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quinta-feira, 9 de maio de 2019

Bate-papo com Fabiana Boal,apresentadora do Shoptime

Apresentadora falou um pouco sobre
sua vida - Foto: Saulo Soares
Por: Ricardo Bello

Quem acompanha o canal de vendas Shoptime certamente já se acostumou com a presença da bela Fabiana Boal na telinha. Dona de um grande carisma e jeito especial de apresentar os programas, ela falou com exclusividade ao Revista de Cultura sobre sua vida, trabalho e muito mais. Confiram o resultado desta conversa:

Revista de Cultura: Fabiana, como começou sua carreira de apresentadora?


Fabiana Boal: Trabalhei na produção de um filme e conheci algumas pessoas que trabalhavam no Shoptime. Como sempre gostei de esportes, me chamaram para fazer uma participação como modelo de produtos esportivos no programa ‘Personal training’. A química foi tão perfeita com o apresentador, que comecei a participar sempre. Depois, passei a dar dicas no ‘Forma e Beleza’, até que aceitei o convite para apresentar a minha primeira atração no canal, que foi o programa  ‘Diversão’.

Revista de Cultura: Já aconteceu alguma situação engraçada durante a apresentação de algum programa ao vivo na TV?


Fabiana Boal: Nossa, muitas. (Risos) Às vezes, eu apresentava programas ao lado da Flavia Bonato e sempre nos divertíamos muito. Um dia, a Flavia estava apresentando um produto e como eu não estava no ar naquele momento, fiquei brincando de rodar o dedo em uma tigela que seria vendida, só que ele ficou preso e não saía de jeito nenhum. O problema é que justamente nessa hora, o diretor pediu para a Flavia passar a venda do próximo produto para mim. Quando ela fez o que o diretor do programa pediu, percebeu o que estava acontecendo. Uma ficou olhando para a cara da outra sem conseguir segurar as risadas. Tudo isso ao vivo. (Risos). 

Revista de Cultura: Se não fosse apresentadora de TV qual profissão acha que seguiria?

Fabiana Boal: Sou arquiteta, mas também gostaria de trabalhar com oceanografia.

Revista de Cultura: Que tipo de música gosta de ouvir?

Fabiana Boal: Gosto muito de lounge e músicas de baladas.

Revista de Cultura - Na sua família há outros artistas?

Fabiana Boal: Sou sobrinha do Augusto Boal, que foi um renomado diretor de teatro. E o meu tio, por parte de pai, é francês e diretor de cinema. 

Revista de Cultura: Li que gosta muito de animais e tem um de 13 anos. Já chegou a apresentá-los alguma vez na TV?


Fabiana Boal:Sou apaixonada pelos meus cachorros. Eles são os meus filhos. O público acompanha muito a minha relação com eles através do meu Instagram, onde procuro postar sempre o nosso dia a dia. O Logan, de 13 anos, é um Golden Retriever. Ele é um amor de cachorro e muito carinhoso. Tenho também as irmãs Keala e Rebeca, de cinco, da raça Bernese. A Keala é uma grande companheira. Às vezes, vai comigo aos estúdios do Shoptime e a equipe se surpreende como ela fica tão quietinha, me assistindo ali nos bastidores. Inclusive, ela já entrou várias vezes comigo, ao vivo, nos programas do canal.

Revista de Cultura: Com tanta correria nas gravações, consegue tempo ainda para praticar esportes?

Fabiana Boal: Com certeza. Sempre que tenho um tempo livre, procuro praticar. É um dos meus hobbies e que eu amo muito. Acabei de participar de dois campeonatos de beach tennis...um em Copacabana e outro em Niterói. 

Revista de Cultura: Mande um recado aos nossos leitores...


Fabiana Boal : Um abraço para todos os leitores e a equipe da Revista de Cultura e muito obrigada pelo carinho!

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Entrevista: Victor e Diogo falam com exclusividade

Victor e Diogo celebram o sucesso
Foto: Divulgação
Conversamos com exclusividade com a dupla Victor e Diogo, que conquista cada vez mais o Brasil. Em janeiro deste ano, eles deram início ao projeto “Apollo 7”, que consiste no lançamento de uma música, acompanhada de um clipe, por mês.

No total serão sete lançamentos no início de cada mês. Os artistas estão entre os 100 mais tocados segundo ranking da Billboard. O nome escolhido para o projeto faz alusão à Apollo, uma série de missões espaciais que visavam levar o homem pela primeira vez à Lua. Em um bate-papo descontraído, os cantores falaram um pouco sobre o trabalho, profissões que seguiriam e vida pessoal, confiram:

Quais músicas não podem faltar no repertório?

Victor: Nosso repertório é bastante dinâmico, variando de acordo com o que está rolando nas paradas, não só do sertanejo, mas de outros estilos populares também. Mas a música que não pode faltar, na minha opinião, é "Moletom Vermelho". Talvez por representar um momento muito bonito da nossa carreira e também porque as pessoas que acompanham e gostam do nosso trabalho sempre pedem nos shows.

