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terça-feira, 30 de novembro de 2021

Illusion Cat lança o EP 'Please Don't Go Away'

Foto: Divulgação
Disco com cinco músicas, sendo uma ainda inédita, estará nas plataformas no dia 10.

A Banda Illusion Cat lança o EP "Please Don't Go Away", autoral, com cinco músicas, sendo uma delas - o single que dá nome ao disco - ainda inédita.  Apesar da pouca idade dos integrantes, as músicas falam das escolhas que fazemos na vida, dos sacrifícios necessários para sobreviver,  e de  decisões que nem sempre que nos tornam mais felizes em determinado momento. Emoções vividas e que se completaram em forma de produção artística durante o período de isolamento social.

Formada por Carlos Areias, Gabriel Bordallo, Luigi Gosling, Rodrigo Pinheiro e Matheus Costa, a Illusion Cat já lançou este ano os singles 'Marianne', 'The Red Lady' ,'Time of The World' e ' Epilogue of a Poor Man'. Com estilo que passeia pelo Indie Rock e Rock Psicodélico, a Illusion Cat recebeu influências dos Beatles, Rolling Stones, Led Zeppelin e Beach Boys, e agrada o público jovem dos Artic Monkeys e do Rock Clássico.

No próximo dia 10 de dezembro, lança o single 'Please Don't Go Away', de autoria de Carlos Areias e Gabriel Bordallo, e o EP homônimo, em todas as plataformas digitais.  Com dois anos de existência, a Banda Illusion Cat chega como a mais nova promessa do rock brasileiro,  agradando aos amantes do estilo com suas letras atuais.

Ficha técnica

Single: 'Please Don't Go Away'

Autor: Carlos Eduardo Areias e Gabriel Bordallo

Produção: Bruno Lima 

Carlos Eduardo Areias - vocal, guitarra, trompete, trombone, saxofone 

Gabriel Bordallo - baixo

Rodrigo Pinheiro - guitarra

Luigi Gosling - piano

Matheus Costa - bateria

Instagram: @illusioncatbanda

Exposição "Amazônia" no Rio de Janeiro

Público pode visitar as belas obras 
Foto: Divulgação
Uma experiência visual e sensorial, com cores, sons, cheiros e luzes exaltando as obras, trazendo protesto e  conscientização em forma de arte.

A artista plástica Cristina Jobim abre a exposição "Amazônia", composta por salas sobre a 'Floresta Amazônica' e sobre os 'Corais da Amazônia', atenta à necessidade da preservação e conscientização desse tesouro natural, onde o observador poderá fazer uma verdadeira viagem visual e sensorial, com sons, cheiros e uma explosão de cores e luzes, que saem das telas e ganham vida, encantando visualmente e provocando as mais diversas emoções.

A  Amazônia é um bioma único no mundo, com 60% de sua extensão no Brasil, com rios, fauna e flora, fontes de água e vida. Recentemente foram descobertos os Corais da Amazônia - na bacia da foz do Rio Amazonas, recifes sobrevivem em grandes profundidades e onde quase não chega luz. A água da região é turva porque o rio carrega com ele pedaços de floresta: restos decompostos de árvores, folhas, terra, animais etc. Cientistas acreditam que nos Corais vivem peixes que nunca foram catalogados pela ciência, e também bactérias, fazendo dos recifes uma possível futura “farmácia submarina”.

Por isso, pessoas do mundo inteiro unem suas vozes para mostrar o quanto a floresta é importante para suas vidas. Proteger a Amazônia é proteger nosso futuro!

A exposição apresentará obras de diversos tamanhos, em acrílico sobre tela, mas que possuem vida própria, com curadoria de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez (Tartaglia Arte), no Centro Cultural Correio RJ, a partir do dia 16 de dezembro. 

O espaço expositivo  'Floresta Amazônica'  terá  telas de grandes e médios tamanhos e, no espaço expositivo 'Corais da Amazônia', uma parede sobre os corais, com 36 obras de pequenas dimensões , atuando isolada e simultaneamente, de modo a despertar a essencialidade de cada elemento que compõem o universo do bioma amazônico e a contribuição individual de cada um deles para a existência do todo.

De acordo com Cristina, "a Amazônia é um bioma composto por infinitos elementos orgânicos, cada qual com incontestável importância para a floresta. O despertar de luzes e cores de cada obra se materializa em sua concepção. Os corais, fonte de vida, com seus matizes infinitos, foram ao mesmo tempo fonte de inspiração para a coleção, e um recorte, um catalisador da mensagem do universo da exposição. Verdadeiramente, a grande influência para a minha criação".

A obra de Jobim não mostra a influência de outros artistas, porque sua arte e técnica são frutos de pesquisas e experimentações próprias, resultado de sua inquietude em relação às cores e comportamento das mesmas em superfícies e densidades diferentes. Em "Amazônia", há uma forma de protesto, porque a Arte reflete a vida. "Penso que neste momento em que vivemos, todos temos que destacar a importância da Amazônia, trazendo seus elementos para a luz, para a ótica crítica do espectador, resgatando o que a humanidade tem de mais precioso, que é a vida", afirma Jobim.

 SOBRE CRISTINA JOBIM

Nasceu em Salvador, vive no Rio de Janeiro há 25 anos e atua no segmento de Tecnologia da Informação. Começou a pintar aos seis anos de idade. Já pintou cerâmica, bandejas de madeira, utilitários, peças de decoração, que  compõem seu acervo pessoal e o de amigos. Tem no bairro de Copacabana, a praia, o mar, o sol e as flores, a natureza como inspiração. Procura a poesia das cores, as formas que dão o primeiro insight para a criação de uma obra. 

De inspiração livre e autodidata, aprimora suas técnicas, experimenta cores e amadurece suas aptidões artísticas a cada novo quadro. Após anos de produção amadora, colecionando elogios, críticas construtivas, resolveu dedicar-se a pintar profissionalmente. Produzir arte, em consonância com o mercado, exigiu da pintora conexão com tendências e comportamento de consumo cultural. Em busca de seu registro artístico pintou algumas séries de quadros, catalogados em fases ou coleções da artista. 

Possui obras em 4 países:  Alemanha, Brasil, Itália e Portugal, e alguns prêmios acumulados em sua carreira artística. Atualmente tem a Amazônia brasileira como inspiração principal e forma de conscientização. 

A TÉCNICA DE CRISTINA JOBIM

Acrílico sobre tela, bem difundida, uma opção clássica. Em busca de encontrar harmonia, de despistar as sombras, de iluminar os caminhos do olhar abstrato se vê a força da arte presente nos quadros.

As composições de cor conversam, convivendo sem roubar a cena. As cores mais vistas não ofuscam as cores menos presentes ou de potência reduzida. As cores não se sobrepõem intencionalmente e isso revela a personalidade artística do trabalho.

É como num jogo de encantamento, que provoca movimento no quadro, fazendo com que seu observador seja livremente conduzido. A ideia é de que se considere que o mesmo quadro leve a caminhos diferentes, interagindo com o estado de espírito de seu observador. Um padrão de início sem destino previsto, sequer conhecido.

EXPOSIÇÕES REALIZADAS

. Exposição Olhar 2017 - Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo

. Exposição Mottainai 2018 - Memorial da América Latina SP

. VIII Salão Internacional de Artes Plásticas SINAP/AIAP 2018 - Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo

. Exposição Garden 2018 - Restaurante Garden Ipanema RJ

. Exposição Pigmentando o Mundo 2019 - Museu da Receita Federal / Ministério do Planejamento RJ (individual)

. Exposição Pigmentando o Mundo 2 / 2020 - Museu da Receita Federal RJ (individual)

. Galeria de Artes Sala Djanira (individual)

. CEPERJ Rio de Janeiro (individual)

SOBRE A TARTAGLIA ARTE

Foi fundada em 1950 como um estúdio de pintura pelo artista Piero Tartaglia, então conhecido como Piery. Após alguns anos, criou um ponto de referência e encontro cultural com outros artistas e jovens talentos onde, sob a orientação do Mestre, desenvolveram seu estilo pessoal. A paixão avassaladora de Tartaglia  pela expressão pictórica com explosões de cor pura e contrastes violentos que tornam a tela viva, deu vida à Escola do Disgregacionismo.  Posteriormente fundou as Galerias, para exposição permanente de seus trabalhos e os de seus alunos, e que hoje são dirigidas pelo filho Riccardo. 

O amor pela arte e uma visão cultural ampla são as peculiaridades deste grande artista, e representam sua herança moral e espiritual. Herança que continua sendo representada por Riccardo Tartaglia, que trabalha com a mesma seriedade e tenacidade na propagação da arte, através de exposições e eventos internacionais. Mas tudo com a assinatura de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez (Membro da Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro e Embaixatriz Cultural com Honoris Causa, pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina - Honra da Arte de Florianópolis), o que confere um atestado de credibilidade e sensibilidade criativa. 

