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sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Conversamos com Monica Elizeche

Foto: Divulgação

Por: Ricardo Bello

A simpática artista paraguaia, Monica Elizeche, conquista o Brasil com seu talento. Conversamos com exclusividade com ela, que falou sobre família, música e muito mais. Confira:

Revista de Cultura: Monica, você visitou o Brasil há alguns anos pela primeira vez e hoje em dia tem grande sucesso por aqui. Considera o Brasil sua segunda casa?

Mônica Elizeche: Moro há mais de 20 anos no Brasil. Fiz meus estudos mais profundos aqui, minha filha é brasileira e tenho amigos incríveis, certeza o Brasil é minha casa sim! 

Revista de Cultura: Na sua família há outros artistas? 

Mônica Elizeche - Na minha família de parte de pai tenho muitos músicos e cantores, meu pai é arquiteto, cantor e violonista nas horas de lazer. Fui criada numa família com muito contato com música ao vivo e onde se levava muito a sério a escuta da música. Desde o folclore a música pop, muita variação de estilo. 

Revista de Cultura: Se não fosse cantora que profissão acha que seguiria? 

Mônica Elizeche - Essa pergunta é muito difícil porque a música é uma vocação muito intensa. Fiz faculdade de comunicação e direito em Asunción além do Conservatório Nacional de Música, mais não terminei as carreiras. Sou formanda em Música Popular pela faculdade Santa Marcelina de São Paulo.

Revista de Cultura - Para compor suas músicas tem algum processo especial, concentraçāo ou de repente surgem as ideias das composições? 

Mônica Elizeche - Os processos de composição são muito variados. No caso do disco “Tempo Guardado” que acabamos de lançar, a poesia toda é da Regina Romani, ela tinha textos que me inspiraram as melodias, como sou violonista ia criando melodia em cima de harmonia.

Revista de Cultura: O que gosta de fazer quando não está fazendo shows? 

Mônica Elizeche - Gosto bastante de tocar violão e escutar música, além de dar aulas de música e fazer meditação. Fora isso viajar, acho que é uma grande paixão. 

Revista de Cultura: Tem algum lugar do Brasil ou do mundo que gostaria muito de se apresentar e ainda não conseguiu? 

Mônica Elizeche - Gostaria de apresentar as músicas para a maior quantidade de lugares possíveis, tomara que a situação mundial permita. 

Revista de Cultura: Deixe um recado aos nossos leitores 

Mônica Elizeche - Gostaria de agradecer pelo espaço e desejar a todos um ano de 2022 mais leve e fluido pra todos!

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