Choose your language

Mostrando postagens com marcador Cassio Scapin. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cassio Scapin. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de março de 2025

"Insignificância" garante a diversão no Cine Theatro Brasil

 

Foto: Divulgação 

Após o Carnaval, Belo Horizonte recebe, no palco do Cine Theatro Brasil, o espetáculo “Insignificância”, texto do dramaturgo e diretor de teatro, cinema e televisão inglês, Terry Johnson, lançado em livro em 1983 com os atores Cássio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo. As apresentações acontecem no sábado (8),  às 21h  e domingo (9), às 19h.

A montagem brasileira tem tradução de Gregório Duvivier e destaca uma das questões mais discutidas na mídia contemporânea: as consequências da fama e a sua exploração para objetivos políticos.

O espetáculo conta a história de um hipotético encontro entre quatro famosas lendas norte-americanas, em um hotel na Nova York de 1953: a estrela de cinema Marilyn Monroe, Albert Einsten, cientista criador da Teoria da Relatividade (que levou à criação da Bomba H e, consequentemente, à bomba atômica), Joe DiMaggio, renomado jogador de beisebol e marido de Marylin, e o infame senador Joe McCarthy.

Através das perspectivas de figuras que simbolizam alguns dos maiores fenômenos de popularidade do século XX, o autor reflete sobre as maneiras de lidar com a fama (ou com a perda dela): a rejeição por parte do cientista; a aceitação hesitante, personificada no mito sexual que Marilyn continua a representar; e a decepção quando a fama se dissipa, refletida no personagem do jogador. Vale a pena conferir esta divertida comédia. Ingressos à venda na bilheteria do teatro ou no site Eventim. Realização da Polobh produtora, responsável por grandes espetáculos. Vale muito a pena assistir a apresentação. 

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

Espetáculo " Insignificância" garante boas risadas em Belo Horizonte

Foto: Divulgação 

Em março, Belo Horizonte recebe, no palco do Cine Theatro Brasil, o espetáculo “Insignificância”, texto do dramaturgo e diretor de teatro, cinema e televisão inglês, Terry Johnson, lançado em livro em 1983 com os atores Cássio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo. As apresentações acontecem no sábado (8),  às 21h  e domingo (9), às 19h.

A montagem brasileira tem tradução de Gregório Duvivier e destaca uma das questões mais discutidas na mídia contemporânea: as consequências da fama e a sua exploração para objetivos políticos.

O espetáculo conta a história de um hipotético encontro entre quatro famosas lendas norte-americanas, em um hotel na Nova York de 1953: a estrela de cinema Marilyn Monroe, Albert Einsten, cientista criador da Teoria da Relatividade (que levou à criação da Bomba H e, consequentemente, à bomba atômica), Joe DiMaggio, renomado jogador de beisebol e marido de Marylin, e o infame senador Joe McCarthy.

Através das perspectivas de figuras que simbolizam alguns dos maiores fenômenos de popularidade do século XX, o autor reflete sobre as maneiras de lidar com a fama (ou com a perda dela): a rejeição por parte do cientista; a aceitação hesitante, personificada no mito sexual que Marilyn continua a representar; e a decepção quando a fama se dissipa, refletida no personagem do jogador. Vale a pena conferir esta divertida comédia. Ingressos à venda na bilheteria do teatro ou no site Eventim. Realização da Polobh produtora, responsável por grandes espetáculos.

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

terça-feira, 12 de março de 2019

Concerto para João tem duas apresentações em Belo Horizonte

Espetáculo com Cássio Scapin (foto) ainda tem a participação
do maestro em João Carlos - Foto: Ale Catan
Com direção de Cassio Scapin e texto de Sérgio Roveri, a trama transita entre a fantasia e a realidade para narrar as glórias e os desafios enfrentados por um dos maiores músicos brasileiros ao longo de seus 60 anos de carreira. Cassio Scapin também encabeça o elenco que conta ainda com os atore Duda Mamberti e Ando Camargo e a atriz Erica Montanheiro.