Site: tartagliaarte.org

Exposição: "AMAZÔNIA"

Artista: CRISTINA JOBIM

Instagram: @cristinajobim.art

Curadoria: Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez - Tartaglia Arte

Instagram: @reginanobreztartaglia @tartagliaarte

Local: Centro Cultural Correios RJ (Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, RJ)

Abertura: 16 de dezembro de 2021 às 17h

Visitação: 17 de dezembro de 2021 a 06 de fevereiro de 2022

Dias e horários: terça a sábado, das 12h às 19h

Censura Livre

Acesso Gratuito

Acessibilidade: Sim

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem @_paula_r_soares

Representação comercial: Tartaglia Arte (21) 96588-2653 

Concebido e organizado por Tartaglia Arte - www.tartagliaarte.org

Apoio: Centro Cultural Correios - RJ /  Ministério das Comunicações - Governo Federal

Uso de máscaras e comprovante de vacinação são obrigatórios

Giovani faz pocket show em evento de alto luxo

Público aprovou a apresentação do cantor
Foto: Divulgação
O cantor Giovani, da dupla com Gian, marcou presença no evento promovido pela Boutique de Arquitectura, primeira e única chancela de arquitetura de alto padrão do Brasil. A empresa, que acaba de lançar oficialmente sua grife, realizou nesse mês de novembro um majestoso evento no Palácio dos Cedros em São Paulo (capital) com um pocket show exclusivo do sertanejo. 

A chanceler de 2021 foi Camila Klein (profissional que é referência em arquitetura, interiores design e lifestyle) e o time das dez primeiras arquitetas chanceladas traz os nome de: Ana Ferreira (RO), Bruna Castelli (MT), Camila Borin (MT), Emmanuelle Moreira (CE), Fabrina Ribeiro (MT), Fernanda Machado (MT), Flávia França (MT), Juliana Manica (MT – RS), Keith Damiani (MT) e Lívia Martins (GO).

A marca que nasceu no Brasil, na cidade de Cuiabá-MT e goza de protetiva jurídica, apresenta-se no mercado há quatro anos, adquirindo o status de grife ao estabelecer escritórios Boutique em todo o país um ano após o seu lançamento!  

Vale ressaltar que a Boutique de Arquitectura é a primeira startup de arquitetura de luxo do Brasil no quesito inovação, unindo luxo e tecnologia. Outro diferencial é que esta é a única ‘Boutique de arquitetos’ com todos os processos operacionais padrões automatizados, o que significa que os profissionais e clientes têm acesso a esses, de forma clara e prática na palma da mão, abrindo as fronteiras para elaboração de projetos e materialização de sonhos em todo o território nacional e internacional.

“A Boutique é mais que uma grife, é uma chancela que veio revolucionar o mercado trazendo o primeiro contrato visual law automatizado”, explica a idealizadora do projeto, Camila Borin, que através das embaixadoras Ana Carolina Morais, no Brasil, e Marcília Luzbet, nos Estados Unidos abrem as portas das fronteiras físicas e unem a Boutique ao mundo. Os projetos podem ser idealizados nas estrelas, confirme diz Camila: “Os sonhos saem de lá, e lá devem morar, por isso, a plataforma ganhou o nome de boutique nas estrelas”.

“O mundo já se acostumou com a velocidade das nuvens, mas agora nosso estágio é estar nas estrelas, construir todos os nossos sonhos por lá!”, completa Camila Borin.

É com este ideal que, desde o início, a Boutique de Arquitectura é considerada uma grande constelação de estrelas que criam e materializam sonhos.

Para saber mais, acesse: www.boutiquedearquitectura.com.br

Instagram: @boutiquedearquitectura

Grupo “Pra te Emocionar” está na expectativa para o crescimento de shows

Artistas estão animados para divulgar
novidades ao público - Foto: Divulgação
Com o crescimento da Pandemia do coronavírus no Brasil, o segmento musical se viu obrigado a parar, devido às restrições, iniciada em março de 2020, para conter a disseminação da Covid-19 no país. o setor de shows foi um dos primeiros a cancelar eventos, sendo um dos últimos que retornará a normalidade. De acordo com dados do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), segundo o relatório “O que o Brasil ouve”, divulgado no dia 15 de setembro de 2021, durante todo o ano de 2020, a quantidade de shows e eventos realizados no país apresentou uma queda de mais de 80% comparado a 2019, quando foram registrados mais de 83 mil espetáculos e eventos por todo o país. No ano passado, foram apenas 15 mil apresentações, com a grande maioria realizada ainda no primeiro trimestre, antes de decretada a pandemia. Já nos seis primeiros meses de 2021, por exemplo, o segmento de Shows sofreu um forte impacto, apresentando uma queda significativa de mais de 75% no valor do repasse na distribuição de direitos autorais em comparação com o primeiro semestre de 2020. 

Com a flexibilização das restrições da pandemia da Covid-19 no estado do Rio de Janeiro, publicado no decreto do dia 18 de outubro de 2021, que liberou a lotação de 100% para os espaços como teatros, cinemas, museus, centros comercias e casas de shows, trouxe uma esperança para o segmento musical, mas atenção: O uso da máscara em locais fechados ainda é obrigatório. 

Para Cimazinho Machado (produtor), Carlinhos (percussão), Danilo Santos (vocalista) e João Paulo (percussionista) que fazem parte do grupo de pagode “Pra te Emocionar” ,  o crescimento das festas e shows de fim ano é muito aguardado. “Ainda está devagar eventos em casas de shows, mas está rolando festas de noivados, casamentos, eventos em empresas e shows de samba de rua. Com a flexibilização estamos na expectativa para o aumento da nossa agenda de shows, pois temos projeto de lançar o nosso CD em 2022, que ficou parado por causa da pandemia”, diz Cimazinho. E completa dizendo que: “Já tocamos  em lugares com grande visibilidade, como: Bar da Laje (Vidigal), Royal Lounge (São Gonçalo), Drink Chic (Padre Miguel), Point Marisa (Padre Miguel), Vip’s Open House (São Gonçalo) e Bar da Tiapira (Realengo)”.

O grupo foi criado em 2016, na zona oeste do Rio de Janeiro, com o objetivo de levar música de qualidade para todo o Brasil. “Nossa missão é apresentar trabalhos musicais como: shows, eventos filantrópicos e produções musicais de todas as amplitudes. Somos do segmento do samba, pagode e MPB. Tocamos por amor a música brasileira”,. ressalta Cimazinho.

Os artistas têm 7 músicas autorais lançadas. Em 2016, Incondicional, 2017 Coração Arredio, 2020 Maior Plano, 2021 Melhor Par, Não Tive a Intenção (Participação Thaís Macedo), Não Era pra Ser Nós Dois, Para com Isso (atual música de trabalho) e conta também com Dois DVDs lançados em: 2019 DVD O Samba que te Emociona, com participações de Beleleu, Arlindinho, grupo Nabalada e grupo RDN e outro em 2020 DVD Roda de Samba do Pra te Emocionar ao Vivo.

Para se manter no mercado musical, o grupo teve que se reinventar para sobreviver a crise no mercado cultural. Foi através das lives que a grande oportunidade de ficar mais próximo do publico surgiu, evitando cair no esquecimento daqueles que já acompanham o grupo, e assim abrindo portas para serem mais vistos por possíveis patrocinadores.

Gratidão é a nova música do cantor Tiago Vilela

Trabalho já está disponível on-line
Foto: Divulgação
O cantor Tiago Vilela lançou recentemente sua nova música “Gratidão”, que está disponível em todas as plataformas digitais. A produção é fruto da própria experiência do músico em relação à música, que se intensificou durante o início da pandemia de COVID-19. 

“Essa música é fruto de uma experiência de gratidão. Anos atrás eu havia abandonado a música, sentindo que já não tinha nada a agregar com ela. Foi então que,  em meio ao início da pandemia pelo coronavírus no mês de março de 2020, fui incentivado a fazer algumas lives, cantando para as pessoas que estavam isoladas”, conta Tiago. 

Essas lives se tornaram um projeto chamado “Música sim, Corona não”. Todos os dias, Tiago cantava durante 15 a 20 minutos e conversava com as pessoas que assistiam às lives. “Em pouco tempo comecei a receber dessas pessoas um agradecimento porque, sem eu saber, sem pretensão alguma, elas estavam se sentindo menos ansiosas e menos angustiadas”, explica. 

