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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Simone estreia show na capital mineira

 

Foto: Dodô Villar

Com direção artística, e figurinos de Ronaldo Fraga e direção musical de Ana Frango Elétrico, o novo show de Simone cruza gerações e reafirma o pioneirismo da artista.

No sábado (12), o palco do Minascentro, em Belo Horizonte, recebe a cantora Simone com seu espetáculo inédito “Que mulher é essa?!”. O show marca o início de uma nova era artística para a intérprete que, após celebrar mais de cinco décadas de carreira em uma vitoriosa turnê retrospectiva, escolhe deliberadamente o risco e a inovação ao se aliar a expoentes da nova geração.

O repertório de “Que mulher é essa?!” é, conforme a artista declarou ao jornal O Globo, “uma viagem pelo mundo feminino”, com homenagens a Gal Costa e Cássia Eller (em “Malandragem”), e canções compostas por Rita Lee (“Cor de rosa choque”), Marina Lima (“Grávida”) e Sueli Costa (as eternas “Jura secreta” e “Face a face”) — algumas canções, inclusive, que ela nunca tinha gravado ou mesmo cantado. No palco, Simone conta com o auxílio luxuoso de um quarteto formado por músicos jovens, boa parte dos quais tocou com ela no show dos 50 anos: Chico Lira (neto do pianista Arthur Moreira Lima, no piano e teclados), Giordano Gasperin (baixo), Filipe Coimbra (guitarra) e Vitor Cabral (bateria).

"Que mulher é essa!?" não é apenas uma antologia de sucessos, mas uma provocação estética e sonora que conecta o passado revolucionário de Simone às vibrações da cena musical contemporânea. Para dar vida a essa nova atmosfera, a cantora convocou dois nomes de peso e vanguarda na cultura brasileira: o estilista mineiro Ronaldo Fraga, responsável pela direção artística e concepção visual, e a premiada produtora e cantora carioca Ana Frango Elétrico, que assina a direção musical e os novos arranjos.

“Quando a gente pergunta ‘que mulher é essa?’, antes de qualquer uma, é ela, Simone. Todas essas mulheres passaram pela sua carreira, ela cantou todas elas, sem exceção.” (Ronaldo Fraga – Jornal O Globo 09/07/26) 

O encontro da vanguarda com a tradição

A escolha dos diretores reflete o desejo de Simone de continuar tensionando as fronteiras da MPB, característica que moldou toda a sua carreira. Ronaldo Fraga traz para o palco a sua identidade profundamente ligada à brasilidade, à memória e à costura de narrativas sociais. O cenário e o figurino desenhados por Fraga funcionam como uma extensão da própria voz de Simone, vestindo o espetáculo com texturas que dialogam com a história das mulheres brasileiras e a própria geografia afetiva do país.

Na retaguarda sonora, Ana Frango Elétrico — expoente da nova geração e reconhecida pela sua capacidade de fundir o indie, a bossa pop e o balanço clássico dos anos 70 e 80 — reconecta o repertório clássico de Simone com o público jovem. Sob a batuta de Ana, as canções que o Brasil aprendeu a cantar ganham texturas modernas, timbres analógicos revitalizados e uma urgência pop que dialoga perfeitamente com a sofisticação vocal que Simone preserva intacta.

O título do espetáculo carrega a urgência de uma pergunta que se faz quando uma artista recusa os rótulos preestabelecidos e as gavetas institucionais de “diva inacessível” ou “lenda do passado”. A resposta está na própria presença de palco de Simone. Dona de uma das vozes mais emblemáticas, potentes e viscerais do país, ela moldou a identidade da MPB a partir da década de 70, quebrando recordes de vendas e imortalizando temas que se tornaram hinos do cancioneiro nacional.

A relevância histórica de Simone não reside apenas em seu passado glorioso, mas em sua constante disposição para o diálogo com o presente. Desde o período de isolamento social, quando arrebatou milhares de pessoas em suas transmissões ao vivo, a artista vem desarmando distâncias, apresentando-se de forma leve, solar e conectada com novas audiências. Ao assumir os cabelos prateados como coroa e o palco como espaço de contínua experimentação, ela prova que o desejo e a relevância artística não têm prazo de validade.

Espetáculo: "Que mulher é essa!?"

Direção Artística: Ronaldo Fraga

Direção Musical: Ana Frango Elétrico

Data do Show: 12 de setembro/26

Horário do show: 21h

Local: Teatro Minascentro (Av. Augusto de Lima, 785 – Centro, Belo Horizonte)

SYMPLA             

Bilheteria física: Av. N. S. do Carmo, 230 (12h às 15h - 16h às 20h)

VALOR DOS INGRESSOS: DE R$ 50,00 A R$ 250,00

Setor 1 e 2: R$ 250,00 inteira | R$ 125,00 meia

Setor 3: Filas N a T = R$ 230,00 inteira | R$ 115,00 meia

Setor 4: Filas U a ZZ = R$ 50,00 inteira | R$ 25,00 meia

Setor 5 (Laterais): Filas O a YY = R$ 50,00 inteira | R$ 25,00 meia

Setor Superior: R$ 50,00 inteira | R$ 25,00 meia

Clientes ICATU terão 20% de desconto sobre o preço de inteira: Para obter o desconto, basta entrar em contato com a ICATU e resgatar o cupom. Desconto não cumulativo.

*Use máscara cobrindo a boca e o nariz.  Se cuide!*

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Simone celebra a força feminina e sua trajetória no show "Que mulher é essa!?" em Belo Horizonte



Foto: Dodô Villar

Com direção artística, e figurinos de Ronaldo Fraga e direção musical de Ana Frango Elétrico, o novo show de Simone cruza gerações e reafirma o pioneirismo da artista.

O público mineiro já tem data para testemunhar uma das viradas de página mais aguardada da música popular brasileira contemporânea. Em setembro, no sábado (12), o palco do Minascentro recebe a cantora Simone com seu espetáculo inédito “Que mulher é essa?!”. O show marca o início de uma nova era artística para a intérprete que, após celebrar mais de cinco décadas de carreira em uma vitoriosa turnê retrospectiva, escolhe deliberadamente o risco e a inovação ao se aliar a expoentes da nova geração.

