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segunda-feira, 29 de julho de 2019

Entrevista exclusiva com Davi Lopes do Shoptime

Davi posa nos bastidores do
Shoptime - Foto: Saulo Soares
Por: Ricardo Bello

Ele acreditou no sonho e graças a Deus conseguiu torná-lo realidade. O jovem que queria se tornar apresentador acabou entrando para time do Shoptime, o canal de compras mais assistido da TV Brasileira. 

Conversamos com exclusividade com Davi Lopes, que fala um pouco sobre sua vida antes depois da fama, família e muito mais. Confiram!

Revista de Cultura - Você entrou para o Shoptime através de um reality show. Quando gravou o vídeo e mandou...em algum momento chegou a pensar que não seria o selecionado?

Davi Lopes - Sim, cheguei a pensar, mas quando recebi a ligação de que havia sido escolhido para o reality foi uma alegria enorme.

Revista de Cultura - A vida mudou depois que virou apresentador do Shoptime? Como lida com o assédio do público?
Davi Lopes - Mudou muito, principalmente em relação à rotina de trabalho. Fazer os programas ao vivo é incrível. Quanto ao assédio do público, é uma delícia sentir o carinho. O público do Shoptime é extremamente carinhoso. 
Revista de Cultura - O que gosta de fazer nos momentos de folga?

Davi Lopes - Costumo ficar com a família, curtir a natureza e surfar muito.
Apresentador gosta de surfar e curtir
a família nos dias de folga
Foto: Saulo Soares
 

Revista de Cultura - Já aconteceu alguma situação engraçada nas entradas ao vivo no programa?

Davi Lopes - Várias vezes (risos), principalmente na cozinha. Já coloquei farofa na panela e caiu toda para fora, fiz crepe e a massa caiu no chão, sem falar de outras situações como já estar ao vivo e eu não saber... São pequenas falhas e erros que se tornam engraçados e eu adoro conduzir o programa com bom humor.  
Revista de Cultura - Antes de se tornar apresentador o que fazia?

Davi Lopes - Sou formado tecnólogo em turismo e fiz faculdade de Educação Física. Conheci a recreação com 15 anos no curso de turismo, onde tive a primeira experiência com o microfone, o palco e o público. Depois de trabalhar por alguns anos, sendo gerente de acampamento infantil, direcionei meu foco para cursos de teatro, apresentação e locução e hoje estou muito feliz no Shoptime. 

Revista de Cultura - Mande uma mensagem aos leitores do Revista de Cultura...


Davi Lopes - Deixo meu beijo e carinho a todos os leitores e fica o convite para a galera conhecer a programação do canal Shoptime.
Agradecimento à Monica Hing

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Entrevista: Banda Vera Loca

Banda conquista fãs em partes diferentes do Brasil
Foto: Divulgação
Por: Ricardo Bello

Sucesso no Sul do país, a banda Vera Loca tem ganhado espaço em várias partes do país.
Conversamos com exclusividade com Fabrício Beck (vocalista e guitarrista) e com Diego Dias (tecladista), que nos falam um pouco sobre o dia-a-dia, shows e muito mais...confira:

Revista de Cultura - Certamente essa pergunta é uma das que a banda mais ouviu em entrevista, mas: de onde surgiu o nome Vera Loca?

 Fabrício Beck -   O nome Vera Loca surgiu na necessidade de arrumarmos um nome rápido, pois o primeiro single já estava indo para as rádios… Então lembramos de homenagear a vizinha do apartamento de baixo que vivia fazendo escândalos na janela, não era muito amistosa. Perguntamos ao porteiro do prédio o nome da dita cuja e ele nos disse: "Vera" aí alguém comentou:esta aí o nome...Vera Loca! Acabou ficando.       

Revista de Cultura - Vocês lançaram um DVD ao vivo, o blog até noticiou a sessão de autógrafos. Como foi essa experiência de registrar o show? Qual música de vocês nunca pode faltar no repertório?

Diego Dias  - O DVD é a realização de um sonho. Achamos que foi feito na hora certa, em um momento que estávamos preparados pra isso e também com um grande público acompanhando a banda. Quem olhar o DVD certamente vai notar que todas as músicas são cantadas como se fossem "aquela" música que não pode faltar nos shows. Mas nos shows que costumamos fazer no interior do estado não há como negar que o momento alto do show é a música "Borracho Y Loco”. Clique aqui para assistir o clipe

Revista de Cultura - O que vocês faziam antes de se tornarem músicos? Há outros artistas nas famílias do grupo?

 Fabrício Beck - Músicos todos já eram, mas a maioria estudava, fazia faculdade, até que chegou o dia de largar tudo e correr em busca deste sonho. Então nos mudamos do interior do RS para Porto Alegre. Eu sou filho de uma professora de Piano, e o Diego Dias  filho de um acordeonista, morávamos na infância em Tupanciretã, onde começamos a parceria musical com 8 anos de idade.
  
Revista de Cultura - Vocês tem algum ídolo na música? 

 Diego Dias -  Temos muitos ídolos na música. Acredito que ter referências é importante para quem está nesse meio. Temos dentro da banda desde quem gosta de Tom Jobim, até quem gosta de bandas de metal, como Pantera e são essas diferenças que fazem a Vera Loca. Além é claro de referências que como The Beatles, Rolling Stones, Barão Vermelho, Cazuza. Também admiramos muito o rock argentino, como Charly Garcia, Fito Paez, Andres Calamaro.

