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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Drica Moraes apresenta Lifting – Uma Comédia Cirúrgica

Sessões da peça serão traduzidas para o público em libras
Foto: Gabi Castro
O Teatro em Movimento, o festival que acontece o ano inteiro, em parceria com o Teatro SESIMINAS, traz a Belo Horizonte o espetáculo “Lifting – Uma Comédia Cirúrgica”, com Drica Moraes, Ângela Rebello, Lorena da Silva e Luísa Pitta.  A partir de esquetes cômicos em que as atrizes se revezam em múltiplos papéis, a peça faz uma crítica irreverente aos padrões inalcançáveis de beleza. Com direção de Cesar Augusto, texto do espanhol Félix Sabroso, montagem terá duas apresentações no Teatro Sesiminas, dias 25 e 26 de maio, sexta, às 21h e sábado, às 20h. As sessões serão traduzidas em libras.  

“Lifting – Uma Comédia Cirúrgica” chega à capital mineira em uma realização do Festival Teatro em Movimento com o patrocínio da Rede, via Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Ponto de partida
Quatro atrizes amigas se encontraram, por acaso, em uma estreia teatral e resolveram botar o papo em dia. No meio de muita conversa, risadas e afeto, surgiu a vontade de trabalharem juntas. Foi o ponto de partida da primeira montagem brasileira do espetáculo “Lifting – Uma Comédia Cirúrgica”. O processo de adaptar a texto do espanhol Félix Sabroso para a nossa cultura foi, ao mesmo tempo, divertido e dolorido, já que Ângela Rebello, Drica Moraes e Lorena da Silva perderam a amiga Solange Badim nesse período. O diretor Cesar Augusto, então, convidou a atriz Luísa Pitta para completar o quarteto em cena. Sem patrocínio, a peça foi levantada na garra, com recursos das idealizadoras e dos amigos, em uma corrente de pessoas que amam o teatro. 

O espetáculo tem uma comunicação muito forte com a plateia por jogar uma lente de aumento em uma sociedade adoecida pelo poder da imagem e os padrões inalcançáveis de beleza. Em um caleidoscópio de situações, muitas delas à beira do absurdo, as atrizes se multiplicam em papéis de mulheres navegando em um mar de neuroses e loucuras, na incessante busca pela perfeição estética. 

“Lifting – Uma comédia cirúrgica” fala de como as mulheres são subjugadas pelos padrões de beleza impostos pela nossa sociedade, com suas identidades e autoestima pautadas pelo olhar externo, seja do homem, seja do mercado de trabalho ou até mesmo de outras mulheres. Seu autoconhecimento e sua autoestima estão a reboque do que dita a moda, os produtos, os padrões de comportamento, a indústria da juventude eterna etc”, analisa uma das idealizadoras, a atriz Angela Rebello. “Tenho a impressão de que todos esses fatores fortalecem uma falsa ideia de felicidade, bem-estar e realização; ideia que é abraçada por cada mulher que se entrega à ilusão da imagem”. 

O espetáculo reúne figuras femininas em seus espaços pessoais, familiares, profissionais e sociais, sempre às voltas com dilemas na relação com seus corpos. As situações corriqueiras abrem espaços para a apresentação de temas universais: a ânsia pela vida, a obsessão pela juventude, o medo da solidão, as carências e mazelas comuns a todos. A encenação tem linguagem que remete ao cabaré a ao teatro besteirol dos anos 80. 

“Temos situações muito variadas: uma mãe e uma filha; uma aeromoça; uma mulher de bombeiro que usa fogo para um procedimento estético; uma cena de tribunal... São cenas curtas e situações bizarras que reúnem vários tipos de mulheres, em vários contextos, várias temperaturas e realidades. Em comum, a loucura da imagem”, acrescenta Angela. 

Além do quarteto de atrizes e do diretor Cesar Augusto, fazem parte do time criativo Marcia Rubim (direção de movimento), Maneco Quinderé (iluminação), Marcelo Olinto (figurinos), Marcio Mello (visagismo) e Tim Rescala (trilha sonora e música original). 

