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sexta-feira, 26 de setembro de 2025

Nico Rezende, Biafra e Dalto fazem show em Belo Horizonte

Foto: Divulgação 

Uma noite para celebrar a amizade, a sensibilidade e o legado de três grandes nomes da música brasileira, Dalto, Biafra e Nico Rezende, que unem suas trajetórias e vozes em um espetáculo que promete emocionar o público com canções que atravessam gerações.

Um encontro especial e carregado de afeto vai tomar conta do BeFly Minascentro nesta sexta-feira (26), no espetáculo “Clássicos Eternos”, três grandes nomes do romantismo pop brasileiro, Dalto, Biafra e Nico Rezende, que dividem o palco em uma noite dedicada à celebração da amizade, da música e das canções que marcaram época.

Os fãs são convidados a viajar no tempo juntos a um repertório repleto de memórias, sucessos consagrados e emoção à flor da pele, em uma noite que promete tocar o coração do público do início ao fim. Não se trata apenas de um show, mas de um encontro geracional, em que melodias conhecidas ganham nova vida, ao vivo, num roteiro construído com carinho e verdade.

Sensível, discreto e profundamente musical, Dalto, o anfitrião da noite é o nome por trás de algumas das canções mais emblemáticas do Brasil. Dono de sucessos como “Muito Estranho (Cuida bem de mim)”, “Anjo”, “Pessoa” e “Espelhos D’Água”, ele foi responsável por compor verdadeiros hinos da música romântica e pop brasileira.

Sua carreira é marcada por escolhas honestas: trocou os holofotes pela liberdade criativa, preferiu compor a se submeter às imposições da indústria e construiu uma trajetória coerente, marcada por arranjos sofisticados e letras que tocam fundo. Mesmo longe da grande mídia, Dalto segue como referência e suas músicas, frequentemente regravadas, tocam corações.

Para esse encontro memorável, Dalto convida Biafra, um artista que emociona pela entrega, pela memória e pelo poder de transformar sentimentos em canto. Com seu timbre único e interpretação intensa, e que deu voz a uma geração inteira com sucessos como “Sonho de Ícaro”, “Leão Ferido”, “Te Amo” e “Vinho Antigo” o consagraram como um dos grandes intérpretes do romantismo nacional.

A conexão com Dalto vai além dos bastidores: juntos, compuseram e eternizaram “Leão Ferido”, uma das faixas mais tocantes da década de 80. E convida também, Nico Rezende, conhecido pela definição de elegância na música brasileira. Cantor, compositor, pianista e arranjador de mão cheia, um multi-instrumentista que ficou conhecido nos anos 80 e 90

por hits como “Esquece e Vem”, “Perigo” (eternizada na voz de Zizi Possi), e por colaborações com artistas como Marina Lima, Cazuza, Gal Costa e Lulu Santos.

Sua parceria com Dalto e Biafra vem de muitos anos de estrada, afinidades musicais e respeito mútuo. Juntos, eles representam um capítulo especial da MPB pop, em que sensibilidade, harmonia e emoção caminham lado a lado. “Clássicos Eternos” é uma celebração do que a música tem de mais nobre: a capacidade de atravessar o tempo, de unir histórias e de transformar memórias em emoção. Prepare-se para uma noite única, em que sucessos como “Muito Estranho”, “Sonho de Ícaro”, “Espelhos D’Água”, “Perigo” e muitos outros ganham nova vida, com novos arranjos, novas interpretações, mas com a mesma intensidade de sempre.

CLÁSSICOS ETERNOS – DALTO, BIAFRA E NICO REZENDE

Data do show: 26 de setembro de 2025

Abertura da casa: 20h

Show: 21h

Local: BeFly Minascentro

Endereço: Av. Augusto de Lima, 785 – Centro, Belo Horizonte – MG

Classificação etária: 18 anos. (Menores de 18 anos somente poderão entrar acompanhados de um responsável legal - pai, mãe ou guardião

legal, mediante apresentação de documento de identificação).

