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quarta-feira, 6 de maio de 2026

Patrícia Ahmaral no projeto "Uma Voz, um instrumento "

Foto: Kika Antunes


Artista convida Marcelo Veronez, Pedro Morais e Sérgio Pererê e promete um show emocionante 

Divino Maravilhoso – As parcerias entre Caetano e Gil

24 de maio (domingo) – 18h

Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas

Projeto Uma voz, um instrumento – 10 Anos

Ingressos à venda nas bilheterias do teatro e Sympla.

Criado para a programação comemorativa dos dez anos do projeto “Uma voz, um instrumento”, o inédito show “Divino Maravilhoso – As parcerias entre Caetano e Gil”, reúne Patrícia Ahmaral, Marcelo Veronez, Pedro Morais e Sérgio Pererê. Juntos, celebram a simbiose criativa entre os dois mestres da música popular brasileira.

A Parceria: Um manifesto em duas vozes

O cenário musical brasileiro é vasto, mas poucos pilares são tão sólidos e revolucionários quanto a parceria entre Caetano Veloso e Gilberto Gil. Mais do que amigos, os dois formam uma entidade criativa que, desde a década de 60, desafia convenções e redefine a identidade nacional. Falar de Caetano Veloso e Gilberto Gil é falar de uma amizade que alterou a bússola cultural do Brasil. Desde que se conheceram na rua Chile, em Salvador, a dupla estabeleceu um diálogo onde a teoria estética de Caetano encontrava a prática rítmica de Gil. A parceria entre Caetano Veloso e Gilberto Gil é um fenômeno raro de complementariedade. Enquanto Caetano costuma dizer que Gil é o mestre do ritmo, Gil aponta em Caetano a maestria do sentido.

Um repertório atemporal

É para celebrar essa união transcendental que nasce o show “Divino Maravilhoso – As Parcerias entre Caetano e Gil”, concebido exclusivamente para comemorar os 10 anos do projeto “Uma voz, um instrumento”. O espetáculo mergulha em composições que se tornaram símbolos de eras. O repertório do show percorre momentos icônicos dessa longeva parceria e amizade, e apresenta um recorte preciso da simbiose entre os dois baianos.

Há canções desde a explosão tropicalista como “Eles”, “Lindonéia” e “Divino Maravilhoso", até a crueza social de "Haiti", que, décadas depois, permanece como um retrato atualíssimo das contradições brasileiras. O setlist também percorre caminhos líricos e geográficos com "No dia que eu vim-me embora", evocando o êxodo e a saudade. Mergulha na ancestralidade religiosa em "As Ayabás", “Iansã” e “São João, Xangô Menino".  Homenageia o cinema nacional (“Cinema Novo”) e a inclassificável Rita Lee, na eletrizante “Quando”, parceria que assinaram juntos com Gal Costa.

No roteiro do show, canções como “Panis et Circenses” e “Bat Macumba” não aparecem apenas como músicas, mas como manifestos. A parceria rendeu hinos de resistência e de observação aguda da realidade brasileira, como “Divino Maravilhoso”, que dá nome ao espetáculo. É essa simbiose que o público testemunhará, revisitada por artistas que carregam essa herança no DNA.

Patrícia Ahmaral: A voz da investigação poética

No centro do palco está Patrícia Ahmaral. Cantora mineira de timbre singular e interpretação visceral, Patrícia consolidou sua carreira através de uma entrega absoluta à palavra cantada. Seu trabalho mais recente, o aclamado álbum duplo “Patrícia Ahmaral canta Torquato Neto”, é uma prova de sua coragem artística. Ao mergulhar na obra do "Anjo Torto" do Tropicalismo, ela estabeleceu uma ponte definitiva com o universo de Caetano e Gil, tornando-a a intérprete ideal para este tributo.

Sua trajetória é marcada pelo rigor técnico e pela sensibilidade em dar novas cores a clássicos, sem perder a essência. Neste show, ela atua como o fio condutor que une as experimentações de Gil à sofisticação de Caetano, trazendo a experiência acumulada ao longo da sua diferenciada trajetória na cena musical brasileira.

Um Elenco de Forças Mineiras

Nesta noite especial, ela divide o palco com três expoentes da cena mineira — Marcelo Veronez, Sérgio Pererê e Pedro Morais — criando um mosaico de timbres que reflete a diversidade da obra de Caetano e Gil. Juntos, eles dão vida a um setlist que equilibra clássicos absolutos e "lados B" preciosos, provando que a obra da dupla permanece vibrante e necessária em 2026.

Marcelo Veronez: Conhecido por sua performance arrebatadora e potente, Veronez traz o dionisíaco e o deboche elegante, elementos vitais na obra da dupla homenageada.

Pedro Morais: Com sua doçura melódica e precisão técnica, Pedro evoca o lado lírico e harmônico que Gilberto Gil tão bem construiu em suas composições.

Sérgio Pererê: Artista multitalentoso e guardião de sonoridades ancestrais, Pererê conecta as canções de Caetano e Gil ao solo sagrado do tambor e da espiritualidade, reforçando o lado afro-brasileiro da parceria.

Concepção e Direção Artística: Pedrinho Alves Madeira traz uma estética contemporânea, valorizando a performance e a conexão entre os artistas.

Direção Musical: Rogério Delayon assina arranjos que dialogam com o pop, o folk e a percussão brasileira, criando um ambiente sonoro rico e impactante.

"Cantar Caetano e Gil hoje é um ato de resistência e de alegria. São obras que nos ajudam a entender o Brasil.”  (Pedrinho Alves Madeira).

Divino Maravilhoso – Ficha Técnica

Voz: Patrícia Ahmaral

Violão e guitarra: Rogério Delayon

Percuteria: Bill Lucas

Convidados: Marcelo Veronez, Pedro Morais e Sérgio Pererê

Direção Musical e arranjos: Rogério Delayon

Concepção, Roteiro e Direção: Pedrinho Alves Madeira

Imagens: (VJ) Marlon de Paula

Desenho de luz: Jésus Lataliza e Pedrinho Alves Madeira

 UMA VOZ, UM INSTRUMENTO - 10 ANOS

PATRÍCIA AHMARAL – SHOW DIVINO MARAVILHOSO

Ingressos: R$ 40,00 inteira / R$ 20,00 meia

Classificação: Livre

Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas

Rua da Bahia 2244 - Lourdes, Belo Horizonte 

Vendas: Sympla e bilheteria do teatro (31) 3516.1360

Criação, Produção e Comunicação: Alves Madeira Comunicação e Produção

Realização: Centro Cultural Unimed-BH MINAS

CELEBRANDO 10 ANOS COM UMA PROGRAMAÇÃO DIFERENCIADA

Criado com o objetivo de proporcionar uma experiência de escuta profunda, o projeto retira os artifícios das grandes produções para focar no essencial: a conexão entre o artista, seu instrumento e a plateia. Em uma década, o palco do Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas recebeu encontros memoráveis, consolidando um público fiel que busca qualidade técnica e curadoria refinada.