Revista de Cultura - O que gostam de fazer nas horas vagas?

 Fabrício Beck -  Eu gosto de ver futebol, encontrar os amigos para um bom churrasco e cerveja, jogar tênis, estar com a família.

  Diego Dias -  Respiramos música até nas horas vagas, mas estar com a família e amigos é o que nos dá força para continuar nessa batalha. 

Revista de Cultura -Vocês viajam o Brasil inteiro com shows...tem alguma cidade em que ainda não se apresentaram e gostariam muito?

 Fabrício Beck - Gostaria muito de tocar em Salvador, viajar pelo Nordeste. Recebemos muitos e-mails e mensagens de lá pedindo por shows da banda. Acredito que esse DVD será um trampolim para que isto aconteça.

  Diego Dias -  Viajamos por muitas cidades, principalmente no sul do Brasil, mas ainda temos muito a conquistar. Temos recebido muitos pedidos de pessoas que estão descobrindo a Vera Loca, vindos de todos os cantos do Brasil. Não temos uma cidade em especial que queremos estar, temos um carinho especial por todas as pessoas que admiram nosso trabalho. 

Revista de Cultura - Já se apresentaram em Belo Horizonte alguma vez? Conhecem Minas Gerais?

 Fabrício Beck - Não conhecemos ainda, e queremos muito tocar em Minas, pois também recebemos sempre muitas mensagens  de um bom público que nos conheceu pela web, e acompanha a banda há um bom tempo. 

Diego Dias -  Ainda não estivemos em Minas Gerais. Mas é um estado que tem muita influência na nossa música. Temos grande admiração pelas bandas deste estado. Em especial citaríamos o Clube da Esquina. E também bandas consagradas da nossa geração que nos espelhamos muito, como Skank e Jota Quest. 

Revista de Cultura - Mandem uma mensagem para os nossos leitores!

Fabrício Beck - Queremos ir para estrada, e mostrar ao país nosso trabalho, nossa música. Um grande abraço a todos.

 Diego Dias -  Gostaríamos de agradecer o espaço da Revista Cultura e dizer para quem ainda não conhece a Vera Loca, que destine alguns minutos do seu tempo a nossa música.

Assista Aqui o clipe da música Graffiti

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Bate-papo com a Cantora Tuta Guedes

Tuta fará shows na Europa
Foto:  Fábio Nunes
Por: Ricardo Bello

Conversamos com a talentosa e simpática cantora Tuta Guedes, com exclusividade. Ela fala sobre shows no exterior, fãs, vida pessoal e muito mais. Confira o bate-papo:


Revista de Cultura: Tuta, se não fosse cantora que profissão acha que seguiria?

Tuta Guedes: Seria médica, pois amo cuidar da saúde das pessoas.

RC: Você já pensou em fazer shows fora do Brasil também? 

TG: Já fiz nos EUA, em breve farei uma turnê na Europa.

RC: O que costuma fazer nas horas vagas?
TG: Gosto de dormir, ler livro, pesquisar na internet e ir ao supermercado.

RC: Que tipo de música gosta de ouvir em casa?
TG: Adoro músicas românticas para curtir em casa.

RC: Já aconteceu alguma situação engraçada durante os shows, que você possa contar aqui?

TG: Sim, no início da carreira, na cidade de Mesquita/MG, um fã arrancou um chumaço do meu cabelo e ficava levantando a mão para seus amigos: "Eu tenho o cabelo da Tuta Guedes", e eu com dor  no couro cabeludo e ele gritando isso (risos).

RC:  Tem previsão de quando se apresenta em Minas Gerais?
TG: Em breve, estamos programando uma turnê do meu novo DVD no Estado.

RC:  Mande um recado para os nossos leitores ...

TG: Olá leitores do Revista de Cultura! É um prazer enorme estar aqui com vocês, quero convidá-los para conhecerem meu site www.tutaguedes.com.br e acompanhem minhas redes sociais que estão linkadas no site. Fiquem ligadinhos nas promoções que sempre aparecem no site ta? Um super beijo a todos. 

terça-feira, 22 de março de 2011

Exclusivo: Conversamos com Ele...


Por: Ricardo Bello
Foto: Reprodução

Ele é um novo fenômeno na mídia graças a ajuda de um vídeo postado no Youtube. O Rei do Pop nos deixou, mas sua voz continua viva nas imitações de Jean Walker. O taxista mineiro que hoje tasmbém ganha os palcos do Brasil se apresentando com uma perfeita imitação do astro Michael Jackson conversou com exclusividade com o Revista de Cultura. Em um bate-papo rápido e descontraído ele nos fala sobre o encontro com o pai do cantor, fama e muito mais.

Revista de Cultura: Jean, lembra qual foi a primeira música que cantou quando começou a imitar o Michael Jackson?

Jean Walker: Bom, a primeira musica que eu cantei foi "Black or White".

Revista de Cultura: Já se encontrou com o passageiro do taxi que postou seu vídeo no Youtube depois da repercussão toda?

Jean Walker: Sim, já encontrei

Revista de Cultura: E quando as pessoas entram no taxi, já o reconhecem? Pedem para imitar o Michael?

Jean Walker: Não, porque eu não estou mais no taxi.