O repertório de “Que mulher é essa?!” é, conforme a artista declarou ao jornal O Globo, “uma viagem pelo mundo feminino”, com homenagens a Gal Costa e Cássia Eller (em “Malandragem”), e canções compostas por Rita Lee (“Cor de rosa choque”), Marina Lima (“Grávida”) e Sueli Costa (as eternas “Jura secreta” e “Face a face”) — algumas canções, inclusive, que ela nunca tinha gravado ou mesmo cantado. No palco, Simone conta com o auxílio luxuoso de um quarteto formado por músicos jovens, boa parte dos quais tocou com ela no show dos 50 anos: Chico Lira (neto do pianista Arthur Moreira Lima, no piano e teclados), Giordano Gasperin (baixo), Filipe Coimbra (guitarra) e Vitor Cabral (bateria).

"Que mulher é essa!?" não é apenas uma antologia de sucessos, mas uma provocação estética e sonora que conecta o passado revolucionário de Simone às vibrações da cena musical contemporânea. Para dar vida a essa nova atmosfera, a cantora convocou dois nomes de peso e vanguarda na cultura brasileira: o estilista mineiro Ronaldo Fraga, responsável pela direção artística e concepção visual, e a premiada produtora e cantora carioca Ana Frango Elétrico, que assina a direção musical e os novos arranjos.

“Quando a gente pergunta ‘que mulher é essa?’, antes de qualquer uma, é ela, Simone. Todas essas mulheres passaram pela sua carreira, ela cantou todas elas, sem exceção.” (Ronaldo Fraga – Jornal O Globo 09/07/26) 

O encontro da vanguarda com a tradição

A escolha dos diretores reflete o desejo de Simone de continuar tensionando as fronteiras da MPB, característica que moldou toda a sua carreira. Ronaldo Fraga traz para o palco a sua identidade profundamente ligada à brasilidade, à memória e à costura de narrativas sociais. O cenário e o figurino desenhados por Fraga funcionam como uma extensão da própria voz de Simone, vestindo o espetáculo com texturas que dialogam com a história das mulheres brasileiras e a própria geografia afetiva do país.

Na retaguarda sonora, Ana Frango Elétrico — expoente da nova geração e reconhecida pela sua capacidade de fundir o indie, a bossa pop e o balanço clássico dos anos 70 e 80 — reconecta o repertório clássico de Simone com o público jovem. Sob a batuta de Ana, as canções que o Brasil aprendeu a cantar ganham texturas modernas, timbres analógicos revitalizados e uma urgência pop que dialoga perfeitamente com a sofisticação vocal que Simone preserva intacta.

O título do espetáculo carrega a urgência de uma pergunta que se faz quando uma artista recusa os rótulos preestabelecidos e as gavetas institucionais de “diva inacessível” ou “lenda do passado”. A resposta está na própria presença de palco de Simone. Dona de uma das vozes mais emblemáticas, potentes e viscerais do país, ela moldou a identidade da MPB a partir da década de 70, quebrando recordes de vendas e imortalizando temas que se tornaram hinos do cancioneiro nacional.

A relevância histórica de Simone não reside apenas em seu passado glorioso, mas em sua constante disposição para o diálogo com o presente. Desde o período de isolamento social, quando arrebatou milhares de pessoas em suas transmissões ao vivo, a artista vem desarmando distâncias, apresentando-se de forma leve, solar e conectada com novas audiências. Ao assumir os cabelos prateados como coroa e o palco como espaço de contínua experimentação, ela prova que o desejo e a relevância artística não têm prazo de validade.

Espetáculo: "Que mulher é essa!?"

Direção Artística: Ronaldo Fraga

Direção Musical: Ana Frango Elétrico

Data do Show: 12 de setembro/26

Horário do show: 21h

Local: Teatro Minascentro (Av. Augusto de Lima, 785 – Centro, Belo Horizonte)

IINÍCIO DA VENDA DE INGRESSOS

17 de julho (sexta-feira) a partir das 12h.

SYMPLA             

Bilheteria física: Av. N. S. do Carmo, 230 (12h às 15h - 16h às 20h)

VALOR DOS INGRESSOS: DE R$ 50,00 A R$ 250,00

Setor 1 e 2: R$ 250,00 inteira | R$ 125,00 meia

Setor 3: Filas N a T = R$ 230,00 inteira | R$ 115,00 meia

Setor 4: Filas U a ZZ = R$ 50,00 inteira | R$ 25,00 meia

Setor 5 (Laterais): Filas O a YY = R$ 50,00 inteira | R$ 25,00 meia

Setor Superior: R$ 50,00 inteira | R$ 25,00 meia

Clientes ICATU terão 20% de desconto sobre o preço de inteira: Para obter o desconto, basta entrar em contato com a ICATU e resgatar o cupom. Desconto não cumulativo.

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segunda-feira, 25 de setembro de 2023

Simone faz única apresentaçāo em Belo Horizonte

 

Foto: Lorena Dini

Simone, uma das grandes vozes da MPB, indicada ao Prêmio à Excelência Musical, do Grammy Latino 2023, pelo conjunto da obra, faz apresentação da turnê Tô Voltando, no Palácio das Artes, nesta sexta-feira (29) , às 21h. O show celebra os 50 anos de carreira da cantora, percorrendo - clássico por clássico, hit por hit - sua imensa trajetória como uma das maiores intérpretes da música brasileira. O roteiro faz um apanhado das grandes canções que a artista lançou nessas cinco décadas: joias escritas por nomes como Milton Nascimento, Ivan Lins, Sueli Costa, João Bosco, Martinho da Vila, Gonzaguinha e Chico Buarque, entre tantos outros, cujas primeiras versões ganharam o Brasil por meio da voz de Simone, conquistando logo nossa memória afetiva e entrando para sempre no cancioneiro nacional. O espetáculo tem direção musical de Pupillo e direção geral de Marcus Preto. 

A banda conta com um time primoroso de jovens músicos que, sob a batuta de Pupillo, atualizaram os arranjos sem que se perdesse as características - solos, introduções - que são tão memoráveis quanto as próprias letras e melodias. Quem acompanha Simone são Frederico Heliodoro (baixo), Filipe Coimbra (guitarra e violão), Chico Lira (teclados), Ronaldo Silva (bateria) e André Siqueira (percussão). Neste show, a cantora inaugura sua parceria com a Nascimento Música, empresa de seu amigo de toda vida, Milton Nascimento, administrada pelo filho dele, Augusto Nascimento.