Lifting pelas atrizes:

ÂNGELA REBELLO -  "A peça fala de muitas cirurgias plásticas. São várias cenas nas quais quatro mulheres enlouquecidas estão em situações distintas, sempre relacionadas a essa ânsia de ser outra pessoa, de aplacar sua necessidade de juventude eterna e seu medo da solidão."
DRICA MORAES - "Direta, divertida, sarcástica e crítica. Uma peça que traz ideias de comunicação fácil, imediata e prazerosa. É uma ação entre amigos, um ‘pegar a bola e descer pro play’.”
LORENA DA SILVA - "São quatro mulheres, quatro atrizes que têm uma visão de mundo. Estamos falando desse mundo atual, do papel da mulher nesse mundo de hoje e essas mulheres estão nessa vida louca, nessa sociedade completamente doente."
LUÍSA PITTA - “Lifting é um jogo, uma brincadeira deliciosa entre as atrizes e o público. Com leveza e crítica, nos faz rir das nossas mazelas, dos nossos vícios, rir para jogar luz sobre temas delicados e humanos. É muito bom poder rir de si mesmo.”
SOLANGE BADIM - "Quatro atrizes, amigas de longa data, que se encontram no bar e o teatro fala mais alto. E elas resolvem, então, que têm que fazer alguma coisa, têm que se juntar, fazer um trabalho, realizar. A peça fala sobre a loucura da aparência, da beleza, do ser interior."

Ficha técnica
Autor: Félix Sabroso / Idealização: Angela Rebello, Drica Moraes, Lorena da Silva e Solange Badim /Tradução: Angela Rebello e Lorena da Silva /Supervisão: Angela Leite Lopes / Adaptação: Coletiva /Direção: Cesar Augusto / Direção de Movimento e coreografias: Marcia Rubin / Elenco: Angela Rebello, Drica Moraes, Lorena da Silva, Luísa Pitta / Cenário: César Augusto / Figurino: Marcelo Olinto /Iluminação: Maneco Quinderé / Trilha Sonora: Tim Rescala / Preparação Vocal: Eveline Hecker / Fotografia: Antonio de Bonis / Visagismo: Marcio Mello / Designer Gráfico: Filipe Freitas / Mídia Social: Rafael Teixeira / Máscaras Criação e confecção: Filipe Cruz / Assistente de Direção: João Gofman / Assistente de figurino: Rodrigo Reinoso / Costureiras: Adélia Andrade e Bia Alvim /Camareira: Maninha / Cenotécnico: André Salles / Operador de som: Arthur Ferreira / Operador de luz: Dum Marino / Direção de Cena/Assistente de Produção: Jéssica Esteves/ Produção Executiva e Administração: Cristina Leite / Direção de Produção: Alessandra Reis / Realização em Belo Horizonte: Teatro em Movimento, com o patrocínio da Rede, por meio da lei Federal de Incentivo à Cultura.

Lifting – Uma comédia cirúrgica 
Duração: 1h10 minutos / Classificação indicativa: 12 anos
Dias 25 e 26 de maio, sexta, às 21h e sábado, às 20h. 
Local: Teatro Sesiminas - Rua Padre Marinho, 60, Santa Efigênia
Ingressos: R$50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)
Meia entrada válida para maiores de 60 anos e para estudantes devidamente identificados (conforme MP 2208/2001) 
Vendas:  Bilheteria do teatro ou site de vendas: www.tudus.com.br
Informações: (31)  3241-7181 

SOBRE O FESTIVAL TEATRO EM MOVIMENTO

O projeto Teatro em Movimento, coordenado pela Rubim Produções, de Tatyana Rubim, completa 18 anos, em 2018, com o objetivo de descentralizar o acesso às grandes montagens do eixo Rio-São Paulo, promovendo a circulação dos mesmos para Belo Horizonte que tornou-se, ao longo do tempo, praça relevante para a apresentação de importantes repertórios. Além disso, o projeto também atua em outros Estados e o outras cidades. Desde então, contabiliza 277 montagens, que somam mais de 552 apresentações, envolvendo cerca de 600 artistas, em 14 cidades, 27 teatros e público superior a 792.799 mil pessoas.