Desde a sua estreia, em julho de 2016, com a cantora/compositora Zélia Duncan, o projeto “Uma voz, um instrumento”, já recebeu singulares artistas da cena musical brasileira: Zizi Possi, Mônica Salmaso, Almério, Ana Canãs, Roberta Sá, Paulinho Moska, Marcelo Jeneci, Tulipa Ruiz, Xênia França, João Donato, Zezé Motta, Arrigo Barnabé, Alice Caymmi, Zé Renato, Edson Cordeiro, Teresa Cristina, Ed Motta, Vânia Bastos, Paulo Miklos e Zé Manoel, entre outros. Criado pelo gestor/produtor cultural Pedrinho Alves Madeira, que também assina a curadoria, o projeto é uma realização do Centro Cultural Unimed-BH Minas em parceria com a Alves Madeira Comunicação e Produção.

A edição comemorativa dos dez anos do projeto “Uma voz, um instrumento” tem cinco shows, três criados exclusivamente para o projeto. Onze artistas de gerações diversas e diferenciadas propostas musicais subirão ao palco do Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas. Ângela Maria, Ângela Ro Ro, Lô Borges e Luiz Melodia, nomes que se apresentaram ao longo do projeto, são homenageados com as inclusões de músicas que marcaram as suas trajetórias, nos repertórios dos shows.

PROGRAMAÇÃO - UMA VOZ, UM INSTRUMENTO - 10 ANOS

24/05 -18h - Patrícia Ahmaral convida Sérgio Pererê, Pedro Morais e Marcelo Veronez - Divino Maravilhoso – As parcerias entre Caetano Veloso e Gilberto Gil

11/06 - 20h – Tiê convida Vitor Santana - Amorosa e Esgotada

23/07 - 20h - Zeca Baleiro & Swami Jr Interpretam Dolores Duran

terça-feira, 14 de abril de 2026

Otto traz show acústico ao projeto "Uma voz, um instrumento"

Foto: Rafael Rocha Noize


O cantor Otto celebra dez anos do projeto "Uma Voz, Um Instrumento" em noite de intimismo no Centro Cultural Unimed-BH Minas, em Belo Horizonte e faz reverência a Luiz Melodia. Acompanhado pelo virtuoso Yuri Queiroga, o artista pernambucano revisita clássicos de sua carreira em formato acústico e presta homenagem ao "Poeta do Estácio" em edição histórica. Os ingressos, R$ 40,00 (meia-entrada), estão à venda nas bilheterias do teatro e Sympla.

Otto e a Desconstrução do Caos

Para esta edição comemorativa dos dez anos do projeto “Uma voz, um instrumento”, o segundo nome escolhido para ocupar o palco do Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas é o pernambucano Otto. Figura central na renovação da música brasileira pós-Manguebeat, Otto é conhecido por sua forte presença de palco, sua fusão de ritmos eletrônicos com o maracatu e uma lírica que transita entre a dor visceral e o existencialismo urbano. No entanto, o convite do projeto "Uma Voz, Um Instrumento" propõe uma inversão de sua própria natureza pública: do caos à ordem, do ruído ao sussurro.

Otto chega a esta apresentação acompanhado pelo multi-instrumentista e produtor Yuri Queiroga. A escolha de Queiroga é estratégica e artística. Um dos músicos mais respeitados de sua geração, Yuri possui o domínio técnico necessário para traduzir a complexidade dos arranjos de Otto para as cordas de um violão, sem perder a pulsação que caracteriza a obra do cantor.

Neste encontro, o público será convidado a revisitar o "lado B" e os grandes sucessos de Otto sob uma nova lente. Canções como “Crua” e “Dias de janeiro” – originalmente carregadas de texturas – surgem em sua forma embrionária, revelando a força da melodia e a crueza da letra. O repertório autoral avança por temas como “Porquê”, “Saudade”, Bob”, “Tv a Cabo” e “Lavanda”, em versões que privilegiam a interpretação de Otto. É, em última análise, um Otto revelado, despido de artifícios, entregue à precisão das mãos de Yuri Queiroga.

O Sagrado e o Profano: A Homenagem a Luiz Melodia

A edição comemorativa dos dez anos do projeto “Uma voz, um instrumento” tem cinco shows, três criados exclusivamente para o projeto. Onze artistas de gerações diversas e diferenciadas propostas musicais subirão ao palco do Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas até o final do mês de julho. Ângela Maria, Ângela Ro Ro, Lô Borges e Luiz Melodia, nomes que se apresentaram ao longo do projeto, serão homenageados com as inclusões de músicas que marcaram as suas trajetórias, nos repertórios dos shows.

O ponto alto de convergência histórica desta noite será a homenagem prestada a Luiz Melodia (1951-2017). Melodia, um dos artistas mais emblemáticos que deixou uma lacuna imensurável na cultura brasileira. Otto, que sempre bebeu da fonte da boemia e da sofisticação melódica de Melodia, assume a responsabilidade de interpretar quatro temas do repertório do "Poeta do Estácio". A interpretação de “Pérola Negra” e “Codinome Beija-flor” promete ser um exercício de sensibilidade extrema, onde a voz rascante de Otto encontra o lirismo dolorido de Melodia. Já em “Estácio, Holly Estácio” e “Negro Gato”, a dupla Otto e Yuri Queiroga deve explorar a ginga e a malandragem urbana que conectam Recife e Rio de Janeiro, em um diálogo atemporal entre o samba, o rock e a psicodelia.

Esta homenagem não é apenas um tributo póstumo; é a reafirmação de que o projeto conecta a atemporal música brasileira com o seu presente mais vibrante. Ao cantar Melodia, Otto não apenas honra um mestre, mas ocupa o seu lugar de direito na linhagem dos grandes intérpretes brasileiros que tratam a canção como um objeto sagrado.

Celebrando 10 anos com shows inéditos

Criado pelo diretor artístico, gestor/produtor cultural Pedrinho Alves Madeira, que também assina a curadoria, o projeto é uma realização do Centro Cultural Unimed-BH Minas em parceria com a Alves Madeira Comunicação e Produção. Desde a sua estreia, em julho de 2016, com a cantora/compositora Zélia Duncan, o projeto “Uma voz, um instrumento”, já recebeu singulares e renomados artistas da cena musical brasileira.

O projeto consolidou-se como um dos pilares da agenda cultural mineira ao propor apresentações intimistas, onde a essência da canção é despida de grandes arranjos para realçar o diálogo direto entre o intérprete e seu instrumento. Não raramente os intérpretes fazem apresentações solo, ou na companhia de um ou dois exímios músicos.