Revista de Cultura: Vi no seu site o vídeo em que canta para o Joe Jackson, pai do Michael. Ele foi simpático? Gostou do seu trabalho?

Jean Walker: Sim, ele gostou . Mas, sabe né? Ele é muito frio... nem Michael Jackson ele aplaudia direito. Clique Aqui Para Assistir Ao Vídeo da Apresentação

Revista de Cultura: E como tem sido a reação das pessoas na rua?Pedem foto, autógrafos?

Jean Walker: Sim, fotos é o que mais pedem . Principalmente em São Paulo. Muito legal!

Revista de Cultura: Se lhe convidassem para fazer um tributo ao Michael Jackson ou quem sabe um show de imitações, você toparia?

Jean Walker: Sim, claro!

Revista de Cultura: Imita algum outro cantor ou pessoa famosa além dele?

Jean Walker: Sim, adoro imitar .

Revista de Cultura: E sua família dá apoio para seguir a vida artística?

Jean Walker: Claro. Mas ainda a ficha não caiu ate agora... nem a minha ( risos)

Revista de Cultura: Jean, o espaço é seu. Mande um recado para os nossos leitores...

Jean Walker: Bom, gostaria de agradecer a todos vocês da Revista de Cultura. Obrigado, que Deus abençoe a todos. Se precisar de algo que eu possa fazer é só me chamar . Obrigado

Confira o trabalho de Jean Walker no site oficial www.jeanwalker.net

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Exclusivo:

Por: Ricardo Bello
Fotos: Arquivo Pessoal
e Editora Abril

Essa semana conversamos com Fernanda Abraão, a Loira da Laje. Ela já arrancou suspiros dos telespectadores com suas participações no humorístico Zorra Total e fez os fãs literalmente correrem as bancas em busca de exemplares de uma edição especial da revista, que esgotou rapidamente. Em um bate-papo descontraído ela nos fala de seus projetos, fã invadindo o quarto, segredos para manter o corpo e muito mais. Confira:

Revista de Cultura - Fernanda, antes de começar a carreira artistica o que você fazia?

Fernanda Abraão - Fazia o curso de Direito.

Revista de Cultura - Você fez participações no Zorra Total, da Rede Globo, sendo a loira da Laje, foi legal a experiência? Tem vontade de voltar a TV com um quadro de humor ou ter um programa seu?

Fernanda Abraão - Foi otimo! Foi uma experiencia muito bonita e de vitória. Pretendo voltar a TV com um quadro de humor, mas o que quero mesmo é ser apresentadora .

Revista de Cultura - Você tem um corpo bonito. Para manter a forma tem algum cuidado específico com alimentação ou come de tudo? Malha, pratica algum esporte?

Fernanda Abraão - Obrigada! Nem tanto. Procuro malhar quando estou em Niterói, mas agora com a agenda esta dificil manter a malhação.

Revista de Cultura - Está namorando atualmente? Já sofreu em relacionamento por causa de ciúme em relação a seu trabalho?

Fernanda Abraão - Não. Já sofri sim quando eu ia gravar meu companheiro ficava com muito ciúme e isso nao é legal nem para mim nem para a outra pessoa.

Revista de Cultura - Você faz eventos pelo Brasil afora...esteve até recentemente em Belo Horizonte. Tem conta em sites de relacionamento, Orkut, Twitter?Apesar da correria sobra um tempinho para responder os recados?

Fernanda Abraão - Não tenho mais porque nao tenho mais tempo para dar assistência a todos os meus fãs.

Revista de Cultura - Lembra de alguma situação engraçada que aconteceu com você durante um evento ou encontrando fãs pelo Brasil afora? Alguma cantada engraçada que possa contar aqui?

Fernanda Abraão - Teve um que invadiu o meu quarto as 4 horas da manhã... todo desesperado e eu ali, pálida de medo, sem nenhuma ação. Até hoje verifico todas as portas nos hotéis, foi uma situação terrível...

Revista de Cultura - Que tipo de música você gosta de ouvir?

Fernanda Abraão - Forró , sertanejo e MPB .

Revista de Cultura - Qual a parte do seu corpo você acha mais atraente ou quer recebe mais elogios?

Fernanda Abraão - Meu bumbum...


Revista de Cultura - Já fez ensaios para revistas masculinas, teve uma edição especial com você na Playboy, que por sinal vendeu bem. E convite para filmes eróticos? Já recebeu? Aceitaria dependendo da proposta

Fernanda Abraão - Não aceitaria, pois é muita pressão psicológica...depois não sei se suportaria. Minha vontade mesmo é de virar apresentadora.

Revista de Cultura - O espaço é seu. Mande um recadinho para os nossos leitores:

Fernanda Abraão - Leitores da Revista de Cultura espero que tenham gostado da entrevista. Em breve estarei com uma surpresa muito especial para todos. Milhões de beijinhos .

Agradecimento a Cacau Oliver e Fernanda Abraão.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Exclusivo:

Por: Ricardo Bello
Foto: Divulgação

Ele é admirado em todo Brasil, já gravou CD, fez participações em cinema, atuou em novela, sua fama fica cada vez maior, mas não perde uma característica marcante: sua simplicidade.