Inicialmente, atuando em Minas Gerais e seu entorno, o projeto trouxe à capital mineira e algumas cidades do interior, espetáculos com peso nacional, tendo no elenco atores como Bibi Ferreira, Lázaro Ramos, Tais Araújo, Selton Mello, Renata Sorrah, Thiago Lacerda, Grace Passô, Débora Falabela, Yara de Novais, Mateus Solano, Glória Menezes, Antônio Fagundes, Nicete Bruno, Paulo Goulart, Marco Nanini, Luana Piovani, Lilia Cabral, Rodrigo Lombardi, Cláudia Raia, Marisa Orth, Paulo Gustavo, Julia Lemmertz e muitos outros. Dentre os espetáculos que o projeto deslocou para a capital mineira estão “Hamlet”, “Incêndios”, “Esta Criança”, “Gonzagão –a Lenda”, “Bibi Ferreira –Histórias e Canções”, “Quem Tem Medo de Virgínia Woolf”, “O Grande Circo Místico”,  “New York, New York”, “Bem-vindo, Estranho”, “Milton Nascimento –Nada SeráComo Antes”, “Cassia Eller –o Musical”, “Azul Resplendor”, “Poema Bar”e muitos outros.

O projeto também já atuou em outras cidade brasileiras, como São Luiz (MA), Vitória (ES) e Aracajú(SE), Corumbá(MS), São Paulo (SP), Mangaratiba (RJ), Canaãdos Carajás.(PA) Em Minas Gerais, além de Belo Horizonte, o projeto atua ou já atuou em Imperatriz, Açailandia, Parauapebas, Mangaratipa, Itabirito, Mariana, Ourilandia, Ouro Preto, Araxá, Tiradentes, Betim, Contagem, Ipatinga, Nova lima e Juiz de fora. Os resultados do projeto vão além da inclusão das cidades na circulação das montagens. A iniciativa possibilita a formação de um espectador mais crítico e de um público mais preparado e habituado a lotar as salas dos teatros. A ideia é consolidar o hábito de ir ao teatro e fomentar a cultura das artes cênicas, por isso os espetáculos acontecem ao longo do ano e não concentrados em um curto período como nos festivais. O teatro, sendo um agente de transformação social, é capaz de atuar como um difusor de ideias e de cultura podendo ser usado como um instrumento de comunicação. Para ratificar a potencialidade de transformação social e cultural do teatro e colocar em prática os objetivos do projeto, o Teatro em Movimento ainda promove, sempre que possível, oficinas gratuitas, palestras e workshops para profissionais da área e interessados. Dessa forma, cria-se uma rede de circulação de informação fortalecendo a possibilidade de sustentabilidade do setor cultural.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Sempre Um Papo Recebe Fernando Molica na Capital Mineira


Jornalista debate com a plateia e assina
sua obra - Foto: Divulgação
O Sempre Um Papo recebe o jornalista e escritor Fernando Molica para o debate o lançamento do livro “Uma Selfie com Lenin” (Record). O romance pode ser lido como um carta de despedida, de amor ou de desculpas. Mas é preciso ir até o final para que se descubra por que o protagonista escreve para a ex-namorada. Molica conta a trajetória conflitante de um jornalista que vê seus ideais de juventude serem corroídos pelo galopante avanço de uma estrutura política baseada na corrupção. 

Diante da ruína de suas convicções, o personagem narra com humor, e certa dose de melancolia, a história de sua vida profissional e dos rumos que trilhou. O livro faz, assim, um balanço das experiências compartilhadas pelo casal, que se misturam à história política recente do nosso país, marcada por escândalos de corrupção e pelas grandes manifestações que, nos meses anteriores à Copa do Mundo de 2014, levaram milhões de pessoas às ruas. O evento será no dia 19 de setembro, terça-feira, às 19h30, no auditório da Cemig, com entrada gratuita.

“Uma Selfie com Lenin”

Sozinho em pleno voo, enquanto viaja entre dois continentes, um jornalista carioca se ocupa de escrever uma carta. A destinatária é Eloísa, ex-namorada e ex-chefe, poderosa assessora política. Enquanto desbrava a personalidade e a trajetória da mulher, o protagonista de “Uma Selfie com Lenin” passa em revista a própria jornada, desde que era um repórter mal remunerado até se converter em redator a serviço de políticos de caráter duvidoso. 

