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terça-feira, 6 de setembro de 2016

Primeira edição do festival BH Samba Clube promove cinco shows no Espaço Só Marcas Hall

Sorriso Maroto é uma das grandes atrações do evento
Foto: W.Possato
A primeira edição do festival BH Samba Clube está confirmada para acontecer no sábado, 1º de outubro, a partir das 16h, no Espaço Só Marcas Hall (Av. Babita Camargos, 1295, Cidade Industrial, Contagem). Os grupos Sorriso MarotoBom GostoPixote, Imagina Samba e Mumuzinho subirão ao palco e transformarão o local em um reduto do samba e do pagode

Realizado pela BH FM, com a produção da Nenety Eventos, o BH Samba Clube oferece ao público três opções de setores para assistir aos shows: Pista, Área Vip, e Front Stage open bar com cerveja, vodka, citrus, refrigerante, suco e água liberados durante todo o evento.

Sorriso Maroto
A banda surgiu em 1997, no Rio de Janeiro, quando um grupo de amigos se reuniu para tocar “apenas por diversão”. O grupo Sorriso Maroto é formado por, Bruno Cardoso (Voz), Cris Oliveira (Percussão e Vocal), Sérgio Júnior (Percussão e Vocal), Vinícius Augusto (Percussão e Vocal), Fred (Percussão). O mais recente trabalho do grupo é o CD e DVD Sorriso Eu Gosto, gravados no Maracanãzinho.

Bom Gosto
Formado em 1997 por Fábio Beça (pandeiro e voz), Mug (cavaquinho e voz), Fernando Macaé (tantan), André Neguinho (percussão) e Flávio Regis (surdo e cuíca), o Bom Gosto apresentará as músicas que são sucesso nas rádios de todo o país. No repertório, ‘Mô Love’, ‘Te Dar Amo’, ‘Parakundê’, ‘Patricinha do Olho Azul’ e vários outros sucessos estão confirmados.

Imagina Samba
Os números expressivos de sucessos emplacados nacionalmente, a agenda de shows que percorre de norte a sul do país, as execuções nas primeiras posições no ranking das rádios e plataformas digitais, fazem do Imagina Samba um dos principais nomes no cenário da música brasileira atual.
Com uma das vertentes marcada no samba e no pagode romântico, o grupo, liderado por Suel (voz), Leandrinho (teclado), Gné (pandeiro), Marquinhos (surdo) e Japona (tantã), investe em faixas e composições que falem de amor e de todas as suas variantes, com a aproximação e miscelânea que só os músicos brasileiros conseguem imprimir; com criatividade, vivência e qualidade.
Pixote
A história do Grupo Pixote começa em 1993, quando os amigos começaram a fazer shows. O primeiro CD veio em 1995: “Brilho de Cristal”. Em 2013 foi lançado “Pixote: 20 anos sem moderação”, pela Som Livre.

Mumuzinho
Cantor e ator, Mumuzinho tem três CDs lançados: “Dom de Sonhar” (2012), “Ao Vivo” (2013) e “Fala Meu Nome Aí” (2015). O último trabalho recebe a chancela de Zeca Pagodinho, que assina a faixa-título e a participação especial da atriz Carolina Dieckmann, na faixa “Desejo de Amar”. O artista ainda regravou “Identidade”, de Jorge Aragão.

BH Samba Clube
Atrações: Sorriso Maroto, Bom Gosto, Pixote, Imagina Samba e Mumuzinho
Data: Sábado, 01/10/2016
Horário: 16h
Local: Espaço Só Marcas Hall – Av. Babita Camargos, 1295, Cidade Industrial, Contagem.
Valores dos ingressos (1º lote até 10/09 ou enquanto durar o lote):
Pista: R$40,00
Área Vip: R$70,00
Front Stage Open Bar: R$120,00 Feminino | R$140,00 Masculino
O Front Stage Open Bar oferece:  cerveja, vodka, citrus, refrigerante, suco e água liberados durante todo o evento.
Pontos de Vendas :
Contagem:
Shopping Só Marcas Outlet
Buy Ticket Itaú Power Shopping
Central dos Eventos Big Shopping
Belo Horizonte
Nenety Eventos - Shopping 5ª Avenida, Avenida Alagoas, 1314, Loja 16, Piso C - Savassi
Buy Ticket Shopping Cidade
Classificação Etária:
Pista e Área Vip: 16 anos
Front Stage: 18 anos
Informações para o público: 31 3281-2737
Realização: BH FM
Produção: Nenety Eventos
Assessoria de imprensa: Grupo Balo de Comunicação – www.grupobalo.com
Heberton Lopes – hlopes@grupobalo.com – (31) 3077 0606 | (31) 98988 7616