O projeto "Uma Voz, Um Instrumento" nasceu de um conceito tão simples quanto desafiador: retirar os artifícios da grande produção para revelar a alma do artista. Ao longo de uma década, o palco tornou-se um espaço sagrado de experimentação e entrega, onde o silêncio da plateia e a vibração de uma voz e um ou dois instrumentos criam uma atmosfera de comunhão rara.

Desde a sua criação, o projeto recebeu grandes nomes da música brasileira, como Zizi Possi, Mônica Salmaso, Almério, Ana Canãs, Lô Borges, Roberta Sá, Paulinho Moska, Marcelo Jeneci, Tulipa Ruiz, Xênia França, Ângela Ro Ro, João Donato, Zezé Motta, Arrigo Barnabé, Zé Renato, Zélia Duncan, Edson Cordeiro, Ângela Maria, Teresa Cristina, Ed Motta, Paulo Miklos e Zé Manoel. Sua importância reside em oferecer ao público de Belo Horizonte uma experiência de escuta qualificada e rara, valorizando a técnica e a carga emocional de cada um dos convidados.  Ao longo de dez anos, a iniciativa ajudou a democratizar o acesso a shows de alta qualidade, com o valor de ingresso sempre acessível, em um ambiente que privilegia a acústica e a proximidade com o artista.

Nesta edição de 10 anos, o projeto reafirma sua missão de resistência cultural, celebrando a longevidade de uma ideia que prioriza a qualidade técnica, a sensibilidade artística e o respeito profundo ao espectador.

Programação especial - 10 anos

23 de Abril – Quinta-Feira – 20h

Otto - Acústico

24 de Maio – Domingo – 18h

Patrícia Ahmaral convida Sergio Pererê + Pedro Morais + Marcelo Veronez

Divino Maravilhoso – As parcerias entre Caetano Veloso e Gilberto Gil

O inédito show, criado exclusivamente para o projeto, tem como recorte canções compostas em parceria por dois ícones da música brasileira: Caetano Veloso e Gilberto Gil. Será a primeira vez que se realiza um show com este específico viés. A direção musical é de Rogério Delayon, e como convidados, três respeitados cantores/compositores da cena de Belo Horizonte. A concepção, o roteiro e a direção artística do show levam a assinatura de Pedrinho Alves Madeira.

11 de Junho – Quinta-Feira – 20h

Tiê convida Vitor Santana - Amorosa e Esgotada

Criado exclusivamente para o projeto “Uma voz, um instrumento”, o show “Amorosa e Esgotada” traz no repertório músicas dos novos álbuns que a cantora lançará no segundo semestre, além de temas que a tornaram popular. O roteiro do show se completa com um bloco formado por quatro canções criadas ou gravadas por Angela Ro Ro, uma das homenageadas no projeto “Uma voz, um instrumento”. Tiê receberá em cena o compositor e cantor Vitor Santana.

23 de Julho – Quinta-Feira – 20h

Zeca Baleiro & Swami Jr Interpretam Dolores Duran

A parceria entre Zeca Baleiro e Swami Jr. é uma das mais ricas da música brasileira contemporânea, unindo a poesia afiada do maranhense ao virtuosismo do violonista paulista. Agora, os dois se reúnem para um projeto especial: reinterpretar o legado de Dolores Duran (1930–1959), uma das vozes mais marcantes do samba-canção e da bossa nova. Para a apresentação do show em Belo Horizonte, Zeca Baleiro e Swami Jr incluirão no set list músicas associadas ao repertório da cantora Ângela Maria, uma das homenageadas no projeto “Uma voz, um instrumento”.

 Otto – Projeto Uma voz, um instrumento – 10 anos

Ao celebrar dez anos, o "Uma Voz, Um Instrumento" demonstra que a economia de meios é, na verdade, uma abundância de significados. A presença de Otto e Yuri Queiroga nesta edição comemorativa sublinha o compromisso do projeto com a renovação e com o rigor artístico.

Show: “Acústico”

Data: 23 de abril (quinta-feira) 

Horário: 20 horas

Local: Centro Cultural Unimed – BH Minas (Rua da Bahia, 2244 - Lourdes, Belo Horizonte)

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia), à venda nas bilheterias do teatro e site Sympla.

Classificação: Livre

Outras informações: (31) 3516-1360

Criação, Produção e Comunicação:

Alves Madeira Comunicação e Produção

Realização:

Centro Cultural Unimed-BH Minas

Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!

terça-feira, 17 de março de 2026

Otto traz show acústico ao projeto "Uma Voz, Um Instrumento"

Foto: Rafael Rocha Noize
Figura central da reinvenção da música brasileira nos anos 90, Otto é um artista de singularidade rara, cuja obra transborda autenticidade e uma energia visceral. Otto é o segundo nome a se apresentar na edição comemorativa dos dez anos do projeto “Uma voz, um instrumento”. Em Abril, na quinta-feira (23), às 20h, ele sobe ao palco do Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas, em Belo Horizonte, para mostrar o inédito show em BH “Acústico”. Os ingressos, R$ 40,00 (meia-entrada), estão à venda nas bilheterias do teatro e Sympla.

Sua trajetória artística iniciou-se há mais de 30 anos, quando era percussionista das bandas Mundo Livre e Chico Science e Nação Zumbi (precursoras do movimento Mangue Beat). Mais de três décadas de música não abalaram o vigor do artista, que carrega consigo o estandarte da música brasileira feita com a alma ― e para a alma. Esse ânimo explica, em parte, o sucesso de suas performances por onde quer que passe, do norte ao sul do país, com sua presença de palco marcante e as jams conduzidas pelos músicos competentes pelos quais vive rodeado. Como poucos antes dele conseguiram fazer, Otto expande os horizontes da sonoridade brasileira, e segue sem acreditar em limites.

Não há limites para a musicalidade de Otto. Ao longo de quase três décadas de estrada, o cantor, percussionista e compositor nascido no agreste pernambucano experimentou diversos estilos ― do maracatu ao brega, passando por manguebeat, samba, rock, eletrônica e além ―, criando uma sonoridade notavelmente peculiar. No show “Acústico”, Otto divide o palco com o violonista Yuri Queiroga. No repertório, músicas autorais conhecidas, releituras inusitadas e um bloco com quatro canções do também inquieto Luiz Melodia, homenageado no projeto.

10 ANOS COM SHOWS INÉDITOS

A edição comemorativa dos dez anos do projeto “Uma voz, um instrumento” tem cinco shows, três criados exclusivamente para o projeto. Onze artistas de gerações diversas e diferenciadas propostas musicais subirão ao palco do Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas. Ângela Maria, Angela Ro Ro, Lô Borges e Luiz Melodia, nomes que se apresentaram ao longo do projeto, serão homenageados com as inclusões de músicas que marcaram as suas trajetórias, nos repertórios dos shows.