Dona de um dos mais belos timbres vocais do país, Simone criou em torno de si um universo absolutamente particular na nossa cultura. Sua voz personalíssima soube costurar perfeitamente a tradição e a modernidade, o cool e popular, fazendo pontes e criando trampolins. Revelou compositores e descortinou clássicos esquecidos. Tratou com igual compreensão estética a melodia mais intrincada de Francis Hime e a balada mais romântica de José Augusto. Esses aspectos banharam sua discografia, construída sobre a pluralidade de ritmos, de estilos e de gêneros que sempre pautou a música do Brasil. Evidentemente, toda essa diversidade estará em cena nas comemorações dos 50 anos em Tô Voltando.

O título do show, aliás, reflete tantas e tantas voltas, pessoais e coletivas, por que todos passamos nos últimos anos. O mundo está voltando à rua e à alegria pós-pandemia, período em que Simone fez 37 lives dominicais que tão bem fizeram a ela própria e a quem a assistia. No Brasil, tivemos Carnaval e estamos voltando à ideia de um caminho democrático, do respeito pela ciência, pela educação e pela cultura. Mas, no caso específico de Simone, há mais mais um sentido nessa “volta”. A artista está voltando a si em seu filme pessoal e profissional, rebobinando toda a sua história e celebrando o caminho iniciado em março de 1973, a partir do álbum Simone. 

Em uma retrospectiva desse quilate, é fundamental que estejam presentes as memórias mais reluzentes desses 50 anos, materializadas em canções como “O Que Será (À Flor da Terra)” (Chico Buarque), “Jura Secreta” (Sueli Costa/ Abel Silva), “Começar de Novo” (Ivan Lins/ Vitor Martins), “Encontros e Despedidas” (Milton Nascimento/ Fernando Brant), “De Frente pro Crime” (João Bosco/ Aldir Blanc) e, claro, “Tô Voltando” (Maurício Tapajós/ Paulo César Pinheiro). Também está no roteiro sua primeira interpretação de Simone para “Divina Comédia Humana”, canção que Belchior escreveu para a cantora lançar em Face a Face (1977), mas que acabou ficando de fora do álbum.

Nascida em Salvador no Natal de 1949, Simone estreou como cantora profissional em 1973. De lá para cá, gravou 31 álbuns de estúdio e seis ao vivo, alguns produzidos especialmente para o mercado internacional. Teve quase 50 canções em trilhas de novelas e incontáveis hits em listas das mais tocadas no país. Em 1979, lançou o excepcional Pedaços, álbum que a colocou definitivamente no panteão das maiores intérpretes da história da música brasileira. A partir de meados da década de 1980, não havia álbum de Simone que não batesse as 400 mil unidades vendidas. Já nos anos 1990, o temático 25 de dezembro bateu 1,5 milhão de cópias em menos de dois meses - e segue no posto de álbum natalino mais ouvido do país. Nos anos 1990 e 2000, dedicou discos e espetáculos a Martinho da Vila e Ivan Lins, dois de seus compositores prediletos. O álbum de estúdio mais recente, Da Gente, foi lançado no ano passado e jogou luz sobre a nova geração da música nordestina. No palco, Simone também bateu recordes. Um bom exemplo é seu espetáculo de 1982, que lotou nove apresentações no Ginásio do Ibirapuera (SP), em três semanas seguidas, com cerca de 15 mil pessoas por noite. Como personalidade extra-musical, Simone ditou moda e comportamento, expandindo padrões estéticos e sexuais e abrindo o caminho para mulheres de sua geração e das posteriores - artistas ou não.

Simone - Turnê Tô Voltando 

Dia 29 de setembro, sexta-feira, às 21h

Ingressos: a partir de 90 reais a meia entrada 

https://www.eventim.com.br/event/simone-to-voltando-celebracao-de-50-anos-de-carreira-palacio-das-artes-17276527/

Local:

Grande Teatro Cemig Palácio das Artes | Av. Afonso Pena, 1.537 – Centro – Belo Horizonte/MG

(*) Funcionamento da bilheteria: de terça a sábado, das 12h às 21h, e aos domingos, das 17h às 20h.

Informações:

(31) 3236-7400

Realização: @armazemcultural

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

quinta-feira, 31 de agosto de 2023

Simone apresenta turnê "Tô Voltando" no Palácio das Artes

Foto: Lorena Dini

Simone, uma das grandes vozes da MPB, indicada ao Prêmio à Excelência Musical, do Grammy Latino 2023, pelo conjunto da obra, faz apresentação da turnê Tô Voltando, no Palácio das Artes, na sexta-feira (29) , às 21h. O show celebra os 50 anos de carreira da cantora, percorrendo - clássico por clássico, hit por hit - sua imensa trajetória como uma das maiores intérpretes da música brasileira. O roteiro faz um apanhado das grandes canções que a artista lançou nessas cinco décadas: joias escritas por nomes como Milton Nascimento, Ivan Lins, Sueli Costa, João Bosco, Martinho da Vila, Gonzaguinha e Chico Buarque, entre tantos outros, cujas primeiras versões ganharam o Brasil por meio da voz de Simone, conquistando logo nossa memória afetiva e entrando para sempre no cancioneiro nacional. O espetáculo tem direção musical de Pupillo e direção geral de Marcus Preto. 

A banda de Tô Voltando conta com um time primoroso de jovens músicos que, sob a batuta de Pupillo, atualizaram os arranjos sem que se perdesse as características - solos, introduções - que são tão memoráveis quanto as próprias letras e melodias. Quem acompanha Simone são Frederico Heliodoro (baixo), Filipe Coimbra (guitarra e violão), Chico Lira (teclados), Ronaldo Silva (bateria) e André Siqueira (percussão). Neste show, a cantora inaugura sua parceria com a Nascimento Música, empresa de seu amigo de toda vida, Milton Nascimento, administrada pelo filho dele, Augusto Nascimento.

Dona de um dos mais belos timbres vocais do país, Simone criou em torno de si um universo absolutamente particular na nossa cultura. Sua voz personalíssima soube costurar perfeitamente a tradição e a modernidade, o cool e popular, fazendo pontes e criando trampolins. Revelou compositores e descortinou clássicos esquecidos. Tratou com igual compreensão estética a melodia mais intrincada de Francis Hime e a balada mais romântica de José Augusto. Esses aspectos banharam sua discografia, construída sobre a pluralidade de ritmos, de estilos e de gêneros que sempre pautou a música do Brasil. Evidentemente, toda essa diversidade estará em cena nas comemorações dos 50 anos em Tô Voltando.

