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quarta-feira, 3 de novembro de 2021

“Tributo a John Lennon com Bruce Gomlevsky”

Apresentação tem 25 músicas
Foto: Divulgação
Espetáculo é uma reverência a um dos maiores ídolos do século XX. Montagem inclui canções de John Lennon à frente dos Beatles e em sua carreira solo, permeada por textos da dramaturga Daniela Pereira de Carvalho. Única apresentação no dia 19 de novembro, sexta às 20h

O projeto Teatro em Movimento, no ano em que completa 20 anos, abre a programação presencial de 2021 realizando, em parceria com o Sesc Palladium, o show "Tributo a John Lennon com Bruce Gomlevsky”. A apresentação traz 25 canções em ordem não cronológica que compõem um significativo painel da obra de John Lennon à frente dos Beatles e em sua carreira solo, permeado por textos da dramaturga Daniela Pereira de Carvalho, escritos a partir de vasta pesquisa realizada em entrevistas, cartas e material biográfico do artista. Os arranjos são de Francisco Eiras e José Wellington, que está no palco e executa todas as canções ao vivo. A iluminação é de Russinho e a produção de BG ArtEntretenimento Ltda. A montagem terá única apresentação, na sexta (19) às 20h, no grande teatro do Sesc Palladium. 

“Tributo a John Lennon com Bruce Gomlevsky” uma reverência ao artista cujas composições retratam os anseios, angústias, amores e valores de toda uma geração e ficarão para sempre em destaque no cenário musical de todo o mundo, por sua pungência, profundidade e atualidade. Este show é também uma grande homenagem ao "rock and roll", valorizando um dos gêneros musicais mais populares e contundentes na história da música. John Lennon foi o porta-voz de toda uma geração e sua obra está na memória não só dos que viveram aquela época, mas de seguidas gerações de jovens que sequer eram nascidos quando Lennon se apresentava para numerosas platéias em todo o mundo.

“Quando eu estava no ensino médio, saia do colégio com meus amigos e a gente corria para Modern Sound, um loja muito boa de disco que existia em Copacabana... A gente passava horas olhando os discos importados... Foi lá que eu comprei vários álbuns dos Beatles que tenho até hoje... Também tenho vários vinis dos anos 60 que eram dos meus pais... (…) No início dos anos 90, mais de vinte anos depois dos término dos Beatles, eu me tornei um beatlemaníaco... Posso dizer que, na minha vida, as músicas dos Beatles, as músicas do John Lennon, meu ‘beatle preferido’, são partes muito importantes da minha educação sentimental... Essas canções fazem parte dos amores que eu vivi, dos desafios que eu enfrentei, das memórias que eu construí... A minha sensibilidade - como artista e como ser humano – é atravessada por essas melodias e esses versos”, conta Bruce Gomlevsky.

TRIBUTO - 80 ANOS DE JOHN LENNON 

Um ano marcado por acontecimentos inesperados, desafios e transformações de toda ordem encaixa-se bem nas efemérides ligadas a um dos maiores ídolos do século XX, e que continua a mobilizar gerações e gerações até os dias de hoje. Não tivesse sua vida roubada precocemente há 40 anos – e aos 40 anos -, 2020 seria o ano em que o nosso ídolo completaria suas 8 décadas de vida. Provavelmente cantando, compondo, criando, ainda provocando e convidando o mundo a se transformar em um só.

Um mundo que foi virado de cabeça para baixo como este em que vivemos, dialoga em linha direta com o artista inquieto que viveu sua vida inteira virando mesas e revirando suas regiões mais profundas numa busca feroz pelas verdades perdidas. Suas perguntas ainda hoje são pertinentes e contemporâneas.

Menino de infância marcada por perdas, adolescente sedutor e rebelde, precoce estrela mundial aos 23 anos, John Lennon viveu seus 40 anos em estado de urgência: escreveu músicas e poemas, desenhou, fez cinema, recebeu e devolveu uma comenda à Rainha Elizabeth da Inglaterra, pariu dois filhos, esteve longe do primeiro mas foi mãe do segundo, lutou por Angela Davis, pelos Panteras Negras, pela Irlanda e pela paz. Se insurgiu contra a Guerra do Vietnã, contra os desmandos do governo Nixon, lutou bravamente pelo direito de residir nos Estados Unidos, lugar onde ele, nas suas próprias palavras, podia tomar um café, ir a um teatro ou galeria sossegadamente. E ao lado do amor de sua vida, a artista plástica japonesa Yoko Ono, enfrentou todo tipo de resistência por “mexer no time que estava ganhando” (deixar Os Beatles) e ir de encontro aos seus traumas e à luta por sua felicidade.