Desde a sua estreia, em julho de 2016, com a cantora/compositora Zélia Duncan, o projeto “Uma voz, um instrumento”, já recebeu singulares e renomados artistas da cena musical brasileira. Criado pelo gestor/produtor cultural Pedrinho Alves Madeira, que também assina a curadoria, o projeto é uma realização do Centro Cultural Unimed-BH Minas em parceria com a Alves Madeira Comunicação e Produção. O projeto consolidou-se como um dos pilares da agenda cultural mineira ao propor apresentações intimistas, onde a essência da canção é despida de grandes arranjos para realçar o diálogo direto entre o intérprete e seu instrumento.

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL UMA VOZ, UM INSTRUMENTO - 10 ANOS

26/03 – Quinta-feira – 20H – Dori Caymmi convida Alice Caymmi = INGRESSOS ESGOTADOS

23/04  – Quinta-Feira – 20h – Otto – Acústico

24/05  – Domingo – 18h –  Patrícia Ahmaral – convida

Sérgio Pererê + Pedro Morais + Marcelo Veronez

Divino Maravilhoso – As parcerias entre Caetano Veloso e Gilberto Gil

O inédito show, criado exclusivamente para o projeto, tem como recorte canções compostas em parceria por dois ícones da música brasileira: Caetano Veloso e Gilberto Gil. Será a primeira vez que se realiza um show com este específico viés. A direção musical é de Rogério Delayon, e como convidados, três respeitados cantores/compositores da cena de Belo Horizonte. A concepção, o roteiro e a direção artística do show levam a assinatura de Pedrinho Alves Madeira.

11/06  – Quinta-Feira – 20h – Tiê convida

Vitor Santana - Amorosa e Esgotada

Criado exclusivamente para o projeto “Uma voz, um instrumento”, o show “Amorosa e Esgotada” traz no repertório músicas dos novos álbuns que a cantora lançará no segundo semestre, além de temas que a tornaram popular. O roteiro do show se completa com um bloco formado por quatro canções criadas ou gravadas por Angela Ro Ro, uma das homenageadas no projeto “Uma voz, um instrumento”. Tiê receberá em cena o compositor e cantor Vitor Santana.

23/07  – Quinta-Feira – 20h – Zeca Baleiro & Swami Jr

Interpretam Dolores Duran

A parceria entre Zeca Baleiro e Swami Jr. é uma das mais ricas da música brasileira contemporânea, unindo a poesia afiada do maranhense ao virtuosismo do violonista paulista. Agora, os dois se reúnem para um projeto especial: reinterpretar o legado de Dolores Duran (1930–1959), uma das vozes mais marcantes do samba-canção e da bossa nova. Para a apresentação do show em Belo Horizonte, Zeca Baleiro e Swami Jr incluirão no set list músicas associadas ao repertório da cantora Ângela Maria, uma das homenageadas no projeto “Uma voz, um instrumento”.

OTTO - PROJETO UMA VOZ, UM INSTRUMENTO – 10 ANOS

Show: “Acústico”

Data: 23 de abril (quinta-feira) 

Horário: 20 horas

Local: Centro Cultural Unimed – BH Minas (Rua da Bahia, 2244 - Lourdes, Belo Horizonte)

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia), à venda nas bilheterias do teatro e Sympla

Classificação: Livre

Outras informações: (31) 3516-1360 

Criação, Produção e Comunicação: Alves Madeira Comunicação e Produção

Realização: Centro Cultural Unimed-BH Minas

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

sábado, 7 de março de 2026

Projeto "Uma Voz, Um Instrumento " celebra 10 anos com grandes shows

Foto: Myriam Vilas Boas


Dori Caymmi, tendo como convidada Alice Caymmi, inicia a temporada comemorativa dos dez anos do projeto “Uma voz, um instrumento”, na quinta-feira (26), às 20h. Entre os meses de março e julho, onze artistas de gerações diversas e diferenciadas propostas musicais subirão ao palco do Teatro do Centro Cultural Unimed-BH.

                                                                                Desde a sua estreia, em julho de 2016, com a cantora/compositora Zélia Duncan, o projeto “Uma voz, um instrumento”, recebeu  renomados artistas da cena musical brasileira. Criado pelo gestor/produtor cultural Pedrinho Alves Madeira, que também assina a curadoria, o projeto é uma realização do Centro Cultural Unimed-BH Minas em parceria com a Alves Madeira Comunicação e Produção.

O projeto consolidou-se como um dos pilares da agenda cultural mineira ao propor apresentações intimistas, onde a essência da canção é despida de grandes arranjos para realçar o diálogo direto entre o intérprete e seu instrumento. Não raramente os intérpretes fazem apresentações solo, ou na companhia de um ou dois exímios músicos.

Desde a sua criação, o projeto tem sido palco para grandes nomes da música brasileira, como Zizi Possi, Mônica Salmaso, Almério, Ana Canãs, Lô Borges, Roberta Sá, Paulinho Moska, Marcelo Jeneci, Tulipa Ruiz, Xênia França, Ângela Ro Ro, João Donato, Zezé Motta, Arrigo Barnabé, Zé Renato, Zélia Duncan, Edson Cordeiro, Ângela Maria, Teresa Cristina, Ed Motta, Paulo Miklos e Zé Manoel. Sua importância reside em oferecer ao público de Belo Horizonte uma experiência de escuta qualificada e rara, valorizando a técnica e a carga emocional de cada um dos convidados.  Ao longo de dez anos, a iniciativa ajudou a democratizar o acesso a shows de alta qualidade, com o valor de ingresso sempre acessível, em um ambiente que privilegia a acústica e a proximidade com o artista.

10 ANOS COM SHOWS INÉDITOS

Com nova marca e selo comemorativo assinados pela designer Paloma Parentoni, a edição de 2026 realizará cinco shows, três criados exclusivamente para o projeto. Entre os meses de março e julho, onze artistas de gerações diversas e diferenciadas propostas musicais subirão ao palco do Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas. Ângela Maria, Ângela Ro Ro, Lô Borges e Luiz Melodia, nomes que se apresentaram ao longo do projeto, serão homenageados com as inclusões de músicas que marcaram as suas trajetórias, nos repertórios dos shows.

DORI CAYMMI CONVIDA ALICE CAYMMI = 26/03 (QUINTA-FEIRA) ÀS 20H

O primeiro show desta edição comemorativa, une duas gerações da família Caymmi, mesclando tradição e contemporaneidade: Dori e Alice. Juntos, homenagearão Lô Borges revisitando quatro canções do icônico artista. Entre elas, “O Trem Azul” e “Um girassol da cor dos seu cabelo”

Dori Caymmi apresenta o inédito "Utopia - 56 Anos de Parceria".  No repertório, além das músicas do recente e elogiado álbum “Utopia”, que traz as parcerias feitas com o poeta e compositor Paulo César Pinheiro, há outras clássicas composições criadas pela dupla. “Canto Sedutor”, “Viageiro”, “Ninho de Vespa” e “Rio Amazonas” são algumas delas. E, certamente, a clássica “Desenredo”.