Diogo: Como o Victor disse, nosso repertório é muito variado. Vai do axé ao pop, do rock ao sertanejo raiz! Mas a música que não pode faltar pra mim, é a música "Portão de Grade". Além de ser uma música muito boa, é a música que toda vez que ouço lembro de todo o trajeto feito até este ponto, da gravação, do CD, de começar o trabalho nas rádios, do primeiro pé na estrada e o começo desse projeto maravilhoso! 

Se não fossem artistas quais profissões seguiriam?

Victor: Cirurgião Dentista... que no caso, também significa ser artista. (Risos)

Diogo: Chefe de logística. Comecei a faculdade de logística e trabalhei um tempo em uma grande cooperativa. Gostaria muito de comandar o setor logístico de uma grande empresa!

Que tipo de musica gostam de ouvir em casa?

Victor: Quando estou com a família gosto de ouvir e assistir as minhas referências como cantor. Isso envolve Zezé & Luciano, Bruno & Marrone, Jorge & Mateus, Guilherme & Santiago e por aí vai. Mas geralmente quando estou sozinho ou com amigos, ouço muito Rap, Trap, música eletrônica... Depende muito do momento.

Diogo: Quando estou sozinho, ouço muito sertanejo, rock e pagode baiano. Eclético até demais! (risos) 

Falem sobre os trabalhos recentes...

Victor: Recentemente lançamos a música e clipe "Prazer Galáctico", que mostra um pouco da versatilidade do nosso gosto musical. A música tem uma pegada bem diferente de tudo que fizemos até agora, porém, sempre tivermos vontade de fazer.

Diogo: Desde a escolha da produção musical até os detalhes das cenas do clipe, foram decisões voltadas para algo novo e diferente na nossa carreira.

Agradecemos a dupla pela gentileza de conversar conosco. Acompanhem o trabalho de Victor e Diogo no Facebook:  https://www.facebook.com/victorediogooficial/

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Entrevista Exclusiva com Kely Ramos, a Miss Plus Size Minas Gerais

Kely acreditou no sonho e conquistou
o disputado título no concurso

Por: Ricardo Bello

Ela foi eleita entre 30 belas participantes como a nova "Miss Plus Size Minas Gerais", conquistou a vaga e a responsabilidade de representar o estado no concurso que conta com participantes de todo o Brasil.

Conversamos com exclusividade com Kely Beata Pereira Ramos. A simpática mineira da cidade de Montes Claros, que se tornou Miss, respondeu algumas perguntas e deu até dicas para quem deseja participar de concursos de beleza. Confiram como foi o nosso bate-papo...

Revista de Cultura: Como tem sido a vida após o Miss Plus Size Minas Gerais?

Kely Ramos: Claro que estou sendo vista com outros olhos pelas pessoas. Mas minhas rotinas continuam as mesmas. Faço tudo normalmente como antes.



A professora Kelly e seus alunos  na excursão
Foto: Arquivo pessoal


Revista de Cultura: Você é professora de crianças. Os alunos gostaram da novidade? Como Reagiram?

Kely Ramos:Nossa! Meus alunos estão achando o máximo! Trabalho no Instituto Educacional Missão Paz há quase 6 anos. Já passaram muitas crianças por mim. Então, tenho muitos alunos que passam por mim e os olhos brilham. 

O mais engraçado aconteceu hoje. Fizemos uma excursão para o zoológico é uma aluna disse: 

- Gente, precisamos nos comportar agora mais do que nunca!
 Eu perguntei: Por que?
 E ela respondeu: Somos alunos de uma Miss (risos)

Revista de Cultura: Quais as expectativas para o concurso "Miss Plus Size Nacional"?

Kely Ramos: Bom, minhas expectativas são super positivas! Continuar orando e pedindo a Deus direção da minha vida, continuar cuidando da beleza, focar nos patrocínios e me dedicar ao máximo nas dicas e sugestões da Erica Dante e Erika Sargin (as responsáveis pela Equipe Plus - empresa que promove o concurso Miss Plus Size Minas Gerais).

Revista de Cultura: Você já havia participado de outros concursos de beleza antes?

Kely Ramos: Participei no ano passado...fiquei entre as cinco finalistas. Me disseram que eu era a mais gorda de todas, mas que eu tinha uma confiança e garra que era incrível.

Revista de Cultura: Qual a dica que você daria para aquelas mulheres que desejam participar dos próximos "Miss Plus Size Minas Gerais"?

Kely Ramos: Bom, o primeiro passo para ser uma Miss é respeitar a opinião do outro, saber ouvir críticas, ser carismática, sorridente, alegre consigo mesma e acreditar no seu potencial. Cada um tem sua beleza, acredite que dará certo!

Para outras informações sobre os próximos concursos vocês podem acessar: www.equipeplus.com.br 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Lu Barsoti Estréia Programa na Web

Por: Ricardo Bello
Foto: Reprodução

Lu Barsoti, que apresentava o Programa Livre no SBT, lançou na internet nessa terça (19) seu novo programa. A atração chama "Papo Direto" e pode ser vista ao vivo toda terça-feira à meia noite pelo site http://www.lubarsoti.com.br/

No ar, o internauta pode fazer perguntas para Lu, que aborda assuntos diversos e responde instantaneamente para o público.