ROTEIRO “TRIBUTO A JOHN LENNON COM BRUCE GOMLEVSKY"

Twist And Shout, Strawberry Fields Forever, Mother, Help, Nowhere Man, I’m The Warlus, A Day In The Life, Lucy In The Sky With Diamonds, Across The Universe, Instant Karma, Woman Love, Jealous Guy, Just Like Starting Over, In My Life, Imagine, Bis, Come Together  e All You Need Is Love . 

Teatro em Movimento e Sesc Palladium apresentam: “Tributo a John Lennon com Bruce Gomlevsky”

Classificação livre - Duração: 60 minutos

Data/horário: Dia 19 de novembro, sexta, às 20h

Ingressos: R$50,00 inteira - R$25,00 meia entrada (conforme Lei)

Pontos de venda:

Bilheteria do Sesc Palladium, local do show: 

Sesc Palladium Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro - BH ou  Av. Augusto de Lima, 420, Centro - Belo Horizonte/MG

Venda on line pelo link: 

https://bileto.sympla.com.br/event/69473/d/112315/s/656899 

Informações: 31 3270.8100

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Blackbird, de David Harrower, premiada internacionalmente, faz curta temporada no CCBBBH

Premiada peça tem a direção de Bruce Gomlevsky
Foto: Victor Damasceno
Texto vencedor do Festival Internacional de Edimburgo e do Prêmio Laurence Olivier Award, inspirado em um caso real de pedofilia, traz o reencontro de um homem e uma mulher que viveram caso polêmico quando ela tinha 12 anos e ele 41.

Agora, eles estão cara a cara para um acerto de contas. Protagonizado por Viviani Rayes e Yashar Zambuzzi e direção de Bruce Gomlevsky, esta será a primeira vez que a montagem será apresentada em Belo Horizonte, após 4 anos de sucesso de público e crítica no Rio de Janeiro e por 2 anos consecutivos ,com todas as sessões com ingressos esgotados no Festival de Curitiba de 2018

Sucesso de público e crítica, Blackbird, do escocês David Harrower estreou na cidade do Rio de Janeiro, dia 06 de setembro de 2014, sob a direção de Bruce Gomlevsky, e protagonizada por Viviani Rayes e Yashar Zambuzzi. Após 6 temporadas bem-sucedidas nos teatros do Rio de Janeiro: Gláucio Gill, Casa de Cultural Laura Alvim, Tom Jobim, Serrador, Dulcina e Glauce Rocha, BLACKBIRD chega a Belo Horizonte para sua 7² temporada. (É a 1ª vez que o espetáculo cumpre temporada fora do Rio de janeiro). Recentemente com uma montagem na Broadway, com Jeff Daniels e Michelle Williams, recebeu indicações ao Tony Awards de melhor texto, ator e atriz. Em 2016, a versão cinematográfica de Blackbird, intitulada UNA (nome da personagem feminina) teve première no Festival Internacional de Toronto, e em 2017 o lançamento foi mundial.

Inspirada em um caso real de pedofilia, Blackbird aborda um tema de caráter social, ético e moral, através de um homem de 56 anos e uma jovem de 27, que se reencontram quinze anos depois de terem tido uma relação amorosa, quando ela tinha apenas 12 anos de idade e ele, 41. Um drama que discute sobre as consequências a longo prazo do abuso sexual, o amor entre pessoas de idades diferentes, os instintos sexuais versus os padrões éticos e morais que temos em nossa sociedade. Mas Blackbird vai além ao dialogar com esse tema de maneira responsável e humana, sem ser unilateral, preconceituosa e sensacionalista. 

Ética, moral e tabu:

A todo o momento vemos casos semelhantes serem noticiados pelos meios de comunicação, mobilizando iniciativas governamentais e não governamentais no combate e solução do problema. Entretanto, algumas mídias divulgam e exploram a pedofilia de maneira sensacionalista, e essa é a grande diferença de Blackbird, que não aborda o tema com tal característica, e, sim, pretende "discutir" o assunto ampliando a nossa definição de ética, moral e tabu, não se limitando apenas a uma discussão simplista de abuso sexual.