Conversamos com exclusividade com o cantor Daniel. Ele nos fala de solidariedade, fãs, trabalho e muito mais. Confira:

Revista de Cultura - Daniel, você começou a desenvolver seu interesse pela música ainda criança. Sua família dava apoio para seguir a carreira musical naquela época?

Daniel -Sempre tive o apoio da minha família, desde que comecei a dar os primeiros sinais de que gostava de cantar. Meu pai foi um grande incentivador e inclusive me presenteou com o primeiro violão, aos 8 anos.

Revista de Cultura - Você faz trabalhos sociais aliados a música, tem o Daniel Futebol Clube, também é padrinho do Teleton. Esse tipo de trabalho ajuda os fãs e também outros artistas a serem mais solidários?

Daniel - Eu faço aquilo em que acredito. Acredito na solidariedade, no engajamento das pessoas para ajudar quem precisa mais. O Daniel Futebol Clube foi um projeto que existiu por cerca de 10 anos, arrecadou muito para as cidades que receberam o time em mais de 160 jogos. O Teleton já faz parte da minha vida há muitos anos. Já tem a data reservada na agenda sempre para poder participar desse projeto maravilhoso porque conheço o trabalho da AACD e fico feliz em poder somar um pouco. Meu DVD Raízes terá parte da renda revertida a hospitais de câncer como o de Barretos.

Revista de Cultura - Recentemente você participou do "Emoções Sertanejas" ao lado do Rei Roberto e já cantou também ao lado do Julio Iglesias. Como foram as experiências de cantar com eles?

Daniel - Cantar com ídolos são sonhos realizados; é nesse momento que a gente entende mais os nossos fãs, porque passamos pela mesma emoção ao estar ao lado de um ídolo. A experiência foi maravilhosa e vou guardar isso pra sempre no meu coração e na minha memória.

Revista de Cultura - E nas horas vagas? O que gosta de fazer?

Daniel - Gosto de jogar bola, de curtir minha terra natal, minha casa, e atualmente, minha filha. É muito bom quando tenho um tempinho pra ficar com ela.

Revista de Cultura - Já passou por alguma situação engraçada com fãs? Aquela coisa de entrar no quarto e encontrar fã debaixo da cama, atras da cortina?

Daniel - Já passei por várias situações engraçadas; uma vez uma fã entrou no camarim e me pediu um beijo na boca na frente de todo mundo. Fiquei com vergonha, disfarcei, tentei explicar pra ela que não era assim e tal...(risos)

Revista de Cultura - Alguns humoristas e cantores já o imitaram na TV. Já viu alguma dessas imitações? O que achou?

Daniel - Já vi sim, e acho o trabalho de humoristas algo muito difícil. Admiro quem consegue fazer isso tão bacana que acaba sendo um orgulho pra quem está sendo imitado.

Revista de Cultura - E falando em fãs, você recebe vários presentes pelo Brasil afora com seus shows. É verdade que tem um lugar onde guarda as lembranças recebidas?

Daniel - Tenho sim, na casa da minha mãe há um salão especial pra isso. Ela cuida de tudo lá, guarda, arruma, limpa...é um lugar especial pra mim porque ali tem muito carinho reunido!

Revista de Cultura - Já pensou em investir também na carreira internacional? Gravar músicas em inglês e outros idiomas?

Daniel - Eu já fiz um projeto em espanhol e foi muito bacana, mas meu foco é o nosso país mesmo. Acho que o mercado aqui é muito grande e ainda há muito a ser desbravado!

Revista de Cultura - O espaço é seu. Mande uma mensagem para os nossos leitores...

Daniel - Gostaria de agradecer pelo carinho de poder falar um pouco mais de mim pra vocês, e dizer que chegou às lojas o CD e DVD Raízes, um projeto lançado pela Som Livre que reúne canções que marcaram a minha trajetória e 3 músicas inéditas, uma delas inclusive já está tocando no rádio – Tenho que sonhar. É um trabalho feito com muito carinho e espero que as pessoas gostem. Obrigado, abraços!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Conversamos com o cantor Daniel


Foto:Divulgação

Conversamos com exclusividade com Daniel, um dos cantores mais queridos do público brasileiro. Em breve você vê a divertida entrevista aqui no Revista de Cultura.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Exclusivo:

Entrevista e
tradução: Ricardo Bello

Foto: Divulgação/
concert shots


Conversamos com exclusividade com Billy Sheehan. Sem dúvida alguma um dos melhores baixistas do mundo. Já tocou com nomes como David Lee Roth e Steve Vai.

Faz parte da banda Mr. Big,que tem como guitarrista o virtuoso Paul Gilbert. Em uma conversa rápida e descontraída, ele fala ao Revista de Cultura sobre família, saudade do Brasil, música e muito mais. Confira:

Revista de Cultura: Billy, existem outros músicos ou artistas em sua família?

Billy Sheehan: Não, somente eu. Meu pai era um recitador. Ele contava histórias e recitava poemas, então ele era um bocado artista.

Revista de Cultura: Você tem muitos fãs no Brasil e na América do sul. Virá por aqui em breve?

Billy Sheehan: Assim que me convidarem ou nos convidarem. Nós não escolhemos onde vamos tocar, tocamos apenas onde nos chamam. Não é a nossa escolha, é a escolha dos produtores de show do Brasil. Espero que se apressem!

Revista de Cultura: Que tipo de música você gosta de ouvir?

Billy Sheehan:Todos os tipos. Realmente.