Conversamos ontem com ela e nos próximos dias teremos aqui, com exclusividade, uma entrevista com a apresentadora.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Exclusivo


Por: Ricardo Bello

Ele é um dos mais versáteis atores brasileiros. Na TV, no teatro ou no cinema já divertiu e emocionou crianças e adultos com seus papéis. Conversamos com exclusividade com Ary França. Ele nos fala sobre a época em que trabalhou no programa de Gugu Liberato, estilos musicais, ser vegetariano e muito mais. Confira:

Revista de Cultura - Ary, antes de ser ator o que fazia?

Ary França - Era aeroviário. Trabalhava na Varig, na época, Varig - Cruzeiro. Atendia o telefone e fazia reservas. Aliás, também fui teletipista. Alguém tem idéia do que seja isso hoje em dia?

Revista de Cultura - Aconteceu alguma situação engraçada na época em que fazia as cenas para o programa do Gugu em shoppings?

Ary França - Aconteceram várias coisas...me lembro, particularmente, de quando entrei em um restaurante italiano com um prato de minhocas, testando a reação dos pobres clientes.

Revista de Cultura - Que tipo de música você gosta de ouvir?

Ary França - Gosto de muita coisa. Talvez não goste de pagode,Axé, Sertanejo. Mas, ultimamente adoro e sugiro o site radiotower.com, onde acesso rádios do mundo inteiro. Ando ouvindo muito nele "world music" e "Techno". Também adoro clássicos, Mozart, Bach...

Revista de Cultura - Você tem ídolos? Quem são?

Ary França - Tenho ídolos sim, embora não goste muito do termo. Acho que Gandhi, por ter conseguido libertar um país sem violência nenhuma. Mas, não acho que deva "idolatrar" nada.

Revista de Cultura - Prefere fazer comédia ou drama?

Ary França - Não sei... acho que ultimamente tenho dado preferência ao drama, mas estou fazendo uma comédia e ensaiando outra. Não gosto muito desse negócio de gêneros. Não sou cômico nem sério. Gosto de filmes e peças que ficam entre o riso e o choro. Não é assim a vida?

Revista de Cultura - Na sua família há outros artistas?

Ary França - Não. Venho de uma família sem talento nem interesse especial pela arte. meu pai não sabia nem assoviar.

Revista de Cultura - Se você não fosse ator que profissão seguiria?

Ary França - Artista plástico, escritor...

Revista de Cultura - Se fosse convidado para virar o novo Ministro da Cultura. Aceitaria? O que mudaria de imediato no país?

Ary França - Aceitaria. Não sei o que faria. Me poria a par do que precisa ser feito.

Revista de Cultura - É verdade que você é vegetariano?

Ary França - Sou "veg" faz oito anos. Nem coisas de couro compro. Sou radical nsse aspecto e não abro mão!

Revista de Cultura - O espaço é seu...mande um recado para os nossos leitores:

Ary França - Um abraço a todos e, se puderem, visite o site da peça www.almaboadesetsuan.com.br

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Bate-papo com: Sabrina Boing Boing


Por: Ricardo Bello

O trio Sexy Dolls formado por Sabrina Boing Boing, Julia Paes e Carol Miranda é um verdadeiro fenômeno. Por onde passam o sucesso é garantido. Recentemente elas se apresentaram em Minas Gerais. Fizeram shows em Belo Horizonte e Juiz de Fora com casas lotadas em todas as apresentações.

É com uma das musas do grupo que conversamos com exclusividade. A simpática Sabrina Boing Boing nos fala sobre a vida antes da fama, música e muito mais. Veja!

Revista de Cultura - Sabrina, como surgiu a idéia de fazer o grupo Sexy Dolls? Estão juntas há quanto tempo?

Sabrina Boing Boing - A idéia foi sendo amadurecida a partir de outras idéias, eu e Carol (Miranda) já cantavamos funk e já haviamos feito alguns shows juntas e percebemos uma sintonia legal entre nós no palco. Aí pintou a idéia de gravar uma música juntas, aí nosso empresário e assessor de imprensa (Cacau Oliver) sugeriu que gravássemos um clipe com uma música de sucesso de uma cantora internacional , mas para esse clipe teriam que ser três moças e ai veio a ideia de incluir a Julia. Durante os ensaios decidimos gravar nossas próprias músicas e formar assim um grupo , conversamos sobre referências e Pussycat Dolls foi unanimidade. Vimos uma oportunidade de lançar algo ate entao inédito no Brasil. Estamos juntas desde maio 2009 quando foi nosso lançamento oficial.

Revista de Cultura - Antes da fama o que você fazia?

Sabrina Boing Boing - Antes de ser Sabrina Boing Boing eu trabalhava em um danceteria como bartender e dançarina, também já trabalhei em lojas, como recepcionista em feiras e eventos.

Revista de Cultura - Carol e Julia ja fizeram filmes pela Sexxxy, e você? Já recebeu convites para gravar também?