A PEÇA:

Em seu local de trabalho, Ray, um homem de 56 anos de idade, fica chocado ao ser visitado por Una, uma jovem de 27 anos. Fica evidente o desconforto entre ambos, mas logo descobrimos o motivo: quinze anos antes, quando ela tinha apenas 12 anos, e ele 41, os dois tiveram um relacionamento amoroso durante três meses, mas que, ao ser descoberto, Ray fora condenado por pedofilia. Ao cumprir sua pena, Ray muda de cidade e de nome e consegue se estabelecer em uma nova vida razoavelmente bem-sucedida. Entretanto, Una ao reconhecê-lo em uma fotografia de uma revista especializada, busca descobrir seu endereço para ir ao seu encontro. Ray a conduz ao refeitório da empresa, onde os dois se envolvem em um confronto longo e difícil que provoca contínuas lutas e necessidades para se entenderem e entrarem em acordo com suas emoções intensamente conflitantes.

SOBRE A MONTAGEM:

“O realismo de que a montagem está adequadamente investida foca todas atenções nos diálogos. A peça se passa em um container abandonado de trabalho, com muito lixo, pé direito baixo e atmosfera claustrofóbica. A luz é quente, tudo converge para a oposição entre o ponto de vista de Ray e o de Una por sobre a mesma história e o que poderá acontecer a partir dali”. - Rodrigo Monteiro (Crítico teatral e jurado do Prêmio APTR).

“Viviani Rayes e Yashar Zambuzzi são responsáveis por uma das mais brilhantes atuações do teatro carioca em 2014. Não sei se ‘Blackbird’ foi a melhor peça teatral que vi esse ano, talvez até seja, mas com certeza foi a que me causou o maior impacto”. - Renato Mello (Jornalista do site Botequim Cultural).

“Excelentes trabalhos de YASHAR ZAMBUZZI e VIVIANI RAYES. Ambos atuam com muita verdade e maturidade profissional. É um privilégio ver o casal em cena. É muito gratificante assistir ao trabalho de dois atores que nos representam, que são motivo de orgulho para o TEATRO. Ambos mergulham, bem fundo, no âmago de seus personagens e trazem à tona todas as consequências daquele tsunami do passado”. Gilberto Bartholo (Critico Prêmio APTR).

“Estamos falando de Blackbird, e seu inesgotável poder de atrair o público. A emoção dos atores, a perfeição de sua atuação, nos deixa duplamente surpreendidos. Como o homem se sente culpado! Como a ex-adolescente não perdoa algo que a fascinou! Yashar Zambuzzi em sua surpreendente interpretação de Ray, o personagem que se condena como um criminoso, há o jogo selvagem de alguém que domina os mistérios da interpretação. A dupla de atores põe fogo naquele ambiente limitado entre as janelas fechadas de um porão, e a porta que poderia levá-los à salvação. "Una" (interpretada por Viviani Rayes), é a jovem mulher que quer acertar as contas com o seu primeiro amor. Insolência, entrega e perplexidade fazem da personagem um trabalho de exceção para qualquer atriz. Viviani Rayes, em sua fragilidade, aumenta a credibilidade da situação”. Ida Vicenzia (crítica de teatro).

“Os atores Yashar Zambuzzi e Viviani Rayes oferecem-nos uma atuação de excelente qualidade, numa entrega vigorosa de ambos ao texto. O embate entre eles nos tira da zona de conforto e coloca-nos diante da complexidade dos sentimentos humanos. Ali, frente a frente, quase parte da cena somos a quarta parede que tudo ouve e nada diz”. – Giselle Costa (Crítica do site Blah Cultural).

SINOPSE:
Texto vencedor do Festival Internacional de Edimburgo e do Prêmio Laurence Olivier Award, inspirado em um caso real de pedofilia, traz o reencontro de um homem e uma mulher que viveram caso polêmico quando ela tinha 12 anos e ele 41. Agora eles estão cara a cara para um acerto de contas.