Por isso, “Gratidão” é o agradecimento a essas pessoas que ajudaram Tiago a se reencontrar na música. O clipe oficial pode ser visto aqui: https://www.youtube.com/watch?v=M9jw5oZHkoE

Tiago se dedica também a um projeto Kids, que conta com músicas autorais e releituras de cantigas clássicas do universo infantil, como “A barata diz que tem” e “Pintinho Amarelinho”.

Exposição com retratos gigantes de moradores de Sabará será aberta nesse sábado

Moradores como Chiquinho da TV Muro
estão no projeto - Foto: Nitro Imagens
Iniciativa promovida pela Fundação ArcelorMittal faz parte do Projeto Moradores que documentou as histórias e memórias de moradores da cidade 

Cerca de 100 moradores contaram suas histórias e memórias afetivas com Sabará, uma das cidades mais antigas de Minas Gerais. É a partir dessa experiência e desses relatos que o projeto Moradores - A Humanidade do Patrimônio produziu, montou e irá lançar uma exposição de retratos em grande formato e um filme documentário nesse sábado (4), a partir das 19h, no adro da Igreja do Rosário, na Praça Melo Viana. A exposição, que ficará aberta até o dia 12, faz parte de um círculo de ações na cidade em celebração aos 100 anos de operação da ArcelorMittal Aços Longos no Brasil e é uma grande homenagem ao que os autores do projeto chamam de “maior patrimônio que uma cidade pode ter, ou seja, seus próprios moradores.”

Tudo começou com uma tenda branca montada em uma praça pública, uma câmera apontada e um convite. Nesse instante, mais do que o ato de se deixar fotografar, moradores e moradoras de Sabará foram chamados a se reconhecerem como patrimônio cultural da cidade e a contar sua história de afetividade com o território. 

Entre esses moradores, estiveram personagens populares, como Chiquinho, criador da TV Muro, “a menor emissora do mundo”. Filho do projetista do cinema, ainda criança, se apaixonou pelo audiovisual. Desde os anos 90, se dedica a registrar entrevistas com os moradores e a transmiti-las por uma TV no muro de sua casa. 

Outra personalidade querida da cidade que participou do projeto foi Dejair, ex-goleiro, ídolo e último remanescente do épico time do Siderúrgica, campeão mineiro de 1964. A musicista Nath Rodrigues, destaque da música mineira em 2021, nasceu e estudou música em Sabará. Ela também participou do Moradores. 

Mas também passaram pela tenda, moradores não tão conhecidos, como dona Gercy. Ela encantou a todos com sua história de amor pela música. Seja no Teatro Municipal, nas igrejas, nas rádios ou nas procissões de Semana Santa, há quase 80 anos, ela enche a cidade de musicalidade com sua voz de soprano.

Exposição e varal fotográfico

Tanto Chiquinho quanto Dejair, Nath e Gercy estão entre os 12 moradores escolhidos para comporem a exposição na Praça Melo Viana, que terá retratos gigantes dos moradores em painéis de 4m x 2m. Mas não só eles serão homenageados. Todos moradores que passaram pela tenda do Projeto Moradores, poderão ir até a abertura da exposição e retirar sua fotografia gratuitamente. 

“Entregar uma fotografia a essas pessoas é uma maneira de dizê-las ‘muito obrigado’ por terem nos ajudado a construir uma exposição e um filme, a partir de seus relatos, para documentar como o amor dos moradores por Sabará é a melhor 

forma de preservá-la”, explica Gustavo Nolasco, um dos autores do Projeto Moradores, ao lado de Alexandre Baxter, Bruno Magalhães e Marcus Desimoni.

O filme de aproximadamente 15 minutos de duração reconta a história de Sabará a partir das memórias de seus moradores. O Carnaval, as festas da jabuticaba e da ora pro nobis, as igrejas, as escolas, o futebol, a natureza e até mesmo os 100 anos de convivência com a antiga Belgo Mineira (hoje, ArcelorMittal) estão entre os temas relembrados pelos moradores nesse documentário alegre e emocionante. 

Projeto Moradores

O Projeto Moradores completará 10 anos em 2022. É um movimento de arte urbana pela valorização da memória dos moradores como sendo o maior patrimônio que uma cidade pode ter. É uma criação da NITRO Histórias Visuais, de Belo Horizonte. Já passou por cinco estados, 22 territórios e registrou a história de aproximadamente 3.600 pessoas. Foi reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como uma ação de sucesso em Educação Patrimonial.

Fundação ArcelorMittal

A etapa de Sabará tem o patrocínio e é uma realização da Fundação ArcelorMittal e da ArcelorMittal Aços Longos, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e tem o apoio da Prefeitura de Sabará e do projeto Borrachalioteca.

Criada em 1988, a Fundação ArcelorMittal busca transformar a vida das pessoas de forma coletiva e participativa, compartilhando conhecimento e inovação, contribuindo para a inclusão, formação de cidadãos e para um mundo melhor. Tem a educação, cultura e esporte como eixos prioritários, realizando iniciativas nos territórios de influência das empresas do Grupo ArcelorMittal. que promovem o acesso às oportunidades para crianças e jovens e possam, assim, experimentar mais participação, inclusão e protagonismo na sociedade. 

O ano de 2021 marca o centenário da ArcelorMittal Aços Longos no Brasil, tendo o município de Sabará como o primeiro local em que a empresa se instalou, ainda como a antiga Belgo Mineira. A realização do Projeto Moradores na cidade é uma das ações promovidas para celebrar o centenário nas comunidades onde está inserida. 

Siga o Projeto Moradores no Instagram: 

http://www.instagram.com/projetomoradores

AGENDA

PROJETO MORADORES | SABARÁ

Abertura da exposição e exibição de filme documentário 

Data: 04/12 (sábado) 

Horário: 19h 

Local: Adro da Igreja do Rosário (Praça Melo Viana) - Entrada gratuita

A exposição ficará montada até o dia 12/12.

Acesse o vídeo-convite: https://vimeo.com/65156361

Feira do Mineirinho amplia funcionamento com programação especial

Grupo Clareou é uma das atrações
Foto: Divulgação
Apresentações acontecem nesta quinta às 19h, sábado a partir das 13h, e domingo a partir das 12h

As festividades de final de ano se aproximam e com elas uma super programação da Feira do Mineirinho para o mês de dezembro. As apresentações musicais que aconteciam apenas às quintas-feiras e aos domingos, em conformidade com os protocolos e os decretos sanitários estabelecidos pela Secretaria Municipal de Saúde, agora vão ocorrer aos sábados também. Haverá sempre atrações de destaque no cenário musical nacional e regional, como o grupo de samba carioca Clareou (04), Jorge Aragão (11), “Axezim Mineirinho” com Baianas Ozadas, TK, Axé das Antigas, Bloco Faraó e Beiço do Wando (18), além do “Réveillon de boa na lagoa” com a banda Vou pro Sereno (31). E nesta quinta, dia 02, a partir das 19h, a noite ficará sob o comando do cantor Paulinho Oliveira (considerado a sensação do pagode) e do cantor Dirceu Marinho, o Chocolate, que apresentará diversos ritmos.

Sábado

Direto do Rio de Janeiro, o Clareou vai animar o público com uma super roda de samba. Fundado em 2010, o grupo vem lançando músicas marcantes que embalam o coração dos brasileiros apaixonados, como “Marra de durão”, sucesso nas plataformas digitais.  O evento acontece a partir das 13h.

Domingo 

E a música ao vivo prossegue no domingo (5), a partir das 12h. A primeira apresentação será do Diga Lá que promete contagiar a todos com seu som vibrante repleto de pagode, samba e muito mais. Depois será a vez do Vira e Mexe. O grupo apresentará ritmos dançantes com destaque para o axé, além de músicas autorais que marcaram a carreira do grupo como “Gata molhada” e “Sobe e desce”.

Sobre a feira

A Feira do Mineirinho é ponto de encontro da família mineira e atração turística aos visitantes que chegam à capital mineira.

O público conta com grande variedade de produtos, como artesanato, decoração, bijuterias, calçados, vestuários, produtos para o lar e muito mais.

Com excelente localização, ao lado do Estádio Mineirão, na Pampulha, é considerada um ótimo centro de compras e entretenimento, que tem atraído, cada vez mais, o público com perfil eclético. 

Fique por dentro das novidades da feira  nas redes sociais:  YouTube, Facebook e Instagram.