Revista de Cultura: Lembra de alguma situação engraçada que aconteceu durante um show ou um encontro com fãs ? Pode nos contar?

Billy Sheehan: Muitas, muitas coisas. Eu poderia escrever um livro, três livros. Levaria muito tempo para escrever aqui. Vou contar todas algum dia.

Revista de Cultura: Quais são os seus baixistas favoritos?

Billy Sheehan: Você quis dizer: "Quem é", correto? Muita gente para enumerar.

Revista de Cultura: O que você gosta de fazer quando não está em turnê?

Billy Sheehan: Compor, gravar, experiências com artes. Na maior parte coisas ligadas a musica.

Revista de Cultura: Deixe um recado para seus fãs brasileiros:

Billy Sheehan: Eu amo todos vocês e sinto falta loucamente! Espero que alguns promotores brasileiros agendem um show em breve!

terça-feira, 9 de março de 2010

Exclusivo:


Por: Ricardo Bello
Foto: Divulgação

Essa semana conversamos com Rúbia Mesquita, a jovem mineira que há mais de 10 anos encanta crianças e adultos na TV Horizonte apresentando o programa TV X. Em um bate-papo descontraído, ela nos fala sobre sua vida, situações engraçadas e muito mais. Confira:


Revista de Cultura - Rubia, antes de ser apresentadora o que você fazia?

Rúbia Mesquita - Na adolescência tentei ser secretária do meu pai no consultório de dentista... Na verdade, mais atrapalhava do que ajudava. Eu gostava mais de conversar, sentar nas poltronas, ler revista do que trabalhar e talvez por isso, minha carreira como ajudante não durou muito! Também dei aula de dança educativa para crianças, e neste trabalho fiquei um bom tempo... Aliás, foi meu primeiro trabalho com criança e a paixão foi imediata! E depois que eu me formei em magistério fui convidada para dar aula para o ensino infantil em uma escola em Belo Horizonte, e foi depois de pouco tempo morando aqui, que fui convidada pra trabalhar no TVX na Tv Horizonte.

Revista de Cultura - Na sua família há outros artistas?

Rúbia Mesquita - O meu pai é mágico, contador de histórias. Minha mãe adora contar histórias, já escreveu textos que foram publicados em livros, fala muito bem em público. Apesar de não aparecerem na televisão, para mim, eles são verdadeiros artistas, sou fã dos dois.

Revista de Cultura - Ultimamente os canais de TV estão "apelando" para conquistarem o primeiro lugar no IBOPE. Você, no entanto, cativa cada vez mais o público com o TV X e tem grande audiência. Você acha que falta isso para as emissoras? Conquistar o público com bons conteúdos ao invés de baixarem o nível da programação?

Rúbia Mesquita - Acredito que existem formas diferentes de trabalhos para criança. Não existe um melhor ou pior, cada um faz aquilo que acredita e na melhor forma que sabe fazer. Tudo que uma criança aprende nos primeiros anos da infância é o que vai determinar grande parte do adulto que ela vai ser, contudo, trabalhar com criança requer muita responsabilidade na forma que você fala, o quê você fala! Eu ainda acredito que é através da fantasia, imaginação, afetividade, a alegria, a palhaçada que se consegue realmente chegar até o coração de uma criança.

Revista de Cultura - Já aconteceu alguma situação engraçada durante a apresentação do seu programa ou em algum show, que você possa contar aqui?

Rúbia Mesquita - São 11 anos de programa e em todo este tempo vivenciei várias situações engraçadas, ainda mais pelo fato de o programa ser ao vivo e as crianças imprevisíveis! Tenho o hábito de chegar em casa, anotar os casos engraçados...quem sabe um dia não vira um livro?No ano passado, para comemorar o carnaval no TVX me fantasiei de Carmem Miranda em homenagem a seu centenário. Com um turbante cheio de frutas na cabeça eu dançava e balançava os braços tentando imitá-la. Quando o Popó olhou para mim:

-Ué Rúbia, que fantasia é essa? Você veio fantasiada de feira?

Olhei para ele, pronta para explicar...Quando uma menininha gritou com toda força:

-É claro que ela não tá fantasiada de feira, seu bobo!

Sorri e animada, crente que eu estava abafando com minha fantasia, esperei ansiosa pela explicação da pequena. Coloquei o microfone na boca dela:

-É claro que não é de feira. Ela tá fantasiada é de fruta, né???

Fiquei arrasada!

Uma vez estávamos falando sobre “O que você vai ser quando crescer”, então me dirigi a um garoto, talvez o mais novinho da turma. Coloquei o microfone na boca dele e perguntei:

-Você já sabe o que você vai ser quando crescer?

- Já. Já decidi. Respondeu com firmeza.

E o que você vai querer ser?

- Homem- aranha mesmo!

Ótima idéia, pensei.
..( risos)
Revista de Cultura - Você sempre conta histórias em seu programa e prende a atenção das crianças. E isso numa era onde se tem video game e heróis japoneses na TV. Como começou a desenvolver o seu dom de contar histórias? Você tinha que idade quando começou a contar as primeiras histórias?