Sabrina Boing Boing - Sim, já recebi vários convites. Alguns até com valor muito alto, mas não faz parte dos meus planos profissionais.

Revista de Cultura - Assisti a apresentação das Sexy Dolls em Belo Horizonte, achei muito legal e o público elogiou bastante a performance. Foi difícil aprender o número de pole dance, ensaiar coreografias?

Sabrina Boing Boing - Obrigada por prestigiar nosso show. O público de Belo Horizonte realmente compareceu em peso e foi muito amável! Na verdade, não é muito díficil nem temos muito tempo de ensaiar, os shows acabam servindo de ensaio também. Cada show tem um espaço diferente e temos muitas vezes que adaptar a coreografia para o local. Mas, tem dado certo.

Revista de Cultura - Que tipo de música você gosta de ouvir?

Sabrina Boing Boing - Gosto muito de pop internacional como Pussycat Dolls, Britney , Cristina Aguilera , Pink , tenho ouvido mais ainda depois do grupo, pois servem de referência , mas sempre gostei muito de rock e new metal. Meu ipod tem milhares de músicas nesse estilo desde de Metallica, Sistem of a Down , Simple Plan, Guns N Roses...

Revista de Cultura - Vocês estão juntas fazendo shows pelo Brasil afora. Já aconteceu muita coisa engraçada nos bastidores? Tem alguma situação que lembre e possa contar aqui?

Sabrina Boing Boing - Sim, nossas viagens dariam um livro, isso que temos pouco tempo de estrada juntas. Nós três juntas é sinal de risada na certa. Imagine três meninas atrapalhadas e bobas, que fazem palhaçada o tempo todo! É um lado que pouca gente conhece e pode imaginar, mas somos três crianças grandes e nos damos incrivelmente bem. Uma situaçao apenas seria pouco para descrever aqui, são tantos fatos que é impossível escolher um.

Revista de Cultura - Pergunta que os fãs querem saber: você tem namorado?

Sabrina Boing Boing - (Risos) Estou namorando!

Revista de Cultura - Mande uma mensagem para os leitores do blog

Sabrina Boing Boing - Bom gente, quero mandar um super-beijo e agradecer pelo carinho e que continuem acompanhando nosso trabalho que pretendemos sempre melhorar e fazemos com carinho e respeito especialmente para vocês!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Exclusivo


Texto e foto: Ricardo Bello

Segunda-feira é dia de bate-papo aqui no Revista de Cultura. Nossa convidada de hoje é um avião ou melhor, um verdadeiro Cadillac. Conversamos com ela, a nova musa, Cléo Cadillac.

A afilhada da ex-Chacrete, Rita Cadillac, fala ao Revista de Cultura com exclusividade se vai continuar seu trabalho após a gravidez, comenta sobre seus filmes (que já chegaram fazendo sucesso nas locadoras) e outras coisas. Confira!

Revista de Cultura - Cléo, antes de ser artista o que você fazia?

Cléo Cadillac - Sou formada em jornalismo, mas antes da fama ajudava minha mãe a administrar uma confecção em Goiânia.

Revista de Cultura - A Rita Cadillac te deu apoio quando recebeu os convites para posar nua e fazer filmes?

Cléo Cadillac - Sim. Sempre me apoiou e aconselhou em todas as decisões.

Revista de Cultura - O que achou da experiência de fazer filme pornô? Sentiu prazer mesmo nas cenas? Ficou com vergonha?

Cléo Cadillac - A experiência foi estranha,nada fácil. Não senti prazer em momento nenhum, e senti muita vergonha.

Revista de Cultura - Gravou quantos filmes?

Cléo Cadillac - Dois.

Revista de Cultura - Depois que virar mamãe pretende continuar na vida artística?

Cléo Cadillac - Sim...vou dar um tempo. Mas,depois volto melhor ainda...(risos)

Revista de Cultura - Que tipo de música você gosta de ouvir?

Cléo Cadillac - Sou de Goiânia,né? Sertanejo...

Revista de Cultura - Tem algum cuidado especial com a alimentação ou come de tudo?

Cléo Cadillac - Como tudo que gosto, mas não abuso.

Revista de Cultura - O que gosta de fazer nas horas vagas?

Cléo Cadillac - Gosto muito de ler.

Revista de Cultura - Qual parte no seu corpo você mais gosta?

Cléo Cadillac -
Meu bumbum!

Revista de Cultura - Mande uma mensagem para os nossos leitores...

Cléo Cadillac - Obrigada pelo carinho que todos tem com a Rita e agora comigo. E peço um pouco de paciência quanto a minha gravidez.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Exclusivo


Por: Ricardo Bello

Em comemoração ao "Dia Mundial do Rock", o Revista de Cultura traz com exclusividade uma entrevista com Andreas Kisser, guitarrista da banda Sepultura.

Andreas Rudolf Kisser é paulista. Nasceu em Sâo Bernardo do Campo no dia 24 de Agosto. Guitarrista e compositor brasileiro é integrante do Sepultura desde 1987. Viajou pelo mundo fazendo shows e agora conversa com a gente sobre família,lazer, ídolos e muito mais. Veja:

Revista de Cultura - Andreas, se você não fosse músico que profissão gostaria de seguir?