Compositor, arranjador, violonista e cantor com mais de 60 anos de carreira, filho do mestre Dorival Caymmi, Dori é um dos músicos mais respeitados do Brasil, conhecido pela sofisticação de suas harmonias e parcerias icônicas com Nelson Motta e Paulo César Pinheiro. Com uma trajetória que transita entre a Bossa Nova e o Clube da Esquina, sua obra é marcada pelo violão primoroso e arranjos que definiram o som da MPB.

Sua maneira de tocar violão, com afinações pouco convencionais, e suas harmonias criativas o projetaram internacionalmente. Dori Caymmi teve discos indicados ao Grammy – “Influências” e “Contemporâneos” -, além de ter conquistado dois Grammy Latino, de melhor CD de samba para “Caymmi 90 Anos” e de melhor canção brasileira com a música "Saudade de Amar", parceria com Paulo César Pinheiro.

Alice Caymmi, filha de Danilo Caymmi e neta de Dorival, é uma das vozes mais potentes e versáteis da música contemporânea. Conhecida por sua ousadia estética, ela mescla influências que vão do axé ao pop experimental, como visto nos álbuns Rainha dos Raios e Electra. Acompanhada ao violão pelo tio Dori, Alice Caymmi revistará quatro canções históricas do Clube da Esquina, assinadas por Lô Borges e parceiros, em uma performance que promete ser histórica.

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL –– 10 ANOS

23 de abril – Quinta-Feira – 20h

Otto - Acústico

Figura central da reinvenção da música brasileira nos anos 90, Otto é um artista de singularidade rara, cuja obra transborda autenticidade e uma energia visceral. No show “Acústico”, Otto divide o palco com o violonista Yuri Queiroga. No repertório, músicas autorais conhecidas, releituras inusitadas e um bloco com quatro canções do também inquieto Luiz Melodia, homenageado no projeto.

24 de maio – Domingo – 18h

Patrícia Ahmaral convida Sergio Pererê + Pedro Morais + Marcelo Veronez

Divino Maravilhoso – As parcerias entre Caetano e Gil

O inédito show, criado exclusivamente para o projeto, tem como recorte canções compostas em parceria por dois ícones da música brasileira: Caetano Veloso e Gilberto Gil. Será a primeira vez que se realiza um show com este específico viés. A direção musical é de Rogério Delayon, e como convidados, três respeitados cantores/compositores da cena de Belo Horizonte. A concepção, o roteiro e a direção artística do show levam a assinatura de Pedrinho Alves Madeira.

11 de junho – Quinta-Feira – 20h

Tiê convida Vitor Santana - Amorosa e Esgotada

Criado exclusivamente para o projeto “Uma voz, um instrumento”, o show “Amorosa e Esgotada” traz no repertório músicas dos novos álbuns que a cantora lançará no segundo semestre, além de temas que a tornaram popular. O roteiro do show se completa com um bloco formado por quatro canções criadas ou gravadas por Angela Ro Ro, uma das homenageadas no projeto “Uma voz, um instrumento”. Tiê receberá em cena o compositor e cantor Vitor Santana.

23 de julho – Quinta-Feira – 20h

Zeca Baleiro & Swami Jr Interpretam Dolores Duran

A parceria entre Zeca Baleiro e Swami Jr. é uma das mais ricas da música brasileira contemporânea, unindo a poesia afiada do maranhense ao virtuosismo do violonista paulista. Agora, os dois se reúnem para um projeto especial: reinterpretar o legado de Dolores Duran (1930–1959), uma das vozes mais marcantes do samba-canção e da bossa nova. Para a apresentação do show em Belo Horizonte, Zeca Baleiro e Swami Jr incluirão no set list músicas associadas ao repertório da cantora Ângela Maria, uma das homenageadas no projeto “Uma voz, um instrumento”.

UMA VOZ, UM INSTRUMENTO-10 ANOS

DORI CAYMMI CONVIDA ALICE CAYMMI

Show: Utopia – 56 de Parceria

Data: 26 de março (quinta-feira) 

Horário: 20 horas

Local: Centro Cultural Unimed-BH Minas (Rua da Bahia, 2244 – Lourdes)

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia), à venda nas bilheterias do teatro e sympla

Classificação: Livre

Outras informações: (31) 3516-1360 

Criação, Produção e Comunicação: Alves Madeira Comunicação e Produção

Realização: CENTRO CULTURAL UNIMED-BH MINAS

 *Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

segunda-feira, 9 de junho de 2025

Roberta Sá encerra a nona edição do projeto "Uma voz, um instrumento" em Belo Horizonte

Foto: Thaty Aguiar
Com ingressos esgotados tão logo foram colocados à venda, cantora promete emocionar o público com show inédito

Roberta Sá sobe ao palco do Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas, na próxima quinta-feira (12), para encerrar a atual temporada do projeto “Uma voz, um instrumento”. Na companhia dos músicos Alaan Monteiro (bandolim) e Gabriel de Aquino (violão), a cantora e compositora que está celebrando 20 anos de carreira fonográfica, apresentará o inédito show em Belo Horizonte, “Tudo que cantei sou”.  Belo Horizonte será a primeira cidade a receber o elogiado show, que está em cartaz no Teatro Ipanema, Rio de Janeiro, nas terças-feiras deste mês de junho de 2025 dentro do projeto Terças no Ipanema.

No roteiro nada previsível, há canções emblemáticas que marcaram a trajetória da artista, entre elas, Água Doce (Roque Ferreira), Casa Pré-Fabricada (Marcelo Camelo), Pavilhão de Espelhos (Lula Queiroga), O lenço e o lençol (Gilberto Gil), Me Erra (Adriana Calcanhoto), Olho De Boi (Rodrigo Maranhão) e Ah, Se Eu Vou (Lula Queiroga). Há também, músicas até então, não registradas pela cantora: Essa Confusão (Dora Morelenbaum / Zé Ibarra), Lavoura (Marina Iris) e Juras (Rosa Passos e Fernando Oliveira).

“Roberta Sá canta tudo o que a moldou como artista no giro cristalino de show em que celebra 20 anos de sucesso. Nesse giro embalado pelas cordas virtuosas de Alaan Monteiro e Gabriel de Aquino, músicos saudados pela plateia que lotou o carioca Teatro Ipanema na noite de terça-feira para assistir à estreia do show Tudo que cantei sou, Roberta Sá ressurgiu em ótima forma, pronta para outros voos e orações na reza popular do canto cristalino”. (Mauro Ferreira – Blog do Mauro Ferreira em 05/06/2025)

“Uma voz, um instrumento” – 2025

A nona edição do projeto “Uma voz, um instrumento” celebra os 90 anos do Minas Tênis Clube, e propõe um diálogo com a música popular brasileira contemporânea.