O título do show, aliás, reflete tantas e tantas voltas, pessoais e coletivas, por que todos passamos nos últimos anos. O mundo está voltando à rua e à alegria pós-pandemia, período em que Simone fez 37 lives dominicais que tão bem fizeram a ela própria e a quem a assistia. No Brasil, tivemos Carnaval e estamos voltando à ideia de um caminho democrático, do respeito pela ciência, pela educação e pela cultura. Mas, no caso específico de Simone, há mais mais um sentido nessa “volta”. A artista está voltando a si em seu filme pessoal e profissional, rebobinando toda a sua história e celebrando o caminho iniciado em março de 1973, a partir do álbum Simone. 

Em uma retrospectiva desse quilate, é fundamental que estejam presentes as memórias mais reluzentes desses 50 anos, materializadas em canções como “O Que Será (À Flor da Terra)” (Chico Buarque), “Jura Secreta” (Sueli Costa/ Abel Silva), “Começar de Novo” (Ivan Lins/ Vitor Martins), “Encontros e Despedidas” (Milton Nascimento/ Fernando Brant), “De Frente pro Crime” (João Bosco/ Aldir Blanc) e, claro, “Tô Voltando” (Maurício Tapajós/ Paulo César Pinheiro). Também está no roteiro sua primeira interpretação de Simone para “Divina Comédia Humana”, canção que Belchior escreveu para a cantora lançar em Face a Face (1977), mas que acabou ficando de fora do álbum.

Nascida em Salvador no Natal de 1949, Simone estreou como cantora profissional em 1973. De lá para cá, gravou 31 álbuns de estúdio e seis ao vivo, alguns produzidos especialmente para o mercado internacional. Teve quase 50 canções em trilhas de novelas e incontáveis hits em listas das mais tocadas no país. Em 1979, lançou o excepcional Pedaços, álbum que a colocou definitivamente no panteão das maiores intérpretes da história da música brasileira. A partir de meados da década de 1980, não havia álbum de Simone que não batesse as 400 mil unidades vendidas. Já nos anos 1990, o temático 25 de dezembro bateu 1,5 milhão de cópias em menos de dois meses - e segue no posto de álbum natalino mais ouvido do país. Nos anos 1990 e 2000, dedicou discos e espetáculos a Martinho da Vila e Ivan Lins, dois de seus compositores prediletos. O álbum de estúdio mais recente, Da Gente, foi lançado no ano passado e jogou luz sobre a nova geração da música nordestina. No palco, Simone também bateu recordes. Um bom exemplo é seu espetáculo de 1982, que lotou nove apresentações no Ginásio do Ibirapuera (SP), em três semanas seguidas, com cerca de 15 mil pessoas por noite. Como personalidade extra-musical, Simone ditou moda e comportamento, expandindo padrões estéticos e sexuais e abrindo o caminho para mulheres de sua geração e das posteriores - artistas ou não.

Simone - Turnê Tô Voltando 

Dia 29 de setembro, sexta-feira, às 21h

Ingressos: a partir de 90 reais a meia entrada 

https://www.eventim.com.br/event/simone-to-voltando-celebracao-de-50-anos-de-carreira-palacio-das-artes-17276527/

Local:

Grande Teatro Cemig Palácio das Artes | Av. Afonso Pena, 1.537 – Centro – Belo Horizonte/MG

(*) Funcionamento da bilheteria: de terça a sábado, das 12h às 21h, e aos domingos, das 17h às 20h.

Informações:

(31) 3236-7400

Realização: @armazemcultural

Use máscara cobrindo a boca e o nariz. Se cuide!

terça-feira, 18 de julho de 2023

Grammy Latino: Simone receberá Prêmio à Excelência Musical da Academia Latina da Gravação

Foto: Rodrigo Marques
Entre os homenageados deste ano, estão: Alex Acuña, Carmen Linares, Mijares, Arturo Sandoval, Gustavo Santaolalla, Simone, Soda Stereo, Wisón Torres e Ana Torroja

A Academia Latina da Gravação™ anunciou que Carmen Linares, Mijares, Arturo Sandoval, Simone, Soda Stereo e Ana Torroja receberão o Prêmio à Excelência Musical deste ano. Além disso, Alex Acuña, Gustavo Santaolalla e Wisón Torres receberão o Prêmio da Junta Diretiva.

“Estamos muito honrados com a oportunidade de reconhecer essas grandes figuras ibero-americanas, cujo legado musical continua a inspirar as novas gerações”, disse Manuel Abud, CEO de A Academia Latina da Gravação. “Esperamos poder celebrar suas virtuosas trajetórias durante a Semana do Latin Grammy® em Sevilha, em novembro”.

O Prêmio à Excelência Musical é concedido aos intérpretes que durante suas carreiras fizeram contribuições criativas de excepcional valor artístico para a música latina e suas comunidades. O Prêmio da Junta Diretiva é concedido a pessoas que tenham feito contribuições significativas à música latina durante suas carreiras, mas não necessariamente na forma de interpretações. Ambas as distinções são votadas pelo Conselho de Diretores de A Academia Latina da Gravação.

Os contemplados com os prêmios serão homenageados em um evento privado durante a Semana do Latin GRAMMY, no domingo, 12 de novembro de 2023, no Teatro Lope de Vega, em Sevilha. Alex Hadad será o produtor executivo do evento, trabalhando sob a direção da equipe de produção de A Academia Latina da Gravação, liderada por Ayleen Figueras.