O emocionante exemplo de talento, genialidade e superação de João Carlos Martins inspira o espetáculo teatral CONCERTO PARA JOÃO”com direção de Cassio Scapin – que também protagoniza a montagem - e texto de Sérgio Roveri. A encenação se passa durante uma das várias cirurgias às quais o pianista foi submetido para tentar continuar tocando. Dividido entre o sono da anestesia e a vigília, ele revive alguns de seus grandes concertos, narra os inúmeros episódios de superação e recebe a visita de um homem misterioso, com quem estabelece uma relação humana e musical.
O próprio maestro João Carlos ficou surpreso com o texto. “Por nunca ter conversado com o Sérgio Roveri na vida, impressionei-me muito com a peça. Parece que ele esteve dentro da minha alma desde os 18 anos. Ele soube captar o que passou internamente entre a dúvida de achar que eu tinha uma missão e a dúvida de levar essa missão adiante, sabendo que eu tinha uma distonia cerebral. Essa espécie de ansiedade aliada a uma interrogação do que seria o meu amanhã, durante esses 60 anos, estão impressos dentro da peça toda”, revela o maestro.
Em Belo Horizonte, CONCERTO PARA JOÃO” poderá ser assistida nos dias 16 e 17 de março (sábado, 21h, e domingo, 19h) no Grande Teatro do Sesc Palladium. Ao final e cada apresentação o maestro João Carlos Martins subirá ao palco para uma breve participação especial, um privilégio reservado para a plateia de Belo Horizonte!
O espetáculo, que tem realização do Ministério da Cidadania e Governo Federal, abre a Temporada Pólobh 2019 que assegura a circulação, em Belo Horizonte, de grandes nomes das artes do Brasil e do Mundo, com produção nacional da Mamberti Produções, produção executiva local da Pólobh, patrocínio nacional da Atlas Schindler e patrocínios locais do Instituto Unimed-BH, Pottencial Seguradora, MIP Engenharia, Localiza como locadora oficial, viabilizados por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, parceria estratégica com o Jornal O Tempo, promoção exclusiva da Rádio Alvorada e apoio da Fredizak, HBA, SouBH além do apoio cultural do Sesc MG.
SOBRE A MONTAGEM
Este é o quarto trabalho sobre a vida do maestro. “Já foram feitos dois documentários na Europa e um filme aqui no Brasil, todos muito bons. Pura arte. Agora, no teatro, há uma espécie de mistério na ligação entre o elenco e o público. Falo isso, porque muitas das minhas gravações foram feitas ao vivo, com público, no fundo, o que fiz de melhor é quando tinha o público ouvindo, aquela ligação fazia com que todas as gravações tivessem algo de mistério. Para mim o Pandolfo chega à beira da genialidade”, afirma o maestro.
O dramaturgo Sérgio Roveri conta que procurou fugir daquele esquema tradicional de vida e obra, aquela linguagem cronológica que acompanha todos os episódios da vida de alguém famoso ano a ano. “Eu procurei um recorte para contar a história dele – e achei que a cirurgia no cérebro a que ele se submeteu em 2012 era o acontecimento perfeito para eu lidar com as questões da memória dele, dos medos, das superações. Assim, no plano real, a peça se passa nos poucos dias em que ele ficou internado, mas na imaginação do maestro há toda uma vida sendo passada em revista. A peça, na verdade, assumiu este desafio de condensar uma vida riquíssima dentro dos três ou quatro dias que ele ficou no hospital. E apesar do talento comprovado e reconhecido dele, o que mais me inspirou na hora de escrever foram os momentos em que ele se viu privado deste talento. E eu penso que, ao conduzir a história por este caminho, a peça deixa de falar apenas dele e passa a falar de todo grande artista que, de repente, se vê impedido de realizar sua arte”, conta o autor.

