segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Exclusivo: Conversamos com o músico Ruben Cabrera

Ruben Cabrera com este repórter durante sua passagem por BH
Por: Ricardo Bello

Ele fez parte de um dos grupos infantis mais populares do Brasil, o Trem da Alegria. Alegrou crianças por todo o país com suas músicas ao lado de Juninho Bill e Amanda Acosta. Anos mais tarde dividiu palco com o RPM em alguns shows. Assim conseguimos descrever um pouco sobre o músico RUBEN CABRERA, que bateu um papo com o REVISTA DE CULTURA. Confira agora:

Revista de Cultura - Você foi do Trem da Alegria, grupo que fez história na música brasileira. Eu mesmo era fã na época...ainda tem contato com os outros integrantes? Se o convidassem para uma turnê de reencontro aceitaria?

Ruben Cabrera - Nos vemos as vezes. Outro dia fui numa peça da Amanda no MASP. Falo com o Juninho também. Sobre a turnê conversamos com todos os integrantes no ano passado, mas não chegamos a um consenso.
No tempo do Trem da Alegria
Foto:Divulgação

Revista de Cultura - Que tipo de música gosta de ouvir em casa?

Ruben Cabrera - Ouço rock, jazz e blues.

Revista de Cultura - Já aconteceu alguma situação engraçada durante shows que você possa contar aqui?

Ruben Cabrera- É mais trágica do que engraçada. Já quebrei o braço durante o show... cai do palco... 

Revista de Cultura- Fale um pouco sobre a experiência de tocar com o RPM. Foi difícil aprender as músicas? Já havia tocado com eles anteriormente?

Ruben Cabrera - Quando eu tinha 7 anos de idade brincava com amigos da mesma idade que éramos o  RPM. Colocávamos a fita do "Rádio Pirata ao Vivo" e fingíamos ser a banda... 25 anos depois o Paulo Ricardo me convida pra ser tecladista da banda "Paulo Ricardo Elétrico",onde já estou há pouco mais de um ano. E quando o Luiz (Schiavon) se acidentou, agora no final do ano, o Paulo me ligou me pedindo pra fazer os shows que o Luiz não poderia fazer enquanto se recuperava do acidente. Foram 6 shows ao todo. Uma responsabilidade muito grande, pois em 30 anos de carreira o RPM nunca tocou sem o Luiz. Tive só uma noite pra ouvir as musicas. O primeiro show foi tenso, mas foi bom. É claro que foi uma honra pra mim ter feito parte da historia da banda ainda que só por 6 shows. Foi ótimo!

Revista de Cultura - Se não fosse músico que profissão seguiria?

Ruben Cabrera -  Sinceramente... não sei.

Revista de Cultura -Tem vontade de seguir carreira internacional,fazer shows no exterior?

Ruben Cabrera- Seria ótimo uma tour fora do Brasil. Em particular, tenho vontade de tocar no Japão.

Revista de Cultura - Na sua família há outros artistas?

Ruben Cabrera -  Meu bisavô construía e tocava violino.

Revista de Cultura - Deixe uma mensagem aos nossos leitores 

Ruben Cabrera - Obrigado pela oportunidade de responder suas perguntas, Ricardo. Grande abraço pra você e  todos os leitores aqui, valeu!

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