Contemplados com o Prêmio à Excelência Musical 2023:

Carmen Linares (Espanha)

Uma das cantoras mais talentosas, apaixonadas e conhecedoras da história do flamenco, Carmen Linares pode ser colocada ao lado de lendas espanholas como Camarón de la Isla, Paco de Lucía e Enrique Morente. Nascida na cidade de Linares, na Andalucía, em 1951, ela aprendeu os códigos musicais do flamenco ainda jovem, guiada pelo violão de seu pai. Em 1971, o lançamento de seu primeiro álbum mostrou uma profunda compreensão dos estilos tradicionais espanhóis. Foi o início de uma carreira deslumbrante que a levou a gravar obras de poetas espanhóis como Federico García Lorca, Juan Ramón Jiménez e Miguel Hernández, além de mostrar o esplendor da arte do flamenco em salas de concerto em todo o mundo. Antología De La Mujer En El Cante (1996) é considerado um dos registros essenciais na história do flamenco, e em 2020, ela comemorou sua carreira com a turnê Cantaora: 40 Años De Flamenco. Linares já se apresentou com orquestras sinfônicas, dirigiu seus próprios shows e gravou músicas para trilhas sonoras de filmes e televisão. Em 2022, ela recebeu o Prêmio Princesa das Astúrias para as Artes por uma vida inteira de dedicação e devoção ao flamenco.

Mijares (México)

Ao longo de sua distinta carreira musical, Mijares produziu uma grande variedade de álbuns e vendeu milhões deles. Manuel Mijares nasceu em 1958, na Cidade do México, onde iniciou sua carreira artística com os grupos Sentido e Los Continentales, e fez parte do coro de Emmanuel. Seu primeiro álbum solo, Soñador, em 1986, incluiu o sucesso internacional "Bella". Em 1989, ele atingiu o auge de sua popularidade com Un hombre discreto, um LP apoiado pela balada apaixonada "Para amarnos más". Depois de sucessos como "Uno entre mil" e "No se murió el amor", no verão de 2009 ele lançou Vivir así, um álbum de baladas favoritas. Depois de várias apresentações internacionais, em 2016 ele comemorou três décadas de carreira ininterrupta com um show no Palacio de Bellas Artes, no México, acompanhado por uma orquestra sinfônica.

Arturo Sandoval (Cuba/Estados Unidos)

Membro fundador do inovador grupo cubano Irakere, Arturo Sandoval se destacou como músico de jazz latino, pianista, compositor clássico e um virtuoso trompetista. Nascido em Artemisa, Cuba, em 1949, Sandoval formou o Irakere em 1973 com o tecladista Chucho Valdés e o saxofonista Paquito D'Rivera. Juntos, eles foram pioneiros em uma fusão ousada de jazz experimental, rock'n'roll descolado e padrões afro-cubanos empolgantes. Sandoval deixou a banda em 1981 e depois se mudou para os Estados Unidos com a ajuda de seu mentor Dizzy Gillespie. Depois, criou sua própria banda e começou a rodar o mundo. Sandoval também se sente à vontade para se apresentar como solista de trompete clássico com orquestras sinfônicas em todo o mundo, além de ter composto dois Concertos para Trompete e Orquestra. Foi ganhador de vários Latin Grammys e Grammys, além de um Emmy por ter composto a música de For Love or Country, um filme biográfico da HBO baseado em sua vida e com Andy García como protagonista. Também foi homenageado pelo presidente Barack Obama com a Medalha Presidencial à Liberdade, em 2013.

Simone (Brasil)

A discografia prolífica e de enorme sucesso de Simone resume o fascínio do movimento da MPB e uma folia de vida e romance movida a samba. Nascida Simone Bittencourt de Oliveira, em Salvador, Bahia, em 1949, a cantora lançou seu primeiro LP em 1973, seguido por Quatro Paredes em 1974 e Gotas D'Água um ano depois. Apresentando uma leitura etérea de "Proposta", de Roberto Carlos, e uma interpretação arrebatadora de "Idolatrada", de Milton Nascimento, as canções de ambos os compositores continuariam a inspirar Simone ao longo de sua carreira. A cantora deixou uma marca profunda na cultura popular brasileira ao gravar as músicas-tema de muitas novelas de TV e também por meio de suas poderosas apresentações ao vivo. Combinando brilhantemente uma paleta artística refinada com o apelo da cultura pop, ela continua na crista de sua carreira, tanto no estúdio de gravação quanto nos palcos de shows em todo o mundo.

Soda Stereo (Argentina)

O poderoso trio de Buenos Aires, Soda Stereo, foi formado em 1982 por Gustavo Cerati, Zeta Bosio e Charly Alberti. Inicialmente influenciados pela new wave britânica, os primeiros sucessos do Soda, como “Cuando Pase El Temblor” e "Nada Personal", conectaram-se com uma geração jovem de fãs que ansiavam por uma banda de rock que oferecesse uma perspectiva sul-americana distinta. À medida que o Soda fazia sucesso fora da Argentina, seu som se tornava mais sofisticado e eles produziam álbuns como Doble Vida (1988), com clássicos como "En La Ciudad De La Furia", enquanto Canción Animal (1990) incluía "De Música Ligera", o maior sucesso do grupo. A banda se separou em 1995, dois anos após ter lançado seu último álbum de estúdio, Sueño Stereo, e comemorou sua trajetória com o épico álbum duplo ao vivo El Último Concierto, retornando apenas em 2007 para a última turnê Me Verás Volver. Apesar da morte inesperada de Cerati em 2014, a música do Soda Stereo continua presente nos corações de seus fãs.

Ana Torroja (Espanha)

Tornou-se uma estrela pop internacional na década de 1980 como a carismática vocalista do trio pop espanhol Mecano. O icônico grupo alcançou níveis de sucesso sem precedentes, vendendo mais de 25 milhões de discos em todo o mundo. Em 1997, Torroja embarcou em uma carreira solo com o bem-sucedido lançamento de Puntos Cardinales e após a separação definitiva da banda um ano depois, ela floresceu como uma cantora e compositora sofisticada, fazendo experiências com um mosaico estimulante de estilos. Em 1999, Torroja voltou a surpreender seus fãs com seu segundo álbum, Pasajes De Un Sueño, que abandonou os sucessos radiofônicos do passado em favor de um som mais cosmopolita, com sucessos como "Ya No Te Quiero" e "Dentro De Mí". Percorreu o mundo com Girados (2000), um show conjunto com seu amigo, o lendário Miguel Bosé, com quem mais tarde gravaria "Corazones". Ana continua ativa no estúdio de gravação e nas salas de concerto da Europa e das Américas, sempre comprometida tanto com seu público fiel quanto com o gênero que defende com maestria há mais de quatro décadas.