BLACKBIRD:
Duração: 80 min / Gênero: Drama / Classificação indicativa: 16 anos
Temporada: de 3 a 14 de maio de 2018 - de quinta a segunda, sessões às 20h
Local: CCCBBH - Praça da Liberdade, 450 – Funcionários
Ingressos: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)
Clientes Banco do Brasil pagam meia-entrada
Venda de ingressos: bilheteria do teatro / ou www.eventim.com.br
Mais informações: (31) 3431-9400 I (31) 3431-9503
Ouvidoria BB 0800 729 5678
Deficiente auditivo ou de fala 0800 729 0088
Obs: O CCBB BH não tem estacionamento.
Redes sociais 
CCBB:Twitter :ccbb_bh - Facebook:ccbb.bh

HISTÓRICO DE SUCESSO DE BLACKBIRD:

  • Destaque do Festival de Curitiba 2018/2017, entre as peças com maior público no Festival, com suas sessões esgotadas.
  • Comemorou a centésima apresentação no Festival de Curitiba/2017.
  • 4 anos em cartaz e 6 temporadas no Rio de Janeiro.
  • Recentemente na Broadway.
  • Filme baseado na peça foi adaptado para o cinema com o nome da personagem principal: Una.
  • Considerada pela revista Veja Rio como uma das 10 melhores peças em cartaz no Rio de Janeiro, com 3 estrelas.
  • Recebeu 4 indicações ao Prêmio Botequim Cultural nas categorias: Melhor espetáculo, Melhor ator, Melhor atriz e Melhor diretor.
  • Recebeu uma indicação ao Prêmio Shell na categoria Música.
  • Recebeu uma indicação ao Prêmio Questão de Crítica na categoria Trilha Sonora Original.
  • Considerado um dos 21 espetáculos mais populares do Site Teatro em Cena, RJ.
  • Classificada, pelo site Conexão Mundo, entre os 5 espetáculos imperdíveis no Rio.
  • Listada entre Os Melhores Espetáculos do Ano de 2014, no Rio de Janeiro, pelo Crítico Gilberto Bartholo (jurado prêmio APTR). 
SOBRE O TEXTO E AUTOR:

David Harrower é considerado pela crítica do Reino Unido como um dos mais importantes escritores da atualidade. Em 2005 escreveu Blackbird, ganhando os prêmios de Melhor Peça Revelação no Festival Internacional de Edimburgo, em 2005, o Prêmio Laurence Olivier de 2007, de Melhor Peça e o Prêmio L.A Drama Critics Circle Award de 2011.

O texto tem a força de desafiar o público a expandir a sua definição de amor como também interrogar os limites éticos e morais. Qualquer um que já tenha vivido um relacionamento e esse amor foi interrompido, como um casamento que terminou em divórcio amargo, entenderá o desafio dos personagens, através dos segredos e autoenganos, tentando compreender o passado para que eles possam seguir em frente.

Perguntado do que a peça tratava, o autor apenas limitou-se a responder: “Eu tenho consciência de que estamos diante de um terreno minado e perigoso, pois todos nós sabemos que esse tipo de relacionamento não deve acontecer. Mas foi muito importante para mim deixar esses dois personagens numa sala, juntos e sozinhos, para dizer qualquer coisa que quisessem um ao outro, sem censurá-los. E eles podem e têm esse direito. Porque são as duas únicas pessoas que sabiam exatamente como se sentiam e o que eles de fato queriam”.

O ELENCO:

Yashar Zambuzzi: é ator formado pela EAD (Escola de Arte Dramática)-USP e Filosofia, pela mesma universidade. Trabalhou com Antunes Filho, um dos mais renomados diretores, no CPT (Centro de Pesquisa Teatral), onde, além de ator, exercia a função de professor de Filosofia. Fundou, com a atriz Viviani Rayes, a Te-Un TEATRO, ambos, produtores e intérpretes da aclamada montagem carioca, Blackbird, (2014/15 e 2016), de David Harrower, Em seus 33 anos de carreira em teatro, atuou em 30 produções, entre elas, A Tempestade, Júlio César e Tímon de Atenas, de W. Shakespeare, Race, de David Mamet, Silêncio!, de Renata Mizrahi, A Visita da Velha Senhora, de F. Dürrenmatt, Um Violinista no Telhado, de Jerry Bock, Sheldon Harnick e de Joseph Stein, O Interrogatório, de Peter Weiss, A Paixão Segundo Sóror Mariana Alcoforado, de Mariana Alcoforado, Senhora dos Afogados e Dorotéia, de Nelson Rodrigues, , O Processo, de F. Kafka, À Margem da Vida, de Tennessee Williams, Zoo Story, de Albbe, O Diário de um Louco, de N. Gógol, entre outros.  Esteve em importantes produções internacionais e nacionais de cinema como Cross & Star (2013) by Tiaraju Aronovich; Brazil Red (2011), série franco-canadense, by Sylvain Archambaul; Rio (2009) - Piloto para tv americana, by  Scott Steindorff; Nazi Hunters (2009) - Doc Drama para a National Geografic and History Channell, By Tim Wolochatiuk; Sem Fio (2007), de Tiaraju Aronovich; (2005); Via Láctea, de Lina Chimie ; Veias e Vinhos (2004) de João Batista de Andrade, entre outros. Nas academias, interessou-se em unir as antropologias filosófica e teatral, com o intuito de investigar a condição humana através do teatro. Em sua constante pesquisa, tem se interessado em transformar a literatura clássica em fenômeno cênico, pela importância de suas questões perenes sobre a condição humana. Nos últimos quatorze anos tem se dedicado às obras de Fiódor Dostoiévski.

