumental Balaio, que acompanhou no mesmo ano o trompetista norte-americano Randy Brecker em suas turnês pela Ásia e excursionou com o renomado guitarrista americano Mike Stern pelo Brasil, em 2018.

Zeca Baleiro ‘Piano’

Data: 11 de abril de 2025 (sexta-feira)

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537 - Belo Horizonte – MG)

Horário: 21h

Valor dos ingressos: a partir de R$ 110,00

Plateia I: a partir de R$ 220,00

Plateia II: a partir de R$ 150,00

Superior: a partir de R$ 110,00

*** Família & Amigos: Venda exclusiva e promocional para pacotes a partir de 02 ingressos. Válido somente para ingresso inteira. Desconto não cumulativo com meia entrada e/ou outras promoções.

Classificação Livre.

Ingressos: Bilheteria do teatro Palácio das Artes e pelo site Eventim.

Mais informações: (31) 97222-2424 

Realização: Ímpar Shows

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quarta-feira, 5 de março de 2025

Zeca Baleiro traz show inédito a Belo Horizonte

 

Foto: Divulgação 
No repertório sucessos e releituras, em um show intimista

O cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro apresenta o novo show, "Piano",no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, em Belo Horizonte, em Abril,  na sexta-feira (11) às 21 horas. Em seu recital pop, o artista inclui canções de sua discografia, além de várias releituras de músicas do seu repertório afetivo.

Acompanhado apenas por Adriano Magoo (piano, sintetizadores, samplers e acordeon), o artista garante boas surpresas, com algumas autorais inéditas e canções consagradas que ganharam novos arranjos.

Os ingressos já estão à venda nas bilheterias do Palácio das Artes e no site Eventim. Esse show começou com uma pequena turnê, para um projeto especial iniciado por Baleiro com Magoo em 2011. Muita coisa mudou desde então, o repertório foi renovado e deve incluir compositores como Fausto Nilo e Belchior. Do show embrionário serão mantidas “Não Adianta”, de Sergio Sampaio, “Esotérico”, de Gilberto Gil, e “Espinha de Bacalhau”, de Severino Araújo.

Entre as canções autorais, devem se destacar “Babylon” (ZB), “Bandeira” (ZB), “Respira” (Chico César/ZB) e “Telegrama” (ZB), entre outras.

‘Piano’ com: Zeca Baleiro: voz, violões e ukelele / Adriano Magoo: piano, sintetizadores, samplers e acordeon.

Zeca Baleiro

Nasceu em 11 de abril de 1966 em São Luís do Maranhão. Cantor, compositor e produtor musical, Zeca Baleiro começou a carreira em 1997, com o premiado disco “Por onde andará Stephen Fry?”, saudado com entusiasmo pela imprensa e pelo público.

Ao longo destes mais de vinte anos, lançou dezessete discos de estúdio, cinco cds ao vivo, nove dvds e vários projetos especiais, em que se destacam o disco em parceria com a poeta Hilda Hilst, “Ode descontínua e remota para flauta e oboé – de Ariana para Dionísio”, e “Café no Bule”, cd em parceria com Paulo Lepetit e Naná Vasconcelos. Como produtor, realizou mais de vinte discos de artistas diversos, como Sérgio Sampaio (póstumo), Odair José, Antonio Vieira e Vanusa. Compôs trilhas para teatro, cinema e dança e comandou o programa de tv “Baile do Baleiro”, no Canal Brasil.

Já teve músicas gravadas por intérpretes como Simone, Gal Costa, Rita Benneditto, Amelinha, Zizi Possi, Chico César, Paulinho Moska, Zé Ramalho, Fagner e Zeca Pagodinho.

Desde o início da carreira, excursionou por países da Europa (Bélgica, Alemanha, França, Itália, Portugal, Espanha e Suíça), África (Cabo Verde e Angola) e América do Sul (Argentina e Uruguai). Tem álbuns editados em Portugal, Espanha, Argentina, França e Estados Unidos.

Em 2020, lançou o álbum "Canções d ́Além-mar", tributo a autores portugueses que foi premiado com o Grammy Latino 2021 na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira. Longe dos palcos por conta da pandemia, continuou trabalhando em novas produções. No prazo de pouco mais de um ano, Zeca Baleiro lançou um single duplo de forró (“Forró de Ilusão + Face”) e outros em parceria com Chico César (“Lovers + Respira” e “Verão” + “Beije-me Antes”), e um álbum com Vinícius Cantuária (“Naus”), além de uma dezena de colaborações com diferentes artistas.

Para marcar os 26 anos de carreira, Baleiro preparou uma série de lançamentos para 2023. A partir de maio, singles inéditos chegaram semanalmente nas plataformas digitais, culminando com o álbum autoral “Mambo Só”, em julho. A celebração seguiu no segundo semestre com o disco de sambas autorais “O Samba Não é de Ninguém” e ainda engloba um livro de memórias, o talk show “Evoé” e o aguardado álbum de parcerias com Chico César, lançado em 2024, mesmo ano em que chegou nas plataformas digitais “Coração Sangrento”, disco com o parceiro Wado.

Zeca ficou conhecido pela sua mistura de ritmos e referências musicais diversas. Artista plural, vem se dedicando também à literatura, ao cinema e ao teatro.

Escreveu o musical “Quem tem medo de Curupira?” e compôs trilhas para dança

(“Mãe Gentil”, “Bicho Solto Buriti Bravo”, “Cubo” e “Geraldas e Avencas”), teatro (“Lampião e Lancelote”, “Roque Santeiro” e “A Carruagem de Berenice”) e cinema (“Carmo”, “Oração do Amor Selvagem”, “2”, “Tarsilinha” e “Achados não Procurados”). Em 2019, ganhou o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro pela trilha sonora de "Paraíso Perdido”, filme de Monique Gardenberg.

Adriano Magoo

Pianista, acordeonista, compositor, arranjador e produtor musical, Adriano Magoo nasceu em Nilópolis (RJ), em 1974. Seu primeiro contato com a música foi aos 5 anos cantando no coro da igreja. Aos 7 anos já arriscava alguns acordes no violão e com 11 anos mudou-se com a família para o Pantanal, para a capital sul-mato-grossense, onde iniciou seu trabalho como músico tocando em bandas, bares, casas noturnas e com artistas da região. Aos 14 anos outra mudança, desta vez para o Norte, para Porto Velho, o coloca em contato com a música caribenha e regional.

Desde 1998 mora em São Paulo, onde se estabeleceu como músico profissional e passou a integrar a banda de Zeca Baleiro. Gravou seu primeiro trabalho instrumental em 2001, com o Trio Croa de Campo Grande, que trazia uma mistura de música sul- mato-grossense com jazz, balada e samba. Lançou seu primeiro álbum solo, todo com composições próprias, “Sol Futuro” (2017), com show no palco do Sesc Consolação, no Instrumental Sesc Brasil.

Como produtor musical tem trabalhado em jingles publicitários, trilhas para cinema e de especiais para a tevê, álbuns e canções. Tocou e gravou com artistas diversos como Tetê Espíndola, Almir Sater, Tom Zé, Alcione, Chico César, Moska, Odair José, Zélia Duncan, Waldick Soriano, Pinduca, Arnaldo Antunes, Bocato, Fagner, Geraldo Azevedo, Robin Gibb (Bee Gees), Filipe Mukenga, Martinho da Vila, Ney Matogrosso, Dani Black e Milton Nascimento. Entre alguns projetos premiados, participou do álbum “Café no Bule”, que reuniu Paulo Lepetit, Naná Vasconcelos e Zeca Baleiro, e do álbum de Tom Zé, “Canções Eróticas de Ninar”. Em 2017, passou a integrar também o grupo instrumental Balaio, que acompanhou no mesmo ano o trompetista norte-americano Randy Brecker em suas turnês pela Ásia, e excursionou com o renomado guitarrista americano Mike Stern pelo Brasil, em 2018.

Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes

Endereço: Av. Afonso Pena, 1537 - Centro - Belo Horizonte/MG

Abertura dos portões: 1 hora antes do evento

Classificação etária : Livre. Menores de 14 anos devem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Ingressos à venda no site Eventim ou na bilheteria do teatro

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

terça-feira, 21 de janeiro de 2025

Zeca Baleiro traz novo show, ‘Piano’ ao Palácio das Artes

Foto: Divulgação 

No repertório canções de sucessos, releituras, em um show intimista

O cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro apresenta o show "Piano" no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, em Belo Horizonte, em Abril,  na sexta-feira (11) às 21 horas. Em seu recital pop, o artista inclui canções de sua discografia, além de várias releituras de músicas do seu repertório afetivo.

Acompanhado apenas por Adriano Magoo (piano, sintetizadores, samplers e acordeon), o artista garante boas surpresas, com algumas autorais inéditas e canções consagradas que ganharam novos arranjos.

Os ingressos já estão à venda nas bilheterias do Palácio das Artes e no site Eventim. Esse show começou com uma pequena turnê, para um projeto especial iniciado por Baleiro com Magoo em 2011. Muita coisa mudou desde então, o repertório foi renovado e deve incluir compositores como Fausto Nilo e Belchior. Do show embrionário serão mantidas “Não Adianta”, de Sergio Sampaio, “Esotérico”, de Gilberto Gil, e “Espinha de Bacalhau”, de Severino Araújo.

Entre as canções autorais, devem se destacar “Babylon” (ZB), “Bandeira” (ZB), “Respira” (Chico César/ZB) e “Telegrama” (ZB), entre outras.

‘Piano’ com: Zeca Baleiro: voz, violões e ukelele / Adriano Magoo: piano, sintetizadores, samplers e acordeon.

Zeca Baleiro

Nasceu em 11 de abril de 1966 em São Luís do Maranhão. Cantor, compositor e produtor musical, Zeca Baleiro começou a carreira em 1997, com o premiado disco “Por onde andará Stephen Fry?”, saudado com entusiasmo pela imprensa e pelo público.

Ao longo destes mais de vinte anos, lançou dezessete discos de estúdio, cinco cds ao vivo, nove dvds e vários projetos especiais, em que se destacam o disco em parceria com a poeta Hilda Hilst, “Ode descontínua e remota para flauta e oboé – de Ariana para Dionísio”, e “Café no Bule”, cd em parceria com Paulo Lepetit e Naná Vasconcelos. Como produtor, realizou mais de vinte discos de artistas diversos, como Sérgio Sampaio (póstumo), Odair José, Antonio Vieira e Vanusa. Compôs trilhas para teatro, cinema e dança e comandou o programa de tv “Baile do Baleiro”, no Canal Brasil.

Já teve músicas gravadas por intérpretes como Simone, Gal Costa, Rita Benneditto, Amelinha, Zizi Possi, Chico César, Paulinho Moska, Zé Ramalho, Fagner e Zeca Pagodinho.

Desde o início da carreira, excursionou por países da Europa (Bélgica, Alemanha, França, Itália, Portugal, Espanha e Suíça), África (Cabo Verde e Angola) e América do Sul (Argentina e Uruguai). Tem álbuns editados em Portugal, Espanha, Argentina, França e Estados Unidos.

Em 2020, lançou o álbum "Canções d ́Além-mar", tributo a autores portugueses que foi premiado com o Grammy Latino 2021 na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira. Longe dos palcos por conta da pandemia, continuou trabalhando em novas produções. No prazo de pouco mais de um ano, Zeca Baleiro lançou um single duplo de forró (“Forró de Ilusão + Face”) e outros em parceria com Chico César (“Lovers + Respira” e “Verão” + “Beije-me Antes”), e um álbum com Vinícius Cantuária (“Naus”), além de uma dezena de colaborações com diferentes artistas.

Para marcar os 26 anos de carreira, Baleiro preparou uma série de lançamentos para 2023. A partir de maio, singles inéditos chegaram semanalmente nas plataformas digitais, culminando com o álbum autoral “Mambo Só”, em julho. A celebração seguiu no segundo semestre com o disco de sambas autorais “O Samba Não é de Ninguém” e ainda engloba um livro de memórias, o talk show “Evoé” e o aguardado álbum de parcerias com Chico César, lançado em 2024, mesmo ano em que chegou nas plataformas digitais “Coração Sangrento”, disco com o parceiro Wado.

Zeca ficou conhecido pela sua mistura de ritmos e referências musicais diversas. Artista plural, vem se dedicando também à literatura, ao cinema e ao teatro.

Escreveu o musical “Quem tem medo de Curupira?” e compôs trilhas para dança

(“Mãe Gentil”, “Bicho Solto Buriti Bravo”, “Cubo” e “Geraldas e Avencas”), teatro (“Lampião e Lancelote”, “Roque Santeiro” e “A Carruagem de Berenice”) e cinema (“Carmo”, “Oração do Amor Selvagem”, “2”, “Tarsilinha” e “Achados não Procurados”). Em 2019, ganhou o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro pela trilha sonora de "Paraíso Perdido”, filme de Monique Gardenberg.

Adriano Magoo

Pianista, acordeonista, compositor, arranjador e produtor musical, Adriano Magoo nasceu em Nilópolis (RJ), em 1974. Seu primeiro contato com a música foi aos 5 anos cantando no coro da igreja. Aos 7 anos já arriscava alguns acordes no violão e com 11 anos mudou-se com a família para o Pantanal, para a capital sul-mato-grossense, onde iniciou seu trabalho como músico tocando em bandas, bares, casas noturnas e com artistas da região. Aos 14 anos outra mudança, desta vez para o Norte, para Porto Velho, o coloca em contato com a música caribenha e regional.

Desde 1998 mora em São Paulo, onde se estabeleceu como músico profissional e passou a integrar a banda de Zeca Baleiro. Gravou seu primeiro trabalho instrumental em 2001, com o Trio Croa de Campo Grande, que trazia uma mistura de música sul- mato-grossense com jazz, balada e samba. Lançou seu primeiro álbum solo, todo com composições próprias, “Sol Futuro” (2017), com show no palco do Sesc Consolação, no Instrumental Sesc Brasil.

Como produtor musical tem trabalhado em jingles publicitários, trilhas para cinema e de especiais para a tevê, álbuns e canções. Tocou e gravou com artistas diversos como Tetê Espíndola, Almir Sater, Tom Zé, Alcione, Chico César, Moska, Odair José, Zélia Duncan, Waldick Soriano, Pinduca, Arnaldo Antunes, Bocato, Fagner, Geraldo Azevedo, Robin Gibb (Bee Gees), Filipe Mukenga, Martinho da Vila, Ney Matogrosso, Dani Black e Milton Nascimento. Entre alguns projetos premiados, participou do álbum “Café no Bule”, que reuniu Paulo Lepetit, Naná Vasconcelos e Zeca Baleiro, e do álbum de Tom Zé, “Canções Eróticas de Ninar”. Em 2017, passou a integrar também o grupo instrumental Balaio, que acompanhou no mesmo ano o trompetista norte-americano Randy Brecker em suas turnês pela Ásia, e excursionou com o renomado guitarrista americano Mike Stern pelo Brasil, em 2018.

Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes

Endereço: Av. Afonso Pena, 1537 - Centro - Belo Horizonte/MG

Abertura dos portões: 1 hora antes do evento

Classificação etária : Livre. Menores de 14 anos devem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Ingressos à venda no site Eventim ou na bilheteria do teatro

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

terça-feira, 13 de agosto de 2024

Regina Souza lança novo álbum

Foto:Lett Sousa


A mineira Regina Souza lança nesta sexta-feira (16), seu mais recente álbum, intitulado "Sou", com produção musical e arranjos de Fejuca e Ricardo Gama. É um projeto totalmente autoral que explora as raízes da música brasileira, incorporando ritmos como ijexá, baião, samba, baladas e valsa. O trabalho reflete as experiências da artista capturadas por meio de uma perspectiva poética, reunindo uma variedade de temas e elementos que representam sua trajetória e percepção do mundo ao seu redor.