Andreas Kisser - Quando eu era moleque queria ser jogador de futebol. Ainda hoje sou fanático pelo esporte. Depois comecei a escutar as bandas de rock e me interessei pela música.

Revista de Cultura - O que você gosta de fazer nas horas vagas?

Andreas Kisser - Eu gosto de ficar em casa com os filhos fazendo bagunça, assistir futebol, ler algum livro, etc.

Revista de Cultura - Algum dos seus filhos já demonstrou interesse em seguir os passos do "papai Kisser" e virar músico também?

Andreas Kisser - Todos eles gostam de música. Minha filha mais velha dança ballet desde pequena, mas o que gosta de guitarra mesmo é meu filho do meio, Yohan, ele está aprendando e gosta muito de rock.

Revista de Cultura - Você tem ídolos na guitarra? Quem são? Já teve oportunidade de tocar com algum deles?

Andreas Kisser - Tenho vários ídolos, como: Randy Rhoads, Ritchie Blackmore, Tony Iommi, Jimmy Page, Jimi Hendrix, Eric Clapton, James Hetfield etc. Já Tive o privilégio de dividir o palco e trocar idéia com vários deles, entre eles o James Hetfield e Tony Iommi.

Revista de Cultura - Você chegou a tocar com o Jason Newsted, na época, baixista do Metallica. Chegaram a gravar algum material, mesmo que de brincadeira?

Andreas Kisser - Tocamos sim. Fizemos algumas demos de alguns temas originais e alguns covers do Motorhead. Ele também participou do disco "Against" do Sepultura.

Revista de Cultura - Você é pai e marido também, como faz quando há shows em outros países? Leva a família junto ?

Andreas Kisser - Não, a vida na estrada não é fácil. Para as crianças não tem nada a ver. De vez em quando levo minha esposa em lugares que valem a pena curtir e quando temos tempo para isso. Já levei em shows na Índia, Cuba, Hawai e Alemanha.

Revista de Cultura- É verdade a história que o Sepultura ficou sem tomar banho durante uma turnê com uma outra banda de metal? Conte como foi...

Andreas Kisser - Foi "só" por uma semana, no final da tour. A banda foi muito arrogante e nós tivemos que inventar uma estratégia de vingança. Foi divertido na nossa primeira tour na Europa.

Revista de Cultura - Que tipo de música você gosta de ouvir?

Andreas Kisser - Gosto de metal, rock, blues e muito violão erudito, barroco, clássico, choro etc...

Revista de Cultura - Vocês já pensaram em lançar um filme sobre a história do Sepultura?

Andreas Kisser - Temos algumas idéias, mas acho que isso tem que vir de fora, de alguém que não está muito envolvido em tudo dentro da estrutura da banda. Temos 25 anos de história, mas creio que logo teremos novidades em relação a isso.

Revista de Cultura - O espaço é seu. Mande uma mensagem para os leitores do " Revista de Cultura". Deixe o endereço do seu blog também.

Andreas Kisser - Obrigado pela oportunidade e espero ver todos nos shows da tour do Sepultura com o Angra em Agosto no Brasil. Também estou lançando meu primeiro disco solo " Hubris I e II" e em breve estarei fazendo shows com este projeto também. Abraços a todos.

Site Oficial do Andreas Kisser

Site Oficial do Sepultura

Coluna no Yahoo Notícias

sexta-feira, 3 de julho de 2009


Ney Latorraca, um dos maiores atores brasileiros, é o nosso próximo entrevistado.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Bruno Gouveia bate-papo com a gente



Por: Ricardo Bello
Foto: Reprodução/ Internet

Sucesso em todo o Brasil, Bruno Gouveia, vocalista do Biquini Cavadão é o entrevistado do Revista de Cultura. O artista, que é mineiro de Ituiutaba, nos fala de música,vida em família, horas de lazer e muito mais. Dê só uma olhada:

Revista de Cultura - Se você não fosse músico, que profissão seguiria?

Bruno Gouveia -Fazia faculdade de engenharia com ênfase em eletrônica e computação. Sempre gostei disso, embora não saiba dizer se exerceria a profissão.

Revista de Cultura - Que tipo de música você gosta de ouvir em casa?

Bruno Gouveia - De tudo um pouco. Sério. Minhas últimas aquisições foram o novo do Titãs e um cd com prelúdios de Villa-Lobos para violão.

Revista de Cultura - O que gosta de fazer nas horas vagas?

Bruno Gouveia - Brincar com meu filho Gabriel, de dez meses.

Revista de Cultura - Gosta de cinema, teatro? Costuma ir quando não esta fazendo shows pelo Brasil afora?

Bruno Gouveia - Não tenho ido muito a ambos. Aliás, quando viajo é que surge a chance de ir ao cinema, pois em casa, com bebê, fica difícil.

Revista de Cultura - Na sua família há outros artistas?