Contemplados com o Prêmio da Junta Diretiva 2023:

Alex Acuña (Peru)

Baterista e percussionista de técnica notável, Alex Acuña também é um reverenciado líder de banda de jazz e fusão. Nascido em Patilvica, Peru, em 1944, ele foi recrutado pelo rei do mambo, Pérez Prado, aos 18 anos, depois de se mudar para Lima. Mais tarde, Acuña trabalhou em Las Vegas com os lendários Elvis Presley e Diana Ross, e se juntou ao supergrupo de jazz-rock Weather Report em meados dos anos 1970, onde contribuiu com polirritmos progressivos para dois dos álbuns mais icônicos da banda, Black Market (1976) e Heavy Weather (1977). Depois de sua saída da banda, Acuña acumulou uma discografia prolífica como músico profissional, trabalhando com Paul McCartney, Joni Mitchell, Plácido Domingo, U2 e muitos outros. Nos anos 1980, ele colocou sua criatividade à prova ao trabalhar com o grupo de música cristã de jazz/funk, Koinonia, e também prestou homenagem às suas raízes afro-peruanas com as canções místicas de Los Hijos del Sol. Nos últimos anos, Alex contribuiu com sua maravilhosa habilidade percussionista para a trilha sonora de filmes de primeira linha como Coco, Moana, West Side Story e Star Wars: The Last Jedi.

Gustavo Santaolalla (Estados Unidos/Argentina)

O autor, cantor/compositor e produtor argentino, ganhador de múltiplos Latin Grammys e Grammys, Gustavo Santaolalla mudou sozinho o curso da música latina em uma carreira incansável, que abrange vários campos, décadas e gêneros. Santaolalla tornou-se um astro do rock em sua adolescência como cofundador do supergrupo pioneiro de folk-rock, Arco Iris. Depois de se mudar para Los Angeles no final dos anos 1970 e estabelecer uma parceria artística com o tecladista Aníbal Kerpel, ele se tornou um dos produtores mais influentes da história do rock latino, dirigindo uma série de álbuns magistrais de artistas como Café Tacvba, Maldita Vecindad, Julieta Venegas, Juanes e muitos outros. O lançamento de Ronroco, em 1998, abriu caminho para um novo capítulo como compositor criativo e cheio de emoção de trilhas sonoras de filmes. Suas trilhas espetaculares para Brokeback Mountain (2005), de Ang Lee, e Babel (2006), de Alejandro González Iñárritu, ganharam o Oscar de Melhor Trilha Sonora Original. Ao mesmo tempo, ele excursionou pelo mundo como membro fundador do grupo que desafia gêneros, Bajofondo, uma banda de música contemporânea do Rio de la Plata, além de ter colaborado com uma grande variedade de artistas, desde Eric Clapton até o Kronos Quartet e o compositor clássico Osvaldo Golijov. Nos últimos anos, ele foi aclamado ao compor a música para as duas partes do jogo de videogame The Last of Us, bem como para sua subsequente e bem-sucedida adaptação para a televisão, pela qual recebeu uma indicação ao Emmy.

Wisón Torres (Estados Unidos/Porto Rico)

Nasceu em 1934 em San Juan, Porto Rico, e começou a tocar violão quando tinha apenas sete anos de idade. Aos 14 anos, ele se apresentou profissionalmente pela primeira vez na rádio porto-riquenha com o trio Los Sultanes, um grupo que ele criou e liderou. Depois, em 1951, recebeu a tarefa de formar e dirigir Los Hispanos de Puerto Rico, um quarteto composto por membros de diferentes trios que se juntavam para apresentações especiais em toda a ilha. Inspirado pelos intrincados arranjos progressivos dos quartetos de jazz americanos, Torres combinou essas harmonias estéticas com sensibilidades latino-americanas e criou um som distinto para Los Hispanos com sua capacidade única de arranjar e harmonizar quartetos vocais. O som refinado e distinto do grupo levou a uma extensa turnê pelo México, América Latina e Estados Unidos. Em meados dos anos 1960, Tito Rodríguez produziu uma série de álbuns com o Los Hispanos que trouxeram seu som para a música pop da época. Ao longo dos anos, eles também gravaram com a orquestra de Tito Puente, fizeram uma turnê pela Inglaterra e continuaram a fazer projetos de gravação. Torres, com uma carreira de mais de 75 anos, continua a criar música até hoje.

Para mais informações e últimas notícias, visite o site oficial da Academia Latina da Gravação. Siga-nos no Facebook (LatinGRAMMYs), Twitter ( LatinGRAMMYs) ou Instagram ( LatinGRAMMYs), e use #LatinGRAMMY em plataformas populares de mídia social.

SOBRE A ACADEMIA LATINA DA GRAVAÇÃO:

É uma organização internacional sem fins lucrativos dedicada a fomentar, celebrar, homenagear e engrandecer a música latina e seus criadores. Referência internacional da música latina, a organização é composta por profissionais da música e produz anualmente a Entrega Anual do Latin Grammy®, A Noite Mais Importante da Música Latina™, que reconhece a excelência nas artes e ciências da gravação, além de oferecer programas educacionais e assistenciais para a comunidade musical por meio de sua Fundação Cultural Latin Grammy®. Para mais informações, favor visitar o site oficial.

Show

Em Setembro, no dia 29, Simone se apresenta no Grande Teatro do Palácio das Artes. Ingressos à venda no site eventim.com.br. Mais uma grande produção da Armazém Cultural. Vale a pena prestigiar.

domingo, 25 de março de 2018

Simone e Ivan Lins fazem apresentação memorável na capital mineira

Cantores emocionaram o público de Belo Horizonte com
o show no Km de Vantagens Hall- Fotos: Ricardo Bello
Por: Ricardo Bello

Uma noite repleta de emoção e carisma animou o final de semana em Belo Horizonte. Simone e Ivan Lins, dois ícones da MPB, subiram juntos ao palco do KM de Vantagens Hall para única apresentação no último sábado (24). 

Com produção nacional da Time For Fun, o show fez o público mineiro cantar e se emocionar com  canções do repertório, como: “Começar de novo”, “Antes que seja tarde”, “Desesperar”, “Velas içadas”,“Bilhete”, “Daquilo que eu sei” e “Tens (Calmaria).

Na plateia, o público cantou e algumas pessoas realmente se emocionaram em alguns momentos. 

Ivan e Simone mostraram muita simpatia e talento no palco, soltando a voz e interagindo com os fãs. O show, que tem direção de Zélia Duncan, foi um verdadeiro sucesso. O Revista de Cultura esteve lá e traz algumas imagens exclusivas deste grande encontro musical...