Viviani Rayes: Pós-graduada em Direção Teatral pela CAL (Casa de Artes Laranjeiras/ RJ). Também Cursou Direção Teatral com José Renato, fundador do Teatro de Arena de São Paulo. Diretora e produtora do consagrado monólogo PARA ONDE IR, a partir de Crime e Castigo de Dostoiévski, adaptação e atuação de Yashar Zambuzzi. Formada pela Escola de Teatro Ewerton de Castro e Escola de Atores Wolf Maya, ambas em São Paulo, trabalhou com importantes diretores, tendo inúmeros espetáculos em seu currículo, como Blackbird, de David Harrower, direção e Bruce Gomlevsky; Uma Sociedade, do conto homônimo de Virgínia Woolf, entre outros. Tem um trabalho sólido e ativo no mercado publicitário, estampando diversas campanhas comerciais. É professora de Técnica de Gravação na Escola Profissionalizante de Teatro Nu Espaço. Cursou Comunicação Social na Faculdade Cásper Líbero em São Paulo. Em 2006 estagiou como produtora nos programas “Mulheres” e “Edição Extra”, da TV Gazeta/SP, e em 2005 no programa “Tudo é Possível”, da TV Record/SP. É sócia e diretora de produção da Rayes Produções Artísticas LTDA. Em 2017 estava à frente da curadoria da Ocupação Glauce de Portas Abertas.

“Blackbird é teatro na sua forma mais elementar: um homem, uma mulher, frente a frente, em busca de respostas.” - New York Times -

FICHA TÉCNICA:

Elenco: Viviani Rayes, Yashar Zambuzzi, Luisa Sousa / Texto: David Harrower / Tradução: Alexandre J. Negreiros / Direção: Bruce Gomlevsky / Direção de Produção: Viviani Rayes / Produção Executiva: Yashar Zambuzzi / Cenário: Pati Faedo / Figurinos: Ticiana Passos / Iluminação: Elisa Tandeta / Trilha Original: Marcelo Alonso Neves / Programação Visual e Fotografias: Thiago Ristow / Fotos de Cena: Thaissa Traballi e Lu Valiatti / Operação de Luz: Régelles Queiros / Operação de Som: Lucas Morais / Assessoria de Imprensa: Luz Comunicação - Jozane Faleiro  / Idealização: Te-Un TEATRO / Produção e Realização: Rayes Produções Artísticas

segunda-feira, 24 de abril de 2017

"Renato Russo - O Musical" Chega à Belo Horizonte Para Duas Apresentações

Semelhança de Bruce com Renato impressiona no palco
Foto: Divulgação
O Festival Teatro em Movimento, em sua 16ª edição, seguindo o conceito de ser um festival que ocorre o ano inteiro, sempre com um repertório eclético que oferece os diversos gêneros teatrais que estão em turnê pelo Brasil, traz a Belo Horizonte,  a peça “Renato Russo – O musical”. 
O público poderá conferir a história do artista desde a juventude “punk” em Brasília, quando fundou a banda Aborto Elétrico e ficou por dois anos em uma cadeira de rodas, até o sucesso da banda Legião Urbana. Com Bruce Gomlevsky no papel de protagonista, o espetáculo é composto por teclado, guitarra, baixo e bateria e ilustra a vida de Renato Russo, em 22 canções. 