Espetáculo “Concerto para João”, com participação especial Maestro João Carlos Martins
Dias: 16 e 17 de março (sábado às 21h e domingo às 19h)
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium
Ingressos: Plateia I e II (R$ 100,00 inteira e R$ 50,00 meia entrada) | Plateia III (R$ 75,00 inteira e R$ 37,50 meia entrada)
Duração: 95”
Classificação: livre
Informações: (31) 3270-8100

FICHA TÉCNICA
Texto: Sérgio Roveri
Direção: Cassio Scapin
Elenco: Cassio Scapin, Duda Mamberti, Ando Camargo e Erica Montanheiro
Cenário: Chris Aizner
Figurino: Fabio Namatame
Trilha Sonora: Daniel Maia
Iluminação: Marisa Bentivegna
Direção de Produção: Carlos Mamberti
Fotografia: Ale Catan

SOBRE JOÃO CARLOS MARTINS
Nascido em São Paulo, no dia 25 de junho de 1940, João Carlos começou a tocar piano aos sete anos por influência de seu pai, José, que desde a infância sonhava em virar um pianista. Quando tinha 10 anos e ainda morava em Portugal, José passava em frente a uma escola de piano em seu caminho para o trabalho e ficava fascinado com os sons que ouvia, porém não tinha dinheiro para pagar pelas aulas.
Ele recebeu o convite da professora daquela escola para estudar de graça o instrumento. O sonho do menino foi destruído naquele mesmo dia, quando uma prensa da tipografia em que ele trabalhava decepou seu polegar.
Aos oito anos, João Carlos venceu seu primeiro concurso musical ao executar obras do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750). Aos 21 anos, patrocinado por Eleanor Roosevelt, apresentou-se pela primeira vez no Carnegie Hall, em Nova York. No auge de sua carreira de pianista, tocou com as maiores orquestras norte-americanas e gravou a obra completa de Bach para piano. Jornais como New York Times, Washington Post e Los Angeles Times dedicaram-lhe reportagens entusiasmadas pela sua personalidade artística.
Aos 25 anos, já consagrado como um dos grandes pianistas do mundo, João Carlos sofreu uma queda enquanto jogava futebol no Central Park, em Nova York, que atingiu o nervo ulnar e provocou atrofia em três dedos, obrigando-o a parar de tocar. Depois de um ano, voltou a tocar com dificuldade. Abandonou a carreira aos 30 anos.
Após sete anos longe do piano, decidiu voltar aos palcos, recebendo excelentes críticas da imprensa e a aclamação do público. Nesse período, porém, descobriu que desenvolveu distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (Dort). Novamente teve que abandonar a carreira.
A paixão pela música fez com que ele retornasse anos mais tarde e, mesmo com sequelas, que o forçaram a adaptar novas formas de tocar, iniciou a gravação da obra completa de Bach.
Em 1995, em um assalto na Bulgária, foi golpeado na cabeça com uma barra de ferro, que provocou uma sequela neurológica, comprometendo o movimento da mão direita. Por meio de reprogramação cerebral, conseguiu recuperar os movimentos e voltou a tocar com as duas mãos. Entretanto, esse procedimento médico deixou sequelas no braço direito e na fala. Quando ele falava, sentia terríveis dores no braço.
Decidiu passar por um novo procedimento cirúrgico para corrigir o problema e teve os seus movimentos da mão direita afetados. Antes, porém, terminou a gravação da obra completa de Bach para o piano. Passou a fazer apresentações apenas com a mão esquerda.
João Carlos foi surpreendido pelos médicos com a notícia de que havia desenvolvido Contratura de Dupuytren na mão esquerda. Embora tenha passado por um novo procedimento cirúrgico, João Carlos acabou perdendo o movimento da mão esquerda, o que o inviabilizou novamente de tocar piano. Em 2002, teve que parar de tocar, e, dessa vez, acreditou seria para sempre.
Em 2004, aos 64 anos, João Carlos iniciou os seus estudos de regência. Seis meses depois, apresentou-se com sucesso em Londres, Paris e Bruxelas, como regente convidado, imprimindo em suas interpretações a mesma dinâmica que fazia quando pianista.
Em 2006, idealizou a Fundação Bachiana, com a missão de levar a música clássica às pessoas que pouco, ou nunca, ouviram falar dela. Construiu uma sólida carreira com a sua Bachiana Filarmônica SESI-SP, a primeira orquestra brasileira a se apresentar no Carnegie Hall (2007).
Atualmente, a Fundação Bachiana mantém oito núcleos de musicalização para crianças e jovens pelo Brasil e tem realizado cerca de 80 apresentações por ano. Mesmo com todas as limitações físicas, no final dos concertos João Carlos costuma deixar a regência e sentar-se ao piano para rápidas e emocionantes apresentações.