terça-feira, 8 de setembro de 2009

O dono da voz


Por: Ricardo Bello

Nos dias de hoje, mesmo com tanta tecnologia, TV a cabo, internet e uma ampla variedade de canais de comunicação, o rádio ainda exerce um fascínio em seus ouvintes pelo mundo afora. E é com um dos mais gabaritados profissionais de rádio que nós conversamos hoje. Flávio Machado, o dono da voz que conquista fãs de todas as idades na rádio BH FM, é o entrevistado da semana no Revista de Cultura. Ele nos fala sobre sucesso, diploma de Jornalismo, improviso no ar e muito mais. Confira este bate-papo exclusivo:

Revista de Cultura - Flávio, se não fosse radialista que profissão seguiria?

Flávio Machado - Também sou ator. Já fiz novela e viajei o Brasil com espetáculos. Seria ator apaixonado por rádio...

Revista de Cultura - Você também aparece na TV em comerciais e outros trabalhos, mas tem gente que ouve sua voz no rádio e não sabe se você é alto, baixo, loiro, moreno, enfim...já foi reconhecido em algum lugar só pela voz?

Flávio Machado - Já sim. Várias vezes lanchonete, elevador....muitas vezes.

Revista de Cultura - Li no seu blog que passou uma situação não muito agradável com o Lulu Santos durante uma apresentação. Conta como foi?

Flávio Machado - Coisas de Lulu...mas ele pode!

Revista de Cultura - Como lida com o assédio, a reação do público com o seu trabalho?

Flávio Machado - Adoro...é uma extensão do que faço no estúdio...carinho, atenção e humildade...eis a receita pra receber tanto carinho.

Revista de Cultura - Já passou alguma situação engraçada com o programa no ar, ao vivo? Lembra de alguma que possa contar aqui?

Flávio Machado - O meu jargão "Oi Maravilhosa" apareceu quando as telas dos computadores da rádio simplesmente apagaram segundos antes de entrar com a ouvinte no ar. Como eu não tinha nenhuma informação sobre ela, a chamei de maravilhosa. Ela gostou tanto que pediu para eu repetir. A ouvinte seguinte também pediu. Pronto criei um jargão sem querer. E hoje é minha marca registrada a ponto de outras rádios proibirem seus comunicadores de chamar ouvintes assim.

Revista de Cultura - Na sua família há outros locutores ou artistas?

Flávio Machado - Não. Todo mundo é normal.

Revista de Cultura - Você tem algum cuidado especial com a voz?

Flávio Machado - Faço aquecimento vocal e não grito gol quando o Cruzeiro marca.

Revista de Cultura - O que achou da decisão que não obriga o uso do diploma para profissionais do jornalismo?

Flávio Machado - Na prática isso sempre aconteceu. Nem sempre o formado em Jornalismo está preparado ou tem talento para a profissão. Se a pessoa tem talento, deve meter as caras. Dou aula de locução em grandes centros acadêmicos e já peguei alunos de períodos avançados de Jornalismo que não sabiam ler ou mesmo entender um texto.

Revista de Cultura - Que tipo de música você gosta?

Flávio Machado - Seria mais fácil falar das músicas que não gosto (risos) Gosto de músicas que tocam a alma...

Revista de Cultura - O espaço é seu. Mande um alô para os leitores do blog:

Flávio Machado - Obrigado pela oportunidade. Estou no ar de segunda a sexta sempre de oito ao meio dia ( na BH FM). Leia cultura...cultura nunca é demais.