| Obras podem ser vistas em Outubro Foto: Samanta Coan |
Fruto de uma série de oficinas gratuitas realizadas de julho a agosto de 2022, a exposição apresenta 58 obras assinadas por 25 pessoas que participaram das aulas, e se descobriram artistas no processo. O resultado são obras sensíveis que contam histórias muito diferentes e causam identificação no público.
O projeto partiu do conceito de escrevivência, cunhado pela linguista e escritora mineira, Conceição Evaristo, e trabalhou seis temas: Memória e Cidade; Memória e Identidade; Memória Visual Descolonizada; Memória e Corporalidade; Memória Afetiva e Saudade; e Memória Registrada, que resultaram em peças sensíveis com múltiplas narrativas.
Durante todo o processo, os participantes foram instigados a desenvolver peças que unissem três pilares: bordado, escrita de si e a memória ressignificada, tendo o bordado como um instrumento para a construção de narrativas. "Uma exposição onde poderemos ver e experienciar fragmentos do que foram as vivências, as trocas e trajetórias de vida compartilhadas entre as pessoas participantes do projeto. A importância desse trabalho final é, enquanto público, poder nos reconhecer e se identificar com algumas histórias escritas, coladas e bordadas nas artes. É o sentimento de pertencimento e identificação ao ver que compartilhamos pontos de memória", comenta Isadora Falcão, uma das idealizadoras do projeto, ao lado de Catharina Gonçalves e Samanta Coan.
O projeto é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.
Exposição Coletiva - “Memória e a Linha do Tempo”
Abertura da exposição: 1º de outubro, às 14h.
Visitação: Toda terça-feira, das 13h30 às 17h. Até 30/10.
Local: Muquifu (Rua Santo Antônio do Monte, 708, Vila Estrela/Santo Antônio, Belo Horizonte/MG).
Gratuito
Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!
Oba!
ResponderExcluirEstarei lá!
Suas divulgações são excelentes! Sigo todas!