Na missiva, há espaço ainda para ecos de notícias do Brasil, como as manifestações de 2013 e 2014 e o desencanto com o projeto de esquerda para o país. Com um viés ao mesmo tempo melancólico e irônico, Fernando Molica desvela conflitos éticos e dilemas que marcam a rotina contemporânea, elaborando uma crítica perturbadora de nossa sociedade — da política ao amor. Redige uma trama ágil e original, que tem como ponto de partida a história de um romance turbulento e de uma decisão inusitada: desaparecer. Com isso, também apresenta um saboroso tratado sobre poder e injustiça, memória e esquecimento, desejo e perplexidade.

Fernando Molica é autor dos romances “Notícias do Mirandão”, “O Ponto da Partida” e “O Inventário de Julio Reis”, “Bandeira Negra, Amor” e o infanto-juvenil “O Misterioso Craque da Vila Belmira”. Tem livros publicados na Alemanha. Lançou também o livro-reportagem “O Homem que Morreu Três Vezes”, que recebeu menção honrosa do Prêmio Vladimir Herzog. Jornalista, assina uma coluna diária no jornal O Dia.

Sempre Um Papo com Fernando Molica 
Dia 19 de setembro, terça-feira, às 19h30, com entrada gratuita
Local: Auditorio da Cemig - Rua Alvarenga Peixoto, 1200, Santo Agostinho - BH/MG
Informações: www.sempreumpapo.com.br / 31 32611501 

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Cabeça (Um Documentário Cênico) Chega ao Sesc Palladium

Espetáculo tem única apresentação na capital mineira
Foto: Divulgação
O Festival Teatro em Movimento, em sua 16ª edição, seguindo o conceito de ser um festival que ocorre o ano inteiro, sempre com um repertório eclético que oferece os diversos gêneros teatrais que estão em turnê pelo Brasil, traz a Belo Horizonte,  em co-realização com o Sesc Palladium, o espetáculo “Cabeça (um documentário cênico)”, que marca os 30 anos do disco “Cabeça Dinossauro”, da banda de rock Titãs. 

Trata-se de um documentário cênico, que cria uma ponte entre o ano de 1986 e os dias atuais, por meio dos temas das canções do disco, em diálogo com histórias pessoais dos atores.  Na peça teatral estão projeções que desenham um painel dos acontecimentos emblemáticos nacionais e mundiais daquele período. Em cena, todas as canções são executadas ao vivo, na mesma sequência do álbum, sendo a espinha dorsal da montagem que, assim como o disco de vinil, se divide em Lado A e Lado B – primeiro e segundo atos da peça. A dramaturgia e a direção são de Felipe Vidal, que, ao lado do coletivo teatral Complexo Duplo, mergulhou na obra do Titãs, e no elenco formado somente por homens, oito, como na formação original dos Titãs – estão Felipe Antello, Felipe Vidal, Guilherme Miranda, Gui Stutz, Leonardo Corajo, Lucas Gouvêa, Luciano Moreira e Sergio Medeiros.

Vencedor do Prêmio Shell na categoria melhor música e indicado na categoria melhor autor e indicado ao Prêmio APTR, nas categorias melhor autor e melhor música; e indicado ao Prêmio Cesgranrio nas categorias melhor texto e melhor direção musical, “Cabeça” tem única sessão, no dia 12 de abril, quarta-feira, às 20h30, no grande teatro do Sesc Palladium 

O Teatro em Movimento tem o patrocínio do Instituto Unimed-BH e Itaú, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. 

A concepção cenográfica de Felipe Vidal cria um palco de show onde se passa toda a ação. Os figurinos de Flavio Souza variam em texturas e estilos mas são todos pretos, remetendo aos de uma banda de rock. As projeções e o videografismo de Eduardo Souza ajudam a contar a história através de imagens marcantes da cena política, musical e social da década de 80 e atuais, além de palavras-chave e frases projetadas.

Além dos fatos históricos, a dramaturgia de Felipe Vidal absorveu ainda as memórias e experiências dos então adolescentes integrantes do elenco (hoje com média de idade de 40 anos), se descobrindo e descobrindo o mundo através da lente do rock nacional, que vivia um de seus mais potentes períodos de criatividade, e seus desdobramentos nos dias de hoje, 30 anos depois.