Feira do Mineirinho amplia funcionamento e abre dezembro com programação especial! Público vai poder curtir grandes atrações musicais nacionais e regionais

Dia: Gratuito – 02/12/2021 – (quinta-feira) – a partir das 19h – Paulinho Oliveira/Chocolate

Dia: 04/12/2021 (sábado) – a partir das 13h – Grupo Clareou (RJ) – ingressos no Sympla. Informações: (31) 99194-3030 e 98642-1479

Dia: Gratuito - 05/12/2021 (domingo) – a partir das 12h – Diga Lá/Vira e Mexe

Local: Mineirinho (avenida Antônio Abrahão Caram, 1000, São José, Pampulha, Belo Horizonte/MG)

Entrada, com capacidade de público limitada, e estacionamento: gratuitos

Informações: (31) 3017-0573

Grupo Galpāo lança espetáculo no Youtube

Público pode assistir de qualquer cidade
Foto: Fernando Lara
Ministério do Turismo e Instituto Cultural Vale apresentam:

Dramaturgia: Silvia Gomez

Direção:  Clarissa Campolina e Fernanda Vianna

ESTREIA NACIONAL

Temporada: 4 de dezembro a 19 de dezembro de 2021

Quinta a domingo, às 20h, no canal do Grupo Galpão no YouTube 

Sinopse

Hipnotizada pela imagem de um vulcão ativo do outro lado do mundo, uma mulher parte ao encontro de sua fúria. No caminho, sem conseguir voltar, ela se descobre em uma gravidez extraordinária, começando o relato da viagem que dá forma a esta peça-filme, jornada entre o teatro e o cinema inspirada nas narrativas do realismo fantástico.   

Estreia: 2021 | Classificação indicativa: 12 anos | Duração:  39 minutos

“Partida de vôlei à sombra do vulcão”

é o novo trabalho do Grupo Galpão

Com dramaturgia de Silvia Gomez e direção de Clarissa Campolina e Fernanda Vianna, peça-filme recorre ao realismo fantástico para narrar a jornada de uma mulher à cata de seu próprio furor

Diante da imagem de pessoas se divertindo bem próximas à lava expelida pela Terra, “Ela” não apenas se intriga com a inusitada cena, como, imediatamente, decide viajar rumo às entranhas do planeta. Em sua jornada, acabará por desvendar, também, a intensidade da própria fúria. Eis os contornos de realismo fantástico por trás do novo projeto do Galpão, a peça-filme “Partida de vôlei à sombra do vulcão”, cuja estreia nacional ocorre no dia 4 de dezembro, às 20h, no canal do Grupo no YouTube. Com dramaturgia de Silvia Gomez e direção de Fernanda Vianna e Clarissa Campolina, o espetáculo ficará em cartaz até 19 de dezembro de 2021, com exibição semanal, sempre de quinta a domingo, às 20h. A peça-filme integra o projeto “Dramaturgias – Cinco passagens para agora”, que conta com o patrocínio master do Instituto Cultural Vale e patrocínios da AngloGold Ashanti e do banco BV, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O projeto realiza, de junho a dezembro de 2021, cinco espetáculos em diferentes formatos nas redes sociais.

Segundo a dramaturga Silvia Gomez, a possibilidade de escrever uma peça para o Grupo Galpão era um sonho antigo e secreto: “A Companhia sempre me emocionou, divertiu e iluminou, levando-me, tantas vezes, a inúmeras viagens. Quando o Eduardo Moreira me ligou, em janeiro, quase desfaleci, mas, logo recuperada, me pus a escrever uma narrativa baseada, justamente, na ideia pela qual andava obcecada, a de relatos de viagem”. A famosa imagem do vulcão ativo na Islândia, viralizada em março de 2021, serviu de ponto de partida à delirante jornada do texto, inspirada no realismo fantástico, movimento literário admirado por Gomez. Nasce, assim, uma espécie de diário de bordo sobre a travessia da mulher que busca a fúria vulcânica manifestada pelas entranhas da Terra.

A artista comenta, ainda, que ninguém viaja apenas para saber como é o mundo para além de suas portas. Em seu texto, a personagem afirma: “Busca-se, também, entender de onde a gente veio. Por isso, eu parti. E, agora, estou tentando voltar. Mas alguma coisa muito estranha aconteceu. Eu não consigo retornar. Não consigo voltar para o meu país”. No processo de elaboração do texto, descobrir e traduzir a narrativa fragmentada da personagem única – uma mulher em peregrinação, cuja voz é revezada em carrossel pelos atores do Galpão – foi, por sua vez, outra jornada de transformação: “Viajar ao lado das imaginações exuberantes de Fernanda Vianna e Clarissa Campolina, que assinam a direção, revelou-se uma aventura preciosa, para observar como podemos borrar linguagens e fronteiras de nosso trabalho, ampliando as possibilidades, as parcerias e os trajetos”.

Da escrita aos ensaios, Silvia Gomez se sentiu como espectadora privilegiada das diretoras do projeto, assim como dos atores e atrizes do Galpão: Antonio Edson, Eduardo Moreira, Inês Peixoto, Julio Maciel, Lydia Del Picchia, Paulo André, Simone Ordones e Teuda Bara. “No convívio com a equipe, senti, com toda a concretude, o espírito coletivo que faz do teatro essa arte milenar e fascinante e, do Galpão, essa companhia icônica, um patrimônio do país”, sublinha Silvia, ao destacar que a dificuldade inicial da dramaturgia foi imaginar um texto para oito atores. “Isso, porém, impôs a forma, que acabou como narrativa única, revezada, em carrossel, pelas vozes do Galpão. Pude explorar a polifonia do Grupo e pensar o texto em sintonia com a essência coletiva, ainda que feito para a tela”, explica.

E ela se diz obcecada por relatos de viagem, o que resultou na dramaturgia escolhida. “Admiro o teatro do absurdo e o realismo fantástico, e meus textos sempre encontram um tom delirante, que me permite passear com a palavra por lugares como tensão e humor, quase um riso nervoso”, afirma Silvia Gomez, que, em momento de tamanho desamparo no país, procurou, na metáfora da fecundação, o desejo da construção de novas montanhas e topografias, ao estimular, no texto, a imaginação coletiva rumo a melhores paisagens: “Nele, também sinto que há meu componente de agradecimento ao Galpão, que, há quase 40 anos, nos oferece tal pacto coletivo da imaginação, espaço público e lúdico, onde podemos criar outras paisagens, algo que, neste momento asfixiante, se faz urgente e necessário. O vulcão é, também, metáfora do teatro representado pelo Galpão, arte que nos permite sonhar, juntos, com o futuro”.

“Vulcão” sob a ótica das diretoras

A diretora Fernanda Vianna, que também é atriz do Grupo Galpão, destaca que, desde o início, todo o processo de construção do "teatro de tela" ocorreu de modo orgânico. “Daí, talvez, se origine um pouco do teor feminino, pois eu nunca havia trabalhado com Silvia e Clarissa. Quando o Galpão me chamou para dirigir este projeto, comecei a conversar com a Silvinha. Em junho, ela ainda desenvolvia o roteiro, e começamos a pensar juntas. Gostaria muito que o trabalho tivesse algo forte, ligado às imagens, ao audiovisual, pois a imagem fala. Foi aí que pensamos na Clarissa Campolina, tamanha a admiração pelo trabalho dela”, explica.

"Clarissa começou a trabalhar a ‘questão audiovisual’ e passamos a pensar o roteiro juntas, já que a personagem principal seria dividida entre seis atores, algo que Silvia queria muito, por serem corpos de homens e mulheres. Comecei, também, a puxar o bonde, ao trabalhar com os atores e as atrizes. No Galpão, a gente joga muito bem junto, e, quando veio a câmera, Clarissa passou a nos puxar, sempre com uma imagem muito clara na cabeça”, conta Fernanda, ao destacar o grande prazer de trabalhar com duas mulheres que, em seu ofício, demonstram conhecimento, profundidade, talento e um lugar no feminino e na contemporaneidade. “Importante ressaltar, além disso, que a peça-filme conta com teor extremamente político, pois aborda o que todos vivemos na atualidade”, completa.

Na visão da diretora, a personagem do espetáculo é toda fragmentada, algo muito feminino. “São seis atores e, a cada hora, fala uma das cabeças da personagem. Além disso, queria muito que esse 'teatro de tela' tivesse o humor do Galpão, e que pudéssemos nos emocionar”, afirma. Outra surpresa boa, segundo Fernanda Vianna, foi dirigir os colegas: “A gente sente quando está jogando gostoso. Os primeiros ensaios ainda foram em ambiente virtual, mas, quando começamos a ensaiar presencialmente, veio a alegria. Quando vem o corpo, muda tudo! O texto se transforma! Brincamos muito até chegar neste lugar, no resultado que queríamos. As pessoas vão compreender, cada um à sua maneira, e por vários acessos: pelo texto, pela imagem, pela brincadeira, por meio desse jogo gostoso dos atores e das atrizes em cena, que já é marca do Grupo Galpão”.