Bruno Gouveia - Primos de segundo grau: Ricardo Barreto (Blitz) e Regina Casé

Revista de Cultura - Tem algum ídolo na música?

Bruno Gouveia - Vários. Freddie Mercury, Andy Partridge, Caetano, Roberto Carlos... são apenas alguns nomes.

Revista de Cultura - Tem alguma música que você gostaria muito de gravar e ainda não teve oportunidade?

Bruno Gouveia - A lista é imensa. Sempre penso em algumas, como Pro's Que Estão Em Casa, do Hojerizah, banda carioca da década de 80. Tocávamos esta no show e quase a gravamos em um de nossos discos, mas acabou ficando pra depois e depois e depois...

Revista de Cultura - Já aconteceu alguma situação engraçada em show? Já caiu no palco ou coisa parecida?

Bruno Gouveia - Tombos fazem parte do meu show. Já tirei lascas de alguns dentes também. Mas isto não acho engraçado.

Revista de Cultura - Sua família deu apoio quando você decidiu seguir a carreira de músico?

Bruno Gouveia - Sim. Quando disse a minha mãe que iria me dedicar ao Biquini em prol de uma carreira mais estável, ela me perguntou: "desde quanto ser engenheiro neste País é sinônimo de estabilidade?". Foi um baita apoio!

Revista de Cultura - O espaço é seu. Mande um abraço para alguém, uma mensagem...enfim, fique à vontade...

Bruno Gouveia - Agradeço o carinho dos fãs, ontem, hoje e sempre. Qualquer dúvida a mais podem procurar no site do Biquini www.biquini.com.br. Valeu Ricardo!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Danilo Gentili conversa com o Revista de Cultura


Por Ricardo Bello

O repórter do programa CQC ( Custe o Que Custar) da Band, Danilo Gentili, bateu um papo conosco. Sucesso na TV, na internet e nos palcos, onde apresenta shows de stand-up comedy, ele nos fala sobre família, sucesso e outras coisas. Confira a divertida entrevista!


Revista de Cultura - Como começou a ser humorista? Sua família lhe deu apoio?

Danilo Gentili - Desde criança eu falava coisas que as pessoas riam. Só que de uns 4 anos para cá comecei a ser pago por isso. Minha familia não deu a mínima. Agora eles dão, pois precisam pedir dinheiro emprestado.

Revista de Cultura - No CQC você entrevista políticos, se um dia fosse convidado por um deles para ser assessor ou candidato, aceitaria?

Danilo Gentili - Sim! Eu iria correndo! A melhor maneira de derrubar alguem é estando do lado dele não é?

Revista de Cultura - O que você gosta de fazer nas horas vagas?

Danilo Gentili - Lamentar porque daqui a pouco vou ter que trabalhar.

Revista de Cultura - É verdade que você também desenha? Ainda faz alguns trabalhos?

Danilo Gentili -Agora eu só rabisco em guardanapo porque não tenho mais tempo para sentar e desenhar com calma... ai, ai...saudade disso...

Revista de Cultura - Que tipo de música você gosta?

Danilo Gentili - O bom e velho Rock and Roll!

Revista de Cultura - Como lida com a questão do assédio, reconhecimento das pessoas na rua?

Danilo Gentili - Eu procuro atender todos com atenção... e quando estou cansado demais eu troco a atenção pela paciência.

Revista de Cultura - Se não fosse um humorista que profissão seguiria?

Danilo Gentili - Nenhuma. Eu jogaria na loteria. Odeio trabalhar.

Revista de Cultura - Na sua família há outros artistas?

Danilo Gentili - Sim. Meu tio, há anos, pratica a arte de ser um sangue suga.

Revista de Cultura - Tem alguma pessoa que você queria muito entrevistar e ainda não teve oportunidade?

Danilo Gentili - Sim. John Kennedy. Mas, o espirito dele ainda não apareceu para mim. E se aparecer eu estou ferrado porque meu inglês é péssimo.

Revista de Cultura - Danilo, o espaço é seu, mande um recado para alguém, enfim...fique a vontade

Danilo Gentili - Aí vai um recado pra vocês: Pratiquem a reciclagem e não brinquem com fósforos.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Ricardo Pipo Bate-Papo com o Revista de Cultura

Por Ricardo Bello

Sucesso nos palcos e na internet, a Companhia de Comédia Os Melhores do Mundo segue há 20 anos arrancando risadas da platéia no Brasil e exterior.

O humorista Ricardo Pipo, que interpreta "Hermanoteu" no teatro e também é o narrador da saga do imbatível Joseph Klimber, bateu um papo com o Revista de Cultura e falou sobre micos em cena, censura no humor, política e muito mais. Confira:

Revista de Cultura - Se você não fosse humorista que profissão seguiria?

Ricardo Pipo - Eu seria, com certeza, Agrimensor.

Revista de Cultura - Dizem que para o ator é mais facil fazer chorar do que rir, você concorda?

Ricardo Pipo - Para um ator o difícil mesmo é pagar aluguel. Pagar mico é fácil, difícil é viver disso.