As três primeiras faixas do álbum, lançadas nos meses de maio, junho e julho, anteciparam trechos do disco, que chega agora inteiro nas plataformas digitais. “Vista seu santo”, “Por você”, ambas da compositora, e “Quero andar com você”, uma parceria com Zeca Baleiro, que também participa da faixa, são as canções escolhidas para antecipar um pouco deste trabalho ao público.

“Vista seu santo” foi inspirada em uma fala do Preto Velho Vovô Pedro sobre a importância de cada pessoa vestir seu santo e assumir a proteção de um guia. “Por você”, uma balada sobre o amor. “Quero andar com você”, parceria de Regina com Zeca Baleiro, fala sobre estar bem mesmo quando se está sozinho.

“Quero andar com você” é a segunda parceria da artista com Zeca. “Quando comecei a compor essa música, a inspiração que tive me remeteu a uma de suas canções. Quando entendi isso, achei melhor pedir para que ele continuasse”, destaca a compositora. “A Regina me ligou dizendo que tinha começado uma música inspirada na melodia de “Telegrama”, que é o meu maior sucesso. E me perguntou se eu podia fazer a segunda parte, que ela tinha estancado. Ela então me mandou, achei linda a música, na verdade achei mais parecida com coisas da Marisa Monte, do Carlinhos Brown, do que com as minhas. Mas achei bonita a ideia, solar a música, com uma esperança… e continuei, fiz uma segunda parte de letra, de melodia, e deu no que deu. É como uma afirmação de alguém que gosta de amar, e que quando está só, solitário, fica bem. Como se fosse um presente estar só, é um pouco isso que a música passa como ideia, e ficou uma música deliciosa. Tomara que toque muito na rádio”, diz Zeca Baleiro.

O álbum completo chega agora às plataformas digitais e inclui as três canções lançadas anteriormente e novas, onde Regina assina letra e música, além de apresentar parcerias com duas outras compositoras.

“Moça”, com a mineira Patrícia Lucchesi, escritora e doutora em filosofia, fala da relação direta de Regina com o seu guia, o Preto Velho Vovô Pedro. Na introdução dessa faixa, uma abertura criada pelo cantor e compositor fluminense Alcides Sodré, que é a “Saudação aos Pretos Velhos”. Já “Lamento de Xangô” e “Rosa branca”, são parcerias com a cantora e compositora carioca Michele Agra. E tem ainda “Ponto por ponto”, onde as três se juntaram, celebrando a força dessas conexões.

“Essa nova experiência de criação com essas duas amigas e compositoras trouxe músicas carregadas de autenticidade, refletindo não apenas os meus sentimentos, mas também as visões e experiências de Patrícia e Michele. É como uma tapeçaria onde cada uma de nós foi tecendo pontos que se entrelaçaram. A presença da Patrícia, Michele e Alcides foi fundamental na construção desse trabalho.”, define Regina Souza.

Quando pensou em Fejuca para a produção, Regina pediu à amiga e produtora Danusa Carvalho para fazer a ponte, pois ainda não o conhecia pessoalmente. Fejuca aceitou o convite e trouxe seu parceiro, Ricardo Gama para assinar com ele a produção musical e arranjos deste trabalho. “Fazer essa produção musical nos encheu de alegria, pois pudemos usar muito de nossas influências musicais com total liberdade. Regina é uma artista incrível! Sua música tem força, tem poesia, tem alma e esse álbum mostra bem isso. Tá bem solto, moderno em alguns momentos e tem um quê de atemporal. A gente chegar nisso é ouro!”, destacam os produtores do álbum e vencedores de Grammys Latinos, Fejuca e Ricardo Gama.

O novo álbum será lançado pela Sou Música em parceria com a Onerpm, e estará disponível em todas as plataformas digitais a partir do dia 16 de agosto. E a música “Sou”, de Regina Souza, foi a escolhida para puxar o álbum. Nela a artista revela o seu canto de amor, de paz, alegria e esperança. Que é também todo o conteúdo do álbum, onde revela a personalidade artística.

Sou (Regina Souza)

Eu sou água, sou rio, correnteza sou

Sou a terra que brota

Universo sou

A água da fonte do amor eu sou

O samba no pé sim senhor

Meu canto não para enquanto existe dor

Meu canto não para enquanto existe dor

Eu sou alma, sou ar

Eu sou, eu sou, eu soul

Sou um sopro mar

Sou mar e além mar

Eu sou a nascente do meu viver

Nobreza beleza e amor

Eu não sou igual a você sou não senhor

Meu canto é de paz não de guerra

Não senhor

Olha a roda/ Olha a roda/Olha a roda/Olha a roda

E vem a roda girando e todo mundo cantando

FAIXAS DO ÁLBUM “SOU”

Vista seu santo (Regina Souza)

Por você (Regina Souza)

Quero andar com você (Regina Souza e Zeca Baleiro)

Sou (Regina Souza)

Ponto por ponto (Regina Souza, Patrícia Lucchesi e Michele Agra)

Lamento de Xangô (Regina Souza e Michele Agra)

Pois sim, pois não (Regina Souza)

Valsa distraída (Regina Souza)

Saudação aos Pretos Velhos (Alcides Sodré)

Moça (Regina Souza e Patrícia Lucchesi)

Rosa branca (Regina Souza e Michele Agra)

FICHA TÉCNICA

Produzido por: Brazuk - Fejuca e Ricardo Gama

Arranjos: Fejuca e Ricardo Gama

Engenheiros de gravação: Fejuca e Ricardo Gama

Gravado nos estúdios: Kumbuka e Gama Estúdio

Gravação voz Regina: Estúdio do Vini (SP)

Preparação vocal e acompanhamento gravação: Babaya

Fotos estúdio gravação: Márcia Charnizon 

Estúdio de mixagem: Na Sala de Sons

Engenheiro de mixagem: Luis Paulo Serafim

Estúdio de masterização: Brendan Duffey Audio

Engenheiro de masterização: Brendan Duffey

Capa

Design: Mário Vinícius

Direção de arte: Júlia Braga

Fotos: Lett Sousa

Maquiagem e cabelo: Indya

Produção de figurino: Júlia Braga

Colaboração: Celinha Braga

Produção cenário: Equipe Museu de Grandes Novidades

Bastidores ensaio: Débora Zilah

Regina Souza veste Georgia

Divulgação

Redes sociais: Débora Zilah, Regina Souza

Assessoria de Imprensa: Fábio Gomides - A Dupla Informação

Site: Paula Hart

Produção

Colaboração pré-produção: Danusa Carvalho

Colaboração: Clara Catarina, Juliana Pautilla, Márcia Charnizon, Patrícia Lucchesi

Produção: Souza Produções

Lançamento: Sou Música / Onerpm

CRÉDITOS MATERIAL DIVULGAÇÃO

Fotos:

Fotos Divulgação Regina Souza : Lett Sousa

Foto Ricardo Gama, Regina Souza, Júlio Fejuca: Márcia Charnizon

Foto Ricardo Gama, Regina Souza, Fejuca, Alcides Sodré e Michele Agra: Márcia Charnizon

Vídeo Audição do álbum: Regina Souza, Fejuca, Ricardo Gama, Patricia Lucchesi, Michele Agra, Alcides Sodré. Crédito vídeo: Lett Sousa

REDES SOCIAIS REGINA SOUZA

Instagram e Facebook: reginasouzaoficial

Tiktok: @reginasouza.oficial

YouTube: ReginaSouzaOficial 

SOBRE REGINA SOUZA

Cantora e compositora de Belo Horizonte, cuja trajetória artística é marcada por quatro álbuns solo e trabalhos em parcerias. Em sua discografia estão "Regina Souza" (2001), com produção do mineiro Flávio Henrique (1968-2018), "Outonos" (2008), com produção de Rodrigo Campello, onde assina parcerias com Vander Lee (1966-2016), Lokua Kanza, Zeca Baleiro, Affonsinho e Flávio Henrique, "Inversões" (2014) um álbum de intérprete, com produção do Rodrigo Campello, e direção artística de Pedrinho Alves madeira, e "Chegaí" (2020), onde assina música e letra de todas as composições, com produção musical e arranjos de Du Macedo e Regina, coprodução de Felipe Fantoni, e colaboração de Cláudio Queiroz e Fred Jamaica.