No ver de Clarissa Campolina, foi um aprendizado trabalhar com o Galpão e compartilhar, de maneira aprofundada, o sentido de coletivo. “Sempre acompanhei o trabalho do Grupo, e admiro muito o teatro que fazem. Os últimos espetáculos a que assisti, dirigidos por Márcio Abreu, me causaram muito impacto, pela linguagem e pelo sentimento de ver experimentos em outros lugares”, lembra a diretora, ao ressaltar que é a primeira vez que trabalha com o Galpão de forma direta: “Eu já havia realizado projetos com atores do Grupo e, também, no longa-metragem Samba Canção, dirigido por Rafael Conde. Fui assistente de direção, e rodamos uma cena, em frente ao Cine Brasil, com todos. A experiência foi breve, mas muito interessante para mim, que começava a trabalhar com cinema”. 

Como o texto de Silvia Gomez está carregado de sentidos e significados, a direção buscou dialogar e intensificar tais conceitos: “Cada vez que líamos, juntas, o texto, conseguíamos perceber novos sentidos e nos aproximar um pouco mais da personagem. ‘Ela’ e todo seu relato me interessam muito pelo movimento e pela transformação que ‘Ela’ sofre no decorrer da peça. A forma como Silvia escreve nos levou, também, a escolher uma narrativa fílmica fragmentada: a personagem é interpretada por diferentes atores e atrizes, de modo a fortalecer o diálogo com o realismo fantástico, já presente no texto original”.

A diretora frisa que, ao longo do relato, “estamos dentro da ‘cabeça’ da personagem ou, talvez, de seu diário de viagem, e os acontecimentos nos são apresentados a partir do ponto de vista d’Ela, a partir de suas memórias. Tal escolha nos possibilitou brincar com a realidade, realizar um jogo de cena lúdico, representar a personagem principal a partir de diferentes ‘rostos e corpos’, e nos trouxe grande liberdade para construir as imagens”. Com relação ao trabalho em parceria com Silvia e Fernanda, Clarissa diz que as três estavam muito interessadas em realizar algo verdadeiramente em conjunto: “Durante meses, lemos e discutimos o texto, depois o roteiro, remotamente. Ao longo desse tempo, tivemos muito espaço para nos conhecer, entender o ponto de vista de cada uma, e nosso desejo de transformar a narrativa a partir da articulação entre imagens e sons. Isso trouxe liberdade ímpar ao processo”.

Durante o processo de trabalho, a dramaturga e as diretoras realizaram um teatro de/para/na tela. Partiram, afinal, de um monólogo teatral, e passaram a desdobrar o texto em imagens, de maneira a se aproximarem da memória e do modo de imaginar da própria personagem. “O roteiro foi escrito com esse pensamento, de forma a manter as convenções teatrais e a possibilidade de criar o mundo (e qualquer paisagem), seja na rua, seja em cima de um palco. Fomos guiados, também, pela história do Galpão, pela performance dos atores e das atrizes, pelo fazer artesanal e pelo desejo de apresentar os espaços de forma deslocada e lacunar”, completa Clarissa Campolina.

Sobre a dramaturga Silvia Gomez

Nasceu em Belo Horizonte (MG), em 1977. É jornalista, dramaturga e roteirista, autora das peças teatrais Mantenha fora do alcance do bebê (ganhadora dos prêmios APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, na categoria de melhor dramaturgia, e Aplauso Brasil, em 2015), Neste mundo louco, nesta noite brilhante (indicação ao Prêmio Shell paulistano, na categoria melhor dramaturgia, em 2019) e A Árvore, entre outras. Suas peças foram traduzidas para em espanhol, francês, sueco, alemão, inglês, italiano e mandarim, tendo sido encenadas e lidas em países como Bolívia, México, Inglaterra, Espanha, Escócia e Portugal. Desde 2017, ela dá aulas de dramaturgia em locais como o Centro de Pesquisa Teatral (CPT-SESC) e o Núcleo de Dramaturgia SESI-SP.

Sobre as diretoras Fernanda Vianna e Clarissa Campolina

Fernanda Vianna integra o Grupo Galpão desde 1995, e participou de espetáculos como “Romeu e Julieta” (como Julieta), “A Rua da Amargura”, “Um Molière Imaginário, “Tio Vânia” (como Helena), “De Tempo Somos” e o recente “Outros”. Integrou o Grupo Transforma e Grupo de Dança Primeiro Ato, onde recebeu o Prêmio Sated de Melhor Bailarina (1992). É graduada em fisioterapia e trabalhou como preparadora corporal em várias companhias teatrais, como Galpão, Odeon e Armatrux. Em cinema e vídeo, trabalhou em diversas produções como “Moscou”, “Transeuntes”, “O País do Desejo”, “Meu Pé de Laranja Lima”, “O Que se Move” e “O Lodo”. Na TV, participou das séries “Hoje é dia de Maria” e “Justiça,” e como a protagonista Rita, no especial “O Natal de Rita”. Dirigiu os musicais infantis “O Boi e o Burro no caminho de Belém” e “Berenice e Soriano”, pelo qual recebeu o Prêmio de melhor direção em 2017. Recebeu o Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Fortaleza 1999, por sua atuação no curta “Toda Hora é Hora”. Pelo filme “O Que se Move”, recebeu o Prêmio de Melhor Atriz no Festival Internacional de Cinema de Gramado, em 2012.

Clarissa Campolina reside em Belo Horizonte (MG). Formou-se em Comunicação Social (UFMG) e graduou-se em Artes Plásticas (UEMG). Sócia da produtora Anavilhana desde 2005, integrou a Teia, onde, em parceria com outros membros do grupo, realizou documentários, instalações, curtas e longas-metragens. Os filmes que dirigiu circularam nas principais janelas do mercado de cinema autoral, e também foram exibidos no circuito comercial no Brasil e em países como Argentina, Alemanha, França e Portugal. Girimunho (codirigido por Helvécio Marins Jr), seu longa de estreia, teve première internacional no Festival de Cinema de Veneza, em 2011, e recebeu premiações em Veneza, Mar Del Plata, Nantes e Havana, dentre outros. Seu segundo longa, Enquanto Estamos Aqui (codireção de Luiz Pretti), estreou na Holanda, no Festival de Roterdã, em 2019. Seus curtas metragens – Os que se vão (2018); Solon (2016); O Porto (2014); Odete (2012); Adormecidos (2011); Notas Flanantes (2009); Trecho (2006) – foram exibidos e premiados em festivais em Brasília, Havana, Locarno, Oberhausen e Buenos Aires, dentre outros. Além de diretora, Clarissa trabalha como roteirista, montadora, professora e curadora. Participa, ainda, de projetos de audiovisual ligados ao teatro e às artes plásticas. Atualmente, está em fase de finalização do seu terceiro longa-metragem, Canção ao Longe, e em fase de pesquisa de seu quarto longa, A Fera na Selva, em codireção com Sergio Borges. 

Sobre o “Dramaturgias – Cinco passagens para agora”

O projeto “Dramaturgias – Cinco passagens para agora” convida dramaturgos e diretores nacionais de grande destaque a desenvolver trabalhos coletivos. Entre os artistas convidados, estão nomes como Yara de Novaes, Newton Moreno, Marcio Abreu, Pedro Brício e Silvia Gomez. A escolha dos parceiros permite ao grupo compor um significativo painel das artes e da cultura brasileiras, por meio da exploração dos mais diferentes tipos de expressão. Além dos artistas convidados, alguns integrantes do Galpão também assinam dramaturgias e direções. O Grupo lançou, no dia 12 de outubro, o curta-metragem “A primeira perda da minha vida”, com direção de Inês Peixoto e roteiro de Eduardo Moreira. Fernanda Vianna divide com Clarissa Campolina a direção da dramaturgia de Silvia Gomez, “Partida de vôlei à sombra do vulcão”, no mês de dezembro. Paulo André é responsável por uma das dramaturgias, em parceria com Marcio Abreu, que assina a direção, com estreia prevista para 2022.

Grupo Galpão

Criado em 1982, o Grupo Galpão tem sua origem ligada à tradição do teatro popular e de rua. Há quase 40 anos desenvolve um teatro que alia rigor, pesquisa e busca de linguagem, com montagem de peças que possuem grande poder de comunicação com o público. Formado por atores que trabalham com diferentes diretores convidados – como Gabriel Villela, Cacá Carvalho, Paulo José, Yara de Novaes e Marcio Abreu (além dos próprios componentes que também já dirigiram espetáculos do Grupo) – o Galpão formou sua linguagem artística a partir desses encontros diversos, criando um teatro que dialoga com o popular e o erudito, a tradição e a contemporaneidade, o teatro de rua e o palco, o universal e o regional brasileiro.