Ana Cañas e Almério criaram shows exclusivamente para essa temporada. Lô Borges e Roberta Sá também criaram para o projeto shows inéditos em Belo Horizonte.

Criado em 2016 pelo gestor/produtor cultural e diretor artístico Pedrinho Alves Madeira, e sempre realizado através da parceria entre o Minas Tênis Clube e a Alves Madeira Comunicação e Produção, o projeto tem como proposta apresentar shows no formato acústico, com o artista acompanhando-se ou tendo mais dois músicos como parceiros de palco. Zizi Possi, Mônica Salmaso, Paulinho Moska, Marcelo Jeneci, Tulipa Ruiz, Xênia França, Angela Ro Ro, João Donato, Zezé Motta, Vânia Bastos, Zé Renato, Zélia Duncan, Edson Cordeiro, Angela Maria, Teresa Cristina, Fafá de Belém, Ed Motta, Amelinha, Paulo Miklos e Zé Manoel, são alguns dos nomes que já se apresentaram no bem sucedido projeto.

PROJETO “UMA VOZ, UM INSTRUMENTO”

Show:  Roberta Sá - Tudo que cantei sou

Data:12 de junho(quinta-feira) 

Horário: 20 horas

Local: Centro Cultural Unimed-BH Minas (Rua da Bahia, 2244 – Lourdes, Belo Horizonte)

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia) – INGRESSOS ESGOTADOS

Classificação: Livre

Outras informações: (31) 3516-1360 

Criação, Produção e Comunicação: Alves Madeira Comunicação e Produção

Realização: Centro Cultural Unimed-Minas 

*Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

segunda-feira, 14 de abril de 2025

Lô Borges se apresenta no projeto "Uma Voz, Um Instrumento"

Foto: Flávio Charchar
Lô Borges é o próximo convidado do projeto “Uma voz, um instrumento”. O show é inédito em Belo Horizonte. Será o mesmo que ele vem realizando com sucesso no projeto Pulsar – SESC RJ, acompanhado pelo guitarrista Henrique Martins. No repertório, canções dos anos 70, 80, 90 até os dias atuais. Destaque para composições em parceria com Márcio Borges, seu irmão e parceiro-majoritário (“Para Lennon & McCartney”) e "Quem sabe isso quer dizer amor"); Samuel Rosa e Nando Reis (“Dois Rios"), além de canções do álbum mais recente "Tobogã" (lançado em 2024, que o conectou à um público mais jovem e um trabalho que vem obtendo enorme repercussão nas plataformas de música), junto com a parceira Manuela Costa. E do antológico álbum "Clube da Esquina", não poderiam faltar clássicos como "O Trem Azul", "Um Girassol da Cor do Seu Cabelo", "Paisagem da Janela", entre outras.

"Estou muito feliz em ter essa oportunidade de mostrar ao público de BH esse show num formato de duo, acústico. Na maioria das vezes me apresento acompanhado da minha banda, mas desta vez apenas meu fiel escudeiro-guitarrista Henrique Matheus estará no palco comigo. Então será bem intimista. E claro, vou contar algumas histórias sobre as minhas canções, desde os clássicos do álbum "Clube da Esquina" (1972) até os dias atuais". (Lô Borges)

O processo criativo de Lô 

Nos últimos seis anos, lançou seis discos de músicas inéditas, mostrando sua capacidade e vontade de manter sempre acesa a chama da criação. No próximo semestre, está previsto mais um disco de inéditas.

“Parodiando o Caetano, penso em como é bom tocar um instrumento. Penso só na música. Tem aquele cara que lê algo no jornal e compõe. Tem o observador do cotidiano, o cara que leva magistralmente a realidade para a música… O Noel Rosa era assim. Os Beatles também. Acho bonito e bacana, mas comigo é diferente, não é um processo consciente. Não sou um alienado nem vivo numa bolha chamada música, sei o que está acontecendo no mundo. Mas não levo conscientemente essas coisas pro processo de criação. Quando eu sento, é quase uma abdução. Me abstraio de tudo e faço uma música. A musa inspiradora são as notas, as harmonias, as melodias que você cria em cima das harmonias. Primeiro, sempre a harmonia. Depois, a composição. As letras eu não tenho feito. Terceirizo”. (Lô Borges - Revista UBC - 19/02/2024).

“Sempre tive certeza da genialidade do Lô. Sempre. As coisas que ele faz, não existe artista em lugar nenhum do mundo que consegue algo parecido. E ele continua criando músicas maravilhosas até hoje”. (Milton Nascimento – Jornal Estado de Minas – 13/03/22)

“Uma voz, um instrumento” – 2025

 A nona edição do projeto “Uma voz, um instrumento” celebra os 90 anos do Minas Tênis Clube, e propõe um diálogo com a música popular brasileira contemporânea. Ana Cañas e Almério criaram shows exclusivamente para essa temporada. Lô Borges e Roberta Sá apresentarão shows inéditos em BH.

Criado em 2016 pelo gestor/produtor cultural e diretor artístico Pedrinho Alves Madeira, e sempre realizado através da parceria entre o Minas Tênis Clube e a Alves Madeira Comunicação e Produção, o projeto tem como proposta apresentar shows no formato acústico, com o artista acompanhando-se ou tendo mais dois músicos como parceiros de palco.

 LÔ BORGES NO PROJETO “UMA VOZ, UM INSTRUMENTO”

Data: 29 de maio (quinta-feira) 

Horário: 20 horas

Local: Centro Cultural Unimed-BH Minas (Rua da Bahia, 2244  – Lourdes, Belo Horizonte)

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia), à venda nas bilheterias do teatro e no site Sympla.

Classificação: Livre

Outras informações: (31) 3516-1360 

Criação, Produção e Comunicação: Alves Madeira Comunicação e Produção

Realização: CENTRO CULTURAL UNIMED-BH MINAS

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!


segunda-feira, 31 de março de 2025

Almério participa do Projeto “Uma voz, um instrumento” em BH

Foto: Renata Pires
O inquieto e ousado Almério, sempre citado como um dos grandes intérpretes da música popular brasileira contemporânea, é o segundo nome a se apresentar na versão 2025 do projeto “Uma voz, um instrumento”.  Nesta quinta-feira (3), às 20h, ele sobe ao palco do Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas, em Belo Horizonte, para mostrar o inédito “Especial Acústico”. Os ingressos, R$ 50,00 (inteira), estão à venda nas bilheterias do teatro e no site Sympla.