 Foi parceria de arte e vida do compositor Vander Lee, de 1999 a 2013, com quem tem uma filha, Clara. Participou dos CDs “Faro”, “Sambarroco” e DVD “Entre”, de vários shows e turnês do artista, e inspiração de várias de suas canções, entre elas “Esperando Aviões”.

A artista, formada em Relações Públicas e Filosofia pela PUC Minas, vem de uma família atuante na história da política brasileira, que tem entre seus personagens o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, o cartunista Henfil e o compositor Francisco Mário, um dos pioneiros do disco independente. Sobre a família Regina já idealizou e produziu vários projetos, entre eles o CD “Prato Feito” para a campanha Ação da Cidadania e o filme de animação “A Zeropéia, uma história de Herbert de Souza, o Betinho”.  Esse ano lança em Bocaiúva, Minas Gerais, terra de origem da família, a “Mostra Estação Arte e Cidadania”, como uma programação cultural na cidade, a criação do Centro de Memória “Casa Figueiredo Souza”, com uma exposição permanente da família, e também a “Mostra Cultural Betinho”.

SOBRE OS PRODUTORES

Júlio Fejuca e Ricardo Gama se conheceram no grupo “Sambô”. E da amizade nascida naquela época, vieram as afinidades e diversos trabalhos em parceria. Depois de 20 anos trabalhando juntos, resolvem criar um projeto, uma marca, um conceito. As produções feitas individualmente agora se fundem em um mix de diversidade musical, sempre com um toque de brasilidade: a Brazuk.

Fejuca: Produtor musical, arranjador, instrumentista, compositor, diretor musical, 3x Latin Grammy Winner. Artistas: Liniker, Emicida, Rael, Mariana Aydar, Mestrinho, Xênia França, Rubel, Filhos da Bahia, Sambô, projeto Música Preta Brasileira.

Gama: Produtor musical, arranjador, instrumentista, engenheiro de som, diretor musical, 1x Latin Grammy Winner. Artistas: Rubel, Rael, Emicida, Milton Nascimento, Chitãozinho e Xororó, Filhos da Bahia, Sambô, projeto Música Preta Brasileira.

domingo, 11 de agosto de 2024

Chico César e Zeca Baleiro juntos no Palácio das Artes

  

Foto: Vange Milliet

No repertório,  novas parcerias, sucessos de ambos e canções que fazem parte da memória afetiva dos dois artistas

Chico César e Zeca Baleiro desembarcam em Belo Horizonte para a turnê inédita ‘Ao Arrepio da Lei’, em única apresentação no Palácio das Artes, na sexta-feira (16) , às 21 horas.

“Ao Arrepio da Lei” é o nome do álbum que Chico César e Zeca Baleiro lançam em março de 2024, quando também iniciam uma turnê por algumas das principais cidades e capitais do país. No repertório do show, as novas parcerias, sucessos de ambos e canções que fazem parte da memória afetiva dos dois artistas.

Os ingressos estão à venda nas bilheterias do Palácio das Artes e no site Eventim.

Uma nova safra de mais de 20 canções marcou a retomada da parceria inaugurada há 32 anos por Chico César e Zeca Baleiro. Animados pelo resultado das novas parcerias musicais, anunciaram o lançamento de um álbum, antecipando duas canções, “Respira” e “Lovers”, em maio de 2021. Com tantos trabalhos em paralelo, Chico e Zeca só retomaram as gravações em 2022, quando lançaram novo single duplo com as inéditas “Verão” e “Beije-me Antes”, e concluíram o álbum no final de 2023.

Quando os shows e gravações pararam por conta da pandemia, Chico César e Zeca Baleiro começaram a compor bastante juntos. Entre maio de 2020 e o início de 2021 foram mais de 20 composições - reggaes, baladas, xotes e rocks. Como os dois compõem letra e música, o processo de criação foi em conjunto, com muitas experimentações.

Swami Jr., que já trabalhou com Chico e Zeca em shows e discos, foi convidado a produzir o álbum, que ainda tem uma canção produzida por Érico Theobaldo (“Lovers") e outra por Alexandre Fontanetti  (“Verão”). Outra parceira artística de ambos desde os anos 80, Vange Milliet, foi convidada para fazer as fotos de divulgação e para a capa do álbum, que tem projeto gráfico de Andrea Pedro.

“Concretiza-se assim o encontro de três décadas. Parece que demorou mas tudo tem seu tempo, o período de maturação. A pandemia, de certo modo, veio nos dizer da necessidade de estar perto das pessoas com as quais nos identificamos e nos vinculamos em ética e estética. Claro que tematizamos a pandemia mas também fizemos canções que poderiam ter sido geradas em qualquer momento e falam de outras coisas, assuntos perenes em nós.”

[Chico César]

“Eu e o Chico nos conhecemos desde 91, ano em que cheguei em São Paulo. Nos tornamos amigos e parceiros desde então, mas a real é que nunca fizemos muitas músicas juntos. A ‘parceria’ se dava mais num plano de troca estética e admiração mútua. Com a pandemia e o isolamento, alguma mágica rolou, algum pavio criativo acendeu. Começamos a trocar ideias, pedaços de letra ou melodia, refrães à espera de estrofes e, desde maio de 2020, compusemos duas dezenas de canções. Resolvemos gravá-las por reconhecer nessa produção o coroamento de uma longa história de amizade e afinidade musical.”

[Zeca Baleiro]

“Conheci Chico César e Zeca Baleiro no início dos anos 90. Eram então dois jovens brilhantes e, sobretudo, corajosos artistas nordestinos enfrentando a metrópole paulistana com a couraça do sonho inabalável. Conhecendo pouco a pouco o que eles criavam e o oceano de talento que os habitava, tive a certeza de que logo estariam no “altar” da música brasileira, junto a seus grandes ídolos. Chico e Zeca são daquele seleto grupo de compositores em cuja música há o grito clandestino de haver alma. Em sua obra estão a voz do Nordeste, de Arari e Catolé do Rocha, a voz de todas as vozes da canção brasileira em uma visão generosa, plural e grandiosa da música popular. Para mim, sempre foi uma glória estar com eles em tantos discos, shows e projetos que me deram tanto de música e de vida. O convite para produzir esse álbum em dupla, inédito, em que apresentam parcerias feitas em tempos de pandemia, é um desses “chamados” a que se deve atender imediatamente, sem hesitar. Imensa honra ter aos meus cuidados canções tão preciosas, de dois imensos e fundamentais artistas. Obrigado meus irmãos e parceiros!”

[Swami Jr.]

Chico César e Zeca Baleiro - ‘Ao Arrepio da Lei’

Dia: 16 de agosto (sexta-feira)

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537 - Belo Horizonte – MG)

Horário: 21h

Valores dos ingressos: a partir de R$ 110,00

Plateia I: a partir de R$ 220,00

Plateia II: a partir de R$ 150,00

Superior: a partir de R$ 110,00

*** Família & Amigos: Venda exclusiva e promocional para pacotes a partir de 02 ingressos. Válido somente para ingresso inteira. Desconto não cumulativo com meia entrada e/ou outras promoções.