FICHA TÉCNICA - PARTIDA DE VÔLEI À SOMBRA DO VULCÃO

ELENCO

Antonio Edson

Eduardo Moreira

Inês Peixoto

Júlio Maciel

Lydia Del Picchia

Paulo André

Simone Ordones

Teuda Bara

Participação especial das jogadoras:

Ana Vitória, Eduarda Dutra, Giovana Matos e Isabella Rabelo 

EQUIPE

Dramaturgia: Silvia Gomez

Direção: Clarissa Campolina e Fernanda Vianna

Assistente de Direção: Vinícius Rezende

Direção de Produção: Gilma Oliveira

Produção Executiva: Beatriz Radicchi

Assistente Produção: Lica Del Picchia

Direção de Fotografia: Leonardo Feliciano

Assistente de Fotografia: Daniela Cambraia e Fernanda de Sena

Logger: Larissa Moura Barbosa

Iluminação: Rodrigo Marçal

Maquinária: Luciano Negro Drama

Assistente de maquinária: William Teles

Direção de Arte: Paulo André

Assistente de direção de arte: Gilma Oliveira

Efeito barriga: Beatriz Radicchi

Construção do tapete: Marcelo Alvarenga

Colaboração na construção do tapete: Sofia Terra

Design Atlas de Bolso e logo Cala - Cia Aérea Latino Americana: Laura Bastos

Som direto: Flora Guerra

Trilha Sonora: Grivo

Montagem: Luiz Pretti

Finalização de Imagem: João Gabriel Riveres (Sem Rumo)

Comunicação: Fernando Dornas e Letícia Leiva

Fotos de divulgação e still: Fernando Lara

Assessoria de imprensa: Polliane Eliziário (Personal Press)

Identidade visual: Carolina Moraes Santana e Délio Faleiro

Produção: Grupo Galpão

Co-produção: Anavilhana

MÚSICAS

GRÁVIDA

Compositores: Arnaldo Antunes e Marina Lima (Altafonte)

Voz: Lica Del Picchia

Produção Musical e Mixagem: Dereco

LANÇA PERFUME

Compositores:  Rita Lee e Roberto de Carvalho (Warner Chappell Music)

Versão: Grivo

Gravações realizadas considerando medidas de segurança em função da pandemia de COVID-19.

GRUPO GALPÃO

ATORES

Antonio Edson – Arildo de Barros – Beto Franco – Chico Pelúcio – Eduardo Moreira – Fernanda Vianna – Inês Peixoto – Júlio Maciel – Lydia Del Picchia – Paulo André – Simone Ordones – Teuda Bara

EQUIPE

Gerente Executivo – Fernando Lara

Coordenadora de Produção – Gilma Oliveira

Coordenador de Comunicação – Fernando Dornas

Coordenadora Administrativa – Wanilda D'Artagnan

Coordenadora de Planejamento – Alba Martinez

Coordenador Técnico – Rodrigo Marçal

Produtora Executiva – Beatriz Radicchi

Comunicação on-line – Letícia Leiva e Matheus Carvalho

Assistente de Produção – Lica Del Picchia

Assistente de Planejamento - Júlia Castro

Assistente Financeiro – Cláudio Augusto

Serviços Gerais - Danielle Rodrigues

Assessor Contábil – Wellington D'Artagnan

Gestor Financeiro de Projetos – Artmanagers

Lei Federal de Incentivo à Cultura | Patrocínio máster: Instituto Cultural Vale | Patrocínio: AngloGold Ashanti, banco BV | Realização: Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal, Pátria Amada Brasil.

NFT: Exposição de arte digital no Brasil tem sua primeira obra vendida

Obra foi arrematada por um valor alto
Foto: Nadiia Forkosh
Com a mostra digital, a obra Portrait of the Night, da artista ucraniana Nadiia Forkosh, foi arrematada por US$ 4.500

A exposição Breaking The Fourth Wall - A Digital Art Expo (ou Quebrando a Quarta Parede - Uma exposição de Arte Digital, em português), está despertando o interesse das pessoas pela arte em NFT (No Fungible Tokens), ativo digital que tem sua autenticidade comprovada por blockchain, a mesma tecnologia utilizada nas criptomoedas.

Prova disso é a venda da obra Portrait of the Night, da artista ucraniana Nadiia Forkosh, que estava na plataforma MakersPlace por mais de 200 dias e após o início da exposição, foi arrematada por US$ 4.500.

A exposição, em Florianópolis (SC), conta com a participação de um time de artistas digitais brasileiros de peso, como o premiado André Holzmeister, brasileiro que mora em Nova York e é considerado referência mundial em NFT, computação gráfica e motion design, além de nomes como Flávio Montiel, Rafael do Nascimento Fernandes, Rodrigo Rodrigues (RodRod), entre outros.

Para Holzmeister, esse é só o começo de um mundo novo que se abre, com olhos para o futuro. "O NFT está democratizando a arte digital e tornando-a acessível a todos. A exposição se tornou uma importante chave que está abrindo a porta para as pessoas se aproximarem mais desse universo, além de uma importante possibilidade para os artistas divulgarem suas obras, até então pouco conhecidas".

"O mistério se esconde, e não aparece...a história é imaginação. Todos os segredos estão sendo mantidos sob sua capa azul".

Essa é a forma como Nadiia Forkosh define a obra digital The Portrait of the Night. "Na minha criação pretendo abrir a alma das coisas. Eu não crio a imagem que aparece por si só, estou olhando a sua forma. Dessa forma, eu imprimo o meu estilo", diz a artista ucraniana.

Nascida em Kiev, na Ucrânia, Nadiia teve contato com a arte ainda pequena. Seu avô a ensinou a desenhar. "Ele me ensinou que as linhas podem ser subjugadas à sua vontade e que a cor pode dizer mais como você se sente do que as palavras".

A partir daí, a artista passou a pintar e deu vida a diversos personagens - pessoas, roupas, árvores, integrantes de contos de fada. Após terminar os estudos, Nadiia não queria mais retratar o mundo, mas compreendê-lo.

A partir do momento em que ingressou na universidade, a artista começou a estudar as obras de grandes mestres, sendo três deles grandes influências em seu estilo, como Michelangelo Merisi, conhecido como Caravaggio, Salvador Dalí e Wassily Kandinsky. "Caravaggio me surpreendeu com contrastes e pressão. Dalí me mostrou que podemos colocar nossos sonhos na perspectiva da realidade. A energia fluida e a expressividade afiada de suas pinturas influenciaram minha busca pela forma".

Mas Nadiia encontrou a liberdade de estilo quando conheceu as obras de Kandinsky. "Linha, ponto e cor aqui adquiriram independência do retratado, o que é característico da própria arte. Entendi Kandinsky como um chamado para remontar a estética da pintura".

Originalmente artista das telas e pincéis, Nadiia foi surpreendida pelo mundo digital, que, como ela diz, surgiu de repente e começou a influenciar ativamente as atitudes estéticas usuais, tornando-se um campo de experimentação. "Eu queria encontrar uma ferramenta para retratar a alma nesta dimensão digital", ressalta.

Atualmente, suas obras em NFT estão expostas na galeria ARX de Londres, juntamente com suas telas. "Ainda estou tentando resolver o enigma de linhas e cores que meu avô uma vez me falou", reflete.

Compra das obras

Localizada no rooftop do Floripa Square, a exposição Breaking The Fourth Wall - A Digital Art Expo pode ser vista a quilômetros de distância pelas pessoas.

Para quem se interessar pelas artes, o mecanismo de compra é inovador, assim como a própria arte em NFT. Por meio da leitura de um QR Code, o interessado em conhecer e adquirir as obras é direcionado para o site no qual elas estão expostas e ali mesmo pode fazer a compra da arte em NFT escolhida.

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Festival Cantos de Beagá comemora os 124 anos da capital mineira

O evento gratuito, que acontece nos dias 10 e 11 de dezembro, vai oferecer música, com Lívia Itaborahy, Ladston do Nascimento, Tadeu Franco, Sérgio Pererê e Bárbara Barcellos, arte ao vivo com Fernando Pacheco, palestras, uma rica experiência gastronômica e o inovador e necessário turismo inclusivo

Descobrir Belo Horizonte através dos seus pontos turísticos, da gastronomia e da cultura. Esses são alguns dos propósitos da quarta edição do Festival Cantos de Beagá, que acontece nos dias 10 e 11 de dezembro (sexta e sábado) com apresentações musicais, ciclo de palestras, vídeos turísticos, uma verdadeira experiência gastronômica pelo Centro de Belo Horizonte e uma ação piloto de turismo inclusivo. O evento, que comemora os 124 anos da capital mineira, terá como espaço principal o Sesi Museu de Artes e Ofícios (Praça Rui Barbosa, 600 - Centro, Belo Horizonte/MG), mas passará por outros locais icônicos da cidade e será apresentado no formato presencial com participação gratuita e tradução em libras.