Rúbia Mesquita - Mesmo com as novas descobertas, a evolução do homem e das tecnologias que invadiram nossas vidas, resgatar a importância do tocar e do sentir continuam essenciais e indispensáveis a formação do indivíduo. E acredito que as histórias são excelentes ferramentas na busca destes valores. Cresci com meus pais me contando histórias, tive grande estímulo dentro de casa e isso me ajudou muito. Quando fui dar aula, o momento em que eu mais gostava era de contar histórias, tenho uma cabeça “danada de inventadeira”... e foi por contar histórias que estou até hoje á frente da TV. Fui convidada para contar apenas uma história no programa infantil, depois de contá-la fui convidada para apresentar o programa todo. Gosto tanto de contar, que recentemente lancei um livro “1,2,3 Contos de Uma Vez” com histórias para os pais lerem para os filhos...

Revista de Cultura - Nas horas de lazer, o que gosta de fazer?

Rúbia Mesquita - Adoro estar com minha família, ler livros, gosto de sair com amigos para dançar, conversar, ir ao cinema.

Revista de Cultura - E como lida com o carinho das pessoas? Na rua pedem foto, autógrafos, enfim...lida bem com isso?

Rúbia Mesquita - Adoro saber que as pessoas gostam do meu trabalho, e é uma forma de você avaliar como o que você faz, está sendo aceito pelo outro. As crianças geralmente não me reconhecem, porque fico muito diferente, elas acham que eu vou estar sempre de macacão e presilhas coloridas no cabelo. Os adultos reconhecem mais. E eu só tenho a agradecer! Cada beijo recebido, abraço, um pedido de autógrafo só me faz ter a certeza que tudo isso vale a pena!
Revista de Cultura - Que tipo de música você gosta de ouvir?

Rúbia Mesquita - Ouço todo tipo de música dependendo do lugar e da companhia. Adoro samba, gosto de MPB, gosto de Bossa Nova, Pop rock...mas, ultimamente tenho cantado e ouvido muito as músicas do CD que vou lançar neste ano, que tem composições do Sérgio Pererê, Leri Faria, Paulinho Pedra Azul, Fernando Muzzi, Bruno Lopes, Denise Urxine e Marina Castro Assis. Até eu me aventurei escrevendo uma música. O CD está lindo e muito brincante.

Revista de Cultura Se não fosse apresentadora e contadora de histórias, que profissão acha que seguiria? Por quê?

Rúbia Mesquita - Trabalharia na área da educação. Me preocupo muito com a educação que nossas crianças estão recebendo e poder de alguma forma contribuir para que a educação seja mais afetiva, prazerosa, seria um enorme prazer!

Revista de Cultura - O espaço é seu. Mande uma mensagem para os nossos leitores:

Rúbia Mesquita - Queria agradecer pelo carinho e dizer que não tem nada melhor do que fazer aquilo que a gente ama. Sou privilegiada por fazer algo que acredito e com quem eu realmente gosto... Quem quiser me conhecer um pouquinho mais ou entrar em contato é só acessar meu site: www.rubia.com.br e enviar um recadinho para mim. Faço questão de responder pessoalmente todos eles. Beijo grande a todos!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Exclusivo:


Entrevista e fotos: Ricardo Bello


Conversamos com exclusividade com Evandro Mesquita, um dos artistas mais queridos pelo público brasileiro. Seu sucesso, que vai de norte a sul do País, começou nos anos 80 com a banda Blitz. Ele também fez hilárias participações em programas de TV como "Armação Ilimitada" ou novelas como " Top Model", ambos na Rede Globo. Atualmente, a banda, que lançou um disco de inéditas em 2009, prepara surpresas para os fãs em um DVD e até um documentário narrando a trajetória da turma. Sobre esses e outros assuntos que o Revista de Cultura conversa com Evandro e você confere agora. Divirta-se:

Revista de Cultura: Evandro, antes de ser artista o que você fazia?

Evandro Mesquita: Namorava, estudava e jogava bola...

Revista de Cultura: A Blitz fez e ainda faz muito sucesso, já pensou em contar a história da banda em um filme ou peça de teatro?

Evandro Mesquita: Estamos trabalhando no documentário "Blitz Documento", contando a trajetória da banda.

Revista de Cultura: Já aconteceu alguma situação engraçada nos shows que você se lembre e possa contar aqui?

Evandro Mesquita: Assistam nos extras do "DVD Eskute & Veja Blitz" que será lançado em abril... lá tem ótimas histórias.

Revista de Cultura: Alguns humoristas imitam você. Já ouviu algumas dessa simitações? O que achou?

Evandro Mesquita: Já vi o Eri Johnson e o Eduardo Galvão me imitando. É bom... se um dia estiver rouco chamo os dois pra me substituírem na banda.

Revista de Cultura: Você é bastante politizado. Comenta em shows sobre as atitudes dos nossos políticos. Se fosse convidado para algum cargo político, ser ministro ou algo do gênero...aceitaria? Por quê?

Evandro Mesquita: Tá louco? De maneira nenhuma. Porque não quero me envolver com esse tipo de pessoa. Meus pais me ensinaram a não roubar e a ter caráter.



Revista de Cultura: O que gosta de fazer nas horas vagas?

Evandro Mesquita: Nada. Fazer nada é ótimo.

Revista de Cultura: E sua família? Apoiou no começo de sua carreira quando você decidiu ser artista?

Evandro Mesquita: Minha mãe sempre me incentivou. Meu pai não. Queria que eu fosse jogador de futebol.