SOBRE CASSIO SCAPIN – DIRETOR E ATOR
Ator, produtor e diretor, Cassio Scapin atuou em mais de 20 espetáculos no Brasil e na Itália. Recebeu os prêmios Apetesp e Shell, de Melhor Ator. Como ator, ficou conhecido nacionalmente pelo personagem Nino de “Castelo Rá-Tim-Bum”.
Outro destaque é sua atuação nas peças "O Libertino" e "Histeria". Como diretor, seu mais recente trabalho é a peça "Visitando o Sr. Green", em montagem com Sérgio Mamberti e Ricardo Gelli.

sexta-feira, 1 de março de 2019

Sesc Palladium apresenta destaques da programação teatral de março

Como parte da intensa programação oferecida pelo centro cultural, o Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420 / rua Rio de Janeiro, 1046, Centro, Belo Horizonte/MG) apresenta os destaques teatrais para o mês de março. Em cartaz produções importantes da atualidade nas artes cênicas do país. 

Entre 8 a 10 de março um dos destaques é a peça ‘Mata rasteira’ realizada no Teatro de Bolso. Inspirado no romance homônimo do autor paulista Abner Laurindo, o espetáculo do Grupo Caras Pintadas é um encontro poético e político com o universo do teatro e da cultura afro-brasileira.

A peça utiliza como fundamentos a musicalidade e corporeidade da capoeira, além da contação de histórias dos Griots africanos para narrar a odisseia de Nlongi, um menino nascido em Angola, na África, que é sequestrado e escravizado por corsários portugueses e trazido para o Brasil, onde participa de importantes movimentos de resistência cultural e guerreira do povo negro em sua ânsia pela liberdade. Sexta e sábado às 20h e domingo às 19h. Os convites custam R$ 15 (inteira).       

Nos dias 9 e 10 de março o Grupo de Teatro da Pedra, de São João del-Rei, apresenta seu novo espetáculo ‘Odisseia’, no Grande Teatro. Trata-se de uma releitura dos dramas humanos a partir da milenar obra prima da literatura ocidental, que narra a estória do complicado retorno ao lar de Odisseu, multifacetado herói grego e combatente de guerra. A direção musical do espetáculo é de Ernani Maletta, um dos nomes de maior destaque na música e na cena teatral de BH. Sábado às 21h e domingo às 19h. Preço único - R$ 20 (inteira).                         

Em 16 e 17 de março o centro cultural apresenta o espetáculo ‘Concerto para João’, que tem dramaturgia assinada por Sérgio Roveri. A história, interpretada pelo ator e diretor Cássio Scapin, revive alguns dos seus grandes concertos, narra seus inúmeros episódios de superação e ainda recebe a visita de um homem misterioso, com quem estabelece uma relação humana e musical.

Em BH o espetáculo contará com a participação especial do homenageado, João Carlos Martins, que ainda apresentará à plateia algumas obras de seu repertório para piano. Ocorre no Grande Teatro, sábado às 21h e domingo às 19h. Convites para as plateias 1 e 2 custam R$ 100 (inteira); plateia 3, R$ 35 (inteira).

Nos dias 23 e 24 de março o Grande Teatro apresenta a peça ‘Pi – Panorâmica insana’, com direção de Bia Lessa e estrelado por Cláudia Abreu, Leandra Leal, Luiz Henrique Nogueira e Rodrigo Pandolfo. Baseado em pessoas e dados reais, o espetáculo traça um papel irônico do mundo contemporâneo. A peça propõe uma lente de aumento sobre a sociedade contemporânea. Temas como indivíduo, civilização, sexualidade, política, violência, nação, miséria, riqueza, gênero e desejo são abordados.