O cantor e compositor pernambucano Almério se destacou no cenário por ter um estilo muito pessoal. Diferenciado. Sempre surpreendendo ao fazer inusitadas misturas da MPB com o pop e a música tradicional nordestina. Em 2018, com o bem sucedido álbum “Desempena”, Almério foi ganhador do Prêmio da Música Brasileira na categoria Cantor Revelação, sendo também indicado à categoria de Melhor cantor.

Encontros históricos

Reverenciado por seu timbre vocal peculiar e interpretações arrebatadoras, Almério traz em sua curta e potente discografia, participações de icônicos nomes. Alceu Valença, Céu, Elba Ramalho, Maria Bethânia, Ney Matogrosso e Zélia Duncan, encabeçam a lista.

Em 2024, Almério e Maria Bethânia gravaram a intensa "Quero Você", que tornou-se sucesso após ser incluída na trilha do remake da novela global “Renascer”.  A música já ultrapassou o espantoso número de 2.480.000 reproduções, só no spotfy. O hit é parte do disco "Nesse Exato Momento", terceiro álbum de estúdio e quinto da carreira, que traz ainda duetos com Zélia Duncan e Mariana Aydar, além de outras composições assinadas por mulheres, ampliando a força feminina na produção musical atual.

Entre 2020 e 2021, Almério realizou dois projetos de grande sucesso de público e mídia, que geraram ótimos discos ao vivo. O primeiro, “Acaso Casa”, ao lado da baiana Mariene de Castro, concorreu ao Grammy Latino. Já o encontro com o também pernambucano Martins, gerou show gravado em novembro de 2021, em Recife. A dupla se apresentou com ótima repercussão no palco Global Village do Rock in Rio 2024. 

Outro grande momento na trajetória do Almério foi o show que realizou ao lado da Liniker e Johnny Hooker, no palco sunset do Rock in Rio, em 2017. A apresentação, hoje considerada histórica, fortaleceu ainda mais a ascensão deste pernambucano altinense na cena musical brasileira atual.

No inédito show, uma canção do Lô Borges

No projeto “Uma voz, um instrumento” Almério apresentará um show inédito. Acompanhado pelo maestro e violonista Rubem França, o inquieto intérprete apresentará versões acústicas para algumas das muitas canções presentes no elogiado quinto álbum. Entre elas, Malabares, Quero Você, Suspiro, Nesse Exato Momento e Me conheço. Ainda no repertório, músicas dos discos anteriores e versões personalizadas para alguns clássicos da MPB. 

Entre as surpresas no roteiro do show, há a leitura para uma icônica canção do Lô Borges. A inclusão veio a partir da sugestão do produtor Pedrinho Alves Madeira. O criador do projeto “Uma voz, um instrumento” sugeriu ao atento cantor colocar no repertório uma música de um representativo compositor mineiro, uma vez que essa edição foi desenvolvida para celebrar os noventa anos do Minas Tênis Clube.

“Uma voz, um instrumento” – 2025 

A versão 2025 do projeto propõe um diálogo com a música popular brasileira contemporânea, aqui representada por potentes nomes: Ana Cañas, Almério, Lô Borges e Roberta Sá. Dos quatro shows, dois foram criados exclusivamente para essa temporada. Ana Cañas, que abriu a edição com uma performance histórica, e Almério, que promete surpresas no dia 3.  Lô Borges e Roberta Sá apresentarão shows inéditos em BH.

Criado em 2016 pelo gestor/produtor cultural e diretor artístico Pedrinho Alves Madeira, e sempre realizado através da parceria entre o Minas Tênis Clube e a Alves Madeira Comunicação e Produção, o projeto tem como proposta apresentar shows no formato acústico, com o artista acompanhando-se ou tendo mais dois músicos como parceiros de palco. 

Na extensa e estelar lista de artistas que já se apresentaram no projeto estão artistas das mais variadas gerações e propostas musicais. Entre eles, Zizi Possi, Mônica Salmaso, Zélia Duncan, João Donato, Zezé Motta, Paulo Miklos, Teresa Cristina, Angela Maria, Ed Motta, Paulinho Moska, Marcelo Jeneci, Tulipa Ruiz, Xênia França, Angela Ro Ro, Vânia Bastos, Zé Renato, Zé Manoel, Arrigo Barnabé e Edson Cordeiro.

ALMÉRIO NO PROJETO “UMA VOZ, UM INSTRUMENTO”

Show: “Especial Acústico”

Data: 3 de abril (quinta-feira) 

Horário: 20 horas 

Local: Centro Cultural Unimed – BH Minas (Rua da Bahia, 2244 - Lourdes, Belo Horizonte)

Ingressos: R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia), à venda nas bilheterias do teatro e sympla

Classificação: Livre

Outras informações: (31) 3516-1360 / minastenisclube.com.br/cultura

Criação, Produção e Comunicação: Alves Madeira Comunicação e Produção

Realização: CENTRO CULTURAL UNIMED-BH MINAS

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

sábado, 8 de março de 2025

Uma Voz, um instrumento traz edição 2025 com shows inéditos

Lô Borges é uma das
 atrações - Foto: Divulgação 
A edição 2025 do projeto “Uma voz, um instrumento” celebra os 90 anos do Minas Tênis Clube e propõe um diálogo com a música popular brasileira contemporânea, aqui representada por potentes nomes. Dos quatro shows programados, dois foram criados para o projeto (Ana Cañas e Almério), e dois são inéditos em Belo Horizonte (Lô Borges e Roberta Sá).

ANA CAÑAS – SHOW INÉDITO

Acompanhada pelos músicos Fabá Jimenez (baixo) e Douglas Maiochi (percussão), Ana Cañas (voz e violão) fará releituras personalíssimas para clássicos de Cazuza, Rita Lee, Renato Russo, Tim Maia e Belchior - homenageado na vitoriosa turnê que passou por mais de 180 palcos, Brasil adentro-. Além de canções autorais conhecidas do grande público.

“Para esse show em BH, coloquei no repertório algumas canções icônicas de compositores mineiros que sempre me emocionaram, principalmente o pessoal do Clube da Esquina. Recentemente gravei uma faixa no álbum novo do Flávio Venturini e, de forma geral, tenho me aproximado muito da música de Minas Gerais. Senti que esse show seria uma oportunidade muito especial de apresentar algumas dessas canções”, afirma a artista.

SOBRE O PROJETO

“Uma voz, um instrumento”, criado em 2016 pelo gestor/produtor cultural e diretor artístico Pedrinho Alves Madeira, e sempre realizado em parceria com o Minas Tênis Clube, tem como proposta apresentar shows no formato acústico, com o artista acompanhando-se ou tendo mais dois músicos como parceiros de palco. Zizi Possi, Mônica Salmaso, Paulinho Moska, Marcelo Jeneci, Tulipa Ruiz, Xênia França, Angela Ro Ro, João Donato, Zezé Motta, Vânia Bastos, Zé Renato, Zélia Duncan, Edson Cordeiro, Angela Maria, Teresa Cristina, Fafá de Belém, Ed Motta, Amelinha, Paulo Miklos e Zé Manoel, são alguns dos nomes que já se apresentaram no bem sucedido projeto.