Revista de Cultura - Já aconteceu de estar em cena e esquecer o texto ou acontecer algo inusitado? Conte alguma história...

Ricardo Pipo - Nestes vinte anos de palco muita coisa inusitada aconteceu. Em Belo Horizonte quando estávamos em cartaz no Teatro Alterosa com o espetáculo SEXO - A Comédia, no qual existe uma cena em que estão quatro atores sentados. Nos bastidores do teatro havia o cenário de outro espetáculo que tinha acabado de sair de cartaz e que seria transportado. Então o motorista do caminhão estacionou na entrada de serviço e como não viu ninguém, foi entrando até que chegou no palco. Por causa dos refletores voltados para a cena ele não percebeu o público e foi perguntando: Quem aqui é Raimundo? Imediatamente o Jovane se levantou e pediu pro Marcello Linhos, nosso iluminador acender as luzes da platéia. Quando aconteceu, o motorista, ovacionado pelo público, quase teve um infarto e saiu correndo. Nunca mais o vimos e foi difícil retomar a cena do tanto que gargalhávamos junto com a platéia.

Revista de Cultura - Há alguma previsão dos Melhores do Mundo lançarem o dvd da peça "M M Futebol Clube"?

Ricardo Pipo - Ainda é cedo para falar em DVD deste espetáculo especificamente. Ele precisa ser amadurecido em cena para que isso aconteça e exige uma temporada longa, de pelo menos um ano, para que fiquemos satisfeitos e aí sim, pensar em um registro definitivo. Foi assim com "Notícias Populares" e "Hermanoteu na Terra de Godah".

Revista de Cultura - Falando em DVD, recentemente gravaram Hermanoteu na Terra de Godah, tem previsão de quando lançarão?

Ricardo Pipo - Tá no forno sendo editado. Agora vamos bolar o menu, extras e acho que no segundo semestre deve estar nas lojas. Mas, vendo os resultados parciais podemos dizer que ficará melhor do que o primeiro. "Notícias Populares" tem uma luz muito "burocrática" e o cenário e figurinos em preto-e-branco. No Hermanoteu nosso iluminador pode criar mais ambientes com as luzes e a peça ficou muito mais bonita em vídeo. O diretor dos dois DVDs é o mesmo: Bernardo Palmeiro.

Revista de Cultura - O que você acha dos programas de humor na TV?

Ricardo Pipo - Na TV, principalmente do Brasil, existem muitas restrições jurídicas e comerciais e é muito difícil fazer humor sem ser censurado pela turma do politicamente correto. Nosso país de contrastes permite arma de fogo e sexo em qualquer filme vespertino, mas piadas são proibidas.Revista de Cultura - Muitos humoristas vão para o lado da imitação. Você sabe imitar alguém?

Ricardo Pipo - Ninguém no grupo é bom imitador. Eu imito meu pai e o Victor Leal só faz vultos históricos como D. Pedro II, Tiradentes, Princesa Isabel, mas como ninguém que vive hoje os viu ao vivo é difícil dizer se a imitação é boa ou não.

Revista de Cultura - Você tem ídolos no humor?

Ricardo Pipo - Chico Anysio, Renato Aragão (quando ele tinha costeletas), Jô Soares, Mel Brooks, Irmãos Marx e todos do Monty Python.

Revista de Cultura - Conte como foi o encontro com Renan Calheiros no avião. Chegaram a fazer alguma brincadeira com ele?

Ricardo Pipo - Não me comprometa. Não é o tipo de pessoa com quem eu brincaria.

Revista de Cultura - O espaço é seu. Deixe uma mensagem para os leitores do Revista de Cultura, mande um abraço para alguém...enfim...fique à vontade:

Ricardo Pipo - Ricardo, cachorro e carro a álcool, um dia você vai ter um!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Silvio Navas: talento e bom humor



Por Ricardo Bello

Silvio Navas, um dos mais talentosos dubladores brasileiros, dono da voz de personagens famosos da televisão, como: Papai Smurf, o temido vilão do desenho dos Thundercats, Mumm-ra, Peter (amigo do gênio Macgyver), Bud Spencer entre outros, atendeu ao nosso pedido e responde, com exclusividade, aqui no Revista de Cultura a seção 10 perguntas. Confira esta divertida entrevista:

Revista de Cultura - Como começou a sua carreira de dublador? Na sua família há outros dubladores?

Silvio Navas - Sou o único dublador (ator em dublagem) de minha família. Fui levado à dublagem pelas mãos de meu "irmão", Older Cazarré, um grande comediante, ótimo diretor de dublagem, criador de vozes, que Deus já nos levou.

Revista de Cultura - Qual personagem que dublou que você mais gostou?

Silvio Navas - Acho que todos pensam que foi o Mumm-ra, mas não foi. Meu tesão foi ter dublado o Charlie Chaplin nos 4 filmes falados que ele estrelou: "Um Rei em Nova York", Luzes da Ribalta", "Monsieur Verdeaux" e a extraordinária obra "O Grande Ditador".

Revista de Cultura - Você tem ídolos na dublagem?