‘Pi – Panorâmica insana’ é absolutamente contemporâneo e, ao mesmo tempo, atemporal. A dramaturgia foi concebida a partir dos ensaios, uma escritura cênica e não um texto convencional. O resultado transita entre artes plásticas, teatro e dança. Sábado às 20h e domingo às 19h. Os convites para a plateia 1 custam R$ 80 (inteira); plateia 2 R$ 70 (inteira) e plateia 3, R$ 50 (inteira). Trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo tem desconto na inteira, apresentando cartão do cliente válido.

Eixos curatoriais: reflexões em todas as linguagens artísticas

Em fevereiro de 2019, o Sesc Palladium retomou o trabalho com eixos curatoriais semestrais para nortear a programação do centro cultural. Até o mês de julho, as Culturas Populares estarão em discussão em diferentes linguagens artísticas. E de agosto a dezembro, o tema será Hermanos, uma reflexão acerca da influência dos países de língua espanhola sobre o Brasil e a nossa relação com os países vizinhos.

A iniciativa é um reflexo de 2018, ano que o Sesc Palladium implementou nova maneira de organizar sua programação, com os eixos da Língua Portuguesa e Arte & Tecnologia, que trouxeram para o centro cultural inquietantes perspectivas para as artes.

“Quando começamos a trabalhar os eixos percebemos que alguns assuntos são inesgotáveis, por isso, em 2019 vamos resgatar temas que perpassam pelos eixos de 2018. A proposta para a Língua Portuguesa, por exemplo, é apresentar programação anual na Semana da Língua Portuguesa, comemorada em maio. Esse mesmo eixo trouxe o tema Hermanos e reflexões sobre o Brasil estar ilhado num continente que fala espanhol, e como o Tratado de Tordesilhas nos afeta até hoje”, conta a coordenadora de programação do Sesc Palladium Luciana Salles.

O eixo curatorial Culturas Populares pretende trazer à discussão a dimensão antropológica da cultura com todo o sentimento de pertença e identificação que permeia o assunto. Manifestações artísticas e rituais, sejam eles tradicionais ou contemporâneos, estarão na ordem do dia. Dentre os destaques está a exposição Naïfs do Brasil, que inaugurou o eixo em 12 de fevereiro, na Galeria de Arte GTO e segue em cartaz até 21 de abril. Ela faz parte do Acervo Sesc de Arte Brasileira e representa importante patrimônio da instituição. Após passar por todas as unidades do Sesc em São Paulo, Naïfs do Brasil traz a BH 42 obras como O Circo da Serrinha, de Gerardo da Silva, Dona Ritinha Catadora de Latinhas, de Sandra Aguiar, e geringonças do Mestre Molina, tradição nacional dos bonecos animados.

SERVIÇO

Espetáculo – Mata rasteira                                                                  
Data: 8 a 10 de março
Horário: Sexta e sábado às 20h e domingo às 19h
Teatro de Bolso
Ingresso: R$ 15 (inteira)

Espetáculo – Odisseia                                                                
Data: 9 e 10 de março
Horário: Sábado às 21h e domingo às 19h
Grande Teatro
Preço único - R$ 20 (inteira)

Espetáculo – Concerto para João
Data: 16 e 17 de março
Horário: sábado às 21h e domingo às 19h
Grande Teatro
Ingresso: plateias 1 e 2 - R$ 100 (inteira); plateia 3 - R$ 35 (inteira).

Espetáculo - Pi – Panorâmica insana
Data: 23 e 24 de março
Horário: Sábado às 20h e domingo às 19h
Grande Teatro
Ingressos: plateia 1 - R$ 80 (inteira), plateia 2 - R$ 70 (inteira) e plateia 3 - R$ 50 (inteira)

Trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo tem desconto na inteira, apresentando cartão do cliente válido. 

Informações sobre o evento (público): (31) 3270-8100