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| Foto: Divulgação |
Foram mais de 20 mil exemplares vendidos do livro A arte francesa de mandar tudo à merda, do filósofo e escritor Fabrice Midal. Agora, o autor parte de sua experiência como uma pessoa hipersensível para explicar como essa característica, visto de maneira equivocada como uma fragilidade, pode trazer muitos benefícios.
Em Eu sou hipersensível, o filósofo explica que pessoas hipersensíveis são fortemente abaladas por emoções, pensamentos, sensações e empatia. Vivem suas vidas com intensidade demais, às vezes no limite do suportável. Isso os leva a reagirem excessivamente a estímulos que muitas vezes podem ser insuportáveis, mas também empolgantes.
A partir de conversas e pesquisas com neurologistas, antropólogos e psicólogos, Midal nos ensina que a hipersensibilidade traz muitos benefícios para o mundo. E mais: é possível não só conviver com ela, como também transformá-la em uma potência. “O reconhecimento de sua hipersensibilidade é um dom extraordinário que muda a vida. De repente, tudo faz sentido, tudo se torna menos penoso, menos doloroso”, conta.
Ao longo do livro, o autor apresenta dicas e exercícios para ajudar a identificar o fenômeno, ensinando como se libertar das angústias que inicialmente o hipersensível não consegue explicar, para então dar início a uma jornada de aceitação e mais liberdade.
FICHA TÉCNICA
Título: Hipersensível
Autora: Fabrice Midal
Páginas: 224
Preço livro físico: R$ 49,90
Editora Planeta | Selo Academia
SOBRE O AUTOR
Filósofo e escritor, Fabrice Midal é um dos principais professores de meditação na França. Fundador da L’École de méditation, Midal também lidera dias de introdução à meditação, que são momentos únicos, profundos e alegres. A meditação que ele defende não é uma ferramenta para se acalmar, ser zen e se desapegar da realidade, mas uma forma de se conectar com a realidade de maneira mais ética e responsável.
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