Classificação Livre

Ingressos: Bilheteria do Palácio das Artes e pelo site Eventim.

Mais informações: (31) 97222-2424 

Realização: Ímpar Shows

 Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quarta-feira, 7 de agosto de 2024

Chico César e Zeca Baleiro se apresentam juntos em BH

 

Foto: Vange Milliet

No repertório,  novas parcerias, sucessos de ambos e canções que fazem parte da memória afetiva dos dois artistas

Chico César e Zeca Baleiro desembarcam em Belo Horizonte para a turnê inédita ‘Ao Arrepio da Lei’, em única apresentação no Palácio das Artes, na sexta-feira (16) , às 21 horas.

“Ao Arrepio da Lei” é o nome do álbum que Chico César e Zeca Baleiro lançam em março de 2024, quando também iniciam uma turnê por algumas das principais cidades e capitais do país. No repertório do show, as novas parcerias, sucessos de ambos e canções que fazem parte da memória afetiva dos dois artistas.

Os ingressos estão à venda nas bilheterias do Palácio das Artes e no site Eventim.

Uma nova safra de mais de 20 canções marcou a retomada da parceria inaugurada há 32 anos por Chico César e Zeca Baleiro. Animados pelo resultado das novas parcerias musicais, anunciaram o lançamento de um álbum, antecipando duas canções, “Respira” e “Lovers”, em maio de 2021. Com tantos trabalhos em paralelo, Chico e Zeca só retomaram as gravações em 2022, quando lançaram novo single duplo com as inéditas “Verão” e “Beije-me Antes”, e concluíram o álbum no final de 2023.

Quando os shows e gravações pararam por conta da pandemia, Chico César e Zeca Baleiro começaram a compor bastante juntos. Entre maio de 2020 e o início de 2021 foram mais de 20 composições - reggaes, baladas, xotes e rocks. Como os dois compõem letra e música, o processo de criação foi em conjunto, com muitas experimentações.

Swami Jr., que já trabalhou com Chico e Zeca em shows e discos, foi convidado a produzir o álbum, que ainda tem uma canção produzida por Érico Theobaldo (“Lovers") e outra por Alexandre Fontanetti  (“Verão”). Outra parceira artística de ambos desde os anos 80, Vange Milliet, foi convidada para fazer as fotos de divulgação e para a capa do álbum, que tem projeto gráfico de Andrea Pedro.

“Concretiza-se assim o encontro de três décadas. Parece que demorou mas tudo tem seu tempo, o período de maturação. A pandemia, de certo modo, veio nos dizer da necessidade de estar perto das pessoas com as quais nos identificamos e nos vinculamos em ética e estética. Claro que tematizamos a pandemia mas também fizemos canções que poderiam ter sido geradas em qualquer momento e falam de outras coisas, assuntos perenes em nós.”

[Chico César]

“Eu e o Chico nos conhecemos desde 91, ano em que cheguei em São Paulo. Nos tornamos amigos e parceiros desde então, mas a real é que nunca fizemos muitas músicas juntos. A ‘parceria’ se dava mais num plano de troca estética e admiração mútua. Com a pandemia e o isolamento, alguma mágica rolou, algum pavio criativo acendeu. Começamos a trocar ideias, pedaços de letra ou melodia, refrães à espera de estrofes e, desde maio de 2020, compusemos duas dezenas de canções. Resolvemos gravá-las por reconhecer nessa produção o coroamento de uma longa história de amizade e afinidade musical.”

[Zeca Baleiro]

“Conheci Chico César e Zeca Baleiro no início dos anos 90. Eram então dois jovens brilhantes e, sobretudo, corajosos artistas nordestinos enfrentando a metrópole paulistana com a couraça do sonho inabalável. Conhecendo pouco a pouco o que eles criavam e o oceano de talento que os habitava, tive a certeza de que logo estariam no “altar” da música brasileira, junto a seus grandes ídolos. Chico e Zeca são daquele seleto grupo de compositores em cuja música há o grito clandestino de haver alma. Em sua obra estão a voz do Nordeste, de Arari e Catolé do Rocha, a voz de todas as vozes da canção brasileira em uma visão generosa, plural e grandiosa da música popular. Para mim, sempre foi uma glória estar com eles em tantos discos, shows e projetos que me deram tanto de música e de vida. O convite para produzir esse álbum em dupla, inédito, em que apresentam parcerias feitas em tempos de pandemia, é um desses “chamados” a que se deve atender imediatamente, sem hesitar. Imensa honra ter aos meus cuidados canções tão preciosas, de dois imensos e fundamentais artistas. Obrigado meus irmãos e parceiros!”

[Swami Jr.]

Chico César e Zeca Baleiro - ‘Ao Arrepio da Lei’

Dia: 16 de agosto (sexta-feira)

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537 - Belo Horizonte – MG)

Horário: 21h

Valores dos ingressos: a partir de R$ 110,00

Plateia I: a partir de R$ 220,00

Plateia II: a partir de R$ 150,00

Superior: a partir de R$ 110,00

*** Família & Amigos: Venda exclusiva e promocional para pacotes a partir de 02 ingressos. Válido somente para ingresso inteira. Desconto não cumulativo com meia entrada e/ou outras promoções.

Classificação Livre

Ingressos: Bilheteria do Palácio das Artes e pelo site Eventim.

Mais informações: (31) 97222-2424 

Realização: Ímpar Shows

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quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Chico César e Zeca Baleiro fazem única apresentação no Palácio das Artes

Foto: Vange Milliet

No repertório do show, as novas parcerias, sucessos de ambos e canções que fazem parte da memória afetiva dos dois artistas.

Chico César e Zeca Baleiro desembarcam em Belo Horizonte para a turnê inédita ‘Ao Arrepio da Lei’, em única apresentação no Palácio das Artes, na sexta-feira (16) , às 21 horas.

“Ao Arrepio da Lei” é o nome do álbum que Chico César e Zeca Baleiro lançam em março de 2024, quando também iniciam uma turnê por algumas das principais cidades e capitais do país. No repertório do show, as novas parcerias, sucessos de ambos e canções que fazem parte da memória afetiva dos dois artistas.

Os ingressos estão à venda nas bilheterias do Palácio das Artes e no site Eventim.

Uma nova safra de mais de 20 canções marcou a retomada da parceria inaugurada há 32 anos por Chico César e Zeca Baleiro. Animados pelo resultado das novas parcerias musicais, anunciaram o lançamento de um álbum, antecipando duas canções, “Respira” e “Lovers”, em maio de 2021. Com tantos trabalhos em paralelo, Chico e Zeca só retomaram as gravações em 2022, quando lançaram novo single duplo com as inéditas “Verão” e “Beije-me Antes”, e concluíram o álbum no final de 2023.

Quando os shows e gravações pararam por conta da pandemia, Chico César e Zeca Baleiro começaram a compor bastante juntos. Entre maio de 2020 e o início de 2021 foram mais de 20 composições - reggaes, baladas, xotes e rocks. Como os dois compõem letra e música, o processo de criação foi em conjunto, com muitas experimentações.

Swami Jr., que já trabalhou com Chico e Zeca em shows e discos, foi convidado a produzir o álbum, que ainda tem uma canção produzida por Érico Theobaldo (“Lovers") e outra por Alexandre Fontanetti  (“Verão”). Outra parceira artística de ambos desde os anos 80, Vange Milliet, foi convidada para fazer as fotos de divulgação e para a capa do álbum, que tem projeto gráfico de Andrea Pedro.

“Concretiza-se assim o encontro de três décadas. Parece que demorou mas tudo tem seu tempo, o período de maturação. A pandemia, de certo modo, veio nos dizer da necessidade de estar perto das pessoas com as quais nos identificamos e nos vinculamos em ética e estética. Claro que tematizamos a pandemia mas também fizemos canções que poderiam ter sido geradas em qualquer momento e falam de outras coisas, assuntos perenes em nós.”