“Uma combinação de fatores muito felizes garante o sucesso desse espetáculo. Temos a matéria prima principal, que é o Renato Russo, com uma obra muito consistente; a dramaturgia da Daniela Pereira de Carvalho; a direção do Maurinho Mendonça, fundamental; uma banda mega competente;  iluminação do Wagner Pinto;  cenário de Bel Lobo e Bob Neri, que compõe muito bem. Enfim, apenas o ator que faz o Renato Russo é mais ou menos”, brinca Bruce Gomlevsky. O quebra-quebra num show em Brasília e os problemas com drogas estão na montagem.As apresentações serão dia 6 de maio (sábado), às 20h, e dia 7 (domingo), às 19h,  no grande teatro do Sesc Palladium.

O Teatro em Movimento tem o patrocínio do Instituto Unimed-BH e Itaú, via Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Depoimentos, reportagens, entrevistas, livros e imagens de shows serviram como base para a concepção da obra biográfica, que estreou há 10 anos no centro do Rio de Janeiro. “Renato é um grande poeta e é por isso que continua causando comoção nas gerações de hoje. Sua obra gera um impacto enorme na nossa cultura”, afirma Gomlevsky. 

“Renato Russo - O Musical” já percorreu 40 cidades e foi assistido por 220 mil pessoas. “Sem a menor dúvida, o que move o espetáculo é a força do Renato e o legado que deixou na Legião Urbana, por meio das composições, que são a cada dia mais atuais. Os fãs se renovam e hoje temos, além de adultos e idosos na plateia, jovens e adolescentes que se emocionam a cada sessão”, conta a produtora do musical, Bianca de Felippes.

FICHA TÉCNICA

Texto: Daniela Pereira de Carvalho / Direção: Mauro Mendonça Filho / Direção Musical: Marcelo Alonso Neves / Iluminação: Wagner Pinto / Cenógrafo: Bel Lobo e Bob Neri / Figurino: Jeane Figueiredo / Realização: BG ArtEntretenimento e Gávea Fimes / Produtores associados: Bianca de Felippes e Bruce Gomlevsky / Realização em BH: Teatro em Movimento com o patrocínio do Instituto Unimed-BH e Itaú, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. / Produção local: Rubim Produções

Renato Russo – O Musical
Classificação: 12 anos / Duração: 120 minutos
Data/Horário: 6 e 7 de maio :: sábado, às 20h, e domingo, às 19h.
Local: Sesc Palladium – Rua Rio de Janeiro, 1046 – Centro - Belo Horizonte - MG
Ingressos: 
R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia) – Plateia I e II
R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia) – Plateia III
Vendas: bilheteria do teatro - www.tudus.com.br
Meia entrada válida para: maiores de 60 anos. E para estudantes devidamente identificados, válida até 40% dos ingressos vendáveis do teatro (conforme DECRETO no 8.537, de 05 de outubro de 2015

SOBRE O TEATRO EM MOVIMENTO

O projeto Teatro em Movimento, coordenado pela Rubim Produções, de Tatyana Rubim, completa 16 anos, em 2017, com o objetivo de descentralizar o acesso às grandes montagens do eixo Rio-São Paulo, promovendo a circulação dos mesmos para Belo Horizonte que tornou-se, ao longo do tempo, praça relevante para a apresentação de importantes repertórios. Além disso o projeto também atua em outros Estados e o outras cidades. Desde então, contabiliza 178 montagens, que somam mais de 526 apresentações, envolvendo cerca de 552 artistas, em 14 cidades, 27 teatros e público superior a 394.214 mil pessoas.

Inicialmente, atuando em Minas Gerais e seu entorno, o projeto trouxe à capital mineira e algumas cidades do interior, espetáculos com peso nacional, tendo no elenco atores como Bibi Ferreira, Lázaro Ramos, Tais Araújo, Selton Mello, Renata Sorrah, Thiago Lacerda, Grace Passô, Débora Falabela, Yara de Novais, Mateus Solano, Glória Menezes, Antônio Fagundes, Nicete Bruno, Paulo Goulart, Marco Nanini, Luana Piovani, Lilia Cabral, Rodrigo Lombardi, Cláudia Raia, Marisa Orth, Paulo Gustavo, Julia Lemmertz e muitos outros.  Dentre os espetáculos que o projeto deslocou para a capital mineira estão “Hamlet”, “Incêndios”, “Gonzagão – a Lenda”, “4XBibi”, “O Grande Circo Místico”, “Bem-vindo, Estranho”, “Cassia Eller – o Musical”, “Azul Resplendor”, “Topo da Montanha”, “Realistas”, “Rei Lear” e muitos outros.