Revista de Cultura: Que tipo de música você gosta de ouvir?

Evandro Mesquita: Música boa!

Revista de Cultura: Você fez e faz trabalhos como ator, principalmente empapéis divertidos como na Grande Família ou o inesquecível Saldanha da novela Top Model. Já pensou em investir também nisso, fazer um show estilo "stand-up comedy" contando situações engraçadas ou coisa parecida?

Evandro Mesquita: Prefiro a Blitz, que é um pouco disso tudo.

Revista de Cultura: A Blitz lançou recentemente o disco com músicas inéditas. Na sua opinião qual ou quais são aquelas que o público tem mais gostado?

Evandro Mesquita: "Eu Minha Gata e Meu Cachorro" tem já dois clipes muito bons no youtube e " O Homem de Avental", "Baseado em Clarice", "Zero Absoluto"... entre outras.

Revista de Cultura: Mande uma mensagem para os nossos leitores:

Evandro Mesquita: Feliz Natal e próspero ano novo ( risos) Apareçam no blog do site www.blitzmania.com.br ou me sigam, to perdido também, no twitter @evandromesquita. Abraços!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Exclusivo:


Por: Ricardo Bello
Foto: Reprodução

Essa semana, o entrevistado do Revista de Cultura é um mineiro, que é fã de rock e tem uma banda que faz sucesso por onde passa. Conversamos com Ricardo Koctus, baixista do Pato Fu e que também tem outros projetos musicais que estão ganhando destaque no cenário nacional. Em um bate-papo divertido e exclusivo, Koctus nos fala sobre sucesso, Elvis Presley, vida cultural em Belo Horizonte e muito mais. Confira:

Revista de Cultura - Ricardo, antes de ser músico o que você fazia?Começou a carreira musical há muito tempo?

Ricardo Koctus - Comecei há uns 26 anos atrás, tocando em bares as músicas de U2, The Cure, etc... Já fui auxiliar de escritório, digitador, vendedor...

Revista de Cultura - Você faz um trabalho com músicas do Elvis, que ficam super legais, sem fazer média alguma. Gosta do trabalho dele há muito tempo?

Ricardo Koctus - Sou fã do Rei desde criança. Influenciado pelo meu pai.Com minha banda The Presley's Band fazemos uma releitura do trabalho do Elvis, passando por todas as fases. A fase que gosto mais é o Rockabilly, os anos 50.

Revista de Cultura - Você, Fernanda Takai e John tem seus projetos paralelos além do Pato Fu. E a banda? Continua na estrada ou deram uma pausa enquanto desenvolvem os projetos, fazem shows etc? Quais os próximos passos do Pato Fu?

Ricardo Koctus - Bom, o Pato naturalmente deu uma diminuída nos trabalhos, não só em função das carreiras paralelas. Somos independentes já há uns 8 anos. Ser independente é de alguma forma complicado para uma banda como o Pato, mas estamos trabalhando. Fazemos poucos shows, mas fazemos os melhores...(risos) O Pato deve fazer algum projeto especial esse ano, vamos ver...

Revista de Cultura - Além de Elvis, que tipo de música você gosta de ouvir?

Ricardo Koctus - Vixi... gosto de muitas coisas, Jazz, POP, Rock, Indie, MPB. Não me prendo a nada.

Revista de Cultura - Quando está em BH, o que gosta de fazer nos dias de folga? Gosta de teatro, cinema, bares, o que gosta de fazer na hora de diversão?

Ricardo Koctus - Gosto muito de ir aos bares de BH como Bartiquim, Bolão, A Obra,Ora Bolhas, Estúdio B... cinema e teatro confesso que vou pouco. Gosto de ver filme em casa...

Revista de Cultura - Lembra de alguma situação engraçada que passou durante esses anos de profissão em algum show, viagem, encontro com fã...enfim?

Ricardo Koctus - Sim, uma vez estava pra entrar em um palco, o show começando e fui barrado pelo segurança (risos)....rolou aquele bate boca normal, mas acabei fazendo o show.

Revista de Cultura - Você é um excelente baixista e tem presença de palco. Quais são suas influências musicais? Tem ídolos do baixo? Quem são?

Ricardo Koctus - Sou um baixista que não é muito ligado em vídeo aulas, teorias, nem mesmo fico me inspirando em tocar como o fulano ou beltrano. Gosto muito do Adam Clayton(U2), Flea (Red Hot Chilli Peppers), Sting, Nando Reis, Dengue (Nação Zumbi), Joe (Pitty) entre outros.

Revista de Cultura - Se fosse convidado para se candidatar a algum cargo político, ser o novo Ministro da Cultura, por exemplo. Aceitaria? O que mudaria de imediato no País?

Ricardo Koctus - Acho que não aceitaria.... Mas pagando bem que mal tem...(risos)

Revista de Cultura - A facilidade de baixar musicas pela internet tem sido uma aliada para os artistas ou acha que isso atrapalha?

Ricardo Koctus - Acho que ajuda, mas também atrapalha... Ainda vamos achar o meio termo disso tudo. Ainda estamos no turbilhão de muitas mudanças.

Revista de Cultura - Na sua opinião, o que falta para Belo Horizonte entrar de vez na rota dos shows internacionais que vem ao Brasil? Acha que isso é possivel?