[Chico César]

“Eu e o Chico nos conhecemos desde 91, ano em que cheguei em São Paulo. Nos tornamos amigos e parceiros desde então, mas a real é que nunca fizemos muitas músicas juntos. A ‘parceria’ se dava mais num plano de troca estética e admiração mútua. Com a pandemia e o isolamento, alguma mágica rolou, algum pavio criativo acendeu. Começamos a trocar ideias, pedaços de letra ou melodia, refrães à espera de estrofes e, desde maio de 2020, compusemos duas dezenas de canções. Resolvemos gravá-las por reconhecer nessa produção o coroamento de uma longa história de amizade e afinidade musical.”

[Zeca Baleiro]

“Conheci Chico César e Zeca Baleiro no início dos anos 90. Eram então dois jovens brilhantes e, sobretudo, corajosos artistas nordestinos enfrentando a metrópole paulistana com a couraça do sonho inabalável. Conhecendo pouco a pouco o que eles criavam e o oceano de talento que os habitava, tive a certeza de que logo estariam no “altar” da música brasileira, junto a seus grandes ídolos. Chico e Zeca são daquele seleto grupo de compositores em cuja música há o grito clandestino de haver alma. Em sua obra estão a voz do Nordeste, de Arari e Catolé do Rocha, a voz de todas as vozes da canção brasileira em uma visão generosa, plural e grandiosa da música popular. Para mim, sempre foi uma glória estar com eles em tantos discos, shows e projetos que me deram tanto de música e de vida. O convite para produzir esse álbum em dupla, inédito, em que apresentam parcerias feitas em tempos de pandemia, é um desses “chamados” a que se deve atender imediatamente, sem hesitar. Imensa honra ter aos meus cuidados canções tão preciosas, de dois imensos e fundamentais artistas. Obrigado meus irmãos e parceiros!”

[Swami Jr.]

Chico César e Zeca Baleiro - ‘Ao Arrepio da Lei’

Dia: 16 de agosto (sexta-feira)

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537 - Belo Horizonte – MG)

Horário: 21h

Valores dos ingressos: a partir de R$ 110,00

Plateia I: a partir de R$ 220,00

Plateia II: a partir de R$ 150,00

Superior: a partir de R$ 110,00

*** Família & Amigos: Venda exclusiva e promocional para pacotes a partir de 02 ingressos. Válido somente para ingresso inteira. Desconto não cumulativo com meia entrada e/ou outras promoções.

Classificação Livre

Ingressos: Bilheteria do Palácio das Artes e pelo site Eventim.

Mais informações: (31) 97222-2424 

Realização: Ímpar Shows

 Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

terça-feira, 16 de julho de 2024

Regina Souza lança "Quero andar com você", em parceria com Zeca Baleiro

Foto:Divulgação 

A cantora e compositora promove o lançamento do terceiro single do seu novo álbum, com produção musical e arranjos de Júlio Fejuca e Ricardo Gama. A faixa estará disponível em todas as plataformas digitais a partir desta sexta-feira (19).

A cantora e compositora mineira Regina Souza lança no dia 19 de julho a música “Quero andar com você”, uma parceria com o cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro, que também participa da faixa. A produção musical e arranjo são dos vencedores de Grammys Latinos, Fejuca e Ricardo Gama. O single antecipa o álbum completo que tem lançamento marcado  para 16 de agosto. Essa é a terceira faixa do novo álbum. As duas primeiras, “Vista seu santo” e “Por você”, ambas de Regina Souza, foram lançadas nos meses de maio e junho, respectivamente.

“Quero andar com você” é minha segunda parceria com Zeca Baleiro, um compositor de quem sou fã, e de quem tenho uma profunda admiração, não só pela sua obra, mas também por ele ser uma pessoa tão aberta aos encontros. Quando comecei a compor essa música, a inspiração que tive me remeteu a uma de suas canções. Tanto que quando entendi isso, achei melhor pedir para que ele continuasse. Imaginei que ele poderia levar para a canção algo muito bonito sobre o amor, amizade e solidão, temas que estavam ali presentes. E ele trouxe, além da sua poesia, a sua voz! Um sonho ele ter participado dessa faixa! A música ficou muito bonita, muito gostosa de ouvir, e o Fejuca e Gama arrasaram na produção e no arranjo”, comenta.

“A Regina me ligou dizendo que tinha começado uma música inspirada na melodia de “Telegrama”, que é o meu maior sucesso. E me perguntou se eu podia fazer a segunda parte, que ela tinha estancado. Ela então me mandou, achei linda a música, na verdade achei mais parecida com coisas da Marisa Monte, do Carlinhos Brown, do que com as minhas. Mas achei bonita a ideia, solar a música, com uma esperança… e continuei, fiz uma segunda parte de letra, de melodia, e deu no que deu. É como uma afirmação de alguém que gosta de amar, e que quando está só, solitário, fica bem. Como se fosse um presente estar só, é um pouco isso que a música passa como ideia, e ficou uma música deliciosa. Tomara que toque muito na rádio”, diz Zeca.

“Quero andar com você” faz parte do novo álbum de Regina, que traz cinco composições com música e letra da artista, sendo que duas já foram lançadas como singles, “Vista seu Santo” e “Por você”. Além da parceria com Zeca Baleiro, o disco traz parcerias com Patrícia Lucchesi, Michele Agra e uma participação de Alcides Sodré. Serão 11 faixas que celebram a diversidade da música brasileira ao explorar ritmos como ijexá, baião, samba, baladas e valsa. As composições refletem as experiências pessoais de Regina e abordam temáticas afetivas, encontros e desencontros, e a espiritualidade da artista, influenciada pelos ensinamentos de terreiro.

Para a construção desse novo trabalho, Regina Souza encontrou total afinidade na proposta musical dos produtores Fejuca e Ricardo Gama. Artistas reconhecidos do cenário musical, ambos tem premiações no Grammy Latino e são colaboradores de vários artistas como Milton Nascimento, Liniker, Emicida, Mariana Aydar e Rubel. Fejuca e Gama assinam a produção musical e arranjos de todas as faixas desse álbum.

Regina Souza

Cantora e compositora de Belo Horizonte, cuja trajetória artística é marcada por quatro álbuns e também participações e trabalhos em parcerias. Em sua discografia estão "Regina Souza" (2001), com a maioria das faixas inéditas e compostas para o disco, "Outonos" (2008), com produção de Rodrigo Campello, onde assina parcerias com Vander Lee (1966-2016), Lokua Kanza, Zeca Baleiro, Affonsinho e Flávio Henrique (1968-2018). "Inversões" (2014) um álbum de intéprete, e "Chegaí" (2020), onde assina música e letra de todas as composições, com produção musical e arranjos de Du Macedo e Regina, coprodução de Felipe Fantoni, e colaboração de Cláudio Queiroz e Fred Jamaica. 

Seu segundo álbum, "Outonos", foi elogiado pela crítica, incluindo Nelson Motta e Tárik de Souza, que destacaram o repertório, os arranjos e a interpretação. Seu trabalho fala de afetos, de suas experiências e das vivências do mundo ao seu redor. A artista, formada em Relações Públicas e Filosofia pela PUC Minas, vem de uma família atuante na história da política brasileira, que tem entre seus personagens o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, o cartunista Henfil e o compositor Franciso Mário, um dos pioneiros do disco independente. Foi parceira de arte e vida do compositor mineiro Vander Lee (de 1999 a 2013) e inspiração de várias de suas canções, entre elas “Esperando Aviões”, “Pra ela passar” e “Siga em paz”, incluindo “Meu Jardim”, que foi composta para seu primeiro disco, mas que acabou não sendo lançada por ela, mas sim por Vander Lee anos depois.