PROGRAMAÇÃO – 2025

21 de março = Ana Cañas

Show inédito

 3 de abril = Almério

Show inédito

29 de maio = Lô Borges

Show inédito

12 de junho = Roberta Sá

Show inédito

“UMA VOZ, UM INSTRUMENTO” APRESENTA ANA CAÑAS

Data: 21 de março (sexta-feira) 

Horário: 20 horas

Local: Centro Cultural Unimed – BH Minas (Rua da Bahia, 2244 - Lourdes, Belo Horizonte)

Ingressos: R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia) - Bilheterias do teatro e no site sympla

Classificação: Livre

Outras informações: (31) 3516-1360 

Criação, Produção e Comunicação: Alves Madeira Comunicação e Produção

Realização: CENTRO CULTURAL UNIMED-BH MINAS 

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

terça-feira, 25 de junho de 2024

Xênia França, ganhadora do Grammy Latino, faz show em BH

Foto: Júlia Magalhães
A talentosa e premiada Xênia França é convidada do “Uma voz, um instrumento”. Ela se apresenta no domingo (30), com o show “Tudo Sobre o Amor”, em Belo Horizonte. O projeto encerra a edição 2024, dia 18 de julho, com o inédito encontro entre o violeiro Chico Lobo e o maestro Jaime Alem.  Os ingressos para ambos os shows estão à venda nas bilheterias do Centro Cultural Unimed-BH Minas e pelo site sympla.

Reconhecida como uma das grandes vozes do pop brasileiro e da música popular contemporânea, a baiana Xênia, vencedora do Grammy Latino 2023 com o álbum “Em Nome da Estrela”, apresentará o inédito show “Tudo sobre o amor”, na companhia do maestro e pianista Fábio Leandro. O título do show é uma reverência à bell hooks (1952/2021), escritora, pensadora e ativista social.  O livro “Tudo sobre o amor”, primeiro volume de uma trilogia sobre o tema, traz reflexões da autora sobre o amor enquanto uma ação política e transformadora, em prol da libertação. bell hooks procura elucidar o que é o amor, seja nas relações familiares, românticas e de amizade ou na vivência religiosa.

O show vem repleto de surpresas. Além do formato (voz e piano), há o surpreendente repertório composto por uma série de músicas inéditas na voz de França.  Clássicos do jazz, do samba e da MPB se fazem presentes em um roteiro nada previsível. Entre elas, sobressaem: “Luz do sol” (Caetano Veloso), “As rosas não falam” (Cartola), “Quase um segundo” (Herbert Vianna), “In sentimental mood” (Duke Ellington), “Carinhoso” (Pixinguinha/Braguinha) e “Consolação/Berimbau” (Baden Powell/ Vinícius de Moraes). Também no set list, músicas dos álbuns “Xênia” e “Em Nome da Estrela”, apresentadas de forma intimista: “Miragem”, "Renascer" e "Animus x Anima”.

UMA PESSOA VITORIOSA: A voz da cantora, indicada ao Grammy Latino, em 2017 com o elogiado primeiro disco solo “Xênia”, pode ser escutada todas as noites na abertura da novela “Renascer” (TV Globo), interpretando a música “Clarear” (Ivan Lins / Vitor Martins), na qual divide os vocais com a conterrânea Luedji Luna. 

Nos últimos anos Xênia foi ao Rock In Rio, para dividir o Palco Sunset com o ícone pop Seal, navegando em turnê por alguns dos festivais mais importantes do país: Recbeat, Coala, Coma, Queremos, Psicodália, Virada Paulista, entre outros. Além de três turnês pelos Estados Unidos se apresentando em um dos mais renomados festivais de Nova York, o Summerstage, no Central Park, e o Globalfest, que lhe rendeu matéria no jornal The New York Times. Também subiu ao palco do Kennedy Cultural Center of Performance Arts em Washington e SXSW, em Austin. Fez shows na Colômbia, no Teatro Pablo Toblón em Medellín e Centro Cultural de los Andes, em Bogotá, e em Berlin.

PRÓXIMA ATRAÇÃO – CHICO LOBO E JAIME ALEM (18/07 às 21h)

O inédito encontro entre os amigos Chico Lobo e Jaime Alem encerrará a oitava edição do projeto “Uma voz, um instrumento”.  O show, “Violas, Violões e Violeiros” criado por Pedrinho Alves Madeira, traz como principal recorte a música do Brasil “profundo”, reverenciando grandes representantes do cancioneiro popular (Catulo da Paixão Cearense, Leonel Azevedo, J. Cascata, João Pernambuco). Entre leituras instrumentais e cantadas, haverá canções assinadas individualmente por ambos, que serão apresentadas em solos e duos. A cantora Nair Cândia fará participação especial em alguns temas.

Os ingressos, R$ 25,00 (meia-entrada), encontram-se à venda nas bilheterias do teatro e sympla.

SOBRE O PROJETO “UMA VOZ, UM INSTRUMENTO”         

Criado em 2016 pelo gestor cultural e diretor artístico Pedrinho Alves Madeira, e sempre realizado em parceria com o Minas Tênis Clube, tem como proposta apresentar shows no formato acústico, com o artista acompanhando-se ou tendo no máximo dois músicos como parceiros de palco. O recorte principal do projeto é apresentar a música popular brasileira através das apresentações de artistas das mais variadas gerações e propostas musicais. 

No vitorioso projeto já se apresentaram: Angela Maria, Angela Ro Ro, Alice Caymmi, Ana Cañas, Arrigo Barnabé, Ed Motta, Edson Cordeiro, Fafá de Belém, João Donato, Marcelo Jeneci, Paulo Miklos, Teresa Cristina, Vânia Bastos, Tulipa Ruiz, Zé Manoel, Zé Renato, Zezé Motta, Zélia Duncan, Zizi Possi, Paulinho Moska e Mônica Salmaso.

 “UMA VOZ, UM INSTRUMENTO”

XÊNIA FRANÇA - “TUDO SOBRE O AMOR”

Data: 30 de junho (domingo)

Horário: 19 horas

Local: Centro Cultural Unimed – BH Minas (Rua da Bahia, 2244 - Lourdes, Belo Horizonte)

Ingressos: R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia - entrada)

Bilheterias do teatro e no site sympla

Classificação: Livre

Outras informações: (31) 3516-1360 

Criação, Produção e Comunicação:

Alves Madeira Comunicação e Produção

Realização:

Centro Cultural Unimed- BH Minas

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!