De acordo com Lúcia Rêgo, diretora da Favo Cultural, empresa realizadora do projeto, a intenção é, além de comemorar o aniversário da capital mineira, mostrar um pouco da riqueza cultural e gastronômica, além de valorizar o potencial turístico. “Fizemos questão de gravar os vídeos musicais em pontos turísticos que retratam a nossa Belo Horizonte, trazendo artistas queridos que refletem a nossa mineiridade, como Paulinho Pedra Azul, Ladston do Nascimento, Tadeu Franco e Bárbara Barcellos. Aliás, a Bárbara vai lançar durante o evento uma música inédita em homenagem a BH”, revela.

Com a apresentação de Fernanda Izidoro, o festival é uma realização da Favo Cultural, patrocinado pela Prefeitura de Belo Horizonte por meio da Belotur.

Ciclo de Palestras

As palestras gratuitas e com emissão de certificados serão apresentadas no dia 10 de dezembro (sexta-feira) na Sala Multiuso Prédio B do SESI Museu de Artes e Ofícios. A primeira será a 'Tendências no Turismo: Inovação e Criatividade' que traz o conferente e docente do Senac Minas, Saulo Lisboa, das 14h às 16h. Já a segunda, 'Turismo Inclusivo, Turismo de Todos', acontece das 16h30 às 17h30 e terá, também, como discursador Saulo Lisboa.  Dando sequência à programação, o público terá a palestra, 'BH encanta com seus sabores!', com a conferencista e docente Carolina Figueira. A apresentação acontece das 17h45 às 18h45.

Vídeos turísticos

Além das palestras, o público vai conferir vídeos turísticos da cidade, que unem a música aos pontos turísticos da capital. O objetivo é divulgar Belo Horizonte para o Brasil e reforçar a ligação dos moradores com a cidade. Com a participação de quatro artistas mineiros, a programação é composta por quatro clipes, gravados na Praça da Liberdade, Praça do Papa, Mirante do Mangabeiras e Parque das Mangabeiras, com os artistas Paulinho Pedra Azul, Ladston do Nascimento, Tadeu Franco e Bárbara Barcellos, esta última, com um lançamento inédito durante o festival para celebrar o aniversário da capital mineira.

 Confira a letra de Bárbara Barcellos

Belo Horizontina

Te ver tão linda assim

Tanta inspiração me leva longe

Em ti Belo Horizonte

Onde vejo surgir poetas e canções nascidas

Dentre bares, seus luares e estações

Vou sair a vagar na noite de ilusões

Te envolver em cantos do coração

Tocar suas esquinas...

Seus encantos

Sua luz

O teu amor

É meu calor desde os tempos de criança

Em ti Belo Horizonte

Onde vejo surgir poetas e canções nascidas

Dentre mares de montanhas sob azuis

Vou sair me encontrar no canto de um sabiá

Amizades nas praças, sorrir

Me aquecer no teu sol

Seus encantos

Sua luz

O teu amor

É meu calor desde os tempos de criança

Num inverno tão azul

E um verão

A desaguar do céu um rio em  suas cores

Ouço partir o trem levando suas dores

Minha alegria é viver cantando em ti 

Os vídeos serão disponibilizados para o público no canal da FAVO Cultural no YouTube  no dia 10 de dezembro.

Turismo inclusivo

Para mostrar que Belo Horizonte pode receber todo mundo, será realizada uma ação de turismo inclusivo, no dia 11 de dezembro, das 08h às 13h. Na programação será oferecida uma rica experiência pelo centro da cidade para um grupo de 10 pessoas surdas. “A intenção é ter um projeto piloto para fomentar iniciativas semelhantes na cidade.  No roteiro, serão apresentados alguns dos locais mais icônicos do centro de BH, passando por lanchonetes, restaurantes, cafeterias, uma padaria com deliciosos pães artesanais e o nosso maravilhoso Mercado Central”, explica Lúcia Rêgo.

Música e arte

Para encerrar o festival, será realizado um show no dia 11 de dezembro, às 20h, em homenagem e presente aos 124 anos da capital, com o show 'Belo Horizonte, a cidade que encanta', com a cantora Lívia Itaborahy e tradução simultânea em libras.  A apresentação será realizada no hall de entrada do Museu de Artes e Ofícios, com as participações especiais de Ladston do Nascimento, Tadeu Franco, Bárbara Barcellos, Mariana Nunes e Sérgio Pererê, além de uma intervenção do artista plástico Fernando Pacheco, que vai produzir uma obra ao vivo durante o show.  

Festival Cantos de Beagá 

Data: 10 e 11 (sexta e sábado) de dezembro.

No SESI Museu de Artes e Ofícios - Praça Rui Barbosa, 600 - Centro, Belo Horizonte – Minas Gerais e pelo canal da Favo Cultural no YouTube.

Programação:

Palestra: Tendências no Turismo: Inovação e Criatividade

Palestrante: Docente Senac Minas Saulo Lisboa  

Data: 10/12/2021

Horário: 14h às 16h

Palestra: Turismo Inclusivo, Turismo de Todos

Palestrante: Docente Senac Minas Saulo Lisboa

Data: 10/12/2021

Horário: 16h30 às 17h30

Palestra: BH encanta com seus sabores!

Palestrante: Docente Carolina Figueira

Data: 10/12/2021

Horário: 17h45 às 18h45

Local: Sala Multiuso Prédio B do SESI Museu de Artes e Ofícios

O evento gratuito e com emissão de certificado para os participantes.

Show em comemoração aos 124 anos de BH com Lívia Itaborahy e participações especiais

Dia: 11/12, às 20h

Local: Hall de Entrada do SESI Museu de Artes e Ofícios

Os clipes gravados com Paulinho Pedra Azul, Ladston do Nascimento, Tadeu Franco e Bárbara Barcellos para homenagear BH estarão disponíveis no canal da Favo Cultural, no YouTube, no dia 10/12.

Favo Cultural no YouTube: https://www.youtube.com/c/FavoCultural

Os ingressos devem ser retirados previamente:

Show com Lívia Itaborahy e participações: https://bileto.sympla.com.br/event/70474/d/118035/s/702746

Palestras: https://bileto.sympla.com.br/event/70473

Os Barões da Pisadinha, Zé Felipe e outros agitam na Star415

Os sucessos de Zé Felipe estão
garantidos - Foto: Divulgação
A "Casa das Estrelas da Música", que respeita todos os protocolos exigidos pelo município de Nova Lima, apresenta programação do início do mês até a virada do ano

Nos últimos meses, Minas Gerais tem sido um dos maiores palcos da música nacional com artistas de destaque graças ao espaço Star415 (Rua Star, 415 - Jardim Canadá, Nova Lima). A casa de shows, fruto da parceria entre a Nenety Eventos, OTM Produções e Empresário João Wellington, vem ganhando cada vez mais notoriedade no cenário de entretenimento e já se prepara para alegrar o público com muita música no mês de dezembro e até, com atração internacional. A agenda completa de apresentações de fim ano e ingressos estão disponíveis no site https://star415eventos.com.br.

Com muita animação, na terça-feira (7), Os Barões da Pisadinha, um dos maiores fenômenos da música atual, conhecidos pelos sucessos, “Senta Danada”, “Zero Saudade” e outros hits, prometem uma noite inesquecível, que contará também com, Zé Felipe, Kevin O Chris e DJ DH. Já na sexta-feira (10), o DJ e produtor musical belga, Lost Frequencies, primeira atração internacional e um dos grandes nomes da cena eletrônica mundial, animará o público com seus sucessos conhecidos, como “Rise”, “Love To Go” e outros. Mas além dele, no mesmo dia os Djs, Vegas, Victor Lou, Fabio Fusco, Bad Boss e V.Falabella, também vão agitar a pista.

Henrique & Juliano, um dos maiores nomes do sertanejo atual, vão  animar os fãs com, “Arranhão”, “Acordo” e outros sucessos. Com eles, o DJ DH promete também agitar a festa. Para fechar a agenda do ano com chave de ouro, o Réveillon Favorito 2K22 que acontece no dia 31, ai embalar a virada com Ícaro & Gilmar, Hugo & Guilherme, Chris Pipino, DJ Fernando Ivens e DJ DH.

Cuidados

Para preservar a saúde dos participantes, a aferição da temperatura é obrigatória, bem como o uso de máscaras, exceto enquanto estiver se alimentando ou consumindo bebidas. Frascos de álcool em gel estarão disponíveis à vontade durante todos os eventos. Como é necessário apresentar o comprovante de vacinação ou o teste negativo, a casa de shows firmou uma parceria com a Droga Clara. Com isso, ao apresentar o ingresso em qualquer unidade da rede de drogarias, é possível pagar R$ 34,90 no teste AG Rápido Swab Nasal (antígeno), cuja cópia do resultado deverá entregue na portaria, onde ficará retida.