Zeca Baleiro 

Cantor, compositor e produtor musical,  começou a carreira em 1997, com o premiado disco “Por onde andará Stephen Fry?”, saudado com entusiasmo pela imprensa e pelo público. Ao longo destes mais de vinte anos, lançou 18 discos de estúdio, cinco CDs ao vivo, nove DVDs e vários projetos especiais, em que se destacam o disco em parceria com a poeta Hilda Hilst, “Ode descontínua e remota para flauta e oboé – de Ariana para Dionísio”, o CD “Café no Bule”, em parceria com Paulo Lepetit e Naná Vasconcelos, e o álbum "Ao Arrepio da Lei", com Chico César. Como produtor, realizou mais de 20 discos de artistas diversos, como Sérgio Sampaio (póstumo), Odair José, Antonio Vieira e Vanusa. Compôs trilhas para teatro, cinema e dança e comandou o programa de TV “Baile do Baleiro”, no Canal Brasil.

Já teve músicas gravadas por intérpretes como Simone, Gal Costa, Rita Benneditto, Amelinha, Zizi Possi, Chico César, Paulinho Moska, Zé Ramalho, Fagner e Zeca Pagodinho.  Desde o início da carreira, excursionou por países da Europa (Bélgica, Alemanha, França, Itália, Portugal, Espanha e Suíça), África (Cabo Verde e Angola) e América do Sul (Argentina e Uruguai). Tem álbuns editados em Portugal, Espanha, Argentina, França e Estados Unidos. Em 2020, lançou o álbum "Canções D’Além-mar", tributo a autores portugueses que foi premiado com o Grammy Latino 2021 na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira.

Júlio Fejuca e Ricardo Gama - produtores e arranjadores que se conheceram no grupo “Sambô”. E da amizade nascida naquela época, vieram as afinidades e diversos trabalhos em parceria. Depois de 20 anos trabalhando juntos, resolvem criar um projeto, uma marca, um conceito. As produções feitas individualmente agora se fundem em um mix de diversidade musical, sempre com um toque de brasilidade: a Brazuk.

Júlio Fejuca: Produtor musical, arranjador, instrumentista, compositor, diretor musical, 3x Latin Grammy Winner. Artistas: Liniker, Emicida, Rael, Mariana Aydar, Mestrinho, Xênia França, Rubel, Filhos da Bahia, Sambô, projeto Música Preta Brasileira (Fantástico/Rede Globo).

Ricardo Gama: Produtor musical, arranjador, instrumentista, engenheiro de som, diretor musical, 1x Latin Grammy Winner. Artistas: Rubel, Rael, Emicida, Milton Nascimento, Chitãozinho e Xororó, Filhos da Bahia, Sambô, projeto Música Preta Brasileira (Fantástico/Rede Globo).

LETRA

Quero andar com você (Regina Souza e Zeca Baleiro)

Foi quando eu me senti sozinha

Só comigo, eu na minha

Vi - não vai rolar

Melhor desencanar

Nada pode ser só mau, ruim

A solidão me deu a mim

Pensei - melhor cantar

Do que me lamentar

É lindo quando o amor aquece o coração

Me sinto só mais não

É como viajar sem rumo em um trem

Que luz no escuro tem

Quero andar com você

E se cansar, eu vou te dar a mão

Longo é o caminho, longo nada

Toda estrada começa no coração

É lindo quando o amor

Alimenta a ilusão

Nos enche de paixão

Mesmo que seja só

Pra acordar do fim

Amar o amor em mim

FICHA TÉCNICA -  “QUERO ANDAR COM VOCÊ”

Composição e interpretação: Regina Souza e Zeca Baleiro

Produzido por: Brazuk - Fejuca e Ricardo Gama

Arranjo: Fejuca e Ricardo Gama

Violão, baixo e guitarra: Fejuca 

Teclados: Gama

Bateria: Raffah

Vocal: Hugo Rafael e Janaína Andrade

Engenheiros de gravação: Fejuca e Ricardo Gama

Gravado nos estúdios: Kumbuka e Gama Estúdio

Gravação voz Regina: Estúdio do Vini (SP)

Preparação vocal e acompanhamento gravação: Babaya

Fotos estúdio e bastidores de gravação: Márcia Charnizon 

Estúdio de mixagem: Na Sala de Sons

Engenheiro de mixagem: Luis Paulo Serafim

Estúdio de masterização: Brendan Duffey Audio

Engenheiro de masterização: Brendan Duffey

Capa single “Quero andar com você”

Design: Mário Vinícius

Direção de arte: Júlia Braga

Fotos: Lett Sousa

Maquiagem e cabelo: Indya

Produção de figurino: Júlia Braga

Colaboração: Celinha Braga

Produção cenário: Museu de Grandes Novidades

Regina Souza veste Georgia

Divulgação

Redes sociais: Débora Zilah, Regina Souza

Assessoria: A Dupla Informação

Produção

Colaboração pré-produção: Danusa Carvalho

Colaboração produção: Clara Catarina, Juliana Pautilla, Márcia Charnizon, Patrícia Lucchesi

Produção: Souza Produções

Lançamento: Sou Música / Onerpm

segunda-feira, 17 de abril de 2023

Patrícia Ahmaral lança regravação de “Go back”, com participação de Zeca Baleiro

Foto: Camilla Loreta

Single antecipa o álbum “A Coisa Mais Linda Que Existe - Patrícia Ahmaral Canta Torquato Neto - vol.2”, segunda parte do projeto em que a cantora reúne parcerias musicais do poeta, letrista e multiartista piauiense, em tributo inédito.

Ouça aqui “Go Back”: https://found.ee/goback

A cantora mineira Patrícia Ahmaral, que desde o final de 2022 vem divulgando seu tributo ao poeta piauiense Torquato Neto (1944-1972), em projeto dedicado às parcerias musicais do autor, lança single com regravação de “Go Back”, a conhecida parceria póstuma do Titã Sérgio Britto, com Torquato, multiartista, personagem emblemático na história da cultura nacional e marco como letrista, na canção popular brasileira moderna.

O single antecipa o lançamento do álbum “A Coisa Mais Linda Que Existe - Patrícia Ahmaral Canta Torquato Neto - vol.2”, que será divulgado completo em final de maio, em data ainda a definir. Será a  segunda parte de um álbum duplo, em que Patrícia gravou obras musicais de Torquato, em composições com Gilberto Gil, Edu Lobo, Caetano Veloso, Jards Macalé, Chico César, Nonato Buzar, Carlos Pinto, entre outros nomes.

Reavivando o famoso refrão  “...só quero saber / do que pode dar certo / não tenho tempo a perder”, a regravação da cantora para “Go back” conta com participação especial do compositor e cantor Zeca Baleiro, que assina ainda a produção musical do lançamento, ao lado do músico e produtor Érico Theobaldo. Baleiro é também o diretor artístico geral do projeto.

Sobre “Go back”:

Lançada originalmente pelos Titãs, no primeiro álbum do grupo, “Titãs” (1984),  a canção, que se tornou um hit, foi composta sobre dois poemas: “Go back” e “Andar, andei”, unidos e musicados por Britto. Bastante executada nas rádios até hoje, acabou por tornar-se o maior sucesso popular da produção artística de Torquato Neto, que cometeu suicídio aos 28 anos de idade, deixando uma obra breve e fragmentada, porém emblemática, vinculada aos movimentos de vanguarda e da contracultura, em poesia, composições, cinema e jornalismo, sendo um dos mentores das bases ideológicas da Tropicália, ao lado de Caetano, Gil e outros nomes seus contemporâneos.