Cantores esbanjaram carisma e talento em cena 
O público cantou em coro os grandes sucessos


Simone contagiou o público com seu alto astral

A platéia se emocionou em alguns momentos do show

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Simone e Ivan Lins Juntos no Palco

Cantores fazem única apresentação em
BH - Foto: Leo Aversa
Em 2018 a TIME FOR FUN continuará promovendo sua série de Encontros, que começaram no ano passado com Paulinho da Viola e Marisa Monte. Dessa vez, o show que viajará pelo país será Simone encontra Ivan Lins. Eles passarão por São Paulo,dia 17 de março, no Citibank Hall; dia 24 de março, em Belo Horizonte, no Km de Vantagens Hall BH; e por fim no Rio de Janeiro, dia 07 de abril, no Km de Vantagens Hall RJ.

Ligadas desde o início dos anos 1970, quando, em seu álbum de estreia, Simone gravou uma canção de Ivan Lins (“Chegou a hora”), as carreiras desses dois ícones da MPB se cruzaram muitas vezes. Desde então, como que seguindo a mensagem contida em “Começar de novo” (um clássico da dupla Ivan Lins e Vitor Martins também lançado pela cantora baiana), eles têm se reencontrado, sempre renovados, prontos para novos desafios.      

Em São Paulo, os clientes dos cartões Citi e Diners Club contaram com pré-venda exclusiva entre os dias 09 e 11 de janeiro. O público em geral de São Paulo pode adquirir os ingressos desde o dia 12 de janeiro; do Rio de Janeiro desde o dia 10 de janeiro; e em Belo Horizonte desde o dia 09 de janeiro. Os ingressos estão disponíveis pela internet (www.ticketsforfun.com.br), nos pontos de vendaespalhados pelo Brasil e nas bilheterias oficiais. Os espetáculos são realizados pela TIME FOR FUN.

Esse novo reencontro acontece 14 anos após o lançamento de “Baiana da Gema”, álbum no qual Simone interpretou 13 canções então inéditas, especialmente escritas para ela por Ivan e um fabuloso leque de parceiros (Vitor Martins, Paulo César Pinheiro, Joyce, Martinho da Vila, Celso Viáfora, Aldir Blanc, Francisco Bosco, Elisa Lucinda e Flora Figueiredo).

Agora, com direção de Zélia Duncan, direção musical de Bia Paes Leme e cenários e figurinos de Simone Mina, a dupla poderá voltar a algumas dessas músicas e tantos outros clássicos de Ivan Lins gravados pela cantora nas últimas décadas. No repertório, entre outras pérolas, estão garantidas “Começar de novo”, “Antes que seja tarde”, “Desesperar”, “Velas içadas”, “Bilhete”, “Daquilo que eu sei” e “Tens (Calmaria)”.

Nascida em Salvador, a “baiana da gema" Simone Bittencourt de Oliveira mostrou desde cedo a paixão pela música. Talento que, durante a adolescência e a juventude, dividiu com o basquete - como jogadora profissional, ela foi convocada duas vezes para a seleção brasileira, participando do campeonato mundial em 1971. No ano seguinte, para a sorte da MPB, após uma contusão, ela trocou as quadras pelos estúdios da Odeon, onde gravou seu álbum de estreia, lançado em março de 1973. O primeiro de uma grande obra, que a consagrou como uma das mais expressivas vozes da canção brasileira e a maior vendedora de discos nos anos 1980.

O “carioca da gema” Ivan Guimarães Lins também despertou cedo para música. Ele chegou  a se formar em Química Industrial, mas, em fins dos anos 1960, ainda na faculdade, o cantor, compositor e pianista começou a participar de festivais e, em 1970, ficou com o segundo lugar no Festival Internacional da Canção graças a “O amor é o meu país” (parceria com Ronaldo Monteiro de Souza). Feito que lhe garantiu um contrato para o selo Forma, da Philips (atual Universal Music), onde fez seu álbum de estreia, “Agora”. Uma das canções desse disco, “Madalena”, seria gravada no mesmo ano por Elis Regina e, logo em seguida, por Ella Fitzgerald. Sucesso que também começou a abrir as portas do mundo. A partir dos anos 1980, com o aval de Quincy Jones, Ivan Lins se tornou o compositor brasileiro contemporâneo mais gravado por artistas do jazz e do pop, numa lista que ainda inclui, entre outros, Sting, George Benson, Sarah Vaughan, Mark Murphy, Barbra Streisand, Diana Krall ,Manhattan Transfer, Dianne Schuur, Carmen McRae, Nancy Wilson, Patti Austin, Take Six, Lee Ritenour.

TURNÊ BRASIL
SIMONE ENCONTRA IVAN LINS
Realização: TIME FOR FUN

CITIBANK HALL - SÃO PAULO
Copatrocínio: Brahma
Meio preferencial de pagamento: Citi.
Data: Sábado, 17 de março de 2018
Horário: 22h
Local: Citibank Hall SP – Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro – São Paulo (SP).
Capacidade: 3.870 lugares.
Ingressos: de R$ 60 a 300 (ver tabela completa).Duração: Aproximadamente 1h40.
Classificação etária: 12 a 14 anos: Permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis legais.
De 15 anos em diante: Permitida a entrada desacompanhados.
Abertura da casa: 1h30 antes do espetáculo.
Acesso para deficientes
Ar-condicionado
Venda de ingressos no site: www.ticketsforfun.com.br
Venda a grupos: grupos@t4f.com.br
Estacionamento (terceirizado): R$ 50.

INGRESSOS:

PREÇOS POR SETORES
½ ENTRADA
NORMAL
MESA VIP
R$ 150,00
R$ 300
MESA SETOR I
R$ 140,00
R$ 280
MESA SETOR II
R$ 130
R$ 260
POLTRONA SETOR I
R$ 120
R$ 240
POLTRONA SETOR II
R$ 110
R$ 220
CAMAROTE SETOR I
R$ 150
R$ 300
CAMAROTE SETOR II
R$ 125
R$ 250
PLATEIA SUPERIOR I
R$ 60
R$ 120
PLATEIA SUPERIOR II
R$ 60
R$ 120
PLATEIA SUPERIOR III
R$ 60
R$ 120

- Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet).