A MONTAGEM

Depois do sucesso de “Contra o Vento (um musicaos)”, que revisitava a Tropicália e os anos 1960 através da história do lendário Solar da Fossa, Felipe Vidal e o coletivo teatral Complexo Duplo mergulharam nas memórias e no legado dos anos 1980 e do então efervescente rock nacional, através de “CABEÇA (um documentário cênico)”, inspirados nos 30 anos do álbum “Cabeça Dinossauro”, da banda paulistana de rock Titãs.

“Cabeça” é a segunda peça da TRILOGIA PARAMUSICAL, iniciada em “Contra o Vento”. A primeira parte da trilogia dialogava com os espetáculos teatrais musicais brasileiros do final dos anos 1960 / início dos anos 1970, já “Cabeça” dialoga com o Teatro Documentário contemporâneo e navega por duas épocas: 1986 e os dias atuais. A previsão é que a terceira e última parte da trilogia estreie em 2018 e dialogue com o Rap, o Hip-hop e o Funk carioca.

O Teatro Documentário é um gênero que, assim como o documentário audiovisual, pode reconstituir ou analisar assuntos contemporâneos de nosso mundo histórico vistos por uma perspectiva crítica. O gênero esteve muito em voga no início do século XX, tendo como um dos seus grandes expoentes o encenador alemão Erwin Piscator, e agora voltou com força - em particular na América Latina - em interlocução com outros elementos de encenação contemporâneos. 

A peça é um projeto do coletivo teatral Complexo Duplo, do Rio de Janeiro, e é a segunda parte de uma série de três peças – denominada TRILOGIA PARAMUSICAL – iniciada em 2015 com “Contra o Vento (um musicaos)”, que estreou no Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB do Rio de Janeiro em abril de 2015 e fez bem sucedidas temporadas nos CCBBs de Brasília e Belo Horizonte, tendo sido assistida até agora por mais de doze mil espectadores. “Contra o Vento (um musicaos)” foi indicada ao Prêmio Shell na categoria Música (Felipe Vidal e Luciano Moreira – pela canções da trilha sonora original) e ao Prêmio Cesgranrio nas categorias Texto Nacional Inédito (Daniela Pereira de Carvalho) e Direção Musical (Marcelo Alonso Neves). 

FICHA TÉCNICA  

Dramaturgia e direção: Felipe Vidal / Elenco (em ordem alfabética): Felipe Antello, Felipe Vidal, Guilherme Miranda, Gui Stutz, Leonardo Corajo, Lucas Gouvêa, Luciano Moreira e Sergio Medeiros / Diretor assistente: Rafael Sieg / Direção musical: Luciano Moreira e Felipe Vidal / Direção de movimento: Denise Stutz / Figurinos: Flavio Souza / Iluminação: Tomás Ribas / Cenografia: Felipe Vidal / Videografismo e Programação Visual: Eduardo Souza (PAVÊ) / Interlocução dramatúrgica: Daniele Avila Small / Assistência de direção: Tainá Nogueira / Desenho de som: Branco Ferreira / Direção de produção: Luísa Barros / Produção executiva: Thaís Pinheiro / Realização: Complexo Duplo  / Idealização do projeto: Felipe Vidal / Realização em BH: Teatro em Movimento com o patrocínio do Instituto Unimed-BH e Itaú, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. / Co-realização: Sesc Palladium / Produção local: Rubim Produções 

Imagens em vídeo de divulgação: 

“Cabeça (um documentário cênico)”
Duração: 1h50min (com intervalo de 10 minutos)/ Classificação: 16 anos
Dias/horários: 12 de abril, quarta-feira, às 20h30
Local: Sesc Palladium: Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro, Belo Horizonte- MG 
Ingressos: R$40,00 (inteira) - R$ 20,00 (meia)
Vendas: bilheteria do teatro - www.tudus.com.br
Meia entrada válida para: maiores de 60 anos. E para estudantes devidamente identificados, válida até 40% dos ingressos vendáveis do teatro (conforme DECRETO no 8.537, de 05 de outubro de 2015).