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quarta-feira, 23 de março de 2011

Mario Marinho Lança Livro de Contos Sobre Velórios Inusitados


Foto: Viviane Spaco


Durante a inauguração da Funeral House (Av. Afonso Pena, 2.158, Praça Tiradentes- Bairro Funcionários), que acontecerá no dia 30 de março, quarta-feira, às 19 horas, será realizado o lançamento do livro “Velórios Inusitados” do jornalista e escritor mineiro, radicado em São Paulo, Mário Marinho. Trata-se de um livro de contos onde o autor narra inusitadas histórias e causos de velórios, através de textos leves e fáceis. Durante um coquetel, Marinho estará autografando seu livro.


Segundo Mário Marinho o livro é composto por contos leves. “A morte é o segundo evento mais importante na vida do ser humano – o primeiro é o nascimento. Assim, ela precisa ser tratada com muita seriedade, até por que, normalmente, causa dor, tristeza e lágrimas. Tive muito cuidado com o tema, mas é inegável que mesmo nessas situações delicadas ocorram fatos inusitados, cômicos e engraçados. Eu procurei esse viés. Além disso, eu também trato de fatos apenas inusitados, curiosos, sem necessariamente serem engraçados. Apenas curiosos”.

Mário Marinho conta que ‘Velórios Inusitados’ nasceu de uma reportagem feita por ele há muitos anos no extinto Diário da Tarde, sobre o caso de um operário que foi surpreendido com a notícia de sua própria morte publicada em um jornal, em forma de anúncio fúnebre. “Pois bem, há algum tempo, remexendo em velhos papéis, encontrei essa reportagem e pensei: como esse, devem existir muitos outros casos. Assim comecei a pesquisa”. “Nos lançamentos, muitas pessoas compravam o livro e me diziam: ‘Puxa, se eu soubesse, teria te contado um caso que eu conheço’. Por causa disso, já estou preparando o ‘Velórios Inusitados 2,’ afirma.

Essa é a segunda publicação de Mário Marinho. Ele transitou entre dois gêneros literários bastante distintos, saindo da reportagem biográfica para o conto. “Todo mineiro tem uma queda por contos. Os melhores contistas brasileiros são daqui. Desde os meus tempos de ginásio, eu já arriscava alguns textos, mas como optei pelo jornalismo, acostumei-me com a realidade, com a notícia. Agora, estou deixando aflorar o contista”. O livro ‘Velórios Inusitados’ relata “causos” passados em velórios e mostra bom-humor até na hora da morte, provando que o que vale é levar a vida com alegria e descontração.

Mario Marinho

Durante 21 anos Mário Marinho trabalhou no Jornal da Tarde, São Paulo, aonde chegou em 1968. Começou sua carreira de jornalista no Diário da Tarde, em Belo Horizonte. Os primeiros passos foram na Editoria de Cultura; depois, passou para a Editoria de Esportes. Um ano depois, foi convidado a trabalhar na edição Mineira da Última Hora – primeiramente como repórter de polícia e depois reforçando a equipe de esportes. Última Hora era ainda propriedade do lendário Samuel Wainner com quem iria trabalhar em 1974, na edição paulista de UH.

Em 1968, recebeu convite para trabalhar no Jornal da Tarde, como repórter esportivo. Nos anos que se passaram, foi subindo de posição: pauteiro, chefe de reportagem, redator, subeditor e editor de esportes. Nesses 21 anos, somente por um ano esteve fora do esporte, quando comandou a reportagem geral.

No esporte, como repórter, cobriu os principais times de São Paulo – Corinthians, Santos, Palmeiras e São Paulo – os quais acompanhou em viagens dentro e fora do País. Cobriu outros esportes e, por três vezes, nos anos de 1981, 1985 e 1989, esteve em Israel cobrindo a Macabíada que é uma olimpíada que reúne atletas judeus de todo o mundo.

Como editor de esportes, comandou uma das mais brilhantes e premiadas equipes jornalísticas, vencedora de prêmios Esso e Ford Aceesp. Editou a primeira página do Jornal da Tarde após a trágica derrota do Brasil pra a Itália, na Copa do Mundo de 1982, estampando a figura triste e chocante um garoto. Com essa capa, o JT vendeu cerca de 250 mil exemplares – recorde jamais batido nesses quase 30 anos. Nessa época, comandou a cobertura de várias Copas do Mundo e Olimpíadas.

Em 1990, fora do jornalismo diário, foi contratado pela Credicard e montou na cidade de Asti, no norte da Itália, onde a Seleção Brasileira fazia seus treinamentos, a “Casa Brasil” de atendimento e conveniência para jornalistas e torcedores convidados. Nas copas seguintes, a CBF acabou por institucionalizar a “Casa Brasil”. Em 1984/85, comandou um programa na rádio Gazeta, de São Paulo, chamado “No Pique do Esporte”. Trabalhou ainda nas rádios Eldorado, Atual, 9 de Julho, Record, Capital e Eldorado, comentando futebol.

Na tevê, comandou um programa chamado “Sábado Esporte”, na Gazeta. Na mesma emissora, trabalhou durante muitos anos na sua tradicionalíssima Mesa Redonda (muitas vezes comandando o programa), ao lado de Roberto Avallone, Milton Neves, Vanderlei Nogueira e outros. Ainda na tevê, trabalhou na Record, Cultura e Bandeirantes.

Foi presidente da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo durante 10 anos, em dois períodos distintos. É autor dos livros “Paulo Marinho – uma reportagem biográfica” e o recém lançado “Velórios inusitados”. Mario Marinho possui um blog na internet cujo endereço é www.blogdomariomarinho.blogspot.com. Atualmente, é diretor de redação da revista Show de Bola, publicada pela On Line Editora.

Noite de autógrafos do livro “Velórios Inusitados” de Mário Marinho

Dia 30 de março, às 19 horas.

Local – Funeral House (Av. Afonso Pena, 2.158, Praça Tiradentes- Bairro Funcionários)

O evento será simultâneo à inauguração da Funeral House.

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