Ingressos

 Setor I: a partir de R$ 185,00 (meia) / R$ 215,00 (Social)

Setor II: a partir de R$ 125,00 (meia) / R$ 155,00 (Social)

Setor Superior: a partir de R$ 95,00 (meia) / R$ 125,00 (Social)

*Ingresso Social: válido mediante a doação de 1kg de alimento não

perecível na entrada do evento. Caso não seja apresentado, será

necessário pagar a diferença para o ingresso inteiro.

VENDA DE INGRESSOS

Atendimento da Bilheteria ( Novo Endereço )

LOCAL: BEFLY HALL – AV. NOSSA SRA. DO CARMO, 230 – SAVASSI – BELO HORIZONTE / MG

DIAS E HORÁRIOS: Terça a Sábado das 12h às 15h – 16h às 20h. 

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quinta-feira, 22 de agosto de 2024

Nico Rezende lança álbum autoral após 12 anos

Foto: Divulgação 
O cantor  Nico Rezende lança, depois de 12 anos, novo álbum autoral “Primeira vez”. É o seu 10º álbum autoral, sendo lançado 40 anos depois do compacto simples em 1984.

“Primeira vez” é o 1º disco autoral desde “Piano e voz” (2012), e traz participações especialíssimas de Isabella Taviani, em “Primeira vez” (parceria com Nelson Motta), que dá título ao álbum, Roberta Campos em “Um amor puro” (parceria Nico/Roberta) ,e também Ive, na faixa “Esquece e vem”, (parceria com Paulinho Lima).

“Admirando o sol, que surge com o mesmo vigor e beleza a cada manhã, procuro olhar pra trás e lembrar dessa estrada, cheia de altos e baixos, mas  sempre acompanhada de belos acordes e lindas melodias. Chegar aqui não foi fácil, com certeza, mas observando a trajetória do sol, rompendo o horizonte a cada novo dia, como se fosse a “Primeira vez”, me sinto uma criança, com o peito cheio de amor e esperança, compondo e cantando, tocando e tocando”, diz um emocionado Nico.

O álbum foi concebido e teve todas as bases gravadas no estúdio de Rezende, o Studiobeat e finalizado com baterias, baixos e metais no Estudio 2, de André Vasconcelos e Fabricio Matos.

“Primeira vez”, uma melodia que passeou pelos meus ouvidos até ser gravada e enviada pro Nelsinho, um antigo sonho de consumo, como parceiro. Quando recebi a letra e toquei no piano, as lágrimas brotaram, tamanha sensibilidade, encaixe e precisão dos versos com a melodia”, conta Nico Rezende.

“Foi uma alegria a parceria com o Nico, que sempre admirei, nessa baladaça bem romantica, como eu gosto, e letra e música se misturarm com naturalidade. É de chorar”, comenta Nelson Motta.

Já Isabella trouxe um sabor especial, convidada pelo amigo André Neiva, e arrasou na interpretação.

“Um amor puro” foi uma música escrita em plena pandemia, em parceria com a Roberta Campos, “um amor de pessoa, uma menina iluminada e uma compositora de mão cheia. Enviei a melodia pra ela, que me retornou rapidamente com essa letra maravilhosa. Um presente que deixa seus sinais. Gravamos as vozes, eu no Rio e ela em Sampa, depois fizemos um clipe no Rio de Janeiro e a coisa fluiu pra uma segunda canção, ainda inédita. Um presente”, destaca o artista

“De volta pro frio”, faixa do 4º álbum de Nico, “Tudo ficou pra trás”, foi revisitada depois de Nico ouvir várias vezes a original e também uma linda versão, gravada pelo Paulo Ricardo. A família também pesou na decisão de regravar essa canção, com letra do talentoso Claudio Rabello. O resultado surpreendeu, com o afiado naipe de metais, com Vander Nascimento pilotando.

“Esquece e vem“, com participação da Ive, é um dos grandes clássicos de Nico, senão o maior, com letra inspiradíssima do grande Paulinho Lima, num arranjo em clima de luau, com violões e um clipe gravado  entre Rio e Lisboa.