O projeto também já atuou em outras cidade brasileiras, como São Luiz (MA), Vitória (ES) e Aracajú (SE), Corumbá(MS), São Paulo (SP), Mangaratiba (RJ), Canaã dos Carajás.(PA)  Em Minas Gerais, além de Belo Horizonte, o projeto atua ou já atuou em Imperatriz, Açailandia, Parauapebas, Mangaratipa, Itabirito, Mariana, Ourilandia, Ouro Preto, Araxá, Tiradentes, Betim, Contagem, Ipatinga, Nova lima e Juiz de fora. 

Os resultados do projeto vão além da inclusão das cidades na circulação das montagens. A iniciativa possibilita a formação de um espectador mais crítico e de um público mais preparado e habituado a lotar as salas dos teatros. A ideia é consolidar o hábito de ir ao teatro e fomentar a cultura das artes cênicas, por isso os espetáculos acontecem ao longo do ano e não concentrados em um curto período como nos festivais.

O teatro, sendo um agente de transformação social, é capaz de atuar como um difusor de ideias e de cultura podendo ser usado como um instrumento de comunicação. Para ratificar a potencialidade de transformação social e cultural do teatro e colocar em prática os objetivos do projeto, o Teatro em Movimento ainda promove, sempre que possível, oficinas gratuitas, palestras e workshops para profissionais da área e interessados. Dessa forma, cria-se uma rede de circulação de informação fortalecendo a possibilidade de sustentabilidade do setor cultural.

Redes sociais do Festival Teatro em Movimento: 
facebook.com/Teatroemmovimento
Twitter - @TeatroEmMovimento
Instragram - @teatroemmov
Site: www.teatroemmovimento.art.br

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Renato Russo - O Musical em Belo Horizonte

Semelhança com o cantor impressiona - Foto: Divulgação
O Festival Teatro em Movimento, em sua 16ª edição, seguindo o conceito de ser um festival que ocorre o ano inteiro, sempre com um repertório eclético que oferece os diversos gêneros teatrais que estão em turnê pelo Brasil, traz a Belo Horizonte,  a peça “Renato Russo – O musical”. O público poderá conferir a história do artista desde a juventude “punk” em Brasília, quando fundou a banda Aborto Elétrico e ficou por dois anos em uma cadeira de rodas, até o sucesso da banda Legião Urbana.  
 
Com Bruce Gomlevsky no papel de protagonista, o espetáculo é composto por teclado, guitarra, baixo e bateria e ilustra a vida de Renato Russo, em 22 canções. “Uma combinação de fatores muito felizes garante o sucesso desse espetáculo. Temos a matéria prima principal, que é o Renato Russo, com uma obra muito consistente; a dramaturgia da Daniela Pereira de Carvalho; a direção do Maurinho Mendonça, fundamental; uma banda mega competente;  iluminação do Wagner Pinto;  cenário de Bel Lobo e Bob Neri, que compõe muito bem. Enfim, apenas o ator que faz o Renato Russo é mais ou menos”, brinca Bruce Gomlevsky. O quebra-quebra num show em Brasília e os problemas com drogas estão na montagem.

Depoimentos, reportagens, entrevistas, livros e imagens de shows serviram como base para a concepção da obra biográfica, que estreou há 10 anos no centro do Rio de Janeiro. “Renato é um grande poeta e é por isso que continua causando comoção nas gerações de hoje. Sua obra gera um impacto enorme na nossa cultura”, afirma Gomlevsky.

“Renato Russo – O Musical” já percorreu 40 cidades e foi assistido por 220 mil pessoas. “Sem a menor dúvida, o que move o espetáculo é a força do Renato e o legado que deixou na Legião Urbana, por meio das composições, que são a cada dia mais atuais. Os fãs se renovam e hoje temos, além de adultos e idosos na plateia, jovens e adolescentes que se emocionam a cada sessão”, conta a produtora do musical, Bianca de Felippes.

Renato Russo  - O Musical


Data: 6 e 7 de maio, sábado, às 21h, e domingo, às 19h.
Local
SESC Palladium - 
Classificação
12 anos
Duração
90 minutos
Ingressos
R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia) – Plateia I e II
R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia) – Plateia II
Direção
Mauro Mendonça Filho
Outras informações
http://www.sescmg.com.br/wps/portal/sescmg/unidades/unidades_cultura/sesc_palladium