Por: Ricardo Bello
Uma das maiores bandas do Rock brasileiro, o Barāo Vermelho, que desde os anos 80 encanta gerações com músicas que viraram verdadeiros hinos...certamente tem muitas histórias para contar. Conversamos com exclusividade com o tecladista Maurício Barros, um dos fundadores do grupo, para saber algumas curiosidades e planos do Barão, confira:
![]() |
| Foto: Marcos Hermes |
Maurício Barros - Tem uma versão de “Down em Mim”, ainda nos anos 80, com o Cazuza cantando em espanhol, porque a música fazia parte de uma novela, que estava indo bem no México, se não me engano. Mas nunca investimos muito nisso. Na época do disco “Puro Êxtase” fizemos alguns shows em Portugal e EUA, mas na verdade nunca tentamos pra valer chegar no mercado internacional.
Revista de Cultura - Já aconteceu alguma situação engraçada durante algum show ou nos bastidores que você lembra e possa contar?
Maurício Barros - Uma vez ficamos hospedados numa cidade há 30 minutos de onde seria o show. Quando chegamos no local, percebemos que havíamos esquecido o baixo elétrico no hotel. Como já estava na hora do show, não daria tempo de voltar pra buscar o instrumento no hotel. Então anunciamos no microfone se alguém tinha um baixo pra emprestar. E, sim, conseguimos um instrumento e o show aconteceu!
Revista de Cultura - Qual música não pode faltar no repertório dos shows?
Maurício Barros - Pro Dia Nascer Feliz
Revista de Cultura - Já pensaram em contar a história da banda em uma peça de teatro ou filme estilo o que foi feito sobre a vida do Cazuza?
Maurício Barros - Nossa história já foi contada em livro e num documentário no cinema. Mas seria legal ter uma peça ou série.
Revista de Cultura - Mande uma mensagem aos leitores do Revista de Cultura
Maurício Barros - Um grande salve pra todos que estão ligados na Revista de Cultura! Valeu!
*Agradecimento especial: Ana Paula Romeiro e ao Maurício Barros.

Nenhum comentário:
Postar um comentário