“Pra que serve uma canção” é uma prova do talento de um garimpeiro das palavras, Dudu Falcão, que letrou uma melodia, enviada por Nico. “Os versos andariam soltos se o amor não fosse uma prisão”. Com direito a clipe gravado no Teatro Municipal de Niterói. “Na minha visão, uma das mais belas canções que já escrevi”.

“Vida que segue”, surgiu em um sonho, literalmente, durante a pandemia. Nico acordou de madrugada e gravou no celular a melodia, já com boa parte da letra, ele voltou a dormir e, de manhã, percebeu que não era um devaneio, e sim uma canção de verdade, que fala sobre a esperança e o futuro promissor, com clipe em estúdio, dirigido por Olivio Petit.

“Signo de ar”, parceria com o meu querido libriano, Jorge Vercillo, pro qual enviei uma melodia e fomos construindo a letra, nas ruas do condomínio onde ele mora, com direito a segurança nos abordando na madrugada, questionando se éramos “desocupados”, he, he. O resultado maravilhoso foi registrado em disco pelo próprio Jorge e agora por mim, num clima lounge bossa-nova.

“Pegadas”, é uma canção composta em parceria com Alex Moreira, querido amigo, irmão, músico que nos deixou recentemente, deixando uma saudade imensa, do tamanho da beleza dos seus versos, na canção, como: “Pegadas que eu deixei pela areia são marcas que eu guardei no coração”.Um irmão que se foi e deixa um legado imenso. A canção é prima-irmã de “Esquece e vem”, meu primeiro sucesso”.

“Melodia sem final”, é uma canção composta na mesa de um bar, sem instrumento, anos atrás, no dia em que Maria Rita, ex-esposa do rei Roberto Carlos, amigo querido de Nico, se foi, “e eu escrevi melodia e letra simultaneamente e estou tirando, finalmente, do baú, e gravando pela “Primeira vez”.

40 anos de estrada, regados com muita música...

domingo, 26 de fevereiro de 2023

Nico Rezende relança o álbum ‘Curta a Vida’

Foto: Divulgação
Ouça aqui ‘Curta a vida’: https://sym.ffm.to/curtaavida

“Curta a vida”, o sexto de Nico Rezende, foi originalmente lançado em 2002, pela Som Livre, sete anos após o trabalho anterior do artista ‘Tapete azul’

Uma produção rica em detalhes e participações, desde a capa do mestre Milton Montenegro, aos músicos e feats:  Cazuza (em memória), com um novo arranjo de ‘Codinome beija-flor’, com a voz original de Cazuza recuperada (o arranjo original foi criado por Nico), e Ritchie, cantando ‘Transas’ (Nico Rezende / Paulinho Lima), com uma nova roupagem.

O álbum traz também o grupo Roupa Nova, na faixa ‘Alma feminina’ (Nico/Sergio de Paula), uma das canções inéditas, fazendo a base instrumental e os vocais, além da orquestra regida por Luizinho Avellar.

A faixa de abertura ‘Será que tem a ver’ (Nico / Tom Clark), traz uma levada black music e um momento hip-hop, no meio da canção, com participação especial de Marcio Montarroios, no flugelhorn, e Rogério Meanda na guitarra.

Já ‘Curta a vida’, a faixa-título, parceria com Pozel, traz o bandolim de Bruno Ryan.

Nico faz, em seguida, uma releitura do clássico ‘Shangri-.lá’ (Rita Lee / Roberto de Carvalho). Também são releituras a canção ‘Mentiras’ (Adriana Calcanhoto) e ‘Coração na boca’ (Zélia Duncan /Lucina).

O álbum traz ainda mais duas inéditas: ‘Tarôt’ (Paulinho Soledade/Gastão Lamounier) e ‘Replay’ (Nilson Machado/ Ricardo Mendes), além de um novo arranjo de ‘Perigo’ (Nico/Paulinho Lima).

André Neiva (baixo), Claudinho Infante (bateria), Zé Canuto (sax) e Marcos Suzano (percussão) completam o time de grandes músicos da produção.

Na engenharia e mixagem, Marcos Caminha.