Experiências únicas

Com uma cenografia moderna e inovadora, a arquitetura da Star415 foi planejada com a intenção de proporcionar conforto, comodidade, segurança e experiências únicas ao público. Além da localização privilegiada, com fácil acesso por meio da BR-040 e Anel Rodoviário, o estabelecimento possui estacionamento próprio e serviços que agradam até os clientes mais exigentes. O espaço é coberto, arejado e possui setores diferenciados para oferecer opções aos variados gostos.

 Agenda Star415

07/12 – Os Barões da Pisadinha + Kevin O Chris + Zé Felipe

10/12 –  Lost Frequencies + Vegas + Victor Lou + Fabio Fusco

18/12 –  Henrique & Juliano + DJ DH

31/12 - Réveillon Favorito 2K22: Ícaro & Gilmar, Hugo & Guilherme, Chris Pipino, DJ Fernando Ivens e DJ DH

Star415

Endereço: (Rua Star, 415, Jardim Canadá, Nova Lima)

Classificação etária: 18 anos

Mais informações e vendas de ingressos:  https://star415eventos.com.br/os-baroes-da-pisadinha-kevin-o-chris-ze-felipe__87?v=7fest

Instagram @star415eventos: www.instagram.com/star415eventos

Duda Oliveira traz projeto para as calçadas do Centro Cultural Correios RJ

Foto: João Oliveira
Esculturas de formas geométricas diversas e cores vibrantes buscam interação entre a arte e a rua 

O projeto "Intervenção Urbana e Democratização da Arte", da artista plástica niteroiense,  Duda Oliveira, atravessa a Baía de Guanabara e desembarca no corredor cultural do Centro do Rio de Janeiro, na Bienal Europeia e Latino Americana de Arte Contemporânea, apresentando três esculturas em metal naval - 'Catavento', 'Panóptico' e 'Gigante' - com formas geométricas distintas e cores vibrantes, convidando o observador a interagir com elas. 

“Estou trazendo a arte para a rua porque nela encontramos pessoas despidas de convenções sociais, num mundo obcecado por valores materiais. A arte sendo usada para encantar, que não se quer vender, nem comprar. A rua e o pedestre passam a ser o observatório do artista”, diz Duda Oliveira.

Inspirada nos Parangolés de Hélio Oiticica, Duda Oliveira busca levar arte aos espaços públicos e a todas as pessoas que não se permitem  entrar em espaços culturais, pois são locais que carregam  estigmas de pertencerem apenas a uma elite sócio-econômico-cultural específica da sociedade. “Somente a arte tem o poder de propagar o acesso ao real e grande poder de transformação. A rua nos torna iguais, permitindo a verdadeira ordem democrática das coisas, a compreensão verdadeira e espontânea do belo", diz a artista plástica.    

Duda leva a arte até ao observador , tornando-o um protagonista ou coadjuvante no cenário da cidade, recorrendo sempre a lembrança de que “a rua é e sempre foi um lugar de debate e diálogo",  enfatiza,  “na linguagem de Foucault, a rua é o lugar de fala”.

A proposta do projeto 'Intervenção Urbana e Democratização da Arte  é provocar um diálogo entre a cidade e seu popular. As obras já estiveram no MAC - Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Centro de Niterói, em Icaraí e no Espaço Cultural Correios Niterói, onde criaram uma integração entre a arte e o povo. Agora podem ser vistas nas calçadas do Centro Cultural Correios RJ.

Sobre a artista

Artista plástica contemporânea, niteroiense, Duda Oliveira estudou arte experimental na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, e História da Arte e da Arquitetura do Brasil, na PUC RJ. Desde 2018, vem participando de diversas exposições, com destaque para as Feiras Internacionais da Alemanha, Luxemburgo, em Salas Culturais em Portugal, nos Museus MASP, MAC Niterói e outros importantes espaços culturais do Brasil e do exterior. 

Há 20 anos ingressou na militância do Direito Ambiental, especializando-se em Sociologia Política, para empreender de forma participativa. Com a luta e o árduo trabalho na carreira de advogada, veio a necessidade de uma terapia alternativa. Foi assim que a arte entrou em sua vida. 

'Intervenção Urbana e Democratização da Arte'

Artista: Duda Oliveira

Local: Centro Cultural Correios RJ (calçadas)

Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro - Rio de Janeiro

NOTA: A exposição "Enredados", de Duda Oliveira, pode ser visitada no interior do Centro Cultural Correios RJ, de terça a sábado, das 12h às 19h, com curadoria de Carlos Leal.

Instagram: @dudaoliveiraartista

Exposição 'Imortal: Arte, Alma e Futuro' agita o Rio de Janeiro

Riccardo, Regina e Melinda posam na
exposição - Foto: Divulgação
Melinda Garcia trouxe arte, literatura, palestras e a imortalidade da arte, com curadoria da Tartaglia Arte.

'Imortal: Arte, Alma e Futuro', exposição da artista plástica carioca Melinda Garcia que pode ser visitada até o dia 11 de dezembro de 2021, a pedido do público, tem sido um exemplo de riqueza cultural, durante o período em que está em cartaz, no Centro Cultural Correios RJ, sob a curadoria de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez, da Tartaglia Arte.

Melinda Garcia expõe 45 peças, entre pinturas e esculturas, de diversas épocas, mostrando a imortalidade da alma e da arte, em uma profusão de cores e materiais, que encantam o observador, fazendo-o participar dessa transcendência que a artista quer passar. Entre as peças, o protótipo do monumento em homenagem a Ayrton Senna, que se encontra no Parque do Ibirapuera. 

Mas, mesmo após o final da mostra, muitas de suas esculturas podem ser vistas,  expostas na entrada de prédios da Zona Sul e do Centro, na orla marítima (como a 'Gabriela', personagem de Jorge Amado) e na Lagoa Rodrigo de Freitas. 

A artista também apresentou um outro lado criativo, através do livro 'Holomovimento: Espelho D'Alma', escrito para mostrar a importância do movimento transcendente do profano ao sagrado, motivo pelo qual tem duas capas: Surrealismo e Misticismo, para que o leitor possa optar por onde começa sua viagem.

E para dividir esse conhecimento, realizou um Ciclo de Palestras em três sábados de novembro, onde falou sobre seu processo de criação, surrealismo, misticismo, e analisou obras de Dali para falar sobre a imortalidade da arte, para uma plateia atenta.

"O que caracteriza, pois, o artista é nem tanto estar inscrito numa realidade social, sendo este o destino comum de todos, artistas ou não, quanto saber e poder extrair dela alguma coisa que se encontre nela em seu estado latente, não prevista ou, em todo caso, não vista pelos outros, e que faça acessar uma realidade e seu conhecimento com sua ação. Nesse sentido, a obra de Melinda Garcia parece bem exemplar da “alma do futuro”, que é o tema desta exposição."  

(Bruno Péquignot, Professor Emérito de Sociologia: Nova Sorbonne – Paris 3)

É em seu atelier no Cassino Atlântico - Espaço de Arte Melinda Garcia - que traz à vida as obras que estão expostas na Exposição "Imortal: Arte, Alma e Futuro". Arte é Imortal porque sua essência nasce na Alma, que é eterna, e o Futuro chega quando essa essência se mistura entre as sensações do artista e do público. 

A exposição que, com certeza, será uma experiência visual inesquecível em 2021, pode ser visitada de terça a sábado, das 12h às 19h, até 11 de dezembro, no Centro Cultural Correios RJ, que por si só também encanta com sua arquitetura e história.

Exposição: "IMORTAL: ARTE, ALMA E FUTURO"

Artista: MELINDA GARCIA 

Instagram: @melinda_garcia_escultora

Curadoria: Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez - Tartaglia Arte

Instagram: @reginanobreztartaglia @tartagliaarte

Local: Centro Cultural Correios RJ (Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, RJ)

Abertura: 21 de outubro de 2021 às 17h

Visitação: 22 de outubro a 11 de dezembro de 2021

Dias e horários: terça a sábado, das 12h às 19h

Censura Livre

Acesso Gratuito

Acessibilidade: Sim

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem @_paula_r_soares

Representação comercial

Riccardo Tartaglia (21) 96588-2653 (telefone e whatsapp)

Regina Nobrez (48) 98463-5707 (whatsapp)

Concebido e organizado por Tartaglia Arte - www.tartagliaarte.org

Apoio: Centro Cultural Correios - RJ / Círculo Ítalo Brasileiro - SC / Consolato Onorario Italiano - Florianópolis/SC / Ministério das Comunicações - Governo Federal