- Clientes dos cartões Citi e Diners Club contaram com pré-venda exclusiva para o show, entre os dias 09e11 de janeirode 2018, além de desconto de 15% nos ingressos durante este período. Desconto limitado a 04 ingressos por cartão.

- Os benefícios acima são válidos somente para compras de ingressos realizadas com cartões de crédito Citi, Diners Club e cartões de débito Citi. Válido somente para shows realizados no Citibank Hall e produzidos pela Time for Fun. A compra de ingressos com cartões de débito Citi somente pode ser realizada nos pontos de venda e bilheterias da Tickets For Fun.

- O benefício de 15% de desconto não é cumulativo com outros descontos e ações promocionais. Desconto aplicável para diversos setores (camarote, pista e mesa, entre outros). Vendas de ingresso com desconto limitadas a 04 ingressos por CPF.  Basta apresentar os ingressos comprados com seu cartão na entrada especial ou apresentar o cartão no acesso (benefício válido apenas para o titular ou adicional do cartão e um acompanhante). 

- Clientes dos cartões Citi e Diners Club contarão com entradas e guichês exclusivos.

- Clientes dos cartões Citi e Diners Club que efetuarem compra via internet até 72h antes do evento serão isentos de taxa de entrega.

- Todas as condições acima poderão ser alteradas sem aviso prévio.

- A venda para o público geral dos shows estará disponível a partir do dia 12 de janeirode 2018.

- Os ingressos podem ser parcelados em até 3x sem juros, em qualquer cartão aceito pela Tickets For Fun.

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Citibank Hall - Av. das Nações Unidas, 17.955 - Santo Amaro – São Paulo (SP).
Segunda-feira – FECHADA
Terça-feira e Sábado – 12h às 20h
Domingo e feriados – 13h às 20h

LOCAIS DE VENDA - COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
- Pontos de venda no link:

- Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br
Entrega em domicílio - taxas de conveniência e de entrega.

FORMAS DE PAGAMENTO VÁLIDAS TICKETS FOR FUN
Internet:
- Cartões de crédito MasterCard, American Express, Elo Crédito, Visa, Diners Club.

Bilheteria e Pontos de Venda:
- Dinheiro;
- Cartões de Credito MasterCard, American Express, Elo Crédito, Visa, Diners Club e Hipercard;
- Cartões de débito Visa Electron, MasterCard débito, Elo Débito e Hipercard.
- Vale Cultura

KM DE VANTAGENS HALL – BELO HORIZONTE
Copatrocínio: Brahma
Data: Sábado, 28 de março de 2018
Horário: 22h
Local: Km de Vantagens Hall BH Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 – São Pedro – Belo Horizonte/MG
Duração: Aproximadamente 1h40.
Capacidade: 3.620 lugares.
Ingressos: de R$50 a R$250 (ver tabela completa).
Classificação etária: De 12 a 14 anos: permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsável legal. 15 anos em diante: permitida a entrada desacompanhados.
Acesso para deficientes
Ar-condicionado
Estacionamento (terceirizado): R$ 40
Site: www.ticketsforfun.com.br
Venda a grupos: grupos@t4f.com.br 

INGRESSOS:

PREÇOS POR SETORES
MEIA-ENTRADA
INTEIRA
MESA SETOR I (4 LUG.)
-
R$ 250,00
MESA SETOR II (4 LUG.)
-
R$ 200,00
ARQUIBANCADA/PISTA - LOTE I
R$ 50,00
R$ 100,00
ARQUIBANCADA/PISTA - LOTE III
R$ 60,00
R$ 120,00
ARQUIBANCADA/PISTA - LOTE III
R$ 70,00
R$ 140,00

 - Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet).

- A venda para o público em geral está disponível desde o dia 09 de janeiro de 2018.

- Os ingressos podem ser parcelados em até 2x sem juros, em qualquer cartão aceito pela Tickets For Fun.

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
KM de Vantagens Hall - Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 – São Pedro.
Segundas-feiras – FECHADAS
Terças-feiras e Sábados – 12h às 20h
Domingos e feriados – 13h às 20h

LOCAL DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br
(retirada na bilheteria e e-ticket, com taxas de conveniência).

KM DE VANTAGENS HALL RJ - RIO DE JANEIRO
Copatrocínio: Antarctica
Data: Sábado, 07 de abril de 2018
Horário: 22h
Local: Km de Vantagens Hall RJ – Rio de Janeiro (RJ)Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca
Duração: Aproximadamente 1h40.
Capacidade: 3.120 lugares.
Ingressos: de R$ 60 a 260 (ver tabela completa).
Classificação etária: 12 a 14 anos: permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsável legal. 15 anos em diante: permitida a entrada desacompanhados.
Acesso para deficientes
Ar-condicionado
Estacionamento do Shopping
: Moto: R$ 5,00 - preço único / Carro: Primeiras 5 horas: R$ 10,00. A partir da 5ª hora: R$ 2,50 - por hora ou fração.

PREÇOS POR SETORES
MEIA-ENTRADA
INTEIRA
MESA SETOR I
R$ 130
R$ 260
MESA SETOR II
R$ 120
R$ 240
MESA SETOR III
R$ 110
R$ 220
MESA SETOR IV
R$ 90
R$ 180
MESA SETOR V
R$ 80
R$ 160
CAMAROTE
R$ 130
R$ 260
POLTRONA
R$ 60
R$ 120

- Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet).

- A venda para o público geral dos shows está disponível desde o dia 10 de janeirode 2018.

- Os ingressos podem ser parcelados em até 2x sem juros, em qualquer cartão aceito pela Tickets For Fun.

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Km de Vantagens Hall RJ: Segundas -feiras: Fechada
                                              Terças-feiras a sábados, das 12h às 20h
                                              Domingos e feriados, das 13h às 20h
Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Pela Internet:  www.ticketsforfun.com.br
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega

FORMAS DE PAGAMENTO VÁLIDAS TICKETS FOR FUN
 Internet:
- Cartões de crédito MasterCard, American Express, Elo Crédito, Visa, Diners Club e Hipercard.

Bilheteria e Pontos de Venda:
- Dinheiro;
- Cartões de Credito MasterCard, American Express, Elo Crédito, Visa, Diners Club e Hipercard;
- Cartões de Débito Visa Electron, MasterCard débito, Elo Débito e Hipercard.
- Vale Cultura