Silvio Navas - Tenho sim. Borges de Barros e Newton Da Matta
(que fez as dublagens do Lion no desenho dos Thundercats, David Banner no seriado Hulk e Bruce Willis em vários filmes), entre os que se foram e Sumara Louise, Gessy Fonseca e Angela Bonatti, que "benditos os céus", ainda estão conosco.


Revista de Cultura - Tem algum personagem que você gostaria de dublar e ainda não teve oportunidade?

Silvio Navas - Claro que existe...todos os que não dublei até hoje...(Risos).

Revista de Cultura - Qual foi o personagem ou voz mais difícil de fazer?

Silvio Navas - Aí sim, entra o Mumm-ra por ter sido desgastante em cada episódio de dublagem. Mas, não foi fácil dublar "O Prisioneiro de Zenda", onde Peter Sellers fazia dois papéis e onde um personagem trocava o "r" pelo "l", como em - Boa noite, senhola, é um plazer encontlá-la aqui.

Revista de Cultura - As pessoas lhe reconhecem na rua quando ouvem sua voz? Como você lida com isso?

Silvio Navas - Já tive um tempo de ser reconhecido, por trabalhar em novela. Interpretava um médico que tomava "bolinha" e deixava o paciente "aberto" em cima da mesa de operações. Participei de "Redenção" e morri bêbado na delegacia. Mas, eles conheciam meu rosto. Hoje, quando vou comprar alguma coisa e o(a) atendente escuta minha voz, fica me olhando como que pensando - de onde é que eu conheço esse gordo?(risos). No final sempre chegam a conclusão que conhecem a voz. Aí a gente abre o jogo e faz a vontade, né?

Revista de Cultura - Quando dublou o Mumm-ra e o Papai Smurf tinha idéia da repercussão que os personagens teriam?

Silvio Navas - Na verdade nunca me preocupei com isso, pois primeiro "me" fazia contente e quando você se entrega pra ficar contente, se entrega 100% e a repercussão primeira vem d'alma.

Revista de Cultura - É verdade que você fez a voz do Mumm-ra em uma festa de criança, sem que soubessem que você era dublador e elas se assustaram? Conte essa história...

Silvio Navas - É verdade. Somos convidados até para festinha de criança. O pai nos contrata e chegamos lá como um amigo do dono da casa, que já conhecemos previamente. Tomamos uns uísques, jogamos conversa fora, damos uns autógrafos e ficamos por ali à disposição do contratante. Numa dessas festinhas, o pai do aniversariante me chamou para uma sala de luz estroboscópica e disse - imita o Mumm-ra aí no microfone. Eu disse - acho melhor não...mas ele insistiu e pediu para a meninada virar de costas para nós e me anunciou. - Agora com vocês uma pessoa, que eu tenho certeza que vocês conhecem dos desenhos animados...não se virem, apenas ouçam, e lá fui eu - Antigos espíritos do mal, patati patatá, e quando chegou no grito, WOOOOOOWWWWWWW, a voz estourou no recinto e foi criança chorando pra tudo que é lado. Coisas de Mumm-ra...

Revista de Cultura - Alguém já lhe pediu para ligar para os filhos ou amigos fazendo algum personagem dando parabéns ou chamando a atenção de alguma "arte" que a criança tenha feito?

Silvio Navas - Inúmeras vezes, e, é verdade, até gosto. Me divirto com isso. As vezes, aquilo que se faz por prazer vale muito mais do que um polpudo cheque.

Revista de Cultura - Qual conselho que você daria para pessoas que gostam de fazer imitação e que gostariam de entrar para o mundo da dublagem?

Silvio Navas - Primeiro, vamos deixar claro esse negócio de imitar. Eu não consigo imitar bem, ninguém. Nunca imitei o Silvio Santos, nem o Jô, nem o Faustão, muito menos, meu presidente Lula. Então, posto isto, concluímos que para dublar não é necessário saber imitar personagens famosos. O que é necessário? Bom, você tem que ser um ator para poder dublar profissionalmente. Mas para você se apresentar numa casa de dublagem, para dublar profissionalmente, é necessário que você tenha feito um curso de dublagem, onde tenha aprendido tudo sobre dublagem, porque desde o primeiro dia de dublagem você já vai fazer jus ao seu cachê/horário profissional. Ninguém vai querer lhe ensinar nada no dia, você tem que chegar pronto, sem atrasar o expediente. Meu conselho, então, fica assim: procure uma escola superior de arte dramática (aquela que fornece subsídios para o SATED lhe outorgar o famoso DRT), mas ao mesmo tempo, procure um curso livre de dublagem para que quando terminar o curso de arte dramática você já tenha prática e conhecimento geral da profissão dublatícia. Se você mora em Sampa ou Rio, por certo vai encontrar bons cursos de dublagem. Se mora em Santos, venha freqüentar o meu. E se mora em qualquer cidade do Brasil, que não seja uma praça de dublagem (Rio e Sampa), me pergunte, pelo email: silvionavas@terra.com.br , a respeito de meu Curso Livre de Dublagem Itinerante. Abraço, saúde, paz, luz e até...

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