Ricardo Koctus - Temos aqui produtores que fazem grandes eventos. A Malab faz o Eletronika, traz nomes como Moby, Iron Maiden, etc...Mas ainda fica faltando algo. Precisamos de um investimento maior, talvez do governo e empresários atuando de forma efetiva com uma visão de empreendedor, visando o aumento do campo de trabalho, valorizando os profissionais envolvidos. É preciso entender que eventos assim movimentam um número muito grande de profissionais de vários setores diferentes e geram trabalho e dinheiro. Transformar esse eventos em um motivo para incentivar o turismo. Criar um calendário específico que tenha força para movimentar as pessoas. Achar um mecanismo para diminuir a burocracia em torno desses eventos também seria ótimo. Os produtores de cultura de BH são guerreiros.

Revista de Cultura - Tem vontade de seguir carreira internacional também?

Ricardo Koctus - Seria ótimo, mas não é algo que tenho como foco.

Revista de Cultura - O espaço é seu. Mande uma mensagem para os nossos leitores:

Ricardo Koctus - Ouçam Ricardo Koctus, grande abraço a todos... www.myspace.com/ricardokoctus

Clique aqui e assista o clipe da música "Seja O Que For" produzido por Ricardo Koctus.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Exclusivo


Por: Ricardo Bello
Fotos: Divulgação

Ela fez e ainda faz sucesso na TV. Trabalhou 12 anos ao lado do apresentador Gugu Liberato no SBT. Participou da primeira edição da Casa dos Artistas, o primeiro reality show da TV Brasileira e já atuou também com o mestre do humor, Renato Aragão. Conversamos com exclusividade com Alessandra Scatena. Ela nos fala sobre os tempos do Domingo Legal, fases da vida e muito mais...


Revista de Cultura - Alessandra, voce ficou conhecida em todo o Brasil quando trabalhou no programa Domingo Legal, na época, apresentado pelo Gugu Liberato. Antes disso o que fazia?

Alessandra Scatena - Com 11 anos eu vendia produtos de beleza, aqueles de catálogos de porta em porta e tinha um boa clientela. Depois fiz um curso de modelo e manequim que ganhei do Marcio Mendes ( do Trio Los Angeles). Comecei a participar de desfiles e logo depois fui para o SBT.

Revista de Cultura - Quando sentiu que era hora de mudar e deixar o programa? Foi difícil tomar essa decisão?

Alessandra Scatena - Com certeza foi muito dificil, afinal foram 12 anos ao lado do Gugu. Mas, a vida é feita de etapas e percebi que aquela etapa já tinha sido concluída.

Revista de Cultura - E nos bastidores ou mesmo durante as gravações já aconteceu alguma situação engraçada que você lembre e possa contar aqui?

Alessandra Scatena - Uma vez, quando eu usava patins no programa, ainda no antigo estudio da Zona Norte, havia uma rampa que dava acesso a parte de fora (uma rua ao lado aonde eram realizadas as provas como a da banheira),e eu fui com tudo, perdi o controle. A sorte é que um colega de trabalho me socorreu, pois eu não sei aonde eu iria parar! (risos)

Revista de Cultura - Lembro que você também apresentou o " Sounds Of Brazil". Era um programa de clipes, não é isso? E atualmente o que você faz?

Alessandra Scatena - Durante 2 anos eu apresentei o Souds Of Brazil, que foi muito legal!Depois fiquei mais 2 anos fazendo a Turma do Didi. E agora estou na Rede Brasil(uma emissora uhf)com um programa diario de variedades. Mas por enquanto estou de férias!

Revista de Cultura - Você é casada, virou mamãe e já há algum tempo fez um ensaio para a Playboy. Na época, o marido deu apoio? Hoje em dia faria novamente algum trabalho assim se fosse convidada?

Alessandra Scatena - Alias só fiz porque o meu marido e a minha familia me apoiaram.Hoje eu não faria. Foi legal, mas como eu havia já dito, foi uma etapa que já passou.

Revista de Cultura - Já pensou em escrever um livro contando a sua trajetória pessoal e profissional?

Alessandra Scatena- Não! Mas já pensou se todas as pessoas escrevessem as suas auto biografias? Acho que seria muito interessante!

Revista de Cultura - O que gosta de fazer nas horas vagas?

Alessandra Scatena - Curtir a minha familia, os meus amigos. Ir em um restaurante, no teatro, passear....

Revista de Cultura - Tem algum cuidado específico com alimentação ou costuma comer de tudo?

Alessandra Scatena - Na realiadade....Não! ( risos) Adoro comer!

Revista de Cultura - Como lida com a questão de assédio, pessoas na rua querendo fotos ou autógrafos? É tranquilo isso para você?

Alessandra Scatena - Na boa. Eu gosto muito de receber o carinho das pessoas. É uma forma de reconhecimento em relação ao meu trabalho. É engraçado, pois tem pessoas que são mais contidas, outras são mais escandalosas. Mesmo assim é bacana!

Revista de Cultura - Se não fosse artista que profissão seguiria?

Alessandra Scatena - Acho que seria arquiteta e decoradora de interiores.

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Alessandra Scatena - Quero agradecer de coração pelo carinho de todos.Que Deus abençoe! E que este ano seja cheio de paz, alegrias e realizações.Que sejamos seres iluminados, para que façamos as coisas certas para termos um mundo bem melhor!Beijos,Alessandra Scatena