O álbum duplo:

A faixa “Go back”, que tem videoclipe também programado para abril, anuncia o tom do volume 2 do álbum duplo: nesta segunda metade, Patrícia trará exclusivamente canções de letras mais líricas, da lavra de Torquato, em que ele versa sobre amor. Outras faixas, como “Um dia desses eu me caso com você” (Torquato Neto e Paulo Diniz) e “Pra dizer adeus” (Torquato Neto e Edu Lobo) integram este segundo volume a ser lançado, que trará também uma parceria póstuma, inédita, composta por Zeca Baleiro sobre poema de Torquato. Esta faixa inédita será o próximo e último single de trabalho, antes do disco completo chegar.

Já o primeiro volume do projeto, “Um Poeta Desfolha A Bandeira - Patrícia Ahmaral Canta Torquato Neto - vol.1”, com nove faixas, está disponível nas plataforma digitais, desde 10 de novembro de 2022, data que marcou o cinquentenário de morte do poeta. Nele, Patrícia Ahmaral gravou canções com discursos mais existencialistas do letrista, como as tropicalistas “Geléia Geral” (Torquato e Gil) e “Mamãe, coragem” (Torquato e Caetano Veloso)  ou “Quero Viver” (Torquato e Chico César) e “Cogito” (Torquato e Rogério Skylab), entre outras e trouxe também participações de peso, como as de Chico César, Jards Macalé e da Banda de Pau e Corda (PE).

Ouça aqui:  https://found.ee/patricia-ahmaral-canta-torquato-neto-1

Patrícia já disponibilizou também o videoclipe da faixa “Let´s play that” (Torquato Neto e Jards Macalé), gravada no volume 1, com participação de Jards Macalé que, além de parceiro, foi também grande amigo do autor.

Assista aqui: Patrícia Ahmaral e Jards Macalé - Let´s Play That (videoclipe)

Este é o primeiro álbum de uma intérprete no país dedicado à regravação da obra “musical” de Torquato.

Entenda como é o projeto:

1- Um Poeta Desfolha A Bandeira - Patrícia Ahmaral canta Torquato Neto - volume.1 - Com 9 faixas, foi lançado em 10 de novembro de 2022 (https://found.ee/patricia-ahmaral-canta-torquato-neto-1)

2- A Coisa Mais Linda Que Existe - Patrícia Ahmaral canta Torquato Neto - volume.2 -  tem lançamento previsto para final de maio de 2023 -  “Go back”, que sai antes como single, é uma das faixas deste segundo volume.

Lançamento do single: “Go back” (autores: Sérgio Britto e Torquato Neto)

Artistas: Patrícia Ahmaral, com participação de Zeca Baleiro

Já nas plataformas digitais de áudio

Ficha Técnica

Faixa: “Go back” (Single)

Autores: Sérgio Britto e Torquato Neto

Artistas: Patrícia Ahmaral (voz)- Feat: Zeca Baleiro (voz e beatbox)

Produção Musical: Érico Theobaldo e Zeca Baleiro

Instrumentos gravados por: Érico Theobaldo (baixo, teclados, programações), Marion Lemonnier (teclados), Rogério Delayon (ukulele), Zeca Baleiro (beatbox)

Mixagem: Walter Costa (Focal Point)

Masterização: Maurício Gargel (Gargel Mastering)

Gravações voz Patrícia e edições adicionais: Gigi Magno (Eletrola)

Projeto gráfico capa: Chico Amaral

Fotografia: Camilla Loreta

Edição de foto: Daniel Brás

Distribuição digital e autorizações: Tratore

Assessoria de Imprensa: Ana Paula Romeiro Assessoria

*Projeto gravado com recursos da Lei Aldir Blanc (MG) e através de campanha crowdfunding.

Sobre Patrícia Ahmaral:  Iniciou carreira nos anos 1990, em efervescente cena musical belo-horizontina, a mesma que revelaria o saudoso Vander Lee (1966-2016). Seu CD de estréia, Ah! (1999), foi produzido por Zeca Baleiro. Depois vieram Vitrola Alquimista (2004) e Superpoder (2011), produzidos por Renato Villaça e Fernando Nunes. Em seus discos, ela reverencia obras de autores como Walter Franco, Sérgio Sampaio e Alceu Valença, além de expoentes de sua geração, como Chico César, Baleiro e nomes  da cena independente, como Edvaldo Santana e Suely Mesquita. Faz leituras inspiradas de clássicos, como A Volta Do Boêmio (Adelino Moreira) e Não Creio Em Mais Nada (Totó). É formada em canto lírico pela UFMG. Em seu trabalho de maior visibilidade, gravou na primeira exibição da novela Xica Da Silva (Rede Manchete) os temas de abertura e do personagem principal, na trilha sonora de Marcus Viana. Para release completo e redes, acesse o perfil digital da artista: https://patriciaahmaral.com.br/

Sobre Torquato Neto: O poeta, letrista, jornalista, cineasta e ator Torquato Neto  nasceu em 1944, em Teresina (PI). Após seu aniversário de 28 anos, cometeu suicídio, na madrugada  de 10 de novembro de 1972,  abrindo o gás no banheiro de sua casa no Rio de Janeiro, onde morava, desde 1962. Parceiro de Gilberto Gil e de Caetano Veloso, amigo do artista plástico Hélio Oiticica, do poeta Décio Pignatari, do cineasta Ivan Cardoso e de outros nomes expoentes, foi defensor das artes de vanguarda como o cinema marginal e a poesia concreta e um dos principais pensadores do tropicalismo, segundo atesta Gilberto Gil: Ele, Capinam e Caetano formavam um tripé.  Torquato figura na capa do álbum manifesto  Tropicália Ou Panis Et Circensis e assina duas das faixas, fundamentais do movimento, Geléia Geral, com Gil e Mamãe Coragem, com Caetano. Entre 1967 e 1972, escreveu  colunas culturais,  dentre elas, a mais conhecida Geléia Geral, que manteve entre 1971 e 1972, no Jornal Última Hora, inaugurando um estilo singular, numa impressionante crônica sobre a revolução que acontecia na música e nas artes do país, que se modernizavam, numa segunda onda, após a Bossa Nova e o Movimento Modernista. Torquato deixou um legado breve e plural, em jornalismo, poesia, cinema e  composições, cada vez mais reverenciado em teses acadêmicas, documentários e compilações. Segundo o poeta e pesquisador Marcelo Dolabela, Torquato Neto é um dos poucos que se insere no seletíssimo grupo de artistas que, após a morte, tiveram mais obras lançadas do que quando em vida. Está ao lado de Carlos Drummond de Andrade, Paulo Leminski e Vinícius de Morais.

Gilberto Gil em Torquato Neto - o vôo de fogo do poeta terminal, Tarik de Souza, 1984.

(Torquato) foi uma das pessoas mais influentes no sentido do levantamento ideológico da postura tropicalista. Ele, Capinam e Caetano formavam um tripé (...) .

Cláudio Portella, no prefácio de Melhores Poemas , 2018:

Conforme (afirma) José Miguel Wisnik, ele é o primeiro a unificar a densidade entre a poesia escrita e a cantada.

Paulo Leminski, em Folha De São Paulo, Folhetim, 7/11/1982:

Torquato marca uma mudança radical, um salto quantitativo, na história disso que se chama, na falta de termo melhor, poesia brasileira. Poesia que, hoje, não apenas se lê nos livros, mas se escuta nas canções, nos discos, nos rádios, na TV, na vida, enfim. Torquato tem muito que ver com isso (...) Porque, com Torquato, começa a existir essa estranha estirpe de poetas: os letristas.

Referências

Tom Zé fala sobre Torquato Neto

Gilberto Gil fala sobre Torquato Neto

Documento Especial׃ Torquato Neto, O Anjo Torto da Tropicália Ivan Cardoso, 1992 Parte 1 de 2

Ouça o único registro da voz de Torquato Neto,  áudio recuperado em 2014 pelo radialista Vanderlei Malta, que o entrevistou no festival da Record de 1968.

https://www.youtube.com/watch?v=yTdCid6sQz0